Projeto Pedagógico - Matriz 2019

Projeto Pedagógico - Matriz 2019

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PROJETO PEDAGÓGICO ENGENHARIA DE AGRIMENSURA E CARTOGRÁFICA.pdf
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                    MINISTÉRIO DA EDUAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS AGRÁRIAS

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
DE ENGENHAROA DE
AGRIMENSURA E CARTOGRÁFICAE
CARTOGRÁFICA

RIO LARGO/AL - 2019

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
CAMPUS DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS AGRÁRIAS

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA DE AGRIMENSURA E CARTOGRÁFICA
Projeto pedagógico atualizado para
fins
de:
Renovação
de
reconhecimento (Sinaes), inserção
das Atividades Curriculares de
Extensão (ACE) e adequação às
Diretrizes Curriculares Nacionais
(DCN) de 2019.

Reitora
Prof.ª Dr.ª Maria Valéria Costa Correia
Vice-reitor
Prof. Dr. José Vieira da Cruz

Diretor do Campus
Prof. Dr. Gaus Silvestre de Andrade
Lima
Vice-Diretora do Campus
Prof.ª Dr.ª Rosa Lira

Pró-Reitora de Graduação
Prof.ª Dr.ª Sandra Regina Paz da Silva

Coordenadoria de Programas Especiais da
PROGRAD
Prof.ª Dr.ª Edna Cristina
do Prado

Responsável pela Revisão do Projeto
Pedagógico
Ivonildo Lima

Comissão de Elaboração do Projeto –
de Eng. de Agrimensura e
Cartográfica do CECA
Prof. MSc. Juciela Cristina dos Santos.
Prof.ª Dr.ª Rosilene Mendonça Nicácio.
Prof.ª Dr.ª Fabiane da Silva Queiroz.
Prof.ª Dr.ª Rafaela Faciola Coelho de
Souza.
Prof.ª Dr.ª Regla Toujaguez L.R.
Massahud.
Coordenadora do Curso.

CCG/PROGRAD Prof.ª MSc. Michelle Adelino Cerqueira
Vice-Coordenadora do Curso.

Antecedentes do curso:
Curso autorizado pela resolução nº 38/99-CEPE/UFAL de 14/06/1999
Início em: ano letivo de 2000
Reconhecimento do curso: portaria nº 3574 do INEP/MEC, de 17/10/2005
Última visita- INEP/MEC: Agosto, 2014

Rio Largo – Alagoas 2019

COORDENADOR DO CURSO DE ENGENHARIA DE AGRIMENSURA E
CARTOGRÁFICA
Prof.ª Dra. Regla Toujaguez La Rosa Massahud;

VICE-COORDENADOR DO CURSO DE ENGENHARIA DE AGRIMENSURA
E CARTOGRÁFICA
Prof.ª MSc. Michelle Adelino Cerqueira

DIRETOR DO CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
Prof. Dr. Gaus Silvestre de Andrade Lima

VICE-DIRETORA
Prof.ª Dra. Rosa Cavalcante Lira

COLEGIADO DO CURSO EM 2019
Membros Docentes Titulares
Profa. Dra. Regla Toujaguez La Rosa Massahud (Coordenadora)
Profa. MSc. Michelle Adelino Cerqueira (Vice coordenadora)
Prof.ª Dra. Rosilene Mendonça Nicácio Jiménez
Prof. Dr. Cícero Rita da Silva
Prof. Dr. Henrique Revi Rocha de C. Almeida

Membros Docentes Suplentes
Prof. Dr. Arthur Costa Falcão Tavares
Prof.ª Fabiane da Silva Queiroz
Prof.ª Rafaela Faciola Coelho de Souza
Prof. Luiz Tarcísio Gomes Martins
Prof.ª Jerusa Góes Aragão Santana

Membros Técnicos Administrativos
Renato Teixeira de Araujo Guimarães
Lauristela da Silva Hermógenes

Membros Discentes
Rayanne Gomes Fontes Batinga
Ana Beatriz Silva de Andrade

Colaboradores na atualização deste documento
Profa. MSc. Juciela Cristina dos Santos
Prof. MSc. Almair Camargos

SUMÁRIO

1.APRESENTAÇÃO ........................................................................................................ 9
1.1 Contextualização ..................................................................................................... 9
1.2 Contextualização regional e local ......................................................................... 11
1.3 Histórico do Curso ................................................................................................ 14
2.IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ................................................................................. 16
2.1 Dados de identificação do curso ........................................................................... 16
2.1.2. Justificativa.................................................................................................... 18
2.2 CONCEPÇÃO ...................................................................................................... 19
2. 3 OBJETIVOS ........................................................................................................ 20
2.3.1 Objetivo Geral ................................................................................................ 20
2.3.2 Objetivos Específicos ..................................................................................... 20
2.4. PERFIL E COMPETÊNCIA PROFISSIONAL DO EGRESSO......................... 21
2.4.1 Perfil Específico do Engenheiro Agrimensor e Cartógrafo ........................... 23
2.4.2 Competências profissionais do Engenheiro Agrimensor e Cartógrafo .......... 24
3. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA ......................................................................... 25
3.1 Colegiado do Curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica Bacharelado 25
3.1.1 Coordenador do Curso ................................................................................... 27
3.2 Núcleo Docente Estruturante (NDE) .................................................................... 27
3.2.1 Composição atual do Núcleo Docente Estruturante (NDE): Portaria Nº 223,
DE 09 DE AGOSTO DE 2018) .............................................................................. 29
3.3 Quadro docente e técnico ...................................................................................... 29
3.3.1 Docentes ......................................................................................................... 29
3.3.2 Técnicos ......................................................................................................... 30
4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ............................................................................ 31
4.1 Proposta curricular ................................................................................................ 31
4.1.1 Transversalidade e Interdisciplinaridade ........................................................ 36
4.1.2 Educação em Direitos Humanos .................................................................... 37
4.1.3 Educação para as Relações Étnico Raciais .................................................... 38
4.1.4 Educação Ambiental ...................................................................................... 38
4.1.5 Atividades Curriculares de Extensão – ACE ................................................. 39
4.1.6 Atividades Complementares e Flexíveis. ....................................................... 61

4.1.7 Matriz Curricular .......................................................................................... 64
4.1.7.1 Disciplinas Eletivas do Curso ..................................................................... 66
4.1.7.2 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ..................................................... 67
4.1.7.3 Estágio Supervisionado ............................................................................. 68
4.1.7.4 Disciplina de Libras como Eletiva .............................................................. 70
4.1.7.5 Flexibilização Curricular ............................................................................. 70
4.1.7.6. Ementas das disciplinas do curso ............................................................... 72
4.1.7.7 Disciplinas Equivalentes no trânsito do PPC anterior para o atual ........... 133
5. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ................................ 135
5.1 Inovação e Qualificação ...................................................................................... 135
5.2 Internacionalização ............................................................................................. 135
5.3 A Responsabilidade Social ................................................................................. 136
5.4 Acessibilidade ..................................................................................................... 137
5.4.1 Núcleo de Acessibilidade (NAC) ................................................................. 138
5.5 Inclusão e Política de Cotas ................................................................................ 139
5.6 Apoio Discente.................................................................................................... 139
5.6.1 Apoio Acadêmico......................................................................................... 139
5.6.2 Apoio Estudantil ........................................................................................... 140
5.7 Integração entre ensino, pesquisa e extensão ...................................................... 141
5.7.1 Política de Extensão ..................................................................................... 141
5.7.1.1 Programa: AGRIMENSURA, CIÊNCIA E SOCIEDADE....................... 142
5.7.2 Política de Pesquisa ...................................................................................... 149
5.7.2.1 A estrutura das pesquisas na Unidade ....................................................... 149
6. METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM ........................................ 151
6.1 Tecnologias de informação e comunicação no processo de ensino aprendizagem
................................................................................................................................... 151
7. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM .................................................................. 152
8. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO E
APRENDIZAGEM ....................................................................................................... 154
9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO .................................................................................. 155
9.1

Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) ........................................ 155

9.2 Avaliação Institucional do curso ......................................................................... 156
9.2
10.
10.1

Avaliação dos Docentes pelos Discentes ....................................................... 157
INFRAESTRUTURA ........................................................................................ 158
Salas de Aula e Auditório .............................................................................. 159

10.2 Laboratórios de Topografia............................................................................... 159

10.3 Laboratório de Geologia e Recursos Naturais .................................................. 160
10.4 Laboratório de Cadastro e Informações Territoriais ......................................... 160
10.5 Laboratório de Informática para Graduação ..................................................... 160
10.6 Sala de Desenho ................................................................................................ 161
10.7 Auditórios ......................................................................................................... 161
10.8 Secretaria de Graduação .................................................................................. 161
10.9 Salas de Permanência para Docentes ................................................................ 161
10.10 Bibliotecas....................................................................................................... 161
10.10.1 Biblioteca Central ..................................................................................... 161
10.10.2 Biblioteca Setorial do CECA ................................................................... 162
11. REFERÊNCIAS ..................................................................................................... 163
12. ANEXOS ................................................................................................................ 167

1.APRESENTAÇÃO
1.1 Contextualização
Agrimensura, em sua forma elementar, é tão antiga como a história da
civilização. Investigações realizadas pelos arqueólogos mostram que os babilônios
praticavam a Agrimensura em suas obras há cerca de 2.500 a.C., conforme registros
achados em argila, onde se faz referência aos levantamentos das cidades, que tinham
traçados de ruas e construções de estradas. Os mesmos registros mostram que o rei
Nabucodonosor construiu, dentre outras, o maior reservatório de que se tem
conhecimento na história (CORRÊA, 2019).
Heródoto faz referência ao uso da Agrimensura em 1.400 a.C. no Egito. Os
gregos nos legaram várias obras de aplicação da topografia, como o traçado de cidades
com suas sólidas construções, a exemplo de teatros para 5.000 espectadores e ruas com
divisão entre as casas, como a cidade de Ampurias do III século a.C.
A contribuição dos Romanos na aplicação da Agrimensura é muito vasta:
construção de estradas, edifícios públicos destinados aos jogos e traçado das cidades
por coordenadas retangulares, onde os técnicos em topografia da época usavam a
Groma para medir ângulo de 90o.
Ainda pode-se destacar a aplicação da Agrimensura nas atividades dos povos
indígenas das Américas, como demonstram as ruínas de Machu Picchu (Peru), bem
como registros construtivos na Guatemala e no México.
No Brasil, a primeira tentativa de levantamento sistemático remonta a 1873,
com a criação da Comissão da Carta Geral do Império. Em 1896, decidiu-se pela
elaboração da Carta Geral do Brasil, a cargo do Estado-Maior do Exército. Em 1936
foi criado o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na época,
preocupado com questões geográficas e estatísticas. Em 1944 foi constituído no IBGE,
o Conselho Nacional de Geografia (CNG), contendo uma divisão de Geodésia e
Topografia.
Desta forma, percebe-se que a necessidade em conhecer, ocupar e
explorar o território está presente na história humana. Nesta esfera, destaca-se a
preocupação em representar graficamente a superfície terrestre.
O curso superior de Engenharia de Agrimensura é relativamente novo no país.
Foi instituído no Brasil pela Lei nº 3.144 de 20 de maio de 1957 no governo de

Juscelino Kubitscheck e regulamentada pelo decreto nº 53.943 de 03/06/64, que
confere, em seu art.3º a seu concluinte o título de Engenheiro Agrimensor.
A primeira escola de formação de Eng. Agrimensores no Brasil foi estruturada
em Araraquara (SP). Atualmente, existem no Brasil 21 escolas que ministram o Curso
Superior em Engenharia de Agrimensura / Engenharia Cartográfica / Engenharia de
Agrimensura e Cartográfica / Engenharia Cartográfica e de Agrimensura, a saber:
01- Universidade Federal de Viçosa – UFV (MG);
02- Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro – UFRRJ (RJ);
03- Faculdade de Engenharia de Minas Gerais – FEAMIG (MG);
04- Universidade Federal do Piauí – UFPI (PI);
05- Universidade Federal da Bahia – UFBA (BA);
06- Universidade Federal de Alagoas – UFAL (AL);
07- Universidade Federal do Pampa – UNIPAMPA (RS);
08- Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais – IF
Sul De Minas (MG);
09- Escola de Engenharia de Agrimensura – EEA (BA);
10- Faculdades Integradas de Araraquara – FIAR (SP);
11- Faculdade de Engenharia e Agrimensura de Pirassununga – FEAP (SP);
12- Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC (SC);
13- Universidade Federal do Paraná – UFPR (PR);
14- Universidade Estadual do Rio de Janeiro – UERJ (RJ);
15- Universidade Federal de Pernambuco – UFPE (PE);
16- Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – UNESP (SP);
17- Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (RS);
18- Instituto Militar de Engenharia – IME (RJ);
19- Universidade Federal de Uberlândia – UFU (MG);
20- Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS (RS);
21- Universidade Federal Rural da Amazônia – UFRA (PA);

A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito
Público – Federal, CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival de Melo
Mota, S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de Alagoas,

CEP 57.072-970, além de uma Unidade Educacional (UE) em Rio Largo, município
da região metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do
agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia
(1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição
federal de educação superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e extensão,
vinculada ao Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia assegurada
pela Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional –
Lei 9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. Simões, em
Maceió, onde são ofertados 102 cursos de graduação. O processo de interiorização,
iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de Arapiraca e
com Unidades Educacionais em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa e a oferta de 23
cursos. Em 2010, chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro Gouveia e uma Unidade
Educacional em Santana do Ipanema e a oferta de 08 cursos, todos presenciais.
Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de Educação à
Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB. A pós-graduação
contribui com 31 programas de Mestrado e 09 de Doutorado, além dos cursos de
especialização nas mais diferentes áreas do conhecimento.
A pesquisa conta com a participação de mais de 60 grupos nas mais diversas
áreas do conhecimento da UFAL. E a extensão conta hoje com 10 Programas que, em
sintonia com os Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação, atendem as demandas
sociais de cada área (UFAL, 2019).
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo seletivo
através do ENEM e da plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada).

1.2 Contextualização regional e local
Dentre os cinco cursos de Eng. de Agrimensura instalados na região Nordeste, o
curso da UFAL, no município de Rio Largo, se encontra a aproximadamente 237 km do
seu homólogo mais próximo (UFPE), em Recife, capital do estado de Pernambuco.
Recife, capital que concentra o aglomerado urbano mais rico do Nordeste, constitui polo
industrial da região Nordeste, sediando instituições como a Sudene (Superintendência do

Desenvolvimento do Nordeste), a Eletrobras Chesf (Companhia Hidrelétrica do São
Francisco) e o Comando Militar do Nordeste (WIKIPÉDIA, 2019).
Portanto, Recife e o estado de Pernambuco como um todo têm capacidade de
absorver, desde a sua criação em 1970 no Centro de Tecnologia de Geociências (CTG),
grande número de profissionais Engs. Cartógrafos e Agrimensores. Capazes de mapear,
planejar e gerir um território bastante afetado pelo crescimento antrópico desordenado.
Dessa forma, se justifica no estado próximo, Alagoas, a criação também de um curso de
Eng. de Agrimensura (adequação do nome, em fase de homologação). Neste caso que
atendesse as demandas desse Estado.
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km2, o Estado de Alagoas é composto
por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e Sertão alagoano)
e 13 microrregiões. De acordo com o Censo de 2010 do IBGE, apresentava população
residente 3.120.922 habitantes, sendo 73,64% em meio urbano.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas apresentadas
pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado em suas micro e
mesorregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma oferta acadêmica que
respeita as características econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas
unidades instaladas em cidades polo (Maceió, Arapiraca e Delmiro Gouveia)
consideradas fomentadoras do desenvolvimento local.
Com a interiorização a UFAL realiza cobertura universitária significativa em
relação à demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas, à exceção
do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus no município de Porto Calvo se
encontra em tramitação na SESu//MEC.

A UFAL no contexto econômico do Estado de Alagoas

Com relação ao papel da UFAL no contexto econômico do Estado de Alagoas,
cabe dizer que os campi da UFAL ao longo do estado tem promovido evidente
crescimento socioeconômico nas cidades onde foram instalados. Não apenas no quesito
socioeducativo, mas também no incremento da oferta de serviços e na Agropecuária, nas
cidades Polo: Maceió, Arapiraca, Palmeira dos Índios e, Delmiro Gouveia.
O PIB per capita do Estado em 2009 era de R$ 6.728,00, sendo o setor de serviços
o mais importante na composição do valor agregado da economia, com participação de
72 %. Os restantes 28% estão distribuídos em atividades agrárias – tradicionalmente

policultura no Agreste, pecuária no Sertão e, cana-de-açúcar na Zona da Mata. Além do
turismo, aproveitando o grande potencial da natureza do litoral.
De maneira geral os PIBs setoriais, brasileiro e alagoano, são caracterizados por
estruturas onde o setor de serviços apresenta destaque, seguido pela indústria e pecuária
(Fig.1). Dentro do setor de serviços, o segmento com maior disparidade é a administração
pública, que representa 16,6% e 26,3% do total do PIB, no Brasil e Alagoas,
respectivamente (IBGE, 2012).

Figura 1. Representação do PIB setorial no Brasil (A) e em Alagoas (B). Fonte: IBGE 2012

Em 2014, o IBGE estimou que o PIB alagoano era um dos piores dos últimos
anos, apresentando crescimento na ordem de 0,3%, considerando o PIB brasileiro de 2013
de R$ 4,8 trilhões. Porém, no ano de 2018, o PIB do Brasil cresceu 1,1% em relação a
2017. Com destaque para o crescimento no Valor Adicionado - VA dos setores: Serviços
(1,3%), Indústria (0,6%) e Agropecuária (0,1%).
E Alagoas acompanhou esse crescimento no PIB para os setores de Serviços e
Agropecuária. Neste último, com destaque para a produção de mandioca, laranja, canade açúcar, amendoim, batata-doce e banana. Graças às condições climáticas favoráveis e
o aumento da área colhida (ALAGOAS, 2019). São, portanto, esses dois setores os que
irão demandar maior número de formados em Eng. de Agrimensura no nosso estado.
Tanto pra executar e/ou gerir serviços topográficos e cartográficos para o estabelecimento
de obras de infraestrutura diversas, quanto na Indústria Agropecuária nas áreas de
Agricultura de Precisão e Cadastro Ambiental Rural (CAR). Ambas de alta demanda no
mercado agropecuário atual.
A indústria de modo geral tem mostrado queda. Devido a que os seus subsetores:
Indústria Extrativa Mineral, Construção Civil, Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades
de gestão de resíduos e descontaminação, apresentaram redução em seus resultados
anuais.

Na área de extração mineral, vale salientar que, além da indústria sucroalcooleira,
Alagoas alberga na sua capital, Maceió, importante Cadeia Produtiva da Química (clorosoda) e de Plástico (PVC). O Pólo Petroquímico da 6ª. maior Indústria Petroquímica do
Mundo, a BRASKEN. A empresa, apesar de gerar 4.427 empregos diretos no setor
industrial de Alagoas, poderá reduzir esse número (DIODATO, 2017). A causa, danos
ambientais (subsidência do solo nos bairros Pinheiro, Bebedouro e Mutange) provocados
pela extração de sal, matéria prima da citada cadeia produtiva. Porém, mesmo nessas
condições, o curso de Eng. de Agrimensura da UFAL terá muito a contribuir nos estudos
de monitoramento ambiental e cadastro Georreferenciado da população nas áreas de risco
(DO BRASIL-CPRM, 2019).

1.3 Histórico do Curso
O curso de Engenharia de Agrimensura da UFAL foi criado em junho de 1999,
conforme resolução N° 38/99 - CEPE/UFAL. Seu primeiro Colegiado foi designado pelo
Magnífico Reitor Rogério Moura Pinheiro, conforme Portaria N° 166, de 14 de julho de
1999, sendo composto pelos seguintes professores:

Titulares:
Paulo Roberto Coelho Araujo (Coordenador);
Jurandir Alves Nicácio (Vice Coordenador);
Nelson Gama Vieira;
Luiz Tarcísio Gomes Martins;
Amara Monteiro de Carvalho.

Suplentes:
Oswaldo de Araújo Costa Filho;
Fernando Antônio Franco da Encarnação;
Jaime Evaristo dos Santos.

O curso passou a funcionar nas dependências do Departamento de
Geociências (DGEO), cujo Diretor era o idealizador do curso, o Professor Jurandir Alves
Nicácio. Este departamento era uma das unidades acadêmicas vinculadas ao Centro de
Ciências Exatas e Naturais (CCEN).

Inicialmente, para as aulas práticas eram utilizados os equipamentos
topográficos do próprio Departamento. Equipamentos mais modernos, e de uso específico
da Agrimensura, foram adquiridos e incorporados com o tempo ao patrimônio da
Universidade.
Com as mudanças da Reforma Universitária, em 1967 (Oliveira, 2012) o
DGEO foi extinto, sendo criado o Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio
Ambiente (IGDEMA). O qual passou a funcionar como Unidade Acadêmica, no mesmo
espaço físico do extinto departamento.
O novo Instituto abrigou os cursos de Engenharia de Agrimensura e, de
Geografia. Por ocasião foi eleita Diretora do Instituto a Professora Dra. Silvana Quintela,
que promoveu algumas melhorias no curso como reforma de salas de aula e aquisição de
equipamentos de informática. Na eleição seguinte tomou posse na diretoria do Instituto o
Professor Dr. Vicente Ferreira, que foi eleito e reeleito. Em seu segundo mandato, no ano
de 2014, em acordo feito entre o Diretor do Centro de Ciências Agrárias (CECA)
Professor Dr. Gaus Andrade, O Diretor do IGDEMA, o Coordenador do Curso de
Engenharia de Agrimensura, Professor M.Sc Almair Camargos, Professores e alunos do
Curso Engenharia de Agrimensura, foi feita uma tramitação de transferência do curso,
para o CECA, o que foi concretizado em janeiro de 2015. Atualmente o Curso de
Engenharia de Agrimensura tem suas atividades normais neste Centro.
A importância da criação do curso de Engenharia de Agrimensura na UFAL se
deu pela carência de profissionais da área de Mensuração Geodésica, no mercado de
trabalho, tanto no âmbito regional quanto nacional. Pesquisas realizadas na época davam
conta de um déficit de mais de cinco mil profissionais desta área de conhecimento, para
atender as demandas crescentes do Cadastro Georreferenciado. Até então só havia oito
cursos em escolas federais em todo o território nacional. No Nordeste, só existia o curso
da Universidade Federal do Piauí.
A carência do profissional era suprida pelo Engenheiro Civil e pelo Agrônomo,
que tem no seu currículo uma pequena carga horária apenas da disciplina de Topografia,
para o exercício profissional como atividade meio.
O currículo pleno do curso da UFAL era no ano de sua criação de 4.640 horas,
com duração mínima de cinco anos. A entrada anual foi fixada em 30 alunos, através de
concurso vestibular, com a primeira turma ingressando no ano de 2000.
O primeiro projeto pedagógico para a criação do Curso de Engenharia de
Agrimensura da Universidade Federal de Alagoas foi elaborado com a colaboração dos

professores: Jurandir Alves Nicácio, Paulo Roberto Coelho Araújo, Luiz Tarcísio Gomes
Martins e, Nelson Gama Vieira.

2.IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
2.1 Dados de identificação do curso
•
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas

Endereço do Campus sede:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14 CEP: 57.072 - 970
Fone: (82) 3214 - 1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br

Curso: Engenharia de Agrimensura
Autorização: Resolução N: 38/99-CEPE/UFAL de 14/06/1999.
Reconhecimento: Portaria MEC/INEP Nº 3574, de 17/10/2005, publicada no Diário
Oficial da União em 18 de outubro de 2005.
Renovação de reconhecimento:
Modalidade: Bacharelado Presencial
Título oferecido: Bacharel
Turno: Integral (matutino e vespertino)
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: Centro de Ciências Agrárias (CECA)
Município-Sede: Rio Largo

Estado: Alagoas
Região: Nordeste

Endereço de funcionamento do curso:
Universidade Federal de Alagoas - Centro de Ciências Agrárias (CECA)
BR 104, Km 85, s/n, Rio Largo - AL
CEP 57.100-000
Portal eletrônico do curso: http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ceca/pt-br
Coordenador(a) do Curso
Nome: Regla Toujaguez La Rosa Massahud
Formação acadêmica: Eng. Geólogo pela Universidad “Hermanos Saíz Montes de
Oca”. Pinar del Rio (UPR). Cuba
Titulação: Doutor(a) pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), Minas Gerais.
Regime de trabalho: 40 horas – Dedicação Exclusiva

2.1.2. Justificativa
O uso de mapeamento seja na área ambiental (solo, corpos de água, residências,
culturas agrícolas e florestais, afloramentos rochosos, estruturas geológicas, etc),
econômica ou, administrativa (mapeamento de processos), constitui ferramenta essencial
para conhecer o comportamento espacial de elementos/ações no ambiente. No Brasil, há
necessidade

crescente

de

profissionais

com

habilidades

em

mensuração e

representação/mapeamento da superfície terrestre, que envolve conhecimentos de
Topografia,

Hidrografia,

Geodésia,

Metrologia,

Astronomia,

Fotogrametria,

Sensoriamento Remoto e Estatística.
Este fato se deve à necessidade de subsídios seguros que amparem as atividades
de gestão nos mais diversos setores. Principalmente, na solução de problemas com o meio
ambiente. Constituem alguns exemplos: planejar os espaços físicos, tornar o saneamento
eficiente, executar projetos inteligentes de engenharia, racionalizar a agricultura, proteger
o meio ambiente, solucionar litígios que envolvem a questão do domínio e posse da terra.
Atividades multiprofissionais e completamente atendidas pelo Engenheiro Agrimensor.
O Engenheiro Agrimensor estuda as técnicas de mensuração, processamento,
armazenamento, representação e análise de dados associados à superfície terrestre e
aperfeiçoa-se na utilização e desenvolvimento das geotecnologias, que aprimoram essas
atividades. Estes aspectos permitem a capacitação deste profissional nas atividades de
mensuração e mapeamento.
Devido às dimensões do território brasileiro e seu crescimento socioeconômico,
associados ao pequeno número de instituições que formam o Engenheiro Agrimensor e
Cartógrafo, há carência deste profissional para o atendimento, dentre outras, as demandas
em: 1) obras de infraestrutura: e questões agrárias; 2) no mapeamento sistemático em
várias regiões do país; 3) na implantação e atualização do Cadastro Territorial
Multifinalitário Urbano (CTM - Portaria 511/09 do Ministério das Cidades) e rural (Lei
10.267/2001 – Georreferenciamento de imóveis rurais); 4) na construção de sistemas de
informações georreferenciadas voltados a subsidiar projetos e atividades de gestão em
diversos segmentos, como exemplo, apoio a obras de engenharia e gerenciamento
ambiental, Planejamento e desenvolvimento urbano e; 5) na implantação do Cadastro
Ambiental Rural (CAR). Todos esses aspectos justificam a formação do Engenheiro
Agrimensor e Cartógrafo. Capacitando tanto no desenvolvimento de atividades comuns

das Engenharias, como nas específicas da Agrimensura e a Cartografia, atendendo assim,
as demandas estabelecidas para o crescimento / desenvolvimento do Brasil.
Além da demanda em obras de infraestrutura vale salientar a demanda do Eng
Agrimensor e Cartógrafo em estudos ambientais. Principalmente, em estudos de risco de
desastres. Seja no monitoramento de processos geológicos, na movimentação de taludes
e barragens. A existência desses monitoramentos teria salvado centenas de vidas em
acidentes envolvendo barragens de minério como as de Mariana e Brumadinho, ambas
em Minas Gerais. Em atenção aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (17
ODS) identificados pelas Nações Unidas como metas prioritárias a serem atendidas até
2030 para a manutenção da vida na Terra (ONU, 2015). Portanto, para satisfazer as
demandas acima citadas e com base nas competências solicitadas do atual Engenheiro nas
Diretrizes Curriculares Nacionais, são traçados os seguintes objetivos para o presente
Projeto Pedagógico do Curso de Eng. de Agrimensura:

2.2 CONCEPÇÃO
Tabela 1. Dados do Curso de Engenharia de Agrimensura

Nome

Engenharia de Agrimensura

Modalidade

Presencial

Endereço

Universidade Federal de Alagoas - Centro
de Ciências Agrárias (CECA)
BR 104, Km 85, s/n, Rio Largo - AL
CEP 57.100-000

Atos Legais de Autorização

Autorização:

Resolução

N:

38/99-

CEPE/UFAL de 14/06/1999.
Reconhecimento: Portaria MEC/INEP
Nº 3574, de 17/10/2005, publicada no
Diário Oficial da União em 18 de outubro
de 2005.
Conceito Preliminar no Curso (CPC)
Turno de Funcionamento
Titulação Conferida aos Egressos

Conceito 4
Diurno - Integral
Bacharel em Engenharia de Agrimensura
e Cartografia.

Formas de Ingresso

Via Sistema de Seleção Unificada (SISU),
Editais

Internos

de

Reopção

e

Transferência de Curso.
Tempo

Mínimo

e

Máximo

de

Mínimo: 10

Integralização
Número de Vagas Oferecidas a cada

Máximo: 15
30 vagas por semestre letivo (uma

semestre

entrada anual)

2. 3 OBJETIVOS
2.3.1 Objetivo Geral
Propiciar conhecimentos teórico-práticos e o exercício de valores humanos
necessários para formar Engenheiros Agrimensores e Cartógrafos, aptos para as atuais
demandas da sociedade. Munidos de competências para identificar problemas, cujas
soluções possam ser atendidas pela sua expertise em: posicionamento preciso de pontos,
aquisição de dados espaciais e mapeamentos cartográficos, tendo como base o uso de
Geotecnologias.

2.3.2 Objetivos Específicos
•

Ofertar conteúdos que proporcionem aos discentes uma compreensão clara
sobre a área de atuação da Engenharia de Agrimensura (EA). E o seu potencial
de atuação, também, em áreas da fronteira do conhecimento das Geociências
como: Ciências Agrárias, Saúde, Educação (Tecnologias da Informação e
Comunicação-TIC), Artes, dentre outras.

•

Propiciar a aprendizagem significativa a partir da relação teoria e prática em
levantamentos diversos: topográficos, batimétricos, fotogramétricos, cadastrais,
dentre outros, como subsídio à formação de competências no futuro Engenheiro
Agrimensor.

•

Habilitar profissionais na identificação, formulação e resolução de problemas
Geoambientais, no seu monitoramento e fiscalização. Em atenção à demanda
global dos 17 objetivos de Desenvolvimento Sustentável (17 ODS). E em
relação dialógica com as atividades de extensão.

•

Fomentar, sempre que possível, a prática do trabalho em equipes, a inter e a
multidisciplinaridade.

•

Desenvolver habilidades na geração e tratamento de dados espaciais como
incentivo à inovação tecnológica e à criação de Sistemas Urbanos Sustentáveis.

•

Subsidiar a formação integral: técnica e humanística do EAC. Apto não apenas
para elaborar e executar projetos científico-técnicos. Mas também munido de
conhecimentos didático-pedagógicos norteadores para a atuação acadêmica,
considerando os padrões atuais da Ciência, a Tecnologia e a Inovação (CT&I).

2.4. PERFIL E COMPETÊNCIA PROFISSIONAL DO EGRESSO
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais (BRASIL, 2019), a Organização
para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) revelou em 2014 baixo
número de Engenheiros no Brasil.

Cerca de 5 para cada 10 mil habitantes.

Diferentemente do irmão latino-americano, Chile. País com menor economia que o
Brasil, já contava naquele ano com cerca de 16 Engenheiros para o mesmo número de
habitantes. Se bem o número de formandos aumentou nos últimos anos, a taxa de evasão
se encontra próxima de 50 %.
O mercado de trabalho, pela sua parte, descreve dificuldades para recrutar
trabalhadores com qualificação adequada para atuar na fronteira do conhecimento das
engenharias. E ressalta a demanda por profissionais que, além de competências técnicas,
possuam habilidades como: liderança, capacidade para trabalhar em equipes,
planejamento, gestão estratégica e aprendizado de forma autônoma (soft skills).
Algumas das competências aqui citadas já tinham sido previamente colocadas na
Resolução CNE/CES nº 11, de 11 de março de 2002 ao explicitar que: “o próprio conceito
de qualificação profissional vinha mudando”, sendo solicitadas cada vez mais
componentes como: coordenar informações, interagir com pessoas e interpretar de forma
dinâmica a realidade.
Portanto, ao identificar soluções, o “novo engenheiro” deverá avaliar os
problemas na sua totalidade. Verificando as causas e efeitos que o mesmo pode causar
ao longo do processo onde é identificado. Considerando-se um retrocesso para o
desenvolvimento do país a formação do Engenheiro fora desta abordagem.
Para atender a essas demandas, no intuito de atualizar as Diretrizes Curriculares
Nacionais para os cursos de Engenharia, o MEC sugere a criação de um Perfil do

formando baseado em competências segundo Resolução Nº 2, de 24 de abril de 2019,
como segue:

Perfil geral do egresso - Engenheiro

Art. 3º O perfil do egresso do curso de graduação em Engenharia deve
compreender, entre outras, as seguintes características:
I - ter visão holística e humanista, ser crítico, reflexivo, criativo, cooperativo e
ético e com forte formação técnica;
II - estar apto a pesquisar, desenvolver, adaptar e utilizar novas tecnologias, com
atuação inovadora e empreendedora;
III - ser capaz de reconhecer as necessidades dos usuários, formular, analisar e
resolver, de forma criativa, os problemas de Engenharia;
IV - adotar perspectivas multidisciplinares e transdisciplinares em sua prática;
V - considerar os aspectos globais, políticos, econômicos, sociais, ambientais,
culturais e de segurança e saúde no trabalho;
VI - atuar com isenção e comprometimento com a responsabilidade social e com o

desenvolvimento sustentável.

Competências do egresso - Engenheiro

No seu Art. 4º a Resolução Nº 2, de 24 de abril de 2019 estipula que o curso de
graduação em Engenharia deve proporcionar aos seus egressos, ao longo da
formação, as seguintes competências gerais:
I - formular e conceber soluções desejáveis de engenharia, analisando e

compreendendo os usuários dessas soluções e seu contexto:
a) ser capaz de utilizar técnicas adequadas de observação, compreensão, registro e
análise das necessidades dos usuários e de seus contextos sociais, culturais, legais, ambientais
e econômicos;
b) formular, de maneira ampla e sistêmica, questões de engenharia, considerando o
usuário e seu contexto, concebendo soluções criativas, bem como o uso de técnicas
adequadas;

II - analisar e compreender os fenômenos físicos e químicos por meio de modelos

simbólicos, físicos e outros, verificados e validados por experimentação:
a) ser capaz de modelar os fenômenos, os sistemas físicos e químicos, utilizando as
ferramentas matemáticas, estatísticas, computacionais e de simulação, entre outras.
b) prever os resultados dos sistemas por meio dos modelos;
c) conceber experimentos que gerem resultados reais para o comportamento dos
fenômenos e sistemas em estudo.
d) verificar e validar os modelos por meio de técnicas adequadas;
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos (bens e serviços), componentes

ou processos: a) ser capaz de conceber e projetar soluções criativas, desejáveis e viáveis,
técnica e economicamente, nos contextos em que serão aplicadas;

c) aplicar conceitos de gestão para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e
serviços de Engenharia;
IV - implantar, supervisionar e controlar as soluções de Engenharia
d) projetar e desenvolver novas estruturas empreendedoras e soluções inovadoras para os
problemas;
V - comunicar-se eficazmente nas formas escrita, oral e gráfica:

VI - trabalhar e liderar equipes multidisciplinares: a) ser capaz de interagir com
as diferentes culturas, mediante o trabalho em equipes presenciais ou a distância, de modo
que facilite a construção coletiva;
VII - conhecer e aplicar com ética a legislação e os atos normativos no âmbito
do exercício da profissão:
VIII - aprender de forma autônoma e lidar com situações e contextos complexos,
atualizando-se em relação aos avanços da ciência, da tecnologia e aos desafios da inovação:
a) ser capaz de assumir atitude investigativa e autônoma, com vistas à aprendizagem
contínua, à produção de novos conhecimentos e ao desenvolvimento de novas tecnologias.
b) aprender a aprender.

2.4.1 Perfil Específico do Engenheiro Agrimensor e Cartógrafo
O Curso de graduação em EAC visa a formação de profissionais cujo perfil é
definido por: 1) Percepção da responsabilidade social e da atuação da Engenharia de
Agrimensura em atendimento às possíveis promoções do bem estar e desenvolvimento da
sociedade, destacando, assim, um profissional com conscientização humanística; 2)

Competência

de

atuação

Topografia; Batimetria;

nas

seguintes

Aerofotogrametria;

áreas

de

conhecimento:

Cartografia;

Geodésia;

Sistemas

de

Informações Geográficas/Geoprocessamento; Sensoriamento Remoto; Levantamentos
Cadastrais (rural e urbano); Georreferenciamento por rastreio de satélites artificiais;
Projeto geométrico de loteamentos, de estradas de rodagem, de drenagem; Locação de
obras de construção civil, de loteamentos, de sistemas de saneamento, de irrigação e
drenagem, de túneis; de traçado de cidades e de estradas. Destaque-se, também, a
competência para atuar como perito judicial nas ações: retificação de registro imobiliário,
demarcatórias e divisórias e usucapião; 3) Capacidade de coordenar (exercendo atividade
de liderança) e supervisionar equipes, elaborar e executar projetos, atuar, de forma
integrada, em equipes multidisciplinares; 4) Aptidão para realizar pesquisas em sua área
de conhecimento.

Busca se, portanto, uma formação baseada em experiências de aprendizado que
o estudante irá incorporando na sua caminhada no contexto universitário (atividades de
ensino, pesquisa e extensão), mas, sempre de forma participativa. Seguindo um
programa de estudos estruturado e integrado de forma coerente.
O curso trabalhará o perfil do novo engenheiro de forma transversal, desde o
início do curso, em disciplinas como: Introdução à Agrimensura, colocando o estudante
na execução de pequenos projetos de Ensino/ práticos para mensuração, locação de obras,
elaboração de orçamentos, elaboração de desenhos/ esboços a mão livre, habilidade
fundamental na área Cartográfica, etc. Aprofundando nas disciplinas dos Eixos
Profissionalizante e Específico. Alinhando, sempre que possível, a interdisciplinaridade
com as Atividades Curriculares de Extensão (ACE) e o incentivo à pesquisa científica.

2.4.2 Competências profissionais do Engenheiro Agrimensor e Cartógrafo
O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia na sua Resolução No. 1.095, de
29 de novembro de 2017 discrimina as atividades e competências profissionais do
Engenheiro Agrimensor e Cartógrafo. E insere este título na Tabela de Títulos
Profissionais do Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício
profissional. Assim sendo, como descrito nessa resolução:
“Art.2º compete ao Engenheiro Agrimensor o desempenho das atividades 1 a
18 do art. 5º, §1º, da Resolução no. 1.073, de 19 de abril de 2016, referentes a:

levantamentos

topográficos,

batimétricos,

geodésicos

e

aerofotogramétricos;

sensoriamento remoto; loteamento; desmembramento e remembramento; agrimensura
legal; elaboração de cartas geográficas e locações de obras de engenharia.
Art. 3º O engenheiro agrimensor e cartógrafo poderá atuar também no
desempenho das atividades 1 a 18 do art. 5º, §1º, da Resolução no. 1.073, de 2016
referentes a arruamentos, estradas e obras hidráulicas, em função estritamente do enfoque
e do projeto pedagógico do curso, a critério da câmara especializada.
Art. 5º As atividades e competências profissionais serão concedidas em
conformidade com a formação acadêmica do egresso, sendo possibilitadas outras que
sejam acrescidas na forma disposta em resolução específica.”
Art. 6º O Eng. Agrimensor e Cartógrafo integrará o grupo ou categoria
Engenharia, modalidade Agrimensura.
Parágrafo único. O respectivo título profissional será inserido na tabela de títulos
Profissionais do Sistema Confea/Crea conforme disposto no caput deste artigo e da
seguinte forma:
•

Título masculino: Engenheiro Agrimensor e Cartógrafo;

•

Título feminino: Engenheira Agrimensora e Cartógrafa; e

•

Título abreviado: Eng. Agrim. e Cartog.

3. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
3.1 Colegiado do Curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica
Bacharelado
A Instrução Normativa nº 01/2020, em conformidade com a RESOLUÇÃO Nº
01/2006-CONSUNI/CEPE, de 16 de janeiro de 2006, estabelece as diretrizes Colegiado
do Curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica (CCEAC).
O colegiado do curso é composto por professores efetivos vinculados ao curso (5
titulares e seus respectivos suplentes), técnico-administrativo (um titular e um suplente)
e alunos (um titular e um suplente), sendo os professores eleitos em consulta realizada
com a comunidade acadêmica, os representantes dos técnico-administrativos e dos
discentes escolhidos pelos seus pares, aprovados pelo Conselho Superior do Campus ou
da Unidade Acadêmica. De acordo com o Art. 25º do Estatuto e Regimento Geral da

Universidade Federal de Alagoas, destacam-se as seguintes as atribuições do colegiado
dos cursos de graduação (UFAL, 2006, p. 03):

I. coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto
Pedagógico do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais,
no perfil do profissional desejado, nas características e necessidades da
área de conhecimento, do mercado de trabalho e da sociedade;
II. coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a
integração

docente-discente,

a

interdisciplinaridade

e

a

compatibilização da ação docente com os planos de ensino, com vistas
à formação profissional planejada;
III. coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos
resultados obtidos, executando e/ou encaminhando aos órgãos
competentes as alterações que se fizerem necessárias.
IV. colaborar com os demais órgãos acadêmicos.
V. exercer outras atribuições compatíveis.

Ressalta-se que as reuniões ordinárias do curso de Engenharia de Agrimensura e
Cartográfica ocorrem mensalmente, a primeira semana do mês. Sendo registradas em
Atas os acordos das discussões realizadas nas mesmas. O objetivo dessas reuniões é
assegurar o melhor desenvolvimento do curso em atenção ao estipulado nas Diretrizes
Curriculares Nacionais. Focando sempre na qualidade na formação dos egressos. A seguir
o colegiado do curso de Eng. de Agrimensura, eleito em março de 2019:

Membros titulares
1- Regla Toujaguez L.R. Massahud

Respectivos membros suplentes
• Arthur Costa Falcão Tavares.

(Coord.).
2- Michelle Adelino Cerqueira (Vice-

• Fabiane da Silva Queiroz.

coord.).
3- Rosilene Mendonça Nicácio Jiménez.

• Rafaela Faciola C. de S. Ferreira.

4- Henrique Ravi Rocha C. Almeida

• Luiz Tarcísio Gomes Martins.

5- Cícero Rita da Silva

• Jerusa Góes Aragão Santana.

• Renato Guimarães (Técnico).

• Lauristela da Silva Hermógenes.

• Ana Beatriz S. de Andrade (Discente).

7-Rayanne Gomes F. Batinga.

3.1.1 Coordenador do Curso
Nome: Regla Toujaguez La Rosa Massahud
Formação acadêmica: Eng. Geóloga
Titulação: Dra. em Ciência do Solo/ MSc. em Geociências- Área: Metalogênese e
Geoquímica
Regime de trabalho: Dedicação exclusiva
Tempo de exercício na UFAL: 6 anos
Tempo de exercício na função de coordenador: 6 meses
Tempo de exercício na docência do ensino superior: 6 anos

Vice-Coordenadora do Curso Nome: Michelle Adelino Cerqueira
Formação acadêmica: Eng. Agrimensora
Titulação: MSc. em Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação.
Regime de trabalho: Dedicação exclusiva
Tempo de exercício na UFAL: 1 ano
Tempo de exercício na função de vice-coordenador: 3 messes
Tempo de exercício na docência do ensino superior: 5 anos

3.2 Núcleo Docente Estruturante (NDE)
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) foi instituído no âmbito dos Cursos de
Graduação da UFAL através da Resolução nº 52/2012-CONSUNI/UFAL, de 05 de
novembro de 2012. De acordo com esse documento, este núcleo é voltado ao apoio e
assessoramento do colegiado, sendo formado por docentes do curso e deve atuar no
processo de concepção, consolidação, avaliação e contínua atualização do Projeto Político
Pedagógico do Curso. Nesta perspectiva, o NDE do curso de Engenharia de Agrimensura
e Cartográfica tem como atribuições:
1. contribuir para a consolidação do perfil do egresso;
2. zelar pela integralização curricular interdisciplinar em diferentes áreas de
ensino constantes no currículo;
3. incentivar o desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, além de zelar
pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Graduação.

Ainda de acordo com esta Resolução a composição do NDE deve respeitar as
seguintes proporções:
1. ser constituído por, no mínimo, cinco professores pertencentes ao corpo docente
do curso;
2. pelo menos 60% dos membros precisam ter titulação acadêmica Stricto Sensu
e 20% em regime de trabalho de tempo integral.
No intuito de atender a resolução acima citada e compreendendo a importância
das atribuições desse núcleo, o colegiado do curso de Engenharia de Agrimensura e
Cartográfica indicou os seguintes docentes para compor tal núcleo: Prof.ª MSc. Juciela
Cristina dos Santos (coordenadora), Prof. MSc. Jhonathan Gomes dos Santos, Prof.ª MSc.
Luciana Lima Araujo, Prof.ª Dra. Rosilene Mendonça Nicácio Jiménez, Prof.ª Dra. Regla
La Rosa Toujaguez Massahud e Prof. Dr. Arthur Costa Falcão Tavares. Tal indicação foi
aprovada pelo colegiado do Curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica e pelo
Conselho do Centro de Ciências Agrárias – CECA em 20 de março de 2013.
A Instrução Normativa nº02/2020, rege um conjunto de normas que define as
atribuições e funcionamento do Núcleo Docente Estruturante (NDE), em conformidade
com a Resolução n 52/2012 – CONSUNI/UFAL, O NDE do curso de Engenharia de
Agrimensura e Cartográfica tem atuado no processo de concepção, consolidação e
atualização do Projeto Pedagógico deste curso. Neste âmbito, o NDE tem contribuído
para a consolidação do perfil do egresso e tem zela pela interdisciplinaridade entre as
diversas atividades dos elementos curriculares do curso. Além disto, os membros deste
núcleo também procuram incentivar atividades de extensão e pesquisa relacionadas as
áreas de conhecimento da Engenharia de Agrimensura e Cartográfica, bem como tem
buscado o cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação
em Engenharia.
Destaca-se também que todas as atividades dos elementos curriculares
obrigatórios do curso de Engenharia foram normatizadas em atividades do NDE
buscando-se consonância com as diretrizes gerais da UFAL. As reuniões ordinárias do
Núcleo Docente estruturante acontecem, como previsto na Resolução do CONSUNI, uma
vez por bimestre. No entanto, o núcleo se reúne extraordinariamente sempre que
convocado pelo seu Coordenador ou pelo coordenador do Curso de Engenharia de
Agrimensura e Cartográfica, podendo, inclusive, ocorrer reuniões com frequência
semanal, sendo isso definido pela demanda de atividades pertinentes. As discussões e
definições ocorridas durante as referidas reuniões são registradas em Atas.

3.2.1 Composição atual do Núcleo Docente Estruturante (NDE): Portaria Nº 223,
DE 09 DE AGOSTO DE 2018)
DOCENTES TITULARES
•

Arthur Costa Falcão Tavares / SIAPE: 1784833

•

Juciela Cristina dos Santos/ SIAPE: 1054436

•

Luciana Lima Araujo/SIAPE: 4320870

•

Regla Toujaguez La Rosa Massahud / SIAPE: 1976721

•

Rosilene Mendonça Nicácio Jiménez/ SIAPE: 2337896

•

Jhonathan Gomes dos Santos/ SIAPE: 1140113

•

Rafaela Faciola Coelho de Souza Ferreira/ SIAPE: 2078546

8- Fabiane da Silva Queiroz/ SIAPE: 1916534

3.3 Quadro docente e técnico
3.3.1 Docentes
O quadro de docentes efetivos do curso de EAC é apresentado a seguir
(Quadro.1).
Quadro 2. Tabela nominal do quadro docente Engenharia de Agrimensura e Cartográfica - CECA/UFAL

DOCENTE

AREA DE
ATUAÇÃO
Geoprocessamento

Arthur Costa Falcão Tavares

e Recursos
Hídricos

Cícero Rita da Silva

Física

TITULAÇÃO

Doutor em Geociências e
Meio Ambiente
Doutorado em Física da
Matéria Condensada

REG.
TRABALHO

DE

DE

Computação
Fabiane da Silva Queiroz

Gráfica e

Doutorado em Visão

Processamento de

Computacional

DE

Imagens
Henrique Ravi Rocha de

Cartografia e

Carvalho Almeida

Aerofotogrametria

Doutorado Geociências em
Geologia Ambiental e
Sedimentar

DE

Jhonathan Gomes dos Santos

Juciela Cristina dos Santos

Luciana Lima Araújo

Luiz Tarcísio Gomes Martins

Michelle Adelino Cerqueira

Rafaela Faciola Coelho de
Souza Ferreira

Sensoriamento
Remoto

Mestre em Ciências
Geodésicas e Tecnologias
da Geoinformação

Cadastro e

Mestre em Ciências

Parcelamento de

Geodésicas e Tecnologias

Solo

da Geoinformação

Fotogrametria e
Fotointerpretação

Geodésicas e Tecnologias

DE

da Geoinformação
Mestre em Meteorologia

Batimetria

Remoto

DE

Mestre em Ciências

Topografia e

Sensoriamento

DE

DE

Mestre em Ciências
Geodésicas e Tecnologias

DE

da Geoinformação

Geotecnia,
Pavimentação e

Doutora em Geotecnia

DE

Transportes
Geologia,

Regla La Rosa Toujaguez

Geoquímica

Massahud

Ambiental e

Doutora (e Pós-doc) em
Ciências do Solo e Mestre

DE

em Geociências

Mineragrafía
Rosilene Mendonça Nicácio

Sensoriamento

Doutora em Engenharia

Jiménez

Remoto e SIG

Civil

DE

3.3.2 Técnicos
O corpo técnico que atende as atividades docentes e discentes do curso de EAC é
apresentado a seguir no Quadro 2.
Quadro 3. Tabela nominal do quadro Técnico - Engenharia de Agrimensura e Cartográfica - CECA/UFAL

TÉCNICO

AREA DE ATUAÇÃO

TITULAÇÃO

Lódino Serbim Uchôa Neto:

Assistente em Administração

Mestrado em Química Teórica

Vivianne Maria Padilha

Técnica em Assuntos

Barbosa

Educacionais

Especialização em Gestão
Escolar e Coordenação
Pedagógica.

4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
4.1 Proposta curricular
O Curso de EAC de modalidade presencial, tem sua matriz curricular
desenvolvida ao longo de, no mínimo 10 semestres (e máximo 15), como estabelece a
Resolução Nº 06/2018-CONSUNI/UFAL e como estipulado na Resolução No. 2 do
CNE/CES de 18 de junho de 2007 (BRASIL,2007).
Segundo esta resolução, para os estudantes de Engenharia cumprirem toda a
matriz curricular deverão completar uma carga horária mínima no curso de 4.542
horas/aula (3.867 horas) nos 10 períodos. Podendo ser utilizado até 20 % desse total
para Estágio obrigatório e Atividades complementares, ou seja um total de 864 h/aula
(720 horas). Segundo Resolução No.4/2018 do CONSUNI-UFAL as Atividades
Curriculares de Extensão (ACE) devem utilizar 10 % da carga horária total (mínima) do
curso, ou seja 432 h/aula (360 horas).
O curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica contém carga horária
mínima (incluindo as ACE) de 4.542 horas/aula (3.867 horas). As disciplinas do curso
estão distribuídas em três núcleos (quadro 4): Básico com 1.404 horas/aula (31,44 %),
profissionalizante com 612 horas/aula (13,7 %) e específico com 1.422 horas/aula
(31,84 %), computando 77 % das componentes curriculares do curso (BRASIL, 2002).
A constituição destes três núcleos permite o desenvolvimento do
conhecimento nos seguintes campos dos saberes: Ciências exatas, Ciências ambientais,
Ciências econômicas e sociais, Geoprocessamento, Transporte e Logística, Hidrologia
Básica, Topografia e Geodésia, Batimetria, Cartografia, Parcelamento do Solo e Cadastro
Territorial, Processamento Digital de Imagens Orbitais e, Fotointerpretação.
Além das disciplinas obrigatórias da matriz curricular, o aluno também
poderá integrar à sua formação um elenco de disciplinas eletivas, que representa uma
carga horária total de 702 horas/aula (585 horas), com carga horária individual variando
entre 54 e 72 horas/aula. Destaque-se a obrigatoriedade do cumprimento de, no mínimo,
108 horas/aula (90 horas) dentre as possibilidades de eletivas disponibilizadas no âmbito
do curso para a sua integralização. As disciplinas eletivas complementam diversas áreas
de atuação profissionalizante do curso.
A estrutura curricular do curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica
da UFAL contempla também o cumprimento de 210 horas em estágio supervisionado
obrigatório, 72 horas em Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), 400,2 horas em

atividades

curriculares

de

extensão

(ACE)

e

210

horas

de

atividades

complementares/flexível. A carga horária oriunda de disciplinas eletivas, que excederem
108 horas/aula obrigatórias, ou que tenham excedido a carga horária de 400,2 horas
cursadas em atividades curriculares de extensão, poderão ser utilizadas no cômputo da
carga horária de atividades complementares. Assim, os elementos da estrutura curricular
do curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica são apresentados no quadro 03,
com especificação do percentual correspondente a carga horária mínima para
integralização do curso.

Quadro 03. Distribuição da carga horária total do curso de Engenharia de Agrimensura e
Cartográfica por elemento curricular obrigatório.
Componentes Curriculares

Carga
Horária
(Hora-Aula)
3474
108
210*
72*
210*
468

Carga Horária
(Hora Relógio)
2895
90
210*
72*
210*
376

Percentual

Disciplinas Obrigatórias
77%
Disciplinas Eletivas
2%
Estágio Supervisionado
5%
Trabalho de Conclusão de Curso
2%
Atividades Complementares (Flexível)
5%
Atividades Curriculares de Extensão
10%
Integralização Curricular
100 %
*O Trabalho de Conclusão de curso, o Estágio Supervisionado e as Atividades Complementares
são computadas diretamente em horas/relógio, uma vez que as mesmas não constituem disciplinas (com
CH de horas/aula) são executadas em horas reais.

A figura 2 apresenta a distribuição da carga horária total do Curso de Engenharia
de Agrimensura e Cartográfica (EAC) apresentada no quadro 03, de forma a melhor expor
os resultados por elemento curricular.

Figura 2.Distribuição percentual dos componentes curriculares do curso através de um gráfico.

10%
2%

5%

5%
2%

77%

Disciplinas Obrigatórias

Disciplinas Eletivas

Estágio Supervisionado

Trabalho de Conclusão de Curso

Atividades Complementares (Flexível)

Atividades Curriculares de Extensão

A distribuição das disciplinas do Curso de EAC por Núcleos de Conteúdos: Básico,
Profissionalizante e Específico, assim como as respectivas cargas horárias/ disciplina em
hora/aula (50 minutos) e horas comuns (60 minutos), é apresentada no Quadro 4:

Quadro 4. Distribuição das disciplinas por Núcleos.

Áreas de
Conhecimento

Disciplinas
Álgebra Linear

CARGA HORÁRIA
Teórica Experimental CH
Total
(50
min)
54
54

Cálculo I

72

-

72

Núcleo de

Cálculo II

72

-

72

Conteúdos básicos

Cálculo III

72

-

72

Cálculo IV

72

-

72

Estatística

72

-

72

54

-

54

Matemática

Geral
Geometria
Analítica

Administração

54

-

54

72

-

72

Física I

58

14

72

Física II

58

14

72

Física III

58

14

72

Química Geral

58

14

72

Mecânica dos

54

-

54

72

-

72

72

-

72

Gestão
Empresarial e
Marketing
Economia
Rural

Física
Química

Solos
Ciência e
Tecnologia dos
Materiais

Mecânica dos
Sólidos
Mecânica dos
Fluidos

Comunicação e
Expressão

Desenho
Técnico
Introdução a

Informática
Metodologia
Científica e
Tecnológica

Computação
Metodologia
da Pesquisa
Seminários

22

44

22

10

54

54

44

10

54

44

10

54

Ciências do

-

Ambiente e
Manejo de
Ciências do
Ambiente

54

54

Recursos
Naturais
Sociedade e

54

-

54

Ambiente
TOTAL
Segurança do
Trabalho
Núcleos
de Conteúdos

Hidrologia

Segurança do
Trabalho
Hidrologia

1404
54

-

54

72

-

72

Banco de

Profissionalizante
Algoritmos

Dados
Espacial

10
44

54

Sistemas de
Informações
Geoprocessamento

10
44

54

Geográficas I
Sistemas de
Informações

10
44

54

Geográficas II
Geologia de
Ciência dos

Engenharia

Materiais

Elementos da
Geomorfologia
Cálculo
Numérico

Algoritmos e

Modelagem

Estrutura de

Digital de

Dados

Terrenos
Algoritmos
Topográficos

Zoneamento

Zoneamento

Ambiental

Ambiental

54

54

54

-

-

-

54

54

10
44

44

54

54

10

-

TOTAL
Fotogrametria

54

54

54
612

44

10

54

44

10

54

44

10

54

54

-

54

44

10

54

Geodésia I

54

-

54

Topográfico e

Geodésia II

54

-

54

Geodésico

Levantamento

-

54

54

44

10

54

I
Fotogrametria
II
Processamento
Fotogrametria e

Digital de

Sensoriamento

Imagens

Remoto
Núcleos de

Introdução ao
Sensoriamento

Conteúdo

Remoto

Específicos

Cartografia e
Fotogrametria
Digital

Geodésico
Batimetria

Topografia I

72

-

72

Topografia II

72

-

72

Desenho

44

10

54

-

54

54

Estradas I

54

-

54

Estradas II

44

10

54

Ajustamento

44

10

54

36

-

36

44

10

54

54

-

54

Cadastro

44

10

54

Cartografia

44

10

54

36

-

36

54

-

54

44

10

54

54

-

54

72

-

72

Topográfico
Levantamento
Topográfico

das
Observações
Elementos da
Astronomia
Projeções
Cartografia e

Cartográficas

Cadastro

Cartografia

Territorial

Básica

Geotécnica

Parcelamento do
Solo e Avaliação
de imóveis

Direito

Introdução a
Agrimensura
Parcelamento
de Solo I
Parcelamento
de Solo II
Perícia e
Avaliação de
Imóveis
Direito
Agrário e
Ambiental
TOTAL

1422

4.1.1 Transversalidade e Interdisciplinaridade
A organização curricular do curso possibilita uma formação pautada na
transversalidade e a interdisciplinaridade. Temas de interesse socioambiental deverão ser
abordados, sempre que possível, aliados aos conteúdos de todos os eixos do curso e de
forma Interdisciplinar. Não apenas na disciplina Ciências do Ambiente. O intuito é

familiarizar o estudante com os problemas mais atuais da sociedade em que se encontra
inserido. Na busca de soluções inovadoras, porém, sustentadas sempre por valores éticos.
A preocupação do futuro Engenheiro com os 17 Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável (17 ODS) (ONU, 2015) deve ser trabalhada desde o início do curso. Seja nas
disciplinas ou na forma de projetos inter e multidisciplinares, de pesquisa e extensão.
Excelentes oportunidades para o discente desenvolver habilidades como: planejar
projetos e atuar em equipes multidisciplinares as quais confluem para um Engenheiro
com competência na elaboração de relatórios.
Pelo perfil do egresso do curso, os trabalhos de conclusão de curso podem e devem
abordar também estudos sócio-ambientais. Os mesmos são divulgados em apresentações
semestrais, realizadas em atividades no início de cada período letivo, no dia do
Engenheiro Agrimensor, e outros eventos que ocorrem no curso, envolvendo os alunos
de todos os períodos e outras áreas de conhecimento.

4.1.2 Educação em Direitos Humanos
A Educação em Direitos Humanos na UFAL adequa-se à Resolução CNE/CP Nº
01/2012. Para os cursos de bacharelado, o Art. 9 da Resolução CNE 01/2014, estabelece
que a Educação em Direitos Humanos deverá estar presente na formação inicial e
continuada de todos os profissionais das diferentes áreas do conhecimento.
Assim, os Projetos Pedagógicos dos Cursos deverão tratar a temática de modo
transversal e conforme o art.7º da mesma resolução, que informa:
A inserção dos conhecimentos concernentes à Educação em Direitos
Humanos na organização dos currículos da Educação Básica e da Educação
Superior poderá ocorrer das seguintes formas:
I - pela transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos
Humanos e tratados interdisciplinarmente;
II - como um conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes
no currículo escolar;
III - de maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e
disciplinaridade.
Parágrafo único. Outras formas de inserção da Educação em Direitos
Humanos poderão ainda ser admitidas na organização curricular das
instituições educativas desde que observadas as especificidades dos níveis e
modalidades da Educação Nacional.
(Conselho Nacional de Educação, 2014)

O curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica trata a Educação em
Direitos Humanos de forma transversal nos conteúdos abordados nas disciplinas
Humanidade e Cidadania e Direito e Legislação do Engenheiro Agrimensor. Além disto,
este tema é, também, abordado em outras disciplinas da matriz curricular do curso de
forma multidisciplinar e indireta. O alvo é a formação de um Engenheiro com visão
holística e humanista, cooperativo e ético, com forte formação técnica. Competências
esperadas do Engenheiro egresso, segundo as novas Diretrizes Curriculares para a
Engenharia (BRASIL, 2019)

4.1.3 Educação para as Relações Étnico Raciais
Em atenção à Lei 10.639/2003, à Lei 11.645/2008 e à Resolução CNE/CP
01/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004, que dispõe sobre as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação de Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, o PPC do curso de EAC da UFAL
vem tratando a temática de forma transversal.
A disciplina Sociedade e Ambiente é obrigatória, sendo ofertada no primeiro
semestre do curso. A mesma abordará, dentre outros temas, os pautados no Programa da
UFAL que norteia as Ações Afirmativas para Afro-descendentes (PAAF), aprovado na
Resolução nº 33/2003 – CONSUNI.
As Relações Étnico-Raciais e a História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e
Indígena, deverão ser trabalhadas e exemplificadas, principalmente, no contexto
alagoano, na sua cultura, sua história. A exemplo do guerreiro negro alagoano Zumbi dos
Palmares (no município União dos Palmares), cujo espaço de vivência constitui hoje
Patrimônio Cultural do MERCOSUL.

4.1.4 Educação Ambiental
O Decreto Nº 4.281, de 25 de junho de 2002, regulamenta a Lei n° 9.795, de 27
de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras
providências. A Resolução CNE/CP nº 02/2012 define formas de sua implementação nos
currículos dos cursos superiores.

O curso de EAC atende a legislação vigente quando da aplicação direta da
temática ambiental que está presente nos conteúdos curriculares de algumas disciplinas
obrigatórias, em especial no que se refere às disciplinas Ciências do Ambiente, Geologia
de Engenharia, Parcelamento do Solo 1 e, Direito e Legislação do Engenheiro
Agrimensor e Cartógrafo. Além disto, a temática ambiental é tratada de maneira
transversal em diversas disciplinas, tanto nas obrigatórias como nas eletivas do curso,
podendo-se citar como exemplo as disciplinas de Sensoriamento Remoto, Fotogrametria
e Gerenciamento de Recursos Hídricos.
A temática ambiental será também trabalhada através da participação dos alunos
em ações de extensão realizadas tanto pela UFAL como pela Unidade Acadêmica.
Fortalecida nos vínculos inter e transdisciplinares a serem formados nas ACE. Por fim,
mas não menos importante, a educação ambiental é vivenciada quando os estudantes
realizam visitas técnicas articuladas pelos docentes do curso de Engenharia de
Agrimensura e Cartográfica.

4.1.5 Atividades Curriculares de Extensão – ACE
Como estabelece a Resolução Nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, por atividades de
extensão é entendido o processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político
que promove a interação transformadora entre Universidade e outros setores da
sociedade. Essa resolução regulamenta as ações de extensão como componente curricular
obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL, determinando
um mínimo de 10% da carga horária total do curso às atividades de extensão. Ainda
segundo essa resolução, programa de extensão é o conjunto articulado de projetos e outras
ações de extensão que possuem caráter orgânico institucional, clareza de diretrizes e
orientação para um objetivo comum, sendo executado a médio e longo prazo,
preferencialmente integrando as ações de pesquisa e ensino. O programa de extensão do
curso de EAC tem como título “Agrimensura, Ciência e Sociedade”. Esse programa conta
com projetos, eventos, mostras e cursos apresentados à comunidade com o intuito de levar
mais informação e conhecimento aos jovens estudantes e professores do Ensino Médio
de Maceió e Rio Largo, além da comunidade em geral. Uma equipe permanente composta
de professores, alunos e técnicos do Centro de Ciências Agrárias compõe tal programa.
Os principais objetivos desse Programa são:

• Despertar a curiosidade científica sobre as Ciências da Terra nos alunos do
ensino médio e na comunidade em geral;
• Suprir espaços não preenchidos com os conteúdos programáticos de Física
desenvolvidos nas escolas públicas e privadas;
• Estimular o jovem a procurar a profissão de Engenheiro Agrimensor e
Cartográfico;
• Expor publicamente o Centro de Ciências Agrárias mostrando sua infra-estrutura
de ensino e pesquisa e suas atividades de graduação e pós-graduação;
• Mostrar a interdisciplinaridade da Engenharia de Agrimensura e Cartográfica.
No que diz respeito à formação discente, o programa de extensão aqui exposto se
propõe a formar egressos que consigam relacionar pesquisa e ação social na atuação do
físico-educador, sempre considerando as demandas sociais, especificamente do estado de
Alagoas. Além disso, espera-se com tais ações de extensão uma maior organicidade entre
as esferas do Ensino, da Pesquisa e da Extensão universitária.
O programa de Extensão do curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica
da UFAL, no Centro de Ciências Agrárias, desenvolveu atividades de extensão que serão
ofertadas no curso do 1º ao 8º período. O quadro 5 apresenta as propostas de Atividades
Complementares de Extensão, bem como, o período de oferta e a carga horária por
período. Dessa forma, foram definidos: 2 PROJETOS, 1 CURSO DE EXTENSÃO, 1
EXPOSIÇÃO e 1 EVENTO.
As atividades de extensão estarão abertas a toda comunidade acadêmica, mediante
a disponibilidade de vagas definidas pelo colegiado do curso de Engenharia de
Agrimensura e Cartográfica a cada semestre.
Quadro 5. Distribuição das Atividades Curriculares de Extensão - ACE

Componente Curricular de
Extensão
ACE 1: Capacitação

Tipo de Atividade

Período

Projeto

1º

Carga
Horária
54

ACE 2: Capacitação

Projeto

2º

54

ACE 3: Curso

Curso

3º

72

ACE 4: Curso

Curso

4º

72

ACE 5: Evento

Evento

5º

54

ACE 6: Evento

Evento

6º

54

ACE 7: Conexões

Projeto

7º

54

ACE 8: Conexões

Projeto

8º

Total Geral

54
468

No curso Engenharia de Agrimensura e Cartográfica essas Atividades
Curriculares de Extensão - ACE são desenvolvidas em dois momentos:
• Téorico (Sala de aula) - é destinado a elaboração, discussão e planejamento da
atividade de extensão obedecendo a temática a que se destina, obedecendo a uma carga
horária fixa em sala de aula. Trata-se de encontros presenciais de planejamento,
supervisionado pelo professor responsável pela ACE. Essa temática está definida na
ementa da ACE, conforme indicada no ementário desse projeto pedagógico;
• Prática de Atividade de Extensão – trata-se da intervenção de extensão
propriamente dita seja no formato de feiras, simpósios, exposições, etc. Seguindo o
Programa de Extensão do CECA/UFAL, toda ACE está vinculada a um evento ou
atividade prática de cada ACE está descrita em detalhes (metodologia, público-alvo,
temática, etc.) no ementário desse projeto pedagógico.
A avaliação das ACEs dar-se-á de forma análoga às disciplinas. Os discentes
deverão ter uma frequência mínima de 75% da carga horária prevista e o resultado da
avaliação será obtido por meio da elaboração cartilhas, manuais, relatórios técnicos,
artigos, relatório de organização dos eventos, e relatório final dos cursos de extensão à
comunidade.

ACE I - PROJETO I: PROJETO DE EXTENSÃO 01/PARTE 01

Título

Objetivo

Projeto I
Desenvolver, e executar projetos de extensão com duas semestralidades de
duração. Elaboração de projetos com temas atuais que versem sobre ações
práticas desenvolvidas nas escolas da rede pública para apresentação de
ferramentas que possam auxiliar no dia a dia da comunidade.
Elaboração e execução de projetos de extensão com duas semestralidades
de execução. Desenvolvimento de projetos com temas atuais que versem
sobre técnicas, tecnologias e conteúdo que contribuam para o

Ementa

aperfeiçoamento da formação do acadêmico de Engenharia de
Agrimensura e Cartográfica, a partir de uma abordagem em espaços e
locais que permitam o diálogo com comunidades diversas, em especial, nas
adjacências da Universidade.

Período(s) de oferta

1º

Carga Horária

54h por semestre

Teórico/Prática

30h/24h
O projeto será desenvolvido na universidade e/ou em qualquer comunidade
alagoana. Será com a participação dos docentes e discentes. Podendo ser
chamado(s) outro(s) docente(s) para auxiliar e/ou participar do projeto.
No âmbito metodológico, as ACEs deverão informar que serão reservadas
a partir de suas respectivas cargas horárias (CH) estimativas percentuais de
tempo para execução de ações como: Planejamento, execução de

Metodologia

atividades práticas em si e avaliação final/produção de relatórios ao fim da
execução das respectivas ACEs. Dessa forma, essa ACE terá distribuída a
sua CH nas seguintes formas percentuais:
1.Planejamento da ação na ACE (25% da CH total da ACE);
2.Execução de atividades práticas em si (50% da CH total da ACE);
3.Avaliação final/produção de relatórios e/outros documentos de registro
ao fim da execução da ACE. (25% da CH total da ACE).
A avaliação da participação do discente no evento ficará a critério do
docente, que seguirá o regimento da UFAL. Além disso, deverá o/a docente
utilizar-se de instrumento/s (relatórios, fichas, atas, diários de bordo, etc.)
para registro de alcance dos indicadores de Extensão pré-estabelecidos.

Formas de

Encontros pré-definidos para socialização das atividades e assessoramento

Acompanhamento

aos trabalhos no desenvolvimento de cada ação.
São indicadores norteadores para o processo de acompanhamento,
monitoramento e aval da execução da ACE:
Dentre outros, são considerados indicadores de extensão: quantidade de
estudantes participantes de ACE; quantidade de professores envolvidos na

ACE; quantidade de ações interdisciplinares; quantidade de escolas
públicas e outros órgãos externos envolvidos; realização de ACE em locais
de vulnerabilidade social e abordagem de temas de pertinência social.
Estudantes do curso de engenharia de Agrimensura e Cartográfica e/outras
Público-Alvo

engenharias; membros de Associação de moradores situados no município
de Maceió, Rio Largos e adjacências e outras localidades vizinhas;
populações em geral envolvidas indiretamente durante a execução da ACE.
•

COSTA, Cleide Jane de Sá Araújo; PINTO, Anamelea de

Campos. (org.)). Tecnologias digitais da informação e comunicação na
educação. Maceió: EDUFAL, 2017.
Bibliografia Básica

•

ORAN,

José

Manuel.

Novas

tecnologias

e

mediação

pedagógica. Papirus, 2013.

•

LÉVY. Pierry Cibercultura. São Paulo: 34, 2006.

•

FREIRE, Paulo. Educação e mudança. 2.ed. São Paulo: Paz e

Terra, 2011. 111 p. ISBN 9788577531707 (broch.).
•

UNIVERSIDADE

FEDERAL

DE

ALAGOAS

(UFAL).

Conselho Universitário. Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03
de novembro de 2014. Estabelece a atualização das diretrizes gerais das
atividades de extensão no âmbito da UFAL. Maceió, 2014. Disponível em:
http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhossuperiores/consuni/resolucoes/2014/resolucao-no-65-2014-de-03-112014/view. Acesso em: 23 mar. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS.

Conselho

Universitário. Resolução nº 04, de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta
as ações de extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
Bibliografia
Complementar

pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL. Maceió, 2018. Disponível
em:

https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2018/rco-n-04-

de-19-02-2018.pdf/view. Acesso em: 23 mar. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de

Extensão (PROEX). Instrução Normativa PROEX Nº01/2019. Dispõe
sobre os procedimentos para implantação da extensão como componente
curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação
da

Ufal.

Maceió,

2019.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/instrucao_normativa.pdf/view
Acesso em: 23 mar. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de

Extensão (PROEX). Manual da Curricularização. Definições teóricometodológicas-procedimentais para a inserção da extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos de curso de
graduação

da

Ufal.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/manual_2019.pdf/view

Acesso

em: 23 mar. 2020.
•

REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA.

Documentos. Plano Nacional de Extensão Universitária, 2001. Disponível
em: <http://www.renex.org.br> Acesso em: 15 dez. 2004.
•

GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou

domesticação? São Paulo: Cortez, 1986.
•

BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação

entre universidade e comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v.
9, n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.

•

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de

Extensão das Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política
Nacional de Extensão Universitária, Manaus, 2012.

ACE II - PROJETO I: PROJETO DE EXTENSÃO 01/PARTE 02
Título

Objetivo

Projeto II
Desenvolver, e executar projetos de extensão com duas semestralidades de
duração. Elaboração de projetos com temas atuais que versem sobre Ações
práticas desenvolvidas nas escolas da rede pública para apresentação de
ferramentas que possam auxiliar no dia a dia da comunidade.
Elaboração e execução de projetos de extensão com duas semestralidades
de execução. Desenvolvimento de projetos com temas atuais que versem
sobre técnicas, tecnologias e conteúdo que contribuam para o

Ementa

aperfeiçoamento da formação do acadêmico de engenharia de Agrimensura
e Cartográfica, a partir de uma abordagem em espaços e locais que
permitam o diálogo com comunidades diversas, em especial, nas
adjacências da Universidade.

Período(s) de oferta

2º

Carga Horária

54h por semestre

Teórico/Prática

- / 54h
O projeto será desenvolvido na universidade e/ou em qualquer comunidade
alagoana. Será com a participação dos docentes e discentes. Podendo ser
chamado(s) outro(s) docente(s) para auxiliar e/ou participar do projeto.
No âmbito metodológico, as ACEs deverão informar que serão reservadas

Metodologia

a partir de suas respectivas cargas horárias (CH) estimativas percentuais de
tempo para execução de ações como: Planejamento, execução de
atividades práticas em si e avaliação final/produção de relatórios ao fim da
execução das respectivas ACEs. Dessa forma, essa ACE terá distribuída a
sua CH nas seguintes formas percentuais:
1.Planejamento da ação na ACE (25% da CH total da ACE)

2.Execução de atividades práticas em si (50% da CH total da ACE)
Avaliação final/produção de relatórios e/outros documentos de registro ao
fim da execução da ACE. (25% da CH total da ACE)
A avaliação da participação do discente no evento ficará a critério do
docente, que seguirá o regimento da UFAL. Além disso, deverá o/a docente
utilizar-se de instrumento/s (relatórios, fichas, atas, diários de bordo, etc.)
para registro de alcance dos indicadores de Extensão pré - estabelecidos.
Encontros pré-definidos para socialização das atividades e assessoramento
Formas de
Acompanhamento

aos trabalhos no desenvolvimento de cada ação.
São indicadores norteadores para o processo de acompanhamento,
monitoramento e aval da execução da ACE:
Dentre outros, são considerados indicadores de extensão: quantidade de
estudantes participantes de ACE; quantidade de professores envolvidos na
ACE; quantidade de ações interdisciplinares; quantidade de escolas
públicas e outros órgãos externos envolvidos; realização de ACE em locais
de vulnerabilidade social e abordagem de temas de pertinência social.
Estudantes do curso de engenharia de Agrimensura e Cartográfica e/outras

Público-alvo:

engenharias; membros de Associação de moradores situados no município
de Maceió, Rio Largos e adjacências e outras localidades vizinhas;
populações em geral envolvidas indiretamente durante a execução da ACE.
•

COSTA, Cleide Jane de Sá Araújo; PINTO, Anamelea de

Campos. (org.)). Tecnologias digitais da informação e comunicação na
educação. Maceió: EDUFAL, 2017.
Bibliografia Básica

•

ORAN,

José

Manuel.

Novas

tecnologias

e

mediação

ALAGOAS

(UFAL).

pedagógica. Papirus, 2013.

•

LÉVY. Pierry Cibercultura. São Paulo: 34, 2006.

•

UNIVERSIDADE

FEDERAL

DE

Conselho Universitário. Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03
de novembro de 2014. Estabelece a atualização das diretrizes gerais das
atividades de extensão no âmbito da UFAL. Maceió, 2014. Disponível em:
http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhosBibliográfica

superiores/consuni/resolucoes/2014/resolucao-no-65-2014-de-03-11-

Complementar

2014/view. Acesso em: 23 mar. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS.

Conselho

Universitário. Resolução nº 04, de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta
as ações de extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL. Maceió, 2018. Disponível
em:

https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2018/rco-n-04-

de-19-02-2018.pdf/view. Acesso em: 23 mar. 2020.

•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de

Extensão (PROEX). Instrução Normativa PROEX Nº01/2019. Dispõe
sobre os procedimentos para implantação da extensão como componente
curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação
da

Ufal.

Maceió,

2019.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/instrucao_normativa.pdf/view
Acesso em: 23 mar. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de

Extensão (PROEX). Manual da Curricularização. Definições teóricometodológicas-procedimentais para a inserção da extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos de curso de
graduação

da

Ufal.

Disponível

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/manual_2019.pdf/view

em:
Acesso

em: 23 marc. 2020.
•

FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz

e Terra, 1983, 93p.
•

REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA.

Documentos. Plano Nacional de Extensão Universitária, 2001. Disponível
em: <http://www.renex.org.br>
•

GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou

domesticação? São Paulo: Cortez, 1986.

•

BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação

entre universidade e comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v.
9, n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum
de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras e
SESu/MEC. Política Nacional de Extensão Universitária, Manaus, 2012.

ACE III - CURSOS
Título

Cursos de Extensão
Desenvolver, através da realização de cursos de extensão e/ou

Objetivo

apresentações técnicas, a difusão dos conhecimentos adquiridos pelos
discentes (nas disciplinas do curso) à sociedade que os rodeiam.
Difusão dos conhecimentos adquiridos pelos discentes (nas disciplinas do

Ementa

curso) à sociedade que os rodeiam, através da realização de cursos de
extensão e/ou apresentações técnicas.

Período(s) de oferta

3º período

Carga Horária

72h por semestre

Teórico/Prática

30h / 42h

Essa modalidade será desenvolvida no município de Rio Largo e/ou
cidades em seu entorno através de uma combinação de procedimentos
teóricos e práticos. Os discentes matriculados nessa ACE deverão elaborar,
sob orientação de um docente do campus, materiais didáticos;
questionários; organizar visitas espaços para a aplicação de cursos de
extensão.
No âmbito metodológico, as ACEs deverão informar que serão reservadas
Metodologia

a partir de suas respectivas cargas horárias (CH) estimativas percentuais de
tempo para execução de ações como: Planejamento, execução de
atividades práticas em si e avaliação final/produção de relatórios ao fim da
execução das respectivas ACEs. Dessa forma, essa ACE terá distribuída a
sua CH nas seguintes formas percentuais:
1.Planejamento da ação na ACE (25% da CH total da ACE);
2. Execução de atividades práticas em si (50% da CH total da ACE);
3. Avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução da ACE.
(25% da CH total da ACE)
A avaliação da participação do discente no evento ficará a critério do
docente, que seguirá o regimento da UFAL. Além disso, deverá o/a docente
utilizar-se de instrumento/s (relatórios, fichas, atas, diários de bordo, etc.)
para registro de alcance dos indicadores de Extensão pré-estabelecidos.
Encontros pré-definidos para socialização das atividades e assessoramento

Formas de
Acompanhamento

aos trabalhos no desenvolvimento de cada ação.
São indicadores norteadores para o processo de acompanhamento,
monitoramento e aval da execução da ACE:
Dentre outros, são considerados indicadores de extensão: quantidade de
estudantes participantes de ACE; quantidade de professores envolvidos na
ACE; quantidade de ações interdisciplinares; quantidade de escolas
públicas e outros órgãos externos envolvidos; realização de ACE em locais
de vulnerabilidade social e abordagem de temas de pertinência social.
Estudantes do curso de engenharia de Agrimensura e Cartográfica e/outras

Público-alvo:

engenharias; membros de Associação de moradores situados no município
de Maceió, Rio Largos e adjacências e outras localidades vizinhas;
populações em geral envolvidas indiretamente durante a execução da ACE.
•

ESPARTEL, Lélis. Curso de Topografia. 7.ed. Rio Grande do Sul:

Globo, 1980. 655 p
Bibliografia Básica

•

TULER,

Marcelo;

SARAIVA,

Sérgio.

