2013
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DE MEDICINA VETERINÁRIA.pdf
Documento PDF (1.3MB)
Documento PDF (1.3MB)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA – UNIDADE EDUCACIONAL VIÇOSA
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA
VETERINÁRIA
CAMPUS ARAPIRACA – UNIDADE EDUCACIONAL VIÇOSA
VIÇOSA
2013
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
Campus Arapiraca – Unidade Educacional Viçosa
CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA BACHARELADO
Projeto Pedagógico do Curso de
Medicina Veterinária Bacharelado
do Campus Arapiraca – unidade
educacional Viçosa, elaborado
com objetivo da sua adequação às
Diretrizes Curriculares Nacionais.
VIÇOSA
2013
SUMÁRIO
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
JUSTIFICATIVA PARA OFERTA DO CURSO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .12
HISTÓRICO DOCURSO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
OBJETIVOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23
PERFIL DO EGRESSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
HABILIDADES E COMPETÊNCIAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
CAMPOS DE ATUAÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .28
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO – TIC’s. . . . . . . . . . . . 35
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 93
ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .93
PESQUISA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95
EXTENSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95
PÓS-GRADUAÇÃO E SIMBIOSE ACADÊMICA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96
POLÍTICAS DE INCLUSÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97
PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97
COLEGIADO DE CURSO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98
AVALIAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99
ANEXOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Instituição Mantenedora:
Denominação: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
Dependência: Administrativa Federal
Instituição Mantida
Denominação: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: Rodovia BR 101, Km 14 Campus A. C. Simões – Cidade
Universitária Maceió /AL - CEP: 57.072 - 970. Fone: (82) 3214 - 1100 (Central)
Coordenação 3214-1442
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
Unidade Acadêmica:
Denominação: Campus Arapiraca – Unidade Educacional Viçosa
Município: Arapiraca
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: Fazenda São Luís, S/N. Zona Rural. Viçosa-AL
Telefone da Unidade Acadêmica: (82) 3214-1904; 3214-1905
E-mail: coordenacaom.vet@vicosa.ufal.br
Nome do curso: Medicina Veterinária
Modalidade: Bacharelado Presencial
Titulo conferido: Médico Veterinário
Autorização: Parecer: CES 52/2007 de 27 e 28 de fevereiro e 01 de março de 2007,
publicado em 14 de março de 2007.
Vagas: 40 (oferta anual)
Turnos: Matutino e Vespertino
Regime acadêmico: semestral
Forma de ingresso: o candidato a uma vaga no curso de medicina veterinária da ufal
poderá ingressar por meio do enem/sisu, conforme determinado na resolução 32/2009CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009, ou via transferência como reopção de curso
mediante edital entre os troncos inicial e intermediário, em caso de vacância, ou
transferência interinstitucional mediante normas estabelecidas pela PROGRAD ou
regulamentadas pelo CONSUNI.
Carga horária: 4683 horas-relógio
Duração do curso:
Mínima: 5 anos
Máxima: 7,5 anos
Coordenador do Curso: Wagnner José Nascimento Porto, Médico Veterinário, Doutor
em Ciência Veterinária, professor da UFAL desde 14/07/2008 em regime de dedicação
exclusiva e coordenador do curso desde 19 de dezembro de 2011.
Núcleo Docente Estruturante (NDE):
Annelise Castanha Barreto Tenório Nunes (Vice-coordenadora)
Diogo Ribeiro Câmara
Karla Patrícia Chaves da Silva
Thiago Barros Correia da Silva
Wagnner José Nascimento Porto (Coordenador)
Portaria de Nomeação dos membros do NDE: Portaria GR Nº 2.143, de 29 de
novembro de 2012.
OBJETIVOS DO CURSO:
Propiciar condições ao alunado de atualização constante em relação ao
conhecimento para desenvolver ações e resultados voltados à área de ciências
agrárias e da saúde no que se refere à produção animal, produção e segurança de
alimentos, saúde pública e animal e proteção ambiental.
PERFIL DO EGRESSO:
O Bacharel em Medicina Veterinária ou Médico Veterinário atua na prática clínica
aos animais em todas as suas modalidades. Em sua atividade, aplica conhecimentos de
clínica, cirurgia e fisiopatologia da reprodução com ênfase nos aspectos investigativos e
laboratoriais, visando à determinação de agentes e de fatores causais, de diagnósticos e
de tratamentos médicos ou cirúrgicos de enfermidades de diferentes naturezas. Atua na
atenção à saúde animal e à pública, elaborando, executando e gerenciando sistemas de
criação, manejo, nutrição, biotécnicas da reprodução e melhoramento genético,
atentando ao bem-estar animal. Executa a inspeção sanitária e tecnológica dos produtos
de origem animal e de seus derivados. Planeja, executa, gerencia e avalia programas em
saúde, epidemiologia, controle e erradicação das enfermidades infecto-contagiosas,
parasitárias e zoonoses, do saneamento ambiental, da produção e do controle de
produtos biológicos. Coordena e supervisiona equipes de trabalho. Em sua atuação,
considera a ética, a segurança e os impactos sócio-ambientais.
CAMPOS DE ATUAÇÃO:
O Médico Veterinário atua em clínicas e hospitais veterinários; em estabelecimentos
que processam produtos de origem animal; em fazendas e estabelecimentos
agroindustriais; na defesa sanitária animal e em saúde pública nas esferas municipal,
estadual e federal; em indústrias de fármacos e produtos biológicos de uso veterinário;
em centros de pesquisas no desenvolvimento de biotecnologias. Também pode atuar de
forma autônoma, em empresa própria ou prestando consultoria.
INTRODUÇÃO
A Universidade Federal de Alagoas – maior instituição pública de ensino
superior do Estado - foi criada em 25 de janeiro de 1961, por ato do então presidente
Juscelino Kubitscheck, reunindo as Faculdades de Direito (1933); Medicina (1951),
Filosofia (1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957).
A presença da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) no território alagoano,
por meio de suas atividades de ensino, pesquisa, extensão e assistência, representa
importante vetor de desenvolvimento de Alagoas, sobretudo por se tratar de um dos
Estados que apresenta maiores indicadores de desigualdades do Brasil. A UFAL tem
por missão produzir, multiplicar e recriar o saber coletivo em todas as áreas do
conhecimento de forma comprometida com a ética, justiça social, desenvolvimento
humano e bem comum.
A Universidade Federal de Alagoas – UFAL foi criada pela Lei Federal nº
3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do agrupamento das então Faculdades de
Direito, (1933) de Medicina (1951), de Filosofia (1952), de Economia (1954), de
Engenharia (1955) e de Odontologia (1957). Trata-se de instituição federal de educação
superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao
Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia assegurada pela
Constituição Brasileira, pela Legislação Nacional correspondente e por seus Estatuto e
Regimento Geral.
Sua sede está localizada na cidade de Maceió, Capital do Estado de Alagoas, no
Nordeste do Brasil. Desde a sua criação, em 1961, a UFAL teve doze gestões exercidas
por oito Reitores e duas Reitoras, conforme apresentados no quadro abaixo.
Quadro I: Gestão, Período e Reitores(as) da UFAL
Gestão
1a gestão
2a gestão
3a gestão
4a gestão
5a gestão
6a gestão
7a gestão
8a gestão
9a gestão
10a gestão
11a gestão
12ª gestão
Período
1961 – 1971
1971 – 1975
1975 – 1979
1979 – 1983
1983 – 1987
1987 – 1991
1991 – 1995
1995 – 1999
1999 – 2003
2003 – 2007
2007 – 2011
2011 – 2015
Reitor(a)
Aristóteles Calazans Simões
Nabuco Lopes Tavares da Costa Santos
Manoel Machado Ramalho de Azevedo
João Ferreira Azevedo
Fernando Cardoso Gama
Delza Leite Gitai Goes
Fernando Cardoso Gama
Rogério Moura Pinheiro
Rogério Moura Pinheiro
Ana Dayse Rezende Dorea
Ana Dayse Rezende Dorea
Eurico Barros Lobo Filho
As características de cada um desses períodos gerenciais, ao longo de sua
existência de pouco mais de cinco décadas, (cinquenta e dois anos), são relacionadas a
grandes transformações internas, sejam acadêmicas, administrativas e/ou estruturais,
que vieram reforçar o compromisso da instituição com a produção e disseminação do
conhecimento, com a formação profissional e cidadã, enfim, com a sociedade regional
e, alagoana em particular. Assim é que:
Ao longo da década de 1960, a UFAL teve duas gestões, iniciais, do Reitor
Aristóteles Calazans Simões, voltadas, integral e bravamente, à criação de um
Campus Universitário, no então distante bairro do Tabuleiro do Martins, para
realizar a construção das instalações daquelas faculdades existentes desarticuladas e distantes entre si -, mas também, para aí implantar, além das
atividades acadêmicas de graduação, as atividades pioneiras de assistência
estudantil e culturais;
Nos anos 1970, as gestões promoveram a modernização institucional através da
reestruturação acadêmica e administrativa (criação de Centros, em substituição
aos Institutos e Faculdades), a criação de novos cursos e a ampliação e
qualificação do quadro docente;
Nos anos 1980, vigésimo ano de existência da UFAL, ainda uma instituição de
graduação, profissionalizante, as gestões se preocuparam em iniciar e organizar
as atividades de pesquisa e de extensão, além dos cursos de pós-graduação lato
sensu, então concebidos em enclaves, através de programas especiais e restritos
à estrutura departamental, assim como a criação do primeiro curso de Mestrado,
em Letras, em 1987;
No final dos anos 1980, foi introduzido na instituição, o processo de consulta aos
três seguimentos de sua comunidade, visando à escolha democrática para o
cargo de Reitor, o que veio permitir a eleição da primeira Reitora - a professora
Delza Leite Góes Gitaí – cuja gestão (1987 a 1991) privilegiou a reestruturação
do modelo de ensino de graduação (Projeto Pedagógico Global - PPG), assim
como a implantação da pós-graduação stricto sensu (cursos de mestrado), a
institucionalização da extensão, a criação da iniciação científica local e a
expansão da pesquisa;
Nos anos 1990 e início de 2000, as gestões promoveram a informatização da
UFAL, a expansão dos cursos de pós-graduação stricto sensu, a qualificação dos
técnicos em administração universitária, a busca do equilíbrio orçamentáriofinanceiro, o reforço da capacitação docente e a implantação de cursos de
graduação noturnos;
Ao longo da década de 2000, as duas gestões sucessivas (períodos de 2003-2007
e de 2007-2011) lograram expandir a UFAL no Campus A.C. Simões, na Capital
(onde esteve por 45 anos) e, para o interior, através da criação e implantação dos
campi Arapiraca (Agreste) e Delmiro Gouveia (Sertão) e de suas Unidades de
Educação de Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa, e, Santana do Ipanema,
respectivamente.
No cumprimento de sua missão institucional, a Universidade Federal de Alagoas
(UFAL) norteia suas ações pelos princípios:
Da gestão democrática, transparente e descentralizada;
Da legalidade e publicidade de seus atos, moldando e legitimando sua atuação;
Da moralidade e da impessoalidade, em consonância com o interesse público;
Da eficiência e da eficácia, com foco na qualidade da prestação de serviços e na
efetiva produção de resultados;
Da ética, como norteadora de toda a prática institucional, em todas as suas
relações internas e com a sociedade;
Da busca de mecanismos de promoção da indissociabilidade entre o ensino,
pesquisa e extensão;
Da liberdade de expressão do pensamento, de criação, de difusão e socialização
do saber;
Do respeito às especificidades das unidades acadêmicas; e
Do desenvolvimento científico, político, cultural, artístico e sócio-econômico do
estado de Alagoas.
A Universidade Federal de Alagoas tem por missão produzir, multiplicar e
recriar o saber coletivo em todas as áreas do conhecimento de forma comprometida com
a ética, justiça social, desenvolvimento humano e bem comum.
Dentro do Plano de Expansão das instituições públicas de ensino superior,
denominado Expansão com Interiorização, do Governo Federal, a Ufal criou, em 2006,
o Campus Arapiraca, no agreste alagoano, que se estende de sua sede, em Arapiraca,
para as unidades em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa. Em 2010, foi inaugurado o
Campus do Sertão, com sede em Delmiro Gouveia e a unidade de Santana do Ipanema.
Em 2006, na primeira etapa de sua expansão para o interior do Estado de
Alagoas, foi inaugurado o Campus Arapiraca com 16 cursos, distribuídos na sede em
Arapiraca e em três unidades educacionais: Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa, todos
presenciais e diurnos, totalizando 640 vagas anuais, ratificando, assim, o papel da
Universidade de um importante instrumento de desenvolvimento estadual e regional.
