Projeto Pedagógico

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PROJETO
PEDAGÓGICO

CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA
CAMPUS DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS AGRÁRIAS – CECA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS – UFAL

RIO LARGO - AL
2025

1

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL
CAMPUS DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS AGRÁRIAS - CECA

PROJETO PEDAGÓGICO DO
CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação
em Engenharia Elétrica de acordo com as
Diretrizes Curriculares Nacionais.

Rio Largo, Alagoas
2025

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS AGRÁRIAS

REITOR
Prof. Josealdo Tonholo
VICE‐REITORA
Profª. Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
PRÓ-REITORA DE GRADUAÇÃO
Prof.ª Eliane Barbosa da Silva
PRÓ-REITOR DE EXTENSÃO
Prof. Cézar Nonato Bezerra Candeias
DIRETOR GERAL
Prof. Gaus Silvestre de Andrade Lima
DIRETORA ACADÊMICA
Prof.ª Rosa Cavalcante Lira

Rio Largo, Alagoas
2025

EQUIPE RESPONSÁVEL PELA ATUALIZAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO
COLEGIADO DO CURSO
COORDENADOR
Prof. Cícero Rita da Silva
VICE-COORDENADOR
Prof. Leonardo Faustino Lacerda de Souza
REPRESENTANTES DOCENTES
Prof. Igor Cavalcante Torres
Prof. Júlio Inácio Holanda Tavares Neto
Prof. Rinaldo Vieira da Silva Júnior
Prof.ª Alana Kelly Xavier de Barros Branco
Prof.ª Isabela Cristina da Silva Passos Tiburcio
Prof. Christian Kohler
Prof. Márcio André Araújo Cavalcante
Prof.ª Amanda Santana Peite
REPRESENTANTES DISCENTES
José Luan Carlos Marinho Peronico Pedrosa
Marcelo Camargo Gayoso Mendes
TEC. EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS/ PROGRAD
Ivonildo Ferreira Lima
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Prof. Igor Cavalcante Torres
Prof.ª Alana Kelly Xavier de Barros Branco
Prof. Christian Kohler
Prof. Leonardo Faustino Lacerda de Souza
Prof.ª Fabiane da Silva Queiroz
Prof.ª Tânia Maria Gomes Voronkoff Carnaúba
Prof. Rinaldo Vieira da Silva Júnior
EQUIPE RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PPC - 2019
Prof.a Alana Kelly Xavier de Barros Branco
Prof. Cícero Rita da Silva
Prof. Igor Cavalcante Torres
Prof. Leonardo Faustino Lacerda de Souza
Prof. Márcio André Araújo Cavalcante

SUMÁRIO

1.

INTRODUÇÃO ................................................................................................................. 8

2.

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO .................................................................................... 10

2.1.

Dados da Instituição de Ensino Superior ................................................................ 10

2.2.

Dados de Identificação do Curso ............................................................................ 10

3.

APRESENTAÇÃO .......................................................................................................... 11

3.1.

Contexto Institucional ........................................................................................... 11

3.2.

Realidade Regional ................................................................................................ 12

4.

HISTÓRICO DO CURSO .............................................................................................. 14

5.

JUSTIFICATIVA ............................................................................................................ 16

6.

OBJETIVOS .................................................................................................................... 21

6.1.

Objetivo Geral ....................................................................................................... 21

6.2.

Objetivos Específicos ............................................................................................. 21

7.

PERFIL E COMPETÊNCIA DO PROFISSIONAL EGRESSO ............................... 22

7.1.

Perfil do Egresso.................................................................................................... 22

7.2.

A Engenharia Conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais .................................. 22

7.3.

A Engenharia Elétrica Conforme o Sistema CONFEA-CREA ...................................... 25

8.

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO.................................... 27

8.1.

A Responsabilidade Social ..................................................................................... 27

8.2.

Acessibilidade ....................................................................................................... 27

8.3.

Inclusão das Políticas de Cotas .............................................................................. 29

8.4.

A Pesquisa ............................................................................................................ 29

8.5.

A Extensão ............................................................................................................ 30

9.

PROGRAMA INTEGRALIZADO DE EXTENSÃO (PIEX)..................................... 32

9.1.

Introdução ............................................................................................................ 32

9.2.

Título do Programa de Extensão ............................................................................ 33

9.3.

Unidades Acadêmicas Envolvidas .......................................................................... 33

9.4.

Grande Área do Conhecimento .............................................................................. 33

9.5.

Justificativa ........................................................................................................... 34

9.6.

Abrangência do Programa de Extensão .................................................................. 36

9.7.

Público-alvo .......................................................................................................... 36

9.8.

Áreas Temáticas do Programa de Extensão ............................................................ 37

9.9.

Linhas de Extensão do Programa ........................................................................... 37

9.10.

Objetivo do Programa de Extensão .................................................................... 37

9.11.

Ementa do Programa de Extensão ...................................................................... 37

9.12.

Metodologia ...................................................................................................... 38

9.13.

Quantitativos de Atividades de Extensão ........................................................... 46

9.14.

Carga Horária Total da Extensão ........................................................................ 47

9.15.

Acompanhamento e Avaliação ........................................................................... 47

9.16.

Referências ........................................................................................................ 48

10.

ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA .......................................................................... 49

10.1.

Colegiado do Curso ............................................................................................ 49

10.2.

O Núcleo Docente Estruturante e suas Atribuições ............................................. 50

11.

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ............................................................................ 51

11.1.

Matriz e Proposta Curricular .............................................................................. 51

11.1.1.

Educação em Direitos Humanos ............................................................................ 52

11.1.2.

Relações Étnico-Raciais História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena 52

11.1.3.

Educação Ambiental .............................................................................................. 53

11.1.4.

Matriz Curricular .................................................................................................... 53

11.2.

Proposta Curricular ............................................................................................ 64

11.2.1.

Ementas das Disciplinas do Curso e seus Pré-requisitos ....................................... 64

11.2.2.

A Disciplina de Libras.......................................................................................... 167

12.

ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................................... 167

13.

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) ........................................... 168

14.

ESTÁGIO SUPERVISIONADO .............................................................................. 169

15.

METODOLOGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM ......................................... 171

16.

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ................................................................... 175

17.

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO ..... 179

18.

PROGRAMAS DE APOIO AOS DISCENTES ..................................................... 180

18.1.

Programa de Monitoria .................................................................................... 180

18.2.

Programa de Iniciação Científica e/ou Inovação Tecnológica ............................ 182

18.3.

Cursos de Nivelamento .................................................................................... 185

18.4.

Empresa Júnior de Engenharia Elétrica ............................................................. 185

18.5.

Bolsa Permanência .......................................................................................... 186

18.6.

Serviço de Apoio Pedagógico ........................................................................... 186

18.7.

Restaurante Universitário ................................................................................ 187

19.

REFERÊNCIAS ........................................................................................................ 188

ANEXO A .............................................................................................................................. 195

8

1.

INTRODUÇÃO
O Projeto Pedagógico do Curso (PPC) apresentado contribui com o projeto de

modernização do sistema universitário brasileiro, especificamente na formação qualificada de
recursos humanos na área de Engenharia Elétrica. Considerando-se a dinâmica evolutiva dos
processos de ensino-aprendizagem, dos conhecimentos abordados no curso e da própria
sociedade, torna-se importante afirmar que a construção e (re)avaliação do projeto pedagógico
deve ser um processo contínuo visando seu constante aperfeiçoamento.
Essa proposta pedagógica é organizada de modo a explicitar o perfil do profissional
formado pelo curso e, principalmente, quais as ações necessárias para que este perfil seja
atingido. O projeto detalha, a partir de um conjunto de ações, as metodologias de ensino, os
recursos materiais e humanos necessários ao êxito dos objetivos propostos. Em síntese, o
propósito do Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica é balizar as ações da
coordenação, homologadas pela comissão e pelo colegiado do curso, em direção aos objetivos
estabelecidos, tomando como base a própria Resolução das Engenharias. No conjunto de ações
que são apresentadas, estão previstos meios para a manutenção e aperfeiçoamento da qualidade,
bem como a atualização das metodologias e dos conteúdos.
A Universidade Federal de Alagoas dispõe no seu Estatuto, art. 1°, parágrafo único
os princípios e finalidades decorrentes de sua natureza de instituição pública e gratuita e que
foram aprovados pela Portaria do MEC n.º 4.067 de 29/12/2003, que versa:
a) da gestão democrática e descentralizada;
b) da legalidade, da moralidade, da impessoalidade, da eficiência e eficácia, da
publicidade de seus atos;
c) da ética, como norteadora de toda a prática institucional, em todas as suas relações
internas e com a sociedade;
d) da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão;
e) da liberdade de expressão do pensamento, de criação, de difusão e socialização do
saber;

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f) da universalidade do conhecimento e do fomento à interdisciplinaridade;
g) do desenvolvimento científico, político, cultural, artístico e socioeconômico do
Estado de Alagoas;
h) da regular prestação de contas;
i) da articulação sistemática com as diversas instituições e organizações da sociedade.
Esses princípios, finalidades e os objetivos estão previstos no Plano de
Desenvolvimento Institucional da UFAL 2019-2023. A Universidade Federal de Alagoas
também tem por missão a produção e a socialização dos conhecimentos, científicos,
tecnológicos e culturais levando-se em consideração as (03) áreas de atuação: o ensino, a
pesquisa e extensão, que são os pilares de sustentação de todo o trabalho universitário. É
através da teoria e prática que a Universidade se propõe a formar cidadãos que possam atuar
de forma ética e profissionalmente no desenvolvimento da sociedade.
É neste contexto que a UFAL se apresenta, e o curso de Engenharia Elétrica foi criado
para atender a uma demanda da sociedade em geral, principalmente da comunidade alagoana.
Esta proposta pedagógica tem como base legal várias referências bibliográficas e
principalmente a Resolução CNE/CES n.º 2, de 24 de abril de 2019 que institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia. Podemos afirmar que este
projeto pedagógico além de ser uma exigência legal a ser cumprida é, de fato, um instrumento
norteador das ações docentes do curso e será atualizado ao longo de sua implantação, pois o
conhecimento é algo dinâmico e precisa ser renovado de acordo com as necessidades da
sociedade e do mercado de trabalho.

10

2.

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
2.1. Dados da Instituição de Ensino Superior

Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede:
Campus A.C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14, CEP: 57.072- 970
Fone: (82) 3214 -1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br

2.2. Dados de Identificação do Curso
Nome do curso: Engenharia Elétrica
Modalidade: Bacharelado – Presencial
Título oferecido: Bacharel em Engenharia Elétrica
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: CECA
Município-Sede: Rio Largo
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço de funcionamento do curso:
Campus CECA, BR 104, km 85, s/n, Rio Largo – AL, CEP 57.100-000.
Número de Vagas autorizadas: 40 vagas/ano, preenchidas no segundo semestre de cada ano
Turno de Funcionamento: Integral

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Carga horária total do curso em horas-aula: 4.788
Tempo de integralização do curso:
Mínima – 10 semestres (cinco anos)
Máxima – 15 semestres (sete anos e seis meses).
Forma de acesso ao curso:
Através do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), sendo a entrada anual definida por
ordem de classificação e normatizada pela Resolução n.º 32/2009-CONSUNI/UFAL
Portaria de autorização:
Resolução n.º 79/2019 do CONSUNI/UFAL, de 12 de novembro de 2019.

3.

APRESENTAÇÃO
3.1. Contexto Institucional
A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito Público –

Federal, com CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede na Avenida Lourival de Melo Mota, S/N,
Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de Alagoas, CEP 57.072-970,
além do Campus CECA em Rio Largo, Município da região metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal n.º 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do
agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia (1952),
Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição federal de
educação superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao
Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia assegurada pela Constituição
Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei 9394/96 e por seus
Estatuto e Regimento Geral.
A UFAL possui estrutura multicampi com sede localizada no Campus A.C. Simões,
em Maceió, onde são ofertados 54 cursos de graduação. Com a criação do Campus de
Arapiraca, pela resolução do Consuni n.º 20/2005 de 1º de agosto de 2005 e autorizado para
funcionamento por meio do Parecer n.º 52/2007-CNE/CES, a UFAL chegara ao agreste de
Alagoas, com instalações em Arapiraca, a segunda maior cidade do estado, e também nas cidades

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de Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa, unidades educacionais do seu primeiro campus fora de
sede. A implementação de 22 cursos no processo de expansão e interiorização vivenciado a partir
de 15 de setembro de 2006, possibilitou mais uma vez, tornar a UFAL protagonista do maior
processo de democratização de acesso ao ensino superior público do estado de Alagoas. Com a
adesão da UFAL ao Programa de Expansão e Reestruturação das Universidades Federais (Reuni),
nos termos da Resolução do Consuni n.º 76, de 17 de dezembro de 2007, a instituição amplia seu
processo de interiorização. Na mesma data foi aprovada a Resolução n.º 76-A, prevendo a criação
do Campus do Sertão e sua unidade educacional em Santana do Ipanema, com oferta de 8 cursos
todos presenciais. Inaugurado em 15 de março de 2010, o referido campus passou a atender à
população de 27 municípios da região, ampliando o raio de ação da maior universidade pública
e gratuita de Alagoas, oportunizando o acesso ao conhecimento à juventude que durante décadas
esteve privada do acesso ao ensino superior e contribuindo para o desenvolvimento da sociedade
alagoana (Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI 2019-2023). O Campus de

Engenharias e Ciências Agrárias (CECA) lotado no Município de Rio Largo, região
metropolitana da capital alagoana, oferta 10 cursos de graduação incluindo o curso de
Engenharia Elétrica, todos na modalidade presencial.
Além de cursos presenciais de graduação e de pós-graduação, a UFAL oferta 11
cursos na modalidade de Educação à Distância, através do sistema Universidade Aberta do
Brasil (UAB). No que se refere à pós-graduação, a UFAL dispõe de diversos cursos de
especialização e programas de mestrado e doutorado nas mais diferentes áreas de
conhecimento. A pós-graduação contribui com 32 programas de Mestrado e 09 de
Doutorado. A Pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de linhas e grupos de
pesquisa nas mais diferentes áreas do conhecimento. A Extensão apresenta diversos
programas que viabilizam a ação transformadora entre a UFAL e a sociedade.
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo seletivo através
do ENEM e da plataforma SISU/MEC (Sistema de Seleção Unificada).

3.2. Realidade Regional
Com uma extensão territorial de 27.830,661 km² (IBGE, 2022) o Estado de Alagoas
é composto por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e Sertão
alagoano), como mostrado na Figura 1, e 13 microrregiões. De acordo com o Censo de 2022
do IBGE, estima-se que a população residente do estado seja de 3.127.683 pessoas (IBGE,

13

2022), sendo aproximadamente 75 % em meio urbano. A inserção geográfica da UFAL leva
em consideração as demandas apresentadas pela formação de profissionais em nível superior
e a divisão do Estado em suas mesos e microrregiões.
Figura 1. Mesorregiões de Alagoas

Fonte: IBGE, 2022.

O estado é contemplado com uma oferta acadêmica que respeita as características
econômicas e sociais de cada localidade, estando as suas unidades instaladas em cidades polo
(ver Figura 3), consideradas fomentadoras do desenvolvimento local. O processo de
interiorização da UFAL visa construir uma cobertura universitária significativa em relação à
demanda representada pelos egressos do ensino médio em Alagoas.
Em 2022, o Produto Interno Bruto (PIB) do estado de Alagoas era de R$ 76,07
bilhões com estimative de crescimento para os próximos anos. É importante destacar que
um dos setores da economia que contribuiu para impulsionar o PIB foi o crescimento da
indústria de 9,9%, que alcançou o primeiro lugar na Região Nordeste (IBGE, 2022). O setor
primário corresponde um pouco mais 12 % do PIB estadual caracterizado tradicionalmente
por policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na Zona da Mata. O setor
secundário corresponde cerca de 10 % do PIB alagoano. De maneira geral, os PIBs setoriais,
brasileiro e alagoano, são caracterizados por estruturas semelhantes, onde o setor de
serviços apresenta maior destaque. A distribuição mais detalhada dos setores econômicos
por região do estado, conforme a Figura 2.
A forte dependência dos setores público e sucroenergético resume grande parte da
dinâmica econômica do estado de Alagoas, apesar de outros segmentos industriais estarem se
instalando no estado. A presença da UFAL em todo o território alagoano, por meio de suas
atividades de ensino, pesquisa, extensão e assistência, representa importante vetor de

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desenvolvimento para o estado. Alagoas é uma unidade federativa que apresenta altos
indicadores de desigualdades. Tal cenário é desafiador, contudo, permite à UFAL exercer
plenamente sua missão social num contexto periférico, de grandes limitações e precariedades.
Figura 2. Setores econômicos por região

Fonte: IBGE, 2022.

4.

HISTÓRICO DO CURSO
Ao contrário do que se imagina, a história da Engenharia Elétrica pode ser considerada

antiga. Pode-se dizer, com certa liberdade, que seu surgimento é datado de 1752, quando
Benjamin Franklin (1706 – 1790) inventou o para-raios, dando início ao aproveitamento da
eletricidade pelo homem. Em 1879, o norte-americano Thomas Edison transformava o invento
da lâmpada incandescente em algo comercializável, usando uma haste de carvão (carbono).
Quase duzentos anos depois da invenção de Franklin, a eletrônica surgiu em 1940, com a
invenção das válvulas eletrônicas a diodo, e logo depois, na década de 1950, os transistores
foram apresentados, permitindo o desenvolvimento da tecnologia dos semicondutores. A partir
dos semicondutores, houve o desenvolvimento dos sistemas computadorizados, que permitiram
a ramificação da Engenharia Elétrica nas suas diversas subáreas.
Hoje a Engenharia Elétrica está presente, praticamente, em todos os ambientes de
manufatura que demandem alta tecnologia, como satélites, aeronaves, produtos da automação
industrial e centrais geradoras de eletricidade. Dentro desse contexto, tal ciência se divide em

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algumas áreas, dentre as quais, podemos destacar: eletrotécnica, microeletrônica, controle e
automação, e telecomunicações.
No mundo cada vez mais moderno, observa-se um campo de atuação vasto para o
engenheiro eletricista. Tal profissional pode desenvolver atividades nas áreas de sistemas de
geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, telefonia, antenas e propagação,
instrumentação, automação, sistemas eletrônicos analógicos e digitais, projetos de circuitos
digitais, dentre outros. Podendo, ainda, lecionar em universidades ou outras instituições de
ensino técnico ou superior, prestar consultoria empresarial, administrativa e gerencial, bem
como atuar em áreas multidisciplinares que envolvem conhecimentos básicos de eletricidade,
eletrônica, computação e bioengenharia.
Com o cenário econômico mundial cada vez mais competitivo, é essencial para um país
que quer se afirmar economicamente, alcançar bons índices de produtividade que estão
diretamente atrelados ao desenvolvimento tecnológico. O Brasil tem um importante papel na
economia mundial, exercendo grande influência principalmente na América Latina. Desta
forma, o país necessita de um sistema de educação preparado e devidamente aparelhado de
modo a respaldar com eficiência a capacitação da população, indispensável à modernização dos
meios de produção. Vale ressaltar que crescimento econômico enseja maior demanda por
engenheiros. Dentre os profissionais de engenharia, o Engenheiro Eletricista desempenha papel
de destaque devido ao seu vasto campo de atuação. Desta forma, a concepção de cursos de
bacharelado para o ensino de Engenharia Elétrica no Brasil é de suma importância a curto,
médio e longo prazo.
O Curso de Bacharelado em Engenharia Elétrica no Campus CECA surge a partir da
experiência adquirida em aproximadamente cinco anos de oferta do curso de Engenharia de
Energia, e vem concretizar a proposta de um complexo formativo na área de energia. A
implantação do curso de Engenharia Elétrica vem sendo discutida desde a percepção da
complementariedade destas duas áreas, que estão intimamente relacionadas.
Esta proposta se encontra fundamentada nas bases legais e nos princípios norteadores
explicitados na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) atualizada de 2023, a
partir da lei n.º 9394/96 e no conjunto de leis, decretos, pareceres que normatizam a educação

16

profissional de nível superior, e atenderá aos referenciais curriculares nacionais, emanados do
Ministério da Educação.

5.

JUSTIFICATIVA
O Campus de Engenharias e Ciências Agrárias (CECA) está implantado no Município

de Rio Largo, segunda cidade mais populosa da Região Metropolitana de Maceió. Localiza-se
cerca de 28 quilômetros da capital Maceió, e a terceira maior do estado. Esta cidade ocupa uma
área territorial de 293,832 km2, sua população foi estimada em 93.927 habitantes no ano de
2022 (IBGE, 2022).
A

referida

cidade

apresentou

um

PIB

per

capita

de

R$

18.806,12

em 2022 (IBGE, 2022) e um índice de desenvolvimento humano municipal – IDHM de 0,643
(IBGE, 2010). No desenvolvimento sócio ambiental, pode ser destacada a reserva de Mata
Atlântica da Frascalli, com mais de 2,5 milhões de metros quadrados. A Mata Atlântica é
considerada uma das regiões com maior biodiversidade do planeta, porém, é um dos biomas
mais ameaçados, contando com menos de 10 % de suas florestas originais. No entanto, a
Frascalli é responsável por esta área de Preservação Permanente no Estado, garantindo a
proteção do ambiente, cuidando de seus recursos hídricos, da paisagem, da estabilidade
geológica e da biodiversidade, protegendo o solo e assegurando o bem-estar da fauna e da flora.
Um trabalho diário que também tem impacto direto no dia a dia das pessoas.
A maior da parte dos alunos ingressos do CECA é de origem simples, provenientes de
escolas públicas do próprio município ou cidades circunvizinhas que não apresentam uma boa
qualidade no processo de ensino-aprendizagem. Em 2023, o índice de Desenvolvimento da
Educação Básica (IDEB) apresentou resultados do nível de aprendizagem dos alunos em
português e matemática nos iniciais da rede pública que atingiu a meta (5,0) e cresceu (5,3),
mas não alcançou 6,0 (QDU, 2023). Os resultados indicam que aproximadamente 44 % das
escolas precisam melhorar o desempenho e 35 % precisam de atenção com a educação. Assim,
o sistema educacional da cidade pode melhorar para garantir mais alunos aprendendo e com
fluxo escolar regular.

17

Os alunos oriundos dessa cidade ingressam na universidade com certo déficit
educacional, principalmente nas disciplinas de Matemática e Física, que são essenciais para
formação em qualquer área da engenharia. Apesar das dificuldades econômicas, educacional e
social que enfrentam a maior parte desses graduandos, eles vislumbram um horizonte
promissor, principalmente para a formação como engenheiros, atuando positivamente no
mercado de trabalho e, consequentemente, melhorando a sua qualidade de vida e de suas
famílias.
Em geral, a sociedade brasileira encontra-se num momento de recessão econômica,
escassez de empregos, problemas com produtividade e custos do trabalho, e a crise ambiental
causada, em parte, pelo uso desenfreado de tecnologias ultrapassadas de geração de energia que
contribuem para as emissões de gases de efeito estufa. Para resolver tais questões, será exigido
grande esforço em termos de inovação dos profissionais de engenharia, e em outras áreas do
conhecimento. O CECA encontra-se inserido no cenário exposto. Contudo, nos últimos anos,
vem assumindo um papel protagonista para formação de engenheiros no estado.
É importante destacar as Engenharias implantadas nesse campus, que estão em pleno
funcionamento de suas atividades acadêmicas. São as Engenharias: Agronômica, Florestal, de
Agrimensura e de Energia, que estão contribuindo na qualificação de profissionais para uma
rede de indústrias e empresas nos mais variados ramos da região, propiciando crescimento
econômico e a capacidade para sintetizar soluções e não simplesmente a de analisar problemas.
Os projetos de extensão e pesquisa desenvolvidos no CECA auxiliam o
desenvolvimento educacional e socioeconômico da região, democratizando o conhecimento e
considerando a comunidade em todas as suas representações.
Sob estas prerrogativas, o Curso Superior em Engenharia Elétrica será fundamental e de
grande valia para a comunidade e está coerente com o itinerário formativo da UFAL. Assim, a
consolidação da presente proposta pretende minimizar a carência por profissionais
especializados em Engenharia Elétrica, e irá oportunizar a sinergia na interação do Campus
CECA com futuros investimentos tecnológicos na região.
A implantação de curso superior em Engenharia Elétrica está prevista no novo Plano de
Desenvolvimento Institucional 2019-2023 da UFAL, com a proposta de implantação entre os

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anos de 2019 e 2023. De acordo com os dados publicados no e-MEC, há atualmente 80 cursos
de engenharias autorizados no estado de Alagoas. O detalhamento desses cursos é apresentado
na Tabela 1.
Observa-se pela tabela que o estado de Alagoas tem apenas um curso de Engenharia
Elétrica ofertado por uma instituição pública, mais especificamente no Campus Palmeira dos
Índios do Instituto Federal de Alagoas, com o primeiro ingresso no segundo semestre de 2018,
com flexibilização para dois eixos de habilitação no perfil de formação: Eletrotécnica e
Controle de Automação. Além disso, dos cinco cursos de Engenharia Elétrica ofertados no
estado de forma presencial em instituições privadas, apenas um já tem turmas formadas, o que
implica em pouca inserção de profissionais desta área no mercado local.
Tabela 1. Cursos de engenharia autorizados no estado de Alagoas.

Cursos de Engenharia

Modalidade

Instituições Públicas

Instituições Privadas

Presencial

1

-

A distância

-

-

Presencial

1

4

A distância

-

3

Presencial

4

9

A distância

-

3

Presencial

1

-

A distância

-

-

Presencial

1

1

A distância

-

3

Presencial

-

-

A distância

-

1

Agronômica

Ambiental e Sanitária

Civil

De Agrimensura

De Computação

De Comunicações

19

De Controle e

Presencial

-

1

Automação

A distância

-

1

Presencial

1

-

A distância

-

-

Presencial

1

1

A distância

-

-

Presencial

2

9

A distância

-

9

Presencial

-

-

A distância

-

1

Presencial

-

1

A distância

-

-

Presencial

1

5

A distância

-

5

Presencial

1

-

A distância

-

-

Presencial

-

3

A distância

-

4

Presencial

-

1

A distância

-

-

De Pesca

De Petróleo

De Produção

De Software

De Telecomunicações

Elétrica

Florestal

Mecânica

Mecatrônica

20

Presencial

1

2

A distância

-

-

Química

Em uma perspectiva nacional foi realizado um levantamento entre as principais
universidades federais do país, sendo constatado que apenas a UFAL não ofertava o curso de
Engenharia Elétrica. Este resultado motivou a criação de uma proposta para o curso de
Engenharia Elétrica na Universidade Federal de Alagoas para atender a uma demanda social.
A demanda por engenheiros eletricistas é cada vez maior no estado de Alagoas, devido
aos novos investimentos que estão chegando ao território alagoano. As concessionárias de
energia elétrica são oportunidades de trabalho para os engenheiros eletricistas. No estado, há
forte presença da Equatorial Energia Alagoas e da Companhia Hidrelétrica do São Francisco
(Chesf), além de suas terceirizadas.
Outra grande indústria do estado é a Braskem. A Braskem é uma empresa química e
petroquímica brasileira e, se destaca por ser a maior produtora de resinas termoplásticas das
Américas e líder mundial na produção de biopolímeros. Tem unidades no Brasil, México,
Estados Unidos e Alemanha com mais de 8 mil funcionários. Em Alagoas, a referida empresa
tem unidades em Maceió e Marechal Deodoro. Mesmo centrada no setor químico, a empresa
precisa de profissionais de manutenção, operação e projetos na área elétrica.
O estado de Alagoas tem uma característica agrícola voltada quase que exclusivamente
à cana-de-açúcar. Segundo o Balanço Energético Nacional divulgado em 2023, em relação ao
ano base de 2022, houve um aumento da biomassa na oferta interna de energia do país em
função do aumento da produção de açúcar e etanol no setor sucroalcooleiro. Quando falamos
exclusivamente na energia elétrica, a biomassa fica em terceiro lugar em importância no país,
atrás apenas das hidrelétricas e das térmicas movidas a gás natural. Neste sentido, a presença
de engenheiros eletricistas para auxiliar nos processos de cogeração nas usinas de cana do
estado é de extrema importância.
No contexto de geração de energias renováveis, é interessante observar que o curso de
Engenharia Elétrica pode atuar conjuntamente com o curso de Engenharia de Energia presente

21

no Campus CECA, pois apresentam uma estrutura curricular com forte complementaridade,
padronizada em diversos componentes da matriz, podendo compartilhar inclusive laboratórios
essenciais, reduzindo custos tanto com a contratação de novos profissionais quanto com espaços
e estruturas laboratoriais.
Por fim, os engenheiros eletricistas foram responsáveis pelo desenvolvimento
tecnológico que criou nossa sociedade moderna, eles contribuíram com a produção industrial,
agricultura mecanizada, modernos sistemas de transporte e inovações tecnológicas, tais como:
meios de comunicação, computadores e sistemas de comunicação. Assim, os empregos para os
egressos do curso de Engenharia Elétrica não se limitam apenas ao mercado local ou regional.
Dados do Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura (Confea) estimam um déficit de 30
mil novos engenheiros para atender a demanda atual do País. Dessa forma, o campo de atuação
para os egressos de Engenharia Elétrica é, portanto, nacional.

6.

OBJETIVOS
6.1. Objetivo Geral
Formar profissionais com uma sólida base de Engenharia Elétrica e visão específica

sobre os setores de sua competência profissional, que sejam capazes de responder às diversas
demandas profissionais e adaptar-se às mudanças socioeconômicas e tecnológicas.

6.2. Objetivos Específicos


Ofertar ao estudante uma formação sólida, capacitando-o a absorver e desenvolver
novas tecnologias;



Estimular a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, para
atender às demandas da sociedade com uma visão ética, humanística e reflexiva;



Promover a formação de profissionais qualificados de formação generalista, podendo
atuar nas seguintes subáreas: Eletrotécnica, Eletrônica, Automação, Controle,
Telecomunicações; e desenvolver uma interface com a Engenharia de Energia;

22



Proporcionar a formação de profissionais para atuar nas esferas de projetos, consultoria
e execução, bem como desenvolver atividades de planejamento e de administração de
empreendimentos, possibilitando aos egressos trabalhar em qualquer parte do país e a
prosseguir os estudos em nível de pós-graduação;



Proporcionar uma formação humana e profissional que conduzam ao desenvolvimento
de uma postura ética, e de habilidades técnicas e organizacionais constituintes do perfil
de um profissional competente com visão de futuro, e responsabilidade socioambiental.

7.

PERFIL

E

COMPETÊNCIA

DO

PROFISSIONAL

EGRESSO
7.1. Perfil do Egresso
O engenheiro eletricista pode desenvolver atividades nas áreas de sistemas de geração,
transmissão e distribuição de energia elétrica, telefonia, antenas e propagação, instrumentação,
automação, sistemas eletrônicos analógicos e digitais, projetos de circuitos digitais, entre
outros. Lecionar em universidades ou outras instituições de ensino técnico ou superior, prestar
consultoria

empresarial,

administrativa

e

gerencial,

bem

como

atuar

em

áreas

multidisciplinares, que envolvem conhecimentos básicos de eletricidade, eletrônica,
computação e bioengenharia, são outras atividades no horizonte do engenheiro eletricista.
A especificação do perfil do egresso de um curso de graduação exige também a
articulação entre a formação acadêmica e as exigências da prática profissional, assim, as
disciplinas profissionais deverão ser capazes de qualificar e ao mesmo tempo desenvolver
conhecimentos propiciadores de adaptação às novas tecnologias. Neste sentido, a formação
tecnicista deve ser substituída pela formação de cidadãos preparados para coordenarem
informações, interagirem positivamente em grupo e interpretarem de maneira dinâmica a
realidade, de forma a contribuírem efetivamente nas decisões a favor da sociedade.

7.2. A Engenharia Conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais

23

As diretrizes curriculares nacionais das engenharias foram determinadas pelo Conselho
Nacional de Educação por meio da Resolução CNE/CES n.º 2, de 24 de abril de 2019. O perfil
desejado para o engenheiro egresso é definido, em seu artigo 3º, a seguir:
I - ter visão holística e humanista, ser crítico, reflexivo, criativo, cooperativo e ético e
com forte formação técnica;
II - estar apto a pesquisar, desenvolver, adaptar e utilizar novas tecnologias, com
atuação inovadora e empreendedora;
III - ser capaz de reconhecer as necessidades dos usuários, formular, analisar e resolver,
de forma criativa, os problemas de Engenharia;
IV - adotar perspectivas multidisciplinares e transdisciplinares em sua prática;
V - considerar os aspectos globais, políticos, econômicos, sociais, ambientais, culturais
e de segurança e saúde no trabalho;
VI - atuar com isenção e comprometimento com a responsabilidade social e com o
desenvolvimento sustentável (CNE/CES, 2019, art. 3, p. 1).

O Artigo 4° da Resolução CNE/CES n.º 2, de 24 de abril de 2019 versa sobre as
competências gerais exigidas para a formação do engenheiro:
O curso de graduação em Engenharia deve proporcionar aos seus egressos, ao longo
da formação, as seguintes competências gerais:
I - formular e conceber soluções desejáveis de engenharia, analisando e
compreendendo os usuários dessas soluções e seu contexto:
a) ser capaz de utilizar técnicas adequadas de observação, compreensão, registro e
análise das necessidades dos usuários e de seus contextos sociais, culturais, legais,
ambientais e econômicos;
b) formular, de maneira ampla e sistêmica, questões de engenharia, considerando o
usuário e seu contexto, concebendo soluções criativas, bem como o uso de técnicas
adequadas.
II - analisar e compreender os fenômenos físicos e químicos por meio de modelos
simbólicos, físicos e outros, verificados e validados por experimentação:
a) ser capaz de modelar os fenômenos, os sistemas físicos e químicos, utilizando as
ferramentas matemáticas, estatísticas, computacionais e de simulação, entre outras;
b) prever os resultados dos sistemas por meio dos modelos;
c) conceber experimentos que gerem resultados reais para o comportamento dos
fenômenos e sistemas em estudo;
d) verificar e validar os modelos por meio de técnicas adequadas.
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos (bens e serviços), componentes
ou processos:

24

a) ser capaz de conceber e projetar soluções criativas, desejáveis e viáveis, técnica e
economicamente, nos contextos em que serão aplicadas;
b) projetar e determinar os parâmetros construtivos e operacionais para as soluções de
Engenharia;
c) aplicar conceitos de gestão para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar
projetos e serviços de Engenharia.
IV - implantar, supervisionar e controlar as soluções de Engenharia:
a) ser capaz de aplicar os conceitos de gestão para planejar, supervisionar, elaborar e
coordenar a implantação das soluções de Engenharia;
b) estar apto a gerir, tanto a força de trabalho quanto os recursos físicos, no que diz
respeito aos materiais e à informação;
c) desenvolver sensibilidade global nas organizações;
d) projetar e desenvolver novas estruturas empreendedoras e soluções inovadoras para
os problemas;
e) realizar a avaliação crítico-reflexiva dos impactos das soluções de Engenharia nos
contextos social, legal, econômico e ambiental.
V - comunicar-se eficazmente nas formas escrita, oral e gráfica:
a) ser capaz de expressar-se adequadamente, seja na língua pátria ou em idioma
diferente do Português, inclusive por meio do uso consistente das tecnologias digitais
de informação e comunicação (TDICs), mantendo-se sempre atualizado em termos de
métodos e tecnologias disponíveis.
VI - trabalhar e liderar equipes multidisciplinares:
a) ser capaz de interagir com as diferentes culturas, mediante o trabalho em equipes
presenciais ou a distância, de modo que facilite a construção coletiva;
b) atuar, de forma colaborativa, ética e profissional em equipes multidisciplinares,
tanto localmente quanto em rede;
c) gerenciar projetos e liderar, de forma proativa e colaborativa, definindo as
estratégias e construindo o consenso nos grupos;
d) reconhecer e conviver com as diferenças socioculturais nos mais diversos níveis
em todos os contextos em que atua (globais/locais);
e) preparar-se para liderar empreendimentos em todos os seus aspectos de produção,
de finanças, de pessoal e de mercado.
VII - conhecer e aplicar com ética a legislação e os atos normativos no âmbito do
exercício da profissão:
a) ser capaz de compreender a legislação, a ética e a responsabilidade profissional e
avaliar os impactos das atividades de Engenharia na sociedade e no meio ambiente.
b) atuar sempre respeitando a legislação, e com ética em todas as atividades, zelando
para que isto ocorra também no contexto em que estiver atuando.

25

VIII - aprender de forma autônoma e lidar com situações e contextos complexos,
atualizando-se em relação aos avanços da ciência, da tecnologia e aos desafios da
inovação:
a) ser capaz de assumir atitude investigativa e autônoma, com vistas à aprendizagem
contínua, à produção de novos conhecimentos e ao desenvolvimento de novas
tecnologias;
b) aprender a aprender (CNE/CES, 2019, art. 4, p. 2).

Os conteúdos a serem trabalhados nos cursos de engenharias são definidos no artigo 9º
da Resolução CNE/CES n.º 2, de 24 de abril de 2019, alterado pelo parecer CNE/CES n.º
948/2019:
Todo curso de graduação em Engenharia deve conter, em seu Projeto Pedagógico de
Curso, os conteúdos básicos, profissionais e específicos, que estejam diretamente
relacionados com as competências que se propõe a desenvolver. A forma de se
trabalhar esses conteúdos deve ser proposta e justificada no próprio Projeto
Pedagógico do Curso.
§ 1º Todas as habilitações do curso de Engenharia devem contemplar os seguintes
conteúdos básicos, dentre outros: Administração e Economia; Algoritmos e
Programação; Ciência dos Materiais; Ciências do Ambiente; Eletricidade; Estatística;
Expressão Gráfica; Fenômenos de Transporte; Física; Informática; Matemática;
Mecânica dos Sólidos; Metodologia Científica e Tecnológica; Química e Desenho
Universal.
§ 2º Além desses conteúdos básicos, cada curso deve explicitar no Projeto Pedagógico
do Curso os conteúdos específicos e profissionais, assim como os objetos de
conhecimento e as atividades necessárias para o desenvolvimento das competências
estabelecidas.
§ 3º Devem ser previstas as atividades práticas e de laboratório, tanto para os
conteúdos básicos como para os específicos e profissionais, com enfoque e
intensidade compatíveis com a habilitação da engenharia, sendo indispensáveis essas
atividades nos casos de Física, Química e Informática (CNE/CES, 2019, art. 9, p. 5).

