PPC 2014
Projeto Pedagógico do Curso de Agroecologia - Matriz 2014.
PPc Agroecologia 2013.pdf
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Rio Largo
2013
PROJETO POLÍTICO
PEDAGÓGICO
CURSO DE AGROECOLOGIA
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
–
AL
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
PROJETO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE AGROECOLOGIA
Projeto Pedagógico de acordo com as
Diretrizes
Curriculares
Nacionais
e
Projeto Pedagógico Institucional.
Rio Largo / Alagoas
2013
ii
SUMÁRIO
I. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO .......................................................................................... v
1. INSTITUIÇÃO MANTENEDORA: .................................................................................................................... V
2. INSTITUIÇÃO MANTIDA: ................................................................................................................................ V
4. DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO E/OU RECONHECIMENTO: ................................................................... V
5. TURNO: ........................................................................................................................................................... V
6. CARGA HORÁRIA TOTAL: ............................................................................................................................. V
7. DURAÇÃO: ...................................................................................................................................................... V
8. NUMERO DE VAGAS: .................................................................................................................................... VI
9. FORMA DE ACESSO:..............................................................................................................VI
10. OBJETIVO GERAL:................................................................................................................VI
11. OBJETIVO ESPECÍFICO:.......................................................................................................VI
12. CAMPO DE ATUAÇÃO:................................................................................................................................ VI
13. PERFIL: ....................................................................................................................................................... VII
14. COLEGIADO: ............................................................................................................................................... VII
15. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE:...................................................................................VII
II. INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA ............................................................................... 1
III – PERFIL DO EGRESSO .................................................................................................. 4
IV- HABILIDADES/COMPETÊNCIAS ................................................................................ 4
V. CONTEÚDO/MATRIZ CURRICULAR .......................................................................... 6
1. COMPONENTES CURRICULARES ................................................................................................................ 7
2. INTERFACE DO CURSO DE GRADUAÇÃO COM A PÓS-GRADUAÇÃO ..................................................... 8
3. INTERFACE DO CURSO COM A EXTENSÃO ............................................................................................... 8
VI -ORDENAMENTO CURRICULAR ................................................................................. 9
1. EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS ...................................................................................... 13
2. EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS ............................................................................................. 26
3. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DAS DISCIPLINAS .............................................................. 30
XI. ATIVIDADE DE EXTENSÃO ....................................................................................... 69
XII. POLÍTICAS DE ASSISTÊNCIA AO DISCENTE .................................................... 69
XIII. SISTEMA AVALIATIVO............................................................................................ 71
XIII. INFRAESTRUTURA ................................................................................................... 73
XIV. REFÊRENCIAS ............................................................................................................ 75
iii
EQUIPE RESPONSÁVEL DE
ELABORAÇÃO DA PROPOSTA
Adriana Guimarães Duarte
Profª. Adjunto Centro de Ciências Agrárias
Siumar Pedro Tirone
Prof. Adjunto Centro de Ciências Agrárias
Elton Lima Santos
Prof. Adjunto Centro de Ciências Agrárias
Guilherme Bastos Lyra
Prof. Adjunto Centro de Ciências Agrárias
José Teodorico de Araujo Filho
Prof. Adjunto Centro de Ciências Agrárias
Gaus Silvestre de Andrade Lima
Prof. Adjunto Centro de Ciências Agrárias
Leila de Paula Rezende
Profª. Associada Centro de Ciências Agrárias
João Correia de Araujo Neto
Prof. Associado Centro de Ciências Agrárias
Paulo Vanderlei Ferreira
Prof. Associado Centro de Ciências Agrárias
Hugo Henrique Costa Nascimento
Dr. Ciências Florestais
iv
I. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
1. INSTITUIÇÃO MANTENEDORA:
Denominação: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
Dependência: Administrativa Federa
2. INSTITUIÇÃO MANTIDA
Denominação: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: Rodovia BR 101, Km 14 Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió
/AL - CEP: 57.072 - 970. Fone: (82) 3214 - 1100 (Central) Coordenação: (082) 32141442
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
3. UNIDADE ACADÊMICA: Centro de Ciências Agrárias - CECA
Endereço: BR 104, Km 85, s/n, Rio Largo – AL, CEP 57.100-000. Fone: (082) 32611351, (082) 3261-2221.
Portal eletrônico: www.ceca.ufal.br
Denominação: Agroecologia (Bacharelado)
Modalidade: Presencial
Título: Bacharel em Agroecologia
Portaria de Reconhecimento: Novo curso
4. DOCUMENTO DE AUTORIZAÇÃO E/OU RECONHECIMENTO:
Criação: em ___/___/2013, através da Resolução Nº. .
Reconhecimento pelo MEC: ___/___/2013
5. TURNO: Integral (Vespertino).
6. CARGA HORÁRIA TOTAL: 3645 horas/aula
7. DURAÇÃO:
Mínima – 10 semestres (cinco anos)
Máxima – 15 semestres (sete anos e seis meses)
v
8. NUMERO DE VAGAS: 50 vagas/ano (25/semestre), sendo a entrada no primeiro e no
segundo semestres definida por ordem de classificação e normatizada pela Resolução nº
32/2009-CONSUNI/UFAL ou pelo processo seletivo da Universidade Federal de Alagoas.
9. FORMA DE ACESSO: Através do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), sendo
a entrada no primeiro e no segundo semestres definida por ordem de classificação e
normatizada pela Resolução nº 32/2009-CONSUNI/UFAL ou pelos processos seletivos de
reopção, transferência ou equivalência normatizados pela Universidade Federal de
Alagoas.
10. OBJETIVO GERAL:
O objetivo geral do curso é formar profissionais com concreta aptidão aos
conhecimentos científicos, fundamentados na ética profissional e política para atender à
crescente demanda por produtos agrícolas de qualidade e que sejam produzidos com menor
impacto ambiental.
11. OBJETIVO ESPECÍFICO:
Formar profissionais para atuar nas mais diversas áreas para desenvolver projetos
agrícolas de forma sustentável, com responsabilidade social, ambiental e econômica.
Capacitar o profissional para garantir a assistência técnica nas pequenas
propriedades, aumentando a produção de alimentos de qualidade e viabilizando a atividade
agrícola.
Pesquisar, desenvolver, difundir tecnologias alternativas apropriadas nas mais
diversas áreas de desenvolvimento de projetos agrícolas, para atuar de forma sustentável,
com responsabilidade social, ambiental e econômica.
12. CAMPO DE ATUAÇÃO:
O profissional de Agroecologia pode atuar em vários segmentos da cadeia
produtiva da agropecuária, isso pela ampla formação desse profissional. No entanto, a
principal área de atuação é na produção de alimentos, com o planejamento, análise,
execução e monitoramento de sistemas de produção agropecuária, considerando os
aspectos de sustentabilidade econômica, ambiental, social e cultural de modo integrado. O
profissional pode atuar em propriedades rurais, cooperativas, associações, órgãos
governamentais e não governamentais. O Agroecologista será apto a atuar no manejo
vi
ecológico de sistemas de produção e da agrobiodiversidade, processos de certificação de
sistemas agroecológicos, gestão, processamento e comercialização da produção
agropecuária ecologicamente correta. O conhecimento da produção agropecuária e de
ecossistemas, legislação ambiental, a visão crítica das relações sociais de produção, a
aplicação metodológica de princípios do desenvolvimento sustentável, trabalho em equipe,
sensibilidade e ética são requisitos à atuação deste profissional.
13. PERFIL:
O curso de Agroecologia é uma área de atuação com foco em pequenas
propriedades rurais, geralmente de base familiar. Essas unidades de produção que são
responsáveis pela produção da maioria dos produtos alimentícios produzidos na
agricultura. O Estado de Alagoas possui grande quantidade de propriedades rurais de
pequeno porte, algumas formadas por assentamentos de reforma agrária, sendo necessário
um profissional capacitado para garantir a assistência técnica nessas propriedades,
aumentando a produção de alimentos de qualidade e viabilizando a atividade agrícola nas
pequenas propriedades rurais.
14. COLEGIADO:
O colegiado do curso será composto por Professores (cinco titulares e cinco
suplentes), Técnicos administrativos (um titular e um suplente) e Alunos (um titular e um
suplente), sendo eleitos e escolhidos de acordo com as normas da universidade.
15. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE):
O núcleo docente estruturante do curso será composto por no mínimo cinco
professores, seguindo a resolução Nº 52/2012-CONSUNI/UFAL, de 05 de novembro de
2012 que institui e normatiza os NDEs na UFAL. Sendo indicados pelo Colegiado do
Curso e aprovado pelo Conselho Superior do Campus.
vii
II. INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA
A preocupação com a sustentabilidade ambiental vem ganhando força nos últimos
anos, com pressão tanto da sociedade civil, empresas e poder público. A agricultura e
pecuária são áreas apontadas como causadoras de grande impacto ambiental,
principalmente pelos desmatamentos, uso predatório dos recursos ambientas e poluição
com produtos químicos.
Ela é resultante dos modos de vida e padrões de consumo adotados pela
humanidade, e nela a agricultura tem grande expressão, por se constituir na atividade
antrópica que mais interfere sobre o ambiente em âmbito espacial, sobre o manejo e a (não)
conservação dos recursos naturais solo, flora, água e fauna.
Tais problemas agravaram-se no último século com a adoção de um padrão
tecnológico fundado em processos químicos e mecânicos agressivos ao ser humano e ao
ambiente, que não releva devidamente as dimensões ecológicas e sociais na condução da
produção.
O perfil da matriz tecnológica da agricultura explicita parte da lógica e interesses
que têm determinado a orientação dos modos de produção da moderna agricultura, cujas
principais características são o incremento da dependência de energia externa – petróleo e
derivados, e germoplasma, controlado crescentemente por setores privados oligopolizados,
agora empenhados em ampliar a revolução verde através da engenharia genética e da
transgenia.
Dentre os problemas creditados ao setor agrícola estão o aumento da dependência e
a perda de eficiência energética, o desflorestamento e a perda de biodiversidade, a redução
da variabilidade genética e susceptibilidade das espécies melhoradas para altas
produtividades às pragas, doenças e estresses ambientais, a degradação dos recursos
florísticos e edáficos pelo manejo inadequado, os desequilíbrios biológicos e ecológicos
crescentes com a monocultura e o uso de agroquímicos, a contaminação do ambiente,
alimentos e do ser humano por agrotóxicos, a concentração da terra, da renda e demais
meios de produção, e uma desigual apropriação da riqueza gerada pelo setor (COSTA,
2004).
Como a dinâmica climática nas zonas tropicais e subtropicais determina solos
ácidos e distróficos e uma elevada intemperização da fração da matéria orgânica, a opção
por material genético exigente em fertilidade acarreta uma maior dependência da
agricultura por fertilizantes de síntese.
1
Uma nutrição vegetal desbalanceada, associada a monoculturas com variedades de
reduzida variabilidade genéticas e elevada susceptibilidade a estresses ambientais,
promove desequilíbrios biológicos, agrava os problemas fitossanitários e induz ao maior
uso de agrotóxicos, realimentado a dependência do processo produtivo de elementos
artificiais.
Neste círculo vicioso os agricultores estão cada vez mais inseridos em um processo
de relações de troca bastante desigual com os capitais industrial, comercial e financeiro, de
forma subordinada, face ao modelo tecnológico hegemônico que promove o incremento da
dependência do setor por energia externa.
A partir do final da Segunda Guerra Mundial, com a expansão da chamada
“revolução verde”, a agropecuária de muitos países sofreu transformações estruturais
expressivas na busca estrita da produção e da produtividade, via manipulação genética e
artificialização do processo produtivo com o uso de agroquímicos (fertilizantes de síntese e
agrotóxicos).
Tal evolução desprezou saberes historicamente acumulados pelos agricultores, que
embasados em processos empíricos de experimentação tentativa, erros e acertos,
conseguiam adequar seus sistemas produtivos a situações adversas, com eficiência
produtiva e conservando os recursos naturais.
No Brasil, a agricultura pela forma que é historicamente praticada vem devastando
os recursos naturais desde o período colonial, primeiramente pela cana de açúcar na mata
atlântica, hoje reduzida a menos de 8%, posteriormente pelo café na região sudeste,
sucedido pela expansão da fronteira para o cerrado com a produção de grãos e a pecuária,
processo que agora avança sobre a Amazônia. Caso consumada a devastação de tal bioma,
pelos conhecimentos científicos atuais sobre o clima, deverão ocorrer profundas alterações
nas dinâmicas térmicas e hídricas continentais, para alguns, preocupante, para outros
catastrófica.
A produção de alimentos agrícolas em larga escala tem sido uma prática constante
do homem ao longo de sua história, porém tem tido um custo ambiental elevado,
comprometendo a sustentabilidade dos ecossistemas agrícolas. O avanço tecnológico nas
atividades agrícolas sem a preocupação ambiental pode trazer problemas relacionados à
erosão do solo, à poluição das águas, do solo, do ar e à contaminação dos alimentos. A
agroecologia como metodologia de trabalho a ser adotada no campo, tem ganhado cada vez
mais espaço e, de acordo com o Ministério de Desenvolvimento Agrário – MDA, mais de
2
50 mil agricultores familiares brasileiros já praticam esse modelo, considerado como sendo
a transição entre a agricultura tradicional e a sustentável.
Nessa realidade, estudos apontam positivamente para a criação do Curso Superior
de tecnologia em Agroecologia no IFPB Campus Sousa. De acordo com dados do
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, na região Nordeste já são 13% de
produtores que aderiram `a agropecuária orgânica, com 9% de área já comprometida com a
produção de orgânicos, justificando a instalação de curso tecnológico nessa área,
apresentando-se ainda, como uma alternativa a mais para a expansão da oferta de vagas na
educação superior, que as instituições de ensino superior tanto pública quanto privada, não
têm atendido satisfatoriamente.
Nessa perspectiva, o enfoque agroecológico a ser adotado no curso constitui-se em
uma alternativa ao modelo convencional de produção, que utiliza pacotes tecnológicos para
implantação de políticas de desenvolvimento agrícola, usando grandes quantidades de
agrotóxicos com o objetivo de aumentar a produtividade. Constitui-se um desafio para
promover um modelo técnico-científico que viabilize uma agricultura socialmente nãoexcludente, agregando valores à cadeia produtiva visando assegurar a sustentabilidade
social, ambiental e econômica dos agroecossistemas.
A educação tecnológica no Brasil já existe há muitos anos, com vários Tecnólogos
já formados em diversas Instituições de Ensino Superior Brasileiras. É regulamentada pelo
Ministério da Educação através da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de
1996 e pela Resolução CNE/CP3 do Conselho Nacional de Educação.
A crise está demandando da comunidade científica a reflexão e a formulação de
novas concepções, paradigmas e campos da ciência, que dêem conta de apreender a
conjuntura contemporânea em toda sua complexidade e inter-relações, e formular
alternativas de mitigação e superação dos problemas centrais.
Constata-se no presente, expressiva demanda por profissionais com o perfil ora
proposto, por parte das organizações da agricultura familiar, organizações não
governamentais – ONGs, instituições de assistência técnica e extensão rural, afora na
pesquisa e demais espaços do poder público voltados ao desenvolvimento agrário e meio
ambiente, como o Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA e Ministério do Meio
Ambiente – MMA.
Há cerca de três décadas um crescente número de agricultores, técnicos,
associações, cooperativas e organizações não governamentais vêm buscando alternativas
que contribuam para a promoção da agricultura familiar e para a sua permanência no
3
campo em condições de vida dignas, segmento responsável pela manutenção de expressivo
número das ocupações no meio rural (20 milhões contra 5 milhões na agricultura patronal),
e por mais da metade da produção de alimentos destinados ao abastecimento interno.
Tais atores, desde o surgimento do movimento de agricultura alternativa nos anos
1970, passaram a desenvolver no país diversas iniciativas de produção orgânica e
agroecológica, apoiadas mais recentemente pelo Governo Federal (MDA e MMA) e por
organizações de consumidores, que buscam produtos saudáveis, de elevado valor biológico
e sem resíduos de agrotóxicos.
A Agricultura Orgânica é definida como um sistema de produção que exclui o uso
de fertilizantes, agrotóxicos e de produtos reguladores de crescimento. Baseia-se no uso de
estercos animais, rotação de culturas, adubação verde, compostagem e controle biológico
de pragas e doenças (USDA, 1985).
III – PERFIL DO EGRESSO
Espera-se que o profissional de Agroecologia, formado pelo CECA/UFAL, seja
dotado de valores éticos, sociais, culturais e políticos. Buscando melhorar as condições
sociais e econômicas do homem do campo, bem como garantir a sustentabilidade do
desenvolvimento rural com a produção de alimentos de qualidade. Acompanhando as
necessidades dos produtores rurais e dos consumidores.
O profissional egresso do curso Agroecologia deverá ser um profissional capaz de
integrar diferentes saberes e competências por meio da utilização de instrumentos teóricometodológicos
e
práticos
em
atividades
relacionadas
a
sustentabilidade
dos
agroecossistemas, vista como resultante da ação conjunta dos fatores ambientais e sócioeconômicos, que são a base para um desenvolvimento sustentável. Estas condições são
essenciais para a formação interdisciplinar dentro do objetivo de contribuir para o
desenvolvimento e consolidação de atividades de ensino, pesquisa e extensão na temática
da sustentabilidade dos agroecossistemas a partir das interrelações dos fatores ambientais e
sócio-econômicos.
IV- HABILIDADES/COMPETÊNCIAS
O profissional formado pelo curso de Agroecologia do CECA/UFAL deverá ter um
embasamento técnico, humanista, político e metodológico adequado, para que atue com
base nos conteúdos da agroecologia nas esferas pública e privada.
