PPC 2020
129001 - Matriz: 2020
PPC_Engenharia_de_Energia_2020.pdf
Documento PDF (1.5MB)
Documento PDF (1.5MB)
i
ãons
PROJETO
PEDAGÓGICO
CURSO DE ENGENHARIA DE ENERGIA
CAMPUS DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS AGRÁRIAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
i
Rio Largo-AL
2019
i
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS AGRÁRIAS
PROJETO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE ENERGIA
Projeto Pedagógico do Curso de Graduação
em Engenharia de Energia, revisado de acordo
com as Diretrizes Curriculares Nacionais.
Rio Largo - Alagoas
2019
ii
EQUIPE RESPONSÁVEL PELA
ELABORAÇÃO DA PROPOSTA
Alana Kelly Xavier Santos
Allan Cavalcante Belo
Amanda Santana Peiter
Christian Kohler
Fábio Farias Pereira
Gaus Silvestre de Andrade Lima
Jerusa Goes Aragão Santana
João Messias dos Santos
Márcio André Araújo Cavalcante
Igor Cavalcante Torres
Iraildes Pereira Assunção
Leonardo Faustino Lacerda de Souza
Lígia Sampaio Reis
Lódino Serbim Uchôa Neto
Ricardo Araujo Ferreira Junior
Sandro Correia de Holanda
iii
SUMÁRIO
1. IDENTIFICAÇÃO ................................................................................................................................... 1
1.1 CONTEXTO INSTITUCIONAL .................................................................................................1
1.2 CONTEXTO REGIONAL ........................................................................................................... 2
1.3 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO ........................................................................................ 3
2. APRESENTAÇÃO .................................................................................................................................. 5
2.1 HISTÓRICO DO CURSO............................................................................................................ 6
2.2 MODALIDADES DE ENERGIAS RENOVÁVEIS ..................................................................... 8
2.2.1 Energia Solar....................................................................................................................... 8
2.2.2 Energia Eólica ..................................................................................................................... 8
2.2.3 Energia Hidráulica .............................................................................................................. 9
2.2.4 Energia da Biomassa ........................................................................................................... 9
2.2.5 Energia dos Oceanos ......................................................................................................... 11
2.2.6 Energia Geotérmica ........................................................................................................... 12
2.2.7 Energia do Hidrogênio ...................................................................................................... 12
2.3 JUSTIFICATIVA ...................................................................................................................... 13
2.4 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ..................................................... 17
2.4.1 A PESQUISA ..................................................................................................................... 17
2.4.2 A EXTENSÃO .................................................................................................................... 18
2.4.4 A RESPONSABILIDADE SOCIAL ..................................................................................... 18
2.4.5 TUTORIA DE NIVELAMENTO ......................................................................................... 19
2.4.6 BOLSA PERMANÊNCIA E RESIDÊNCIA.......................................................................... 19
2.4.7 SERVIÇO DE APOIO PEDAGÓGICO .............................................................................. 20
2.4.8 RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO .................................................................................... 20
2.4.9. ACESSIBILIDADE ............................................................................................................ 20
2.4.10 INCLUSÃO (POLÍTICA DE COTAS) ............................................................................... 22
3. OBJETIVOS .......................................................................................................................................... 22
3.1 OBJETIVO GERAL .................................................................................................................. 22
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ..................................................................................................... 22
4. MARCO REFERENCIAL .................................................................................................................... 23
5. MARCO CONCEITUAL ...................................................................................................................... 24
5.1 A ENGENHARIA SEGUNDO AS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS .................. 24
5.2 A ENGENHARIA DE ENERGIA SEGUNDO O SISTEMA CONFEA-CREA .......................... 27
6. PERFIL DO EGRESSO ........................................................................................................................ 27
6.1 CAMPOS DE ATUAÇÃO ......................................................................................................... 28
iv
6.2 MERCADO DE TRABALHO ................................................................................................... 29
7. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO ................................................................................ 30
7.1 COLEGIADO............................................................................................................................ 30
7.2 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)...................................................................... 30
8. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA................................................................................... 30
8.1 ESTRUTURA CURRICULAR .................................................................................................. 30
9. COMPONENTES CURRICULARES .................................................................................................. 34
9.1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E CARGA HORÁRIA ......................................................... 34
9.2 DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS E ELETIVAS ....................................................................... 35
10. INTERFACES DO CURSO ............................................................................................................... 35
10.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................................................................................................... 35
10.2 RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA,
AFRICANA E INDÍGENA ........................................................................................................................... 36
10.3 EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS .............................................................................. 36
10.4 LIBRAS .................................................................................................................................. 36
11. CONTEÚDOS CURRICULARES ...................................................................................................... 37
12. DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS ...................................................................................................... 40
13. DISCIPLINAS ELETIVAS ................................................................................................................. 88
14. ATIVIDADES CURRICULARES DE EXTENSÃO – ACES .......................................................... 129
14.1 INTRODUÇÃO ..................................................................................................................... 129
14.2 TÍTULO DO PROGRAMA ................................................................................................... 130
14.3 PÚBLICO ALVO .................................................................................................................. 130
14.4 ÁREAS TEMÁTICAS DO PROGRAMA .............................................................................. 131
14.5 LINHAS DE EXTENSÃO DO PROGRAMA ........................................................................ 131
14.6 OBJETIVO DO PROGRAMA ............................................................................................... 131
14.7 METODOLOGIA .................................................................................................................. 132
14.8 COMPONENTES CURRICULARES .................................................................................... 132
ACE 01: PROJETO / PARTE 1 ............................................................................................... 132
ACE 02: PROJETO / PARTE 2 ............................................................................................... 134
ACE 03: PROJETO / PARTE 3 ............................................................................................... 136
ACE 04: EVENTO ................................................................................................................... 138
ACE 05: CURSO ..................................................................................................................... 141
ACE 06: PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS.....................................................................................142
15. TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC ................................................ 144
v
16. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ............................................................................ 145
17. ATIVIDADES COMPLEMENTARES ............................................................................................. 145
17.1 PROGRAMA DE MONITORIA ............................................................................................ 146
17.2 PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E/OU INOVAÇÃO TECNOLÓGICA (PIBIC,
PIBITI) ....................................................................................................................................................... 147
17.3 PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DISCENTE – PEC ........................................................ 150
17.4 CURSO DE NIVELAMENTO............................................................................................... 151
17.5 EMPRESA JÚNIOR DE ENGENHARIA DE ENERGIA....................................................... 152
17.6 PROGRAMAS DE EXTENSÃO ........................................................................................... 152
18. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) ...................................................................... 152
19. AVALIAÇÃO ..................................................................................................................................... 153
19.1 AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM ........................................ 153
19.2 AVALIAÇÃO DAS DISCIPLINAS DO CURSO................................................................... 155
19.3 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO .................................................. 156
19.4 AVALIAÇÃO DO CURSO ................................................................................................... 157
REFÊRENCIAS....................................................................................................................................... 157
ANEXO A................................................................................................................................................. 163
1
1. IDENTIFICAÇÃO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Contextualização da Instituição de Ensino Superior
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede: Campus A.C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, km 14, CEP: 57.072- 970
Fone: (82) 3214 -1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
1.1 CONTEXTO INSTITUCIONAL
A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito Público –
Federal, com CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede na Avenida Lourival de Melo Mota, S/N,
Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de Alagoas, CEP 57.072-970,
além de uma Unidade Educacional (UE) em Rio Largo, município da região metropolitana
da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do agrupamento
das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia (1952), Economia
(1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição federal de educação
superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério
da Educação, mantida pela União, com autonomia assegurada pela Constituição Brasileira,
pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto e
Regimento Geral.
2
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A.C. Simões, em
Maceió. O processo de interiorização, iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o
Agreste, com o Campus de Arapiraca, contemplando as cidades de Arapiraca, Palmeira dos
Índios, Penedo e Viçosa. Em 2010, com o Campus do Sertão, chegou a Delmiro Gouveia e
Santana do Ipanema.
Além de cursos presenciais de graduação de nível superior, a UFAL conta com cursos
ofertados na modalidade de Educação à Distância através do sistema Universidade Aberta
do Brasil (UAB). No que se refere à pós-graduação, a UFAL dispõe de diversos cursos de
especialização e programas de mestrado e doutorado nas mais diferentes áreas de
conhecimento.
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo seletivo através
do ENEM e da plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada).
1.2 CONTEXTO REGIONAL
Com uma extensão territorial de 27.767.661 km², o Estado de Alagoas é composto por
102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e Sertão alagoano) e 13
microrregiões. De acordo com o Censo de 2014 do IBGE, estimasse que a população do estado
seja de 3.321.730 habitantes, sendo 75,364% em meio urbano.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas apresentadas pela
formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado em suas meso e
microrregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma oferta acadêmica que
respeita as características econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas unidades
instaladas em cidades polo consideradas fomentadoras do desenvolvimento local.
O processo de interiorização da UFAL visa construir uma cobertura universitária
significativa em relação à demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas,
à exceção do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus no município de Porto
Calvo se encontra em tramitação na SESu/MEC.
O PIB estadual era de R$ 29.545 bilhões em 2012, sendo o setor de serviços (Figura 1)
o mais importante na composição do valor agregado da economia, com participação de 72,1%.
Os restantes 27,9% estão distribuídos em atividades agrárias (5,69%) – tradicionalmente
policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na Zona da Mata, além da indústria
e turismo (22,21%), aproveitando o grande potencial da natureza do litoral.
3
De maneira geral os PIBs setoriais, brasileiro e alagoano, são caracterizados por
estruturas semelhantes, onde o setor de serviços apresenta destaque, seguido pela indústria e
pecuária. Dentro do setor de serviços, o segmento com maior disparidade é a administração
pública, que representa 16,6% e 26,3% do total do PIB, no Brasil e em Alagoas,
respectivamente (IBGE, 2012).
Figura 1. Representação do PIB setorial no Brasil (A) e em Alagoas (B). Fonte: IBGE 2012
A forte dependência dos setores público e sucroenergético resume grande parte da
dinâmica econômica do estado de Alagoas, apesar de outros segmentos industriais estarem se
instalando no Estado.
1.3 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
Nome do curso: Engenharia de Energia
Modalidade: Bacharelado – Presencial
Título oferecido: Bacharel em Engenharia de Energia
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: Campus de Engenharias e Ciências Agrárias (CECA)
Município-Sede: Rio Largo
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço de funcionamento do curso: Campus de Engenharias e Ciências Agrárias, BR 104,
km 85, s/n, Rio Largo – AL, CEP 57.100-000.
4
Portal
eletrônico
do
curso:
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ceca/pt-
br/graduacao/engenharia-de-energia
Portaria de Autorização: Resolução Nº 63/2013 - CONSUNI/UFAL, de 07 de outubro de
2013.
Número de Vagas autorizadas: 40 vagas/ano, preenchidas no primeiro semestre de cada ano.
Turnos de Funcionamento: Integral
Carga horária total do curso em hora/relógio: 3815
Tempo de integralização do curso:
Mínima – 10 semestres (cinco anos)
Máxima – 15 semestres (sete anos e seis meses)
Forma de acesso ao curso: Através do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), sendo a
entrada no primeiro e no segundo semestres definida por ordem de classificação e normatizada
pela Resolução nº 32/2009-CONSUNI/UFAL.
Coordenador do Curso
Nome: Márcio André Araújo Cavalcante
Formação acadêmica: Engenheiro Civil
Titulação: Doutor em Engenharia Civil
Regime de trabalho: Dedicação exclusiva
Tempo de exercício na UFAL: 9 anos
Tempo de exercício na função de coordenador: Dois anos e seis meses
Tempo de exercício na docência do ensino superior: 9 anos
Equipe que compõe o Colegiado do Curso
Prof. Dr. Márcio André Araújo Cavalcante (Coordenador do Curso - Titular)
Prof.ª Dra. Jerusa Goes Aragão Santana (Vice-Coordenadora do Curso - Titular)
Prof.ª Dra. Alana Kelly Xavier Santos (Titular)
Prof.ª Dra. Amanda Santana Peiter (Titular)
Prof. Dr. Christian Kohler (Titular)
M.e. Lódino Serbim Uchôa Neto (Técnico - Titular)
Rubens Frederico Santos Porto (Discente – Titular)
Prof. Dr. Fábio Farias Pereira (Suplente)
Prof. Dr. Sandro Correia De Holanda (Suplente)
5
Prof. Dr. Leonardo Faustino L. De Souza (Suplente)
Prof. Dr. Igor Cavalcante Torres (Suplente)
Prof. Dr. João Messias Dos Santos (Suplente)
Camilo Costa Campos (Técnico – Suplente)
Markus Antonio De Oliveira Porangaba (Discente – Suplente)
Equipe que compõe o NDE do Curso
Profa. Dra. Amanda Santana Peiter
Prof. Dr. Fábio Farias Pereira
Prof. Dr. Márcio André Araújo Cavalcante
Prof. M.e. Leonardo Faustino Lacerda de Souza
Prof. Dr. Sandro Correia de Holanda
2. APRESENTAÇÃO
Este documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Engenharia de
Energia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) com matriz curricular atualizada em
2019. A necessidade de apresentar um novo PPC surgiu dos seguintes fatores:
(1) curricularização das atividades acadêmicas de extensão do curso, com objetivo de atender
às Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira estabelecidas na Resolução nº 7,
de 18 de dezembro de 2018, do Ministério da Educação, na forma de componentes curriculares,
conforme previsto no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e no Projeto Político
Institucional (PPI) da UFAL; (2) alteraração do nome do curso de Engenharia de Energias
Renováveis para Engenharia de Energia.
Nesta nova versão do PPC, considerou-se a implantação do curso de Engenharia
Elétrica, adequando-se disciplinas existentes e incorporando-se novas em sua matriz curricular,
para que ambos os cursos possam atuar de maneira conjunta, reduzindo-se custos com o
compartilhamento de técnicos, docentes e estruturas laboratoriais.
Este documento foi estruturado de acordo com a Resolução CNE/CES n.º 2, de 24 de
abril de 2019, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em
Engenharia, conforme descrito a seguir:
Art. 4º A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências gerais:
6
I - formular e conceber soluções desejáveis de engenharia, analisando e
compreendendo os usuários dessas soluções e seu contexto;
II - analisar e compreender os fenômenos físicos e químicos por meio de
modelos simbólicos, físicos e outros, verificados e validados por experimentação;
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos (bens e serviços),
componentes ou processos;
IV - implantar, supervisionar e controlar as soluções de Engenharia;
V - comunicar-se eficazmente nas formas escrita, oral e gráfica;
VI - trabalhar e liderar equipes multidisciplinares;
VII - conhecer e aplicar com ética a legislação e os atos normativos no âmbito
do exercício da profissão;
VIII - aprender de forma autônoma e lidar com situações e contextos
complexos, atualizando-se em relação aos avanços da ciência, da tecnologia e aos
desafios da inovação. (CNE/CES, 2019, p. 2).
2.1 HISTÓRICO DO CURSO
O curso de Graduação em Engenharia de Energia foi criado durante o processo de
expansão da Universidade Federal de Alagoas por meio do Programa de Apoio a Planos de
Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), a partir da publicação da
Portaria de Autorização na Resolução nº 63/2013 do Conselho Universitário da UFAL
(CONSUNI) no dia 7 de outubro de 2013, tendo a primeira turma matriculada em 4 de agosto
de 2014.
Inicialmente proposto com a nomenclatura de Engenharia de Energias Renováveis, o
curso de Engenharia de Energia teve sua nomenclatura modificada de Engenharia de Energias
Renováveis para Engenharia de Energia após um pedido de análise do Colegiado do Curso à
Procuradoria Educacional Institucional e ao Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de
Alagoas no início de 2018. Este pedido foi motivado pela regulamentação da profissão de
Engenharia de Energia, através da Resolução nº 1076 de 5 de julho de 2016 do Conselho Federal
de Engenharia e Agronomia (CONFEA), que discrimina as atividades e competências
profissionais do Engenheiro de Energia, passando este profissional a constar na Tabela de
Títulos Profissionais do Sistema CONFEA/CREA. Assim, o Colegiado do Curso resolveu
promover a mudança de nomenclatura do curso de Engenharia de Energias Renováveis para
Engenharia de Energia, amparado por consultas feitas à Procuradoria Educacional Institucional
(PEI) da UFAL, à Camâra Especializada de Engenharia Elétrica do Conselho Regional de
Engenharia e Agronomia de Alagoas (CREA-AL) e aos discentes matriculados no curso
naquela ocasião. O pedido de análise foi protocolado em janeiro de 2018 e a mudança foi
homologada na portaria nº 293, de 18 de junho de 2019, publicada no Diário Oficial da União.
7
Entre as razões para a mudança na nomenclatura do curso, podem ser destacadas: a
profissão Engenheiro de Energias Renováveis não consta na Tabela de Títulos Profissionais do
sistema CONFEA/CREA (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia / Conselho Regional
de Engenharia e Agronomia), diferentemente da profissão Engenheiro de Energia, assim, o
egresso do curso conseguirá o título de Engenheiro de Energia junto ao conselho da profissão
e não o título de Engenheiro de Energias Renováveis; o termo “Renováveis” se apresenta como
uma especificidade da área de Energia, no entanto, as especificidades devem ser abordadas em
cursos de pós-graduação, como se trata de um curso de graduação, existe a necessidade de uma
formação mais generalista, o que justifica a retirada do termo Renováveis; os editais de
concursos públicos utilizam a nomenclatura dos profissionais que constam na Tabela de Títulos
Profissionais do sistema CONFEA/CREA; a maior oferta de vagas de trabalho na iniciativa
privada é destinada para um engenheiro com uma formação mais generalista, como é o caso do
Engenheiro de Energia; a grade curricular do curso inclui o conhecimento de tecnologias e de
processos que são aplicáveis às fontes de energia não renováveis, como o gás natural e
derivados do petróleo; o enfoque do curso permanecerá em energias renováveis (conforme
permite o artigo 3º da Resolução N. 1076-2016 do CONFEA), apesar da mudança do nome
para Engenharia de Energia.
Ainda, a coordenação do curso realizou uma consulta aos discentes regularmente
matriculados no início de 2018, cuja única pergunta era: você concorda com a mudança de
nome do curso para Engenharia de Energia? As respostas possíveis eram: “sim”, “não” e
“indiferente”. Em um universo de 106 alunos regularmente matriculados, com exceção dos
ingressantes, 76 estudantes participaram da consulta, o que representa 71,69% dos alunos
regularmente matriculados, com exceção dos ingressantes. Os resultados obtidos foram:
61,84% votaram sim (concordam com a alteração do nome), 26,31% votaram não e 11,85%
optaram pela resposta indiferente. Assim, por maioria absoluta, os estudantes apoiaram a
mudança de nome do curso para Engenharia de Energia.
A primeira estrutura curricular foi apresentada na criação do curso em 2014. De lá para
cá, uma ampla reforma na matriz curricular foi pensada por professores contratados de áreas de
conhecimento estratégicas do setor energético, visando a prática educativa e coerente com os
avanços tecnológicos do setor. Na última versão da matriz curricular do curso de Engenharia
de Energia, procurou-se um alinhamento com a matriz curricular do Projeto Pedagógico do
Curso de Graduação em Engenharia Elétrica, contida na proposta de criação do curso de
8
Engenharia Elétrica na UFAL, de modo a promover uma maior sinergia entre os cursos na
criação de laboratórios, grupos de pesquisa e programas de pós-graduação.
O curso de Engenharia de Energia teve seu primeiro colegiado implantado em 18 de
outubro de 2014. Uma vez formados o Colegiado e o Núcleo Docente Estruturante do Curso de
Engenharia de Engenharia de Energia, sucessivas reuniões foram realizadas com o propósito
de melhorar a versão original do Projeto Pedagógico, com base na legislação que regula a
criação e o funcionamento dos Cursos de Engenharia, definidas pelo Ministério da Educação,
e nas habilidades e atribuições do profissional de Engenharia de Energia, definidas pelo sistema
CONFEA/CREA.
2.2 MODALIDADES DE ENERGIAS RENOVÁVEIS
2.2.1 ENERGIA SOLAR
Fonte alternativa de energia limpa e renovável que utiliza a luz e o calor do sol. No
primeiro caso, a geração de energia ocorre por meio da utilização de painéis solares formados
por células fotovoltaicas que absorvem a radiação solar, transformando-a em energia elétrica
através do processo denominado “efeito fotovoltaico”. No segundo caso, a radiação solar pode
ser empregada como fonte de energia térmica para aquecimento de água em residências ou em
usinas termoelétricas solares, por meio da conversão de um fluido em vapor que, ao movimentar
turbinas, acionam geradores e produzem energia elétrica. Nessas usinas, são empregadas
diferentes tecnologias (painéis parabólicos, torre central ou discos parabólicos) com o objetivo
de concentrar os raios solares que incidem sobre coletores. A maior usina de energia solar
térmica do mundo, Ivanpah Solar Electric Generating System, está localizada no Deserto de
Mojave, Califórnia (USA). Possui trezentos mil espelhos para captar a energia solar.
2.2.2 ENERGIA EÓLICA
A energia eólica (energia dos ventos) é uma forma de energia alternativa, renovável e
limpa, cuja produção tem crescido em todo o mundo. Atualmente países como a China, os
Estados Unidos e a Alemanha apresentam, nesta ordem, as maiores capacidades instaladas do
mundo. Neste cenário mundial, o Brasil ocupa o décimo lugar e tem apresentado grande taxa
de crescimento da capacidade instalada nos últimos anos. Mas afinal, o que é a energia eólica?
9
A energia eólica é uma forma de energia mecânica produzida pelo movimento de massas de ar
(vento), onde o sol é a forçante responsável pela circulação das massas de ar devido ao
aquecimento diferencial da superfície terrestre. Por sua vez, para o aproveitamento da energia
dos ventos, são utilizadas turbinas eólicas ou aerogeradores, os quais convertem a energia
cinética de translação em energia cinética de rotação e, por fim, em energia elétrica.
2.2.3 ENERGIA HIDRÁULICA
Assim como a energia eólica, dos oceanos e a solar, a energia hidráulica é uma fonte de
energia limpa e renovável, obtida através da pressão de uma massa de água que, por meio da
rotação das pás de uma turbina hidráulica, transforma a energia potencial gravitacional em
energia cinética. Ao girar, a turbina aciona um gerador, produzindo energia elétrica que, por
meio de fios e cabos, é distribuída para consumo. No Brasil, as hidrelétricas representam uma
parcela significativa da matriz energética nacional, contribuindo com aproximadamente 61,5%
de toda a energia elétrica gerada no País. Neste contexto, merecem destaque as bacias
hidrográficas dos rios Paraná, São Francisco e Tocantins por abastecerem as seguintes usinas
hidrelétricas: Itaipu e Ilha Solteira (Rio Paraná), Sobradinho, Complexo Paulo Afonso e Xingó
(Rio São Francisco) e Hidrelétrica de Tucuruí (Rio Tocantins). Em fase de Construção: Usina
Hidrelétrica de Belo Monte (Rio Xingu), Usinas de Jirau e Santo Antônio (bacia hidrográfica
do Rio Madeira).
2.2.4 ENERGIA DA BIOMASSA
Biomassa é todo recurso que provêm de matéria orgânica não fóssil, de origem vegetal
ou animal. É uma forma indireta de aproveitamento da luz solar, onde ocorre a conversão da
radiação solar em energia química por meio da fotossíntese. A energia proveniente de biomassa
é chamada bioenergia, que além de limpa é sustentável, o que traz enormes benefícios ao meio
ambiente. A biomassa apresenta um grande potencial de crescimento nos próximos anos, de
acordo com os estudos de planejamento do Ministério de Minas e Energia (MME). Ela é
considerada como uma alternativa viável para a diversificação da matriz energética, em
substituição aos combustíveis fósseis, como petróleo e carvão, por exemplo. A biomassa pode
ser utilizada na produção de calor, seja para uso térmico industrial ou para geração de
10
eletricidade, além disso, pode ser convertida para energéticos (carvão vegetal, briquetes, etanol,
biodiesel e biogás).
2.2.4.1. BIOGÁS
É considerado um biocombustível e pode ser obtido natural ou artificialmente. Possui
conteúdo energético semelhante ao do gás natural, sendo constituído por uma mistura de
hidrocarbonetos (compostos químicos formados por carbono e hidrogênio) com dióxido de
carbono (CO2) e gás metano (CH4). É obtido obedecendo a critérios de fermentação,
temperatura, umidade, acidez e com ausência de oxigênio. A forma natural do biogás é
conseguida pela ação de microrganismos bacteriológicos sobre o acúmulo de materiais
orgânicos (biomassa), como lixo doméstico, resíduos industriais vegetais, esterco de animais,
entre outros. E a forma artificial é dada pelo uso de um reator químico-biológico chamado de
Biodigestor Anaeróbico.
O biogás pode ser usado para a geração de energias elétrica, térmica e mecânica. A
principal intenção no uso do biogás é substituir os gases de origem mineral como o GLP (gás
liquefeito de petróleo), o GN (gás natural) e o GNV (gás natural veicular).
2.2.4.2. BIODIESEL
Combustível para motores a combustão interna com ignição por compressão, renovável
e biodegradável, derivado de óleos vegetais ou de gordura animal, podendo substituir parcial
ou totalmente o óleo diesel de origem fóssil. As propriedades físicas do biodiesel são muito
semelhantes às propriedades do diesel derivado do petróleo, porém, o biodiesel possui uma
grande vantagem socioambiental, por ser de fonte renovável, não tóxico e biodegradável.
Mesmo sendo de origem vegetal, o biodiesel pode ser utilizado como uma mistura, em qualquer
proporção, com o diesel de petróleo. Pode ser produzido a partir de matérias primas de origem
vegetal, tais como: soja, mamona, canola, algodão, palma, girassol, amendoim, pinhão-manso,
babaçu, entre outras, e matérias primas de origem animal, tais como: sebo bovino, óleo de peixe,
banha de porco e gordura de frango. Os óleos e gorduras residuais, resultantes do processamento
doméstico, comercial e industrial, também podem ser utilizados como matéria prima.
11
2.2.4.3. ETANOL
O etanol pode ser considerado um biocombustível renovável e também sustentável, pois
emite uma quantidade menor de gases poluentes em comparação com os combustíveis
derivados do petróleo. Na sua produção, grande parte do gás carbônico produzido e
disseminado na atmosfera é absorvido pelas plantas no processo de fotossíntese, o que o torna
um dos combustíveis mais viáveis ecologicamente. A matéria-prima para sua produção pode
ser oriunda de culturas amiláceas como o milho, ou sacarinas, como a cana-de-açúcar, beterraba
e sorgo, sendo a cana-de-açucar a mais simples e produtiva. A produtividade média de etanol
por hectare de cana-de-açucar é de 7.500 litros, enquanto a mesma área de milho produz 3 mil
litros do combustível. No Brasil, a maior parte do etanol produzido vem da fermentação e
destilação do caldo da cana-de-açucar, processo realizado nas destilarias autônomas e anexas
às usinas de produção de açúcar. Apesar de estar presente em diversos produtos do cotidiano,
o etanol é mais utilizado, atualmente, como combustível de forma pura ou misturado à gasolina.
O etanol comum vendido nos postos é o álcool etílico hidratado, uma mistura com cerca de
96% de etanol e 4% de água. Já o etanol misturado à gasolina é o álcool anidro, um tipo de
etanol que possui pelo menos 99,6% de pureza. Na gasolina brasileira a proporção de etanol
misturado ao combustível varia de 20% e 27%, de acordo com determinação do governo.
2.2.5 ENERGIA DOS OCEANOS
Consiste na conversão de energia mecânica em energia elétrica a partir da
movimentação da água do mar. Para tanto, utiliza-se um sistema semelhante à de uma usina
hidrelétrica, com construções de barragens, eclusas e unidades geradoras de energias. A
amplitude das marés, as ondas, as correntes marítimas, a diferença de temperatura entre a
superfície e as águas profundas (gradiente térmico), o gradiente de salinidade provocado pela
descarga da água do rio no mar e o aproveitamento da biomassa marinha (algas), são
perspectivas promissoras de exploração e geração de energia limpa e renovável, contribuindo
como fonte alternativa para a matriz energética brasileira. Embora ainda recente e em fase de
desenvolvimento, o aproveitando de energias dos oceanos ganha importância no Brasil, em
virtude da sua extensa faixa costeira e das áreas de mar territorial existentes. Neste contexto, no
Porto do Pecém (Ceará), foi construída a primeira usina de ondas da América Latina.
12
2.2.6 ENERGIA GEOTÉRMICA
É a energia armazenada na forma de calor no interior da Terra. Apesar desta forma de
energia estar presente de forma praticamente inesgotável, ela é desigualmente distribuída no
sentido do núcleo terrestre, o que torna a exploração industrial dificultosa. A temperatura das
rochas aumenta de acordo com a profundidade, o que prova a existência de um gradiente
geotérmico. A média destes gradientes é de 25 °C por km de profundidade. Existem, no entanto,
áreas na crosta terrestre que são acessíveis através de perfuração, em que o gradiente se encontra
bem acima da média. Isso ocorre quando, não muito longe da superfície, há vestígios de magma
ainda em estado fluido, ou em processo de solidificação, e liberando energia na forma de calor.
O Brasil não produz energia elétrica a partir da energia geotérmica, uma vez que o terreno
brasileiro é desfavorável, pois não possui formações geológicas que tornam possíveis as rochas
derretidas ou magma estarem mais próximas à superfície.
2.2.7 ENERGIA DO HIDROGÊNIO
As ameaças de esgotamento dos recursos não renováveis e os seus impactos ambientais
estimulam a adoção de fontes de energia inesgotáveis e não poluentes. Considerado o
combustível do futuro, o hidrogênio trará benefícios para o homem e para o meio ambiente. No
estado natural, sob condições normais de pressão e temperatura, o hidrogênio é um gás incolor,
inodoro e insípido. A combustão do gás H2, através da reação estequiométrica com o gás O 2,
produz como único produto a água (molécula de H2O). Esta reação é exotérmica, ou seja, libera
energia na forma de calor. Algumas pesquisas apontam para a adoção deste elemento para gerar
energia elétrica e como combustível veicular. O hidrogênio é um composto com grande
capacidade de armazenar energia, sendo um combustível de baixa massa molecular, possui a
maior quantidade de energia por unidade de massa que qualquer outro combustível conhecido.
Essa é uma das razões pelas quais o hidrogênio é utilizado como combustível para propulsão
de foguetes e cápsulas espaciais. E o mais importante é que o hidrogênio, quando processado a
partir de uma fonte limpa e renovável de energia, como a hidráulica, solar ou eólica, torna-se
um combustível renovável. O hidrogêneo pode também ser gerado da gaseificação do bagaço
da cana-de-açúcar ou de fontes fósseis, como o gás natural, a nafta e outros hidrocarbonetos.
13
2.3 JUSTIFICATIVA
A crescente preocupação mundial com a poluição e suas consequências para o planeta
faz com que o desenvolvimento de fontes limpas de energia seja primordial para minimizar os
danos ambientais. O acordo de Paris, assinado pelas Nações Unidas em dezembro de 2015, visa
promover uma mudança de paradigma na forma de produzir energia, que deve ficar cada vez
menos dependente dos combustíveis fósseis, responsáveis pela emissão de gases do efeito
estufa, causadores das recentes mudanças climáticas no planeta, podendo, num futuro breve,
ameaçar a produção de alimentos e provocar fenômenos naturais catastróficos, além de
aumentar o nível do mar devido ao degelo das calotas polares.
Pela sua grande dotação de recursos naturais, o Brasil apresenta facilidades para manter
elevada a participação das energias renováveis na matriz energética nacional. O país é um dos
líderes mundiais em hidroeletricidade e em bioenergia, fontes que contribuem para diversos
benefícios ambientais, além de dispor de flexibilidade operacional no fornecimento de energia
elétrica (tendo como fontes as energias hidráulica, eólica, solar e biomassa). Devido a sua
liderança na produção de biocombustíveis, o Brasil tem contribuído para difundir a produção
de bioenergia no mundo, uma vez que o aumento do uso de biocombustíveis, em substituição
aos combustíveis fósseis, contribui para o meio ambiente, para a geração de renda no meio rural
e para a incorporação de tecnologias à agricultura (ODS, 2019).
No Brasil, o consumo de energia a partir de fontes renováveis é maior que no resto do
mundo. Somando lenha e carvão vegetal, hidráulica, derivados de cana e outras renováveis, as
fontes renováveis totalizam 42,9%, quase metade da nossa matriz energética. A matriz elétrica
brasileira é ainda mais renovável do que a energética, com 82% da energia elétrica oriunda de
fontes renováveis, isso porque grande parte da energia elétrica gerada no Brasil vem de usinas
hidrelétricas (EPE, 2018).
Apesar de grande parte da matriz energética brasileira ser formada por fontes
renováveis, sobretudo a energia hidráulica, a recente crise energética provocou o acionamento
de termoelétricas, que utilizam combustíveis fósseis e aumentam a tarifa de energia. Devido a
isso, tem ocorrido nos últimos anos um grande investimento em parques eólicos nas regiões Sul
e Nordeste do Brasil, além do estímulo à microgeração distribuída de energia elétrica, por meio
da resolução 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), destacando-se, neste
contexto, os painéis solares fotovoltaicos. A Relação de Registros de Micro e Minigeradores
distribuídos
cadastrados
na
ANEEL
(disponível
em:
14
http://www2.aneel.gov.br/scg/gd/GD_Fonte.asp) apresenta um total de 106.110 conexões no
país, o que representa um total de potência instalada igual a 1.278.971,43 kW. A maioria das
instalações é concentrada na geração solar fotovoltaica com 105.790 conexões e 1.133.634,89
kW de potência instalada no país, enquanto as instalações eólicas têm apenas 57 conexões e
10.314,40 kW de potência instalada. Assim, a formação de profissionais qualificados para
atuarem na área de geração de energia a partir de fontes renováveis é algo estratégico para o
Brasil, e particularmente para a Região Nordeste e para o estado de Alagoas, que apresentam
um forte potencial para a produção de energia a partir de fontes renováveis, podendo-se destacar
as seguintes modalidades: eólica, solar e biomassa.
O curso de graduação em Engenharia de Energia se beneficia de matéria prima limpa,
natural e abundante no Estado (sol, vento e oceano), visando o estudo e o desenvolvimento de
tecnologias que permitam o aproveitamento e a geração de energia solar, eólica e oceânica.
Somam-se a isso, a utilização dos recursos hídricos da região, cujo emprego na geração de
energia representa uma parcela significativa da matriz energética nacional, e o aproveitamento
da biomassa proveniente da cana de açúcar, já empregada por algumas usinas sucroalcooleiras
como fonte de geração de energia. A utilização desta matéria prima está alicerçada na
significativa área de plantio no Estado, bem como no reconhecimento nacional do Campus de
Engenharias e Ciências Agrárias da Universidade Federal de Alagoas em pesquisas voltadas ao
desenvolvimento de variedades de cana de açúcar, por meio do Programa de Melhoramento
Genético da Cana de Açucar.
O setor sucroalcooleiro brasileiro apresenta grande potencial de aproveitamento de
biomassa, tanto para energia elétrica, como para outras formas de produção de energia
derivadas da biomassa celulósica (EPE, 2007). O bagaço produzido após a extração do caldo
da cana de açúcar (cerca de 30% da cana moída) é utilizado na geração de energia elétrica e
vapor, atendendo às necessidades da própria usina e/ou o mercado consumidor.
No Brasil, a maior parte da energia é fornecida a partir dos combustíveis fósseis, com
um montante de 59,22%. Em Alagoas, a energia hidráulica e da cana de açúcar responderam
por 76,29% da produção do estado, ou seja, as energias renováveis têm papel estratégico no
desenvolvimento e na sustentabilidade no estado (BEAL, 2018).
Segundo o Atlas Solarimétrico do Brasil (2000), as regiões desérticas do mundo são as
mais bem-dotadas de recurso solar, como a cidade de Dongola, localizada no Deserto Arábico,
no Sudão, e a região de Dagget no Deserto de Mojave, Califórnia, Estados Unidos. No Brasil,
15
a região Nordeste apresenta valores de radiação solar diária e média anual comparáveis às
melhores regiões do mundo, em virtude da sua aproximação com a linha do Equador.
O Atlas Solarimétrico de Alagoas (2007-2008) mapeou informações acerca da
irradiação solar incidente no Estado por meio de instalações de estações solarimétricas em nove
municípios: Palmeira dos Índios, Arapiraca, Santana de Ipanema, Pão de Açucar, Água Branca,
Matriz de Camaragibe, Maceió, Coruripe e São José da Laje. Os resultados dos estudos
realizados mostraram que as regiões apresentam valores de irradiações crescentes do litoral para
o sertão e, de forma geral, do norte para o sul. Observou-se, ainda, que a variação sazonal da
radiação solar apresenta valores máximos em Novembro e menores incidências no mês de Julho
para todas as regiões, sendo esta característica mais acentuada na região do Sertão
(respectivamente, 24-26 MJ/m2 e 13-15 MJ/m2). Estes resultados são compatíveis com os
apresentados no Atlas Solarimétrico do Brasil, que indicaram que a insolação diária e a média
mensal (em h) no Estado atingem valores máximos em novembro (aprox. 9 h) e mínimos em
julho (4-5 h).
Pelo exposto acima, verifica-se ser viável a utilização da luz solar incidente nas diversas
regiões do Estado como fonte alternativa para geração de energia elétrica. Por meio de
tecnologia apropriada, a energia produzida poderá ser empregada, por exemplo, em zonas rurais
e locais remotos do Nordeste, onde o fornecimento de energia elétrica por vias convencionais
inexiste ou é precária. Além do potencial solar anteriormente descrito, a região Nordeste possui,
também, grande potencial para geração de energia eólica. De acordo com a Empresa de
Pesquisa Energética (EPE, 2015), os ventos do Nordeste são unidirecionais, constantes, sem
rajadas e mantêm, em 80% do tempo, velocidades superiores a 8 m/s. Como os ventos sopram
de janeiro a dezembro, as usinas eólicas tornam-se mais competitivas, pois produzem energia a
um custo menor.
Entre dezembro de 2013 e dezembro de 2018, os parques de geração de energia eólica
tiveram a capacidade instalada aumentada de 1,7% para 8,8% da capacidade total de geração
de eletricidade no país. A capacidade eólica em 2018, que alcançou 14.401 MW, deverá atingir
19.042 MW em 2024, como resultado dos leilões da Aneel de compra de energia realizados até
2018 e das outorgas. A energia de fonte eólica é gerada por 7 mil aerogeradores, implantados
em 642 usinas, em doze estados. Nos estados do Nordeste, estão instalados 83% dos parques
eólicos. As pequenas centrais hidroelétricas (PCHs) e as usinas térmicas com utilização de
biomassa estão participando ativamente dos leilões de venda de energia da Aneel. Desde 2006,
foram aprovados os projetos de 111 usinas PCH, com a oferta de 946 MW de potência média,
16
e, desde 2005, 114 projetos de usinas com o uso de biomassa, com 2.847 MW de potência
média (ANEEL, 2018).