Ainda, de acordo com as DCNs, a formação do engenheiro incluirá o estágio
obrigatório, com carga horária mínima de 160 horas e sob supervisão direta da instituição de
ensino. Um trabalho final de conclusão de curso é obrigatório, como uma atividade de síntese
e integração de conhecimentos.

7.3. A Engenharia Elétrica Conforme o Sistema CONFEA-CREA
Atualmente, a profissão de engenheiro eletricista é regida pelas seguintes resoluções e
decretos: A Resolução do Confea n.º 1.129/2020 considera as atribuições do artigo 7º da Lei
n.º 5.194/1966, que se refere em termos genéricos às atividades profissionais do engenheiro.
Considera parcialmente as atribuições dos artigos 1º, 8º e 9º da Resolução do Confea n.º

26

218/1973. Considera as atribuições da Resolução nº 1.073/2016 art. 1º que estabelece normas
para a atribuição de títulos, atividades, competências e campos de atuação profissionais no
âmbito das profissões. Considera o artigo 33º do Decreto n.º 23.569/1933 de forma integral.
Por fim, a Resolução do Confea nº 1.134/2021, estabelece os princípios e diretrizes de
fiscalização do Sistema Confea/Crea.
Dessa forma, a Res. Confea n.º 1.129/2020 em seus artigos 1º, 11º e 12º considerando o
art. 5º da Res. 1.073/2016, visam discriminar as atividades e competências profissionais do
engenheiro industrial - eletricista como seguem:
Definir o título profissional e discriminar as atividades e competências profissionais
do engenheiro de produção e engenheiro industrial, em suas diversas modalidades,
para efeito de fiscalização do exercício profissional (CONFEA, 2020, art. 1). As
atividades genéricas do engenheiro que podem ser realizadas pelo engenheiro
eletricista, previstas no art. 5º da Res. n.º 1.073/2016:
Atividade 01 - Gestão, supervisão, coordenação, orientação técnica.;
Atividade02 - Coleta de dados, estudo, planejamento, anteprojeto, projeto,
detalhamento, dimensionamento e especificação;
Atividade 03 - Estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental;
Atividade 04 - Assistência, assessoria, consultoria;
Atividade 05 - Direção de obra ou serviço técnico;
Atividade 06 - Vistoria, perícia, inspeção, avaliação, monitoramento, laudo, parecer
técnico, auditoria, arbitragem;
Atividade 07 - Desempenho de cargo e função técnica;
Atividade 08 - Ensino, pesquisa, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica;
extensão;
Atividade 09 - Elaboração de orçamento;
Atividade 10 - Padronização, mensuração e controle de qualidade;
Atividade 11 - Execução de obra ou serviço técnico;
Atividade 12 - Fiscalização de obra e serviço técnico;
Atividade 13 - Produção técnica e especializada;
Atividade 14 - Condução de trabalho técnico;
Atividade 15 - Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou
manutenção;
Atividade 16 - Execução de instalação, montagem e reparo;
Atividade 17 - Operação e manutenção de equipamento e instalação;
Atividade 18 - Execução de desenho técnico (CONFEA, 2016, art. 5).
Compete ao engenheiro industrial – elétrica as atribuições previstas no art. 7° da Lei
nº 5.194, de 1966, combinadas com as atividades 01 a 18 do art. 5º, § 1º, da Resolução
nº 1.073, de 19 de abril de 2016.
I - O desempenho das atividades 01 a 18 do art. 5º da Res. n.º 1.073/2016 e o art. 11º
da Res. nº. 1.129/2020, refere-se à geração, transmissão, distribuição e utilização da
energia elétrica; equipamentos, materiais e máquinas elétricas; sistemas de medição e
controle elétricos; seus serviços afins e correlatos (CONFEA, 2020, art. 11).
Compete ao engenheiro industrial – eletrônica as atribuições previstas no art. 7° da
Lei nº 5.194, de 1966, combinadas com as atividades 01 a 18 do art. 5º, § 1º, da
Resolução nº 1.073, de 19 de abril de 2016.

27

II - O desempenho das atividades 01 a 18 do art. 5º da Res. n.º 1.073/2016 e o art. 12º
da Res. nº. 1.129/2020, refere-se a materiais elétricos e eletrônicos; equipamentos
eletrônicos em geral; sistemas de comunicação e telecomunicações; sistemas de
medição e controle elétrico e eletrônico; seus serviços afins e correlatos (CONFEA,
2020, art. 12).

8.

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
8.1. A Responsabilidade Social
A Universidade Federal de Alagoas não se considera proprietária de um saber

finalizado, que será apenas transmitido à sociedade. Ao contrário disto, faz parte da sociedade,
então é sensível aos seus saberes problemas e apelos. Objetivando solucionar os problemas da
sociedade através de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação das atuais
condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e no Brasil, a ação
cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do conhecimento nela produzidos.
Portanto, as populações, cujos problemas tornam-se objeto da pesquisa acadêmica são, também,
consideradas sujeito desse conhecimento, o que lhes assegura pleno direito de acesso às
informações e produtos então resultantes.
Neste sentido, a prestação de serviços é considerada produto de interesse acadêmico,
científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da pesquisa e extensão, devendo ser a
realidade e sobre a realidade objetiva, produzindo conhecimentos que visem à transformação
social.
O curso de Engenharia Elétrica atuará em relação à responsabilidade social
desenvolvendo programas de atendimento ao discente, com apoio de órgãos de fomento, bem
como de recursos próprios, visando facilitar a inserção do aluno no ambiente universitário, além
de proporcionar condições básicas de acesso à educação. Entre tais programas podemos
destacar os de monitoria, tutoria de nivelamento, bolsa permanência, residência universitária e
serviço de apoio pedagógico.

8.2. Acessibilidade

28

A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o entendimento das
necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de promoção de acessibilidade e de
atendimento diferenciado aos portadores de necessidades especiais em atenção à Política de
Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente. O dimensionamento dessas
necessidades merece um cuidado especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos,
via autodeclararão. Ainda neste contexto, a UFAL também tem investido na capacitação técnica
de seus servidores para o estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e
execução de ações voltadas para essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, junta-se agora
o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de Acessibilidade, qual
seja a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59º da Lei
12.764/2012, que afirma: os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades
especiais, tais como currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização
específicos, para atender às suas necessidades.
Neste sentido, a Nota Técnica n.º 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de março
de 2013, orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em especial, recomenda
que os PPC contemplem orientações no sentido da adoção de parâmetros individualizados e
flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os pequenos progressos de cada estudante em
relação a si mesmo e ao grupo em que está inserido.
Para tal atendimento, a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva e cognitiva
sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta forma, não apenas facilitar o
acesso, mas estar sensível às demandas de caráter pedagógico e metodológico, de forma a
permitir sua permanência produtiva no desenvolvimento do curso.
Neste sentido, o Núcleo de Assistência Educacional (NAE) oferece o necessário apoio
pedagógico, de forma a atender ao corpo social da UFAL em suas demandas específicas e a
promover a integração de todos ao ambiente acadêmico.

29

O curso de Engenharia Elétrica oferecerá condições para acesso e permanência do
estudante

na

universidade,

proporcionando-lhe

experiências

importantes

para

o

desenvolvimento de habilidades/competências, estabilidade e integração na vivência
acadêmica.
De acordo com a Lei n.º 10.436 de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais – Libras e o art. 18 da Lei n.º 10.098 de 19 de dezembro de 2000, o presente
curso oferece o componente curricular Libras como eletiva podendo ser cursado a partir do 2º
período.
Quanto à acessibilidade, a UFAL tem sempre que possível adaptado suas instalações
físicas, munindo-as com rampas e elevadores, e banheiros adaptados para atender às pessoas
com necessidades especiais. Além disso, ações de extensão são realizadas com campanhas de
esclarecimento e informação sobre a inclusão social de pessoas com algum tipo de necessidade.

8.3. Inclusão das Políticas de Cotas
Em conformidade com a Lei n.º 12.711/2012 e suas alterações, com o Decreto n.º
7.824/2012 e com as Portarias Normativas MEC n.º 18, de 11 de outubro de 2012 e suas
alterações, e n.º 21, de 05 de novembro de 2012 e suas alterações no ano letivo de 2019.2
foram reservadas 50 % (cinquenta por cento) das vagas de cada curso e turno ofertado pela
UFAL para os alunos egressos das escolas públicas de Ensino Médio. Destas, 50 %
(cinquenta por cento) das vagas foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com
renda bruta igual ou inferior a um salário mínimo e meio per capita e 50 % (cinquenta por
cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda bruta superior a um
salário mínimo e meio per capita.
Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a divisão socioeconômica, serão
reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI)
do Estado de Alagoas, que corresponde a 67,22 % (sessenta e sete vírgulas vinte e dois por
cento), segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de
2010.

8.4. A Pesquisa

30

Dado o caráter pluridisciplinar que lhe é inerente, a Universidade Federal de Alagoas
promove à pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento, incentivando a formação de
grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais diversificadas linhas de pesquisa, considerando
a classificação das áreas de conhecimento do CNPq.
No Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2019-2023 da UFAL foram descritas
políticas de incentivo à pesquisa, tais como: apoio prioritário à publicação em periódicos de
alto fator de impacto, através de lançamento de edital de concessão de recursos para a tradução
e pagamento de taxas de publicação; e o incentivo à vinda de pesquisadores e docentes
estrangeiros para colaboração científica com o intuito de aumentar as parcerias para elaboração
conjunta de projetos de pesquisa com instituições e/ou pesquisadores estrangeiros.
Além disso, o PDI 2019-2023 estabeleceu como meta o atendimento em sua
integralidade das demandas qualificadas de bolsas do Programa Institucional de Bolsas de
Iniciação Científica e do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento
Tecnológico e Inovação, via captação de bolsas de agências de fomento e geração de cotas
institucionais.
Neste contexto, o curso de Engenharia Elétrica aumentará o fomento da pesquisa no que
se concerne à criação de novos projetos de pesquisa e inovação tecnológica na área objeto do
curso, por conseguinte aumentará a produção científica da UFAL e oferecerá oportunidades aos
discentes de ingresso e acesso à programas de pesquisa desenvolvidos na instituição.

8.5. A Extensão
A Lei de Diretrizes e Bases, lei n.º 9.39496, traz entre seus princípios a necessidade da
diversificação dos cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos, permitindo às
Instituições de Ensino Superior (IES) adequarem os projetos pedagógicos às respectivas
naturezas institucionais, às realidades regionais e às finalidades inerentes aos cursos, tanto se
voltados à formação profissional quanto às ciências ou às artes. Cumpre destacar que tais
diretrizes se associam à premissa da educação continuada, a qual afirma que a graduação
superior é apenas uma etapa do processo de ensino e aprendizagem e não o seu término. Devese salientar também que, como contrapeso à tendência de diversificar e flexibilizar, o aparato

31

normativo define a necessidade de existirem processos de avaliação permanentes para identificar
desvios e propor correções de rumo.
A Res. n.º 65/2014-Consuni/UFAL, a Res. nº. 04/2018-Consuni/UFAL, a Res. nº. 7
12/2018-CNE/CES e a Instrução Normativa Proex nº 1/2021-Consuni/UFAL, que
regulamentam a implantação e a atualização das atividades gerais de extensão, estabelecem que
os cursos de graduação atuem em todas as oito áreas temáticas de extensão, classificadas pelo
Plano Nacional de Extensão: Comunicação, Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação,
Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção e Trabalho.
A Universidade deve ser participativa na problemática das comunidades e de políticas
governamentais para o setor energético, tanto na área de desenvolvimento rural quanto na
demanda energética urbana. Essa participação contribui para a solução dos problemas
comunitários e retroalimenta à pesquisa e o processo educacional.
Deve-se reforçar o treinamento de recursos humanos através de cursos de reciclagem
para técnicos e extensão universitária para formação de mão de obra para o setor energético.
Não menos importante é, também, a formação de redes regionais e nacionais de cooperação e
prestação de serviços com as associações de produtores rurais, cooperativas, associações
comunitárias, estudantis, de profissionais, etc.
O PDI 2019-2023 estabeleceu que as ações de extensão na UFAL visam colaborar na
formação de profissionais que possam contribuir na elevação das condições de vida da
comunidade local. Sendo que essas ações se materializam na forma de programas, projetos,
cursos de extensão, eventos, prestação de serviço, produções e produtos acadêmicos.
Neste contexto, o curso de Engenharia Elétrica contribuirá na criação de novas ações de
extensão na área do setor energético que beneficiarão à comunidade e o desenvolvimento
regional.

32

9.

PROGRAMA INTEGRALIZADO DE EXTENSÃO (PIEX)
9.1. Introdução
A Res. n.º 4/2018 e a Instrução Normativa 01/2021/PROEX, que regulamentam no

âmbito da Universidade Federal de Alagoas os procedimentos para inclusão das ações de
extensão como componentes obrigatórios nos Projetos Pedagógicos dos Cursos de Graduação
(PPCs). A referida resolução está alinhada com o Plano Nacional de Educação (PNE) aprovado
pela Lei 13.005, de 25 de julho de 2014.
Entre as diversas metas estabelecidas pelo PNE, deve-se cumprir e registrar a Meta 12
que prevê a elevação da taxa bruta de matrícula na educação superior:
elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% (cinquenta por cento)
e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 18 (dezoito) a 24
(vinte e quatro) anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos,
40% (quarenta por cento) das novas matrículas, no segmento público (BRASIL, 2014,
meta 12).

O PNE apresenta as estratégias a serem adotadas para buscar o efetivo atendimento
dessa meta, entre as quais, se encontra a previsão de que seja assegurado o mínimo de 10% (dez
por cento) dos créditos curriculares nos cursos de graduação para programas e projetos de
extensão universitária: “assegurar, no mínimo, 10% (dez por cento) do total de créditos
curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária,
orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social” (BRASIL, 2014,
meta 12.7).
Temos, então, como estratégia traçada no Plano Nacional de Educação, para
atendimento de sua Meta 12 (elevação da taxa bruta de matrícula na educação superior), a
garantia de que, no mínimo, 10% da carga horária dos cursos superiores de graduação seja
cumprida em “programas e projetos de extensão universitária”, com atuação prioritária nas
“áreas de grande pertinência social”.
Para que se possa atender a essa determinação, é fundamental o conhecimento adequado
do conceito de extensão, conforme lançado no glossário que acompanha o instrumento de
avaliação de cursos de graduação.

33

A res. n.º 65/2014 afirma que a extensão acadêmica é a ação de uma instituição junto à
comunidade, disponibilizando ao público externo o conhecimento adquirido por meio do ensino
e da pesquisa desenvolvidos. Nesse sentido, engloba o processo educativo, cultural e científico
que articula o ensino e a pesquisa de forma indissociável e viabiliza a relação transformadora
entre universidade e sociedade.
Dessa forma, será necessário o estabelecimento de um Programa Integralizado de
Extensão (PIEX), dentro do qual serão ofertadas as Atividades Curriculares para o curso de
Engenharia Elétrica, visando o envolvimento dos docentes e discentes com a comunidade e o
setor produtivo.
No entanto, este projeto de curso permite que o PIEX possa ser alterado, caso haja
necessidade comprovada e aprovada pelo colegiado do curso.

9.2.Título do Programa de Extensão
Engenharia Elétrica da UFAL à serviço da sociedade e do setor produtivo Alagoano.

9.3. Unidades Acadêmicas Envolvidas
Campus de Engenharias e Ciências Agrárias (CECA), Centro de Tecnologia (CTEC),
Instituto de Computação (IC) e Instituto de Química e Biotecnologia (IQB).

9.4. Grande Área do Conhecimento
O curso de Engenharia Elétrica está classificado na grande área do conhecimento das
Engenharias e as subáreas podem ser destacadas: Materiais Elétricos, Geração da Energia
Elétrica, Transmissão e a Distribuição da Energia, Conversão e Retificação da Energia Elétrica,
Sistemas Elétricos de Proteção, Teoria Geral dos Circuitos Elétricos e Circuitos Elétricos
Magnéticos e Eletrônicos. Considera-se fatores como custos, localização e segurança,
manutenção de equipamentos em edificações e projetos de instalação elétrica ainda estabelece
estudos sobre eficiência energética considerando as fontes renováveis. Elabora projetos de
sistemas de medição de consumo, iluminação de espaços e aterramento de fios e equipamentos.
Essas áreas do conhecimento podem estar correlacionadas com as seguintes ações de extensão:
1. Conexão elétrica nas comunidades urbanas e rurais;

34

2. Levantamento do potencial energético em assentamentos ou propriedades rurais.
3. Projetos para atendimento de demandas sociais no estado de Alagoas
4. Ações em escolas públicas ou privadas:
a. Diagnóstico energético;
b. Cursos, palestras e treinamentos;
c. Olimpíadas
5. Energia solar fotovoltaica aplicada em prédios públicos e residências:
a. Análise de viabilidade econômica de projetos fotovoltaicos;
b. Projetos e dimensionamentos de sistemas;
c. Cursos, palestras e treinamentos.
5. Descarte de lixo eletrônico (baterias, pilhas, lâmpadas e etc.) nas comunidades.
6. O perfil de alunos ingressantes em cursos de engenharia:
a. Afro-brasileiros;
b. Indígenas;
c. Africanos.
7. Projetos de sistemas de proteção elétrica em favelas evitando acidentes com incêndios.
Além dessas ações de extensão outras poderão ser desenvolvidas dentro das áreas de
conhecimento do curso.

9.5. Justificativa
O curso de graduação em Engenharia Elétrica se beneficia de matéria-prima limpa,
natural e abundante no Estado, visando o estudo e o desenvolvimento de tecnologias que
permitam o aproveitamento e a geração de eletricidade.
Somado a isso, observa-se a utilização dos recursos hídricos da região, cujo emprego na
geração de energia representa uma parcela significativa da matriz energética nacional, e o
aproveitamento da biomassa proveniente da cana-de-açúcar, já empregada por algumas usinas
sucroalcooleiras como fonte de geração de energia. A utilização desta matéria-prima está
alicerçada na significativa área de plantio do Estado, bem como no reconhecimento nacional da
importância do Campus CECA da Universidade Federal de Alagoas, através de pesquisas
voltadas ao desenvolvimento de variedades de cana-de-açúcar, por meio do Programa de
Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar (PMGCA).

35

O estado de Alagoas tem uma característica agrícola voltada quase que exclusivamente
à cana-de-açúcar. Segundo o Balanço Energético Nacional divulgado em 2019 a biomassa do
bagaço de cana foi responsável por 17,5% da oferta interna de energia do país. Quando falamos
exclusivamente na energia elétrica, a biomassa fica em terceiro lugar em importância no país,
atrás apenas das hidrelétricas e das térmicas movidas a gás natural. Neste sentido, a presença
de engenheiros eletricistas para auxiliar nos processos de cogeração nas usinas de cana do
estado é de extrema importância.
Com relação ao recurso solar, o Nordeste brasileiro apresenta valores de radiação solar
diária e média anual comparáveis às melhores regiões do mundo, em virtude da sua
aproximação com a linha do Equador. No que se refere ao estado de Alagoas, o Atlas
Solarimétrico do estado (2007-2008) mapeou informações acerca da irradiação solar incidente
no Estado por meio de instalações de estações solarimétricas em nove municípios: Palmeira dos
Índios, Arapiraca, Santana de Ipanema, Pão de Açúcar, Água Branca, Matriz de Camaragibe,
Maceió, Coruripe e São José da Laje. Os resultados dos estudos realizados mostraram que as
regiões apresentam valores de irradiações crescentes do Litoral ao Sertão e, de forma geral, do
norte para o sul. Observou-se, ainda, que a variação sazonal da radiação solar apresenta valores
máximos em novembro e menores incidências no mês de julho para todas as regiões, sendo esta
característica mais acentuada na Região do Sertão alagoano (respectivamente, 24-26 MJ/m2 e
13-15 MJ/m2). Estes resultados são compatíveis com os apresentados no Atlas Solarimétrico
do Brasil, que indicaram que a insolação diária e a média mensal (em horas) no Estado atingem
valores máximos em novembro (aproximadamente 9 horas) e mínimos em julho (4-5 horas).
Pelo exposto, verifica-se ser viável a utilização da luz solar incidente nas diversas
regiões do Estado como fonte alternativa para a geração de energia elétrica. Por meio de
tecnologia apropriada, a energia produzida poderá ser empregada, por exemplo, em zonas rurais
e locais remotos do Nordeste, onde o fornecimento de energia elétrica por vias convencionais
inexiste ou é precária.
Além do potencial solar anteriormente descrito, a Região Nordeste possui, também,
grande potencial para geração de energia eólica. De acordo com a Empresa de Pesquisa
Energética (EPE, 2015), os ventos do Nordeste são unidirecionais, constantes, sem rajadas e
mantêm, em 80% do tempo, velocidades superiores a 8 m/s. Como os ventos sopram de janeiro

36

a dezembro, as usinas eólicas tornam-se mais competitivas, pois produzem energia a um custo
menor. Em Alagoas, estudos sobre o potencial eólico do Estado foram realizados pelo Instituto
de Ciências Atmosféricas (ICAT) da Universidade Federal de Alagoas, nos seguintes
municípios: Feliz Deserto, Roteiro, Maragogi, Girau do Ponciano, Palmeira dos Índios e Água
Branca. Os resultados mostraram que as diferentes regiões estudadas possuem potencial para
produção de energia eólica. Entretanto, a Região do Agreste alagoano apresentou-se como a
mais propícia para a instalação de parques eólicos, seguido do Sertão e do Litoral.
Além das fontes de geração de energia a partir do sol, dos ventos e da biomassa, as
diversas fontes provenientes do mar (correntes marítimas, marés e ondas) podem ser
aproveitadas como alternativas para a geração de energia. Embora ainda recente e em fase de
desenvolvimento, o aproveitando de energia dos oceanos ganha importância no Brasil, em
virtude da sua extensa faixa costeira e das áreas de mar territorial existentes.
Partindo-se da premissa que o egresso do curso de Engenharia Elétrica deverá ter sólido
conhecimento técnico-científico, o programa de extensão será conduzido com foco nas
alternativas de geração de energias. Desta maneira, espera-se formar profissionais que, dentre
outras habilidades, sejam capazes de projetar, gerenciar, identificar, formular e resolver
problemas, apontar técnicas de produção e distribuição de energias aplicáveis à realidade
nacional e regional. Neste contexto, cabe às instituições de ensino, o papel transformador da
realidade local, contribuindo para a melhoria dos indicadores sociais e econômicos do Estado.

9.6. Abrangência do Programa de Extensão
O programa abrange todo o Estado de Alagoas, incluindo a Zona da Mata, Agreste,
Sertão e Litoral, devendo ser executado na própria UFAL, em seus diversos Campi, escolas
públicas ou privadas do Estado e áreas rurais e urbanas.

9.7. Público-alvo
•

Empresas rurais e urbanas do setor energético;

•

Órgãos públicos;

•

Escolas;

•

Comunidades rurais e urbanas;

37

•

Outros identificados com os temas e problemas trabalhados no âmbito da
Engenharia Elétrica.

9.8. Áreas Temáticas do Programa de Extensão
•

Tecnologia;

•

Educação;

•

Meio Ambiente;

•

Trabalho.

9.9. Linhas de Extensão do Programa
•

Cooperação Interinstitucional;

•

Desenvolvimento Rural;

•

Desenvolvimento Urbano;

•

Educação Ambiental;

•

Educação de Jovens e Adultos;

•

Educação Profissional;

•

Empreendedorismo;

•

Gestão de Recursos Naturais;

•

Inovação Tecnológica;

•

Polos Tecnológicos.

9.10.

Objetivo do Programa de Extensão

O programa tem como objetivo principal o aproveitamento dos conhecimentos
desenvolvidos no curso de Engenharia Elétrica da UFAL a serviço da sociedade alagoana, como
forma de melhoria das condições econômicas, sociais e ambientais do Estado.

9.11.

Ementa do Programa de Extensão

Identificação, através de pesquisa de campo e interação com a sociedade e o setor
produtivo do estado de Alagoas, das demandas que podem ser atendidas com o conhecimento
desenvolvido no curso de Engenharia Elétrica da UFAL. Elaboração de projetos para
atendimento destas demandas, que serão executados durante três semestres, como forma de

38

desenvolver a ciência e a prática profissional do corpo discente a serviço das comunidades e do
setor produtivo alagoano. Implementação prática das ideias pensadas e dos projetos elaborados
durante o PIEX à serviço da população alagoana.
Avaliação da implementação prática, ajustes e finalização das ideias pensadas e dos
projetos elaborados e executados durante o PIEX.
Planejamento e execução de um evento de Engenharia Elétrica no Campus de
Engenharia e Ciências Agrárias (CECA) para a comunidade interna e externa, como forma de
divulgação dos projetos desenvolvidos na Universidade Federal de Alagoas, pelo curso de
Engenharia Elétrica, com caráter inovador, aplicáveis ou não às comunidades e ao setor
produtivo alagoano.
Planejamento e execução de cursos, ciclos de palestras, oficinas, amostras, olimpíadas
ou qualquer ação de capacitação ou divulgação científica na área de Engenharia Elétrica nas
escolas públicas ou privadas, rurais ou urbanas do estado de Alagoas. Planejamento de ações
de divulgação dos projetos desenvolvidos pelo curso de Engenharia Elétrica da UFAL nas
escolas alagoanas. Execução de cursos de auxílio ao aprendizado no ensino básico nas
disciplinas de física e matemática.
Planejamento e execução de projetos elétricos ou de eficiência energética

9.12.

Metodologia

O Programa Integralizado de Extensão (PIEX) para o curso de Engenharia Elétrica
ofertará, ao longo de seis semestres, seis atividades curriculares, envolvendo os discentes e os
docentes em ações extensionistas, que se estenderão do quarto ao nono semestre do curso. A
dinâmica para execução das atividades curriculares de extensão envolverá pelo menos um
docente orientador, e poderão ser desenvolvidas nas seguintes etapas:
1. Os trabalhos terão início com apresentação da proposta, planejamento, planos de
trabalhos para discentes, visitas as comunidades para conhecer a realidade local e uma agenda
para reuniões e encontros periódicos onde serão discutidas e avaliadas as demandas.
2. Poderá ser feito um levantamento na literatura sobre os temas com estudos dirigidos
e seminários.

39

3. Elaborar um levantamento dos materiais que serão utilizados e do quantitativo das
pessoas envolvidas diretamente e indiretamente para realizar as atividades, como estimar o
público-alvo atingido na comunidade.
5. Executar devidamente o projeto no local definido, acompanhar suas atividades,
descrever os resultados e apresentá-los ao público-alvo.
4. Avaliar se os resultados obtidos atingiram seus objetivos e verificar o grau de impacto
na vida das pessoas que vivem numa determinada sociedade. Esses resultados poderão ser
escritos como artigos e apresentados em congressos de âmbito local, regional ou nacional.
Para tanto, o PIEX será divido em seis módulos, distribuídos do quarto ao nono período
e descritos detalhadamente a seguir.
PIEX/módulo 1
Temática: Tecnologia/ Meio Ambiente/Trabalho
Pré-requisito: N/A
Objetivo: Planejar e executar projetos de extensão para atendimento de demandas da
sociedade como um todo e do setor produtivo do Estado de Alagoas.
Público-alvo: Sociedade como um todo e setor produtivo do estado de Alagoas
Período de oferta: 4º período
Carga horária: 90 horas-aula
Metodologia: Neste primeiro módulo do PIEX o corpo discente deve ser motivado a
identificar diferentes demandas da sociedade (comunidades rurais ou urbanas) e do setor
produtivo (indústria e empresa), e elaborar projetos de dispositivos ou sistemas elétricos
capazes de atendê-las. Esta é a etapa inicial de uma sequência de três semestres de trabalho,
devendo ser feito através da interação pessoal direta entre os discentes e os diferentes setores.
Não é objetivo deste módulo construir ou implementar nenhum sistema ou dispositivo
físico, mas fazer um levantamento sobre necessidades práticas do dia a dia dos diversos setores
da sociedade e, a partir daí conceber ideias e planejar, através de um cronograma bem definido,
como elas serão executadas ao longo de três semestres seguidos.
No PIEX/módulo 1, os discentes, a partir das informações obtidas da interação direta
com os diferentes setores da sociedade, farão todo o planejamento detalhado do projeto. Isto
inclui, dentre outras coisas, objetivo geral, análise de viabilidade, etapas de cálculos descritivos,
elaboração de desenhos dos circuitos elétricos, definição dos componentes elétricos, orçamento

40

e cronograma detalhados, levantamento sobre a estrutura física necessária e disponível,
planejamento logístico, identificação dos riscos e listas de materiais necessários à
implementação prática.
Os projetos devem ser pensados para causar algum impacto positivo na qualidade de
vida das comunidades, ou na cadeia produtiva das industriais ou empresas, podendo também
contribuir para o uso eficiente da energia elétrica ou para o desenvolvimento de novas formas
de geração de energia elétrica. Fica a critério do professor do módulo a definição da quantidade
de projetos a serem realizados, dividindo a turma em equipes ou não, levando sempre em
consideração as diferentes áreas de atuação do Engenheiro Eletricista.
Como exemplos, pode-se citar o desenvolvimento de dispositivos eletroeletrônicos mais
eficientes, sistemas de automação inteligente residenciais e industriais, dispositivos para
monitoramento da qualidade da energia, sistemas de automação que resultem no uso eficiente
da energia elétrica, sistemas de geração de energia elétrica através de fontes não convencionais
e menos poluentes, sistemas de redes inteligentes (do inglês, Smart Grids), inteligência
artificial, robótica, dentre outros.
Além dos exemplos supracitados, as ferramentas teóricas presentes nas quatro grandes
áreas da Engenharia Elétrica (eletrotécnica, eletrônica, controle e telecomunicações) podem ser
usadas para desenvolver qualquer projeto que atenda demandas incomuns ou mais específicas.
Formas de Acompanhamento : A avaliação será realizada subjetivamente através de
reuniões periódicas (semanais ou quinzenais) com base na identificação do nível de
engajamento de cada aluno e durante a orientação dada aos trabalhos em desenvolvimento. A
parte objetiva da avaliação será realizada através de notas atribuídas aos relatórios e seminários
elaborados pelos alunos ao longo do período. Ao final da disciplina, um relatório detalhado
sobre os projetos deve ser entregue para servir como base à execução da ACE seguinte. Caberá
ao coordenador da ACE decidir se o projeto cumpre os requisitos mínimos de qualidade e pode
seguir para as próximas atividades curriculares de extensão.
PIEX/módulo 2
Temática: Tecnologia/ Meio Ambiente/Trabalho
Pré-requisito: PIEX/módulo 1
Objetivo: Planejar e executar projetos para atendimento de demandas da sociedade como
um todo e do setor produtivo do estado de Alagoas.

41

Público-alvo: Sociedade como um todo e setor produtivo de Alagoas
Período de oferta: 5º período
Carga horária: 72 horas-aula
Metodologia: No PIEX/módulo 2, o corpo discente é motivado a pôr em prática os
projetos elaborados durante o PIEX/módulo 1. No PIEX/módulo 2, todo o trabalho
experimental e de prototipagem é feito. Caso sejam necessários, ajustes, atualizações e
replanejamentos devem ser feitos durante o módulo.
A carga horária do módulo deve ser utilizada para busca por recursos, fornecedores e
parcerias multidisciplinares, aquisição de materiais e equipamentos, identificação das estruturas
úteis disponíveis no Campus, comunidade, empresa ou indústria que se pretende atuar,
logística, desenvolvimento e testes de protótipos em laboratório ou em campo, fabricação de
placas de circuito impresso, dentre outras coisas que viabilizem a implementação prática dos
projetos.
Neste módulo todos os testes experimentais devem ser feitos, seja em laboratório ou em
campo. Os projetos serão construídos, testados e avaliados, sempre acompanhados de relatórios
descritivos.
Formas de Acompanhamento: A avaliação será realizada subjetivamente através de
reuniões periódicas (semanais ou quinzenais) com base na identificação do nível de
engajamento de cada aluno e durante o assessoramento dos trabalhos desenvolvidos. A parte
objetiva da avaliação será realizada através de notas atribuídas aos relatórios descritivos dos
dispositivos ou sistemas fabricados e seminários elaborados pelos alunos ao longo da disciplina.
Ao final da disciplina, um relatório detalhado sobre a execução dos projetos deve ser entregue
para servir como base à execução do módulo seguinte. Caberá ao coordenador da ACE decidir
se o projeto cumpre os requisitos mínimos de qualidade e pode seguir para as próximas
atividades curriculares de extensão.
PIEX/módulo 3
Temática: Tecnologia/Meio Ambiente/Trabalho
Pré-requisito: PIEX/módulo 2
Objetivo: Monitorar, avaliar e finalizar projetos para atendimento de demandas da
sociedade como um todo e do setor produtivo do estado de Alagoas. Gerar material para servir
de base para execução de novos ciclos de extensão.

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Público: Sociedade como um todo e setor produtivo de Alagoas.
Período de oferta: 6º período
Carga horária:

90 horas-aula

Metodologia: No módulo 3 do PIEX, os projetos desenvolvidos ao longo dos dois
semestres anteriores devem ser avaliados tendo em vista a real aplicabilidade deles na
comunidade (rural ou urbana) e no setor produtivo do estado de Alagoas.
Nesta atividade, os desafios superados e os resultados alcançados devem ser discutidos
com profundidade. O máximo possível da experiência adquirida deve de documentada para uso
em novos ciclos de atividades curriculares de extensão.
Os projetos executados devem ser monitorados através de visitas técnicas, pesquisas de
opinião, observação da realidade local, e finalizados com conclusões sobre os reais impactos
alcançados e os aperfeiçoamentos que podem ser implementados em trabalhos futuros a partir
do início do novo ciclo de atividades curriculares de extensão.
Métodos de avaliação dos projetos devem ser aplicados de forma a considerarem os
seguintes critérios:
(a)

Eficiência: melhor relação custo/benefício possível para o alcance dos objetivos

estabelecidos durante os três períodos de execução das atividades;
(b)

Eficácia: medida do grau em que o projeto desenvolvido atingiu os objetivos;

(c)

Impacto: indica, em termos técnicos, econômicos, socioculturais, institucionais

e ambientais, se o projeto tem efeitos positivos no local em que foi aplicado;
(d)

Sustentabilidade: mede a capacidade de continuidade dos efeitos benéficos

alcançados através do projeto após o seu término;
(e)

Satisfação do beneficiário: avalia a satisfação da comunidade ou do setor

produtivo alagoano com relação aos projetos desenvolvidos;
No PIEX/módulo 3, após a avaliação, é essencial que se indique, para cada critério, as
possibilidades de melhoria. Os relatórios gerados nesta atividade curricular servirão como base
para o ciclo de atividades futuras, que poderão partir de um trabalho prévio que passou por
etapas de aprimoramento de pelo menos um ano e meio. Vale ressaltar que a finalização dos
projetos não significa a extinção deles. Finalizar o projeto significa finalizar um conjunto de
etapas, que pode ser reiniciado com o objetivo de aperfeiçoar o que já está em curso.

43

Desta forma, parte desse trabalho será realizado de forma teórica (em sala de aula), e
parte será realizada in loco, em propriedades ou empresas, a partir da interação com a sociedade,
de modo a estimar a real relevância dos projetos implementados.
Pretende-se, ao final da disciplina, que os alunos tenham adquirido conhecimento sobre
como desenvolver todas as etapas de projetos de dispositivos ou sistemas elétricos, utilizando
o conhecimento adquirido no curso de Engenharia Elétrica da UFAL, a serviço da comunidade
e do setor produtivo alagoano.
Formas de Acompanhamento: A avaliação será realizada subjetivamente através de
reuniões periódicas (semanais ou quinzenais) com base na identificação do nível de
engajamento de cada aluno e no assessoramento aos projetos desenvolvidos. A parte objetiva
da avaliação será realizada através de notas atribuídas aos relatórios técnicos, seminários e/ou
artigos elaborados pelos alunos ao longo do período. Ao final da disciplina, um relatório
detalhado sobre a execução de todas as etapas dos projetos e os resultados obtidos ao longo de
três semestres deve ser entregue para servir como base aos novos ciclos de atividades
curriculares de extensão. Caberá ao professor decidir se cada projeto cumpre os requisitos
mínimos de qualidade e pode ser finalizado.
PIEX/módulo 4
Temática: Tecnologia/Meio Ambiente/Educação
Pré-requisito: PIEX/módulo 3
Objetivo: Finalizar projetos de extensão e preferencialmente organizar um evento.
Público-alvo: Alunos/servidores da UFAL, das escolas da rede pública e privada e
empresas do setor eletroeletrônico.
Período de oferta: 7º período
Carga horária: 72 horas-aula por semestre
Metodologia: Considerando os conhecimentos adquiridos através da execução,
avaliação e resultados de projetos aplicados no estudo das demandas sociais e no setor produtivo
da região, nos três módulos anteriores do PIEX, será possível realizar um evento. Os estudantes
do curso de Engenharia Elétrica e áreas afins se juntarão para organizar um evento para amostra
de projetos científicos ou tecnológicos preferencialmente na área de Engenharia Elétrica ou
Energia, dando destaque para aqueles executados durante as atividades curriculares de

44

extensão, desenvolvidos, a nível prático ou conceitual, nos cursos de Engenharia do
CECA/UFAL.
As tecnologias com aplicabilidade direta no estado receberão destaque especial. O
evento englobará tanto mostras práticas dos projetos construídos, quando se tratar de projetos
fabricados, como exposição de banners relacionados aos artigos e relatórios técnicos
confeccionados, quando se tratar de projetos teóricos.
Com o Evento de Engenharia Elétrica do CECA, pretende-se realizar a divulgação do
trabalho desenvolvido na UFAL no que diz respeito a dispositivos ou sistemas elétricos, com
destaque àqueles desenvolvidos durante as atividades curriculares de extensão.
Formas de Acompanhamento : A avaliação será realizada subjetivamente através de
reuniões periódicas (semanais ou quinzenais) com base na identificação do nível de
engajamento de cada aluno e no assessoramento aos trabalhos desenvolvidos, antes e durante a
realização do evento. A parte objetiva da avaliação será realizada através de notas atribuídas
aos relatórios técnicos e/ou seminários elaborados pelos alunos ao longo do período.
PIEX/módulo 5
Temática: Tecnologia/ Meio Ambiente/ Educação/Trabalho
Pré-requisito: PIEX/módulo 4
Objetivo: Promover preferencialmente ações de capacitação e divulgação científica no
contexto da Engenharia Elétrica nas escolas do Estado de Alagoas. Divulgar o curso de
Engenharia Elétrica da UFAL no Estado de Alagoas.
Público-Alvo: Alunos das escolas públicas ou privadas de Alagoas.
Período de oferta: 8º período
Carga horária: 72 horas-aula por semestre
Metodologia: Depois de todo conhecimento adquirido nos módulos anteriores do PIEX,
parte-se para ações a serem desenvolvidas nas escolas públicas ou privadas, rurais ou urbanas,
do estado de Alagoas.
Como exemplo de ações que podem ser desenvolvidas, pode-se citar: evento sobre
robótica; olimpíadas de conhecimento ou de projetos; palestras sobre o uso consciente da
energia elétrica; mostra dos projetos inovadores desenvolvidos na UFAL; apresentação dos
projetos desenvolvidos nas atividades curriculares de extensão anteriores; disseminação das
inovações na área de Engenharia Elétrica.