Esse profissional deverá demonstrar as capacidades de:
4
Conhecer e utilizar as formas contemporâneas de linguagem, com vistas ao
exercício da cidadania e à preparação para o trabalho, incluindo a formação ética e
o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
Compreender a sociedade, sua gênese e transformação e os múltiplos fatores que
nela intervêm como produtos da ação humana e do seu papel como agente social;
Analisar a realidade do meio físico, e identificar suas potencialidades e restrições;
Analisar as dimensões econômicas e sociais da agricultura, seus aspectos favoráveis
e restritivos;
Compreender os fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos,
relacionando teoria e prática nas diversas áreas do saber;
Compreender o processo de evolução da agricultura, os diversos modelos e avaliar
as características socioeconômicas de cada modelo;
Conhecer as bases científicas e tecnológicas da Agroecologia;
Planejar e implementar estratégias, métodos e processos de manejo sustentável dos
recursos naturais;
Analisar sistemas de produção, considerando os aspectos de sustentabilidade
econômica, social, cultural e ambiental;
Analisar as características dos ecossistemas relacionando-os à atividade
agropecuária;
Assessorar estudos de implantação e desenvolvimento de projetos de produção
segundo os princípios da agroecologia;
Conhecer os métodos e técnicas de conservação e recuperação do solo;
Conhecer e orientar o uso de métodos e processos baseados em formas renováveis
de energia no meio rural;
Orientar quanto ao manejo agroecológico do solo, considerando suas características
físicas, químicas e biológicas;
Planejar a utilização dos recursos naturais renováveis e não-renováveis;
Planejar e orientar a implantação de sistemas e métodos de controle de insetos,
doenças e plantas espontâneas, utilizando princípios agroecológicos;
Realizar, com competência técnica e ética, o manejo agroecológico das culturas
regionais, olerículas regionais, fruticultura e criação de animais;
Estimular a participação e o compromisso coletivo no desenvolvimento de projetos
agrícolas, utilizando práticas de cooperação e organização entre agricultores;
5
Estimular, animar e assessorar a condução de processos participativos e
democráticos de cooperação e organização afins ao desenvolvimento sustentável na
agricultura;
Orientar para o uso adequado dos equipamentos e para as instalações industriais e
de pequeno porte ligadas à agricultura;
Orientar a elaboração de projetos de infra-estrutura de apoio e as instalações rurais
para a produção agropecuária;
Orientar processos de conservação, processamento, armazenamento de matériaprima e industrialização de produtos orgânicos;
Conhecer e aplicar as normas de desenvolvimento sustentável, respeitando o meio
ambiente e entendendo a sociedade como uma construção humana dotada de
tempo, espaço e história;
Interpretar e orientar a aplicação da legislação trabalhista, agropecuária e
ambiental;
Elaborar laudos, perícias, pareceres e relatórios técnicos sobre projetos
agropecuários no âmbito de sua competência profissional;
Orientar a aplicação de métodos naturais e alternativos de manejo fitossanitário, e
das zoonoses na produção animal;
Planejar e implementar processos de industrialização artesanal e comercialização da
produção;
Contribuir no processo de conversão agroecológica das unidades produtivas, e em
ações afins voltadas às comunidades rurais;
Saber trabalhar em equipe;
Ter iniciativa, criatividade e responsabilidade;
Exercer liderança;
Posicionar-se criticamente e eticamente frente às inovações tecnológicas, avaliando
seu impacto no desenvolvimento e na construção da sociedade.
Conhecer os métodos de conservação e armazenamento de produtos agropecuários;
Participar da formulação, implementação e gestão de políticas públicas voltadas ao
desenvolvimento rural sustentável.
V. CONTEÚDO/MATRIZ CURRICULAR
A organização da matriz curricular permite hierarquizar os conhecimentos de modo
que os fundamentos sejam ministrados de forma sequencial e integrados. A estrutura
6
curricular não apresenta nenhuma certificação intermediária, mas enfatiza a flexibilidade
onde as disciplinas poderão sofrer alterações no seu ementário semestre a semestre, no
sentido de atualização de conteúdos.
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso tem por função atualizar
periodicamente o projeto pedagógico do curso e conduzir os trabalhos de reestruturação
curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, sempre que necessário. Esse é o órgão
consultivo responsável pela concepção, acompanhamento e revisão Projeto Pedagógico do
Curso de Agroecologia do CECA/UFAL.
O currículo do curso abrangerá uma sequência de disciplinas e atividades
ordenadas por matrículas semestrais, com aulas ministradas no período diurno, estruturados
em dois ciclos curriculares, eixo comum e eixo profissional. As disciplinas serão
distribuídas em dez períodos compreendidos de 20 semanas cada um, com carga horária de
4.080 horas, sendo 3.900 horas de disciplinas obrigatórias e 180 horas eletivas. As
disciplinas eletivas serão disponibilizadas a partir do 2º período.
1. COMPONENTES CURRICULARES
O Estágio Obrigatório e o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), nas suas diversas
modalidades, complementam a formação do aluno dando ao mesmo a oportunidade efetiva de
observar como os mais diversos conhecimentos adquiridos no curso são executados na prática.
Tabela 1. Organização Curricular do Curso de Agroecologia
CARGA HORÁRIA
Horas
%
1 - Disciplinas Obrigatórias (parte fixa)
3645
84
2 - Disciplinas Obrigatórias Eletivas (parte fixa)
180
3
3 - Atividades Complementares (parte flexível)
200
5
5 - Estágio Supervisionado
240
6
6 - Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
80
2
7 - Atividades curriculares de extensão
(407)
(10%)
Total
4345
7
2. INTERFACE DO CURSO DE GRADUAÇÃO COM A PÓS-GRADUAÇÃO
Participação dos alunos de graduação nas atividades da pós-graduação e dos pósgraduandos nas atividades da graduação;
Inserção dos alunos de graduação e pós-graduação nos mesmos grupos de pesquisa;
Envolvimento dos pós-graduandos na atividade de docência da graduação (estágio
docência) e nas bancas de Trabalho de Conclusão de Curso.
Envolvimento dos alunos da graduação em monitoria, tutoria e pesquisa;
Disseminação e divulgação da produção científica e de extensão da graduação e pósgraduação nos meios disponíveis pelo curso.
3. INTERFACE DO CURSO COM A EXTENSÃO
Participação dos alunos de graduação nos projetos e programas de extensão da
Unidade acadêmica e da Pró-reitoria de extensão;
Participação dos alunos no Programa de Extensão da Unidade Acadêmica CECA que
visa atender as demandas e necessidades da agricultura familiar e movimentos
sociais do campo, os Arranjos Produtivos Locais, e os médios e grandes produtores;
Participação dos alunos nos programas da secretaria da Agricultura do Estado de
Alagoas;
Participação dos alunos em ações junto aos assentados da reforma agrária no Estado
de Alagoas;
Participação dos alunos nos Programas de Difusão de Tecnologia da EMBRAPA;
Participação dos alunos nas atividades de difusão de tecnologia dos Órgãos e
Entidades públicas municipais, federais e estaduais;
Participação dos alunos nas atividades de difusão de tecnologia dos Órgãos e
Entidades privadas (SEBRAE, SENAI, entre outras);
Participação dos alunos na socialização do conhecimento e saber nos Territórios da
Cidadania do Estado de Alagoas.
8
VI -ORDENAMENTO CURRICULAR
O ordenamento curricular previsto para o Curso de Agroecologia contempla os
ciclos básico, intermediário, profissionalizante e pode ser visualizado nos quadros abaixo.
O pré-requisito dentro do sistema seriado é controlado pelo fluxograma do curso, mas
também haverá pré-requisito por disciplinas. O pré-requisito do sistema seriado funciona
da seguinte forma: o semestre anterior é sempre co-requisito do subseqüente podendo
funcionar concomitantemente em até 50% da carga horária das disciplinas. Portanto, são
mecanismos de controle de requisitos:
1.
O aluno que perder mais de 50%, em carga horária, das disciplinas do ano em
curso fica retido e deverá se matricular apenas nas disciplinas que foi
reprovado;
2.
O aluno que perder, deixar de cursar, trancar por mais de uma vez uma
disciplina fica retido até cumpri-la.
As disciplinas estabelecidas como pré-requisitos controlam o fluxo curricular
impedindo a matrícula do aluno sem ter cursado e aprovado na disciplina pré-requisito.
O ordenamento curricular previsto para o Curso de Agroecologia contempla os
ciclos básico, intermediário, profissionalizante e pode ser visualizado nos quadros abaixo.
O pré-requisito dentro do sistema seriado é controlado pelo fluxograma do curso, mas
também haverá pré-requisito por disciplinas. O pré-requisito do sistema seriado funciona
da seguinte forma: o semestre anterior é sempre co-requisito do subseqüente podendo
funcionar concomitantemente em até 50% da carga horária das disciplinas. Portanto, são
mecanismos de controle de requisitos:
1. O aluno que perder mais de 50%, em carga horária, das disciplinas do ano em
curso fica retido e deverá se matricular apenas nas disciplinas que foi
reprovado;
2. O aluno que perder, deixar de cursar, trancar por mais de uma vez uma
disciplina fica retido até cumpri-la.
As disciplinas estabelecidas como pré-requisitos controlam o fluxo curricular
impedindo a matrícula do aluno sem ter cursado e aprovado na disciplina pré-requisito.
9
Tabela 2. Disciplinas obrigatórias do curso de Agroecologia
C.H.
Teórica
45
60
C.H.
Prática
30
0
C.H.
Total
75h
60h
C.H.
Semanal
5
4
60-
0
60h
4
50
10
60h
4
20
25
45h
3
55
280
20
20
95
40
75h
375h
60h
5
25h
4
METODOLOGIA DA PESQUISA
BIOQUÍMICA
FÍSICA GERAL
MICROBIOLOGIA GERAL
TOPOGRAFIA
TOTAL
CIÊNCIAS DO AMBIENTE E
MANEJO
AGRÁRIO
DE
RECURSOS NATURAIS
30
50
50
35
30
205
30
25
10
25
30
170
60h
75h
60h
60h
60h
375h
4
5
4
4
4
25h
45
15
60h
4
CONSTRUÇÕES RURAIS
30
30
60h
4
FISIOLOGIA VEGETAL
60
15
75h
5
40
20
60h
4
50
10
60h
4
40
20
60h
4
265
110
375h
25h
ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE
IMPACTOS AMBIENTAIS
40
20
60h
4
ESTATÍSTICA GERAL
45
15
60h
4
Ciências
do
Ambiente
--
HIDROLOGIA
45
15
60h
4
--
ENERGIA DE BIOMASSA E
CAPTAÇÃO DE CARBONO
40
20
60h
4
FÍSICA E CLASSIFICAÇÃO DO
SOLO
45
15
60h
4
GENÉTICA
APLICADA
CIÊNCIAS AGRÁRIAS
55
20
75h
5
250
125
375h
25h
3º PERÍODO
4º PERÍODO
EIXO COMUM
2º PERÍODO
1º PERÍODO
Código
Disciplinas
BOTÂNICA GERAL
SOCIOLOGIA RURAL
INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS
AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
CÁLCULO I
INFORMÁTICA APLICADA AS
CIÊNCIAS
AGRARIAS
E
AMBIENTAL
QUÍMICA GERAL
TOTAL
DESENHO TÉCNICO
FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA
DO SOLO
CÁLCULO II
AGROMETEOROLOGIA
E
CLIMATOLOGIA
TOTAL
TOTAL
AS
Prérequisitos
------
---------
Desenho
técnico
Botânica e
Bioquímic
a
-Cálculo I
--
-Fundament
os da
ciência.
--
10
EIXO PROFISSIONALIZANTE
8º PERÍODO
7º PERÍODO
6º PERÍODO
5º PERÍODO
Código
Disciplinas
PRODUÇÃO E TECNOLOGIA DE
SEMENTES
FITOPATOLOGIA GERAL
HIDRÁULICA
FERTILIDADE DO SOLO E
NUTRIÇÃO
MINERAL
DE
PLANTAS
SILVICULTURA
E
DENDROLOGIA
ANATOMIA
E
FISIOLOGIA
ANIMAL
TOTAL
MÁQUINAS E MECANIZAÇÃO
AGRÍCOLA
EXPERIMENTAÇÃO
EM
CIÊNCIAS AGRÁRIAS
IRRIGAÇÃO E DRENAGEM
NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO
ANIMAL
FITOSSOCIOLOGIA E MANEJO
DE PLANTAS ESPONTÂNEAS
ENTOMOLOGIA GERAL
TOTAL
CULTIVOS AGROECOLÓGICOS 1
PLANTAS MEDICINAIS
MELHORAMENTO VEGETAL
USO, MANEJO E CONSERVAÇÃO
DO SOLO
PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA
DE ANIMAIS I
CONTROLE AGROECOLÓGICO
DE PRAGAS
TOTAL
RECUPERAÇÃO
DE
ÁREAS
DEGRADADAS
CONTROLE AGROECOLÓGICO
DE DOENÇAS
CULTIVOS AGROECOLÓGICOS 2
OLERICULTURA
AGROECOLÓGICA
PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA
DE ANIMAIS II
ECOLOGIA DAS INTERAÇÕES
ENTRE PLANTAS E INSETOS
TOTAL
C.H.
Teórica
C.H.
Prática
C.H.
Total
C.H.
Semanal
35
25
60
4
35
40
25
20
60
60
4
4
35
25
60
4
35
25
60
4
35
25
60
4
215
145
360
24
35
25
60
4
50
25
75
5
35
25
60
60
4
4
40
20
35
25
60
4
35
230
35
25
145
25
40
20
60
375
60
60
4
25
4
4
40
20
60
4
45
30
75
5
35
25
60
4
40
20
60
4
235
140
375
25
35
25
60
4
40
20
60
4
35
25
60
4
35
25
60
4
35
25
75
5
40
20
60
4
375
25
Prérequisitos
Física Geral
Física e
Classificação
do solo
Estatística
Hidráulica
Anatomia e
Fisiologia
Animal
Botânica
Geral
Botânica
Geral
Genética
Fertilidade
do Solo
Anatomia e
Fisiologia
Animal
Entomologia
Geral
Fitopatologia
Geral
Anatomia e
Fisiologia
Animal
Entomologia
Geral
11
Código
Disciplinas
10º PERÍODO
9º PERÍODO
EXTENSÃO RURAL
ADMINISTRAÇÃO E
PLANEJAMENTO
AGROECOLÓGICO
AGRICULTURA FAMILIAR E
DESENVOLVIMENTO
SUSTENTÁVEL
FRUTICULTURA
AGROECOLÓGICA
PROCESSAMENTO DE
PRODUTOS
AGROECOLÓGICOS
ELETIVA 1
TOTAL
ESTÁGIO OBRIGATÓRIO
AGROECOLOGIA NO
SEMIÁRIDO
COOPERATIVISMO
GESTÃO AMBIENTAL
MANEJO E CONSERVAÇÃO DE
AGROECOSSISTEMAS
ELETIVA 2
ELETIVA 3
TOTAL
C.H.
Teórica
45
C.H.
Prática
25
C.H.
Total
60
C.H.
Semanal.
4
35
15
60
4
45
30
75
5
35
25
60
4
40
20
60
4
60
260
0h
115
240
60
375
240h
4
25
25
20
45
3
45
45
15
15
40
20
60
60
60
4
4
4
60
60
4
4
585
23
60
60
275
310
Prérequisitos
Tabela 3. Disciplinas eletivas do curso de Agroecologia
DISCIPLINAS ELETIVAS
Código
C.H.
C.H.
C.H.
C.H.
Teórica Prática Total Semanal.
Disciplinas
MICROBIOLOGIA
DOS
ALIMENTOS
QUESTÃO
AGRÁRIA
E
MOVIMENTOS
SOCIAIS
DO
CAMPO
CONSERVAÇÃO DE FORRAGENS
60
40
20
4
60
45
15
4
60
40
20
4
CAPRINO E OVINOCULTURA
60
40
20
4
40
20
60
35
25
4
60
60
-
4
60
40
20
4
60
40
20
4
ECOLOGIA
DE
MICRORGANISMOS
FLORICULTURA E PAISAGISMO
ÉTICA
E
PROFISSIONAL
PISCICULTURA
EXERCÍCIO
CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA
DE PRODUTOS AGRÍCOLAS
12
EMPREENDEDORISMO
60
45
15
4
INGLÊS INSTRUMENTAL
60
40
20
4
MANEJO
DE
CULTURAS
IRRIGADAS
PROJETOS AMBIENTAIS
60
35
25
4
60
35
25
4
LIBRAS
60
35
25
4
CULTIVO DE FEIJÕES ESPECIAIS
60
45
25
4
PERMACULTURA
60
40
20
4
FLORICULTURA E PAISAGISMO
60
35
25
4
SEMENTES E MUDAS FLORESTAIS
60
40
20
4
GEOPROCESSAMENTO
60
30
30
4
FORRAGICULTURA
60
35
25
4
60
30
30
4
BIOTECNOLOGIA
AGROECOLOGIA
NA
1. EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
Disciplina: BOTÂNICA GERAL
Carga Horária semestral: 75h
1º Período
Ementa: Estudos citológicos, histológicos e morfológicos dos órgãos de vegetais de
fanerógamas (raiz, caule, folha, flor, fruto e semente). Sistemática e taxonomia das
principais agrícolas; sistemas de classificação, regras de nomenclatura, estudo das
principais famílias, gênero e espécies de plantas de interesse agrícola para região nordeste.