Em Alagoas, estudos sobre o potencial eólico do Estado foram realizados pelo Instituto
de Ciências Atmosféricas (ICAt) da Universidade Federal de Alagoas, nos seguintes
municípios: Feliz Deserto, Roteiro, Maragogi, Girau do Ponciano, Palmeira dos Índios e Água
Branca. Os resultados mostraram que as diferentes regiões estudadas possuem potencial para
produção de energia eólica. Entretanto, a região do Agreste apresentou-se como a mais propícia
para a instalação de parques eólicos, seguido do Sertão e do Litoral.
Além das fontes de geração de energia a partir do sol e dos ventos, as diversas fontes
provenientes do mar (correntes marítimas, marés e ondas) podem ser aproveitadas como
alternativa para a geração de energia. Embora ainda recente e em fase de desenvolvimento, o
aproveitando de energia dos oceanos ganha importância no Brasil, em virtude da sua extensa
faixa costeira e das áreas de mar territorial existentes.
O atual modelo de consumo mundial de energia indica mudanças na relação produçãoconsumo de energia, e deverá exigir recursos humanos capacitados para elaborar novas
estratégias e rotas na produção de produtos energéticos mais modernos.
Partindo-se da premissa que o egresso do curso de Engenharia de Energia deverá ter
sólido conhecimento técnico-científico, no decorrer do curso serão ofertadas disciplinas que
enfoquem em alternativas de geração de energias. Desta maneira, espera-se formar profissionais
que, dentre outras habilidades, sejam capazes de projetar, gerenciar, identificar, formular e
resolver problemas, apontar técnicas de produção e distribuição de energias aplicáveis à
realidade nacional e regional, ter responsabilidade social e ambiental.
Considerando-se a potencialidade da região Nordeste no desenvolvimento de fontes
alternativas de geração de energias e os investimentos financeiros do Ministério de Minas e
Energias e o do Governo Federal em inciativas relacionadas ao desenvolvimento e aplicação de
fontes de energias renováveis, torna-se relevante para a região, e mais particularmente para
Alagoas, a formação de profissionais qualificados na área. Ao formar mão de obra capacitada
ao exercício da profissão, a Universidade Federal de Alagoas contribui para a melhoria da
qualidade de vida dos cidadãos, colaborando para a elevação dos indicadores sociais,
econômicos e ambientais do Estado.
Esta realidade impõe a necessidade de formação de profissionais com sólidos
conhecimentos no campo de estudo das fontes de energia renováveis, capazes de desenvolver
17
atividades técnicas e científicas nos mais variados campos da energia, sua conversão,
transmissão, distribuição e uso final.
Além disso, segundo dados do IBGE (CENSO, 2010), o estado de Alagoas possuia uma
população de 3.120.494 habitantes, sendo esta população formada predominantemente por
jovens nas faixas etárias de 10 a 14 anos (10,9%) e de 15 aos 19 anos (10%) que, na sua grande
maioria, almeja ingressar em uma instituição de ensino superior, como forma de adquirir uma
melhor qualificação profissional. Entretanto, comparando-se com os demais estados que
compõe a região Nordeste, apenas 6% dos alunos matriculados em escolas alagoanas
apresentaram frequência regular no ensino médio (139.113 pessoas) e somente 75.787 pessoas
frequentaram o ensino superior de graduação, apresentando o estado de Alagoas o segundo pior
desempenho na região.
Neste contexto, cabe às instituições de ensino, o papel transformador da realidade local,
contribuindo para a melhoria dos indicadores sociais e econômicos do Estado. A Universidade
Federal de Alagoas ao oferecer oportunidades de ingresso nas unidades acadêmicas espalhadas
em diferentes locais do estado participa desta transformação, ampliando horizontes,
incentivando a capacidade criativa e a inovação tecnológica, visando o desenvolvimento
regional por meio da geração de empregos, capacitação e formação de mão de obra qualificada.
Em seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), a Universidade Federal de
Alagoas prevê a ampliação no número de cursos ofertados, visando atender as necessidades
locais, bem como os anseios do governo federal de reestruturar as universidades públicas,
principalmente a sua expansão nas regiões do interior dos estados. Como parte destas premissas,
em 2014, a instituição passou a ofertar regularmente à sociedade novos cursos, dentre eles, o
de Graduação em Engenharia de Energia.
2.4 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
2.4.1 A PESQUISA
Dado o caráter pluri e multidisciplinar que lhe é inerente, a Universidade Federal de
Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, incentivando a formação
de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de pesquisa,
considerando a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
18
2.4.2 A EXTENSÃO
A Lei de Diretrizes e Bases, lei 9.39496, traz entre seus princípios a necessidade da
diversificação dos cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos, permitindo às
IES adequarem os projetos pedagógicos às respectivas naturezas institucionais, às realidades
regionais e às finalidades inerentes aos cursos, tanto se voltados à formação profissional quanto
às ciências ou às artes. Cumpre destacar que tais diretrizes se associam à premissa da educação
continuada, a qual afirma que a graduação superior é apenas uma etapa do processo de ensino e
aprendizagem e não o seu término. Deve-se salientar também que, como contrapeso à tendência
de diversificar e flexibilizar, o aparato normativo define a necessidade de existirem processos de
avaliação permanentes para identificar desvios e propor correções de rumo.
A Universidade Federal de Alagoas atua em todas as oito áreas temáticas de extensão
classificadas pelo Plano Nacional de Extensão: Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e
Justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção e Trabalho.
A Universidade deve ser participativa na problemática das comunidades e de políticas
governamentais para o setor energético, tanto na área de desenvolvimento rural quanto na
demanda energética urbana. Essa participação contribui para a solução dos problemas
comunitários e retro-alimenta a pesquisa e o processo educacional.
Deve-se reforçar o treinamento de recursos humanos através de cursos de reciclagem
para técnicos e extensão universitária para formação de mão–de–obra para o setor de energias
alternativas. Não menos importante é, também, a formação de redes regionais e nacionais de
cooperação e prestação de serviços com as associações de produtores rurais, cooperativas,
associações comunitárias, estudantis, de profissionais, etc.
2.4.4 A RESPONSABILIDADE SOCIAL
A Universidade Federal de Alagoas não se considera proprietária de um saber
finalizado, que será apenas transmitido à sociedade. Ao contrário disto, faz parte da sociedade,
então, é sensível aos seus saberes, problemas e apelos. Objetivando solucionar os problemas da
sociedade através de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação das atuais
condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e no Brasil, a ação
cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do conhecimento nela produzidos.
19
Portanto, as populações, cujos problemas tornam-se objeto da pesquisa acadêmica são, também,
consideradas sujeito desse conhecimento, o que lhes assegura pleno direito de acesso às
informações e produtos então resultantes.
Neste sentido, a prestação de serviços é considerada produto de interesse acadêmico,
científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da pesquisa e extensão, devendo ser a
realidade e sobre a realidade objetiva, produzindo conhecimentos que visem à transformação
social.
O curso de Engenharia de Energia atua em relação à responsabilidade social
desenvolvendo programas de atendimento ao discente, com apoio de órgãos de fomento, bem
como, de recursos próprios, visando facilitar a inserção do aluno no ambiente universitário,
além de proporcionar condições básicas de acesso à educação. Entre tais programas podemos
destacar os de monitoria, tutoria de nivelamento, bolsa permanência e residência e serviço de
apoio pedagógico.
2.4.5 TUTORIA DE NIVELAMENTO
Este programa tem como finalidade ofertar aulas de nivelamento sobre conteúdos de
ensino médio para alunos ingressantes e é voltado, principalmente, para alunos dos primeiros
períodos, bem como para aqueles que irão iniciar apenas no semestre seguinte.
O objetivo principal é o de revisar os conteúdos do ensino médio, de forma a possibilitar
um melhor aproveitamento das disciplinas afins que o aluno irá cursar no decorrer da
graduação. Com isso, vislumbra-se a redução dos índices de reprovação em disciplinas da
graduação, bem como, a redução da evasão nos cursos.
2.4.6 BOLSA PERMANÊNCIA E RESIDÊNCIA
As bolsas de permanência e residência são financiadas pelo Ministério da Educação e
pela UFAL, no âmbito do PNAES (Programa Assistência Estudantil) e o público alvo se
constitui dos alunos em situação de vulnerabilidade. A primeira refere-se ao apoio financeiro a
estudantes matriculados em curso de graduação presencial da UFAL e que estejam efetivamente
frequentando as atividades acadêmicas, estudantes estes, selecionados conforme critério
socioeconômico. A segunda visa proporcionar ao estudante uma moradia, que pode ser uma
20
residência para estudantes, alugada pela universidade ou residência própria da instituição para
tal finalidade.
2.4.7 SERVIÇO DE APOIO PEDAGÓGICO
Trata-se de uma ferramenta de assessoria ao corpo docente e discente da instituição,
visando solucionar os problemas vivenciados pela comunidade acadêmica, especialmente
aqueles relacionados aos aspectos pedagógicos (relação professor-aluno, dificuldades de
aprendizagem, prática educativa, processo de avaliação). O objetivo é contribuir para a
melhoria da qualidade do ensino oferecido pela instituição e o serviço é prestado por uma equipe
de técnicos em assuntos educacionais do Campus de Engenharias e Ciências Agrárias e da Próreitoria de Graduação.
Durante a primeira semana do ingresso dos discentes, o Colegiado do curso realizará
atividades de recepção para os calouros, onde serão apresentados procedimentos e informações
que facilitam a familiarização do discente com a UFAL. Neste contexto, serão realizadas visitas
aos laboratórios onde serão desenvolvidas atividades relativas ao curso e serão abordados os
seguintes assuntos: assistência estudantil, serviço de apoio pedagógico, sistema de
funcionamento da biblioteca, sistema utilizado para efetuar matrícula, trancamento e
acompanhamento do semestre letivo, projetos em andamento.
2.4.8 RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO
O restaurante universitário é uma necessidade fundamental e seu funcionamento
contribui para a permanência do estudante, viabilizando o desempenho de atividades
acadêmicas e culturais em turnos diferentes do curso ao qual o estudante está vinculado. O
restaurante universitário atende aos alunos do Campus de Engenharias e Ciências Agrárias com
vulnerabilidade social comprovada, isentando-o do pagamento do almoço.
2.4.9. ACESSIBILIDADE
A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o entendimento das
necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de promoção de acessibilidade e de
atendimento diferenciado aos portadores de necessidades especiais em atenção à Política de
21
Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente. O dimensionamento dessas
necessidades merece um cuidado especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos:
auto- declaração. Ainda neste contexto, a UFAL também tem investido na capacitação técnica
de seus servidores para o estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e
execução de ações voltadas para essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, junta-se agora
ao cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de Acessibilidade, qual
sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 da Lei
12.764/2012, que afirma: Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades
especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para
atender às suas necessidades.
Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de março
de 2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em especial, recomenda
que os PPCs contemplem orientações no sentido da adoção de parâmetros individualizados e
flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos de cada estudante em
relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido.
Para tal a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento especializado aos
alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva, e cognitiva, sempre que for
diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas facilitar o acesso, mas estar
sensível às demandas de caráter pedagógico e metodológico de forma a permitir sua
permanência produtiva no desenvolvimento do curso.
Neste sentido o Núcleo de Assistência Educacional – NAE – oferece o necessário apoio
pedagógico de forma a atender ao corpo social da UFAL em suas demandas específicas de
forma a promover a integração de todos ao ambiente acadêmico.
O curso de Engenharia de Energia oferece condições para acesso e permanência do
estudante
na
universidade,
proporcionando-lhe
experiências
importantes
para
o
desenvolvimento de habilidades/competências, estabilidade e integração na vivência
acadêmica.
De acordo com a Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002 que dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais – Libras e o art. 18 da Lei nº 10.098 de 19 de dezembro de 2000, o presente
curso oferece a disciplina Libras como eletiva, podendo a mesma ser cursada a partir do 2º
período.
22
Quanto à acessibilidade, a UFAL tem sempre que possível adaptado suas instalações
físicas, munindo-as com rampas, elevadores e banheiros adaptados para atender às pessoas com
necessidades especiais. Além disso, ações de extensão são realizadas com campanhas de
esclarecimento e informação sobre a inclusão social de pessoas com algum tipo de necessidade.
2.4.10 INCLUSÃO (POLÍTICA DE COTAS)
No ano de 2015 foram reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas de cada curso
e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das escolas públicas de Ensino Médio.
Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram destinadas aos candidatos oriundos de
famílias com renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio bruto per capita e 50%
(cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual
ou superior a um salário mínimo e meio bruto per capita. Nos dois grupos que surgem depois
de aplicada a divisão socioeconômica, serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção
igual à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo o último censo do
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a 67,22%
(sessenta e sete vírgulas vinte e dois por cento). Desde o ano de 2016, a UFAL tem destinado
50% de suas vagas a alunos egressos de escolas públicas.
3. OBJETIVOS
3.1 OBJETIVO GERAL
O objetivo geral do curso é formar profissionais aptos a: (a) compreender, explorar,
inovar e manter fontes sustentáveis de energia de acordo com as necessidades dos indivíduos e
das comunidades, (b) conceber, pesquisar e desenvolver novas tecnologias capazes de produzir
e distribuir energias oriundas de fontes renováveis.
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
● Englobar todos os elementos relacionados à geração, distribuição, gestão e
planejamento de energia necessária à vida humana no mundo atual;
23
● Fornecer acesso a todos os sistemas de energia usados atualmente, com enfoque
naqueles baseados em fontes renováveis;
● Enfatizar num portifólio aproximado para um sistema de energia em que um largo
intervalo de opções de energia é melhor empregado do que apenas um único, para satisfazer as
necessidades do homem moderno, com o mínimo de agressão ao meio ambiente;
● Oferecer ao egresso do curso um perfil profissional com enfoque moderno, voltado
para as questões ambientais, e com amplo espectro de conhecimento multidisciplinar.
4. MARCO REFERENCIAL
O cenário mundial dos próximos anos no campo das engenharias estará caracterizado
por uma competição acirrada, onde os produtos e serviços primarão pela qualidade, induzindo,
logicamente, a competência como parâmetro fundamental na gerência conceptiva ou executiva
das empresas e órgãos governamentais.
Nosso país, para acompanhar este cenário, precisa desenvolver ações que permitam
otimizar toda política nas áreas de educação (em todos os níveis), saúde, habitação e emprego.
Não podemos conviver com um déficit habitacional, um sistema de saúde precário e a pobreza
cada vez mais gritante da população tanto nacional, como principalmente a regional, sem
somarmos esforços que estejam direcionados para o modelo vigente.
O profissional precisa estar consciente desta realidade. As empresas precisam, junto às
universidades, investirem em pesquisas, a fim de que o país acompanhe a evolução das
tecnologias, desenvolvendo-se e tornando-se competitivo. Não é concebível, por exemplo, que
numa usina sucroalcooleira não haja produção de energia elétrica através do bagaço da cana.
Como o desenvolvimento tecnológico será cada vez mais dependente das atividades de
pesquisa e um volume sempre maior de conhecimentos científicos estará à disposição das
nações, será primordial que o governo e a sociedade se empenhem ao máximo para apropriar e
adaptar esses conhecimentos na solução de parte de nossos problemas sócio-econômicos.
Do ponto de vista da sustentabilidade, as questões ambientais, no âmbito da Engenharia
de Energia, ganham importância. Com a expansão da produção de energia para fontes de
energias alternativas aos combustíveis fósseis, os profissionais de Engenharia de Energia
deverão ter uma visão global do ambiente no qual estão inseridos, de forma a promover as
intervenções necessárias para garantir o bem-estar das populações atuais e futuras.
24
5. MARCO CONCEITUAL
A nova correlação de poder político e econômico que se articula no mundo, que, com a
formação de blocos regionais e as profundas transformações no sistema produtivo,
influenciarão sobremaneira o comportamento dos setores produtivos nacionais e regionais,
exigindo uma maior competência e eficácia do engenheiro para converter em aplicações
práticas os resultados de novas descobertas científicas e tecnológicas.
Sendo diversas as subáreas da Engenharia de Energia – hidráulica, eólica, solar, etc. –
precisamos dotar o profissional formado por esta IES de conhecimentos básicos de execução e
concepção em todas essas subáreas, a fim de que o mesmo tenha mais facilidade quando eleger,
por vocação ou necessidade, sua especialização.
Em alusão à Classificação Brasileira de Ocupações – CBO, o profissional Engenheiro
deverá possuir as seguintes atribuições:
i. Comunicar-se bem de forma oral e escrita;
ii. Saber produzir sínteses numéricas e gráficas dos dados;
iii. Dominar uma língua estrangeira, preferencialmente o inglês em nível de leitura;
iv. Estabelecer relações entre ciências, tecnologia e sociedade;
v. Projetar sistemas e equipamentos;
vi. Analisar propostas técnicas;
vii. Gerir e inspecionar serviços em sistemas e equipamentos;
viii. Realizar pesquisa científica e tecnológica em serviços, sistemas e equipamentos;
ix. Comprometer-se com o desenvolvimento profissional constante, assumindo postura
de flexibilidade em sua atuação profissional.
5.1 A ENGENHARIA SEGUNDO AS DIRETRIZES CURRICULARES
NACIONAIS
As diretrizes curriculares nacionais das engenharias foram determinadas pelo Conselho
Nacional de Educação por meio da Resolução CNE/CES n.º 2, de 24 de abril de 2019. O perfil
desejado para o engenheiro egresso é definido, em seu artigo 3º, a seguir:
I - ter visão holística e humanista, ser crítico, reflexivo, criativo, cooperativo e ético e
com forte formação técnica;
II - estar apto a pesquisar, desenvolver, adaptar e utilizar novas tecnologias, com
atuação inovadora e empreendedora;
25
III - ser capaz de reconhecer as necessidades dos usuários, formular, analisar e
resolver, de forma criativa, os problemas de Engenharia;
IV - adotar perspectivas multidisciplinares e transdisciplinares em sua prática;
V - considerar os aspectos globais, políticos, econômicos, sociais, ambientais,
culturais e de segurança e saúde no trabalho;
VI - atuar com isenção e comprometimento com a responsabilidade social e com o
desenvolvimento sustentável. (CNE/CES, 2019, p. 1).
O artigo quarto da Resolução CNE/CES n.º 2, de 24 de abril de 2019 versa sobre as
competências gerais exigidas para a formação do engenheiro (CNE/CES, 2019, p. 2).:
Art. 4º O curso de graduação em Engenharia deve proporcionar aos seus egressos, ao
longo da formação, as seguintes competências gerais:
I - formular e conceber soluções desejáveis de engenharia, analisando e
compreendendo os usuários dessas soluções e seu contexto:
a) ser capaz de utilizar técnicas adequadas de observação, compreensão, registro e
análise das necessidades dos usuários e de seus contextos sociais, culturais, legais,
ambientais e econômicos;
b) formular, de maneira ampla e sistêmica, questões de engenharia, considerando o
usuário e seu contexto, concebendo soluções criativas, bem como o uso de técnicas
adequadas.
II - analisar e compreender os fenômenos físicos e químicos por meio de modelos
simbólicos, físicos e outros, verificados e validados por experimentação:
a) ser capaz de modelar os fenômenos, os sistemas físicos e químicos, utilizando as
ferramentas matemáticas, estatísticas, computacionais e de simulação, entre outras.
b) prever os resultados dos sistemas por meio dos modelos;
c) conceber experimentos que gerem resultados reais para o comportamento dos
fenômenos e sistemas em estudo;
d) verificar e validar os modelos por meio de técnicas adequadas.
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos (bens e serviços), componentes
ou processos:
a) ser capaz de conceber e projetar soluções criativas, desejáveis e viáveis, técnica e
economicamente, nos contextos em que serão aplicadas;
b) projetar e determinar os parâmetros construtivos e operacionais para as soluções de
Engenharia;
c) aplicar conceitos de gestão para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar
projetos e serviços de Engenharia.
IV - implantar, supervisionar e controlar as soluções de Engenharia:
a) ser capaz de aplicar os conceitos de gestão para planejar, supervisionar, elaborar e
coordenar a implantação das soluções de Engenharia.
b) estar apto a gerir, tanto a força de trabalho quanto os recursos físicos, no que diz
respeito aos materiais e à informação;
c) desenvolver sensibilidade global nas organizações;
d) projetar e desenvolver novas estruturas empreendedoras e soluções inovadoras para
os problemas;
e) realizar a avaliação crítico-reflexiva dos impactos das soluções de Engenharia nos
contextos social, legal, econômico e ambiental.
V - comunicar-se eficazmente nas formas escrita, oral e gráfica:
a) ser capaz de expressar-se adequadamente, seja na língua pátria ou em idioma
diferente do Português, inclusive por meio do uso consistente das tecnologias digitais
de informação e comunicação (TDICs), mantendo-se sempre atualizado em termos de
métodos e tecnologias disponíveis.
VI - trabalhar e liderar equipes multidisciplinares:
a) ser capaz de interagir com as diferentes culturas, mediante o trabalho em equipes
presenciais ou a distância, de modo que facilite a construção coletiva;
b) atuar, de forma colaborativa, ética e profissional em equipes multidisciplinares,
tanto localmente quanto em rede;
26
c) gerenciar projetos e liderar, de forma proativa e colaborativa, definindo as
estratégias e construindo o consenso nos grupos;
d) reconhecer e conviver com as diferenças socioculturais nos mais diversos níveis
em todos os contextos em que atua (globais/locais);
e) preparar-se para liderar empreendimentos em todos os seus aspectos de produção,
de finanças, de pessoal e de mercado.
VII - conhecer e aplicar com ética a legislação e os atos normativos no âmbito do
exercício da profissão:
a) ser capaz de compreender a legislação, a ética e a responsabilidade profissional e
avaliar os impactos das atividades de Engenharia na sociedade e no meio ambiente.
b) atuar sempre respeitando a legislação, e com ética em todas as atividades, zelando
para que isto ocorra também no contexto em que estiver atuando.
VIII - aprender de forma autônoma e lidar com situações e contextos complexos,
atualizando-se em relação aos avanços da ciência, da tecnologia e aos desafios da
inovação:
a) ser capaz de assumir atitude investigativa e autônoma, com vistas à aprendizagem
contínua, à produção de novos conhecimentos e ao desenvolvimento de novas
tecnologias;
b) aprender a aprender.
As questões relativas ao Projeto Pedagógico do Curso são discutidas no artigo sexto,
apontando, com destaque, para atividades extracurriculares individuais e em grupo; para
atividades que promovam a integração e a interdisciplinaridade; para os trabalhos de síntese e
integração de conhecimentos; e para as atividades acadêmicas tais como: trabalhos de iniciação
científica, competições acadêmicas, projetos interdisciplinares e transdisciplinares, projetos de
extensão, atividades de voluntariado, visitas técnicas, desenvolvimento de protótipos,
monitorias,
participação
em
empresas
juniores,
incubadoras
e
outras
atividades
empreendedoras.
Os conteúdos a serem trabalhados em cursos de Engenharia são definidos no artigo nono
da Resolução CNE/CES n.º 2, de 24 de abril de 2019:
Art. 9º Todo curso de graduação em Engenharia deve conter, em seu Projeto
Pedagógico de Curso, os conteúdos básicos, profissionais e específicos, que estejam
diretamente relacionados com as competências que se propõe a desenvolver. A forma
de se trabalhar esses conteúdos deve ser proposta e justificada no próprio Projeto
Pedagógico do Curso.
§ 1º Todas as habilitações do curso de Engenharia devem contemplar os seguintes
conteúdos básicos, dentre outros: Administração e Economia; Algoritmos e
Programação; Ciência dos Materiais; Ciências do Ambiente; Eletricidade; Estatística.
Expressão Gráfica; Fenômenos de Transporte; Física; Informática; Matemática;
Mecânica dos Sólidos; Metodologia Científica e Tecnológica; Química; e Desenho
Universal.
§ 2º Além desses conteúdos básicos, cada curso deve explicitar no Projeto Pedagógico
do Curso os conteúdos específicos e profissionais, assim como os objetos de
27
conhecimento e as atividades necessárias para o desenvolvimento das competências
estabelecidas.
§ 3º Devem ser previstas as atividades práticas e de laboratório, tanto para os
conteúdos básicos como para os específicos e profissionais, com enfoque e
intensidade compatíveis com a habilitação da engenharia, sendo indispensáveis essas
atividades nos casos de Física, Química e Informática. (2019, p. 5).
Ainda, de acordo com as DCNs, a formação do engenheiro incluirá o estágio obrigatório,
com carga horária mínima de 160 horas e sob supervisão direta da instituição de ensino. Um
trabalho final de conclusão de curso é obrigatório, como uma atividade de síntese e integração
de conhecimentos.
5.2 A ENGENHARIA DE ENERGIA SEGUNDO O SISTEMA CONFEA-CREA
A resolução Nº 1.076, de 5 de julho de 2016, em seus artigos segundo ao sexto, visa
discriminar as atividades e competências profissionais do engenheiro de energia como segue:
Art. 2º Compete ao engenheiro de energia o desempenho das atividades 1 a 18 do art.
5º, §1º, da Resolução nº 1.073, de 19 de abril de 2016, referentes a geração e conversão
de energia, equipamentos, dispositivos e componentes para geração e conversão de
energia, gestão em recursos energéticos, eficiência energética e desenvolvimento e
aplicação de tecnologias relativas aos processos de transformação, de conversão e de
armazenamento de energia.
Art. 3º O engenheiro de energia poderá atuar também no desempenho das atividades
1 a 18 do art. 5º, §1º, da Resolução nº 1.073, de 2016, referentes a transmissão,
distribuição, conservação e armazenamento de energia, em função estritamente do
enfoque e do projeto pedagógico do curso, a critério da câmara especializada.
Art. 4º As competências do engenheiro de energia são concedidas por esta resolução
sem prejuízo dos direitos e prerrogativas conferidos ao engenheiro, ao engenheiro
agrônomo, ao geólogo ou engenheiro geólogo, ao geógrafo e ao meteorologista por
meio de leis ou normativos específicos.
Art. 5º As atividades e competências profissionais serão concedidas em conformidade
com a formação acadêmica do egresso, possibilitadas outras que sejam acrescidas na
forma disposta em resolução específica.
Art. 6º O engenheiro de energia integrará o grupo ou categoria Engenharia,
modalidade Eletricista. (2016, p. 1 e 2).
6. PERFIL DO EGRESSO
28
A Engenharia de Energia é o ramo da engenharia que planeja, analisa e desenvolve
sistemas de geração, transporte, transmissão, distribuição e utilização de energias renováveis e
não renováveis. O engenheiro de energia lida com todas as formas de energias renováveis,
dentre elas: solar, eólica, hidráulica, de biomassa, geotérmica e das marés. Na área pública,
pesquisa e traça estratégias para o setor energético, além de avaliar as necessidades de uma
região ou setor e desenvolver projetos econômica e socialmente viáveis, sempre buscando
soluções seguras e sustentáveis, que não agridam o meio ambiente. Pode coordenar programas
de contenção e uso racional da energia, além de conceber, projetar e fabricar equipamentos
mecânicos utilizados em sistemas que usem fontes renováveis de energia.
O Curso de Engenharia de Energia da UFAL objetiva a formação de profissionais
ecléticos, dotados de consciência política e visão global da conjuntura econômica, social,
ambiental e humanística. Esses devem estar preparados para contribuírem na solução de
problemas relacionados à geração de energia com visão crítica e transformadora da realidade
regional e nacional. O Engenheiro de Energia, egresso deste curso, apresentará formação com
ampla base científica e profissional, com conhecimentos técnicos, habilidades e competências
em:
I. Gestão, supervisão, coordenação, orientação técnica de sistemas de energia;
II. Coleta de dados, estudo, planejamento, projeto, especificação;
III. Estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental;
IV. Assistência, assessoria, consultoria;
V. Direção de obra ou serviço técnico;
VI. Vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico;
VII. Auditoria e arbitragem que envolva sistemas de energia;
VIII. Treinamento, ensino, pesquisa, desenvolvimento, análise, experimentação, ensaio,
divulgação técnica e extensão que envolva sistemas de energia;
IX. Padronização, mensuração, controle de qualidade que envolva sistemas de energia;
X. Execução de obra ou serviço técnico que envolva sistemas de energia;
XI. Fiscalização de obra ou serviço técnico que envolva sistemas de energia;
XII. Condução de serviço técnico na área de sistemas de energia;
XIII. Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção.
6.1 CAMPOS DE ATUAÇÃO
29
As atribuições listadas acima envolvem as seguintes funções da competência do
Engenheiro de Energia:
a) Indústria de equipamentos de geração de potência e calor;
b) Aproveitamento de recursos renováveis para a geração de potência e calor;
c) Análise de sistemas térmicos e fluidos-mecânicos;
d) Pesquisa nas áreas de engenharia e de energias renováveis.
O campo de atividades do Engenheiro de Energia se relaciona com quase todos os
aspectos da tecnologia aplicada a diferentes setores, tais como:
•
Indústria de Papel e Celulose
•
Petroquímica
•
Petróleo e Gás Natural
•
Usinas de Açúcar e Álcool
•
Indústria de cimento
•
Geração Termelétrica e Distribuída
•
Indústria de Alimentos
•
Indústria Têxtil
•
Setor Terciário
•
Hidroelétricas
•
Agências reguladoras
•
Companhias de Energia elétrica
•
Operador nacional do sistema
•
Instituições de Ensino
•
Institutos de Pesquisa
6.2 MERCADO DE TRABALHO
Uma das prioridades do governo brasileiro é investir na geração de energia para atender
à crescente demanda da indústria e evitar uma crise energética num futuro próximo. Isso aquece
o mercado para esse engenheiro. O país tem potencial de crescimento não apenas no setor
hidrelétrico, mas também na pesquisa e no desenvolvimento de tecnologias para a produção de
energias alternativas. Os parques eólicos ganham expressão no Nordeste, a geração de energia
de biomassa já é promissora. Isso amplia o leque de oportunidades de trabalho. O mercado de
30
trabalho para este profissional não se restringe ao campo da produção, mas tem papel
importante na indústria, através da otimização dos sistemas de consumo de energia.
7. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO
7.1 COLEGIADO
O Colegiado do curso de Engenharia de Energia é o órgão deliberativo do curso,
responsável pela discussão de suas políticas acadêmicas. O colegiado do curso é composto por
Professores (5 titulares e 5 suplentes), Técnico-administrativos (um titular e um suplente) e
Alunos (um titular e um suplente), sendo os representantes dos técnico-administrativos e dos
discentes eleitos e escolhidos pelos seus pares, aprovados pelo Conselho Superior do Campus
ou da Unidade Acadêmica, de acordo com o Art. 25º do Estatuto e Regimento Geral da
Universidade Federal de Alagoas.
7.2 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
O Núcleo Docente Estruturante (NDE) responde mais diretamente pela criação,
implantação e consolidação do PPC do curso, visualizando os enfrentamentos que o curso tem
na conciliação e integração da pesquisa, ensino e extensão.
Tanto o Colegiado quanto o NDE do curso de Engenharia de Energia trazem consigo os
desafios de promover a contextualização curricular permanente, a promoção da pesquisa no
ensino, o apoio às práticas extensivas e à formação continuada dos professores.
O núcleo docente estruturante do curso será composto por no mínimo cinco professores,
seguindo a resolução Nº 52/2012 – CONSUNI/UFAL, de 05 de novembro de 2012, que institui
e normatiza os NDEs na UFAL. Os nomes que comporão o NDE serão indicados pelo
Colegiado do Curso e submetidos ao Conselho Superior do Campus ou da Unidade Acadêmica
para aprovação.
8. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA
8.1 ESTRUTURA CURRICULAR
31
O Curso de Engenharia de Energia do Campus de Engenharias e Ciências Agrárias da
Universidade Federal de Alagoas oferecerá 40 vagas por ano, selecionando-se os candidatos
por meio da nota obtida no ENEM.
O curso terá prazo de integralização de 10 semestres, sendo o máximo 15 semestres,
com carga horária mínima de 3.815 horas, atendendo às Referencias Curriculares Nacionais dos
Cursos de Bacharelado e Licenciatura da Secretaria de Educação Superior do Ministério da
Educação que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do Curso de Engenharia e
dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos
cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
Os alunos que apresentam extraordinário aproveitamento nos estudos poderão ter
abreviada a duração de seus cursos, conforme Resolução nº 60/98 – CEPE, de 19 de outubro de
1998.
A estrutura curricular do Curso de Engenharia de Energia do Campus de Engenharias e
Ciências Agrárias - UFAL foi elaborada baseada nas reflexões e análises dos professores que
compõem as mais diversas áreas de formação do Curso. Além disso, esta estrutura curricular
foi estabelecida a partir de projetos pedagógicos de cursos de graduação em Engenharia de
Energia (bacharelado) oferecidos pelas IES, principalmente da região Nordeste, tendo em vista
o perfil profissional que exige o desenvolvimento de competências e habilidades com visão
interdisciplinar.
A estrutura e o conteúdo curricular com as bibliografias do Curso de Engenharia de
Energia contemplam uma oferta semestral de disciplinas, organizadas mediante a seguinte
configuração:
CONTEÚDO BÁSICO:
Confere sólidos fundamentos científicos e conhecimentos de formação geral. Além
disso, esta etapa objetiva a integração do aluno à Universidade e situa-se, predominantemente,
nos
seis
primeiros
semestres,
sendo
essenciais
ao
aprendizado
das
disciplinas
profissionalizantes.
CONTEÚDO PROFISSIONALIZANTE:
Este ciclo mostra a necessidade das aplicações a serem realizadas no desempenho
profissional e designa a etapa de estudos que compreende conhecimentos, habilidades e atitudes
que, fundamentados no conteúdo básico, capacitam o estudante ao exercício da profissão.
32
CONTEÚDO PROFISSIONALIZANTE ESPECÍFICO:
Composto por campos de saber que permitem atender as peculiaridades locais e
regionais, caracterizando a identidade própria do projeto institucional. Fazem parte deste núcleo
as disciplinas eletivas/obrigatórias, que complementam as mais diversas áreas de atuação
profissionalizante do Curso. O aluno é obrigado a atender 180 horas nessas disciplinas para
complementação de sua profissionalização, de modo que possa definir a sua orientação
vocacional, dentro do conteúdo interdisciplinar da Engenharia de Energia.
33
DISCIPLINAS
SEM.
1º
GEOMETRIA
ANALÍTICA
2º
ÁLGEBRA LINEAR
SOCIEDADE E
AMBIENTE
QUÍMICA
ORGÂNICA
INTRODUÇÃO À
ENGENHARIA DE
ENERGIA
FÍSICA I
CÁLCULO I
4º
5º
MECÂNICA DOS
FLUIDOS
6º
QUÍMICA
ANALÍTICA
7º
ANÁLISE E
AVALIAÇÃPO DE
IMPACTOS
AMBIENTAIS
8º
9º
MÁQUINAS DE
ENERGIA
FLUXO, GERAÇÃO E HIDRÁULICA
PROPULSÃO
10º
ELETIVA
CÁLCULO IV
ELETROTÉCNICA
APLICADA
CIÊNCIAS DOS
MATERIAIS
ÉTICA E EXERCÍCIO
PROFISSIONAL
BIODIESEL
ETANOL
TRABALHO DE
CONCLUSÃO DE
CURSO
MECÂNICA DOS
SÓLIDOS II
TRANSFERÊNCIA
DE CALOR
ELETRÔNICA DE
POTÊNCIA
CONVERSÃO
ELETROMECÂNICA
ENERGIA EÓLICA
ESTÁGIO
CURRICULAR
SUPERVISIONADO
ESTATÍSTICA GERAL METODOLOGIA DA
PESQUISA
ENERGIA DE
BIOMASSA E
CAPTAÇÃO DE
CARBONO
MECÂNICA DOS
SÓLIDOS I
CÁLCULO
NUMÉRICO
MICROBIOLOGIA
GERAL
ELEMENTOS DE
MÁQUINAS
BIOPROCESSOS
TRANSMISSÃO E
DISTRIBUIÇÃO DE
ENERGIA ELÉTRICA
INTRODUÇÃO À
COMPUTAÇÃO
CÁLCULO II
DESENHO TÉCNICO
INDUSTRIAL
BIOQUÍMICA
SEGURANÇA DO
TRABALHO
ANÁLISE DE
CIRCUITOS
ELÉTRICOS
ENERGIA SOLAR
ECONOMIA PARA
ENGENHARIA
GESTÃO
EMPRESARIAL E
MARKETING
DESENHO TÉCNICO
TOPOGRAFIA
DESENHO
UNIVERSAL
ACE I
TERMODINÂMICA
MECÂNICA DOS
SÓLIDOS III
ELETIVA
ELETIVA
ACE II
ACE III
TECNOLOGIA DE
CONVERSÃO
ENERGÉTICA DA
BIOMASSA
EFICIÊNCIA E
GESTÃO
ENERGÉTICA
ACE V
ACE VI
QUÍMICA GERAL
3º
CIÊNCIAS DO
AMBIENTE E
MANEJO DE
RECURSOS
NATURAIS
AGROMETEOROLO
GIA E
CLIMATOLOGIA
CÁLCULO III
HIDROLOGIA
FÍSICA II
LEGENDA
CONTEÚDO BÁSICO
CONTEÚDO PROFISSIONALIZANTE
CONTEÚDO PROFISSIONALIZANTE ESPECÍFICO
FÍSICA III
ACE IV
34
9. COMPONENTES CURRICULARES
Os componentes curriculares são apresentados no quadro abaixo, com a carga horária
mínima por componente e total para integralização do curso.
O Estágio Superviosinado e o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), nas suas diversas
modalidades, complementam a formação do aluno, dando ao mesmo a oportunidade efetiva de
observar como os mais diversos conhecimentos adquiridos no curso são executados na prática.
As atividades curriculares de extensão (ACEs) estão distribuídas ao longo de seis
períodos do curso, do quarto ao nono período, contemplando 10% da carga horária total do
curso. Além das atividades curriculares de extensão, os estudantes podem participar de outras
atividades curriculares vinculados às comunidades, em qualquer período do curso, tais como:
Pesquisa, Trabalho de Conclusão de Curso e Atividades Complementares.