Fundamentos

de

topografia. Porto Alegre: Bookman, 2014. 308 p. (Série Tekne). ISBN
9788582601198: (Broch.).

•

MARTINS; MATOS, João Luís de; DIAS, José Miguel Baio.

Topografia geral. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.. 208 p. ISBN
9788521615613 (broch.)
•

UNIVERSIDADE

FEDERAL

DE

ALAGOAS

(UFAL).

Conselho Universitário. Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03
de novembro de 2014. Estabelece a atualização das diretrizes gerais das
atividades de extensão no âmbito da UFAL. Maceió, 2014. Disponível em:
http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhossuperiores/consuni/resolucoes/2014/resolucao-no-65-2014-de-03-112014/view. Acesso em: 06 jan. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS.

Conselho

Universitário. Resolução nº 04, de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta
as ações de extensão como componente curricular obrigatório nos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL. Maceió, 2018. Disponível
em:

https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2018/rco-n-04-

de-19-02-2018.pdf/view. Acesso em: 23 marc. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de

Extensão (PROEX). Instrução Normativa PROEX Nº01/2019. Dispõe
sobre os procedimentos para implantação da extensão como componente
curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação
Bibliografia
Complementar

da

Ufal.

Maceió,

2019.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/instrucao_normativa.pdf/view
Acesso em: 23 marc. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de

Extensão (PROEX). Manual da Curricularização. Definições teóricometodológicas-procedimentais para a inserção da extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos de curso de
graduação

da

Ufal.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/manual_2019.pdf/view. Acesso
em: 23 marc. 2020.
•

FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz

e Terra, 1983, 93p.
•

REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA.

Documentos. Plano Nacional de Extensão Universitária, 2001. Disponível
em: <http://www.renex.org.br> Acesso em: 15 dez. 2004.
•

GURGEL, R. M. Extensão Universitária: Comunicação ou

domesticação? São Paulo: Cortez, 1986.
•

BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação

entre universidade e comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v.
9, n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.

•

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de

Extensão das Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política
Nacional de Extensão Universitária, Manaus, 2012.

ACE IV - CURSO

Título

Curso de Extensão
Desenvolver, através da realização de cursos de extensão e/ou apresentações

Objetivo

técnicas, a difusão dos conhecimentos adquiridos pelos discentes (nas disciplinas
do curso) à sociedade que os rodeiam.
Difusão dos conhecimentos adquiridos pelos discentes (nas disciplinas do curso)

Ementa

à sociedade que os rodeiam, através da realização de cursos de extensão e/ou
apresentações técnicas.

Período(s) de

4º período

oferta
Carga Horária

72h por semestre

Teórico/ Prática

30h/42h
Essa modalidade será desenvolvida no município de Rio Largo e/ou cidades em
seu entorno através de uma combinação de procedimentos teóricos e práticos. Os
discentes matriculados nessa ACE deverão elaborar, sob orientação de um
docente do campus, materiais didáticos; questionários; organizar visitas espaços
para a aplicação de cursos de extensão.
No âmbito metodológico, as ACEs deverão informar que serão reservadas a
partir de suas respectivas cargas horárias (CH) estimativas percentuais de tempo
para execução de ações como: Planejamento, execução de atividades práticas em

Metodologia

si e avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução das respectivas
ACEs. Dessa forma, essa ACE terá distribuída a sua CH nas seguintes formas
percentuais:
1.Planejamento da ação na ACE (25% da CH total da ACE);
2. Execução de atividades práticas em si (50% da CH total da ACE);
3.avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução da ACE. (25% da
CH total da ACE).

A avaliação da participação do discente no evento ficará a critério do docente,
Formas de
Acompanhament
o

que seguirá o regimento da UFAL. Além disso, deverá o/a docente utilizar-se de
instrumento/s (relatórios, fichas, atas, diários de bordo, etc.) para registro de
alcance dos indicadores de Extensão pré - estabelecidos. Encontros pré-definidos
para socialização das atividades e assessoramento aos trabalhos no
desenvolvimento de cada ação.

São

indicadores

norteadores

para

o

processo

de

acompanhamento,

monitoramento e aval da execução da ACE:
Dentre outros, são considerados indicadores de extensão: quantidade de
estudantes participantes de ACE; quantidade de professores envolvidos na ACE;
quantidade de ações interdisciplinares; quantidade de escolas públicas e outros
órgãos externos envolvidos; realização de ACE em locais de vulnerabilidade
social e abordagem de temas de pertinência social.
Estudantes do curso de engenharia de Agrimensura e Cartográfica e/outras
Público – alvo:

engenharias; membros de Associação de moradores situados no município de
Maceió, Rio Largos e adjacências e outras localidades vizinhas; populações em
geral envolvidas indiretamente durante a execução da ACE.
•

BORGES, Alberto de Campos. Topografia. São Paulo, SP: Edgard

Blücher, c1977. v. 1 ISBN (broch.).
•
Bibliografia
Básica

DAIBERT, João Dalton. Topografia: técnicas e práticas de campo. 2.

ed. São Paulo: Erica, Saraiva, 2014. 120 p. (Série eixos). ISBN 9788536506586:
(Broch.).

•

FONSECA, Rômulo Soares. Elementos de desenho topográfico. São

Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1973. 192p. ISBN (Broch.).
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS (UFAL). Conselho
Universitário. Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03 de
novembro de 2014. Estabelece a atualização das diretrizes gerais das
atividades de extensão no âmbito da UFAL. Maceió, 2014. Disponível
em:

http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhos-

superiores/consuni/resolucoes/2014/resolucao-no-65-2014-de-03-112014/view. Acesso em: 06 jan. 2020.
•

UNIVERSIDADE

FEDERAL

DE

ALAGOAS.

Conselho

Universitário. Resolução nº 04, de 19 de fevereiro de 2018.
Regulamenta as ações de extensão como componente curricular

Bibliográfica

obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da

Complementar

UFAL.

Maceió,

2018.

Disponível

em:

https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2018/rco-n-04-de19-02-2018.pdf/view. Acesso em: 23 marc. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de
Extensão (PROEX). Instrução Normativa PROEX Nº01/2019. Dispõe
sobre os procedimentos para implantação da extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos
de

graduação

da

Ufal.

Maceió,

2019.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/instrucao_normativa.pdf/vie
w Acesso em: 23 marc. 2020.

•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de
Extensão (PROEX). Manual da Curricularização. Definições teóricometodológicas-procedimentais para a inserção da extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos de curso
de

graduação

da

Ufal.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/manual_2019.pdf/view.
Acesso em: 23 marc. 2020.
•

FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1983, 93p.

•

REDE

NACIONAL

DE

EXTENSÃO

UNIVERSITÁRIA.

Documentos. Plano Nacional de Extensão Universitária, 2001.
Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso em: 15 dez. 2004.
•

GURGEL,

R.

M.

Extensão

Universitária:

Comunicação

ou

domesticação? São Paulo: Cortez, 1986.
•

BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre
universidade e comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9,
n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.

•

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão
das Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional
de Extensão Universitária, Manaus, 2012.

ACE V - EVENTO
Título

Eventos
Desenvolver eventos de extensão que abordem sobre temáticas relativas às

Objetivo

grandes áreas da Engenharia de Agrimensura e Cartográfica em um evento
técnico científico.

Ementa
Período(s) de

Realização de um evento. Abordagem sobre temáticas relativas às grandes áreas
da Engenharia de Agrimensura e Cartográfica em um evento técnico científico.
5º período

oferta
Carga Horária

54h por semestre

Teórico/ Prática

20h/34h
Essa modalidade será desenvolvida no município de Rio Largo e/ou cidades em
seu entorno através de uma combinação de procedimentos teóricos e práticos. Os
discentes matriculados nessa ACE deverão elaborar e executar, sob orientação

Metodologia

de um docente do campus, evento/s de extensão.
No âmbito metodológico, as ACEs deverão informar que serão reservadas a
partir de suas respectivas cargas horárias (CH) estimativas percentuais de tempo
para execução de ações como: Planejamento, execução de atividades práticas em
si e avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução das respectivas

ACEs. Dessa forma, essa ACE terá distribuída a sua CH nas seguintes formas
percentuais:
1.Planejamento da ação na ACE (25% da CH total da ACE);
2Eexecução de atividades práticas em si (50% da CH total da ACE);
3.Avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução da ACE. (25% da
CH total da ACE).
A avaliação da participação do discente no evento ficará a critério do docente,
que seguirá o regimento da UFAL. Além disso, deverá o/a docente utilizar-se de
instrumento/s (relatórios, fichas, atas, diários de bordo, etc.) para registro de
alcance dos indicadores de Extensão pré-estabelecidos. Encontros pré-definidos
para socialização das atividades e assessoramento aos trabalhos no
Formas de

desenvolvimento de cada ação.

Acompanhament

São

o

monitoramento e aval da execução da ACE:

indicadores

norteadores

para

o

processo

de

acompanhamento,

Dentre outros, são considerados indicadores de extensão: quantidade de
estudantes participantes de ACE; quantidade de professores envolvidos na ACE;
quantidade de ações interdisciplinares; quantidade de escolas públicas e outros
órgãos externos envolvidos; realização de ACE em locais de vulnerabilidade
social e abordagem de temas de pertinência social.
Estudantes do curso de engenharia de Agrimensura e Cartográfica e/outras
Público - alvo

engenharias; membros de Associação de moradores situados no município de
Maceió, Rio Largos e adjacências e outras localidades vizinhas; populações em
geral envolvidas indiretamente durante a execução da ACE.
•

Neil F. COMINS, William J. KAUFMANN III. Descobrindo o

universo. 8 ed., Porto Alegre: Bookman, 2010.
•

Kepler de Souza Oliveira FILHO, Maria de Fátima Oliveira SARAIVA.

Astronomia e Astrofísica, 4 ed. Livraria da Física, 2017.
BAKULIN, Pavel Ivanovich; KONONOVICH, E. V; MOROZ, V. I. Curso

•
Bibliografia
Básica

de astronomia general. [S.l.]: Mir, c1987. 567 p.
•

CESCA, Cleuza G. Gimenes. Organização de eventos: manual para

planejamento e execução. 10. ed. São Paulo: Summus, 2008.
•

ALLEN, Johnny; KRAMER, Adriana; TOLEDO, Marise Philbois

(Trad.). Organização e gestão de eventos. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus,
2008.

•

ZITTA, Carmem; GONÇALVES, Carmem Lúcia Alves. Organização

de eventos: da ideia à realidade. 3. ed. Brasília: Senac Distrito Federal, 2011.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS (UFAL). Conselho

Bibliográfica

Universitário. Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03 de

Complementar

novembro de 2014. Estabelece a atualização das diretrizes gerais das
atividades de extensão no âmbito da UFAL. Maceió, 2014. Disponível

em:

http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhos-

superiores/consuni/resolucoes/2014/resolucao-no-65-2014-de-03-112014/view. Acesso em: 06 jan. 2020.
•

UNIVERSIDADE

FEDERAL

DE

ALAGOAS.

Conselho

Universitário. Resolução nº 04, de 19 de fevereiro de 2018.
Regulamenta as ações de extensão como componente curricular
obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da
UFAL.

Maceió,

2018.

Disponível

em:

https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2018/rco-n-04-de19-02-2018.pdf/view. Acesso em: 23 marc. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de
Extensão (PROEX). Instrução Normativa PROEX Nº01/2019. Dispõe
sobre os procedimentos para implantação da extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos
de

graduação

da

Ufal.

Maceió,

2019.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/instrucao_normativa.pdf/vie
w Acesso em: 23 marc. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de
Extensão (PROEX). Manual da Curricularização. Definições teóricometodológicas-procedimentais para a inserção da extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos de curso
de

graduação

da

Ufal.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/manual_2019.pdf/view.
Acesso em: 23 marc. 2020.
•

FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1983, 93p.

•

REDE

NACIONAL

DE

EXTENSÃO

UNIVERSITÁRIA.

Documentos. Plano Nacional de Extensão Universitária, 2001.
Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso em: 15 dez. 2004.
•

GURGEL,

R.

M.

Extensão

Universitária:

Comunicação

ou

domesticação? São Paulo: Cortez, 1986.
•

BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre
universidade e comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9,
n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de Extensão
Universitária, Manaus, 2012.

ACE VI - EVENTO
Título

Eventos
Desenvolver eventos de extensão que abordem sobre temáticas relativas às

Objetivo

grandes áreas da Engenharia de Agrimensura e Cartográfica em um evento
técnico científico.

Ementa
Período(s) de

Realização de um evento. Abordagem sobre temáticas relativas às grandes áreas
da Engenharia de Agrimensura e Cartográfica em um evento técnico científico.
6º período

oferta
Carga Horária

54h por semestre

Teórico/ Prática

20h/34h
Essa modalidade será desenvolvida no município de Rio Largo e/ou cidades em
seu entorno através de uma combinação de procedimentos teóricos e práticos. Os
discentes matriculados nessa ACE deverão elaborar e executar, sob orientação
de um docente do campus, evento/s de extensão.
No âmbito metodológico, as ACEs deverão informar que serão reservadas a
partir de suas respectivas cargas horárias (CH) estimativas percentuais de tempo

Metodologia

para execução de ações como: Planejamento, execução de atividades práticas em
si e avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução das respectivas
ACEs. Dessa forma, essa ACE terá distribuída a sua CH nas seguintes formas
percentuais:
1.Planejamento da ação na ACE (25% da CH total da ACE);
2Eexecução de atividades práticas em si (50% da CH total da ACE);
3.Avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução da ACE. (25% da
CH total da ACE).
A avaliação da participação do discente no evento ficará a critério do docente,
que seguirá o regimento da UFAL. Além disso, deverá o/a docente utilizar-se de
instrumento/s (relatórios, fichas, atas, diários de bordo, etc.) para registro de
alcance dos indicadores de Extensão pré-estabelecidos. Encontros pré-definidos
para socialização das atividades e assessoramento aos trabalhos no

Formas de

desenvolvimento de cada ação.

Acompanhament

São

o

monitoramento e aval da execução da ACE:

indicadores

norteadores

para

o

processo

de

acompanhamento,

Dentre outros, são considerados indicadores de extensão: quantidade de
estudantes participantes de ACE; quantidade de professores envolvidos na ACE;
quantidade de ações interdisciplinares; quantidade de escolas públicas e outros
órgãos externos envolvidos; realização de ACE em locais de vulnerabilidade
social e abordagem de temas de pertinência social.
Público - alvo

Estudantes do curso de engenharia de Agrimensura e Cartográfica e/outras
engenharias; membros de Associação de moradores situados no município de

Maceió, Rio Largos e adjacências e outras localidades vizinhas; populações em
geral envolvidas indiretamente durante a execução da ACE.
•

Neil F. COMINS, William J. KAUFMANN III. Descobrindo o

universo. 8 ed., Porto Alegre: Bookman, 2010.
•

Kepler de Souza Oliveira FILHO, Maria de Fátima Oliveira SARAIVA.

Astronomia e Astrofísica, 4 ed. Livraria da Física, 2017.
BAKULIN, Pavel Ivanovich; KONONOVICH, E. V; MOROZ, V. I. Curso

•
Bibliografia
Básica

de astronomia general. [S.l.]: Mir, c1987. 567 p.
•

CESCA, Cleuza G. Gimenes. Organização de eventos: manual para

planejamento e execução. 10. ed. São Paulo: Summus, 2008.
•

ALLEN, Johnny; KRAMER, Adriana; TOLEDO, Marise Philbois

(Trad.). Organização e gestão de eventos. Rio de Janeiro: Elsevier, Campus,
2008.

•

ZITTA, Carmem; GONÇALVES, Carmem Lúcia Alves. Organização

de eventos: da ideia à realidade. 3. ed. Brasília: Senac Distrito Federal, 2011.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS (UFAL). Conselho
Universitário. Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03 de
novembro de 2014. Estabelece a atualização das diretrizes gerais das
atividades de extensão no âmbito da UFAL. Maceió, 2014. Disponível
em:

http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhos-

superiores/consuni/resolucoes/2014/resolucao-no-65-2014-de-03-112014/view. Acesso em: 06 jan. 2020.
•

UNIVERSIDADE

FEDERAL

DE

ALAGOAS.

Conselho

Universitário. Resolução nº 04, de 19 de fevereiro de 2018.
Regulamenta as ações de extensão como componente curricular
obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da
UFAL.

Bibliográfica

Maceió,

2018.

Disponível

em:

https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2018/rco-n-04-de-

Complementar

19-02-2018.pdf/view. Acesso em: 23 marc. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de
Extensão (PROEX). Instrução Normativa PROEX Nº01/2019. Dispõe
sobre os procedimentos para implantação da extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos
de

graduação

da

Ufal.

Maceió,

2019.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/instrucao_normativa.pdf/vie
w Acesso em: 23 marc. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de
Extensão (PROEX). Manual da Curricularização. Definições teóricometodológicas-procedimentais para a inserção da extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos de curso

de

graduação

da

Ufal.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/manual_2019.pdf/view.
Acesso em: 23 marc. 2020.
•

FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1983, 93p.

•

REDE

NACIONAL

DE

EXTENSÃO

UNIVERSITÁRIA.

Documentos. Plano Nacional de Extensão Universitária, 2001.
Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso em: 15 dez. 2004.
•

GURGEL,

R.

M.

Extensão

Universitária:

Comunicação

ou

domesticação? São Paulo: Cortez, 1986.
•

BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre
universidade e comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9,
n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de Extensão
Universitária, Manaus, 2012.

ACE VII – PROJETO DE EXTENSÃO 02/PARTE01
Título

Projeto de extensão/parte 1
Desenvolver eventos de extensão que abordem sobre temáticas relativas às

Objetivo

grandes áreas da Engenharia de Agrimensura e Cartográfica em um evento
técnico científico.

Ementa
Período(s) de

Realização de um evento. Abordagem sobre temáticas relativas às grandes áreas
da Engenharia de Agrimensura e Cartográfica em um evento técnico científico.
7º período

oferta
Carga Horária

54h por semestre

Teórico/ Prática

20h/34h
O projeto será desenvolvido na universidade e/ou em qualquer comunidade
alagoana. Será com a participação dos docentes e discentes. Podendo ser
chamado(s) outro(s) docente(s) para auxiliar e/ou participar do projeto.
No âmbito metodológico, as ACEs deverão informar que serão reservadas a
partir de suas respectivas cargas horárias (CH) estimativas percentuais de tempo

Metodologia

para execução de ações como: Planejamento, execução de atividades práticas em
si e avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução das respectivas
ACEs. Dessa forma, essa ACE terá distribuída a sua CH nas seguintes formas
percentuais:
1.Planejamento da ação na ACE (25% da CH total da ACE);
2Eexecução de atividades práticas em si (50% da CH total da ACE);

3.Avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução da ACE. (25% da
CH total da ACE).
A avaliação da participação do discente no evento ficará a critério do docente,
que seguirá o regimento da UFAL. Além disso, deverá o/a docente utilizar-se de
instrumento/s (relatórios, fichas, atas, diários de bordo, etc.) para registro de
alcance dos indicadores de Extensão pré-estabelecidos. Encontros pré-definidos
para socialização das atividades e assessoramento aos trabalhos no
Formas de

desenvolvimento de cada ação.

Acompanhament

São

o

monitoramento e aval da execução da ACE:

indicadores

norteadores

para

o

processo

de

acompanhamento,

Dentre outros, são considerados indicadores de extensão: quantidade de
estudantes participantes de ACE; quantidade de professores envolvidos na ACE;
quantidade de ações interdisciplinares; quantidade de escolas públicas e outros
órgãos externos envolvidos; realização de ACE em locais de vulnerabilidade
social e abordagem de temas de pertinência social.
Estudantes do curso de engenharia de Agrimensura e Cartográfica e/outras
Público - alvo

engenharias; membros de Associação de moradores situados no município de
Maceió, Rio Largos e adjacências e outras localidades vizinhas; populações em
geral envolvidas indiretamente durante a execução da ACE.
•

BORGES, Alberto de Campos. Topografia. São Paulo, SP: Edgard

Blücher, c1977. v. 1 ISBN (broch.).
•
Bibliografia
Básica

DAIBERT, João Dalton. Topografia: técnicas e práticas de campo. 2.

ed. São Paulo: Erica, Saraiva, 2014. 120 p. (Série eixos). ISBN 9788536506586:
(Broch.).
FONSECA, Rômulo Soares. Elementos de desenho topográfico. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1973. 192p. ISBN (Broch.).
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS (UFAL). Conselho
Universitário. Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03 de
novembro de 2014. Estabelece a atualização das diretrizes gerais das
atividades de extensão no âmbito da UFAL. Maceió, 2014. Disponível
em:

http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhos-

superiores/consuni/resolucoes/2014/resolucao-no-65-2014-de-03-11Bibliográfica
Complementar

2014/view. Acesso em: 06 jan. 2020.
•

UNIVERSIDADE

FEDERAL

DE

ALAGOAS.

Conselho

Universitário. Resolução nº 04, de 19 de fevereiro de 2018.
Regulamenta as ações de extensão como componente curricular
obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da
UFAL.

Maceió,

2018.

Disponível

em:

https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2018/rco-n-04-de19-02-2018.pdf/view. Acesso em: 23 marc. 2020.

•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de
Extensão (PROEX). Instrução Normativa PROEX Nº01/2019. Dispõe
sobre os procedimentos para implantação da extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos
de

graduação

da

Ufal.

Maceió,

2019.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/instrucao_normativa.pdf/vie
w Acesso em: 23 marc. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de
Extensão (PROEX). Manual da Curricularização. Definições teóricometodológicas-procedimentais para a inserção da extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos de curso
de

graduação

da

Ufal.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/manual_2019.pdf/view.
Acesso em: 23 marc. 2020.
•

FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1983, 93p.

•

REDE

NACIONAL

DE

EXTENSÃO

UNIVERSITÁRIA.

Documentos. Plano Nacional de Extensão Universitária, 2001.
Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso em: 15 dez. 2004.
•

GURGEL,

R.

M.

Extensão

Universitária:

Comunicação

ou

domesticação? São Paulo: Cortez, 1986.
•

BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre
universidade e comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9,
n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de Extensão
Universitária, Manaus, 2012.

ACE VIII – PROJETO DE EXTENSÃO 02/PARTE 02
Título

Projeto de extensão/parte 02
Desenvolver eventos de extensão que abordem sobre temáticas relativas às

Objetivo

grandes áreas da Engenharia de Agrimensura e Cartográfica em um evento
técnico científico.

Ementa
Período(s) de

Realização de um evento. Abordagem sobre temáticas relativas às grandes áreas
da Engenharia de Agrimensura e Cartográfica em um evento técnico científico.
8º período

oferta
Carga Horária

54h por semestre

Teórico/ Prática

20h/34h

O projeto será desenvolvido na universidade e/ou em qualquer comunidade
alagoana. Será com a participação dos docentes e discentes. Podendo ser
chamado(s) outro(s) docente(s) para auxiliar e/ou participar do projeto.
No âmbito metodológico, as ACEs deverão informar que serão reservadas a
partir de suas respectivas cargas horárias (CH) estimativas percentuais de tempo
para execução de ações como: Planejamento, execução de atividades práticas em
Metodologia

si e avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução das respectivas
ACEs. Dessa forma, essa ACE terá distribuída a sua CH nas seguintes formas
percentuais:
1.Planejamento da ação na ACE (25% da CH total da ACE);
2Eexecução de atividades práticas em si (50% da CH total da ACE);
3.Avaliação final/produção de relatórios ao fim da execução da ACE. (25% da
CH total da ACE).
A avaliação da participação do discente no evento ficará a critério do docente,
que seguirá o regimento da UFAL. Além disso, deverá o/a docente utilizar-se de
instrumento/s (relatórios, fichas, atas, diários de bordo, etc.) para registro de
alcance dos indicadores de Extensão pré-estabelecidos. Encontros pré-definidos
para socialização das atividades e assessoramento aos trabalhos no

Formas de

desenvolvimento de cada ação.

Acompanhament

São

o

monitoramento e aval da execução da ACE:

indicadores

norteadores

para

o

processo

de

acompanhamento,

Dentre outros, são considerados indicadores de extensão: quantidade de
estudantes participantes de ACE; quantidade de professores envolvidos na ACE;
quantidade de ações interdisciplinares; quantidade de escolas públicas e outros
órgãos externos envolvidos; realização de ACE em locais de vulnerabilidade
social e abordagem de temas de pertinência social.
Estudantes do curso de engenharia de Agrimensura e Cartográfica e/outras
Público - alvo

engenharias; membros de Associação de moradores situados no município de
Maceió, Rio Largos e adjacências e outras localidades vizinhas; populações em
geral envolvidas indiretamente durante a execução da ACE.
•

BORGES, Alberto de Campos. Topografia. São Paulo, SP: Edgard

Blücher, c1977. v. 1 ISBN (broch.).
•
Bibliografia
Básica

DAIBERT, João Dalton. Topografia: técnicas e práticas de campo. 2.

ed. São Paulo: Erica, Saraiva, 2014. 120 p. (Série eixos). ISBN 9788536506586:
(Broch.).
FONSECA, Rômulo Soares. Elementos de desenho topográfico. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1973. 192p. ISBN (Broch.).

Bibliográfica
Complementar

•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS (UFAL). Conselho
Universitário. Resolução nº 65/2014 - CONSUNI/UFAL, de 03 de
novembro de 2014. Estabelece a atualização das diretrizes gerais das

atividades de extensão no âmbito da UFAL. Maceió, 2014. Disponível
em:

http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/conselhos-

superiores/consuni/resolucoes/2014/resolucao-no-65-2014-de-03-112014/view. Acesso em: 06 jan. 2020.
•

UNIVERSIDADE

FEDERAL

DE

ALAGOAS.

Conselho

Universitário. Resolução nº 04, de 19 de fevereiro de 2018.
Regulamenta as ações de extensão como componente curricular
obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da
UFAL.

Maceió,

2018.

Disponível

em:

https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2018/rco-n-04-de19-02-2018.pdf/view. Acesso em: 23 marc. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de
Extensão (PROEX). Instrução Normativa PROEX Nº01/2019. Dispõe
sobre os procedimentos para implantação da extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos
de

graduação

da

Ufal.

Maceió,

2019.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/instrucao_normativa.pdf/vie
w Acesso em: 23 marc. 2020.
•

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-reitoria de
Extensão (PROEX). Manual da Curricularização. Definições teóricometodológicas-procedimentais para a inserção da extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos de curso
de

graduação

da

Ufal.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/extensao/documentos/manual_2019.pdf/view.
Acesso em: 23 marc. 2020.
•

FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1983, 93p.

•

REDE

NACIONAL

DE

EXTENSÃO

UNIVERSITÁRIA.

Documentos. Plano Nacional de Extensão Universitária, 2001.
Disponível em: <http://www.renex.org.br> Acesso em: 15 dez. 2004.
•

GURGEL,

R.

M.

Extensão

Universitária:

Comunicação

ou

domesticação? São Paulo: Cortez, 1986.
•

BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre
universidade e comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9,
n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Fórum de Pró-Reitores de Extensão das
Universidades Públicas Brasileiras e SESu/MEC. Política Nacional de Extensão
Universitária, Manaus, 2012.

4.1.6 Atividades Complementares e Flexíveis.
A Instrução Normativa nº05/2020, rege as Atividades Complementares e
Flexíveis, onde será obrigatório o cumprimento de 210 horas de atividades
complementares, tendo como principal objetivo complementar a formação e
aperfeiçoamento dos alunos de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica, tais atividades
podem ser cumpridas com disciplinas eletivas, monitoria, iniciação científica, extensão,
estágio obrigatório, cursos diversos, participação em congresso, seminário e outros, sendo
computadas na carga horária da parte flexível, desde que aprovada pelo colegiado do
curso, conforme proposta abaixo.
As Atividades Complementares do curso de Engenharia de Agrimensura e
Cartográfica são classificadas nos quatro grupos previstos na resolução N° 113/95 do
CEPE/UFAL. As mesmas são apresentadas no Quadro 06. Também neste quadro se
especifica a carga horária a ser computada por cada atividade bem como o máximo
possível de aproveitamento de carga horária para cada atividade.
Quadro 6. Distribuição das Atividades Acadêmico-Científico-Culturais - ACC

Subgrupo
1

GRUPO 1 –ATIVIDADES DE ENSINO
Atividade
Disciplinas Eletivas
Cursada em outro curso da UFAL

2

3

4

Subgrupo
1

Disciplinas isoladas

Cursada em curso de outra
instituição
reconhecido
pelo
Ministério da Educação (MEC)
Programa de Monitoria (bolsista ou colaborador) com
certificação expedida ou reconhecida pela UFAL
Curso,
mini-curso,
oficina,
treinamento e workshop na área de
Engenharia de Agrimensura e
Cartográfica
Formação
Curso,
mini-curso,
oficina,
Complementar
treinamento e workshop em áreas
afins
Bolsa de incentivo ao estudo ou
afins

GRUPO 2 –ATIVIDADES DE PESQUISA
Atividade
Participação em
iniciação científica

bolsista
colaborador

Valoração
54 horas por disciplina,
máximo de 108 horas
Carga horária total da
disciplina, máximo de 90
horas
Carga horária total da
disciplina, máximo de 90
horas
30
horas/semestre,
máximo de 60 horas
10 horas por evento,
máximo de 40 horas
5 horas por evento,
máximo de 20 horas
10 horas por semestre,
máximo de 40 horas

Valoração
40
horas/semestre,
máximo de 120 horas
20
horas/semestre,
máximo 60 hroas

2

Projeto de pesquisa aprovado pelo Programa Institucional de
Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC) ou afim
Internacional

Nacional

3

Publicação de comunicação na
íntegra em anais de evento
acadêmico, científico ou técnico

Regional

Estadual

Local
Internacional

4

Publicação
de
resumo
de
comunicação em anais de evento
acadêmico, científico ou técnico

Nacional
Regional
Local
Indexado na Qualis

5

Publicação de artigo em periódico
científico com ISSN

Não indexado
Qualis 15 horas
artigo, máximo

na
por

Capítulo
6

Publicação de livro com ISBN
Completo

7

Outras atividades de pesquisa a critério do Colegiado do Curso

GRUPO 3 –ATIVIDADES DE EXTENSÃO
Atividade

Subgrupo
1

Programa ou projeto de extensão registrado e aprovado na
UFAL
Apresentador oral

2

Evento
acadêmico,
científico
ou
técnico
internacional

Apresentador em pôster

Organizador

Ouvinte
Evento
científico
nacional

ou

acadêmico,
técnico

Apresentador oral

30 horas por semestre,
máximo de 120 horas
30
horas
por
comunicação, máximo
de 120 horas
25
horas
por
comunicação, máximo
de 100 horas
20
horas
por
comunicação, máximo
de 80 horas
15
horas
por
comunicação, máximo
de 60 horas
10
horas
por
comunicação, máximo
de 40 horas
20 horas por evento,
máximo de 80 horas
15 horas por evento,
máximo de 60 horas
10 horas por semestre,
máximo de 40 horas
3 horas por semestre,
máximo de 12 horas
30 horas por artigo,
máximo de 120 horas
15 horas por artigo,
máximo de 60 horas
30 horas por capítulo,
máximo de 120 horas
60 horas por livro,
máximo de 120
10 horas, máximo de
80 horas

Valoração

30 horas por semestre,
máximo de 120 horas
30
horas
por
participação, máximo de
120 horas
25
horas
por
participação, máximo de
100 horas
25
horas
por
participação, máximo de
100 horas
15
horas
por
participação, máximo de
60 horaS
25
horas
por
participação, máximo de
100 horas

Apresentador em pôster

Organizador

Ouvinte
Apresentador oral
Evento
científico
regional

ou

acadêmico,
técnico

Apresentador em pôster
Organizador
Ouvinte
Apresentador oral

Evento
científico
estadual

ou

acadêmico,
técnico

Apresentador em pôster
Organizador
Ouvinte
Apresentador oral

Evento
acadêmico,
científico ou técnico local

Apresentador em pôster
Organizador
Ouvinte

5

Publicação de artigo em
periódico científico com
ISSN

6

Publicação de livro com
ISBN

Indexado na Qualis
Não indexado na Qualis 15
horas por artigo, máximo
Capítulo
Completo

Outras atividades de pesquisa a critério do Colegiado do
Curso

7

Subgrupo

1

2

20
horas
por
comunicação, máximo de
80 horas
15
horas
por
comunicação, máximo de
60 horas
10
horas
por
comunicação, máximo de
40 horas
20 horas por evento,
máximo de 80 horas
15 horas por evento,
máximo de 60 horas
10 horas por semestre,
máximo de 40 horas
5 horas por semestre,
máximo de 20 horas
15 horas por evento,
máximo de 60 horas
10 horas por evento,
máximo de 40 horas
5 horas por semestre,
máximo de 20 horas
3 horas por semestre,
máximo de 12 horas
15 horas por evento,
máximo de 60 horas
10 horas por evento,
máximo de 40 horas
5 horas por semestre,
máximo de 20 horas
3 horas por semestre,
máximo de 12 horas
30 horas por artigo,
máximo de 120 horas
15 horas por artigo,
máximo de 60 horas
30 horas por capítulo,
máximo de 120 horas
60 horas por livro,
máximo de 120
10 horas, máximo de 80
horas

GRUPO 4 – REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL
Atividade
Participação em
Entidades estudantis locais
(Centro Acadêmico e
Diretório Central dos
estudantes)
Participação em
Colegiados de Cursos,
Conselhos de Centros,
Conselhos Superiores da
UFAL
e
Conselhos
Regionais associados a

Titular

Suplente

Titular

Suplente

Valoração
20 horas por
semestre, máximo de 80
horas
5 horas por
semestre, máximo de
20horas
20 horas por
semestre, máximo de 80
horas
5
horas,
máximo de 20 horas

área de formação, desde
que
comprovada
a
participação
em,
no
mínimo,
80%
das
convocações no período da
representação
GRUPO 5 – OUTRAS ATIVIDADES
Atividade

Subgrupo
1

2

Estágio Não Obrigatório
Empresa
Agrimensura

Junior

de

Engenharia

de

Valoração
20 horas por
semestre, máximo de 120
horas
20 horas por
semestre, máximo de 120
horas

4.1.7 Matriz Curricular
A seguir no Quadro 7 apresenta-se o ordenamento curricular do curso, sendo
listadas todas as disciplinas ministradas no mesmo com as suas respectivas Cargas
Horárias (C.H.) e pré-requisitos. Vale salientar que o rol de disciplinas listadas atende de
forma satisfatória a formação do Egresso Engenheiro Agrimensor e Cartógrafo com
competências para atuar com expertise em: posicionamento preciso de pontos, aquisição
de dados espaciais e mapeamentos cartográficos, tendo como base o uso de
Geotecnologias. Mas também com formação generalista capaz de atuar na fronteira do
conhecimento das Geociências com as Ciências Agrárias, Ciências da Saúde e Ciências
da Natureza.
Quadro 7. Matriz Curricular do Curso e pré-requisitos.

1° Período

2° Período

Código
EAG01
EAG02
EAG03
EAG04
EAG05
EAG06
EAG07

EAG08
EAG09
EAG10
EAG11
EAG12
EAG13
EAG14

Disciplina
Cálculo I
Introdução a Computação
Sociedade e ambiente
Introdução a Agrimensura
Química Geral
Geometria Analítica
Metodologia da Pesquisa
ACE 1 – Projeto I
Carga horária total do período
Cálculo II
Física I
Estatística Geral
Desenho Técnico
Hidrologia
Álgebra Linear
Ciências do Ambiente e Manejo de
Recursos Naturais

CHT
72
54
54
36
72
54
54
54

**PRÉ-REQ
-

72
72
72
54
72
54
54

EAG01
EAG01
EAG06

450

-

3° Período

4° Período

5°
Período

6°
Período

7°
Período

8°
Período

EAG15
EAG16
EAG17
EAG18
EAG19
EAG20
EAG21

EAG22
EAG23
EAG24
EAG25
EAG26
EAG27
EAG28

EAG29
EAG30
EAG31
EAG32
EAG33
EAG34
EAG35

EAG36
EAG37
EAG38
EAG39
EAG40
EAG41
EAG42

EAG43
EAG44
EAG45
EAG46
EAG47
EAG48
EAG49

EAG50
EAG51
EAG52
EAG53
EAG54

ACE 2 – Projeto I
Carga horária total do período
Cálculo III

54

-

72

EAG08

Física II
Cartografia Básica
Geologia da Engenharia
Elementos da Astronomia
Elementos da Geomorfologia
Topografia I
ACE 3 – Curso
Carga horária total do período
Cálculo IV
Física III
Projeções Cartográficas
Mecânica dos Sólidos
Topografia II
Cálculo Numérico
Desenho Topográfico
ACE 4 - Evento
Carga horária total do período
Banco de Dados Espacial
Geodésia I
Gestão Empresarial e Marketing
Introdução ao Sensoriamento Remoto
Levantamento Topográfico
Mecânica dos Fluidos

72
54
54
36
54
72
72

EAG09
EAG06
-

Mecânica dos Solos
ACE 5 - Evento
Carga horária total do período
Parcelamento de Solo I
Geodésia II
Sistema de informações Geográficas I
Algoritmos Topográficos
Processamento Digital de Imagens
Fotogrametria I
Ajustamento das Observações
ACE 6 - Evento
Carga horária total do período
Parcelamento de Solo II
Modelagem Digital de Terrenos
Sistema de Informações Geográficas II
Levantamento Geodésico
Batimetria
Fotogrametria II
Estradas I
ACE 7 – Projeto 2
Carga horária total do período
Perícia e Avaliação de Imóveis
Seminário
Cartografia Geotécnica
Estradas II
Cadastro Territorial

504

72
72
54
72
72
54
54
72
54
54
54
54
72
72
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54
54

486
EAG15
EAG16
EAG17
EAG21
EAG01+ EAG02
EAG21
522
EAG26
EAG26
EAG27
EAG18
468
EAG30+ EAG19
EAG02+ EAG33
EAG32
EAG10+ EAG30
432
EAG40
EAG38
EAG37+EAG42
EAG26
EAG41
EAG26

54

-

54
54
54

EAG07

54
54

EAG49
-

432

EAG24

Eletiva

EAG55
EAG56
EAG57
EAG58
EAG59

9°
Período

10° Período

54

-

ACE 8 – Projeto
Carga horária total do período
Economia Rural
Cartografia e Fotogrametria Digital
Direito Agrário e Ambiental
Zoneamento Ambiental
Segurança do Trabalho

54

-

72
72
72
54
54

378
EAG24+EAG48
EAG40
-

Eletiva

54

-

210
72

-

Carga horária total do período
Estágio Supervisionado
Trabalho de Conclusão de Curso
Carga horária total do período

378

282

Carga horária total dos períodos letivos

4332

Atividades Complementares

210

Carga horária total

4542

*CHT - Carga Horária Total;
**PRÉ-REQ - Pré requisitos.