Disciplina: SOCIOLOGIA RURAL
Carga Horária semestral: 60h
1º Período
Ementa: O campo das ciências sociais. Sociedade, natureza e cultura. Histórico da
construção social da agricultura. A questão agrária. A questão indigena. A constituição
dos sujeitos sociais no campo no processo de desenvolvimento no espaço agrário.
Questões contemporâneas sobre agricultura e sociedade.
Disciplina: INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
Carga Horária semestral: 60h
1º Período
Ementa: Principais profissionais ligados às ciências agrárias. História e perspectivas
13
futuras das ciências agrárias. Ética Profissional. Ecologia nos agroecossistemas.
Legislação ambiental. Manejo dos recursos ambientais nas propriedades rurais.
Disciplina: INFORMÁTICA APLICADA AS CIÊNCIAS AGRÁRIAS
Carga Horária semestral: 60h
1º Período
Ementa: Introdução (considerações sobre a necessidade e a importância da informática na
agropecuária) e conceitos básicos; sistemas operacionais; processadores de texto; planilhas
eletronicas; banco de dados; redes de computadores e internet; informatica na propriedade
rural.
Disciplina: CÁLCULO I
Carga Horária semestral: 60h
1º Período
Ementa:. Cálculo diferencial e integral de funções de uma variável, limites, continuidade,
derivadas e aplicações, integrais indefinidas, métodos de integração (substituição simples,
substituição trigonométrica, integração por partes, frações parciais), cálculo de áreas e
volumes.
Disciplina: QUIMICA GERAL
Carga Horária semestral: 75h
1º Período
Ementa: Revisão de alguns fundamentos teóricos da quimica geral. Apresentação dos
fundamentos dos métodos titulométricos e espectrofotométricos da análise química.
Fundamentos de química orgânica (alcanos, alquenos, alquinos, compostos aromáticos,
haletos orgânicos, alcoóis, éteres, aldeídos, cetonas, ácidos carboxílicos e seus derivados).
Elementos básicos necessários para execução de análise de interesse agropecuário.
Disciplina: DESENHO TECNICO
Carga Horária semestral: 60h
2º Período
Ementa: Materiais de desenho. Normas técnicas. Caligrafia técnica, linhas e escalas.
Vistos ortográficos. Perspectiva axonométrica. Noções de desenho arquitetônico.
Disciplina: BIOQUIMICA
Carga Horária semestral: 75h
2º Período
Ementa: Aminoácidos e proteínas. Enzimas. Carboidratos. Lipídeos. Ácidos nucléicos.
14
Vitaminas e coenzimas. Metabolismo anaeróbico de carboidratos. Via das pentoses
fosfatadas. Metabolismo de lipídeos. Utilização do acetil-CoA. Metabolismo de compostos
nitrogenados. Biossíntese de carboidratos e lipídeos. Princípios de genética molecular
DISCIPLINA: FISICA GERAL
Carga Horária semestral: 60h
2º Período
Ementa: Introdução à Física Aplicada às Ciências Agrárias; Átomos e Física das
radiações; Biossegurança e radiação; Emissão e absorção de luz por átomos e moléculas;
A Termodinâmica e suas aplicações para as Ciências Agrárias; Introdução a hidrodinâmica
e hidrostática; Luz, lentes e microscópios; A irradiação na conservação de produtos
vegetais e animais.
DISCIPLINA: TOPOGRAFIA
Carga Horária semestral: 60h
2º Período
Ementa: Métodos expeditos e regulares de levantamento planimétrico. Nivelamento
geométrico e trigonométrico. Desenho de plantas. Locação de curvas circulares. Divisão
de terras. Locação de terraços. Locação de taipas. Levantamento de perfis longitudinais.
Levantamento taqueométrico. Levantamento de bacias hidrográficas e de bacias
hidráulicas.
DISCIPLINA: MICROBIOLOGIA GERAL
Carga Horária semestral: 60h
2º Período
Ementa: Histórico, abrangência e desenvolvimento da Microbiologia. Caracterização e
classificação dos microrganismos. Morfologia e ultra-estrutura dos microrganismos.
Nutrição e cultivo de microrganismos. Metabolismo microbiano. Utilização de energia.
Crescimento e regulação do metabolismo. Controle de microrganismos. Genética
microbiana. Microrganismos e engenharia genética. Vírus. Fungos.
DISCIPLINA: METODOLOGIA DA PESQUISA
Carga Horária semestral: 60h
2º período
Ementa: O conceito de ciência. O conhecimento científico. Relações entre ciência,
tecnologia e sociedade. Planejamento da pesquisa científica. A importância do projeto de
pesquisa. Estrutura básica do projeto de pesquisa.
15
DISCIPLINA: FISIOLOGIA VEGETAL
Carga Horária semestral: 75h
3º período
Ementa: Funções da planta. Fotossíntese. Respiração. Nutrição mineral. Assimilação do
nitrogênio. Relações hídricas. Transporte de solutos orgânicos. Desenvolvimento
vegetativo. Desenvolvimento reprodutivo. Dormência e germinação. Senescência e
abscisão. Fisiologia ambiental. A planta sob condições adversas. Água, absorção e
circulação, nutrição mineral, fixação do carbono; crescimento e desenvolvimento, fatores
endógenos e exógenos; reprodução.
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA DO SOLO
Carga Horária semestral: 60h
3º período
Ementa: Introdução ao estudo de geologia e mineralogia. Intemperismo e formação dos
solos. Matéria orgânica do solo.
DISCIPLINA: AGROMETEOROLOGIA E CLIMATOLOGIA
Carga Horária semestral: 60h
3º período
Ementa: Meteorologia e Climatologia. Aspectos meteorológicos dos movimentos da
terra. Processos físicos, químicos e dinâmicos da atmosfera terrestre.
DISCIPLINA: CONSTRUÇÕES RURAIS
Carga Horária semestral: 60h
3º período
Ementa: Interpretação e elaboração de desenho técnico arquitetônico e topográfico,
conhecimento sobre materiais de construção, elaboração e dimensionamento de projetos
construtivos relacionados a edificações rurais e instalações agropecuárias para gado de
corte e leite, ovinos, caprinos, suínos, aves e outras; construções de pequenas barragens de
terra e viveiros para psicultura.
DISCIPLINA: CIÊNCIAS AMBIENTAIS E MANEJO DE RECURSOS NATURAIS
Carga Horária semestral: 60h
3º período
Ementa: Conceitos preliminares. Bases teóricas da recuperação e manejo de
ecossistemas. Técnicas de recuperação de ecossistemas aquáticos e terrestres.
Ecotecnologia. Sucessão ambiental. Manejo de Ecossistemas. Recuperação de áreas
degradadas urbanas, de exploração mineral e de exploração agrícola.
16
DISCIPLINA: SISTEMAS DE PRODUÇÃO AGROECOLÓGICOS
Carga Horária semestral: 60h
3º período
Ementa: Linhas da produção agrícola alternativa. Conceitos da agroecologia. Implantação
de área de produção de produtos agroecológicos. Importância da agroecologia. Prepado de
adubos orgânicos. Perspectivas da agricultura orgânica.
DISCIPLINA: ESTATISTICA GERAL
Carga Horária semestral: 60h
4º período
Ementa: Conceitos iniciais. População e amostra. Variáveis. Estatística descritiva.
Tabelas. Gráficos. Distribuição de freqüências para variáveis contínuas e discretas.
Medidas de posição: média aritmética, moda, mediana. Separatrizes. Medidas de
dispersão. Probabilidade. Distribuição Binomial, Distribuição de Poison, Distribuição
Normal. Correlação e regressão linear simples.
DISCIPLINA: ANALISE E AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS
Carga Horária semestral: 60h
4º período
Ementa: Formulação de cenários ambientais e estimativas de impactos ambientais:
conceitos, modelos, ferramentas e métodos utilizados. Impactos ambientais de atividades
agropecuárias.
Estudos
ambientais:
EIA/RIMA,
RCA/PCA,
PRAD
e
PTRF.
Licenciamentos ambientais: licença prévia, de implantação e de operação. Aspectos legais,
conceituação, caracterização e avaliação de áreas degradadas.
DISCIPLINA: HIDROLOGIA
Carga Horária semestral: 60h
4º período
Ementa: Introdução. Ciclo hidrológico. Precipitação. Evaporação e evapotranspiração.
Infiltração da água no solo. Escoamento superficial. Estudo da vazão de cursos d'água.
Água subterrânea. Transporte de sedimentos. Microbacias hidrográficas experimentais.
Balanço hídrico de microbacias. Consumo de água por florestas. Controle da produção de
água em microbacias hidrográficas. Indicadores de sustentabilidade em bacias
hidrográficas. Floresta e qualidade da água. Manejo integrado de microbacias
hidrográficas. Recuperação e conservação de nascentes. Conceituação do gerenciamento de
bacias hidrográficas.
17
DISCIPLINA: ENERGIA DA BIOMASSA E CAPTAÇÃO DE CARBONO
Carga Horária semestral: 60h
4º período
Ementa: Mudanças no clima, efeito estufa. Convenção Quadro das Nações Unidas para as
mudanças climáticas. O protocolo de Quioto. Projetos de mitigação no Brasil. Mercado de
carbono no Brasil e no mundo. A energia da madeira no contexto energético brasileiro.
Madeira como fonte renovável de energia. Combustão direta. Carbonização. Produção de
biogás e biocombustíveis líquidos. Produção de eletricidade a partir da biomassa.
DISCIPLINA: FÍSICA E CLASSIFICAÇÃO DO SOLO
Carga Horária semestral: 60h
4º período
Ementa: Propriedades físicas e microbiológicas dos solos. Classificação e geografia dos
solos. Solos e ambientes agrícolas. Aptidão agrícola dos principais solos do nordeste
brasileiro.
DISCIPLINA: GENÉTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS AGRÁRIAS
Carga Horária semestral: 80h
4º período
Ementa: Genética e sua importância. Células e cromossomos. Mitose e meiose.
Gametogênese e fertilização. Herança monofatorial. Dois ou mais pares de alelos.
Interação gênica. Probabilidade e teste de proporções genéticas. Determinação do sexo.
Herança relacionada ao sexo. Ligação gênica e mapas cromossômicos. Bases químicas da
herança. Mutação. Alelismo múltiplo. Alterações cromossômicas estruturais. Variações
numéricas dos cromossomos. Herança citoplasmática. Genética de populações. Genética
quantitativa.
DISCIPLINA: PRODUÇÃO E TECNOLOGIA DE SEMENTES
Carga Horária semestral: 60h
5º período
Ementa: Importância da semente. Formação da semente na planta. Maturação.
Germinação.
Dormência.
Deterioração
e
vigor.
Produção.
Colheita.
Secagem.
Beneficiamento. Armazenamento. Produção de sementes e manutenção de variedades na
agricultura familiar.
DISCIPLINA: FITOPATOLOGIA
Carga Horária semestral: 60h
5º período
18
Ementa: Histórico, princípios, conceitos e métodos em fitopatologia. Características gerais
e controle de doenças.
DISCIPLINA: HIDRAULICA
Carga Horária semestral: 60h
5º período
Ementa: Introdução. Hidrometria em condutos abertos. Hidrometria em condutos forçados.
Escoamento em condutos forçados sob regime permanente. Escoamento de fluidos não
newtonianos. Redes de condutos. Instalações de recalque. Escoamento em canais em regime
permanente e uniforme. Barragens de terras.
DISCIPLINA: FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO MINERAL DE PLANTAS
Carga Horária semestral: 60h
5º período
Ementa: Visão geral sobre a fertilidade do solo. Elementos essenciais às plantas. Transporte
de nutrientes no solo. Reação do solo. Correção da acidez. Matéria orgânica. Nitrogênio.
Fósforo. Potássio. Enxofre. Micronutrientes. Avaliação da fertilidade do solo e
recomendação de adubação. Aspectos econômicos e implicações ecológicas do uso de
corretivos e de fertilizantes.
DISCIPLINA: SILVICULTURA E DENDROLOGIA
Carga Horária semestral: 60h
5º período
Ementa: Conceito e importância das florestas. Ecologia de ecossistemas florestais. Noções
de auto-ecologia. Classificação ecológica para reflorestamento. Escolha de espécies para
plantio e principais usos. Sementes florestais. Planejamento de viveiros e produção de mudas
florestais. Implantação de florestas. Nutrição florestal. Fomento florestal.
DISCIPLINA: ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL
Carga Horária semestral: 60h
5º período
Ementa: Constituição e o funcionamento do corpo das principais espécies domésticas de
animais através dos sistemas, particularizando os órgãos e suas principais funções.
DISCIPLINA: MÁQUINAS E MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA
Carga Horária semestral: 60h
6º período
Ementa: Elementos básicos de mecânica. Mecanismos de transmissão de potência.
19
Lubrificação e lubrificantes. Motores de combustão interna. Tratores agrícolas. Capacidade
operacional. Máquinas e técnicas utilizadas no preparo do solo. Distribuição de adubos e
calcários. Plantio, cultivo e aplicação de defensivos agrícolas. Máquinas utilizadas na
colheita. Determinação do custo operacional dos conjuntos mecanizados. Planejamento e
uso de sistemas mecanizados. Tratorização/tração animal
DISCIPLINA: EXPERIMENTAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS
Carga Horária semestral: 75h
6º período
Ementa: A experimentação agrícola. Princípios básicos da experimentação. Ensaios no
delineamento inteiramente ao acaso. Ensaios no delineamento em blocos ao acaso. Ensaios
fatoriais. Ensaios em parcelas subdivididas. Análise de grupos de ensaios. Tópicos
adicionais.
DISCIPLINA: IRRIGAÇÃO E DRENAGEM
Carga Horária semestral: 60h
6º período
Ementa: Relação Água-Solo-Planta-Atmosfera. Necessidade de irrigação das principais
culturas. Qualidades da água e aptidão dos solos para irrigação. Métodos de aplicação de
água – Sistemas de irrigação. Dimensionamento e manejo de projetos de irrigação.
Drenagem de terras agrícolas.
DISCIPLINA: NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO ANIMAL
Carga Horária semestral: 60h
6º período
Ementa: Alimentos e animais. Análise bromatológica de alimentos orgânicos.
Processamento e qualidade de alimentos. Princípios da nutrição. Minerais e vitaminas.
Desordens nutricionais. Plantas tóxicas. Aditivos da ração.
DISCIPLINA: FITOSSOCIOLOGIA E MANEJO DE PLANTAS ESPONTÂNEAS
Carga Horária semestral: 60h
6º período
Ementa: Biologia das plantas espontâneas: principais espécies, prejuízos e benefícios.
Formas de dispersão, dormência, germinação e alelopatia. Relações fitossociológicas
entre as plantas cultivadas e espontâneas. Manejo das plantas espontâneas. Benefícios das
plantas espontâneas. Uso das plantas espontâneas no equilíbrio ambiental do
agroecossistema.
20
DISCIPLINA: ENTOMOLOGIA GERAL
Carga Horária semestral: 60h
6º período
Ementa: Importância e diversidade dos insetos. Anatomia e fisiologia. Sistema sensorial
e comportamento. Reprodução. Desenvolvimento e história de vida. Sistemática filogenia e evolução. Insetos aquáticos, de solo e detritívoros. Insetos e plantas.
Sociedade de insetos. Predação, parasitismo e defesa em insetos.. Coleta e matança de
insetos.
DISCIPLINA: CULTIVOS AGROECOLÓGICOS 1
Carga Horária semestral: 60h
7º período
Ementa: Cultivo agroecológico do feijão, fava, soja, amendoim, arroz e mandioca.
Histórico, origem e importância. Botânica. Clima. Solo. Cultivares. Plantio. Nutrição e
adubação orgânica. Rotação e consórcio. Irrigação. Colheita e secagem. Beneficiamento e
armazenamento.
DISCIPLINA: PLANTAS MEDICIAIS
Carga Horária semestral: 40h
7º período
Ementa: Histórico do uso de plantas medicinais e aromáticas. Principais espécies.
Princípios
ativos.
Cultivo:
propagação,
tratos
culturais,
colheita,
secagem,
armazenamento e comercialização. Formas de preparo e cuidados na utilização de plantas
medicinais.
DISCIPLINA: MELHORAMENTO VEGETAL
Carga Horária semestral: 75h
7º período
Ementa: Melhoramento genético de plantas: natureza, objetivos e planejamento.
Evolução das espécies cultivadas. Centros de origem das espécies cultivadas e
conservação de recursos genéticos. Sistemas reprodutivos nas espécies cultivadas.
Introdução e aclimatação de variedades de espécies cultivadas. Métodos de melhoramento
de plantas autógamas, alógamas e propagadas assexuadamente. Avaliação, manutenção e
distribuição de variedades melhoradas.
DISCIPLINA: USO, MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO
Carga Horária semestral: 60h
7º período
21
Ementa: Fatores que causam a erosão; grau e formas de erosão; práticas
conservacionistas do solo e da água, manejo de solos tropicais; modelos de previsão de
perdas de solo; levantamento conservacionista; sustentabilidade agrícola; erosão e
degradação ambiental. Manejo conservacionista.
DISCIPLINA: PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA DE ANIMAIS I
Carga Horária semestral: 60h
7º período
Ementa: Origem e caracteristicas de animais de pequeno médio porte (abelhas, peixes,
coelhos, aves, suínos, entre outros). Raças e cruzamentos. Sistemas de criação combase
agroecológica. Bem estar animal. Alimentos de origem agroecológica. Interação dos
animais com a produção vegetal.
DISCIPLINA: CONTROLE AGROECOLÓGICO DE PRAGAS
Carga Horária semestral: 60h
7º período
Ementa: Introdução. Importância do equilíbrio ambiental no manejo dos isetos-praga.