45

Neste módulo 5 do PIEX também será possível a realização de cursos de capacitação
pelo corpo discente sobre a utilização de diferentes ferramentas disponíveis no ramo da
Engenharia Elétrica. Como exemplos de cursos, pode-se citar: modelagem computacional 3D;
instalação de sistemas fotovoltaicos; instalações elétricas residenciais e industriais; introdução
à programação; minicursos sobre Arduino, ESP, Raspberry ou qualquer outra plataforma de
prototipagem eletrônica; minicursos sobre softwares para cálculos numéricos ou simulações de
circuitos; minicursos sobre máquinas elétricas e eletrônica de potência; formação básica em
sistemas embarcados.
Pretende-se, ainda, promover a realização de cursos de auxílio ao aprendizado no ensino
básico nas disciplinas de física e matemática.
As ações ou cursos podem comtemplar outros temas ou áreas que não foram
supracitadas. Cada professor coordenador deste módulo fica livre para explorar assuntos
relacionados à sua área de atuação e conduzir os alunos na definição dos cursos e ações,
podendo contemplar qualquer uma das grandes áreas de Engenharia Elétrica (eletrotécnica,
controle e automação, eletrônica e telecomunicações).
Formas de Acompanhamento : A avaliação será realizada subjetivamente através de
reuniões periódicas (semanais ou quinzenais) com base na identificação do nível de
engajamento de cada aluno, no seu desempenho no papel de facilitador e no assessoramento
aos trabalhos desenvolvidos. A parte objetiva da avaliação será realizada através de notas
atribuídas aos seminários e relatórios elaborados pelos alunos ao longo do período.
PIEX/módulo 6
Temática: Tecnologia/ Meio Ambiente/ Educação
Pré-requisito: PIEX/módulo 5
Objetivo: Prestar preferencialmente serviços a consumidores residenciais, micro, média
e grandes empresas do Estado de Alagoas.
Público-alvo: Comunidade em geral
Período de oferta: 9º período
Carga horária : 90 horas-aula por semestre
Metodologia: A Empresa Júnior é uma associação sem fins lucrativos que visa o
desenvolvimento educacional dos alunos do ensino superior, contando com o suporte da

46

instituição para com os integrantes de forma que estes prestem serviços a consumidores
residenciais, micro, média e grandes empresas do estado de Alagoas.
A Empresa Junior pode ser uma ferramenta importante para impulsionar os alunos do
PIEX/módulo 6 a executarem suas atividades.
As atividades ocorrerão mediante a prestação de serviços de elaboração ou consultoria
de projetos elétricos residenciais e industriais, sistemas fotovoltaicos, projetos de eficiência
energética para a empresas e pessoas físicas, promovendo aos alunos o conhecimento prático
do conteúdo estudado na universidade, transformando a aprendizagem mais dinâmica e com o
acréscimo de uma característica empreendedora capaz de movimentar a economia do Estado de
Alagoas.
Além do citado anteriormente, os serviços prestados podem contemplar qualquer grande
área da Engenharia Elétrica.
Objetiva-se também a atuação na área de Eficiência Energética através de ações, como
por exemplo: distribuição de panfletos e cursos ou ciclos de palestras sobre eficiência energética
pelos discentes do curso junto às comunidades rurais e urbanas e às empresas alagoanas. Bem
como, fazendo o levantamento dos componentes e acessórios elétricos dos diversos ambientes
rurais e urbanos feito pelo corpo discente, com a participação da população civil, permitindo a
verificação dos componentes elétricos que precisam ser substituídos, possibilitando o aumento
da qualidade de energia e a consequente redução do desperdício de eletricidade.
Formas de Acompanhamento : A avaliação será realizada subjetivamente através de
reuniões periódicas (semanais ou quinzenais) com base na identificação do nível de
engajamento de cada aluno e no assessoramento aos trabalhos desenvolvidos. A parte objetiva
da avaliação será realizada através de notas atribuídas aos relatórios elaborados e aos seminários
apresentados pelos alunos ao longo do período, descrevendo as experiências vividas e os
resultados alcançados. Também faz parte da avaliação objetiva a análise da documentação
apresentada.

9.13.

Quantitativos de Atividades de Extensão

De acordo com a resolução n.º 04/2018/CONSUNI/UFAL, as atividades de extensão
serão denominadas de forma a garantir os três (03) tipos de atividades curriculares distintas,
sendo dois projetos cada um com duração de duas semestralidades, um evento e um curso de

47

extensão considerando as temáticas de Tecnologia, Educação e Meio Ambiente. Para o curso
de Engenharia Elétrica, neste PPC, foram definidas seis (6) atividades curriculares dentro do
PIEX, sendo quatro projetos, um evento, um curso ou uma prestação de serviço.

9.14.

Carga Horária Total da Extensão
A integralização do curso contempla uma carga horária total de 3.990 horas-relógio,

sendo que são necessárias 399 horas mínimas para realização das atividades de extensão,
conforme resolução n.º 04/2018/CONSUNI/UFAL. A Tabela 6 inserida no Capítulo 5 desse
projeto apresenta uma carga horária total da extensão universitária de 405 horas-relógio,
correspondendo a 10,15 % do total de créditos do curso.

9.15.

Acompanhamento e Avaliação

As atividades de extensão desenvolvidas no âmbito do curso serão avaliadas de forma
geral a partir de reuniões semanais com os alunos, assessoramento aos trabalhos tanto na
universidade como no local de funcionamento do projeto, por meio de relatórios, apresentação
de seminários dos resultados ou ministração de cursos nos locais de execução do projeto.
Os indicadores utilizados para mensurar o desempenho das ações extensionistas e dos
alunos serão os parâmetros gerais para avaliação de todas as atividades de extensão
(curriculares ou não) desenvolvidas pelos cursos de graduação da UFAL. Os indicadores são:


quantidade de estudantes da graduação envolvidos no PIEX;



quantidade de docentes da UFAL envolvidos no PIEX;



quantidade de pessoas externas à Universidade envolvidas no PIEX;



quantidade de técnicos da UFAL envolvidos no PIEX;



quantidade de órgãos públicos e/ou privados envolvidos no PIEX;



quantidade de escolas envolvidas no PIEX;



publicação de manuscritos (artigos, relatos, resenhas, tradução e etc.), a partir do
PIEX;



quantidade de cursos/eventos desenvolvidos a partir do PIEX e etc.

48

9.16.

Referências

ANDRADE, L. A. B.; SILVA, E. P. A universidade e sua relação com o outro: um conceito
para a extensão universitária. Educação Brasileira, v.23, n.47, p.65-79, 2001.
Atlas

Solarimétrico

de

Alagoas,

2007-2008.

Disponível

em:

www.aneel.gov.br/aplicacoes/atlas/pdf/03-Energia_Solar(3). pdf.
Atlas Solarimétrico do Brasil: banco de dados terrestres. Recife: Ed. Universitária da UFPE,
2000.
BEAL - BALANÇO ENERGÉTICO DO ESTADO DE ALAGOAS – 2018 - ANO BASE
2017. Disponível em: http://www.sedetur.al.gov.br/images/estrutura/institucional/BEAL2018.pdf. Acesso em: set. 2019.
BRASIL. Lei 9394, 20 de dezembro de 1996 – Dispõe sobre a Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/ Leis/L9394.htm>.
Acesso em: 2019.
BRASIL. Lei n.º 13.005, de 25 de junho de 2014 - Dispõe sobre o Plano Nacional de Educação
– PNE. Brasília, DF. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/ _ato20112014/2014/lei/l13005.htm>. Acesso em: 2019.
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. 9. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
IBGE. Brasil em síntese. 2018. Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/>. Acesso em:
2018.
INSTRUÇÃO NORMATIVA nº. 1/2021 - PROEX/UFAL, de 9 de abril de 2021.
RESOLUÇÃO n.º 65/2014– CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014.
RESOLUÇÃO n.º 04/2018 – CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018.

49

10. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
10.1.

Colegiado do Curso

O Regimento Geral da UFAL regulamenta o funcionamento dos colegiados dos cursos
de graduação:
O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à Unidade Acadêmica, com o
objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico de Curso de Graduação, seu
desenvolvimento e avaliação permanente, sendo composto de:
- 05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos
suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em consulta efetivada
com a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos,
admitida uma única recondução;
- 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente, escolhido
em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para
cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única recondução;
- 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo
suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos
seus pares, para cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única
recondução.
Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente, escolhidos
pelos seus membros dentre os docentes que o integram (UFAL, 2006, cap. V, art. 25).

A seguir serão especificadas as atribuições do colegiado de curso da UFAL, segundo o
regimento:
São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
- coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto Pedagógico
do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do
profissional desejado, nas características e necessidades da área de
conhecimento, do mercado de trabalho e da sociedade;
- coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração
docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente
com os planos de ensino, com vistas à formação profissional planejada;
- coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados
obtidos, executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações
que se fizerem necessárias;
- colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos (UFAL, 2006, cap. V, art. 26).

As demais atribuições dos colegiado de cursos de graduação da UFAL estão previstas
na Res. nº 114/2023-Consuni/prograd/UFAL. O Colegiado do Curso de Engenharia Elétrica
poderá realizar reuniões ordinárias mensais ou extraordinárias, quando forem necessárias para
o bom andamento do curso. Todos os assuntos e deliberações tratados nas reuniões serão
registrados em ATA, com assinaturas do coordenador do curso, secretário e demais membros
do colegiado.

50

10.2.

O Núcleo Docente Estruturante e suas Atribuições

Em atendimento à Portaria 147/2007, ao Parecer CONAES 04/2010 e à Res. CONAES
01/2010, a UFAL instituiu, através da res. 52/2012, no âmbito de seus cursos de graduação, o
Núcleo Docente Estruturante – NDE.
Em relação ao NDE, há um acompanhamento permanente da implementação e
desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor qualidade educativa em todas as suas
etapas. Através de reuniões periódicas, os seus membros avaliam a pertinência das disciplinas,
seu ordenamento, a atualização da bibliografia referenciada e as condições de realização de
práticas e estágios supervisionados, de modo a ter condições concretas de intervir, sempre que
necessário, no sentido do aperfeiçoamento do PPC.
Neste sentido, o NDE é composto pelo mínimo de cinco membros, todos docentes com
titulação de pós-graduação stricto senso e formação na área do curso. Considera-se, igualmente,
a afinidade da produção científica as áreas do curso e sua dedicação ao mesmo.
O NDE do Curso de Engenharia Elétrica realizará reuniões, ordinariamente, ao menos
uma vez a cada bimestre e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo seu Coordenador,
por dois terços dos seus membros ou pelo Colegiado do Curso e terá as seguintes atribuições:
I.

Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;

II.

Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo;

III.

Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e
extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de
trabalho e consoantes com as políticas públicas relativas à área de conhecimento
do curso;

IV.

Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação;

V.

Registrar o suporte administrativo do campus;

VI.

Informar a composição e o funcionamento de colegiados de curso, comissões,

51

comitês, câmaras, dentre outros;
VII.

Citar titulação, formação, perfil e atuação do presidente do colegiado;

VIII.

Identificar a coordenação de estágio e a forma de orientação do Trabalho de
Conclusão de Curso (TCC);

IX.

Comunicar a composição do NDE do curso e o ato de criação/definição dos seus
integrantes;

X.

Destacar a atuação do NDE quanto ao desenvolvimento do curso, a
autoavaliação e a concretização das propostas do PPC;

XI.

Apresentar tabela nominal do quadro de docentes, incluindo titulação, situação
funcional, carga-horária e e-mail institucional;

XII.

Indicar tabela nominal do quadro de técnicos-administrativos que atendem ao
curso.
As demais atribuições do NDE dos cursos de graduação da UFAL estão previstas
na Res. nº 114/2023-Consuni/prograd/UFAL.

11. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
11.1.

Matriz e Proposta Curricular

A proposta da matriz curricular foi estabelecida com base nos objetivos do Curso, tendo
em vista o perfil do profissional que a contemporaneidade exige e o desenvolvimento de
competências e habilidades que se pretende desenvolver, buscando a visão multidisciplinar, na
medida em que articula vertical e horizontalmente as disciplinas e suas diversas concepções.
Nessa matriz curricular, sistematizou-se e articulou-se o conhecimento de formação
pedagógica específica da área da Engenharia Elétrica, alicerçado nas disciplinas

52

complementares obrigatórias onde estão propostas as bases filosóficas e sócio-históricas deste
conhecimento.
Esse Projeto Pedagógico de Curso apresenta as disciplinas dos núcleos básico,
profissionalizante e profissionalizante específico e a sequência de pré-requisitos, distribuídas
nos dez semestres do curso. A oferta de disciplinas ocorre com o suporte institucional.
As atividades previstas para a formação do Engenheiro Eletricista da UFAL têm como
objetivo principal a construção do conhecimento. O professor terá um papel de mediador,
ampliando as possibilidades de escolha, facilitando a experimentação, estimulando novas
descobertas e desafios.
11.1.1. Educação em Direitos Humanos
A Educação em Direitos Humanos na UFAL adequa-se à Resolução CNE/CP no
01/2012. O Curso de Engenharia Elétrica trata a temática de Educação de Direitos Humanos de
forma transversal, nos conteúdos abordados nas disciplinas obrigatórias de Sociedade e
Ambiente e Ética e Exercício Profissional, ofertadas no primeiro e nono semestres do curso,
respectivamente. Além disso, o tema Educação em Direitos Humanos pode ser abordado em
outras disciplinas, de forma multidisciplinar e indireta.
11.1.2. Relações Étnico-Raciais História e Cultura Afro-brasileira, Africana
e Indígena
Em atenção à Lei 10.639/2003, à Lei 11.645/2008 e à Res. CNE/CP 01/2004,
fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que dispõe sobre as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura
Afro-Brasileira, Africana e Indígena, os PPC da UFAL vêm tratando a temática de forma
transversal. O curso de Engenharia Elétrica trata dessa temática nas disciplinas de Ética e
Exercício Profissional e Sociedade e Ambiente, que trata também das relações do Homem com
o Ambiente.
Além das disciplinas citadas no parágrafo anterior, o curso de Engenharia Elétrica
entende que o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana se faz necessário para

53

garantir, além de tudo, a valorização das matrizes africanas que formam a diversidade cultural
brasileira. Assim, os estudantes deste curso podem solicitar matrículas em disciplinas ofertadas
em diferentes unidades da Universidade, permitindo uma visão mais profunda sobre estes
temas. Incluindo, então, no histórico acadêmico, como horas flexíveis, as componentes
cursadas.
11.1.3. Educação Ambiental
O Decreto n.º 4.281 de 25 de junho de 2002, regulamenta a Lei n.º 9.795 de 27 de abril
de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências. A
Resolução CNE/CP n.º 02/2012 define formas de sua implementação nos currículos dos cursos
superiores.
O curso de Engenharia Elétrica atende à legislação ofertando as disciplinas de Sociedade
e Ambiente, Ciências do Ambiente e Manejo de Recursos Naturais, Geração de Energia Elétrica
e Eficiência e Gestão Energética.
11.1.4. Matriz Curricular
As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para cursos de Engenharia preveem que o
currículo seja organizado em 03 núcleos:
(1) Núcleo de conteúdos básicos;
(2) Núcleo de conteúdos profissionais e
(3) Núcleo de conteúdo específicos, que se constitui em extensões e aprofundamentos
dos conteúdos profissionalizantes, bem como de outros conteúdos destinados a
caracterizar modalidades.
A Tabela 2 apresenta uma distribuição das disciplinas em conteúdos por setor.

54

Tabela 2. Distribuição dos componentes curriculares por setor

Tipo de Formação

Setor

Matemática e
Estatística

Total

Física

Total
Química
Total
Mecânica e
Resistência dos
Materiais
Formação
Científica e
Tecnológica

Total
Informática e
Computação
Total
Desenho
Total

Disciplinas
Geometria Analítica
Álgebra Linear
Cálculo I
Cálculo II
Cálculo III
Cálculo IV
Cálculo Numérico
Estatística Geral
Equações Diferenciais
Ordinárias
Processos Estocásticos
Variáveis Complexas
11
Física I
Física II
Física III
Laboratório de Física I
Laboratório de Física
III
06
Química Geral
01
Mecânica dos Sólidos
Resistência dos
Materiais
Fenômenos de
Transportes
03
Introdução à
Computação
Técnicas de
Programação
02
Desenho Técnico
Introdução ao
Desenho Auxiliado
por Computador
Desenho Universal
03

Créditos CH total
T+P
(hora-aula)
04
72
04
72
04
72
04
72
04
72
04
72
04
72
04
72
04

72

04
04
44
04
04
04
02

72
72
792
72
72
72
36

02

36

20
04
04
04

288
72
72
72

04

72

04

72

12

216

03

54

03

54

06
03

108
54

04

72

02
09

36
162

55

Ciências dos
Materiais
Total
Ciências do
Ambiente

Total

Introdução à Ciências
dos Materiais
02

04

72

08

72

Sociedade e Ambiente

03

54

Ciências do Ambiente
e Manejo de Recursos
Naturais

02

36

02

05

90

02

36

02

36

04

72

02

36

03

54

05

90

02

36

04
04

72
72

02

36

04
04
04
04

72
72
72
72

02

36

04
26

72
612

04

72

04
03
02
13

72
54
36
234

04

72

04

72

02

36

Ética e Exercício
Profissional
Metodologia da
Formação
Pesquisa
Científica
Total
02
(Planejamento e
Economia para
Controle de
Economia e
Engenharia
Organizações)
Gestão
Gestão Empresarial e
Empresarial
Marketing
Total
02
Introdução à
Engenharia Elétrica
Instalações Elétricas
Materiais Elétricos
Lab. de Instalações
Elétricas
Eletricidade,
Eletromagnetismo I
Eletromagnetismo
Ondas e Linhas
e Eletrotécnica
Circuitos Elétricos I
Circuitos Elétricos II
Lab. de Circuitos
Elétricos
Formação
Sistemas Elétricos
Profissionalizante
Total
08
Dispositivos
Eletrônicos
Eletrônica
Eletrônica
Eletrônica de Potência
Lab. de Eletrônica
Total
04
Conversão
Eletromecânica
Conversão de
Máquinas Elétricas
Energia
Lab. de Máquinas
Elétricas
Ciências Sociais e
Comunicação e
Expressão

56

Total
Controle e
Servomecanismos
Total

03
Controle Analógico
Controle Digital
02
Análise de Sinais e
Sistemas
Comunicações
Princípios de
Comunicação
Total
02
Circuitos Lógicos
Arquitetura de
Técnicas Digitais
Sistemas Digitais
Lab. Circuitos Lógicos
Total
03
Engenharia de
Segurança do
Segurança do
Trabalho
Trabalho
Total
01
TOTAL

57 disciplinas
obrigatórias

10
04
04
08

180
72
72
144

04

72

04

72

08
04

144
72

04

72

02
10

36
180

02

36

02

36

194

3492

Observação: Esse projeto de curso considera a base 18. Que implica que os créditos de uma
disciplina serão multiplicados por 18 que fornecerá o número de aulas necessárias para o
cumprimento da disciplina. Assim, a carga horária (CH) de uma disciplina que precisará de 4
tempos para trabalhar será de 72 horas (4 × 18 = 72); dessa forma, 2 tempos: 36 horas; 3
tempos: 54 horas e assim por diante. Ressaltando que tempo de duração de uma aula será de 50
minutos.
Do total de disciplinas obrigatórias, a distribuição das disciplinas por conteúdo se
configura da seguinte maneira: o conteúdo básico ficou com 56,20% e o conteúdo
profissionalizante com 43,8% da carga horária total das disciplinas obrigatórias, conforme
mostrada na Figura 3.
A carga horária destinada ao núcleo de conteúdo específico é destinada nesse PPC as
disciplinas optativas, que são abordadas no texto desse PPC nas próximas seções.
Figura 3. Distribuição dos Conteúdos das Disciplinas Obrigatórias em Percentuais

57

43,80%
56,20%

Conteúdo básico

Conteúdo profissionalizante

Fonte: própria.

As disciplinas a serem ministradas no curso estão dispostas na matriz curricular na
Tabela 3, organizada por períodos.
Tabela 3. Organização Curricular por Períodos.

Período

1º

2º

3º

Disciplina
Geometria Analítica
Sociedade e Ambiente
Introdução à Engenharia Elétrica
Cálculo I
Introdução à Computação
Desenho Técnico
Química Geral
Metodologia da Pesquisa
Total
Álgebra Linear
Física I
Laboratório de Física I
Cálculo II
Técnicas de Programação
Estatística Geral
Introdução ao Desenho Auxiliado
por Computador
Total
Ciências do Ambiente e Manejo
de Recursos Naturais

04
03
02
04
03
03
04
02
25
04
04
02
04
03
04

Hora-aula
Semestral
(h)
72
54
36
72
54
54
72
36
450
72
72
36
72
54
72

04

72

60

25

450

375

02

36

30

Hora-aula
Semanal (h)

Hora-relógio
Semestral (h)
60
45
30
60
45
45
60
30
375
60
60
30
60
45
60

58

4º

5º

6º

7º

8º

Física II
Mecânica dos Sólidos
Cálculo III
Introdução à Ciências dos
Materiais
Desenho Universal
Circuitos Lógicos
Laboratório de Circuitos Lógicos
Total
Física III
Laboratório de Física III
Resistência dos Materiais
Cálculo IV
Variáveis Complexas
Equações Diferenciais Ordinárias
PIEX/módulo 1
Total
Fenômenos de Transportes
Circuitos Elétricos I
Processos Estocásticos
Cálculo Numérico
Análise de Sinais e Sistemas
Eletromagnetismo I
PIEX/módulo 2
Total
Conversão Eletromecânica
Circuitos Elétricos II
Laboratório de Circuitos Elétricos
Ondas e Linhas
Controle Analógico
Dispositivos Eletrônicos
PIEX/módulo 3
Total
Sistemas Elétricos
Máquinas Elétricas
Laboratório de Máquinas Elétricas
Princípios de Comunicação
Controle Digital
Eletrônica
Laboratório de Eletrônica
PIEX/módulo 4
Total
Instalações Elétricas
Laboratório de Instalações
Elétricas

04
04
04

72
72
72

60
60
60

04

72

60

02
04
02
26
04
02
04
04
04
04
05
27
04
04
04
04
04
04
04
28
04
04
02
04
04
04
05
27
04
04
02
04
04
04
02
04
28
04

36
72
36
468
72
36
72
72
72
72
90
486
72
72
72
72
72
72
72
504
72
72
36
72
72
72
90
486
72
72
36
72
72
72
36
72
504
72

30
60
30
390
60
30
60
60
60
60
75
405
60
60
60
60
60
60
60
420
60
60
30
60
60
60
75
405
60
60
30
60
60
60
30
60
420
60

02

36

30

59

9º

10º

Materiais Elétricos
Gestão Empresarial e Marketing
Arquitetura de Sistemas Digitais
Optativa
PIEX/módulo 5
Total
Optativa
Segurança do Trabalho
Optativa
Eletrônica de Potência
Ética e Exercício Profissional
Economia para Engenharia
Optativa
PIEX/módulo 6
Total
Optativa
Total

Total

04
72
60
03
54
45
04
72
60
04
72
60
04
72
60
25
450
375
04
72
60
02
36
30
02
36
30
03
54
45
02
36
30
02
36
30
04
72
60
05
90
75
24
432
360
04
72
60
04
72
60
(Hora-aula)
(Hora-relógio)
Disciplinas Obrigatórias:
Disciplinas
3492
Obrigatórias: 2910
Disciplinas Optativas: 324
Disciplinas
Programa Integralizado de
Optativas: 270
Extensão-PIEX: 486
PIEX: 405

A relação de componentes curriculares optativas está mostrada na Tabela 4.
Tabela 4 - Relação de Componentes Curriculares Optativas.

Carga horária (h)
Período

Disciplina Optativa

Semanal

Teórica

Prática

Total

08

Inglês Instrumental

04

04

0

72

09

04

04

0

72

08

Administração e Planejamento
Energético
Empreendedorismo

04

04

0

72

08

Libras

03

03

0

54

08

Subestações de Energia

04

04

0

72

09

Proteção de Sistemas Elétricos

04

04

0

72

08

Processamento Digital de Sinais

04

04

0

72

08

Instrumentação Eletrônica

04

04

0

72

09

Automação Industrial

04

04

0

72

08

Robótica

04

04

0

72

60

08

Antenas e Propagação

04

04

0

72

08

Redes de Computadores

04

04

0

72

08

Física IV

04

04

0

72

08

Equações Diferenciais Parciais

04

04

0

72

08

Elaboração e Análise de Projetos

03

03

0

54

10

Noções de Direito

04

04

0

72

10

Eletromagnetismo II

04

04

0

72

08

Português Instrumental

04

04

0

72

08

Desenho Técnico Industrial

02

01

01

36

08

Análise e Avaliação de Impactos

03

03

0

54

Ambientais
10

Energia Solar

04

03

01

72

08

Energia Hidráulica

04

03

01

72

08

Energia Eólica

03

03

0

54

08

04

04

0

72

09

Transmissão e Distribuição de
Energia Elétrica
Geração de Energia Elétrica

04

04

0

72

09

Eficiência e Gestão Energética

02

1,33

0,67

36

09

Motores Elétricos

04

03

01

72

10

04

04

0

72

09

Introdução à Engenharia da
Qualidade
Microcontroladores e Aplicações

04

03

01

72

09

Automação Predial com IoT

04

03

01

72

08

Controle de Processos Industriais

04

04

0

72

08

Filtros Elétricos

03

03

0

54

08

04

04

0

72

08

Estrutura e Concepção de Circuitos
Integrados
Circuitos para Comunicações

04

04

0

72

09

Redes de Computadores II

04

03

01

72

09

Introdução à Inteligência Artificial

04

03

01

72

10

Inteligência Artificial Avançada

04

03

01

72

08

Cálculo de Curto-circuito

04

04

0

72

61

Possivelmente, novas disciplinas optativas serão sugeridas pelo colegiado de curso,
desde que atendam demandas para projetos de pesquisa ou extensão. O colegiado do curso
poderá se reunir para discutir propostas de docentes que julgarem necessário que determinadas
disciplinas sejam incluídas no quadro de disciplinas optativas para atender linhas de pesquisas
novas ou já existentes, projetos de extensão e projetos de ensino aprendizagem. Se as propostas
forem aprovadas pelo referido colegiado, serão encaminhadas à Pró-reitora de Graduação
(Prograd) para cadastramento, conforme a Res. nº. 114/2023-Consuni/UFAL.
A distribuição da carga horária por componente curricular está mostrada na Tabela 5, e
em forma de diagrama na Figura 4.
A carga horária mínima em disciplinas é de 3.816 horas-aula, sendo 3.492 horas-aula
cursadas em disciplinas da grade curricular obrigatória e 324 horas-aula cursadas em disciplinas
optativas. A carga horária cursada nas disciplinas optativas, que exceder às 324 horas-aula
mínimas, serão computadas como atividades curriculares complementares.

Tabela 5. Distribuição da Carga Horária por Componente Curricular.

DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA POR COMPONENTE CURRICULAR
Componentes Curriculares
Disciplinas Obrigatórias
Disciplinas Optativas
Estágio Supervisionado
Atividades Complementares
Trabalho de Conclusão de Curso
Programa Integralizado de
Extensão
Carga horária total

Carga Horária
(Hora-aula)

Carga Horária
(Hora-relógio)

Percentual
(%)

3492
324
216
216
54

2910
270
180
180
45

72,93
6,77
4,51
4,51
1,13

486

405

10,15

4.788

3.990

100,00

62

Figura 4. Distribuição da carga horária (hora-aula) dos componentes curriculares
10,15%
1,13%
4,51%
4,51%
6,77%
72,93%

Disciplinas Obrigatórias

Disciplinas Optativas

Estágio Supervisionado

Atividades complementares

Trabalho de Conclusão de Curso

Programa Integralizado de Extensão

Fonte: própria.

Na Tabela 4 são listadas a relação das disciplinas optativas dentre as quais há disciplinas
de duas horas-semanais, três horas-semanais e quatro horas-semanais. O discente poderá optar
por cursar as disciplinas eletivas do seu interesse, podendo combiná-las de forma adequada da
seguinte maneira: cursar três disciplinas de quatro horas-aula de aulas semanais, ou quatro
disciplinas de três horas-aula de aulas semanais ou ainda combinar disciplinas de dois, três e
quatro horas-aula de aulas semanais com o intuito de integralizar a carga horária mínima para
as disciplinas optativas, conforme sugerida na execução curricular por período da Tabela 3.
A seguir será exibido um quadro resumo da estrutura curricular do curso de Engenharia
Elétrica com legenda, conforme a Tabela 6.

63

Tabela 6. Quadro Resumo da Estrutura Curricular

DISCIPLINAS

SEM.

1º

2º

3º

4º

5º

6º

7º

8º

9º

10º

GEOMETRIA
ANALÍTICA

ÁLGEBRA
LINEAR

CIÊNCIAS DO
AMBIENTE E
MANEJO DE
RECURSOS
NATURAIS

FÍSICA III

FENÔMENOS DE
TRANSPORTES

CONVERSÃO
ELETROMECÂNICA

SISTEMAS
ELÉTRICOS

INSTALAÇÕES
ELÉTRICAS

OPTATIVA

TRABALHO DE
CONCLUSÃO
DE CURSO

SOCIEDADE E
AMBIENTE

FÍSICA I

FÍSICA II

LABORATÓRIO
DE FÍSICA III

CIRCUITOS
ELÉTRICOS I

CIRCUITOS
ELÉTRICOS II

MÁQUINAS
ELÉTRICAS

LABORATÓRIO
DE
INSTALAÇÕES
ELÉTRICAS

INTRODUÇÃO À
ENGENHARIA
ELÉTRICA

LABORATÓRIO DE
FÍSICA I

MECÂNICA DOS
SÓLIDOS

RESISTÊNCIA
DOS MATERIAIS

PROCESSOS
ESTOCÁSTICOS

CÁLCULO I

CÁLCULO II

CÁLCULO III

CÁLCULO IV

CÁLCULO
NUMÉRICO

ONDAS E LINHAS

PRINCÍPIOS DE
COMUNICAÇÃO

INTRODUÇÃO À
COMPUTAÇÃO

TÉCNICAS DE
PROGRAMAÇÃO

INTRODUÇÃO À
CIÊNCIAS DOS
MATERIAIS

VARIÁVEIS
COMPLEXAS

ANÁLISE DE SINAIS
E SISTEMAS

CONTROLE
ANALÓGICO

CONTROLE
DIGITAL

DESENHO TÉCNICO

ESTATÍSTICA
GERAL

DESENHO
UNIVERSAL

EQUAÇÕES
DIFERENCIAIS
ORDINÁRIAS

ELETRO
MAGNETISMO I

DISPOSITIVOS
ELETRÔNICOS

ELETRÔNICA

INTRODUÇÃO AO
DESENHO
AUXILIADO POR
COMPUTADOR

CIRCUITOS
LÓGICOS

QUÍMICA
GERAL

ACE

LEGENDA

MATERIAIS
ELÉTRICOS
GESTÃO
EMPRESARIAL E
MARKETING
ARQUITETURA
DE
SISTEMAS
DIGITAIS
OPTATIVA

LABORATÓRIO DE
ELETRÔNICA

OPTATIVA

OPTATIVA

ELETRÔNICA DE
POTÊNCIA

_

ÉTICA E
EXERCÍCIO
PROFISSIONAL

_

ECONOMIA PARA
ENGENHARIA
OPTATIVA

_

LABORATÓRIO DE
CIRCUITOS
LÓGICOS

METODOLOGIA DA
PESQUISA

25
HORAS-AULA
SEMANAIS

LABORATÓRIO DE LABORATÓRIO DE
CIRCUITOS
MÁQUINAS
ELÉTRICOS
ELÉTRICAS

ESTÁGIO
SEGURANÇA DO
SUPERVISIONA
TRABALHO
DO

25
HORAS-AULA
SEMANAIS

26
HORAS-AULA
SEMANAIS

CONTEÚDO

CONTEÚDO

CONTEÚDO

BÁSICO

PROFISSIONALIZANTE

ESPECÍFICO

PIEX/módulo 1

PIEX/módulo 2

PIEX/módulo 3

PIEX/módulo 4

PIEX/módulo 5

PIEX/módulo 6

27
HORAS-AULA
SEMANAIS

28
HORAS-AULA
SEMANAIS

27
HORAS-AULA
SEMANAIS

28
HORAS-AULA
SEMANAIS

25
HORAS-AULA
SEMANAIS

24
HORAS-AULA
SEMANAIS

-

64

11.2.

Proposta Curricular

11.2.1. Ementas das Disciplinas do Curso e seus Pré-requisitos
1ª PERÍODO
Disciplina: GEOMETRIA ANALÍTICA
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Vetor: Conceito e Propriedades Gerais. Produtos Escalar, Vetorial e Misto. Equações
Vetoriais. Retas e Planos. Cônicas e Quádricas. Classificação das Cônicas.
Bibliografia:
Básica:
BOULOS, P., CAMARGO, I. Geometria Analítica: um tratamento vetorial. 3. ed. São Paulo:
Makron Books - Grupo Pearson, 2005.
WINTERLE, P. Vetores e Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2014.
STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Geometria Analítica. 2. ed. São Paulo: Pearson, 1995.
Complementar:
SANTOS, F. J.; FERREIRA, S. B. Geometria Analítica. 1. ed. Bookman, 2009.
SIMMONS, G. F. Cálculo com geometria analítica. Vol. 1. São Paulo: Pearson Makron Books,
2005.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994.
SWOKOWSKI, E. W. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Makron Books, 1995.
THOMAS, G. B. Cálculo. Vol. 1. São Paulo: Addison Wesley, 2002.

Disciplina: SOCIEDADE E AMBIENTE
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 0

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: N/A

65

Ementa: Histórico e Conceitos Básicos da Sociologia. Instituições Sociais. O Homem e o Meio:
população e migrações. Desenvolvimento e Meio Ambiente. Mudança Social.

Bibliografia:
Básica:
ACSELRAD, H. (org.) Conflitos Ambientais no Brasil. Rio de Janeiro: Relumé Dumara, 2004.
BRYM, R. J. (et al.) Sociologia: sua bússola para um novo mundo. São Paulo: Cengage Leraning,
2008.
HANNIGAN, J. Sociologia ambiental. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
Complementar:
CASTELLS, M. O Poder da Identidade. Vol 2. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008.
FERRY, L. A Nova Ordem Ecológica: a árvore, o animal e o homem. Rio de Janeiro: DIFEL,
2009.
FLORIANI, D. Conhecimento, Meio Ambiente e Globalização. Curitiba: Juruá, 2004.
GUARESCHI, P. Sociologia Crítica: alternativas de mudança. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2011.
ALMINO, J. Naturezas Mortas: a filosofia política do ecologismo. Rio de Janeiro: Francisco Alves,
2004.
DRUMMOND, J. A.; FRANCO, J. L. de A. Proteção à Natureza e Identidade Nacional no Brasil,
Anos 1920-40. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2009.
FOSTER, J. B. A Ecologia em Marx: materialismo e natureza. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2005.

66

Disciplina: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA ELÉTRICA
C. H. teórica: 36h

C. H. prática: 0

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Histórico da Engenharia no Brasil e no Mundo. O profissional de Engenharia e Campos
de Atuação. Pioneiros da Engenharia Elétrica. A profissão de engenheiro eletricista no Brasil.
Áreas da engenharia elétrica. Evolução e perspectivas da Engenharia Elétrica. Aplicação e produtos
da Engenharia Elétrica. Integração com outras áreas da engenharia.
Bibliografia:
Básica:
COCIAN, L. F. E. Introdução à engenharia. Porto Alegre: Bookman, 2017.
DYM, C. L.; LITTLE, P. Introdução à engenharia: uma abordagem baseada em projeto. 3. ed.
Porto Alegre, RS: Bookman, 2010.
BAZZO, W. A.; VALE PEREIRA, L. T. Introdução à engenharia: conceitos, ferramentas e
comportamentos. 4. ed. [rev.] Florianópolis: UFSC, 2013.

Complementar:
PHILIPPI, JR. A. Energia e Sustentabilidade. 1. ed. São Paulo: Manole, 2016.
HOLTZAPPLE, M. T.; REECE, W. D. Introdução à engenharia. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2006.
SILVA, O. Cartas a um Jovem Empreendedor: Realize seu Sonho Vale a Pena. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007.
Regulamentação de Profissões de Engenheiro, do Arquiteto e do Engenheiro Agrônomo, Ed:
Editada e distribuída pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – CREA.
http://www.confea.org.br.

67

MARTINS, J. B.; A História da Eletricidade – Os homens que desenvolveram a eletricidade,
Ciência Moderna, 2007.
DAGNINO, R.; NOVAIS H. P.; FRAGA, L. O engenheiro e a sociedade, Insular, 2013.

Disciplina: CÁLCULO I
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Funções e gráficos. Logaritmos e exponenciais. Funções trigonométricas e funções
trigonométricas inversas. Funções hiperbólicas. Limite e continuidade. A derivada e a derivação.
Taxas de variação. Otimização. Valores extremos de funções. Técnicas de construção de gráficos.
A diferencial.