Atualmente nos dados do SIMEC/MEC constam 75 cursos de graduação
presenciais, dos quais 21 são noturnos, nas áreas de ciências humanas, exatas, naturais e
da saúde. Esses cursos são oferecidos em três Campi: A. C. Simões, em Maceió; Delza
Gitaí, em Rio Largo (2 cursos das ciências agrárias); e no Campus Arapiraca (11 cursos)
e seus Pólos: Palmeira dos Índios (2 cursos), Penedo (2 cursos) e Viçosa (Fazenda São
Luiz, 1 curso). Possui ainda, unidades de ensino, pesquisa e extensão em edifícios
dispersos, em Maceió.
A Educação a Distância é oferecida através dos cursos: Pedagogia (6 Pólos que
atendem 26 municípios alagoanos – que ocorre a capacitação de professores do ensino
fundamental), em convênio com prefeituras; Administração; Sistemas de Informação;
Licenciatura em Física; e Pedagogia nos municípios de Porto Calvo, Maragogi, Maceió,
Santana do Ipanema, e Olho d’Água das Flores (Programa Universidade Aberta do
Brasil, desde 2006).
O município de Viçosa está localizado na região centro-norte do Estado de
Alagoas, limitando-se ao norte com o município de Chã Preta, ao sul com Mar
Vermelho e Pindoba, ao leste com Cajueiro e Capela e ao oeste com Paulo Jacinto. A
área municipal ocupa 355,0 km2, inserida na meso região do Leste Alagoano e na micro
região Serrana dos Quilombos. O acesso a partir de Maceió é feito através da rodovia
pavimentada BR-104 e AL-210, com percurso total em torno de 81 km.
As principais atividades econômicas do município são: Comércio, serviços e
agropecuária. A pecuária é um dos pontos mais fortes da economia do município,
principalmente, a pecuária de corte e leite onde estão as criações de gado nelore e
holandês. Assim como, a produção de aves e suínos.
Dessa necessidade, surge o curso para suprir a demanda sócio-regional, tendo
como objetivo principal à formação de profissional de nível superior, com capacidade
para desempenho profissional técnico-científico e de atuação como agente social
comprometido com a promoção do desenvolvimento sustentável e da contínua melhoria
da produção animal e do meio ambiente. A expectativa é que a formação de Médicos
Veterinários na região traga benefícios aos produtores, gerando e/ou aumentando sua
renda com o uso adequado de manejo e tecnologia, reduzindo o impacto e preservando
os ecossistemas naturais. Somando a isso, há preocupação com uma formação
globalizada e crítica para os envolvidos no processo, de forma que seja permitido o
exercício da cidadania como sujeitos de transformação da realidade, com respostas para
os grandes problemas atuais.
A formação do Médico Veterinário tem por objetivo dotar e capacitar o
profissional dos conhecimentos para promover ações e obter resultados voltados às
áreas de Ciências da Saúde e Ciências Agrárias no que se refere à Produção e Saúde
Animal, Produção de Alimentos e Proteção Ambiental, sem esquecer-se da Saúde
Pública, pois a essência nobre da Medicina Veterinária é voltada para o Homem,
citando o juramento do curso de Medicina Veterinária: “...tendo como compromissos
[...] a melhoria da qualidade de vida e o progresso justo e equilibrado da sociedade
humana” (CFMV, 2007). A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) define: "A
Saúde Pública Veterinária compreende todos os esforços da comunidade que
influenciam e são influenciados pela arte e ciência médico veterinária, aplicados à
prevenção da doença, proteção da vida e promoção do bem-estar e eficiência do ser
humano" (WORLD HEALTH ORGANIZATION, 1951).
A Organização Mundial de Saúde – OMS estima que em torno de 40% das
doenças conhecidas no mundo são consideradas zoonoses, ou têm um animal em sua
cadeia epidemiológica. O manejo inadequado de animais de produção, a convivência
estreita, e muitas vezes promíscua, com animais de estimação, o crescimento
desordenado das cidades que propiciam a inserção e a manutenção de espécies vetores,
antes silvestres, mantém endêmica uma série destas enfermidades. Some-se a isso, a
produção, o beneficiamento e a consequente comercialização de produtos de origem
animal sem as devidas condições higiênicas e a inspeção sanitária necessária, e tem-se
aí um campo extremamente carente da atuação dos conhecimentos e saberes da
Medicina Veterinária e, portanto, campo fértil para a pesquisa e extensão universitária.
Portanto, o mercado de trabalho para este profissional apresenta-se em
crescimento, destacando-se as áreas de gerenciamento da propriedade ou empresa rural,
criações,
manejo,
nutrição,
alimentação,
bem-estar,
sanidade,
reprodução
e
melhoramento genético de animais, proporcionando desenvolvimento de sistemas de
produção animal sustentável. Aliado a isso, o profissional Médico Veterinário possui
compromisso com a alimentação humana através da produção de alimentos, auxiliando
no controle de qualidade sanitária e nutricional dos mesmos. No campo da
Biotecnologia, o Médico Veterinário poderá atuar na obtenção de novas linhagens
animais, com maior interesse ao ser humano, envolvendo desde a clonagem à
transgenia, visando animais ou produtos de origem animal de maior qualidade. Na área
de saúde pública, o Médico Veterinário atua no controle e prevenção das zoonoses. Já
na área de Clínica e Cirurgia, o profissional atua diretamente em relação à saúde animal.
JUSTIFICATIVA DA OFERTA DO CURSO
O Estado de Alagoas está dividido em 15 Coordenações Regionais de Ensino
(CREs), conforme apresentado no quadro III. Cada CRE, por sua vez, representa um
conjunto de municípios e possui uma demanda em potencial para a oferta de educação
superior. Essa demanda é representada pelos alunos totais matriculados no ensino médio
e no supletivo.
Quadro I - Alunos Matriculados no Ensino Médio (Inclusive EJA e Escolas Técnicas)
por CREs - Sedes e Municípios Abrangentes.
Coordenadoria
1ª, 13ª, 14ª e
15ª
2ª
Cidade
Barra de Santo
Antônio
Matrículas
588
Maceió
46312
Marechal
Deodoro
Paripueira
SUB-TOTAL
2137
Anadia
759
580
49617
Coordenadoria
7ª
Cidade
Branquinha
Matrículas
301
Colônia
Leopoldina
Ibateguara
713
Murici
Santana do
Mundaú
São José da
Lage
1116
379
1612
959
3ª
4ª
Barra de São
Miguel
Boca da Mata
Campo Alegre
286
União dos
Palmares
SUB-TOTAL
Batalha
2920
Coruripe
Jequiá da Praia
3540
0
Belo Monte
Jacaré dos
Homens
Jaramataia
Monteirópolis
Palestina
314
269
Junqueiro
Roteiro
São Miguel dos
Campos
Teotonio Vilela
1139
0
3364
Pão de
Açúcar
São José da
Tapera
SUB-TOTAL
1718
SUB-TOTAL
14510
Belém
226
Cacimbinhas
361
Campo
Grande
0
Estrela de
Alagoas
437
Feliz Deserto
225
Igaci
1504
Igreja Nova
904
Major Izidoro
786
Olho D'Água
Grande
0
Marimbondo
131
Penedo
3880
Minador do
Negrão
286
Piaçabuçu
721
Palmeira dos
Índios
5570
Porto Real
do Colégio
574
Quebrangulo
560
São Brás
301
Tanque D'Arca
SUB-TOTAL
233
10094
SUB-TOTAL
Campestre
6605
222
Atalaia
1749
Jacuípe
251
Cajueiro
720
Japaratinga
322
Capela
606
Jundiá
238
Chã Preta
369
Maragogi
1306
Mar Vermelho
685
Matriz de
969
1529
843
8ª
3050
9ª
10ª
8000
411
233
0
196
1283
4424
Camaragibe
5ª
6ª
Paulo Jacinto
428
Passo de
Camaragibe
Porto Calvo
555
Pindoba
127
Viçosa
1600
Porto de
Pedras
378
SUB-TOTAL
6284
São Luis do
Quintude
1557
Arapiraca
11870
São Miguel
dos Milagres
325
Coité do Nóia
Craíbas
450
898
SUB-TOTAL
Água Branca
7735
903
Feira Grande
1043
Canapi
558
Girau do
Pociano
2165
Delmiro
Gouveia
2197
Lagoa da Canoa
957
Inhapi
553
Limoeiro de
Anadia
São Sebastião
1270
Mata Grande
809
1038
Olho D'Água
do Casado
340
Taquarana
902
Pariconha
443
Traipu
780
Piranhas
1414
SUB-TOTAL
Dois Riachos
21373
350
SUB-TOTAL
Coqueiro
Seco
7217
193
Carneiros
Maravilha
390
598
Fleixeiras
Joaquim
Gomes
Messias
0
359
11ª
12ª
1612
Olho D'Água
1258
1234
das Flores
Olivença
382
Novo Lino
495
Ouro Branco
670
Pilar
164
Rio Largo
Poço das
210
3154
Trincheiras
Santana do
3106
Santa Luzia
361
Ipanema
do Norte
Senador Rui
422
Satuba
1039
Palmeira
SUB-TOTAL
7386
SUB-TOTAL 6999
Fontes: ESTADO DE ALAGOAS. Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento
Econômico. Anuário Estatístico do Estado de Alagoas-2011. Maceió, 2012.
Assim, é possível verificar que a UFAL está presente em, pelo menos um
município pertencente a 11 dos 15 agrupamentos de CRE’s, conforme assinalado no
supracitado quadro, em negrito. Além disso, estes municípios, geralmente sede das
coordenações e a menos de 100 Km dos demais – Maceió, Arapiraca, Delmiro Gouveia,
Palmeira dos Índios, Penedo, Viçosa, Santana do Ipanema, Rio Largo - representam
55,12% do total das matrículas no ensino médio no Estado, em 2011. Isto significa dizer
que a UFAL realiza cobertura universitária significante em relação à demanda
representada pelas matrículas no ensino médio de Alagoas, à exceção do seu Litoral
Norte, cujo projeto de Campus para Porto Calvo se encontra em tramitação na
SESu//MEC.
Os programas e cursos de graduação presenciais oferecidos pela UFAL em seus
Campi e Unidades educacionais do interior constituem experiência inovadora,
apresentando características distintas daquelas dos cursos do Campus A. C. Simões, em
Maceió. Sem sacrificar a qualidade nem deixar de ser apropriados às novas condições
de operação da instituição, adotam nova estrutura e novos projetos pedagógicos
inovadores, racionais, flexíveis, acompanhados de novos padrões e procedimentos
institucionais, em sintonia com as novas exigências de formação do mundo
contemporâneo, entre outras:
Novas fronteiras e dinâmicas do conhecimento;
Pluralidade de saberes;
Interdisciplinaridade;
Contexto, temas e problemas regionais e locais;
Formação competente, científica, técnica, artística e cidadã dos alunos.
As principais inovações referidas são apresentadas a seguir.
a) Estrutura e conteúdo: princípios orientadores dos Troncos e Eixos de conhecimento
Os Troncos de conhecimento
A nova estrutura e o novo conteúdo curricular – contemplando a oferta
semestralizada de disciplinas –, são organizados mediante Troncos de Conhecimento –
Inicial, Intermediário e Profissionalizante – que definem níveis de formação
progressiva, iniciando-se com a Formação Geral, interdisciplinar e comum a todos os
cursos; a Formação Comum a cada Eixo e, a Formação Específica e profissional final:
Tronco Inicial
O Tronco Inicial, de conteúdo geral e interdisciplinar, é parte integrante,
obrigatória e comum do projeto pedagógico de todos os cursos de graduação presenciais
interiorizados pertencentes a cada Eixo Temático. É composto de três disciplinas de
formação geral e de um seminário integrador.
Tronco Intermediário
O Tronco Intermediário, de conteúdo interdisciplinar é parte integrante,
obrigatória e comum do projeto pedagógico de todos os cursos de graduação
pertencentes a cada um dos Eixos Temáticos acima referidos. É composto por
disciplinas instrumentais de síntese e por um seminário integrador, objetivando a oferta
e a discussão crítica de conhecimentos referentes à formação básica comum aos cursos
de cada Eixo Temático. Desenvolve-se ao longo de um semestre letivo (de 40 semanas),
em atividades de 20 horas semanais, obtendo-se ao final, 400 horas semestrais. As
disciplinas podem ser reunidas em Unidades Temáticas, apropriadas a cada Eixo
Temático.