Nível de dano econômico. Métodos de controle alternativo de pragas. Insetos vetores de
patógenos de plantas. Produtos alternativo no controle de pragas.
DISCIPLINA: RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
Carga Horária semestral: 60h
8º período
Ementa: Caracterização da área degradada. Níveis de degradação. Fatores que levam a
degradação do solo. Impactos ambientais. Espécies para revegetação da área degradada.
Manejo e recuperação das áreas degradadas. Sucessão ecológica. Uso para produção
agroecológica de áreas em recuperação.
DISCIPLINA: CONTROLE AGROECOLÓGICO DE DOENÇAS
Carga Horária semestral: 60h
8º período
Ementa: Diagnose de doenças de plantas. Sintomatologia. Etiologia e controle ecológico
das doenças das plantas. Principais doenças das plantas cultivadas. Nível de dano
econômico. Manejo alternativo das doenças das plantas. Produtos naturais no controle de
doenças de plantas.
22
DISCIPLINA: CULTIVOS AGROECOLÓGICOS
Carga Horária semestral: 60h
8º período
Ementa: Cultivo agroecológico da cana-de-açúcar, milho, sorgo, mamona e palma.
Histórico, origem e importância. Botânica. Clima. Solo. Cultivares. Plantio. Nutrição e
adubação orgânica. Rotação e consórcio. Irrigação. Colheita e secagem. Beneficiamento e
armazenamento.
DISCIPLINA: OLERICULTURA AGROECOLÓGICA
Carga Horária semestral: 60h
8º período
Ementa: Aspectos econômicos das hortaliças. Classificação botânica e comercial,
variedades, exigências de clima e solo, plantio, manejo agroecológico, colheita e
comercialização das apiáceas (cenoura, coentro e salsa), das brassicáceas (couves e
repolho), das chicoriáceas (alface), das curcubitáceas (abóboras, melancia, melão, chuchu
e maxixe) das solanáceas (tomate, pimentão e batata) e das aliáceas (alho, cebola e
cebolinha).
DISCIPLINA: PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA DE ANIMAIS 2
Carga Horária semestral: 75h
8º período
Ementa: Origem, caracteristicas e características socioeconomicas da criação de
animais de grande prote (bovino, caprinos e ovinos). Raças e cruzamentos. Sistemas de
criação combase agroecológica. Bem estar animal. Alimentos de origem agroecológica.
Interação dos animais com a produção vegetal.
DISCIPLINA: ECOLOGIA DAS INTERAÇÕES ENTRE PLANTAS E INSETOS
Carga Horária semestral: 60h
8º período
Ementa: Reprodução de plantas e insetos. Desenvolvimento pós-embrionário de
insetos. Fisiologia de insetos e de plantas. Comunicação química entre insetos. Técnicas
de isolamento e identificação de substâncias voláteis de plantas e insetos. Os
semioquímicos no manejo integrado de pragas.
DISCIPLINA: EXTENSÃO RURAL
Carga Horária semestral: 60h
9º período
Ementa: Elementos históricos e conceituais da prática de extensão rural. Teoria da
23
comunicação. Comunicação e agricultura. Mobilização e organização social. Métodos,
técnicas e recursos audiovisuais. Planejamento em extensão rural. Elaboração de
projetos de atuação profissional.
DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO AGROECOLÓGICO
Carga Horária semestral: 60h
9º período
Ementa: Características do setor agropecuário e agroecológico. Teoria da produção.
Fatores que afetam os resultados econômicos. Capitais e custos. Planejamento agrícola.
Avaliação
de
propriedades
agrícolas.
Administração
dos
recursos
naturais.
Empreendedorismo.
DISCIPLINA:
AGRICULTURA
FAMILIAR
E
DESENVOLVIMENTO
SUSTENTÁVEL
Carga Horária semestral: 75h
9º período
Ementa: Introdução e importância da agricultura famíliar. Legislação. Políticas pública
e fomento para a agricultura famíliar. Viabilidade da produção agroecológica em
propriedades de base familíar. Transição para produção orgãnica. Uso de compostos
orgânicos na adubação. Desenvolvimento sustentável.
DISCIPLINA: FRUTICULTURA AFROECOLÓGICA
Carga Horária semestral: 60h
9º período
Ementa: Estudo do cultivo agroecológico das principais plantas frutíferas de
importância econômica para o Brasil, principalmente de interesse para o Nordeste
(culturas do abacaxi, banana, coco, citros, maracujá e mamão). Estudo do mercado
interno e para exportação, controle de qualidade e comercialização das frutas frescas e
processadas.
DISCIPLINA: PROCESSAMENTO DE PRODUTOS AGROECOLÓGICOS
Carga Horária semestral: 60h
9º período
Ementa: Tecnologia de transformação e conservação de produtos agroecológicos de
uso alimentar, tais como carnes, laticínios e produtos de origem vegetal. Classificação,
terminologia, composição, microbiologia, bioquímica e fermentações. Padronização.
Beneficiamento, equipamentos, processos industriais, subprodutos, higiene, controle de
24
qualidade, conservação, armazenamento. Energia renovável.
DISCIPLINA: AGROECOLOGIA NO SEMIÁRIDO
Carga Horária semestral: 45h
10º período
Ementa: Biodiversidade do bioma caatinga e seu manejo sustentável. Manejo
sustentável de recursos hídricos. Tecnologias apropriadas à produção agrícola e
pecuária no semi-árido em conformidade com os princípios da agroecologia. Produção
familiar camponesa e agroecologia no semi-árido brasileiro. Principais culturas e
animais de produção na região do semi-árido.
DISCIPLINA: COOPERATIVISMO
Carga Horária semestral: 60h
10º período
Ementa: Conceitos e importância do cooperativismo e associativismo. Estudos de
casos. Elementos históricos do cooperativismo. Administração de cooperativas
agrícolas. Fortalecimento agrícola com o cooperativismo. Comercialização de produtos
através de associações.
DISCIPLINA: GESTÃO AMBIENTAL
Carga Horária semestral: 60h
10º período
Ementa: Princípios e história do direito ambiental; instrumentos da política ambiental.
Tutela jurisdicional ambiental; tutela constitucional, administrativa, civil e penal do
meio ambiente. Tutela administrativa do meio ambiente. Tutela processual do meio
ambiente. Operadores do direito ambiental. Instrumentos legais e atuais relativos à
gestão, conservação e manejo de recursos naturais e do meio ambiente.
DISCIPLINA: MANEJO E CONSERVAÇÃO DE AGROECOSSISTEMAS
Carga Horária semestral: 60h
10º período
Ementa: Importância da conservação do agroecossistema. Produção agroecológica de
forma integrada com os fatores ambientais. Manejo do agroecossistema visando a
produção agroecológica e manutenção dos recursos naturais. Balanço energético no
agroecossistema.
25
2. EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS
DISCIPLINA: MICROBIOLOGIA DE ALIMENTOS
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Ecologia microbiana dos alimentos. Incidência e tipos de microrganismos em
alimentos. Biodeterioração de alimentos. Intoxicações e infecções alimentares.
Conservação de alimentos. Produção de alimentos por microrganismos. Controle da
qualidade microbiológica de alimentos.
DISCIPLINA: CAPRINO E OVINOCULTURA
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Aspectos gerais da criação de caprinos e ovinos e sua importância para o
Nordeste, Brasil e Mundo. Raças, classificação descritiva pelo tipo de sistemas e fases
da criação. Provas zootécnicas, melhoramento genético. Manejo da criação. Anatomia e
fisiologia de glândula mamária e fatores que influenciam a produção de leite.
DISCIPLINA: ECOLOGIA DE MICRORGANISMOS
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Modificação no ambiente de origem microbiana. Influência do meio ambiente
na atividade microbiana. Interações microbianas. Efeitos da rizosfera na microflora do
solo. Métodos de análise em ecologia experimental. Ecologia dos microrganismos do
solo e rizosfera.
DISCIPLINA: FLORICULTURA E PAISAGISMO
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Aspectos econômicos e perspectivas do mercado de flores. Planejamento da
produção comercial em floricultura. Fisiologia e manejo da pós-colheita de flores
cortadas. Paisagismo: conceito e atuação. Fatores que influenciam no planejamento de
jardins e na paisagem. Planejamento, implantação e manutenção de jardins e parques:
aspectos gerais.
DISCIPLINA: ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: O Histórico da Legislação Profissional. O Perfil Ético de um Profissional. A
26
Conduta Social e Profissional. Responsabilidades no Exercício da Profissão. O Sistema
Profissional na área da Ecologia. Legislação Profissional Básica. O Código de Ética e as
Atribuições Profissionais.
DISCIPLINA: PISCICULTURA
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Características físicas, químicas e biológicas da água, anatomia e fisiologia de
peixes, análise e preparo da água para o cultivo e interação entre as espécies e o meio
ambiente. Estruturas próprias de uma aquigranja; construção de tanques e açudes,
fertilização e calagem; coleta e transporte; nutrição; alimentação; espécies próprias para
o cultivo; manejo; reprodução; seleção; higiene e profilaxia; rotinas de trabalho e
planejamento.
DISCIPLINA: SEMENTES E MUDAS FLORESTAIS
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Introdução. Classificação de grupos ecológicos. Aspectos ecológicos da
produção de sementes florestais. Colheita, extração, secagem, beneficiamento e
armazenamento de sementes florestais. Germinação de sementes e produção de mudas
florestais. Propagação assexuada de espécies florestais. Viveiros florestais.
DISCIPLINA: CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Desenvolvimento fisiológico de órgãos vegetais que constituem interesse da
fruticultura, olericultura e floricultura. Fatores endógenos e exógenos na pré-colheita,
colheita e pós-colheita que são causas de perdas. Manejo, instalações e controle de
qualidade dos produtos vegetais perecíveis.
DISCIPLINA: EMPREENDEDORISMO
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Investigação, entendimento e internalização da ação empreendedora.
Autoconhecimento. Perfil empreendedor. Criatividade. Desenvolvimento da visão e
identificação de oportunidades. Validação de uma idéia. Construção de um plano de
negócios e negociação.
27
DISCIPLINA: INGLÊS INSTRUMENTAL
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Técnica de leitura e compreensão de textos científicos: o uso do dicionário e
formação de palavras, técnicas de anotação. O uso de conectivos de estruturas, o uso de
conectivos de parágrafos.
DISCIPLINA: MANEJO DE CULTURAS IRRIGADAS
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Disponibilidade de água no solo. Necessidade de água para as plantas.
Fisiologia e manejo de culturas irrigadas. Métodos de manejo da irrigação. Fertirrigação
e quimigação.
DISCIPLINA: PROJETOS AMBIENTAIS
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Elaboração de projetos de desenvolvimento agrícola, com inclusão dos
condicionantes inerentes à capacidade de uso dos recursos naturais, ecologicamente
equilibrados e economicamente viáveis.
DISCIPLINA: LIBRAS - LINGUAS BRASILEIRAS DE SINAIS
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais com noções práticas de
sinais e interpretação, destinado às práticas pedagógicas na educação inclusiva.
DISCIPLINA: CULTIVO DE FEIJÕES ESPECIAIS
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Estudar o cultivo das espécies: V. unguiculata, V. umbellata, V. radiata, V.
angulares, P. lunatus, enfocando a origem, importância, botânica, ambiente, adubação,
plantio, tratos culturais, colheita e pós-colheita.
DISCIPLINA: PERMACULTURA
Carga Horária semestral: 60h
Eletiva
Ementa: Histórico e conceitos da permaculura. Construções rurais e organização da
propriedade rural visando a sustentabilidade. Organização de comunidades.
28
Disciplina: LIBRAS
Carga Horária semestral: 60h
Ementa: A cultura surda. O cérebro e a língua de sinais. Processos cognitivos e
lingüísticos. Tópicos de lingüística aplicados à língua de sinais: fonologia, morfologia e
sintaxe. Uso de expressões faciais gramaticais (declarativas, afirmativas, negativas,
interrogativas e exclamativas). Alfabeto digital e número. Vocabulário (família,
pronomes pessoais, verbos e etc.).
DISCIPLINA: GEOPROCESSAMENTO
Carga Horária semestral: 60h
10º período
Ementa: Sensoriamento remoto. Imagens de satélite (interpretação e tratamento digital).
Aplicações de imagens de satélite no estudo do meio ambiente. Sistemas de informação
geográfica. Geração de modelos numéricos do terreno. Softwares disponíveis.
Implantação de informações geográficas. Aplicação do SIG no estudo do meio ambiente.
Aulas em laboratório. Atividades de campo.
DISCIPLINA: FORRAGICULTURA
Carga Horária semestral: 60h
7º período
Ementa: Botânica das Gramíneas e Leguminosas. Composição Química e Valor
Nutritivo das Plantas Forrageiras. Principais Plantas Forrageiras. Fisiologia das Plantas
Forrageiras. Formação, Recuperação e Manejo de Pastagens Nativas e Exóticas. Manejo
de Capineiras e Banco Proteíco. Conservação de Forragem. Ensilagem. Fenação e
Amonização.
DISCIPLINA: BIOTECNOLOGIA NA AGROECOLOGIA
Carga Horária semestral: 80h
5º período
Ementa: Conceitos e técnicas de biotecnologia. Estado da arte e perspectivas do uso
comercial da biotecnologia na agricultura. Estudo de casos com micropropagação, plantas
transgênicas e genética molecular na agricultura. Impactos da biologia molecular nas
populações naturais. Inserção da biotecnologia na agroecologia.
Disciplina: QUESTÃO AGRÁRIA E MOVIMENTOS SOCIAIS DO CAMPO
Carga Horária semestral: 60h
29
Ementa: Diferentes correntes da geográfia agrária e as bases teóricas que fundamentam a
compreensão dos processos sócio-espaciais agrários. a relação entre agricultura e natureza
e a questão da reforma agrária. Poltica agrária conteporanêa. Movimentos sociais em suas
relações de classe, gênero e étnico-raciais. A educação popular e sua contribuição na
constituição e fortalecimento dos movimentos sociais do campo e das ONGs. Importância
e significado do Terceiro Setor.
3. BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR DAS DISCIPLINAS
1º PERÍODO
BOTÂNICA GERAL
BÁSICA
PEREIRA, C.; AGAREZ, F.V. Botânica: taxonomia e organografia dos Angiospermae,
chaves para identificação de famílias. Rio de Janeiro: Interamericana.1980.
RAVEN, P. H.; EVERT, R. F.; EICHORN, S. E. Biologia Vegetal. 7ªed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007, 906p.
SOUZA, V.C.; LORENZI, H. Botânica Sistemática: guia ilustrado para identificação das
famílias de angiospermas da Flora Brasileira, baseado em APGII. Ed. Instituto Plantarum
de Estudos da Flora, Ltda., 2005.
SOUZA, L.A. Morfologia e anatomia Vegetal: célula, tecidos, órgãos e plântula. Ed.
UEPG, 2003. 259p.
COMPLEMENTAR
NULTSCH, W. Botânica Geral. 10ª ed. Porto Alegre: ArtMed, 2000, 489p.
GONÇALVES, G.E. & LORENZI, H. Morfologia Vegetal: organografia e dicionário
ilustrado de Morfologia de Plantas Vasculares. Ed. Instituto Plantarum de estudos da Flora,
Ltda., 2007.
SOCIOLOGIA RURAL
BÁSICA
BARROS, E. de V. Sociologia rural. Viçosa: UFV, 1986.
BARROS, E. V. Princípios de ciências sociais para extensão rural. Viçosa: UFV, 1994,
715p.
BERNARDI, B. Introdução aos estudos étno-antropológicos. Lisboas, Ed. 70, 1989.
CAPORAL, F. R. et al. Agroecologia e Extensão rural. Brasília: MDA/SAF/ DATER,
2007, 166p.
DIAS, R. Fundamentos de Sociologia Geral. São Paulo, Alinea, 1997.
30
INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS AGRÁRIAS E AMBIENTAIS
BÁSICA
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Promulgada em 5 de outubro
de 1988. Brasília: Senado Federal, Subsecretária de Edições Técnicas, 2004, 436p.
DUPÁS, G. Ética e poder na sociedade da informação. São Paulo: UNESP, 2004, 134p.
CONFEA.
Código
de
Ética
Profissional,
2008.
Disponível
em:
http://www.confea.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start. Acesso em 09 de março de
2009.
COMPLEMENTAR
ALTIERI, M. Agroecologia: bases científicas para una agricultura sustentable:
Montevideo: Nordan, 1999, 325p.
ALTIERI, M..A. Biotecnologia Agrícola: mitos, riscos ambientais e alternativas.
Petrópolis: Vozes, 2004, 86p.
ATAÍDE, M. E. M. O lado perverso da globalização na sociedade a informação.
Ciências da Informação. Brasília, v. 26, n. 3, p. 268-270, set/dec. 1997.
INFORMÁTICA APLICADAS ÀS CIENCIAS AGRÁRIAS
BÁSICA
LOPES, M. A., Introdução à Agroinformática. Maceió: EDUFAL, 2005.
NORTON, P. Introdução à Informática. Rio de Janeiro: Makron Books, 1997.
CÁLCULO I
BÁSICA
FERREIRA, R.S. Matemática Aplicada às Ciências Agrárias: Análise de dados e
Modelos. Viçosa: UFV, 1999.
HALLETT, D. H. Cálculo e Aplicações. São Paulo: Edgar Blucher, 1999.
LARSON, R.; EDWARDS, B.H. Cálculo com Aplicações. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2005.
COMPLEMENTAR
ÁVILA, G.S.S. Cálculo 1: Funções de uma variável. 4ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos, 2004.
