ENG II FICHA AVALIAÇÃO 2025_2028
ENG_II_FICHA_2025_2028.pdf
Documento PDF (677.2KB)
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Fichas de Avaliação Acadêmico e
Profissional
Engenharias II
Referente ao Quadriênio 2025-2028
Área 12
Coordenadora da Área:
Verônica Calado
Coordenador Adjunto de Programas Acadêmicos:
Cláudio Dariva
Coordenador Adjunto de Programas Acadêmicos:
Derval Rosa
2025-2028
1
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Diretoria de Avaliação | 12.eng2@capes.gov.br
Considerações da Diretoria de Avaliação
Nesta Ficha de Avaliação estão dispostas as diretrizes e procedimentos comuns
(compostos por quesitos e itens), definidos pelo Conselho Técnico-Científico da Educação
Superior (CTC-ES) para a avaliação da pós-graduação stricto sensu.
As áreas de avaliação e os programas devem observar as normas dispostas na legislação
e no documento referencial “Diretrizes Comuns da Avaliação de Permanência dos
Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu” disponível no seguinte link:
https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-eprogramas/avaliacao/sobre-a-avaliacao/documentos-do-novo-ciclo-avaliativo-20252028
Além disso, a ficha da Área de Avaliação apresenta os pesos dos Itens, e a descrição de
Indicadores e Fatores específicos que serão utilizados na avaliação dos PPG. Essas
diretrizes específicas foram construídas de acordo com os critérios próprios da Área, em
constante diálogo com a sua comunidade, e aprovadas pelo CTC-ES. Para cada indicador
na Ficha de Avaliação consta a metodologia que será utilizada, cujos conceitos básicos
estão descritos na seção Metodologia de Avaliação do documento referencial acima
mencionado.
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RESUMO GERAL – ENGENHARIAS II
Quesitos / Itens
Peso
Peso
Acadêmico
Profissional
1.1. Identidade e condições de funcionamento do Programa: missão,
corpo docente, infraestrutura, articulação entre áreas de
concentração, linhas/projetos de pesquisa e estrutura curricular
≥ 40
≥ 40
1.2. Princípios, procedimentos e usos dos resultados da
autoavaliação alinhados ao planejamento estratégico do Programa
≥ 20
≥ 20
1.3. Planejamento estratégico do Programa em articulação com o
Plano de Desenvolvimento Institucional ou equivalente, incluindo as
políticas afirmativas e de promoção de equidade
≥ 20
≥ 20
Acadêmico
Profissional
2.1. Qualidade das teses, dissertações ou equivalentes e adequação
às áreas de concentração e linhas de pesquisa do Programa
≥ 20
≥ 20
2.2. Destino e atuação dos egressos do Programa em relação à
formação recebida
≥ 20
≥ 20
2.3. Qualidade da produção intelectual de discentes e egressos do
Programa
≥ 20
≥ 20
2.4. Qualidade das atividades de pesquisa e da produção intelectual
do corpo docente do Programa
≥ 20
≥ 20
Acadêmico
Profissional
3.1. Inserção, visibilidade, popularização da ciência
≥ 25
≥ 25
3.2. Inovação, transferência e compartilhamento de conhecimento
≥ 25
≥ 25
3.3. Impactos do Programa para a sociedade
≥ 25
≥ 25
1 – PROGRAMA
2 – FORMAÇÃO E PRODUÇÃO INTELECTUAL
3 – IMPACTO (local, regional, nacional, internacional)
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FICHA DE AVALIAÇÃO – PROGRAMAS
ACADÊMICOS - ENGENHARIAS II - REFERENTE AO
QUADRIÊNIO 2025-2028
Quesitos / Itens
Definições e Comentários sobre os
Quesito/Itens
Peso
1 – Programa
1.1. Identidade e condições de
funcionamento do Programa:
missão,
corpo
docente,
infraestrutura, articulação entre
áreas
de
concentração,
linhas/projetos de pesquisa e
estrutura curricular
60%
1.1.1
Proposta do Programa (15%)
Articulação, coerência e consistência entre as áreas de
concentração, as linhas de pesquisa, os projetos em
andamento e a estrutura curricular. Realçar a abrangência
da estrutura curricular em consonância com as áreas de
concentração, levando em conta o conjunto das
disciplinas, suas respectivas ementas e bibliografia e o
corpo docente permanente. Informar se o PPG usa
Processos Híbridos de Ensino-Aprendizagem (PHEA) e
como o faz para atingir os objetivos formativos do PPG. A
metodologia de avaliação deste item será a análise
qualitativa de tais aspectos considerando as informações
apresentadas pelo Programa na plataforma Sucupira e
considerando os pressupostos estabelecidos no
documento de Área.
1.1.2. Infraestrutura do Programa (10%)
Infraestrutura do Programa para a condução de suas
atividades de ensino (salas de aula e de reunião, área para
discentes e para docentes, sistemas de vídeoconferência
e ambientes para atividades semipresenciais,
computadores para uso dos discentes, entre outros), de
pesquisa (laboratórios de pesquisa stricto sensu,
principais equipamentos de pesquisa e parque analítico à
disposição,
estrutura
de
informática/softwares
relacionados à proposta e às linhas de pesquisa do
Programa) e de administração, bem como biblioteca
(acervo atualizado, o sítio eletrônico da biblioteca – se
disponível; repositório institucional, se houver, e
respectivo sítio eletrônico), acesso à internet e a bases de
dados (informar se há acesso irrestrito ao portal de
periódicos CAPES). Outros elementos de infraestrutura
(oficinas, núcleos de inovação tecnológica, comissão de
ética em pesquisa, estrutura institucional para descarte e
disposição de resíduos, escritório de relações
internacionais, condições de acessibilidade, entre
outros). A metodologia de avaliação deste item será a
análise qualitativa de tais aspectos, considerando as
informações apresentadas pelo Programa na plataforma
Sucupira.
1.1.3. Perfil, qualidade e gestão do corpo docente (10%)
Avaliação da experiência e compatibilidade do Corpo
Docente Permanente (DP) em relação à sua formação e
atuação científica para atender à proposta curricular, bem
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como assegurar a regularidade e a qualidade das
atividades de ensino, de pesquisa e de orientação. Neste
item, a metodologia consiste em avaliar o número de
docentes permanentes (DP), docentes colaboradores
(DC) e docentes visitantes (DV) pelo indicador ADE (7%).
ADE = %DP = DP/(DP+DC+DV)
OBS.: DP inclui Jovem Docente Permanente (JDP).
O Programa poderá indicar, dentro do Corpo Docente
Permanente (DP), um subconjunto de Jovens Docentes
Permanentes, atendendo aos critérios colocados no
documento de Área. A saída da condição de JDP está
explicitada no documento de Área.
Critérios de credenciamento e descredenciamento dos
docentes (3%)
Será observada a renovação do corpo docente (número de
docentes aposentados no quadriênio, número de novos
DPs incorporados no quadriênio).