4.1.7.1 Disciplinas Eletivas do Curso
Além das disciplinas obrigatórias, o aluno também poderá integrar à sua
formação um elenco de disciplinas eletivas (Quadro 8), que representam uma carga
horária total de 875h. É ainda previsto a obrigatoriedade de cumprimento de, no mínimo,
90h dentre as possibilidades de eletivas disponibilizadas no âmbito do Curso. A
interdisciplinaridade pode ser fomentada através da criação de outras disciplinas eletivas
para o curso de EAC que promova o diálogo com alunos de outros cursos; o estímulo aos
alunos a cursarem disciplinas contempladas nos currículos de outros cursos; incentivo aos
alunos a participação em projetos de extensão.
*Tópicos Especiais pode ser o aprofundamento de uma determinada disciplina da
grade, ou qualquer outra disciplina que o colegiado julgar importante para o curso.
Quadro 8. Listas de Disciplinas eletivas do curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica

DISCIPLINA

CARGA HORÁRIA

Levantamentos Hidrográficos

54 horas

Tópicos especiais em Engenharia de Agrimensura e

54 horas

Cartográfica

Planejamento urbano

54 horas

Introdução ao Planejamento de Tráfego

54 horas

Topografia aplicada à Agricultura de Precisão

54 horas

Recuperação de áreas degradadas

54 horas

LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais

54 horas

Projetos integradores

54 horas

Aplicações de Fotogrametria - DRONE

54 horas

4.1.7.2 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
A Instrução Normativa nº04/2020 rege o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC),
em conformidade com a Resolução n° 25/2005 do CEPE, de 26 de outubro de 2005, é
definido como atividade curricular obrigatória e não constitui disciplina.
No âmbito do curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica, esta atividade
deve perfazer uma carga horária de 72 horas, conforme previsto no Projeto Pedagógico.
As atividades relativas ao TCC deverão ser iniciadas através da entrega de um projeto
para o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso, entregue com prazo de
máximo de 45 dias a partir do início do semestre (segundo calendário acadêmico da
UFAL).
O projeto deve estar relacionado as áreas de exercício profissional do Bacharel
em Engenharia de Agrimensura e Cartográfica. A entrega do projeto TCC no prazo
requerido e em associação com a carta de aceite da orientação e co-orientação, quando
houver, caracteriza o início das atividades de TCC e o estabelecimento do vínculo de
orientação professor/aluno.
A modalidade de TCC que será aceita pelo Colegiado do Curso de Engenharia
de Agrimensura e Cartográfica é a Monografia. Outras formas como artigos com
participação importante do estudante (dentre os primeiros autores) e do orientador do
curso, aprovados (carta de aceite) para publicação em revistas de alto impacto, podem ser
analisados pelo colegiado como substituição da monografia.
As monografias (e/ou artigos científicos) serão caracterizados como pesquisa na
área de estudo da Engenharia de Agrimensura e Cartográfica (Geomática, Cartografia,
Ordenamento Territorial, Geociências, dentre outras relacionadas às disciplinas do curso)
e/ ou áreas na fronteira do conhecimento onde se apliquem Tecnologias que mostrem a
competência

e a importância do Engenheiro Agrimensor e Cartográfico (Ciências

Agrárias, da Saúde, Ciências da Natureza) na solução de problemas socioambientais
prioritários para o desenvolvimento sustentável da humanidade (ONU, 2017). Sempre
embasadas na ética e nos fundamentos teórico-conceituais e metodológicos da pesquisa
científica.
Estas modalidades de TCC devem ser escritas em conformidade com as normas
especificadas para a Universidade Federal de Alagoas e em conformidade com este
Projeto Pedagógico. Cabe ao orientador, especificar as diretrizes para o desenvolvimento
do TCC e articular todas as condições necessárias para o adequado desempenho destas
atividades e sua conclusão através de uma Defesa Pública. Nesta ocasião o aluno deverá
apresentar seu trabalho em um prazo entre 30 e 50 minutos, sendo depois submetido ás
arguições da banca examinadora, que deve ser composta por, no mínimo, três membros.
O aluno estará sujeito às condições avaliativas estabelecidas nas normas de TCC
criadas para regulamentar estas atividades no âmbito do curso de EAC. Sendo de
responsabilidade do aluno as correções sugeridas pela banca, sendo supervisionado pelo
orientador. Também destaca-se que a finalização das atividades de TCC só se dará
mediante a entrega de volumes da versão digital do trabalho final, com ciência da
orientação, à coordenação do Curso de EAC.
As normas específicas do curso para o desenvolvimento do TCC são apresentadas
no Anexo I.A.

4.1.7.3 Estágio Supervisionado
Os estágios supervisionados seguirão a Instrução Normativa nº03/2020, em
concordância com: a resolução 2006 que disciplina os estágios curriculares de estudantes
matriculados nos cursos de graduação da Universidade Federal de Alagoas, estabelecidos
pelas normas complementares à Lei Nº 6.494/77, ao Decreto Nº 87.497 de 18/08/82, Lei
nº 6.494, de 7 de dezembro de 1977; Lei Nº 8.859, de 23 de março de 1994; Resolução
Nº 71/2006 - CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, a Lei Nº 11.788, de 25 de
setembro de 2008; Orientação Normativa nº 7, de 30 de outubro de 2008 e a Cartilha
esclarecedora sobre a Lei do Estágio: lei Nº 11.788/2008 – Brasília: MTE, SPPE, DPJ,
CGPI, 2008. 22 p.
Os estágios supervisionados devem promover vivências relacionadas à formação
profissional e serão gerenciados pelo Coordenador de Estágio em parceria com a
Coordenação de Estágios Curriculares – CEC da Prograd-Ufal. Os estágios podem ser

realizados em instituições públicas municipais, estaduais e federais, em empresas
privadas e em organizações não governamentais (ONG’s), sendo supervisionados por
docente(s) do curso. Os estágios serão de duas naturezas:
•

Obrigatórios: denominados de estágios supervisionados, totalizando 210
horas, podendo ser iniciado a partir do 6º período sob orientação de um
supervisor da empresa e um orientador docente.

•

Não-obrigatórios: correspondentes a outras oportunidades de estágios obtidos
pelos discentes e pode ser iniciado a partir do 4º período.

Somente para os obrigatórios é que a nova lei estabelece requisitos básicos e ainda
indica que não criará vínculo empregatício de qualquer natureza. Os requisitos podem ser
resumidos em: matrícula e frequência no curso respectivo; celebração de termo de
compromisso e compatibilidade da atividade praticada como previsto no termo de
compromisso.
O desenvolvimento desta atividade tem destacada importância na formação do
Engenheiro Agrimensor e Cartógrafo, pois possibilita ao discente a aplicação dos
conceitos e informações adquiridas durante o curso, através da aplicação na prática destes
conhecimentos pela vivência do dia-a-dia do profissional.
Para atender o que determina a legislação, Lei Nº 11.788 de 25/09/2088, será de
responsabilidade do Professor Orientador do Curso de Engenharia de Agrimensura e
Cartográfica o encaminhamento e acompanhamento efetivo das atividades desenvolvidas
pelos estagiários. O acompanhamento será realizado através:
•

De visitas periódicas a órgão e/ou setores de empresas públicas e privadas;

•

Das fichas de frequência e avaliação preenchidas pelo Supervisor e assinadas
por este e pela direção da empresa, a serem entregues, pelo estagiário, ao
Professor Orientador, ao final de cada bimestre;

•

Dos Relatórios de Conclusão de Estágio (Relatórios de Atividades) a serem
entregues ao final de cada semestre letivo, tomando como base o calendário
acadêmico da UFAL.
Compete ao coordenador do Estágio Supervisionado, além do acompanhamento

das atividades desenvolvidas pelos estagiários, realizar conjuntamente com a
Coordenação de Estágios Curriculares – Prograd-Ufal, o levantamento das empresas e
horários, encaminhando-os por meio de documentação padrão elaborada pela
coordenação supracitada, como também fazer a avaliação dos estagiários.

4.1.7.4 Disciplina de Libras como Eletiva
De acordo com o Art. 3º do Decreto Nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005, que
Regulamenta a Lei Nº 10.436, de 24 de abril de 2002, e dispõe sobre a Língua Brasileira
de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000, o Curso de
Engenharia de Agrimensura e Cartográfica oferta a disciplina Libras como eletiva.
A disciplina LIBRAS como eletiva atende também o chamado às ações
afirmativas da UFAL. Sendo importante ter no quadro de professores também alguém
que conheça a linguagem de sinais para atender a entrada de alunos surdos. A UFAL
através da Unidade Acadêmica de Letras (FALE) oferece cursos para atender essa
demanda, também para os cursos de Engenharia.
O incentivo ao conhecimento da LIBRAS atende também a formação holística e
humanista proposta nas diretrizes curriculares dando uma visão mais inclusiva na prática
da tolerância e a empatia na formação do Engenheiro (BRASIL, 2019).

4.1.7.5 Flexibilização Curricular
A flexibilização curricular do curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica
foi definida em face das exigências das rápidas transformações sócio-econômicas, geopolíticas, culturais e tecnológicas que vêm ocorrendo na sociedade. E às demandas do
novo Perfil do Egresso onde, além de forte competência técnica solicita-se do
Engenheiro: amplo conhecimento sobre os aspectos globais, políticos, econômicos
sociais, ambientais e culturais em especial da sua realidade, do seu estado. O EAC deverá
conter na sua formação espaço para aprender sobre planejamento, supervisão e
coordenação de projetos de sua área no contexto das Engenharias. Para tanto, a
flexibilização curricular para os alunos do curso pode e deve contribuir com a formação
holística a ser alcançada de várias formas, a saber:
•

Estrutura das disciplinas ofertadas: após a formação básica comum obtida

do 1º ao 6º período, seguindo as diretrizes curriculares nacionais e os currículos de
referência da SBC e da IEEE/ACM, discentes devem cursar, no mínimo, 03 (três)
disciplinas de um universo de 10 (dez) disciplinas eletivas. Este poder de escolha fornece
aos discentes a possibilidade de direcionar sua formação dentro da Ciência da
Computação sem que a formação básica seja comprometida.

•

Forma como as disciplinas são conduzidas: a natureza indissociável entre

ensino-pesquisa-extensão possibilita novas formas pedagógicas de reprodução, produção
e socialização de conhecimentos. Desta forma, a flexibilização curricular ocorre em todas
as disciplinas do curso, visto que as ações de pesquisa e extensão conduzidas pelos
docentes estão organicamente inseridas na prática pedagógica em sala de aula.
•

Disciplinas ofertadas por outros cursos de graduação: ao discente é

facultado o direito de se matricular em disciplinas de outros cursos de graduação da
UFAL. A carga horária obtida em disciplina(s) desta natureza é contabilizada na parte
referente às atividades complementares do curso.
•

Estágio curricular não obrigatório: a vivência do discente no estágio

proporciona ao discente a possibilidade de resolução de problemas práticos que o mesmo
não encontra dentro da sala de aula, apropriando-se de saberes complementares ao
conteúdo formal. Esta experiência fornece ao discente a oportunidade de relacionar teoria
e prática dentro de um ambiente real. Fortalecendo o vínculo Universidade-Empresa
proposto nas novas diretrizes curriculares. E colocando o aluno mais próximo do
exercício da sua profissão.
•

Vale a pena ressaltar que é facultado ao discente decidir como cumprir sua

carga horária flexível.
•

Monitoria em disciplinas: as atividades de monitoria são disponibilizadas

aos discentes do curso por meio de editais específicos. Discentes podem complementar
sua formação experimentando atividades de ensino que objetivam despertar o interesse
pela docência, estimulando o desenvolvimento de habilidades relacionadas ao seu
exercício.
•

Projetos de pesquisa: proporcionam aos discentes uma experiência

pedagógica sob a orientação de um professor, na qual o discente participa da elaboração
e execução de tarefas de pesquisa. Experiências em projetos de pesquisa contribuem à
formação do discente enquanto possível cientista em atividades inerentemente
inovadoras.
•

Projetos e ações de Extensão: são uma oportunidade para o aluno vivenciar

a preparação de atividades, planejar, elaborar e executar projetos. Vivenciar o trabalho
em equipe e a obtenção e disseminação de resultados alcançados por ele, junto aos
colegas e professores. Vivências que terá no seu ambiente de trabalho como Engenheiro.

4.1.7.6. Ementas das disciplinas do curso
Componentes Curriculares Obrigatórios
Disciplina: CÁLCULO I
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 72

72

C. H. semanal: 4h
Pré requisito:

Ementa: Funções e gráficos. Logaritmos e exponenciais. Funções trigonométricas e
funções trigonométricas inversas. Funções hiperbólicas. Limite e continuidade. A
derivada e a derivação. Taxas de variação. Otimização. Valores extremos de funções.
Técnicas de construção de gráficos. A diferencial.
Bibliografia Básica:
•

STEWART, J., Cálculo. Vol. 1, 6ª edição – São Paulo: Editora Cengage
Thomson Learning, 2009. 2.

•

LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1, 3ª edição – São
Paulo: Editora Harbra, 1994. 3.

•

GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, Volume 1. 5 ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2001. Edição, LTC, 2010.

Bibliografia Complementar
•

HOFFMAN, L. D.; BRADLEY, G. Cálculo – Um Curso Moderno e suas
Aplicações. 10ª edição, LTC, 2010. 2.

•

GIORDANO, W. H e THOMAS, G. B. Cálculo. Vol. 1, 11ª edição – São
Paulo: Editora Pearson Education, 2008. 3.

•

FLEMMING, D. M. e GONCALVES M. B., Cálculo A - Funções, limite,
derivação e integração. 6ª edição, Editora Pearson, 2007.

•

ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Volume 1, 8ª Edição.
Bookman, 2007.

•

VALLADARES, Renato José da Costa. Cálculo e aplicações I: funções reais.
Rio de Janeiro: Ciência Moderna 2008, vi, 604p.

Disciplina: INTRODUÇÃO A COMPUTAÇÃO
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Estudo de componentes básicos de um sistema de computação. Introdução
à organização dos computadores: Arquitetura, Sistemas Operacionais e
Compiladores. Algoritmos Estruturados e Estruturas de Dados. Linguagens de
Programação: Teoria e Prática em Laboratório.
Bibliografia Básica:
• ANDRÉ LUIZ V. FORBELLONE E HENRI FREDERICO EBERSPACHER.
Lógica de Programação. 2a Edição – 2000. Editora: MAKRON Books do Brasil.
São Paulo – SP
•

HARRY FARRER, CHRISTIANO GONÇALVES BECKER, EDUARDO

CHAVES FARIA, HELTON FÁBIO DE MATOS, MARCOS AUGUSTO DOS
SANTOS & MIRIAM LOURENÇO MAIA. Algoritmos Estruturados. Autores:
2a Edição - 1989. Editora: Guanabara Koogan. Rio de Janeiro.
•

ANITA LOPES E GUTO GARCIA. Introdução a Programação. 2a Edição –

2000 Editora:Editora Campus. São Paulo - SP
Bibliografia Complementar
• NILO NEY COUTINHO MENEZES. Introdução à Programação com Python
Autor: Edição: Terceira Editora: Novatec Ano: 2019.
•

DILERMANDO JUNIOR, GILBERTO NAKAMITI, AN ENGELBRECHT.

Algoritmos e Programação de Computadores - 1a Edição.
•

FEDELI, Ricardo Daniel; POLLONI, Enrico Giulio Franco.; PERES,
Fernando Eduardo. Introdução à ciência da computação. 2. ed. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2010. 250 p.

•

MOKARZEL, Fábio; SOMA, Nei Yoshihiro. Introdução à Ciência da
Computação. Rio de Janeiro: Elsevier, c2008.

•

HILLIER, Frederick S.; LIBERMAN, Gerald J.; GRIESI, Ariovaldo (Trad.).
Introdução à pesquisa operacional. 9. ed. Porto Alegre: AMGH Editora, 2013.

Disciplina: SOCIEDADE E AMBIENTE
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Histórico e Conceitos Básicos da Sociologia. Instituições Sociais. O Homem
e o Meio: população e migrações. Desenvolvimento e Meio Ambiente. Mudança
Social.
Bibliografia Básica:
•

ACSELRAD, HENRI. (org.) Conflitos Ambientais no Brasil. Rio de Janeiro:
Relumé Dumara, 2004.

•

BRYM, ROBERT. et al. Sociologia: sua bússola para um novo mundo. São
Paulo: Cengage Leraning, 2008.

•

HANNIGAN, JOHN. Sociologia ambiental. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.

Bibliografia Complementar
•

ALMINO, JOÃO. Naturezas mortas: a filosofia política do ecologismo. Rio
de Janeiro: Francisco Alves, 2004.

•

BUTTEL, F. Instituições sociais e mudanças ambientais. In: Ferreira, Leila C.
(org.) A questão ambiental e as ciências sociais. Revista Idéias (Revista do
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas; Unicamp. Ano 8(2). 2001.

•

CASTELLS, MANUEL. O poder da identidade. Vol II. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 2002. 4. FERRY, LUC. A nova ordem ecológica: a arvore, o animal, e
o homem. Rio de Janeiro: Difel, 2009.

•

DRUMMOND, JOSÉ AUGUSTO; FRANCO, JOSÉ LUIZ DE ANDRADE.
Proteção à natureza e identidade nacional no Brasil, anos 1920-40. Rio de
Janeiro: Fiocruz, 2009.

•

HOGAN, Daniel

Joseph.; VIEIRA, Paulo Freire, (Org). Dilemas

socioambientais e desenvolvimento sustentável. Campinas, SP: Editora da
Universidade Estadual de Campinas, 1992. 234 p.

Disciplina: INTRODUÇÃO A AGRIMENSURA
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 36

36

C. H. semanal: 2h
Pré requisito:

Ementa: Apresentação do Projeto Pedagógico do curso. Histórico, divisão e conceitos
fundamentais da Agrimensura. Atribuições do Engenheiro Agrimensor, campo de
atuação e mercado de trabalho. Unidades de medidas angulares, lineares e agrárias
Relato de experiências de profissionais militantes na área de Agrimensura, e visitas a
empresas que elaboram e desenvolvem trabalhos de mensuração.
Bibliografia Básica:
•

ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. 7.ed. Rio Grande do Sul: Globo,
1980. 655 p

•

TULER, Marcelo; SARAIVA, Sérgio. Fundamentos de topografia. Porto
Alegre: Bookman, 2014. 308 p. (Série Tekne). ISBN 9788582601198:
(Broch.).

•

MARTINS; MATOS, João Luís de; DIAS, José Miguel Baio. Topografia
geral. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.. 208 p. ISBN 9788521615613 (broch.)

Bibliografia Complementar
•

MCCORMAC, Jack. Topografia. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2007.. xv, 391
p. ISBN 852161523X (broch.).

•

BORGES, Alberto de Campos. Topografia aplicada à engenharia civil. 2. ed.
São Paulo: Edgard Blucher, 1977.. 2 v. ISBN 8521200226 (broch. : v.1).

•

GARCIA, Gilberto José; PIEDADE, Gertudres C.R. Topografia: aplicada às
ciências agrárias. 2. ed. 1979. 256 p. ISBN (enc.).

•

SILVA, Irineu da; SEGANTINE, Paulo Cesar Lima. Topografia para
engenharia: teoria e prática de geomática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. 412
p.

•

JORDAN, W. Tratado general de topografia. Mexico, DF: G. Gili, 1981. 572
p. ISBN 9686085432 : (Enc.)

Disciplina: QUÍMICA GERAL
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

72

14

58

C. H. semanal: 4h
Pré requisito:

Ementa: Estrutura Atômica. Classificação Periódica dos Elementos. Ligações
Químicas. Estequiometria. Gases. Soluções, Concentração e Diluições.
Termoquímica. Cinética Química. Equilíbrio Químico. Pratica de Laboratório de
Química.
Bibliografia Básica:
• ATKINS, P. W.; JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida
moderna e o meio ambiente. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
•

KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; TOWNSEND, J. R.; TREICHEL, D. A.
Química Geral e Reações Químicas. vol. 1. trad. da 9ª ed norte-americana. São
Paulo: Cengage Learning, 2015.

•

KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; TOWNSEND, J. R.; TREICHEL, D. A.
Química Geral e Reações Químicas. vol. 2. trad. da 9ª ed norte-americana. São
Paulo: Cengage Learning, 2015.

Bibliografia Complementar
•

MASTERTON, W. L., HURLEY, C. N. Química: princípios e reações. 6ª ed.
LTC, 2010.

•

BROWN, L. S.; HOLME, T. A. Química Geral Aplicada à Engenharia. 2ª ed.
São Paulo: Cengage Learning, 2014.

•

BRADY, J.E; HUMISTON, G. E. Química Geral. vol. 1. 2ª ed. LTC, 1986.
CHANG, R. Química Geral: conceitos essenciais. 4ª ed. São Paulo: McGrawHill, 2006.

•

RUSSEL, J. B. Química Geral. vol. 1 e 2. 2ª ed. São Paulo: Makron Books,
1994.

•

CHANG, Raymond. Química geral: conceitos essenciais. 4. ed. São Paulo:
McGraw-Hill, c2006. xix, 778 p.

Disciplina: GEOMETRIA ANALÍTICA
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Definição de vetor. Soma de vetores. Multiplicação de escalar por vetor.
Soma de ponto com vetor. Dependência Linear. Base. Mudança de Base. Produto
Escalar. Orientação de Espaço Vetorial. Produto Vetorial e misto. Sistema de
Coordenadas. Estudo da reta e do Plano. Posição relativa, interseção e ângulo entre
retas e planos. Cônicas e Quádricas.
Bibliografia Básica:
• BOULOS, P., CAMARGO, I. Geometria Analítica: um tratamento vetorial. 3ª
ed. São Paulo: Makron Books - Grupo Pearson, 2005.
•

SANTOS, F. J.; FERREIRA, S. B. Geometria Analítica. 1ª ed. Bookman,
2009.

•

WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica. 2ª ed. São Paulo: Pearson,
2014.

Bibliografia Complementar
•

JULIANELLI, J. R. Cálculo vetorial e geometria analítica. Rio de Janeiro:
Ciência Moderna, 2008. xv, 298 p.

•

STEINBRUCH, Alfredo.; WINTERLE, Paulo. Geometria analítica. São
Paulo: Pearson Makron Books, 1987. x, 292 p.

•

DELGADO, Jorge; FRENSEL, Katia; CRISSAFF, Lhaylla. Geometria
analítica. Rio de Janeiro: SBM, 2013. xiv, 369 p.

•

BELEZA JÚNIOR, Getúlio Garcia; BELEZA, Rafael Garcia de Lima.
Geometria analítica com álgebra linear. Maceió: EDUFAL, 2017. 150 p

•

LIMA, Elon Lages; INSTITUTO DE MATEMATICA PURA E APLICADA
(BRASIL). Geometria analítica e álgebra linear. 2. ed. Rio de Janeiro: IMPA,
c2012. 323 p.+[2] (Matemática universitária).

Disciplina: METODOLOGIA DA PESQUISA
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: O conceito de ciência. Tipos de conhecimento. Relações entre ciência,
tecnologia e sociedade. Planejamento da pesquisa científica. Redação de textos:
Resesenha crítica e descritiva e fichamentos. A importância do projeto de pesquisa e
sua estrutura básica. Elaboração do projeto de pesquisa.
Bibliografia Básica:
• ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 7. ed.
São Paulo: Atlas, 2005. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS
TÉCNICAS (ABNT).
•

MARTINS, G. A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 3.
ed. São Paulo: Atlas, 2002.

•

ATIAS-PEREIRA, J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. São
Paulo: Atlas, 2007.

Bibliografia Complementar
•

ANDRADE, Maria Margarida de, MEDEIROS, João Bosco. Manual de
elaboração de referências bibliográficas. São Paulo: Atlas, 2001.

•

LAKATOS, E. M., MARCONI, M. A. Metodologia científica: ciência e
conhecimento científico. Métodos científicos. Teoria, hipóteses e variáveis.
Metodologia jurídica . 4. ed. São Paulo: Atlas, 2004.

•

MARTINS, G. A. Estudo de Caso: uma estratégia de Pesquisa. São Paulo:
Atlas, 2006. 102 p.

•

MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos,
resenhas. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2006.

•

BOOTH, Wayne C.; COLOMB, Gregory G.; WILLIAMS, Joseph M. A arte
da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2005. xv, 351p. (Ferramentas).

Disciplina: CÁLCULO II
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 72

72

C. H. semanal: 4h
Pré requisito:
Cálculo I

Ementa: Integração e a integral definida. A Integral indefinida. Áreas e volumes.
Técnicas de integração. Aplicações da integral. Coordenadas polares. Integrais
impróprias. Fórmula de Taylor. Sequências e séries infinitas.
Bibliografia Básica:
•

STEWART, J., Cálculo. Vol. 1, 6ª edição – São Paulo: Editora Cengage
Thomson Learning, 2009.

•

LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1, 3ª edição – São
Paulo: Editora Harbra, 1994.

•

FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo A: funções, limite,
derivação e

•

integração. 6ª ed. São Paulo: Person, 2006.

Bibliografia Complementar
•

HOFFMAN, L. D.; BRADLEY, G. Cálculo – Um Curso Moderno e suas
Aplicações. 10ª edição, LTC, 2010.

•

ÁVILA, G. Cálculo das Funções de uma Variável. 7ª ed. LTC, 2003.

•

GIORDANO, W. H e THOMAS, G. B.Cálculo. Vol. 1, 11ª edição – São Paulo:
Editora Pearson Education, 2008.

•

FLEMMING, D. M. e GONCALVES M. B., Cálculo A - Funções, limite,
derivação e integração. 6ª edição, Editora Pearson, 2007.

•

ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Volume 1, 8ª Edição.
Bookman, 2007

Disciplina: FÍSICA I
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

72

10

44

C. H. semanal: 4h
Pré requisito:

Ementa: Medidas. Movimentos uni e bi dimensionais. Leis de Newton. Trabalho e
energia mecânica. Dinâmica de um sistema de partículas. Conservação do momento
linear e colisões. Rotação e momento angular. Dinâmica de corpos rígidos.
Bibliografia Básica:

•

HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física 1:
Mecânica. vol. 1. 10ª ed. LTC, 2016.

•

MOSCA, G; TIPLER, P. Física. vol.1. 6ª ed. LTC, 2009.

•

JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros.
vol.1. trad. da 8ª ed. norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2012.

Bibliografia Complementar
•

HEWITT, P. G. Física Conceitual. 12ª ed. São Paulo: Bookman, 2015.

•

KRANE, K. S. Física 1. vol.1. 5ª ed. LTC, 2003.

•

NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Mecânica. vol. 1. 5ª ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 2013.

•

CHAVES, A.; SAMPAIO J. F. Mecânica. 1ª ed. vol. 1. Rio de Janeiro:
LTC/LAB, 2007.

•

SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A.
Física I: Mecânica. vol.1. 12ª ed. São Paulo: Pearson, 2008.

Disciplina: ESTATÍSTICA GERAL
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

72

C . H TOTAL 72

C. H. semanal: 4h
Pré requisito:
Cálculo I

Ementa: Conceitos iniciais. População e amostra. Variáveis. Estatística descritiva:
Tabelas, Gráficos, Distribuição de freqüências para variáveis contínuas e discretas,
Medidas de posição, Medidas de dispersão. Probabilidade. Distribuição Binomial,
Distribuição de Poison, Distribuição Normal. Correlação e regressão linear simples.
Teste de hipóteses.
Bibliografia Básica:
• BUSSAB, W. O.; MORETIM, P. A. Estatística Básica. 5ª edição, São Paulo:
Saraiva. 2003.
•

FERREIRA, P. V. Estatística experimental aplicada à agronomia. 3. ed.
Maceió: Editora da Universidade Federal de Alagoas, 2000. 422p.

•

PIMENTEL GOMES, F. Curso de estatística experimental. 11. ed. Piracicaba:
Livraria Nobel S. A., 1985. 466p.

Bibliografia Complementar
•

SOARES, J.F.; FARIAS, A.A.; CESAR, C.C. Introdução à Estatística. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogano 1991.

•

MONTGOMERY, D.; RUNGER, G. C. Estatística Aplicada e Probabilidade
para Engenheiros. LTC, 2ª edição, Rio de Janeiro. 2003. 463p.

•

VIEIRA, S. 1981. Introdução à Bioestatística. Campos, 2ª Edição, Rio de
Janeiro.

•

MEYER, P. L., Probabilidade: Aplicações a Estatística, Rio de Janeiro: Ed.
Livros Técnicos e Científicos, 2ª ed. 1983.

•

MILONE, Giuseppe. Estatística geral e aplicada. São Paulo: CENGAGE
Learning, 2009. 483 p.

Disciplina: DESENHO TÉCNICO
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

22

22

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Materiais de desenho. Normas técnicas da ABNT. Caligrafia técnica, linhas
e escalas. Vistas ortográficas. Perspectiva axonométrica. Croqui. Noções de desenho
arquitetônico
Bibliografia Básica:
•

BORNANCINI, José Carlos M.; PETZOLD, Nelson Ivan; ORLANDI
JÚNIOR, Henrique. Desenho técnico básico: fundamentos teóricos e
exercícios à mão livre. 3. ed. Porto Alegre: Sulina, v.2 ISBN (v.2 : enc.).

•

CARVALHO, Benjamin de A. (Benjamin de Araújo). Desenho geométrico.
Rio de Janeiro, RJ: Imperial Novo Milênio, c1958.. 332 p. ISBN
9788599868218 : (Broch.).

•

CRUZ, Michele David da; MORIOKA, Carlos Alberto. Desenho técnico. São
Paulo: Érica, c2014. 160 p. (Eixos). ISBN 9788536506104 broch

Bibliografia Complementar
•

PRÍNCIPE JÚNIOR, Alfredo dos Reis. Noções de geometria descritiva. 38.ed.
São Paulo: Nobel, 1996. 2v. ISBN 8521301634 :

•

MONTENEGRO, Gildo A. A perspectiva dos profissionais: sombra,
insolação, axonometria. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2010. 155 p. ISBN
9788521205425.

•

FRENCH, Thomas Ewing. Desenho técnico.

•

CRUZ, Michele David da; MORIOKA, Carlos Alberto. Desenho técnico. São
Paulo: Érica, c2014. 160 p. (Eixos). ISBN 9788536506104 broch. MAGUIRE,
D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho técnico: problemas e soluções gerais de
desenho. São Paulo: Hemus, 2004. 257 p. ISBN 9788528903966 (broch.).

•

BALDAM, Roquemar de Lima; COSTA, Lourenço. AutoCAD 2007:
utilizando totalmente. 2. ed. São Paulo: Érica, 2007. 484 p.

Disciplina: HIDROLOGIA
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 72

72
Ementa:

Introdução.

Ciclo

hidrológico.

Precipitação.

C. H. semanal: 4h
Pré requisito:

Evaporação

e

evapotranspiração. Infiltração da água no solo. Escoamento superficial. Estudo da
vazão de cursos d'água. Água subterrânea. Transporte de sedimentos. Microbacias
hidrográficas experimentais. Balanço hídrico de Microbacias. Consumo de água por
florestas. Controle da produção de água em Microbacias hidrográficas. Indicadores de
sustentabilidade em bacias hidrográficas. Floresta e qualidade da água. Manejo
integrado de Microbacias hidrográficas. Recuperação e conservação de nascentes.
Conceituação do gerenciamento de bacias hidrográficas.
Bibliografia Básica:
• TUCCI, C.E.M. (Coord) et al. Hidrologia. Ciência e Aplicação. ABRH;
UFRGS; IPH.1995. PAIVA & PAIVA. Hidrologia: Aplicações à gestão de
pequenas bacias hidrográficas. ABRH. 2002.
•

ROCHA, J. S. M. Manual de projetos ambientais. Santa Maria: Imprensa
Universitária, 1997. 423p.

•

HIDROLOGIA: ciência e aplicação. 4. ed. Porto Alegre, RS: UFRGS : ABRH,
2009. 943 p.

Bibliografia Complementar
•

CAUBT, C. G. & FRANK, B. Manejo alternativo em bacia hidrográfica: o
caso do Rio Benedito (Projeto Itajaí I). Fundação Água Viva. 1993. 52p.

•

CAUBT, C. G. Manejo alternativo de recursos hídricos. MMA/FNMA.
Florianópolis: Imprensa Universitária/UFSC, 1994. 135p.

•

MOTA, S. Preservação e conservação de recursos hídricos. Rio de Janeiro:
ABES, 1995.200p. SILVA, A. M. ; SCULZ, H. E. ; CAMARGO, P. B. Erosão
e hidrossedimentologia em bacias hidrográficas. São Paulo: RiMa, 2003. 138p.

•

GRIBBIN, John E. Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas
pluviais. São Paulo: CENGAGE Learning, 2014. 526 p.

•

NOVAS tecnologias para o monitoramento e estudo de reservatórios
hidroelétricos e grandes lagos. São José dos Campos, SP: Parentese, 2011.
253p.

Disciplina: ALGEBRA LINEAR
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Geometria
Analítica

Ementa: Matrizes. Determinantes. Sistema de equações lineares. Espaços vetoriais.
Espaços Vetoriais Euclidianos. Transformações lineares. Vetores próprios e valores
próprios. Formas Quadricas
Bibliografia Básica:
• POOLE, D. Álgebra Linear. 1ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
•

LAY, D. C. Álgebra Linear e suas Aplicações. 4ª ed. São Paulo: LTC, 2013.

•

STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Álgebra Linear. 2ª ed. São Paulo:
Pearson, 1995

Bibliografia Complementar
•

LORETO, Ana Célia da Costa; SILVA, Aristóteles Antonio da; LORETO
JUNIOR, Armando Pereira. Álgebra linear e suas aplicações: resumo teórico :
exercícios propostos e resolvidos. São Paulo: LCTE, 2007. 104 p.

•

LANG, Serge. Álgebra linear. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2003. 405p.
(Clássicos da matemática) .

•

LIPSCHUTZ, Seymour.; LIPSON, Marc. Álgebra linear. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2011. 432 p. (Coleção Schaum).

•

ANTON, Howard; RORRES, Chris. Àlgebra linear: com aplicações. 10. ed.
Porto Alegre: Bookman, 2012.. xv, 768 p.

•

KOLMAN, Bernard,; HILL, David R. Álgebra linear com aplicações. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., c2013. xvi, 607 p.

Disciplina: GEOLOGIA DE ENGENHARIA
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Conceitos fundamentais sobre Minerais e rochas. Elementos estruturais das
rochas. Intemperismo das rochas e formação do solo. Ação geológica das águas,
ventos e organismos. Utilização de rochas e solos como materiais de construção.
Noções de água subterrânea. Investigação do subsolo. Geologia de barragens e
estradas. Leitura de mapas geológicos e mapas Geotécnicos.
Bibliografia Básica:
• MACIEL, C. L; NUMMER, A. V. Introdução à Geologia de Engenharia. Santa
Maria: 4ta. ediç.Revista e ampliada. 2011. 392 p. UFSM. ISBN 978-85-7391145-9.
•

WICANDER, R; MONROE,J. S. Fundamentos de Geologia. São Paulo:
CENGAGE Learning. 2009. 508 p. ISBN 978-85-221-0637-0.

•

KULLERUD, K. WebGeology. Universidade de Tromso, Noruega. Tradução:
Ricardo

Barroso.

Portugal,

2010.

Livro

Disponível

em:

<

http://webgeology.alfaweb.no/ >. Acesso em: 15 de jul. 2019.
Bibliografia Complementar
•

TEIXEIRA et al. Decifrando a Terra. São Paulo: 1ra. ediç. 2000. 558 p. ISBN
978-85-04-01173-9.

•

SANTOS, A. R. DOS. Cidades & Geologia: Discussão Técnica e proposição
de projetos de lei de grande interesse para as populações urbanas. São Paulo:
Oficina e Textos, 2017. 136.pg. ISBN: 978-85-93493-00-3.

•

LEPSCH, Igo F. 19 lições de Pedologia. São Paulo, SP: Oficina de Textos,
2011. 456 p. ISBN 9788579750298 : (broch.)

•

DAS, Braja M. Fundamentos de engenharia geotécnica. São Paulo: Cengage
Learning, 2012. xvi, 610 p.

•

CHIOSSI, Nivaldo José. Geologia de engenharia. 3. ed. São Paulo: Oficina de
Textos, c2013. 424 p.

Disciplina: CÁLCULO III

C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 72

72

C. H. semanal: 4h
Pré requisito:
Cálculo II

Ementa: Curvas parametrizadas. Comprimento de arco. Curvatura e Torção. Triedro
de Frenet.Funções de várias variáveis: Limite e continuidade, Curvas de nível e
gráficos. Derivadas parciais. Derivadas direcionais. Diferenciabilidade. Regra da
cadeia. Vetor gradiente. Máximos e mínimos. Multiplicadores de Lagrange.
Bibliografia Básica:
•

STEWART, J., Cálculo. vol. 2. trad. da 8ª ed. norte-americana. São Paulo:
Editora Cengage Thomson Learning, 2017.

•

GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. vol. 4. São Paulo: LTC, 2002. 3.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. vol. 3. São Paulo: LTC, 2002.

•

LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. vol 2. 3ª ed. São Paulo:
HARBRA, 1994.

Bibliografia Complementar
•

FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo B - Funções de Várias
Variáveis, Integrais Múltiplas, Integrais Curvilíneas e de Superfície. 2ª ed.,
São Paulo: Editora Pearson, 2007.

•

HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L.; SOBECK; PRICE. Cálculo: um curso
moderno e suas aplicações. 11ª ed. LTC, 2015.

•

GIORDANO, W. H e THOMAS, G. B., Cálculo. vol. 2. 11ª ed. São Paulo:
Editora Pearson Education, 2008.

•

MUNEM, M. A., FOULIS, D. J. Cálculo. vol. 2. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. vol. 2. 8ª ed. Bookman, 2007

•

ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. vol. 2. 8ª ed. Bookman, 2007.

Disciplina: FÍSICA II
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

72

14

58

C. H. semanal: 4h
Pré requisito:
Física I

Ementa: Fluidos. Termodinâmica e teoria cinética dos gases. Movimento oscilatório.
Ondas.Gravitação.
Bibliografia Básica
•

HALLIDAY, D.; RESNICK, K.; WALKER, JEARL. Física. 9ª Edição. Vol.
2. (LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.). 2012.

•

MOSCA, G; TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros. v.2. 6ª ed. LTC,
2009.

•

JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros:
oscilações, ondas e termodinâmica. vol. 1. trad. da 8ª ed. norte-americana. São
Paulo: Cengage Learning, 2012.

Bibliografia Complementar
•

NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: fluidos, oscilações e ondas.
vol. 2. 5ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2013.

•

HEWITT, P. G. Física Conceitual. 12ª ed. São Paulo: Bookman, 2015.

•

YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física II. Termodinâmica e Ondas. vol.
2. 12ª ed São Paulo: Ed. Pearson, 2008.

•

KRANE, K. S. Física 2. vol. 2. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.

•

CHAVES, A.; SAMPAIO J. F. Gravitação, Fluidos, Ondas e Termodinâmica.
1ª ed.vol. 2. Rio de Janeiro: LTC/LAB, 2007.

Disciplina: CARTOGRAFIA BÁSICA
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Introdução a Cartografia. Sistema de coordenadas. Linguagem Cartográfica
e Cartometria. Mapeamento Sistemático brasileiro. Mapoteca.
Bibliografia Básica
•

MARTINELLI, Marcello. Mapas da geografia e cartografia temática. 6. ed. rev. e atual. São Paulo: Contexto, 2011. 142 p; 2. JOLY, Fernand. A
cartografia. 15. ed. São Paulo: Papirus, 2013. 112 p.;

•

MENEZES, Paulo Marcio Leal de; FERNANDES, Manoel do Couto. Roteiro
de cartografia. São Paulo, SP: Oficina de Textos, 2013. 288 p.

•

NOGUEIRA, Ruth E. Cartografia: representação, comunicação e visualização
de dados espaciais. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2009. 327 p.

Bibliografia Complementar
•

GASPAR, Joaquim Alves. Cartas e projecções cartográficas. 3.ed. [Lisboa]:
Lidel, 2005. xv, 331

•

OLIVEIRA, Ceurio de. Curso de cartografia moderna. 2. ed. Rio de Janeiro:
IBGE, 1993. 152 p.

•

MARTINELLI, Marcello. Curso de cartografia temática. São Paulo: Contexto,
1991. 180p.

•

FRANCISCHETT, Mafalda Nesi. A cartografia no ensino de geografia: a
aprendizagem mediada. Cascavel, PR: Edunioeste, 2004. 198 p.; 5 DENT,
Borden D. Cartography:

thematic map design. 5th. ed. Boston:

WCB/McGraw-Hill, 1996. 417p.
•

FONSECA, Fernanda Padovesi; OLIVA, Jaime. Cartografia. São Paulo:
Melhoramentos, 2013. 176 p

Disciplina: CIÊNCIAS DO AMBIENTE E MANEJO DE RECURSOS
NATURAIS
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

54

C . H TOTAL
54

C. H. semanal:
3h
Pré requisito:

Ementa: Conceitos preliminares. Bases teóricas da recuperação e manejo de
ecossistemas. Técnicas de recuperação de ecossistemas aquáticos e terrestres. Eco
tecnologia. Manejo de Ecossistemas. Recuperação de áreas degradadas urbanas, de
exploração mineral e de exploração agrícola
Bibliografia Básica
•

FIGUEIRÓ, R. Noções básicas de Ecologia para Engenheiros. 1. ed. – Volta
Redonda: FOA, 2013. 87 p: il. ISBN: 978-85-60144-49-5. Disponível em:
http://web.unifoa.edu.br/portal_ensino/mestrado/mecsma/arquivos/pub1.pdf .
Acessado em: abr., 2020.