Tronco Profissionalizante
O Tronco Profissionalizante compreende conteúdos objetivos, diretos,
específicos e profissionalizantes ou de formação, ofertados através de disciplinas que
observam as características peculiares dos projetos pedagógicos e traduzem as
formações graduadas finais de cada curso, de acordo com as Diretrizes Curriculares
Nacionais, dentro dos Eixos Temáticos, já referidos. Apresenta-se em constante
avaliação e inovação e flexibilidade, pela exigência das novas dinâmica do mundo do
trabalho e da formação. Sua duração é variável, em função de cada projeto pedagógico,
evitando, no entanto, os conteúdos supérfluos e dispersivos.
Os Eixos Temáticos de formação
Os cursos de graduação implantados nos Campi e Unidades de Ensino do
interior são agrupados em Eixos Temáticos, propostos pelo Conselho de Campus e
aprovados pelo Conselho Universitário, observando-se, como exemplo, entre outros:
1– Eixo das Agrárias;
2– Eixo da Educação;
3– Eixo de Gestão;
4– Eixo das Humanidades;
5– Eixo da Saúde;
6– Eixo da Tecnologia.
Os Eixos Temáticos agrupam competências, programas e cursos de graduação e
de pós-graduação, com identidades, atividades (ensino, pesquisa e extensão) e
formações comuns; consideram valores e recursos regionais e locais; traduzem grandes
temas/conjuntos científicos e classes de cursos que guardam identidades, atividades e
formações disciplinares comuns. A definição dos cursos que os compõem é dinâmica e
progressiva, consideradas as demandas locais, regionais e, a disponibilidade de recursos
federais de expansão e de manutenção da instituição.
b) Características gerais das formações
Consideração das particularidades e exigências locais, no âmbito da ciência
universal;
Flexibilidade curricular: possibilita mobilidade docente (atuação) e discente
(aquisição de conhecimentos básicos, essenciais e complementares) interna
(entre campi, cursos, Troncos e Eixos) e externa (entre instituições, em
acreditação nacional e internacional);
Práticas, estágios, trabalhos finais, dissertações e teses: expressão preferencial
de conteúdos e temas regionais; teoria e práticas de intervenção na realidade
local e regional; banca docente e defesa pública; registro de propriedade
intelectual;
Pesquisa e extensão: consideradas como princípios pedagógicos, devem estar
obrigatoriamente presentes nas atividades curriculares dos troncos inicial,
intermediário e profissionalizante, sendo explicitadas nos respectivos projetos
pedagógicos;
Modalidade a distância: os projetos pedagógicos dos cursos presenciais podem
conter até 20% de carga horária ministrada na modalidade a distância, (segundo
permite a legislação em vigor); uso de novos instrumentos, procedimentos e
práticas acadêmicas;
Ingresso: a primeira forma de ingresso aos cursos da UFAL é normatizada pela
Resolução nº 32/2009 – CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009, que dispõe
sobre a participação da UFAL no novo sistema de seleção para acesso aos cursos
de graduação baseado no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Outras
resoluções e legislações locais e nacionais normatizam as demais formas de
ingresso: transferência, reopção, matrícula de diplomados, Programa de
Estudantes-Convênio de Graduação, ex-officio, etc. (www.ufal.br, página
PROGRAD, Normas Acadêmicas); os candidatos aos cursos interiorizados da
UFAL assinalam a sua escolha e campi, quando submetidos ao processo
seletivo.
Reopção e acesso às formações posteriores: sem restrição após conclusão do
Tronco Inicial, mediante disponibilidade de vagas; seleção especial a cada Eixo,
mediante disponibilidade de vagas; reingresso aos cursos específicos por seleção
e exigências particulares de cada programa profissionalizante ou acadêmico;
formação pós-graduada considerada como etapa de educação continuada,
oferecendo seleção especial para ex-alunos de graduação dos campi do interior.
Nova estrutura e novos procedimentos administrativos e adequados ao novo
modelo acadêmico e à gestão multicampi;
O esquema básico do modelo de estrutura acadêmica dos campi do interior é
apresentado à figura seguinte:
Figura 01: Macroestrutura Acadêmica: Modelo dos Campi do Interior
O curso de Medicina Veterinária da UFAL – Unidade Educacional Viçosa – AL,
foi concebido numa proposta inovadora de interiorização da Universidade Brasileira,
levando consigo a atenção à realidade local. O curso visa a formação de médicos
veterinários generalistas, humanistas, científicos e reflexivos, aptos a atuarem em prol
ao desenvolvimento regional como um todo. Busca preparar os alunos a expandirem
seus conhecimentos por meio das pesquisas, extensão e divulgação de seus
ensinamentos. O curso de Medicina Veterinária está sendo ofertado na ótica de
contribuir para a diversificação das propriedades agropecuárias, fixação do homem ao
campo, estimular o avanço na pecuária alagoana. Dessa forma, há uma grande interação
entre a universidade e a sociedade, onde vários projetos de extensão e pesquisa são
realizados nas diversas áreas: reprodução e produção animal, nutrição animal, clínica e
cirurgia, educação ambiental, zoonoses e saúde pública, doenças infecciosas e
parasitárias dos animais, tecnologia e inspeção de alimentos.
O curso de Medicina Veterinária está fundamentado nas seguintes diretrizes:
1. agir e refletir cientificamente sobre a ação e voltar a agir após considerar a reflexão;
2. articulação entre ensino, pesquisa e extensão garantindo o ensino crítico, reflexivo e
criativo, socializando o conhecimento produzido;
3.
interdisciplinaridade,
multidisciplinaridade,
integração,
contextualização
da
aprendizagem na realidade profissional como uma forma de educar para a cidadania e
participação plena na sociedade;
4. compreensão, preservação, fomento e difusão das culturas nacionais e regionais,
internacionais e históricas, como meio para estabelecer o pluralismo e diversidade
cultural.
HISTÓRICO DO CURSO
Atualmente, o curso está inserido no eixo das ciências agrárias, juntamente com
os cursos de agronomia, engenharia de pesca e zootecnia. Está distribuído em até 10
semestres com duração mínima de cinco anos e máxima de sete anos e meio. As
disciplinas são oferecidas em módulos teóricos de até 40 estudantes e aulas práticas de
até 20 estudantes.
Os cursos de graduação implantados no Campus de Arapiraca e em suas
Unidades educacionais são agrupados em Eixos Temáticos assim definidos:
1 – Eixo das Agrárias: cursos de agronomia, engenharia de pesca, medicina
veterinária e zootecnia;
2 – Eixo da Educação: licenciaturas – matemática, física, biologia, química e
educação física;
3 – Eixo de Gestão: cursos de administração, ciências da computação e
turismo;
4 – Eixo das Humanidades: cursos de serviço social e psicologia;
5 – Eixo da Saúde: curso de enfermagem;
6 – Eixo da Tecnologia: curso de arquitetura.
A nova estrutura e o novo conteúdo curricular, contemplando a oferta
semestralizada de disciplinas, são organizados mediante a seguinte configuração geral:
•Tronco Inicial, de conteúdo geral, mas com abordagem comum aos cursos
agrupados nos Eixos Temáticos.
•Tronco Intermediário, de conteúdo comum aos cursos de cada Eixo Temático.
•Tronco Profissionalizante, conteúdo específico da formação graduada final.
É importante observar que os Eixos Temáticos agrupam classes de cursos que
guardam identidades, atividades e formações disciplinares comuns. A definição dos
cursos que os compõem é flexível e progressiva, consideradas a base natural da
subregional alagoana em apreço, as vocações econômicas e a expressão dos alunos
concluintes do ensino médio da rede pública, das instituições públicas, das lideranças
locais e da iniciativa privada, mas também o acesso aos recursos federais de expansão e
manutenção da instituição.
A criação do curso contribui para o desenvolvimento do Estado de Alagoas,
assegurando a efetiva interiorização da UFAL de modo a assumir o lugar e os meios de
se tornar agente solidário da sociedade alagoana e nacional, através da geração de
conhecimentos e práticas tecnológicas, objetivando a melhoria da qualidade de vida da
população. A região onde o Curso está instalado compreende a microrregião da Zona da
Mata Alagoana e o município de Viçosa é considerado um Polo Regional que é
referência para diversos municípios de menor porte localizados na região. Dentro das
potencialidades locais que o curso pode explorar podemos citar: bovinocultura,
avicultura, suinocultura, a exploração de equídeos utilizados como meio de locomoção,
tração animal e em vaquejadas (esporte de tradição na região). Com estas
características, a região apresenta uma forte demanda por profissionais especializados
nas áreas de agropecuária, inspeção e tecnologia de produtos de origem animal, além da
saúde pública e animal.
Na atualidade, a sociedade moderna tem experimentado rápidas e profundas
transformações evidentes em todos os setores: econômicos, políticos, ambientais e
socioculturais, certamente como nunca em sua história.
Ao mesmo tempo, verifica-se com frequência, o aumento das desigualdades
entre os povos e os conflitos entre grupos sociais, a crescente agressão ao ambiente, a
deterioração do espaço urbano com a intensificação da violência e o desrespeito à
dignidade humana. Acompanha este cenário a emergência e reemergência de epidemias
impactantes onde 65% dos patógenos são de caráter zoonótico.
Entendemos que a Saúde é resultante da adaptação de todo este complexo
processo interativo e dinâmico sendo que simultaneamente atua como determinante do
desenvolvimento da sociedade, a partir do estabelecimento de políticas públicas eficazes
na promoção da qualidade de vida segura e confortável, além de sustentável.
Com base nesse quadro, constata-se uma "crise da saúde pública", percebida de
modo diferente pelos distintos sujeitos atuantes neste campo social. Para a superação
dessa crise, vários aportes têm sido propostos, cada um deles apontando para a
necessidade de novos paradigmas no "campo da saúde pública".
Neste esforço, pode-se incluir desde as iniciativas da Organização Panamericana
da Saúde (OPS-1946), de reavaliar a "teoria e prática da saúde pública", até a
proposição atual de uma Nova Saúde Pública como parte do movimento de renovação
da estratégia "saúde para todos" e “Um Mundo uma Saúde”.
A Estratégia de Saúde da Família, concebida desde a década de 70, vem sendo
implementada e aprimorada como forma eficiente de promover a atenção básica em
saúde ao cidadão, em caráter multi e transdisciplinar, na origem (família/residência/em
torno), dos fatores de risco, identificando-os e controlando-os.
A Família representa o principal espaço/ambiente relacional onde o ser humano
interage intimamente com seus pares se expondo ao longo de sua existência, associada
às diversas espécies animais (domésticas, silvestres e sinantrópicas) e suas múltiplas
circunstâncias relacionais, interferindo decisivamente sobre sua qualidade de vida,
representando seu status de saúde. As Famílias/residências se instalam contiguamente
em bairros que constituem as cidades, dando o caráter coletivo deste status de saúde.
Ao médico veterinário como profissional de saúde (Res.CNS/SUS-287/98),
compete conhecer, identificar, dimensionar e intervir sobre os fatores de risco
existentes, de natureza física, química, biológica, ambiental e social envolvidos com
espécies animais e seres humanos em seus espaços/ambiente de convivência,
promovendo, preservando e aprimorando a saúde coletiva.
Atuando no setor saúde, as atividades médica veterinárias participam com
especificidade
ativamente
e
estrategicamente
com
a
vigilância
em
saúde
(epidemiológica, sanitária e ambiental); saneamento ambiental além de saúde e bemestar animal. Além do domínio de competência no controle de doenças transmitidas por
vetores (26), por roedores (34), por alimentos (71), pelas águas e por contágio direto,
responde por 58% das doenças de notificação compulsória (Port.MS-104/11).
A Atenção Primária à Saúde é complexa e demanda uma intervenção ampla em
diversos aspectos para que se possa ter efeito positivo sobre a qualidade de vida da
população, necessita de um conjunto de saberes para ser eficiente, eficaz e resolutiva.
O processo de implantação dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família está em
construção em todo território nacional e contribui para promover a Integralidade das
ações das equipes de saúde da família (ESF), associada a uma qualificação da
assistência, contemplando e solidificando das Diretrizes do SUS.
Os Núcleos de Apoio à Saúde da Família - NASF são constituídos por equipes
compostas por profissionais de diferentes áreas de conhecimento, que devem atuar de
maneira integrada e apoiando os profissionais das Equipes Saúde da Família, das
Equipes de atenção básica para populações específicas (consultórios na rua, equipes
ribeirinhas e fluviais, etc.) e academia da saúde, compartilhando as práticas e saberes
em saúde nos territórios sob responsabilidade destas equipes, atuando diretamente no
apoio matricial às equipes da(s) unidade(s) na(s) qual(is) o NASF está vinculado e no
território destas equipes.