HOOFFMAN, L.D. Cálculo: Um curso moderno e suas aplicações 1. 2ed. Rio de Janeiro:
Livros Técnicos e Científicos, 2002.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 2ed. Tradução: Parques, A.;
Paques, O.T.W.; José Filho, S.A. V. I. São Paulo: Editora Harbra, 1986.
MUNEM, M.A.; FOULIS, D.J. Cálculo. Tradução: Cordeiro, A.L. et al. V.I. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, n.d..
THOMAZ JR, G.B. Cálculo. Tradução de Alfredo Alves de Farias. V. I e II. 3ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1983.
31
QUÍMICA GERAL
BÁSICA
CIENFUEGOS, F.; VAITSMAN, D. Análise instrumental. Rio de Janeiro: Interciência
Ltda.2000. 606 p.
CISTERNA, J. R.; VARGAS, J.; MONTE; O. Fundamentos de bioquímica
experimental. 2ª. ed. São Paulo: Atheneu, 1999. 276 p.
EWING, G., W. Métodos instrumentais de análise química. 5ª. reimpressão. São Paulo:
Edgard Blucher Ltda. 1972. 296 p.
HARRIS, D.C. Análise química quantitativa. 6ª. ed. Rio de Janeiro: LCT, 2005. 876 p.
MAHAN, B. M.; MYERS, R., J. Química: Um curso universitário. 4ª. ed. São Paulo:
Edgard Blucher Ltda. 1995. 582 p.
ROSENBERG, J. L. Química geral. 6ª. ed. São Paulo: Editorac Graw-Hill do Brasil.
1982. 351 p.
COMPLEMENTAR
EMBRAPA. Serviço Nacional de Pesquisa de Solos. Manual de métodos de análise solo.
Rio de Janeiro, 1977. 212 p. EMBRAPA-CNPS, Documentos, 1)
MALAVOLTA, E. Manual de química agrícola: adubos e adubação. São Paulo: Ceres,
1981. 596p.
MALAVOLTA, E.; VITTI, G.C.; OLIVEIRA, S.A. Avaliação do estado nutricional das
plantas: Aplicações e perspectiva. Piracicaba, POTAFOS, 1989. 201p.
MATEUS, A. L. Química na cabeça. 3ª reimpressão. Belo Horizonte: UFMG. 2005. 127
p.
RAIJ, B.van. Fertilidade do solo e adubação. São Paulo, Piracicaba, Ceres, POTAFOS,
1989. 201p.
RAIJ, B.van.; ANDRADE, J. C.; CANTARELLA, H.; QUAGGIO, J.A. Análise química
para avaliação da fertilidade de solos tropicais. Campinas: IAC. 2001. 284 p.
SILVA, D. J. Análise de alimentos: métodos químicos e biológicos. Viçosa: UFV. 1990.
165p.
2º PERÍODO
DESENHO TÉCNICO
BÁSICA
PRÍNCIPE JUNIOR, A. R. Introdução a Geometria Descritiva. São Paulo, Nobel, 1998
Montenegro, G. A. A Perspectiva dos profissionais, Ed, Edgard Blücher Ltda., 1983. São
Paulo, 155p.
Montenegro, G. A. Desenho Arquitetônico, 4 edição Ed, Edgard Blücher Ltda.,2002, São
Paulo, 167p.
COMPLEMENTAR
32
BACHMANN, A.; FORBERG, R. Desenho técnico. Porto Alegre: Globo, 1979.
FRENCH, T. Desenho técnico. 2º ed. Porto Alegre: Globo, 1979.
NEIZEL, E. Desenho técnico para construção civil. São Paulo: EDU/EDUSP, 1974.
BIOQUÍMICA
BÁSICA
LEHNINGER, A. Princípios de Bioquímica. 4ª ed. São Paulo: Sarvier, 2005, 1400p.
MORRISON, R.T. Química orgânica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1996.
1510p.
VOET et al. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre, Editora Artes Médicas, 2000.
COMPLEMENTAR:
STRYER, L. Bioquímica. 4a ed. São Paulo: Guanabara Koogan., 1996, 880p.
PRATT, C.W.; CARNELT, K. Bioquímica Essencial. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan., 2006. 716p.
ZAHA, A. Biologia Molecular Básica. Ed. Mercado Aberto. Porto Alegre. 1996, 336p.
FÍSICA GERAL
BÁSICA
HALLIDAY, D.; RESNICK, K.; KRANE, K.S. Física. 4ª Edição. V. 1, 2, 3 e 4. Rio de
Janeiro: Editora S.A. 1996. (LTC-Livros Técnicos e Científicos).
TIPLER, P.A. Física para Cientistas e Engenheiros. 5ª Edição. Volumes 1, 2 e 3. Rio de
Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. 2006.
SERWAY, R.A. e JEWETT JR, J.W. Princípios de Física. 3ª Edição. V.1,2,3 e 4. São
Paulo: Thomson. 2004.
TOPOGRAFIA
BÁSICA
ABNT. NBR 13.133. Levantamento Topográfico. Rio de Janeiro, 1994.
GARCIA, G. Topografia aplicada às ciências agrárias. São Paulo: Nobel, 1984.
INCRA. Normas técnicas para levantamentos topográficos. 2001, 70p.
COMPLEMENTAR
COMASTRI, J.A. Topografia: Planimetria. Viçosa: Imprensa Universitária, 1977.
COMASTRI, J.A. Topografia: Altimetria. Viçosa: Imprensa Universitária.
COMASTRI, J. A.; GRIPP JUNIOR, J. Topografia aplicada. Viçosa: UFV. 1990.
ESPARTEL, L. Curso de topografia. Porto Alegre: GLOBO, 1987.
FERRAZ, Antonio Santana.Teodolitos e níveis óticos: funcionamento, verificações e
retificações. Adap. L.Tarcisio Martins. Apostila, 30p.
PINTO, L. E. K. Curso de topografia. Salvador: UFBA,1988.
33
MICROBIOLOGIA GERAL
BÁSICA
MADIGAN, M.T.; MARTINKO, J.M.; PARKER, J. Microbiologia. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2004, 624p. 10ª Ed..
PELCZAR, M. J. J.; CAAN, E. C. S; KRIEG, N. R. Microbiologia. São Paulo: Makron
Books, vol. I. 1996, 2º Ed. 524p.
TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2000,
827p.
COMPLEMENTAR
DAVIS, B. D. et al. Microbiology: including immunology and molecular genetics. 3 ed.
Philadelphia: Harper e Row do Brasil, 1980. 1355 p.
SCANLAN, C. M. Introdução a la bacterilogia veterinária. Zaragoza: Acribia, 1991.
TRABULSI, L. R. Microbiologia. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 1991.TRABULSI, L. R.
Microbiologia. 2 ed. São Paulo, Atheneu, 1991.
METODOLOGIA DA PESQUISA
BÁSICA
ANDRADE, M.M. Introdução à metodologia do trabalho científico. 7. ed. São Paulo:
Atlas, 2005. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT).
MARTINS, G.A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 2002.
MATIAS-PEREIRA, J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. São Paulo:
Atlas, 2007.
COMPLEMENTAR
ANDRADE, M.M.; MEDEIROS, J.B. Manual de elaboração de referências
bibliográficas. São Paulo: Atlas, 2001.
LAKATOS, E.M., MARCONI, M. A. Metodologia científica: ciência e conhecimento
científico. Métodos científicos. Teoria, hipóteses e variáveis. Metodologia jurídica . 4. ed.
São Paulo: Atlas, 2004.
LINTZ, A.; MARTINS, G.A. Guia para elaboração de monografias e trabalhos de
conclusão de curso. São Paulo: Atlas, 2000. 112 p.
MARTINS, Gilberto de Andrade. Estudo de Caso: uma estratégia de Pesquisa. São
Paulo: Atlas, 2006. 102 p.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos,
resenhas. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2006.
3º PERÍODO
34
FISIOLOGIA VEGETAL
BÁSICA:
KERBAUY, G.B. Fisiologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 452p.
RAVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal, 6a ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2001. 906p.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 719p.
COMPLEMENTAR:
LARCHER, W. Ecofisiologia vegetal. São Carlos: Rima, 2004. 531p.
MARENCO, R.A.; LOPES, N.F. Fisiologia vegetal: fotossíntese, respiração, relações
hídricas, nutrição mineral. Viçosa: UFV, 2005. 451p.
PIMENTEL, C. A relação da planta com a água. Seropédica: Edur, 2004. 191p.
WACHOVWICZ, C.M.; CARVALHO, R.I.N. Fisiologia vegetal: produção e póscolheita. Curitiba: Champagnat, 2002. 423p.
FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA DO SOLO
BÁSICA
BAHIA, V.G. Mineralogia e petrologia. Lavras: COOPESAL, 1990. 121p.
PRADO, H. Solos do Brasil: gênese, morfologia, classificação e levantamento. Piracicaba:
Hélio do Prado, 2000. 182p.
RESENDE, M., CURI, N., REZENDE, S.B., CORRÊA, G.F. Pedologia: base para
distinção de ambientes. Viçosa: NEPUT, 1995. 304p.
COMPLEMENTAR
BRADY, N.C. Natureza e Propriedades dos Solos. 7ª ed. Rio de Janeiro, Freitas Bastos,
1989.898p.
CINTRA, L.F.D., ANJOS, J.L., IVO, W.M.P.M. WORKSHOP COESÃO EM SOLOS
DOS TABULEIROS COSTEIROS. Aracaju: Embrapa Tabuleiros Costeiros, 2001. 339p.
CURI, N., LARACH, J.O.I., KÄMPF, N., MONIZ, A.C., FONTES, L.E.F. Vocabulário
da Ciência do Solo. Campinas: SBCS, 1993. 90p.
GUERRA, A.T. Dicionário geológico-geomorfológico. 8.ed. Rio de janeiro: IBGE, 1993.
446p.
JACOMINE, P.K.T., CAVALCANTI, A.C., PESSOA, S.C.C., SILVEIRA, C.O. da.
Levantamento exploratório-reconhecimento de solos do Estado de Alagoas. Recife:
EMBRAPA, Centro de Pesquisas Pedológicas, 1975. 532p. (Boletim técnico, 35).
LEIN, V., AMARAL, S.F. Geologia geral. 10.ed. São Paulo: Companhia da Editora
Nacional, 1987. 397p.
MONIZ, A.C. Elementos de Pedologia. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos,
1975. 460p.
PINTO, O.C.B. Noções de geologia geral. Viçosa, Imprensa Universitária,1985. 134p
POPP, J.H. Geologia geral. 5.ed. Rio de Janeiro: Livros técnicos e Científicos, 1995.
376p.
35
RESENDE, M. Caracterização dos solos tropicais brasileiros. Brasília: ABEAS, 1988.
182p. (Curso de Agricultura Tropical, Os Solos Tropicais, módulo 2.1.).
RESENDE, M., CURI, N., SANTANA, D.P. Pedologia e fertilidade do solo: interações e
aplicações. Brasília: Ministério da Educação; Lavras: ESAL, Piracicaba: POTAFOS, 1988.
81p.
SUGUIO, K. Rochas sedimentares: propriedades, gênese, importância econômica. São
Paulo: Edgard Blücher, 1980. 500p.
ZIMBACK, C.R.L. Formação dos solos. Botucatu: FCA-UNESP, 2003. 27p. (Apostila).
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DAKER, A. Captação, elevação e melhoramento da água: A água na agricultura. 6 ed.
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6º PERÍODO
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FITOSSOCIOLOGIA E MANEJO DE PLANTAS ESPONTÂNEAS
BÁSICA
LORENZI, H. Plantas daninhas do Brasil: terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas. 4.
ed., Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008, 672 p.
OLIVEIRA JR, R.S; CONSTANTIN, J.; INOUE, M.H.(Eds.) Biologia e Manejo de
Plantas Daninhas. Curitiba, PR: Omnipax, 2011, 348 p.
SILVA,A.A; SILVA J.F (Eds.). Tópicos em manejo de plantas daninhas., 1a Ed.,
Viçosa, Editora UFV, 2007,367p .
COMPLEMENTAR
LORENZI,H. Manual de Identificação e controle de plantas daninhas: plantio direto e
convencional, 6aed., Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2006, 339p.
ENTOMOLOGIA GERAL
BÁSICA
GALLO, D. (Ed.). Entomologia agrícola. FEALQ, São Paulo. 920p.:il. 3a. Edição. 2002.
COMPLEMENTAR
ATHIÉ, I.; PAULA, D. C. 2002. Insetos de grãos armazenados: Aspectos biológicos e
identificação. Ed. Varela editora e livraria Ltda, São Paulo. 2a. Edição.
BORROR, D.J.; De LONG, D. M. Introdução ao estudo dos insetos. São Paulo:
Blücher,1969.
BUZZI, Z.J. Entomologia didática. Ed. UFPr,1985.
CARRERA, M. Entomologia para você. São Paulo: EDART. 4ªed., 1973.
MARANHÃO, Z. Entomologia geral. São Paulo: Nobel, 1976.
MARICONI, F. A. M. Inseticidas e seu emprego no combate às pragas. Tomo I:
Defensivos. 3ª ed. São Paulo: Nobel, 1977.
MARICONI, F. A.M. Pragas das plantas cultivadas e dos produtos armazenados.
TomoII, São Paulo: Nobel, 1976.
MATTHEWS, G.A. Pesticide application methods. 2a. Ed. Londres: Longman Scientific
& Technical, 1992.
46
VILELA, E.F. & DELLA LUCIA, T.M.C (ed.). Feromônios de Insetos: Biologia,
Química e Aplicação. 2a Ed. Ribeirão Preto: Holos. 2001.
7º PERÍODO
CULTIVOS AGROECOLÓGICOS 1
ARANTES, N.E.; SOUZA, P.I.M. Cultura da soja no cerrados. Piracicaba, POTAFOS,
1993. 535 p
FUNDAÇÃO CARGILL. A soja no Brasil Central. Fundação Cargill, Campinas, 1986.
444p.
MALAVOLTA,E.; YAMADA, T.; GUIDOLIN, J.A. Nutrição e adubação do cafeeiro.
Piracicaba, POTAFOS, 1986. 447 p.
RENA, A.B.; MALAVOLTA,E.; ROCHA, M. YAMADA, T. Cultura do cafeeiro:
Fatores que afetam a produtividade. Piracicaba, POTAFOS, 1986. 447 p.
ARAUJO, R.S.; RAVA, C.A.; STONE, L.F.; ZIMMERMANN, M.J.O. (Coord.). Cultura
do feijoeiro comum no Brasil. Piracicaba: POTAFOS, 1996. 786p.
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INSTITUTO AGRONÔMICO DO PARANA´. Arroz irrigado – Práticas de cultivo.
Circular nº 119. 2001. 197 p.
LASCA, D.H.C. Amendoim (Arachis hypogaea L.). In: Manual técnico das Culturas. 2
ed. Rev. Atual. 2 imp. Campinas. TOMO I, p. 73-101, 1999.
PAULA, T.J.; VENZON, M. 101 culturas - manual de tecnologias agrícolas. Belo
Horizonte: EPAMIG, 2007. 800p.
COMPLEMENTAR
BRESEGLELLO, F. STONE, L.F. (Edit.). Tecnologia para o arroz de terras altas.
EMBRAPA Arroz e Feijão, Santo Antônio de Goiás, 1998. 161p.
PLANTAS MEDICIAIS
BÁSICA
CORDEIRO, R.; NUNES, V. A.; ALMEIDA, A. R. Plantas que Curam. V. I. São Paulo:
Editora Três, 1996, 260p.
FRANÇA, S. C. Abordagens biotecnológicas para a obtenção de substâncias ativas. 5ed.
In: Farmacognosia: da planta ao medicamento. Org.: Simões, C.M.O. et al. Porto
Alegre/Florianópolis: Editora da UFRGS/Editora da UFSC, 2003, p.123-146.
GUERRA, M.P.; NODARI, R.O. Biodiversidade: Aspectos biológicos, geográficos, legais
e éticos. 5ed. In: Farmacognosia: da planta ao medicamento. Org.: Simões, C.M.O. et
al.Porto Alegre/Florianópolis: Editora da UFRGS/Editora da UFSC, 2003, p.13-28.
47
COMPLEMENTAR
CÁCERES, A. Plantas de uso medicinal em Guatemala. 2ed. Guatemala: Editorial
Universitária, 1999, 402p..
MELHORAMENTO VEGETAL
BÁSICA
BORÉM, A. Melhoramento de plantas. Viçosa: Editora UFV, 1997. 567p.
BORÉM, A. Melhoramento de espécies cultivadas. Viçosa: Editora UFV, 1999. 817p.
PINTO, R.J.B. Introdução ao melhoramento genético das plantas. Maringá: Editora
UEM, 1995. 275p.
COMPLEMENTAR
ALLARD, R.W. Princípios do melhoramento genético das
Blumenschein, A. et al., São Paulo: Edgard Blucher Ltda., 1971. 381p.
plantas.
Trad.
BORÉM, A. Hibridação artificial de plantas. Viçosa: Editora UFV, 1999. 546p.
BORÉM, A. Biotecnologia Florestal. Viçosa: Editora UFV, 2007. 387p.
GOLFARI, L.; CASER, R.L.; MOURA, V.P.G. Zoneamento ecológico esquemático
para reflorestamento no Brasil. Belo Horizonte: PRODEPEF, 1978. 116p.
RONZELLI JR., P. Melhoramento genético de plantas. Curitiba: UFPR, 1996. 219p.