•

Pereira, J. A. A., Borges, L. A. C., Barbosa, A. C. M. C., & Borém, R. A. T.
(2014). Fundamentos da avaliação de impactos ambientais com estudo de
caso. Lavras: Editora UFLA.

•

PAESE, A., UEZU, A., LORINI, M. L., & Cunha, A. (2015). Conservação da
biodiversidade com SIG. Oficina de Textos.
Bibliografia Complementar

•

MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito ambiental brasileiro. 13. ed. rev.,
atual. e ampl. São Paulo: Malheiros, 2005. 1092 p.

•

CHAPMAN,J.L. E M.J. REISS, Ecology: principles and applicatios.
Cambridge: Cambridge University Press. 1992.

•

MORÁN,E.F. A ecologia humana das populações da Amazônia. Petrópolis:
Vozes. 1990. PRIMAVESI, A. Agroecologia: ecosfera, tecnosfera e
agricultura. São Paulo: Nobel. 1997.

•

GUERRA, Antonio José Teixeira; JORGE, Maria do Carmo Oliveira.
Processos erosivos e recuperação de áreas degradadas. São Paulo: Oficina de
Textos, 2013. 192 p.

•

MILLER, G. Tyler. Ciência ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2016.
125 p.

Disciplina: ELEMENTOS DA ASTRONOMIA
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 36

36

C. H. semanal: 2h
Pré requisito:

Ementa: Trigonometria esférica. Astronomia de campo. Cosmografia. Esfera celeste:
linhas, círculos e planos. Sistemas de coordenadas celestes. Tempo astronômico.
Determinação da latitude e longitude: processos. Determinação do meridiano:
processos.
Bibliografia Básica
• MONICO, João Francisco Galera. Posicionamento pelo GNSS: descrição,
fundamentos e aplicações. 2. ed. São Paulo: UNESP, c2007. 476 p. ISBN
9788571397880 (Broch.).
•

BAKULIN, Pavel Ivanovich; KONONOVICH, E. V; MOROZ, V. I. Curso de
astronomia general. [S.l.]: Mir, c1987. 567 p.

•

GEMAEL, CAMIL, Introdução ao ajustamento de observações: aplicações
geodésicas. Curitiba : Universidade Federal do Paraná, 1994

Bibliografia Complementar
•

OLIVEIRA FILHO, Kepler de Souza; SARAIVA, Maria de Fátima Oliveira.
Astronomia e astrofísica. 2. ed. São Paulo: Livraria da Física, 2004. 557 p.

•

ICOLSON, Iain; FERRAZ, Geraldo Galvão (Trad.); GIACAGLIA, Giorgio E.
O., (Rev. téc). Astronomia. São Paulo: Melhoramentos, Universidade de São
Paulo, c1970. 156 p.

•

AKULIN, Pavel Ivanovich; KONONOVICH, E. V; MOROZ, V. I. Curso de
astronomia general. [S.l.]: Mir, c1987. 567 p.

•

FARIA, Romildo Povoa; ALARSA, Flavio. Fundamentos de astronomia. 3.
ed. Campinas: Papirus, 1987. 209p. (Universus ;1)

•

HOOIJBERG, Maarten. Geometrical geodesy: using information and
computer technology. Berlin; New York: Springer, c2008. xxiii, 439 p.

Disciplina: ELEMENTOS DA GEOMORFOLOGIA
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL

54

54

C. H. semanal:
3h
Pré requisito:

Ementa: Geomorfologia no contexto das geociências. Processos endógenos e
exôgenos que atuam na modelagem do relevo e sua dinâmica. As grandes unidades
estruturais

do

globo

terrestre.

Tipos

de

relevos

estruturais.

Conjuntos

morfoclimáticos. Estudos do Quaternário e a formação e evolução das vertentes.
Escala nos estudos geomorfológicos. Mapa geomorfológico e planejamento. Estudos
de caso.
Bibliografia Básica
• CASSETI, Valter.

Geomorfologia.

[S.l.]:

[2005].

Disponível

em:

https://geografiaambiental.files.wordpress.com/2010/12/geomorfologia.pdf .
Acesso em: 10 set.2017.
•

GUERRA, Antonio José Teixeira; JORGE, Maria do Carmo Oliveira.
Processos erosivos e recuperação de áreas degradadas. São Paulo: Oficina de
Textos, 2013. 192 p. ISBN 9788579750793 : (broch.).

•

GUERRA, A. J. T. Geomorfologia Urbana. Rio de Janeiro. Bertrand Brasil.
2011.

Bibliografia Complementar
•

GUERRA, A. J. T. Dicionário geológico-geomorfológico. 7.ed. Rio de Janeiro:
IBGE, 1972. 446 p.

•

ROCHA, Paulo César (Org.). Geomorfologia: aplicação e metodologias. São
Paulo: Expressão Popular, 2008. 188p. (Geografia em Movimento).

•

GUERRA, A. J. T. GEOMORFOLOGIA e meio ambiente. Rio de Janeiro:
Bertrand Brasil, 2006. 394 p. 5.

•

PEIXOTO, C. R. Estudo de impacto das marés acrescidas do efeito Runup :
estudos de caso nas praias de Jatiúca e Jacarecica, Maceió/AL / Roseanne
Karolinne dos Santos Paz; orientação, César Peixoto da Rocha. Monografia de
Graduação, 2013.

•

FERREIRA.A. T. S, et al. Mapeamento Geomorfológico de detalhe para
delimitação
de áreas de preservação permanente (APP) de zonas costeiras em atendimento ao
cadastro ambiental rural (CAR). Revista Brasileira de Geomorfologia. v. 17, nº 4
(2016).

Disciplina: TOPOGRAFIA I
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

72

C . H TOTAL 72

C. H. semanal: 4h
Pré requisito:
Geometria
Analítica

Ementa: Resumo histórico da Topografia. A forma da Terra e suas dimensões.
Definição, objetos e divisão da Topografia. Datum planimétrico de projeção das
medidas de distâncias horizontais. Instrumentos topográficos. Medida dos
alinhamentos e dos ângulos. Erros nas medidas. Erros admissíveis, precisão e
acuracidade das medidas de distâncias e ângulos. Orientação dos alinhamentos e das
plantas topográficas. Métodos de levantamento planimétrico. Ajustamento de
poligonais e cálculo de coordenadas. Cálculo de áreas. *Normas Técnicas
relacionadas à Topografia.
Bibliografia Básica

•

MCCORMAC, Jack. Topografia. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2016. xv, 414
p. ISBN 9788521627883 : broch.

•

TULER, Marcelo; SARAIVA, Sérgio. Fundamentos de topografia. Porto
Alegre: Bookman, 2014. 308 p. (Série Tekne). ISBN 9788582601198:
(Broch.).

•

CASACA, João Martins; MATOS, João Luís de; DIAS, José Miguel Baio.
Topografia geral. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.. 208 p. ISBN
9788521615613 (broch.).

Bibliografia Complementar
•

ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. 7.ed. Rio Grande do Sul: Globo,
1980. 655 p

•

BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. 3. ed. São Paulo: E.
Blucher, c1975. 192 p

•

BORGES, Alberto de Campos. Topografia. São Paulo, SP: Edgard Blücher,
c1977. v. 1 ISBN (broch.)..

•

SOLA-MORALES RUBIO, Ignasi. Diferencias. topografia de la arquitectura
contemporanea. 3. ed. Barcelona: G. Gili, 1998.

•

GARCIA, Gilberto José; PIEDADE, Gertudres C.R. Topografia: aplicada às
ciências agrárias. 2. ed. 1979. LOCH, Carlos; Cordinin Jucilei. Topografia
contemporânea: planimetria. Florianópolis: UFSC, c1995. xxiii, 320p

Disciplina: CÁLCULO IV
C . H . TEÓRICA
72

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 72

C. H. semanal: 4h
Pré requisito:
Cálculo III

Ementa: Integrais múltiplas. Integrais de linha. Campos vetoriais conservativos.
Mudança de variáveis em integrais múltiplas. Superfícies parametrizadas. Integrais de
superfície. Teorema de Green. Teorema de Gauss. Teorema de Stokes. Equações
diferenciais de primeira e segunda ordem. Métodos elementares de solução. Equações
diferenciais lineares.
Bibliografia Básica:

•

STEWART, J., Cálculo. Vol. 2, 6ª edição – São Paulo: Editora Cengage
Thomson Learning, 2009.

•

LEITHOLD, L., O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 2, 3ª edição – São
Paulo: Editora Harbra, 1994.

•

GIORDANO, W. H e THOMAS, G. B., Cálculo. Vol. 2, 11ª edição – São
Paulo: Editora Pearson Education, 2008.

•

BOYCE, W. E. e DIPRIMA, R.C.. Equações Diferenciais Elementares e
Problemas de Valores de Contorno. 8a edição, LTC, 2006.

Bibliografia Complementar
•

GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, Volumes 3 e 4. 5 ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2001.

•

HOFFMAN, L. D.; BRADLEY, G. Cálculo – Um Curso Moderno e suas
Aplicações. 10ª edição, LTC, 2010.

•

FLEMMING, D. M. e GONCALVES M. B., Cálculo B - Funções de Várias
Variáveis, Integrais Múltiplas, Integrais Curvilíneas e de Superfície. 2ª edição,
Editora Pearson, 2007.

•

ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Volume 2, 8ª Edição.
Bookman, 2007.

•

BRONSON, R. B.; COSTA, G. Equações Diferenciais - Coleção Schaum. 3ª
ed. Porto
Alegre: Bookman, 2008.

Disciplina: FÍSICA III
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

72

14

58

C. H. semanal: 4h
Pré requisito:
Física II

Ementa: Eletrostática: Carga elétrica; campo elétrico; Potencial elétrico.
Eletrodinâmica: Capacitância e dielétricos; Corrente elétrica e circuitos elétricos;
Resistência e força eletromotriz. Eletromagnetismo: Campo magnético e Força
magnética; Indução eletromagnética. Prática de laboratório.
Bibliografia Básica
• HALLIDAY, D.; RESNICK, K.; WALKER, JEARL. Física. 9ª Edição. Vol.
3. (LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.). 2012.

•

TIPLER, P.A. Física para Cientistas e Engenheiros. 6ª Edição. Vol. 3. Rio de
Janeiro: LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. 2009.

•

JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros:
eletricidade
e magnetismo. vol. 3. trad. da 8ª ed. norte-americana. São Paulo: Cengage
Learning,2012.

Bibliografia Complementar
•

SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A.
Física III:

eletromagnetismo. vol. 3. 14ª ed. São Paulo: Ed. Pearson, 2015.
•

CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. vol. 3. 6ª ed. LCT, 2006.

•

CHAVES, A. Física Básica: eletromagnetismo. 1ª ed. LTC, 2007.

•

USSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Eletromagnetismo. vol. 3. 5ª
ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 2013.

•

CHAVES, A. Física Básica: eletromagnetismo. 1ª ed. LTC, 2007.

Disciplina: PROJEÇÕES CARTOGRÁFICAS
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Cartografia
Básica

Ementa: Introdução; Sistemas de projeções cartográficas; Sistema UTM.
Bibliografia Básica
• MARTINELLI, Marcello. Mapas da geografia e cartografia temática. 6. ed. rev. e atual. São Paulo: Contexto, 2011. 142 p; JOLY, Fernand. A cartografia.
15. ed. São Paulo: Papirus, 2013. 112 p.;
•

MENEZES, Paulo Marcio Leal de; FERNANDES, Manoel do Couto. Roteiro
de cartografia. São Paulo, SP: Oficina de Textos, 2013. 288 p.

•

NOGUEIRA, Ruth E. Cartografia: representação, comunicação e visualização
de dados espaciais. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2009. 327 p.

Bibliografia Complementar

•

GASPAR, Joaquim Alves. Cartas e projeções cartográficas. 3.ed. [Lisboa]:
Lidel, 2005. xv, 331 p.

•

OLIVEIRA, Ceurio de. Curso de cartografia moderna. 2. ed. Rio de Janeiro:
IBGE, 1993. 152 p.

•

MARTINELLI, Marcello. Curso de cartografia temática. São Paulo: Contexto,
1991. 180p.; FRANCISCHETT, Mafalda Nesi. A cartografia no ensino de
geografia: a aprendizagem mediada. Cascavel, PR: Edunioeste, 2004. 198 p.

•

DENT, Borden D. Cartography: thematic map design. 5th. ed. Boston:
WCB/McGraw-Hill, 1996. 417p.

•

FONSECA, Fernanda Padovesi; OLIVA, Jaime. Cartografia. São Paulo:
Melhoramentos, 2013. 176 p.;

Disciplina: MECÂNICA DOS SÓLIDOS
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 72

72

C. H. semanal: 4h
Pré requisito:

Ementa: Objetivos da mecânica dos sólidos rígidos e deformáveis. Estática dos
pontos materiais. Estática dos corpos rígidos. Características geométricas dos corpos.
Bibliografia Básica
• HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenharia. 12a ed. São Paulo:
Pearson Prentice-Hall, 2011.
•

HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7a ed. São Paulo: Pearson

Prentice-Hall, 2010.
•

BEER, F. P., JOHNSTON, E. R., EISENBERG, E. R. Mecânica Vetorial para

Engenheiros - Estática. 9a ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
Bibliografia Complementar
•

HIBBELER, R. C. Análise das Estruturas. 8ª ed. São Paulo: Pearson Education
do Brasil, 2013.

•

MARTHA, L. F. Análise de Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos. Rio
de Janeiro: Campus/Elsevier, 2010.

•

MERIAN, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica Estática. 5ª ed. Ed. LTC, 2004.

•

GILBERT, A. M; LEET, K. M.; UANG, C. M. Fundamentos da Análise
Estrutural. 3ª ed. São Paulo: McGraw Hill, 2009.

•

BEER, F. P., JOHNSTON, E. R., DEWOLF, J. T. Resistência dos Materiais.
4ª ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2006.

Disciplina: TOPOGRAFIA II
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 72

72

C. H. semanal: 4h
Pré requisito:
Topografia I

Ementa: Posicionamento altimétrico. Nivelamento geométrico. Nivelamento
Trigonométrico. Representação do relevo. Introdução à Locação de obras. Topografia
digital.
Bibliografia Básica
• COMASTRI, Jose Anibal; TULER, Jose Claudio. Topografia: altimetria. 3.
ed. Viçosa, MG: Imprensa Universitaria, 1999. Editora UFV, 200 p. ISBN
8572690352 (broch.)
•

MCCORMAC, Jack. Topografia. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2016. xv, 414
p. ISBN 9788521627883 : broch.

•

CASACA, João Martins; MATOS, João Luís de; DIAS, José Miguel Baio.
Topografia geral. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.. 208 p.

Bibliografia Complementar
•

ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. 7.ed. Rio Grande do Sul: Globo,
1980. 655 p BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. 3. ed.
São Paulo: E. Blucher, c1975. 192 p BORGES, Alberto de Campos.
Topografia. São Paulo, SP: Edgard Blücher, c1977. v. 1 ISBN (broch.)..

•

SOLA-MORALES RUBIO, Ignasi. Diferencias. Topografia de la arquitectura
contemporanea. 3. ed. Barcelona: G. Gili, 1998.

•

GARCIA, Gilberto José; PIEDADE, Gertudres C.R. Topografia: aplicada às
ciências agrárias. 2. ed. 1979.

•

LOCH, Carlos; Cordinin Jucilei. Topografia contemporânea: planimetria.
Florianópolis: UFSC, c1995. xxiii, 320p

•

SILVA, Irineu da; SEGANTINE, Paulo Cesar Lima. Topografia para
engenharia: teoria e prática de geomática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. 412p.

Disciplina: CÁLCULO NUMÉRICO

C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Cálculo

I

Introdução

e
a

Computação
Ementa: Diferenciação numérica Sistemas numéricos e erros. Raízes de funções de
uma variável. Solução de sistemas de equações lineares. Interpolação e aproximação.
Integração numérica. Diferenciação numérica. Solução numérica de equações
diferenciais.
Bibliografia Básica
• CHAPRA, S. C.; CANALE, R. P. Métodos Numéricos para Engenharia.
Mcgraw-hill Interamericana, 2008.
• RUGGIERO, M. A. G.; LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico: Aspectos
Teóricos e Computacionais. Makron Books, 2a. Ed, 1996.
•

FRANCO, N. M. B. Cálculo Numérico. Prentice Hall Brasil, 2006

Bibliografia Complementar
•

BARROSO, L. C. Cálculo numérico (com aplicações). Harbra, 2a. Ed, 1987.

•

BURIAN, R.; DE LIMA A. C.; HETEM JÚNIOR, A. Cálculo numérico. LTC,
2007.

•

PAZ, A. P.; TÁRCIA, J. H. M.; PUGA, L. Z. Cálculo Numérico, LCTE, 2a.
Ed, 2012.

•

SANTOS, J. D.; da Silva, Z. C. Métodos Numéricos. Recife: ed. Universitária,
3ª. ed, UFPE, Recife, 2010.

•

SPERANDIO, Décio,; MENDES, João Teixeira; SILVA, Luiz Henry Monken
e. Cálculo numérico. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, 2015. 346 p.

Disciplina: DESENHO TOPOGRÁFICO
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Topografia I

Ementa: Introdução as Convenções topográficas e cartográficas. Representação plana
de linhas e ângulos por coordenadas polares e cartesianas. Desenho de poligonais
topográficas. Representação plana de pontos-objeto. Desenho completo da planta
planimétrica. II. Graduação de retas. Representação altimétrica de pontos, linhas e
áreas. Técnicas de representação do relevo. Curvas de nível. Construção das plantas

planialtimétricas. Orientação de plantas topográficas. Leitura de plantas. Avaliação de
volumes.
Bibliografia Básica
• BORGES, Alberto de Campos. Topografia. São Paulo, SP: Edgard Blücher,
c1977. v. 1 ISBN (broch.).
•

DAIBERT, João Dalton. Topografia: técnicas e práticas de campo. 2. ed. São
Paulo: Erica, Saraiva, 2014. 120 p. (Série eixos). ISBN 9788536506586:
(Broch.).

•

FONSECA, Rômulo Soares. Elementos de desenho topográfico. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1973. 192p. ISBN (Broch.).

Bibliografia Complementar
•

BORGES, Alberto de Campos. Topografia. São Paulo, SP: Edgard Blücher,
c1977. v. 1 ISBN (broch.).

•

DAIBERT, João Dalton. Topografia: técnicas e práticas de campo. 2. ed. São
Paulo: Erica, Saraiva, 2014. 120 p. (Série eixos). ISBN 9788536506586:
(Broch.).

•

SAAD, Ana Lúcia. AutoCAD 2004 2D e 3D: para engenharia e arquitetura.
São Paulo: 2004. 280p.1

•

FONSECA, Rômulo Soares. Elementos de desenho topográfico. São Paulo:
McGraw-Hill do Brasil, 1973. 192p. ISBN (Broch.).

•

RUBIM, Renata. Desenhando a superfície. 2. ed. Porto Alegre: Edições
Rosari, 2010. 95 p.

Disciplina: BANCO DE DADOS ESPACIAL
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Representação computacional de objetos geográficos. A natureza dos dados
geográficos. Elementos de Banco de Dados Geográficos. Arquiteturas e linguagens de
consulta para bancos de dados geográficos. Métodos de acesso e processamento de
consultas em bancos de dados geográficos. Infraestrutura de dados espaciais.

Bibliografia Básica:

•

LONGLEY, P.A.; GOODCHILD, M.F.; MAGUIRE, D.J.; RHIND, D.W.
Sistemas e Ciência da Informação Geográfica. 3. Ed. Porto Alegre, Bookman,
540p. 2013.

•

BERNABÉ-POLVEDA, M.A.; LÓPEZ-VASQUEZ, C.M. Fundamentos de
las estruturas de datos espaciales. 1. Ed. UPM. 2012.

•

CASANOVA,M.A.; Câmara,G.; Davis, C.;Vinhas,L.; Ribeiro, G. (org),
“Bancos de Dados Geográficos”. Curitiba, EspaçoGEO, 2005.

Bibliografia Complementar
• RIGAUX, P., M. SCHOLLl, VOISARD, A. Spatial Databases with
Application to GIS. San Francisco, Morgan Kaufman. 2002.
•

GÜTING, R. An Introduction to Spatial Database Systems. VLDB Journal, v.
3, n.4, 1994.

•

SILVA, Flávio Soares Corrêa da. Banco de dados: aprenda o que são : melhore
o seu conhecimento : construa os seus. São Paulo, SP: Edgard Blücher, 2005.
ix, 380 p.

•

PUGA, Sandra; FRANÇA, Edson Tarcisio; GOYA, Milton Roberto. Banco de
dados: implementação em SQL, PL/SQL e Oracle 11g. São Paulo, SP: Pearson
Education do Brasil, c2014. xxi, 328 p.

•

SILBERCHATS, A.; KORTH,M H.F.; SUDARSHAN, S. Sistema de Bacno
de dados. 6. Ed. Riop de Janeiro,. Elsevier, 2012.

Disciplina: GEODÉSIA I
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Topografia II

Ementa: Introdução a Geodésia Geométrica. Modelos de forma e dimensões da Terra.
Sistemas de referências geodésicos. Geometria do elipsóide de revolução. Cálculos
sobre o elipsóide. Transporte de coordenadas geodésicas.
Bibliografia Básica
• TORGE, Wolfgang Geodasie; MULLER, Jurgen. Geodesy. 4.ed. Berlin:
Walter de Gruyter, c2012.. x, 433p. ISBN 9783110207187 (broch.).

•

HOOIJBERG, Maarten. Geometrical geodesy: using information and
computer technology. Berlin; New York: Springer, c2008. xxiii, 439 p. + 1
CD-ROM ISBN 9783540254492 (enc.).

•

TORGE, Wolfgang. Geodesy. 3.ed. Berlin: Walter de Gruyter, c2001. xv, 416
p. ISBN 3110170728 (broch.).

Bibliografia Complementar
•

TULER, Marcelo; SARAIVA, Sérgio. Fundamentos de geodésia e cartografia.
Porto Alegre: Bookman, 2016. 227 p. ISBN 9788582603697 broch.

•

BUSEMANN, HERBERT, The geometry of geodesics / Herbert Busemann. New York : Academic Press, 1955.

•

SILVEIRA, L. C. da, (1993). Cálculos Geodésicos no Sistema UTM aplicados
à Topografia, 2. ed., Editora e Livraria Luana Ltda., Curitiba.

•

CAMIL, G., (1987). Introdução à Geodésia Geométrica 1a parte, Curitiba.

•

RAMOS, D, (1982). Geodésia na prática, 1. ed. MDATA, Araraquara – SP.

Disciplina: GESTÃO EMPRESARIAL E MARKETING
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Evolução dos conceitos de qualidade na indústria e nos serviços.
Padronização em empresa. Normas série ISO 9000. Gestão ambiental série ISO
14000. Gestão da qualidade e da produtividade. Planejamento estratégico. Recursos
humanos. Marketing empresarial.
Bibliografia Básica
•

BERNARDI, L.A. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos e
estratégias. São Paulo: Atlas, 2002. 320p.

•

PARSON, L.J.; DALRYMPLE, D.J. Introdução à administração e marketing.
Rio de Janeiro: LTC, 2003. 271p.

•

CARVALHO, H.R. ISO 9000: o passaporte para a qualidade. Rio de Janeiro:
Campus, 1996.259p.

Bibliografia Complementar
•

BATEMAN, T. S. Administração: construindo vantagens competitivas. São
Paulo: Rimoli, 1998, 524 p.

•

KOTLER, P. Administração de

marketing: Análise, planejamento,

implementação e controle. 5 ed. São Paulo: Atlas, 1998, 693 p.
•

PIMENTA, M. A. Comunicação Empresarial. 3 ed. SP: Editora Alínea, 2002,
174 p.

•

BOONE, L. E.; KURTZ, D. L. Marketing Contemporâneo. São Paulo:
Cengage Learning - Pioneira, 2008. 5 - HOOLEY, G. J.;SAUNDERS, J. A.;
PIERCY, N. F. Estratégia de Marketing e Posicionamento Competitivo. São
Paulo: Pearson, 2008.

•

SANTOS, Adelcio Machado dos; ACOSTA, Alexandre. Empreendedorismo:
teoria e prática . Caçador, SC: UNIARP, 2011. 178 p.

Disciplina: INTRODUÇÃO AO SENSORIAMENTO REMOTO
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Conceituação, histórico, objetivos, importância e aplicações do
Sensoriamento Remoto. Princípios físicos: Radiação eletromagnética, espectro
eletromagnético, leis da radiação, grandezas radiométricas. Satélites e sensores. Tipos
de órbita. Interferências atmosféricas no processo de aquisição de dados. Balanço
radiativo à superfície. Comportamento espectral de alvos. Índices de vegetação.
Introdução a interpretação de imagens de sensoriamento.
Bibliografia Básica
• LORENZZETTI, João Antônio. Princípios físicos de sensoriamento remoto.
São Paulo: Blucher, 2015. 293 p.
•

NOVO, Evlyn Márcia Leão de Moraes. Sensoriamento remoto: princípios e
aplicações. 4. ed. São Paulo: E. Blucher, 2010. 387 p.

•

MOREIRA, Maurício A. Fundamentos do sensoriamento remoto e
metodologias de aplicação. 4. ed. Vicosa [MG]: UFV, 2011.. 422 p

Bibliografia Complementar
•

FLORENZANO, Teresa Gallotti. Iniciação em sensoriamento remoto. 3.
ed.ampl. e atual. São Paulo: Oficna de Textos, 2011.. 128 p.

•

JENSEN, John R. Sensoriamento remoto do ambiente: uma perspectiva em
recursos terrestres . São José dos Campos, SP: Parentese, 2011.

•

LASCHKE, Thomas; KUX, Hermann ((org.)). Sensoriamento remoto e SIG
avançados: novos sistemas sensores, métodos inovadores. São Paulo: Oficina
de Textos, c2007.

•

PONZONI, Flávio Jorge; PONZONI, Flávio Jorge. Sensoriamento remoto no
estudo da vegetação. São José dos Campos, SP: Parentese, 2009.

•

SAUSEN, Tania Maria; PARDI LACRUZ, María Silvia. Sensoriamento
remoto para desastres. São Paulo: Oficina de Textos, 285p.

Disciplina: LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA – C . H TOTAL -

54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Topografia II

Ementa: Introdução ao Levantamento Topográfico, Instrumentação, Operações com
Níveis e Estações Totais, Métodos de medidas de Ângulos e Distâncias.;
Levantamento de Poligonais; Levantamento Altímetro e Locação de Obras.
Bibliografia Básica
•

ESPARTEL, Lélis. Curso de Topografia. 9 ed. Porto Alegre: Ed. Globo, 1987.
655 p. MCCORMAC, Jack C. Topografia. 5. ed Rio de Janeiro: LTC, 2007.
391 p.

•

CASACA, João Martins; MATOS, João Luís de; DIAS, José Miguel Baio.
Topografia geral. 4. ed. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2007. 208 p.

•

LOCH, Carlos; Cordinin Jucilei. Topografia contemporânea: planimetria.
Florianópolis: UFSC, c1995. xxiii, 320p.

Bibliografia Complementar
•

BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. 3 ed. Sao Paulo:
Edgard Blücher, 1975. 192 p. COMASTRI, José Aníbal;

•

TULER, Jose Claudio. Topografia: altimetria. 3 ed. Viçosa: UFV, 1999. 200
p.

•

COMASTRI, José Aníbal. Topografia: Planimetria. Vicosa: UFV, 1973. 408
p. LOCH, Carlos; CORDINI, Jucilei. Topografia contemporânea: Planimetria.
Florianópolis: Editora da UFSC, 2000. 321 p.

•

GARCIA-TEJERO, Francisco Dominguez. Topografia general y aplicada. 12
ed. Madrid: Mundi-Prensa, 1993. 823 p.

•

SILVA, Irineu da; SEGANTINE, Paulo Cesar Lima. Topografia para
engenharia: teoria e prática de geomática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015. 412p.

Disciplina: MECÂNICA DOS FLUIDOS
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 72

72

C. H. semanal: 4h
Pré requisito:
Cálculo Númerico

Ementa: Conceitos básicos em Mecânica dos Fluidos. Estática dos Fluidos. Balanços
globais e diferenciais de massa e de energia. Análise dimensional e semelhança.
Escoamento interno viscoso e incompressível. Escoamento externo
Bibliografia Básica
• FOX, R. W.; MCDONALD, A. T.; PRITCHARD, P. J. Introdução à Mecânica
dos Fluidos. 8ª ed. LTC, 2014.
•

WHITE, F. M. Mecânica dos Fluidos. 6ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2011,
880p.

•

ÇENGEL, Y. A.; CIMBALA, J. M. Mecânica dos Fluidos: fundamentos e
aplicações. 3ª ed. McGraw-Hill Interamericana do Brasil Ltda, 201

Bibliografia Complementar
•

BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. 2ª ed. rev. – São Paulo: Pearson
Prentice Hall. 2008. LIVI, C. P. Fundamentos de Fenômenos de Transporte.
2ª ed. LTC, 2012, 254 p.

•

STREETER, V. L. Mecânica dos Fluidos. 9ª ed. Ed. McGraw Hill, 2012.

•

VIANNA, M. R. Mecânica dos Fluidos para Engenheiros 4ª ed. Imprimatur,
Artes Ltda, 2001, 581p.

•

SILVA, W. P.; SILVA, C. M. D. P. S. Mecânica Experimental para Físicos e
Engenheiros. 1ª ed. João Pessoa: UFPB Editora Universitária, 2000.

•

MUNSON, Bruce Roy; YOUNG, Donald F.; OKIISHI, Theodore H.
Fundamentos da mecânica dos fluídos. São Paulo: Edgard Blücher, 1997. 2v.

Disciplina: MECÂNICA DOS SOLOS
C . H . TEÓRICA
54

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Geologia de
Engenharia

Ementa: Características dos Solos. Índices físicos. Plasticidade e Consistência dos
solos. Permeabilidade dos Solos. Tensões no solo. Resistência ao Cisalhamento dos
solos. Empuxo de terra. Noções de estabilidade de taludes.
Bibliografia Básica
• DAS, Braja. M. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. São Paulo:
Thomson,. 2007.
•

PINTO, C. S. Curso Básico de Mecânica dos Solos – Exercícios Resolvidos.
Oficina de Textos. São Paulo, SP, Brasil, 2001.

•

CAPUTO, H. P. Mecânica dos Solos e Suas Aplicações, livros Técnicos
Científicos Editora S. A., Vol. 1, 2 e 3, 1981.

Bibliografia Complementar
•

BARATA, F.E. - Propriedades Mecânicas dos Solos: Uma Introdução ao
Projeto de Fundações, Livros Téc. e Cient. Ed, 1984. Criag, R. F. Soil
mechanics. Chapman & Hall, London, 1992.

•

LAMBE, T. W. e Whitman, R. V. - Soil Mechanics, Wiley & Sons, Inc., 1979.

•

MITCHEL, J. K. - Fundamentals of Soil Behavior, Wiley & Sons, Inc., 1976.

•

Normas Brasileiras/ABNT: NBR6457, NBR6508, NBR6459, NBR7180,
NBR7181, NBR7182, NBR6502. Ortigão, J. A. R. - Introdução à Mecânica
dos Solos dos Estados Críticos, Livros Téc. e Científicos Edit. S.A., 1993.

•

VARGAS, M. Introdução à Mecânica dos Solos, McGraw-Hill do Brasil,
1997.

Disciplina: PARCELAMENTO DO SOLO I
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Técnicas de Parcelamento do Solo Urbano e Rural; Legislação especifica
para parcelamento de solo urbano e rural; Projeto geométrico de Desmembramento;
Projeto geométrico de Remembramento; Projeto para fins de retificação de Medidas;
Projeto geométrico de loteamento; Estudo de viabilidade para implantação de
loteamento; anteprojeto de loteamento; Projeto Básico de Loteamento; Introdução ao
Projeto executivo de Loteamento e seus projetos complementares; Documentação
técnico-jurídica para aprovação do projeto e registro público.

Bibliografia Básica:

•

RIZZARDO, Arnaldo. Promessa de compra e venda e parcelamento do solo
urban: lei n. 6.766/79. 5. ed. rev. e atual. e ampl. São Paulo: Revista dos
Tribunais, 1998. 260p ISBN 85203116026.

•

MASCARÓ, J. L. Manual de Loteamentos e Urbanização. Porto Alegre: Sagra
Luzzatto, 1977. 238p.

•

MOREIRA, A. L. Princípios de Engenharia de Avaliação. São Paulo: Pini,
1988.

Bibliografia Complementar
•

LOPES, M. M. S. Curso de Direito Civil. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1960.

•

MAIA NETO, F. Roteiro Prático de Avaliações e Perícias Judiciais. Belo
Horizonte: Del Rey, 1999.

•

MELO, D. C. Administração Urbana: Sistemas e Diagnósticos. Rio de Janeiro:
IBAN, 1978. MESQUITA, A. P. Parcelamento do Solo Urbano e suas
Diversas Formas. Curitiba: IESDE, 2008. 200p. BRASIL.

•

CARVALHO, C.S. Regularização Fundiária Urbana no Brasil. Brasília:
Ministério das Cidades, 2009. 203p.

•

ALCÁZAR MOLINA, M.G. Catastro Inmobiliario. Jaén: Publicaciones de la
Universidad de Jaén, 2007.

•

ERBA, D. (org.) El Catastro Territorial en América Latina y el Caribe.
Cambridge: Lincoln Institute for Land Policy, 2008.

Disciplina: GEODÉSIA II
C . H . TEÓRICA
54

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Geodésia I e
Elementos de
Astronomia

Ementa: Introdução a Geodésia Física e por satélite. Características dos Sistemas de
Posicionamento por satélite. Interferências e degradações dos sistemas.
Bibliografia Básica
• TORGE, Wolfgang Geodasie; MULLER, Jurgen. Geodesy. 4.ed. Berlin:
Walter de Gruyter, c2012.. x, 433p. ISBN 9783110207187 (broch.).

•

TORGE, Wolfgang. Geodesy. 3.ed. Berlin: Walter de Gruyter, c2001. xv, 416
p. ISBN 3110170728 (broch.).

•

RAMOS, D, (1982). Geodésia na prática, 1. ed. MDATA, Araraquara – SP.

Bibliografia Complementar
•

LOPES, M. M. S. Curso de Direito Civil. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1960.

•

MAIA NETO, F. Roteiro Prático de Avaliações e Perícias Judiciais. Belo
Horizonte: Del Rey, 1999.

•

MELO, D. C. Administração Urbana: Sistemas e Diagnósticos. Rio de Janeiro:
IBAN, 1978. MESQUITA, A. P. Parcelamento do Solo Urbano e suas
Diversas Formas. Curitiba: IESDE, 2008. 200p. BRASIL.

•

CARVALHO, C.S. Regularização Fundiária Urbana no Brasil. Brasília:
Ministério das Cidades, 2009. 203p. ISBN 9788560133994.

•

TULER, Marcelo; SARAIVA, Sérgio. Fundamentos de Geodésia e
Cartografia. Porto Alegre: Bookman, 2016. 227 p.

Disciplina: SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS I
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Sistema de informações geográficas: Conceitos fundamentais, histórico e
aplicações. Dados espaciais: definição, aquisição, caracterização e classificação.
Elementos essenciais e arquitetura de um SIG. Representação computacional do
espaço geográfico: Escala de mensuração de dados espaciais, modelo geo-campo e
geo-objeto, estrutura de representação raster e vetorial. Relações topológicas.
Bibliografia Básica
•

BLASCHKE, Thomas; KUX, Hermann (org.). Sensoriamento remoto e SIG
avançados: novos sistemas sensores, métodos inovadores. São Paulo: Oficina
de Textos, c2007.. 303 p. Viagem ao SIG : planejamento estratégico,
viabilização, implantação e gerenciamento de sistemas de informação
geográfica / 1997.

•

MAGUIRE,DAVID J.; GOODCHILD,MICHAEL F.; LONGLEY,PAUL A.;
RHIND,DAVID W.Sistemas e Ciência da Informação Geográfica - Bookman.

•

MATOS, João Luís de. Fundamentos de informação geográfica. 6. ed. Lisboa:
Lidel, c2008. ix, 405 p.

Bibliografia Complementar
•

ANTÓNIO COSME. Projeto em Sistemas de Informação Geográfica Engenharia & Ciências da Terra - Geomática - Grupo LIDEL LANG, Stefan;
BLASCHKE, Thomas. Análise da paisagem com SIG. São Paulo: Oficina de
Textos, 2009. 423 p.

•

JOÃO MATOS.FUNDAMENTOS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA.
Lidel MIRANDA. Fundamentos de Sistemas de Informações Geográficas.

•

EMBRAPA. LISBOA E IOCHPE. Introdução aos SIG com ênfase em Banco
de Dados. UGRGS.

•

PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Alexandre Barbosa de (Org). Fundamentos de
sistemas de informação. Rio de janeiro: ELSEVIER, Campus, c2014. 299 p.

•

GIS and environmental modeling: progress and research issues. New York:
John Wiley, c1996. xvii, 486 p.

Disciplina: ALGORITMOS TOPOGRÁFICOS
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Levantamentos
Topográficos e
Introdução a
Computação

Ementa: Processamento de dados topográficos: rotinas computacionais para cálculo
de variáveis topográficas - áreas, volumes, geração de perfis e seções, cálculo de
volume de corte e aterro; otimização em posicionamento topográfico; manipulação de
dados oriundos de instrumentos topográficos eletrônicos.
Bibliografia Básica
• CHAPMAN, S.J.Programação de MATLAB para engenheiros. 5. Ed. Cengage
Leraning. 2016.
• CHAPRA, S.C. Métodos Numéricos Aplicados Com Matlab Para Engenheiros
e Cientistas.
• SILVA, I.; SEGANTINE, P.C.L. Topografia para engenharia: Teoria e práica
da Geomática.

Bibliografia Complementar
•

GHILANI, C.D. WOLF, P.R. Elementary Surveying: An Introduction to
Geomatics.Pearson Education, 2011.

•

DAVIS, C. Geometria computacional para SIG. INPE, 1999.

•

PIVA JÚNIOR, Dilermando. Algoritmos e programação de computadores.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. 504 p.

•

ARAÚJO, Everton Coimbra de. Algoritmos: fundamentos e prática. 3. ed.
Florianópolis, SC: Visual Books, 2007. 414 p.

•

CORMEN, Thomas H.; STEIN, Clifford. Algoritmos: teoria e prática. Rio de
janeiro: Elsevier, 2012. 926 p.

Disciplina: PROCESSAMENTO DIGITAL DE IMAGENS
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Introdução ao
Sensoriamento
Remoto

Ementa: Correção geométrica. Correção radiométrica e atmosférica. Interpretação
visual de imagens. Álgebra de bandas. Classificação supervisionada e não
supervisionada. Fusão de imagens. Aplicação prática.
Bibliografia Básica
• JENSEN, John R. Introductory digital image processing: a remote sensing
perspective. 3rd ed. Upper Saddle River [Estados Unidos]: Prentice Hall,
c2005. xvi, 526 p.
•

MOREIRA, Maurício A. Fundamentos do sensoriamento remoto e
metodologias de aplicação. 3.ed. Viçosa, MG: UFV, 2007. 320 p.

•

MOREIRA, Maurício A. Fundamentos do sensoriamento remoto e
metodologias de aplicação. 3.ed. Viçosa, MG: UFV, 2007. 320 p.

Bibliografia Complementar
•

PARKER,

J.

R. Algorithms

for

image

processing

vision. Indianapolis: Wiley Publishing, 2011. 480 p.

and

computer

•

BURGER, Wilhelm; BURGE, Mark James. Digital image processing: an
algorithmic introduction using Java. 1st. ed. New York [United States]:
Springer, c2008. xx, 564 p.

•

FERREIRA, Nelson Jesus (Coord). Aplicações ambientais brasileiras dos
satélites NOAA e Tiros-N. São Paulo: Oficina de Textos, 2004. 271 p.

•

GONZALEZ, Rafael C.; WOODS, Richard E. Digital image processing.
Reading, Mass: Addison-Wesley, c1992. xvi, 716p. ISBN 0201508036 :
(Enc.).

•

O'GORMAN, Lawrence; SAMMON, Michael J; SEUL, Michael. Practical
algorithms for image analysis: description, examples, program and projects .
2nd. New York: Cambridge University Press, 2008. iv, 349 p.