Dessa forma, gerar recursos humanos qualificados para incrementar a
produtividade e a sanidade do rebanho nessa região, assim como a qualidade dos seus
produtos, além da saúde pública, é um dos desafios do Projeto Pedagógico do Curso,
que propõe a migração do eixo das Ciências Agrárias para o eixo das Ciências da Saúde,
reestruturando a matriz curricular proposta para atender de forma satisfatória a
necessidade da região.
OBJETIVOS DO CURSO:
Objetivos Gerais
A formação do Médico Veterinário tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos requeridos para o exercício profissional das seguintes competências e
habilidades gerais:
desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde,
tanto em nível individual quanto coletivo;
assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as
demais instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de
analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos;
realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos
princípios da ética/bioética;
tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força
de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas,
avaliando, sistematizando e decidindo as condutas mais adequadas, baseadas em
evidências científicas;
manter a confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com
outros profissionais de saúde e o público em geral;
assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem-estar da
comunidade;
tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de
trabalho, dos recursos físicos e materiais e de informação;
ser empreendedor , gestor , empregador ou liderança na equipe.
buscar o conhecimento continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua
prática, buscando aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso
com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de
profissionais, proporcionando condições para que haja benefício mútuo entre os
futuros profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive estimulando e
desenvolvendo a mobilidade acadêmico/profissional, a formação e a cooperação
através de redes nacionais e internacionais.
Objetivos Específicos
A formação do Médico Veterinário tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos requeridos para o exercício profissional das seguintes competências e
habilidades específicas:
respeitar os princípios éticos inerentes ao exercício profissional;
interpretar sinais clínicos, exames laboratoriais e alterações morfo-funcionais;
identificar e classificar os fatores etiológicos, compreender e elucidar a
patogenia, bem como, prevenir, controlar e erradicar as doenças que acometem
os animais;
instituir diagnóstico, prognóstico, tratamento e medidas profiláticas, individuais
e populacionais;
elaborar, executar e gerenciar projetos agropecuários, ambientais e afins à
profissão;
desenvolver, programar, orientar e aplicar as modernas técnicas de criação,
manejo, nutrição, alimentação, melhoramento genético, produção e reprodução
animal;
planejar, executar, gerenciar e avaliar programas de saúde animal, saúde pública
e de tecnologia de produtos de origem animal ;
executar a inspeção sanitária e tecnológica de produtos de origem animal;
planejar, elaborar, executar, gerenciar e participar de projetos nas áreas de
biotecnologia da reprodução e de produtos biológicos;
planejar, organizar e gerenciar unidades agroindustriais;
realizar perícias, elaborar e interpretar laudos técnicos em todos os campos de
conhecimento da Medicina Veterinária;
planejar, elaborar, executar, gerenciar e participar de projetos agropecuários e do
agronegócio;
relacionar-se com os diversos segmentos sociais e atuar em equipes
multidisciplinares da defesa e vigilância do ambiente e do bem-estar social;
exercer a profissão de forma articulada ao contexto social, entendendo-a como
uma forma de participação e contribuição social;
conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos
acadêmicos e científicos;
assimilar as constantes mudanças conceituais e evolução tecnológica
apresentadas no contexto mundial;
.avaliar e responder com senso crítico às informações que estão sendo oferecidas
durante a graduação e no exercício profissional.
PERFIL DO EGRESSO:
O Bacharel em Medicina Veterinária ou Médico Veterinário atua na prática clínica
aos animais em todas as suas modalidades. Em sua atividade, aplica conhecimentos de
clínica, cirurgia e fisiopatologia da reprodução com ênfase nos aspectos investigativos e
laboratoriais, visando à determinação de agentes e de fatores causais, de diagnósticos e
de tratamentos médicos ou cirúrgicos de enfermidades de diferentes naturezas. Atua na
atenção à saúde animal e à pública, elaborando, executando e gerenciando sistemas de
criação, manejo, nutrição, biotécnicas da reprodução e melhoramento genético,
atentando ao bem-estar animal. Executa a inspeção sanitária e tecnológica dos produtos
de origem animal e de seus derivados. Planeja, executa, gerencia e avalia programas em
saúde, epidemiologia, controle e erradicação das enfermidades infecto-contagiosas,
parasitárias e zoonoses, do saneamento ambiental, da produção e do controle de
produtos biológicos. Coordena e supervisiona equipes de trabalho. Em sua atuação,
considera a ética, a segurança e os impactos sócio-ambientais.
HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
I - Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem
estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da
saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que
sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do
sistema de saúde. Sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da
sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Os profissionais devem realizar seus
serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética,
tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato
técnico, mas sim, com a resolução do problema de saúde, tanto em nível individual
como coletivo;
II - Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado
na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custoefetividade,
da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de
práticas. Para este fim, os mesmos devem possuir competências e habilidades para
avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências
científicas;
III - Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a
confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros
profissionais de saúde e o público em geral. A comunicação envolve comunicação
verbal, não verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma
língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação;
IV - Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde
deverão estar aptos a assumirem posições de liderança, sempre tendo em vista o bem
estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia,
habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e
eficaz;
V - Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar
iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos
recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a
serem empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde;
VI - Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender
continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, os
profissionais de saúde devem aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso
com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, mas
proporcionando condições para que haja beneficio mútuo entre os futuros profissionais
e os profissionais dos serviços, inclusive, estimulando e desenvolvendo a mobilidade
acadêmico/profissional, a formação e a cooperação através de redes nacionais e
internacionais.
CAMPO DE ATUAÇÃO
O Médico Veterinário atua em clínicas e hospitais veterinários; em estabelecimentos
que processam produtos de origem animal; em fazendas e estabelecimentos
agroindustriais; na defesa sanitária animal e em saúde pública nas esferas municipal,
estadual e federal; em indústrias de fármacos e produtos biológicos de uso veterinário;
em centros de pesquisas no desenvolvimento de biotecnologias. Também pode atuar de
forma autônoma, em empresa própria ou prestando consultoria.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO
As atividades acadêmicas do curso de Medicina Veterinária a partir do ano letivo
de 2013 ficam assim distribuídas: disciplinas dispostas em períodos semestrais,
atendendo ao princípio de hierarquização de conteúdos; atividades acadêmicas
complementares.
O currículo do Curso de Graduação em Medicina Veterinária é constituído por
um conjunto de atividades acadêmicas distribuídas nas seguintes categorias:
1. disciplinas obrigatórias (tronco inicial – comum a todos os cursos do campus
Arapiraca, tronco intermediário – comum aos cursos do eixo da saúde (enfermagem e
medicina veterinária), tronco profissionalizante – específicas do curso de formação);
2. atividades acadêmicas especiais de natureza obrigatória, correspondente a estágio
supervisionado (incluso na soma da carga horária do curso); o trabalho de conclusão de
curso (incluído em separado na carga horária); e programa de extensão e de formação
complementar no ensino de graduação (incluso na soma da carga horária do curso).
3. atividades acadêmicas complementares, correspondentes à participação do
estudante em:
a) Acompanhamento da rotina nos laboratórios profissionalizantes;
b) monitoria acadêmica;
c) projetos de ensino, de pesquisa, de extensão e integrados;
d) disciplinas optativas;
e) cursos de extensão;
f) eventos aprovados pelo Colegiado de Curso, como Congressos, Simpósios,
Seminários, apresentação de trabalhos científicos quando não computados no item “b”
deste;
g) estágios extra-curriculares.
Esta disposição de Atividades Acadêmicas Complementares visa tornar o curso
de Medicina Veterinária com grande peso prático na formação do discente, não se
furtando das aulas práticas já contabilizadas nas próprias disciplinas.
Os conteúdos curriculares do curso de Medicina Veterinária estão articulados
segundo os eixos temáticos de conhecimento que constam no quadro abaixo:
CONHECIMENTOS
CONTRIBUIÇÕES
ESTUDANTE
À
FORMAÇÃO
DO %
DA
CARGA
HORÁRIA
TOTAL
Ciências Humanas e
Este eixo propõe que o aluno compreenda o ser 11,76%
Sociais
humano como um ser histórico e socialmente
determinado, analise os diferentes modos de
produção da sociedade e as suas formas de
organização.
Ciências Biológicas e Este eixo pretende que o aluno conheça as 20,81%
da Saúde
estruturas anatômicas de diferentes espécies
animais,
seus
mecanismos
funcionais.
Correlacione os componentes da cadeia de
transmissão das doenças e os mecanismos de
imunidade, compreenda o desenvolvimento do
processo saúde/doença.
Ciências da Medicina Este eixo pretende que o aluno conheça os 67,42%
Veterinária
sistemas de criação, reprodução e exploração
de animais de interesse econômico e ecológico.
Compreenda o processamento, padronização,
conservação e inspeção higiênica e sanitária
dos produtos de origem animal. Adquira
conhecimentos clínicos, cirúrgicos e de
fisiopatologia da reprodução com ênfase nos
aspectos semiológicos e laboratoriais, visando
a determinação da etiopatogenia, do
diagnóstico e dos tratamentos clínicos ou
cirúrgicos das enfermidades. Discuta as
atividades relacionadas ao planejamento em
saúde, à epidemiologia, ao controle e
erradicação
das
enfermidades
infectocontagiosas,
parasitárias
e
zoonoses,
saneamento ambiental, produção e controle de
produtos biológicos.
Ciências da
Medicina
Veterinária
Ciências
Biológicas e da
Saúde
Ciências Humanas
e Sociais
Conversão de hora aula em hora relógio
A resolução CP nº 02, de 18 de junho de 2007, que dispõe sobre a carga horária
mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação,
bacharelados, na modalidade presencial, institui que o curso de Medicina Veterinária
deve ter uma carga horária mínima de 4000 horas-relógio (60 minutos). Tendo em vista
que a hora-aula na Universidade Federal de Alagoas é de 50 minutos, se faz necessário
proceder ao ajuste entre horas-aula e horas-relógio, para atender à referida resolução.
A carga horária total do curso é de 5.420 (horas aula), sendo 4420 horas
referentes à disciplinas obrigatórias, 480 de horas de estágio, 400 horas de atividades
complementares e 120 destinadas ao Trabalho de Conclusão de Curso – TCC.
As atividades realizadas em sala de aula e laboratório terão sua carga horária
convertida para hora-relógio. Os componentes curriculares: estágios supervisionados, as
atividades complementares e Trabalho de Conclusão de Curso – TCC contarão como
hora-relógio, porque são componentes curriculares desenvolvidos pelo aluno de forma
autônoma (hora aula = hora relógio).
Para realizar a conversão a carga horária de aulas expositivas e práticas,
conduzidas pelo professor em sala e em laboratórios, foram multiplicados por 50
minutos e divididas por 60 minutos.
Síntese da carga horária do curso
Componentes Curriculares
Horas aula (50 min)
Horas relógio
Disciplina obrigatórias
4420
3683 h
Estágio Supervisionado
480
480
Atividades complementares
400
400
TCC
120
120
5.420 horas-aula
4683 horas-relógio
Carga horária total
Matriz Curricular
Caberá ao aluno de fluxo normal, cumprir as disciplinas previstas. Aos alunos de
fluxo individual, caberá ao colegiado do curso, avaliar, dar parecer, aceitar, negar,
reconduzir as disciplinas pleiteadas pelo aluno, respeitando os pré-requisitos e
permitindo ou não, sua matrícula em última instância. Esta matriz curricular foi
concebida mediante consulta à Resolução nº1 de 18 de fevereiro de 2003, CNE/CES.
As disciplinas eletivas estão incluídas no nicho das Atividades Complementares,
pois não há obrigatoriedade da opção pelas disciplinas e nem do cumprimento delas,
pois a matriz já garante o conhecimento geral da profissão.