TORRES, A. C.; CALDAS, L. S.; BUSO, J. A. Cultura de tecidos e transformação
genética de plantas. Brasília, DF: EMBRAPA-SPI/EMBRAPA-CNPH, 1998, v.1, 509p.
USO, MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO
BÁSICA
BERTONI, J.; LOMBARDI, NETO, F. Conservação do Solo. Piracicaba, Livroceres,
1997. 355 p.
GALETI, P.A. Conservação do solo: Reflorestamento – Clima. 4ª edição. Campinas:
Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1992. 279p.
GALETI, P.A. Práticas de controle à erosão. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino
Agrícola, 1984. 278p.
PRIMAVESI, A. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo:
Nobel, 2002.
COMPLEMENTAR
ARAÚJO FILHO, J.A; CARVALHO, F.C. (Ed.). Desenvolvimento sustentado da
caatinga: O solo nos grandes domínios morfoclimáticos do Brasil e o desenvolvimento
sustentado. Viçosa: SBCS/UFV, 1996. p.125-133.
BERTOLINI, D. Controle de erosão em estradas rurais. 1ª ed. Campinas: CATI, 1993.
37p. (CATI. Boletim técnico, 207).
SADE, M.; DIJKSTRA, F.; PEREIRA, M.H. Plantio direto no Brasil. Passo Fundo:
Aldeia Norte, 1993. 251p.
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FILHO, C.C.; MUZILLI, O. (Coord). Manejo integrado de solos em microbacias
hidrográficas. Londrina: IAPA; SBCS, 1996. 312p.
PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA DE ANIMAIS I
BÁSICA
BÁSICA
CAVALCANTE, S.S. Produção de suínos. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino
Agrícola, 1987. 453p.
Gessulli, O. P. Avicultura Alternativa: ¨Caipira¨. OPG Editores Ltda., 1999. 218p.
Lana, G. R. Q. Avicultura. Livraria e Editora Rural Ltda., 2000. 268p.
OSTRESKY, A.; BOEGER, W. Piscicultura: fundamentos e técnicas de manejo.
Cuiabá: Agropecuária. 1998. 211p.
COSTA, P. S. C. Planejamento e Implantação de Apiário. Viçosa-MG, CPT, 2005.
178p.
SOUZA, D. C. Apicultura: Manual do agente de desenvolvimento rural. Brasilia:
Sebrae, 2004. 186p.
COMPLEMENTAR
GODINHO, J. P. Suinocultuta tecnologia e viabilidade econômica. São Paulo. SP,
Nobel,p.323.
CONTROLE AGROECOLÓGICO DE PRAGAS
BÁSICAS
GALLO, D. (Ed.). Entomologia agrícola. 3. ed. São Paulo: FEALQ, 2002. 920p.
LEITE, L.G.; BATISTA FILHO, A.; ALMEIDA, J.E.M. de; ALVES, S.B. Produção de
fungos entomopatogênicos. Ribeirão Preto: A.S.Pinto, 2003. 92p.
PARRA, J.R.P. et al.Controle biológico no Brasil parasitóides e predadores. São Paulo:
Manole, 2002. 609p.
VENZON, M.; PAULA JÚNIOR, T.J. de; PALLINI, A. Controle alternativo de pragas e
doenças. Viçosa: EPAMIG/CTZM: UFV, 2005. 362p.
COMPLEMENTAR
BERTI-FILHO, E. Controle Biológico dos Insetos. ESALQ/USP, 1995. 72p. (Apostila).
DeBACH, P. (Ed.). Biological Control of insect pests and Weeds. Reinhold, New York,
1964. 844p.
DeBACH, P. Biological control by natural enemies. Cambridge University Press, New
York, 1974. 323p.
BORROR, D.J.; DELONG, D.M. Introdução ao estudo dos insetos. Editora Edgard
Blücher Ltda. 1ª reimpressão, 1988. 653p.
49
8º PERÍODO
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
BÁSICA
OLIVEIRA, T.S.; ASSIS JÚNIOR, R. N.; ROMERO, R. E.; SILVA, J. R. C. (Eds.).
Agricultura, Sustentabilidade e o Semiárido. Fortaleza-CE, Viçosa: Sociedade
Brasileira de Ciência do Solo, 2000. 406 p.: il.
TANJI, K.K. Agricultural Salinity Assessment And Management. New York: American
Society of Civil Engineers. 1976. 618p.
BRASIL. Ministério da Agricultura. Ministério do Interior. I. Levantamento exploratório
reconhecimento de solos do estado da Paraíba. II. Interpretação para uso agrícola dos
solos do estado da Paraíba. Rio de Janeiro, 1972, 683 p.
COMPLEMENTAR
EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. (Rio de Janeiro, RJ). Manual de
métodos de análise de solo. 2 ed. rev. atual. Rio de Janeiro: EMBRAPA/CNPS, 1997. 212
p.(EMBRAPA/CNPS. Documentos 1).
EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Sistema Brasileiro de Classificação
de Solos. Brasília: Embrapa. 1999. 412 p.
PROJETO ÁRIDAS. Nordeste: uma estratégia de desenvolvimento sustentável.
Ministério do Planejamento e Orçamento, Brasília. 1995. 231p. Recuperação de áreas
degradadas. In: Simpósio Sul-Americano e II Simpósio Nacional, 1994. Foz Iguaçu.
Anais... Curitiba:Fundação de Pesquisas Florestais do Paraná: FUFEP, 1994. 679p.
CONTROLE AGROECOLÓGICO DE DOENÇAS
BÁSICAS
BERGAMIN FILHO, A.; KIMATI, H.; AMORIM, L. (eds.) Manual de Fitopatologia:
princípios e conceitos. São Paulo: Agronômica Ceres, 1995. 919 p.
BETTIOL, W. (COORD.) Controle biológico de doenças de plantas. Jaguariúna:
EMBRAPA/CNPMA, 1991. 388p.
MELO, I. S.; AZEVEDO, J. L. Controle Biológico. Jaguariúna: EMBRAPA/CNPMA.,
1998. 262p.
VENZON, M.; PAULA JÚNIOR, T.J. de; PALLINI, A. Controle alternativo de pragas e
doenças. Viçosa: EPAMIG/CTZM: UFV, 2005. 362p.
COMPLEMENTAR
WINDELS, C. C.; LINDOW, S. C. Biological Control on the Phylloplane. St. Paul: APS
Press, 1991. 169p.
CULTIVOS AGROECOLÓGICOS II
BÁSICA
50
PARANHOS, S.B. (Coord). Cana-de-açúcar: Cultivo e utilização – Fundação Cargill,
Campinas, 1987. 856 p.
SCHIMIDT, A. A. P. Sorgo.
IAA/PLANALSUCAR, 1983. 368p.
São
Paulo:
Ícone,
1987.
63p.
São
Paulo:
AZEVEDO, D.M.P. DE; LIMA, E.F. (ED.). O agronegócio da mamona no brasil.
Brasília: EMBRAPA Informação Tecnológica, 2001. 350p.
PAULA, T.J.; VENZON, M. 101 culturas - manual de tecnologias agrícolas. Belo
Horizonte: EPAMIG, 2007. 800p.
SCHIMIDT, A. A. P. Sorgo. São Paulo: Ícone, 1987. 63p.
OLERICULTURA AGROECOLÓGICA
BÁSICA
FILGUEIRA, F. A. R. Novo Manual de Olericultura: agrotecnologia moderna na
produção e comercialização de hortaliças. 3 ed. Viçosa: UFV. 2008.
SOUZA, J.L.E RESENDE, P. Manual de horticultura orgânica, 3 ed. Editora: Aprenda
Fácil, 2006.
FILGUEIRA, F. A. R. Manual de Olericultura: Cultura e Comercialização de hortaliças.
CERES. São Paulo. 1982.
COMPLEMENTAR
CASTELLANE, P. D. & CORTEZ, G. E. P. A Cultura da Melancia. FUNEP.
Jaboticabal. 1995.
PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA DE ANIMAIS 2
BÁSICA
_________BOVINOCULTURA DE CORTE. Fundamentos da Exploração Racional.
FEALQ.1993.
_________BOVINOCULTURA LEITEIRA. Fundamentos da exploração racional.
FEALQ. 1993.
_________Curso de Especialização em Produção de Bovinos de Corte. ABEASESALQ, Brasília, 1988/89.
EMBRAPA. Caprinos:
EMBRAPA,1976.
princípios
básicos
para
sua
exploração,
Brasília,
EMBRAPA. Gado de leite: 500 perguntas e 500 respostas. EMBRAPA/CNPGL, 1996.
NEIVA, R.S. Produção de Bovinos Leiteiros: Planejamento, Criação e Manejo. Lavras:
UFLA 1998.
PINHEIRO Jr., G. C. Ovinos no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1973.
RIBEIRO, S.D.A.. Caprinocultura: criação racional de caprinos. São Paulo: Nobel S.A..
1998, 318p
SANTOS, V. T. Ovinocultura: princípios básicos para sua instalação e exploração. São
Paulo: Nobel, 1982.
51
COMPLEMENTAR
BARROS, N. N.; SIMPLÍCIO, A. A.; FERNANDES, F. D. Terminação de borregos em
confinamento no Nordeste do Brasil. Sobral: EMBRAPA-CNPC, 1997. 24 p.
(EMBRAPACNPC. Circular Técnica, 12).
CARVALHO, M. M.; ALVIM, M. J.; CARNEIRO, J. C. (Eds.) Sistemas agroflorestais
pecuários: opções de sustentabilidade para áreas tropicais e subtropicais. Juiz de Fora:
EMBRAPA gado de Leite; Brasília: FAO, 2001.
ECOLOGIA DAS INTERAÇÕES ENTRE PLANTAS E INSETOS
BÁSICA
GALLO, D. (ed.). Manual de entomologia agrícola. Editora Agronômica Ceres, S. Paulo.
1988.
WRATTEN, S.D.; EDWARDS, P.E. Ecologia das interações entre insetos e plantas:
Coleção temas de biologia. E.P.U./EDUSP, Editora Universitária de São Paulo. 1981.
COMPLEMENTAR
DENT, D. Insect pest management. C.A.B. International.1991
GULLAN, P. J.; CRANSTON, P.S. The insects: an outline of entomology. Chapman &
Hall, London. 1994.
HARBORNE, J.B. Introduction to ecological biochemistry. Academic Press. London.
1988.
9º PERÍODO
EXTENSÃO RURAL
BÁSICA
COELHO, F. M. G. A arte das orientações técnicas no campo: concepções e métodos.
Viçosa: UFV, 2005. 139p.
FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. 93p.
RUAS, E. D. et al. Metodologia participativa de extensão rural para o
desenvolvimento sustentável – MEXPAR. Belo Horizonte: ASBRAER, 2006. 134p.
(Coleção Semear 4)
COMPLEMENTAR
BARROS, E.V. Princípios de ciências sociais para a extensão rural. Viçosa: UFV,
1994. 715p.
ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO AGROECOLÓGICO
BÁSICA
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AIDAR, A. C. K. Administração Rural. FGV, São Paulo, 1995
ANTUNES, L. M.. Manual de administração rural: custos de produção. Guaíba:
Agropecuária, 1996. 212 p.
BORDENAVE, J. E. D.. O que é Comunicação Rural?. São Paulo: Brasiliense, 1988,
103p.
BATALHA, Mário Otávio. Gestão agroindustrial. 2v. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
COMPLEMENTAR
APARECIDO, Crepaldi Silvio. Contabilidade rural: uma abordagem decisorial. 4. ed.
São Paulo: Atlas, 2006.
ANTUNES, Lucíano Mediei.. Manual de administração rural: custos de produção.
Guaíba: Agropecuária, 1996. 212 p.
AGRICULTURA FAMILIAR E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
BÁSICA
CARMO, C.A.S. Inhame e taro: sistemas de produção familiar. Vitória, ES: INCAPER,
2002. 289p.
INÁCIO, C. T.; MILLER, P. R. M. Compostagem: ciência e prática para a gestão de
resíduos orgânicos. Rio de Janeiro. Embrapa Solos, 2009. 156p.
PRIMAVESI, A. Agricultura Sustentável. São Paulo: NOBEL, 1992, 142p.
TEDESCO, J. C. Agrodiversidade, agroecologia e agricultura familiar. Passo Fundo:
UPF, 2006, 206p.
LOVATO, P. E. et al. Agroecologia e Sustentabilidade no meio rural. Chapecó: Argos,
2006, 151p.
PERICO, R. E. et al. Ruralidade, Territorialidade e desenvolvimento sustentável.
Brasília: ICA, 2005, 195p.
SILVA, J.G. Tecnologia e agricultura familiar. Porto Alegre: Ed. UFRGS, 1999.
VIEIRA, M.I. Criação de Minhocas. São Paulo: editora Nobel, 1998. 86p.
COMPLEMENTAR
EMBRAPA. Marco referencial em agroecologia. Brasília: EMBRAPA, 2006, 70p.
MAE-WAN, H. Em defesa de um mundo sustentável sem transgênicos. São Paulo:
Expressão, Popular, 2004, 211p.
FRUTICULTURA AGROECOLÓGICA
BÁSICA
ALVES, E. J. A cultura da banana: aspectos técnicos, socioeconômicos e agroindustriais.
Cruz das Almas: Embrapa, 1999. 585p.
CUNHA, G.A.P. da. O abacaxizeiro: cultivo, agroindústria e economia. Brasília:
Embrapa, 1999.480p.
LIMA, A.de A.; CUNHA, M.A.P. da. Maracujá: produção e qualidade na passicultura.
Cruz das Almas: EMBRAPA Mandioca e Fruticultura, 2004.
53
MANICA,I. et al. Frutas anonáceas: ata ou pinha, atemóia, cherimólia e graviola.
Tecnologia de produção, pós-colheita e mercado. Porto Alegre: Cinco Continentes,
2003.596p.
SALIM SIMÃO. Tratado de Fruticultura. Piracicaba: FEALQ, 1998.
MARTINS, D. dos S.; COSTA, A. de F. S. da. A cultura do mamoeiro: tecnologias de
produção. Vitória: ENCAPER, 2003 497p.
, Z. P. de; et al. Recomendações técnicas para a cultura da pinha. Maceió: SEAGRIAL, 2005, 56p (SEAGRI-AL. Boletim tecnico nº1).
SOBRINHO, A. P. da C. Cultivo dos citros. Cruz das Almas: Embrapa mandioca e
Fruticultura tropical, 2004. 183p.
COMPLEMENTAR
GUTIERRZ CUENCA, M.A. et al. A Cultura do Coqueiro. Embrapa Tabuleiros
Costeiros, Sistemas de Produção, Versão Eletrônica Nov/2007. Disponivel em:
http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br
PROCESSAMENTO DE PRODUTOS AGROECOLÓGICOS
BÁSICA
CAMARGO, R. et ali. Tecnologia dos produtos agropecuários: Alimentos . São Paulo,
Nobel 1984. 298 p.
FERREIRA, C. L. L. F. Produtos Lácteos Fermentados: aspetos bioquímicos e
tecnológicos. Caderno Didático, Viçosa: UFV, n. 43, 2001.
FINGER, F. L, VIEIRA, G. Controle da perda pós-colheita de água em produtos
hortícolas., Viçosa: UFV, n. 49, 1997.
GAVA, A. J. Princípios de Tecnologia de Alimentos. 7ª ed. São Paulo: Nobel, 1984.
SILVA, J. A. Tópicos da Tecnologia de Alimentos. São Paulo: Livraria Varela. 2000.
227p.
COMPLEMENTAR
ASAE. CIGR Handbook of Agricultural Engineering. St. Joseph: ASAE, v. 4, 1999.
AWAD, M. Fisiologia Pós-colheita de Frutos. São Paulo: Nobel, 1983. 114 p.
SILVA, C. A. B., FERNANDES, A. R. [editores] Projetos de Empreendimentos
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10º PERÍODO
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BELTRÃO, N.E.M. et al. O cultivo sustentável da mamona no semi-árido brasileiro.
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cultura da mamona na agricultura familiar no semi-árido nordestino. Campina
Grande: EMBRAPA ALGODÃO, 2003.
MENDES, Benedito Vasconcelos. Alternativas tecnológicas para a agropecuária do
semi-árido. 2 ed. SãoPaulo: Nobel, 1986.
OLIVEIRA, T. S. ASSIS JUNIOR, R. N.; ROMERO, R. S.; SILVA, J. R. C. Agricultura,
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COMPLEMENTAR
CARVALHO, M. M.; ALVIM, M. J.; CARNEIRO, J. C. (Eds.) Sistemas agroflorestais
pecuários: opções de sustentabilidade para áreas tropicais e subtropicais. Juiz de Fora:
EMBRAPA gado de Leite; Brasília: FAO, 2001.
BARROS, N. N.; VASCONCELOS, V. R.; LÔBO, R. N. B. Características de
crescimento de cordeiros F1 para abate, no Semi-Árido do Nordeste do Brasil.
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COOPERATIVISMO
BÁSICA
IRION, J. E. de O. Cooperativismo e economia social. São Paulo: STS, 1997.
RIOS, G. Sá L. Que é cooperativismo. São Paulo: Brasiliense, 1987. 69p. (Coleção
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RICCIARDI, L.; LEMOS, R. J. de. Cooperativa, a empresa do século XXI: como os
países em desenvolvimento podem chegar a desenvolvidos. São Paulo: LTR, 2000.
COMPLEMENTAR
PINHO, Diva Benevides. O cooperativismo no Brasil: da vertente pioneira à vertente
solidária. São Paulo: Saraiva, 2004.
BENATO, J.V. A. O ABC do Cooperativismo. São Paulo: OCESP, 4ª Ed. 1997.