1.1.4. Avaliação do equilíbrio quanto à atuação e ao
envolvimento do Corpo de Docentes Permanentes
(25%)
Avaliação do vínculo, da carga horária e da dedicação dos
Docentes Permanentes à Instituição e ao Programa.
Avaliação do número de DPs com participação, como DP,
em outros Programas. Será avaliado o % dos DPs que
atuam como permanente exclusivamente no Programa
(5%).
Deve-se ter um equilíbrio do corpo docente em relação às
atividades de ensino e de orientação. O corpo docente
permanente deve mostrar estabilidade ao longo do
quadriênio. A participação de docentes colaboradores deve
ser justificada pela participação em projetos, linhas de
pesquisa e atividades didáticas do Programa (não somente
pelas publicações). Deve ser evitada a mudança artificial
da categoria do docente (colaborador/permanente)
durante o período da avaliação.
Nos indicadores quantitativos destes subitens que incluem
DP, serão consideradas as situações de Docentes
Permanentes (DP) que estiverem em Licença Parental (LP)
ou Licença Saúde (LS), indicados pelo Programa e mediante
apresentação de documentação comprobatória. Nesses
indicadores, onde constar DP, considerar (DP – LP – LS). Ver
documento de Área para definição e abrangência de LP e LS.
Docentes Permanentes (DPs) que estiverem em Licença
Parental (LP) ou Licença Saúde (LS) devem ser indicados
pelo Programa e apresentar documentação comprobatória
a ser anexada na planilha Excel existente na página da Área.
A metodologia de avaliação deste item contemplará os
seguintes subitens:
a) Distribuição de orientação dos discentes em formação
entre os DPs (4%)
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SO = [(DPs que têm orientações ativas no Programa no
ano (inclui todos DPs, inclusive JDP, LP e LS)/DP]*100
b) Distribuição entre os DPs do número de discentes
titulados (4%)
PSA = (DPs sem titulações de M ou D no ano (exclui
JDP)/(DP – JDP – LP – LS)]*100
c) Equilíbrio do corpo docente permanente na
participação das atividades principais do Programa
(8%)
DP4A = [DPs com as 4 atividades (orientações em
andamento + aulas PG + participação em projetos +
publicações em periódicos)(inclui todos DPs, inclusive
JDP, LP e LS)/DP]*10
d) Distribuição entre os DPs na participação em
disciplinas (2%)
ATI = (número de disciplinas de pós-graduação
ministradas no ano)/DP
e) Participação do corpo docente permanente em
atividades de graduação (2%)
i)
Número de alunos de graduação em atividades de
iniciação científica (IC) ou tecnológica (IT) ou de
extensão em relação ao tamanho do corpo
docente permanente (1%).
NICT = (IC+IT)/DP
ii) Percentual de docentes permanentes que não
ministraram aulas de graduação no ano (1%)
NDISC = (DPs que não ministraram aulas de
graduação/DP)*100
1.2. Princípios, procedimentos e
usos dos resultados da
autoavaliação alinhados ao
planejamento estratégico do
Programa
20%
Exceção: em instituições sem cursos de graduação na
área do Programa, será atribuído peso 0 para NDISC e
peso 2% para NICT.
1.2.1. Estratégias e sistemática de autoavaliação do
Programa (10%)
Estratégias e sistemática de autoavaliação do Programa
(procedimentos e instrumentos usados, incluindo se o
processo faz uso de avaliador externo) (5%).
Avaliação dos procedimentos de autoavaliação quanto à
metodologia usada pelo Programa para monitorar a sua
qualidade, o seu processo formativo (dos alunos e a
formação continuada dos docentes), a produção de
conhecimento (dissertações, teses, publicações) e seu
impacto econômico e social (5%).
1.2.2. Sistemática de disseminação dos resultados,
geração de metas e ações advindas da autoavaliação
(10%)
Contribuição dos resultados da autoavaliação para
melhoria do Programa. Indicar quais os mecanismos e
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como os PPGs usam os resultados da autoavaliação para
melhoria contínua de suas atividades.
A metodologia de avaliação será a análise das ferramentas
e procedimentos do processo de autoavaliação,
considerando as informações apresentadas pelo
Programa na plataforma Sucupira.
1.3. Planejamento estratégico
do Programa em articulação
com
o
Plano
de
Desenvolvimento Institucional
ou equivalente, incluindo as
políticas afirmativas e de
promoção de equidade
20%
1.3.1. Diretrizes e instrumentos empregados pelo
Programa para o seu planejamento estratégico em
articulação com o Plano de Desenvolvimento
Institucional ou equivalente (10%)
Ferramentas e procedimentos utilizados pelo Programa
visando ao seu desenvolvimento futuro, adequação e
melhoria da infraestrutura, aprimoramento de seu corpo
docente permanente, melhoria na formação do discente e
sua produção intelectual. Incluir também a avaliação do
planejamento do Programa de maneira a contemplar os
desafios internacionais na produção do conhecimento.
1.3.2. Implantação, atualização e avaliação de iniciativas
visando à melhoraria do funcionamento do Programa
(10%)
Discorrer sobre como o Programa usa os resultados do
Planejamento para a sua evolução e melhoria contínua.
O Programa deve incluir as estratégias e as suas políticas
afirmativas e de promoção de equidade que são oriundas
de seu planejamento estratégico. Os mecanismos
adotados pelo PPG para o acompanhamento e
aprimoramento das ações afirmativas devem também ser
apresentados.
A metodologia de avaliação será a análise das
ferramentas e procedimentos do processo de
planejamento do PPG considerando as informações
apresentadas pelo Programa na plataforma Sucupira.
2 – Formação e produção intelectual
2.1. Qualidade das teses,
dissertações ou equivalentes e
adequação às áreas de
concentração e linhas de
pesquisa do Programa
30%
2.1.1. Avaliar o número total de dissertações (M) e teses
(D) com aderência às linhas de pesquisa do Programa,
em relação ao tamanho do corpo docente permanente
(10%)
ORI = (M + 2D)/(DP – JDP – LP – LS)
2.1.2. Avaliar o número de publicações científicas com
autoria discente e/ou egresso (titulado nos últimos 5
anos) em veículos qualificados nos estratos superiores
em relação ao número total de dissertações e teses
concluídas (10%).
ATD = (artigos A1 a A4 com coautoria de discentes e/ou
egressos até 5 anos)/(M+2D)
2.1.3. Avaliar a indicação das 5 melhores teses e/ou
dissertações do Programa no quadriênio (nível 3) e suas
respectivas justificativas (até 200 palavras cada).
Critérios: grau de inovação do trabalho e aplicabilidade
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de produtos – tecnológicos, didáticos e publicações
bibliográficas diretamente vinculados ao trabalho de
conclusão (10%).