Bibliografia:
Básica:
STEWART, J. Cálculo. Vol. 1, trad. da 8th ed. norte-americana. São Paulo: Cengage Thomson
Learning, 2017.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Vol 1. 5. ed.[reimpr.] Rio de Janeiro: LTC, 2013.
Complementar:
HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L.; SOBECK; PRICE. Cálculo: um curso moderno e suas
aplicações. 11. ed. LTC, 2015.
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração. 6ª
ed. São Paulo: Person, 2006.

68

ÁVILA, G. Cálculo das Funções de uma Variável. 7. ed. LTC, 2003.
GIORDANO, W. H.; THOMAS, G. B. Cálculo. Vol. 1. 11. ed. São Paulo: Pearson Education,
2008.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Vol. 1, 8. ed. Bookman, 2007.

Disciplina: INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO
C. H. teórica: 24h

C. H. prática: 30h

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Estudo de componentes básicos de um sistema de computação. Introdução à organização
dos computadores: Arquitetura, Sistemas Operacionais e Compiladores. Algoritmos Estruturados
e Estruturas de Dados. Linguagens de Programação: Teoria e Prática em Laboratório.

Bibliografia:
Básica:
GILAT, A. MATLAB com aplicações em engenharia. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
CHAPMAN, S. J. Programação em MATLAB para Engenheiros. 2. ed. São Paulo: Cengage CTP,
2010.
PALM, W. J. Introdução ao MATLAB para engenheiros. 3. ed. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2013.
Complementar:
SIZEMORE, J.; MUELLER, J. MATLAB para Leigos. Rio de Janeiro: Alta Books, 2016.
MATSUMOTO, E. Y. MATLAB R2013a. Teoria e Programação. 1. ed. São Paulo: Érica, 2013.

69

HOLLOWAY, J. P. Introdução à Programação para Engenharia: resolvendo problemas com
algoritmos. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
MONTEIRO, M. A. Introdução à Organização de Computadores. 5. ed. LTC, Rio de Janeiro, 2007.
TANENBAUM, A. S. Organização Estruturada de Computadores. 5. ed. Prentice Hall, São Paulo,
2007.

Disciplina: DESENHO TÉCNICO
C. H. teórica: 18h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Materiais de desenho. Normas técnicas. Caligrafia técnica, linhas e escalas. Vistos
ortográficos. Perspectiva axonométrica. Noções de desenho arquitetônico.

Bibliografia:
Básica:
MONTENEGRO, G. A. A perspectiva dos Profissionais. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher Ltda.,
2010.
SILVA, A.; RIBEIRO, C. T.; DIAS, J.; SOUSA, L. Desenho técnico moderno. 4. ed. LTC, 2006.
MANFÉ, G.; POZZA, R.; SCARATO, G. Desenho Técnico Mecânico. São Paulo: Hemus, 2000.
Complementar:
CARVALHO, B. de A. Desenho geométrico. 2. ed. Rio de Janeiro: Imperial, 2008.
FRENCH, T. E.; VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. Porto Alegre: Globo,
1995.

70

MONTENEGRO, G. A. Desenho Arquitetônico. 4. ed. São Paulo: Edgard Blücher Ltda., 2002.
MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho Técnico: problemas e soluções gerais de desenho.
São Paulo: Hemus, 2004.
CARVALHO, B. de A. Desenho Geométrico. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1988.

Disciplina: QUÍMICA GERAL
C. H. teórica: 48h

C. H. prática: 24h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Estrutura Atômica. Classificação Periódica dos Elementos. Ligações Químicas.
Estequiometria. Gases. Soluções, Concentração e Diluições. Termoquímica. Cinética Química.
Equilíbrio Químico. Química orgânica: funções orgânicas. Práticas de Laboratório de Química.

Bibliografia:
Básica:
ATKINS, P. W.; JONES, L. Princípios de Química: questionando a vida moderna e o meio
ambiente. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; TOWNSEND, J. R.; TREICHEL, D. A. Química Geral e Reações
Químicas. Vol. 1. trad. 9th ed. norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
KOTZ, J. C.; TREICHEL, P. M.; TOWNSEND, J. R.; TREICHEL, D. A. Química Geral e Reações
Químicas. Vol. 2. trad. 9th ed. norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2015.

Complementar:

71

MASTERTON, W. L., HURLEY, C. N. Química: princípios e reações. 6. ed. LTC, 2010.
BROWN, L. S.; HOLME, T. A. Química Geral Aplicada à Engenharia. 2. ed. São Paulo: Cengage
Learning, 2014.
BRADY, J. E; HUMISTON, G. E. Química Geral. Vol. 1. 2. ed. LTC, 1986.
CHANG, R. Química Geral: conceitos essenciais. 4. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2006.
RUSSEL, J. B. Química Geral. Vol. 1 e 2. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1994.

Disciplina: METODOLOGIA DA PESQUISA
C. H. teórica: 28h

C. H. prática: 8h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: N/A

Ementa: O conceito de ciência. O conhecimento científico. Relações entre ciência, tecnologia e
sociedade. Planejamento da pesquisa científica. A importância do projeto de pesquisa. Estrutura
básica do projeto de pesquisa.

Bibliografia:
Básica:
ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico. 10. ed. São Paulo: Atlas,
2010.
MARTINS, G. A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 3. ed. São Paulo: Atlas,
2002.
MATIAS-PEREIRA, J. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2016.

72

Complementar:
MEDEIROS, J. B. Manual de Elaboração de Referências Bibliográficas. São Paulo: Atlas, 2006.
BASTOS, L. R.; PAIXÃO, L.; FERNANDES, L. M.; DELUIZ, N. Manual para Elaboração de
Projetos e Relatórios de Pesquisas, Teses, Dissertações, Monografias. 6. ed. LTC, 2003.
ANDRADE, M. M. de; MEDEIROS, J. B. Manual de elaboração de referências bibliográficas. São
Paulo: Atlas, 2001.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia científica: ciência e conhecimento científico,
métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2011.
MARTINS, G. A. Estudo de caso: uma estratégia de Pesquisa. São Paulo: Atlas, 2006.

2º PERÍODO
Disciplina: ÁLGEBRA LINEAR
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Geometria
Analítica

Ementa: Matrizes. Determinantes. Sistemas de Equações Lineares. Espaços Vetoriais. Espaços
Vetoriais Euclidianos. Transformações Lineares. Vetores Próprios e Valores Próprios. Formas
Quadráticas.
Bibliografia:
Básica:
POOLE, D. Álgebra Linear. 1. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
LAY, D. C. Álgebra Linear e suas Aplicações. 4. ed. São Paulo: LTC, 2013.
ANTON, H., RORRES, C. Álgebra Linear com Aplicações. 10ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
Complementar:
STEINBRUCH, A.; WINTERLE, P. Álgebra Linear. 2. ed. São Paulo: Pearson, 1995.

73

KOLMAN, B.; HILL, D. R. Introdução à álgebra linear com aplicações. Rio de Janeiro: LTC,
2014.
BOLDRINI, J. L.; et al. Álgebra linear. 3. ed. São Paulo: Harper & Row do Brasil, 1980.
CALLIOLI, C. A.; DOMINGUES, H. H.; COSTA, R. C. F. Álgebra linear e aplicações. 6. ed. São
Paulo: Atual, 1990.
LIMA, E. L. Geometria analítica e álgebra linear. 2. ed. São Paulo: IMPA, 2012.

Disciplina: FÍSICA I
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo I

Ementa: Medidas. Movimentos uni e bi dimensionais. Leis de Newton. Trabalho e energia
mecânica. Conservação do momento linear. Colisões. Rotações e momento angular. Dinâmica de
corpos rígidos.

Bibliografia:
Básica :
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física I: Mecânica. Vol. 1. 10. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2016.
MOSCA, G; TIPLER, P. Física. Vol. 1. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol. 1. trad. 8th ed.
norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
Complementar:
HEWITT, P. G. Física Conceitual. 12. ed. São Paulo: Bookman, 2015.

74

ALONSO, M.; FINN, E. J. Física: Um curso universitário. Mecânica. Vol. 1. 2. ed. São Paulo:
Blucher, 2015.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Mecânica. Vol. 1. 5. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2013.
CHAVES, A.; SAMPAIO J. F. Mecânica. 1. ed. vol. 1. Rio de Janeiro: LTC/LAB, 2007.
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física I: Mecânica.
Vol.1. 12. ed. São Paulo: Pearson, 2008.

Disciplina: LABORATÓRIO DE FÍSICA I
C. H. teórica: 0h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Cálculo I

Ementa: Tratamento de dados. Experimentos sobre Mecânica Clássica.

Bibliografia:
Básica :
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física I: Mecânica. Vol. 1. 10. ed.
Rio de Janeiro LTC, 2016.
PIACENTINI. J. J; GRANDI. B. C. S; HOFMANN. M. P; LIMA. F. R. R; ZIMMERMANN. E.
Introdução ao Laboratório de Física. 3. ed. Rev. - Florianópolis: ed. da UFSC, 2008.
MOSCA, G; TIPLER, P. Física. Vol.1. 6. ed. Frio de Janeiro: LTC, 2009.
Complementar:
HEWITT, P. G. Física Conceitual. 12. ed. São Paulo: Bookman, 2015.

75

JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol.1. trad. 8th ed.
norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2012
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Mecânica. Vol. 1. 5. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2013.
CHAVES, A.; SAMPAIO J. F. Mecânica. 1. ed. vol. 1. Rio de Janeiro: LTC/LAB, 2007.
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física I: mecânica.
Vol.1. 12. ed. São Paulo: Pearson, 2008.

Disciplina: CÁLCULO II
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo I

Ementa: Integração e a integral definida. A Integral indefinida. Áreas e volumes. Técnicas de
integração. Aplicações da integral. Coordenadas polares. Integrais impróprias. Fórmula de Taylor.
Sequências e séries infinitas.

Bibliografia:
Básica:
STEWART, J. Cálculo. Vol. 1. trad. da 8th ed. norte-americana. São Paulo: Editora Cengage
Thomson Learning, 2017.
STEWART, J., Cálculo. Vol. 2. trad. da 8th ed. norte-americana. São Paulo: Editora Cengage
Thomson Learning, 2017.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 1. 3. ed. São Paulo: Editora Harbra,
1994.

76

GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Vol 1. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.

Complementar:
ÁVILA, G. Cálculo das Funções de uma Variável. 7. ed. LTC, 2003.
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação e integração. 6.
ed. São Paulo: Person, 2006.
HOFFMAN, L. D.; BRADLEY, G. Cálculo – Um Curso Moderno e suas Aplicações. 10. ed. LTC,
2010.
GIORDANO, W. H e THOMAS, G. B., Cálculo. Vol. 1. 11. ed. São Paulo: Editora Pearson
Education, 2008.
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo. Vol. 1 e 2. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2001.

Disciplina: TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO
C. H. teórica: 24h

C. H. prática: 30h

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Introdução à
Computação

Ementa: Estrutura de dados e algoritmos de manipulação relacionados: pilhas, listas, filas, árvores
e tabelas hash. Algoritmos de ordenação. Noções de programação orientada a objetos: conceitos
básicos, modelo de programação, aplicações em engenharia.

Bibliografia:
Básica:

77

DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. C++: Como Programar. 5. ed. trad. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2006.
HORSTMANN, C. - Padrões de Projeto Orientados a Objetos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman,
2007.
SZWARCFITER, J. L.; MARKENZON, L., Estruturas de Dados e seus Algoritmos. LTC. 3. ed.
LTC, 2015.
Complementar:
NONATO, L. G. Tipos e Estruturas de Dados. Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação
- Departamento de Computacao e Estatística - USP.
POZRIKIDIS, C. Introduction to C++ Programming and Graphics. Springer, 2007. SAVITCH,
W., Problem solving with C++. Pearson Education, Inc., 2015.
DAMAS, L. M. D. Linguagem C. 7. Ed., São Paulo: LTC, 2007.
DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J., C Como Programar. 6. ed. Londres: Pearson, 2011.
ALBANO, R. S.; ALBANO S. G. Programação em linguagem C. São Paulo: Ciência Moderna,
2010.

Disciplina: ESTATÍSTICA GERAL
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 18h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Conceitos iniciais. População e amostra. Variáveis. Estatística descritiva. Tabelas.
Gráficos. Distribuição de frequências para variáveis contínuas e discretas. Medidas de posição:
média aritmética, moda, mediana. Separatrizes. Medidas de dispersão. Probabilidade. Distribuição
Binomial, Distribuição de Poisson, Distribuição Normal. Correlação e regressão linear simples.
Inferência. Testes de hipóteses. Análise de variância.

78

Bibliografia:
Básica:
BUSSAB, W. O.; MORETIM, P. A. Estatística Básica. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 2014.
MONTGOMERY, D. C.; RUNGER, G. C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros.
6. ed. LTC, 2016.
PIMENTEL-GOMES, F. Curso de Estatística Experimental. 15. ed. Editora FEALQ, 2009.
Complementar:
TRIOLA, M. F. Introdução à Estatística. 11. ed. LTC, 2013.
MORETTIN, P. Estatística Básica. 8. ed. São Paulo: Saraiva. 2014. 568p.
BELORIZKY, E. Probabilidades e Estatísticas nas Ciências Experimentais Metodologias. 1. ed.
Porto Editora, 2007. 128p.
COCHRAN, W. G.; COX, G. M. Experimental design. 2. ed. London: John Wiley & Sons, 1992,
640p.
FÁVERO, L.; FÁVERO, P. Modelos de Regressão com EXCEL, STATA e SPSS. 1. ed. Elsevier,
2015, 520p.

Disciplina: INTRODUÇÃO AO DESENHO AUXILIADO POR COMPUTADOR
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Desenho técnico

Ementa: Introdução ao Desenho Auxiliado por Computador (CAD): principais funções do
programa para criação de desenhos, vistas auxiliares, cortes, detalhamentos e cotagem. Introdução

79

às normas relevantes para desenhos de arquitetura, projetos elétricos e circuitos eletrônicos.
Introdução às ferramentas e programas para desenho de projetos elétricos e circuitos eletrônicos.

Bibliografia:
Básica:
KATORI, R. AutoCAD 2019: Projetos em 2D e Recursos Adicionais. 1. ed. São Paulo: Senac,
2018.
CAMPOS NETTO, C. Estudo Dirigido: AutoCAD 2019 para Windows. 1. ed. Érica, 2018.
SENAI/SP. Desenho de circuitos eletrônicos. 1. ed. SENAI, 2017.
Complementar:
VERMA, G.; WEBER, M. AutoCAD Electrical 2020 Black Book. 5. ed. CADCAMCAE Works,
2019.
LIMA FILHO, D. L. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. 11. ed. Érica, 2006.
SENAI. Sistemas Elétricos Prediais. Senai, 2020.
BOURGERON, R. 1300 Esquemas e Circuitos Eletrônicos. Hemus, 2002.
ZEID, I. CAD/CAM: Theory and Practice. 2. ed. New York: McGraw Hill, 2006.

3º PERÍODO
Disciplina: CIÊNCIAS DO AMBIENTE E MANEJO DE RECURSOS NATURAIS
C. H. teórica: 24h

C. H. prática: 12h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: N/A

80

Ementa: Conceitos preliminares. Bases teóricas da recuperação e manejo de ecossistemas.
Técnicas de recuperação de ecossistemas aquáticos e terrestres. Ecotecnologia. Manejo de
Ecossistemas. Recuperação de áreas degradadas urbanas, de exploração mineral e de exploração
agrícola.

Bibliografia:
Básica:
GUREVITCH, J.; SCHEINER, S. M.; FOX, G. A. Ecologia Vegetal. 2. ed. Porto Alegre: Artmed
Editora S.A., 2009.
MILLER, G.T.; SPOOLMAN, S.E. Ciência Ambiental. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning
Edições Ltda, 2015.
RICKLEFS, R. E. A economia da Natureza. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
Complementar:
BEGON, M.; HARPER, J.; TOWNSEND, C.R. Ecologia: de indivíduos e ecossistemas. 4. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
MORÁN, E. F. A Ecologia Humana das Populações da Amazônia. Petrópolis: Vozes. 1990.
TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L. Fundamentos em Ecologia. 3. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2010.
DUBOIS, J. C. L.; VIANA, V. M.; ANDERSON, A. B. ANDERSON. Manual Agroflorestal para
a Amazônia. Rio de Janeiro: REBRAF, 1996.
PRIMAVESI, A. Agroecologia: Ecosfera, Tecnosfera e a Agricultura. São Paulo: Nobel, 1997.

Disciplina: FÍSICA II

81

C. H. teórica: 60h

C. H. prática: 12h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Física I e
Laboratório de Física I

Ementa: Fluidos. Temodinâmica e teoria cinética dos gases. Movimento oscilatório. Ondas.
Gravitação. Práticas de laboratório associadas ao conteúdo teórico da disciplina.

Bibliografia:
Básica :
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: gravitação, ondas e
termodinâmica. Vol. 2. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
MOSCA, G; TIPLER, P. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol. 2. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2009.
JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros: oscilações, ondas e
termodinâmica. Vol. 2. trad. 8th ed. norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
Complementar:
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: fluidos, oscilações e ondas. Vol. 2. 5. ed. São
Paulo: Edgard Blucher, 2013.
HEWITT, P. G. Física Conceitual. 12. ed. São Paulo: Bookman, 2015.
YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física II. Termodinâmica e Ondas. Vol. 2. 12. ed. São Paulo:
Ed. Pearson, 2008.
ALONSO, M.; FINN, E. J.; Física: Um curso universitário. Campos e Ondas. Vol. 2. 2. ed. São
Paulo: Blucher, 2015.
CHAVES, A.; SAMPAIO J. F. Gravitação, Fluidos, Ondas e Termodinâmica. Vol. 2. 1. ed. Rio de
Janeiro: LTC/LAB, 2007.

82

Disciplina: MECÂNICA DOS SÓLIDOS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo II,
Álgebra Linear e Geometria
Analítica

Ementa: Objetivos da mecânica dos sólidos rígidos e deformáveis. Estática dos pontos materiais.
Estática dos corpos rígidos. Características geométricas dos corpos.

Bibliografia:
Básica:
HIBBELER, R. C. Estática: Mecânica para Engenharia. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall,
2011.
BEER, F. P., JOHNSTON, E. R., EISENBERG, E. R. Mecânica Vetorial para Engenheiros:
Estática. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
MERIAN, J. L.; KRAIGE, L. G. Mecânica para Engenharia: Estática. 7. ed. Ed. LTC, 2009.
Complementar:
BORESI, A. P.; SCHMIDT, R. J. ESTÁTICA. 1. ed. São Paulo: Cengage, 2003.
HIBBELER, R. C. Análise das Estruturas. 8. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013.
MARTHA, L. F. Análise de Estruturas - Conceitos e Métodos Básicos. Rio de Janeiro:
Campus/Elsevier, 2010.
GILBERT, A. M; LEET, K. M.; UANG, C. M. Fundamentos da Análise Estrutural. 3. ed. São
Paulo: McGraw Hill, 2009.

83

BEER, F. P., JOHNSTON, E. R., DEWOLF, J. T. Resistência dos Materiais. 4. ed. São Paulo:
McGraw-Hill, 2006.

Disciplina: CÁLCULO III
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo II

Ementa: Curvas Parametrizadas. Comprimento de Arco. Curvatura e Torção. Triedro de Frenet.
Funções de várias variáveis. Limite e continuidade. Derivadas parciais. Aplicações diferenciáveis.
Matriz Jacobiana. Derivadas direcionais. Gradiente. Regra da cadeia. Funções implícitas. Funções
vetoriais. Teorema da função inversa. Máximos e mínimos. Multiplicadores de Lagrange. Fórmula
de Taylor.

Bibliografia:
Básica:
STEWART, J. Cálculo. Vol. 2, trad. da 8th ed. norte-americana. São Paulo: Cengage Thomson
Learning, 2017.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol. 2. 3. ed. São Paulo: HARBRA, 1994.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Vol. 2. 5. ed. [reimpr.] Rio de Janeiro: LTC, 2014.
Complementar:
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo B - Funções de Várias Variáveis, Integrais
Múltiplas, Integrais Curvilíneas e de Superfície. 2. ed. São Paulo: Pearson, 2007.

84

HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L.; SOBECK; PRICE. Cálculo: um curso moderno e suas
aplicações. 11. ed. LTC, 2015.
GIORDANO, W. H e THOMAS, G. B., Cálculo. Vol. 2. 11. ed. São Paulo: Editora Pearson
Education, 2008.
MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. Vol. 2. Rio de Janeiro: LTC, 1982.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Vol. 2. 8. ed. Bookman, 2007.

Disciplina: INTRODUÇÃO À CIÊNCIAS DOS MATERIAIS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Química Geral
Co-requisito: Física II

Ementa: Introdução à Ciências dos Materiais. Estrutura cristalina. Defeitos da estrutura cristalina.
Microestrutura dos materiais. Propriedades térmicas e mecânicas dos materiais. Polímeros
orgânicos. Materiais metálicos. Materiais cerâmicos. Materiais compósitos.

Bibliografia:
Básica:
CALLISTER, W. D.; RETHWISCH, D. G. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução.
9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
SMITH, W. F. Fundamentos de Engenharia e Ciências Dos Materiais. 5. ed. Porto Alegre: Mc
Graw Hill/ Bookman, 2012, 734p.
SHACKELFORD, J. F. Ciências dos Materiais. 6. ed. São Paulo: Pearson, 2008, 576p.

85

Complementar:
ASKELAND, D. R.; WRIGHT, J. W. Ciência e Engenharia dos Materiais. Trad. da 3th ed. norteamericana. São Paulo: Cengage Learning, 2014, 672p.
PADILHA, A. F. Materiais de Engenharia: microestrutura. São Paulo: Hemus, 1997, 352p.
VAN VLACK, L. H. Princípios de Ciência dos Materiais. 12. ed. São Paulo: Ed. Blucher, 1998,
427p.
BRIAN, S. M. An Introduction to Materials Engineering and Science: for chemical and materials
engineers. New York: John Wiley & Sons, 2004.
NEWELL, J. A. Fundamentos da Moderna Engenharia e Ciência dos Materiais. 1. ed. LTC, 2010.

Disciplina: DESENHO UNIVERSAL
C. H. teórica: 18h

C. H. prática: 18h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Desenho Técnico

Ementa: Conceitos e definições do desenho Universal. Requisitos para projetos de edificações,
mobiliários, equipamentos e espaços urbanos com ênfase na acessibilidade e adequados à
diversidade humana, que atendam aos critérios técnicos da Associação Brasileira de Normas
Técnicas – ABNT e que garantam a acessibilidade do ambiente urbano e das edificações.
Legislação e normas técnicas.

Bibliografia:
Básica:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9050: Acessibilidade de Pessoas
Portadoras de Deficiências a Edificações, Espaço, Mobiliário e Equipamento Urbano. Rio de
Janeiro: ABNT, 2015.

86

CAMBIAGHI, S. S. Desenho Universal: métodos e técnicas para arquitetos e urbanistas. São
Paulo: Senac, 2017.
PRADO, A. R. A. Desenho universal: caminhos da acessibilidade no Brasil. São Paulo:
Annablume, 2010.
Complementar:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 16537: Acessibilidade
- Sinalização tátil no piso - Diretrizes para elaboração de projetos e instalação. Rio de Janeiro,
2016.
BRASIL. Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Decreto Legislativo n.º
186/2008. Decreto n.º 6.949/2009. Brasília: Secretaria de Direitos Humanos, Secretaria nacional
de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, 2011.
BRASIL. LEI n.º 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei brasileira de Inclusão da Pessoa com
Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).
BRASIL, Presidência da República. Lei n.º 10.098: Acessibilidade, promulgada em 19 de
dezembro de 2000. Brasília: PR, 2000.
GEHL, J. Cidades para Pessoas. São Paulo: Perspectiva, 2013.

Disciplina: CIRCUITOS LÓGICOS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Sistemas de numeração e códigos binários. Aritmética binária. Portas lógicas. Álgebra
de Boole. Análise e síntese de circuitos combinacionais. Análise e síntese de circuitos sequenciais.
Conceitos de projeto de sistemas digitais com circuitos universais.

87

Bibliografia:
Básica:
TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S.; MOSS, G. L. Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações. 11. ed.
São Paulo: Pearson, 2011.
IDIOETA, I. V., CAPUANO, F. G. Elementos de Eletrônica Digital. 38. ed. São Paulo: Érica,
2006.
D'AMORE, Roberto. VHDL: Descrição e Síntese de Circuitos Digitais. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2012.
Complementar:
FLOYD, T. L. Sistemas Digitais: Fundamentos e Aplicações. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
COSTA, C.; MESQUITA, L.; PINHEIRO, E. Elementos de Lógica Programável com VHDL e
DSP: Teoria e Prática. Érica, 2011.
UYEMURA, J. Sistemas Digitais – Uma Abordagem Integrada. 1. ed. Thomson Pioneira, 2002.
CARRO, L. Projeto e Prototipação de Sistemas Digitais. Editora da UFRGS, 2001.
PEDRONI, V. A. Eletrônica Digital Moderna e VHDL. 1. ed. Campus, 2010.
Capuano, F. G. Sistemas Digitais - Circuitos Combinacionais e Sequenciais - Série Eixos, Erika,
2014.

Disciplina: LABORATÓRIO DE CIRCUITOS LÓGICOS
C. H. teórica: 0h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Uso de portas lógicas. Circuitos combinacionais. Flip-Flops. Circuitos sequenciais.
Multiplexação e Demultiplexação. Codificação e Decodificação. Registradores de Deslocamento.

88

Bibliografia:
Básica:
TOCCI, R. J.; WIDMER, N. S.; MOSS, G. L. Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações. 11. ed.
São Paulo: Pearson, 2011.
IDIOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de Eletrônica Digital. 38. ed. São Paulo: Érica,
2006.
D'AMORE, R. VHDL: Descrição e Síntese de Circuitos Digitais. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
Complementar:
FLOYD, T. L. Sistemas Digitais: Fundamentos e Aplicações. 9. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
COSTA, C.; MESQUITA, L.; PINHEIRO, E. Elementos de Lógica Programável com VHDL e
DSP: Teoria e Prática. Érica, 2011.
UYEMURA, J. Sistemas Digitais – Uma Abordagem Integrada. 1. ed. Thomson Pioneira, 2002.
CARRO, L. Projeto e Prototipação de Sistemas Digitais. Editora da UFRGS, 2001.
PEDRONI, V. A. Eletrônica Digital Moderna e VHDL. 1. ed. Campus, 2010.
CAPUANO, F. G. Sistemas Digitais - Circuitos Combinacionais e Sequenciais - Série Eixos, Erika,
2014.

4º PERÍODO
Disciplina: FÍSICA III
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Física II

89

Ementa: Eletricidade: Carga elétrica e campo elétrico; Potencial elétrico; Capacitância e
dielétricos; Corrente elétrica e circuitos elétricos; Resistência e força eletromotriz.
Eletromagnetismo: Campo magnético e força magnética; Indução eletromagnética.

Bibliografia:
Básica :
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: eletromagnetismo. Vol.3.
10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
TIPLER, P. A. Física para Cientistas e Engenheiros. Vol. 3. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
JEWETT JR, J. W.; SERWAY, R. A. Física para Cientistas e Engenheiros: eletricidade e
magnetismo. Vol. 3. trad. da 8ª ed. norte-americana. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
Complementar:
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III:
eletromagnetismo. Vol. 3. 14. ed. São Paulo: Pearson, 2015.
CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. Vol. 3. 6. ed. LCT, 2006.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: eletromagnetismo. Vol.3.
8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Eletromagnetismo. Vol. 3. 5. ed. São Paulo:
Edgard Blucher, 2013.
CHAVES, A. Física Básica: eletromagnetismo. 1. ed. LTC, 2007.

90

Disciplina: LABORATÓRIO DE FÍSICA III
C. H. teórica: 0h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Física II

Ementa: Experiências de laboratório sobre instrumentos de medidas elétricas, montagem e análise
de circuitos com corrente contínua e alternada, cargas estacionárias e potencial elétrico, campo
magnético.

Bibliografia:
Básica:
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de Física: eletromagnetismo. Vol.3.
10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016.
PIACENTINI. J. J; GRANDI. B. C. S; HOFMANN. M. P; LIMA. F. R. R; ZIMMERMANN. E.
Introdução ao Laboratório de Física. 3. ed. [Rev.] Florianópolis: Editora da UFSC, 2008.
YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III: Eletromagnetismo. 12. ed. São Paulo: Addison
Wesley, 2009.
Complementar:
SEARS, F. W.; ZEMANSKY, M. W.; YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III:
eletromagnetismo. Vol. 3. 14. ed. São Paulo: Ed. Pearson, 2015.
KELLER, F. J.; GETTYS, W. E.; SKOVE, M. J. Física III. São Paulo: Makron Books, 1997.
CUTNELL, J. D.; JOHNSON, K. W. Física. Vol. 3. 6. ed. LCT, 2006.
CHAVES, A. Física Básica: eletromagnetismo. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
USSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Eletromagnetismo. Vol. 3. 5. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2013.

91

Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Mecânica dos
Sólidos

Ementa: Redução de sistemas de forças a um ponto. Cálculo de reações de apoio em estruturas
isostáticas. Determinação de esforços simples. Traçado de diagramas para estruturas isostáticas.
Tração e compressão. Flexão pura e simples. Flexão assimétrica e composta com tração ou
compressão. Cisalhamento. Ligações parafusadas e soldadas. Torção simples.

Bibliografia:
Básica:
BEER, F. P., JOHNSTON, E. R., DEWOLF, J. T. Resistência dos Materiais. 4. ed. São Paulo:
McGraw-Hill, 2006.
HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 7. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
GERE, J. M.; GOODNO, B. J. Mecânica dos Materiais. 7. ed. São Paulo: Cengage, 2011.
Complementar:
HIBBELER, R. C. Análise das Estruturas. 8. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2013.
JOHNSTON, E. RUSSELL, Jr.; DEWOLF, J. T.; BEER, F. P. Mecânica Dos Materiais. 5. ed.
São Paulo: Bookman, 2011.
SILVA, V. D. Mecânica e Resistência dos Materiais. 4. ed. Coimbra: Editora Zuari, 2013.
NASH, W. A. Resistência dos Materiais – Coleção Schaum. 5. ed. Bookman, 2014.

92

TIMOSHENKO, S. P. Resistência dos materiais. Rio de Janeiro: Livros técnicos e
científicos, 1976.

Disciplina: CÁLCULO IV
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo III

Ementa: Integrais múltiplas. Integrais de linha. Campos vetoriais conservativos. Mudança de
variáveis em integrais múltiplas. Superfícies parametrizadas. Integrais de superfície. Teorema de
Green. Teorema de Gauss. Teorema de Stoke. Equações diferenciais de primeira e segunda ordem.
Métodos elementares de solução. Equações diferenciais lineares.

Bibliografia:
Básica:
STEWART, J. Cálculo. Vol. 2, trad. da 8. ed. norte-americana. São Paulo: Cengage Thomson
Learning, 2017.
LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. Vol 2. 3. ed. São Paulo: HARBRA, 1994.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Vol. 2. 5. ed.[reimpr.] Rio de Janeiro: LTC, 2014.
GUIDORIZZI, H. L. Um Curso de Cálculo. Vol. 3. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002.
Complementar:
BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R.C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de
Contorno. 10. ed. São Paulo: LTC, 2015.
BRONSON, R. B.; COSTA, G. Equações Diferenciais - Coleção Schaum. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2008.

93

GIORDANO, W. H; THOMAS, G. B., Cálculo. Vol. 2. 11. ed. São Paulo: Editora Pearson
Education, 2008.
HOFFMAN, L. D.; BRADLEY, G. Cálculo – Um Curso Moderno e suas Aplicações. 10. ed. LTC,
2010.
FLEMMING, D. M.; GONCALVES M. B. Cálculo B - Funções de Várias Variáveis, Integrais
Múltiplas, Integrais Curvilíneas e de Superfície. 2. ed. Editora Pearson, 2007.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. Vol. 2. 8. ed. Bookman, 2007.

Disciplina: VARIÁVEIS COMPLEXAS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo III

Ementa: Números Complexos. Funções analíticas complexas. Representação conforme.
Integração complexa. Método dos Resíduos. Funções harmônicas. Expansão em série de potências.
A função Gama. A fórmula de Stirling.

Bibliografia:
Básica:
BROWN, J. W.; CHURCHILL, R. V. Variáveis Complexas e Aplicações. 9. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2015.
MEDEIROS, L. A. Introdução às Funções Complexas. São Paulo: McGraw-Hill do Brazil, 1972.
ÁVILA, G. S. S. Funções de uma Variável Complexa. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
Complementar:

94

SOARES, M. G. Cálculo em uma Variável Complexa. Coleção Matemática Universitária. IMPA.
SPIEGEL, M. R., Variáveis Complexas (Coleção Schaum), Editora McGraw-Hill do Brasil, 1976.
AHLFORS, L V., Complex Analysis (Second Edition), McGraw-Hill Book Company, 1966.
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. 10. ed. vol. 2. Porto Alegre: Bookman, 2014.
STEWART, James. Cálculo. 7. ed. vol. 2. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2013.

Disciplina: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo II

Ementa: Introdução às equações diferenciais. Equações diferenciais ordinárias de 1ª ordem. O
teorema de existência e unicidade. Métodos de soluções explícitas. Métodos aproximados.
Equações diferenciais lineares de 2ª ordem e de ordem superior. Transformada de Laplace. O
método de Laplace para resolução de equações diferenciais. Solução de equações diferenciais
ordinárias por séries.
Bibliografia:
Básica:
BOYCE, W. E.; DI PRIMA, R. C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de
Contorno. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
ZILL, D. G. Equações Diferenciais com Aplicações em Modelagem. 9. ed. São Paulo: CENGAGE,
2011.
EDWARDS, JR., C. H; PENNEY, D. E. Equações Diferenciais Elementares e com Problemas de
Contorno. 3. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1995.
Complementar:
BRONSON, R.; COSTA, G. Equações Diferenciais, 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.
DIACU, F. Introdução a Equações Diferenciais. 1. ed. São Paulo: LTC, 2004.
KREYSZIG, E. Advanced Engineering Mathematics, 10th edition. 2016.

95

BRANNAN, J. R.; BOYCE, W. E. Equações Diferenciais: Uma Introdução a Métodos Modernos
e suas Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
NAGLE, K. R.; SAFF, E.B.; SNIDER, A. D. Equações Diferenciais, São Paulo: Pearson, 2012.

5º PERÍODO
Disciplina: FENÔMENOS DE TRANSPORTES
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Física II e
Cálculo IV

Ementa: Propriedades dos fluidos e definições. Estática dos fluidos. Conceitos e equações
fundamentais do movimento dos fluidos. Análise dimensional e semelhança dinâmica. Efeitos de
viscosidade. Resistência fluida. Medidores, transferência de calor: escoamento sem atrito com
troca de calor em condutores.

Bibliografia:
Básica:
FOX, R. W.; MCDONALD, A. T.; PRITCHARD, P. J. Introdução à Mecânica dos Fluidos. 8. ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2014.
WHITE, F. M. Mecânica dos Fluidos. 6. ed. Porto Alegre: AMGH, 2011, 880p.
ÇENGEL, Y. A.; CIMBALA, J. M. Mecânica dos Fluidos: fundamentos e aplicações. 3. ed. São
Paulo: McGraw-Hill Interamericana do Brasil Ltda, 2015.
Complementar:

96

BRUNETTI, F. Mecânica dos Fluidos. 2. ed. rev. – São Paulo: Pearson Prentice Hall. 2008.
LIVI, C. P. Fundamentos de Fenômenos de Transporte. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012, 254 p.
STREETER, V. L. Mecânica dos Fluidos. 9. ed. São Paulo: McGraw Hill, 2012.
VIANNA, M. R. Mecânica dos Fluidos para Engenheiros 4. ed. Imprimatur, Artes Ltda, 2001,
581p.
SILVA, W. P.; SILVA, C. M. D. P. S. Mecânica Experimental para Físicos e Engenheiros. 1. ed.
João Pessoa: UFPB Editora Universitária, 2000.

Disciplina: CIRCUITOS ELÉTRICOS I
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Física III e
Equações Diferenciais
Ordinárias

Ementa: Elementos de circuitos. Leis e métodos de análise de circuitos. Teoremas de análise de
circuitos. Análise de circuitos de 1ª ordem. Análise avançada de circuitos elétricos. Fonte senoidal.
Análise de circuitos em corrente alternada. Fasores e diagrama fasorial. Potência em regime
permanente senoidal.

Bibliografia:
Básica:
NILSON, J. W. Circuitos Elétricos. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009, 592p.
ALEXANDER, C. K.; MATTHEW, S. Fundamentos de Circuitos Elétricos. 5. ed. Porto Alegre:
AMHG, 2013, 874p.

97

BOYLESTAD, R. L. Introdução à análise de Circuitos Elétricos. 12. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2012, 976p.
Complementar:
GUSSOW, M. Eletricidade Básica. 2. ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção Schaum), 2009.
O’ MALLEY, J. Análise de Circuitos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção Schaum), 2014.
IRWIN, J. D. Análise Básica de Circuitos Elétricos para Engenharia. 10. ed. LTC, 2013.
NAHVI, M. Teoria e Problemas de Circuitos Elétricos. 4. ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção
Schaum), 2005.
ORSINI, Luiz de Queiroz, Curso de circuitos elétricos, E. BLÜCHER, 2010.

Disciplina: PROCESSOS ESTOCÁSTICOS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Estatística Geral

Ementa: Conceitos básicos de processos estocásticos. Processos aleatórios. Processos
estacionários. Processos ergódicos. Funções de correlação, autocorrelação e densidade espectral
de potência. Processamento de sinais aleatórios. Estimação. Processos aleatórios discretos.
Introdução à teoria das filas. Aplicações.

Bibliografia:
Básica:
YATES, R. D.; GOODMAN, D. J. Probabilidade e Processos Estocásticos. 3. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2017.

98

ROSS, S. M. Introduction to Probability Model. 10. ed. New York: Academic Press, 2003.
Leon-Garcia, A. Probability, Statistics, and Random Processes for Electrical Engineering. 3. ed.
Londres: Pearson Prentice-Hall, 2008.