Disciplina: FOTOGRAMETRIA I
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Conceitos gerais. Fotografias aéreas. Estereoscopia. Orientação do modelo
estereoscópico. Câmaras aéreas. Medidas fotogramétricas. Coordenadas e distâncias
horizontais. Pontos de controle.
Bibliografia Básica
•

MARCHETTI, Delmar A. B; GARCIA, Gilberto José. Princípios de
fotogrametria e fotointerpretação. São Paulo: Nobel, 1986. 257 p. ISBN
8521304129 (broch.).

•

MIKHAIL, Edward M; BETHEL, James Samuel; MCGLONE, J. Chris.
Introduction to modern photogrammetry. New York John Wiley & Sons c2001
479 p.

•

LOCH, Carlos. A interpretação de imagens aéreas: noções básicas e algumas
aplicações nos campos profissionais. 5. ed. Florianópolis, SC: UFSC, 2008.
103 p.

Bibliografia Complementar
•

FITZ, Paulo Roberto. Cartografia básica. São Paulo: Oficina de Textos,
c2008.. 143 p.

•

BRITO, J. N.; COELHO, L. Fotogrametria Digital. EdUERJ, Rio de Janeiro,
Brasil: 2007. 196 p.

•

WOLF, PAUL R. Elements os Photogrammetry: with applications in Gis. 3nd
Ed. Auckland: McGraw-Hill, 2000. 608p.

•

JENSEN, John R. Sensoriamento remoto do ambiente: uma perspectiva em
recursos terrestres . São José dos Campos, SP: Parentese, 2011.. 598

•

OPOGRAPHIC laser ranging and scanning: principles and processing . Boca
Raton, FL: CRC Press, c2009. 590 p.

Disciplina: AJUSTAMENTO DAS OBSERVAÇÕES
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Estatística Geral e
Geodésia I

Ementa: Conceitos gerais. Fotografias aéreas. Estereoscopia. Orientação do modelo
estereoscópico. Câmaras aéreas. Medidas fotogramétricas. Coordenadas e distâncias
horizontais. Pontos de controle.
Bibliografia Básica
•

GEMAEL, CAMIL, 1922. Introdução ao ajustamento de observações :
aplicações geodésicas / Camil Gemael. –Publicação Curitiba : Universidade
Federal do Paraná, 1994.

•

TORGE, Wolfgang. Geodesy. 3.ed. Berlin: Walter de Gruyter, c2001. xv, 416
p. ISBN 3110170728 (broch.).

•

RAMOS, D, (1982). Geodésia na prática, 1. ed. MDATA, Araraquara – SP.

Bibliografia Complementar
•

LOPES, M. M. S. Curso de Direito Civil. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1960.

•

MAIA NETO, F. Roteiro Prático de Avaliações e Perícias Judiciais. Belo
Horizonte: Del Rey, 1999.

•

MELO, D. C. Administração Urbana: Sistemas e Diagnósticos. Rio de Janeiro:
IBAN, 1978. MESQUITA, A. P. Parcelamento do Solo Urbano e suas
Diversas Formas. Curitiba: IESDE, 2008. 200p. BRASIL.

•

CARVALHO, C.S. Regularização Fundiária Urbana no Brasil. Brasília:
Ministério das Cidades, 2009. 203p. ISBN 9788560133994.

•

TULER, Marcelo; SARAIVA, Sérgio. Fundamentos de Geodésia e
cartografia. Porto Alegre: Bookman, 2016. 227 p.

Disciplina: PARCELAMENTO DO SOLO II
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Parcelamento do
Solo I

Ementa: Levantamentos topográficos aplicados à divisão e à demarcação de terras.
Processos de demarcação de divisas. Processos de divisão de terras. Métodos de
levantamento cadastral; Levantamento de imóveis urbano e rurais; Projeto de
Terraplenagem e cubação de obra. Locação de projeto de parcelamento de solo:
loteamento

e

desmembramento;

Levantamento

de

imóveis

rurais:

Georreferenciamento.
Bibliografia Básica:
•

COMASTRI, Jose Aníbal; GRIPP JUNIOR, Joel. Topografia aplicada:
medição, divisão e demarcação. Viçosa, MG: [s.n.], 1990. (Viçosa, MG:
Impr. Universitária, UFRV) 203p. ISBN 857269036

•

CESARE, C.M. (org). Questões Cadastrais: Discussão, Análise e
Identificação de Soluções para Problemas e Casos Práticos. Brasília:
Ministério das Cidades, 2010. ISBN 978-85-7958-008-6

•

ERBA, D. (org). Cadastro Multifinalitário como Instrumento de Política
Fiscal e Urbana. Rio de Janeiro, 2005.

Bibliografia Complementar
•

ALCÁZAR MOLINA, M.G. Catastro, Propiedad y Prosperidad. Jaén:
Publicaciones de la Universidad de Jaén, 2007.

•

ALCÁZAR MOLINA, M.G. Catastro Inmobiliario. Jaén: Publicaciones de la
Universidad de Jaén, 2007.

•

ERBA, D. (org.) El Catastro Territorial en América Latina y el Caribe.
Cambridge: Lincoln Institute for Land Policy, 2008.

•

MELO, D. C. Administração Urbana: Sistemas e Diagnósticos. Rio de Janeiro:
IBAN, 1978. MESQUITA, A. P. Parcelamento do Solo Urbano e suas
Diversas Formas. Curitiba: IESDE, 2008. 200p. BRASIL.

•

CARVALHO, C.S. Regularização Fundiária Urbana no Brasil. Brasília:
Ministério das Cidades, 2009. 203p.

Disciplina: MODELAGEM DIGITAL DO TERRENO
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Processamento
digital de Imagens

Ementa: Modelagem Numérica de Terreno: introdução à modelagem digital de
terrenos; Métodos de aquisição de dados espaciais; Grades regulares e irregulares;
análises em modelos digitais de terreno.
Bibliografia Básica
• CÂMARA, G.; DAVIS.C.; MONTEIRO, A.M.; D'ALGE, J.C. Introdução à
Ciência da Geoinformação. São José dos Campos, INPE, 2001 (on-line, 2a.
edição, revista e ampliada.
•

FLORENZANO, T. Geomorfologia: conceitos e tecnologias atuais. São Paulo:

Oficina de Textos,2008.
•

SILVA, I.; SEGANTINE, P.C.L. Topografia para engenharia: Teoria e prática

da Geomática.
Bibliografia Complementar
•

SHAN, J.; Toth, C.K. Topographic Laser Ranging and Scanning: Principles
and Processing. 1. Ed. 2018.

•

VOSSELMAN, g.; MAAS, H.G. Airborne and Terrestrial Laser Scanning. 1.
Ed. 2010.

•

BARBOSA, A. P.; SILVA, A. F.; ZIMBACK, C.R.L. Modelo numérico do
Terreno obtido por diferentes métodos em cartas planialtimétricas, Revista
Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental v.16, n.6, p.655–660, 2012.

•

COELHO JUNIOR, J. M.; ROLIM NETO, F. C.; ANDRADE, J. S. C. O.
Topografia Geral.1Ed. Editora UFRPE. 2014.

•

COELHO JUNIOR, J. M. Automação Topográfica I (Estação Total). 1Ed.
Recife. 2015. GOLDEN SOFTWARE, INC. SURFER for windows: realese
8.0, contouring and 3D surface mapping for scientist's engineer’s user's guide.
New York: 2002. 714 p.

Disciplina: SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS II
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito: SIG
I

Ementa: Aquisição de dados alfanuméricos e cartográficos. Entrada e conversão de
dados espaciais em SIG. Geocodificação. Manipulação de tabelas de atributos.
Integração de dados gráficos e descritivos. Relacionamento, manipulação, modelagem
e análise espacial de dados com representação vetorial e matricial. Implementação de
projeto SIG.
Bibliografia Básica
• BLASCHKE, Thomas; KUX, Hermann (org.) Sensoriamento remoto e SIG
avançados: novos sistemas sensores, métodos inovadores. São Paulo: Oficina
de Textos, 2007. 303 p. ISBN 9788586238574 (broch.).
•

FERRARI JÚNIOR, Roberto. Viagem ao SIG : planejamento estratégico,
viabilização, implantação e gerenciamento de sistemas de informação
geográfica. Curitiba. Sagres, 178p. 1997.

•

MAGUIRE, DAVID J.; GOODCHILD, MICHAEL F.; LONGLEY,PAUL A.;
RHIND,DAVID W. Sistemas e Ciência da Informação Geográfica - Bookman.

.
Bibliografia Complementar
•

ANTÓNIO COSME. Projeto em Sistemas de Informação Geográfica Engenharia & Ciências da Terra - Geomática - Grupo LIDEL

•

LANG, Stefan; BLASCHKE, Thomas. Análise da paisagem com SIG. São
Paulo: Oficina de Textos, 2009. 423 p.

•

JOÃO MATOS.FUNDAMENTOS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA.
Lidel MIRANDA. Fundamentos de Sistemas de Informações Geográficas.
EMBRAPA. LISBOA E IOCHPE. Introdução aos SIG com ênfase em Banco
de Dados. UGRGS.

Disciplina: LEVANTAMENTO GEODÉSICO
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

54

54

C . H TOTAL

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Ajustamento das

Observações e
Geodésia II
Ementa: Métodos de Posicionamento e técnicas de medição por GNSS.
Processamento dos dados e Análise dos resultados.
Bibliografia Básica
•

IBGE. Azimutes, coordenadas, altitudes: pontos geodésicos de apoio
fundamental. Rio de Janeiro: IBGE, 1980. 41 p.

•

TULER, Marcelo; SARAIVA, Sérgio. Fundamentos de Geodésia e
cartografia. Porto Alegre: Bookman, 2016. 227 p. TORGE, Wolfgang
Geodasie; MULLER, Jurgen. Geodesy. 4.ed. Berlin: Walter de Gruyter,
c2012.. x, 433p.

•

GEMAEL, Camil. Introdução ao ajustamento de observações: aplicações
geodésicas. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, 1994. 319 p..

Bibliografia Complementar
•

SPRINGERLINK (ONLINE

SERVICE). Geodetic

and Geophysical

Observations in Antarctica : An Overview in the IPY Perspective . Springer
eBooks XX, 356 p. 292.
•

DEL RE, Enrico; RUGGIERI, M.; (Ed.)

•

SPRINGERLINK (ONLINE SERVICE). Satellite Communications and
Navigation Systems. Springer eBooks XVI, 768 p .

•

HOFMANN-WELLENHOF,

Bernhard;

SPRINGERLINK

(ONLINE

SERVICE). GNSS ¿ Global Navigation Satellite Systems : GPS, GLONASS,
Galileo, and more . Springer eBooks XXX, 518 p.
•

TORGE, Wolfgang. Geodesy. 3.ed. Berlin: Walter de Gruyter, c2001. xv, 416
p.

Disciplina: BATIMETRIA
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Topografia II

Ementa: Conceitos fundamentais e legislação sobre batimetria. Marés e referenciais
de nível. Nível de redução. Métodos dos levantamentos batimétricos convencionais.

Ecobatimetria. Integração GPS com batimetria e Ecobatimetria. Representação do
assoalho dos corpos d’água.
Bibliografia Básica
•

MOURA, Geraldo Dorta. Levantamento Hidrográfico: BATIMETRIA,
Editora IGASA – Indústria Gráfica Alagoana Ltda. 1984, 81p. 2.

•

ORGANIZAÇÃO HIDRIOGRAFICA INTERNACIONAL , Manual de
hidrografia, publicação C-13, 1ª. Edição, tradução Instituto Hidrográfico,
Lisboa, Portugal, 2010, 58p. 3.

•

PEREIRA, Jógerson Pinto Gomes, BARACUHY, José Geraldo de
Vasconcelos, Ecobatimetria – teoria e prática, 1ª. Edição, UFCG, Gráfica
Agenda,Campina Grande ,PB, 2008, 84p.

Bibliografia Complementar
•

BRASIL. Portaria n. 53 / MB, de 1º de março de 2002. Aprova as "Instruções
para Controle dos Levantamentos Hidrográficos pela Marinha do Brasil".
Disponível em Acesso em: 16 set. 2018.

•

CHM, Centro de Hidrografia da Marinha, Niterói-RJ, 2015. Disponível em:
http://www.mar.mil.br/dhn/chm/oceanografia/bndo.html.

Acesso

em

21/10/2017.
•

FERREIRA, I.O.; RODRIGUES, D.D.; SANTOS, A.P., Levantamento
batimétrico automatizado aplicado à gestão de recursos hídricos. Estudo de
caso: Represamento do Ribeirão São Bartolomeu, Viçosa-MG, IV Simpósio
Brasileiro de Ciências Geodésicas e Tecnologias da Geoinformação, Recife,
2012.

Disponível

em:

https://www.ufpe.br/cgtg/SIMGEOIV/CD/artigos/SReFOTO/110_4.pdf
Acesso em 28/09/2015.
•

GEOLEVEL,

2015.

Levantamentos

hidrográficos,

hidrométricos

e

topográficos. Disponível em: http://www.geolevel.com.br/?page_id=529.
Acesso em 22/10/2015.
•

GOMES, M.P., Aquisição, processamento e análise de dados de sísmica de
alta resolução na plataforma continental norte do Rio Grande do Norte: Vale
Inciso do Rio Açu. Dissertação de Mestrado. UFRN. Natal, 2009.

Disciplina: FOTOGRAMETRIA II

C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Fotogrametria I

Ementa: Noções de fotogrametria terrestre. Mosaico, Restituição Fotogramétrica.
Fotointerpretação. Fotoidentificação aplicada à Engenharia.
Bibliografia Básica
•

MARCHETTI, Delmar A. B; GARCIA, Gilberto José. Princípios de
fotogrametria e fotointerpretação. São Paulo: Nobel, 1986. 257 p. ISBN
8521304129 (broch.).

•

MIKHAIL, Edward M; BETHEL, James Samuel; MCGLONE, J. Chris.
Introduction to modern photogrammetry. New York John Wiley & Sons c2001
479 p.1 CD-ROM ISBN 047130924

•

LOCH, Carlos. A interpretação de imagens aéreas: noções básicas e algumas
aplicações nos campos profissionais. 5. ed. Florianópolis, SC: UFSC, 2008.
103 p. (Série Didática). ISBN 9788532804136 : broch.

Bibliografia Complementar
•

FITZ, Paulo Roberto. Cartografia básica. São Paulo: Oficina de Textos,
c2008.. 143 p. ISBN 9788586238765 (broch.) BRITO, J. N.;

•

COELHO, L. Fotogrametria Digital. EdUERJ, Rio de Janeiro, Brasil: 2007.
196 p. ISBN 978-85-7511-114-7

•

Wolf, Paul R. Elements os Photogrammetry: with applications in Gis. 3nd Ed.
Auckland: McGraw-Hill, 2000. 608p. ISBN 0071236833..

Disciplina: ESTRADAS I
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

54

C . H TOTAL 54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Topografia II

Ementa: Pavimentação: Conceitos, terminologia, classificação; Estudo Geotécnicos;
Prospecção de Jazidas; Sondagem e Capacidade de Carga; Solos como materiais de
construção rodoviária; Dimensionamento dos Pavimentos: mecânica dos pavimentos;
Dimensionamento de Pavimentos Flexíveis; Pavimentos Rígidos; Compactação de
Solos; Drenagem; Conservação dos Pavimentos; Controle de Qualidade; Visita a uma
Obra Rodoviária: aulas práticas.
Bibliografia Básica

•

CATALLANI, R. Manual prático de escavação – Terraplanagem e escavação
de rocha. 3ª Ed. São Paulo: Pini, 2009.

•

PINTO, S., PREUSSLER, E.S. Pavimentação rodoviária: conceitos
fundamentais sobre pavimentos flexíveis. 2ª Ed. Rio de Janeiro: IBP, 2010.

•

SENÇO, W. Manual de técnicas de pavimentação. 3ª Ed. São Paulo: Pini,
2010.

Bibliografia Complementar
•

BALDO, J.T. Pavimentos de concreto. São Paulo: Oficina de Textos, 2009.

•

BALDO, J.T. Pavimentação asfáltica: materiais, projetos e restauração. São
Paulo: Oficina de Textos, 2007.

•

MEDINA, J., MOTTA, L.M.G. Mecânica dos pavimentos. 2ª Ed. Rio de
Janeiro: UFRJ, 2005. / BERNUCCI, L.B., MOTTA, L.M.G,. CERATTI,
J.A.P., SOARES, J.B. Pavimentação asfáltica: formação básica para
engenheiros. Rio de Janeiro: PETROBRAS: ABEDA, 2006.

•

NETO, A.Z., VILIBOR, D.F., NOMOGAMI, J.S., CINCERRE, J.R., SERRA,
P.R.M. Pavimentos de baixo custo para vias urbanas. São Paulo: Arte &
Ciência, 2007.

Disciplina: PERÍCIAS E AVALIAÇÕES DE IMÓVEIS
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

54

C . H TOTAL 54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Legislação e normas na engenharia de avaliação. Matemática financeira e
Estatística aplicadas às avaliações. Fonte de informação para o avaliador. Princípios
Fundamentais e métodos. Depreciação. Avaliações de propriedades Rurais e urbanas.
Avaliações nas desapropriações. Avaliações em ações judiciais. Técnicas de
elaboração de laudos.
Bibliografia Básica:
•

ABNT, Norma Brasileira Registra N.º 14.653, Avaliação de bens - Parte 1 –
Procedimentos gerais,2001.

•

ABNT, Norma Brasileira Registra N.º 14.653, Avaliação de bens - Parte 3 –
Imóveis Rurais, 2004

•

INCRA, Manual de Obtenção de Terras e Perícia Judicial, Aprovado pela
Norma de ExecuçãoIncra / DT no 52, de 25 de outubro de 2006

•

MOREIRA, Alberto Lélio - Princípios de Engenharia de Avaliações - Editora
Pini - 4ª edição- 1997. 504p

Bibliografia Complementar
•

ABNT, Norma Brasileira Registra N.º 14.653, Avaliação de bens, Parte 2 –
Imóveis Urbanos, 2004.

•

DANTAS, Rubens Alves. Engenharia de Avaliações: Uma introdução à
metodologia científica. São Paulo : Pini, 2005.

•

ABUNAHMAN, Sérgio Antonio. Curso básico de engenharia legal e de
avaliações. São Paulo: Pini, 1999.

•

FIKER, José. Avaliação de imóveis urbanos. São Paulo, PINI, 1993.

•

FIKER, José - Manual de Redação de Laudos - Editora Pini - 1ª edição. 8ª.
tiragem - 2003.120p.

•

IBAPE. Norma para avaliação de imóveis urbanos. IBAPE/SP, 2005.

•

IMAPE. Fundamentos de avaliações patrimoniais e perícias de engenharia –
Curso básico do IMAPE. São Paulo: Pini, 1998.

Disciplina: SEMINÁRIOS
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Metodologia da
Pesquisa

Ementa: Normas UFAL para elaboração de TCC e trabalhos científicos. Linhas de
pesquisa de interesse no curso. Produtos do TCC. Elaboração do Projeto de TCC.
Normas de elaboração, apresentação e discussão de artigos da área de interesse do
agrimensor. Seminário de apresentação do projeto e do cronograma do TCC. Normas
para elaboração e redação do Relatório de Estágio. Normas para a formatura.
Bibliografia Básica
•

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT.: NBR
6023, São Paulo: ABNT, ago.1989. Normas sobre documentação. São Paulo:
ABNT, s.d.

•

COPI, Irving Marmer. Introdução à lógica. 2.ed. São Paulo: Mestre Jou, 1978.

•

KANT, Immanuel. Lógica. Tradução por Gottlob Benjamin Jasche de Guido
Antônio de Almeida. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1992

Bibliografia Complementar
•

MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos,
resenhas. São Paulo: Atlas, 1991.

•

RUDIO, Franz Victor. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 12.ed.
Petrópolis: Vozes, 1988.

•

BOOTH, Wayne C.; COLOMB, Gregory G.; WILLIAMS, Joseph M. A arte
da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2005. xv, 351p. (Ferramentas).

•

MIRANDA, José Luis Carneiro de; GUSMÃO, Heloisa Rios. Os caminhos do
trabalho científico: orientação para não perder o rumo.. Brasília: Briquet de
Lemos, 2003. 96 p.

•

MARTINS, G. A. Estudo de Caso: uma estratégia de Pesquisa. São Paulo:
Atlas, 2006. 102 p.

Disciplina: CARTOGRAFIA GEOTÉCNICA
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Projeções
Cartográficas

Ementa: Conceitos básicos da cartografia geotécnica; definição de mapa geotécnico;
classificação de mapas geotécnicos; classificação dos componentes do meio físico de
interesse à cartografia geotécnica; princípios do zoneamento; técnicas especiais para
interpretação de dados geotécnicos; apresentação de dados em cartas geotécnicas,
exemplos de aplicação.
Bibliografia Básica
•

NILSON GANDOLFI, LÁZARO V. ZUQUETTE. Cartografia geotécnica.

Edição 2004. Oficina de Textos
•

N.M. SOUZA & NILSON GANDOLFI. Cartografia Geotécnica e

Geoprocessamento. Local : Brasília/DF/Brasil Editor: ABMS Ano : 1998
•

N.M. SOUZA. Cartografia Geotécnica do Distrito federal / DF / Brasil Local

: Berlim Editor: ICBRA Edição: Ano : 1997.
Bibliografia Complementar

•

W.R. DEARMAN. Engineering Geological Mapping. Local : Oxford

– UK. Editor: Butterworth Heinemann. Ano : 1991
•

A.B.A. BRINK;T.C. PARTRIDGE & A.A.A.B. WILLIAMS. Soil

Survey for Engineering Autor : Local : Oxford - UK Editor: Clarendon Press
Ano : 1982
•

R.U.

COOKE

&

J.C.

DOORNKAMP.

Geomorphology

in

Environmental Management.Local : Oxford - UK Editor: Clarendon Press
Ano : 1974
•

IAEG-INTERNATIONAL ASSOCIATION OF ENGINEERING

GEOLOGY. Engineering Geological Maps:A Guide to their preparation.
Local : Paris/Franca. Editor: UNESCO Ano : 1976

Disciplina: ESTRADAS II
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Estradas I

Ementa: Projeto em planta: elementos básicos, eixo, estaqueamento, curvas de
concordância horizontal; superlargura. Superelevação. Projeto em perfil: Perfil
longitudinal; linha de greide, curva de concordância vertical. Seção tipo; seções
transversais. Cubação. Nota de serviço. Projeto de Drenagem. Projeção de Interseções
retornos e acessos. Obras de arte.

Bibliografia Básica
• ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. 7.ed. Rio Grande do Sul: Globo,
1980. 655 p
•

BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de topografia. 3. ed. São Paulo: E.
Blucher, c1975. 192 p.

•

MCCORMAC, Jack. Topografia. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2007.. xv, 391
p

Bibliografia Complementar
•

COMASTRI, José Aníbal; TULER, Jose Claudio. Topografia: altimetria. 3 ed.
Viçosa: UFV, 1999. 200 p.

•

COMASTRI, José Aníbal. Topografia: Planimetria. Vicosa: UFV, 1973. 408
p. LOCH, Carlos; CORDINI, Jucilei. Topografia contemporânea: Planimetria.
Florianópolis: Editora da UFSC, 2000. 321 p.

•

BORGES, Alberto de Campos. Topografia aplicada à engenharia civil. 2. ed.
São Paulo: Edgard Blucher, 1977. 2 v.

•

DAIBERT, João Dalton. Topografia: técnicas e práticas de campo. 2. ed. São
Paulo: Erica, Saraiva, 2014. 120 p.

Disciplina: CADASTRO TERRIORIAL
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

C . H TOTAL -

54

10

44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Conceito histórico do Cadastro; Sistemas de Informações Territoriais - SIT;
A parcela Cadastral; Tipos de Cadastro: fiscal, legal e Multifinalitário; Cadastro
Urbano nacional e internacional; Cadastro Imobiliário e registro de imóveis.
Avaliação imobiliária e Planta Genérica de Valores; Identificador das parcelas
cadastrais; Código Tributário: IPTU, ITBI, ISS e taxas de serviços públicos;
Cartografia Cadastral; Atualização Cadastral; Técnicas de implantação e organização
de cadastro urbano.
Bibliografia Básica
•

CARNEIRO, A. F.T. Cadastro Imobiliário e Registro de Imóveis. 2003. Porto
Alegre: Sergio Fabris, 2003. ISBN 857525219;

•

FIKER, José. Avaliação de terrenos e imóveis urbanos. 2. ed. São Paulo: Pini,
1986. 106p; 2. CUNHA, E.M.P., Erba, D.A.(org). Diretrizes para a Criação
Instituição e Atualização do Cadastro Territorial Multifinalitário nos
Municípios Brasileiros. Brasília: Ministério das Cidades, 2010. ISNBN 97885-7958-018-5.

•

MOLINA, M.G.A. Catastro, Propiedad y Prosperidad. Jaén: Servicio de
Publicaciones de la Universidad de Jaén. 2007.ISBN 978-84-8439-340-5

Bibliografia Complementar
•

ERBA, D. (org.) El Catastro Territorial em America Latina y el Caribe.
Cambridge: Lincoln Institute for Land Policy, 2008.

•

ERBA, D.A. (Coord). Cadastro Multifinalitário como Instrumento da Política
Fiscal e Urbana. Rio de Janeiro, 2005. 144p. ISBN 859051711X .

•

MOLINA, M.G.A. Catastro Inmobiliario. Jaén: Caja Rural Jaen, 2007. 535 p.
ISBN 978-848493004491

•

KAHMEN, H.; FAIG, W. Surveying. Berlin: Walter de Gruyter, 1988. 578 p.
ISBN 3-11-008303-5

•

ABUNAHMAN, S.A. Curso Básico de Engenharia Legal e de Avaliações. São
Paulo: Pini, 2008. 336 p. ISBN 9788572662024

Disciplina: ECONOMIA RURAL
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 72

72

C. H. semanal: 4h
Pré requisito:

Ementa: Política Econômica; Noções de Microeconomia; Sistema Econômico,
Economia Agrícola; Noções de Macroeconomia: PIB, Modelo Keynesiano.
Bibliografia Básica:
•

ARBAGE, A. P. Fundamentos de economia rural. Chapecó: Argos, 2006.
272p. 2

•

COELHO, J. F.L. Contratos Agrários: uma visão neo-agrarista. Porto Alegre:
Juruá, 2006.

•

GONÇALVES, A. C. P. (et al.). Economia aplicada. 7. ed. Rio de Janeiro:
FGV, 2006. 154p..

Bibliografia Complementar
•

ARAÚJO, M. Fundamentos de agronegócios. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
160p. CAMPONHOLA, C.; SILVA, J. G. O novo rural brasileiro. Brasília,
DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2004.

•

SANTOS, G. J.; MARION, J. C.; SEGATTI, S.; SANTOS, G. J.; MARION,
J.C. Administração de custos na agropecuária. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
154 p.

•

ZYLBERSZTAJN, D; NEVES, M F. Economia e gestão dos negócios
agroalimentares : indústria de alimentos, indústria de insumos, produção
agropecuária, distribuição. São Paulo: Pioneira, 2000. 428 p.

Disciplina: CARTOGRAFIA E FOTOGRAMETRIA DIGITAL

C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA -

54

10

C.H
TOTAL - 44

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Projeções
Cartográficas e
Fotogrametria II

Ementa:

Princípios

da

Fotogrametria

Automatizada

Digital.

Restituição

Fotogramétrica; Produtos Fotogramétricos. Composição e Reprodução de Mapas
Digitais.
Bibliografia Básica
•

WILFRIED, L. Digital photogrammetry. NY: Springer Verlag ,2009

•

LOCH, C. A interpretação de imagens aéreas - noções básicas de algumas
aplicações nos campos profissionais. 5 ed. UFSC, 2008.

•

DUARTE, Paulo Araújo. Cartografia Temática. Florianópolis: UFSC, 1991,
145 p.

Bibliografia Complementar
•

LERMA GARCIA, J.L. Fotogrametria moderna: analítica y digital Universidad Politécnica De Valencia. ed. VALENCIA:

•

CASTELLANO, 2002. Wolf, Paul R.; Dewitt, Bonn A. Elements of
Photogrammetry (With Applications in GIS). McGraw Hill Higher Education.
2000.

•

JOLY, Fernand. A Cartografia. Campinas: 5. Ed. Papirus, 2.003, 136 p.

•

MARTINELLI, Marcello. Mapas da geografia e cartografia temática. São
Paulo: Contexto, 2003. 112p.

•

OLIVEIRA, Cêurio de. Curso de Cartografia Moderna. Rio de Janeiro: IBGE,
1988, 152 p.

Disciplina: DIREITO AMBIENTAL E AGRÁRIO
C . H . TEÓRICA
72

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 72

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Importância e âmbito de abrangência. Fontes do direito agrário e ambiental.
Princípios Constitucionais do direito agrário e ambiental. Limites e tutela que o
ordenamento jurídico traça no meio agrário, inclusive a reforma agrária no âmbito
constitucional e infraconstitucional, penalidades impostas e pontos controvertidos.

Estudar a importância da normatização agrária e ambiental, com ênfase a tutela estatal
da propriedade agrícola, bem como as matérias contratuais (arredamento, parceria
etc.). Fornecer subsídios para a compreensão do direito agrário e ambiental de forma
integrada, sob a óptica constitucional do desenvolvimento sustentável do meio rural.
Direitos humanos.
Bibliografia Básica
•

COELHO, JF.L. Contratos Agrários: uma visão Neo-agrarista. Porto Alegre:
Juruá, 2006. 2. 2. MARQUES, B.F. Direito Agrário Brasileiro. São Paulo:
Atlas, 2012. 3.

•

OPTIZ, S. C. B. Curso Completo de Direito Agrário/ Sílvia C. B. Optiz,
Oswaldo Optiz. – São Paulo: Saraiva, 2010.

•

AVALIAÇÃO e perícia ambiental. 9. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil,
2009. 284 p.

Bibliografia Complementar
•

AUTO, P. C. C. Unidades de conservação em Alagoas. Maceió: IBAMA,
1998. 239 p.

•

FRANKE,

W.

A

interferência

estatal

nas

cooperativas:

aspectos

constitucionais, tributários, administrativos e societários. Porto Alegre: S. A.
Fabris, 1888. 128p.
•

SACHS, I. Desenvolvimento e direitos humanos. Maceió: PRODEMA/UFAL,
2000. 59 p. 4. SALLES, V.(coord.). Guia do meio ambiente: interior de
Alagoas. Maceió: Projeto IMA-GTZ, 1995. 186 p.

•

VICTORINO, C. J. A. Canibais da natureza: educação ambiental, limites e
qualidade de vida. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000. 187p.

•

A CONTRIBUIÇÃO da educação ambiental à esperança de Pandora. 3. ed.
São Paulo RiMa 2006 604 p.

Disciplina: ZONEAMENTO AMBIENTAL
C . H . TEÓRICA
54

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:
Processamento
Digital de Imagens

Ementa: Análise geográfica integrada. Geografia e planejamento. Zoneamento
ambiental e conceitos correlatos. Importância e limitações do zoneamento.
Pressupostos legais do zoneamento ambiental no Brasil. Subsídios necessários ao
zoneamento ambiental. Zoneamento para o planejamento territorial. Geotecnologias
aplicadas ao zoneamento. Exemplos e atividades práticas.
Bibliografia Básica
• AB’SABER, A. N. Geografia e planejamento. Revista de história, São Paulo,
v. 39, n. 80, p. 257-272, 1969.
•

RIEDEL, W.; LANGE, H. (org.) Landschaftsplanung. Heidelberg: Spektrum
Akademischer Verlag, 2009.

•

ROSS, J. L. S. Ecogeografia do Brasil: subsídios para planejamento ambiental.
São Paulo: Oficina de Textos, 2009.

Bibliografia Complementar
•

GASS, S. L. B. Zoneamento ambiental como subsídio para a definição das
Áreas de Preservação Permanente. Tese (doutorado). Universidade Federal do
Rio Grande do Sul.

•

INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS. Programa de Pós-Graduação em
Geografia. Porto Alegre, RS, 2015.

•

GASS, S. L. B.; VERDUM, R. Subsídios ao zoneamento ambiental do Estado
do Rio Grande do Sul, Brasil. Boletim Geográfico do Rio Grande do Sul, Porto
Alegre,

n.

28,

2016,

p.

78-102.

Disponível

em

http://revistas.fee.tche.br/index.php/boletimgeograficors/article/view/3763/3758.
•

SILVA, J. dos S. V. da; SANTOS, R. F. dos. Estratégia metodológica pra
zoneamento ambiental: a experiência aplicada na bacia hidrográfica do Alto
Rio Taquari. Campinas, SP: Embrapa Informática Aplicada, 2011.

•

AGRA FILHO, Severino Soares. Planejamento e gestão ambiental no Brasil:
os instrumentos da política nacional de meio ambiente. Rio de janeiro:
ELSEVIER, c2014. xv, 232 p.

Disciplina: SEGURANÇA DO TRABALHO
C . H . TEÓRICA
54

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Saúde e Segurança no Trabalho. Perigo e Risco. Técnicas de Análise de
Risco e Medidas de Controle. Classificação dos Riscos. Acidentes de Trabalho e
Perdas. Doenças Ocupacionais. Higiene Ocupacional e Toxicologia. Normas
Regulamentadoras. Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) e Individual (EPIs).
Responsabilidades: PCMSO, SESMT, PPRA e CIPA. Procedimentos e Inspeções.
Noções de Ergonomia.
Bibliografia Básica
•

COSTA, A. T. Manual de segurança e saúde no trabalho. 5ª Ed. Difusão
Editora, 2009. 2 - SALIBA, T. Messias.

•

PAGANO, S. C. R. Legislação de segurança, acidente do trabalho e saúde do
trabalhador. 7 ed. São Paulo, SP. LTr, 2010. 752 p.

•

CAMPOS, Armando. CIPA Comissão interna de prevenção de acidentes. Uma
nova abordagem. 17 ed. São Paulo, SP. Editora Senac, 2011. 361 p.

Bibliografia Complementar
•

SALIBA, Tuffi Messias. Manual prático de avaliação e controle de poeira e
outros particulados -PPRA.4. ed. São Paulo: LTr 2010. 112 p.

•

SALIBA, Tuffi Messias; CORRÊA, Márcia Angelim Chaves. Manual prático
de avaliação e controle de calor:PPRA.3. ed. São Paulo: LTr, 2009. 144 p.
Manual de Legislação de Segurança e Medicina no Trabalho. Atlas, 59 Ed.,
São Paulo, 2006.

•

SALIBA, Tuffi Messias; CORRÊA, Márcia Angelim Chaves. Manual prático
de avaliação e controle de gases e vapores: PPRA.3. ed. São Paulo: LTr, 2009.
144 p.

•

FUNDACENTRO. Norma de higiene ocupacional. São Paulo: SSST/Mtb,
2001, 37p.

•

PAOLESCHI, Bruno. CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes):
guia prático de segurança do trabalho. São Paulo: Saraiva, 2017. 128.

7.2 Componentes Curriculares Eletivos

Disciplina: LEVANTAMENTOS HIDROGRÁFICOS
C . H . TEÓRICA
54

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Aspectos gerais da Hidrografia. Conceito de navegação e de
posicionamento. Levantamentos hidrográficos. Apresentação das especificações
técnicas e da legislação para a execução de levantamentos hidrográficos atendendo a
DHN (seg. OHI). Métodos empregados no posicionamento das embarcações. Métodos
empregados na determinação das profundidades. Práticas de campo no que tange ao
posicionamento e determinação de profundidades e manuseio de um programa
hidrográfico.
Bibliografia Básica
•

INTERNACIONAL HYDROGRAPHIC ORGANIZATION. Manual on
Hydrography. 2005;

•

Navegação: a ciência e a arte. Altineu Pires Miguens Volume I – Navegação
costeira, estimada e em águas restritas DHN, 1996;

•

Hydrography for the surveyors an engineer.2ª edição, 1984.Granada
Technical Books.

Bibliografia Complementar
•

Alexandre Moreira Ramos. APLICAÇÃO, INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE
DA METODOLOGIA DE REDUÇÕES BATIMÉTRICAS ATRAVÉS DO
METODO GPS DIFERENCIAL PRECISO. 2007. Dissertação (Ciências
Geodésicas) - Universidade Federal do Paraná.

•

KRUEGER, Cláudia Pereira, CAMPOS, M. A., SOARES, C. R., SEEBER,
G., BOEDER, V. APLICAÇÃO DO DGPS PRECISO EM TEMPO REAL
NO ÂMBITO MARINHO.. Revista Brasileira de Cartografia. , v.51, p.59 71, 1999.

•

KRUEGER, Cláudia Pereira, GONÇALVES, Rodrigo Mikosz, HECK,
Bernhard Surveys at the coast of Paraná, Brazil, to determinate the temporal
coastal changes. Journal of Coastal Research. , v.1, p.632 - 635, 2009.

•

RAMOS, Alexandre Moreira, KRUEGER, Cláudia Pereira APLICAÇÃO DE
REDUÇÕES

BATIMÉTRICAS

GPS

EM

LEVANTAMENTOS

HIDROGRÁFICOS. Boletim de Ciências Geodésicas. v.15, p.615 - 635,
2009.
•

SOUZA, A.V., KRUEGER, C.P. AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE UM
LEVANTAMENTO BATIMÉTRICO MULTIFEIXE ATRAVÉS DA

COMPARAÇÃO ENTRE AS LINHAS DE VARREDURA REGULAR E DE
VERIFICAÇÃO. Anais Hidrográficos. , v.1, p.90 - 97, 2010.

Disciplina: INTRODUÇÃO AO PLANEJAMENTO DE TRÁFEGO
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Estruturação do Plano de Ação Imediata em Transporte e Trânsito e do Plano
Diretor de Transportes. Modelos Institucionais para o Planejamento e a Gestão dos
Transportes. Caracterização da engenharia de tráfego. Componentes do fluxo de
tráfego. Teoria do fluxo de tráfego. Características do tráfego. Estudos de tráfego.
Circulação viária urbana. Estudos de intersecções urbanas. Segurança viária. Projeto
geométrico e de sinalização de vias urbanas
Bibliografia Básica
• BRASIL; VIEIRA, Jair Lot (Ed.). Código de trânsito Brasileiro: lei nº 9.503,
de 23 de setembro de 1997. 5. ed. São Paulo, SP: EDIPRO, 2010. 272 p. ISBN
9788572837187 (broch.).
•
•

BRASIL. Trânsito, questão de cidadania. Brasília: O Ministério, 2004. 80 p.
(Caderno mcidades.7Trânsito) ISBN (Broch.)
PORTUGAL, Licinio da Silva; GOLDNER, Lenise Grando. Estudo de pólos
geradores de tráfego e de seus impactos nos sistemas viários e de transportes.
São Paulo: Edgard Blücher, c2003. 322 p. ISBN 8521203284: (Broch.)

Bibliografia Complementar
•

FERRAZ, Antonio Clóvis Pinto 'Coca'; RAIA JÚNIOR, Archimedes
Azevedo; BEZERRA, Barbara Stolte. Segurança no trânsito. São Carlos, SP:
NEST, 2008. 279 p ; ISBN 9788590903505 : (Broch.)

•

RIZZARDO, Arnaldo. A reparação nos acidentes de trânsito: lei 9.503, de
23.09.1997. 11.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2011. 382 p. ISBN
9788520338209 (broch.).

•

BRINCO, Ricardo. Pedágio urbano e gerenciamento do tráfego urbano:
elementos para a análise. Porto Alegre: Fundação de Economia e Estatística,
2014. 130 p. ISBN 978571731219 (broch.).

•

LOPES, Mauricio Antonio Ribeiro. Código de transito brasileiro anotado. São
Paulo: RT, 1998. 382p. ISBN 852031595X: (Broch.)

•

PORTAO, Sergio de Bona (Org.). Coletânea de legislação de trânsito.
Tubarão: Copiart, 2006. 956 p. ISBN 8599554026 (broch.).

Disciplina: TOPOGRAFIA APLICADA À AGRICULTURA DE PRECISÃO
C. H. TEÓRICA

C. H. PRÁTICA

C. H. TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Conceitos básicos, panorama atual no Brasil e no mundo. Sistemas de apoio
à decisão para agricultura de precisão Equipamentos topográficos utilizados na
Agricultura de Precisão. Sistemas de Posicionamento Global por Satélites (GNSS) e
DGPS. Aquisição e análise de dados em agricultura de precisão. Monitoramento e
Mapeamento de produtividade. Monitoramento de Fertilidade do Solo e Plantas
Daninhas. Geração de cenários prescritivos em sistemas inteligentes, preparo do solo,
plantio e tratamentos fitossanitários.
Bibliografia Básica
• FITZ, P.R. Geoprocessamento sem complicação. São Paulo: Oficina de
Textos, 2008.
•

MOREIRA, M. A. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologia de
aplicação. São José dos Campos: Inpe, 2001. 145p.