2.2. Destino e atuação dos
egressos do Programa em
relação à formação recebida
20%
2.2.1. Avaliar o número de mestres e doutores titulados
(nos últimos 10 anos) em atuação em instituições de
ensino superior, instituições de pesquisa, empresas e
órgãos públicos e privados em relação ao número total
de mestres e doutores titulados (nos últimos 10 anos).
Observar a abrangência (regional, nacional e
internacional) e a distribuição da alocação (destino) dos
egressos considerando a coerência com a missão e a
proposta do Programa (10%)
Indicador: % dos M+D titulados nos últimos 10 anos que
atuam nos campos acima em relação ao total de M+D
titulados nos últimos 10 anos.
2.2.2. Avaliar a indicação, pelo Programa, de até 5
destaques dos titulados no Programa em cada uma das
faixas de tempo (2024-2028, 2019-2023 e 2014-2018) e
sua justificativa (10%)
2.3. Qualidade da produção
intelectual de discentes e
egressos do Programa
30%
2.3.1. Avaliar a produção qualificada e a produção total
dos discentes e egressos (titulados até 5 anos) e as
publicações científicas totais dos discentes e egressos
quanto à distribuição nos diferentes estratos (10%)
DPIDE1 = publicações totais (nível 1) com coautoria de
discentes e egressos =
[A1+0,875*A2+0,75*A3+0,625*A4+0,5*min(A5,DP)]/(DP –
JDP – LP – LS)
Obs.= para o cálculo de DPIDE1, adota-se saturação em
A5 (ou seja, se A5 > DP, então A5 = DP), em que A5 é o
número de artigos classificados como A5;
DPTDE1 = publicações totais com coautoria de
discentes e egressos = (artigos completos (periódicos +
anais) + capítulos)/(DP – JDP – LP – LS)
2.3.2. Avaliar o número de publicações científicas
indicadas pelo Programa como as melhores (nível 2). O
programa deve indicar um conjunto de publicações
selecionadas correspondente a uma publicação por
docente permanente por cada ano de atuação como DP
no quadriênio; portanto, máximo de quatro por docente
permanente ao longo do quadriênio, podendo ser, por
exemplo, todas de um mesmo ano do quadriênio) (15%)
DPIDE2 = publicações com discentes e egressos do
nível 2
DPIDE2 =
[A1+0,875*A2+0,75*A3+0,625*A4+0,5*min(A5,DP)] / (DP –
JDP – LP – LS)
Obs.: para o cálculo de DPIDE2, adota-se saturação em A5
(ou seja, se A5 > DP, então A5 = DP), em que A5 é o número
de artigos classificados como A5.
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2.3.3. Avaliar o número de patentes (por organismos
oficiais de propriedade intelectual), com discentes e
egressos (5%)
DPPDE = [5*N(licenciadas) + N(concedidas) +
0,2N(mín(depositadas,DP))]/(DP – JDP – LP – LS)
2.4. Qualidade das atividades
de pesquisa e da produção
intelectual do corpo docente do
Programa
20%
Observação: a mesma patente será computada
(licenciada ou concedida ou depositada) apenas uma
vez no quadriênio em análise.
2.4.1. Avaliar o total de publicações científicas dos DPs
no quadriênio nos diferentes estratos (8%)
DPI = [A1+0,875*A2+0,75*A3+0,625*A4+0,5*min(A5,DP)] /
(DP − JDP – LP – LS) (6%)
Obs.: para o cálculo de DPI, adota-se saturação em A5 (ou
seja, se A5 > DP, então A5 = DP), em que A5 é o número de
artigos classificados como A5;
DPT = trabalhos completos (artigos em periódicos + anais
de eventos + capítulos de livros)/(DP – JDP – LP – LS) (2%)
Obs.: tanto no cálculo de DPI como no cálculo de DPT, a
produção de docente permanente que não tenha coautoria
de discentes ou egressos será contabilizada dividida pelo
número de Programas em que o docente atua como
permanente.
2.4.2. Avaliar a distribuição das publicações científicas
entre o corpo docente permanente (3%)
DPD = % dos docentes permanentes DP com publicações
A1 até A4, no ano (% sobre o DP todo, inclui JDP, LP e LS)
2.4.3. Avaliar a indicação das publicações científicas
indicadas como as melhores pelo Programa (nível
2)(6%)
O Programa deve indicar um conjunto de publicações
selecionadas correspondente a uma publicação por
docente permanente por cada ano de atuação como DP no
quadriênio; portanto, máximo de quatro por docente
permanente ao longo do quadriênio, podendo ser, por
exemplo, todas de um mesmo ano do quadriênio).
DPI2= fórmula do DPI aplicada apenas às publicações
indicadas no nível 2
DPI2 = [A1+0,875*A2+0,75*A3+0,625*A4+0,5*min(A5,DP)]
/ (DP – JDP – LP – LS)
Obs.: para o cálculo de DPI2, adota-se saturação em A5 (ou
seja, se A5 > DP, então A5 = DP), em que A5 é o número de
artigos classificados como A5.
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2.4.4. Avaliar a indicação pelo Programa de até 5
melhores publicações científicas do Programa para
todo o quadriênio (nível 3) e suas respectivas
justificativas (8%)
3 – Impacto (local, regional, nacional, internacional)
3.1. Inserção, visibilidade,
popularização da ciência
35%
3.1.1. Avaliar as ações de visibilidade, divulgação
científica e transparência das atividades e da atuação
do Programa (10%)
Será avaliada sua visibilidade por meio de sua página URL,
que deve estar atualizada, ser apresentada em pelo menos
duas línguas, contendo informações referentes à
coordenação e vice-coordenação, comissões acadêmicas,
editais (incluindo de ingresso), corpo docente, resoluções,
critérios de credenciamento e descredenciamento de
docentes, regimento do Programa, publicações, vídeos,
teses e dissertações, descrição das linhas de pesquisa,
ementas das disciplinas, financiamentos, informação sobre
a situação dos egressos, publicações decorrentes de teses
e dissertações, e informações relevantes adicionais.Indicar
como o PPG contribui para a popularizacao da ciência.
Indicar quais propostas/mecanismos o Programa utiliza
para dar transparência em suas ações e visibilidade dos
produtos gerados.
Recomenda-se, adicionalmente, o uso de redes sociais
para aprimorar as ações de visibilidade, divulgação
científica e transparência das atividades e da atuação do
Programa.