Complementar:
KARLIN, S.; TAYLOR, H. M. An Introduction to Stochastic Modeling, 3. ed. Academic Press,
1998.
PAPOULIS, A. Probability, Random Variables and Stochastic Processes. 3. ed. Singapore:
Mcgrawhill, 1991.
VINIOTIS, Y. Probability and Random Processes for Electrical Engineering. Mcgrawhill,
2. ed., New York, 1998.
MEYER, P. L. Probabilidade, Aplicações a Estatística. Livros técnicos e científicos.
2. ed. Rio de Janeiro: S.A, 1993.
ALENCAR, M. S. Probabilidade e Processos Estocásticos. 1. ed. São Paulo: Érica, 2009.

Disciplina: CÁLCULO NUMÉRICO
C. H. teórica: 36h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Cálculo IV,
Álgebra Linear e Introdução à
Computação

Ementa: Sistemas numéricos e erros. Raízes de funções a uma variável. Solução de sistemas de
equações lineares. Interpolação e aproximação. Integração numérica. Diferenciação numérica.

Bibliografia:

99

Básica:
GILAT, A.; SUBRAMANIAM, V. Métodos numéricos para engenheiros e cientistas: uma
introdução com aplicações usando o MATLAB. Porto Alegre: Bookman, 2008.
CHAPRA, S. C.; CANALE, R. P. Métodos Numéricos para Engenharia. 12. ed. Porto Alegre:
McGraw-Hill, 2008.
SPERANDIO, D.; MENDES, J. T.; MONKEN E SILVA, L. H. Cálculo Numérico. 2. ed. São
Paulo: Pearson - Prentice Hall, 2015.
Complementar:
FRANCO, N. B. Cálculo Numérico. São Paulo: Pearson - Prentice Hall, 2007.
RUGGIERO, M. A. G.; LOPES, V. L. R. Cálculo Numérico: aspectos teóricos e computacionais.
2. ed. Makron Books, 1996.
BURIAN, R.; DE LIMA, A. C.; HETEM JÚNIOR, A. Cálculo Numérico. LTC, 2007.
PAZ, A. P.; TÁRCIA, J. H. M.; PUGA, L. Z. Cálculo Numérico. 2. ed. LCTE, 2012.
SANTOS, J. D.; DA SILVA, Z. C. Métodos Numéricos. 3. ed. Recife: Ed. Universitária, 2010.

Disciplina: ANÁLISE DE SINAIS E SISTEMAS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Variáveis
Complexas e Cálculo IV

Ementa: Sinais contínuos e discretos no tempo. Operações com sinais. Tipos e propriedades de
sinais. Sistemas contínuos e discretos no tempo. Sistemas lineares invariantes no tempo. Sistemas
representados por equações diferenciais e de diferença. Série e transformada de Fourier. Análise
de Fourier para sinais e sistemas contínuos e discretos no tempo. Amostragem de sinais contínuos

100

no tempo. Convolução contínua e discreta. Resposta de sistemas lineares. Aplicações de sistemas
lineares. Transformada de Laplace. Transformada Z.

Bibliografia:
Básica:
OPPENHEIM, A. V.; WILLSKY, A. S. Sinais e sistemas. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2010.
LATHI, B. P. Sinais e sistemas lineares. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
ROBERTS, M. J. Fundamentos em sinais e sistemas. São Paulo: McGraw-Hill, 2009.

Complementar:
OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 5. ed. São Paulo: Prentice Hall, 2012.
HSU, H. P. Sinais e Sistemas. 1. ed. Bookman (Coleção Schaum), 2004.
DORF, R. C. Sistemas de Controle Modernos. 11. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
HAYKIN, S.; MOHER, M. Sistemas de Comunicação. 5. ed. Bookman, 2011.
NISE, Norman S. Engenharia de Sistemas de Controle, 6. ed. LTC, 2012.

Disciplina: ELETROMAGNETISMO I
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Física III,
Laboratório de Física III e
Cálculo IV.

101

Ementa: Eletrostática. Potencial eletrostático: Equações de Laplace. Método das imagens,
separação de variáveis e expansão de multipolos. Campo elétrico na matéria; Magnetostática e
campos magnéticos na matéria.
Bibliografia:
Básica:
GRIFFITHS, David J. Eletrodinâmica; tradução Heloísa Coimbra de Souza. 3. ed. São Paulo:
Pearson Addisson Wesley, 2011. Título Original: Introduction to Electrodynamics. ISBN: 978-857605-886-1.
SADIKU, Matthew. N. O. Elementos de Eletromagnetismo. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
ISBN 978-85-4070-150-2.
NOTAROS, Branislav. M. Eletromagnetismo; tradução Lara Freitas. São Paulo: Pearson
Education do Brasil, 2012.Título Original: Electromagnetics. ISBN 978-85-64574-26-7.
Complementar:
MACHADO. K. Daum. Eletromagnetismo. Vol. 1. Ponta Grossa: Toda Palavra, 2012. ISBN 97885-6245-028-0.
Lorrain, Paull.; CORSON. D. R. Electromagnetism: principles and applications, W.H. Freeman,
1990. NUSSENZVEIG.
CARDOSO, José Roberto. Engenharia Eletromagnética. Rio de janeiro: Elsevier, 2011.
BASTOS, João Pedro A. Eletromagnetismo para Engenharia: Estática e Quase-Estática. 2. ed.
Florianópolis: Editora da UFSC, 2008.
Jackson, Jonh. D. Classical Electrodinamics. 3. ed. Hoboken: Jonh Wisley & Sons, Inc. 1998.
RIBEIRO, José A. J. Engenharia de Microondas. São Paulo: Érica, 2008.

102

6º PERÍODO
Disciplina: CONVERSÃO ELETROMECÂNICA
C. H. teórica: 54 h

C. H. prática: 18 h

C. H. total: 72 h

C. H. semanal: 4 h
Pré-requisito: Circuitos
Elétricos I

Ementa: Materiais magnéticos: estudo, classificação e fenômenos físicos associados. Estruturas
eletromagnéticas com e sem entreferro: modelos de estudo, analogia e equivalência. Fluxo
concatenado, indutância e energia. Excitação em corrente alternada. Ímãs permanentes. O
transformador ideal. O transformador real: estudo em vazio e em carga, regulação, rendimento.
Transformadores trifásicos. Princípios de conversão eletromecânica de energia. Balanço
energético. Energia em sistemas de campo magnético de excitação única. Sistemas de campo
magnético multi-excitado. Introdução aos conversores translacionais e conversores rotativos.
Práticas de laboratório associadas ao conteúdo teórico da disciplina.
Bibliografia:
Básica:
FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY, C; UMANS, S. D. Máquinas elétricas com introdução à
eletrônica de potência. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
KOSOW, I. L. Máquinas elétricas e transformadores. 15. ed. São Paulo: Editora Globo S.A., 2005.
DEL TORO, V. Fundamentos de Máquinas Elétricas. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil Ltda.,
1994.
Complementar:
UMANS, S. D. Máquinas Elétricas de Fitzgerald e Kingsley. 7. ed. Porto Alegre: Amgh, 2014.
POPPIUS, E. B. Fundamentos de eletromecânica. 1. ed. São Paulo: Jaguatirica, 2012.
PINTO, J. R. Conversão Eletromecânica de Energia. 1. ed. São Paulo: Biblioteca24horas, 2011.
DO NASCIMENTO, G. C. Máquinas elétricas: teoria e ensaios. 1. ed. São Paulo: Érica, 2006.
SIMONE, G. A.; CREPPE, R. C. Conversão Eletromecânica de Energia. 1. ed. São Paulo: Érica,
1999.

103

Disciplina: CIRCUITOS ELÉTRICOS II
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Circuitos
Elétricos I

Ementa: Circuitos de 2. ordem. Resposta em frequência. Circuitos acoplados. Fontes controladas.
Amplificador operacional. Quadripolos. Filtros Passivos. Noções de espaço de estados.
Transformada de Laplace. Função de transferência.

Bibliografia:
Básica:
NILSSON, J. W.; RIEDEL, S. A. Circuitos elétricos. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
LATHI, B. P. Sinais e sistemas lineares. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
DORF, R. C.; SVOBODA, J. A. Introdução aos circuitos elétricos. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
Complementar:
JOHNSON, D. E.; HILBURN, J. L.; JOHNSON, J. R. Fundamentos de análise de circuitos
elétricos. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
ORSINI, L. Q; CONSONNI, Denise. Curso de circuitos elétricos. 2. ed. São Paulo: Edgar Blücher,
2004.
GUSSOW, M. Eletricidade Básica. 2. ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção Schaum), 2009.
O’ MALLEY, J. Análise de Circuitos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção Schaum), 2014.
IRWIN, J. D. Análise Básica de Circuitos Elétricos para Engenharia. 10. ed. LTC, 2013.
NAHVI, M. Teoria e Problemas de Circuitos Elétricos. 4. ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção
Schaum), 2005.

104

Disciplina: LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS
C. H. teórica: 0h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Circuitos
Elétricos I

Ementa: Medidas de grandezas de corrente contínua. Circuitos série e paralelo. Medidas de
grandezas de corrente alternada.

Bibliografia:
Básica:
BOYLESTAD, R. L. Introdução à análise de circuitos. 12. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall,
2012.
IRWIN, J. D. Análise de Circuitos em Engenharia. São Paulo: Pearson Prentice Hall.
NILSSON, J. W.; RIEDEL, S. A. Circuitos Elétricos. 10. ed. Rio de Janeiro: Pearson Prentice Hall,
2009.
Complementar:
MARIOTTO, P. A. Circuitos Elétricos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003.
JOHNSON, D.; HILBURN, J. Fundamentos de Análise de Circuitos Elétricos. 4. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2000.
Manuais de fabricantes de Componentes.
Manuais de equipamentos e kits.
ORSINI, L. Q; CONSONNI, Denise. Curso de circuitos elétricos. 2. ed. São Paulo: Edgar Blücher,
2004.
GUSSOW, M. Eletricidade Básica. 2. ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção Schaum), 2009.

105

O’ MALLEY, J. Análise de Circuitos. 2. ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção Schaum), 2014.
NAHVI, M. Teoria e Problemas de Circuitos Elétricos. 4. ed. Porto Alegre: Bookman (Coleção
Schaum), 2005.

Disciplina: ONDAS E LINHAS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Eletrogmanetismo I

Ementa: Campos variáveis no tempo e as equações de Maxwell. Campos quase estáticos. Equação
da onda nos domínios do tempo e da frequência. Onda plana uniforme. Teoria dos potenciais.
Condições de contorno. Teorema de Poynting. Polarização de uma onda plana uniforme. Reflexão
e refração em interfaces materiais. Solução TEM da equação de onda. Equação do telegrafista.
Parâmetros distribuídos de uma linha de transmissão. Linhas sem perdas. Linhas sem distorção.
Linhas com perdas. Impedância e admitância de uma linha de transmissão. Reflexão e transmissão.
Ondas estacionárias. Casamento de impedâncias. Carta de Smith.

Bibliografia:
Básica:
HAYT JR. W. H. Eletromagnetismo. 8. ed. São Paulo: Mcgraw Hill, 2013.
SADIKU, M. N. O. Elementos de eletromagnetismo. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2012.
WENTWORTH, S. M. Eletromagnetismo aplicado: abordagem antecipada das linhas de
transmissão. 1. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.
Complementar:

106

GRIFFITHS, D. J. Eletrodinâmica. 3. ed. São Paulo: Pearson, 2011.
PAUL, C. R. Eletromagnetismo para engenheiros: com aplicações a sistemas digitais e
interferência eletromagnética. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
ALENCAR, M. S.; QUEIROZ, W. J. L. Ondas Eletromagnéticas e Teoria de Antenas. 1. ed. Érica,
2010.
TOLEDO, A. P. Redes de acesso em telecomunicações: metálicas, ópticas, HFC, estruturadas
wireless, XDSL, WAP, IP, satélites. São Paulo: Makron Books, 2001.
TAROUCO, L. M. R. Redes de comunicação de dados. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1977.

Disciplina: CONTROLE ANALÓGICO
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Análise de Sinais
e Sistemas e Equações
Diferenciais Ordinárias.

Ementa: Introdução à teoria de controle. Representação matemática de sistemas lineares.
Comportamento dinâmico de sistemas lineares. Propriedades de sistemas de controle. Técnicas de
análise de sistemas de controle. Técnicas de síntese de sistemas de controle.

Bibliografia:
Básica:
DORF, R. C.; BISHOP, R. H. Sistemas de controle modernos. Rio de Janeiro: LTC, 2011.
OGATA, K. Engenharia de controle moderno. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.

107

NISE, N. S. Engenharia de sistemas e controle. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
Complementar:
HANSELMAN, D.; LITTLEFIELD, B. Matlab 6: curso completo. São Paulo: Prentice Hall, 2003.
CAPELLI, A. Automação industrial: controle do movimento e processos contínuos. 2. ed. São
Paulo: Érica, 2008.
HEMERLY, E. M. Controle por Computador de Sistemas Dinâmicos. São Paulo: Edgard Blücher,
2000.
LEONARDI, F.; MAYA, P. Controle essencial. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
KUO, B. C.; GOLNARAGHI, F., Sistemas de Controle Automático, 9. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2012.

Disciplina: DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Circuitos
Elétricos I

Ementa: Propriedades físicas de semicondutores. Junção PN. Estudo das características de diodos
de junção. Transistor bipolar e transistor efeito de campo. Tecnologia e fabricação. Características
dos amplificadores: ganho, eficiência, distorção, ruído, resposta em frequência, impedância de
entrada e saída, configurações e estabilidade. Implementações de portas lógicas. Flip-Flops e
memórias.

Bibliografia:
Básica:

108

BOYLESTAD, R. L. NASHELSKY L. Dispositivos eletrônicos: e teoria de circuitos. 11. ed. São
Paulo: McGraw-Hill, 2013.
MALVINO, A. Eletrônica. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2007.
SEDRA, A. S; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. 5. ed. São Paulo: Pearson, 2007.
Complementar:
PERTENCE Jr., A. Eletrônica analógica: amplificadores operacionais e filtros ativos. 7. ed. [rev.
e ampl.] Porto Alegre: Tekne, 2012.
CIPELLI, A. M. V; MARKUS, O. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos.
23. ed. São Paulo: Érica, 2007.
BOYLESTAD, N. Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos. Pearson, 2012
RAZAVI, Behzad, Fundamentos de microeletrônica, LTC, 2010.
TURNER, L. W., Circuitos e dispositivos eletrônicos, HEMUS, 2004.

7º PERÍODO
Disciplina: SISTEMAS ELÉTRICOS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Circuitos
Elétricos II

Ementa: Circuitos trifásicos equilibrados e desequilibrados. Equivalente monofásico. Potência e
fator de potência em circuitos trifásicos. Medição de potência em circuitos trifásicos. Sistema por
unidade. Componentes simétricos. Caracterização das cargas em sistemas elétricos. CurtoCircuito: curto-circuito trifásico simétrico, componentes simétricos, curto-circuito assimétrico.
Simulação por computador.

109

Bibliografia:
Básica:
STEVENSON, W. D. Elementos de Análise de Sistemas de Potência. 2. ed. São Paulo: McGrawHill, 1986.
NILSSON, J. W.; RIEDEL. S. A. Circuitos elétricos. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009.
OLIVEIRA, C. C.; SCHMIDT, H. P.; KAGAN, N.; ROBBA, E. J. Introdução aos Sistemas
Elétricos de Potência: componentes simétricas. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1996.
Complementar:
ZANETTA, L. C. Fundamentos de Sistemas Elétricos de Potência. São Paulo: Ed. Livraria da
Física, 2005.
GLOVER, J. D; SARMA, M. S.; OVERBYE, T. Power System Analysis and Design. 5. ed. 2011.
PINTO, M. O. Energia Elétrica - Geração, Transmissão e Sistemas Interligados. 2013.
SCHLABBACH, J.; ROFALSKI, K. H. Power System Engineering: Planning, Design and
Operation of Power Systems and Equipment. 1. ed. John Wiley Professional, 2008.
GONEN, T. Electrical Power Transmission System Engineering. 2. ed. CRC Press, 2007.

Disciplina: MÁQUINAS ELÉTRICAS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Conversão
eletromecânica

Ementa: Máquinas síncronas: estudo em regime permanente das estruturas a rotores liso e saliente,
características funcionais e ensaios. Máquinas assíncronas: escorregamento, modos de

110

funcionamento, rotores típicos e aplicações. Máquinas de corrente contínua: comutação,
características operacionais e aplicações típicas.

Bibliografia:
Básica:
FIRTZGERALD, A. E.; KINGSLEY, C. Jr.; UMANS, S. D. Máquinas elétricas com introdução à
eletrônica de potência. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
DEL TORO, V. Fundamentos de Máquinas Elétricas. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
KOSOW, I. L. Máquinas elétricas e transformadores. 15. ed. São Paulo: Globo, 2005.
Complementar:
NASCIMENTO Jr., G. C. Máquinas elétricas: teoria e ensaios. 4. ed. rev. São Paulo: Érica, 2012.
BIM, Ed. Máquinas elétricas e acionamento. 1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
JORDÃO, R. G. Transformadores, 1. ed. Edgard Blucher, 2002.
KOSOW, I. L. Máquinas elétricas e transformadores. Porto Alegre: Globo, 2000
FALCONE, A. G. Eletromecânica - Máquinas Elétricas Rotativas. Vol. 2. Edgard Blucher, 1979.

Disciplina: LABORATÓRIO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS
C. H. teórica: 0h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 0h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Conversão
eletromecânica

Ementa: Experimentos laboratoriais sobre: Transformadores Elétricos, Geradores Elétricos e
Motores Elétricos.

111

Bibliografia:
Básica:
NASCIMENTO Jr., G. C. Máquinas elétricas: teoria e ensaios. 4. ed. rev. São Paulo: Érica, 2012.
FIRTZGERALD, A. E.; KINGSLEY, C. Jr.; UMANS, S. D. Máquinas elétricas com introdução à
eletrônica de potência. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
DEL TORO, V. Fundamentos de Máquinas Elétricas. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1994.
Complementar:
NASCIMENTO Jr., G. C. Máquinas elétricas: teoria e ensaios. 4. ed. rev. São Paulo: Érica, 2012.
BIM, Ed. Máquinas elétricas e acionamento. 1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
JORDÃO, R. G. Transformadores. 1. ed. Edgard Blucher, 2002.
KOSOW, I. L. Máquinas elétricas e transformadores. Porto Alegre: Globo, 2000.
FALCONE, A. G. Eletromecânica - Máquinas Elétricas Rotativas. Vol. 2. Edgard Blucher, 1979.

Disciplina: PRINCÍPIOS DE COMUNICAÇÃO
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Análise de Sinais
e Sistemas; e Processos
Estocásticos

Ementa: Sinais analógicos e digitais. Ruídos em sistemas. Transmissão de sinais em sistemas
lineares. Modulação em amplitude. Modulação em quadratura. Codificação de linha. Modulação
em fase e frequência. Análise de enlaces. Introdução à teoria da informação.

112

Bibliografia:
Básica:
MEDEIROS, J. C. O. Princípios de telecomunicações: teoria e prática. 4. ed. rev. São Paulo: Érica,
2014.
SOARES NETO, V. Telecomunicações: sistemas de modulação: uma visão sistêmica. 3.ed. São
Paulo: Érica, 2014.
GOMES, A. T. Telecomunicações: transmissão e recepção AM-FM: sistemas pulsados. 21. ed. [4.
reimpr.] São Paulo: Érica, 2011.
Complementar:
HAYKIN, S.; MOHER, M. Sistemas de comunicação. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
LATHI, B. P. Modern Digital and Analog Communication Systems, 3. ed. Oxford.
PROAKIS, J. G. & SALEHI, M. Communication Systems Engineering, 2. ed. Prentice Hall.
HAYKIN, S.; MOHER, M. Sistemas de Comunicação, 5. ed. John Wiley & Sons (Bookman),
2011.
HAYKIN, S.; MOHER, M. An Introduction to Analog and Digital Communications, 2. ed. John
Wiley & Sons, 2006.

Disciplina: CONTROLE DIGITAL
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Controle
Analógico

113

Ementa: Sistemas de controle e automação. Modelos matemáticos para sistemas e perturbações.
Análise de sistemas discretos no tempo. Implementação por computador de sistemas analógicos.
Projeto de controladores digitais. Otimização. Aspectos práticos. Introdução a sistemas nãolineares. Controladores lógicos programáveis. Sistemas distribuídos de controle digital.

Bibliografia:
Básica:
ALVES, J. L. L. Instrumentação, controle e automação de processos. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
OGATA, K. Engenharia de controle moderno. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
NISE, N. S. Engenharia de sistemas e controle. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
Complementar:
BOLTON, W. Instrumentação e controle. São Paulo: Hemus, 1980.
GOODWIN, G. C.; GRAEBE, S. F.; SALGADO, M. E. Control System Design. Pearson, New
York, USA, 2000,
AGUIRRE, L. A. Enciclopédia de Automática. Vol. 2. Edgard Blücher, 2007.
HEMERLY, Elder M. Controle por Computador de Sistemas Dinâmicos. São Paulo: Edgard
Blücher, 2000.
LEONARDI, F.; MAYA, P. Controle essencial. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011.
KUO, B. C.; GOLNARAGHI, F. Sistemas de Controle Automático, 9. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2012.

114

Disciplina: ELETRÔNICA
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Dispositivos
Eletrônicos

Ementa: Amplificadores operacionais: características, modelos e aplicações. Amplificadores
realimentados: ganho de malha aberta e fechada, sensibilidade e configurações. Geradores de
sinais. Filtros ativos. Circuitos a capacitores chaveados. Multiplexadores analógicos. Moduladores
e demoduladores. Introdução a conversores A/D e D/A. Circuitos temporizadores. Fontes de
alimentação.

Bibliografia:
Básica:
BOYLESTAD, R. L. NASHELSKY L. Dispositivos eletrônicos: e teoria de circuitos. 11.ed. São
Paulo: McGraw-Hill, 2013.
MALVINO, A. Eletrônica. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2007.
SEDRA, A. S; SMITH, K. C. Microeletrônica. 5. ed. São Paulo: Pearson, 2007.
Complementar:
PERTENCE Jr., A. Eletrônica analógica: amplificadores operacionais e filtros ativos. 7. ed. [rev.
e ampl.] Porto Alegre: Tekne, 2012.
CIPELLI, A. M. V; MARKUS, O. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos.
23. ed. São Paulo: Érica, 2007.
RAZAVI, B. Fundamentos de microeletrônica. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
TURNER, L. W. Circuitos e dispositivos eletrônicos. Rio de Janeiro: Hemus, 2004.

115

ALMEIDA, J. L. A. Dispositivos semicondutores. 12. ed. São Paulo: Érica, 2012.

Disciplina: LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA
C. H. teórica: 0h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Dispositivos
Eletrônicos

Ementa: Curva V x I do diodo. Característica V x I do transistor. O transistor como chave como
amplificador. Amplificador operacional. Circuitos a diodos, transistores e amplificadores
operacionais.

Bibliografia:
BOYLESTAD, R. L. NASHELSKY L. Dispositivos eletrônicos: e teoria de circuitos. 11. ed. São
Paulo: McGraw-Hill, 2013.
MALVINO, A. Eletrônica. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2007.
SEDRA, A. S; SMITH, K. C. Microeletrônica. 5. ed. São Paulo: Pearson, 2007.
Complementar:
PERTENCE Jr., A. Eletrônica analógica: amplificadores operacionais e filtros ativos. 7. ed. [rev.
e ampl.] Porto Alegre: Tekne, 2012.
CIPELLI, A. M. V; MARKUS, O. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos.
23. ed. São Paulo: Érica, 2007.
RAZAVI, B. Fundamentos de microeletrônica. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
TURNER, L. W. Circuitos e dispositivos eletrônicos. Rio de Janeiro: Hemus, 2004.

116

ALMEIDA, J. L. A. Dispositivos semicondutores. São Paulo: Érica, 2012.

8º PERÍODO
Disciplina: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Sistemas
Elétricos

Ementa: Introdução às normas técnicas brasileiras (NBR 5410) e normas técnicas das
concessionárias. Projeto luminotécnico. Projeto de instalações elétricas prediais. Aterramento.
Dimensionamento de condutores, dispositivos de proteção e quadro de distribuição. Projetos de
instalações elétricas industriais. Medidores de energia elétrica. Elaboração de projeto elétrico
assistido por computador.

Bibliografia:
Básica:
CREDER, H. Instalações Elétricas. 16. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
MAMEDE FILHO, J. Instalações Elétricas Industriais. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
COTRIM, A. A. M. B. Instalações Elétricas. 5. ed. São Paulo: Pearson, 2008.
Complementar:
CAVALIN, G., CERVELIN, S. Instalações Elétricas Prediais. 23. ed. São Paulo: Érica, 2017.
MAMEDE FILHO, J. Manual de Equipamentos Elétricos. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
GEBRAN, A. P.; RIZZATO, F. A. P. Instalações Elétricas Prediais. Porto Alegre: Bookman, 2017.

117

NISKIER, J.; MACINTYRE, A. J. Instalações elétricas. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
LIMA FILHO, D. L. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. 11. ed. São Paulo: Érica, 2011.

Disciplina: LABORATÓRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
C. H. teórica: 0h

C. H. prática: 36h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Sistemas
Elétricos

Ementa: Experimentos laboratoriais sobre: Luminotécnica; Instalações Residenciais e Prediais;
Instalações Industriais.

Bibliografia:
Básica:
CREDER, H. Instalações Elétricas. 16. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
MAMEDE FILHO, J. Instalações Elétricas Industriais. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2017.
COTRIM, A. A. M. B. Instalações Elétricas. 5. ed. São Paulo: Pearson, 2008.
Complementar:
CAVALIN, G., CERVELIN, S. Instalações Elétricas Prediais. 23. ed. São Paulo: Érica, 2017.
MAMEDE FILHO, J. Manual de Equipamentos Elétricos. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
GEBRAN, A. P.; RIZZATO, F. A. P. Instalações Elétricas Prediais. Porto Alegre: Bookman, 2017.
NISKIER, J.; MACINTYRE, A. J. Instalações elétricas. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
LIMA FILHO, D. L. Projetos de Instalações Elétricas Prediais. 11 ed. São Paulo: Érica, 2011.

118

Disciplina: MATERIAIS ELÉTRICOS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Introdução à
Ciências dos Materiais e Física III

Ementa: Propriedades gerais dos materiais. Classificação. Materiais condutores. Materiais
semicondutores. Materiais isolantes. Materiais magnéticos. Novos materiais. Aplicações práticas de
materiais usados em Engenharia Elétrica.

Bibliografia:
Básica:
SCHIMIDT, V. Materiais Elétricos: Isolantes e Magnéticos. Vol. 1. 3. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2010.
SCHIMIDT, V. Materiais Elétricos: Condutores e Semicondutores. Vol. 2. 3. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2011.
CALLISTER JR. W.D. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais, 2. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2006.
Complementar:
JILES, D. Introduction to magnetism and magnetic materials. Boca Raton: CRC Press, 2015.
ALMEIDA, J. L. A., Dispositivos semicondutores. São Paulo: Érica, 2012.
SCHIMIDT, W. Materiais Elétricos – Aplicações. Vol. 3. São Paulo: Blucher, 2011.
COEY, J. M. D. Magnetism and magnetic materials. Cambridge University Press, 2010.
AGRAWAL, G. P. Fiber-Optic Communication Systems. 1. ed. Hoboken: John Wiley, 2010.

119

Disciplina: GESTÃO EMPRESARIAL E MARKETING
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 0

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Evolução dos conceitos de qualidade na indústria e nos serviços. Padronização em
empresa. Normas série ISO 9000. Gestão ambiental série ISO 14000. Gestão da qualidade e da
produtividade. Planejamento estratégico. Recursos humanos. Marketing empresarial.

Bibliografia:
Básica:
BERNARDI, L. A. Manual de Empreendedorismo e Gestão. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
BOONE, L. E.; KURTZ, D. L. Marketing Contemporâneo. 1. ed. São Paulo: Cengage Learning,
2006.
CARPINETTI, L. C. R.; GEROLAMO, M. C. Gestão da Qualidade ISO 9001:2015: Requisitos e
Integração com a ISO 14001:2015. 1. ed. São Paulo: Atlas, 2016.
Complementar:
HOOLEY, G. J.; PIERCY, N. F.; NICOLAUD, B. Estratégia de Marketing e Posicionamento
Competitivo. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2010.
PIMENTA, M. A. Comunicação Empresarial. 5. ed. São Paulo: Alínea, 2007.
PARSON, L. J.; DALRYMPLE, D. J. Introdução à Administração e Marketing. Rio de Janeiro:
LTC, 2003, 271p.
BATEMAN, T. S. Administração: construindo vantagens competitivas. São Paulo: Rimoli, 1998,
524 p.

120

KOTLER, P. Administração de Marketing: análise, planejamento, implementação e controle. 5.
ed. São Paulo: Atlas, 1998, 693 p.

Disciplina: ARQUITETURA DE SISTEMAS DIGITAIS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Circuitos
Lógicos e Laboratório de
Circuitos Lógicos

Ementa: Introdução à arquitetura de computadores: elementos (unidade central de processamento,
memória, ULA). Controle Microprogramado. Arquitetura e organização de um microprocessador.
Tratamento de entrada e saída: técnicas, dispositivos de interface e barramento. Conceitos de
sistemas operacionais.

Bibliografia:
Básica:
PATTERSON, D. A. Projeto e Organização de Computadores: A interface Hardware/Software. 3.
ed. São Paulo: Ed. Campus, 2007.
STALLINGS, W. Arquitetura e Organização de Computadores: Projetando com Foco em
Desempenho. 11. ed. Porto Alegre: Bookman, 2024.
TANENBAUM. A. S. Organização Estruturada de Computadores. Brasil: Prentice Hall, 2007.
Complementar:
MALVINO, A. P. Microcomputadores e Microprocessadores. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil,
1985.

121

TURNELL, M. F. Q. V. Notas de Aula, DEE-UFPB, 2001.
VAHID, F. Sistemas Digitais: Projeto, Otimização e HDLs. Porto Alegre: Artmed, 2007.
BROWN, S.; VRANESIC, Z. Fundamentals of Digital Logic with VHDL Design. 2: ed. New
York: McGraw-Hill, 2005.
BIGNELL, J; DONAVAN, R. Eletrônica Digital. 1 ed. São Paulo: Cengage, 2009.
FLOYD, T. Sistemas Digitais: Fundamentos e Aplicações. 9 ed. Porto Alegre: Bookman, 2007.
REIS, R. A. L. Concepção de Circuitos integrados. Série Livros didáticos.

9º PERÍODO
Disciplina: SEGURANÇA DO TRABALHO
C. H. teórica: 36h

C. H. prática: 0

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Saúde e Segurança no Trabalho. Perigo e Risco. Técnicas de Análise de Risco e Medidas
de Controle. Classificação dos Riscos. Acidentes de Trabalho e Perdas. Doenças Ocupacionais.
Higiene Ocupacional e Toxicologia. Normas Regulamentadoras. Equipamentos de Proteção
Coletiva (EPCs) e Individual (EPIs). Responsabilidades: PCMSO, SESMT, PPRA e CIPA.
Procedimentos e Inspeções. Noções de Ergonomia.

Bibliografia:
Básica:
COSTA, A. T. Manual de segurança e saúde no trabalho. 13. ed. Rio de Janeiro: Senac, 2017.
SALIBA, T. M.; PAGANO, S. C. R. Legislação de Segurança, Acidente do Trabalho e Saúde do
Trabalhador. 12. ed. São Paulo: LTr, 2017. 728 p.

122

CAMPOS, A. CIPA-Comissão Interna de Prevenção de Acidentes: uma nova abordagem. 23. ed.
São Paulo: Editora Senac, 2015. 416 p.
Complementar:
PONZETTO, G. Mapas de riscos ambientais. 3. ed. São Paulo, SP: LTr, 2010.
SALIBA, T. M. Manual Prático de Higiene Ocupacional e PPRA. 8. ed. São Paulo, SP: LTr, 2017.
SALIBA, T. M. Manual prático de avaliação e controle de poeira e outros particulados - PPRA. 6.
ed. São Paulo: LTr, 2013. 128 p.
SALIBA, T. M.; CORRÊA, M. A. C. Manual Prático de Avaliação e Controle de Calor: PPRA. 7.
ed. São Paulo: LTr, 2016, 80 p.
SALIBA, T. M.; CORRÊA, M. A. C. Manual Prático de Avaliação e Controle de Gases e Vapores:
PPRA. 6. ed. São Paulo: LTr, 2014, 167 p.

Disciplina: ELETRÔNICA DE POTÊNCIA
C. H. teórica: 45h

C. H. prática: 9h

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Eletrônica

Ementa: Introdução à Eletrônica de Potência. Características e princípios de operação de
dispositivos semicondutores de potência: diodos e tiristores. Retificadores (Conversor CA/CC)
controlados e não controlados. Conversores CC/CC. Conversores CC/CA (Inversores). Técnicas
de modulação. Controle de Conversores. Simulação de circuitos de eletrônica de potência.

Bibliografia:
Básica:

123

RASHID, M. H. Eletrônica de Potência: circuitos, dispositivos e aplicações. São Paulo: Makron
Books Edit. Ltda, 1998.
AHMED, A. Eletrônica de Potência. São Paulo: Pearson Makron Books Brasil, 2000.
BARBI, I. Eletrônica de Potência. 6. ed. Florianópolis: Edição do Autor, 2006.
Complementar:
CAPELLI, A. Eletrônica de Potência. Rio de Janeiro: Antenna Edições Técnicas, 2006. ROBBINS,
W. P.; MOHAN, N.; UNDELAND, T. N. Power Electronics: converters applications and design.
3. ed. IE-WILEY, 2002.
SEDRA, A. S. SMITH, K. C. Microeletrônica. 5. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
ALBUQUERQUE, R. O.; SEABRA, A. C. Utilizando Eletrônica. 1. ed. São Paulo: Érica, 2009.
HART, D. W. Eletrônica de Potência: análise e projetos de circuitos. 1. ed. São Paulo: Mc Graw
Hill, 2011.

Disciplina: ÉTICA E EXERCÍCIO PROFISSIONAL
C. H. teórica: 36h

C. H. prática: 0

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: N/A

Ementa: O histórico da legislação profissional. O perfil ético de um profissional. A conduta social
e profissional. Responsabillidades no exercício da profissão. O sistema profissional da engenharia.
Legislação profissional básica e as atribuições profissionais.

Bibliografia:
Básica:

124

REGO, A.; BRAGA, J. Ética para Engenheiros. 1. ed. Lisboa: Lidel, 2014.
DE MATOS, F. G. Ética na Gestão Empresarial. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2015, 216 p.
CAMARGO, M. Fundamentos de Ética Geral e Profissional. 10. ed. Petrópolis: Editora Vozes,
2011.
Complementar:
NALINI, J. R. Ética Geral e Profissional. 13. ed. Revista dos Tribunais, 2016.
CARDELLA, H. P.; CREMASCO, J. A. Ética Profissional Simplificado. Saraiva, 2011, 142 p.
FRANZ VON, K. Fundamentos de Ética. Cátedra, 2006, 336 p.
CONFEA/ CREA. Código de Ética Profissional da Engenharia, da Agronomia, da Geologia, da
Geografia e da Meteorologia. 9. ed. Brasília: CONFEA/CREA, 2014, 78 p.
ALEXANDER, C.; WATSON, J. Habilidades Para Uma Carreira de Sucesso na Engenharia. 1ª
ED. Mc Graw Hill, 2014.

Disciplina: ECONOMIA PARA ENGENHARIA
C. H. teórica: 36h

C. H. prática: 0

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Matemática financeira. Juros, amortizações, modelos de financiamento de bens e
serviços. Análise de projetos. Ponto de vista privado e social. Método Custo-Benefício. Método da
Taxa Interna de Retorno (TIR). Considerações sobre a realidade econômica brasileira.

Bibliografia:
Básica:

125

VASCONCELOS, M. A. S.; GARCIA, M. E. 5. ed. Fundamentos de economia. Saraiva, 2014.
CÔRTES, J. G. P. Introdução à Economia da Engenharia. 1. ed. Cengage Learning, 2011.
MANKIW, N. G. Introdução à Economia. 6. ed. Cengage Learning, 2013.
Complementar:
FURTADO, C. Formação econômica do Brasil. 34. ed. Editora Companhia das Letras, 2007.
BRUE, S. L.; GRANT, R. R. História do Pensamento Econômico. Editora Thomson, 2016.
HUBBARD, R. G.; O’BRIEN, A. Introdução à Economia Atualizada. 2. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2010.
FIGUEIREDO, P. H. P. A Regulação do Serviço Público Concedido. Porto Alegre: Síntese, 1999.
MOCHÓN, F. Economia: teoria e política. 5. ed. São Paulo: MC Graw Hill, 2006.

DISCIPLINAS OPTATIVAS
Disciplina: INGLÊS INSTRUMENTAL
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Aspectos gramaticais e morfológicos pertinentes à compreensão. Desenvolvimento e
ampliação das estratégias de leitura. Conscientização do processo de leitura. Exploração de
informações

não-lineares,

cognatos

e

contexto.

Seletividade

do

tipo

de

leitura

(Skimming/Scanning). Levantamento de hipótese sobre texto (título e subtítulos). Abordagem de
pontos gramaticais problemáticos para leitura. Uso do dicionário como estratégia-suporte de
leitura: tipos, recursos, prática.

126

Bibliografia:
Básica:
SOCORRO, E. (et al.). Inglês Instrumental: estratégias de leitura. Teresina: Halley S. A. Gráfica e
Editora, 1996.
MUNHOZ, R. Inglês Instrumental - Estratégias de Leitura São Paulo: Ed. Texto novo, 2011.
HEWINGS, M. Advanced Grammar in Use: a self study reference and practice book for advanced
learners of English. Cambridge University Press, 2000.
Complementar:
ALEXANDER, L. G. Longman English Grammar. New York: Longman Inc., 1988.
KERNERMAN, L. Password, English Dictionary for Speakers of Portuguese. São Paulo: Martins
Fontes Editora Ltda, 1995.
SOUZA, A. G. F. (et al.). Leitura em Língua Inglesa: uma abordagem instrumental. São Paulo:
Disal, 2005.
SWAN, M. Practical English Usage. Oxford University Press, 2005.
SILVA, J. A. de C.; GARRIDO, M. L.; BARRETO, T. P. Inglês Instrumental: leitura e
compreensão de texto. Salvador: Instituto de Letras: Centro Editorial e Didático da UFBA,1995.