•

ALVES, M. C; SILVA, F. M. Geomática para levantamento de ambientes:
base para aplicações em Topografia, Georreferenciamento e Agricultura de
Precisão. Lavras. Ed. UFLA, 2016. 650p.

Bibliografia Complementar
•

BERNARDI, A. de C. (Ed.) Agricultura de Precisão: um novo olhar. São
Carlos, SP: Embrapa Instrumentação, 2011.

•

KUX, H.; BLASHKE, T. Sensoriamento Remoto e SIG avançados: novos
sistemas sensores: métodos inovadores. 2ª Ed. São Paulo: Oficina de Textos.
2007. 303p.

•

MOLIN, J. P.; AMARAL, L. R.; COLAÇO, A. F. Agricultura de Precisão. 1ª
Ed. São Paulo. Oficina de texto, 2015. 238p.

•

NOVO, E.M.L. Sensoriamento remoto. Princípios e aplicações. São Paulo,
Blucher, 1992. 308p.

•

MACHADO, Pedro. Agricultura de precisão para o manejo da fertilidade do
solo em sistema de plantio direto. EMBRAPA, 2009.

Disciplina: METEOROLOGIA E CLIMATOLOGIA
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Conceitos fundamentais de Climatologia e Meteorologia. Estudo da
Atmosfera, elementos meteorológicos. Relações astronômicas Terra-Sol. Balanço de
Radiação. Estações meteorológicas. Circulação geral da atmosfera. Tipos de clima.
Fenômeno climatológicos de interesse geral: ENOS, efeito estufa, ilhas de calor,
camada de ozônio. Variação climática.
Bibliografia Básica
• BARRY, Roger G.; CHORLEY, Richard J. Atmosfera, tempo e clima. 9. ed.
-. Porto Alegre: Bookman, 2013. xvi, 512 p. ISBN 9788565837101 (broch.).
•

CAVALCANTI, I. F. A.; FERREIRA, N. J.; SILVA, M. G. A. J.; SILVA
DIAS, M. A. F. Tempo e Clima no Brasil. São Paulo: Oficina de Textos. 2009.
463p. ISBN 9788586238925.

•

VAREJÃO-SILVA, M. A. Meteorologia e Climatologia, Versão Digital 2,
Recife, 2006. (online).

Bibliografia Complementar
•

AHRENS, C. Donald. Meteorology today: an introduction to weather, climate,
and the environment. 3rd ed. St. Paul: Thomson, 1988.. 581 p. ISBN
0314624775(enc.)

•

ARYA, S. P.Introduction to Micrometeorology. USA: ELSEVIER ISE,
2ndEd., 420p, 2001

•

AYOADE, J. O. Introdução a climatologia para os trópicos. São Paulo:
DIFEL, c1983.. xv, 332 p. ISBN 9788528604276.

•

LUTGENS, Frederick K.; TARBUCK, Edward J. The atmosphere: an
introduction to meteorology. 10th ed. Upper Saddle River, NJ: Prentice Hall,
2007. xxiii, 520 p. + 1 CD-ROM : ISBN 0131874624 : (Enc.)

•

TUBELIS, A.; NASCIMENTO, F. J. L. Meteorologia descritiva: fundamentos
e aplicações brasileiras. São Paulo: Nobel, 1983.

Disciplina: LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua estrutura
gramatical, de expressões manuais, gestuais e do seu papel para a comunidade surda.
Bibliografia Básica
• GESSER, A. Libras? que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da
língua de sinais e da realidade surda. São Paulo, SP: Parábola, 2009.
•

QUADROS, R. Müller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem.
Porto Alegre: ARTMED, 1997.

•

SKLIAR, C. EDUCAÇÃO & exclusão: abordagens sócio-antropológicas em
educação especial. 5. ed. Porto Alegre: Mediação, 2006.

Bibliografia Complementar•

GÓES, M. C. R. de. Linguagem, surdez e educação. 3. ed. Campinas, SP:
Autores Associados, 2002.

•

FERREIRA, L. Por uma gramática de línguas de sinais. 2. ed. Rio de Janeiro,
RJ: Tempo Brasileiro, 2010.

•

SKLIAR, C. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. 6. ed. Porto Alegre:
Mediação, 2012.

•

NOGUEIRA, J. L. F. Uso do software hagáquê para a prática da língua
portuguesa escrita da pessoa com surdez. Maceió: EDUFAL, 2011

Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS EM ENGENHARIA DE AGRIMENSURA
E CARTOGRÁFICA
C . H . TEÓRICA
54

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Esta disciplina será realizada na forma de aulas práticas, palestras e/ou
estudos dirigidos de diferentes assuntos atuais, no qual o aluno terá a oportunidade de
aprofundar o conhecimento de uma ou mais disciplinas da grade curricular do curso.
Bibliografia Básica
Em função do caráter dinâmico da disciplina, a bibliografia pertinente será indicada
aos alunos, com o objetivo de atender às necessidades do momento. Serão utilizados
periódicos relacionados aos temas propostos, assim como livros textos na área do
assunto que será estudo na referida disciplina.
Bibliografia Complementar
Em função do caráter dinâmico da disciplina, a bibliografia pertinente será indicada
aos alunos, com o objetivo de atender às necessidades do momento. Serão utilizados
periódicos relacionados aos temas propostos, assim como livros textos na área do
assunto que será estudo na referida disciplina.

Disciplina: PLANEJAMENTO URBANO
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

54

Ementa: Aspectos da evolução e desenvolvimento urbano. Plano Diretor. Estatuto
das Cidades. Desenvolvimento de projeto de zoneamento de solo urbano e rural.
Perímetro urbano e zoneamento. Uso e ocupação do solo urbano. Mobilidade Urbana.
Direito a Cidade.
Bibliografia Básica
•

GUIMARÃES,

P.

P.

Configuração

urbana:

evolução,

avaliação,

planejamento e urbanização. São Paulo: ProLivros, 2004.
•

CARLOS, A. F. A. Espaço-tempo na metrópole: a fragmentação da vida
cotidiana. São Paulo: Contexto, 2001.

•

RATTNER, H. Planejamento: urbano e regional. 2. ed. Nacional, 1978. 161 p.
(Biblioteca Universitária. Série 2a. Ciências Sociais ; v. 50.

Bibliografia Complementar
•

CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração. Rio de Janeiro,
Editora Campus LTDA, 5a. Ed. 1999;

•

CARLOS, A. F. A. A (re) produção do espaço urbano. São Paulo: EDUSP,
1994. 270p. ISBN 85-314-0252-2.

•

BARRIOS, S. A construção do espaço. 4. ed. São Paulo: Nobel, 1986. 149 p.

•

ANDRADE, M. C. de; AMAZONAS, F. Espaco & urbanizacao. Recife:
UFPE, PIMES, 1980. 119p.

•

BRASI, 2001. Lei 10267/01 – Estatuto das Cidades..

DISCIPLINA: APLICAÇÕES DE FOTOGRAMETRIA - DRONE
C . H . TEÓRICA

C . H PRÁTICA

C . H TOTAL 54

54

C. H. semanal: 3h
Pré requisito:

Ementa: Conceito e Classificações: Conceito Internacional, Evolução Histórica,
Classificação dos Drones, Tipos de Voos, Restrições. Homologação no Brasil:
ANATEL, ANAC, DECEA, Ministério da Defesa. Aplicações: Obras e Inspeções,
Operações Militares, Saneamento, Cadastro Rural e Urbano, Agricultura de Precisão.
Planejamento de Voo: Custo Financeiro para Aquisição, Definição da Área, Pontos
de Controle, Solicitação do Espaço Aéreo, Execução do Voo, Softwares, Hardware e
Aplicativos,

Processamento

dos

Dados,

Originais

Cartográficos.

Prática:

Homologação da Aeronave, Aplicação ou Segmento de atuação, Planejamento de
Voo, Processamento dos Dados, Resultados, Elaboração de Artigo.
Bibliografia Básica
•
WOLF, PAUL R. Elements os Photogrammetry: with applications in Gis. 3nd
Ed. Auckland: McGraw-Hill, 2000. 608p. ISBN 0071236833.
•

BRITO, J. N.; COELHO, L. Fotogrametria Digital. EdUERJ, Rio de Janeiro,

Brasil: 2007. 196 p. ISBN 978-85-7511-114-7.
•

LOCH, CARLOS. A interpretação de imagens aéreas: noções básicas e

algumas aplicações nos campos profissionais. 5. ed. Florianópolis, SC: UFSC, 2008.
103 p. (Série Didática). ISBN 9788532804136 : broch.
Bibliografia Complementar•

HERREROS, J. L. E. (coord.) Los Drones y sus Aplicaciones a la Ingeniería
Civil. Fundación de la Energía de la Comunidad de Madrid. Impresión

Gráfica: Gráficas Arias Montano, S. A. España, 2015. 242p. ISBN: M. 45192015.
•

MIKHAIL, Edward M; BETHEL, James Samuel; MCGLONE, J. Chris.
Introduction to modern photogrammetry. New York John Wiley & Sons c2001
479 p.1 CD-ROM ISBN 047130924.

•

MARCHETTI, Delmar A. B; GARCIA, Gilberto José. Princípios de
fotogrametria e fotointerpretação. São Paulo: Nobel, 1986. 257 p. ISBN
8521304129 (broch.)

4.1.7.7 Disciplinas Equivalentes no trânsito do PPC anterior para o atual
Os discentes do curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica do perfil
anterior, poderão fazer a opção pela migração para o perfil atual, sendo realizada a
equivalência das disciplinas já cursadas com as disciplinas da nova matriz curricular,
conforme quadro 08.

Quadro 8. Equivalências das Disciplinas

Componente Curricular - Novo Perfil
Código Nome da Disciplina
EAG42 Ajustamento das Observações
EAG13 Álgebra Linear
EAG39 Algoritmos Topográficos
EAG29 Banco de Dados Espacial
EAG47 Batimetria
EAG54 Cadastro Territorial
EAG01 Calculo I
EAG08 Calculo II
EAG15 Calculo III
EAG22 Calculo IV
EAG27 Cálculo Numérico
EAG17 Cartografia Básica
EAG56 Cartografia e Fotogrametria
Digital
EAG52 Cartografia Geotécnica
EAG14 Ciências do Ambiente e
Manejo de Recursos Naturais

Componente Curricular - Perfil
Antigo
CH Código Nome da Disciplina
CH
54
Ajustamento das
60
Observações
54
Álgebra Linear
100
54
54
54
Aquisição de Dados
80
Batimétricos
54
Cadastro Técnico
80
72
Cálculo 1
80
72
Cálculo 2
80
72
Cálculo 3
80
72
Cálculo 4
80
54
Cálculo Numérico
80
54
Cartografia 1
60
54
54
54

Ciências do Ambiente

60

EAG11 Desenho Técnico

54

Desenho para Engenharia
de Agrimensura e
Cartográfica
CAD Aplicado à
Topografia
Direito e Legislação do
Engenheiro Agrimensor
Economia Rural e Urbana
Elementos de Astronomia

80

EAG28 Desenho topográfico

54

EAG57 Direito Ambiental e Agrário

72

EAG55 Economia Rural
EAG19 Elementos da Astronomia
EAG20 Elementos da Geomorfologia
EAG10 Estatística Geral
EAG49 Estradas I

72
54
54
72
54

Estatística
Topografia de Estradas e
Transportes

80
60

EAG53 Estradas II
EAG09 Física I
EAG16 Física II
EAG23 Física III
EAG41 Fotogrametria I

54
72
72
72
54

Física 1
Física 2
Eletricidade Básica
Fotogrametria e
Fotointerpretação
Fotogrametria e
Fotointerpretação 2
Geodésia
Geodésia
Geologia de Engenharia

80
80
60
60

EAG48 Fotogrametria II

54

EAG30 Geodésia I
EAG37 Geodésia II
EAG18 Geologia de Engenharia
EAG06 Geometria Analítica
EAG31 Gestão Empresarial e
Marketing
EAG12 Hidrologia
EAG04 Introdução a Agrimensura
EAG02 Introdução a Computação
EAG32 Introdução ao Sensoriamento
Remoto
EAG46 Levantamento Geodésico

54
54
54
54
54

100
100
80

72
54
54
54

Hidrologia
Introdução a Agrimensura
Introdução a Informática
Sensoriamento Remoto

80
40
80
60

54

Posicionamento por
Satélites Artificiais

60

EAG33 Levantamento Topográfico
EAG34 Mecânica dos Fluidos
EAG25 Mecânica dos Sólidos
EAG35 Mecânica dos Solos
EAG07 Metodologia da Pesquisa

54
72
72
54
54

Mecânica dos Solos
Metodologia Científica e
Tecnológica

60
60

EAG45 Modelagem Digital de
Terrenos
EAG38 Parcelamento de Solo I
EAG44 Parcelamento de Solo II
EAG51 Perícia e Avaliação de Imóveis

54
Parcelamento do Solo 1
Parcelamento do Solo 2
Perícias e Avaliações de
Imóveis

60
60
60

EAG40 Processamento Digital de
Imagens
EAG24 Projeções Cartográficas

72
Cartografia 2

60

54
54
54

54

80
60
60
40

60

EAG05 Química Geral
EAG59 Segurança do Trabalho

72
54

EAG51 Seminários
EAG38 Sistema de Informações
Geográficas I
EAG45 Sistema de Informações
Geográficas II
EAG03 Sociedade e Ambiente
EAG21 Topografia I
EAG26 Topografia II
EAG58 Zoneamento Geoambiental

54
54
54
54
72
54
54

Química
Ergonomia e Segurança
do Trabalho

80
60

Sistema de Informações
Geográficas
Sistema de Informações
Geográficas
Humanidade e Cidadania
Topografia Básica 1
Topografia Básica 2

60
60
60
100
100

5. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
5.1 Inovação e Qualificação
No intuito de atender as demandas de uma sociedade cada vez mais ágil, o curso
de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica busca uma revisão constante do seu Projeto
Pedagógico, levando em consideração os novos desenhos curriculares, tendências e
desafios da realidade onde atuara o seu profissional egresso.
Dentro desse contexto, o curso deve promover o uso de ferramentas de Tecnologia
de Informação e Comunicação, ambientes virtuais de aprendizagem, produção de
materiais didáticos inovadores, além de tentar proporcionar a formação qualificada em
temas atuais de Geoprocessamento, Topografia, Posicionamento por Satélite.
Promove-se a execução de projetos de Inovação Tecnológica (PIBITI) no âmbito
da PROPEP-UFAL em relação com empresas em especial de Alagoas, em atenção ao
novo perfil empreendedor requerido para o Engenheiro (BRASIL, 2019).

5.2 Internacionalização
O curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica também tem como política
de atuação internacionalização como um caminho de possibilidades para o seu futuro
profissional. Esse curso entende que a formação do seu egresso deve ser realmente sem
fronteira. Para tanto, o curso de EA, sempre que possível, busca incentivar a participação
dos nossos alunos em programas de intercâmbios.

Participamos do Programa Ciências Sem Fronteiras no qual mais de 5 alunos do
curso realizaram em até dois anos de sua formação em Universidades como: New Mexico
Surveying Enginneering (NMSU), University of Colorado - Boulder, Akron University.
Foi uma experiência ímpar para os estudantes do curso que tiveram a oportunidade de
vivenciar uma experiência em Instituições de ensino superior mais atuantes na pesquisa
no mundo. E também para os professores do CECA/UFAL vinculados ao programa que
tiveram contato com uma outras bases curriculares. Além dos contatos e trocas
pedagógicas com professores e coordenações de curso de diversas Universidades
Internacionais.
Promove-se no curso a realização de Acordos de Cooperação internacionais para
a execução de projetos conjuntos que propiciem o intercâmbio de saberes nas diversas
áreas da EAC. Potencializando as competências dos formandos e a superação continuada
dos professores. É uma projeção do curso trabalhar nessa perspectiva.

5.3 A Responsabilidade Social
A Universidade Federal de Alagoas não se considera proprietária de um saber
pronto e acabado que vai ser oferecido à sociedade, mas, ao contrário, ao participar dessa
sociedade, é sensível aos seus saberes, problemas e apelos, quer através dos grupos sociais
com os quais interage, quer através das questões que surgem de suas próprias atividades
de ensino, de pesquisa e de extensão. Em sintonia com as Ações Afirmativas da UFAL.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação das
atuais condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e no
Brasil, a ação cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do conhecimento
nela produzidos. Portanto, as populações, cujos problemas tornam-se objeto da pesquisa
acadêmica são, também, consideradas sujeito desse conhecimento, o que lhes assegura
pleno direito de acesso às informações e produtos então resultantes.
Neste sentido, a prestação de serviços é considerada produto de interesse
acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da pesquisa e
extensão. Na busca de soluções criativas na realidade objetiva da sociedade alagoana.
Elementos importantes na formação do Engenheiro ao transferir conhecimentos
aprendidos que visem à transformação social (BRASIL 2019).
O curso de EAC atua em relação à responsabilidade social desenvolvendo
programas de atendimento ao discente, com apoio de órgãos de fomento. Entre tais

programas destacam-se os de monitoria, tutoria de nivelamento, bolsa permanência e
residência e serviço de apoio pedagógico. Também na execução de Projetos de Extensão
em bairros expostos a Risco Geológico-Geotécnico, áreas de atuação do Eng. Agrimensor
e Cartógrafo.

5.4 Acessibilidade
A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o entendimento
das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de promoção de acessibilidade
e de atendimento diferenciado aos portadores de necessidades especiais em atenção à
Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado especial,
haja vista a forma atual de identificação dos alunos: auto-declaração. Por outro lado, a
UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores para o estabelecimento de
competências para diagnóstico, planejamento e execução de ações voltadas para essas
necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, junta-se
agora o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de
Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e
de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para LEI Nº 9.394, de
20 de dezembro de 1996, que afirma que os sistemas de ensino assegurarão aos educandos
com necessidades especiais: currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e
organização específicos, para atender às suas necessidades;
Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de
março de 2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em especial,
recomenda que o PPC contemple orientações no sentido da adoção de parâmetros
individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos
de cada estudante em relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido;
Para tal atendimento, a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva,
cognitiva ou autista sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta
forma, não apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter

pedagógico e metodológico de forma a permitir sua permanência produtiva no
desenvolvimento do curso.
Neste sentido o Núcleo de Assistência Educacional – NAE – oferece o
necessário apoio pedagógico de forma a atender ao corpo social da UFAL em suas
demandas específicas de forma a promover a integração de todos ao ambiente acadêmico.

5.4.1 Núcleo de Acessibilidade (NAC)
O núcleo atua de forma a oferecer atendimento educacional especializado aos
estudantes que necessitem de tratamentos especiais (pessoas com deficiência, pessoas
com Transtornos Globais de Desenvolvimento, pessoas com Altas Habilidades, entre
outros). Esse atendimento pode ser feito através de acompanhamento nas salas de aulas
que os alunos frequentam e em atividades na sala do NAC em horário oposto ao das aulas,
para assessorar na confecção de trabalhos acadêmicos. Podemos fazer adaptação de
materiais didáticos, além de capacitar para o uso de tecnologias assistidas, como por
exemplo, recursos de informática para transformar textos em áudio para pessoas cegas.
O NAC também promove cursos sobre recursos didáticos e assistência
educacional à pessoas com deficiência, além de eventos sobre Educação Inclusiva abertos
à toda a comunidade acadêmica. Em parceria com a Pró-reitoria de Gestão de Pessoas e
do Trabalho – PROGEP, este núcleo promove cursos para o corpo de servidores da
universidade. Além disso, atua em parceria com o Grupo de Estudo e Extensão em
Atividade Motora Adaptada (GEEAMA) e o Núcleo de Estudos em Educação e
Diversidade (NEEDI).
O AEE - Atendimento Educacional Especializado é um serviço da Educação
Especial que identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade que
eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando as suas
necessidades específicas. O AEE complementa e/ou suplementa a formação do aluno com
vistas à autonomia e independência na escola e fora dela. Atendendo, prioritariamente, os
estudantes de graduação, podendo ser atendidos estudantes da pós-graduação. De maneira
geral, a comunidade acadêmica no sentido de trabalhar a compreensão de como devemos
contribuir para a inclusão destes no universo acadêmico, o que envolve não só os
professores, mas também o corpo técnico e os demais estudantes.
No Curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica, além das obras
realizadas pela universidade na unidade acadêmica para melhorar o acesso aos deficientes

e pessoas com mobilidade reduzida, há o estímulo aos coordenadores e professores do
curso em participarem de capacitações pedagógicas e humanísticas relacionadas às
políticas de inclusão da pessoa com deficiência na educação, estendendo-se aos demais
alunos, como por exemplo, a comunicação em forma de libras.

5.5 Inclusão e Política de Cotas
Desde 1999, a UFAL se preocupa com a questão da inclusão, tendo aprovado, em
2003, a Resolução 33 – COSUNI, posteriormente modificada pelo Decreto 7.824, de 11
de outubro de 2012, que dispõe sobre a política de ingresso nas IFES. Ainda, a Resolução
54/2012 – CONSUNI institucionaliza a reserva de vagas/cotas no processo seletivo de
ingresso nos cursos de graduação da UFAL.
Neste entendimento, em 2015, foram reservadas 50% (cinquenta por cento) das
vagas de cada curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das escolas
públicas de Ensino Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram destinadas
aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salários mínimo
(um salário mínimo e meio) bruto per capita e 50% (cinquenta por cento) foram
destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou superior a 1,5 salários
mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita. Nos dois grupos que surgem depois
de aplicada a divisão socioeconômica, serão reservadas vagas por curso e turno, na
proporção igual à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo o
último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que
corresponde a 67,22% (sessenta e sete vírgulas vinte e dois por cento). A meta da UFAL
é destinar até o ano de 2016 50% de suas vagas a alunos egressos de escolas das redes
públicas.

5.6 Apoio Discente
5.6.1 Apoio Acadêmico
As ações de apoio pedagógico ao discente realizado pelo curso de Engenharia de
Agrimensura e Cartográfica, no âmbito do Centro de Ciências Agrárias são: monitoria,
estágio, produção de material de apoio, acompanhamento da evasão e retenção, programa
de nivelamento, mobilidade.
•

MONITORIA é oferecida com ou sem bolsa, proporcionando ao discente
o incentivo ao aprendizado e incentivo financeiro.

•

ESTÁGIOS: Os estágios obrigatórios supervisionados e estágios não
obrigatórios, realizados em instituições públicas ou empresas privadas,
proporcionam um elo entre o conhecimento acadêmico e a prática das
atividades profissionais.

•

INICIAÇÃO CIENTÍFICA: o discente recebe ainda o apoio na
participação dos programas de iniciação científica oferecidos pela UFAL,
tais como o PIBIC, PIBIT, PIBIC-AÇÃO.

•

INICIAÇÃO TECNOLÓGICA: o discente é motivado, com auxílio de
bolsa, a gerar soluções a problemas sociais e ambientais a partir do uso de
novas tecnologias aprendidas na sua formação acadêmica. Sendo
trabalhado o seu potencial inovador para criar soluções tecnológicas a
partir da geração de novos produtos e serviços. Atendendo ao seu perfil de
formação, atuando ainda em projetos na fronteira do conhecimento.
Demanda atual para as Engenharias (BRASIL, 2019).

Recebem ainda apoio às diversas atividades como: Participação na Feira de
Cursos da UFAL; Incentivo à elaboração de projetos de extensão e pesquisa; Apoio à
Empresa Junior do Curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica; Apoio à
instalação e funcionamento do Centro Acadêmico de Engenharia de Agrimensura e
Cartográfica, que promoveu diversas atividades como Realização do Curso de Introdução
ao Geoprocessamento e ArcGis 10 e Básico, Cursos de Nivelamento e Ciclo de Palestras
na Calourada. Nesse último, ocorre uma integração entre docentes e discentes para
receber os discentes ingressantes no curso, de forma a apresentar-lhes os programas e as
atividades oferecidas pela UFAL e pelo CECA tais como os programas de iniciação
científica; apresentação do curso e sua grade curricular. Docentes proferem palestras que
elucidam a profissão de Engenheiro Agrimensor e Cartógrafo, suas perspectivas atuais e
futuras, atuação e campo de trabalho.

5.6.2 Apoio Estudantil
As ações de apoio estudantil são coordenadas da UFAL pela Pró-reitoria
Estudantil (PROEST) e tem por finalidade assistir à comunidade estudantil em toda sua
plenitude e planejar, gerir e executar as políticas e atividades estudantis, promovendo
ampla integração do corpo discente, comunidade e Universidade. Seguindo a política de

assistência ao estudante na UFAL, a PROEST desenvolve programas mediante quatro
linhas prioritárias de ação – inclusão e permanência; apoio ao desempenho acadêmico;
promoção da cultura, do lazer e do esporte; e assuntos de interesse da juventude. Destas
linhas, resultam programas de assistência à saúde, à moradia, à alimentação, bolsas
permanência, programas de apoio à vida acadêmica nas dimensões social, política,
cultural, esportiva e de formação técnica.

5.7 Integração entre ensino, pesquisa e extensão
A integração entre ensino, pesquisa e extensão na UFAL atende as Diretrizes
Curriculares Nacionais (Art. 6º parágrafo 2º) para os cursos de Engenharia ao estimular
atividades que articulem simultaneamente a teoria, a prática (Ensino) e o contexto de
aplicação (Pesquisa e Extensão) dos conhecimentos. Alinhado à adoção de práticas que
aliem conhecimentos multi e transdisciplinares. O uso de projetos como outras formas de
avaliação (ensino) que caminhem para a definição de potenciais propostas de projetos de
pesquisa.

5.7.1 Política de Extensão
O Plano Nacional de Educação 2014/2024 tem como meta o uso de 10 % dos
Créditos curriculares dos cursos de graduação, com atividades de extensão. Atendendo a
isso a Universidade Federal de Alagoas traçou uma estratégia para implementar a
extensão em todos os cursos de graduação. De fato a UFAL já atuava com ações/projetos
em todas as oito áreas temáticas de extensão classificadas pelo Plano Nacional de
Extensão: Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e justiça, Educação, Meio Ambiente,
Saúde, Tecnologia e Produção e Trabalho, tendo, em 2011 realizado 802 destas ações.
Com a aprovação na Resolução No. 4/2018 – CONSUNI/UFAL que
regulamenta as Ações de Extensão como componente curricular (Atividades
Curriculares de Extensão - ACE), com carga horária inserida no histórico do estudante,
a UFAL deu um salto na formação integral: técnica, social e ambiental genuína dos seus
estudantes. E para contribuir com essa formação, o curso de EAC se propõe a execução
de 7 ACE no âmbito do Centro de Ciências Agrárias descritas previamente no item 4.1.5
e no Quadro 5.

5.7.1.1 Programa: AGRIMENSURA, CIÊNCIA E SOCIEDADE
O Plano Nacional de Educação 2014/2024 tem como meta o uso de 10 % dos
Créditos curriculares dos cursos de graduação, com atividades de extensão. Atendendo a
isso a Universidade Federal de Alagoas traçou uma estratégia para implementar a
extensão em todos os cursos de graduação. De fato a UFAL já atuava com ações/projetos
em todas as oito áreas temáticas de extensão classificadas pelo Plano Nacional de
Extensão: Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e justiça, Educação, Meio Ambiente,
Saúde, Tecnologia e Produção e Trabalho, tendo, em 2011 realizado 802 destas ações.
Foram ações de extensão realizadas pelo curso de agrimensura, as seguintes:
•

2019
1.1 Erosão Costeira: Abordagem Teórica e Prática no Ensino Médio
Descrição: O desenvolvimento deste projeto será significante para a comunidade
local do Município da Barra de São Miguel/AL, visto que em estudo desenvolvido
por Almeida (2018), referente a erosão costeira e vulnerabilidade costeira do
município, o mesmo constatou que aproximadamente 57% do litoral apresentará
diferentes níveis de recuo da linha de costa até o ano de 2100, impactando
principalmente as regiões antropicamente ocupadas por edificações de veraneio e
comércios. Desta forma, os alunos poderão repassar as informações absorvidas
pelo projeto à suas famílias, contribuindo para o entendimento da dinâmica
costeira e para a necessidade de conservar os ambientes litorâneos, visto as
perspectivas de elevação do nível do mar.
Situação: Em andamento; Natureza: Extensão
Alunos envolvidos: Graduação: (5)
Integrantes: Henrique Ravi Rocha de Carvalho Almeida - Coordenador / Arthur
Costa Falcão Tavares. - Integrante / Nicolas Alexandre Gama - Integrante.
•

CONEAGRI 2019 – II CONGRESSO ALAGOANO DE ENGENHARIA
DE AGRIMENSURA

Descrição: O II Congresso Alagoano de Engenharia de Agrimensura pretendeu
disseminar o potencial da Geoinformação e o papel do Engenheiro Agrimensor
nessa área interdisciplinar. O tema do evento “Geoinformação: a agrimensura
inserida nos diversos campos profissionais” foi abordado de forma distinta em 10
palestras, e contou com 157 participantes. Além das palestras, a programação
ofertou 5 minicursos, 2 mesas redondas, 7 Stands (IBGE, INSA, Bentley,

Topocart, Nortear Jr., GeoBio, C.A de Engenharia de Agrimensura), e contou com
submissão de artigos em 3 eixos temáticos, a saber: Topografia, Geodésia e
Batimetria; Cartografia, Cadastro e Sistemas de Informação; e Fotogrametria,
Sensoriamento Remoto e Processamento Digital de Imagens. A comissão
científica foi formada por professores do curso e convidados especialistas na área.
Os Anais do II CONEAGRI estarão disponíveis no repositório da UFAL.
•

2018
2.1

Resgate,

digitalização

e

Georreferenciamento

de

acervos

aerofotogramétricos de
Alagoas para criar um Geoportal.
Descrição: O projeto em questão pretende salvaguardar e difundir o material
gráfico existente nos arquivos do CECA/UFAL relativo a levantamentos
aerofotogramétricos de diversos municípios alagoanos entre as décadas de 197080 com vistas a facilitar estudos de evolução e desenvolvimento urbano
envolvendo pesquisadores de diversas áreas do conhecimento.
Integrantes: Carlina Rocha de Almeida Barros (CESMAC), Arthur C. F. Tavares
(CECA/UFAL).
•

ProCCAExt
Descrição: O Projeto: Geodiversidade e Biodiversidade: valores e conexões
coordenado pela Profa. Regla Toujaguez la Rosa Massahud criou dois espaços
lúdicos (espaço GeoBio) de conhecimento científico. A exposição de mapas e
rochas vinculada ao corredor do Lab. de Geologia (GeoBio 1) e, a horta
agroecológica (GeoBio 2) no Centro de Ciências Agrárias (CECA) da UFAL. No
intuito de divulgar a riqueza da Geodiversidade alagoana. O projeto foi uma das
duas ações do estado de Alagoas que participou pelo Dia Mundial do Solo (5
Dezembro/19), ação organizada pela FAO-ONU (http://www.fao.org/world-soilday/worldwide-events/en/). E constitui uma das iniciativas do cadastro de projetos
de Educação em Solos no Brasil, publicado pela SBCS em abril de 2020
(https://www.sbcs.org.br/?noticia_geral=sbcs-lanca-livro-que-mapeia-asiniciativas-de-educacao-em-solos-no-brasil).

Participaram

professores e 6 estudantes de Eng. de Agrimensura.
•

2016
•

PROGRAMA PROEXT

do

projeto

2

Descrição: Processo: 8252.3.4567.29042015. O programa, embasado no acordo de
cooperação

técnica

UFAL-Prefeitura

de

Maceió

(Processo

UFAL

No.

23065.036434/2014-01), coordenado pela Profa. Regla Toujaguez La Rosa
Massahud, abrangeu dois projetos de extensão: Cadastro e uso de Bioengenharia para
a recuperação de áreas de risco geológico alto e muito alto em Maceió-AL e, Cadastro
e Mapeamento de áreas de risco alto e muito alto no Bairro do Mutange em Maceió,
AL. Este último, coordenado pela Profa. Juciela Cristina dos Santos (ProCCAExt
2016-17). O primeiro utilizou Bioengenharia de solos, tecnologia social que alia
geotêxtis

biodegradáveis

à

gramínea

Vetiver

(Chrysopogon

zizanioides (L.) Roberty), na recuperação de taludes. O projeto contou com 5
estudantes de Eng. de Agrimensura, gerando 4 trabalhos de conclusão de curso.
•

PROGRAMA PROEXT

Descrição: O segundo projeto executou o cadastro atualizado dos residentes da Grota
da Borracheira no bairro Mutange em Maceió. Identificada como área de risco
geológico alto e muito alto. As informações geradas, tanto sociais como do meio
físico, foram centralizadas em ambiente de sistema de informação geográfica (SIG).
Servindo à secretaria de Desenvolvimento Territorial e à Defesa Civil de Maceió na
tomada de decisões. Participaram neste projeto 11 estudantes de Agrimensura,
gerando publicações e 1 trabalho de conclusão de curso.
•

2015
4.1. I CONEAGRI
Descrição: O primeiro Congresso Alagoano de Engenharia de Agrimensura (I
CONEAGRI), coordenado pela Profa. Regla Toujaguez L. R. Massahud contou com
equipe de 10 estudantes de Agrimensura e 3 professores. O evento mostrou à
sociedade alagoana, e da região nordeste, a importância do conhecimento do
Agrimensor para o eficaz desenvolvimento sustentável do estado. Com o tema: "As
novas tecnologias e o potencial interdisciplinar da Engenharia de Agrimensura", o
congresso contou com 143 participantes, 2 mesas redondas, 4 palestras e 4
minicursos. Obteve resultados satisfatórios e ampla repercussão para a categoria no
estado.

•

2014
5.1 Monitoramento da linha de risco das marés usando posicionamento
geográfico

tridimensional por satélite.
Descrição: Esse estudo visou difundir os problemas do gerenciamento costeiro e
as novas técnicas para delimitação da linha de risco das marés, levando em conta
a faixa de praia necessária para o livre deslocamento da linha de confronto marcontinente.
Integrantes: César Peixoto da Rocha (CECA/UFAL), Arthur C. F. Tavares
(CECA/UFAL).
•

2013
6.1 Território & Educação no Bairro Jacintinho
Descrição: O projeto que propomos realizar é calcado nos princípios da
interdisciplinaridade e tem como desafio apreender a dinâmica da escolarização
em um território específico: o território do Bairro Jacintinho. A meta foi estudar
duas escolas municipais, que já desenvolvem ações conjuntas, no território, para
verificarmos, concretamente, os efeitos do território e da escola sobre o
desempenho do estudante, e a correlação entre eles sobre outras variáveis da
escola. Este projeto irá focar na produção, socialização e apropriação de
conhecimentos, das áreas de Ciências Humanas, particularmente História e
Geografia. Por outro lado, para mapear a dinâmica territorial, recorrerá a
tecnologia de Georreferenciamento de dados.
Integrantes: Arthur C. F. Tavares

•

2012
7.1 Geração de Bases Cartográficas em Áreas de Influência Arqueológica do
Empreendimento Ecovia Norte.
Descrição: O projeto visa à integração dos professores e estudantes do curso de
Engenharia de Agrimensura, com assuntos ligados à profissão do engenheiro
agrimensor, como também, na compreensão de temas e atividades diversas da área
de atuação da arqueologia, principalmente os voltados para execução de
levantamentos planialtimétricos
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) .
Integrantes: Henrique Ravi Rocha de Carvalho Almeida - Coordenador /
DJNANE FONSECA DA SILVA - Integrante.
•

Levantamentos Planialtimétricos em áreas da UFAL para fins de edificações.

Descrição: Realização de levantamento topográfico em áreas à serem edificados
os novos prédios da UFAL visa a integração dos professores e estudantes do curso
de Engenharia de Agrimensura voltados para execução de levantamentos
topográficos destinados ao suporte técnico para licitação de obras de edificações
no campus A. C. Simões, no campus de Arapiraca e no Pólo de Viçosa, em áreas
da Universidade Federal de Alagoas.
Situação: Concluído; Natureza: Extensão.
Alunos envolvidos: Graduação: (4) .
Integrantes: Henrique Ravi Rocha de Carvalho Almeida - Coordenador / Almair
Camargos - Integrante / Yannick Marie Penicaut Perdigão - Integrante / José
Bernardino Lopes Junior - Integrante / Douglas Silva Pontes - Integrante /
Maxsuel Bomfim Luz Lopes - Integrante.
Financiador(es): Superintendência de Infraestrutura / UFAL - Auxílio financeiro.

A extensão no curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica se dá
principalmente através dos programas de extensão existentes na universidade, visando a
relação acadêmica com a sociedade, com ênfase na inclusão social No que se refere às
atividades curriculares de extensão, ofertadas a partir desse programa, essas deverão
possuir pelo menos 10% da carga horária total, conforme o PNE 2014-2024 (Projeto
Lei nº 8.035/2010), e a Resolução acima citada contemplando as ACE na formação do
Engenheiro Agrimensor e visando:
•

participação dos alunos em programas e outras ações de extensão da unidade
acadêmica CECA;

•

realização dos programas e/ou ações de extensão de atividades complementares
(projetos, cursos, eventos e palestras);

•

participação dos alunos do curso em programas de extensão da universidade cujos
editais são laçados pela Pró-reitoria de Extensão.

•

participação dos alunos nas atividades de difusão de tecnologia dos órgãos e
entidades públicas municipais, federais e estaduais como também privadas
(INCRA, IBGE, SEPLAG, SMEC entre outras);
Além dos projetos de extensão que possuem longa duração (1 ano: ACE 1:

Projeto de Capacitação Escolar e ACE 7 - Projeto: Conexões da Agrimensura) , a
Engenharia de Agrimensura e Cartográfica trata a complementação da formação
acadêmica de seus alunos através da inserção das ações propostas nas atividades

curriculares de extensão de acordo com a Resolução Nº 04/2018-CONSUNI/UFAL, que
objetiva a realização de projetos e atividades integradas da Engenharia de Agrimensura e
Cartográfica com outras ciências em prol da sociedade. Essas atividades de extensão estão
contempladas no programa de extensão do curso de Engenharia de Agrimensura e
Cartográfica e tem como título “Agrimensura, Ciência e Sociedade”. Essas atividades
são ofertadas do 1ª ao 8º período do curso como descreve no item 4.1.5 - Atividades
Curriculares de Extensão.
As atividades de extensão serão oferecidas sob a forma de atendimento, de
consulta, de realização de estudos, elaboração e orientação de projetos em matérias
cientificas, técnicas, educacionais e culturais, bem como de participação em iniciativas
de quaisquer desses setores.
De forma que, como principais áreas temáticas de extensão, serão abordados no
Programa “Agrimensura, Ciência e Sociedade” práticas de extensão envolvendo temas
de:
Educação;
Meio Ambiente;
Tecnologia e Produção;
Trabalho.

E terá como linhas de extensão, principalmente, aquelas vinculas às áreas
temáticas de extensão citadas acima.
De sobremaneira que a ementa desse programa de extensão abordará temáticas
diversas, relacionadas diretamente com essas áreas temáticas e, sendo possível, o
desenvolvimentos de ações de extensão que tratem de outras áreas, de forma indireta.
Assim, o programa apresenta o seguinte desenho de sua ementa e que por ela poderão
ser desenvolvidos temas sobre:
Educação e cidadania;
Preservação e sustentabilidade do meio ambiente; meio ambiente e desenvolvimento
sustentável; desenvolvimento regional sustentável; aspectos de meio ambiente e
sustentabilidade do desenvolvimento urbano e do desenvolvimento rural; capacitação e
qualificação de recursos humanos cooperação interinstitucional e/ou cooperação
internacional na área; educação ambiental, gestão de recursos naturais, sistemas
integrados para bacias regionais.