9.1 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR E CARGA HORÁRIA
Tabela 1 Organização Curricular do Curso de Engenharia de Energia
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
Componentes Curriculares
Disciplinas Obrigatórias
Disciplinas Eletivas Obrigatórias
Trabalho de Conclusão de Curso
Estágio Supervisionado
Atividades Complementares (Flexível)
Atividades Curriculares de Extensão
(ACEs)
Integralização Curricular
Carga Horária Carga Horária Percentual
(Hora Relógio) (Hora Aula) (Aproximado)
2745
3294
71,95
180
216
4,72
80
96
1,75
240
288
5,24
180
216
3,93
390
468
10,22
3815
4578
100,00
35
5.24
3.93
10.22
Disciplinas Obrigatórias
1.75
4.72
Disciplinas Eletivas Obrigatórias
Trabalho de Conclusão de Curso
71.95
Estágio Supervisionado
Atividades Complementares (Flexível)
ACE
Figura 2. Distribuição percentual dos componentes curriculares do curso de Engenharia de
Energia.
9.2 DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS E ELETIVAS
A carga horária mínima em disciplinas é de 2.925 horas, sendo 2.745 horas cursadas em
disciplinas da grade curricular obrigatória e 180 horas cursadas em disciplinas eletivas. A carga
horária cursada em disciplinas eletivas, que exceder às 180 horas mínimas, serão computadas
como atividades complementares.
As disciplinas eletivas obrigatórias, que fazem parte do elenco de disciplinas eletivas do
Curso, complementam as mais diversas áreas de atuação profissionalizante do Curso. O aluno
deverá eleger três dessas disciplinas para complementação de sua profissionalização, de modo
que possa definir o seu sentido vocacional, dentro do conteúdo multidisciplinar do curso de
Engenharia de Energia. As disciplinas eletivas serão ofertadas já a partir do segundo semestre,
onde deverão ser considerados os pré-requisitos.
10. INTERFACES DO CURSO
10.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL
O Decreto no 4.281 de 25 de junho de 2002, regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril
de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências. A
Resolução CNE/CP nº 02/2012 define formas de sua implementação nos currículos dos cursos
superiores.
36
Para atender as diretrizes curriculares que insere a questão ambiental, o Curso de
Engenharia de Energia trata do assunto nas seguintes disciplinas: Sociedade e Ambiente
(primeiro período) e Ciências do Ambiente e Manejo de Recursos Naturais (terceiro período).
10.2 RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA
Em atenção às Leis 10.639/2003 e 11.645/2008 e à Resolução CNE/CP 01/2004,
fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004, que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação de Relações Étnico Raciais e para o Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira, Africana e Indígena, os PPC's dos cursos da UFAL vêm tratando a temática de
forma transversal. Neste contexto, o Curso de Engenharia de Energia oferta a disciplina Ética e
Exercício Profissional e a disciplina Sociedade e Ambiente, que trata também das relações do
Homem com o Ambiente.
Além das disciplinas citadas no parágrafo anterior, o curso de Engenharia de Energia
entende que o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana se faz necessário para
garantir, além de tudo, a valorização das matrizes africanas que formam a diversidade cultural
brasileira. Assim, os estudantes deste curso podem solicitar matrículas em disciplinas ofertadas
em diferentes unidades da Universidade, permitindo uma visão mais profunda sobre estes
temas. Incluindo, então, no histórico acadêmico, como horas flexíveis, as componentes
cursadas.
10.3 EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS
A Educação em Direitos Humanos na UFAL adequa-se à Resolução CNE/CP no
01/2012. O Curso de Engenharia de Energia trata a temática de Educação de Direitos Humanos
de forma transversal, nos conteúdos abordados nas disciplinas obrigatórias de Sociedade e
Ambiente e Ética e Exercício Profissional, ofertadas no primeiro e nono semestres do curso,
respectivamente. Além disso, o tema Educação em Direitos Humanos pode ser abordado em
outras disciplinas, de forma multidisciplinar e indireta.
10.4 LIBRAS
37
De acordo com o Art. 3º do Decreto Nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005, que
Regulamenta a Lei Nº 10.436, de 24 de abril de 2002, e dispõe sobre a Língua Brasileira de
Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000, o Curso de Engenharia
de Energia oferta a disciplina Libras como eletiva.
11. CONTEÚDOS CURRICULARES
O ordenamento curricular previsto para o Curso de Engenharia de Energia contempla
conteúdos básicos, profissionalizantes e profissionalizantes específicos. Os pré-requisitos são
determinados de acordo com as observações do Núcleo Docente Estruturante e do Colegiado
do curso, para cada disciplina. O aluno que perder mais de 50% (em carga horária) das
disciplinas do semestre em curso fica retido e deverá se matricular apenas nas disciplinas que
foi reprovado. O aluno que perder, deixar de cursar, ou trancar por mais de uma vez uma
disciplina fica retido até cumpri-la.
As disciplinas estabelecidas como pré-requisitos controlam o fluxo curricular,
impedindo a matrícula do aluno na disciplina que tem como pré-requisito uma disciplina não
cumprida pelo aluno.
SEM.
C.H.
Hora
Relógio
C.H.
Hora
Aula
GEOMETRIA ANALÍTICA
60
72
SOCIEDADE E AMBIENTE
45
54
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE ENERGIA
30
36
CÁLCULO I
60
72
INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO
45
54
DESENHO TÉCNICO
45
54
QUÍMICA GERAL
60
72
TOTAL
345
414
ÁLGEBRA LINEAR
60
72
QUÍMICA ORGÂNICA
45
54
FÍSICA I
60
72
ESTATÍSTICA GERAL
60
72
CÁLCULO II
60
72
DISCIPLINA
PRÉ-REQUISITOS
1º
2º
3º
TOPOGRAFIA
60
72
TOTAL
345
414
CIÊNCIAS DO AMBIENTE E MANEJO DE RECURSOS
NATURAIS
30
36
AGROMETEOROLOGIA E CLIMATOLOGIA
60
72
CÁLCULO III
60
72
GEOMETRIA ANALÍTICA
CÁLCULO I
CÁLCULO I
CÁLCULO II
38
4º
METODOLOGIA DA PESQUISA
30
36
DESENHO TÉCNICO INDUSTRIAL
30
36
DESENHO TÉCNICO
DESENHO UNIVERSAL
30
36
DESENHO TÉCNICO
HIDROLOGIA
60
72
CÁLCULO II / ESTATÍSTICA GERAL
FÍSICA II
60
72
FÍSICA I
TOTAL
360
432
FÍSICA III
60
72
FÍSICA II
CÁLCULO IV
60
72
CÁLCULO III
ENERGIA DE BIOMASSA E CAPTAÇÃO DE CARBONO
45
54
MECÂNICA DOS SÓLIDOS I
60
72
ÁLGEBRA LINEAR / CÁLCULO II
BIOQUÍMICA
60
72
QUÍMICA ORGÂNICA
ACE I
75
90
TOTAL
360
432
MECÂNICA DOS FLUIDOS
60
72
FÍSICA II / CÁLCULO IV
ELETROTÉCNICA APLICADA
45
54
FÍSICA III
MECÂNICA DOS SÓLIDOS II
45
54
MECÂNICA DOS SÓLIDOS I
CÁLCULO IV / ÁLGEBRA LINEAR /
INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO
CÁLCULO NUMÉRICO
60
72
SEGURANÇA DO TRABALHO
30
36
TERMODINÂMICA
60
72
FÍSICA II
ACE I
5º
6º
7º
ACE II
60
72
TOTAL
360
432
QUÍMICA ANALÍTICA
45
54
QUÍMICA GERAL
QUÍMICA GERAL / FÍSICA III / QUÍMICA
ORGÂNICA
TERMODINÂMICA / MECÂNICA DOS
FLUIDOS
CIÊNCIAS DOS MATERIAIS
60
72
TRANSFERÊNCIA DE CALOR
45
54
MICROBIOLOGIA GERAL
60
72
BIOQUÍMICA
ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS
45
54
ELETROTÉCNICA APLICADA
MECÂNICA DOS SÓLIDOS III
45
54
MECÂNICA DOS SÓLIDOS II
ACE III
75
90
ACE II
TOTAL
375
450
ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS
45
54
ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL
30
36
ELETRÔNICA DE POTÊNCIA
45
54
ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS
ELEMENTOS DE MÁQUINAS
60
72
MECÂNICA DOS SÓLIDOS II / DESENHO
TÉCNICO INDUSTRIAL
ENERGIA SOLAR
60
72
TERMODINÂMICA
TECNOLOGIA DE CONVERSÃO ENERGÉTICA DA
BIOMASSA
60
72
QUÍMICA GERAL / ENERGIA DE
BIOMASSA E CAPTAÇÃO DE CARBONO
EFICIÊNCIA E GESTÃO ENERGÉTICA
30
36
ELETROTÉCNICA APLICADA
ACE IV
60
72
TOTAL
390
468
MÁQUINAS DE FLUXO, GERAÇÃO E PROPULSÃO
60
72
BIODIESEL
30
36
CONVERSÃO ELETROMECÂNICA
60
72
ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS
BIOPROCESSOS
45
54
QUÍMICA ORGÂNICA / TECNOLOGIA
DE CONVERSÃO ENERGÉTICA DA
BIOMASSA / MICROBIOLOGIA GERAL
8º
MECÂNICA DOS FLUIDOS /
TERMODINÂMICA
QUÍMICA ORGÂNICA / TECNOLOGIA
DE CONVERSÃO ENERGÉTICA DA
BIOMASSA
39
9º
ECONOMIA PARA ENGENHARIA
30
36
ELETIVA
60
72
ACE V
60
72
TOTAL
345
414
ENERGIA HIDRÁULICA
60
72
ETANOL
45
54
ENERGIA EÓLICA
45
54
TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA
ELÉTRICA
60
72
GESTÃO EMPRESARIAL E MARKETING
45
54
ELETIVA
60
72
ACE VI
60
72
TOTAL
375
450
ELETIVA
60
72
TOTAL
60
72
HIDROLOGIA / MÁQUINAS DE FLUXO,
GERAÇÃO E PROPULSÃO
QUÍMICA ORGÂNICA / TECNOLOGIA
DE CONVERSÃO ENERGÉTICA DA
BIOMASSA / MICROBIOLOGIA GERAL
MECÂNICA DOS SÓLIDOS III /
MÁQUINAS DE FLUXO, GERAÇÃO E
PROPULSÃO
ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS
10º
DISCIPLINA ELETIVA
C.H.
Hora
Relógio
C.H.
Hora
Aula
PRÉ-REQUISITOS
ENERGIA DOS OCEANOS
45
54
MÁQUINA DE FLUXO, GERAÇÃO E PROPULSÃO
ENERGIA GEOTÉRMICA
60
72
TRANSFERÊNCIA DE CALOR
COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS
30
36
TERMODINÂMICA
REATORES QUÍMICOS
45
54
QUÍMICA GERAL
INGLÊS INSTRUMENTAL
60
72
ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO
ENERGÉTICO
60
72
MELHORAMENTO VEGETAL
60
72
BIOTECNOLOGIA
30
36
MATERIAIS ELÉTRICOS
60
72
LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
45
54
REFRIGERAÇÃO E CONDICIONAMENTO DE
AR
45
54
TERMODINÂMICA
GERAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE VAPOR
45
54
TRANSFERÊNCIA DE CALOR
GEOPROCESSAMENTO
60
72
TOPOGRAFIA
TEORIA DAS ESTRUTURAS
45
54
MECÂNICA DOS SOLIDOS III
MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS
45
54
MECÂNICA DOS SOLIDOS III
ANÁLISE E PROJETO DE ESTRUTURAS DE
MATERIAIS COMPÓSITOS
45
54
MECÂNICA DOS SOLIDOS III
ENERGIA DO HIDROGÊNIO
45
54
QUÍMICA GERAL
PRODUÇÃO DE BIOENERGIA A PARTIR DE
EFLUENTES LIQUIDOS
30
36
QUÍMICA ORGÂNICA
ECONOMIA PARA ENGENHARIA
CIÊNCIAS DOS MATERIAIS
SILVICULTURA E DENDROENERGIA
60
72
ENERGIA DE BIOMASSA E CAPTAÇÃO DE
CARBONO
HIDRÁULICA
45
54
MECÂNICA DOS FLUIDOS
PREVENÇÃO E CONTROLE DA POLUIÇÃO NO
SETOR ENERGÉTICO
30
36
QUÍMICA GERAL
APROVEITAMENTO ENERGÉTICO DOS
RESÍDUOS AGROINDUSTRIAIS
45
54
QUÍMICA ORGÂNIICA
EMPREENDEDORISMO
60
72
40
SISTEMAS HÍBRIDOS
30
36
TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA
ELÉTRICA
INTRODUÇÃO AO MÉTODO DOS VOLUMES
FINITOS
45
54
CÁLCULO NUMÉRICO
CONTROLE ANALÓGICO
60
72
ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS
CONTROLE DIGITAL
60
72
CONTROLE ANALÓGICO
60
72
CIÊNCIAS DOS MATERIAIS
45
54
MECÂNICA DOS FLUIDOS
INSTRUMENTAÇÃO PARA ENGENHARIA
60
72
ESTATÍSTICA GERAL
TÓPICOS AVANÇADOS EM ENERGIA EÓLICA
45
54
ENERGIA EÓLICA
AERODINÂMICA DE TURBINAS EÓLICAS
30
36
MÁQUINAS DE FLUXO, GERAÇÃO E PROPULSÃO
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS
60
72
CÁLCULO II
EQUAÇÕES DIFERENCIAIS PARCIAIS
60
72
CÁLCULO IV
FÍSICA IV
60
72
FÍSICA III E CÁLCULO IV
DINÂMICA DAS MÁQUINAS
60
72
CÁLCULO IV/ MECÂNICA DOS SÓLIDOS I
ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETOS
45
54
QUÍMICA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL
45
54
QUÍMICA GERAL
MÁQUINAS TÉRMICAS
60
72
TERMODINÂMICA
LABORATÓRIO DE FÍSICA I
30
36
CÁLCULO I
TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO
45
54
INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO
LABORATÓRIO DE FÍSICA III
30
36
FÍSICA II
LABORATÓRIO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS
30
36
CONVERSÃO ELETROMECÂNICA
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
60
72
ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS
LABORATÓRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
30
36
ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS
PORTUGUÊS INSTRUMENTAL
30
36
MÁQUINAS ELÉTRICAS
60
72
CONVERSÃO ELETROMECÂNICA
36
AGROMETEOROLOGIA E CLIMATOLOGIA /
TRANSFERÊNCIA DE CALOR
TÓPICOS AVANÇADOS DE CIÊNCIAS DOS
MATERIAIS
INTRODUÇÃO À FLUIDODINÂMICA
COMPUTACIONAL
TÓPICOS ESPECIAIS EM EFICIÊNCIA
ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS
30
12. DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
1ª PERÍODO
Disciplina: GEOMETRIA ANALÍTICA
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Ementa: Vetor: Conceito e Propriedades Gerais. Produtos Escalar, Vetorial e Misto. Equações
Vetoriais. Retas e Planos. Cônicas e Quádricas. Classificação das Cônicas.
Bibliografia:
41
Básica:
BOULOS, P., CAMARGO, I. Geometria Analítica: um tratamento vetorial. 3ª ed. São Paulo:
Makron Books - Grupo Pearson, 2005.
WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica. 2ª ed. São Paulo: Pearson, 2014.
STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2ª ed. São Paulo: Pearson, 1995.
Complementar:
SANTOS, F. J.; FERREIRA, S. B. Geometria Analítica. 1ª ed. Bookman, 2009.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. vol. 1. São Paulo: Pearson Makron Books,
2005.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3ª ed. São Paulo: Harbra, 1994.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1995.
THOMAS, G. B. Cálculo. vol. 1. São Paulo: Addison Wesley, 2002.
Disciplina: SOCIEDADE E AMBIENTE
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito:
Ementa: Histórico e Conceitos Básicos da Sociologia. Instituições Sociais. O Homem e o Meio:
população e migrações. Desenvolvimento e Meio Ambiente. Mudança Social.
Bibliografia:
Básica:
ACSELRAD, H. (org.) Conflitos Ambientais no Brasil. Rio de Janeiro: Relumé Dumara, 2004.
BRYM, R. J. (et al.) Sociologia: sua bússola para um novo mundo. São Paulo: Cengage Leraning,
2008.
HANNIGAN, J. Sociologia ambiental. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
Complementar:
CASTELLS, M. O Poder da Identidade. vol 2. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008.
FERRY, L. A Nova Ordem Ecológica: a árvore, o animal e o homem. Rio de Janeiro: DIFEL,
2009.
42
FLORIANI, D. Conhecimento, Meio Ambiente e Globalização. Curitiba: Juruá, 2004.
GUARESCHI, P. Sociologia Crítica: alternativas de mudança. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2011.
ALMINO, J. Naturezas Mortas: a filosofia política do ecologismo. Rio de Janeiro: Francisco Alves,
2004.
DRUMMOND, J. A.; FRANCO, J. L. de A. Proteção à Natureza e Identidade Nacional no Brasil,
Anos 1920-40. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2009.
FOSTER, J. B. A Ecologia em Marx: materialismo e natureza. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2005.
Disciplina: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE ENERGIA
C. H. teórica: 36h
C. H. prática: 0
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito:
Ementa: Histórico da Engenharia no Brasil e no Mundo. O profissional de Engenharia e Campos
de Atuação. Transformações Sociais, Econômicas e Ambientais e o Uso da Energia. Fontes
Renováveis e Não Renováveis de Energia. Disponibilidade de Energia no Brasil e no Mundo e
Matriz Energética. Sustentabilidade Energética.
Bibliografia:
Básica:
PHILIPPI, JR. A. Energia e Sustentabilidade. 1ª ed. São Paulo: Manole, 2016.
VIEIRA, R. A. Processos de Energias Renováveis. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014. 936p.
REIS, L. B.; CUNHA, E. C. N. Energia Elétrica e Sustentabilidade. 2ª ed. São Paulo: Manole,
2014.
Complementar:
DOS SANTOS, M. A. Fontes de Energias Nova e Renovável. 1ª ed. LTC, 2013, 198 p.
TOLMASQUIM, M. T. Fontes Renováveis de Energia no Brasil. 1ª ed. Rio de Janeiro: Ed.
Interciência, 2003, 516 p.
BRITO, F. T. Direito das Energias Renováveis. 1ª ed. São Paulo: Almedina, 2014, 250p.
COCIAN, L. F. E. Introdução à engenharia. Porto Alegre: Bookman, 2017.
43
PEREIRA, T. C. G. Dossiê de Pesquisa: fontes renováveis de energia. Curitiba, PR: COPEL, 2010.
235 p.
Disciplina: CÁLCULO I
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Ementa: Funções e gráficos. Logaritmos e exponenciais. Funções trigonométricas e funções
trigonométricas inversas. Funções hiperbólicas. Limite e continuidade. A derivada e a derivação.
Taxas de variação. Otimização. Valores extremos de funções. Técnicas de construção de gráficos.
A diferencial.
Bibliografia:
Básica:
STEWART, J. Cálculo. vol. 1. 4ª ed. (trad. da 8ª ed. norte-americana) São Paulo: Editora Cengage
Thomson Learning, 2017.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. vol. 1. 3ª ed. São Paulo: Editora Harbra,
1994.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. vol 1. 5ª ed. LTC, 2001.
Complementar:
HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L.; SOBECK; PRICE. Cálculo: um curso moderno e suas
aplicações. 11ª ed. LTC, 2015.
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração. 6ª
ed. São Paulo: Person, 2006.
ÁVILA, G. Cálculo das Funções de uma Variável. 7ª ed. LTC, 2003.
GIORDANO, W. H ; THOMAS, G. B. Cálculo. vol. 1. 11ª ed. São Paulo: Editora Pearson
Education, 2008.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. vol. 1, 8ª ed. Bookman, 2007.
Disciplina: INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO
C. H. teórica: 24h
C. H. prática: 30h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
44
Pré-requisito:
Ementa: Estudo de componentes básicos de um sistema de computação. Introdução à organização
dos computadores: Arquitetura, Sistemas Operacionais e Compiladores. Algoritmos Estruturados
e Estruturas de Dados. Linguagens de Programação: Teoria e Prática em Laboratório.
Bibliografia:
Básica:
GILAT, A. MATLAB com aplicações em engenharia. 4ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
CHAPMAN, S. J. Programação em MATLAB para Engenheiros. 2ª ed. São Paulo: Cengage CTP,
2010.
PALM, W. J. Introdução ao MATLAB para engenheiros. 3ª ed. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2013.
Complementar:
SIZEMORE, J.; MUELLER, J. MATLAB para Leigos. Rio de Janeiro: Alta Books, 2016.
MATSUMOTO, E. Y. MATLAB R2013a. Teoria e Programação. 1ª ed. São Paulo: Érica, 2013.
HOLLOWAY, J. P. Introdução à Programação para Engenharia: resolvendo problemas com
algoritmos. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
MONTEIRO, M. A. Introdução à Organização de Computadores. 5ª ed. LTC, Rio de Janeiro, 2007.
TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores. 5ª ed. Prentice Hall, São Paulo,
2007.
Disciplina: DESENHO TÉCNICO
C. H. teórica: 18h
C. H. prática: 36h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito:
Ementa: Materiais de desenho. Normas técnicas. Caligrafia técnica, linhas e escalas. Vistos
ortográficos. Perspectiva axonométrica. Noções de desenho arquitetônico.
Bibliografia:
Básica:
45
MONTENEGRO, G. A. A perspectiva dos Profissionais. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blücher Ltda.,
2010.
SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J.; SOUSA, L. Desenho técnico moderno. 4ª ed. LTC, 2006.
MANFÉ, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho Técnico Mecânico. São Paulo: Hemus, 2000.
Complementar:
CARVALHO, B. de A. Desenho geométrico. 2ª ed. Rio de Janeiro: Imperial, 2008.
FRENCH, T. E.; VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. Porto Alegre: Globo,
1995.
MONTENEGRO, G. A. Desenho Arquitetônico. 4ª ed. São Paulo: Edgard Blücher Ltda., 2002.
MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho Técnico: problemas e soluções gerais de desenho.
São Paulo: Hemus, 2004.
CARVALHO, B. de A. Desenho Geométrico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1988.
Disciplina: QUÍMICA GERAL
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 18h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Ementa: Estrutura Atômica. Classificação Periódica dos Elementos. Ligações Químicas.
Estequiometria. Soluções, Concentração e Diluições. Termoquímica. Cinética Química. Equilíbrio
Químico. Prática de Laboratório de Química.
Bibliografia:
Básica:
ATKINS, P. W.; JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; TOWNSEND, J. R.; TREICHEL, D. A. Química Geral e Reações
Químicas. vol. 1. trad. da 9ª ed norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; TOWNSEND, J. R.; TREICHEL, D. A. Química Geral e Reações
Químicas. vol. 2. trad. da 9ª ed norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
Complementar:
46
MASTERTON, W. L., HURLEY, C. N. Química: princípios e reações. 6ª ed. LTC, 2010.
BROWN, L. S.; HOLME, T. A. Química Geral Aplicada à Engenharia. 2ª ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2014.
BRADY, J.E; HUMISTON, G. E. Química Geral. vol. 1. 2ª ed. LTC, 1986.
CHANG, R. Química Geral: conceitos essenciais. 4ª ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2006.
RUSSEL, J. B. Química Geral. vol. 1 e 2. 2ª ed. São Paulo: Makron Books, 1994.
2º PERÍODO
Disciplina: ÁLGEBRA LINEAR
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Geometria
Analítica
Ementa: Matrizes. Determinantes. Sistemas de Equações Lineares. Espaços Vetoriais. Espaços
Vetoriais Euclidianos. Transformações Lineares. Vetores Próprios e Valores Próprios. Formas
Quadráticas.
Bibliografia:
Básica:
POOLE, D. Álgebra Linear. 1ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
LAY, D. C. Álgebra Linear e suas Aplicações. 4ª ed. São Paulo: LTC, 2013.
ANTON, H., RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. 10ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
Complementar:
STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Álgebra Linear. 2ª ed. São Paulo: Pearson, 1995.
KOLMAN, B.; HILL, D. R. Introdução à álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC,
2014.
BOLDRINI, J. L.; et al. Álgebra linear. 3ª ed. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1980.
CALLIOLI, C. A.; DOMINGUES, H. H.; COSTA, R. C. F. Álgebra linear e aplicações. 6ª ed. São
Paulo: Atual, 1990.
LIMA, E. L. Geometria analítica e álgebra linear. 2ª ed. São Paulo: IMPA, 2012.
47
Disciplina: QUÍMICA ORGÂNICA
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito:
Ementa: Estrutura das moléculas orgânicas. Grupos funcionais e propriedades físicas e químicas.
Hidrocarbonetos. Compostos oxigenados, nitrogenados, sulfurados e aromáticos. Estudo da
estereoquímica. Mecanismos das reações químicas orgânicas.
Bibliografia:
Básica:
SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. vol. 1. 10ª ed. São Paulo: LTC, 2012.
SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. vol. 2. 10ª ed. São Paulo: LTC, 2012.
McMURRY, J. Química Orgânica. trad. da 7ª ed. norte-americana. São Paulo: Cengage Learning,
2011.
Complementar:
BARBOSA, L. C. A. Introdução à Química Orgânica. 2ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010.
BRUICE, P. Y. Química Orgânica. vol. 1. 4ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006.
MORRISON, R. T.; BOYD, R. N. Química Orgânica. 13ª ed. Lisboa: Fundação Calouste
Gulbenkian, 1996.
CAREY, F. A. Química Orgânica. vol. 1. 7ª ed. Mc Graw Hill, 2011.
CAREY, F. A. Química Orgânica. vol. 2. 7ª ed. Mc Graw Hill, 2011.
Disciplina: FÍSICA I
C. H. teórica: 60h
C. H. prática: 12h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo I
Ementa: Medidas. Movimentos uni e bi dimensionais. Leis de Newton. Trabalho e energia
mecânica. Conservação do momento linear. Colisões. Rotações e momento angular. Dinâmica de
corpos rígidos. Prática de laboratório.
48
Bibliografia:
Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física 1: Mecânica. vol. 1. 10ª ed.
LTC, 2016.
MOSCA, G; TIPLER, P. Física. vol.1. 6ª ed. LTC, 2009.
JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros. vol.1. trad. da 8ª ed.
norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
Complementar:
HEWITT, P. G. Física Conceitual. 12ª ed. São Paulo: Bookman, 2015.
KRANE, K. S. Física 1. vol.1. 5ª ed. LTC, 2003.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Mecânica. vol. 1. 5ª ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2013.
CHAVES, A.; SAMPAIO J. F. Mecânica. 1ª ed. vol. 1. Rio de Janeiro: LTC/LAB, 2007.
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física I: mecânica.
vol.1. 12ª ed. São Paulo: Pearson, 2008.
Disciplina: ESTATÍSTICA GERAL
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 18h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Ementa: Conceitos iniciais. População e amostra. Variáveis. Estatística descritiva. Tabelas.
Gráficos. Distribuição de freqüências para variáveis contínuas e discretas. Medidas de posição:
média aritmética, moda, mediana. Separatrizes. Medidas de dispersão. Probabilidade. Distribuição
Binomial, Distribuição de Poison, Distribuição Normal. Correlação e regressão linear simples.
Inferência. Testes de hipóteses. Análise de variância.
Bibliografia:
Básica:
BUSSAB, W. O.; MORETIM, P. A. Estatística Básica. 8ª ed. São Paulo: Saraiva, 2014.
49
MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros.
6ª ed. LTC, 2016.
PIMENTEL-GOMES, F. Curso de Estatística Experimental. 15ª ed. Editora FEALQ, 2009.
Complementar:
TRIOLA, M. F. Introdução à Estatística. 11ª ed. LTC, 2013.
MORETTIN, P. Estatística Básica. 8ª ed. São Paulo: Saraiva. 2014. 568p.
BELORIZKY, E. Probabilidades e Estatísticas nas Ciências Experimentais Metodologias. 1ª ed.
Porto Editora, 2007. 128p.
COCHRAN, W. G.; COX, G. M. Experimental design. 2ª ed. London: John Wiley & Sons, 1992,
640p.
FÁVERO, L.; FÁVERO, P. Modelos de Regressão com EXCEL, STATA e SPSS. 1ª ed. Elsevier,
2015, 520p.
Disciplina: CÁLCULO II
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo I
Ementa: Integração e a integral definida. A Integral indefinida. Áreas e volumes. Técnicas de
integração. Aplicações da integral. Coordenadas polares. Integrais impróprias. Fórmula de Taylor.
Sequências e séries infinitas.
Bibliografia:
Básica:
STEWART, J. Cálculo. vol. 1. trad. da 8ª ed. norte-americana. São Paulo: Editora Cengage
Thomson Learning, 2017.
STEWART, J., Cálculo. vol. 2. trad. da 8ª ed. norte-americana. São Paulo: Editora Cengage
Thomson Learning, 2017.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. vol. 1. 3ª ed. São Paulo: Editora Harbra,
1994.
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração. 6ª
ed. São Paulo: Person, 2006.
50
Complementar:
ÁVILA, G. Cálculo das Funções de uma Variável. 7ª ed. LTC, 2003.
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo B - Funções de Várias Variáveis, Integrais
Múltiplas, Integrais Curvilíneas e de Superfície. 2ª ed. São Paulo: Pearson, 2007.
HOFFMAN, L. D.; BRADLEY, G. Cálculo – Um Curso Moderno e suas Aplicações. 10ª ed. LTC,
2010.
GIORDANO, W. H e THOMAS, G. B., Cálculo. vol. 1, 11ª ed. São Paulo: Editora Pearson
Education, 2008.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, vol. 1 e 2. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.
Disciplina: TOPOGRAFIA
C. H. teórica: 36h
C. H. prática: 36h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Ementa: Métodos expeditos e regulares de levantamento planimétrico. Nivelamento geométrico e
trigonométrico. Desenho de plantas. Locação de curvas circulares. Divisão de terras. Locação de
terraços. Locação de taipas. Levantamento de perfis longitudinais. Levantamento taqueométrico.
Levantamento de bacias hidrográficas e de bacias hidráulicas.
Bibliografia:
Básica:
TULER, M.; SARAIVA, S. Fundamentos de Topografia. Editora Bookman, 2013.
SILVA, I.; SEGANTINE, P. C. L. Topografia para Engenharia. 1ª ed. Elsevier, 2015, 416p.
GONÇALVES, J. A.; MADEIRA, S.; SOUSA, J. J. Topografia: conceitos e aplicações. 3ª ed.
Editora Lidel, 2012.
Complementar:
COMASTRI, J. A. Topografia: Altimetria. Viçosa: UFV, 1999.
MCCORMAC, J.; SARASUA, W.; WILLIAM, D. Topografia. 6ª ed. LTC, 2016.
COMASTRI, J. A.; GRIPP JUNIOR, J. Topografia Aplicada. Viçosa: UFV, 1990.
ESPARTEL, L. Curso de Topografia. Porto Alegre: GLOBO, 1987.
51
PINTO, L. E. K. Curso de Topografia. Salvador: UFBA, 1988.
3º PERÍODO
Disciplina: CIÊNCIAS DO AMBIENTE E MANEJO DE RECURSOS NATURAIS
C. H. teórica: 24h
C. H. prática: 12h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito:
Ementa: Conceitos preliminares. Bases teóricas da recuperação e manejo de ecossistemas.
Técnicas de recuperação de ecossistemas aquáticos e terrestres. Ecotecnologia. Manejo de
Ecossistemas. Recuperação de áreas degradadas urbanas, de exploração mineral e de exploração
agrícola.
Bibliografia:
Básica:
GUREVITCH, J.; SCHEINER, S. M.; FOX, G. A. Ecologia Vegetal. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed
Editora S.A., 2009.
MILLER, G.T.; SPOOLMAN, S.E. Ciência Ambiental. 2ª ed. São Paulo: Cengage Learning
Edições Ltda, 2015.
RICKLEFS, R. E. A economia da Natureza. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
Complementar:
BEGON, M.; HARPER, J.; TOWNSEND, C.R. Ecologia: de indivíduos e ecossistemas. 4ª ed.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
MORÁN, E. F. A Ecologia Humana das Populações da Amazônia. Petrópolis: Vozes. 1990.
TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L. Fundamentos em Ecologia. 3ª ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010.
DUBOIS, J. C. L.; VIANA, V. M.; ANDERSON, A. B. ANDERSON. Manual Agroflorestal para
a Amazônia. Rio de Janeiro: REBRAF, 1996.
PRIMAVESI, A. Agroecologia: ecosfera, tecnosfera e agricultura. São Paulo: Nobel, 1997.
52
Disciplina: AGROMETEOROLOGIA E CLIMATOLOGIA
C. H. teórica: 48h
C. H. prática: 24h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Ementa: Meteorologia e climatologia. Aspectos meteorológicos dos movimentos da terra.
Processos físicos, químicos e dinâmico da atmosfera terrestre.
Bibliografia:
Básica:
FERREIRA, A. G. Meteorologia Prática. São Paulo: Oficina de textos, 2006. 188 p.
VIANELLO, R. L.; ALVES, A. R. Meteorologia Básica e Aplicações. 2ª ed. Viçosa: Editora UFV,
2013. 460p.
REICHARDT, K. TIMM, L. C. Solo, Planta e Atmosfera. Conceitos, Processos e Aplicações. 2ª
ed. Editora Manole, 2012.
Complementar:
PEREIRA, A. R.; ANGELOCCI, L. R.; SENTELHAS, P. C. Agrometeorologia: fundamentos e
aplicações práticas. Guaíba: Editora Agropecuária, 2002, 478 p.
MONTEITH, J.; UNSWORTH, M. Principles of Environmental Physics: plants, animals, and the
atmosphere. 4th ed. Academic Press, 2013, 422p.
AHRENS, C. D. Meteorology Today: an introduction to weather, climate, and the environment.
10th ed. Brooks Cole, 2013, 640p.
TUBELIS, A.; NASCIMENTO, F. J. L. Meteorologia Descritiva - Fundamentos e Aplicações. 1ª
ed. Editora Nobel, 1983, 374 p.
OMETTO, J. C. Bioclimatologia Vegetal. São Paulo: Ed. Agronômica Ceres, 1981, 440 p.
Disciplina: CÁLCULO III
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo II
Ementa: Curvas Parametrizadas. Comprimento de Arco. Curvatura e Torção. Triedro de Frenet.
Funções de varias variáveis. Limite e continuidade. Derivadas parciais. Aplicações diferenciáveis.
Matriz Jacobiana. Derivadas direcionais. Gradiente. Regra da cadeia. Funções implícitas. Funções
53
vetoriais. Teorema da função inversa. Máximos e mínimos. Multiplicadores de Lagrange. Fórmula
de Taylor.
Bibliografia:
Básica:
STEWART, J., Cálculo. vol. 2. trad. da 8ª ed. norte-americana. São Paulo: Editora Cengage
Thomson Learning, 2017.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. vol. 4. São Paulo: LTC, 2002.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. vol. 3. São Paulo: LTC, 2002.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. vol 2. 3ª ed. São Paulo: HARBRA, 1994.
Complementar:
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo B - Funções de Várias Variáveis, Integrais
Múltiplas, Integrais Curvilíneas e de Superfície. 2ª ed., São Paulo: Editora Pearson, 2007.
HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L.; SOBECK; PRICE. Cálculo: um curso moderno e suas
aplicações. 11ª ed. LTC, 2015.
GIORDANO, W. H e THOMAS, G. B., Cálculo. vol. 2. 11ª ed. São Paulo: Editora Pearson
Education, 2008.
MUNEM, M. A., FOULIS, D. J. Cálculo. vol. 2. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. vol. 2. 8ª ed. Bookman, 2007.
Disciplina: METODOLOGIA DA PESQUISA
C. H. teórica: 28h
C. H. prática: 8h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito:
Ementa: O conceito de ciência. O conhecimento científico. Relações entre ciência, tecnologia e
sociedade. Planejamento da pesquisa científica. A importância do projeto de pesquisa. Estrutura
básica do projeto de pesquisa.
Bibliografia:
Básica:
54
ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico. 10ª ed. São Paulo: Atlas,
2010.
MARTINS, G. A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 3ª ed. São Paulo: Atlas,
2002.
MATIAS-PEREIRA, J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. 4ª ed. São Paulo: Atlas,
2016.
Complementar:
MEDEIROS, J. B. Manual de Elaboração de Referências Bibliográficas. São Paulo: Atlas, 2006.
BASTOS, L. R.; PAIXÃO, L.; FERNANDES, L. M.; DELUIZ, N. Manual para Elaboração de
Projetos e Relatórios de Pesquisas, Teses, Dissertações, Monografias. 6ª ed. LTC, 2003.
ANDRADE, M. M. de; MEDEIROS, J. B. Manual de elaboração de referências bibliográficas. São
Paulo: Atlas, 2001.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica: ciência e conhecimento científico,
métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
MARTINS, G. A. Estudo de caso: uma estratégia de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 2006.
Disciplina: DESENHO TÉCNICO INDUSTRIAL
C. H. teórica: 18h
C. H. prática: 18h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Desenho Técnico
Ementa: Desenho assistido por computador (Programa de CAD 3D): janelas, barras de ferramenta,
sistemas de coordenadas, manipulação de arquivos, comandos e ferramentas para desenho (line,
polyline, circle, spline, hatch), edição de desenho (erase, copy, mirror, offset, array, move, rotate,
scale), criação de níveis de desenho, controle de visualização, comandos de impressão. Aplicações
em desenhos e detalhamento de elementos de máquinas: modelagem de peças (extrusão, revolução,
varredura, cascas, loft), projeto e análise de montagens.
Bibliografia:
Básica:
BUDYNAS, R. G.; NISBETT, J. K. Elementos de Máquinas de Shigley, AMGH, 2016.
55
MANFE, G.; POZZA, R; SCARATO, G. Desenho Técnico Mecânico: curso completo para as
escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia. vol. 3. São Paulo: Hemus, 2000.
SILVA, A. Desenho técnico moderno. 4ª ed. São Paulo: LTC, 2006.
Complementar:
FRENCH, T. E.; VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 8ª ed. São Paulo: Editora
Globo, 1995.
SPECK, H. J.; PEIXOTO, V. V. Manual Básico de Desenho Técnico. 5ª ed. Florianópolis: UFSC,
2009.
MUNIZ, C.; MANZOLI, A. Desenho Técnico. 1ª ed. Lexikon, 2015.
LEAKE, J. M.; BORGERSON, J. L. Manual de Desenho Técnico para Engenharia. 2ª ed. LTC,
2015.
CUNHA, L. V. Desenho Técnico. 15ª ed. Caloustre, 2010.
Disciplina: DESENHO UNIVERSAL
C. H. teórica: 18h
C. H. prática: 18h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Desenho Técnico
Ementa:
Conceitos e definições do desenho Universal. Requisitos para projetos de edificações, mobiliários,
equipamentos e espaços urbanos com ênfase na acessibilidade e adequados à diversidade humana,
que atendam aos critérios técnicos da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT e que
garantam a acessibilidade do ambiente urbano e das edificações. Legislação e normas técnicas.