3.1.2. Avaliar indicadores de inserção (local, regional,
nacional e internacional) do Programa, em relação aos
docentes permanentes (25%)
– Experiência internacional na formação e aprimoramento
continuado dos docentes em estágio pós-doutoral,
estágios de pesquisa, entre outros (especificar número de
meses de permanência em instituições no exterior);
– Experiência internacional na formação e aprimoramento
dos discentes em doutorado-sanduíche, estágios de
pesquisa, entre outros (especificar número de meses de
permanência em instituições no exterior);
– Recepção de alunos estrangeiros no PPG;
– Participação em corpo editorial de periódicos científicos
(especificar se editor-chefe ou editor associado);
– Organização de eventos científicos de caráter
internacional e de grandes eventos nacionais
representativos da área, na condição de presidente, vicepresidente, coordenador de comissão científica;
– Coordenação de simpósios/sessões em eventos
científicos/tecnológicos;
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– Colaborações internacionais (docência, consultorias,
visitas);
– Intercâmbios e convênios de cooperação (formais e
apoiados por agências de fomento) caracterizados pela
reciprocidade; cooperação e fomento de instituições
internacionais com intercâmbio de estudantes e docentes;
– Participação do DP em eventos nacionais/internacionais
de relevância para a área como palestrante convidado
(plenária/keynote);
– Presença de doutorandos-sanduíche do exterior,
estrangeiros em estágio pós-doutoral, visitantes
internacionais e pós-doutores estrangeiros no Programa;
– Premiações recebidas por docentes e discentes
vinculados ao Programa;
– Quantidade (e percentual) de produções científicas com
coautoria internacional;
– Bolsas PQ e DT do CNPq, considerando os níveis vigentes
(A,B,C,D,E) (FOR = % de DP com bolsa PQ+DT);
– Atuação direta em agências e órgãos de fomento (como
membro de comitê assessor e/ou decisório);
– Consultoria/assessoria Ad hoc em agências de fomento e
instituições nacionais e internacionais;
– Participações em comitês e diretorias de associações,
conselhos e sociedades nacionais e internacionais de
relevância para a área (como presidente, vice-presidente,
membro de diretoria, delegado, conselheiro entre outros –
não valendo a categoria de associado, afiliado ou membro);
– Atuação como membro de banca internacional de
concurso público e de tese;
– Coordenação/participação de/em projetos de pesquisa
e/ou redes de pesquisa, com financiamento de agências
e/ou empresas nacionais e/ou internacionais;
– Avaliação da capacidade do DP em captação de recursos
de financiamento de pesquisa e desenvolvimento (informar
origem do financiamento, valor captado, DPs envolvidos,
outros envolvidos tais como discentes de pós-graduação e
de graduação, coerência entre o tema e as linhas de
pesquisa do Programa);
Sobre essas atividades, deve ser informado o link que
remeta a algum documento comprobatório da respectiva
atividade e que contenha o período de vigência (que deve
estar dentro do quadriênio).
A metodologia de avaliação deste item será
qualitativa/comparativa considerando as informações
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apresentadas pelo PPG na plataforma Sucupira e no
documento (planilha) anexo da Área.
3.2. Inovação, transferência e
compartilhamento
de
conhecimento
35%
A inserção (local, regional, nacional e internacional) será
relativizada e avaliada de acordo com a missão e perfil dos
Programas
- Outras ações ou indicadores de visibilidade consideradas
pertinentes pelo Programa (descrever e justificar a
relevância)
3.2.1. Descrever os impactos de produtos e/ou serviços
do Programa quanto aos aspectos econômico, social,
cultural e atendimento aos ODS (verificar documento de
Área) (300 palavras). O programa acadêmico deve indicar
10 produtos técnico-tecnológicos (PTTs) no quadriênio,
dentre aqueles considerados válidos pela Área de
Engenharias II, e apresentar a devida justificativa. Caso
o número de PTTs seja menor, a pontuação será dada
proporcionalmente ao número de PTTs indicados
Entre os tipos de PTTs a serem considerados, destacam-se
os seguintes exemplos:
– Convênios e Termos de
estabelecidos com indústrias;
Cooperação
formais
– Registros de softwares no INPI – Instituto Nacional de
Propriedade Industrial;
– Desenvolvimento de protótipos aplicados ao ensino,
pesquisa e extensão;
– Implantação de sistemas de controle e aperfeiçoamentos
em Processos Industriais com participação de discentes
dos PPGs, com aplicação no Brasil e ou no exterior;
– Bolsas disponibilizadas por indústrias aos alunos dos
PPGs e facilidades no desenvolvimento de pesquisas de
interesse da indústria;
– Mecanismos de transferência para a sociedade/setor
produtivo de cada um dos produtos (obs.: mecanismo de
transferência é o modo de operação formal utilizado para
que a sociedade/setor produtivo possa usufruir dos
produtos e tecnologias desenvolvidos no âmbito do
Programa). Exemplos de mecanismo de transferência:
cessão de direitos autorais. As patentes não serão
consideradas neste item;
– Produtos ou serviços pertinentes à Área que foram
considerados potenciais geradores de impacto (obs.:
impacto = resultado, consequências ou benefícios
percebidos pela sociedade/setor produtivo, causado pela
introdução de produtos e tecnologias desenvolvidos no
Programa de pós-graduação);
– Livros técnicos;
– Elaboração de procedimentos técnicos para a utilização
de equipamentos e descrição de processos.
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Para esses PTTs, descrever a relevância, abrangência e
tipo do impacto (local, regional, nacional, internacional).
Por relevância, entende-se o grau de importância que um
grupo ou a sociedade/setor produtivo atribui a algo.
Por impacto, entende-se melhoria de um produto ou
processo; melhoria das vendas ou diversificação de
mercado; novos serviços ou produtos; participação de
entidades sociais no fomento à pesquisa; impactos
ambientais; políticas públicas.
3.3. Impactos do Programa para
a sociedade
30%
3.3.1. Será analisada a atuação do Programa nos
contextos local, regional, nacional e internacional,
considerando os impactos científico e tecnológico
associados, tendo em vista a natureza do Programa.
Avaliar a aplicabilidade, o impacto e o caráter inovador
da produção intelectual do Programa no que se refere ao
avanço do conhecimento da Área, seja em seus aspectos
básicos ou aplicados
Indicadores:
–Patentes (depositadas, concedidas e licenciadas)
(15%):
Número total em cada categoria e %DP com patentes. As
patentes serão consideradas em todo o quadriênio e no
denominador será utilizada a média do valor (DP – JDP – LP
– LS) para os 4 anos do quadriênio.
DPP = [5N(licenciadas) + N(concedidas) +
0.2*N(mín(depositadas, DP))]/DP − JDP – LP – LS)
Observação: a mesma patente será computada
(licenciada ou concedida ou depositada) apenas uma
vez no quadriênio em análise.
– Impacto acadêmico (15%):
índice H (utilizar a base de dados do Scopus) dos DPs;
índice H2 do Programa; Hmédio e Hmediano do Programa;
%DP com H acima de H2.
Nos indicadores quantitativos que incluem (DP – JDP),
serão consideradas também as situações de Docentes
Permanentes (DPs) que estiverem em Licença Parental (LP)
ou Licença Saúde (LS), indicados pelo Programa e
mediante apresentação de documentação comprobatória,
como definido no item 2.1.3.