Disciplina: ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO ENERGÉTICO
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Energia e sociedade. Aspectos conceituais da teoria econômica. Elementos da teoria
macroeconômica aplicados a sistemas energéticos. Planejamento de sistemas energéticos. Energia
e crescimento econômico. Alocação de recursos e opções tecnológicas. Energia, produto e
formação de capital. Efeitos de impostos e da inflação. As relações internacionais no domínio da

127

energia. Financiamento de sistemas energéticos, transações correntes e endividamento. Energia e
modelos de desenvolvimento. Políticas energéticas.

Bibliografia:
Básica:
FORTUNATO, L. A. M. (et al.). Introdução ao Planejamento da Expansão e Operação de Sistemas
de Produção de Energia Elétrica. EDUFF, 1990.
MARTIN, J. M. A Economia Mundial da Energia, Ed. Unesp, 1992.
PINGUELLI ROSA. A Questão Energética Mundial e o Potencial dos Trópicos: o futuro da
civilização dos trópicos. Brasília: Ed. EdUnB, 1990.
Complementar:
CHATEAU, B. E LAPILLONNE, B. Energy Demand: facts and trends. Spring Verlag, 1982.
ROGER A. H. E M. KLEINBACH. Energia e Meio Ambiente. 3. ed. São Paulo: Ed. Thomson,
2003.
DECOURT, F.; NEVES, H. R.; BALDNER, P. R. Planejamento e Gestão Estratégica. Rio de
Janeiro: FGV, 2012.
DOS REIS, L. B. Matrizes Energéticas - Conceitos e Usos Em Gestão de Planejamento - Série
Sustentabilidade. Manole, 2011.
DOS REIS, L. B., SANTOS, E. C. Energia Elétrica e Sustentabilidade: aspectos tecnológicos,
socioambientais e legais. Manole, 2014.

Disciplina: EMPREENDEDORISMO
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h

128

Pré-requisito: N/A
Ementa: Empreendedorismo: principais conceitos e características. A gestão empreendedora e
suas implicações para as organizações. O papel e a importância do comportamento empreendedor
nas organizações. O perfil dos profissionais empreendedores nas organizações. Processos grupais
e coletivos, processos de autoconhecimento, autodesenvolvimento, criatividade, comunicação e
liderança. Ética e Responsabilidade Social nas organizações. A busca de oportunidades dentro e
fora do negócio. A iniciativa e tomada de decisão. A tomada de risco. A gestão empreendedora de
pessoas nas organizações.

Bibliografia:
Básica:
DEGEN, R. J. O Empreendedor. 8. ed. São Paulo: Makron Books, 2005, 368 p.
BERNARDI, L. A. Manual de Empreendedorismo e Gestão. São Paulo: Atlas, 2007, 314 p.
DORNELAS, J. Empreendedorismo – Transformando Ideias em Negócios. 6. ed. Atlas, 2016, 288
p.
Complementar:
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo Corporativo. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2016, 192 p.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo para Visionários - Desenvolvendo Negócios Inovadores
para um Mundo em Transformação. 1. ed. LTC, 2014, 255 p.
CANDIDO, C. R.; PATRÍCIO, P. S. Empreendedorismo – Uma Perspectiva Multidisciplinar.
LTC, 2016, 248 p.
FELIPINI, D. Empreendedorismo na Internet. 1. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2010, 224 p.
HISRICH, R. D.; PETERS, M. P.; SHEPHERD, D. A. Empreendedorismo. 9. ed. São Paulo: Mc
Graw Hill, 2014.

129

Disciplina: LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 0

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: N/A

Ementa: A cultura surda. O cérebro e a língua de sinais. Processos cognitivos e linguísticos.
Tópicos de linguística aplicados à língua de sinais: fonologia, morfologia e sintaxe. Uso de
expressões faciais gramaticais (declarativas, afirmativas, negativas, interrogativas e exclamativas).
Alfabeto digital e número. Vocabulário (família, pronomes pessoais, verbos e etc.).
Bibliografia:
Básica:
BRITO, L. F. Por uma Gramática de Língua de Sinais. Rio De Janeiro: Tempo Brasileiro: Ufrj,
Departamento de Linguística e Filologia, 1995.
COUTNHO, D. Libras e Língua Portuguesa: semelhanças e diferenças. João Pessoa Editor, 2000.
FELIPE, T. A. Libras em Contexto: curso básico, livro do estudante cursista. Brasília: Programa
Nacional De Apoio À Educação De Surdos, MEC, SEESP, 2001.
Complementar:
QUADROS, R. M., KARNOPP, L. B. Línguas de Sinais Brasileira: estudos linguísticos. Porto
Alegre: Artmed, 2004.
SACKS, O. W. Vendo Vozes: uma viagem a mundo dos surdos. São Paulo: Companhia das Letras,
1998.
SALLES, H. M. M. L. et. al. Ensino de Língua Portuguesa para Surdos: caminhos para uma prática
- Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. Brasília: MEC, SEESP, 2005.
QUADROS, R. M. DE, CRUZ, C. R. Língua de Sinais. 1. ed. São Paulo: Artmed, 2011.
GESSER, A. Libras, que Língua é Essa? Parábola, 2015.

130

Disciplina: SUBESTAÇÕES DE ENERGIA
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Sistemas
Elétricos e Materiais Elétricos

Ementa: Definições e tipos de subestações. Barramentos. Diagramas. Equipamentos e materiais
da subestação. Malha de aterramento. Projeto de malha de aterramento de uma subestação.
Aspectos da coordenação de isolamento e proteção de uma subestação. Projetos de subestações.
Operação da subestação. Aspectos de manutenção em subestações.

Bibliografia:
Básica:
MAMEDE FILHO, João, Manual de equipamentos elétricos, LTC, 2012.
NISKIER, J.; MACINTYRE, A. J. Instalações elétricas. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
VISACRO-FILHO, S. Aterramentos elétricos: conceitos básicos, técnicas de medição e
instrumentação, filosofias de aterramento. São Paulo: Artliber, 2011.
Complementar:
CREDER, H. Instalações elétricas. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
MCDONALD, J. Eletric power substations engineering. 3.th ed. CRC Press, 2012.
MAMEDE FILHO, J. Instalações elétricas industriais. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012.
FURNAS. Equipamentos Elétricos: especificação e aplicação em subestações de AT, Rio de
Janeiro: Universidade Estadual Fluminense, 1985.

131

D’ AJUZ, A. Equipamentos de Alta Tensão: Subestações. Rio de Janeiro, Edições Eletrobrás;
Furnas, 1989.

Disciplina: PROTEÇÃO DE SISTEMAS ELÉTRICOS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Sistemas
Elétricos e Instalações Elétricas

Ementa: Filosofia da proteção. Dispositivos de interrupção e manobra. Princípio de operação e
controle dos relés de proteção. Tipos de relés. A proteção na geração, transmissão e distribuição
de energia elétrica. Coordenação da proteção. Dimensionamento e especificação de equipamentos
de proteção.

Bibliografia:
Básica:
ARAÚJO, C. A. S. Proteção de sistemas elétricos. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência: Light, 2005.
MAMEDE FILHO, J.; MAMEDE, D. R. Proteção de sistemas elétricos de potência. Rio de Janeiro:
LTC, 2011.
KINDERMANN, G. Proteção dos Sistemas Elétricos. vol.1. Florianópolis: Editora do autor, 1999.
Complementar:
CAMINHA, A. C. Introdução à proteção dos sistemas elétricos. São Paulo: Edgard Blücher, 1977.
MONTICELLI, A. G. Introdução a Sistemas de Energia Elétrica. São Paulo: Unicamp, 2004.
STEVENSON, W. D. Elementos de Análise de Sistemas de Potência. 2. ed. McGraw-Hill, 1986.

132

NILSSON, J. W.; RIEDEL. S. A. Circuitos elétricos. 8. ed. Pearson: Prentice Hall, 2009.
OLIVEIRA, C. C.; SCHMIDT, H. P.; KAGAN, N.; ROBBA, E. J. Introdução aos Sistemas
Elétricos de Potência. 2. ed. Editora Blucher.

Disciplina: PROCESSAMENTO DIGITAL DE SINAIS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Análise de Sinais
e Sistemas

Ementa: Sinais e Sistemas discretos. Transformada discreta de Fourier. Transformada rápida de
Fourier. Algoritmos e implementação da FFT. Processamento no domínio da frequência com FFT.
Projeto de filtros digitais FIR e IIR. Implementação de filtros digitais. Processadores digitais de
sinais. VLSI para processamento digital de sinais. Introdução ao processamento digital de imagens.

Bibliografia:
Básica:
DINIZ, P. S. R.; SILVA, E. A. B.; NETTO, S. L. Processamento Digital de Sinais: Projeto e
Análise de Sistemas. Porto Alegre: Bookman, 2014.
OPPENHEIM, A. V.; SCHAFER, R. W., Discrete-Time Signal Processing, Prentice Hall, 2009.
INGLE, V. K.; PROAKIS, J. G. Digital signal processing using MATLAB, Brooks/Cole, 2000.
Complementar:
CHEN, C. T., Digital Signal Processing - Spectral Computation and Filter Design, Oxford
University Press, 2001.
MITRA, S., Digital Signal Processing, Bookman, 2005.

133

WEEKS, M. Processamento Digital de Sinais, LTC, 2011.
ANTONIOU, A., Digital Signal Processing, McGraw-Hill, 2006.
PROAKIS, J. MANOLAKIS, D. Digital Signal Processing: Principles, Algorithms and
Applications. Prentice Hall, 1996.

Disciplina: INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Eletrônica

Ementa: Transdutores: condicionadores de sinais, linearização, deslocamento de nível, filtragem.
Conversores A/D e D/A, chaves analógicas, SH. Técnicas de medição, instrumentos analógicos e
digitais. Erros de medição, quantização, ruídos. Detectores de valor médio, pico e pico a pico.
Características dos medidores, precisão, resolução, calibração, linearidade. Pontes DC e AC,
equilibragem e autoequilibragem. Amplificadores operacionais para instrumentação. Analisador
de espectro e de distorção harmônica. PLL. Atenuadores, multiplicadores analógicos. Sensores
inteligentes.

Bibliografia:
Básica:
ROLDÁN, J. Manual de medidas elétricas. São Paulo: Hemus, 2002. 128 p.
BALBINOT, A.; BRUSAMARELLO, V. J. Instrumentação e fundamentos de medidas. 2.ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2011. 492p. v.1.
BALBINOT, A.; BRUSAMARELLO, V. J. Instrumentação e fundamentos de medidas. 2.ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2011. 492p. v.2.

134

Complementar:
TORREIRA, R. P. Instrumentos de medição elétrica. 3. ed. Curitiba: Hemus, 2002. 215 p.
VISACRO-FILHO, S. Aterramentos elétricos: conceitos básicos, técnicas de medição e
instrumentação, filosofias de aterramento. São Paulo: Artliber, 2011. 159p.
BOYLESTAD, R. L. NASHELSKY L. Dispositivos eletrônicos: e teoria de circuitos. 11.ed. São
Paulo: McGraw-Hill, 2013.
MALVINO, A. Eletrônica. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2007.
SEDRA, A. S; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. 5.ed. São Paulo: Pearson, 2007.

Disciplina: AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Eletrônica e
Arquitetura de Sistemas Digitais

Ementa: Introdução aos Sistemas de Produção Automatizados. Sensores e atuadores industriais.
Comandos baseados em lógica de contatos. Computadores industriais: arquitetura, programação.
Introdução aos Controladores Lógicos Programáveis (CLPs). Redes de comunicação de dados em
sistemas de automação industrial. Sistemas supervisórios e Interfaces Homem-Máquina (IHM).
Acionamento Hidráulico. Circuitos hidráulicos fundamentais. Acionamento Pneumático. Circuitos
pneumáticos.

Bibliografia:
Básica:
ROQUE, L. A. O. L. Automação de Processos com Linguagem Ladder e Sistemas Supervisórios.
Editora LTC, 2014.

135

ALVES, J. L. L. Instrumentação, Controle e Automação de Processos. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC,
2010.
PRUDENTE, Francesco. Automação Industrial - PLC Programação e instalação. Rio de Janeiro:
LTC, 2011.
Complementar:
LINSINGEN, I. von. Fundamentos de Sistemas Hidráulicos. Florianópolis: EDUFSC, 2001.
STRINGER, J. Hydraulic Systems Analysis, an Introduction. New York: The Macmillan Press,
1976.
BOLLMANN, A. Fundamentos da Automação Industrial Pneutrônica. São Paulo: ABHP, 1998.
DE NEGRI, V. J. Sistemas Hidráulicos e Pneumáticos para Controle e Automação: Parte I –
Princípios Gerais da Hidráulica e Pneumática. Florianópolis; Parte III – Sistemas Hidráulicos para
Controle. Florianópolis, 2001 (Apostila).
LAMB, F. Automação Industrial na Prática. Mc Graw Hill Education, 2015.

Disciplina: ROBÓTICA
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Controle Digital

Ementa: Representação matemática de posição e orientação. Modelagem cinemática de robôs.
Cinemática diferencial e estática. Modelagem de obstáculos e planejamento de tarefas. Geração de
trajetórias. Controle cinemático de robôs. Visão Robótica.

Bibliografia:
Básica:

136

CRAIG, J. J. Robótica. 3. edição. São Paulo: Pearson.
SIEGWART, R. NOURBAKHSH, I. R. Introduction to Autonomous Mobile Robots . MIT Press,
2004.
K. S. Fu, R. C. GONZALEZ, C.S.G. Lee. Robotics: Control, Sensing, Vision and Intelligence,
Mcgraw-Hill.
Complementar:
CRAIG, J. J. Introduction to Robotics - Mechanics and Control, Addison-Wesley, 1986.
YOSHIKAWA, T. Foundations of Robotics - Analysis and Control, MIT Press, 1990.
SCHILLING, R. J., Fundamentals of Robotic – Analysis and Control. Prentice Hall, 1990.
LAUMOND, J. P. Robot Motion Planning and Control, Summer School on Image and Robotics,
2000.
MURPHY, R. R. Introduction to AI Robotics, MIT Press, 2000.
BORENSTEIN, J.; EVERETT, H. R.; LIQIANG, F. Navigating Mobile Robots: Systems and
Techniques, A. K. Peters, 1996.

Disciplina: ANTENAS E PROPAGAÇÃO
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Princípios de
Comunicação

Ementa: Parâmetros básicos de antenas: diagramas de irradiação, diretividade, ganho, resistência
de radiação, impedância, área efetiva, NLS e RFC. Campos de antenas básicas: dipolo elementar,
curto, e de meia onda. Antena loop. Arranjos de antenas. Temperatura de antena. Polarização.
Antenas específicas. Equações básicas em rádio-propagação: de Friis e do radar. Perdas em
transmissão. Propagação de ondas terrestres. Propagação de ondas ionosféricas. Propagação de

137

ondas troposféricas. Tópicos em propagação terra-espaço. Efeitos de propagação em VHF e UHF
e em serviços móveis.

Bibliografia:
Básica:
BALANIS, C. A. Teoria de antenas: análise e síntese. Vol. 1. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
BALANIS, C. A. Teoria de antenas: análise e síntese. Vol. 2. Rio de Janeiro: LTC, 2009.
RIOS, L. G.; PERRI, E. B. Engenharia de antenas. 2. ed. [rev. e ampl.] São Paulo: Edgard Blücher,
2002.
Complementar:
ALENCAR, M. S.; QUEIROZ, W. J. L. Ondas eletromagnéticas e teoria das antenas. São Paulo:
Érica, 2010.
HAYT, Jr. W. H.; BUCK J. A. Eletromagnetismo. 8.ed. Porto Alegre: AMGH, 2013.
HAYKIN, S.; MOHER, M. Sistemas de comunicação. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
LATHI, B. P. Modern Digital and Analog Communication Systems, 3. ed. Oxford.
PROAKIS, J. G. & SALEHI, M. Communication Systems Engineering, 2. ed. Prentice Hall.
HAYKIN, S.; MOHER, M. Sistemas de Comunicação, 5. ed. John Wiley & Sons (Bookman),
2011.

Disciplina: REDES DE COMPUTADORES
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h

138

Pré-requisito: Princípios de
Comunicação
Ementa: Conceitos de redes de computadores. Comunicação de dados. Arquitetura de redes de
computadores. Protocolos de baixo nível. Protocolos de alto nível. Redes locais de computadores.
Redes de longa distância. Noções de interconexão de redes de computadores.
Bibliografia:
Básica:
WETHERALL, D. J., TANENBAUM, A. Redes de Computadores. 5. ed. trad. Pearson Education,
2011.
OLIFER, N.; OLIFER, V. Redes de Computadores: princípios, tecnologias e protocolos para o
projeto de redes. Editora LTC, 2008.
KUROSE, J. F.; ROSS, K. W. Redes de Computadores e a Internet: uma aborgagem top-down. 5ª
ed. trad. Editora Pearson, 2011.
Complementar:
KUROSE, J. F.; ROSS, K. W. Redes de Computadores e a Internet: uma abordagem top-down.
Editora Pearson.
HAYKIN, S.; MOHER, M. Sistemas de comunicação. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
LATHI, B. P. Modern Digital and Analog Communication Systems, 3. ed. Oxford.
PROAKIS, J. G. & SALEHI, M. Communication Systems Engineering, 2. ed. Prentice Hall.
HAYKIN, S.; MOHER, M. Sistemas de Comunicação, 5. ed. John Wiley & Sons (Bookman),
2011.

Disciplina: FÍSICA IV

139

C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Física III e
Cálculo IV

Ementa: Óptica geométrica e ondulatória. Teoria da relatividade. Noções de mecânica quântica.
Bibliografia:
Básica:
SERWAY, R. A.; JEWETT, J. W. Princípios de física: óptica e física moderna. São Paulo:
Thompson, 2005.
TIPLER, P. A.; MOSCA, G. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora S. A., 2009. v.3
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos da física. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC
- Livros Técnicos e Científicos, 2007. v.4.
Complementar:
EISBERG, R. M.; RESNICK, R. Física quântica: átomos, moléculas, sólidos, núcleos e partículas.
Rio de Janeiro: Elsevier, 1979.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica: ótica, relatividade, física quântica. São Paulo:
Edgard Blucher, 1998. v.4
YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física. 12. ed. São Paulo: Addison Wesley, 2009. v.4.
CHAVES, A. Física: curso básico para estudantes de ciências físicas e engenharia. Rio de Janeiro:
Reichmann & Affonso, 2001. v.3
FEYNMAN, R. P.; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. L. The Feynman: lectures on physics. Menlo
Park: Addison-Wesley, 1963. v.3

Disciplina: EQUAÇÕES DIFERENCIAIS PARCIAIS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Equações
Diferenciais Ordinárias e
Cálculo IV

140

Ementa: Definições básicas. Equações de primeira ordem. Equações semi-lineares de segunda
ordem. Equação de onda. Separação de variáveis e séries de Fourier. Transformada de Fourier. A
equação de Laplace. A equação de calor. Métodos numéricos para equações diferenciais.
Bibliografia:
Básica:
BOYCE, W. E.; DI PRIMA, R. C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de
Contorno. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
IÓRIO, R.; IÓRIO, V. M. Equações diferenciais parciais: uma introdução. 2. ed. Rio de Janeiro:
IMPA, 2010.
FIGUEIREDO, D. G. Análise de Fourier e equações diferenciais parciais. 4. ed. Rio de Janeiro:
IMPA, 2009.
Complementar:
KREYSZIG, E. Advanced Engineering Mathematics, 10th edition. 2016.
IÓRIO, V. M. EDP: um curso de graduação. 3. ed. Rio de Janeiro: IMPA, 2010.
DIACU, F. Introdução a Equações Diferenciais. 1. ed. São Paulo: LTC, 2004.
BRANNAN, J. R.; BOYCE, W. E. Equações Diferenciais: Uma Introdução a Métodos Modernos
e suas Aplicações. Rio de Janeiro: LTC, 2008.
NAGLE, K. R.; SAFF, E.B.; SNIDER, A. D. Equações Diferenciais, São Paulo: Pearson, 2012.

Disciplina: ELABORAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETOS
C. H. teórica: 30h

C. H. prática: 24h

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Definição de projeto. Definição de escopo e objetivos do projeto. Etapas de elaboração
do projeto. Levantamento de custo do projeto. Viabilidade técnico-econômica do projeto. Metas
de curto, médio e longo prazo. Definição de necessidades para implantação do projeto. Seleção da
equipe de execução. Implementação de meios materiais para execução. Definição de fatores
críticos de sucesso.
Bibliografia:

141

Básica:
RUDIO, F. V. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. 31. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
BERKUN, S. A Arte do Gerenciamento de Projetos. Porto Alegre: Bookman, 2008.
SABBAG, P. Y. Gerenciamento de Projetos e Empreendedorismo. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Complementar:
WOILER, S.; MATHIAS, W. F. Projetos - Planejamento, Elaboração e Análise. 2. ed. Atlas, 2008.
FONSECA, J. W. F. Elaboração e Análise de Projetos: a viabilidade econômico-financeira. 1. ed.
São Paulo: Atlas, 2012.
MENDES, J. R. B.; VALLE, A. B.; FABRA, M. Gerenciamento de Projetos. 2. Ed. FGV, 2014.
RUSSOMANO, V. H. Introdução à Administração de Energia na Indústria. São Paulo: Biblioteca
Pioneira de Administração de Negócios, Editora da Universidade de São Paulo, EDUSP, 1987,
262 p.
RUDIO, F. V. Introdução ao Projeto de Pesquisa Científica. Petrópolis: Vozes, 1981.

Disciplina: NOÇÕES DE DIREITO
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Direito como meio de controle social. Direitos Fundamentais. Princípio da Igualdade.
Noções gerais de direito e de direito civil. Direito comercial – noções gerais, títulos de crédito,
sociedades comerciais. Propriedade industrial e direito autoral. Direito do trabalho – conceitos de
empregado e empregador, duração do trabalho, remuneração. Justiça do trabalho. Direito tributário
– sujeitos ativo e passivo da obrigação tributária, tributos. Direito administrativo – atos
administrativos, concorrência pública. Noção de Direito Ambiental. Legislação específica.
Bibliografia:
Básica:
NADER, P. Introdução ao Estudo do Direito. Rio de Janeiro: Companhia Forense, 2006.
MACHADO, H. Introdução ao Estudo do Direito. São Paulo: Atlas, 2004.

142

COELHO, L. Aulas de Introdução ao Direito. São Paulo: Manole, 2004.
Complementar:
GROPPALI, A. Introdução ao Estudo do Direito. São Paulo: Âmbito Cultural, 2003.
POLETTI, R. Introdução ao Direito. Campo Grande: Saraiva, 1996.
BRASIL. LEI n.º 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. Estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional.
BRASIL. LEI n.º 10.639, DE 9 DE JANEIRO DE 2003. Mensagem de veto Altera a Lei no 9.394,
de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir
no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura AfroBrasileira", e dá outras providências.
BRASIL. LEI n.º 11.645, DE 10 MARÇO DE 2008. Altera a Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de
1996, modificada pela Lei n.º 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases
da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da
temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.

Disciplina: ELETROMAGNETISMO II
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito:
Eletromagnetismo I

Ementa: Estudo da Eletrodinâmica e Magnetodinâmica. Equações de Maxwell e Radiação.
Propagação de ondas eletromagnéticas. Propagação de ondas em meios limitados.
Bibliografia:
Básica:
GRIFFITHS, D. J. Introduction to Electrodynamics. 4. ed. Editora Pearson (importados) New
International, 2014. ISBN: 9781292021423.
LORRAIN, P.; CORSON, D. R.; LORRAIN, F. Electromagnetic Fields and Waves. 2. ed., 1970,
(Editor W. H. Freeman and Company, São Francisco - Estados Unidos).

143

SADIKU, M. N. O. Elementos de Eletromagnetismo. 5. ed. Editora Bookman, 2012. ISBN
9788540701502.
Complementar:
MACHADO. K. D. Eletromagnetismo. Vol. 1, 2. Editora: Toda Palavra editora, 2012. ISBN:
9788562450280.
CARDOSO, J. R. Engenharia Eletromagnética. Rio de janeiro: Elsevier, 2011.
RIBEIRO, J. A. J. Engenharia de Microondas. São Paulo: Érica, 2008.
BASTOS, J. P. A. Eletromagnetismo para Engenharia: Estática e Quase-Estática. 2. ed.
Florianópolis: Editora da UFSC, 2008.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica 3 – Eletromagnetismo. 2. ed. São Paulo: Edgard
Blücher, 2015.

Disciplina: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Leitura Ativa, Analítica e Crítica de Textos, Planejamento e Produção de Resumos,
Resenhas Críticas e Textos Dissertativos-Argumentativos.

Bibliografia:
Básica:
FAULSTICH, E. Como ler, entender e redigir um texto. 27. ed. Petrópolis: Vozes, 2014.
GARCIA, O. M. Comunicação em prosa moderna. 27. ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio
Vargas, 2010.
PENTEADO, J. R. W. A Técnica da Comunicação Humana. 14 ed. São Paulo: Cengage Learning,
2012.

144

Complementar:
PIMENTEL, C. A nova redação empresarial e oficial. Elsevier, 2004.
VANOYE, F. Usos da Linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. 14. ed. São
Paulo: Martins Fontes, 2018.
AZEREDO, J. C. Fundamentos de gramática do português. 5. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
2010.
CEREJA, W. R.; COCHAR, T. Gramática reflexiva: texto, semântica e interação. 4. ed. São Paulo:
Atual, 2019.
BECHARA, E. Moderna gramática portuguesa. 39. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2019.

Disciplina: DESENHO TÉCNICO INDUSTRIAL
C. H. teórica: 18h

C. H. prática: 18h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito: Desenho Técnico

Ementa: Desenho assistido por computador (Programa de CAD 3D): janelas, barras de ferramenta,
sistemas de coordenadas, manipulação de arquivos, comandos e ferramentas para desenho (line,
polyline, circle, spline, hatch), edição de desenho (erase, copy, mirror, offset, array, move, rotate,
scale), criação de níveis de desenho, controle de visualização, comandos de impressão. Aplicações
em desenhos e detalhamento de elementos de máquinas: modelagem de peças (extrusão, revolução,
varredura, cascas, loft), projeto e análise de montagens.

Bibliografia:
Básica:

145

BALDAM, R.; COSTA, L; OLIVEIRA, A. Autocad 2013: utilizando totalmente. 1. ed. São
Paulo: Érica Ltda, 2012.
MANFE, G.; POZZA, R; SCARATO, G. Desenho Técnico Mecânico: curso completo para as
escolas técnicas e ciclo básico das faculdades de engenharia. Vol. 3. São Paulo: Hemus, 2000.
SILVA, A. Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006.
Complementar:
FRENCH, T. E.; VIERCK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. 8. ed. São Paulo:
Globo, 1995.
SPECK, H. J.; PEIXOTO, V. V. Manual Básico de Desenho Técnico. 5. ed. Florianópolis:
UFSC, 2009.
MUNIZ, C.; MANZOLI, A. Desenho Técnico. 1. ed. Rio de Janeiro: Lexikon, 2015.
LEAKE, J. M.; BORGERSON, J. L. Manual de Desenho Técnico para Engenharia. 2. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2015.
CUNHA, L. V. Desenho Técnico. 15. ed. Lisboa; Caloustre, 2010.

Disciplina: ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 0

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: N/A

Ementa: Formulação de cenários ambientais e estimativas de impactos ambientais: conceitos,
modelos, ferramentas e métodos utilizados. Estudos ambientais: EIA/RIMA, RCA/PCA, PRAD e
PTRF. Licenciamentos ambientais: licença prévia, de implantação e de operação. Aspectos legais,
conceituação, caracterização e avaliação de áreas degradadas.

146

Bibliografia:
Básica:
VERDUM, R.; MEDEIROS, R. M. V. RIMA. Relatório de Impacto Ambiental: legislação,
elaboração e resultados. 6. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2014.
SANCHEZ, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental. 2. ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2013.
PLANTEMBERG, C. M.; ABSABER, A. N. Previsão de Impactos. São Paulo: EDUSP, São Paulo,
1994.
Complementar:
SANTOS, R. F. Planejamento Ambiental. Editora Oficina de Textos, 2004.
IBAMA. Manual de Recuperação de Áreas Degradadas pela Mineração: técnicas de revegetação.
Brasília, 1990.
LIMA, W. P. Impacto Ambiental do Eucalipto. 2. ed. São Paulo: EDUSP, 1993.
IAP/SEMA-PR. Manual de Avaliação de Impactos Ambientais. 2. ed. Curitiba, 1993.
IBAMA. Manual de Impacto Ambiental: agentes sociais, procedimentos e ferramentas. Brasília,
1995.

Disciplina: ENERGIA SOLAR
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 18h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Fenômenos de
Transportes e Eletrônica de
Potência

Ementa: Introdução à Energia Solar. Contexto Atual. Radiação Solar. Solarimetria. Instrumentos
de Medição. Modelos Teóricos e Experimentais de Determinação da Radiação. Conversão
fotovoltaica. Características físicas e elétricas de células, módulos e arranjos. Processos de

147

fabricação. Componentes de um sistema fotovoltaico. Sistemas autônomos e sistemas ligados à
rede. Figuras de mérito. Coletores Térmicos. Cálculo de Carga de Aquecimento. Dimensionamento
de sistemas térmicos solares. Modelo f-Chart. Métodos para desenho de sistemas ativos solares.
Coletores concentradores. Geração heliotérmica. Armazenamento de energia térmica. Simulações
de processos térmicos solares. Práticas experimentais.

Bibliografia:
Básica:
KALOGIROU, A. S. Engenharia de Energia Solar: processos e sistemas. Rio de Janeiro:
ELSEVIER, 2016. 864p. Traduzido de: Solar Engineering: Processes and System.
VILLALVA, M. G.; GAZOLI, J. R. Energia Solar Fotovoltaica: conceitos e aplicações. São
Paulo: Érica. 2012.
ZILLES, R.; MACÊDO, W. N. Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede Elétrica. Vol. 1. São
Paulo: Oficina de Textos, 2012.
Complementar:
TOBAJAS, M. C. Energia Solar Térmica Para Instaladores. 4. ed. Barcelona: Ediciones Ceysa,
2012.
DUFFIE, J. A.; BECKMAN, W. A. Solar Engineering Thermal Processes. 3. ed. Wiley
Interscience Publication, 2006.
SANTOS, A. J. dos. Células Solares Fotoeletroquímicas: separação e recombinação de cargas. 1.
ed. Maceió: Edufal, 2013, 104p.
REIS, L. B dos. Geração de Energia Elétrica. 2. ed. São Paulo: MANOLE, 2011, 468p.
PEREIRA, F. A. S.; OLIVEIRA, M. A. S. Laboratórios de Energia Solar Fotovoltaica. 1. ed.
Portugal: Publindustria, 2011, 227p.

148

Disciplina: ENERGIA HIDRÁULICA
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 18h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Estatística Geral
e Resistência dos Materiais

Ementa: Tipos de usinas hidrelétricas. Uso e necessidade de reservatórios. Cargas e estabilidade
em barragens de concreto e de enrocamento. Inundações e canais de desvio. Projeto de estruturas
hidráulicas: dissipadores de energia e vertedores. Estrutura e função dos diversos tipos de turbinas.
Medidas regulatórias de hidrelétricas.

Bibliografia:
Básica:
PEREIRA, G. M. Projeto de Usinas Hidrelétricas - Passo A Passo. São Paulo: Oficina de Textos,
2015, 520p.
AZEVEDO NETTO; FERNANDEZ, M. F. Y.; Manual de Hidráulica. 9. ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2015.
QUINTELA, A. C. Hidráulica. 10. ed. Lisboa: Calouste, 2011.
Complementar:
ZULHASH, U. Hydraulic Design. Editora LAP, 2013.
FLOREZ, R. O. Pequenas Centrais Hidrelétricas. Oficina de Textos, 2014.
SILVESTRE, P. Hidráulica Geral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos Científicos, 1995, 316p.
ELETROBRAS. Manual de Pequenas Centrais Hidroelétricas. Brasília: MME/DNAEE, 1982.
LIMA, J. M. Usinas Hidrelétricas: diretrizes básicas para proteção e controle. 2ª ed. Synergia,
2016, 136 p.

149

Disciplina: ENERGIA EÓLICA
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 0

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Resistência dos
Materiais, Fenômenos de
Transportes e Estatística Geral

Ementa: Aspectos históricos. Fundamentos físicos da energia eólica. Tipos de turbinas. Tipos de
Torres. Aspectos aerodinâmicos e estruturais dos aerogeradores. Avaliação do potencial eólico e
seleção de turbina. Sistemas de regulação e controle. Curva de potência das turbinas e fator de
capacidade.

Bibliografia:
Básica:
PINTO, M. Fundamentos de Energia Eólica. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
CUSTÓDIO, R. dos S. Energia Eólica para Produção de Energia Elétrica. 2. ed. Florianópolis:
Synergia, 2013, 340p.
SILVA, E. P. Fontes Renováveis de Energia: Produção de energia para um desenvolvimento
sustentável. 1. ed. São Paulo: Livraria de Física, 2014, 356 p.

Complementar:
LOPEZ, R. A. Energia Eólica. 2. ed. São Paulo: Artliber, 2012, 366p.
TOLMASQUIM, M. T. Fontes Renováveis de Energia no Brasil. 1. ed. Rio de Janeiro:
Interciência, 2003.

150

FADIGAS, E. A. F. A. Energia Eólica - Série Sustentabilidade. 1. ed. São Paulo: Manole, 2011.
ALDABO, R. L. Energia Eólica. 2. ed. São Paulo: Artliber, 2012, 366p.
ESCUDERO, L. J. M. Manual de Energia Eólica. 2. ed. Madri: MUNDI PRENSA ESP, 2008,
477p.
CARVALHO, P. Geração Eólica. 1. ed. Ceará: Imprensa Universitária, 2003, 146p.

Disciplina: TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Sistemas
Elétricos

Ementa: Sistema de Geração. Transporte de Energia e Linhas de Transmissão. Componentes de
Linhas de Transmissão. Cálculo de Linhas de Transmissão. Relações Tensões e Correntes. Sistema
de Distribuição: subtransmissão, distribuição primária e secundária. Fluxo de potência: modelagem
da rede e carga.

Bibliografia:
Básica:
KAGAN, N. Introdução aos sistemas de distribuição de energia elétrica. 2. ed. São Paulo: Blucher,
2010, 328p.
ZANETTA, J; CERA, L. Fundamentos de Sistemas Elétricos de Potência. 1. ed. São Paulo:
Livraria da Física, 2005, 312p.
ROBBA, E. J. Introdução a Sistemas Elétricos de Potência – Componentes Simétricas. 2. ed. São
Paulo: Blucher, 2000, 468p.

151

Complementar:
PINTO, M. de O. Energia Elétrica – Geração, Transmissão e Sistemas Interligados. 1. ed. São
Paulo: LTC, 2013, 162p.
PEREIRA, C. Redes Elétricas no Domínio da Frequência. 1. ed. São Paulo: Artibler, 2015, 592p.
LIMA, L. D. M. Transformadores, Reatores e Reguladores: ferramentas para uma manutenção
baseada em confiabilidade. 1ª ed. Recife: Bagaço, 2005, 308p.
FUCHS, R. D. Transmissão de Energia Elétrica - Linhas Aéreas; Teoria das Linhas em Regime
Permanente. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1977.
STEVENSON, W. Elementos de Análise de Sistemas de Potência. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill,
1986, 350p.

Disciplina: GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Máquinas
Elétricas e Laboratório de
Máquinas Elétricas

Ementa: Tecnologia das fontes de energia: petróleo e gás natural, carvão mineral, hidráulica,
nuclear,

biomassa,

solar,

eólica.

Hidroeletricidade:

hidrologia,

tipos

de

centrais.

Termoeletricidade: convencional, nuclear, tipos de centrais. Potencial e capacidade instalada.
Outros tipos de geração: eólica, biomassa. Impactos ambientais da geração. Planos estratégicos do
setor elétrico.
Bibliografia:
Básica:
REIS, L. B dos. Geração de Energia Elétrica. 2. ed. São Paulo: MANOLE, 2011.

152

FLOREZ, R. O. Pequenas Centrais Hidrelétricas. São Paulo: Oficina de Textos, 2014.
PINTO, M. Fundamentos de Energia Eólica. 1. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
Complementar:
SILVA, E. P. Fontes Renováveis de Energia: produção de energia para um desenvolvimento
sustentável. 1. ed. São Paulo: Livraria de Física, 2014.
CUSTÓDIO, R. dos S. Energia Eólica para Produção de Energia Elétrica. 2. ed. Florianópolis:
Synergia, 2013.
CORTEZ, L. A. B.; LORA, E. E. S., GÓMEZ, E. O. Biomassa para Energia. Campinas: Editora
UNICAMP, 2008.
TOLMASQUIM, M. T. Fontes renováveis de energia no Brasil. Rio de Janeiro: Interciência:
CENERGIA, 2004.
CARVALHO, L. M. R.; BARBOSA, J. C. L. Manual de Instalação de Sistemas Solares Térmicos.
2. ed. Publindústria, 2012.
BENEDITO, P. T. Práticas de Energia Solar Térmica. 1. ed. Publindústria, 2012.
ROSA, A. V. Processos de Energias Renováveis. 2. ed. São Paulo: EVMBR, 2014.

Disciplina: EFICIÊNCIA E GESTÃO ENERGÉTICA
C. H. teórica: 24h

C. H. prática: 12h

C. H. total: 36h

C. H. semanal: 2h
Pré-requisito:
Instalações Elétricas

Ementa: Panorama Energético Brasileiro e Tendências. Programas de Combate ao Desperdício.
Roteiro para Diagnóstico Energético. Análise Tarifária. Qualidade de Energia. Gerenciamento de
Energia. Análise Econômica em Conservação de Energia. Eficiência em Sistemas de Iluminação.

153

Eficiência em Sistemas de Refrigeração. Eficiência Energética em Instalações Industriais. Práticas
de laboratório associadas ao conteúdo teórico da disciplina.