GESTÃO AMBIENTAL
BÁSICA
ANDRADE, R.O.B.; TACHIZAWA, T.; CARVALHO, A.B. Gestão ambiental: enfoque
estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo: Macron Books, 2000.
206p.
ARANTES, C. A. Perícia ambiental: aspectos técnicos e legais. Araçatuba: IBAPE,
2010.
BRASIL. Política Nacional do Meio Ambiente. Lei n.º 6.938 de 31 de agosto de 1981.
______. Crimes Ambientais. Lei n.º 9.605, de 12 de fevereiro de 1998.
CUNHA, S. B.; GUERRA, A.J.T. (Org.). Avaliação e perícia ambiental. 3. Ed. Rio de
Janeiro: Bertrand, 2006. 376p.
DIAS, R. Gestão Ambiental. São Paulo: Atlas, 2009,196p.
ROCCO, R. Legislação brasileira do meio ambiente. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
COMPLEMENTAR
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FLORILLO, C. A. P. Curso de direito ambiental brasileiro. 11. Ed. São Paulo: Saraiva,
2010.
MAGALHÃES, J.P. Recursos naturais, meio ambiente e sua defesa no direito
brasileiro. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getúlio Vargas, 1982.
MANEJO E CONSERVAÇÃO DE AGROECOSSISTEMAS
BÁSICA
DAROLT, M.R. Agricultura Orgânica – Inventando o Futuro. IAPAR, LONDRINA,
2002.
DOVER, M.J.; TALBOT, L. Paradigmas e Princípios Ecológicos Para a Agricultura.
Rio de Janeiro: AS-PTA, 1992. 42P.
EHLERS, E. Agricultura Sustentável: Origens e Perspectivas de Um Novo Paradigma.
São Paulo: Livros da Terra, 1996.
RAMALHO FILHO, A. PEREIRA, E.G.; BEEK, K. J. Sistema da avaliação da aptidão
das terras. Brasília. Ministério da Agricultura SEPLAN-EMBRAPA/SNLCS. 1978, 70 p.
COMPLEMENTAR
GOLFARI,L. Zoneamento ecológico esquemático para reflorestamento no Brasil. Belo
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SIMÕES,J.W. Formação, manejo e exploração de florestas com espécies de rápido
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ELETIVAS
MICROBIOLOGIA DE ALIMENTOS
BÁSICA
SILVA N. da, ET AL. Manual de métodos de análise microbiológica de alimentos. 3
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CHACEL, F - Paisagismo e Ecogênese. Rio de Janeiro, Fraiha, 2004
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LORENZI, Harri, SOUZA, Hermes. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas,
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LORENZI, Harri (et. al.) Palmeiras no Brasil: exóticas e nativas. Nova Odessa:
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SOARES, MOISÉS SOUZA. Ética e Exercício Profissional. Brasília. ABEAS. 1996.
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WOYNAROVICH, E.; HORVÁTH, L. A propagação artificial de peixes de águas
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ARANA, L.V. Princípios químicos da qualidade da água em aqüicultura. ED.DA
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ARRIGNON, J. Ecologia y piscicultura de aguas dulces. ED. MUNDI-PRENSA,1984.
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BALDISSEROTTO, B. Fisiologia de peixes aplicada à piscicultura. ED UFSM, 2002.
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CASTAGNOLLI, N. Piscicultura de água doce. ED FUNEP, 1994. 189p.
SEMENTES E MUDAS FLORESTAIS
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florestais tropicais. ABRATES: Brasília, 1993. 350p.
CARNEIRO, J.G. de A. Produção e Controle de Qualidade de Mudas Florestais.
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MARCHIORI, J.N.C. Elementos de Dendrologia. Santa Maria: Ed. UFSM, 1995. 163
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CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE PRODUTOS VEGETAIS
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SACHS, I. Desenvolvimento humano, trabalho decente e o futuro
empreendedores de pequeno porte no Brasil. Brasília: SEBRAE, 2002. 200p.
dos
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DOLABELA, F. A vez do sonho: com a palavra os empreendedores. São Paulo: Editora
Cultura, 2000.
DOLABELA, F., FILION, L.J. Boa Idéia! E agora? Plano de Negócio, o caminho mais
seguro para criar e gerenciar sua empresa, São Paulo: Editora Cultura, 2000.
GUSTAV, B. O empreendedor do verde. São Paulo: Makron, McGraw-Hill, 1992.
INGLÊS INSTRUMENTAL
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MANEJO DE CULTURAS IRRIGADAS
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GOMES, H.P., Engenharia de Irrigação: Hidráulica dos sistemas pressurizados, aspersão
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PROJETOS AMBIENTAIS
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BLASCHKE, T. & KUX, H. (orgs.). Sensoriamento Remoto e SIG: novos sistemas
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BIOTECNOLOGIA NA AGROECOLOGIA
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GRAZIANO NETO, F. Questão agrária e ecologia: crítica da moderna agricultura. São
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OLIVEIRA, A. U. A geografia das lutas no campo. São Paulo, Contexto, 2002.
VII. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O Estágio Obrigatório ou Não Obrigatório constitui, alternativamente, uma
atividade acadêmica de treinamento e qualificação profissional, de caráter integrador, que
visa complementar os processos de aprendizagem teórico-prática, conforme as exigências
das Diretrizes Curriculares Nacionais de cada curso de graduação e a Resolução nº
71/2006-CONSUNI/UFAL, e, em consonância com a Legislação Federal sobre Estágio
(Lei 11788, de 25/09/2008).
OBJETIVO:
Proporcionar ao aluno a oportunidade de aplicar seus conhecimentos acadêmicos
em situações da prática profissional, possibilitando-lhe o exercício de atitudes em situações
vivenciadas e a aquisição de uma visão crítica de sua área de atuação profissional.
DURAÇÃO:
O Estágio Obrigatório, em cumprimento ao art. 8º da Resolução CNE/CSE
nº1/2006, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em
Agroecologia, tem uma carga horária mínima de 240 horas, sendo esta a que ficará
efetivada para integralização do currículo, mesmo que o aluno tenha realizado mais horas.
Contudo, pode o aluno requerer a utilização do que ultrapassar desse valor (240 horas) para
efeitos de carga complementar. Para se habilitar a isso, o aluno deverá indicar em seu
Plano de Estágio ou Relatório, depositando-o na Coordenação do Curso, através do
Coordenador de Estágios.
- O Estágio Não Obrigatório é atividade opcional integrante do conjunto de possibilidades
previstas para as atividades complementares. A carga horária será de no máximo 20 horas
semanais, desde que não haja prejuízo nas atividades acadêmicas obrigatórias. Nos
períodos de férias escolares, a jornada de trabalho será estabelecida entre o estagiário e a
parte concedente, com interveniência da UFAL. O Estágio Não-Obrigatório poderá,
66
respeitadas as regulamentações específicas, ser transformado em Estágio Obrigatório,
mediante parecer favorável do Colegiado de Curso.
CONDIÇÕES DE EXEQUIBILIDADE
As atividades do Estágio serão desenvolvidas em empresas públicas, privadas ou
junto a profissionais liberais habilitados, conveniadas de acordo com as normas da UFAL,
sob a supervisão de um funcionário da empresa e orientação de um professor da UFAL. As
atividades de Estágio Obrigatório também poderão ser desenvolvidas nas dependências da
UFAL sob a orientação e supervisão. No caso de Estágio Obrigatório estas atividades
poderão ser desenvolvidas a partir do sexto (6º) período, quando o aluno tiver cumprido
cerca de 2/3 da carga horária total, sendo reservado o 10º período na matriz curricular, para
matricula.
Para Estágio Não-Obrigatório será permitido, após analises da solicitação pelo
colegiado, que as atividades sejam desenvolvidas a partir do terceiro (3º) período, quando
aluno tenha cumprido 1/3 das disciplinas obrigatórias e apenas nas áreas das disciplinas
cursadas. Estruturação do estágio formaliza-se através de atividades compreendendo as
seguintes etapas:
Elaboração do plano de trabalho - o estágio deve estar no contexto da formação
acadêmica e ser apresentado para registro na Coordenação de Estágio e/ou Colegiado do
Curso
de
Agroecologia,
devidamente
aprovado
por
um
docente
supervisor.
Desenvolvimento das ações programadas - o estágio deve ressaltar o lado da qualidade
formal, no aprimoramento das condições instrumentais do exercício profissional.
Avaliação final do estágio - deverá ser apresentado um relatório completo das
atividades a coordenação de estágio e ao Colegiado do curso, avaliado e assinado pelos
supervisores.
IX. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC
O trabalho de conclusão de curso (TCC) é componente curricular obrigatório,
conforme Resolução nº 25/2005 do CEPE/UFAL, podendo centrado em determinada área
teórico-prática ou de formação profissional, como atividade de síntese e integração de
conhecimento e consolidação das técnicas de pesquisa. Este poderá ser um trabalho de
pesquisa, extensão, manuais, cartilhas, trabalho técnico, pesquisa de opinião ou monografia
baseada em revisão bibliográfica.
67
O TCC será elaborado individualmente ou excepcionalmente poderá ser um
trabalho coletivo mediante especificações das estratégias e metas de trabalho de cada
integrante e apresentação de exposição de motivos que passarão pelo aceite do orientador e
pela coordenação do TCC, a matrícula se dará após inscrição junto a coordenação de TCC
da Unidade Acadêmica a partir da 6ª série. A coordenação do curso deverá fixar no início
de cada ano a lista dos professores disponíveis para orientação e suas respectivas áreas de
atuação e interesse. Será creditada a carga horária semanal do professor orientador 2 horasatividade por trabalho orientado.
X. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Fazem parte dessas atividades:
Monitoria: programa a ser coordenado pela Pró-Reitoria de Graduação PROGRAD, cuja finalidade é possibilitar ao aluno o desenvolvimento de atividades
de ensino-aprendizagem em determinada disciplina supervisionada por um professor
orientador. Para submissão ao Programa o aluno deverá estar de acordo com a
Resolução Nº 055/2008 – CONSUNI, de 10 de novembro de 2008.
Disciplinas da Matriz Curricular do Curso que extrapolam às 180 horas das
obrigatórias-eletivas;
Disciplinas de outros cursos voltadas para a formação integral do aluno e não
contempladas no currículo do curso;
Participação em jornadas, eventos, simpósios, congressos, seminários, cursos de
curta duração e núcleos temáticos;
Participação em Projetos de Extensão, de Iniciação Científica e/ou Inovação
Tecnológica, PET, e outras atividades de pesquisa e extensão;
Estágio não obrigatório e treinamento profissional;
Participação em entidades estudantis, Colegiado de curso, Conselho da Unidade
Acadêmica e Conselhos Superiores.
O aluno deverá integralizar, ao final de cada semestre, as atividades
complementares, evitando acumulação no final do curso. Conforme Resolução nº 113/95
CEPE/UFAL, o aluno deverá dividir a sua carga horária complementar em pelo menos 3
(três) atividades diferentes das listadas anteriormente.
68
XI. ATIVIDADE DE EXTENSÃO
A extensão universitária é entendida como prática acadêmica que a torna um
parâmetro de articulação com o ensino e a pesquisa, desdobrando-se em processos
educativo, cultural e científico que se constituem como um conjunto de ações sistemáticas
e interativas, as quais viabilizam a relação transformadora entre Universidade e Sociedade.
Neste sentido a Universidade deve ser participativa em nível de comunidades e das
políticas de governo e de Estado para o setor agropecuário, tanto na área de
desenvolvimento rural quanto na educação agrícola. Essa participação contribui para a
solução dos problemas comunitários e retro-alimenta a pesquisa e o processo educacional.
Esta atividade é gerenciada pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) da UFAL,
que além de atender as demandas da sociedade, tem como competência propor programas e
ações de extensão, viabilizando sua execução. A PROEX é assessorada pelo Comitê
Assessor de Extensão que tem por finalidade articular e fomentar ações de extensão no
âmbito de cada Unidade Acadêmica e nos grupos ligados à sociedade, bem como
acompanhar e supervisionar a Extensão Universitária, como prática acadêmica na UFAL.
A unidade acadêmica CECA por meio de sua Coordenação de Extensão
desenvolve e apóia ações de extensão em termos de projetos, programas, cursos e eventos.
XII. POLÍTICAS DE ASSISTÊNCIA AO DISCENTE
A UFAL dispõe de vários programas de atendimento ao discente, com apoio de
órgãos de fomento bem como de recursos próprios, visando facilitar a inserção do
aluno no ambiente universitário além de proporcionar condições básicas de acesso à
educação. Entre tais programas podemos destacar os de monitoria, tutoria de
nivelamento, bolsa permanência e residência e serviço de apoio pedagógico.
Tutoria de Nivelamento
Este programa tem como finalidade ofertar aulas de nivelamento sobre conteúdos
de ensino médio para alunos ingressantes e é voltado principalmente para alunos dos
primeiros períodos, bem como para aqueles que irão iniciar apenas no semestre seguinte.
O objetivo principal é o de revisar os conteúdos do ensino médio, de forma a
possibilitar um melhor aproveitamento das disciplinas afins que o aluno irá cursar no
decorrer da graduação. Com isso se vislumbra diminuir os índices de reprovação em
69
disciplinas de graduação e reduzir a evasão nos cursos.
Bolsa Permanência e Residência
Tais bolsas são financiadas pelo Ministério da Educação e pela UFAL, no âmbito
do PNAES (Programa Nacional de Assistência Estudantil) e o público-alvo se constitui dos
alunos em situação de vulnerabilidade. A primeira refere-se ao apoio financeiro a
estudantes matriculados em curso de graduação presencial na UFAL e que estejam
efetivamente frequentando as atividades acadêmicas, estudantes estes que são selecionados
conforme critério socioeconômico. A segunda visa proporcionar ao estudante uma
moradia, que pode ser uma residência para estudantes, alugada pela universidade, ou
residência própria da instituição para tal finalidade.
Serviço de Apoio Pedagógico
Trata-se de uma ferramenta de assessoria ao corpo docente e discente da instituição,
visando auxiliar no que se refere às dificuldades e problemas vivenciados pela comunidade
acadêmica, especialmente com relação aos apectos pedagógicos (relação professor-aluno,
dificuldades de aprendizagem, prática educativa, processo de avaliação). O objetivo é
contribuir para a melhoria da qualidade do ensino oferecido pela instituição e o serviço é
prestado por uma equipe de Técnicos em assuntos educacionais do Campus Rio Largo e da
Pró-reitoria de graduação.
Também, durante a primeira semana do ingresso dos discentes, o Colegiado do
curso realizará atividades de recepção para os calouros, onde serão apresentados
procedimentos e informações que facilitam a familiarização do discente com a UFAL,
como visita aos laboratórios onde são desenvolvidas atividades relativas ao curso,
modalidades de bolsas de pesquisa, extensão e assistência estudantil, serviço de apoio
pedagógico, sistema de funcionamento da biblioteca, sistema utilizado para efetuar
matrícula, trancamento e acompanhamento do semestre letivo, apresentação da formação e
projetos em andamento pelos docentes do colegiado, apresentação de palestra pelo
representante do Centro Acadêmico – CA e outras.
Restaurante Universitário
O restaurante universitário é uma necessidade fundamental e seu funcionamento
contribui para a permanência do estudante, viabilizando o desempenho de atividades
70
acadêmicas e culturais em turnos diferentes do curso ao qual o estudante está vinculado.
No âmbito do Campus Rio Largo, existe um restaurante universitário próprios sendo todos
os alunos que possuem vulnerabilidade social comprovada, ou que possuem alguma
atividade acadêmica comprovada em que necessite permanecer no horário da manhã e da
tarde na universidade são isentos de pagamento para almoçar, além também dos estudantes
que recebem bolsa de PIBIC, PIBITI ou PIBIP-ação.
Ações de Inclusão Social e Acessibilidade
O curso deverá assegurar condições para acesso e permanência do estudante na
universidade, propiciando-lhe experiências importantes para o desenvolvimento de
habilidades/competências, estabilidade e integração na vivência acadêmica. Na UFAL
prioriza-se a equidade no atendimento aos discentes, entretanto deve-se estar atento as
particularidades e necessidades especiais
Dessa forma, seguindo os Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior de
julho de 2013, e ainda o decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei
no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras,
e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000. O presente curso oferece a
disciplina de Libras como eletiva podendo ser cursada já partir do 2º semestre do curso.
Quanto a acessibilidade, a UFAL tem projetado e adaptado seus prédios com a devida
observância a este aspecto, os quais são munidos de rampas e elevadores para
acessibilidade e banheiros adaptados para portadores de necessidades especiais.
Ações de extensão também são realizadas, com campanhas de esclarecimento e
informação sobre a inclusão social de pessoas com algum tipo de deficiência.
XIII. SISTEMA AVALIATIVO
A avaliação, proposta deverá ser formativa, com função de acompanhar o
desenvolvimento de todas as disciplinas e atividades de ensino-aprendizagem do curso de
Agroecologia, diagnosticando aspectos que devem ser mantidos ou reformulados. Os
resultados deverão ser utilizados estritamente para fins de melhoria na organização
curricular do curso, dos aspectos metodológicos, no desempenho do professor e do aluno.
Para tal será necessário à constituição de uma Coordenação de Apoio Pedagógico.
71
OBJETIVO GERAL
Procurar identificar, inferir, investigar e analisar o desenvolvimento do discente,
docente e do Curso, confirmando se a construção do conhecimento ocorreu de forma
teórica-prática.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Informar o professor sobre o desenvolvimento da disciplina que ministra a
necessidade de adequação dos conteúdos e metodologia utilizada.
Fornecer ao Colegiado subsídio para análise de problemas referentes ao
desenvolvimento das disciplinas e atividades do curso.