3.3.2. Descrever Casos de Impacto gerados pelo PPG no
quadriênio em análise, podendo-se selecionar impactos
gerados a partir de produtos intelectuais (bibliográficos,
técnico-tecnológicos), ou processos ou resultados de
projetos (de desenvolvimento, de pesquisa e de
extensão), priorizando-se casos que envolvam
discentes e/ou egressos do PPG, em quantidade
proporcional ao seu tamanho e seguindo o item 3.1 do
Documento de Área.
13
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a) PPG com até 20 DPs: 4 Casos de Impacto
b) PPG com 21 a 60 DPs: O número de Casos de Impacto
corresponde a 20% do número de DPs, arredondando o
resultado para menos quando a casa decimal for menor do
que 5 e arredondando para mais no caso contrário.
c) PPG com mais de 61 (inclusive) DPs: 12 Casos de
Impacto.
Especificamente, os Programas 6 e 7 devem apresentar um
Caso de Impacto adicional ao número de Casos obtidos em
função do seu tamanho.
Para fins de contextualização, é importante compreender
que os impactos não são, geralmente, os próprios produtos
gerados pelo PPG. Produtos são os resultados diretos da
pesquisa, enquanto impactos são os efeitos dos produtos
na economia ou na sociedade.
A metodologia de avaliação deste item será
qualitativa/comparativa considerando as informações
apresentadas pelo PPG na plataforma Sucupira e no
documento anexo (planilha) da Área.
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FICHA DE AVALIAÇÃO – PROGRAMAS
PROFISSIONAIS – ENGENHARIAS II - REFERENTE
AO QUADRIÊNIO 2025-2028
Quesitos / Itens
Peso
Definições e Comentários sobre os Quesito/Itens
1 – Programa
1.1.
Identidade
e
condições
de
funcionamento
do
Programa:
missão,
corpo
docente,
infraestrutura,
articulação entre áreas
de
concentração,
linhas/projetos
de
pesquisa e estrutura
curricular
60% 1.1.1
Proposta do Programa (15%)
Articulação, coerência e consistência entre as áreas de
concentração, as linhas de pesquisa, os projetos em
andamento e a estrutura curricular. Realçar a abrangência da
estrutura curricular em consonância com as áreas de
concentração, levando em conta o conjunto das disciplinas,
suas respectivas ementas e bibliografia e o corpo docente
permanente. Informar se o PPG usa Processos Híbridos de
Ensino-Aprendizagem (PHEA) e como o faz para atingir os
objetivos formativos do PPG.
1.1.2. Infraestrutura do Programa (10%)
Infraestrutura do Programa para a condução de suas
atividades de ensino (salas de aula e de reunião, área para
discentes e para docentes, sistemas de vídeoconferência e
ambientes para atividades semipresenciais, computadores
para uso dos discentes, entre outros), de pesquisa
(laboratórios de pesquisa, parque de equipamentos à
disposição, estrutura de informática/softwares relacionados
à proposta e às linhas de pesquisa do Programa) e de
administração, bem como biblioteca (acervo atualizado, o
sítio eletrônico da biblioteca – se disponível; repositório
institucional, se houver, e respectivo sítio eletrônico), acesso
à internet e a bases de dados (informar se há acesso irrestrito
ao portal de periódicos CAPES). Outros elementos de
infraestrutura (oficinas, núcleos de inovação tecnológica,
comissão de ética em pesquisa, estrutura institucional para
descarte e disposição de resíduos, escritório de relações
internacionais, entre outros).
1.1.3. Perfil, qualidade e gestão do corpo docente (10%)
Avaliação da experiência e compatibilidade do Corpo
Docente Permanente (DP) em relação à sua formação e
atuação científica/tecnológica para atender à proposta
curricular, bem como assegurar a regularidade e a qualidade
das atividades de ensino, de pesquisa e de orientação. É
recomendável a inserção de profissionais externos à
academia desde que atuem, comprovadamente, na(s)
área(s)/linhas do Programa. Neste item, é observado:
Número de docentes permanentes (DP), docentes
colaboradores (DC) e docentes visitantes (DV) (7%).
ADE = %DP = DP/(DP+DC+DV)
OBS.: DP inclui Jovem Docente Permanente (JDP)
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O Programa poderá indicar, dentro do Corpo Docente
Permanente (DP), um subconjunto de Jovens Docentes
Permanentes, atendendo aos critérios colocados no
documento de Área. A saída da condição de JDP está explicitada
no documento de Área.
Critérios de credenciamento e descredenciamento dos
docentes (3%)
Será observada a renovação do corpo docente(número de
docentes aposentados no quadriênio,número de novos DPs
incorporados no quadriênio).
1.1.4. Avaliação do equilíbrio quanto à atuação e ao
envolvimento do Corpo de Docentes Permanentes (25%)
Avaliação do vínculo, da carga horária e da dedicação dos
Docentes Permanentes à Instituição e ao Programa.
Avaliação do número de DPs com participação, como DP, em
outros Programas. (Indicar o % DP que atua como
permanente exclusivamente no Programa) (5%)
Equilíbrio do corpo docente em relação às atividades de
ensino e de orientação. O corpo docente permanente deve
mostrar estabilidade ao longo do quadriênio. A participação
de docentes colaboradores deve ser justificada pela
participação em projetos, linhas de pesquisa e atividades
didáticas do Programa (não somente pelas publicações).
Deve ser evitada a mudança artificial da categoria do
docente (colaborador/permanente) durante o período da
avaliação.
Nos indicadores quantitativos destes subitens que incluem
DP, serão consideradas as situações de Docentes
Permanentes (DP) que estiverem em Licença Parental (LP) ou
Licença Saúde (LS), indicados pelo Programa e mediante
apresentação de documentação comprobatória. Nesses
indicadores, onde constar DP, considerar (DP – LP – LS). Ver
documento de Área para definição e abrangência de LP e LS.
Docentes Permanentes (DPs) que estiverem em Licença
Parental (LP) ou Licença Saúde (LS) devem ser indicados pelo
Programa e apresentar documentação comprobatória a ser
anexada na planilha Excel existente na página da Área.
Aspectos a serem avaliados:
a) Distribuição de orientação dos discentes em formação
entre os DPs (4%)
SO = [(DPs que têm orientações ativas no Programa no ano
(inclui todos DPs, inclusive JDP, LP e LS)/DP]*100
b) Distribuição entre os DPs do número de discentes
titulados (4%)
PSA = (DPs sem titulações de M ou D no ano (exclui JDP, LP
e LS)/(DP – JDP – LP – LS)]*100
c) Equilíbrio do corpo docente permanente na participação
das atividades principais do Programa (10%).
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DP4A = [DPs com as 4 atividades (orientações em
andamento + aulas PG + participação em projetos +
publicações em periódicos/ produção tecnológica)
(inclui todos DPs, inclusive JDP, LP e LS)/DP]*100
d) Distribuição entre os DPs na participação em disciplinas
(2%)
ATI = (número de disciplinas de pós-graduação ministradas no
ano)/DP
1.2.