Bibliografia:
Básica:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9050: Acessibilidade de Pessoas
Portadoras de Deficiências a Edificações, Espaço, Mobiliário e Equipamento Urbano. Rio de
Janeiro: ABNT, 2015.
CAMBIAGHI, Silvana Serafino. Desenho Universal – métodos e técnicas para arquitetos e
urbanistas. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2007.
56
PRADO, Adriana R. de Almeida. Desenho universal: caminhos da acessibilidade no Brasil. São
Paulo: Annablume, 2010.
Complementar:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 16537: Acessibilidade
- Sinalização tátil no piso - Diretrizes para elaboração de projetos e instalação. Rio de Janeiro,
2016.
BRASIL. Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Decreto Legislativo nº
186/2008. Decreto nº 6.949/2009. Brasília: Secretaria de Direitos Humanos, Secretaria nacional de
Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, 2011.
BRASIL. LEI nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei brasileira de Inclusão da Pessoa com
Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).
BRASIL, Presidência da República. Lei Nº 10.098: Acessibilidade, promulgada em 19 de
dezembro de 2000. Brasília: PR, 2000.
GEHL, J. Cidades para Pessoas. São Paulo: Perspectiva, 2013.
Disciplina: HIDROLOGIA
C. H. teórica: 48h
C. H. prática: 24h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Cálculo II
e
Estatística Geral
Ementa: Introdução. Ciclo hidrológico. Precipitação. Evaporação e evapotranspiração. Infiltração
da água no solo. Escoamento superficial. Estudo da vazão de cursos d'água. Água subterrânea.
Transporte de sedimentos. Microbacias hidrográficas experimentais. Balanço hídrico de
microbacias. Consumo de água por florestas. Controle da produção de água em microbacias
hidrográficas. Indicadores de sustentabilidade em bacias hidrográficas. Floresta e qualidade da
água. Manejo integrado de microbacias hidrográficas. Recuperação e conservação de nascentes.
Conceituação do gerenciamento de bacias hidrográficas.
Bibliografia:
Básica:
57
TUCCI, C. E. M. (Org.) Hidrologia: ciência e aplicação. 2ª ed. Porto Alegre: Ed. Universidade
UFRGS ABRH, 2001.
PAIVA, J. B. D.; PAIVA, E. M. C. D. Hidrologia Aplicada à Gestão de Pequenas Bacias
Hidrográficas. ABRH, 2003, 628p.
DORNELLES, F.; COLLISCHONN, W. Hidrologia para Engenharias e Ciências Ambientais. vol.
1. 2ª ed. ABRH, 2013.
Complementar:
MOTA, S. Preservação e Conservação de Recursos Hídricos. Rio de Janeiro: ABES, 1995, 200p.
SILVA, A. M.; SCULZ, H. E.; CAMARGO, P. B. Erosão e Hidrossedimentologia em Bacias
Hidrográficas. São Paulo: Rima, 2003.
ROCHA, J. S. M. Manual de Projetos Ambientais. Santa Maria: Imprensa Universitária, 1997,
423p.
CAUBT, C. G. Manejo Alternativo de Recursos Hídricos. MMA/FNMA. Florianópolis: Imprensa
Universitária/UFSC, 1994, 135p.
MOTA, S. Preservação e Conservação de Recursos Hídricos. Rio de Janeiro: ABES, 1995, 200p.
Disciplina: FÍSICA II
C. H. teórica: 60h
C. H. prática: 12h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Física I
Ementa: Fluidos. Temodinâmica e teoria cinética dos gases. Movimento oscilatório. Ondas.
Gravitação. Prática de laboratório.
Bibliografia:
Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: gravitação, ondas e
termodinâmica. Vol. 2. 10ª ed. LTC, 2016.
MOSCA, G; TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros. v.1. 6ª ed. LTC, 2009.
JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros: oscilações, ondas e
termodinâmica. vol. 1. trad. da 8ª ed. norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
58
Complementar:
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: fluidos, oscilações e ondas. vol. 2. 5ª ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 2013.
HEWITT, P. G. Física Conceitual. 12ª ed. São Paulo: Bookman, 2015.
YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física II. Termodinâmica e Ondas. vol. 2. 12ª ed São Paulo:
Ed. Pearson, 2008.
KRANE, K. S. Física 2. vol. 2. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
CHAVES, A.; SAMPAIO J. F. Gravitação, Fluidos, Ondas e Termodinâmica. 1ª ed. vol. 2. Rio de
Janeiro: LTC/LAB, 2007.
4º PERÍODO
Disciplina: FÍSICA III
C. H. teórica: 60h
C. H. prática: 12h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Física II
Ementa: Eletricidade: Carga elétrica e campo elétrico. Potencial elétrico. Capacitância e
dielétricos. Corrente elétrica e circuitos elétricos. Resistência e força eletromotriz.
Eletromagnetismo: Campo magnético e força magnética. Indução eletromagnética. Prática de
laboratório.
Bibliografia:
Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: eletromagnetismo. v.3. 10ª
ed. LTC, 2016.
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol. 3. 6ª ed. LTC, 2009.
JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros: eletricidade e
magnetismo. vol. 3. trad. da 8ª ed. norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
Complementar:
KRANE, K. S. Física 1. v.1, 5ª ed. LTC, 2004.
59
USSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: eletromagnetismo. vol. 3. 5ª ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2013.
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III:
eletromagnetismo. vol. 3. 14ª ed. São Paulo: Ed. Pearson, 2015.
CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. vol. 3. 6ª ed. LCT, 2006.
CHAVES, A. Física Básica: eletromagnetismo. 1ª ed. LTC, 2007.
Disciplina: CÁLCULO IV
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo III
Ementa: Integrais múltiplas. Integrais de linha. Campos vetoriais conservativos. Mudança de
variáveis em integrais múltiplas. Superfícies parametrizadas. Integrais de superfície. Teorema de
Green. Teorema de Gauss. Teorema de Stoke. Equações diferenciais de primeira e segunda ordem.
Métodos elementares de solução. Equações diferenciais lineares.
Bibliografia:
Básica:
STEWART, J. Cálculo. Vol. 2. São Paulo: Cengage Learning, 2013.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. vol. 4. São Paulo: LTC, 2002.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. vol 2. 3ª ed. São Paulo: HARBRA, 1994.
BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R.C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de
Contorno. 10ª ed. São Paulo: LTC, 2015.
Complementar:
BRONSON, R. B.; COSTA, G. Equações Diferenciais - Coleção Schaum. 3ª ed. Porto Alegre:
Bookman, 2008.
GIORDANO, W. H; THOMAS, G. B., Cálculo. vol. 2. 11ª ed. São Paulo: Editora Pearson
Education, 2008.
HOFFMAN, L. D.; BRADLEY, G. Cálculo – Um Curso Moderno e suas Aplicações. 10ª ed. LTC,
2010.
60
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo B - Funções de Várias Variáveis, Integrais
Múltiplas, Integrais Curvilíneas e de Superfície. 2ª ed. Editora Pearson, 2007.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. vol. 2. 8ª ed. Bookman, 2007.
Disciplina: ENERGIA DE BIOMASSA E CAPTAÇÃO DE CARBONO
C. H. teórica: 48h
C. H. prática: 6h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito:
Ementa: Mudanças no clima. Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre as mudanças
climáticas. A energia de biomassa. Fontes de Biomassa. Caracterização energética da biomassa.
Balanço energético de bioenergia.
Bibliografia:
Básica:
CORTEZ, L. A. B; LORA, E. E. S.; GOMEZ, E.O. (Org). Biomassa para energia. Campinas:
Editora da Unicamp, 2008.
LIMIRO, D. Créditos de Carbono - Protocolo de Kyoto e Projetos de MDL. Curitiba: Juruá, 2009,
170 p.
ROSILLO-CALLE, F.; BAJAY, S. V.; ROTHMAN, H. Uso da biomassa para produção de energia
na indústria brasileira. Editora Unicamp, 2008, 447 p.
Complementar:
BRAND, M. A. Energia de biomassa florestal. Rio de Janeiro: Interciência, 2010, 114 p.
COELHO, S. T.; MONTEIRO, M. B.; KARNIOL, M. R. Atlas de Bioenergia do Brasil – São
Paulo. Projeto Fortalecimento Institucional do CENBIO, Convênio 721606/2009 – MME. 66 p.
HAGGERTY, A. P. Biomass crops: production, energy, and the environment. Nova Science
Publishers, 2011, 232 p.
HOUTART, F. A agroenergia: solução para o clima ou saída da crise para o capital? Petropolis,
RJ: Vozes, 2010, 324 p.
VILLELA, A, A; FREITAS, M.A. V.; ROSA, L. P. O uso de energia de biomassa no Brasil. Rio
de Janeiro: Interciência, 2015, 180 p.
61
Disciplina: MECÂNICA DOS SÓLIDOS I
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Cálculo II
e
Álgebra Linear
Ementa: Objetivos da mecânica dos sólidos rígidos e deformáveis. Estática dos pontos materiais.
Estática dos corpos rígidos. Características geométricas dos corpos.
Bibliografia:
Básica:
HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenharia. 12a ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall,
2011.
BEER, F. P., JOHNSTON, E. R., EISENBERG, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros Estática. 9a ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
MERIAN, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica para Engenharia - Estática. 7ª ed. Ed. LTC, 2009.
Complementar:
BORESI, A. P.; SCHMIDT, R. J. ESTÁTICA. 1ª ed. São Paulo: Cengage, 2003;
HIBBELER, R. C. Análise das Estruturas. 8a ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013.
MARTHA, L. F. Análise de Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos. Rio de Janeiro:
Campus/Elsevier, 2010.
GILBERT, A. M; LEET, K. M.; UANG, C. M. Fundamentos da Análise Estrutural. 3ª ed. São
Paulo: McGraw Hill, 2009.
BEER, F. P., JOHNSTON, E. R., DEWOLF, J. T. Resistência dos Materiais. 4a ed. São Paulo:
McGraw-Hill, 2006.
Disciplina: BIOQUÍMICA
C. H. teórica: 48h
C. H. prática: 24h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Química Orgânica
Ementa: Estrutura e função das macromoléculas: Aminoácidos e proteínas. Enzimas e coenzimas.
Carboidratos. Lipídeos. Ácidos nucléicos. Bioenergética e Metabolismo: Glicólise. Via das
pentoses fosfatadas. Gliconeogênese. Princípios da Regulação Metabólica. Ciclo do Àcido Citríco.
62
Catabolismo de Ácidos Graxos. Oxidação de Aminoácidos. Fosforilação Oxidativa. Biossíntese de
Carboidratos, lipídeos, aminoácidos e nucleotídeos. Prática de Laboratório.
Bibliografia:
Básica:
NELSON D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica de LEHNINGER. 6ª ed. Porto Alegre:
Editora Artmed, 2014, 1400 p.
BERG, J. M.; STRYER, L.; TYMOCZKO, J. L. Bioquímica. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2014.
MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica Básica. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2015.
Complementar:
VOET, D.; VOET, J.; PRATT C.W. Fundamentos de Bioquímica. A Vida em Nível Molecular. 4ª
ed. Porto Alegre: Editora Artmed, 2014.
VOET, D.; VOET, J. Bioquímica. 4ª ed. Porto Alegre: Editora Artmed, 2013.
PRATT, C. W.; CARNELT, K. Bioquímica Essencial. Rio de Janeiro: Editora Guanabara
Koogan, 2006, 716p.
LEHNINGER, A. Princípios de bioquímica. 5ª ed. São Paulo: Editora Sarvier, 2011.
CHAMPE, P.C.; FERRIER, D. R.; HARVEY, R. A. Bioquímica ilustrada. 3ª ed. Porto Alegre:
Artmed, 2006.
5º PERÍODO
Disciplina: MECÂNICA DOS FLUIDOS
C. H. teórica: 68h
C. H. prática: 4h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Física
II
e
Cálculo IV
Ementa: Conceitos básicos em Mecânica dos Fluidos. Estática dos Fluidos. Balanços globais e
diferenciais de massa e de energia. Análise dimensional e semelhança. Escoamento interno viscoso
e incompressível. Escoamento externo. Prática laboratorial.
63
Bibliografia:
Básica:
FOX, R. W.; MCDONALD, A. T.; PRITCHARD, P. J. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 8ª ed.
LTC, 2014.
WHITE, F. M. Mecânica dos Fluidos. 6ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2011, 880p.
ÇENGEL, Y. A.; CIMBALA, J. M. Mecânica dos Fluidos: fundamentos e aplicações. 3ª ed.
McGraw-Hill Interamericana do Brasil Ltda, 2015.
Complementar:
BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. 2ª ed. rev. – São Paulo: Pearson Prentice Hall. 2008. LIVI,
C. P. Fundamentos de Fenômenos de Transporte. 2ª ed. LTC, 2012, 254 p.
STREETER, V. L. Mecânica dos Fluidos. 9ª ed. Ed. McGraw Hill, 2012.
VIANNA, M. R. Mecânica dos Fluidos para Engenheiros 4ª ed. Imprimatur, Artes Ltda, 2001,
581p.
SILVA, W. P.; SILVA, C. M. D. P. S. Mecânica Experimental para Físicos e Engenheiros. 1ª ed.
João Pessoa: UFPB Editora Universitária, 2000.
Disciplina: ELETROTÉCNICA APLICADA
C. H. teórica: 42h
C. H. prática: 12h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Física III
Ementa: O sistema elétrico brasileiro. Carga, corrente, potência e energia. Tipos de circuitos
elétricos: corrente contínua e corrente alternada. Medidas elétricas básicas. Instrumentação
elétrica. Circuitos elétricos trifásicos. Aspectos básicos de transformadores. Potência Trifásica.
Sistema por unidade. Tipos de instalações elétricas.
Bibliografia:
Básica:
BOYLESTAD, R. L. Introdução à Análise de Circuitos. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2012.
64
CREDER, H.; COSTA, L. S. Instalações Elétricas. 15. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
GUSSOW, M.; COSTA, A. M. Eletricidade Básica. 2ª edição revisada e ampliada. São Paulo:
McGraw- Hill, 2008.
Complementar:
EDMINISTER, J. Circuitos Elétricos (reedição da edição clássica). São Paulo: Makron Books do
Brasil, 1991.
FOWLER, R. J. Eletricidade, Princípios e Aplicações. 3ª Edição. São Paulo: Makron Books, 1992.
JOHNSON, D. E.; HILBURN, J. L.; JOHNSON, J. R. Fundamentos de Análise de Circuitos
Elétricos. Rio de Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, 2008.
MAGALDI, M. Noções de Eletrotécnica: Curso Básico compreendendo Geração, Transmissão,
Transformação, Distribuição e Utilização da Energia Elétrica 4. ed. Rio de Janeiro: Ao Livro
Técnico, 1981.
O’MALLEY, J. Análise de Circuitos. 2. ed. São Paulo: McGraw Hill, 1994.
Disciplina: MECÂNICA DOS SÓLIDOS II
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Mecânica dos
Sólidos I
Ementa: Morfologia das estruturas. Introdução à análise estrutural. Noções de estaticidade.
Análise de Estruturas Isostáticas Planas: Treliças, Vigas e Cabos. Análise de tensões e de
deformações. Relações constitutivas. Tração e compressão.
Bibliografia:
Básica:
HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenharia. 12 a ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall,
2011.
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7a ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2010.
BEER, F. P., JOHNSTON, E. R., EISENBERG, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros Estática. 9a ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
65
BEER, F. P., JOHNSTON, E. R., DEWOLF, J. T. Resistência dos Materiais. 4 a ed. São Paulo:
McGraw-Hill, 2006.
Complementar:
GERE, J. M.; GOODNO, B. J. Mecânica dos Materiais. 7a ed. São Paulo: Cengage, 2011.
HIBBELER, R. C. Análise das Estruturas. 8a ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013.
MARTHA, L. F. Análise de Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos. Rio de Janeiro:
Campus/Elsevier, 2010.
GILBERT, A. M; LEET, K. M.; UANG, C. M. Fundamentos da Análise Estrutural. 3ª ed. São
Paulo: McGraw Hill, 2009.
MACHADO JUNIOR, E. F. Introdução à Isostática. São Carlos: EDUSP, 1999.
Disciplina: CÁLCULO NUMÉRICO
C. H. teórica: 36h
C. H. prática: 36h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo IV e
Álgebra Linear e Introdução à
Computação
Ementa: Sistemas numéricos e erros. Raízes de funções a uma variável. Solução de sistemas de
equações lineares. Interpolação e aproximação. Integração numérica. Diferenciação numérica.
Bibliografia:
Básica:
GILAT, A.; SUBRAMANIAM, V. Métodos numéricos para engenheiros e cientistas: uma
introdução com aplicações usando o MATLAB. Porto Alegre: Bookman, 2008.
CHAPRA, S. C.; CANALE, R. P. Métodos Numéricos para Engenharia. 12ª ed. Porto Alegre:
McGraw-Hill, 2008.
SPERANDIO, D.; MENDES, J. T.; MONKEN E SILVA, L. H. Cálculo Numérico. 2ª ed. São
Paulo: Pearson - Prentice Hall, 2015.
Complementar:
FRANCO, N. B. Cálculo Numérico. São Paulo: Pearson - Prentice Hall, 2007.
66
RUGGIERO, M. A. G.; LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais.
2ª ed. Makron Books, 1996.
BURIAN, R.; DE LIMA, A. C.; HETEM JÚNIOR, A. Cálculo Numérico. LTC, 2007.
PAZ, A. P.; TÁRCIA, J. H. M.; PUGA, L. Z. Cálculo Numérico. 2ª ed. LCTE, 2012.
SANTOS, J. D.; DA SILVA, Z. C. Métodos Numéricos. 3ª ed. Recife: Ed. Universitária, 2010.
Disciplina: SEGURANÇA DO TRABALHO
C. H. teórica: 36h
C. H. prática: 0
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito:
Ementa: Saúde e Segurança no Trabalho. Perigo e Risco. Técnicas de Análise de Risco e Medidas
de Controle. Classificação dos Riscos. Acidentes de Trabalho e Perdas. Doenças Ocupacionais.
Higiene Ocupacional e Toxicologia. Normas Regulamentadoras. Equipamentos de Proteção
Coletiva (EPCs) e Individual (EPIs). Responsabilidades: PCMSO, SESMT, PPRA e CIPA.
Procedimentos e Inspeções. Noções de Ergonomia.
Bibliografia:
Básica:
COSTA, A. T. Manual de segurança e saúde no trabalho. 13ª ed. Rio de Janeiro: Senac RJ, 2017.
SALIBA, T. M.; PAGANO, S. C. R. Legislação de Segurança, Acidente do Trabalho e Saúde do
Trabalhador. 12ª ed. São Paulo: SP. LTr, 2017. 728 p.
CAMPOS, A. CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes: uma nova abordagem. 23ª ed.
São Paulo, SP: Editora Senac, 2015. 416 p.
Complementar:
PONZETTO, G. Mapas de riscos ambientais. 3ª ed. São Paulo, SP: LTr, 2010.
SALIBA, T. M. Manual Prático de Higiene Ocupacional e PPRA. 8ª ed. São Paulo, SP: LTr, 2017.
SALIBA, T. M. Manual prático de avaliação e controle de poeira e outros particulados - PPRA. 6ª
ed. São Paulo: LTr, 2013. 128 p.
SALIBA, T. M.; CORRÊA, M. A. C. Manual Prático de Avaliação e Controle de Calor: PPRA. 7ª
ed. São Paulo: LTr, 2016, 80 p.
67
SALIBA, T. M.; CORRÊA, M. A. C. Manual Prático de Avaliação e Controle de Gases e Vapores:
PPRA. 6ª ed. São Paulo: LTr, 2014, 167 p.
Disciplina: TERMODINÂMICA
C. H. teórica: 60h
C. H. prática: 12h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Física II
Ementa: Conceitos básicos. Propriedades fundamentais. Leis da termodinâmica. Aplicações das
leis a volumes de controle. Conceitos sobre vapores e gases. Ciclos termodinâmicos. Processos de
refrigeração. Bombas de calor.
Bibliografia:
Básica:
SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C. Introdução à Termodinâmica para Engenharia. São Paulo:
LTC, 2015.
MORAN, M. J.; SHAPIRO, H. N.; BOETTNER, D, D.; BAILEY. Princípios de Termodinâmica
para Engenharia. 7ª ed. LTC, 2013, 819 p.
VAN WYLEN, G. J.; SONTAG R. E.; BORGNAKKE C. Fundamentos da Termodinâmica. 8 a.
ed. São Paulo: Ed. Edgard Blucher, 2013, 730 p.
Complementar:
CENGEL, Y. A.; BOLES, M. A. Termodinâmica. 7ª ed. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2013.
CENGEL, Y. A.; GHAJAR, A. J. Transferência de Calor e Massa - Uma Abordagem Prática - 4ª
ed. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2012.
BORGNAKKE, C.; SONNTAG, R. E. Fundamentos da Termodinâmica. 8ª ed. São Paulo:
Blucher, 2013.
OLIVEIRA, P. P. Fundamentos de Termodinâmica Aplicada – Análise Energética e Exergética. 2ª
ed. Ed Lidel – Zamboni, 2015, 512 p.
ADIR, M. L. Termodinâmica: Teoria e Problemas. 1ª ed. Ed. LTC, 2007,183 p.
6º PERÍODO
Disciplina: QUÍMICA ANALÍTICA
68
C. H. teórica: 42h
C. H. prática: 12h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Química Geral
Ementa: Química analítica e análise química. Reações analíticas. Lei de ação das massas. Lei da
diluição de Oswald. Efeito do íon comum. Produto de solubilidade e suas aplicações analíticas.
Estudo de complexos e importância analítica. Produto iônico da água. Conceito de pH. Soluções
tampão. Teoria de oxirredução. Amostragem e preparação de amostras para análises, análise
gravimétrica, análise titulométrica de neutralização, de precipitação, complexação e óxidoredução.
Prática de Laboratório de química analítica.
Bibliografia:
Básica:
SKOOG, D. A; WEST, D. M; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos da Química
Analítica. trad. da 9ª ed. norte-americana. São Paulo: Cengage CTP, 2014.
HIGSON, S. P. J. Química analítica. São Paulo: McGraw – Hill, 2009.
HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. 8ª ed. São Paulo: LTC, 2012.
Complementar:
BACCAN, N.; ANDRADE, J.C. de; GODINHO, O. E. S.; BARONE, J.S. Química Analítica
Quantitativa Elementar. 3ª ed. São Paulo: Edgar Blucher, 2001.
HAGE, D. S.; CARR, J. D. Química Analítica e Análise Quantitativa. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2011.
VOGEL, A. I. Análise Química Qualitativa. 5ª ed. São Paulo: Mestre Jou, 1981.
OHLWEILER, O. A. Química Analítica Quantitativa. vol. 1 e 2. 3ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1987.
CHRISTIAN, G. D. Analytical chemistry. 5 ed. New York: Wiley, 1994.
Disciplina: CIÊNCIAS DOS MATERIAIS
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Química Geral,
Física III e Química Orgânica
Ementa: Introdução à Ciências dos Materiais. Tipos de materiais. Estrutura dos materiais
(estrutura atômica, estrutura cristalina, microestrutura, macroestrutura). Relação entre estrutura e
69
propriedades. Processos de fabricação e desempenho dos diferentes materiais utilizados em
engenharia.
Bibliografia:
Básica:
CALLISTER, W. D.; RETHWISCH, D. G. Ciência e Engenharia de Materiais - Uma Introdução.
9ª ed. LTC, 2016.
SMITH, W. F. Fundamentos de Engenharia e Ciências Dos Materiais. 5ª ed. Porto Alegre: Mc
Graw Hill/ Bookman, 2012, 734p.
SHACKELFORD, J. F. Ciências dos Materiais. 6ª ed. São Paulo: Pearson, 2008, 576p.
Complementar:
ASKELAND, D. R.; WRIGHT, J. W. Ciência e Engenharia dos Materiais. Trad. da 3ª ed. norteamericana. São Paulo: Cengage Learning, 2014, 672p.
PADILHA, A. F. Materiais de Engenharia: microestrutura. São Paulo: Hemus, 1997, 352p.
VAN VLACK, L. H. Princípios de Ciência dos Materiais. 12ª ed. São Paulo: Ed. Blucher, 1998,
427p.
BRIAN, S. M. An Introduction to Materials Engineering and Science: for chemical and materials
engineers. New York: John Wiley & Sons, 2004.
NEWELL, J. A. Fundamentos da Moderna Engenharia e Ciência dos Materiais. 1ª ed. LTC, 2010.
Disciplina: TRANSFERÊNCIA DE CALOR
C. H. teórica: 50h
C. H. prática: 4h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Termodinâmica e
Mecânica dos Fluidos
Ementa: Transferências de calor por condução, convecção e radiação. Cálculo de isolamento
térmico. Trocadores de calor. Troca de radiação entre superfícies. Prática laboratorial.
Bibliografia:
Básica:
70
INCROPRERA, F. Fundamentos de Transferência de Calor e de Massa. 6ª ed. LTC, 2008, 664p.
KREITH, F.; MANGLIK, R. M.; BONH, M. S. Princípios de Transferência de Calor. 2ª ed.
Cengage CTP, 2014, 676 p.
ÇENGEL, Y. A.; GHAJAR, A. J. Tranferência de Calor e de Massa: uma abordagem prática. 4ª
ed. Porto Alegre: AMGH, 2012.
Complementar:
KERN, D. Q. Processos de Transmissão de Calor. 1ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1987.
MUNSON, B. R.; SHAPIRO, H. N.; MORAN, M. J. Introdução a Engenharia de Sistemas
Térmicos. 1ª ed. LTC, 2005.
BRAGA FILHO, W. Transmissão de Calor. 1ª ed. Thomson, 2004.
HOLMAN, J. P. Transferência de Calor. São Paulo: McGraw-Hill,1982.
KREITH, F.; BOHN, M. S. Princípios de Transferência de Calor. 2ª ed. São Paulo: Cengage
Pioneira, 2014.
Disciplina: MICROBIOLOGIA GERAL
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 18h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Bioquímica
Ementa: Histórico, abrangência e desenvolvimento da Microbiologia. Caracterização e
classificação dos microorganismos. Morfologia e ultra-estrutura dos microorganismos. Nutrição e
cultivo de microorganismos. Metabolismo microbiano. Crescimento e regulação do metabolismo.
Controle de microorganismos. Genética microbiana. Microorganismos e engenharia genética.
Vírus. Fungos. Práticas de laboratório.
Bibliografia:
Básica:
TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. 12ª ed. Porto Alegre: Artmed,
2016.
BLACK, J. G. Microbiologia: fundamentos e perspectivas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 6ª ed. São Paulo: Atheneu, 2015.
71
Complementar:
FERREIRA, W. F. C.; SOUSA, J. C. F.; LIMA, N. Microbiologia. 1ª ed. Lidel, 2010.
ROCHA, A. Fundamentos da Microbiologia. 1ª ed. Rideel, 2016.
MADIGAN, M. T.; MARTINKO, J. M.; PARKER, J. Microbiologia. 10ª ed. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2004, 624p.
PELCZAR, M. J. J.; CAAN, E. C. S; KRIEG, N. R. Microbiologia. vol. 1. 2ª ed. São Paulo: Makron
Books, 1996, 524p.
DAVIS, B. D. et al. Microbiology: including immunology and molecular genetics. 3 ed.
Philadelphia: Harper e Row do Brasil, 1980, 1355 p.
Disciplina: ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS
C. H. teórica: 48h
C. H. prática: 6h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito:
Eletrotécnica
Aplicada
Ementa: Conceitos básicos. Elementos de circuitos. Leis e métodos de análise de circuitos.
Teoremas de análise de circuitos. Circuitos de 1ª ordem. Análise avançada de circuitos elétricos.
Fonte senoidal. Análise de circuitos em regime permanente senoidal. Fasores e diagrama fasorial.
Potência em regime permanente senoidal. Introdução aos circuitos polifásicos.
Bibliografia:
Básica:
ALEXANDER, C. K.; MATTHEW, S. Fundamentos de Circuitos Elétricos. 5ª ed. Porto Alegre:
AMHG, 2013.
NILSON, J. W. Circuitos Elétricos. 8ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
ROBBA, E. J. Introdução a Sistemas Elétricos de Potência – Componentes Simétricas. 2ª ed. São
Paulo: Blucher, 2000.
Complementar:
BOYLESTAD, R. L. Introdução à análise de Circuitos Elétricos. 12ª ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2012.
72
IRWIN, J. D. Análise Básica de Circuitos Elétricos para Engenharia. 10ª ed. LTC, 2013, 700p.
NAHVI, M. Teoria e Problemas de Circuitos Elétricos. 4ª ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção
Schaum), 2005.
STEVENSON, W. Elementos de Análise de Sistemas de Potência. 2ª ed. São Paulo: McGrawHill, 1986.
ZANETTA, J; CERA, L. Fundamentos de Sistemas Elétricos de Potência. 1ª ed. São Paulo.
Disciplina: MECÂNICA DOS SÓLIDOS III
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Mecânica dos
Sólidos II
Ementa: Torção. Flexão transversal reta. Flexão oblíqua. Cisalhamento. Linha Elástica.
Instabilidade elástica.
Bibliografia:
Básica:
HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenharia. 12 a ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall,
2011.
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7a ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2010.
BEER, F. P., JOHNSTON, E. R., EISENBERG, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros Estática. 9a ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
BEER, F. P., JOHNSTON, E. R., DEWOLF, J. T. Resistência dos Materiais. 4 a ed. São Paulo:
McGraw-Hill, 2006.
Complementar:
HIBBELER, R. C. Análise das Estruturas. 8a ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013.
MARTHA, L. F. Análise de Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos. Rio de Janeiro:
Campus/Elsevier, 2010.
JOHNSTON, E. RUSSELL, Jr.; DEWOLF, J. T.; BEER, F. P. Mecânica Dos Materiais. Bookmano
5ª ed. São Paulo, 2011.
GERE, J. M.; GOODNO, B. J. Mecânica dos Materiais. 7a ed. São Paulo: Cengage, 2011.
73
GILBERT, A. M; LEET, K. M.; UANG, C. M. Fundamentos da Análise Estrutural. 3ª ed. São
Paulo: McGraw Hill, 2009.
7º PERÍODO
Disciplina: ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS
C. H. teórica: 48h
C. H. prática: 6h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito:
Ementa: Formulação de cenários ambientais e estimativas de impactos ambientais: conceitos,
modelos, ferramentas e métodos utilizados. Estudos ambientais: EIA/RIMA, RCA/PCA, PRAD e
PTRF. Licenciamentos ambientais: licença prévia, de implantação e de operação. Aspectos legais,
conceituação, caracterização e avaliação de áreas degradadas.
Bibliografia:
Básica:
VERDUM, R.; MEDEIROS, R. M. V. RIMA - Relatório de Impacto Ambiental: legislação,
elaboração e resultados. 6ª ed. Porto Alegre: UFRGS, 2014.
SANCHEZ, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental. 2ª ed. Editora Oficina de Textos, 2013.
PLANTEMBERG, C. M.; ABSABER, A. N. Previsão de Impactos. São Paulo: EDUSP, São Paulo,
1994, 570 p.
Complementar:
SANTOS, R. F. Planejamento Ambiental. Editora Oficina de Textos, 2004, 184 p.
IBAMA. Manual de Recuperação de Áreas Degradadas pela Mineração: técnicas de revegetação.
Brasília, 1990, 96p.
LIMA, W. P. Impacto Ambiental do Eucalipto. 2ª ed. São Paulo: EDUSP, 1993, 302p.
IAP/SEMA-PR. Manual de Avaliação de Impactos Ambientais. 2ª ed. Curitiba, 1993, 300p.
IBAMA. Manual de Impacto Ambiental: agentes sociais, procedimentos e ferramentas. Brasília,
1995, 132 p.
Disciplina: ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL
74
C. H. teórica: 36h
C. H. prática: 0
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito:
Ementa: O histórico da legislação profissional. O perfil ético de um profissional. A conduta social
e profissional. Responsabillidades no exercício da profissão. O sistema profissional da engenharia.
Legislação profissional básica e as atribuições profissionais.
Bibliografia:
Básica:
REGO, A.; BRAGA, J. Ética para Engenheiros. 1ª Ed. Lidel, 2014.
DE MATOS, F. G. Ética na Gestão Empresarial. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2015, 216 p.
CAMARGO, M. Fundamentos de Ética Geral e Profissional. 10ª ed. Petrópolis: Editora Vozes,
2011.
Complementar:
NALINI, J. R. Ética Geral e Profissional. 13ª ed. Revista dos Tribunais, 2016.
CARDELLA, H. P.; CREMASCO, J. A. Ética Profissional Simplificado. Saraiva, 2011, 142 p.
FRANZ VON, K. Fundamentos de Ética. Cátedra, 2006, 336 p.
CONFEA/ CREA. Código de Ética Profissional da Engenharia, da Agronomia, da Geologia, da
Geografia e da Meteorologia. 9ª ed. Brasília: CONFEA/CREA, 2014, 78 p.
ALEXANDER, C.; WATSON, J. Habilidades Para Uma Carreira de Sucesso na Engenharia. 1ª
ED. Mc Graw Hill, 2014.
Disciplina: ELETRÔNICA DE POTÊNCIA
C. H. teórica: 45h
C. H. prática: 9h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito:
Análise
de
Circuitos Elétricos
Ementa: Introdução à Eletrônica de Potência. Características e princípios de operação de
dispositivos semicondutores de potência: diodos e tiristores. Retificadores (Conversor CA/CC)
controlados e não controlados. Conversores CC/CC. Conversores CC/CA (Inversores). Técnicas
de modulação. Controle de Conversores. Simulação de circuitos de eletrônica de potência. Práticas
de laboratório associadas ao conteúdo teórico da disciplina.
75
Bibliografia:
Básica:
RASHID, M. H. Eletrônica de Potência: circuitos, dispositivos e aplicações. São Paulo: Makron
Books Edit. Ltda, 1998.
AHMED, A. Eletrônica de Potência. 1ª ed. São Paulo: Pearson Makron Books Brasil, 2000.
BARBI, I. Eletrônica de Potência. 6ª ed. Florianópolis: Edição do Autor, 2006.
Complementar:
CAPELLI, A. Eletrônica de Potência. Rio de Janeiro: Antenna Edições Técnicas, 2006.
ROBBINS, W. P.; MOHAN, N.; UNDELAND, T. N. Power Electronics: converters applications
and design. 3ª ed. IE-WILEY, 2002.
SEDRA, A. S. SMITH, K. C. Microeletrônica. 5ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
ALBUQUERQUE, R. O.; SEABRA, A. C. Utilizando Eletrônica. 1ª ed. São Paulo: Érica, 2009.
HART, D. W. Eletrônica de Potência: análise e projetos de circuitos. 1ª ed. Mc Graw Hill, 2011.
Disciplina: ELEMENTOS DE MÁQUINAS
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Mecânica dos
Sólidos II e Desenho Técnico
Industrial
Ementa: Princípios da construção de peças de fundição e usinagem. Elementos e técnicas de
conexões (soldagem, parafusos, rebites, pinos), molas (helicoidais), eixos e árvores, rolamentos
(de escorregamento e de elementos rolantes), engrenagens, conexões eixo cubo.
Bibliografia:
Básica:
BUDYNAS, R. G.; NISBETT, J. K. Elementos de Máquinas de Shigley, AMGH, 2016.
NORTON, R. Projeto de Máquinas: Uma Abordagem Integrada, Bookman, 2013.
76
COLLINS, J. A.; BUSBY, H.; STAAB, G. Projeto Mecânico de Elementos de Máquinas, Uma
Perspectiva de Prevenção de Falha, LTC, 2019
Complementar:
BAXTER. M. Projeto de Produto: Guia Prático para o Design de Novos Produtos, Edgar Blucher,
2007.
JUVINALL, R. C.; MARSHEK, K. M. Fundamentals of Machine Component Design, 5 ed., John
Wiley, 2011.
PAHL, G.; BEITZ, W. Engineering Design: a systematic approach, Springer, 2007.
ROOZENBURG, N. F. M.; EEKELS, J. Product design: fundamentals and methods, John Wiley,
1995.
ULLMAN, D. G. The mechanical design process, McGraw-Hill, 2017.
Disciplina: ENERGIA SOLAR
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 18h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Termodinâmica
Ementa: Introdução à Energia Solar. Contexto Atual. Radiação Solar. Solarimetria. Instrumentos
de Medição. Modelos Teóricos e Experimentais de Determinação da Radiação. Conversão
fotovoltaica. Características físicas e elétricas de células, módulos e arranjos. Processos de
fabricação. Componentes de um sistema fotovoltaico. Sistemas autônomos e sistemas ligados à
rede. Figuras de mérito. Coletores Térmicos. Cálculo de Carga de Aquecimento. Dimensionamento
de sistemas térmicos solares. Modelo f-Chart. Métodos para desenho de sistemas ativos solares.
Coletores concentradores. Geração heliotérmica. Armazenamento de energia térmica. Simulações
de processos térmicos solares. Práticas experimentais. Práticas de laboratório associadas ao
conteúdo teórico da disciplina.
Bibliografia:
Básica:
KALOGIROU, A. S. Engenharia de Energia Solar: processos e sistemas. Rio de Janeiro:
ELSEVIER, 2016. 864p. Traduzido de: Solar Engineering: Processes and System.
77
VILLALVA, M. G.; GAZOLI, J. R. Energia Solar Fotovoltaica: conceitos e aplicações. São Paulo:
Editora Érica. 2012.
ZILLES, R.; MACÊDO, W. N. Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede Elétrica. vol. 1. São
Paulo: Oficina de Textos, 2012.
Complementar:
TOBAJAS, M. C. Energia Solar Térmica Para Instaladores. 4ª ed. Ediciones Ceysa, 2012.
DUFFIE, J. A.; BECKMAN, W. A. Solar Engineering Thermal Processes. 3ª ed. Wiley
Interscience Publication, 2006.
SANTOS, A. J. dos. Células Solares Fotoeletroquímicas: separação e recombinação de cargas. 1ª
ed. Maceió: Edufal, 2013, 104p.
REIS, L. B dos. Geração de Energia Elétrica. 2ª ed. São Paulo: MANOLE, 2011, 468p.
PEREIRA, F. A. S.; OLIVEIRA, M. A. S. Laboratórios de Energia Solar Fotovoltaica. 1ª ed.
Portugal: Publindustria, 2011, 227p.