A Matriz Curricular do curso de Medicina Veterinária, a ser implantada
gradativamente a partir do ano letivo de 2013, fica assim estabelecida:
Curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Alagoas – Campus
Arapiraca – Unidade educacional Viçosa, no regime semestral – Currículo 2013
Componentes curriculares
Carga Horária
Disciplinas obrigatórias
4420
Estágio Supervisionado
480
Trabalho de Conclusão de Curso
120
Atividades Complementares
400
Carga Horária de Integralização Curricular – CHIC
5420
Disciplinas
Obrigatórias
Estágio
Supervisionado
Trabalho de
Conclusão de Curso
Atividades
Complementares
1º PERÍODO
Disciplina
Lógica, Informática e Comunicação
Produção do Conhecimento: ciência e não–
ciência
Seminário Integrador I
Sociedade, natureza e desenvolvimento: da
realidade local à realidade global
Total
2º PERÍODO
Disciplina
Bases Anátomo-fisiológicas
Biologia Celular e Molecular
Bioquímica
Histologia e Embriologia Geral
Metodologia da Pesquisa
Saúde e Sociedade
Seminário Integrador II
Total
3º PERÍODO
Disciplina
Horas
C.H.
total
C.H.
teórica
120
120
6
6
6
6
C.H.
práti
ca
---
40
120
2
6
2
6
---
400
20
20
--
Horas C.H.
total
100
5
60
3
80
4
80
4
60
3
100
5
40
2
520
26
C.H.
teórica
3
2
3
2
3
5
1
19
C.H.
prática
2
1
1
2
--1
7
Horas
C.H.
total
4
4
3
4
4
3
3
25
C.H.
teórica
2
4
2
3
2
2
2
17
C.H.
prática
2
-1
1
2
1
1
8
C.H.
total
4
4
4
3
3
4
3
25
C.H.
teórica
2
4
3
3
3
3
2
20
C.H.
prática
2
-1
--1
1
5
Anatomia Veterinária
Bioestatística
Bioquímica Aplicada
Fisiologia Veterinária
Histologia Veterinária
Microbiologia Geral
Parasitologia I
Total
4º PERÍODO
Disciplina
80
80
60
80
80
60
60
500
Anatomia Topográfica
Farmacologia
Forragicultura
Genética Animal
Imunologia
Microbiologia Veterinária
Parasitologia II
Total
80
80
80
60
60
80
60
500
Horas
5º PERÍODO
Disciplina
Horas
Anestesiologia
Bioética e Bem Estar Animal
Epidemiologia
Nutrição Animal
Patologia Geral
Semiologia
Zootecnia dos Monogástricos
Total
6º PERÍODO
Disciplina
60
60
60
60
100
80
80
500
Doenças Infecciosas dos Animais Domésticos
Doenças Parasitárias dos Animais Domésticos
Patologia Clínica
Patologia Especial
Terapêutica
Zootecnia dos Ruminantes
Total
7º PERÍODO
Disciplina
100
80
80
100
60
80
500
Clínica Médica de Pequenos Animais I
Clínica Médica de Ruminantes I
Deontologia e Legislação Veterinária
Diagnóstico por Imagem
Higiene e Segurança Alimentar
Melhoramento Animal
Sanidade de Aves e Suínos
Técnica Cirúrgica
Total
8º PERÍODO
Disciplina
80
60
40
60
60
60
60
80
500
Clínica Cirúrgica I
Clínica Médica de Equídeos
Clínica Médica de Pequenos Animais II
Clínica Médica de Ruminantes II
Planejamento e Administração de Agronegócios
Tecnologia de Carne e Produtos Derivados
Tecnologia de Leite e Produtos Derivados
Fisiopatologia da Reprodução
Total
9º PERÍODO
Disciplina
60
60
80
60
40
60
60
80
500
Clínica Cirúrgica II
60
Horas
Horas
Horas
Horas
C.H.
total
3
3
3
3
5
4
4
25
C.H.
teórica
2
3
3
2
3
2
2
17
C.H.
prática
1
--1
2
2
2
8
C.H.
total
5
4
4
5
3
4
25
C.H.
teórica
3
2
2
3
2
2
14
C.H.
prática
2
2
2
2
1
2
11
C.H.
total
4
3
2
3
3
3
3
4
25
C.H.
teórica
2
2
2
2
3
3
2
2
18
C.H.
prática
2
1
-1
--1
2
7
C.H.
total
3
3
4
3
2
3
3
4
25
C.H.
teórica
2
2
2
2
2
2
2
2
16
C.H.
prática
1
1
2
1
-1
1
2
9
C.H.
total
3
C.H.
teórica
2
C.H.
prática
1
Extensão Rural
Inspeção de Leite e Produtos Derivados
Inspeção de Carne e Produtos Derivados
Obstetrícia Veterinária
Biotecnologia da reprodução
Zoonoses e Saúde Pública
Total
10º PERÍODO
Disciplina
60
80
80
60
80
80
500
3
4
4
3
4
4
25
3
2
2
2
2
4
17
-2
2
1
2
-8
Horas
Estágio Supervisionado Obrigatório
Trabalho de Conclusão de Curso
Total
Atividades Complementares
Carga horária total das disciplinas obrigatórias
Carga horária total do estágio, TCC e atividades
Complementares.
Total
480
120
600
400
4.420
1.000
C.H.
total
24
6
30
20
C.H.
teórica
-6
6
--
C.H.
prática
24
-24
20
5.420
A duração mínima e máxima prevista para o curso de Medicina Veterinária é de
5(cinco) e 7,5 (sete anos e meio), respectivamente. Para obter o grau de Médico
Veterinário, o estudante deverá cumprir um total de 5.420 (cinco mil e quatrocentas e
vinte horas) horas – aula, relativas ao currículo pleno proposto incluindo 4.900 da
Matriz Curricular e estágio, 400 das Atividades Acadêmicas Complementares e 120 do
Trabalho de Conclusão de curso.
As horas referentes ao estágio obrigatório são computadas juntamente com as
horas das disciplinas dos nove períodos de vivência acadêmica. A efetivação destas
horas (480) só será realizada mediante aprovação do TCC (Trabalho de Conclusão de
Curso).
O curso terá no mínimo 30% de aulas práticas e 10% de atividades de atividades
de extensão para o computo geral da carga horária.
Disciplinas Eletivas
As disciplinas eletivas, ou no caso, optativas, não são contempladas na matriz
curricular, por serem parte constituinte das atividades acadêmicas complementares, com
normatização de critérios de distribuição da carga horária, tanto em percentual quanto
em valores teto de composição. Verificar capítulo específico sobre “Atividades
Acadêmicas Complementares”.
CÓDIGO
MEDV051
MEDV052
MEDV053
MEDV054
MEDV055
MEDV056
MEDV057
DISCIPLINA
ANATOMIA DE ANIMAIS SILVESTRES
APICULTURA
AQUICULTURA
BASES EM TÉCNICAS HOSPITALARES
BIOCLIMATOLOGIA
BIOINFORMÁTICA
CLÍNICA E MANEJO DE ANIMAIS SILVESTRES
C.H.
40h
40h
40h
40h
60h
60h
60h
MEDV058
MEDV059
MEDV060
MEDV061
MEDV062
MEDV063
MEDV064
MEDV065
MEDV066
MEDV067
MEDV068
MEDV069
MEDV070
MEDV071
MEDV072
MEDV073
MEDV074
MEDV075
MEDV076
MEDV077
MEDV078
MEDV079
MEDV080
CULTURA DE ANIMAIS SILVESTRES E EXÓTICOS DE
INTERESSE COMERCIAL
DOENÇAS DOS SUÍNOS
ECONOMIA RURAL
EDUCAÇÃO SANITÁRIA
EMPREENDEDORISMO E INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
ETOLOGIA
EXAME CLÍNICO DE BOVINOS
FISIOTERAPIA
HISTÓRIA AFRO BRASILEIRA E AFRICANA
INGLÊS INSTRUMENTAL
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS-LIBRAS
MARKETING VETERINÁRIO
MEDICINA VETERINÁRIA ALTERNATIVA
MICROBIOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
NEUROCIÊNCIA
ODONTOLOGIA VETERINÁRIA
OFTALMOLOGIA VETERINÁRIA
PERÍCIA VETERINÁRIA FORENSE
PODOLOGIA
RAÇAS E CRUZAMENTOS EM BOVINOS
SANEAMENTO AMBIENTAL
SANIDADE DE BEZERROS
TOXICOLOGIA
40h
40h
40h
40h
40h
40h
60h
40h
60h
60h
60h
40h
40h
40h
120h
40h
40h
40h
40h
60h
40h
60h
60h
TECNOLOGICAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO - TICs
Os acadêmicos de Medicina Veterinária contam com a disciplina Lógica,
Informática e comunicação compondo o Tronco Inicial, a qual introduz o aluno ao uso
de tecnologias da informação e uso de computador e internet. A unidade educacional
Viçosa conta com um laboratório de Informática com computadores conectados à
internet e disponíveis para uso.
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS
1º PERÍODO – TRONCO INICIAL
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sociedade, natureza e desenvolvimento: da realidade local a realidade
global.
1º
Carga horária: 120h
TRIN001
Pré-requisito:
EMENTA: Reflexão crítica sobre a realidade, tendo como base o conhecimento de
mundo a partir de um contexto local e sua inserção global, através de abordagem
interdisciplinar sobre sociedade, seu funcionamento, reprodução, manifestação diversas
e suas relações com a cultura, economia, política e natureza.
Bibliografia Básica:
HALL, S. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A, 1998.
LIRA, F. Alagoas: formação da riqueza e da pobreza. Maceió: Edufal, 2008.
SORJ, B. A nova sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.
SANTOS, L. G. Politizar as novas tecnologias. Editora 34, 2003.
Bibliografia Complementar:
DIEGUES, A. C. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo:
Annablume/Hucitec, USP, 2002.
GONÇALVES, C. W. Paixão da Terra: ensaios críticos de ecologia e geografia. Rio
de Janeiro: Pesquisadores associados em Ciências Sociais, 1984.
RIBEIRO, D. O povo brasileiro. São Paulo: Cia das Letras, 2006.
SACHS, I. Estratégias de transição para o século XXI - desenvolvimento e meio
ambiente. São Paulo: Studio Nobel, 1993.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Produção do conhecimento: ciência e não ciência
1º
Carga horária: 120h
TRIN002
Pré-requisito:
EMENTA: Instrução e discussão sobre ciência e seus instrumentos e métodos
científicos, mas também sobre expressões, conhecimentos tradicionais, populares e
locais, para o reconhecimento de um diálogo de saberes e a internalização de novos
paradigmas.
Bibliografia Básica:
ARISTÓTELES. Metafísica. Trad. De Leonel Vallandro. Porto Alegre: Editora globo,
1969
DESCARTES, R. Discurso do método. Trad. De Maria E. Galvão. São Paulo: Martins
Fontes, 2003.
HUME, D. Investigação sobre o Entendimento Humano e sobre os princípios da moral.
São Paulo: UNESP, 2004.
PLATÃO. A República. Trad. de Carlos Alberto Nunes. 3 ed. Belém: Editora
universitária, 2001. Livro VII ( O Mito da Carverna).
POPPER, K. R. A Lógica da Pesquisa Científica. Trad. de Leonidas Hegenberg e
Octanny S. da Mota. São Paulo: Cultrix/ EDUSP, 1975.
Bibliografia Complementar:
BOMBASSARO, L. C. As fronteiras da epistemologia: Como se produz o
conhecimento. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1992.
CHALMERS, A. F. O que é ciência, afinal?. Trad. de Raul Fiker. São Paulo:
Brasiliense, 1993.
DUTRA, L. H. de A. Introdução à teoria da ciência. Florianópolis: Editora da UFSC,
1998.
KÖCHE, J. C. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da ciência e iniciação
à pesquisa. 21 ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
REALE, G.; ANTISERI, D. História da Filosofia. 3 ed. São Paulo: Paulus, 2007. (3
volumes).
Disciplina:
Semestre:
Código:
Lógica, informática e comunicação
1º
Carga horária:
TRIN003
Pré-requisito:
120h
EMENTA: Oferta de instrumentais básicos requeridos pelo cursar da graduação
universitária, fundamentalmente: usos da linguagem, indução e dedução; novas
tecnologias de comunicação, usos do computador e da Internet; expressão escrita,
análise, interpretação e crítica textual.
Bibliografia Básica:
COPI, I. M. Introdução à Lógica. ed.São Paulo: Mestre Jou Editora, 1981.
FURASTÉ, P. A. Normas Técnicas para o trabalho científico: elaboração e
formatação. 14 ed. Porto Alegre: ABNT, 2007.
LÉVY, P. A conexão planetária: o mercado, o ciberespaço, a consciência.
São Paulo: Ed. 34, 2001.
MANZANO, J. A. N. G. Broffice.org 2.0: Guia Prático de Aplicação. São Paulo:
Editora
Érica, 2007.
NAVEGA, S. Pensamento Crítico e Argumentação Sólida. São Paulo: Editora
Intelliwise, 2005.
Bibliografia Complementar:
CASTELLS, M. A Galáxia da Internet: Reflexões sobre a Internet, os negócios
e a sociedade, Jorge Zahar Editor,Rio de Janeiro, 2003.
JOHNSON, S. Cultura da interface: como o computador transforma nossa
maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
LAUDON, K C.; LAUDON, J. P. Sistemas de Informação. 4a. ed. São Paulo: LTC,
1999.