Princípios,
procedimentos e usos
dos
resultados
da
autoavaliação
alinhados
ao
planejamento
estratégico do Programa
20% 1.2.1. Estratégias e procedimentos de autoavaliação do
Programa (10%)
Estratégias e procedimentos de autoavaliação do Programa
(procedimentos e instrumentos usados, incluindo se o
processo faz uso de avaliador externo) (5%).
Avaliação dos procedimentos de autoavaliação quanto à
metodologia usada pelo Programa para monitorar a sua
qualidade, o seu processo formativo (dos alunos e a formação
continuada dos docentes), a produção de conhecimento
(dissertações, teses, protótipos, transferências de
tecnologia, produtos, publicações) e seu impacto econômico
e social (5%).
1.2.2. Procedimentos de disseminação dos resultados,
geração de metas e ações advindas da autoavaliação
(10%)
1.3.
Planejamento
estratégico do Programa
em articulação com o
Plano
de
Desenvolvimento
Institucional
ou
equivalente, incluindo
as políticas afirmativas
e de promoção de
equidade
Contribuição dos resultados da autoavaliação para melhoria do
Programa. Quais os mecanismos e como o PPG usa os
resultados da autoavaliação para melhoria contínua de suas
atividades e da interação com o setor produtivo e/ou terceiro
setor.
20% 1.3.1 Diretrizes e instrumentos empregados pelo Programa
para o seu planejamento estratégico em articulação com o
Plano de Desenvolvimento Institucional ou equivalente
(10%)
Ferramentas e procedimentos utilizados pelo Programa
visando ao seu desenvolvimento futuro, adequação e
melhoria da infraestrutura, aprimoramento de seu corpo
docente permanente, melhoria na formação discente e sua
produção intelectual e tecnológica. Incluir também a
avaliação do planejamento do Programa de maneira a
contemplar os desafios globais à produção do conhecimento
e de novas tecnologias.
1.3.2. Implantação, atualização e avaliação de iniciativas
visando à melhoraria do funcionamento do Programa
(10%)
Incluir a análise das políticas afirmativas e de promoção de
equidade adotadas pelo PPG a partir de seu planejamento
estratégico. Discorrer sobre como o Programa usa os resultados
do Planejamento para a sua evolução e melhoria contínua.
2 – Formação e produção intelectual
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2.1. Qualidade das
teses,
dissertações,
produtos tecnológicos
ou
equivalentes
e
adequação às áreas de
concentração e linhas
de
pesquisa
do
Programa
30% 2.1.1. Avaliar o número total de dissertações (M) e teses (D)
com aderência às linhas de pesquisa do Programa, em
relação ao tamanho do corpo docente permanente (10%)
ORI = (M + 2D)/(DP – JDP – LP – LS)
2.1.2. Avaliar o número de publicações científicas e de
produtos tecnológicos (PTs) com autoria discente e/ou
egresso (titulado nos últimos 5 anos) em veículos
qualificados nos estratos superiores em relação ao número
total de dissertações e teses concluídas (10%)
ATD = (artigos A1 a A4 com coautoria de discentes e/ou
egresso até 5 anos)/(M+2D)(3%)
e
IPT = (PTs PT1 a PT4 com coautoria de discentes e/ou egresso
até 5 anos)/(M+2D) (7%)
Entende-se por Produto Tecnológico (PT) os protótipos (PP), as
tecnologias transferidas para o setor produtivo (TT) e os
projetos de P&D com participação da indústria (P&DI), entre
outros produtos gerados no PPG que influenciam o setor
produtivo. As patentes não serão computadas neste item. O PT
será classificado considerando seus impactos na sociedade,
aplicabilidade, grau de inovação e complexidade. Tais
conceitos podem ser encontrados em documento oriundo de
Grupo de Trabalho da Capes: https://www.gov.br/capes/ptbr/centrais-de-conteudo/10062019-producao-tecnica-pdf)
2.1.3. Avaliar a indicação das 5 melhores dissertações, teses
ou produtos de conclusão equivalentes do Programa no
quadriênio (nível 3) e suas respectivas justificativas (até 200
palavras cada). Critérios: grau de inovação do trabalho e
aplicabilidade dos produtos tecnológicos e/ou publicações
bibliográficas diretamente vinculados ao trabalho de
conclusão (10%)
2.2. Destino e atuação
dos
egressos
do
Programa em relação à
formação recebida
20% 2.2.1. Avaliar o número de mestres e doutores titulados (nos
últimos 10 anos) em atuação em instituições de ensino
superior, instituições de pesquisa, empresas e órgãos
públicos e privados em relação ao número total de mestres e
doutores titulados (nos últimos 10 anos). Observar a
abrangência (regional, nacional e internacional) e
distribuição da alocação (destino) dos egressos
considerando a coerência com a missão e a proposta do
Programa (10%)
Indicador: % dos M+D titulados nos últimos 10 anos que
atuam nos campos acima em relação ao total de M+D
titulados nos últimos 10 anos.
2.2.2. Avaliar a indicação, pelo Programa, de até 5 destaques
dos titulados no Programa em cada uma das faixas de tempo
(2025-2028; 2021-2024 e 2017-2020) e sua justificativa (10%).
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2.3.