Disciplina: TECNOLOGIA DE CONVERSÃO ENERGÉTICA DA BIOMASSA
C. H. teórica: 48h
C. H. prática: 24h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Química Geral e
Energia de Biomassa e Captação
de Carbono
Ementa: Tecnologias de conversão energética da biomassa: liquefação, pirólise, gaseificação,
combustão, fermentação, hidrólise, biodigestão, extração mecânica, extração com solvente,
briquetagem, peletização e transesterificação. Prática de laboratório.
Bibliografia:
Básica:
CORTEZ, L. A. B.; LORA, E. E. S., GÓMEZ, E. O. Biomassa para Energia. Campinas: Editora
UNICAMP, 2008.
RIBEIRO, M. F.; FREITAS, M. A. V.; ROSA, L. P. O Uso de Energia de Biomassa no Brasil. 1ª
ed. Interciência, 2015, 196p.
78
ROSILLO-CALE, F.; BAJAY, S. V.; ROTHMAN H. Uso da Biomassa para Produção de Energia
na Indústria Brasileira. Campinas: Editora UNICAMP, 2005.
Complementar:
ABRAMOVAY, R. Biocombustíveis: a energia da controvérsia. São Paulo: Editora SENAC,
2009.
BRITO, J. Z. de; FRANÇA, J. G. E. de; WANDERLEY, M. de B.; SANTOS FILHO, A. S. dos;
GOMES, E. W. F.; LOPES, G. M. B.; OLIVEIRA, J. de P.; SILVA, F. G. da; PACHECO, M. I.
N.; SILVA, Cr. Tecnologias potenciais para uma agricultura sustentável. Recife: Ipa/Emater, 2013.
BAYÓ, S. F. Biomassa: autosuficiencia energética i gestio florestal. Diputació de Barcelona, 2015.
VASCONCELOS, G. Biomassa. 1ª ed. São Paulo: Senac, 2001.
RIBEIRO, J. A. Recursos Naturais Como Insumo Energético. Appris, 2016.
Disciplina: EFICIÊNCIA E GESTÃO ENERGÉTICA
C. H. teórica: 30h
C. H. prática: 6h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito:
Eletrotécnica
Aplicada
Ementa: Panorama Energético Brasileiro e Tendências. Programas de Combate ao Desperdício.
Roteiro para Diagnóstico Energético. Análise Tarifária. Qualidade de Energia. Gerenciamento de
Energia. Análise Econômica em Conservação de Energia. Eficiência em Sistemas de Iluminação.
Eficiência em Sistemas de Refrigeração. Eficiência Energética em Instalações Industriais. Práticas
de laboratório associadas ao conteúdo teórico da disciplina.
Bibliografia:
Básica:
PHILIPPI JR, A.; REIS, L. B. Energia e Sustentabilidade. 1ª Ed. Editora Manole, 2016, 1088 p.
BARROS, F. B.; BORELLI R.; GEDRA R. L. Gerenciamento de Energia: ações administrativas e
técnicas de uso adequado da energia elétrica. 2ª ed. Editora Érica, 2015.
SÁ, A. F. R. Guia de Aplicações de Gestão de Energia e Eficiência Energética. 3ª ed. Editora
Publindustria, 2010.
79
Complementar:
BORELLI, R.; GEDRA, R. L.; BARROS, F. B. Eficiência Energética: técnicas de aproveitamento,
gestão de recursos e fundamentos. 1ª ed. Editora Érica, 2015.
HAGE, F. S.; FERRAZ, L. P. C.; DELGADO, M. A. P. A Estrutura Tarifária de Energia Elétrica:
teoria e aplicação. 1ª ed. Ed. Synergia, 2011.
MARTINHO, E. Distúrbios da Energia Elétrica. 2ª ed. Ed. Erica, 2012.
PANESI, A. R. Q. Fundamentos de Eficiência Energética, Industrial, Comercial e Residencial. 1ª
ed. Editora Ensino Profissional, 2006.
MARQUES, M. C. Conservação de Energia - Eficiência Energética de Equipamentos e
Instalações. 3ª ed. Itajubá: FUPAI, 2006.
8º PERÍODO
Disciplina: MÁQUINAS DE FLUXO, GERAÇÃO E PROPULSÃO
C. H. teórica: 66h
C. H. prática: 6h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Mecânica dos
Fluídos e Termodinâmica
Ementa: Máquinas de Fluxo: síntese qualitativa, tipos, usos e instalações. Máquinas de fluxo
motrizes e operadoras: princípios físicos de transferência de energia através da análise do
escoamento no rotor. Energia requerida e energia disponibilizada em função de requisitos da
instalação. Princípios para o projeto, seleção, instalação, montagem e operação de máquinas de
fluxo. Fundamentos de motores de combustão interna. Fundamentos de turbinas a gás e a vapor.
Fundamentos de plantas de ciclo combinado e cogeração. Prática laboratorial.
Bibliografia:
Básica:
PÁSCOA, J. C. Turbomáquinas: Uma abordagem moderna, Engebook, 2017.
MAZURENKO, A. S.; SOUZA, Z. de, LORA, E. E. S. MÁQUINAS TÉRMICAS DE FLUXO:
Cálculos Termodinâmicas e Estruturais, Interciência, 2013.
MACINTYRE, A. J. Bombas e Instalações de Bombeamento. 2ª ed. Editora LTC, 1997.
80
Complementar:
PFLEIDERER, C.; PETERMANN, H. Máquinas de Fluxo, LTC, 1979
SOUZA, Z. de. Projeto de Máquinas de Fluxo – Tomo I – IV. 1ª ed. Rio de Janeiro: Interciência,
2011.
MARTINS, J. Motores de Combustão Interna. 4ª ed. Editora Plublindústria, 2013.
SILVA, N. F. Bombas Alternativas Industriais: teoria e prática. 1ª. ed. Rio de Janeiro: Interciência,
2007, 212 p.
BATHIE, W. W. Fundamentos de Turbinas de Gás. Ed. Limusa, 2002, 200 p.
Disciplina: BIODIESEL
C. H. teórica: 24h
C. H. prática: 12h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito:
Orgânica
Conversão
e
Química
Tecnologia
de
Energética
da
Biomassa
Ementa: Biodiesel: Conceitos e aplicações, importância econômica e ambiental para o Brasil,
processos de transesterificação, matérias primas, rendimentos, plantas de processamento
(capacidade e investimentos), sub-produtos e resíduos. Técnicas e práticas analíticas na produção
de Biodiesel. Prática de Laboratório.
Bibliografia:
Básica:
KNOTE, G.; KRAHL, J.; VAN GERPEN, J.; RAMOS, L.P. Manual de biodiesel. São Paulo:
Edgard Blucher, 2006.
TOLMASQUIM, M. T. Fontes Renováveis de Energia no Brasil. 1ª ed. Rio de Janeiro: Ed.
Interciência, 2003, 516 p.
LORA, E. E. S.; VENTURINI, O. J. Biocombustíveis. vol 1. Rio de Janeiro: Interciência, 2012.
Complementar:
LORA, E. E. S.; VENTURINI, O. J. Biocombustíveis. vol 2. Rio de Janeiro: Interciência, 2012.
MENDES, P. A. S. Sustentabilidade na Produção e Uso do Biodiesel. 1ª ed. Editora Appris, 2015.
81
ABRAMOVAY, R. (org.). Biocombustíveis: a energia da controvérsia. 1ª ed. São Paulo: Senac,
2009.
FERREIRA, H. S.; LEITE, J. R. M. (org.). Biocombustíveis: fonte de energia sustentável? 1ª ed.
Saraiva, 2010.
PERLINGEIRO, C. A. Biocombustíveis no Brasil: fundamentos, aplicações e perspectivas. 1ª ed.
Synergia, 2014.
Disciplina: CONVERSÃO ELETROMECÂNICA
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 18h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Análise
de
Circuitos Elétricos
Ementa: Materiais magnéticos: estudo, classificação e fenômenos físicos associados. Estruturas
eletromagnéticas com e sem entreferro: modelos de estudo, analogia e equivalência. Acoplamento
magnético. O transformador ideal. O transformador real: estudo em vazio e em carga, regulação,
rendimento. Transformadores trifásicos. A transformação da energia elétrica em movimento. O
balanço de energia. Conversores translacionais. Conversores rotativos: tipo anel e tipo comutador.
Conceitos Básicos de Máquinas Elétricas. Práticas de laboratório associadas ao conteúdo teórico
da disciplina.
Bibliografia:
Básica:
FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY, C; UMANS, S. D. Máquinas elétricas com introdução à
eletrônica de potência. 6ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
KOSOW, I. L. Máquinas elétricas e transformadores. 15ª ed. São Paulo: Editora Globo S.A., 2005.
DEL TORO, V. Fundamentos de Máquinas Elétricas. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil Ltda.,
1994.
Complementar:
UMANS, S. D. Máquinas Elétricas de Fitzgerald e Kingsley. 7ª ed. Porto Alegre: Amgh, 2014.
POPPIUS, E. B. Fundamentos de eletromecânica. 1ª ed. São Paulo: Jaguatirica, 2012.
PINTO, J. R. Conversão Eletromecânica de Energia. 1ª ed. São Paulo: Biblioteca24horas, 2011.
82
DO NASCIMENTO, G. C. Máquinas elétricas: teoria e ensaios. 1ª ed. São Paulo: Érica, 2006.
SIMONE, G. A.; CREPPE, R. C. Conversão Eletromecânica de Energia. 1ª ed. São Paulo: Érica,
1999.
Disciplina: BIOPROCESSOS
C. H. teórica: 48h
C. H. prática: 6h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito:
Química
Orgânica,
Tecnologia
de
Conversão
Energética
da
Biomassa e Microbiologia Geral
Ementa: Fundamentos dos bioprocessos. Processos fermentativos. Biorreatores. Produção de
biogás, a partir de diferentes potenciais matérias-primas (biomassas), visando à produção de
energia (elétrica, térmica, luminosa ou outras). Produção de biometano. Prática de Laboratório.
Bibliografia:
Básica:
CORTEZ, L. A. B.; LORA, E. E. S.; GÓMEZ, E. O. Biomassa para energia. São Paulo:
UNICAMP, 2008. 736 p.
ABREU, F. V. Biogás: economia, regulação e sustentabilidade. 1ª ed. Rio de Janeiro: Interciência,
2014.
TEIXEIRA JUNIOR, L. C. Biogás: alternativa à geração de energia. Appris, 2016.
Complementar:
BLEY JR, C. Biogás: a energia invisível. 2ª ed. São Paulo: CIBiogás; Foz do Iguaçu: ITAIPU
Binacional, 2015.
LORA, E. E. S.; VENTURINI, O. J. Biocombustíveis. vol 1. Rio de Janeiro: Interciência, 2012.
BARREIRA, P. Biodigestores: energia, fertilidade e saneamento para a zona rural. 3ª ed. Ícone,
2011.
BENINCASA, M.; ORTOLANI, A. F.; LUCAS JUNIOR, J. Biodigestores Convencionais? 2ª ed.
Jaboticabal: UNESP, 1991, 25p.
83
LUCAS JUNIOR, J.; SOUZA, C. F.; LOPES, J. D. S. Manual de Construção e Operação de
Biodigestores. vol. 1. 1ª ed. Viçosa: CPT - centro de Produções Técnicas, 2003, 40 p.
Disciplina: ECONOMIA PARA ENGENHARIA
C. H. teórica: 36h
C. H. prática: 0
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito:
Ementa: Economia para Engenharia Mercado: oferta, demanda e equilíbrio. Custos, receita, lucro
e o efeito da elasticidade sobre os lucros. Estruturas de Mercado. Estado, economia e sociedade.
Produto Interno Bruto (Renda): Investimento, Consumo, Importações e Exportações. Funções da
política fiscal e tributária. Funções da política monetária e inflação. Balanço de Pagamentos:
transações com a economia internacional. Considerações estruturais e conjunturais sobre a
economia brasileira.
Bibliografia:
Básica:
VASCONCELOS, M. A. S.; GARCIA, M. E. 5ª ed. Fundamentos de economia. Saraiva, 2014.
CÔRTES, J. G. P. Introdução à Economia da Engenharia. 1ª ed. Cengage Learning, 2011.
MANKIW, N. G. Introdução à Economia. 6ª ed. Cengage Learning, 2013.
Complementar:
FURTADO, C. Formação econômica do Brasil. 34ª ed. Editora Companhia das Letras, 2007.
BRUE, S. L.; GRANT, R. R. História do Pensamento Econômico. Editora Thomson, 2016.
HUBBARD, R. G.; O’BRIEN, A. Introdução à Economia Atualizada. 2ª ed. Editora Bookman,
2010.
FIGUEIREDO, P. H. P. A Regulação do Serviço Público Concedido. Editora Síntese, 1999.
MOCHÓN, F. Economia: teoria e política. 5ª ed. Editora MC Graw Hill, 2006.
9º PERÍODO
Disciplina: ENERGIA HIDRÁULICA
84
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 18h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Hidrologia
e
Máquinas de Fluxo, Geração e
Propulsão
Ementa: Tipos de usinas hidrelétricas. Uso e necessidade de reservatórios. Cargas e estabilidade
em barragens de concreto e de enrocamento. Inundações e canais de desvio. Projeto de estruturas
hidráulicas: dissipadores de energia e vertedores. Estrutura e função dos diversos tipos de turbinas.
Medidas regulatórias de hidrelétricas.
Bibliografia:
Básica:
PEREIRA, G. M. Projeto de Usinas Hidrelétricas - Passo A Passo. Oficina de Textos, 2015, 520p.
AZEVEDO NETTO; FERNANDEZ, M. F. Y.; Manual de Hidráulica. 9ª ed. Editora Edgard
Blucher, 2015.
QUINTELA, A. C. Hidráulica. 10ª ed. Editora Calouste, 2011.
Complementar:
ZULHASH, U. Hydraulic Design. Editora LAP, 2013.
FLOREZ, R. O. Pequenas Centrais Hidrelétricas. Oficina de Textos, 2014.
SILVESTRE, P. Hidráulica Geral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1995, 316p.
ELETROBRAS. Manual de Pequenas Centrais Hidroelétricas. Brasília: MME/DNAEE, 1982.
LIMA, J. M. Usinas Hidrelétricas: diretrizes básicas para proteção e controle. 2ª ed. Synergia,
2016, 136 p.
Disciplina: ETANOL
C. H. teórica: 42h
C. H. prática: 12h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito:
Química
Orgânica,
Tecnologia
de
Conversão
Energética
da
Biomassa e Microbiologia Geral
85
Ementa: Panorama da produção de etanol no mundo. Tecnologias para a produção de etanol.
Caracterização das matérias-primas e produtos. Tratamento da matéria-prima/ processos de
hidrólise. Via bioquímica da produção de etanol. Modos de operação do processo fermentativo.
Separação do etanol do meio fermentado. Alternativas para o aproveitamento de resíduos e
efluentes gerados no processo produtivo. Prática de Laboratório.
Bibliografia:
Básica:
LIMA, U. A.; AQUARONE, E.; BORZANI, W.; SCHMIDELL, W. Biotecnologia Industrial:
processos fermentativos e enzimáticos. vol 3. São Paulo: Edgard Blücher, 2001.
LORA, E. E. S.; VENTURINI, O. J. Biocombustíveis. vol 1. Rio de Janeiro: Interciência, 2012.
CORTEZ, L. A. B.; LORA, E. E. S.; GOMEZ, E. O. Biomassa para energia. São Paulo:
UNICAMP, 2008. 736 p.
Complementar:
SANTOS, F; BORÉM, A.; CALDAS, C. Cana-de-açúcar - Bioenergia, Açúcar e Álcool Tecnologias e Perspectivas. 2ª ed. Viçosa: UFV, 2011.
ZACURA FILHO, G. PICCIRILLI, J. P. Processo de Fabricação do Açúcar e do Álcool: desde a
lavoura da cana até o produto acabado. 1ª ed. Viena, 2012.
RIPOLI, T. C. C.; RIPOLI, M. L. C. Biomassa de Cana-de-açúcar: colheita, energia e ambiente.
vol. 1. Piracicaba: Barros & Marques Editoração Eletrônica, 2004, 302 p.
LIMA, L. da R.; MARCONDE, A. de A. Álcool Carburante: uma estratégia brasileira. Curitiba:
Editora UFPR, 2002, 248p.
WALKER, G. M. Bioethanol - science and technology of fuel alcohol. Ed. Book Boono, 2010.
Disciplina: ENERGIA EÓLICA
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Mecânica dos
Sólidos III e Máquinas de Fluxo,
Geração e Propulsão
86
Ementa: Aspectos históricos. Fundamentos físicos da energia eólica. Tipos de turbinas. Tipos de
Torres. Aspectos aerodinâmicos e estruturais dos aerogeradores. Avaliação do potencial eólico e
seleção de turbina. Sistemas de regulação e controle. Curva de potência das turbinas e fator de
capacidade.
Bibliografia:
Básica:
PINTO, M. Fundamentos de Energia Eólica. 1ª ed. LTC, 2013.
CUSTÓDIO, R. dos S. Energia Eólica para Produção de Energia Elétrica. 2ª ed. Synergia, 2013,
340p.
SILVA, E. P. Fontes Renováveis de Energia: Produção de energia para um desenvolvimento
sustentável. 1ª ed. Livraria de Física, 2014, 356 p.
Complementar:
LOPEZ, R. A. Energia Eólica. 2ª ed. Artliber, 2012, 366p.
TOLMASQUIM, M. T. Fontes Renováveis de Energia no Brasil. 1ª ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 2003.
FADIGAS, E. A. F. A. Energia Eólica - Série Sustentabilidade. 1ª ed. Manole, 2011.
ALDABO, R. L. Energia Eólica. 2ª ed. Ed. Artliber, 2012, 366p.
ESCUDERO, L. J. M. Manual de Energia Eólica. 2ª ed. Editora MUNDI PRENSA ESP, 2008,
477p.
CARVALHO, P. Geração Eólica. 1ª ed. Ceará: Imprensa Universitária, 2003, 146p.
HOLTON, J. R. An Introduction to Dynamic Meteorology. Fourth Edition, Elsevier Academic
Press, 2004.
Disciplina: TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Análise
de
Circuitos Elétricos
Ementa: Sistema de Geração. Transporte de Energia e Linhas de Transmissão. Componentes de
Linhas de Transmissão. Cálculo de Linhas de Transmissão. Relações Tensões e Correntes. Sistema
87
de Distribuição: subtransmissão, distribuição primária e secundária. Fluxo de potência: modelagem
da rede e carga.
Bibliografia:
Básica:
KAGAN, N. Introdução aos sistemas de distribuição de energia elétrica. 2ª ed. São Paulo: Blucher,
2010, 328p.
ZANETTA, J; CERA, L. Fundamentos de Sistemas Elétricos de Potência. 1ª ed. São Paulo:
Livraria da Física, 2005, 312p.
ROBBA, E. J. Introdução a Sistemas Elétricos de Potência – Componentes Simétricas. 2ª ed. São
Paulo: Blucher, 2000, 468p.
Complementar:
PINTO, M. de O. Energia Elétrica – Geração, Transmissão e Sistemas Interligados. 1ª ed. São
Paulo: LTC, 2013, 162p.
PEREIRA, C. Redes Elétricas no Domínio da Frequência. 1ª ed. Porto Alegre: Artibler, 2015,
592p.
LIMA, L. D. M. Transformadores, Reatores e Reguladores: ferramentas para uma manutenção
baseada em confiabilidade. 1ª ed. Recife: Bagaço, 2005, 308p.
FUCHS, R. D. Transmissão de Energia Elétrica - Linhas Aéreas; Teoria das Linhas em Regime
Permanente. 1ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1977.
STEVENSON, W. Elementos de Análise de Sistemas de Potência. 2ª ed. São Paulo: McGraw-Hill,
1986, 350p.
Disciplina: GESTÃO EMPRESARIAL E MARKETING
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito:
Ementa: As funções da administração: planejar, organizar, dirigir, controlar. Planejamento
estratégico: a função de planejar; conceito; planejamento e estratégia. Análise do ambiente externo.
Marketing. Segmentação de mercado. Recursos Humanos. Análise do ambiente interno:
organização informal; cultura organizacional; recursos, competências e vantagens competitivas.
88
Capital Humano, conhecimento e inovação. Direção, liderança, motivação e comunicação. Gestão
da Qualidade: perspectiva estratégica; ISO 9001; relação da ISO 9001 com ISO 14001. Análise de
viabilidade econômica de projetos: Payback, Taxa Interna de Retorno, Valor Presente Líquido e
Índice de Lucratividade.
Bibliografia:
Básica:
BERNARDI, L. A. Manual de Empreendedorismo e Gestão. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2012.
BOONE, L. E.; KURTZ, D. L. Marketing Contemporâneo. 1ª ed. São Paulo: Cengage Learning,
2006.
CARPINETTI, L. C. R.; GEROLAMO, M. C. Gestão da Qualidade ISO 9001:2015: Requisitos e
Integração com a ISO 14001:2015. 1ª ed. São Paulo: Atlas, 2016.
Complementar:
HOOLEY, G. J.; PIERCY, N. F.; NICOLAUD, B. Estratégia de Marketing e Posicionamento
Competitivo. 4ª ed. São Paulo: Pearson, 2010.
PIMENTA, M. A. Comunicação Empresarial. 5ª ed. São Paulo: Alínea, 2007.
PARSON, L. J.; DALRYMPLE, D. J. Introdução à Administração e Marketing. Rio de Janeiro:
LTC, 2003, 271p.
BATEMAN, T. S. Administração: construindo vantagens competitivas. São Paulo: Rimoli, 1998,
524 p.
KOTLER, P. Administração de Marketing: análise, planejamento, implementação e controle. 5ª
ed. São Paulo: Atlas, 1998, 693 p.
CÔRTES, J. G. P. Introdução à Economia da Engenharia. 1ª ed. Cengage Learning, 2011
13. DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplina: ENERGIA DOS OCEANOS
C. H. teórica: 46h
C. H. prática: 8h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
89
Pré-requisito:
Máquinas
de
Fluxo, Geração e Propulsão
Ementa: Introdução. O que é uma onda. Classificação das ondas de superfície. Energia de uma
onda. O fenômeno das marés. O potencial gerador das marés. O potencial gerador das ondas. O
potencial gerador das correntes marítimas. Sistemas mecânicos de aproveitamento da energia das
marés, ondas e das correntes marítimas.
Bibliografia:
Básica:
HODGE, B. K. Sistemas e Aplicações de Energia Alternativa. 1ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011,
309 p.
HINRICHS, R. A.; KLEINBACH, M.; REIS, L. B. Energia e Meio Ambiente. 3ª ed. Cengage,
2013.
TOLMASQUIM, M. T. Fontes Renováveis de Energia no Brasil. Rio de Janeiro: Interciência, 2003.
Complementar:
TWIDELL, J.; WEIR, T. Renewable Energy Resources. 3ª ed. Routledge, 2015.
CRUZ, J. (Ed.). Ocean Wave Energy: current status and future perspectives. Springer Series in
Green Energy and Technology, 2008.
GARRISON, T. Fundamentos de Oceanografia. 2ª ed. São Paulo: Editora Cengage Learning, 2016,
426 p.
CARVALHO JUNIOR, O. O. Introdução à Oceanografia. 1ª ed. Interciência, 2014.
DOS SANTOS, M. A. Fontes de Energia Nova e Renovável. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
Disciplina: ENERGIA GEOTÉRMICA
C. H. teórica: 60h
C. H. prática: 12h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Transferência
de Calor
Ementa: Introdução. Sistemas Geotermais. Transferência de Energia em Sistemas Hidrotemais.
Prospecção e Exploração. Avaliação dos Recursos. Explotação e Engenharia de Reservatórios.
Utilização de Energia Geotérmica. Planejamento Energético.
90
Bibliografia:
Básica:
KAPPELMEYER, O.; HAENEL, R. Geothermics with Special Reference to Application,
Geoexploration Monographs. Berlin: Gebruder Borntraeger, 1974.
POUS, J.; JUTGLAR, L. Enérgia Geotérmica. Para Dummies, 2007.
GUILLERMO, P. Aprovechamiento de La Energia Geotermica. Publicia, 2014.
Complementar:
GUPTA, H. K. Geothermal Resources: an energy alternative. Amsterdam: Elsevier, 1980.
RINEHART, J. S. Geysers and Geothermal Energy. Berlino: Springer-Verlag, 1980.
ELDER, J. Geothermal Systems. London: Academic Press, 1981.
MONGELLI, F. Elementi di prospezione per L'Energia Geotérmica, Bari: Adriatica Editrici, 1981.
CHEREMISINOFF, P. N.; MORRESI, A. C. Geothermal Energy Technology Assessment.
Technomic Publishing Co., 1976.
Disciplina: COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS
C. H. teórica: 36h C. H. prática: 0h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Termodinâmica
Ementa: Formação de combustíveis fósseis, características gerais do petróleo, do gás natural e do
carvão. Estoque mundial de combustíveis fósseis. Exploração e manufatura de combustíveis
fósseis, combustão, vantagens e desvantagens de suas diferentes formas. Uso final da energia de
combustíveis fósseis. Impactos ambientais. Resoluções da ANP. Principais desafios da indústria
petroquímica e de motores. Análise de insumos/produtos.
Bibliografia:
Básica:
BORSATO, D.; GALÃO O. F.; MOREIRA, I. Combustíveis fósseis: carvão e petróleo. 1ª ed. Ed.
EDUEL, 2009.
91
AYRES, R. U.; AYRES, E. H. Cruzando a Fronteira da Energia: dos combustíveis fósseis para um
future de energia limpa. 1ª ed. Bookman, 2012.
FRANÇA, V. R. Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP Comentários à Lei N 9.478-97 e ao Decreto N 2.455-98. 1ª ed. Atlas, 2015.
Complementar:
FAVENNEC, J. P.; ROUZANT, N. B. Petróleo e Gás Natural. Como Produzir e a que Custo. 2ª
ed. Synergia, 2011.
ZEITOUNE, I. Petróleo e Gás no Brasil. 1ª ed. Forense, 2016.
ARARUNA JR., J.; BURLINI, P. Gerenciamento de Resíduos na Indústria de Petróleo e Gás. 1ª
ed. Elsevier, 2013.
GARCIA, R. Combustíveis e Combustão Industrial. 2ª ed. Interciência, 2013.
GAUTO, M. Petróleo e Gás. 1ª ed. Bookman, 2016.
Disciplina: REATORES QUÍMICOS
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Química Geral
Ementa: Reatores multifásicos industriais. Cinética e estudo das resistências em sistemas gás –
líquido. Projeto de reatores fluído - fluído. Estudo e identificação das resistências em sistemas gás
– sólido catalítico e não catalítico. Projeto dos reatores multifásicos do tipo fluído – sólido catalítico
e não catalítico. Reatores de leito fixo.
Bibliografia:
Básica:
LEVENSPIEL, O. Engenharia das Reações Químicas. trad. da 3ª ed. americana. Edgard Blucher,
1999.
FOGLER, H. S. Elementos de Engenharia das Reações Químicas. 4ª ed. LTC, 2009.
SCHMAL, M. Cinética e Reatores. 3ª ed. Synergia, 2017.
Complementar:
ROBERTS, G. W. Reações Químicas e Reatores Químicos. 1ª ed. LTC, 2010.
92
FOGLER, H. S. Cálculo de Reatores. O Essencial da Engenharia das Reações Químicas. 1ª ed.
LTC, 2014.
SCHMAL, M. Cinética e Reatores. 2ª ed. Synergia, 2013.
DORAISWAMY, L. K.; SHARMA, M. M. Heterogeneous Reactions. New York: John Wiley,
1984.
SHAH, Y.T. Gas – Liquid – Solide Reactor Design. McGraw-Hill Book Company, 1978.
Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Ementa: Aspectos gramaticais e morfológicos pertinentes à compreensão. Desenvolvimento e
ampliação das estratégias de leitura. Conscientização do processo de leitura. Exploração de
informações
não-lineares,
cognatos
e
contexto.
Seletividade
do
tipo
de
leitura
(Skimming/Scanning). Levantamento de hipótese sobre texto (título e subtítulos). Abordagem de
pontos gramaticais problemáticos para leitura. Uso do dicionário como estratégia-suporte de
leitura: tipos, recursos, prática.
Bibliografia:
Básica:
SOCORRO, E. (et al). Inglês Instrumental: estratégias de leitura. Teresina: Halley S. A. Gráfica e
Editora, 1996.
MUNHOZ, R. Inglês Instrumental - Estratégias de Leitura São Paulo: Ed. Texto novo, 2011.
HEWINGS, M. Advanced Grammar in Use: a self study reference and practice book for advanced
learners of English. Cambridge University Press, 2000.
Complementar:
ALEXANDER, L. G. Longman English Grammar. New York: Longman Inc., 1988.
KERNERMAN, L. Password, English Dictionary for Speakers of Portuguese. São Paulo: Martins
Fontes Editora Ltda, 1995.
SOUZA, A. G. F. (et al). Leitura em Língua Inglesa: uma abordagem instrumental. São Paulo:
Disal, 2005.
93
SWAN, M. Practical English Usage. Oxford University Press, 2005.
SILVA, J. A. de C.; GARRIDO, M. L.; BARRETO, T. P. Inglês Instrumental: leitura e
compreensão de texto. Salvador: Instituto de Letras: Centro Editorial e Didático da UFBA,1995.
Disciplina: ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO ENERGÉTICO
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Economia para
Engenharia
Ementa: Energia e sociedade. Aspectos conceituais da teoria econômica. Elementos da teoria
macroeconômica aplicados a sistemas energéticos. Planejamento de sistemas energéticos. Energia
e crescimento econômico. Alocação de recursos e opções tecnológicas. Energia, produto e
formação de capital. Efeitos de impostos e da inflação. As relações internacionais no domínio da
energia. Financiamento de sistemas energéticos, transações correntes e endividamento. Energia e
modelos de desenvolvimento. Políticas energéticas.
Bibliografia:
Básica:
FORTUNATO, L. A. M. (et al). Introdução ao Planejamento da Expansão e Operação de Sistemas
de Produção de Energia Elétrica. EDUFF, 1990.
MARTIN, J. M. A Economia Mundial da Energia, Ed. Unesp, 1992.
PINGUELLI ROSA. A Questão Energética Mundial e o Potencial dos Trópicos: o futuro da
civilização dos trópicos. Brasília: Ed. EdUnB, 1990.
Complementar:
CHATEAU, B. E LAPILLONNE, B. Energy Demand: facts and trends. Spring Verlag, 1982.
ROGER A. H. E M. KLEINBACH. Energia e Meio Ambiente. 3ª ed. São Paulo: Ed. Thomson,
2003.
DECOURT, F.; NEVES, H. R.; BALDNER, P. R. Planejamento e Gestão Estratégica. Rio de
Janeiro: FGV, 2012.
94
DOS REIS, L. B. Matrizes Energéticas - Conceitos e Usos Em Gestão de Planejamento - Série
Sustentabilidade. Manole, 2011.
DOS REIS, L. B., SANTOS, E. C. Energia Elétrica e Sustentabilidade: aspectos tecnológicos,
socioambientais e legais. Manole, 2014.
Disciplina: MELHORAMENTO VEGETAL
C. H. teórica: 57h
C. H. prática: C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
15h
Pré-requisito:
Ementa: Melhoramento genético de plantas: natureza, objetivos e planejamento. Evolução das
Espécies Cultivadas. Centros de Origem das Espécies Cultivadas e Conservação de Recursos
Genéticos. Sistemas reprodutivos nas espécies cultivadas. Introdução e aclimatação de variedades
de espécies cultivadas. Métodos de melhoramento de plantas autógamas, alógamas e propagadas
assexuadamente. Avaliação, manutenção e distribuição de variedades melhoradas.
Bibliografia:
Básica:
ALLARD, R. W. Princípios de Melhoramento Genético de Plantas. São Paulo: Editora Edgard
Blücher Ltda, 1971, 381p.
BREWBAKER, J. L. Genética na Agricultura. São Paulo: Editora Polígono, 1969, 217p.
FERREIRA, P. V. Coleção Melhoramento de Plantas. Ed. EDUFAL, 2006, 855p.
Complementar:
BORÉM, A. Melhoramento de Espécies Cultivadas. Viçosa:UFV, 1999, 817 p.
KERR, W. E. Melhoramento e Genética. São Paulo: Editora Universitária de São Paulo, 1969,
301p.
PINTO, R. J. B. Introdução ao Melhoramento Genético de Plantas. Maringá : EDUEM , 1995, 275
p.
PINHEIRO, J. B.; CARNEIRO, I. F. (Org.) Análise de QTL no Melhoramento de Plantas. Funape,
2000, 224 p.
LAWRENCE, W. J. C. Melhoramento Genético Vegetal. Epu, 1980.
95
Disciplina: BIOTECNOLOGIA
C. H. teórica: 20h
C. H. prática: 16h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito:
Ementa: Conceituação e histórico da biotecnologia. Relações da biotecnologia com a engenharia.
Marcadores genéticos e os programas de conservação de recursos animais e vegetais. Princípios
laboratoriais de análise em biologia molecular. Clonagem. Transgenia. Diretrizes da lei de
biossegurança.
Bibliografia:
Básica:
ATTI-SERAFINI, L.; BARROS, N. M. E AZEVEDO, J. L. Biotecnologia na Agropecuária e
Agroindústria. Guaíba: Ed. Agropecuária, 2001, 423p.
LIMA, U. A. (et al). Biotecnologia Industrial: processos fermentativos e enzimáticos. São Paulo:
Edgard Blücher, 2000.
NELSON, P. Física Biológica - Energia, Informação, Vida. Rio de Janeiro: Editora Guanabara
Koogano, 2006.
Complementar:
GALINDO, E.; RAMÍREZ, O. T. Advances in Bioprocess Engineering. Kluwer Academic
Publishers, 1994, 541 pp.
JACKSON, M. B. Molecular and Cellular Biophysics. Londres: Cambridge University Press, 2006.
WU, W.; WELSH, M. J.; KAUFMANN, P. B.; ZANG, H. Methods in Gene Biotechnology. New
York: CRS Press, 1997.
SCHMIDELL, W.; LIMA, U de A.; AQUARONE, E.; BORZANI, W. Biotecnologia Industrial.
vol. 2. 1ª ed. Ed. Edgard Blücher, 2001.
BUIATTI, M. Biotecnologias. 2ª ed. Loyola, 2010.
Disciplina: MATERIAIS ELÉTRICOS
C. H. teórica: 48h
C. H. prática: 24h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
96
Pré-requisito: Ciências dos
Materiais
Ementa: Propriedades gerais dos materiais. Classificação. Materiais condutores. Materiais
semicondutores. Materiais isolantes. Materiais magnéticos. Novos materiais. Aplicações.
Bibliografia:
Básica:
SCHIMIDT, V. Materiais Elétricos: Isolantes e Magnéticos. vol. 1. 3ª ed. Edgard Blucher, 2010.
SCHIMIDT, V. Materiais Elétricos: Condutores e Semicondutores. vol. 2 - 3ª edição. Edgard
Blucher, 2011.
CALLISTER JR. W.D. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais, 2ª ed. LTC, 2006.
Complementar:
JILES, D. Introduction to magnetism and magnetic materials. CRC Press, 2015.
ALMEIDA, J. L. A., Dispositivos semicondutores, ÉRICA, 2012.
SCHIMIDT, W. Materiais Elétricos – Aplicações. vol. 3. Ed. Blucher, 2011.
COEY, J. M. D. Magnetism and magnetic materials. Cambridge University Press, 2010.
AGRAWAL, G. P. Fiber-Optic Communication Systems. 1. ed. John Wiley, 2010.
Disciplina: LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito:
Ementa: A cultura surda. O cérebro e a língua de sinais. Processos cognitivos e lingüísticos.
Tópicos de linguística aplicados à língua de sinais: fonologia, morfologia e sintaxe. Uso de
expressões faciais gramaticais (declarativas, afirmativas, negativas, interrogativas e exclamativas).
Alfabeto digital e número. Vocabulário (família, pronomes pessoais, verbos e etc.).
Bibliografia:
Básica:
97
BRITO, L. F. Por uma Gramática de Língua de Sinais. Rio De Janeiro: Tempo Brasileiro: Ufrj,
Departamento de Linguística e Filologia, 1995.
COUTNHO, D. Libras e Língua Portuguesa: semelhanças e diferenças. João Pessoa Editor, 2000.
FELIPE, T. A. Libras em Contexto: curso básico, livro do estudante cursista. Brasília: Programa
Nacional De Apoio À Educação De Surdos, MEC, SEESP, 2001.
Complementar:
QUADROS, R. M., KARNOPP, L. B. Línguas de Sinais Brasileira: estudos linguísticos. Porto
Alegre: ARTMED, 2004.
SACKS, O. W. Vendo Vozes: uma viagem a mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras,
1998.
SALLES, H. M. M. L. et. al. Ensino de Língua Portuguesa para Surdos: caminhos para uma prática
- Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. Brasília: MEC, SEESP, 2005.
QUADROS, R. M. DE, CRUZ, C. R. Língua de Sinais. 1ª ed. Editora Artmed, 2011.
GESSER, A. Libras, que Língua é Essa? Parábola, 2015.
Disciplina: REFRIGERAÇÃO E CONDICIONAMENTO DE AR
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Termodinâmica
Ementa: Sistema de compressão e absorção, bombas de calor e métodos alternativos.
Componentes dos sistemas de compressão e absorção. Fluidos refrigerantes. Psicrometria aplicada.
Sistemas de condicionamento do ar. Conforto térmico. Noções de carga térmica.
Bibliografia:
Básica:
NAVY, U. S. Refrigeração e Condicionamento de Ar. 2ª ed. Editora Hemus, 2001.
PANESI, R. Termodinâmica Para Sistemas de Refrigeração e Ar Condicionado. Artliber, 2015.
SILVA, G, da. Introdução à Tecnologia da Refrigeração e da Climatização. 1ª ed. Editora Artliber,
2004.
Complementar:
98
STOECKER, W. F.; JONES, J. W. Refrigeração e Ar Condicionado. São Paulo: Mc Graw- Hill do
Brasil, 1985.
ASHRAE, Handbook of Fundamentals, New York: ASHRAE Inc., 1997.
IBP. Inspeção em Permutadores de Calor. Rio de Janeiro, Instituto Brasileiro de Petróleo, Guia
no4, 1976, 24p.
DINÇER, I. Refrigeration systems and applications. John Wiley & Sons Inc., 2003.
MILLER, M. R. Air conditioning and refrigeration. McGraw-Hill Professional, 2006.
Disciplina: GERAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE VAPOR
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Transferência de
Calor
Ementa: Combustão. Combustíveis. Queimadores. Geradores de vapor. Cálculo térmico e fluidomecânico de caldeiras. Segurança na operação de geradores de vapor. Distribuição de energia
térmica. Aquecedores. Eficiência de geradores de vapor.