SOUZA, João Nunes de. Lógica Para Ciência da Computação. 7ª ed. São Paulo:
Campus,
2002.
VANOYNE, F. Usos da Linguagem: Problemas e Técnicas na Produção Oral e
Escrita. São Paulo: Martins Fontes, 2000.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Seminário Integrador I
1º
TRIN004
Carga horária:
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Discussão local, interdisciplinar, de integração das atividades e de avaliação
dos progressos discentes de cada Eixo.
Bibliografia Básica:
BASTOS FILHO, J. et al. Cultura e desenvolvimento. Maceió: Prodema/ UFAL,
1999. LEITE, L. H. A. Pedagogia de projetos: intervenções no presente. Presença
Pedagógica, v. 2, n.8. mar/abr, 1996.
ABLAS, L. A. Q. Intercâmbio Desigual e Subdesenvolvimento regional no Brasil. São
Paulo, FIPE/ Pioneira, 1985.
FRANCIS, D. G. et al. Comunicação profissional: o ensino, a extensão e a pesquisa
como práticas de construção do conhecimento. Uberlândia/ MG, Unimas, 2004.
SILVA, A. M. et al. Guia para normatização de trabalhos técnico-científicos:
projetos de pesquisas, monografias, dissertações e teses. 4ª ed. Uberlândia, EDUFU,
2004. 158p.
Obs.: Serão utilizadas as bibliografias das disciplinas do semestre.
2º PERÍODO – TRONCO INTERMEDIÁRIO
Disciplina:
Semestre:
Código:
Bases Anátomo-Fisiológicas
2º
Carga horária:
SAUD001
Pré-requisito:
100 horas
EMENTA: História da Anatomia; Nomenclatura Anatômica, Planos, Eixos, Posição
Anatômica; Osteologia; Artrologia; Neurologia com sua Divisão Anatômica e
Fisiológica, Fisiologia de Receptores, Potencial de membrana, Neurônio Motor e
Sensitivo, Arco Reflexo, Anatomia e fisiologia do SNP, SNA, SNC, Medula e
meninges; Miologia, Fisiologia do Músculo e Fuso Neuro-muscular; Digestório com
aspectos básicos de Peristaltismo, Digestão e metabolismo de Carboidratos, Lipídeos e
Proteínas; Aparelho Circulatório com a Anatomia do coração e envoltórios
pericardíacos, Fisiologia do Ciclo circadiano, circulação fetal; Anatomia e Fisiologia
Angiológica no seu Controle da pressão arterial; Aspectos do Aparelho Respiratório
com Hematose e Mecânica da respiração; Urogenital com enfoque na Filtragem
Glomerular e Néfron.
Bibliografia Básica:
CONSTANTINESCU, G. M. Anatomia clínica de pequenos animais. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
CUNNINGHAM, J.G. Tratado de Fisiologia Veterinária. Rio de Janeiro, Guanabara,
1993. 454p.
DUKES, H.H; SWENSON, Maelvin J.; REECE, William O. Fisiologia dos animais
domésticos. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koongan, c1996.
GETTY, R.; SISSON & GROSMAN. Anatomia dos animais domésticos. Vol. 1 e 2.
Guanabara Koogan. 1986.
GUYTON, A.C. & HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 9. ed. Rio de Janeiro,
Guanabara, 1997. 1013p.
KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G.; TEIXEIRA FILHO, A. Anatomia dos animais
domésticos: texto e atlas colorido. 2 Volumes. Porto Alegre: Artmed, 2002.
REECE. Anatomia Funcional e Fisiologia dos Animais Domésticos. 3. ed. São Paulo:
Roca, 2008.
Bibliografia Complementar:
KOLB, Fisiologia Veterinária, Guanabara Koogan, 1993
GREY, Anatomia, 1990.
MACHADO, A. Neuroanatomia Funcional, Ed. Atheneu, 2ª Edição, SP, 1993.
DIDIO, L.J.A., Tratado de Anatomia, vol. 1 e 2, Ed. Pollus, SP, 1998.
AIRES, M.M. Fisiologia, Guanabara Koogan, 2ª Edição, SP, 2010.
GANONG - Fisiologia Médica, Atheneu, 17ª Ed. 680p. DONE, S.H. Atlas colorido de
anatomia veterinária. Manole, 2003.
STICKLAND, N.C.; GOODY, P.C.; DONE, S.H.; EVANS, A. Atlas colorido de
anatomia veterinária do cão e do gato. Manole, 2002.
SALOMON, F. Atlas de anatomia aplicada dos animais domésticos. 2 ed. Rio de
Janeiro:Guanabara Koogan. 2002.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Biologia Celular e Molecular
2º
Carga horária:
SAUD002
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Introdução e mecanismos moleculares básicos (Células procarióticas e
eucarióticas; Propriedades do DNA, mutação, replicação e reparo; Propriedades do
RNA, transcrição; Proteínas, tradução; núcleo e cromossomos), genomas e pósgenômica; biotecnologia, Membrana plasmática; citoesqueleto; mitocôndria; retículo
endoplasmático; complexo de golgi; sinalização celular; adesão e interações celulares;
divisão celular; mitose; meiose; diferenciação celular; apoptose; câncer; células-tronco;
biotecnologia.
Bibliografia Básica:
DE ROBERTIS, Eduardo M. F.; HIB, José; PONZIO, Roberto. Biologia celular e
molecular. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2003. xiv, 413p
De ROBERTIS, Eduardo M. F.; HIB, José De ROBERTIS. Bases da biologia celular e
molecular. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006, 389p.
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 8. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan , 2005, 332p.
Bibliografia Complementar:
BOLSOVER, S. R. et. al. Biologia celular. 2.ed. Guanabara Koogan, , 2005.
KARP, G. Biologia celular e molecular: conceitos e experimentos. São Paulo:
Manole, 2005.
LODISH, H. Molecular cell biology. 5. ed. New York. USA. Freeman and Company,
2005.
TURNER, P.C. Biologia Molecular 2 ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004,
287p.
ALBERTS, B. et. al. Biologia molecular da célula. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010,
1463p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Bioquímica
2º
SAUD003
Carga horária:
Pré-requisito:
80h
EMENTA: Água: seus efeitos nas biomoléculas, química de aminoácidos e proteínas,
enzimas, química de carboidratos, química de lipídios e esteroides, glicólise,
glicogenólise, cadeia respiratória e fosforilação oxidativa, metabolismo do glicogênio,
metabolismo de lipídeos, metabolismo de aminoácidos, hormônios e bioquímica da
nutrição (macronutrientes e micronutrientes).
Bibliografia Básica:
LEHNINGER . Princípios de bioquímica. 4 ed. Editora Sarvier. 2006.
MARZZOCO. A.: TORRES. B. B. Bioquímica Básica. 2 ed. Guanabara Koogan. Rio
de Janeiro: 1999
DEVLIN, T. M. Manual de Bioquímica com correlações clínicas. 5. ed. São Paulo:
Editora Edgard Blucher, 2007. 1084
Bibliografia Complementar:
MOTTA, Valter Teixeira da Bioquímica Caxias do Sul; EDUCS, 2005, 332p.
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayarso Baptista Bioquímica Básica 3 ed rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2007, 386p.
CAMPBELL, Mary K. Bioquímica 3 ed Porto Alegre: artmed, 200, 752p.
CHAMPE, Pamela C; FERRIER, Denise R.; HARVEY, Richard A. Bioquímica
ilustrada. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006, 533 p.
CHAMPE, Pamela C; FERRIER, Denise R.; HARVEY, Richard A. Bioquímica
ilustrada. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009, 519 p.
LEHNINGER, Albert Lester; NELSON, David L.; COX, Michael M. Princípios de
Bioquímica 4 ed São Paulo: Sarvier, 2006, 1202p.
BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L; STRYER, Lubert. Bioquímica. 5. ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004, 1059
Disciplina:
Semestre:
Código:
Histologia e Embriologia Geral
2º
Carga horária:
SAUD004
Pré-requisito:
80h
EMENTA: Definição e aspectos básicos de histologia e embriologia. Reconhecer os
diversos tipos de tecidos e estudar o desenvolvimento embriológico.
Bibliografia Básica:
GEORGE, Luiz Ludovico; ALVES, Carlos Elvas Rodrigues; CASTRO, Rodrigo Roque
Lesqueves de. Histologia comparada. 2. ed. Roca, 1998, 286 p.
GARCIA, Sônia Maria Lauer de; FERNÁNDEZ, Casimiro García Embriologia 2 ed
Porto Alegre: Artmed, 2001, 416 p.
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11 ed , Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008, 524 p.
SOBOTTA, J.; WELSCH, U. Sobotta – Atlas de Histologia: citologia, histologia e
anatomia microscópica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007, 259p.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, Jorge Mamede de Embriologia Veterinária Comparada Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1999, 176 p.
FIORE, M. S. H. Atlas de Histologia. 7 ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
229 p.
FIORE, Mariano S. H. di; HIB, José. Di Fiore histologia: texto e atlas. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003. xviii, 513 p.
GARTNER, Leslie P.; HIATT, James. Atlas colorido de histologia. 4.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2007, 432 p
KIERSZENBAUM, Abraham L.; NASCIMENTO, Adriana Paulino do (trad)
Histologia e Biologia Celular: uma introdução à patologia 2 ed Rio de Janeiro:
Elsevier, 2008, 677p.
PIEZZI, Ramón S.; FORNÉS, Miguel W. Novo altas de histologia normal de Di
Fiori Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008, 334 p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Metodologia da Pesquisa
2º
SAUD005
Carga horária:
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Conceitua projeto de pesquisa, artigo científico e monografia. Estuda os
aspectos metodológicos da pesquisa. Instrumentaliza o discente na elaboração de um
projeto de pesquisa.
Bibliografia Básica:
GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 5º ed. São Paulo: Atlas, 2010.
KÖCHE, J.C. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e iniciação
à pesquisa. 23. ed. Petrópolis : Vozes, 2002. 182p.
PÁDUA, E.M.M. Metodologia da pesquisa: abordagem teorico-pratica. 11 ed.
Campinas: Papirus, 2005. 94p.
Bibliografia Complementar:
BARROS, A.J.P.; LEHFELD, N.A.S. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas.
18. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. 127 p.
MARTINS, G.A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 3. ed. São
Paulo: Atlas, 2002. 134 p.
RUDIO, F.V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 34. ed. Petrópolis, RJ:
Vozes, 1986. 144 p.
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. rev. e
ampl. Cortez, 2002 335 p.
LAKATOS, E. M. e MARCONI M. de A. Fundamentos de Metodologia Científica.
4. ed. rev. e amp,l. São Paulo: Atlas, 2001.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Saúde e Sociedade
2º
SAUD006
Carga horária:
Pré-requisito:
100h
EMENTA: Estuda a determinação social do processo saúde-doença; a interação
homem-ambiente; o processo histórico das políticas públicas de saúde; e a
contextualização do processo saúde-doença em Alagoas.
Bibliografia Básica:
ROUQUAYROL, Maria Zélia. Epidemiologia e Saúde. 6 ed. Rio de Janeiro, Medsi,
2003.
PEREIRA, Maurício Gomes. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1995.
MACHADO, Paulo Henrique Battaglin; LEANDRO, José Augusto; MICHALISZYN,
Mario Sergio. Saúde coletiva: um campo em construção. Curitiba: Ibpex, 2006.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA FILHO, Naomar de; ROUQUAYROL, Maria Zélia. Introdução à
epidemiologia. 4. ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro: Medsi; Guanabara Koogan, 2006.
BUSS, Paulo Marchiori. Globalização, pobreza e saúde. Caderno de saúde Coletiva. v.
12, n. 6, p. 1575-589, 2007.
BUSS, Paulo Marchiori; PELLEGRINI FILHO, Alberto. A saúde e seus determinantes.
PHYSIS: Rev. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 17, n. 1, p. 77-93, 2007.
CAMPO, Gastão Wagner de Souza; MINAYO, Maria Cecília de Souza; AKERMAN,
Marco, et. al. Tratado de Saúde Coletiva. 1ª reimpres. Editora Hucitec: São Paulo,
2009.
LESSA, Sergio. Trabalho e Proletariado no capitalismo contemporâneo. São Paulo:
Cortez, 2007.
MARX, Karl. O Capital. Crítica da Economia Política. Livro Primeiro. Tomo 1. São
Paulo: Editora Nova Cultural, 1996.
MARX, Karl. O Capital. Crítica da Economia Política. Livro Primeiro. Tomo 2. São
Paulo: Editora Nova Cultural, 1996.