Fornecer à Administração Superior uma visão global do desenvolvimento do curso.
Apresentar à Coordenação do Curso parâmetros para análise da adequação do PPC.
Sensibilizar o professor a respeito da necessidade de avaliar continuamente o
processo ensino-aprendizagem.
METODOLOGIA
Buscando o máximo de representatividade, o sistema não utilizará amostra de alunos
e sim toda a população. Considerando que a avaliação deve ser contínua e constante e a
necessidade de alunos e professores perceberem a importância e os objetivos de uma
avaliação voltada para a melhoria do processo ensino-aprendizagem, propõem-se a
realização de palestras sobre avaliação, como início do processo e durante sua
implementação.
Do curso
Índice de retenção dos alunos;
Tempo de inserção do aluno no mercado;
Desvio funcional do aluno;
Relatório do ENADE.
Mesas redondas anuais com alunos, professores e representantes da sociedade;
Número de projetos de extensão registrados na Unidade Administrativa;
Número de pesquisas registradas na Unidade Administrativa;
Número de alunos envolvidos em projeto de pesquisa e em projeto de extensão;
Tempo médio de permanência do aluno no curso.
72
Do Aluno
A verificação de aprendizagem compreenderá a freqüência e aproveitamento nos
estudos, os quais deverão ser atingidos conjuntamente.
Será obrigatória a freqüência às atividades correspondentes a cada disciplina, ficando
nela reprovado o aluno que não comparecer, no mínimo, a 75% (setenta e cinco por
cento) das mesmas.
Avaliação do Rendimento Escolar será de acordo com as normas da instituição.
Dos Professores e do Processo de Ensino Aprendizagem
Pelos alunos da disciplina através de instrumento específico;
Pelo número de faltas do professor a atividades pedagógicas e administrativas;
Pelo acompanhamento do seu plano de aula e o preenchimento do seu boletim;
Pelo cumprimento do calendário acadêmico;
Pelo plano de trabalho anual desenvolvido pelo professor no início do ano.
Da parte institucional
Formação profissional do corpo docente;
Condições de trabalho;
Atuação e desempenho acadêmico e profissional;
Instalações gerais;
Biblioteca;
Instalações e laboratórios específicos.
A avaliação do projeto será feita considerando-se os objetivos, habilidades e
competências previstas a partir de um diagnóstico preliminar que deverá ser elaborado pelo
Núcleo Docente Estruturante (NDE). Este diagnóstico deve considerar o processo estabelecido
para a implantação do projeto. Desta forma, as questões administrativas podem ser orientadas
para que o aspecto acadêmico seja o elemento norteador do ensino, da pesquisa e da extensão.
Assim, a gestão do Curso será participativa, destacando-se o papel do Colegiado do Curso na
definição de políticas, diretrizes e ações, bem como da avaliação, entendida esta como um
processo contínuo que garante a articulação entre os conteúdos e as práticas pedagógicas.
XIII. INFRAESTRUTURA
Lista-se, abaixo, a infraestrutura atual do CECA que será utilizada e a demanda
para o funcionamento do curso:
73
Salas de aula:
Estrutura atual: o CECA dispõe de 18 espaços sendo utilizadas como de aula, essas
que são utilizadas, de forma incomum, pelos outros cursos do CECA;
Estrutura demandada: Aquisição de novas instalações para salas de aulas teóricas e
práticas.
Laboratórios:
Estrutura atual: Laboratório de Solos e de Nutrição; Laboratório de Fisiologia
Vegetal; Laboratório de Sementes; Laboratório de Entomologia; Laboratório de
Fitopatologia; Laboratório de Informática; Laboratório de Biotecnologia; Laboratório
de Microbiologia; Laboratório de Virologia; Laboratório de Química Agrícola;
Laboratório de Apicultura; Laboratório de Melhoramento Vegetal; Laboratório de
Processamento de Alimentos.
Estrutura demandada: Laboratório de Topografia; Laboratório de Tecnologia da
Madeira; Laboratório de Silvicultura e Dendrologia; Laboratório de Biometria;
Laboratório de comportamento animal; Laboratório de Nutrição Animal; Laboratório
de Anatomia Animal; Laboratório de Ecologia e Comportamento de Insetos;
Laboratório de Bioenergia; Laboratório de Herbologia.
Estrutura de campo:
Estrutura atual: casas de vegetação (quatro); área experimental disponível (30 ha);
estação climatológica.
Estrutura demandada: área para produção orgânica de hortaliças e culturas anuais;
área para implantação de agroflorestas; espaço para produção de adubos orgânicos; e
infraestrutura para produção de animais de grande porte.
XIV- SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso a ser implementado com
esta proposta é importante para aferir o sucesso do novo currículo para o curso e sua
atualização temporal, como também para certificar-se de alterações futuras que venham a
74
melhorar este projeto, vez que o projeto é dinâmico e deve passar por constantes
avaliações.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação institucional e
uma avaliação do desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo com as
normas vigentes, viabilizando uma análise diagnóstica e formativa durante o processo de
implementação do referido projeto. Deverão ser utilizadas estratégias que possam efetivar
a discussão ampla do projeto mediante um conjunto de questionamentos previamente
ordenados que busquem encontrar suas deficiências, se existirem.
O Curso será avaliado também pela sociedade através da ação/intervenção
docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no âmbito da
extensão universitária em parceria com indústrias alagoanas e estágios curriculares não
obrigatórios.
O roteiro proposto pelo INEP/MEC para a avaliação das condições de ensino
também servirá de instrumento para avaliação do projeto pedagógico do curso, sendo o
mesmo constituído pelos seguintes tópicos:
1. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso,
atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
2. corpo docente: formação profissional, condições de trabalho; atuação e
desempenho acadêmico e profissional;
3. infra-estrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios específicos.
XIV. REFÊRENCIAS
BRASIL. Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação/ Câmara de Educação
Superior Resolução Nº 2, de 18 de junho de 2007. Diário Oficial da República Federativa
do Brasil, Brasília DF, 19 jun. 2007.
BRASIL. Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação/ Câmara de Educação
Superior. Parecer CNE/CES Nº: 8/2007, de 31 de janeiro de 2007.
BRASIL. Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação/ Câmara de Educação
Superior. Parecer CNE/CES Nº: 306/2004, de 7 de outubro de 2004.
BRASIL. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Superior, Departamento de
Políticas de Ensino Superior, Coordenação das Comissões de Especialistas de Ensino.
Portaria Nº. 146, de 10 de março de 1998.
BRASIL. Ministério da Educação, Conselho Federal de Educação. Resolução 06/84, de 11
de abril de 1984.
75
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
da Universidade Federal de Alagoas. Resolução nº25/2005.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho Coordenador de Ensino e
Pesquisa da Universidade Federal de Alagoas. Resolução nº. 13/CCEP/74, de 24 de
setembro de 1974.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
da Universidade Federal de Alagoas. Resolução nº25/2005.
76
PROJETO
ANEXOS
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC
NORMAS
CAPÍTULO 1- Das Finalidades
Art. 1 O Trabalho de conclusão de Curso (TCC) é uma atividade curricular obrigatória,
elaborado individualmente, sendo o tema relacionado à profissão de Agroecologia. O
TCC deverá ser pesquisa, extensão ou monografia baseada em revisão bibliográfica.
§ Único O TCC pode ser orientado, preferencialmente, por um professor do quadro de
docentes do Centro de Ciências Agrárias (CECA) e de outros cursos da Universidade
Federal de Alagoas (UFAL). Professores e pesquisadores, mestres ou doutores, de
outras instituições podem ser orientadores, sendo necessário enviar o Curriculum Vitae
à Coordenação do TCC que o avaliará e autorizará (ou não) o pleiteante a ser orientador.
CAPÍTULO 2: Da Organização Administrativa
Art. 2 No CECA, a comissão permanente de TCC, é composta por dois docentes de
cada curso de graduação, no efetivo exercício de suas atividades acadêmicas, sendo um
o Coordenador de TCC e outro o coordenador do curso. Os coordenadores de TCC
serão indicados pelos Colegiados dos Cursos. O mandato da comissão será de dois anos
letivos, com direito a prorrogação.
Art. 3 São atribuições da comissão do TCC:
I. Emitir parecer sobre a viabilidade técnica do projeto;
II. Apontar falhas, exigir correções, apresentar sugestões nos projetos de TCC;
III. Convocar o aluno a prestar esclarecimentos sobre o projeto do TCC com a presença
do orientador;
IV. Elaborar parecer para apreciação do Colegiado do curso sobre pleitos referentes ao
TCC (casos atípicos);
CAPÍTULO 3: Da Matrícula
Art. 4. O aluno requererá cadastramento do projeto de TCC a partir do início do 6º
semestre e no máximo até o início do 8° semestre obedecendo aos seguintes
procedimentos:
I. Recebimento pela Coordenação do TCC, do Formulário de Inscrição e do projeto de
TCC (Anexos 1 e 2, respectivamente).
II. Encaminhamento no prazo máximo de 30 dias a partir do início de cada semestre
letivo, à comissão do TCC, a qual terá prazo de 30 dias úteis para emitir parecer sobre a
viabilidade do projeto.
III. Após o cadastramento do projeto de TCC, o aluno deverá cumprir, pelo menos um
semestre letivo antes de realizar a defesa do TCC.
CAPÍTULO 4: Da Orientação
Art. 5. A coordenação do curso deverá fixar no início de cada semestre a lista dos
professores disponíveis para orientação e suas respectivas áreas de atuação e interesse.
O elenco poderá contar com a participação de docentes de outros centros ou
pesquisadores de outras instituições de áreas afins, desde que credenciados pelo
Colegiado do curso.
§ 1. Cada professor em regime de 40h + DE orientará simultaneamente, no máximo,
quatro alunos (com aceite do professor). Esse número poderá ser alterado de acordo
com a atualização semestral de suas atividades.
§ 2. Será creditado à carga horária semanal do professor orientador 3 horas de
atividades de orientação.
§ 3. O aval do orientador será requisito obrigatório para o aceite do projeto de TCC
depositado.
§ 4. A mudança de professor orientador só poderá ser realizada mediante requerimento
do aluno ou do orientador, apreciado e aprovado pelo Colegiado do Curso.
CAPÍTULO 5. Da Docência
Art. 6 Receber a oferta de TCC do semestre letivo, assinando o Formulário de Inscrição
do projeto de TCC, devendo assumir, também, os TCCs que, sob sua orientação, não
foram concluídos na oferta anterior.
Art. 7 Orientar a elaboração do projeto da monografia. Bem como, orientar sobre a
bibliografia referente ao tema a ser estudado, a metodologia da pesquisa e acompanhar a
redação final da monografia, conforme normas estabelecidas pela Comissão do TCC.
Art. 8 Compor e presidir a Banca Examinadora do TCC, segundo a temática do estudo.
Art. 9 Sugerir à Coordenação do TCC a composição da Banca Examinadora, definindo,
conjuntamente, a data e horário da apresentação pública do trabalho.
Art. 10 Entregar ao acervo do Centro de Ciências Agrárias o resultado da avaliação
realizada pela banca, através da Ata da Banca Examinadora.
CAPÍTULO 6. Da Discência
Art. 11 O aluno deve no ato do cadastramento do projeto de TCC indicar o nome do
orientador escolhido com o acordo do mesmo.
Art. 12 Havendo qualquer impedimento para continuidade do projeto aprovado o aluno
deverá comunicar a comissão do TCC, que posteriormente solicitará parecer do
Colegiado do curso, justificando ao pedido de mudança do tema e apresentando uma
nova proposta.
Art. 13 Elaborar o TCC de acordo com as normas técnicas em vigor contidas no anexo
3, cumprindo os prazos estabelecidos para a entrega do TCC.
Art. 14 O aluno deverá entregar para a comissão de TCC, 4 (quatro) vias aos
componentes da Banca, sendo três titulares e um suplente, com antecedência mínima de
10 dias (dez dias) em relação ao momento da apresentação pública.
Art. 15 Acatar as recomendações da Banca Examinadora, observando o prazo
estabelecido para efetuar as alterações sugeridas.
Art. 16 O aluno deverá no prazo máximo de 15 (quinze) dias, antes do término do
semestre letivo, entregar à Coordenação do TCC, 4 (quatro) vias impressas e
encadernadas, e, uma cópia em CD, do TCC com as alterações sugeridas pela Banca,
sem o que tornará sem efeito a avaliação, passando o aluno a ser considerado reprovado.
CAPÍTULO 7: Da Composição da Banca Examinadora e Trabalho Final do TCC
Art. 17 A banca será composta de três titulares e um suplente escolhidos entre os
professores e pesquisadores, mestres ou doutores, da UFAL ou de outras instituições,
pertencentes à área de interesse do trabalho, sendo o orientador membro nato e
presidente da referida banca e pelo menos um dos membros titulares ser pertencente ao
quadro de docente do CECA.
§ 1 Os professores orientadores deverão encaminhar a sugestão dos nomes dos
membros das bancas, bem como o nome do aluno e o título de sua monografia, pelo
menos quinze dias antes da data da defesa. A Coordenação de TCC fará a formalização
da composição da banca examinadora e divulgação da defesa pública.
§ 2 O trabalho a ser avaliado deverá ser entregue aos integrantes da banca, no mínimo,
10 dias antes da data marcada para a avaliação.
§ 3 Cada examinador atribuirá nota individual; sendo a média mínima (aritmética) para
a aprovação do candidato maior ou igual a 7,0.
§ 4 O trabalho a critério da banca poderá ter prazo para a reformulação nunca superior a
trinta dias, ao final do qual será homologada em ata a nota final.
Art. 18 No julgamento do Trabalho final de TCC a ser executado a comissão deverá
considerar os seguintes critérios:
I. Estrutura do trabalho;
II. Inter-relação entre as partes do trabalho;
III. Seleção do conteúdo em relação ao tema;
IV. Organização do conteúdo;
V. Clareza de expressão;
VI. Utilização de linguagem científica;
VII. Apresentação gráfica;
§ Único O trabalho final aprovado deverá seguir as normas de estruturação e redação
que constam do anexo 3.
Art. 19 O certificado do TCC será expedido a requerimento do candidato, após ter
cumprido todas as exigências estabelecidas pela Comissão do TCC.
CAPÍTULO 8: Das Disposições Gerais e Transitórias
Art. 20 Alterações nas presentes normas só poderão ocorrer com a aprovação do
Colegiado do Curso.
Art. 21 Caberá ao Colegiado do Curso decidir sobre os casos omissos e recursos
interpostos em decorrência da presente Resolução.
Art. 22 Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.
UFAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
COORDENAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE
CURSO
CECA
FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
Nome Completo
N° de Matrícula
Data
de CPF
nascimento
RG
Órgão
emissor
UF
Endereço
Cidade
CEP
DDD
Fone Fixo
Celular
INFORMAÇÕES SOBRE O ORIENTADOR
Nome completo
Setor
Titulação
Endereço
Cidade
CEP
DDD
Fone fixo
Celular
TÍTULO DO PROJETO
Assinatura do aluno
Assinatura do orientador
Assinatura e carimbo do coordenador do TCC
Rio Largo, ______ de ______________ de ________
Data
emissão
de
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
COORDENAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
UFAL
CECA
ATA DE REUNIÃO DE BANCA EXAINADORA DE DEFESA DE TRABALHO
DE CONCLUSÃO DE CURSO
Aos _____ dias de _______de_____, às________ horas, sob a Presidência do (a)
Professor (a) -_________________, em sessão pública na sala _____________, do
Centro de Ciências Agrárias, km 85 da BR 104 Norte, Rio Largo-AL, reuniu-se a Banca
Examinadora de defesa do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) intitulado
________________________________do (a) aluno (a) ____________________,
matrícula _______________, requisito obrigatório para conclusão do Curso de
Agroecologia, constituída pelo professor________________ CECA/UFAL (orientador);
Prof Dr._________________,CECA/UFAL e Prof Dr_______________, CECA/UFAL.
Iniciados os trabalhos, foi dado a cada examinador um período máximo de 30 (trinta)
minutos para a arguição ao candidato. Terminada a defesa do trabalho, procedeu-se o
julgamento final, cujo resultado foi o seguinte, observada a ordem de argüição: Prof. Dr.
______________, nota ________ (________), Prof Dr -_________________, nota
_______ (______) e Prof Dr ________, nota ______ (_________). Apuradas as notas, o
candidato foi considerado ___________, com média geral ________ (_______). Na
oportunidade o candidato foi notificado do prazo de máximo de 30 (trinta) dias, a partir
desta data, para entregar a Coordenação do Trabalho de Conclusão de Curso,
devidamente protocolada, da versão definitiva do trabalho defendido, em 4 (quatro)
vias, impressas e encadernadas e uma cópia digitalizada em CD com as correções
sugeridas pela Banca, sem o que está avaliação se tornará sem efeito, passando o aluno
a ser considerado reprovado. Nada mais havendo a tratar, os trabalhos foram encerrados
para a lavratura da presente ATA, que depois de lida e achada conforme, vai assinada
por todos os membros da Banca Examinadora, pelo coordenador (a) do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC) e pelo coordenador (a) do Curso de Agroecologia do Centro
de Ciências Agrárias, da Universidade Federal de Alagoas. Rio Largo/AL, _____ de
_____ de ______.
1º Examinador
_________________________________________________________
Prof. Nome (Orientador)
2º Examinador
_________________________________________________________
Prof. Nome
3º Examinador
_________________________________________________________
Prof. Nome
Coordenador do TCC
_________________________________________________________
Coordenador do Curso de Agroecologia
_________________________________________________________