Bibliografia:
Básica:
MUNSON, B. R.; YOUNG, F. D.; OKIISHI, T. H. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. 4ª ed.
Editora Blucher, 2004.
TORREIRA, R. P. Fluidos Térmicos: água, vapor e óleos térmicos. 1ª ed. Editora Hemus, 2002.
PERA, H. Geração de Vapor: um compêndio sobre a conversão de energia com vistas à preservação
da ecologia. 2ª ed. Editora Ver Curiosidade, 1990.
Complementar:
BAZZO, E. Geração de Vapor. Florianópolis: Editora da UFSC, 1992, 216p.
KITTO, J.B. e STULTZ, S.C. (editors). Steam. Its Generation and Use. 41st ed. Ohio: The
Babcocks and Wilcox Company, 2005.
GANAPATH, V. Industrial Boilers and Heat Recovery Steam Generators - Design, Applications,
and Calculations. CRC Press, 2002.
DANTAS, E. Geração de Vapor e Água de Refrigeração. Editora José Olympio, 1988.
99
COELHO, J. C. M. Energia e Fluidos. Mecânica dos Fluidos - Volume 2. 1ª ED. Edgar Blucher,
2016.
Disciplina: GEOPROCESSAMENTO
C. H. teórica: 48h
C. H. prática: 24h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Topografia
Ementa: Sensoriamento remoto. Imagens de satélite (interpretação e tratamento digital).
Aplicações de imagens de satélite no estudo do meio ambiente. Sistemas de informação geográfica.
Geração de modelos numéricos do terreno. Softwares disponíveis. Implantação de informações
geográficas. Aplicação do SIG no estudo do meio ambiente. Aulas em laboratório. Atividades de
campo.
Bibliografia:
Básica:
SILVA, J. X. Geoprocessamento para Análise Ambiental. Rio de Janeiro, 2001, 228 p.
FITZ, P. R. Geoprocessamento sem Complicação. Oficina de Textos, 2008.
ZAIDAN, R. T. Geoprocessamento e Meio Ambiente. Bertrand, 2011.
Complementar:
BURROUGH, P. A. Principles of Geographical Information Systems - Spatial Information Systems
and Geoestatistics. Oxford: Clarendon Press, 1998, 335 p.
CÂMARA, G., CASANOVA, M. A., HEMERLY, A. S., MAGALHÃES, G. C., MEDEIROS, C.
M. B. Anatomia de Sistemas de Informação Geográfica. Campinas: Instituto de Computação,
UNICAMP, 1996, 197p.
BLASCHKE, T.; KUX, H. (orgs.). Sensoriamento Remoto e SIG: novos sistemas sensores:
métodos inovadores. São Paulo: Oficina de Textos, 2005.
SILVA, A. B. Sistemas de Informações Geo-referenciadas: conceitos e fundamentos. Ed. da
UNICAMP, 1999.
CÂMARA, G.; MEDEIROS, J. S. GIS para Meio Ambiente. São José dos Campos: INPE, 1998.
Disciplina: TEORIA DAS ESTRUTURAS
100
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Mecânica dos
Sólidos III
Ementa: Princípio da conservação da energia mecânica. Princípio dos trabalhos virtuais. Método
das forças. Método dos deslocamentos. Método da rigidez.
Bibliografia:
Básica:
MARTHA, L. F. Análise de Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos. Rio de Janeiro:
Campus/Elsevier, 2010.
HIBBELER, R. C. Análise das Estruturas. 8ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013.
HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 7ª ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, 2010.
Complementar:
GILBERT, A. M; LEET, K. M.; UANG, C. M. Fundamentos da Análise Estrutural. 3ª ed. São
Paulo: McGraw Hill, 2009.
SORIANO, H. L; LIMA, S. S. Análise de Estruturas: Método das Forças e Método dos
Deslocamentos. 1ª ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2004.
SORIANO, H. L. Análise de Estruturas: Formulação Matricial e Implementação Computacional.
1ª ed. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2005.
BEER, F. P.; DEWOLF, J. T.; JOHNSTON, E. R.; MAZUREK, E. R. Resistência dos Materiais.
7ª ed. Editora Mcgraw-Hill Interamericana, 2015.
NASH, W. A. Resistência dos Materiais – Coleção Schaum. 5ª ed. Bookman, 2014.
Disciplina: MÉTODO DOS ELEMENTOS FINITOS
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Mecânica dos
Sólidos III
Ementa: Sistemas discretos. Método dos resíduos ponderados. Métodos Variacionais. Elementos
de Barra. Elasticidade plana. Problemas de potencial. Elementos Isoparamétricos. Integração
Numérica.
101
Bibliografia:
Básica:
FISH, J., BELYTSCHKO, T. Um Primeiro Curso em Elementos Finitos. 1ª ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2009.
VAZ, L. E. Método dos Elementos Finitos em Análise de Estruturas. 1ª ed. Rio de Janeiro: Campus,
2011.
SORIANO, H. L. Elementos Finitos - Formulação e Aplicação na Estática e Dinâmica das
Estruturas. 1ª ed. Rio de Janeiro: ciência moderna, 2009.
Complementar:
REDDY, J. N. An introduction of the finite element method. McGraw-Hill, 1994.
ZIENKIEWICZ, O. C.; TAYLOR, R. L. The Finite Element Method - The Basis. vol. 1.
Butterworth-Heinemann, 2000.
CHANDRUPATLA, T. R.; BELEGUNDU, A. D. Elementos Finitos. 4ª ed. Pearson, 2014.
ALVES FILHO, A. Elementos Finitos. Érica, 2005.
BATHE, K-J. Finite Element Procedures. New Jersey: Prentice-Hall, 1996.
Disciplina: ANÁLISE E PROJETO DE ESTRUTURAS DE MATERIAIS COMPÓSITOS
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Mecânica dos
Sólidos III
Ementa: Materiais Compósitos – definição, constituintes, tipos e fabricação. Propriedades
Mecânicas e Higrotérmicas. Análise de uma lâmina. Mecanismos e critérios de falha. Teoria da
laminação. Projeto de estruturas laminadas.
Bibliografia:
Básica:
TITA, V. Projeto e Fabricação de Estruturas em Material Compósito Polimérico. São Carlos: USPSão Carlos, 2007.
102
MOURA, M. F. S. F. de; MORAIS, A. B. DE; MAGALHÃES, A. G. de. Materiais Compósitos:
Materiais, Fabrico e Comportamento Mecânico. 2ª ed. Editora Publindústria, 2009.
LOOS, M. R. Nanociência e Nanotecnologia - Compósitos termofixos reforçados com nanotubos.
Editora Interciência, 2014.
Complementar:
AGARWAL, B. D.; BROUTMAN, L. J.; CHANDRASHEKHARA, K. Analysis and Performance
of Fiber Composites. 3ª ed. Wiley, 2006.
DANIEL, I. M.; ISHAI, O. Engineering Mechanics of Composite Materials. Oxford University
Press Inc., 1994.
JONES, R. M. Mechanics of Composite Materials. 2ª ed. Taylor & Francis, Inc., 1999.
BARBERO, E. J. Introduction to Composite Materials Design. 2ª ed. Taylor & Francis, 2010.
BALASUBRAMANIAN, M. Composite Materials and Processing. CRC Press, 2017.
Disciplina: ENERGIA DO HIDROGÊNIO
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Química Geral
Ementa: O hidrogênio. Propriedades do hidrogênio. Métodos de produção do hidrogênio.
Eletrólise da água. Reforma de gás natural. A economia do hidrogênio. Armazenamento de
hidrogênio. Novas formas de transporte e armazenamento de hidrogênio. Características das células
a combustível. Tipos de células a combustível. Análise econômica das células a combustível.
Considerações sobre cenários e progressão tecnológica do hidrogênio. Aspectos da inserção do
hidrogênio nas células a combustível. Exercícios e problemas.
Bibliografia:
Básica:
SERRA, E. T. (et al). Células a Combustível: uma alternativa para geração de energia e sua inserção
no mercado brasileiro. 1ª ed. Rio de Janeiro:Centro de Pesquisas de Energia Elétrica, CEPEL, 2005,
186 p.
TOLMASQUIM, M. T. (org.). Fontes Renováveis de Energia no Brasil. 1ª ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 2003, 516 p.
103
SOUZA, M. de M. V. M. Tecnologia do Hidrogênio. 1ª ed. Synergia, 2009.
Complementar:
GOMES NETO, E. H. Hidrogênio, Evoluir sem Poluir. Brasil H2, 2006.
THOMAS, G.J. (orgs.). Materials for the hydrogen economy. 1ª ed. USA: CRC, 2007, 327 p.
GUPTA, R. B. Hydrogen Fuel: production, transport, and storage. CRC, 2008.
ALDABO, R. Célula Combustível a Hidrogênio. Artliber, 2004.
LUBE, F.; DALCOMUNE, S. M. Energia do Hidrogênio para uma "Economia Verde". Novas
Edições Acadêmicas, 2013.
Disciplina: PRODUÇÃO DE BIOENERGIA A PARTIR DE EFLUENTES LIQUIDOS
C. H. teórica: 36h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Química
Orgânica
Ementa: Características das águas residuárias. Impacto do lançamento de efluentes nos corpos
receptores. Processos de tratamento. Noções de cinética de reações e hidrodinâmica dos reatores.
Tratamento físico e químico das águas residuárias. Tratamento biológico das águas residuárias.
Pós-tratamento de efluente. Reuso de efluentes. Tratamento de gases gerados em ETEs. Tratamento
da fase sólida de lodo de ETEs. Produção de bioenergia a partir de águas residuárias- aplicações e
avanços.
Bibliografia:
Básica:
DAVIS, M. Tratamento de Águas para Abastecimento e Residuárias. 1ª ed. Elsevier, 2016.
METCALF, L.; EDDY, H. P. Tratamento de Efluentes e Recuperação de Recursos. 5ª ed. Mc Graw
Hill, 2015.
SPERLING, M. V. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias - Lagoas de
Estabilização. Belo Horizonte: DESA/UFMG, 1996.
Complementar:
BITTENCOURT, C.; PAULA, M. A. S. Tratamento de Água e Efluentes. 1ª ed. Érica, 2014.
104
SPERLING, M. V. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias - Lodos Ativados.
DESA/UFMG, Belo Horizonte, 1996.
SPERLING, M. V. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias - Introdução à
Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos. 2ª ed. Belo Horizonte: DESA/UFMG, 1996.
SPERLING, M. V. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias - Princípios Básicos
do Tratamento de Esgotos. Belo Horizonte: DESA/UFMG, 1996.
LEME, E. J. A. Manual Pratico De Tratamento De Aguas Residuarias. 2ª ed. Edufscar, 2014.
Disciplina: SILVICULTURA E DENDROENERGIA
C. H. teórica: 60h
C. H. prática: 12h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Energia de
Biomassa e Captação de
Carbono
Ementa: Ecofisiologia florestal. Essências florestais nativas e exóticas: produção, importância,
comercialização e manejo florestal. Sementes de espécies florestais. Viabilidade sócio-econômica
e ambiental dos sistemas de produção. Viveiros florestais. Projetos ambientais: florestamento,
reflorestamento e plano de corte. Legislação específica. Sistema agrossilvopastoril. Dendroenergia:
fundamentos e aplicações.
Bibliografia:
Básica:
COSTA, M. A. S. da. Silvicultura Geral. vol. 1. Lisboa: Litexa Editora Lda., 1993, 262 p.
MARCHIORI, J. N. C. Elementos de Dendrologia. Santa Maria: Ed. UFSM, 2013, 216 p.
ARAUJO, I. S.; OLIVEIRA, I. M.; ALVES, K. S. Silvicultura. Érica, 2015.
Complementar:
MARTINS, V. S. Recuperação de Matas Ciliares. Viçosa: Ed. Aprenda Fácil, 2001,131p.
MONTAGNINI, F. Sistemas Agroforestales: Princípios y Aplicaciones en los Trópicos. 2ª ed. San
José: Organización para Estudios Tropicales, 1992, 622 p.
VIDAL, W. N.; VIDAL, M. R. R. Botânica: Organografia. 3ª ed. Viçosa: UFV, Impr. Univ., 1995,
114 p.
105
YEE, Z. C. Perícias Rurais e Florestais: aspectos processuais e casos práticos. Curitiba: Juruá, 2007,
182p.
LORENZI, H. Árvores Brasileiras - Manual de Identificação e Cultivo de Plantas Arbóreas Nativas
do Brasil. Nova Odessa: Editora Plantarum, 1992, 352 p.
Disciplina: HIDRÁULICA
C. H. teórica: 34h
C. H. prática: 20h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito:
Mecânica
dos
Fluidos
Ementa: Introdução. Hidrometria em condutos abertos. Hidrometria em condutos forçados.
Escoamento em condutos forçados sob regime permanente. Escoamento de fluidos não
newtonianos. Redes de condutos. Instalações de recalque. Escoamento em canais em regime
permanente e uniforme.
Bibliografia:
Básica:
AZEVEDO NETTO, J. M. de; FERNANDEZ, M. Manual de Hidráulica. 9ª ed. Edgard Blücher
Ltda, 2015.
BAPTISTA, M. B.; LARA, M. Fundamentos de Engenharia Hidráulica. 2ª ed. Belo Horizonte:
Editora UFMG e Escola de Engenharia da UFMG, 2003, 440p.
HOUGHTALEN, R. J.; HWANG, N. H. C.; AKAN, A. O. Engenharia Hidráulica. 4ª ed. Pearson,
2012.
Complementar:
SILVA, L. P. Hidrologia, Engenharia e Meio Ambiente. 1ª ed. Elsevier, 2015.
QUINTELA, A. C. Hidráulica. 10ª ed. Calouste, 2011.
GARCEZ, L. N.; ALVAREZ, G. A. Hidrologia. 2ª ed. São Paulo: Editora Edgar Blücher Ltda.,
1998, 291p.
GRIBBIN, J. E. Introdução á Hidráulica, Hidrologia e Gestão de Águas Pluviais. 2ª ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2014.
106
TUCCI, C. E. M. (Org.). Hidrologia – Ciência e Aplicação. vol. 4. 3ª ed. Editora da UFRGS/
Coleção ABRH, 2004.
Disciplina: PREVENÇÃO E CONTROLE DA POLUIÇÃO NO SETOR ENERGÉTICO
C. H. teórica: 36h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Química Geral
Ementa: Geração termelétrica. Principais poluentes. Fatores de emissão. Controle de poluição do
ar. Remoção de particulados, dessulfurização e remoção de óxidos de nitrogênio. Dioxinas, furanos
e metais pesados. Tratamento de águas oleosas. Impactos da hidroeletricidade. Impactos ambientais
da energia nuclear. Análise de ciclo de vida. Valorização do dano ambiental. Eficiência energética
e meio ambiente.
Bibliografia:
Básica:
SILVA, E. Prevenção e Controle da Poluição nos Setores Energéticos, Industrial e de Transportes.
Interciência, 2002.
D’AGOSTO, M. A. Transporte, Uso de Energia e Impactos Ambientais - Uma Abordagem
Introdutória. 1ª ed. Elsevier, 2015.
REZENDE, J. F. D. Gestão de Resíduos. Createspace, 2015.
Complementar:
BARROS, R. M. Tratado sobre Resíduos Sólidos: gestão, uso e sustentabilidade. Interciência,
2013.
NEVERS, N. Air Pollution Control Engineering. 3ª ed. Waveland Press, 2016.
JACOBSON, M. Air Pollution Control and Global Warming: history, science and solutions. 2ª ed.
Cambridge University Press, 2012, 406.
ECKENFELDER, W. JR. Industrial Water Pollution Control. 3ª ed. McGraw Hill, 1999, 600p.
COOPER, D., ALLEY, F. C., Air Pollution Control: a design approach. Waveland Press, 2010,
839p.
Disciplina: APROVEITAMENTO ENERGÉTICO DOS RESÍDUOS AGROINDUSTRIAIS
107
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Química
Orgânica
Ementa: Biomassa lignocelulósica. Resíduo animal. Características e composição química.
Propriedades e avaliação nutricionais. Valoração de resíduos agroindustriais para produção
energética.
Bibliografia:
Básica:
REZENDE, J. F. D. Gestão de Resíduos. Createspace, 2015.
BARROS, R. M. Tratado sobre Resíduos Sólidos: gestão, uso e sustentabilidade. Interciência,
2013.
SZABÓ JR., A. M. Educação Ambiental e Gestão de Resíduos. 3ª ed. Rideel, 2016.
Complementar:
PICHAT, P. A Gestão dos Resíduos. Porto Alegre: Instituto Piaget, 1998.
REIS, L. B. dos.; FADIGAS, E. A. A.; CARVALHO, C. E. Energia, Recursos Naturais e a Prática
do Desenvolvimento Sustentável. Barueri: Manole, 2009, 415 p.
IBAM. Manual de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos. Coordenação técnica Victor
Zular Zveibil. Rio de Janeiro: IBAM, 2001, 200 p.
BATALHA, M. O. Gestão Agroindustrial. vol. 1. 3ª ed. Atlas, 2007.
BATALHA, M. O. Gestão Agroindustrial. vol. 2. 5ª ed. Atlas, 2009.
Disciplina: EMPREENDEDORISMO
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Ementa: Empreendedorismo: principais conceitos e características. A gestão empreendedora e
suas implicações para as organizações. O papel e a importância do comportamento empreendedor
nas organizações. O perfil dos profissionais empreendedores nas organizações. Processos grupais
e coletivos, processos de autoconhecimento, autodesenvolvimento, criatividade, comunicação e
liderança. Ética e Responsabilidade Social nas organizações. A busca de oportunidades dentro e
108
fora do negócio. A iniciativa e tomada de decisão. A tomada de risco. A gestão empreendedora de
pessoas nas organizações.
Bibliografia:
Básica:
DEGEN, R. J. O Empreendedor. 8ª ed. São Paulo: Makron Books, 2005, 368 p.
BERNARDI, L. A. Manual de Empreendedorismo e Gestão. São Paulo: Atlas, 2007, 314 p.
DORNELAS, J. Empreendedorismo – Transformando Ideias em Negócios. 6ª ed. Atlas, 2016, 288
p.
Complementar:
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo Corporativo. 3ª ed. LTC, 2016, 192 p.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo para Visionários - Desenvolvendo Negócios Inovadores
para um Mundo em Transformação. 1ª ed. LTC, 2014, 255 p.
CANDIDO, C. R.; PATRÍCIO, P. S. Empreendedorismo – Uma Perspectiva Multidisciplinar. LTC,
2016, 248 p.
FELIPINI, D. Empreendedorismo na Internet. 1ª ed. Brasport, 2010, 224 p.
HISRICH, R. D.; PETERS, M. P.; SHEPHERD, D. A. Empreendedorismo. 9ª ed. Mc Graw Hill,
2014.
Disciplina: SISTEMAS HÍBRIDOS
C. H. teórica: 36h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Transmissão e
Distribuição de Energia Elétrica
Ementa: Arquitetura de sistemas híbridos. Componentes de um sistema híbrido. Tipos de sistemas
híbridos. Funcionamento de motores diesel. Sistemas de backup de energia. Dimensionamento dos
componentes do sistema híbrido. Sistemas de controle e estratégias de controle. Simulação
computacional de sistemas híbridos. Instrumentação e monitoramento de sistemas híbridos.
Bibliografia:
Básica :
109
MOREIRA, J. R. S. Energias Renováveis, Geração Distribuída e Eficiência Energética. Editora
LTC, 2017.
BORGES NETO, M. R.; CARVALHO, P. Geração de Energia Elétrica – Fundamentos. Ed. Érica,
2012.
BELUCO, A. Sistemas Hidrelétricos Fotovoltaicos e Complementaridade Energética: Bases para
uma metodologia de dimensionamento de aproveitamento híbrido hidrelétricos fotovoltaicos.
Novas Edições Acadêmicas, 2017.
Complementar:
HUNTER, R.; ELLIOT, G. Wind‐Diesel Systems: A Guide to the Technology and its
Implementation. Cambridge University Press, 1994.
FRAIDENRAICH,
N.;
LYRA,
F.
Energia
Solar:
Fundamentos
e
Tecnologias
de
Conversão Heliotermoelétrica e Fotovoltaica. Ed. Universitária da UFPE, 1995.
VILLALVA, M. G. Energia Solar Fotovoltaica. Conceitos e Aplicações. 2ª ed. Érica, 2015.
KALOGIROU, S. A. Engenharia de Energia Solar. 1ª ed. Elsevier, 2016.
SURHONE, L. M.; TENNOE, M. T.; HENSSONOW, S. F. Wind-Diesel Hybrid Power Systems.
Betascript Publishing, 2010.
Disciplina: INTRODUÇÃO AO MÉTODO DOS VOLUMES FINITOS
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Cálculo
Numérico
Ementa: Métodos de aproximação numérica. Aproximação de equações governantes. Análise
diferencial. Definição de condições de contorno. Métodos implícito, explícito e semi-implícito.
Convecção e difusão. Difusão numérica. Aplicações em problemas difusivos e convectivos.
Bibliografia:
Básica :
MALISKA, C. R. Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional. 2ª ed. Editora
LTC, 2004.
VERSTEEG, H. K.; MALALASEKERA, W. An Introduction to Computational Fluid Dynamics:
The Finite Volume Method. Pearson Education Limited. 503 pp. 2007.
110
FERZIGER, J.; PERIC, M. Computational Methods for Fluid Dynamics. 3ª ed. Springer. 2002.
Complementar:
CHUNG T. J. Computational Fluid Dynamics. Cambridge University Press. 2002.
DIEGUEZ, J. P. P. Métodos Numéricos Computacionais para a Engenharia. Rio de Janeiro: Âmbito
Cultural, 1994.
BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R. C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de
Contorno. 6ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 1999.
BOURCHTEIN, A. Introdução aos Métodos Numéricos da Hidrodinâmica. Pelotas, RS: UFPEL,
1998.
RUGGIERO, M. A. G.; LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico: Aspectos Teóricos e Computacionais.
2ª ed. Pearson, 2000.
Disciplina: CONTROLE ANALÓGICO
C. H. teórica: 56h
C. H. prática: 16h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Análise
de
Circuitos Elétricos
Ementa: Introdução à teoria de controle. Representação matemática de sistemas lineares.
Comportamento dinâmico de sistemas lineares. Propriedades de sistemas de controle. Técnicas de
análise de sistemas de controle. Técnicas de síntese de sistemas de controle.
Bibliografia:
Básica :
OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 5ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
NISE, N. S. Engenharia de Sistemas de Controle. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
MAYA, P. A.; LEONARDI, F. Controle Essencial. São Paulo: Pearson, 2011.
Complementar:
CASTRUCCI, P. de L.; BITTAR, A.; SALES, R. M. Controle Automático. Rio de Janeiro: LTC,
2011.
OPPENHEIM, A. V.; NAWAB, H.; WILLSKY, A. S. Sinais e Sistemas. Rio de Janeiro: Pearson
Education, 2010.
111
LATHI, B. P. Sinais e Sistemas Lineares. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
FRANKLIN, G. F.; POWELL, J. D.; EMAMI-NAEINI, A. Sistemas de Controle para Engenharia.
6ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
GOLNARAGHI, F.; KUO, B. C. Sistemas de Controle Automático. 9ª ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2012.
Disciplina: CONTROLE DIGITAL
C. H. teórica: 56h
C. H. prática: 16h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Controle
Analógico
Ementa: Sistemas de controle e automação. Modelos matemáticos para sistemas e perturbações.
Análise de sistemas discretos no tempo. Implementação por computador de sistemas analógicos.
Projeto de controladores digitais. Otimização. Aspectos práticos. Introdução a sistemas nãolineares. Controladores lógicos programáveis. Sistemas distribuídos de controle digital.
Bibliografia:
Básica:
FRANKLIN, G. F.; POWELL, J. D.; EMAMI-NAEINI, A. Sistemas de Controle para Engenharia.
6ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
LATHI, B. P. Sinais e Sistemas Lineares. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
GOLNARAGHI, F.; KUO, B. C. Sistemas de Controle Automático. 9ª ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2012.
Complementar:
CASTRUCCI, P. de L.; BITTAR, A.; SALES, R. M. Controle Automático. Rio de Janeiro: LTC,
2011.
OPPENHEIM, A. V.; NAWAB, H.; WILLSKY, A. S. Sinais e Sistemas. Rio de Janeiro: Pearson
Education, 2010.
KUO, Benjamin C. Digital Control Systems. 2ª ed. New York: Oxford University Press, 1992.
OGATA, K. Discrete Time Control Systems. 2ª ed. Prentice-Hall, 1995.
OPPENHEIN, A. V.; SCHAFER, R. W.; BUCK, J. R. Discrete-Time Signal Processing. 2ª ed.
Prentice Hall, 1999.
112
Disciplina: TÓPICOS AVANÇADOS DE CIÊNCIAS DOS MATERIAIS
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Ciências dos
Materiais
Ementa: Fundamentos para seleção de materiais. Relação entre seleção de materiais e
processamento de materiais. Materiais avançados usados em tecnologias de geração de energia.
Nanotecnologia de materiais.
Bibliografia:
Básica:
CALLISTER, W. D.; RETHWISCH, D. G. Ciência e Engenharia de Materiais - Uma Introdução.
9ª ed. LTC, 2016.
SMITH, W. F. Fundamentos de Engenharia e Ciências Dos Materiais. 5ª ed. Porto Alegre: Mc
Graw Hill/ Bookman, 2012, 734p.
SHACKELFORD, J. F. Ciências dos Materiais. 6ª ed. São Paulo: Pearson, 2008, 576p.
Complementar:
ASKELAND, D. R.; WRIGHT, J. W. Ciência e Engenharia dos Materiais. Trad. da 3ª ed. Norteamericana. São Paulo: Cengage Learning, 2014, 672p.
PADILHA, A. F. Materiais de Engenharia: microestrutura. São Paulo: Hemus, 1997, 352p.
VAN VLACK, L. H. Princípios de Ciência dos Materiais. 12ª ed. São Paulo: Ed. Blucher, 1998,
427p.
BRIAN, S. M. An Introduction to Materials Engineering and Science: for chemical and materials
engineers. New York: John Wiley & Sons, 2004.
NEWELL, J. A. Fundamentos da Moderna Engenharia e Ciência dos Materiais. 1ª ed. LTC, 2010.
Disciplina: INTRODUÇÃO À FLUIDODINÂMICA COMPUTACIONAL
C. H. teórica: 27h
C. H.prática: 27h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Mecânica dos
Fluidos
113
Ementa: Noções e Conceitos sobre Escoamentos e Métodos Computacionais. Métodos de
Discretização. Método dos Volumes Finitos. Esquemas de Interpolação e Métodos de
Acoplamento Pressão-Velocidade. Solução das Equações de Navier-Stokes. Práticas envolvendo
os conceitos fundamentais de dinâmica dos fluidos computacional utilizando programas de
simulação.
Bibliografia:
Básica :
POST, S. Mecânica dos Fluidos Aplicada e Computacional. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
FIALHO, A. B. Livro Solidworks Premium 2013 - Plataforma CAD/CAE/CAM para
projeto, desenvolvimento e validação de produtos industriais. São Paulo: Ed. Érica Ltda.,
2013.
MALISKA, C. R. Transferência de Calor e Mecânica dos Fluidos Computacional. 2ª ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2004.
Complementar:
SOUZA, A. C. Z. de. Introdução à Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas
Dinâmicos. Rio de Janeiro: Interciência, 2008.
VERSTEEG, H. K. An Introduction To Computational Fluid Dynamics: The finite
volume method. 2ª ed. Pearson Education, 2007.
PATANKAR, S. V. Numerical Heat Transfer and Fluid Flow. Taylor & Francis, 1980.
ANDERSON, J. D. Computational Fluid Dynamics. 1ª ed. McGraw-Hill Mechanical Engineering,
1995.
WILCOX, D. C. Turbulence modeling for CFD. D C W Industries, 2006.
Disciplina: INSTRUMENTAÇÃO PARA ENGENHARIA
C. H. teórica: 54h
C. H.prática: 18h
C. H. total: 72 h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Estatística Geral
Ementa: Instrumentos de medida para engenharia. Aquisição e tratamento de dados. Medição de
grandezas físicas associadas aos fenômenos comuns à engenharia. Tipos de erros e incerteza nas
114
medições. Propagação das incertezas nos cálculos. Representação dos dados experimentais.
Análise de resultados (ajuste de dados, correlações). Calibração de sistemas de medição.
Bibliografia:
Básica:
SOUZA, Z.; BORTONI, E. C. Instrumentação para Sistemas Energéticos e Industriais.
Interciência, 2006.
FIALHO, A. B. Instrumentação Industrial: Conceitos, aplicações e análises, 7ª ed. São Paulo, SP:
Erica, 2011. 280 p.
BEGA, E. A. (Org.) Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás. Instrumentação Industrial. 2ª ed. Rio de
Janeiro: Interciência e Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás, xviii, 2006, 583 p.
Complementar:
SOISSON, H. E. Instrumentação Industrial. Curitiba, PR : Hemus, 2002. 687 p.
ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. 2ª ed. Rio de Janeiro, RJ:
LTC, c2010. 201 p.
BECKWITH, T. G. Mechanical Measurements. 6th ed. Upper Saddle River, NJ: Pearson Prentice
Hall, c2007. xvi, 768 p.
HOLMAN, J.P. Experimental Methods for Engineers. McGraw-Hill, 2000.
BOLTON, W. Instrumentação e Controle: sistemas, transdutores, condicionadores de sinais,
unidades de indicação, sistemas de medição, sistemas de controle, respostas de sinais. Curitiba,
PR: Hemus, c2002. 197 p.
Disciplina: TÓPICOS AVANÇADOS EM ENERGIA EÓLICA
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Energia Eólica
Ementa: Revisão sobre conceitos fundamentais em Meteorologia/Climatologia Eólica.
Ferramentas para análise e tratamento estatístico de dados de vento. Métodos MCP. Ferramentas
para visualização espacial de dados de vento. Ferramentas de micro e mesoescala para simulação
e previsão de dados de vento. Desenho preliminar de centrais eólicas. Ferramentas para geração de
mapa eólico. Ferramentas para modelagem e layout de parques eólicos. Modelagem microescalar.
Normas técnicas de interligação de centrais eólicas ao sistema de potência.
115
Bibliografia:
Básica :
LOPEZ, R. A. Energia Eólica. São Paulo: Artliber, 2012.
LEANDRO FILHO, F. A.; SILVA JUNIOR, F. I. Avaliação Estrutural de Sistemas de Geração de
Energia Eólica: Avaliação de turbinas eólicas de pequeno porte utilizando métodos estocásticas.
Novas edições acadêmicas, 2015.
PINTO, M. Fundamentos de Energia Eólica. LTC, 2012.
Complementar:
ACKERMANN, T. Wind Power in Power System vol. II, John Wiley and Sons, 2005.
AMENEDO, J. L. R.;
DÍAZ, J. C. B;
GÓMEZ, S. A. Sistemas Eolicos de
Produccion de Energia Electrica. Madrid: Editorial Rueda S. L., 2003, 447 p.
GIPE, P. Wind Power, Renewable Energy for Home, Farm, and Business. Chelsea Green
Publishing Company, 2004.
ROSAS, P. E, A. Guia de Projeto Elétrico de Centrais Eólicas, vol I, WWEA, 2003.
BURTON, T. Wind Energy Handbook. New York: J. Willey, 2001. 617 p.
Disciplina: AERODINÂMICA DE TURBINAS EÓLICAS
C. H. teórica: 36h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Máquinas de
Fluxo, Geração e Propulsão
Ementa: Aerofólios. Coeficientes de sustentação e arrasto. Teoria do momento axial. Coeficiente
de Betz. Teoria do elemento de pá. Esforços e velocidades na seção transversal da pá. Perdas na
ponta da pá. Stall dinâmico. Projeto otimizado de pás. Cálculo do coeficiente de potência com base
na geometria da pá. Projeto aerodinâmico de rotores.
Bibliografia:
Básica :
BREDERODE, VASCO. Aerodinâmica Incompressível: Fundamentos. 1ª ed. IST Press. 2014.
KALE, S. Wind Turbine Aerodynamics. 1ª ed. GRIN Publishing. 2017.
116
HANSEN, M. O. L. Aerodynamics of Wind Turbines. 3ª ed. Routledge. 2015.
Complementar:
SCHAFFARCZYK, P. A. Introduction to Wind Turbine Aerodynamics (Green Energy and
Technology). Springer. 2014.
BRANLARD, E. Wind Turbine Aerodynamics an Vorticity-Based Methods: Fundamentals and
Recent Applications (Research Topics in Wind Energy). 1ª ed. Springer. 2017.
HAU, E. Wind Turbines – Fundamentals, Technologies, Application, Economics. 3ª ed. Springer.
2013.
CHEN, J.; WANG, Q. Wind Turbine Airfoils and Blades: Optimization Design Theory. De
Gruyter, 2018.
JOHNSON, G. L. Wind Energy Systems. Prentice‐Hall, 1985.
Disciplina: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo II
Ementa: Introdução às equações diferenciais. Equações diferenciais ordinárias de 1ª ordem. O
teorema de existência e unicidade. Métodos de soluções explícitas. Métodos aproximados.
Equações diferenciais lineares de 2ª ordem e de ordem superior. Transformada de Laplace. O
método de Laplace para resolução de equações diferenciais. Solução de equações diferenciais
ordinárias por séries.
Bibliografia:
Básica:
BOYCE, W. E.; DI PRIMA, R. C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de
Contorno. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
ZILL, D. G. Equações Diferenciais com Aplicações em Modelagem. 9ª ed. São Paulo: CENGAGE,
2011.
EDWARDS, C. Equações Diferenciais Elementares e com Problemas de Contorno. 3ª ed. São
Paulo: LTC, 1995.
117
Complementar:
BRONSON, R.; COSTA, G. Equações Diferenciais, 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.
DIACU, F. Introdução a Equações Diferenciais. 1ª ed. São Paulo: LTC, 2004.
KREYSZIG, E. Advanced Engineering Mathematics, 10th edition. 2016.
BRANNAN, J. R.; BOYCE, W. E. Equações Diferenciais: Uma Introdução a Métodos Modernos
e suas Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
NAGLE, K. R.; SAFF, E.B.; SNIDER, A. D. Equações Diferenciais, São Paulo: Pearson, 2012.
Disciplina: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS PARCIAIS
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo IV
Ementa: Definições básicas. Equações de primeira ordem. Equações semi-lineares de segunda
ordem. Equação de onda. Separação de variáveis e séries de Fourier. Transformada de Fourier. A
equação de Laplace. A equação de calor. Métodos numéricos para equações diferenciais.
Bibliografia:
Básica:
BOYCE, W. E.; DI PRIMA, R. C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de
Contorno. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
IÓRIO, R.; IÓRIO, V. M. Equações diferenciais parciais: uma introdução. 2ª ed. Rio de Janeiro:
IMPA, 2010.
FIGUEIREDO, D. G. Análise de Fourier e equações diferenciais parciais. 4ª ed. Rio de Janeiro:
IMPA, 2009.
Complementar:
KREYSZIG, E. Advanced Engineering Mathematics, 10th edition. 2016.
IÓRIO, V. M. EDP: um curso de graduação. 3ª ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2010.
DIACU, F. Introdução a Equações Diferenciais. 1ª ed. São Paulo: LTC, 2004.
BRANNAN, J. R.; BOYCE, W. E. Equações Diferenciais: Uma Introdução a Métodos Modernos
e suas Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
NAGLE, K. R.; SAFF, E.B.; SNIDER, A. D. Equações Diferenciais, São Paulo: Pearson, 2012.
118
Disciplina: FÍSICA IV
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Física
III
e
Cálculo IV
Ementa: Óptica geométrica e ondulatória. Teoria da relatividade. Noções de mecânica quântica.
Bibliografia:
Básica:
SERWAY, R. A.; JEWETT, J. W. Princípios de física: óptica e física moderna. São Paulo:
Thompson, 2005.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora S. A., 2009. v.3
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos da física. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC
- Livros Técnicos e Científicos, 2007. v.4.
Complementar:
EISBERG, R. M.; RESNICK, R. Física quântica: átomos, moléculas, sólidos, núcleos e partículas.
Rio de Janeiro: Elsevier, 1979.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica: ótica, relatividade, física quântica. São Paulo:
Edgard Blucher, 1998. v.4
YOUNG, H. D,; FREEDMAN, R. A. Física. 12. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2009. v.4.
CHAVES, A. Física: curso básico para estudantes de ciências físicas e engenharia. Rio de Janeiro:
Reichmann & Affonso, 2001. v.3
FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. L. The Feynman: lectures on physics. Menlo
Park: Addison-Wesley, 1963. v.3
Disciplina: DINÂMICA DAS MÁQUINAS
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 18h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo IV e
Mecânica dos Sólidos I
119
Ementa: Mecânica Dinâmica. Dinâmica dos corpos rígidos. Tipos de Máquinas. Elementos de
máquinas. Balanceamento. Fundamentos de vibrações mecânicas. Aplicações.
Bibliografia:
Básica:
NORTON, R. L. Cinemática e dinâmica dos mecanismos. Ed. Mc Graw Hill, 2010, 800 p.
BEER, F. P.; JOHNSTON, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros- Cinemática e Dinâmica. 9ª
ed. Ed. Makron Books, 2012, 776 p.
RAO, S. S. Vibrações Mecânicas. 4ª ed. Pearson Prentice Hall, 2008.
Complementar:
BALACHANDRAN, B.; EDWARD, B. Vibrações mecânicas. 1ª ed. Cengage Learning, 2011, 640
p.
HIBBELER, R. C.; Dinâmica – Mecânica para Engenharia, 12ª ed. Ed. Pearson, 2010 608p.
MERIAM, J. L.; KRAIG, L. G. Mecânica Para Engenharia Vol 2 – Dinâmica. 7ª ed. Ed. LTC,
2016, 572p.
MCLEAN, W. G.; BEST C. L. Engenharia Mecânica dinâmica – Coleção Shaum, 1ª ed. Ed.
Bookman, 2013, 312 p.
SHIGLEY, J. E.; MISCHKE, C. R.; BUDYNAS, R. G. Projeto de Engenharia Mecânica. 10ª ed.
MCGRaw-Hill, 2016.
Disciplina: ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETOS
C. H. teórica: 30h
C. H. prática: 24h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito:
Ementa: Definição de projeto. Definição de escopo e objetivos do projeto. Etapas de elaboração
do projeto. Levantamento de custo do projeto. Viabilidade tecno-econômica do projeto. Metas de
curto, médio e longo prazo. Definição de necessidades para implantação do projeto. Seleção da
equipe de execução. Implementação de meios materiais para execução. Definição de fatores
críticos de sucesso.