Transferência de tecnologias apropriadas; empreendedorismo; empresas juniores;
inovação tecnológica; polos tecnológicos; capacitação e qualificação de recursos
humanos e de gestores de políticas públicas de ciências e tecnologia; cooperação
interinstitucional e cooperação internacional na área;
Reforma agrária e trabalho rural; trabalho e inclusão social; capacitação e qualificação de
recursos humanos e de gestores de políticas públicas do trabalho; cooperação
interinstitucional e/ou cooperação internacional na área; educação profissional;
populares; questão agrária.
No que se refere à metodologia do Programa “Agrimensura, Ciência e
Sociedade”, terá duração contínua e envolverá os professores e estudantes dos Cursos de
Engenharia de Agrimensura e outras Engenharias, como também os moradores da Cidade de
Delmiro Gouveia e cidades circunvizinhas. A duração de sua execução será de 05 (cinco) anos, a
considerar a duração de dessa graduação. Isso facultará tempo para a execução de todas as ACE
propostas ao longo do Curso bem como também, elaborar relatórios mais conclusivos sobre a
efetividades de sua execução.
Através desse Programa, serão oferecidas todas as ACE. E outras atividades não
curriculares de extensão poderão ser ofertadas por meio dele, conforme possibilidades didáticas
e pedagógicas.
No que se refere às formas de Acompanhamento, Indicadores e Avaliação do

Programa “Agrimensura, Ciência e Sociedade, o curso de Engenharia de Agrimensura,
alinhado às políticas educacionais em Extensão Universitária no âmbito nacional e da UFAL, em
consonância com o seu Plano de Desenvolvimento Institucional /PDI/UFAL, reitera que, dentre
os diversos instrumentos educacionais para registro, acompanhamento e avaliação das atividades
de extensão, os docentes dessa graduação utilizar-se-ão de modelos de relatórios, fichas, diários
de bordo, etc., para possibilitar o armazenamento de dados necessários para verificar o alcance de
indicadores de extensão, apontados por esse Programa e serem utilizados, dentre outros
indicadores, em cada ACE, conforme sua modalidade de atividade extensionista.
De acordo com o PDI da UFAL vigente (2019 – 2024), são exemplos de indicadores de
extensão:
1.
2.
3.
4.

quantidade de estudantes participantes em atividades de Extensão;
quantidade de professores envolvidos em atividades de Extensão;
quantidade de ações interdisciplinares a partir de atividades de Extensão;
quantidade de comunidade e/ou associações de moradores envolvidos em
atividades de Extensão;

5. quantidades de membros de comunidade e/ou associações de moradores em
atividades de Extensão;
6. quantidade de escolas públicas e outros órgãos externos envolvidos em atividades
de Extensão;
7. realização de atividades de Extensão em locais de vulnerabilidade social e
abordagem de temas de pertinência social;
8. quantidade de programas, projetos, cursos, eventos, prestação de serviços e outras
atividades de Extensão realizadas pelo Curso de graduação.
9. Outros.
Atentar-se, ainda, que todas as ACE ofertadas por essa graduação a partir desse Programa
deverão ser registradas na base de dados do Sistema Integrado de Gestão de Atividades
Acadêmicas da Ufal/SIGAA/UFAL, módulo extensão. Assim, todas devem submetidas no
SIGAA, previamente, antes de sua oferta, para avaliação da PROEX. E também no sistema do
SIWEB, via Pró-reitoria de graduação/PROGRAD.

Quanto à relação ensino-extensão-pesquisa, dar-se-ão de forma natural,
vez que os docentes coordenadores de projetos de pesquisa e de extensão sempre integram
atividades de ensino em seus projetos. E a prática/vivência nestes projetos além de
enriquecer as ações/atividades em sala de aula, quando estas priorizam sua aplicação em
comunidades externas à Universidade, e materializam elementos metodológicos de uma
atividade de extensão, configuram-nas como atividades extensionistas.
As referências que nortearam a elaboração do Programa “Agrimensura, Ciência
e Sociedade” encontram-se arroladas no final desse PPC.

5.7.2 Política de Pesquisa
Dado o caráter pluri e multidisciplinar que lhe é inerente, a Universidade Federal
de Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, incentivando a
formação de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de
pesquisa, considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
Estão sendo implementados dois Grupos de Pesquisa no curso para atender as
demandas e a formação professional dos discentes do curso. Em atenção ao novo perfil
do egresso para as Engenharias (BRASIL, 2019).

5.7.2.1 A estrutura das pesquisas na Unidade
Dado o caráter pluridisciplinar e multidisciplinar que são inerentes à Universidade
Federal de Alagoas e concebidos nas Diretrizes Curriculares Nacionais para as

Engenharias, a instituição promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento,
incentivando a formação de grupos e núcleos de estudo que atuem nas mais diversificadas
linhas de pesquisa, considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
Nos cursos de Pós-Graduação existentes na UFAL, as políticas que norteiam o
ensino visam garantir sua expansão e consolidação sustentável, tendo no horizonte a
internacionalização e o aprofundamento das relações com a graduação e o ensino básico.
Todas as iniciativas na área da internacionalização da Pós-Graduação, no âmbito da
UFAL, estão alinhadas com os preceitos e orientações da política nacional e visam à
internacionalização da produção científica, tecnológica e cultural e a transferência de
conhecimento entre fronteiras que permite o crescimento profissional e desenvolvimento
da ciência em Alagoas e no Brasil.
No âmbito do curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica (EAC), a
pesquisa vem sendo desenvolvida nas mais diversas áreas de atuação, com destaque para
as Ciências Geodésicas, Sensoriamento Remoto, Oceanografia, Geomorfologia e Estudos
do Solo, Cadastro Territorial Multifinalitário, Sistemas de Informações Geográficos,
Fotogrametria, entre outras. É importante destacar que o curso conta com dois Grupos
de Pesquisa CNPq na área de Geociências. O primeiro, é o Grupo de Pesquisa: Coletivo
para Aperfeiçoamento de Dados Espaciais e Humanos – CADEH, criado em 2018 e
liderado pelo Prof. Dr. Arthur Costa Falcão Tavares. Compõem este grupo 14 estudantes
do nosso curso de EAC, dois técnicos e seis professores. O segundo grupo, criado em
2019, é o Grupo de Estudos Integrados ao Gerenciamento Costeiro – GEIGERCO.
Liderado pelo Prof. Dr. Henrique Ravi Rocha de Carvalho Almeida e formado por cinco
estudantes do nosso curso e seis professores.
No suporte às pesquisas realizadas no contexto da graduação em EAC, o curso
conta com o apoio dos programas institucionais de bolsas de inovação tecnológica
(PIBITI) e iniciação cientifica (PIBIC). Nos quais sempre há participação de estudantes
do curso. Inclusive premiados com Excelência Acadêmica (2015-19).
A pesquisa no âmbito da pós-graduação a nível de Especialização constitui um
planejamento a médio prazo para o corpo docente do curso de EAC. Já foram levantadas
propostas no seio do Núcleo Docente Estruturante e no colegiado. Visando potenciais
áreas temáticas para esse fim, no contexto das Geociencias e a Geomática em especial.
Áreas aplicadas à solução de problemas Ambientais, respeitando sempre o caráter
pluridisciplinar e multidisciplinar do curso. A exemplo da Gestão de Risco de Desastres

e Resiliência de comunidades ante eventos adversos, área de pesquisa de alta demanda
no estado de Alagoas.
Em atenção também ao financiamento em editais de pesquisa, tais como CNPq,
FAPEAL, FUNDECI/BNB. Destaca-se, também, a colaboração de outras instituições
públicas e privadas, tais quais a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil de Maceió
(CONDEC), ALGÁS, Braskem e Secretaria estadual de Planejamento de Alagoas.
O curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica incentiva os alunos a
iniciarem suas atividades de pesquisa e a participarem de eventos científicos, e sempre
que possível com a submissão de artigos. Pode-se observar a premiação de artigos
científicos desenvolvidos por discentes, orientados por professores do curso, tanto em
eventos científicos externos a UFAL, como nos Congressos Acadêmicos desenvolvidos
por esta Instituição.
•
6. METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
6.1 Tecnologias de informação e comunicação no processo de ensino aprendizagem
Para um melhor funcionamento do curso de Engenharia de Agrimensura e
Cartográfica, o Centro de Ciências Agrárias, juntamente com a UFAL vem procurando
adotar políticas voltadas à tecnologia, como por exemplo, a capacitação dos docentes para
uso de ferramentas relacionadas à tecnologia da informação e comunicação, melhorando
com isso a qualidade das aulas ministradas.
Para essa consolidação, a UFAL está se comprometendo com duas ações básicas
preponderantes: 1) a substituição dos seus sistemas informatizados acadêmicos e
administrativos; 2) reestruturação da rede lógica, em especial o aumento de velocidade e
o alcance da rede, permitindo salas de aula verdadeiramente eletrônicas. Está, portanto,
atenta a novas tendências e desafios para a sociedade em um mundo contemporâneo e
buscando sempre novas práticas pedagógicas. As ferramentas de Tecnologia da
Informação e da Comunicação estão disponibilizadas por meio de Ambientes Virtuais de
Aprendizagem, a Plataforma Moodle, para aulas na modalidade a Distância e ou semi
presencias não ultrapassando os 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso,
conforme orienta a Portaria MEC Nº 4.059, de 10 de dezembro de 2004.

O uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) nas atividades de ensino,
tem sido parte da dinâmica do curso de EAC. Especialmente através do uso da
Plataforma Moodle pelos professores e alunos. Constituindo uma ferramenta de
interação para mediar e ampliar o acesso ao conhecimento e à aprendizagem significativa
dos alunos, mediada pelo professor orientador.
O uso do Moodle e demais TIC por parte também dos estudantes e professores com
necessidades educacionais favorece não só o aprendizado, mas a aprendizagem de forma
autônoma, na vida acadêmica. Sendo atendida assim, outra das diretrizes curriculares para
os cursos de Engenharia, no seu item VIII. O aspecto de “aprender a aprender”.
Da mesma forma, a UFAL possui o Núcleo de Acessibilidade – NAC – visando
promover e facilitar a acessibilidade pedagógica, metodológica, de informação e
comunicação conforme previsto na Política de Acessibilidade. Desta forma, os docentes
são incentivados a buscar junto a esses núcleos orientações sobre o uso devido dessas
tecnologias.
•
7. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional, no que concerne à aferição quantitativa do
percentual de 75% de presença às atividades de ensino previstas pela carga horária de
cada disciplina e no total da carga horária do curso, e qualitativa em relação ao total de
pontos obtidos pelo aluno em cada disciplina.
A avaliação do processo de ensino e aprendizagem será realizada de acordo com
as normas indicadas pela UFAL em seu Regimento Interno. Os procedimentos de
Avaliação Bimestral, Reavaliação, Segunda Chamada e Prova Final são regidos por este
documento, sendo a diversidade dos instrumentos avaliativos definidos pelo professor da
disciplina. Os instrumentos avaliativos serão empregados em consonância com os
princípios da avaliação formativa, com ênfase na avaliação do processo de
desenvolvimento da aprendizagem, de forma a oferecer elementos para a melhoria da
intervenção do docente e, consequentemente, aperfeiçoando a formação do discente.
O Processo de Avaliação de Aprendizagem na Universidade Federal de Alagoas
está regulamentado pelo seu Estatuto, conforme Portaria n° 4.067, de 29 de dezembro de

2003, e pelo seu Regimento Geral, que foi regulamentado pela Resolução n° 25/2005 –
CEPE, de 26 de outubro de 2005, onde o mesmo dispõe sobre as formas de avaliação.
Conforme o Regimento Geral da UFAL, em seu Art. 10, tem-se que: Será
considerado reprovado por falta o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco
por cento) das atividades didáticas realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de frequência, só
será permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei no 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a apuração
do rendimento escolar, conforme descrito abaixo:
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso; 128
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova
final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das notas
obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação e,
no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá solicitar
revisão da correção de sua avaliação, por uma comissão de professores designada pelo
Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular
Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que
possível, aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais
de 01 (um) instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além
de outras opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso,
atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais
dos instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva,
calculada considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela
disciplina.

§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma
das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser
reavaliado naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior.
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética,
apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF)
das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou
superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às
reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em
cada disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e
cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada
da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final
(PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido
à Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerêla ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a
realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05
(cinco) dias após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério
disposto no Parágrafo único do Art. 16

8. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO E
APRENDIZAGEM
No seu capítulo IV as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de
Engenharia pautam a necessidade de organizar a avaliação como um reforço ao processo
de aprendizagem. Focando no desenvolvimento das competências. Ressalta-se a

necessidade de um processo avaliativo diversificado e adequado as mesmas às atividades
do curso e verificando o desempenho dos alunos nas diversas atividades como: atividades
teóricas, práticas de laboratório. Assim como em atividades de pesquisa e extensão
(BRASIL, 2019).
São considerados, portanto, instrumentos de avaliação da aprendizagem:
monografias, exercícios, apresentação de seminários, provas dissertativas, trabalhos
orais, relatórios, projetos e atividades práticas. Assim como outros instrumentos que
contribuam com a produção intelectual dos estudantes, seja de forma individual ou em
equipe.
O acompanhamento da aprendizagem é mediado, sempre que precisa, pela
atuação de monitores das disciplinas os quais constituem a interfase entre o aluno e o
Professor. Podendo este verificar onde os alunos encontram as maiores dúvidas em sala.
E portanto onde deverá atuar mais no esclarecimento dos temas abordados nas disciplinas.
Visando sempre a compreensão dos principais processos que levam à síntese das
informações que propiciam a aprendizagem significativa (para a vida).
Além dos monitores, no curso de EAC a avaliação da aprendizagem é também
realizada no horário destinado por cada professor para o atendimento discente para
esclarecer dúvidas na própria sala do Professor. Isto, mediante dias e horários
previamente determinados na semana, os quais deverão ser expostos no cronograma de
horários do Professor, na porta da sua sala.

9. SISTEMA DE AVALIAÇÃO
9.1 Avaliação do Projeto Pedagógico do Curso (PPC)
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso a ser implementada com
esta proposta é importante para aferir o sucesso do novo currículo para o curso, como
também para certificar-se de alterações futuras que venham para atualizá-lo, pois o
projeto deve ser dinâmico devendo refletir esta característica da profissão docente, e como
tal deve estar sob avaliações periódicas.
Os mecanismos usados são as reuniões de análise realizadas no contexto do
Núcleo Docente Estruturante (NDE). E da Comissão Própria de Avaliação da UFAL
(CPA), a qual repassa à direção do CECA os resultados das visitas da comissão. A direção

do Centro repassará à Comissão de Auto avaliação da Unidade (CAA) os resultados da
avaliação da CPA para as devidas providências.
No NDE é realizado um balanço das propostas pedagógicas para cada semestre
em atenção ao planejado no PPC. Isto permite realizar uma avaliação institucional e uma
avaliação de desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo com as normas
vigentes.
Estratégias que efetivem a discussão ampla do projeto mediante um conjunto de
questionamentos previamente ordenados que busquem encontrar suas deficiências devem
ser implementadas. O curso será ainda avaliado pela sociedade através da ação docente e
discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no âmbito da extensão
universitária. Nesse sentido, ao final de cada evento ou atividade de extensão deverá ser
apresentado ao público-alvo um questionário de satisfação do desenvolvimento, tema e
ações dessa atividade. O roteiro proposto pelo INEP/MEC para a avaliação das
condições de ensino poderá também ser utilizado para fins de avaliação, sendo este
constituído pelos seguintes tópicos:
Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso,
atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
Corpo docente: formação profissional, condições de trabalho, atuação e
desempenho acadêmico e profissional;
Infraestrutura: instalações gerais, biblioteca, e particularmente laboratórios
específicos. A avaliação do desempenho docente será efetivada pelos alunos através de
formulário próprio e de acordo com o processo de avaliação institucional. Outro ponto de
suma importância neste projeto é o seu desempenho coletivo. Por isso, terá ponto de
destaque neste processo contínuo de avaliação, para que possamos encontrar formas cada
vez mais adequadas de abandonarmos em nossa universidade a concepção de uma
atividade individual, e sim, nos voltarmos para o que de fato tem sido a influência em
nossos formandos, que é o resultado de todas as ações e as correlações que os mesmos
podem fazer entre elas. Além disso, o contato com o egressos permite avaliar a opinião
dos mesmos sobre o curso, suas deficiências e assim contribuir para melhorias no PPC do
curso.

9.2 Avaliação Institucional do curso
As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações oriundas
da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior (CONAES). Assim, o processo

de avaliação do Curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica é realizada por uma
comissão representativa dos diferentes segmentos da comunidade acadêmica, com
predomínio de 131 docentes, identificada no Projeto de Auto-avaliação da UFAL como
Comissão de Auto avaliação (CAA), instalada em cada Unidade Acadêmica. O Curso de
Engenharia Agrimensura (com representante nesta CAA) será avaliado anualmente pela
citada Comissão e, em caráter permanente, pelos membros do Núcleo Docente
Estruturante (NDE).
Na primeira situação, o processo é conduzido em primeira instância pela CAA,
que coleta dados através de diferentes estratégias junto ao corpo docente, discente e
técnico administrativo da Unidade Acadêmica. Há, também, o acesso espontâneo da
comunidade acadêmica através de formulários on-line, disponibilizados segundo
cronograma de desempenho divulgado pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) da
UFAL.
Em ambas as situações, os participantes avaliam a condução do Projeto Político
Pedagógico do Curso, a qualificação dos docentes e as condições da infraestrutura
disponibilizada para a realização das atividades acadêmicas. Desta forma, os dados
computados são organizados e analisados pela Comissão de Auto-Avaliação e enviados
para serem consolidados pela CPA/UFAL e incorporados ao Relatório de Avaliação
Institucional, de periodicidade anual.
O curso também será avaliado pela sociedade, através da ação/intervenção
docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no âmbito da
extensão universitária em parceria com indústrias alagoanas e estágios curriculares
supervisionados. Além disso, deverão ser utilizados os relatórios de curso emitidos pelo
Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE).

9.2 Avaliação dos Docentes pelos Discentes
O colegiado do curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica entende quão
importante é a avaliação dos docentes pelos discentes do curso. Por isso, já elaborou
questionários que deverão ser preenchidos pelos discentes na semana que antecede as
provas finais do semestre letivo. Tais questionários serão analisados pela coordenação de
curso, que deverá apresentar ao colegiado uma síntese da avaliação. O Colegiado do
Curso por sua vez avaliará como tal análise será encaminhada ao professor e definirá
quais medidas poderão ser tomadas para melhorar o processo ensino -aprendizagem. A

implementação desse método de avaliação está condicionada à Resolução Nº 46/2014CONSUNI/UFAL, de caráter provisório, onde a Procuradoria Educacional Institucional,
juntamente com a Comissão Própria de Avaliação estão preparando materiais de
avaliação docente.

10. INFRAESTRUTURA
O Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Alagoas
(CECA/UFAL) é uma unidade universitária. Ele foi criado através da Resolução Nº 05/75
do Conselho Universitário em 21/05/1975 e passou a funcionar na preexistente Escola
Superior de Agronomia, na fazenda São Luiz, no Município de Viçosa no interior de
Alagoas.
Antes da consolidação do CECA, houve várias tentativas de se criar, no
Estado de Alagoas, um curso de nível superior na área das Ciências Agrárias. Em 1922
foi criada a Escola de Agronomia de Alagoas, sem sucesso ainda no nascedouro. A
experiência voltou a ser repetida no ano seguinte, 1923, também sem sucesso. Em 1933
foi tentada uma Escola de Agricultura de Alagoas também malfadada. Em 1935, no
interior do Estado, na cidade de Viçosa, foi feito mais uma tentativa, também sem
sucesso, de criação de uma Escola de Agronomia de Alagoas. Foram preciso mais
quarenta anos para que uma nova tentativa fosse efetivada, agora por iniciativa da
Universidade Federal de Alagoas e desta vez, com sucesso.
O CECA, desde o seu início, funcionou na Antiga Fazenda São Luiz, na
Cidade de Viçosa e somente em 1984 foi transferido para a Capital Maceió e foi instalado,
provisoriamente, no Campus A. C. Simões. Aí, o CECA ocupou o andar superior do
Centro de Ciências Exatas e da Natureza de onde foi novamente transferido em 1996
(22/01/96), durante a gestão do Prof. Rogério Moura Pinheiro. Desta vez para suas
instalações definitivas, no km 85 da BR 101 Norte, no Município de rio Largo da Grande
Maceió.
O CECA apresenta uma extensão territorial de cerca de 2.931.970 m 2,
maior que a extensão territorial do Campus A. C. Simões, que tem 2.100.000 m 2. O curso
de Engenharia de Energias Renováveis do tem contado com uma infraestrutura adequada
para o seu funcionamento.

10.1

Salas de Aula e Auditório
O CECA conta, atualmente, com salas de aulas destinadas apenas para as

disciplinas da graduação, conforme Tabela. 4.
Tabela 4. Disposição das sala de aula no Centro de Ciências Agrárias- CECA/UFAL.

CAPACIDADE DAS SALAS DE AULAS – CECA
Bloco
Sala Número de Cadeiras Aproximado
Sala 1
20
Bloco 1
Sala 2
30
Sala 3
30
Sala 1
Sala 2
Sala 3
Sala 4
Sala 5
Sala 6

30
35
35
30
40
60

Núcleo de Energias Renováveis
Núcleo de Energias Renováveis
Bloco do PMGCA
Sala de Desenho
Núcleo de Agroecologia
Núcleo de Agroecologia
Bloco de Biotecnologia

Sala 1
Sala 2
Sala 3
Sala 4
Sala 5
Sala 1
Sala 2
Sala 1
Sala 2
Sala 3
Sala 1
Sala 2
Sala 3
Sala 4
Sala 5
Sala 1
Sala 2
Sala 1
Sala 1
Sala 1
Sala 2
Sala 1

20
35
30
35
35
20
50
30
15
30
25
15
15
15
20
12
14
40
25
15
15
40

Laboratório de Informática 1
Laboratório de Informática 2

Sala 1
Sala 1

15
15

Bloco 2

Bloco 3

Bloco 4
Bloco 5

Bloco 6
Agroecologia

10.2 Laboratórios de Topografia
Espaço físico destinado exclusivamente para armazenamento dos equipamentos
destinados ao curso, que são utilizados em atividades práticas de campo.

10.3 Laboratório de Geologia e Recursos Naturais
O Laboratório de Geologia e Recursos Naturais (LabGREN) é vinculado ao curso
de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica do Centro de Ciências Agrárias (CECA) e
localiza se no Setor de Ciências do Solo do centro. No espaço são desenvolvidas aulas
práticas de disciplinas como Geologia de Engenharia e Mecânica do Solo, ambas para o
curso de EAC. Além desse curso, o espaço atende demandas de ensino de Geociências,
pesquisa básica e extensão dos cursos de Agronomia, Engenharia Florestal, Agroecologia
e Engenharia de Energias, sediados no CECA.
O laboratório tem como base o conhecimento interdisciplinar e transdisciplinar na
formação profissional de Engenheiros. Focando na aplicação do conhecimento Geológico
e Geotécnico de minerais e rochas como base para a Pedologia, a resistência de materiais
industriais e o uso sustentável de resíduos com potencial para o desenvolvimento de
produtos e de novas tecnologias. Tem como missão divulgar o potencial da
Geodiversidade como berço da Biodiversidade.

10.4 Laboratório de Cadastro e Informações Territoriais
O laboratório de Cadastro e Informações Territoriais (LabCITE) localiza-se no
Curso de EAC e tem por objetivo atender as demandas de disciplinas como Cadastro
Territorial (Urbano e Rural), Parcelamento do Solo e, Cartografia. A proposta é
potencializar esse espaço com o uso de softwares que permitam uma forte formação
técnica de habilidades e competências para os formandos nas diversas áreas da EAC. Em
especial na área Cartográfica para fins de ordenamento territorial Urbano e Rural. Área
de grande demanda no estado de Alagoas.

10.5 Laboratório de Informática para Graduação
O Centro de Ciências Agrárias – CECA, dispõe de dois Laboratórios de
Informática, que comporta 28 alunos em 14 computadores, ambas as salas são
climatizadas. O sistema operacional Windows. Esses laboratórios funcionam no período
diurno e é aberto a todos os alunos do Centro de Ciências Agrárias- CECA, embora seja
um espaço preferencial para o desenvolvimento das disciplinas que necessitam deste tipo
de interface.

10.6 Sala de Desenho
O CECA conta com uma sala de desenho, contendo 23 pranchetas grandes,
devidamente equipada e espaçosa para atender as demandas das disciplinas que exigem
uma sala para desenho técnico, que é ofertada por todos os cursos de Engenharia.

10.7 Auditórios
O CECA dispõe de dois auditórios: o auditório Artur Ferreira Lopes, que tem
maior capacidade, e o auditório Hamilton Soutinho.

10.8 Secretaria de Graduação
O Centro de Ciências Agrárias- CECA conta com uma sala específica para a
secretaria dos cursos de graduação (Engenharia de Agrimensura e Cartográfica,
Agroecologia, Engenharia Florestal e Engenharia de Energias). Nesse espaço atuam três
secretários, em sistema de revezamento, nos dois turnos de funcionamento do CECA.
Toda a documentação referente aos cursos e à vida acadêmica dos alunos ficam
armazenados nessa secretaria.

10.9 Salas de Permanência para Docentes
O CECA disponibiliza salas de permanência para professores, algumas delas com
amplo espaço, podendo ser ocupadas por até três professores. Todas as salas se encontram
climatizadas e apresentam material de apoio, como gabinetes, cadeiras, redes lógica e
elétrica instaladas.

10.10 Bibliotecas
10.10.1 Biblioteca Central
Biblioteca Central objetiva oferecer informações técnico-científicas, literárias e
artísticas como suporte aos programas de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidos pela
Universidade Federal de Alagoas (UFAL), bem como possibilitar o acesso e a
disseminação da informação à comunidade acadêmica. Tem como uma das suas
finalidades coletar, processar, armazenar e difundir o conhecimento gerado e editado, no
âmbito da UFAL. Compete, ainda, a esta unidade estabelecer a prática biblioteconômica
na Universidade ao coordenar os serviços bibliotecários e informacionais existentes,
estudar a viabilidade e propor novos serviços bem como se responsabilizar pela
articulação destes serviços entre a Biblioteca Central, as Unidades Acadêmicas e os campi
avançados.

10.10.2 Biblioteca Setorial do CECA
O CECA conta com uma biblioteca cujo acervo apresenta referências atualizadas
de editoras reconhecidas. A biblioteca será citada e detalhada em outros documentos
específicos. O setor tem acesso para pessoas com deficiências físicas ou mobilidade
reduzida. Conta com rampas adequadas de acesso às salas de aulas e ao Bloco
Administrativo. Existe um banheiro totalmente adaptado à cadeirantes no Bloco
Administrativo e adequado nos blocos de salas de aulas.

11. REFERÊNCIAS
ALAGOAS. Estimativa do Produto Interno Bruto de Alagoas, Referente ao Ano de 2018.
Nota técnica, Maceió, n. 01, jun. 2019. Disponível em: dados.al.gov.br. Acesso em: 13
jun.2019.
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CES nº 2/2019. Institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. Brasília: MEC; 2019.
Acesso

em:

05

de

jul.

2019.

Disponível

em: http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=74471
BRASIL. RESOLUÇÃO Nº 2, DE 18 DE JUNHO DE 2007, Carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação,
bacharelados,

na

modalidade

presencial.

http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/2007/rces002_07.pdf.

Disponível

em:

Acessado

em:

10/03/2019.
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CES Nº 11 de 11 de març. 2002.
Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. Disponível em:
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"http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=157
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HYPERLINK

"http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=157
66-rces011-02&category_slug=junho-2014-pdf&Itemid=30192"view=download
HYPERLINK
"http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=157
66-rces011-02&category_slug=junho-2014-pdf&Itemid=30192"&

HYPERLINK

"http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=157
66-rces011-02&category_slug=junho-2014-pdf&Itemid=30192"alias=15766-rces01102

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Acessado em: 21/06/2019.
CORRÊA, I. C. S. A história da Agrimensura. Revista: A Mira. 2019. Disponível em:
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mai.2019.
DE SANTANA, Pedro Leite. Formação Humanística em Engenharia: Algumas reflexões
Filosófico-Pedagógicas sobre a questão.
DECRETO No. 5.626, 22 DE DEZEMBRO DE 2005, Disciplina de LIBRAS. Acessado
em:

<www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm>.

Disponível em: 10 març. 2019.
DIODATO, Railson Vieira. Da concepção de um polo cloroquímico ao desenvolvimento
da cadeia produtiva da química e do plástico de Alagoas. 2017.
ESTATUTO

E

REGIMENTO

GERAL

DA

UFAL

2006.

Disponível

em

<http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/estatutoregimento/Estatuto_Regime
nto_Ufal.pdf> . Acessado em: 10/03/2019.
FONSECA, Talita Guimarães et al. Engenharias de Agrimensura e Cartográfica: mercado
de trabalho e unificação.
GOMES, F. C., Webler, G., & Kremer, D. I. M. (2019, June). Desenvolvimento de
projetos como ferramenta de ensino de Engenharia. In VIII Congresso de Professores do
Ensino Superior da Rede Sinodal (Vol. 1, No. 1).
INEP. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Resposta
ao Manifesto do Fórum Nacional de Coordenadores de Cursos de Graduação em
Engenharia de Agrimensura e Cartográfica sobre o ENADE. Protocolo nº 23546034534/2018-13.

Disponível

em:

https://sistema.ouvidorias.gov.br//publico/Manifestacao/DetalheManifestacao.aspx?id .
Acesso em: març. 2019.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº01 - Atribuições e composição do colegiado do curso de
graduação de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica, 20 DE AGOSTO DE 2020.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº02 - Normas de funcionamento do Núcleo Docente
Estruturante do curso de graduação de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica, 20 DE
AGOSTO DE 2020.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº03 - Estabelece as normas para Estágio Curricular
Supervisionado e Extracurricular do Curso de Engenharia de Agrimensura, 20 DE
AGOSTO DE 2020.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº04 - Estabelece as normas e os procedimentos adotados
na análise, no cômputo e no registro das atividades complementares que formam a Parte
Flexível do Curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica, 20 DE AGOSTO DE
2020.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº05 - Normas para construção do TCC no curso de
Engenharia de Agrimensura e Cartográfica., 20 DE AGOSTO DE 2020.
MANUAL

DO

ENADE

2014.

Acessado

em:

<http://download.inep.gov.br/educacao_superior/enade/manuais/manual_enade_2014_1
.pdf> Disponível em:10/03/2019.
OLIVEIRA, R. C. Ensino superior em Alagoas: a formação pedagógica na
profissionalização docente. 2012. 125f. Dissertação (Mestrado)- Centro de Educação,
Universidade Federal de Alagoas, Maceió, AL.
ONU. Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento
Sustentável.

Nações

Unidas,

2015.

Disponível

em:

https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/. Acesso em: 10 jun.2019.
PLANO DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL DA UFAL 2013-2017. Disponível
em: http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/plano-de-desenvolvimento/20132017. Acessado em 10/03/2019.
UFAL.

Universidade

Federal

de

Alagoas.

Institucional.

Disponível

em:

https://ufal.br/ufal/institucional. Acesso em: 10 de jun.2019.
UFBA. RESOLUÇÃO Nº 1, DE 17 DE JUNHO DE 2004, Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e
Cultura

Afro-Brasileira

e

Africana.

Disponível

em:

http://www.prograd.ufba.br/Arquivos/CPC/res012004.pdf. Acessado em: 10/03/2019.
WIKIPÉDIA. Recife. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Recife. Acesso em :
10 jun.2019.

12. ANEXOS
ANEXOS

ANEXO I.A - NORMAS PARA CONSTRUÇÃO DO TCC NO CURSO DE
ENGENHARIA DE AGRIMENSURA E CARTOGRÁFICA.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
BACHARELADO EM ENGENHARIA DE AGRIMENSURA

REGULAMENTA AS NORMAS PARA A
ELABORAÇÃO E DEFESA DO TRABALHO
DE

CONCLUSÃO

ENGENHARIA

DE

DE

CURSO

AGRIMENSURA

DE
E

CARTOGRÁFICA.

O Colegiado do Curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica do Centro
de Ciências Agrárias (CECA) da Universidade Federal de Alagoas, em reunião realizada
em 15/10/2013 (e atualizadas em reunião do NDE em 13/11/2018), aprovou as seguintes
normas para a elaboração e defesa do Trabalho de Conclusão de Curso, doravante
denominado de TCC.

Art.1°. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), em conformidade com a
Resolução n 25/2005 do CEPE, de 26 de outubro de 2005, é definido como atividade
curricular obrigatória e não constitui disciplina. Esta atividade deve perfazer uma carga
horária de 72 horas, conforme previsto no Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia
de Agrimensura e Cartográfica. As atividades relativas ao TCC deverão ser iniciadas na
seguinte forma:

§1o O TCC deverá ser desenvolvido no período mínimo de dois semestres letivos,
considerando a entrega do Projeto de TCC.
I – A entrega do Projeto de TCC está vinculada ao cumprimento da disciplina
“Seminários” ofertada no 8º (oitavo) período do curso.
II – Após o cumprimento da disciplina “Seminários”, o Projeto de Elaboração do
TCC deverá ser entregue no 9º período, no prazo de até 45 dias após o início do período
letivo previsto no calendário acadêmico da UFAL.
III – Caso o discente não entregue o Projeto de TCC previsto no II inciso do §1o
Art. 1º, poderá entregá-lo no 10º período, em até 45 dias do início do semestre letivo,
sabendo que a defesa do TCC deverá obedecer o prazo de desenvolvimento previsto neste
parágrafo.
IV – O aluno deverá entregar o Projeto de Elaboração do TCC ao Coordenador(a)
de TCC, juntamente com a carta de aceite do orientador(a) e do coorientador(a), quando
houver, conforme anexo B.

Art.2° O tema do Projeto de Elaboração do TCC deverá estar relacionado às áreas
de exercício do profissional Engenheiro Agrimensor e Cartógrafo.

Art.3° O TCC deverá ter orientação de um docente da Universidade Federal de
Alagoas, preferencialmente do curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica do
Centro de Ciências Agrárias (CECA) e, os casos omissos deverão ser julgados pelo
Colegiado do Curso.
§1o Cada docente do curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica /UFAL poderá
orientar, no máximo, 06 (seis) projetos de TCC por ano.
§2o O(A) coorientador(a) (se houver), poderá ser professor(a) do CECA/UFAL,
de outras Unidades Acadêmicas da UFAL ou de outras Instituições de Ensino Superior,
devidamente reconhecidas pelo Ministério de Educação, ou demais profissionais de nível
superior com experiência comprovada no tema do TCC.

I - Em caso de coorientação de professor(a) de outras Instituições de Ensino
Superior ou demais profissionais de nível superior, conforme especificado neste

parágrafo, o currículo Lattes atualizado dele(a) deverá ser anexado à carta de aceite de
coorientação (Artigo 1, parágrafo 1o, inciso IV).
§3o O vínculo estabelecido entre discente, orientador(a) e coorientador(a) poderá
ser desfeito mediante apresentação da carta de justificativa de cancelamento de orientação
ou coorientação, por uma das partes, à Coordenação de TCC. Neste caso, o discente
deverá apresentar nova carta de aceite do(a) novo(a) orientador(a) ou do(a) novo(a)
coorientador(a), bem como o novo projeto de TCC.

Art.4° O Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser realizado individualmente.
Art.5° Compete ao discente:
§1o Definir com o(a) orientador(a) o projeto de elaboração e o cronograma de
atividades que servirão de base para o desenvolvimento do TCC, conforme modelo de
documento utilizado e disponibilizado través da secretaria do curso de Engenharia de
Agrimensura e Cartográfica.
§2o O TCC deverá ser escrito conforme as normas gerais da UFAL de construção
de Trabalho de Conclusão de Curso.
§3o Entregar à Coordenação de TCC do Curso, um exemplar do TCC para cada
membro da banca examinadora, no prazo mínimo de antecedência de 15 dias da data
prevista para a defesa pública do TCC.
§4o A apresentação do TCC deverá ocorrer em sessão pública, onde o discente
deverá responder às arguições feitas pela Banca Examinadora.
§5o Na defesa pública do TCC, o discente deverá expor seu trabalho no tempo
mínimo de 30 (trinta) minutos e máximo de 50 (cinquenta) minutos.
§6o O discente terá um prazo máximo de 60 (sessenta) dias após a realização da
defesa pública (quando da ocorrência do previsto no Artigo 13), para entregar à
Coordenação de TCC a versão final do trabalho, que será em mídia digital (CD) e com
formato em PDF (02 vias), ainda, deverá entregar a certidão assinada pelo(a)
orientador(a) atestando que as correções exigidas pela Banca Examinadora foram
realizadas, conforme modelo disponível as secretaria de graduação do curso de
Engenharia de Agrimensura e Cartográfica.

I - Em caso do não cumprimento do prazo de 60 (sessenta) dias para a entrega da
versão final do TCC com as correções exigidas pela Banca Examinadora, o discente será
considerado reprovado, devendo ser submetido à elaboração de um novo TCC.
Art.8°. Não haverá financiamento ou ajuda de custo por parte da instituição para
o desenvolvimento do TCC.
§1o As despesas decorrentes da elaboração do TCC ficarão a cargo do discente.
Art.9°. Compete ao(à) orientador(a):
§1o Acompanhar o discente em todas as etapas do desenvolvimento do TCC.
§2o Fazer a solicitação de defesa pública à Coordenação de TCC, conforme a Carta
de Solicitação de Defesa Pública disponibilizado na secretaria de graduação do curso,
com antecedência mínima de 30 (trinta) dias da data prevista. Não será validada a defesa
sem apresentação de sua solicitação.
I - Havendo participação de membros externos à UFAL na Banca Examinadora,
o currículo Lattes atualizado deste membro deverá ser anexado à Carta de solicitação de
defesa, especificada neste parágrafo.
II – Solicitar à Coordenação de TCC do curso a confecção da documentação: (i)
Ata de Defesa Pública do TCC; (ii) o Termo de Compromisso Anti-Plágio; (iii) Certidões
de Participação na Defesa dos Membros da Banca; (iv) Formulários de avaliação de
defesa.
§4o Presidir a Banca Examinadora.
§5o Entregar a Ata de defesa e os Formulários de Avaliação de defesa à Secretaria
do curso.
Art.10 A Banca Examinadora deverá ser composta por, no mínimo, três membros
e no caso da participação de um(a) coorientador(a), a banca deverá ser composta por, no
mínimo, 4 (quatro) membros.
Art.11 Compete a Banca Examinadora:
§1 Avaliar o discente conforme Formulário de Avaliação individual da banca
atribuindo notas quanto ao trabalho escrito, apresentação oral e arguição. Por fim, indicar,
quando necessário, as correções para a melhoria do trabalho.
§2 Atribuir nota de 0,0 (zero) a 10,0 (dez), sendo o resultado final da avaliação do
TCC a média aritmética das notas emitidas pelos membros da Banca Examinadora.
Art.12 Será considerado aprovado o discente que obtiver nota igual ou superior a
7,0 (sete), realizar as correções exigidas pela Banca Examinadora, quando necessárias, e
entregar a versão digital do TCC no prazo máximo de 60 (sessenta) dias.

§1 A entrega da versão final em mídia digital ocorrerá após a emissão da certidão
assinada pelo(a) orientador(a) atestando que as correções exigidas pela Banca
Examinadora foram realizadas.
§2 A versão digital do TCC deverá atender as recomendações de instruções para
depósito do “Repositório Institucional da UFAL”.
Art.13 Será considerado aprovado com ressalvas o discente que obtiver nota com
valor inferior a 7,0 (sete) e superior ou igual a 5,0 (cinco). Neste caso, a Banca
Examinadora deverá estabelecer metas complementares a serem atingidas pelo discente.
§1 O discente será submetido a uma nova defesa pública do TCC no prazo máximo
de dois meses a contar da data da primeira defesa.
§2 Na segunda defesa pública só poderá ser atribuída ao discente a condição de
“aprovado”, prevista no Artigo 12, ou “reprovado”, prevista no Artigo 14.
Art.14 Será considerado reprovado o discente que obtiver nota inferior a 5,0
(cinco), devendo ser submetido à elaboração de um novo TCC.
Art.15 A Coordenação do Curso de Engenharia de Agrimensura e Cartográfica
deverá registrar a nota final do TCC no Sistema Acadêmico da UFAL mediante o
cumprimento do Art. 12. É necessária a apresentação da declaração de depósito do TCC
na Biblioteca, e a certidão assinada pelo(a) orientador(a) atestando que as correções
exigidas pela Banca Examinadora foram realizadas.
Art.16 Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso de
Engenharia de Agrimensura e Cartográfica, através de consulta ao Colegiado do curso.