Bibliografia:
Básica:
PHILIPPI JR, A.; REIS, L. B. Energia e Sustentabilidade. São Paulo: Manole, 2016.
BARROS, F. B.; BORELLI R.; GEDRA R. L. Gerenciamento de Energia: ações administrativas e
técnicas de uso adequado da energia elétrica. 3. ed. São Paulo: Editora Érica, 2020.
SÁ, A. F. R. Guia de Aplicações de Gestão de Energia e Eficiência Energética. 3. ed. Editora
Publindustria, 2010.
Complementar:
BORELLI, R.; GEDRA, R. L.; BARROS, F. B. Eficiência Energética: técnicas de aproveitamento,
gestão de recursos e fundamentos. 1. ed. São Paulo: Érica, 2015.
HAGE, F. S.; FERRAZ, L. P. C.; DELGADO, M. A. P. A Estrutura Tarifária de Energia Elétrica:
teoria e aplicação. 1. ed. Florianópolis: Synergia, 2011.
MARTINHO, E. Distúrbios da Energia Elétrica. 2ª ed. São Paulo: Érica, 2012.
PANESI, A. R. Q. Fundamentos de Eficiência Energética, Industrial, Comercial e Residencial. 1.
ed. Editora Ensino Profissional, 2006.
MARQUES, M. C. Conservação de Energia - Eficiência Energética de Equipamentos e
Instalações. 3. ed. Itajubá: FUPAI, 2006.

Disciplina: MOTORES ELÉTRICOS
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 18h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h

154

Pré-requisito:
Máquinas Elétricas e
Laboratório de Máquinas
Elétricas.
Ementa: Motor elétrico de indução em corrente alternada e seus aspectos construtivos. Topologia
de alimentação e tipos de ligação de motores elétricos de indução. Interpretação e identificação de
motores elétricos de indução. Ensaios eletromecânicos. Eficiência energética em motores de
indução. Acionamentos básicos de motores de indução. Principais normas de padronização.

Bibliografia:
Básica:
FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY, C; UMANS, S. D. Máquinas elétricas com introdução à
eletrônica de potência. 7. ed. Porto Alegre: Bookman, 2014.
CHAPMAN, S. J.; ANATÓLIO, L. Fundamentos de máquinas elétricas. 5. ed. Porto Alegre:
AMGH, 2013.
DEL TORO, V. Fundamentos de Máquinas Elétricas. 1. ed. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil
Ltda., 1994.
Complementar:
ROLDAN, J. Manual de bobinagem. 1. ed. Curitiba: Hemus, 2003.
MARTIGNONI, A. Máquinas elétricas de corrente alternada. 7. ed. São Paulo: Globo, 2005.
KOSOW, I. L. Máquinas elétricas e transformadores. 15. ed. São Paulo: Globo S.A., 2005.
BIM, E. Máquinas elétricas e acionamentos. 4. ed. São Paulo: GEN LTC, 2018.
FRANCHI, C. M. Acionamento de máquinas. 5. ed. São Paulo: Érica, 2009.

155

Disciplina: INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DA QUALIDADE
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Estatística Geral,
Gestão Empresarial e
Marketing, Economia para
Engenharia

Ementa: Introdução ao estudo da Qualidade. Evolução Histórica. Conceitos e Definições
Fundamentais. Introdução as ferramentas básicas gerais como FMEA (Análise do efeito e modo
de falhas), QFD (Desdobramento das funções da Qualidade) e MQM (métricas de qualidade
multidimensionais) e de controle de produção como sistema seis sigma, MSA (análise de sistemas
de medição), VDA 5 e normas relevantes, por exemplo série ISO 9000 e ISO 31000.

Bibliografia:
Básica:
CARPINETTI, L.C.R. Gestão da Qualidade: Conceitos e Técnicas. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2016
MELLO, C.H.P.; SILVA, C.E.S. da; TURRONI, J.B.; SOUZA, L.G.M. de. ISO 9001:2008:
Sistema de Gestão da Qualidade para Operações de Produção e Serviços. São Paulo: Atlas: 2009.
BRASSARD, Michael. – Qualidade ferramentas para uma melhoria contínua. Rio de Janeiro:
Qualimark Ed. 2000.
Complementar:
WERKEMA, C. Lean Seis Sigma – Introdução às Ferramentas do lean Manufacturing, 2. ed. São
Paulo: Atlas: 2011.
ROBLES JR, Antônio. Custos da qualidade. São Paulo: Atlas, 2003.
VIERA, Sônia. – Estatística para a qualidade. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014.

156

AMBROZEWICZ, P.H.L. Auditoria da Qualidade Para Engenheiros. São Paulo: Pini, 2017.
TAGUE, N.R. Quality Toolbox, 2a ed. ASQ Quality Press.

Disciplina: MICROCONTROLADORES E APLICAÇÕES
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 18h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Arquitetura de
Sistemas Digitais

Ementa: Introdução. Exemplos de Microarquitetura. Blocos funcionais do processador.
Microinstruções. Microprogramas. Arquitetura, conjunto de instruções, periféricos. Programação
em linguagem assembly. Aplicações de microprocessador e microcontrolador. Famílias de
microprocessadores e microcontroladores. Aplicações.

Bibliografia:
Básica:
MONTEIRO, M. A. Introdução a Organização de Computadores. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 2012. ISBN: 9788521615439.
TANENBAUM, A.S. Organização Estruturada de Computadores. Brasil: Prentice Hall, 2013.
STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. Brasil: Prentice Hall, 2017.
Complementar:
MALVINO, A. P. Microcomputadores e Microprocessadores. McGraw-Hill do Brasil, 1985.
BANZI, M. Primeiros passos com o Arduino. São Paulo: Novatec, 2011. ISBN: 9788575222904.

157

PEREIRA, F. Microcontroladores PIC: programação em C. 2. ed. São Paulo: Érica, 2003. ISBN:
9788571949355.
PEREIRA, F. Microcontroladores MSP430: Teoria e Prática. 1. ed. São Paulo: Érica, 2005.
TOCCI, R. J., Microprocessadores e microcomputadores :hardware e software / 2. ed. Rio de
Janeiro, RJ: Prentice-Hall, 1983. 321 p.

Disciplina: AUTOMAÇÃO PREDIAL COM IoT
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 18h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Instalações
Elétricas e Redes de
Computadores

Ementa: Conceitos básicos de automação predial, residencial e de escritórios. Sistemas
supervisórios prediais (“BAS” – Building Automation Systems). Integração de Sistemas.
Monitoração Remota. Sistemas de segurança, gerenciamento de energia, manutenção preditiva.
Projeto Integrador. Laboratório.
Bibliografia:
Básica:
BOLZANI, Caio Augustus Morais. Residências inteligentes. Editora Livraria da Física, 2004.
PRUDENTE, Francesco. Automação Predial e Residencial: uma introdução. Grupo Gen-LTC,
2000.
RAJ, Pethuru; RAMAN, Anupama C. The Internet of Things: Enabling technologies, platforms,
and use cases. CRC Press, 2017.
Complementar:

158

MERZ, Hermann; HANSEMANN, Thomas; HÜBNER, Christof. Building Automation:
Communication Systems with EIB/KNX, LON and BACnet. Springer, 2018.
WANG, Shengwei. Intelligent buildings and building automation. Routledge, 2009.
BERTOLETI, Pedro. Projetos com ESP32 e LoRa. NCB, 2019.
CRUZ, Jaime Díaz, CRUZ, Eduardo Díaz. Automação Predial 4.0: A Automação Predial na
Quarta Revolução livro. BRASPORT, 2019.
ALVES NETO, Arlindo. Automação predial, residencial e segurança eletrônica. São Paulo: Senaisp, 2016.

Disciplina: CONTROLE DE PROCESSOS INDUSTRIAIS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Controle Digital

Ementa: Fundamentos de controle de processos industriais. Modelagem matemática de sistemas
industriais. Terminologia usada em controle de processos. Elementos finais de controle. Técnicas
de controle de processos. Controle avançado de processos. Indicadores de desempenho.

Bibliografia:
Básica:
SMITH, Carlos; CORRIPIO, Armando. Princípios e Prática do Controle Automático de Processo.
Grupo Gen-LTC, 2008.
CAMPOS, M. M.; TEIXEIRA, H. Controles Típicos de Equipamentos e Processos Industriais.
Paraná: Edgard Blucher, 2006.
FRANCHI, C. M. Controle de Processos Industriais. São Paulo: Érica, 2011.

159

Complementar:
GARCIA, Claudio. Controle de processos industriais: estratégias convencionais. Editora Blucher,
2017.
GARCIA, Claudio. Controle de processos industriais: estratégias modernas. Editora Blucher,
2019.
ÅSTRÖM, K. J.; HÄGGLUND, T. PID controllers: theory, design, and tuning. Research Triangle
Park, NC: Instrument society of America, 1995.
BEQUETTE, B. Wayne. Process control: modeling, design, and simulation. Prentice Hall
Professional, 2021.
SEBORG, D. E. Process dynamics and control. Hoboken: John Wiley & Sons, 2011.

Disciplina: FILTROS ELÉTRICOS
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 0

C. H. total: 54h

C. H. semanal: 3h
Pré-requisito: Eletrônica,
Laboratório de Eletrônica.

Ementa: Análise e síntese de filtros analógicos ativos e passivos. Função de transferência e
diagramas de Bode. Estudo de aproximações Chebyshev, Butterworth e Bessel. Conversores de
impedância. Filtros em cascata. Filtros a capacitores chaveados. Filtros a capacitores comutados.
Filtros digitais.
Bibliografia:
Básica:
PERTENCE JÚNIOR, A. Amplificadores operacionais e filtros ativos. 8. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2015.

160

SEDRA, Adel S.; SMITH, Kenneth Carless. Microeletrônica. Pearson Prentice Hall, 2007.
SCHAUMANN, Rolf; MAC ELWYN VAN VALKENBURG, Xiao; XIAO, Haiqiao. Design of
analog filters. New York: Oxford University Press, 2009.
Complementar:
LANCASTER, Don. Active-filter cookbook. Macmillan Publishing Company, 1975.
WILLIAMS, Arthur B. Analog filter and circuit design handbook. McGraw-Hill Education, 2014.
DARYANANI, Gobind. Principles of active network synthesis and design. New York: Wiley,
1976.
VALKENBURG, Van. Analog filters design/M.E. CBS College Publishing, 1988.
MAKIMOTO, Mitsuo; YAMASHITA, Sadahiko. Microwave resonators and filters for wireless
communication: theory, design and application. Springer Science & Business Media, 2001.

Disciplina: ESTRUTURA E CONCEPÇÃO DE CIRCUITOS INTEGRADOS
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Eletrônica,
Laboratório de Eletrônica

Ementa: Introdução à Microeletrônica. Elementos de física de semicondutores, de tecnologia e
modelagem de transistores. Ferramentas matemáticas. Componentes fundamentais. Amplificação.
Técnicas de capacitores comutados. Técnica de modo corrente. Introdução à filtragem. Introdução
à conversão analógico-digital e digital-analógico. Ruído nos circuitos integrados. Simulação. Teste
de circuitos integrados. Introdução ao CAD.

Bibliografia:

161

Básica:
SEDRA, Adel S.; SMITH, Kenneth Carless. Microeletrônica. Pearson Prentice Hall, 2007.
RAZAVI, Behzad. Fundamentos de microeletrônica. Grupo Gen-LTC, 2000.
BORGES, J. A.; SCHMITZ, E. A. Projeto de Circuitos Integrados. Livros Técnicos e Científicos,
1990.
Complementar:
TAUR, Y.; NING, T. H. Fundamentals of modern VLSI devices. Cambridge university press,
2013.
WESTE, N. H.; HARRIS, D. CMOS VLSI design: a circuits and systems perspective. Pearson
Education India, 2015.
REIS, R. A. L.. Concepção de circuitos integrados. Instituto de Informática da UFRGS. Editora
Sagra Luzzatto, 2000.
TUINENGA, Paul W. SPICE a guide to circuit simulation and analysis using PSpice. PrenticeHall, Inc., 1995.
MORRIS, Robert L. Projeto com circuitos integrados TTL. Guanabara, 1986.

Disciplina: CIRCUITOS PARA COMUNICAÇÕES
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Eletrônica,
Laboratório de Eletrônica,
Princípios de Comunicação

Ementa : Modelo Y e relações com os parâmetros do modelo ´p-híbrido´ - Circuitos ressonantes
RLC: . Fator de qualidade . Representação série e paralela de indutores . Autotransformador Amplificadores sintonizados de RF para pequenos sinais . Análise da estabilidade de

162

amplificadores sintonizados . Neutralização - Osciladores Eletrônicos . Osciladores com elementos
RC . Osciladores RC . Osciladores a cristal . Osciladores com dispositivos de resistência dinâmica
negativa. - Conversores de frequência . Transcondutância de conversão, gmc . Processo gráfico
para o cálculo de gmc - Moduladores e Demoduladores AM e FM . Dispositivos de lei quadrática
. Varactor e circuito de reatância variável - Amplificadores de potência de RF. - Circuitos
´Especiais´ . Amplificador operando no modo tensão e no modo corrente . Outros.

Bibliografia:
Básica:
MAMMANA, C. I. Z. Circuitos eletrônicos: modelos e aplicações. McGraw Hill, 1977.
BOWICK, Christopher. RF circuit design. Elsevier, 2011.
TOUMAZOU, C.; LIDGEY, F. J.; HAIGH, D. Analogue IC design: the current-mode approach.
Presbyterian Publishing Corp, 1990.
Complementar:
SEARLE, Campbell Leach et al. Elementary circuit properties of transistors. 1964.
KRAUSS, Herbert L.; BOSTIAN, Charles W.; RAAB, Frederick H. Solid state radio engineering.
Wiley, 1980.
YOUNG, P. H. Electronic communication techniques. Merrill, 1994.
CLARKE, K. K.; HESS, D. T. Communication circuits: analysis and design. 1971.
SMITH, Jack R. Modern communication circuits. 1997.

Disciplina: REDES DE COMPUTADORES II
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 18h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h

163

Pré-requisito: Redes de
Computadores
Ementa : Conceitos básicos de multiplexação e hierarquias digitais, qualidade de serviço e
técnicas de comutação. Comunicação de dados em redes locais (Ethernet, cabeamento, bridging
and switching, VLANs e controle de QoS), redes sem fio (WLANs, GSM e GPRS, 3G e LTE),
conceitos em redes de sensores, IMS (Integração de redes sem fio heterogêneas) e Internet das
Coisas. Redes Metropolitanas (Metro Ethernet, SDH e DWDM). Redes de longa distância
(convergência, controle de QoS, MPLS e redes por satélite). Virtualização de redes. Introdução ao
Gerenciamento de Redes. Introdução à segurança em redes de computadores.

Bibliografia:
Básica:
COMER, D. E. Interligação em Redes com TCP/IP, Vol I, 6. Ed. São Paulo: Pearson, 2015.
KUROSE, J. E.; ROSS, K. W. Redes de Computadores e a Internet: Uma Nova Abordagem. 6. ed.
São Paulo: Pearson, 2013.
TANEMBAUM, Andrew. Redes de Computadores. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2011.
Complementar:
FOROUZAN, B. A. Comunicação de dados e redes de computadores. 4. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2007.
KUMAR, A.; MANJUNATH, D; KURI, J. Communication networking: an analytical approach.
San Francisco: Elsevier, 2004.
STALLINGS, W. Criptografia e segurança de redes: princípios e práticas. 6. ed. São Paulo:
Prentice Hall, 2014.
SCHILLER, J. H. Mobile communications. 2th London: Addison-Wesley, 2003.

164

PETERSON, Larry. Computer Networks: a Systems Approach. USA: Morgan Kaufmann, 2011.

Disciplina: INTRODUÇÃO À INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 18h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Técnicas de
Programação, Estatística Geral e
Cálculo Numérico.

Ementa : Aspectos históricos e conceituação da Inteligência Artificial. Fundamentos de
Aprendizado de Máquina. Análise e pré-processamento de dados. Problemas de classificação e
regressão. Aprendizado supervisionado e não-supervisionado. Modelos Preditivos e descritivos;
Avaliação de modelos. Introdução ao Aprendizado de Máquina Profundo (Deep Learning).

Bibliografia:
Básica:
HAYKIN, Simon. Redes neurais: princípios e prática. Bookman Editora, 2007.
GOODFELLOW, Ian et al. Deep learning. Cambridge: MIT press, 2016.
GÉRON, Aurélien. Mãos à Obra: Aprendizado de Máquina com Scikit-Learn & TensorFlow. Alta
Books, 2019.
Complementar:
BISHOP, Christopher M. Pattern recognition and machine learning. Springer, 2006.
LUGER, George. Inteligência Artificial: Estruturas e Estratégias para a Solução. 6. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2013.
RUSSELL, Stuart; NORVIG, Peter. Inteligência Artificial. Rio de Janeiro: Campus, 2004.

165

BITTENCOURT, G. Inteligência artificial: ferramentas e teorias. 3. ed. rev. Florianópolis, SC:
Editora da UFSC, 2006.
BRAGA, A. P.; CARVALHO, A. P. L. F; LUDERMIR, T. B. Redes neurais artificiais: teoria e
aplicações. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2007.

Disciplina: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL AVANÇADA
C. H. teórica: 54h

C. H. prática: 18h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Inteligência
Artificial

Ementa : Tópicos selecionados em Inteligência Artificial de acordo com a evolução registrada na
área, bem como os projetos de pesquisa relevantes na área de Inteligência Artificial.

Bibliografia:
Básica:
HAYKIN, Simon. Redes neurais: princípios e prática. Bookman Editora, 2007.
GOODFELLOW, Ian et al. Deep learning. Cambridge: MIT press, 2016.
GÉRON, Aurélien. Mãos à Obra: Aprendizado de Máquina com Scikit-Learn & TensorFlow.
Alta Books, 2019.
Complementar:
BISHOP, Christopher M. Pattern recognition and machine learning. Springer, 2006.
LUGER, George. Inteligência Artificial: Estruturas e Estratégias para a Solução. 6. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2013.

166

RUSSELL, Stuart; NORVIG, Peter. Inteligência Artificial. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
BITTENCOURT, G. Inteligência artificial: ferramentas e teorias. 3. ed. rev. Florianópolis: Editora
da UFSC, 2006.
BRAGA, A. P.; CARVALHO, A. P. L. F; LUDERMIR, T. B. Redes neurais artificiais: teoria e
aplicações. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2007.

Disciplina: CÁLCULO DE CURTO-CIRCUITO
C. H. teórica: 72h

C. H. prática: 0h

C. H. total: 72h

C. H. semanal: 4h
Pré-requisito: Sistemas
Elétricos

Ementa : Operador alfa. Grandezas de base e P.U. Componentes simétricos. Faltas shunts. Faltas
série. Impedância sequenciais em componentes de sistema. Métodos de cálculo de curto-circuito.

Bibliografia:
Básica:
ANDERSON, P. M. Analysis of faulted power systems. IEEE Press power system engineering
series.
KINDEREMANN, G. Curto-circuito. 5. ed. Florianópolis, 2020.
SATO, F.; FREITAS, W. Análise de curto-circuito e princípios de proteção em Sistemas de
energia elétrica: Fundamentos e prática. 1. ed. GEN LTC. Rio de Janeiro, 2015.
Complementar:
SCHALABBACH, J. Short circuits current. 1. ed. London: The institution of Electrical
Engineers, 2005.

167

BEEMAN, D.; DARLING, A. G., KAUFMANN, R. H. Industrial Power Systems Handbook. 1.
ed. New York: McGraw-Hill, 1995.
ROBBA, E. J.; OLIVEIRA, C. C. B.; SCHIMIDT, H. P.; KAGAN, N. Introdução aos Sistemas
elétricas de potência. Componentes simétricas. 2. ed. São Paulo: Blucher, 2000.
FISCHER, P. A. Tratado teórico e prático sobre curto-circuitos. 1. ed. São Cristovão: Erechim,
2002.
MAMEDE, J. F.; MAMEDE, D. R. Proteção de Sistemas elétricas de potência. 2. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2020.

11.2.2. A Disciplina de Libras
De acordo com o Art. 3º do Decreto n.º 5.626 de 22 de dezembro de 2005, que
Regulamenta a Lei n.º 10.436, de 24 de abril de 2002, e dispõe sobre a Língua Brasileira
de Sinais - Libras, e o Art. 18 da Lei n.º 10.098, de 19 de dezembro de 2000, o Curso de
Engenharia Elétrica oferta a disciplina Libras como optativa.

12. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As Atividades Complementares da UFAL estão institucionalizadas através da
resolução 114/2023-prograd/UFAL, e previstas para se integralizarem em 216 horas-aula.
A seguir, apresenta-se uma descrição das atividades complementares que podem ser
realizadas pelo aluno de Engenharia Elétrica.
Fazem parte dessas atividades: disciplinas optativas da grade curricular do Curso,
monitoria, participação em jornadas, simpósios, congressos, seminários, cursos de curta
duração, núcleos temáticos, projetos de extensão não curricular, iniciação científica, e
outras atividades de pesquisa, participação em entidades estudantis, Colegiado de Curso
de Graduação, Conselho de Unidade e Conselho Universitário. A carga horária referente
à realização destas atividades, além de outras não citadas, é contabilizada, para fins de

168

integralização do histórico escolar dos discentes, conforme as instruções presentes no
Anexo A.

13. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), em conformidade com a resolução n.º
114/2023-progad/UFAL, corresponde a uma produção acadêmica que sintetiza os
conhecimentos construídos durante o curso de graduação (UFAL, 2023, cap. III, art. 53).
A resolução 114/2023 assegura que o PPC do curso deve regulamentar o TCC
quanto aos seguintes aspectos:
I - formato do trabalho: o PPC deve estabelecer quais são as possibilidades de escrita de
TCC, sendo exemplos: monografia, artigo, entre outros; e
II - formato de apresentação do trabalho: o PPC deve detalhar as regras para a formação
da banca, tempo de apresentação e outras informações relevantes para a apresentação do
trabalho (UFAL, 2023, cap. III, art. 54).
No curso de Engenharia Elétrica, o TCC será elaborado individualmente e deverá
ser escrito preferencialmente no formato de monografia ou artigo, de acordo com as
diretrizes e normas estabelecidas pela UFAL e as decisões do colegiado do curso. A
atividade de TCC abordará um tema relacionado às áreas de exercício do profissional
engenheiro eletricista, possuindo carga horária de 54 horas-aula computada para a
integralização do curso, conforme previsto neste Projeto Pedagógico.
“O TCC é um componente curricular obrigatório em todos os Projetos
Pedagógicos dos Cursos da UFAL, assumindo a seguinte configuração” (UFAL, 2023,
cap. III, art. 55):
I - O TCC se caracteriza como uma atividade de orientação individual, não tendo,
portanto, carga horária fixa semanal, sendo sua carga horária total prevista no PPC e
computada para a integralização do Curso.
II - A avaliação do TCC será realizada através de 01 (uma) única nota, dada após a
entrega do trabalho definitivo, sendo considerada a nota mínima 7,0 (sete), nas
condições previstas no PPC.

169

As atividades relativas ao TCC poderão ocorrer a partir do 8º (oitavo) período e deverão
estar associadas a um orientador, devidamente homologado pelo Colegiado do Curso, que
acompanhará todas as etapas do trabalho desenvolvido pelo discente.
O TCC deve ser desenvolvido sob a orientação de um/a docente da UFAL
designado/a para esse fim, sendo possível a participação de um/a
coorientador/a.
§ 1º O/A coorientador/a pode ser vinculado/a a uma instituição de ensino
externa ou à empresa/instituição da área de atuação do curso, desde que
previsto no PPC.
§ 2º É de responsabilidade da Coordenação de Curso ou Coordenação de
TCC cadastrar no sistema o TCC, vincular o/a orientador/a, homologar a
banca e consolidar a atividade.
§ 3º O/A orientador/a deve cadastrar a banca examinadora e lançar a nota no
sistema (UFAL, 2023, cap. III, art. 56).
A matrícula na atividade de orientação individual TCC deve ser cadastrada,
no máximo,
até o último período do curso.
§ 1º. A consolidação da atividade de orientação individual TCC deverá ser
feita durante o período letivo ao qual ela está associada.
§ 2º A matrícula de orientação individual TCC poderá ser excluída uma única
vez.
§ 3º Caso o/a discente não obtenha aprovação no componente nos semestres
subsequentes, não
será possível efetuar a exclusão da matrícula, implicando na reprovação
(UFAL, 2023, cap. III, art. 57).

Por fim, as atividades relativas ao TCC devem obedecer às regras detalhadas na
resolução 114/2023-progad/UFAL e em instruções normativas da Universidade Federal
de Alagoas.

14. ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O Estágio Curricular Supervisionado (ECS) deve propiciar a complementação do
ensino e da aprendizagem adquiridos no ambiente acadêmico através de atividades
práticas, pela participação em situações reais de vida e de trabalho na área de formação
do estudante. De acordo com a Lei n.º 11.788/2008, “o estágio poderá ser obrigatório ou
não obrigatório, conforme determinação das diretrizes curriculares da etapa, modalidade
e área de ensino e do projeto pedagógico do curso” (BRASIL, 2008, cap. I, art. 1). As

170

atividades de estágio poderão ser realizadas na comunidade em geral ou junto às pessoas
jurídicas de direito público ou privado, sob responsabilidade e coordenação da Instituição
de Ensino.
O Estágio Curricular Supervisionado foi institucionalizado através da Resolução
nº 95/2019-CONSUNI/UFAL e está em vigor da através da resolução n.º 114/2023 CONSUNI/UFAL, que estabelece:
O Estágio Curricular Supervisionado (ECS) é um componente curricular de
caráter formativo, inerente à formação acadêmico-profissional, que pode ser
obrigatório ou não-obrigatório, e que se constitui parte dos processos de
aprendizagem teórico-prática, que integram os Projetos Pedagógicos dos
Cursos (UFAL, 2023, cap. III, art. 44).
O ECS é obrigatório quando exigido em decorrência das diretrizes curriculares
dos cursos e/ou previsto nos respectivos projetos pedagógicos, como
componente curricular obrigatório para a integralização da estrutura curricular
(UFAL, 2023, cap. III, art. 44, I).
O ECS é não-obrigatório quando previsto nos projetos pedagógicos dos cursos
como atividade opcional à formação profissional, e/ou como parte integrante
do conjunto de possibilidades previstas para as atividades complementares
(UFAL, 2023, cap. III, art. 44, II).

De acordo com a resolução nº 95/2019-CONSUNI/UFAL que disciplina os
estágios curriculares supervisionados, estabelece:
o estágio curricular supervisionado tem como objetivo o desenvolvimento de
competências – conhecimentos teórico-conceituais, habilidades e atitudes – em
situações de aprendizagem, conduzidas no ambiente profissional, sob a
responsabilidade da Universidade e da Instituição Concedente (UFAL, 2019,
art. 5).

A resolução n.º 114/2023 - CONSUNI/UFAL, afirma que “os projetos pedagógicos de
curso devem regulamentar as especificidades relativas ao estágio obrigatório e não
obrigatório, indicando as atividades que poderão ser desenvolvidas” (UFAL, 2023, cap.
III, art. 49).
“O PPC determina a partir de que período o/a discente poderá realizar o ECS
obrigatório e não obrigatório” (UFAL, 2023, cap. III, art. 49, 1º).
Dessa forma, cada projeto pedagógico de curso (PPC) é responsável por definir a
realização, acompanhamento, apresentação e avaliação do estágio curricular
supervisionado estabelecendo normas próprias.

171

O curso de Engenharia Elétrica estabelece que o Estágio Curricular
Supervisionado obrigatório será individual, podendo ser realizado a partir do 8º (oitavo)
período do curso, com carga horária mínima de 216 horas-aula (180 horas-relógio). A
avaliação do ECS será compartilhada entre UFAL e Instituição Concedente, sempre
obedecendo às regras detalhadas em resolução normativa da Universidade Federal de
Alagoas. Enquanto, o Estágio Curricular Supervisionado não obrigatório será permitido
a partir do 5º (quinto) período do curso.
Os/As discentes poderão solicitar a dispensa parcial ou total da carga horária de estágios
obrigatórios, mediante a realização de uma das atividades descritas na resolução 114/2023
(UFAL, 2023, cap. III, art. 48):
1. desenvolver atividades laborais em sua área de formação ou diretamente correlatas a
ela;
2. desenvolver atividades de ECS não obrigatórios em campos/cenários aptos para o
desenvolvimento dos ECS obrigatórios;
3. desenvolver atividades acadêmicas de extensão, de monitoria e de iniciação científica
em campos/cenários aptos para o desenvolvimento dos ECS obrigatórios.
A dispensa parcial ou total das cargas horárias do estágio curricular obrigatório deverá
ser autorizada e aprovada pelo colegiado do curso e estar prevista no PPC ou/e em
regulamentação complementar própria do curso.
A dispensa parcial ou total das cargas horárias dos ECS obrigatórios em
qualquer das hipóteses descritas nos incisos do caput deste artigo deverão ser
autorizadas e aprovadas pelo Colegiado do curso e estar previstas no PPC
e/ou em regulamentação complementar de estágios própria do curso, além de
cumprir com o prescrito nos normativos da PROGRAD/UFAL (UFAL, 2023,
cap. III, art. 48, parágrafo único).

Um curso de graduação pode elaborar normas complementares e instrumentos de
avaliações dos estágios, conforme seus projetos pedagógicos (UFAL, 2023, cap. III, art.
52).

15. METODOLOGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM
As metodologias de ensino visam melhorar o processo de ensino e aprendizagem
do estudante. A metodologia definida para desenvolver as atividades do curso

172

necessariamente expressa coerência com os objetivos do curso, com os princípios
institucionais e com uma estrutura curricular adequada. Com isso, essa metodologia está
comprometida com a interdisciplinaridade, com o desenvolvimento do senso crítico e
com a formação generalista, crítica e reflexiva de indivíduos independentes que possam
exercer a cidadania.
A instituição se compromete a exercer um papel mediador entre o educando e o
processo de aprendizagem, pois é capaz de consolidar satisfatoriamente o aprendizado
dos discentes no âmbito da academia quando participa ativamente do processo.
Dessa forma, o curso de graduação tem por objetivo qualificar, desenvolver
habilidades e competências do egresso, utilizando diversos métodos criativos de ensino e
aprendizagem.
Assim, podem-se empregar as seguintes metodologias, de acordo com as novas
Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para os cursos de Engenharias:
1. Aula expositiva com auxílio do quadro branco é uma forma clássica e prática
de expor uma aula, onde o professor como mediador do aprendizado usa suas
habilidades para interagir com os discentes. Podendo fazer perguntas e convidálos para participarem de atividades de resolução de exercícios, ou apresentar
ideias, ou tirar dúvidas utilizando o recurso do quadro. Além dos métodos
convencionais de avaliação podem ser aplicados avaliações formativas.
2. Aulas expositivas com auxílio de diversos recursos didáticos como: data show,
TV, vídeos e internet. Durante essas aulas, o professor pode usar dinâmicas de
perguntas, arguição e solicitar resumos sobre o tema abordado. O uso dessas
tecnologias permite incorporar métodos mais interativos tais como o uso de
enquetes, competições ou jogos.
3. Seminários de grupos ou individuais como uma forma de motivar os educandos
a estudarem ou como uma forma de avaliação. Essa prática pode contribuir para
o discente expor ideias, apresentar clareza sobre o assunto, desenvolver a inibição
e auxiliar a comunicação e expressão oral. Para avaliação dos seminários podem
ser utilizados métodos de ensino ativo, como avaliação em pares e o uso de
rubricas.

173

4. Palestras podem ser utilizadas quando o professor trabalhar um assunto em
detalhes, e solicitar que um discente possa palestrar com a finalidade de
contextualizar o assunto e aplicar na indústria ou na vida em sociedade.
5. Ciclos de Palestras podem ser utilizados para integralizar as turmas e avançar
no conhecimento, propondo novos temas e enriquecendo as aulas. Ainda pode
proporcionar aos alunos a prática de organização de eventos, pois esses ciclos são
organizados pelos próprios alunos sob a supervisão do professor da disciplina.
6. Dinâmica de Grupos é uma metodologia que pode ser usada visando um preparo
para

a

convivência

profissional,

estimulando

o

desenvolvimento

da

contextualização crítica, iniciativa, tomadas e liderança. Por fim, estimula o
discente a ser proativo, exercendo um trabalho em equipe e exercitando
habilidades para barganhar.
7. Práticas de Laboratórios são essenciais para os cursos de engenharia,
principalmente a Engenharia Elétrica. As aulas de laboratórios são aplicadas para
uma compreensão mais visual e prática de conteúdos propostos pelas ementas.
Essas aulas laboratoriais desenvolvem habilidades práticas e possibilitam um
ensino de nível elevado e prazeroso, pois oferece a oportunidade ao aluno de
conhecer e manusear equipamentos atualizados e usados na realidade profissional.
Dessa forma, quando o aluno se formar, poderá aplicar em sua vida profissional
os conhecimentos adquiridos nas aulas práticas de laboratórios.
8. Visitas Técnicas são atividades indispensáveis, possibilitando ao aluno durante
o curso visitar a indústria e observar todo o seu funcionamento, e como se aplica
os conhecimentos adquiridos no âmbito acadêmico. Realização de visitas a
empresas, órgãos e instituições, visando integrar a teoria com a prática, além de
contribuir para o estreitamento das relações entre a instituição de ensino e as
esferas sociais relacionadas à área do curso, estabelecendo, assim, uma visão
sistêmica, estratégias e suas aplicações.
9. Estudo de Casos é uma atividade de aplicação dos temas teóricos, a partir de
situações práticas, visando o desenvolvimento de habilidades técnica, humana e
conceitual e possibilitando avaliar dados obtidos e interpretar resultados. Trata-se

174

de uma técnica do ensino ativa também conhecido como Problem Based Learning
(PBL).
10. Projetos Culturais são metodologias que podem estimular os alunos a
desenvolverem projetos, em prol da sociedade local ou regional, em conjunto com
as demais turmas de escolas e instituições envolvidas.
11. O projeto final do curso conhecido como Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC) é previsto no projeto pedagógico como um componente curricular
obrigatório com uma carga horária de 54 horas-aula. Nesse projeto os alunos
trabalham, sobre a supervisão de um orientador, em problemas científicos. Existe
a possibilidade de fazer o projeto em cooperação com uma empresa.
12. Estágio Supervisionado faz parte do currículo e pode ser feito pelos discentes
a partir do oitavo semestre. O estágio supervisionado, fortalece a conexão do curso
com o mercado e oferece aos discentes uma primeira possibilidade de aplicar o
conhecimento adquirido na prática.
13. Ações de Extensão são inclusos no currículo seguindo a resolução n.º 04/2018
da UFAL. São previstas seis ações de extensão entre o quarto e o nono semestre,
totalizando uma carga horária de 10,15% da carga horária total do curso. A
extensão tem o objetivo de aproximar a academia da sociedade na forma de ações
em comunidades através de projetos, cursos e eventos.
Estas práticas apoiam-se numa metodologia que busca uma interação entre
professor – aluno – conteúdo. Preza-se que o educando conheça os primeiros passos do
caminho para aprender e continuar aprendendo.
Os estudantes são encorajados a definir seus próprios objetivos de aprendizagem
e tomar para si, a responsabilidade de avaliar seus progressos pessoais. No entanto, o
discente é acompanhado e avaliado considerando a habilidade de reconhecer necessidades
educacionais pessoais. Assim, é possível desenvolver um método próprio de estudo
utilizando recursos pedagógicos adequados e fazendo uma análise crítica dos resultados.

175

16. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
A avaliação conforme concebida no Projeto Pedagógico Institucional (PPI) é um
fator de gestão no sentido de possibilitar correções, reorientar práticas pedagógicas,
refletir sobre os projetos pedagógicos, delimitar os obstáculos administrativos e se
processa no âmbito do curso pelo acompanhamento do Projeto Pedagógico e pela
avaliação do processo ensino-aprendizagem.
A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às demandas
da sociedade e da comunidade científica, e deve ser entendida como um processo amplo
e coparticipativo, respeitando os critérios estabelecidos no regulamento geral dos cursos
de graduação.
Ela transcende a concepção de avaliação da aprendizagem e deve ser integrada ao
PPC como dado que interfira consistentemente na ação pedagógica do curso, de maneira
que garanta a flexibilização curricular e que permita a adequação do desenvolvimento
acadêmico à realidade na qual se insere a UFAL. A avaliação requer, portanto, por parte
de todos os atores envolvidos com o processo educacional, uma permanente aferição
avaliativa do Projeto Pedagógico do Curso em relação aos fins pré-constituídos, às metas
e às ações definidas. Assim, a avaliação deve ser percebida como movimento de reflexão
sobre os constitutivos do processo de ensino-aprendizagem, do plano político-pedagógico
e das atividades curriculares.
A avaliação do processo ensino-aprendizagem insere-se na própria dinâmica
curricular. A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da instituição, dos
professores e dos alunos acerca do processo formativo. A avaliação proposta nesse projeto
não é uma atividade puramente técnica, mas processual e formativa, além de manter a
coerência com todos os aspectos do planejamento e execução do Projeto Pedagógico do
curso.
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que determina a obrigatoriedade da frequência
de alunos e professores no processo de ensino e aprendizagem (LDB, 2023, cap. IV, art.
47, 3). A LDB exige uma frequência mínima de 75 % da presença dos alunos às atividades

176

de ensino para a aprovação (LDB, 2023, cap. II, art. 24, VI), previstas pela carga horária
de cada disciplina, e no total da carga horária do curso.
De acordo com a resolução 114/2023-UFAL que estabelece as normas de
avaliação das atividades acadêmicas dos estudantes entende por avaliação da
aprendizagem um processo contínuo que compreende diagnóstico, acompanhamento e
aquisição de conhecimentos e atitudes pelo/a discente, medida pelo/a docente em situação
de ensino (UFAL, 2023, cap. III, art. 62). Nesse processo avaliativo são consideradas as
notas em valores quantitativos de 0 (zero) a 10 (dez), e a assiduidade do educando
expressas no rendimento acadêmico. “O rendimento acadêmico é a somatória da
participação do/a discente nos procedimentos e instrumentos avaliativos desenvolvidos
em cada componente curricular (UFAL, 2023, cap. III, art. 63). “A aprovação em um
componente curricular está condicionada à obtenção do rendimento acadêmico mínimo
exigido na avaliação da aprendizagem e à frequência mínima exigida na avaliação da
assiduidade” (UFAL, 2023, cap. III, art. 65). “O/A docente deve discutir os resultados
obtidos em cada procedimento e instrumento de avaliação junto aos/às discentes,
esclarecendo as dúvidas relativas às notas, aos conhecimentos, às habilidades, aos
objetivos e aos conteúdos avaliados” (UFAL, 2023, cap. III, art. 68). Serão exigidas duas
verificações de aprendizagem por período letivo para sistematizar as atividades nas
disciplinas ou módulos.
Com o fim de sistematizar as atividades a serem desenvolvidas nas
disciplinas, nos módulos ou blocos, o período letivo é dividido em 2 (duas)
verificações de aprendizagem, sendo elas: 1ª Verificação de Aprendizagem
(1ª V. A.) e 2ª Verificação de Aprendizagem (2ª V. A.) (UFAL, 2023, cap.
III, art. 70).