Bibliografia:
120
Básica:
RUDIO, F. V. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 31ª ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
BERKUN, S. A Arte do Gerenciamento de Projetos. Porto Alegre: Bookman, 2008.
SABBAG, P. Y. Gerenciamento de Projetos e Empreendedorismo. 2ª ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Complementar:
WOILER, S.; MATHIAS, W. F. Projetos - Planejamento, Elaboração e Análise. 2ª ed. Atlas, 2008.
FONSECA, J. W. F. Elaboração e Análise de Projetos: a viabilidade econômico-financeira. 1ª ed.
São Paulo: Atlas, 2012.
MENDES, J. R. B.; VALLE, A. B.; FABRA, M. Gerenciamento de Projetos. 2ª Ed. FGV, 2014.
RUSSOMANO, V. H. Introdução à Administração de Energia na Indústria. São Paulo: Biblioteca
Pioneira de Administração de Negócios, Editora da Universidade de São Paulo, EDUSP, 1987,
262 p.
RUDIO, F. V. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. Petrópolis: Vozes, 1981.
Disciplina: QUÍMICA E EDUCAÇÃO AMBIENTAL
C. H. teórica: 54h
C. H. prática: 0
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Química Geral
Ementa: Estudo dos Ecossistemas. Ciclos Biogeoquímicos na Natureza. Química da Atmosfera.
Química Aquática. Fontes de Energia Química da Produção de Alimentos. Conceitos da poluição
de processos antropogênicos nos diferentes ecossistemas. Estudo dos riscos ecológicos através da
Química e Biologia. Fontes e características dos contaminantes químicos e biológicos no ambiente.
Tratamento de Resíduos. Educação Ambiental: históricos, concepções, objetivos e finalidades.
Custo Ambiental. Importância da Educação Ambiental nos Contextos Educacional (formal e
informal) e Social (grupos organizados pela sociedade).
Bibliografia:
Básica:
SPIRO, T. G.; STIGLIANI, W. M. Química Ambiental. 2 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2009.
121
SEWELL, G. H. Administração e controle da qualidade ambiental. São Paulo: EPU, 2011.
SCHNETZLER, R. P.; SANTOS, W. L. Educação em Química: Compromisso com a cidadania.
Unijuí.
Complementar:
CANELAA, M. C.; FOSTIERB, A. H.; GRASSIC, M. T. Química Nova, Vol. 40, No. 6, 634-642,
2017.
NIEDER, R.; BENBI, D. K. Springerlink (Online service). Carbon and Nitrogen in the Terrestrial
Environment. Springer eBooks XII, 430 p.
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, DOS RECURSOS HÍDRICOS E DA AMAZÔNIA
LEGAL - Seminário sobre a Formação do Educador para Atuar no Processo de Gestão Ambiental,
Anais. Brasília, 1995.
SECRETARIA DA IMPRENSA - Presidência da República. O desafio do desenvolvimento
sustentável: Relatório do Brasil para a conferência das Nações Unidas sobre o meio Ambiente e
Desenvolvimento. Brasília, Presidência da República, 1991.
NOBEL, B. J.; WRIGHT, R. W. Environmental Science. New Jersey: Prentice Hall, 6 ed., 1998.
Disciplina: MÁQUINAS TÉRMICAS
C. H. teórica: 48h
C. H. prática: 24h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Termodinâmica
Ementa: Ciclos motores ideais: Ciclo Carnot, Stirling, Otto ideal e Dual. Ciclos motores arcombustível: Ciclo Otto e Diesel. Motores de combustão por centelha. Motores de ignição por
compressão: Motores de quatro tempos e dois tempos. Compressores a pistão. Turbinas térmicas.
Ciclo Rankine, eficiência térmica e desempenho de turbinas. Geração Termoelétrica e Ciclos de
Cogeração.
Bibliografia:
Básica:
BRUNETTI, F. Motores de Combustão Interna - Volume 2. Blucher. 2012.
122
MAZURENKO, A. S. Máquinas Térmicas de Fluxo. Cálculos Termodinâmicos e Estruturais.
Interciência. 2013.
LORA, Electo Eduardo Silva; NASCIMENTO, Marco Antônio Rosa do (Coord.). Geração
Termelétrica: planejamento, projeto e operação. Rio de Janeiro, RJ: Interciência, 2004. Vol. 2.
Complementar:
HEYWOOD, John B. Internal Combustion Engine Fundamentals. New York: McGraw-Hill, 1988.
SILVA, Norberto Tavares da; SILVA, Norberto Tavares da. Turbinas a vapor e a gás. Portugal:
Edições CETOP, 1995.
RODRIGUES, Paulo Sergio B. Compressores Industriais, 1991. Rio de Janeiro: EDC.
LAGEMANN, V. Combustão Em Caldeiras Industriais - Óleo & Gás Combustível. Interciência.
2016.
MORAN, J. M.; SHAPIRO, N. H.; BOETTNER, D. D.; BAILEY, B. M. Princípios de
Termodinâmica para Engenharia. LTC Editora. 8ª Ed. 2016.
Disciplina: LABORATÓRIO DE FÍSICA I
C. H. teórica: 0h
C. H. prática: 36h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 36h
Pré-requisito: Cálculo I
Ementa: Tratamento de dados. Experimentos sobre Mecânica Clássica.
Bibliografia:
Básica :
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física 1: Mecânica. vol. 1. 10ª ed.
LTC, 2016.
MOSCA, G; TIPLER, P. Física. vol.1. 6ª ed. LTC, 2009.
JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros. vol.1. trad. 8ª ed. norteamericana. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
Complementar:
HEWITT, P. G. Física Conceitual. 12ª ed. São Paulo: Bookman, 2015.
KRANE, K. S. Física 1. vol.1. 5ª ed. LTC, 2003.
123
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Mecânica. vol. 1. 5ª ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2013.
CHAVES, A.; SAMPAIO J. F. Mecânica. 1ª ed. vol. 1. Rio de Janeiro: LTC/LAB, 2007.
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física I: mecânica.
vol.1. 12ª ed. São Paulo: Pearson, 2008.
Disciplina: TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO
C. H. teórica: 24h
C. H. prática: 30h
C. H. total: 54h
C. H. semanal: 3h
Pré-requisito:
Introdução
à
Computação
Ementa: Estrutura de dados e algoritmos de manipulação relacionados: pilhas, listas, filas, árvores
e tabelas hash. Algoritmos de ordenação. Noções de programação orientada a objetos: conceitos
básicos, modelo de programação, aplicações em engenharia.
Bibliografia:
Básica:
DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. C++: Como Programar. 5ª ed. trad. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2006.
HORSTMANN, C. - Padrões de Projeto Orientados a Objetos. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman,
2007.
SZWARCFITER, J. L.; MARKENZON, L., Estruturas de Dados e seus Algoritmos. LTC. 3ª ed.
LTC, 2015.
Complementar:
NONATO, L. G. Tipos e Estruturas de Dados. Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação
- Departamento de Computacao e Estatística - USP.
POZRIKIDIS, C. Introduction to C++ Programming and Graphics. Springer, 2007. SAVITCH,
W., Problem solving with C++. Pearson Education, Inc., 2015.
DAMAS, L. M. D. Linguagem C. 7. Ed., São Paulo: LTC, 2007.
DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J., C Como Programar. 6ª ed., Pearson, 2011.
124
ALBANO, R. S.; ALBANO S. G. Programação em linguagem C. São Paulo: Ciência Moderna,
2010.
Disciplina: LABORATÓRIO DE FÍSICA III
C. H. teórica: 0h
C. H. prática: 36h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Física II
Ementa: Experiências de laboratório sobre instrumentos de medidas elétricas, montagem e análise
de circuitos com corrente contínua e alternada, cargas estacionárias e potencial elétrico, campo
magnético.
Bibliografia:
Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física 3. 5ª ed. São Paulo: LTC, 2002.
KELLER, F. J.; GETTYS, W. E.; SKOVE, M. J. Física III. São Paulo: Makron Books, 1997.
YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III: Eletromagnetismo. 12ª ed. São Paulo: Addison
Wesley, 2009.
Complementar:
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III:
eletromagnetismo. vol. 3. 14ª ed. São Paulo: Ed. Pearson, 2015.
CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. vol. 3. 6ª ed. LCT, 2006.
CHAVES, A. Física Básica: eletromagnetismo. 1ª ed. LTC, 2007.
USSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Eletromagnetismo. vol. 3. 5ª ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2013.
CHAVES, A. Física Básica: eletromagnetismo. 1ª ed. LTC, 2007.
Disciplina: LABORATÓRIO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS
C. H. teórica: 0h
C. H. prática: 36h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito:
Eletromecânica
Conversão
125
Ementa: Experimentos laboratoriais sobre: Transformadores Elétricos, Geradores Elétricos e
Motores Elétricos.
Bibliografia:
Básica:
NASCIMENTO Jr., G. C. Máquinas elétricas: teoria e ensaios. 4ª ed. rev. São Paulo: Érica, 2012.
FIRTZGERALD, A. E.; KINGSLEY, C. Jr.; UMANS, S.D.. Máquinas elétricas com introdução à
eletrônica de potência. 6ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
DEL TORO, Vi. Fundamentos de Máquinas Elétricas. 1ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
Complementar:
NASCIMENTO Jr., G. C. Máquinas elétricas: teoria e ensaios. 4ª ed. rev. São Paulo: Érica, 2012.
BIM, Ed. Máquinas elétricas e acionamento. 1ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
JORDÃO, R. G. Transformadores, 1ª ed. Edgard Blucher, 2002.
KOSOV, Irving L. Máquinas elétricas e transformadores. Porto Alegre: Globo, 2000
FALCONE, A. G. Eletromecânica - Máquinas Elétricas Rotativas. vol. 2. Edgard Blucher, 1979.
Disciplina: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
C. H. teórica: 42 h
C. H. prática: 30h
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Análise de
Circuitos Elétricos
Ementa: Introdução às normas técnicas brasileiras (NBR5410) e normas técnicas das
concessionárias. Projeto luminotécnico. Projeto de instalações elétricas prediais. Aterramento.
Dimensionamento de condutores, dispositivos de proteção e quadro de distribuição. Projetos de
instalações elétricas industriais. Medidores de energia elétrica. Elaboração de projeto elétrico
assistido por computador.
Bibliografia:
Básica :
CREDER, H. Instalações Elétricas. 16ª ed. LTC, 2018.
126
MAMEDE FILHO, J. Instalações Elétricas Industriais. 9ª ed. LTC, 2017.
COTRIM, A. A. M. B. Instalações Elétricas. 5ª ed. Pearson, 2008.
Complementar:
CAVALIN, G., CERVELIN, S. Instalações Elétricas Prediais. 23ª ed. Érica, 2017.
MAMEDE FILHO, J. Manual de Equipamentos Elétricos. 4ª ed. LTC, 2013.
GEBRAN, A. P.; RIZZATO, F. A. P. Instalações Elétricas Prediais. Porto Alegre: Bookman, 2017.
NISKIER, J.; MACINTYRE, A. J. Instalações elétricas. 6ª ed. LTC, 2013.
LIMA FILHO, D. L. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. 11ª ed. Érica, 2011.
Disciplina: LABORATÓRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
C. H. teórica: 0h
C. H. prática: 36h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito:
Análise
de
Circuitos Elétricos
Ementa: Experimentos laboratoriais sobre : Luminotécnica; Instalações Residenciais e Prediais;
Instalações Industriais.
Bibliografia:
Básica:
CREDER, H. Instalações Elétricas. 16ª ed. LTC, 2018.
MAMEDE FILHO, J. Instalações Elétricas Industriais. 9ª ed. LTC, 2017.
COTRIM, A. A. M. B. Instalações Elétricas. 5ª ed. Pearson, 2008.
Complementar:
CAVALIN, G., CERVELIN, S. Instalações Elétricas Prediais. 23ª ed. Érica, 2017.
MAMEDE FILHO, J. Manual de Equipamentos Elétricos. 4ª ed. LTC, 2013.
GEBRAN, A. P.; RIZZATO, F. A. P. Instalações Elétricas Prediais. Porto Alegre: Bookman, 2017.
NISKIER, J.; MACINTYRE, A. J. Instalações elétricas. 6ª ed. LTC, 2013.
LIMA FILHO, D. L. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. 11ª ed. Érica, 2011.
Disciplina: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL
127
C. H. teórica: 36h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito:
Ementa: Leitura, análise e produção textual. Conceitos linguísticos: variedade linguística,
linguagem falada e linguagem escrita, níveis de linguagem. Habilidades linguísticas básicas de
produção textual oral e escrita. A argumentação oral e escrita. Habilidades básicas de produção
textual. Análise linguística da produção textual. Noções linguístico-gramaticais aplicadas ao texto.
Redação empresarial.
Bibliografia:
Básica:
BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa, 37ª ed. Editora Lucerna, 2001.
GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. 23ª ed. Editora Editora FGV, 2000.
MARTINS, D. S. Português instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT. 24ª ed.
Editora Sagra Luzzatto, 2003.
Complementar:
BORGES, M. M. e NEVES, M. C. B. Redação empresarial. Rio de Janeiro: SENAC, 1997.
FIORIN, J. L.; SAVIOLI, F. P. Para entender o texto. São Paulo: Ática, 1990.
GERALDI, J. W. Org. O texto na sala de aula - leitura e produção. 4ª ed.
AZEREDO, J. C. Fundamentos de gramática do português. 5 ª ed. - Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
2010.
CEREJA, W. R. Gramática reflexiva: texto, semântica e interação. 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.
Disciplina: MÁQUINAS ELÉTRICAS
C. H. teórica: 72h
C. H. prática: 0
C. H. total: 72h
C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Conversão
Eletromecânica
Ementa: Máquinas síncronas: estudo em regime permanente das estruturas a rotores liso e saliente,
características funcionais e ensaios. Máquinas assíncronas: escorregamento, modos de
funcionamento, rotores típicos e aplicações. Máquinas de corrente contínua: comutação,
características operacionais e aplicações típicas.
128
Bibliografia:
Básica:
FIRTZGERALD, A. E.; KINGSLEY, C. Jr.; UMANS, S.D. Máquinas elétricas com introdução à
eletrônica de potência. 6ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
DEL TORO, Vi. Fundamentos de Máquinas Elétricas. 1ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
KOSOW, I. L. Máquinas elétricas e transformadores. 15ª ed. São Paulo: Globo, 2005.
Complementar:
NASCIMENTO Jr., G. C. Máquinas elétricas: teoria e ensaios. 4ª ed. rev. São Paulo: Érica, 2012.
BIM, Ed. Máquinas elétricas e acionamento. 1ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
JORDÃO, R. G. Transformadores, 1ª ed. Edgard Blucher, 2002.
KOSOV, Irving L. Máquinas elétricas e transformadores. Porto Alegre: Globo, 2000
FALCONE, A. G. Eletromecânica - Máquinas Elétricas Rotativas. vol. 2. Edgard Blucher, 1979.
Disciplina: TÓPICOS ESPECIAIS EM EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS
C. H. teórica: 36h
C. H. prática: 0h
C. H. total: 36h
C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Agrometeorologia
e Climatologia e Transferência de
Calor
Ementa: Histórico. Panorama Internacional. O consumo de energia no Brasil: setor de edificações.
PROCEL: Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica. ENCE: tipos, procedimentos e
avaliação. Estratégias para projetos mais eficientes e sustentáveis. Desempenho Térmico dos
materiais segundo a NBR 15.575. Zoneamento Bioclimático Brasileiro. Etiquetagem de edifícios
residenciais e comerciais.
Bibliografia:
Básica:
LAMBERTS R. Eficiência Energética na Arquitetura. PW Editores, 1997.
129
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Instituto Nacional de
Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. Portaria INMETRO nº 53. Aprova o
Regulamento Técnico da Qualidade para Eficiência Energética de Edifícios Comerciais, de
Serviços e Públicos. 27 de fevereiro de 2009.
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Instituto Nacional de
Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. Portaria INMETRO nº 18. Aprova o
Regulamento Técnico da Qualidade para Eficiência Energética de 147 Edifícios Residenciais. 16
de janeiro de 2012.
Complementar:
ABNT, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 15.575.
Edifícios habitacionais de até cinco pavimentos – Desempenho. Rio de Janeiro, 2021.
ABNT, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 15220:
Desempenho térmico para habitações de interesse social. Rio de Janeiro, 2005.
BITTENCOURT, L. S.; CÂNDIDO, C. M. Introdução à ventilação natural. 3. ed. Maceió:
EDUFAL, 2008.
BITTENCOURT, L. S. Uso das cartas solares: diretrizes para arquitetos. 4. ed. Maceió: EDUFAL,
2004.
BRASIL. Lei n. 10295, de 17 de outubro de 2001. Dispõe sobre a Política Nacional de Conservação
e Uso Racional de Energia. Lex: Diário Oficial da União, Brasília, 2001a. Disponível em:
WWW.inmetro.gov.br/qualidade/lei10295.pdf.
14. ATIVIDADES CURRICULARES DE EXTENSÃO – ACEs
14.1 INTRODUÇÃO
A Lei 13005, de 25 de junho de 2014, aprovou o Plano Nacional da Educação (PNE),
que tem vigência de 10 anos. Entre as diversas metas, cumpre registrar a Meta 12, que prevê a
elevação da taxa bruta de matrícula na educação superior:
“Meta 12: elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50%
(cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população
de 18 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos, assegurada a qualidade da oferta e
expansão para, pelo menos, 40% (quarenta por cento) das novas matrículas, no
segmento público.”
130
Logo adiante, o PNE apresenta as estratégias a serem adotadas para buscar o efetivo
atendimento dessa meta, entre as quais, se encontra a previsão de que seja assegurado o mínimo
de 10% dos créditos curriculares nos cursos de graduação para programas e projetos de extensão
universitária:
“12.7) assegurar, no mínimo, 10% (dez por cento) do total de créditos curriculares
exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária,
orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social;”.
Temos, então, como estratégia traçada no Plano Nacional de Educação, para
atendimento de sua Meta 12 (elevação da taxa bruta de matrícula na educação superior), a
garantia de que, no mínimo, 10% da carga horária dos cursos superiores de graduação seja
cumprida em “programas e projetos de extensão universitária”, com atuação prioritária nas
“áreas de grande pertinência social”.
Para que se possa atender a essa determinação, é fundamental o conhecimento adequado
do conceito de extensão, conforme lançado no glossário que acompanha o instrumento de
avaliação de cursos de graduação:
“A extensão acadêmica é a ação de uma instituição junto à comunidade,
disponibilizando ao público externo o conhecimento adquirido por meio do ensino e
da pesquisa desenvolvidos. Nesse sentido, engloba o processo educativo, cultural e
científico que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza a
relação transformadora entre universidade e sociedade.”
Dessa forma, será necessário o estabelecimento de um Programa para as Atividades
Curriculares de Extensão para o curso de Engenharia de Energia, visando-se o envolvimento
dos docentes e discentes com a comunidade.
14.2 TÍTULO DO PROGRAMA
Aproveitamento do potencial energético do estado de Alagoas.
14.3 PÚBLICO ALVO
131
➢ Empresas rurais e urbanas do setor energético;
➢ Órgãos públicos;
➢ Escolas;
➢ Comunidades rurais e urbanas;
➢ Outros identificados com os temas e problemas trabalhados no âmbito da
Engenharia de Energia.
14.4 ÁREAS TEMÁTICAS DO PROGRAMA
➢ Tecnologia;
➢ Educação;
➢ Meio Ambiente.
14.5 LINHAS DE EXTENSÃO DO PROGRAMA
➢ Cooperação Interinstitucional;
➢ Desenvolvimento Rural;
➢ Desenvolvimento Urbano;
➢ Educação Ambiental;
➢ Educação de Jovens e Adultos;
➢ Educação Profissional;
➢ Empreendedorismo;
➢ Gestão de Recursos Naturais;
➢ Inovação Tecnológica;
➢ Polos Tecnológicos.
14.6 OBJETIVO DO PROGRAMA
O programa tem como objetivo principal o aproveitamento do potencial energético do
Estado de Alagoas, como forma de melhoria das condições econômicas, sociais e ambientais
do Estado.
132
14.7 METODOLOGIA
O Programa de Extensão para o curso de Engenharia de Energia ofertará seis atividades
curriculares de extensão, envolvendo os corpos discente e docente em ações extensionistas, que
se estenderão do quarto ao nono semestre do curso. A dinâmica para execução das atividades
curriculares de extensão envolverá pelo menos um docente orientador, e poderão ser
desenvolvidas nas seguintes etapas:
1. Os trabalhos terão início com apresentação da proposta, planejamento, planos de trabalhos
para discentes, visitas as comunidades para conhecer a realidade local e uma agenda para
reuniões e encontros periódicos onde serão discutidas e avaliadas as demandas.
2. Poderá ser feito um levantamento na literatura sobre os temas com estudos dirigidos e
seminários.
3. Elaborar um levantamento dos materiais que serão utilizados e do quantitativo das pessoas
envolvidas direta e indiretamente para realizar as atividades, assim como estimar o públicoalvo atingido na comunidade.
5. Executar devidamente o projeto no local definido, acompanhar suas atividades, descrever os
resultados e apresentá-los ao público-alvo.
4. Avaliar se os resultados obtidos atingiram seus objetivos e verificar o grau de impacto na
vida das pessoas em sociedade. Esses resultados poderão ser escritos como artigos e
apresentados em congressos de âmbito local, regional ou nacional.
14.8 COMPONENTES CURRICULARES
ACE 01: PROJETO / PARTE 1. Temática: Tecnologia/ Meio Ambiente.
Modalidade
Projeto / Parte 1: Diagnóstico e Planejamento Energético
Objetivo
Elaborar um diagnóstico do potencial energético local
(renovável ou não). Identificar e definir as características deste
potencial. Planejar projetos de dispositivos de aproveitamento
energético.
Ementa
Levantamento do potencial energético de cada comunidade ou
empresa rural ou urbana com base na disponibilidade de
133
matéria prima e dos meios que possibilitem a geração das
diferentes formas de energia. Planejamento de dispositivos de
conversão energética feitos a partir da identificação do
potencial energético da comunidade ou empresa rural ou
urbana.
Período(s) de oferta
4º período
Carga horária
90h por semestre
Metodologia
De posse de um levantamento bibliográfico realizado sobre a
matéria prima e os meios necessários para a geração das
diferentes formas de energia, o corpo discente será motivado a
identificá-los nas comunidades ou empresas do estado de
Alagoas. Este trabalho deverá ser feito através da interação
pessoal direta com o setor produtivo e as comunidades rurais e
urbanas. Pretende-se, ao final da ACE I, que os alunos tenham
adquirido conhecimento sobre como identificar e utilizar o
recurso energético disponível localmente, possibilitando a
geração de energia através da biomassa, dos biocombustíveis,
do efeito fotovoltaico, do potencial heliotérmico, eólico,
hidráulico, das ondas, geotérmico ou nuclear, do petróleo e gás,
etc. A posteriori, será feita a concepção e o planejamento de
dispositivos de conversão energética aplicáveis a realidade
local.
Formas de
A avaliação será realizada subjetivamente através de reuniões
Acompanhamento
periódicas (semanais ou quinzenais) com base na identificação
do nível de engajamento de cada aluno e durante o
assessoramento dos trabalhos desenvolvidos. A parte objetiva
da avaliação será realizada através de notas atribuídas aos
relatórios e seminários elaborados pelos alunos ao longo do
período.
Bibliografia
Básica:
134
ANDRADE, L. A. B.; SILVA, E. P. A universidade e sua relação com o outro: um conceito
para a extensão universitária. Educação Brasileira, v.23, n.47, p.65-79, 2001.
PHILIPPI JR, A.; REIS, L. B. Energia e Sustentabilidade. 1ª Ed. Editora Manole, 2016,
1088 p.
VIEIRA, R. A. Processos de Energias Renováveis. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
936p.
Complementar:
Atlas
Solarimétrico
de
Alagoas,
2007-2008.
Disponível
em:
Disponível
em:
www.aneel.gov.br/aplicacoes/atlas/pdf/03-Energia_Solar(3).pdf.
Atlas
Eólico
do
Estado
de
Alagoas,
2008.
http://dados.al.gov.br/no/dataset/atlas-eolico-do-estado-de-alagoas.
BEAL - BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE ALAGOAS – 2018 - ANO BASE
2017. Disponível em: http://www.sedetur.al.gov.br/images/estrutura/institucional/BEAL2018.pdf. Acesso em: set. 2019.
RESOLUÇÃO nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018.
RESOLUÇÃO nº 65/2014– CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014.
ACE 02: PROJETO / PARTE 2. Temática: Tecnologia/ Meio Ambiente.
Modalidade
Projeto / Parte 2: Desenvolvimento de Projetos de Conversão
Energética
Objetivo
Desenvolver projetos, a nível conceitual ou prático, de
sistemas de conversão energética.
Ementa
Desenvolvimento de projetos de dispositivos ou sistemas de
conversão energética, a nível conceitual ou prático, planejados
durante a ACE I, que tenham aplicabilidade nas comunidades
e no setor produtivo do estado de Alagoas, como forma de
desenvolver a ciência, o aproveitamento energético e a prática
profissional do corpo discente a serviço das comunidades e do
setor produtivo alagoano.
Período(s) de oferta
5º período
135
Carga horária
72h por semestre
Pré-requisito
ACE I
Metodologia
De posse do conhecimento obtido na ACE I e, somando-se a
ele, levantamentos bibliográficos a respeito das ferramentas e
meios necessários para implementar projetos de dispositivos
ou sistemas de conversão energética, considerando-se as
tendências
brasileiras
e
mundiais
relacionadas
ao
desenvolvimento destes, serão pensados e desenvolvidos
projetos, a nível conceitual ou prático, de dispositivos ou
sistemas que possibilitem o aproveitamento do potencial
energético disponível localmente. Tais projetos devem ser
conduzidos tendo em vista a aplicabilidade dos mesmos na
comunidade (rural ou urbana) e no setor produtivo do estado
de Alagoas. Desta forma, parte desse trabalho será realizado de
forma teórica (em sala de aula), e parte será realizado in loco,
em propriedades ou empresas, a partir da interação com a
sociedade, de modo a estimar a real relevância dos projetos
propostos. Os projetos podem ser desenvolvidos a nível
conceitual e, neste caso, a sua execução dar-se-á através de
simulações computacionais, desenvolvimento analítico ou
descrição teórica. Os projetos de caráter prático serão
construídos. Ficará a critério do coordenador da ACE a
definição da quantidade de projetos a serem realizados,
dividindo a turma em equipes ou não, e levando sempre em
consideração as diferentes fontes primárias de energia.
Formas de
A avaliação será realizada subjetivamente através de reuniões
Acompanhamento
periódicas (semanais ou quinzenais) com base na identificação
do nível de engajamento de cada aluno e no assessoramento
aos projetos desenvolvidos. A parte objetiva da avaliação será
realizada através de notas atribuídas aos relatórios técnicos ou
artigos elaborados pelos alunos ao longo do período.
Bibliografia
136
Básica:
ANDRADE, L. A. B.; SILVA, E. P. A universidade e sua relação com o outro: um conceito
para a extensão universitária. Educação Brasileira, v.23, n.47, p.65-79, 2001.
PHILIPPI JR, A.; REIS, L. B. Energia e Sustentabilidade. 1ª Ed. Editora Manole, 2016,
1088 p.
VIEIRA, R. A. Processos de Energias Renováveis. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
936p.
Complementar:
DOS SANTOS, M. A. Fontes de Energias Nova e Renovável. 1ª ed. LTC, 2013, 198 p.
TOLMASQUIM, M. T. Fontes Renováveis de Energia no Brasil. 1ª ed. Rio de Janeiro: Ed.
Interciência, 2003, 516 p.
BEAL - BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE ALAGOAS – 2018 - ANO BASE
2017. Disponível em: http://www.sedetur.al.gov.br/images/estrutura/institucional/BEAL2018.pdf. Acesso em: set. 2019.
RESOLUÇÃO nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018.
RESOLUÇÃO nº 65/2014– CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014.
ACE 03: PROJETO / PARTE 3. Temática: Tecnologia/ Meio Ambiente.
Modalidade / Título
Projeto / Parte 3: Avaliação de Projetos de Conversão
Energética
Objetivo
Avaliar os projetos de sistemas de conversão energética.
Ementa
Avaliação dos projetos de dispositivos ou sistemas de
conversão energética, a nível conceitual ou prático, planejados
durante a ACE I e executados durante a ACE II, que tenham
aplicabilidade nas comunidades e no setor produtivo do estado
de Alagoas.
Período(s) de oferta
6º período
Carga horária
90h por semestre
Pré-requisito
ACE II
137
Metodologia
De posse do conhecimento obtido na ACE I e II e, somando-se
a ele, levantamentos bibliográficos a respeito da caracterização
de dispositivos ou sistemas de conversão energética, serão
avaliados os projetos que foram desenvolvidos durante a ACE
I e II, a nível conceitual ou prático. Tais projetos serão
validados através de testes, caso sejam construtivos, ou
verificados
através
de
simulações
analíticas
e/ou
computacionais, caso sejam conceituais, e devem ser
conduzidos tendo em vista a aplicabilidade dos mesmos na
comunidade (rural ou urbana) e no setor produtivo do estado
de Alagoas. Desta forma, parte desse trabalho será realizado
em sala de aula, e parte será realizado in loco, em propriedades
ou empresas, a partir da interação com a sociedade, de modo a
verificar a real aplicação e relevância dos projetos propostos e
desenvolvidos. Os projetos podem ser desenvolvidos a nível
conceitual e, neste caso, a sua avaliação dar-se-á através dos
resultados de simulações computacionais, desenvolvimento
analítico ou descrição teórica, sendo materializados na forma
de artigos científicos ou relatórios técnicos. Os projetos de
caráter prático serão avaliados através de relatórios. Ficará a
critério do coordenador da ACE a definição da quantidade de
projetos a serem realizados, dividindo a turma em equipes ou
não, e levando sempre em consideração as diferentes fontes
primárias de energia. Pretende-se, ao final da disciplina, que os
alunos
tenham
adquirido
conhecimento
sobre
como
desenvolver e avaliar projetos de dispositivos ou sistemas de
conversão energética que utilizem o recurso energético
disponível localmente, possibilitando a geração de diferentes
formas de energia a serviço da comunidade e do setor
produtivo, através da biomassa, dos biocombustíveis, do efeito
fotovoltaico, do potencial heliotérmico, eólico, hidráulico, das
ondas, geotérmico ou nuclear, do petróleo e gás, etc.
138
Formas de
A avaliação será realizada subjetivamente através de reuniões
Acompanhamento
periódicas (semanais ou quinzenais) com base na identificação
do nível de engajamento de cada aluno e no assessoramento
aos projetos desenvolvidos. A parte objetiva da avaliação será
realizada através de notas atribuídas aos relatórios técnicos ou
artigos elaborados pelos alunos ao longo do período.
Bibliografia
Básica:
ANDRADE, L. A. B.; SILVA, E. P. A universidade e sua relação com o outro: um conceito
para a extensão universitária. Educação Brasileira, v.23, n.47, p.65-79, 2001.
PHILIPPI JR, A.; REIS, L. B. Energia e Sustentabilidade. 1ª Ed. Editora Manole, 2016,
1088 p.
VIEIRA, R. A. Processos de Energias Renováveis. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
936p.
Complementar:
DOS SANTOS, M. A. Fontes de Energias Nova e Renovável. 1ª ed. LTC, 2013, 198 p.
TOLMASQUIM, M. T. Fontes Renováveis de Energia no Brasil. 1ª ed. Rio de Janeiro: Ed.
Interciência, 2003, 516 p.
BEAL - BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE ALAGOAS – 2018 - ANO BASE
2017. Disponível em: http://www.sedetur.al.gov.br/images/estrutura/institucional/BEAL2018.pdf. Acesso em: set. 2019.
RESOLUÇÃO nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018.
RESOLUÇÃO nº 65/2014– CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014.
ACE 04: EVENTO. Temática: Tecnologia/ Meio Ambiente/ Educação.
Modalidade / Título
Evento: Evento na Temática de Energia
Objetivo
Planejar, executar e/ou avaliar um evento na temática de
energia.
139
Ementa
Planejamento, execução e/ou avaliação de evento na temática
de energia. Evento de ciência e tecnologia produzido para a
comunidade (rural e urbana) interna e externa, como forma de
divulgação dos conhecimentos ou produtos relacionados às
tecnologias energéticas desenvolvidos ou em desenvolvimento
no Brasil e no mundo, com foco naquelas que podem ser
direcionadas à comunidade (rural e urbana) e ao setor
produtivo do estado de Alagoas.
Período(s) de oferta
7º período
Carga horária
72h por semestre
Metodologia
De posse do conhecimento obtido na ACE I, dos projetos
desenvolvidos e avaliados nas ACE’s II e III e de
levantamentos bibliográficos a respeito das tendências
brasileiras e mundiais no que concerne ao desenvolvimento de
novas tecnologias energéticas, será realizado um evento na
temática de energia. Estudantes do curso de Engenharia de
Energia e de Engenharia Elétrica se juntarão aos estudantes dos
demais cursos do Campus de Engenharias e Ciências Agrárias
para planejar, executar e/ou avaliar um evento que será
caracterizado como uma mostra de dispositivos ou sistemas
energéticos, preferencialmente de caráter inovador, usados no
mundo ou em desenvolvimento, com especial atenção àqueles
desenvolvidos, a nível prático ou conceitual, na Universidade
Federal de Alagoas, que podem ser ou não aplicados nas
comunidades ou nos setores produtivos do estado. As
tecnologias com aplicabilidade direta no estado de Alagoas
receberão destaque especial. O evento também pode englobar
ciclos de palestra e mesas redondas sobre o tema. O evento
comportará tanto mostras práticas dos projetos construídos,
quando se tratar de projetos fabricados, como exposição de
banners relacionados aos artigos e relatórios técnicos
confeccionados, quando se tratar de projetos teóricos. Com o
140
Evento na Temática de Energia do Campus de Engenharias e
Ciências Agrárias, pretende-se realizar a divulgação do
trabalho desenvolvido na UFAL no que diz respeito a
dispositivos ou sistemas de conversão energética de caráter
preferencialmente inovador, relacionados às diferentes fontes
primárias de geração de energia, como, por exemplo:
biodigestores
de
baixo
custo,
sistemas
autônomos
fotovoltaicos, dessalinizadores solares, fornos solares, geração
eólica de pequeno porte, sistemas hidrelétricos de pequeno
porte, dispositivos para conversão da energia das ondas, dentre
outros. Além disto, pretende-se divulgar para a comunidade
rural e urbana as tendências na área de aproveitamento
energético.
Formas de
A avaliação será realizada subjetivamente através de reuniões
Acompanhamento
periódicas (semanais ou quinzenais) com base na identificação
do nível de engajamento de cada aluno e no assessoramento
aos trabalhos desenvolvidos, antes e durante a realização do
evento. A parte objetiva da avaliação será realizada através de
notas atribuídas aos relatórios elaborados pelos alunos ao longo
do período.
Bibliografia
Básica:
CLEUZA, G.; GIMENES, C. Organização de Eventos: Manual para Planejamento e
Execução. 12ª edição revista e atualizada, Editora Summus, 2008.
ZANELLA, L. C. Manual de Organização de Eventos: Planejamento e Operacionalização.
5ª edição, editora Atlas, 2012.
PHILIPPI JR, A.; REIS, L. B. Energia e Sustentabilidade. 1ª Ed. Editora Manole, 2016,
1088 p.
Complementar:
141
PAIVA, H, A, B; NEVES, M. F. Planejamento Estratégico de Eventos: Como Organizar
um Plano Estratégico Para Eventos Turísticos e Empresas de Eventos. Editora Atlas, 2008.
MENDONÇA, M. J. A.; PEROZIN, J. G. P. A. Planejamento e Organização de Eventos.
Editora Erica, 2014.
GIACAGLIA, M. C. Organização de Eventos: Teoria e Prática. Editora Cengage Learning,
2003.
RESOLUÇÃO nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018.
RESOLUÇÃO nº 65/2014– CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014.
ACE 05: CURSO. Temática: Tecnologia/ Educação.
Modalidade / Título
Curso: Cursos de Extensão
Objetivo
Capacitar a comunidade e o setor produtivo para o uso de
diferentes ferramentas tecnológicas ou levar à população,
através de cursos, conhecimento ou suporte ao ensino básico.
Ementa
Planejamento e execução de cursos, ciclos de palestras e ações
que possibilitem a comunidade (rural e urbana) e ao setor
produtivo conhecimento sobre a utilização e operação de
ferramentas tecnológicas (digitais ou não) do ramo da
engenharia. Execução de cursos de auxílio ao aprendizado no
ensino básico.
Período(s) de oferta
8º período
Carga horária
72h por semestre
Metodologia
Realização de cursos de capacitação pelo corpo discente sobre
a utilização de diferentes ferramentas disponíveis no ramo da
engenharia. Como exemplos de cursos, podem ser citados:
modelagem
3D, instalação de
sistemas fotovoltaicos,
instalações elétricas, introdução à programação, etc. Cada
professor coordenador desta ACE fica livre para explorar
assuntos relacionados à sua área de atuação e conduzir os
alunos na definição dos cursos. Pretende-se, ainda, promover a
142
realização de cursos de auxílio ao aprendizado no ensino
básico.
Formas de
A avaliação será realizada subjetivamente através de reuniões
Acompanhamento
periódicas (semanais ou quinzenais) com base na identificação
do nível de engajamento de cada aluno, no seu desempenho no
papel de facilitador e no assessoramento aos trabalhos
desenvolvidos. A parte objetiva da avaliação será realizada
através de notas atribuídas aos relatórios elaborados pelos
alunos ao longo do período.
Bibliografia
Básica:
ANDRADE, L. A. B.; SILVA, E. P. A universidade e sua relação com o outro: um conceito
para a extensão universitária. Educação Brasileira, v.23, n.47, p.65-79, 2001.
BLOOM, B. S.; HASTINGS, J. T.; MANDAUS, J. F. Manual de Avaliação Formativa e
Somativa do Aprendizado Escolar. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1983.
BORDENAVE, J. D.; PEREIRA, A. M. Estratégias de Ensino-Aprendizagem. Petrópolis:
Vozes, 22ª edição, 2001.
Complementar:
GIL, A. C. Metodologia do Ensino Superior. São Paulo: Editora Atlas, 1997.
CLEUZA, G.; GIMENES, C. Organização de Eventos: Manual para Planejamento e
Execução. 12ª edição revista e atualizada, Editora Summus, 2008.
ZANELLA, L. C. Manual de Organização de Eventos: Planejamento e Operacionalização.
5ª edição, editora Atlas, 2012.
RESOLUÇÃO nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018.
RESOLUÇÃO nº 65/2014– CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014.