NETTO, J. P. Cinco notas a propósito da questão social. Temporalis. Revista da
ABEPSS, n.3, 2001.
PIMENTEL, Edlene. Uma “Nova Questão Social”? Raízes materiais e humanosociais do pauperismo de ontem e de hoje. Maceió/AL: EDUFAL, 2007.
SILVA, Sóstenes Ericson Vicente da. Agricultura familiar no Brasil e as
transformações no campo no início do século XXI. Dissertação de Mestrado em
Serviço Social. UFAL: PPGSS, 2010.
SOUZA, Diego de Oliveira; SILVA Sóstenes Ericson Vicente da; SILVA, Neuzianne
de Oliveira. Determinantes Sociais da Saúde: reflexões a partir das raízes da
“questão social”. Saúde e Sociedade. São Paulo, v. 22, n. 1, 2013.
THRUSFIELD, M. V. Epidemiologia veterinária. 2. Ed. São Paulo: Roca, 2004.
ZACARIAS, Rachel. A lógica destrutiva do processo de acumulação do capital e a
destruição ambiental. Revista PRAIAVERMELHA , Rio de Janeiro, v. 19 nº 2 / p. 6572 / Jul-Dez 2009.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Seminário Integrador II
2º
SAUD007
Carga horária:
Pré-requisito:
40h
EMENTA: Discussão vocacionada ao eixo das Ciências da Saúde, interdisciplinar, de
integração das atividades e de avaliação dos progressos discentes do eixo.
Bibliografia Básica:
LAKATOS, E.M., Fundamentos da metodologia científica, 2005.
MARCONI, M.A, Técnica de Pesquisa, 2006.
MARTINS, E, Manual de redação e estilo, 1997.
Obs.: Serão utilizadas as bibliografias das disciplinas do semestre.
3º PERÍODO – TRONCO PROFISSIONALIZANTE
Disciplina:
Semestre:
Código:
ANATOMIA VETERINÁRIA
3º
Carga horária:
MEDV001
Pré-requisitos:
80h
SAUD001
Ementa: Osteologia Comparada para Medicina Veterinária; Artrologia Médica
Veterinária; Miologia Médica Veterinária; Neurologia e Angiologia Periférica;
Tegumento Comum; Gl. Mamária; Aparelho Respiratório Comparado; Endocrinologia
Veterinária; Aparelho Digestório Comparado; Aparelho Urinário Comparado; Aparelho
Genital Feminino; Aparelho Genital Masculino.
Bibliografia Básica:
KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G.; TEIXEIRA FILHO, A. Anatomia dos animais
domésticos: texto e atlas colorido. 2 Volumes. Porto Alegre: Artmed, 2002.
GETTY, R.; SISSON & GROSMAN. Anatomia dos animais domésticos. Vol. 1 e 2.
Guanabara Koogan. 1986
CONSTANTINESCU, G. M. Anatomia clínica de pequenos animais. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
Bibliografia Complementar:
STICKLAND, N.C.; GOODY, P.C.; DONE, S.H.; EVANS, A. Atlas colorido de
anatomia veterinária do cão e do gato. Manole, 2002.
SALOMON, F. Atlas de anatomia aplicada dos animais domésticos. 2 ed. Rio de
Janeiro:Guanabara Koogan. 2002.
Disciplina:
Semestre:
Código:
BIOESTATÍSTICA
3º
MEDV002
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
EMENTA: Bioestatística e sua importância para a Medicina Veterinária.
Caracterização das variáveis e suas distribuições. Emprego de técnicas da estatística
descritiva e da estatística inferencial. Noções de probabilidade. Análise de variância e
delineamentos experimentais. Regressão e correlação. Uso de pacotes estatísticos
aplicados à Medicina Veterinária.
Bibliografia Básica:
FARIAS, A. A.; CÉSAR, C. C.; SOARES, J. F. Introdução à estatística. 2. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2003. xiii, 340 p.
FERREIRA, P. V. Estatística experimental aplicada à agronomia. Maceió, AL:
EDUFAL 2000. 419 p.
REIS, J. C. Estatística aplicada à pesquisa em ciência veterinária. Olinda, PE: Luci
Artes Gráficas Ltda, 2003.
Bibliografia Complementar:
MORETTIN, L. G. 1941. Estatística básica. 6. ed. Makron Books, Pearson Education
do Brasil, 2010 540 p.
PAGANO, M.; PAIVA, L. S. C. (Trad). Princípios de bioestatística. Thompson, 2004.
506p.
PETERNELLI, L. A.; MELLO, M. P.Conhecendo o R: uma visão estatística. Viçosa:
UFV, 2011. 185 p.
PETRIE, A.; WATSON, P. Estatística em ciência animal e veterinária.
RIBEIRO JÚNIOR, J. I. Análises estatísticas no excel: guia prático. Viçosa: UFV,
2004. 251 p.
SAMPAIO, I. B. M. Estatística aplicada à experimentação animal. 3. Ed. Belo
Horizonte: FEPMVZ, 2007.
VIEIRA, S. Bioestatística: tópicos avançados, testes não-paramétricos, tabelas de
contingências e análise de regressão. 2. ed. rev. e atual. Rio de janeiro: Elsevier, 2003
216 p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
BIOQUÍMICA APLICADA
3º
Carga horária:
MEDV003
Pré-requisito:
60 horas
SAUD003
EMENTA: Bioquímica do pré-estômago de ruminantes, bioquímica da lactação,
bioquímica endócrina, bioenergética, bioquímica da reprodução, bioquímica dos
eicosanoides.
Bibliografia Básica:
BACILA M. Bioquímica Veterinária. 5 ed. Editora Varela 2010
Devlin – Manual de Bioquímica com Correlações Clinicas. Editora Bulcher. 6. ed.
2007.
DIAS CORREIA & DIAS CORREIA. Bioquímica Animal - Editora Fundação
Caloustre Galbekian - Lisboa, 1986.
SMITH E.L. et al Bioquímica - Aspectos Gerais - Editora Guanabara Koogan - 7a
edição.
Bioquímica - Mamíferos - Editora Guanabara Koogan - 7a edição
Bibliografia Complementar:
BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L; STRYER, Lubert. Bioquímica. 5. ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004, 1059
CAMPBELL, Mary K. Bioquímica. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 200, 752p.
CHAMPE, P. C.; FERRIER, D. R.; HARVEY, R. A. Bioquímica ilustrada. 4. ed.
Porto Alegre: Artmed, 2009, 519 p.
LEHNINGER, Albert Lester; NELSON, David L.; COX, Michael M. Princípios de
Bioquímica 4 ed São Paulo: Sarvier, 2006, 1202p.
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayarso Baptista. Bioquímica Básica 3 ed rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2007, 386p.
MOTTA, Valter Teixeira da Bioquímica Caxias do Sul; EDUCS, 2005, 332p.
NELSON, D. L.; COX, M. M. Lehninger Princípios de Bioquímica. 3 ed. São Paulo:
Sarvier, 2002.
Disciplina:
Semestre:
Código:
FISIOLOGIA VETERINÁRIA
3º
Carga horária:
MEDV004
Pré-requisito:
80 horas
SAUD001
EMENTA: Aspectos da fisiologia animal comum a diversas espécies de mamíferos,
bem como sua relação com o meio e as outras ciências, incluindo temas como
homeostase ácido-básica, sistema endócrino, fisiologia da reprodução em mamíferos e
aves, lactação, fisiologia comparativa do sistema digestório, além de biomecânica.
Bibliografia Básica:
CUNNINGHAM, James G; KLEIN, Bradley G. Tratado de fisiologia
veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier Saunders, 2008. 710 p.
DUKES, H.H.; SWENSON, Maelvin J.; REECE, William O. Fisiologia dos
animais domésticos 11 ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996, 856p.
REECE, William O. Anatomia funcional e fisiologia dos animais domésticos. 3.
ed. São Paulo: Roca, 2008. 468 p.
Bibliografia Complementar:
DURÁN, José Enrique Rodas. Biofísica: fundamentos e aplicações. Pearson
Prentice Hall, 2003. xiv, 318 p. ISBN 858791832X (broch.)
FREITAS, Vicente José de Figueirêdo; FIGUEIREDO, José Ricardo
de. Biotécnicas aplicadas à reprodução animal. 2. ed. São Paulo: Roca, 2008.
395 p. : ISBN 9788572417440 : (Enc.)
GUYTON, Arthur C.; HALL, John E. Fisiologia humana e mecanismos das
doenças 6 ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998, 639p.
HAFEZ, B; HAFEZ, E. S. E. ((ed.)). Reprodução animal. 7 ed. Barueri,SP:
Manole, 2004. xiii, 513 p. ISBN 852041222X (Enc.)
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11 ed , Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008
SCHIMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia Animal – Adaptação e Meio Ambiente.
5. Ed. São Paulo: Santos, 2002.
SISSON, Septimus; GROSSMAN, James Daniels Anatomia dos animais
domésticos 5 ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 186, 952p.
Acervo Periódicos CAPES
Disciplina:
Semestre:
Código:
HISTOLOGIA VETERINÁRIA
3º
Carga horária:
MEDV005
Pré-requisito:
80 horas
SAUD004
Ementa: O estudo de forma descritiva da organização histológica e histofisiológica dos
sistemas corporais.
Bibliografia Básica:
GEORGE, Luiz Ludovico; ALVES, Carlos Elvas Rodrigues; CASTRO, Rodrigo Roque
Lesqueves de. Histologia comparada. 2. ed. Roca, 1998, 286 p.
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11 ed , Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008, 524 p.
SAMUELSON, Don A. Tratado de histologia veterinária. Rio de Janeiro: Elsevier
Saunders, c2007. 527 p.
SOBOTTA, J.; WELSCH, U. Sobotta – Atlas de Histologia: citologia, histologia e
anatomia microscópica. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007, 259p.
Bibliografia Complementar:
BACHA JR, W.; BACHA, L. Atlas Colorido de Histologia Veterinária. 2 ed, São
Paulo: Roca, 2003, 457p.
FIORE, M. S. H. Atlas de Histologia. 7 ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
229 p.
FIORE, Mariano S. H. di; HIB, José. Di Fiore histologia: texto e atlas. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003. xviii, 513 p.
GARTNER, Leslie P.; HIATT, James. Atlas colorido de histologia. 4.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2007, 432 p
KIERSZENBAUM, Abraham L.; NASCIMENTO, Adriana Paulino do (trad)
Histologia e Biologia Celular: uma introdução à patologia 2 ed Rio de Janeiro:
Elsevier, 2008, 677p.
PIEZZI, Ramón S.; FORNÉS, Miguel W. Novo altas de histologia normal de Di
Fiori Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008, 334 p.
Disciplina;
Semestre:
Código:
MICROBIOLOGIA GERAL
3º
Carga horária:
MEDV006
Pré-requisito:
60h
EMENTA: Estudo das características morfológicas, metabolismo, reprodução de
bacterias e fungos. Controle dos microrganismos por agentes físico e químicos.
Métodos: de coloração, bioquímicos e de anaerobiose e microaerofilia. Vírus: estrutura,
formas de infecção e disseminação viral, replicação viral.
Bibliografia Básica:
HIRSH, Dwight. C., ZEE Y. C., Microbiologia Veterinária, Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003, 446p.
PANDEY, R. Microbiologia veterinária: perspectivas clínicas e moleculares. São
Paulo: Roca, 1994. 214 p.
PANDEY, R. Infecção e imunidade em animais domésticos. São Paulo: Roca, 1994.
254 p.
QUINN P.J., MARKEY B. K., CARTER M. E., Microbiologia Veterinária e
Doenças Infecciosas Porto Alegre: Artmed, 2005, 512p.
Bibliografia Complementar:
JAWETZ, Melnick & Adelberg. Microbiologia Médica. 21 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2000.
PELCZAR JR., Michael J, et al. Microbiologia - Conceitos e Aplicações. 2 ed. Vol. 2 São
Paulo: Makron Books, 1996.
RIBEIRO Mariângela & SOARES, Magali S. R. Microbiologia Prática - Roteiro e
Manual - Bactérias e Fungos 1 ed. São Paulo: Atheneu, 1993.
TRABULSI, Luís Rachid et al Microbiologia, 3 ed. São Paulo: Editora Atheneu, 1999.
Disciplina:
Semestre:
Código:
PARASITOLOGIA VETERINÁRIA I
3º
Carga horária:
MEDV007
Pré-requisitos:
60h
EMENTA: Estudo da morfologia e biologia de Artrópodes e Protozoários de
importância Médico – Veterinária, com destaque para as particularidades de relevância
para diferenciação dos parasitos. Conhecimento de material de laboratório usado na
Parasitologia e técnicas utilizadas na preparação e montagem.