Qualidade
da
produção intelectual e
tecnológica
de
discentes e egressos do
Programa
30% 2.3.1. Avaliar a produção qualificada e a produção total dos
discentes e egressos (titulados até 5 anos) e as publicações
científicas e produtos tecnológicos dos discentes e
egressos quanto à distribuição nos diferentes estratos do
Qualis e Produtos Tecnológicos (10%)
Publicações e produtos tecnológicos do PPG (nível 1) com
coautoria de discentes e egressos
DPIDE1= [A1+0,875*A2+0,75*A3+0,625*A4+0,5*min(A5,DP) /
(DP – JDP – LP –LS) (2%)
em que A5 é o número de artigos classificados como A5;
DPIDEPT1 = [PT1 + 0,875*PT2 + 0,75*PT3 + 0,625*PT4 +
0,5*min(PT5,DP)]/(DP – JDP – LP – LS) (5%)
Obs.: para o cálculo de DPIDE1 e DPIDEPT1, adota-se
saturação em A5 e PT5 (ou seja, se A5 ou PT5 > DP, então A5
ou PT5 = DP), respectivamente;
DPTDE1 = produção total com coautoria de discentes e
egressos = (artigos completos (periódicos + anais) +
capítulos + PT)/(DP – JDP – LP – LS) (3%)
2.3.2. Avaliar o número de produções indicadas pelo
Programa como as melhores (nível 2). O Programa deve
indicar um conjunto de produções selecionadas
correspondente a uma produção por docente permanente
por cada ano de atuação como DP no quadriênio; portanto,
máximo de quatro por docente permanente ao longo do
quadriênio, podendo ser todas de um mesmo ano do
quadriênio) (10%)
Produções e produtos tecnológicos do PPG do nível 2 com
discentes e egressos
DPIDE2= [A1+0,875*A2+0,75*A3+0,625*A4+0,5*min(A5,DP) /
(DP – JDP – LP – LS) (3%)
em que A5 é o número de artigos classificados como A5;
DPIDEPT2 = [PT1 + 0,875*PT2 + 0,75*PT3 + 0,625*PT4 +
0,5*min(PT5,DP)]/(DP – JDP – LP – LS) (7%)
Obs.: para o cálculo de DPIDE2 e DPIDEPT2, adota-se
saturação em A5 e PT5 (ou seja, se A5 ou PT5 > DP, então A5
ou PT5 = DP), respectivamente;
2.3.3. Avaliar o número de patentes (por organismos oficiais
de propriedade intelectual), com discentes e egressos (10%)
DPPDE
=
[5*N(licenciadas)
+
N(concedidas)
0,2N(mín(depositadas,DP))]/(DP – JDP – LP - LS)
+
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2.4. Qualidade das
atividades de pesquisa e
da produção intelectual
e tecnológica do corpo
docente do Programa
20% 2.4.1. Avaliar o total de publicações científicas e produtos
tecnológicos dos DPs no quadriênio nos diferentes estratos
(6%)
DPI=[A1+0,875*A2+0,75*A3+0,625*A4+0,5*min(A5,DP)]/(DP
– JDP – LP – LS) (2%)
em que A5 é o número de artigos classificados como A5;
DPIPT = [PT1 + 0,875*PT2 + 0,75*PT3 + 0,625*PT4 +
0,5*min(PT5,DP)]/(DP – JDP – LP – LS) (2%)
Obs.: para o cálculo de DPI e DPIPT, adota-se saturação em
A5 e PT5 (ou seja, se A5 ou PT5> DP, então A5 ou PT5 = DP),
respectivamente;
DPT = produção total do PPG(2%)= (artigos completos
(periódicos + anais) + capítulos + PT)/(DP – JDP – LP – LS)
Obs.: nos cálculos de DPI, DPIPTe DPT, a produção científica
e tecnológica de docente permanente que não tenha
coautoria de discentes ou egressos será contabilizada
dividida pelo número de Programas em que o docente atue
como permanente.
2.4.2. Avaliar a distribuição das publicações científicas e/ou
produtos tecnológicos entre o corpo docente permanente
(2%)
DPD = docentes permanentes com publicações A1 até A4
e/ou de produtos tecnológicos PT1 até PT4 no ano (inclui todos
DP, inclusive JDP, LP e LS)/DP]*100
2.4.3. Avaliar a indicação das publicações científicas e
produtos tecnológicas indicados como as melhores pelo
Programa (nível 2)(6%)
O Programa deve indicar um conjunto de publicações e
produtos tecnológicos selecionados correspondente a uma
publicação por docente permanente por cada ano de atuação
como DP no quadriênio; portanto, máximo de quatro por
docente permanente ao longo do quadriênio, podendo ser
todas de um mesmo ano do quadriênio).
Fórmulas DPI e DPIPT2 aplicadas apenas às publicações
indicadas no nível 2
DPI2=[A1+0,875*A2+0,75*A3+0,625*A4+0,5*min(A5,DP)]/(DP
– JDP – LP – LS)]
em que A5 é o número de artigos classificados como A5;
DPIPT2 = [PT1 + 0,875*PT2 + 0,75*PT3 + 0,625*PT4 +
0,5*mín(PT5,DP)]/(DP – JDP – LP – LS)]
Obs.: para o cálculo de DPI2 e DPIPT2, adota-se saturação em
A5 e PT5 (ou seja, se A5 ou PT5 > DP, então A5 ou PT5 = DP),
respectivamente;
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2.4.4. Avaliar a indicação pelo Programa das 5 melhores
publicações científicas e/ou produtos técnicos do Programa
para todo o quadriênio (nível 3) e suas respectivas
justificativas (6%)
3 – Impacto (local, regional, nacional, internacional)
3.1.
Inserção,
visibilidade,
popularização
da
ciência
35% 3.1.1. Avaliar as ações de visibilidade, divulgação científica
e transparência das atividades e da atuação do Programa
(10%)
Será avaliada sua visibilidade por meio de sua página URL,
que deve estar atualizada, ser apresentada em pelo menos
duas línguas, contendo informações referentes à
coordenação e vice-coordenação, comissões acadêmicas,
editais (incluindo de ingresso), corpo docente, resoluções,
critérios de credenciamento e descredenciamento de
docentes, regimento do Programa, publicações, vídeos, teses
e dissertações, ou produtos equivalentes, descrição das
áreas e das linhas de pesquisa, ementas das disciplinas,
financiamentos, informação sobre a situação dos egressos,
publicações decorrentes de teses e dissertações ou produtos
equivalentes, e informações relevantes adicionais.Indicar
como o PPG contribui para a popularização da ciência
(jornalismo científico/tecnológico). Indicar quais propostas/
mecanismos o Programa utiliza para dar transparência em
suas ações e visibilidade dos produtos gerados.
Recomenda-se, adicionalmente, o uso de redes sociais para
aprimorar as ações de visibilidade, divulgação científica e
transparência das atividades e da atuação do Programa.