ACE 06: PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. Temática: Tecnologia/ Meio Ambiente/
Educação.
Modalidade / Título
Prestação de Serviços: Ações de Eficiência Energética
143
Objetivo
Promover a utilização racional da energia elétrica e o combate
ao desperdício. Contribuir na ampliação da consciência da
sociedade sobre eficiência energética. Desenvolver ações nas
comunidades (rurais e urbanas) e no setor produtivo do estado
de Alagoas para diminuir o desperdício de energia.
Ementa
Planejamento e execução de cursos, ciclos de palestras e ações
de eficiência energética direcionadas às comunidades e
empresas alagoanas, de forma a educá-las quanto ao uso
consciente da energia.
Período(s) de oferta
9º período
Carga horária
72h por semestre
Metodologia
Distribuição de panfletos e realização de cursos ou ciclos de
palestras sobre eficiência energética pelos discentes do curso
junto às comunidades rurais e urbanas (casas, escolas, etc.) e
às empresas alagoanas. Levantamento dos componentes e
acessórios elétricos dos diversos ambientes rurais e urbanos
feito pelo corpo discente, com a participação da população
civil, permitindo a verificação dos componentes elétricos que
precisam ser substituídos, possibilitando o aumento da
qualidade de energia e a consequente redução do desperdício
de eletricidade.
Formas de
A avaliação será realizada subjetivamente através de reuniões
Acompanhamento
periódicas (semanais ou quinzenais) com base na identificação
do nível de engajamento de cada aluno e no assessoramento
aos trabalhos desenvolvidos. A parte objetiva da avaliação será
realizada através de notas atribuídas aos relatórios elaborados
pelos alunos ao longo do período.
Bibliografia
Básica:
ANDRADE, L. A. B.; SILVA, E. P. A universidade e sua relação com o outro: um conceito
para a extensão universitária. Educação Brasileira, v.23, n.47, p.65-79, 2001.
144
PHILIPPI JR, A.; REIS, L. B. Energia e Sustentabilidade. 1ª Ed. Editora Manole, 2016,
1088 p.
BARROS, F. B.; BORELLI R.; GEDRA R. L. Gerenciamento de Energia: ações
administrativas e técnicas de uso adequado da energia elétrica. 2ª ed. Editora Érica, 2015.
Complementar:
SÁ, A. F. R. Guia de Aplicações de Gestão de Energia e Eficiência Energética. 3ª ed.
Editora Publindustria, 2010.
BORELLI, R.; GEDRA, R. L.; BARROS, F. B. Eficiência Energética: técnicas de
aproveitamento, gestão de recursos e fundamentos. 1ª ed. Editora Érica, 2015.
HAGE, F. S.; FERRAZ, L. P. C.; DELGADO, M. A. P. A Estrutura Tarifária de Energia
Elétrica: teoria e aplicação. 1ª ed. Ed. Synergia, 2011.
RESOLUÇÃO nº 04/2018 – CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018.
RESOLUÇÃO nº 65/2014– CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014.
15. TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC
A implantação de plataforma de ensino e a capacitação dos docentes do curso de
Engenharia de Energia da UFAL para o uso das ferramentas da Tecnologia da Informação e da
Comunicação têm sido pontos estruturantes para a transformação das aulas tradicionais,
levando a universidade para um novo patamar de interação e facilitando a acessibilidade e a
melhor integração de docentes e discentes às atividades acadêmicas.
Para essa consolidação, a UFAL está se comprometendo com duas ações básicas
preponderantes: a) a substituição dos seus sistemas informatizados acadêmicos e
administrativos; b) reestruturação da rede lógica, em especial o aumento de velocidade e o
alcance da rede, permitindo salas de aula verdadeiramente eletrônicas. Está, portanto, atenta às
novas tendências e aos desafios do mundo contemporâneo, e buscando sempre novas práticas
pedagógicas.
As ferramentas de Tecnologia da Informação e da Comunicação estão disponibilizadas
por meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem. A Plataforma Moodle, para aulas na
modalidade à Distância e/ou semi presencias não pode ultrapassar 20% (vinte por cento) da
carga horária total do curso, conforme orienta a Portaria nº 1.134, de 10 de outubro de 2016.
145
O uso das TICs por parte dos estudantes com necessidades especiais favorece não só o
aprendizado, mas a participação com autonomia destes estudantes na vida acadêmica. Assim, a
UFAL possui o Núcleo de Assistência Educacional – NAE – visando promover e facilitar a
acessibilidade pedagógica. Os docentes são incentivados a buscar, junto a esse núcleo,
orientações sobre o uso dessas tecnologias.
16. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
O Estágio Curricular Supervisionado (ECS) está institucionalizado através da Resolução
Nº 71/2006 - CONSUNI/UFAL, de 18 de dezembro de 2006, que em seu Art. 2º afirma:
Art. 2º O estágio curricular de caráter formativo, que pode ser obrigatório ou não
obrigatório, constitui parte dos processos de aprendizagem teórico-prática que
integram os Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPC), sendo inerente à formação
acadêmico-profissional.
§ 1º O estágio curricular é obrigatório quando exigido em decorrência das diretrizes
curriculares dos cursos e/ou previsto nos respectivos projetos pedagógicos, como
disciplina que integraliza a estrutura curricular.
§ 2º O estágio curricular é não obrigatório quando previsto nos projetos pedagógicos
dos cursos como atividade opcional à formação profissional, e/ou como parte
integrante do conjunto de possibilidades previstas para as atividades complementares.
§ 3º O estágio curricular pressupõe planejamento, acompanhamento, avaliação e
validação pela Instituição de Ensino, em comum acordo com a instituição concedente.
De acordo com o que afirma o Art. 3º da resolução anteriormente referenciada, o estágio
curricular tem como objetivo o desenvolvimento de competências – conhecimentos teóricoconceituais, habilidades e atitudes – em situações de aprendizagem, conduzidas no ambiente
profissional, sob a responsabilidade da Universidade e da Instituição Concedente.
Nesta perspectiva, cada PPC toma para si a responsabilidade de definir a forma de
realização, acompanhamento, apresentação e avaliação do ECS, estabelecendo normas
próprias.
No curso de Engenharia de Energia, o ECS obrigatório é individual, sempre obedecendo
às regras detalhadas em resolução ou instrução normativa própria do curso de Engenharia de
Energia que regulamenta as questões inerentes ao Estágio Curricular Supervisionado.
17. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Fazem parte dessas atividades: disciplinas eletivas da grade curricular do Curso (desde
que o aluno extrapole as 216 horas obrigatórias), monitoria, participação em jornadas,
146
simpósios, congressos, seminários, cursos de curta duração, núcleos temáticos e outros projetos
de extensão, iniciação científica, e outras atividades de pesquisa, participação em entidades
estudantis, Colegiado de Curso de Graduação, Conselho de Unidade e Conselho Universitário.
A carga horária referente à realização destas atividades, além de outras não citadas, é
contabilizada, para fins de integralização do histórico escolar dos discentes, conforme as
instruções presentes no Anexo A.
17.1 PROGRAMA DE MONITORIA
Monitor é o aluno de graduação da Universidade, com matrícula e freqüência regular,
admitido pelo período de 1 (um) ano, para auxiliar o trabalho de ensino, pesquisa, extensão ou
quaisquer atividades didático-científicas em nível de sua capacidade. Os monitores exercerão
suas atividades em 12 (doze) horas semanais, das quais, 4 horas deverão ser destinadas ao
atendimento aos alunos. O horário das atividades do monitor não poderá em hipótese nenhuma
prejudicar seu horário normal de aulas como discente. O programa de monitoria da UFAL está
efetivado sob duas modalidades: MONITORIA COM BOLSA e MONITORIA SEM BOLSA.
Ao monitor, sob orientação e a responsabilidade do Professor Orientador, compete
exclusivamente:
Auxiliar o professor:
- Em tarefas didáticas, inclusive na preparação de aulas e trabalhos escolares;
- Em tarefas de pesquisa e extensão compatíveis com o seu grau de conhecimento;
- Nas realizações de trabalhos práticos e experimentais compatíveis com o seu grau de
conhecimento e experiência na disciplina;
- Na participação, sempre que possível de seminários, cursos ou debates promovidos
pelo Departamento;
- No auxílio aos estudantes que estejam apresentando baixo índice de rendimento na
aprendizagem da disciplina;
- Em reuniões, sempre que necessário, com o Professor Orientador para analisar, discutir
e avaliar a prática por eles desenvolvida;
- Na entrega ao Departamento, ao final de cada período da monitoria, de relatório das
atividades desenvolvidas, que será apresentado à Plenária do Departamento a qual fará
registro em Ata.
147
Todas as atividades do Monitor serão desenvolvidas estritamente sob a supervisão direta
do professor Orientador. É vedado ao monitor:
- Ministrar aulas curriculares, na ausência do professor em sala de aula, laboratório ou
qualquer outro recinto;
- Realizar avaliações na ausência do professor;
- Exercer funções meramente burocráticas.
17.2
PROGRAMA
DE
INICIAÇÃO
CIENTÍFICA
E/OU
INOVAÇÃO
TECNOLÓGICA (PIBIC, PIBITI)
Os objetivos específicos do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica –
PIBIC / CNPq / UFAL e PIBITI / UFAL podem ser dimensionados em três níveis: da
instituição, dos orientadores e dos bolsistas.
Com relação à UFAL
- Conduzir à sistematização e institucionalização da pesquisa;
- Incentivar a formulação de uma política de pesquisa para Iniciação Científica;
- Possibilitar uma maior interação entre a graduação e a pós-graduação;
- Colaborar no fortalecimento de áreas emergentes na pesquisa;
- Propiciar condições institucionais para o atendimento dos projetos de pesquisa;
- Fortalecer a cultura da avaliação interna e externa na instituição;
- Tornar a UFAL mais determinada e competitiva na construção do saber;
- Fomentar a interação interdepartamental e interinstitucional no âmbito do programa;
- Auxiliar a instituição no cumprimento da missão pesquisa, além do ensino e extensão.
Em relação aos Orientadores
- Estimular pesquisadores produtivos a engajarem estudantes de graduação no processo
acadêmico, otimizando a capacidade de orientação à pesquisa da UFAL;
- Estimular o aumento da produção científica dos pesquisadores;
- Estimular o envolvimento de novos orientadores.
Em Relação aos Bolsistas
- Despertar a vocação científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes de
graduação, mediante suas participações em projetos de pesquisa, iniciando o universitário no
método científico.
148
- Propiciar ao bolsista, orientado por pesquisador qualificado, a aprendizagem da técnica
e métodos científicos, bem como estimular o desenvolvimento do pensar cientificamente e da
criatividade decorrentes das condições criadas pelo confronto direto com os problemas da
pesquisa;
- Despertar no bolsista uma nova mentalidade em relação à pesquisa;
- Preparar alunos para a pós-graduação;
- Aumentar a produção discente.
Pré-Requisitos e Compromissos do Bolsista:
1.O candidato deve ser universitário, regularmente matriculado em curso de graduação
da UFAL, cursando, no mínimo, o segundo período e, no máximo, o penúltimo período além
da observância da filosofia e objetivo do MEC em contemplar, se possível, a este bolsista,
dentro do período de até 30 anos de idade, com sua titulação de Doutor;
2.Apresentar desempenho acadêmico, comprovado através de histórico escolar
atualizado e ter, no máximo, duas reprovações;
3.Não ter vínculo empregatício e dedicar-se integralmente às atividades acadêmicas e
de pesquisa;
4.Executar, dentro do cronograma previsto, o plano de trabalho aprovado, com
dedicação de 20 (vinte) horas semanais;
5.Apresentar os resultados da pesquisa em relatórios semestral e final, sob a forma de
resumo individualizado e exposição oral, por ocasião do Encontro de Iniciação Científica;
6.Nas publicações e trabalhos apresentados, fazer referência à sua condição de bolsista
do CNPq ou PROPEP/UFAL;
7.Estar recebendo apenas esta modalidade de bolsa, sendo vedada a acumulação desta
com a de outros programas do CNPq, de outra agência ou da própria instituição;
8.Em caso de renovação, o bolsista ou ex-bolsista não deve ter pendências junto a
PROPEP, podendo candidatar-se, no máximo, à 2ª renovação;
9.Não ter concluído nenhum outro curso de graduação;
10. Não apresentar reprovações, após o ingresso no Programa de Iniciação Científica,
sob pena de inviabilizar possível renovação de bolsa;
11. Participar da reunião inicial do Programa e de todas as reuniões convocadas pela
PROPEP/UFAL;
149
12. Devolver ao CNPq, em caso de bolsa do PIBIC-CNPq/UFAL, e a UFAL, em caso
de bolsa PROPEP/UFAL, em valores atualizados, a(s) mensalidade(s) recebida(s)
indevidamente, caso os compromissos estabelecidos neste item não sejam cumpridos.
Pré-Requisitos e Compromissos do Orientador
1.Possuir experiência compatível com a função de orientador e formador de recursos
humanos qualificados;
2.Ser pesquisador com titulação de doutor ou equivalente ou, excepcionalmente, mestre,
com produção científica, tecnológica, artística e cultural nos últimos cinco (5) anos, divulgada
nos principais veículos de comunicação da área;
3.Apresentar projeto de pesquisa detalhando relevância e viabilidade técnica;
4.Participar da reunião inicial do Programa e de todas as reuniões convocadas pela
PROPEP/UFAL;
5.Orientar o bolsista nas distintas fases do trabalho científico, incluindo a elaboração do
relatório final e material para apresentação dos resultados no livro de resumos, em congressos,
seminários, etc.;
6.Acompanhar as exposições dos relatórios técnicos parciais e anuais feitas por seus
bolsistas;
7.Atuar, quando solicitado, auxiliando o Comitê de Pós-Graduação e Pesquisa da
PROPEP/UFAL dando pareceres de projetos e relatórios e avaliando apresentações orais da
Iniciação Científica;
8.Incluir os nomes dos bolsistas nas publicações e nos trabalhos apresentados em
congressos e seminários, cujos resultados tiveram a participação efetiva dos bolsistas de
iniciação científica;
9.Ser professor do quadro permanente da UFAL, em efetivo exercício de suas funções,
com regime de dedicação exclusiva ou de 40 horas semanais;
10.Pesquisadores, atuando na UFAL, poderão ser aceitos como orientadores de alunos
da Iniciação Científica, desde que tenham o título de doutor ou mestre, com regime de dedicação
exclusiva ou de 40 horas semanais;
11.
Não possuir grau de parentesco com o candidato à bolsa.
Pré-Requisitos do Projeto de Pesquisa e do Plano de Trabalho
1.Ser projeto institucional, de preferência de grupos de pesquisa e de longo alcance;
2.Ter o projeto mérito técnico científico;
3.Ter o projeto viabilidade técnica e econômica;
150
4.Ter aprovação da Comissão de Bioética da UFAL, no caso da pesquisa que envolva
seresvivos;
5.Conter plano de trabalho do candidato específico e individualizado;
6.Incluir cronograma individualizado de atividades de cada candidato.
17.3 PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO DISCENTE – PEC
Concebido como um programa que visa congregar os alunos envolvidos em atividades
de Iniciação Científica nas mais diversas áreas da Engenharia Energia, e propiciar um ambiente
de interação e consequente transferência de informações entre eles. A filosofia adotada no PEC
baseia-se na garantia de ampla formação científica e acadêmica aos seus integrantes,
incentivando-os a participarem de diversas atividades científico-acadêmicas, bem como de
eventos científicos de âmbito regional, nacional e internacional. Desta forma, busca-se um
aprimoramento profissional e uma condução ao desenvolvimento de estudos em programas de
pós-graduação. Um outro aspecto que norteia o programa fundamenta-se na preocupação em
desenvolver nos seus membros um espírito crítico em relação à profissão e à própria vida em
sociedade, conscientizando-os do papel que possuem como vetores de desenvolvimento do
País.
Diretrizes
O PEC é regido por algumas diretrizes básicas que buscam melhor enquadrar seus
integrantes na filosofia deste programa, das quais se pode destacar: o estímulo à interação entre
as pesquisas desenvolvidas pelos membros, no intuito de propiciar-lhes uma ampla formação
com noções básicas em todas as áreas de pesquisa existentes no Curso; formação
multidisciplinar de seus integrantes; divulgação da Iniciação Científica, ressaltando sua
importância para os alunos do Curso e encorajando-os a participarem de atividades de pesquisa
desde os primeiros anos de suas vidas acadêmicas; participação dos membros em eventos de
caráter científico; publicação de trabalhos técnicos em congressos e periódicos especializados,
o que enaltece os nomes do PEC, do Curso e o da UFAL; dentre outras.
Estrutura Organizacional
Para seguir as diretrizes do PEC e alcançar os objetivos para os quais este é concebido,
dispõe-se de uma estrutura organizacional que visa subdividir as diversas atividades, em
coordenadorias de acordo com o escopo delas. Cada uma destas coordenadorias é gerenciada
151
por um membro, sendo subordinadas de maneira hierárquica pelo Coordenador Discente, pelo
Coordenador Docente e pelo Conselho do Programa, respectivamente.
Critérios de Participação
O processo de seleção deverá conter, obrigatoriamente, entrevista oral e escrita com
todos os candidatos, além de critérios estabelecidos em edital específico. O novo membro
deverá passar por um estágio probatório com duração não menor que um mês, estabelecido pelo
Conselho do PEC. Ao final do estágio, o Conselho avaliará a conduta do membro em questão
a fim de alocá-lo na distribuição interna do grupo.
Formas de Atuação
Incentivando seus membros a participarem de eventos de caráter científico e à
publicação de trabalhos em periódicos e congressos, visando fomentar a formação científicoacadêmica, como também a divulgação do PEC, do Curso e da UFAL. Tal estímulo é propiciado
por meio da integração entre os membros, onde os mais experientes ressaltam a importância
destas atividades, além de exporem os conhecimentos adquiridos. Desta maneira, o programa
busca montar um quadro de integrantes com formação curricular ampla, visando-se facilitar o
ingresso dos membros em programas de pós-graduação.
17.4 CURSO DE NIVELAMENTO
O curso de nivelamento para os alunos recém ingressos no curso de Engenharia de
Energia tem como objetivo promover uma melhoria no desempenho acadêmico dos mesmos.
Seus objetivos imediatos consistem em:
• Promover a integração destes alunos entre si e com os demais do corpo discente, com
os docentes do curso, de forma a incentivá-los a participar das várias atividades
desenvolvidas pela Universidade;
• Mostrar a estrutura acadêmica e administrativa da Universidade;
• Apresentar informações sobre a matriz curricular do curso, Colegiado do Curso,
Centro Acadêmico, Empresa Júnior e Programas de iniciação científica da UFAL;
• Avaliar e complementar os conhecimentos destes alunos nas matérias matemática e
física;
• Enfatizar a importância das matérias básicas para a formação profissional.
152
17.5 EMPRESA JÚNIOR DE ENGENHARIA DE ENERGIA
A Empresa Júnior de Engenharia de Energia se constitui num programa de extensão do
Campus de Engenharias e Ciências Agrárias, que tem como objetivo a prestação de serviços
em projetos de Engenharia de Energia para a sociedade, dando oportunidade aos estudantes de
aplicarem e aprimorarem os conhecimentos adquiridos na Universidade.
É uma preocupação constante dos que fazem a Empresa Júnior a formação de agentes
de transformação que visam gerar profissionais melhor qualificados, e que sejam capazes de
gerar satisfação na sociedade e de atender com eficiência os clientes internos e externos,
elevando, assim, o nome do Curso de Engenharia de Energia e da Universidade Federal de
Alagoas.
Alunos da graduação podem participar da empresa desde o primeiro ano acadêmico,
atuando nos contatos com clientes, organizando eventos e processos administrativos, e
acompanhando as equipes de projetos para obtenção de noções sobre o desenvolvimento dos
trabalhos.
À medida que avança no curso, o estudante membro aplica os conhecimentos aprendidos
na elaboração de projetos e com isso obtém prática, desenvoltura, experiência e motivação para
se aperfeiçoar nas matérias do curso.
17.6 PROGRAMAS DE EXTENSÃO
As atividades curriculares de extensão no Curso de Engenharia de Energia estão
distribuídas em seis períodos, do quarto ao nono período, contemplando 10% da carga horária
total do curso.
Além das atividades curriculares de extensão, os estudantes podem participar de outras
atividades curriculares vinculados às comunidades, em qualquer período do curso, tais como:
Pesquisa, Trabalho de Conclusão de Curso e Atividades Complementares. Todas as ações de
extensão devem ser registradas junto a coordenação de extensão do Campus de Engenharias e
Ciências Agrárias e na Pró-Reitoria de Extensão – PROEX.
18. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
153
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), em conformidade com a RESOLUÇÃO n
25/2005 do CEPE, de 26 de outubro de 2005, é definido como atividade curricular obrigatória
e não constitui disciplina.
No curso de Engenharia de Energia, o TCC será elaborado individualmente e deverá ser
escrito na forma de monografia sobre um tema relacionado às áreas de exercício do profissional
Engenheiro de Energia. Esta atividade tem uma carga horária de 96 horas, conforme previsto
neste Projeto Pedagógico do Curso.
As atividades relativas ao TCC estão especificadas em resolução ou instrução normativa
própria do curso de Engenharia de Energia que dispõe sobre a elaboração, apresentação e
avaliação do TCC dos alunos do curso de Engenharia de Energia. A defesa poderá ser realizada
até o cumprimento do número máximo de semestres do curso de Engenharia de Energia.
19. AVALIAÇÃO
19.1 AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional, no que concerne à aferição quantitativa do percentual
de 75% de presença às atividades de ensino previstas pela carga horária de cada disciplina e no
total da carga horária do curso, e qualitativa em relação ao total de pontos obtidos pelo aluno
em cada disciplina.
A avaliação do processo de ensino e aprendizagem será realizada de acordo com as
normas indicadas pela UFAL em seu Regimento Interno. Os procedimentos de Avaliação
Bimestral, Reavaliação, Segunda Chamada e Prova Final são regidos por este documento, sendo
a diversidade dos instrumentos avaliativos definidos pelo professor da disciplina. Os
instrumentos avaliativos serão empregados em consonância com os princípios da avaliação
formativa, com ênfase na avaliação do processo de desenvolvimento da aprendizagem, de forma
a oferecer elementos para a melhoria da intervenção do docente e, consequentemente,
aperfeiçoando a formação do discente.
O Processo de Avaliação de Aprendizagem na Universidade Federal de Alagoas está
regulamentado pelo seu Estatuto, conforme Portaria n° 4.067, de 29 de dezembro de 2003, e
154
pelo seu Regimento Geral, que foi regulamentado pela Resolução n° 25/2005 – CEPE, de 26
de outubro de 2005, onde o mesmo dispõe sobre as formas de avaliação.
Conforme o Regimento Geral da UFAL, em seu Art. 10, tem-se que: Será considerado
reprovado por falta o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das
atividades didáticas realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de frequência, só será
permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044 (21/10/1969),
Decreto-Lei no 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a apuração do
rendimento escolar, conforme descrito abaixo:
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova final,
após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas, das notas obtidas pelo
aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação e, no prazo
de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá solicitar revisão da correção
de sua avaliação, por uma comissão de professores designada pelo Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular
Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01 (um)
instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de outras opções
como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso, atividades práticas em
qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos
instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva, calculada
considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das 02
(duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser reavaliado naquela
em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior.
155
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada
até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou
superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações,
conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco
décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF),
com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à
Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerê-la ao
respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a realização da
prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco) dias
após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto no
Parágrafo único do Art. 16.
19.2 AVALIAÇÃO DAS DISCIPLINAS DO CURSO
O objetivo geral do processo de avaliação das disciplinas é de contribuir para o
acompanhamento das atividades de ensino e gestão, oferecendo subsídios para a tomada de
decisão, o redirecionamento das ações, a otimização e a excelência dos processos e resultados
do Curso de Engenharia de Energia, além de incentivar a formação de uma cultura avaliativa.
Localmente, a avaliação das disciplinas deve ocorrer de duas formas. Na primeira delas,
qualquer aluno, individualmente ou em grupo, através de uma representação do Centro
156
Acadêmico de Engenharia de Energia junto ao Colegiado do Curso, pode ao longo do período
letivo manifestar qualquer situação de anormalidade, requerendo uma posição do Colegiado do
Curso. Em reunião do Colegiado são tomadas as providências cabíveis no sentido de resolver
internamente o problema ou recorrer à(s) instância(s) competente(s). Uma segunda forma de
avaliação das disciplinas pelo corpo discente acontece ao término do período letivo. Este
processo é feito através da internet com o acesso individual dos alunos a um formulário de
avaliação das disciplinas matriculadas durante todo o período letivo.
19.3 AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia é
importante para aferir o seu sucesso. Alterações futuras ajudarão a melhorar este projeto, uma
vez que ele é dinâmico e deve passar por constantes avaliações.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação institucional e uma
avaliação do desempenho acadêmico – ensino e aprendizagem – de acordo com as normas
vigentes, viabilizando uma análise diagnóstica e formativa durante o processo de
implementação do referido projeto. Deverão ser utilizadas estratégias que possam efetivar a
discussão ampla do projeto, mediante um conjunto de questionamentos previamente ordenados
que busquem encontrar suas deficiências, se existirem.
O roteiro proposto pelo INEP/MEC para a avaliação das condições de ensino servirá de
instrumento para avaliação do Projeto Pedagógico do Curso, sendo o mesmo constituído pelos
seguintes tópicos:
1. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso, atividades
acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
2. Corpo docente: formação profissional, condição de trabalho, atuação e desempenho
acadêmico e profissional;
3. Infraestrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios específicos.
Cabe ao Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso realizar um acompanhamento
permanente da implementação e desenvolvimento do PPC, de forma a garantir a melhor
qualidade educativa em todas as suas etapas. Através de reuniões periódicas, os seus membros
avaliam a pertinência das disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia e as
condições de realização de práticas laboratoriais e estágios supervisionados, de modo a ter
condições concretas de intervir sempre que necessário, visando o aperfeiçoamento do mesmo.
157
19.4 AVALIAÇÃO DO CURSO
As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações oriundas da
Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior (CONAES). Assim, o processo de
avaliação do Curso de Engenharia de Energia é realizado por uma comissão representativa dos
diferentes segmentos da comunidade acadêmica, com predomínio de docentes, identificada no
Projeto de Auto-avaliação da UFAL como Comissão de Auto-Avaliação (CAA).
O Curso de Engenharia de Energia será avaliado anualmente pela citada Comissão e,
em caráter permanente, pelos membros do Núcleo Docente Estruturante (NDE). Na primeira
situação, o processo é conduzido em primeira instância pela CAA, que coleta dados através de
diferentes estratégias junto ao corpo docente, discente e técnico-administrativo do Campus de
Engenharias e Ciências Agrárias. Há, também, o acesso espontâneo da comunidade acadêmica
através de formulários on-line, disponibilizados segundo cronograma de desempenho
divulgado pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) da UFAL. Em ambas as situações, os
participantes avaliam a condução do Projeto Pedagógico do Curso, a qualificação dos docentes
e as condições da infraestrutura disponibilizada para a realização das atividades acadêmicas.
Desta forma, os dados computados são organizados e analisados pela Comissão de AutoAvaliação e enviados para serem consolidados pela CPA/UFAL e incorporados ao Relatório de
Avaliação Institucional, de periodicidade anual. Além disso, deverão ser utilizados os relatórios
de curso emitidos pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE).
O curso também será avaliado pela sociedade, através da ação/intervenção
docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no âmbito da extensão
universitária em parceria com indústrias alagoanas e estágios curriculares supervisionados.
REFÊRENCIAS
ANEEL – AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA. Resultados de leilões. Aneel,
2018. Disponível em: <https ://goo.gl/XuGdnr>. Acesso em: set. 2019.
Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES).
Reportagem intitulada “Pesquisa da Ufal revela potencial para produção de Energia Eólica em
158
Alagoas”, 2013. Disponível em: http://www.andifes.org.br/pesquisa-da-ufal-revela-potencialpara-producao-de-energia-eolica-em-alagoas/
Atlas
Solarimétrico
de
Alagoas,
2007-2008.
Disponível
em:
www.aneel.gov.br/aplicacoes/atlas/pdf/03-Energia_Solar(3).pdf.
Atlas Solarimétrico do Brasil: banco de dados terrestres. Recife: Ed. Universitária da UFPE,
2000.
BEAL - BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE ALAGOAS – 2018 - ANO BASE 2017.
Disponível em: http://www.sedetur.al.gov.br/images/estrutura/institucional/BEAL-2018.pdf.
Acesso em: set. 2019.
BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Dispõe sobre o Plano Nacional de Educação
– PNE. Brasília, DF. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato20112014/2014/lei/l13005.htm>. Acesso em: 2019.
BRASIL. Decreto n. 4.281, de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril
de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências.
BRASIL. Decreto n. 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24
de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no
10.098, de 19 de dezembro de 2000.
BRASIL. Decreto-Lei n. 1.044, de 21 de outubro de 1969. Dispõe
sobre
tratamento
excepcional para os alunos portadores das afecções que indica.
BRASIL. Decreto-Lei n. 6.202, de 17 de abril de 1975. Atribui à estudante em estado de
gestação o regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei nº 1.044, de 1969, e dá
outras providências.
159
BRASIL. Lei n. 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normas gerais e critérios
básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com
mobilidade reduzida, e dá outras providências.
BRASIL. Lei n. 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais Libras e dá outras providências.
BRASIL. Lei n. 10.639, de 09 de janeiro de 2003. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de
1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial
da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá
outras providências.
BRASIL. Lei n. 11.645, de 10 de março de 2008. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de
1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e
bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade
da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.
BRASIL. Lei n. 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera
a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei
no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis
nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do
art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.16441, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências.
BRASIL. Lei n. 12.764, de 27 de dezembro de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção
dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o § 3o do art. 98 da Lei no
8.112, de 11 de dezembro de 1990.
BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação
nacional.
BRASIL. Lei n. 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a
Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
160
BRASIL. Ministério da Educação. Portaria n. 4.059, de 10 de dezembro de 2004.
BRASIL. Universidade Federal de Alagoas. Estatuto e Regimento Geral da UFAL, estabelecido
pela Portaria n. 4.067, de 29 de dezembro de 2003.
CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE
ALAGOAS. Estabelece normas para abreviar a duração de cursos de graduação para alunos
que apresentam extraordinário aproveitamento de estudos. Resolução nº 60, de 19 de outubro
de 1998.
CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE
ALAGOAS. Institui e regulamenta o funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos
Cursos de Graduação da UFAL, a partir do ano letivo de 2006. Resolução nº 25, de 26 de
outubro de 2005.
CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA. Discrimina as atividades e
competências profissionais do engenheiro de energia e insere o título na Tabela de Títulos
Profissionais do Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício profissional.
Resolução nº 1.076, de 05 de julho de 2016.
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação Ambiental. Resolução CNE/CP nº 02, de 15 de junho de 2012.
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação
em Direitos Humanos. Resolução nº 01, de 30 de maio de 2012.
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do
Curso de Graduação em Engenharia. Resolução nº 11, de 11 de março de 2002.
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e
Africana. Resolução CNE/CP nº 01, de 17 de junho de 2004.
161
CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Define
normas referentes à implantação e implementação do regime acadêmico seriado anual quanto à
organização e funcionamento dos cursos de graduação da Universidade Federal de Alagoas.
Resolução nº 56 – CEPE, de 18 de julho de 1995.
CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS.
Disciplina os estágios curriculares dos cursos de graduação da Ufal. Resolução nº 71, de 18 de
dezembro de 2006.
CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Institui
o Núcleo Docente Estruturante (NDE) no âmbito dos cursos de graduação da Ufal. Resolução
nº 52, de 05 de novembro de 2012.
DIRETORIA DE POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO ESPECIAL. Orientação aos Sistemas de
Ensino para a implementação da Lei nº 12.764/2012. Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC /
SECADI / DPEE, de 21 de março de 2013.
Empresa de Pesquisa Energética (Brasil). Balanço Energético Nacional 2018: Ano base 2017 /
Empresa de Pesquisa Energética. – Rio de Janeiro: EPE, 2018.
FÓRUM DAS LICENCIATURAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS.
Disciplina a redução da carga horária de estágio curricular supervisionado para os alunos dos
cursos de Licenciatura da UFAL que exercem atividade docente regular na Educação Básica.
INSTRUÇÃO NORMATIVA PROGRAD / Fórum das Licenciaturas Nº 01, de 27 de setembro
de 2013.
ODS 7 – Assegurar o acesso confiável, sustentável, moderno e a preço acessível à energia para
todos, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – ipea 2019. Disponível em:
http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/livros/livros/190502_cadernos_ODS_obje
tivo_7.pdf. Acesso em: set. 2019.
162
Plano Nacional de Energia – PNE 2030. Rio de Janeiro: EPE, 2007.
Resolução CNE/CES n. 02/2019 – Institui as diretrizes curriculares nacionais do curso de
graduação em engenharia.
163
ANEXO A
INSTRUÇÕES PARA A INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA DE
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Engenharia de Energia da Universidade
Federal de Alagoas, no uso de suas atribuições, e de acordo com decisões tomadas em reuniões
ocorridas;
CONSIDERANDO a Resolução no 113/95 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão
da Universidade Federal de Alagoas, de 13/11/1995, que estabelece normas para o
funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de graduação;
CONSIDERANDO o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Energia, que
estabelece o cumprimento de uma carga horária mínima de 180 (cento e oitenta) horas de
atividades complementares.
Estabelece:
1º) As atividades complementares do Curso de Engenharia de Energia devem seguir a
seguinte classificação:
1 – Atividades de Ensino;
2 – Atividades de Pesquisa;
3 – Atividades de Extensão;
4 – Participação em Entidades Estudantis;
5 – Representação Estudantil em Órgãos Colegiados;
6 – Outras Atividades.
2º) A carga horária da Parte Flexível deverá, preferencialmente, ser distribuída ao longo
do Curso e não poderá ser preenchida com um só tipo de atividade.
3º) A distribuição da carga horária das atividades complementares será computada de
acordo com a tabela em anexo, abrangendo a classificação estabelecida.
4º) Para o aproveitamento das Atividades Complementares de Graduação, o aluno, que
tiver no mínimo as 180 horas de atividades válidas comprovadas e estiver a partir do oitavo
período, solicitará, através de requerimento padrão fornecido pela Secretaria do Curso, o
registro e o cômputo de horas, anexando obrigatoriamente a cópia da documentação
comprobatória devidamente reconhecida ou autenticada pela Secretaria do Curso.
164
5º) Uma comissão composta por dois membros docentes do curso definidos pelo
Colegiado ficará responsável pela análise e cômputo da carga horária flexível, assim como o
registro será de responsabilidade da Coordenação do Curso.
6º) Somente serão computadas as atividades realizadas após o ingresso no curso.
7º) Os casos omissos e pedidos de revisão serão resolvidos pelo Colegiado do Curso de
Engenharia de Energia.
8º) Aplicar-se-á a proporcionalidade nos casos em que o discente não cumprir o tempo
de referência para a pontuação.
165
ATIVIDADES COMPLEMENTARES (180 HORAS)
ATIVIDADE
MODALIDADE
CARGA HORÁRIA
MÁXIMA
Disciplinas eletivas cursadas além da carga horária mínima
estabelecida na grade curricular: Carga horária da
disciplina
90
Disciplinas isoladas dentro da área de formação de
conhecimento do discente: Carga horária da disciplina
60
Disciplinas isoladas cursadas em regime de mobilidade
acadêmica: Carga horária da disciplina
Integral
Participação em programa de monitoria (bolsista ou
colaborador) com certificação expedida ou reconhecida
pela UFAL: 20 horas/semestre
40
Participação em iniciação científica, na qualidade de
bolsista ou colaborador: 30 horas por semestre. Esta carga
horária não é cumulativa quando o discente também
participa dos programas PET, PEC ou outros programas
institucionalizados.
90
Ensino
Publicação Internacional: 15
horas/artigo
Trabalhos publicados em
eventos
Pesquisa
Publicação Nacional: 10
horas/artigo
60
Publicação Regional: 5
horas/artigo
Publicação Internacional: 30
horas/artigo
Trabalhos publicados em
periódicos
Publicação Nacional: 20
horas/artigo
Publicação Regional: 10
horas/artigo
60
166
ATIVIDADE
MODALIDADE
Eventos:
seminários,
congressos,
jornadas,
conferências,
encontros,
simpósios,
ciclos de
palestras e
semanas
acadêmicas.
Extensão
Cursos
CARGA
HORÁRIA
MÁXIMA
Como participante: 4 horas/dia do evento
40
Evento Internacional: 10
horas/evento
Evento Nacional: 8
horas/evento
60
Como
apresentador:
Evento Regional: 6
horas/evento
Curso dentro da área de formação do
discente: carga horária do curso
Cursos de línguas estrangeiras: 10 horas
por semestre. O discente que apresentar
certificado de proficiência na língua, com
aproveitamento de 60% da pontuação
total da prova, receberá a máxima
pontuação.
Instrutor: 2 horas/dia.
80
60
20
Palestras
Como participante: 1 hora/evento. Como
expositor: 5 horas/evento
15
Empresa
Júnior
Para atividade administrativa: 30 horas
por semestre. Para participação em
projetos: carga horária especificada no
formulário de registro do projeto
90
Participação em
Entidades
Estudantis
Participação nas entidades estudantis locais (Centro
Acadêmico e Diretório Central dos Estudantes) e
nacionais: Titular - 10 horas por semestre e suplente - 5
horas por semestre
40
Representação
Estudantil em
Órgãos
Colegiados
Representação estudantil em Colegiado de Curso de
Graduação, Conselho de Unidade ou Conselho
Universitário: Titular - 10 horas por semestre e suplente - 5
horas por semestre
40
167
ATIVIDADE
Outras
Atividades
MODALIDADE
CARGA HORÁRIA
MÁXIMA
Participação no PEC, PET ou outros programas
institucionalizados: 30 horas por semestre
90
Participação em programas de Bolsa de Desenvolvimento
Institucional, desde que no plano de trabalho constem
atividades relacionadas à área de formação: 20 horas por
semestre
40
Aproveitamento da carga horária de Estágio Curricular
Supervisionado Não Obrigatório ou Aproveitamento da
carga horária excedente ao Estágio Curricular
Supervisionado Obrigatório
90
Participação em atividades de pesquisa ou extensão para
alunos NÃO vinculados a projetos e/ou disciplinas,
comprovadas via declaração assinada pelo coordenador
do projeto ou pela coordenação do curso no caso de
visitas técnicas, tendo estas sido registradas na
coordenação: 2 horas por atividade
20
Participação em organização de evento científico: 4 horas
por dia de evento
40