“O/A discente que não obtiver a média de aprovação até a 2ª V. A. terá o direito de
fazer a 3ª V. A” (UFAL, 2023, cap. III, art. 70, parágrafo único).
A 1ª e 2ª Verificação de Aprendizagem será́ resultante de no mínimo de 02
(dois) instrumentos de avaliação.
§ 1º Compete ao/à docente responsável pela oferta da disciplina, do módulo
ou bloco fixar no plano de curso as estratégias avaliativas e a metodologia
aplicada, considerando a natureza do componente curricular.
§ 2º Os instrumentos avaliativos podem ser provas, trabalhos escritos ou
orais, atividades práticas, relatórios, seminários, entre outros, realizados

177

individualmente, em dupla ou em grupos sob orientação (UFAL, 2023, cap.
III, art. 71).
É obrigatória a divulgação da nota de cada verificação de aprendizagem (1ª
V. A., 2ª V. A. e 3ª V. A.) pelo/a docente da disciplina ou módulo em até 5
(cinco) dias úteis após sua realização,
sendo possível a flexibilização deste prazo para os cursos na modalidade a
distância conforme especificidades da organização didático-pedagógica da
unidade.
§ 1º A divulgação das notas deve ser obrigatoriamente feita através do
SIGAA no prazo previsto no Calendário Acadêmico.
§ 2º No ato da divulgação das notas de uma unidade, o/a docente já deve ter
registrado no SIGAA as presenças e ausências do/a discente naquela unidade.
§ 3º A nota é considerada devidamente divulgada apenas quando atendidos os
requisitos do caput e dos parágrafos 1º e 2º (UFAL, 2023, cap. III, art. 72).

“Deverá ser respeitado um período de no mínimo 48 (quarenta e oito) horas entre a
divulgação da nota de uma verificação de aprendizagem e aplicação de uma outra
verificação de aprendizagem do mesmo componente curricular” (UFAL, 2023, cap. III,
art. 73).
“É permitido ao/à discente, mediante abertura de processo eletrônico, solicitar revisão
de nota obtida em qualquer instrumento de verificação de aprendizagem” (UFAL, 2023,
cap. III, art. 74). Se o/a aluno obter uma nota inferior a sete (7,0) em das duas V. A, tem
direito a fazer uma terceira verificação de aprendizagem (3ª V. A) de caráter
substitutivo da menor nota no final do semestre letivo.
Além das verificações de aprendizagem correspondentes a cada unidade, o/a
discente que obtiver nota inferior a 7,0 (sete) em uma das V. A. tem direito a
fazer uma terceira verificação de aprendizagem (3ª V. A.) no final do
semestre letivo, que tem caráter substitutivo e de reposição, prevalecendo,
neste caso, a maior nota, e devendo contemplar o conteúdo programático
daquela unidade do componente curricular (UFAL, 2023, cap. III, art. 75).
A média parcial do/a discente é dada pela média aritmética das duas maiores
notas dentre as três verificações de aprendizagem (1ª V. A., 2ª V. A. e 3ª V.
A.), sendo considerado/a aprovado/a, quanto à avaliação de aprendizagem,
o/a discente que tem média parcial igual ou superior a 7,0 (sete) (UFAL,
2023, cap. III, art. 76).

“O rendimento acadêmico final (média final) para os/as discentes aprovados/as de
acordo com os critérios deste artigo é igual à média parcial” (UFAL, 2023, cap. III, art.
76, parágrafo único).

178

“O/A discente que não atinge os critérios de aprovação definidos no art. 76 tem direito à
realização de uma prova final se todas as seguintes condições forem atendidas:
I - o critério de aprovação por assiduidade é satisfeito; e
II - o/a discente tem média parcial igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00
(sete)” (UFAL, 2023, cap. III, art. 77).
“O/A discente que não atende às condições para realizar a prova final é considerado/a
reprovado/a, com rendimento acadêmico final (média final) igual à média parcial”
(UFAL, 2023, cap. III, art. 77, parágrafo único).
Para o/a discente que realiza prova final, o cálculo para a obtenção da sua
média final é a média ponderada da Nota Final (NF) das Verificações de
Aprendizagem, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com peso 4
(quatro), sendo considerado aprovado o discente que obtiver nota igual ou
superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco décimos) (UFAL, 2023, cap. III, art.
78).
Terá direito a uma segunda chamada o/a discente que, não tendo
comparecido à Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de
doença, devendo requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso, através de
processo eletrônico, no prazo de 2 (dois) dias úteis após a realização da
prova (UFAL, 2023, cap. III, art. 79).
Após o registro das notas no SIGAA e do prazo de revisão, as atividades
avaliativas no formato físico deverão ser devolvidas e atividades em formatos
digitais deverão ser disponibilizadas ao/à discente pelo/a docente.
§ 1º Transcorrido o período letivo, o/a docente não efetivo deverá entregar as
provas que não foram devolvidas ao/à discente, para guarda da unidade de
vinculação.
§ 2º A unidade de vinculação deverá eliminar os documentos não devolvidos
após 1 (um) ano do registro das notas, seguindo as normas institucionais
(UFAL, 2023, cap. III, art. 80).

“Ao/À discente que não participar de qualquer avaliação é atribuída a nota 0,0 (zero)”
(UFAL, 2023, cap. III, art. 81).
No que concerne ao PPC do curso de Engenharia Elétrica, a avaliação da
aprendizagem é condizente com a concepção do processo de ensino-aprendizagem que
norteia a metodologia adotada para a consecução da proposta curricular, de forma a
fortalecer a perspectiva da formação integral dos alunos, respeitando a diversidade e a
pluralidade das suas formas de manifestação e participação nas atividades acadêmicas,
sem se distanciar, entretanto, das determinações legais e institucionais.

179

17. SISTEMA

DE

AVALIAÇÃO

DO

PROJETO

PEDAGÓGICO DO CURSO
As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações oriundas
da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior (CONAES) e se expressam de
diferentes formas. Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de Engenharia
Elétrica é realizado por uma comissão representativa de diferentes segmentos da
comunidade acadêmica com predomínio de docentes, identificada no Projeto de
Autoavaliação da UFAL como Comissão de Autoavaliação (CAA), instalada em cada
Unidade Acadêmica (UA) e/ou Unidade Educacional (UE), no caso dos campi
interioranos.
O Curso de Engenharia Elétrica é avaliado anualmente pela CAA e, em caráter
permanente pelos membros do Núcleo Docente Estruturante (NDE). Na primeira situação
o processo é conduzido em primeira instância pela CAA, que coleta dados através de
diferentes estratégias junto ao corpo docente, discente e técnico administrativo da UA ou
UE. Há, também, o acesso espontâneo da comunidade acadêmica através de formulários
on-line, que são disponibilizados segundo cronograma de desempenho divulgado pela
CPA. Em ambas as situações, os participantes se expressam sobre a condução do Projeto
Pedagógico do Curso, entre outros aspectos como a atuação, a qualificação e a relação
com os docentes e as condições da infraestrutura disponibilizada para a realização das
atividades acadêmicas. Desta forma, os dados computados são organizados e analisados
pela Comissão de Autoavaliação (CAA) e enviados para serem consolidados pela
CPA/UFAL e incorporados ao Relatório de Avaliação Institucional com periodicidade
anual.
Como todo projeto pedagógico, este também deverá ser acompanhado
permanentemente pela Instituição. A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do
Curso de Engenharia Elétrica é importante para aferir o seu sucesso. Alterações futuras
ajudarão a melhorar este projeto, uma vez que ele é dinâmico e deve passar por constantes
avaliações. Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação

180

institucional e uma avaliação do desempenho acadêmico do processo de ensinoaprendizagem de acordo com as normas vigentes, viabilizando uma análise diagnóstica e
formativa durante o processo de implementação do referido projeto. Deverão ser
utilizadas estratégias que possam efetivar a discussão ampla do projeto, mediante um
conjunto de questionamentos previamente ordenados que busquem encontrar suas
deficiências, se existirem.
Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de Engenharia Elétrica será
realizado por uma comissão representada por diferentes segmentos da comunidade
acadêmica com predomínio de docentes, identificada no Projeto de Autoavaliação da
UFAL como a Comissão de Autoavaliação (CAA), instalada em cada Unidade
Acadêmica (UA) e/ou Unidade Educacional (UE), no caso dos campi interioranos. O
roteiro proposto pelo INEP/MEC para a avaliação das condições de ensino servirá de
instrumento para avaliação do Projeto Pedagógico do Curso, sendo o mesmo constituído
pelos seguintes tópicos:


Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto do curso,
atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;



Corpo docente: formação profissional, condição de trabalho, atuação e
desempenho acadêmico e profissional;



Infraestrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e laboratórios
específicos.

18. PROGRAMAS DE APOIO AOS DISCENTES
Os Programas de Apoio visam estimular o aluno a vivenciar o curso desde o seu
ingresso e ao longo de sua permanência, seja através de grupos de pesquisa, de
aprimoramento do conhecimento ou de qualquer outro meio. É necessário conscientizar
o aluno de que ele é parte integrante da estrutura do curso e que a sua melhoria reflete
também na melhoria da Engenharia Elétrica e da UFAL.

18.1.

Programa de Monitoria

181

O monitor é o aluno de graduação da Universidade, com matrícula e frequência
regular, admitido pelo período de 1 (um) ano, para auxiliar o trabalho de ensino, pesquisa,
extensão ou quaisquer atividades didáticas e científicas em nível de sua capacidade. Os
monitores exercerão suas atividades em 12 (doze) horas semanais, das quais, 4 horas
deverão ser destinadas ao atendimento aos alunos. O horário das atividades do monitor
não poderá em hipótese nenhuma prejudicar seu horário normal de aulas como discente.
O programa de monitoria da UFAL está efetivado sob duas modalidades: MONITORIA
COM BOLSA e MONITORIA SEM BOLSA. Ao monitor, sob orientação e a
responsabilidade do Professor Orientador, compete exclusivamente em auxiliar o
professor:
- Em tarefas didáticas, inclusive na preparação de aulas e trabalhos escolares;
- Em tarefas de pesquisa e extensão compatíveis com o seu grau de conhecimento;
- Nas realizações de trabalhos práticos e experimentais compatíveis com o seu
grau de conhecimento e experiência na disciplina;
- Na participação, sempre que possível de seminários, cursos ou debates
promovidos pelo Departamento;
- No auxílio aos estudantes que estejam apresentando baixo índice de rendimento
na aprendizagem da disciplina;
- Em reuniões, sempre que necessário, com o Professor Orientador para analisar,
discutir e avaliar a prática por eles desenvolvida;
- Na entrega ao Departamento, ao final de cada período da monitoria, de relatório
das atividades desenvolvidas, que será apresentado à Plenária do Departamento a
qual fará registro em Ata.
Todas as atividades do Monitor serão desenvolvidas estritamente sob a supervisão
direta do professor Orientador. É vedado ao monitor:
- Ministrar aulas curriculares, na ausência do professor em sala de aula,
laboratório ou qualquer outro recinto;
- Realizar avaliações na ausência do professor;
- Exercer funções meramente burocráticas.

182

18.2.

Programa

de

Iniciação

Científica

e/ou

Inovação

Tecnológica
Os objetivos específicos do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação
Científica – PIBIC / CNPq / UFAL e PIBITI / UFAL podem ser dimensionados em três
níveis: da instituição, dos orientadores e dos bolsistas.
Com relação à UFAL:
- Conduzir à sistematização e institucionalização da pesquisa;
- Incentivar a formulação de uma política de pesquisa para Iniciação
Científica;
- Possibilitar uma maior interação entre a graduação e a pós-graduação;
- Colaborar no fortalecimento de áreas emergentes na pesquisa;
- Propiciar condições institucionais para o atendimento dos projetos de
pesquisa;
- Fortalecer a cultura da avaliação interna e externa na instituição;
- Tornar a UFAL mais determinada e competitiva na construção do saber;
- Fomentar a interação interdepartamental e interinstitucional no âmbito do
programa;
- Auxiliar a instituição no cumprimento da missão pesquisa, além do ensino
e extensão.
Em relação aos Orientadores:
- Estimular pesquisadores produtivos a engajarem estudantes de graduação
no processo acadêmico, otimizando a capacidade de orientação à pesquisa
da UFAL;
- Estimular o aumento da produção científica dos pesquisadores;
- Estimular o envolvimento de novos orientadores.
Em Relação aos Bolsistas:
- Despertar a vocação científica e incentivar talentos potenciais entre
estudantes de graduação, mediante suas participações em projetos de
pesquisa, iniciando o universitário no método científico;

183

- Propiciar ao bolsista, orientado por pesquisador qualificado, a
aprendizagem da técnica e métodos científicos, bem como estimular o
desenvolvimento do pensar cientificamente e da criatividade decorrentes
das condições criadas pelo confronto direto com os problemas da pesquisa;
- Despertar no bolsista uma nova mentalidade em relação à pesquisa;
- Preparar alunos para a pós-graduação;
- Aumentar a produção discente.
Pré-Requisitos e Compromissos do Bolsista:
1. O candidato deve ser universitário, regularmente matriculado em curso de graduação
da UFAL, cursando, no mínimo, o segundo período e, no máximo, o penúltimo período;
2. Apresentar desempenho acadêmico, comprovado através de histórico escolar
atualizado e ter, no máximo, duas reprovações;
3. Não ter vínculo empregatício e dedicar-se integralmente às atividades acadêmicas e de
pesquisa;
4. Executar, dentro do cronograma previsto, o plano de trabalho aprovado, com
dedicação de 20 (vinte) horas semanais;
5. Apresentar os resultados da pesquisa em relatórios semestral e final, sob a forma de
resumo individualizado e exposição oral, por ocasião do Encontro de Iniciação Científica;
6. Nas publicações e trabalhos apresentados, fazer referência à sua condição de bolsista
do CNPq ou Pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação (Propep)/UFAL;
7. Estar recebendo apenas esta modalidade de bolsa, sendo vedada a acumulação desta
com a de outros programas do CNPq, de outra agência ou da própria instituição;
8. Em caso de renovação, o bolsista ou ex-bolsista não deve ter pendências junto a
Propep, podendo candidatar-se, no máximo, à 2ª renovação;
9. Não ter concluído nenhum outro curso de graduação;
10. Não apresentar reprovações, após o ingresso no Programa de Iniciação Científica,
sob pena de inviabilizar possível renovação de bolsa;
11. Participar da reunião inicial do Programa e de todas as reuniões convocadas pela
Propep/UFAL;

184

12. Devolver ao CNPq, em caso de bolsa do PIBIC-CNPq/UFAL, e a UFAL, em caso de
bolsa Propep/UFAL, em valores atualizados, a(s) mensalidade(s) recebida(s)
indevidamente, caso os compromissos estabelecidos neste item não sejam cumpridos.
Pré-Requisitos e Compromissos do Orientador:
1. Possuir experiência compatível com a função de orientador e formador de recursos
humanos qualificados;
2. Ser pesquisador com titulação de doutor ou equivalente ou, excepcionalmente, mestre,
com produção científica, tecnológica, artística e cultural nos últimos cinco (5) anos,
divulgada nos principais veículos de comunicação da área;
3. Apresentar projeto de pesquisa detalhando relevância e viabilidade técnica;
4. Participar da reunião inicial do Programa e de todas as reuniões convocadas pela
Propep/UFAL;
5. Orientar o bolsista nas distintas fases do trabalho científico, incluindo a elaboração do
relatório final e material para apresentação dos resultados no livro de resumos, em
congressos, seminários, etc.;
6. Acompanhar as exposições dos relatórios técnicos parciais e anuais feitas por seus
bolsistas;
7. Atuar, quando solicitado, auxiliando o Comitê de Pós-Graduação e Pesquisa da
Propep/UFAL, dando pareceres de projetos e relatórios e avaliando apresentações orais
da Iniciação Científica;
8. Incluir os nomes dos bolsistas nas publicações e nos trabalhos apresentados em
congressos e seminários, cujos resultados tiveram a participação efetiva dos bolsistas de
iniciação científica;
9. Ser professor do quadro permanente da UFAL, em efetivo exercício de suas funções,
com regime de dedicação exclusiva ou de 40 horas semanais;
10. Pesquisadores, atuando na UFAL, poderão ser aceitos como orientadores de alunos
da Iniciação Científica, desde que tenham o título de doutor ou mestre, com regime de
dedicação exclusiva ou de 40 horas semanais;
11. Não possuir grau de parentesco com o candidato à bolsa.

185

Pré-Requisitos do Projeto de Pesquisa e do Plano de Trabalho:
1. Ser projeto institucional, de preferência de grupos de pesquisa e de longo alcance;
2. Ter o projeto mérito técnico-científico;
3. Ter o projeto viabilidade técnica e econômica;
4. Ter aprovação da Comissão de Bioética da UFAL, no caso da pesquisa que envolva
seres vivos;
5. Conter plano de trabalho do candidato específico e individualizado;
6. Incluir cronograma individualizado de atividades de cada candidato.

18.3.

Cursos de Nivelamento

O curso de nivelamento para os alunos recém-ingressos no curso de Engenharia
Elétrica tem como objetivo promover uma melhoria no desempenho acadêmico dos
mesmos. Seus objetivos imediatos consistem em:
 Promover a integração destes alunos entre si e com os demais do corpo
discente, com os docentes do curso, de forma a incentivá-los a participarem de
várias atividades desenvolvidas pela Universidade;
 Mostrar a estrutura acadêmica e administrativa da Universidade;
 Apresentar informações sobre a matriz curricular do curso, Colegiado do
Curso, Centro Acadêmico, Empresa Júnior e Programas de iniciação científica da
UFAL;
 Avaliar e complementar os conhecimentos destes alunos em matérias básicas,
tais como matemática e física;
 Enfatizar a importância das matérias básicas para a formação profissional.

18.4.

Empresa Júnior de Engenharia Elétrica

A Empresa Júnior de Engenharia Elétrica se constitui num programa de extensão
do Campus CECA, que tem como objetivo a prestação de serviços em projetos de
Engenharia Elétrica para a sociedade, dando oportunidade aos estudantes de aplicarem e
aprimorarem os conhecimentos adquiridos na Universidade.
É uma preocupação constante dos que fazem a Empresa Júnior a formação de
agentes de transformação que visam gerar profissionais melhor qualificados, e que sejam

186

capazes de gerar satisfação na sociedade e de atender com eficiência os clientes internos
e externos, elevando, assim, o nome do Curso de Engenharia Elétrica e da Universidade
Federal de Alagoas.
Alunos da graduação podem participar da empresa desde o primeiro ano
acadêmico, atuando nos contatos com clientes, organizando eventos e processos
administrativos, e acompanhando as equipes de projetos para obtenção de noções sobre o
desenvolvimento dos trabalhos.
À medida que avança no curso, o estudante membro aplica os conhecimentos
aprendidos na elaboração de projetos e com isso obtém prática, desenvoltura, experiência
e motivação para se aperfeiçoar nas matérias do curso.

18.5.

Bolsa Permanência

As bolsas de permanência e residência são financiadas pelo Ministério da
Educação e pela UFAL, no âmbito do PNAES (Programa Assistência Estudantil), e o
público alvo se constitui dos alunos em situação de vulnerabilidade. A primeira refere-se
ao apoio financeiro a estudantes matriculados em curso de graduação presencial da UFAL
e que estejam efetivamente frequentando as atividades acadêmicas, estudantes estes,
selecionados conforme critério socioeconômico. A segunda visa proporcionar ao
estudante uma moradia, que pode ser uma residência para estudantes, alugada pela
universidade ou residência própria da instituição para tal finalidade.

18.6.

Serviço de Apoio Pedagógico

Trata-se de uma ferramenta de assessoria ao corpo docente e discente da
instituição, visando solucionar os problemas vivenciados pela comunidade acadêmica,
especialmente aqueles relacionados aos aspectos pedagógicos (relação professor-aluno,
dificuldades de aprendizagem, prática educativa, processo de avaliação). O objetivo é
contribuir para a melhoria da qualidade do ensino oferecido pela instituição e o serviço é
prestado por uma equipe de técnicos em assuntos educacionais do Campus CECA e da
Pró-reitoria de Graduação.
Durante a primeira semana do ingresso dos discentes, o Colegiado do curso
realizará atividades de recepção para os calouros, onde serão apresentados procedimentos

187

e informações que facilitam a familiarização do discente com a UFAL. Neste contexto,
serão realizadas visitas aos laboratórios onde serão desenvolvidas atividades relativas ao
curso e serão abordados os seguintes assuntos: assistência estudantil, serviço de apoio
pedagógico, sistema de funcionamento da biblioteca, sistema utilizado para efetuar
matrícula, trancamento e acompanhamento do semestre letivo e projetos em andamento.

18.7.

Restaurante Universitário

O restaurante universitário é uma necessidade fundamental e seu funcionamento
contribui para a permanência do estudante, viabilizando o desempenho de atividades
acadêmicas e culturais em turnos diferentes do curso ao qual o estudante está vinculado.
O restaurante universitário atende aos alunos do Campus CECA com vulnerabilidade
social comprovada, isentando-o do pagamento do almoço.

188

19. REFERÊNCIAS
ANDRADE, Luiz Antônio Botelho; SILVA, Edson Pereira. A universidade e sua relação
com o outro: Um conceito para extensão universitária. Educação Brasileira, v. 23, n.º 47,
p. 65-79, 2001.
Cadastro de denominações consolidadas para Cursos de Graduação (bacharelado e
licenciatura) do Ministério da Educação (MEC).
CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA. Discrimina as
atividades e competências profissionais do engenheiro de energia e insere o título na
Tabela de Títulos Profissionais do Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do
exercício profissional. Resolução n.º 1.076, de 5 de julho de 2016.
Decreto n.º 23.569 de 11 de dezembro de 1933 - Regula o exercício das profissões de
engenheiro, de arquiteto e de agrimensor, 11 de dezembro de 1933.
Decreto n.º 4.281 de 25 de junho de 2002, regulamenta a Lei n.º 9.795, de 27 de abril de
1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras providências.
Decreto n.º 5.296/04 - Regulamenta as Leis n.º 10.048, de 8 de novembro de 2000, que
dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e n.º 10.098, de 19 de dezembro
de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da
acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá
outras providências.
Decreto n.º 5.622, de 19 de dezembro de 2005, regulamenta o art. 80 da Lei n.º 9.394, de
20 de dezembro de 1996 (LDB). (Oferta de disciplinas semipresenciais)
Decreto n.º 5.622/2005 - Regulamenta o art. 80 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de
1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional - referente a EaD.
Decreto n.º 5.626 de 22 de dezembro de 2005 - Regulamenta a Lei n.º 10.436, de 24 de
abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei
no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

189

Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos – Específicas para cada curso, e referente
as orientações gerais;
Diretrizes para elaboração de projeto pedagógico de curso - PROGRAD/ UFAL.
Disponível em: https://www.qedu.org.br/cidade/5464-rio-largo/ideb. Acessada em:
29/10/2020.
Disponível em: Seplag.al.gov.br/notícia. Acessada em: 07/11/2020.
Disponível em: www.ibge.gov.br. IBGE 2022. Acessada em: 18/02/2025.
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e terra, 1983, 93p.
Instrução Normativa n.º 01 PROGRAD/Fórum dos Colegiados - Disciplina a redução da
carga horária de estágio curricular supervisionado para os alunos dos cursos de
Licenciatura da UFAL que exercem atividade docente regular na Educação Básica.
Instrução Normativa n.º 02 PROGRAD/Fórum das Licenciaturas, de 27 de setembro de
2013 - Disciplina a construção de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) nos cursos de
graduação da UFAL.
Instrução Normativa n.º 03 PROGRAD/Fórum dos Colegiados, de 20 de setembro de
2013 - Dispõe sobre os procedimentos para reformulação dos projetos pedagógicos dos
cursos de graduação da UFAL.
Lei n.º 10.172/2001- Plano Nacional de Educação - Aprova o Plano Nacional de
Educação e dá outras providências.
Lei n.º 10.436 de 24 de abril de 2002 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras
e dá outras providências.
Lei n.º 10.639, 09 de janeiro de 2003 - Estabelece as diretrizes e bases da educação
nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática
"História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências.

190

Lei n.º 11.645, de 10 março de 2008 - Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996,
modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003) que estabelece as diretrizes e
bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a
obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena.
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), 7ª ed. atualizada, SENADO
FEDERAL, 2023.
Lei nº. 11.788, de 25 de setembro de 2008 - Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera
a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo
Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de
1996.
Lei n.º 12.319, de 1 de setembro de 2010 - Regulamenta a profissão de Tradutor e
Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
Lei n.º 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação -PNE
Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Art. 66 - Referente a titulação do corpo docente.
Outras legislações podem ser encontradas no site do MEC e da UFAL
Lei n.º 9.795, de 27 de abril de 1999 - Dispõe sobre a educação ambiental, institui a
Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
Parecer CNE/CES n.º 52/2007, Autorização para o funcionamento de campus fora de sede
da Universidade Federal de Alagoas.
Parecer CNE/CP n.º 09/2001, Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de
Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação.
Parecer CONAES n.º 4, de 17 de junho de 2010 - Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE;
PERES, C. M; ANDRADE, A. S.; GARCIA, S. B. Atividades extracurriculares:
multiplicidade e diferenciação necessárias ao currículo. Rev. Bras. Ed. Med. v 3, n.3, p.
203-11.

191

Plano de Desenvolvimento Institucional da UFAL, PDI- 2019-2023.
Portaria n.º 10, 28/07/2006 - Aprova em extrato o Catálogo Nacional dos Cursos
Superiores de Tecnologia.
Portaria n.º 1024, 11/05/2006 - As atualizações do Catálogo Nacional dos Cursos
Superiores de Tecnologia serão divulgadas no sítio eletrônico oficial do Ministério da
Educação e outras providências.
Portaria n.º 2.678/02 – Política Nacional de Ed. Especial na perspectiva da Ed. Inclusiva.
Portaria Normativa n.º 40 de 12/12/2007 - Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo
de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação,
avaliação e supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro
e-MEC de Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de
qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de
Estudantes (ENADE) e outras disposições.
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos. Plano Nacional
de Extensão Universitária, 2001. Disponível em: http://www.renex.org.br. Acesso em 15
dez. 2004.
Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura do MEC.
Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior e a Avaliação in Loco do Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
Resolução CNE/CES n.º 02/2007 - Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na
modalidade presencial.
Resolução CNE/CES n.º 02/2007 - Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na
modalidade presencial.

192

Resolução CNE/CES n.º 02/2019 – Institui as diretrizes curriculares nacionais do curso
de graduação em engenharia.
Resolução CNE/CES n.º 04/2009 - Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos
relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em Biomedicina, Ciências
Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia,
Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na modalidade presencial.
Resolução CNE/CP n.º 1 de 18 de fevereiro de 2002 - Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso
de licenciatura, de graduação plena.
Resolução CNE/CP n.º 3, 18/12/2002 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais
Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia.
Resolução CONFEA n° 218, de 29 de junho de 1973 - Discrimina atividades das
diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia.
Resolução CONFEA n° 1.073, de 19 de abril de 2016 - Regulamenta a atribuição de
títulos, atividades, competências e campos de atuação profissionais aos profissionais
registrados no Sistema Confea/Crea para efeito de fiscalização do exercício profissional
no âmbito da Engenharia e da Agronomia.
Resolução CONFEA n° 1.129, de 11 de dezembro de 2020 - Define o título profissional
e discrimina as atividades e competências profissionais do engenheiro de produção e do
engenheiro industrial, em suas diversas modalidades, para efeito de fiscalização do
exercício profissional.
Resolução CONFEA n° 1.134, de 28 de outubro de 2021 - Aprova os princípios, as
diretrizes e os procedimentos para a supervisão e a gestão da fiscalização do exercício e
da atividade profissional do Sistema Confea/Crea, e dá outras providências.
Resolução CONSUNI/UFAL n.º 20/2005, de 20 de maio de 2005 - Aprova a criação e a
implantação do campus de Arapiraca da UFAL.

193

Resolução CONSUNI/UFAL n.º 76/ 2007, de 18 de setembro de 2007 - Aprova a criação
e a implantação do CAMPUS do SERTÃO da Universidade Federal de Alagoas
Resolução CONSUNI/UFAL n.º 52/2012, de 05 de novembro de 2012– Dispõe sobre o
Núcleo Docente Estruturante – NDE no âmbito da UFAL.
Resolução CONSUNI/UFAL nº. 65/2014, de 03 de novembro de 2014 - Estabelece a
atualização das diretrizes gerais das atividades de extensão no âmbito da UFAL.
Resolução CONSUNI/UFAL n.º 95/2019, de 10 de dezembro de 2019 - Disciplina os
estágios curriculares supervisionados dos cursos técnicos, de graduação e de pósgraduação da UFAL.
Resolução CONSUNI/UFAL nº. 114/2023, de 05 de dezembro de 2023 - Regulamenta o
regime acadêmico dos cursos de graduação da UFAL.
Resolução MEC/CNE n.º 1, de 17 de junho de 2004 - Diretrizes Curriculares Nacionais
para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura AfroBrasileira e Africana.
Resolução CEPE n.º 113/95, de 13 de novembro de 1995, estabelece normas para o
funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de graduação.
Resolução CEPE n.º 25/2005, de 26 de outubro de 2005, institui e regulamenta o
funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da UFAL, a
partir do ano letivo de 2006.
Instrução normativa PROEX nº01/2021-CONSUNI/UFAL, de 09 de abril de 2021 Dispõe sobre os procedimentos para implantação da extensão como componente
curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL.
Resolução CNE/CES n.º 4, de 6 de abril de 2009 - Dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em
Biomedicina,

Ciências

Biológicas,

Educação

Física,

Enfermagem,

Farmácia,

Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na
modalidade presencial.

194

THIOLLENT, Michel; CASTELO BRANCO, Alba Lúcia; GUIMARÃES, Regina
Guedes Moreira; ARAUJO FILHO, Targino de. (org.). Extensão universitária: conceitos,
métodos e práticas. Rio de Janeiro, v. 1, p. 41-55, 2003.

195

ANEXO A
INSTRUÇÕES PARA A INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA DE
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
CONSIDERANDO a Resolução n.º 113/95 do Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão da Universidade Federal de Alagoas, de 13/11/1995, que estabelece normas
para o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de graduação.
CONSIDERANDO

a

Res.

nº.

114/2023-Consuni/Prograd/UFAL,

que

regulamenta o regime acadêmico dos cursos de graduação da UFAL. Esta resolução em
seus artigos 34 e 35, estabelece a normativa das atividades autônomas:
Atividade autônoma é o termo técnico utilizado no SIGAA para os
componentes curriculares complementares. São as atividades acadêmicas que
o/a discente deve desempenhar a partir de seu interesse individual, que sejam
relevantes para sua formação acadêmica, previstas no projeto pedagógico ou
aprovadas pelo colegiado do curso e que são incluídas no processo de
integralização curricular (UFAL, 2023, cap. III, art. 34).
As atividades autônomas, quanto a sua categoria, são classificadas em:
atividades de Ensino, de Pesquisa, de Extensão e de Representação Estudantil
(UFAL, 2023, cap. III, art. 35).

CONSIDERANDO o Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, que
estabelece o cumprimento de uma carga horária mínima de 216 horas-aula (180 horasrelógio) de atividades complementares.
São estabelecidos(as) que:
1) As atividades complementares do Curso de Engenharia Elétrica devem seguir
as seguintes categorias:
1 – Atividades de Ensino;
2 – Atividades de Extensão;
3 – Atividades de Pesquisa;
4 – Representação Estudantil.

196

2) A carga horária da Parte Flexível preferencialmente deverá ser distribuída no
mínimo em duas categorias ao longo do Curso. Não será aceito o preenchimento de um
único tipo de atividade autônoma.
3) A distribuição da carga horária das atividades complementares será computada
de acordo com a tabela a seguir, abrangendo a classificação estabelecida.
4) Será considerado o aproveitamento das atividades autônomas, o/a aluno(a),
que tiver no mínimo as 180 horas-relógio de atividades válidas comprovadas
integralizadas e estiver cursando a partir do 8º (oitavo) período do curso. “O/A discente
interessado poderá solicitar a análise de suas atividades autônomas através do sistema
SIGAA no decorrer do curso” (UFAL, 2023, cap. III, art. 36).
5) De acordo com a Res. nº. 114/2023-Consuni/Prograd/UFAL, “Cabe ao/à
Coordenador/a do Curso de Graduação analisar as atividades autônomas, submetidas
pelo/a discente no sistema SIGAA e validá-las” (UFAL, 2023, cap. III, art. 37). Essa
ação de análise das atividades autônomas se estende ao Vice-coordenador de curso.
6) Somente serão computadas as atividades realizadas após o ingresso no curso.
7) Os casos omissos e pedidos de revisão serão resolvidos pelo Colegiado do
Curso de Engenharia Elétrica.
8) Aplicar-se-á a proporcionalidade nos casos em que o discente não cumprir o
tempo de referência para a pontuação.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES (180 HORAS-RELÓGIO)
CATEGORIA 1 - ATIVIDADES DE ENSINO
TIPO

1

ATIVIDADE

CARGA HORÁRIA
MÁXIMA

Disciplinas eletivas cursadas além da carga horária mínima
estabelecida na grade curricular: Carga horária da
disciplina

90

Disciplinas isoladas dentro da área de formação de
conhecimento do discente: Carga horária da disciplina

60

197

2

Disciplinas isoladas cursadas em regime de mobilidade
acadêmica: Carga horária da disciplina

Integral

Participação em programa de Monitoria, PIBID, Residência
Pedagógica e outros programas equivalentes (bolsista ou
colaborador) com certificação expedida ou reconhecida pela
UFAL: 20 horas/semestre

40

Máximo de 40 horas.

3

Outras atividades de ensino

Aproveitamento de
carga horária pelo
Colegiado de Curso,
mediante relatório de
desempenho ou
declaração emitida pelo
Professor Orientador,
responsável pela
atividade.

CATEGORIA 2 - ATIVIDADES DE EXTENSÃO NÃO CURRICULAR
TIPO

Eventos:
1

CARGA HORÁRIA
MÁXIMA

ATIVIDADE
Como participante: 4 horas/dia
do evento

90

Como organizador de evento

40

Evento
Internacional: 10
horas/evento

seminários, congressos,
jornadas, conferências,
Como
encontros,
simpósios,
apresentador Evento Nacional:
ciclos de palestras e
8 horas/evento
semanas acadêmicas.
Evento Regional:
6 horas/evento

60

198

2

Curso dentro da área de formação do
discente: carga horária do curso

80

Cursos de línguas estrangeiras: 10 horas por
semestre. O discente que apresentar
certificado de proficiência na língua, com
aproveitamento de 60% da pontuação total da
prova, receberá a máxima pontuação.

60

Instrutor: 2 horas/dia.

20

Palestras

Como participante: 1 hora/evento. Como
expositor: 5 horas/evento

15

Empresa
Júnior

Para atividade administrativa: 30 horas por
semestre. Para participação em projetos:
carga horária especificada no formulário
de registro do projeto

90

Cursos

3
Mesário

4

Participação como mesário/a
em atividades realizadas junto à
Justiça Eleitoral em eleições
municipais, estaduais e federais.

Outras atividades de extensão

Aproveitamento da
carga horária total de
acordo com a
Declaração da Justiça
Eleitoral

Máximo de 90 horas.
Aproveitamento de
carga horária pelo
Colegiado de Curso,
mediante relatório de
desempenho ou
declaração do
Professor Orientador,
responsável pela
atividade.

199

CATEGORIA 3 - ATIVIDADES DE PESQUISA
TIPO

ATIVIDADES

CARGA HORÁRIA
MÁXIMA

1

Participação em projetos de iniciação científica (PIBIC), na
qualidade de bolsista ou colaborador: 30 horas por semestre.
Esta carga horária não é cumulativa quando o discente também
participa dos programas PET, PEC ou outros programas
institucionalizados.

90

2

Participação em programas PET, PEC ou outros programas
institucionalizados: 30 horas por semestre.

90
Máximo de 90 horas.

3

Núcleos Temáticos

4

Outras atividades de pesquisa

Aproveitamento de
carga horária pelo
Colegiado de Curso,
mediante relatório de
desempenho ou
declaração emitida
pelo Professor
Orientador,
responsável pela
atividade.
Publicação Internacional: 15
horas/artigo

Trabalhos
eventos

publicados

5

em Publicação
horas/artigo

Nacional:

10

Publicação
horas/artigo

Regional:

5

60

Publicação Internacional: 30
horas/artigo
Trabalhos
periódico

publicados

em Publicação Nacional: 20
horas/artigo
Publicação Regional: 10
horas/artigo

60

200

CATEGORIA 4 -ATIVIDADES DE REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL
TIPO

ATIVIDADES

1

Centro Acadêmico: Titular - 10 horas por semestre e suplente
- 5 horas por semestre

2

Diretório Central dos Estudantes local e nacional: Titular - 10
horas por semestre e suplente - 5 horas por semestre.

CARGA HORÁRIA
MÁXIMA
40
40

Representação estudantil em Colegiado de Curso de
3

Graduação: titular - 10 horas por semestre e suplente - 5 horas

40

por semestre.
4

Conselho de Unidade ou Conselho Universitário: titular - 10
horas por semestre e suplente - 5 horas por semestre.

5

Câmaras Departamentais: titular - 10 horas por semestre e
suplente - 5 horas por semestre.

40
40