3.1.2. Avaliar indicadores de inserção (local, regional,
nacional e internacional) do Programa, em relação aos
docentes permanentes (25%)
– Experiência internacional na formação e aprimoramento
continuado dos docentes em estágio pós-doutoral, estágios
de pesquisa, entre outros (especificar número de meses de
permanência em instituições no exterior);
– Experiência internacional na formação e aprimoramento dos
discentes em doutorado-sanduíche, estágios de pesquisa,
entre outros (especificar número de meses de permanência
em instituições no exterior);
– Participação em corpo editorial de periódicos científicos
e/ou revistas técnicas (especificar se editor-chefe ou editor
associado);
– Organização de eventos científicos e/ou tecnológicos de
caráter internacional e de grandes eventos nacionais
representativos da Área, na condição de presidente, vicepresidente, coordenador de comissão científica/tecnológica;
– Coordenação de simpósios/sessões
científicos/tecnológicos;
em
eventos
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– Colaborações locais/ regionais/ nacionais/ internacionais
(docência, consultorias, visitas);
– Intercâmbios e convênios de cooperação (formais e
apoiados por agências de fomento) caracterizados pela
reciprocidade; cooperação e fomento de instituições
locais/regionais/nacionais/internacionais com intercâmbio
de discentes e docentes;
– Participação do DP em eventos nacionais/internacionais de
relevância para a Área como palestrante convidado
(plenária/keynote);
– Presença de mestrandos/doutorandos, de pesquisadores
em estágio pós-doutoral e de pesquisadores visitantes de
outras IES (nacionais e/ou internacionais) no Programa;
– Premiações recebidas por docentes e discentes vinculados
ao Programae por egressos do Programa;
–
Quantidade
(e
percentual)
de
produções
científicas/tecnológicas com coautoria internacional;
– Bolsas PQ e DT do CNPq, considerando os níveis vigentes
(A,B,C,D,E) (FOR = % de DP com bolsa PQ+DT);
– Atuação direta em agências e órgãos de fomento (como
membro de comitê assessor e/ou decisório);
– Consultoria/assessoria ad hoc em agências de fomento e
instituições nacionais e internacionais;
– Participações em comitês e diretorias de associações,
conselhos, agências de fomento e sociedades nacionais e
internacionais de relevância para a Área (como presidente,
vice-presidente, membro de diretoria, delegado, conselheiro
entre outros – não valendo a categoria de associado, afiliado
ou membro);
– Atuação como membro de banca internacional de concurso
público e de tese;
– Coordenação de projetos de pesquisa e/ou redes de
pesquisa, com financiamento de agências e/ou empresas;
– Avaliação da capacidade do DP em captação de recursos de
financiamento de pesquisa e desenvolvimento (informar
origem do financiamento, valor captado, DPs envolvidos,
outros envolvidos tais como discentes de pós-graduação e de
graduação, coerência entre o tema e as linhas de pesquisa do
Programa);
Sobre as atividades acima, deve ser informado o link que
remeta a algum documento comprobatórioda respectiva
atividade e que contenha o período de vigência (que deve estar
dentro do quadriênio).
A avaliação deste item será qualitativa/comparativa.
A inserção (local, regional, nacional e internacional) será
relativizada e avaliada de acordo com a missão e perfil dos
Programas.
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- Outras ações ou indicadores de visibilidade consideradas
pertinentes pelo Programa (descrever e justificar a relevância).
3.2.
Inovação,
transferência
e
compartilhamento de
conhecimento
35% 3.2.1. Descrever os impactos de produtos e/ou serviços do
Programa quanto aos aspectos econômico, social, cultural
e e atendimento aos ODS (verificar documento de Área) (300
palavras). O Programa Profissional deve indicar 20 produtos
técnico-tecnológicos (PTTs) no quadriênio, dentre aqueles
considerados válidos pela Área de Engenharias II, e
apresentar a devida justificativa. Caso o número de PTTs
seja menor, a pontuação será dada proporcionalmente ao
número de PTTs indicados
Entre os tipos de PTTs a serem considerados, destacam-se os
seguintes exemplos:
– Convênios e Termos de Cooperação formais estabelecidos
com indústrias;
– Registros de softwares no INPI – Instituto Nacional de
Propriedade Industrial;
– Desenvolvimento de protótipos aplicados ao ensino,
pesquisa e extensão;
– Implantação de sistemas de controle e aperfeiçoamentos
em Processos Industriais com participação de discentes dos
PPGs, com aplicação no Brasil e ou no exterior;
– Bolsas disponibilizadas por indústrias aos alunos dos PPGs e
facilidades no desenvolvimento de pesquisas de interesse da
indústria;
– Mecanismos de transferência para a sociedade/setor
produtivo de cada um dos produtos (obs.: mecanismo de
transferência é o modo de operação formal utilizado para que
a sociedade/setor produtivo possa usufruir dos produtos e
tecnologias desenvolvidos no âmbito do Programa). Exemplos
de mecanismo de transferência: cessão de direitos autorais.
As patentes não serão consideradas neste item;
– Produtos ou serviços pertinentes à área que foram
considerados potenciais geradores de impacto (obs.: impacto
= resultado, consequências ou benefícios percebidos pela
sociedade/setor produtivo, causado pela introdução de
produtos e tecnologias desenvolvidos no Programa de pósgraduação);
– Livros técnicos;
– Elaboração de procedimentos técnicos para a utilização de
equipamentos e descrição de processos.
Para esses PTTs, descrever a relevância, a abrangência e o
tipo do impacto (local, regional, nacional, internacional).
Por relevância, entende-se o grau de importância que um
grupo ou a sociedade/setor produtivo atribui a algo.
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Por impacto, entende-se melhoria de um produto ou processo;
melhoria das vendas ou diversificação de mercado; novos
serviços ou produtos; participação de entidades sociais no
fomento à pesquisa; impactos ambientais; políticas públicas.
3.3.
Impactos
Programa
para
sociedade
do
a
30% 3.3.1. Será analisada a atuação do Programa nos contextos
local, regional, nacional e internacional, considerando os
impactos científico e tecnológico associados, tendo em
vista a natureza do Programa. Avaliar a aplicabilidade, o
impacto e o caráter inovador da produção
intelectual/tecnológica do Programa no que se refere ao
avanço do conhecimento da área, seja em seus aspectos
básicos ou aplicados
– Patentes (depositadas, concedidas e licenciadas) (14%):
Número total em cada categoria e %DP com patentes. As
patentes serão consideradas em todo o quadriênio e no
denominador será utilizada a média do valor (DP – JDP) para
os 4 anos do quadriênio.
DPP
=
[5N(licenciadas)
+
N(concedidas)
0.2*N(mín(depositadas, DP))]/(DP−JDP– LP – LS) (10%)
+
DPPSP = Patentes depositadas em parceria/coautoria com o
setor produtivo/patentes totais depositadas (4%)
–Índice H (2%):
índice H (utilizar a base de dados do Scopus) dos DPs; índice
H2 do programa; Hmédio e Hmediano do Programa; %DP com
H acima de H2.
– ProdutosTecnológicos (14%):
Considerando o total de protótipos, número de tecnologias
transferidas para o setor produtivo e projetos de P&D com
participação da indústria.
NPT = Produtos tecnológicos totais/(DP – JDP – LP – LS)
3.3.2. Descrever Casos de Impacto gerados pelo PPG no
quadriênio em análise, podendo-se selecionar produtos
intelectuais
(bibliográficos,
técnico-tecnológicos),
processos e resultados de projetos (de desenvolvimento, de
pesquisa e de extensão), priorizando-se casos que envolvam
discentes e/ou egressos do PPG, em quantidade
proporcional ao seu tamanho e seguindo o item 3.1 do
Documento de Área.
a) PPG com até 20 DPs: 4 Casos de Impacto
b) PPG com 21 a 60 DPs: O número de Casos de Impacto
corresponde a 20% do número de DPs, arredondando o
resultado para menos quando a casa decimal for menor do que
5 e arredondando para mais no caso contrário.
c) PPG com mais de 61 (inclusive) DPs: 12 Casos de Impacto.
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Especificamente, os Programas 6 e 7 devem apresentar um
Caso de Impacto adicional ao número de Casos obtidos em
função do seu tamanho.
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