Bibliografia Básica:
BOWMAN, D. Parasitologia Veterinária de Georgis. 8. ed. Barueri (SP): Manole,
2006, 422p.
FOREYT, W. J. Parasitologia Veterinária: manual de referência. 5. ed. São Paulo:
Roca, 2005, 240 p.
FORTES, E. Parasitologia Veterinária. 3. ed. São Paulo: Ícone, 1997, 686p.
TAYLOR, M. A; COOP, R. L; WALL, R. L. Parasitologia veterinária. 3 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2010, 742p.
URQUHART, G. M. Parasitologia Veterinária. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. Rio de Janeiro, 1996, 273p.
Bibliografia Complementar:
MARCONDES, C. B. Entomologia Médica e Veterinária. São Paulo: Atheneu. 2001,
432p.
NEVES, D. P. Parasitologia Humana. 10. ed. São Paulo: Atheneu; São Paulo, 2000,
428p.
REY, L. Bases da Parasitologia Médica Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1992,
349p.
SLOSS, M. W. Parasitologia Clínica Veterinária. 6. ed. São Paulo: Manole,
Acervo Periódicos CAPES.
4º PERÍODO – TRONCO PROFISSIONALIZANTE
Disciplina:
Semestre:
Código:
ANATOMIA TOPOGRÁFICA
4º
Carga horária:
MEDV008
Pré-requisito:
80 horas
MEDV001
EMENTA: Objetivos e métodos de estudo. Divisão regional do corpo. Sintopia geral
dos órgãos. Princípios de biomecânica e bioestática (membros, arco e corda,
respiração). Membro torácico: regiões, anatomia palpatória, anatomia topográfica
aplicada, acessos a ossos e articulações. Membro pélvico: regiões, anatomia palpatória,
anatomia topográfica aplicada, acessos a ossos e articulações. Região Inguino-escrotal:
regiões, anatomia palpatória, anatomia topográfica aplicada, anatomia comparativa
entre machos e fêmeas. Cabeça e pescoço: regiões, anatomia palpatória, anatomia
topográfica aplicada, acessos a ossos e órgãos. Tórax: regiões, anatomia palpatória,
anatomia topográfica aplicada. Abdome: regiões, anatomia palpatória, anatomia
topográfica aplicada. Topografia dos órgãos pélvicos e escavações retroperitoneais.
Visão topográfica aplicada dos cortes de carnes comerciais. Aplicação Semiológica de
Anatomia Topográfica em animais vivos. Estudo da anatomia da aves.
Bibliografia Complementar:
ASHDOWN, R.R.; DONE, S.H. Atlas colorido de Anatomia Veterinária. Os
ruminantes. 1987
ASHDOWN, R.R.; DONE, S.H.; Atlas colorido de anatomia veterinária. O cavalo,
1989
CONSTANTINESCU, G. M. Anatomia clínica de pequenos animais. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan.
DYCE, K.J.; SACK, W.º; WEISINGD, C.J.C. Tratado de anatomia Veterinária. 1990
GETTY, R.; SISSON & GROSMAN. Anatomia dos animais domésticos. Vol. 1 e 2.
Guanabara Koogan. 1989
KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G.; TEIXEIRA FILHO, A. Anatomia dos animais
domésticos: texto e atlas colorido. 2 Volumes. Porto Alegre: Artmed, 2002.
Bibliografia complementar:
ELLENBERGER, W.; BAUM, H. Lehrbuch der Topographischen Anatomie des
Peerdes. 1977
EVANS; De LaHUNTA. Guia para a Dissecação do Cão. 1998
MILLER, M.E.; EVANS, H.E.; CHRISTENSEN. G.C. Anatomy of the dog. 1979
NICKEL, R.; SCHUMMER, A SEIFERLE, E. The viscera of the Domestic
Mammals. 1973
POPESKO, P. Atlas of topographical Anatomy of the Domestic Animals. 1977
SALOMON, F. Atlas de anatomia aplicada dos animais domésticos. 2 ed. Rio de
Janeiro:Guanabara Koogan. 2002.
Stickland, N.C.; Goody, P.C.; Done, S.H.; Evans, A. Atlas colorido de anatomia
veterinária do cão e do gato. Manole, 2002.
Disciplina:
Semestre:
Código:
FARMACOLOGIA
4º
MEDV009
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
SAUD001
EMENTA: Introdução à farmacologia, farmacocinética e farmacodinâmica, anestésicos
locais, anestésicos gerais, anti-inflamatórios esferoidais e não esteroidais,
antihistaminicos, fármacos que atuam nos sistemas cardiovascular, renal,
gastrointestinal, sistema nervoso autônomo. Fármacos que agem no sistema nervoso
central (ansiolíticos, anticonvulsivantes), antimicrobianos (penicilinas e cefalosporinas,
macrolidios, Aminoglicosideos, sulfas) antifúngicos, antihelmínticos e antiprotozoários.
Bibliografia Básica:
ADMANS, H. Richard. Farmacologia e Terapêutica Veterinária. 8 ed. Rio de
Janeiro: GuaNabara Koogan, 2003, 1034p.
SILVA, Penildon. Farmacologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006,
1369p.
SPINOSA, Helenice de Souza; GORNIAK, Silvana lima; BERNARDI, Maria Martha.
Farmacologia Aplicada à Medicina Veterinária. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006, 646p.
Bibliografia Complementar:
HARDMAN, J.G.; LIMBIRD, L.E. Goodman & Gilman As bases farmacológicas da
terapêutica 11 ed. Rio de Janeiro Guanabara Koogan, 2006.
KALANT, H; ROSCHLAU, W.H.E. Princípios de Farmacologia Médica. 5 ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan 1991
KOROLKOVAS, Andreyus. Dicionário Terapêutico Guanabara 3 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan 2003.
SILVA, Penildon. Farmacologia 7 ed. Rio de Janeiro Guanabara Koogan 2006.
WEBSTER, Cynthia R. L. Farmacologia clínica: em medicina veterinária. São Paulo:
Roca, 2005, 155 p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
FORRAGICULTURA
4º
Carga horária:
MEDV010
Pré-requisito:
80h
EMENTA: Importância da pastagem na produção de ruminantes. Pastagens no Brasil.
Plantas forrageiras: principais grupos, produção de sementes. Pastagens:
estabelecimento, manejo, nutrição mineral, adubação, degradação, recuperação e
melhoramento, pragas e plantas invasoras. Inoculação de leguminosas tropicais.
Formação e manejo de capineira. Conservação de forragens. Manejo da caatinga.
Alimentação alternativa para estação seca.
Bibliografia Básica:
BARNES, Robert F.; NELSON, C. Jerry; MOORE, J. Kenneth. Forages, the science of
grassland agriculture. 5 ed. United States: 6 TH Editions, 2003. (Volume II).
Bibliografia Complementar:
ALCANTARA, Paulo Bardauil ; BUFARAH ,Gilberto.
Plantas forrageiras,
gramíneas e leguminosas. São Paulo: Nobel, 1978.
MORAES, Y. J. B. Forrageiras: conceitos, formação e manejo. Guaíba, RS: Livraria
e Editora Agropecuária Ltda, 1995.
PUPO, N. I. H. Manual de pastagens e forrageiras: formação, conservação,
utilização. Campinas: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 2000.
ROMERO, N. F. Manejo fisiológico dos pastos nativos melhorados. Guaíba, RS:
Livraria e Editora Agropecuária Ltda, 1998.
Disciplina:
Semestre:
Código:
GENÉTICA ANIMAL
4º
Carga horária:
MEDV011
Pré-requisito:
60h
Ementa: Genética e sua importância. Fundamentos da Genética Molecular.
Cromossomos e bases citológicas da herança. Genética Mendeliana. Interação Gênica.
Determinação do sexo e herança relacionada ao sexo. Probabilidade genética e análises
de heredogramas. Mutação e alelismo múltiplo. Aberrações cromossômicas. Genética
de populações e processos evolutivos, com enfoque aos mecanismos de origem e
manutenção da variabilidade de genética, seleção, efeitos de tamanho da população e
fluxo gênico para dar base à compreensão do melhoramento animal.
Bibliografia Básica:
BURNS, George W.; BOTTINO, Paul J. Genética. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1991.
GELEHRTER,Thomas D; COLLINS, Francis S. Fundamentos de genética
médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1992. 259 p.
VIANA, José Marcelo Soriano; CRUZ, Cosme Damião; BARROS, Everaldo Gonçalves
de. Genética: fundamentos. 2. ed. Viçosa: UFV, 2003.
Bibliografia Complementar:
BORÉM, Aluízio; CAIXETA, Eveline Teixeira (Ed.). Marcadores moleculares. 2. ed.
Viçosa, MG: Folha de Viçosa, 2009. 532 p.
CRUZ, Cosme Damião et al. Genética: software para ensino e aprendizagem de
genética. 2. ed. Viçosa: UFV, 2011.
FALCONER, D. S.. Introdução à genética quantitativa. Viçosa: UFV, 1987. 279 p.
FALEIRO, Fábio Gelape. Marcadores genético-moleculares: aplicados a programas
de conservação e uso de recursos genéticos. Planaltina: Embrapa, 2007. 102 p.
PEREIRA, Jonas Carlos Campos. Melhoramento genético aplicado à produção
animal. 5. ed. Belo Horizonte: FEPMVZ, 2008. 617 p.
RAMALHO, Magno Antônio P.; SANTOS, João Bosco Dos; PINTO, César Augusto
Brasil P.. Genética na agropecuária. 2. ed. Lavras: UFLA, 2000. 472p.
SIMM, Geoff. Genetic improvement of cattle and sheep. Tonbridge: Farming Press,
1998. 433 p.
IMUNOLOGIA VETERINÁRIA
4º
Carga horária
MEDV012
Pré-requisito
Disciplina
Semestre
Código:
60h
Ementa: Imunidade Inata - barreiras físicas e químicas, reativa celular e não celular.
Inflamação. Antígeno. Células, tecidos e órgãos do sistema imune. MHC.
Complemento. Imunidade Adquirida celular e humoral. Linfócitos. Imunoglobulinas.
Tolerância e Imunoregulação. Imunidade no feto e recém-nascido. Imunidade das
superfícies corporais. Imunidade passiva e ativa. Imunoprofilaxia. Imunidade para
microrganismos
e
tumores.
Hipersensibilidades.
Doenças-autoimunes.
Imunodeficiências. Imunodiagnóstico. Drogas.
Bibliografia Básica:
ABBAS, A. K; LICHTMAN, A. H. Imunologia Básica: Funções e Distúrbios do
Sistema Imune. Rio de Janeiro: Revinter. 2003. 307p.
PANDEY, R. Infecção e imunidade em animais domésticos. São Paulo: Roca, 1994.
254 p.
TIZARD, Ian R. Imunologia veterinária: uma introdução. 6. ed. Roca, 2002. xiii, 532
p.
Bibliografia Complementar:
JAWETZ, Melnick & Adelberg. Microbiologia Médica. 21 ed. Rio de Janeiro, Editora
Guanabara Koogan, 2000.
PELCZAR JR., Michael J, et al. Microbiologia - Conceitos e Aplicações. 2 ed. Vol. 2
São Paulo. Makron Books, 1996.
RIBEIRO Mariângela & SOARES, Magali S. R. Microbiologia Prática - Roteiro e
Manual - Bactérias e Fungos. 1 ed. São Paulo: Atheneu, 1993.
TRABULSI, Luís Rachid et al. Microbiologia, 3 ed. São Paulo, Editora Atheneu, 1999.
Disciplina:
Semestre:
Código:
MICROBIOLOGIA VETERINÁRIA
4º
Carga horária:
MEDV013
Pré-requisito:
80h
MEDV006
Ementa: Bactérias: Mecanismos gerais de patogenicidade bacteriana. Microbiota.
Bactérias espiraladas, cocóides e bacilares: gêneros, espécies, morfologia e coloração,
cultivo, resistência e habitat, estrutura antigênica e toxinas, patogenia, diagnóstico e
imunidade. Métodos qualitativos e quantitativos para exames bacteriológicos, ensaios
biológicos para pesquisa de toxinas e testes bioquímicos para identificação bacteriana.
Vírus: patogênese e defesa imunológica. Vírus RNA e DNA: gêneros, propriedades
físico-químicas, características imunológicas, multiplicação viral, hospedeiros
susceptíveis, patogênese e diagnóstico laboratorial. Métodos diretos e indiretos de
diagnóstico virológico.
Bibliografia Básica:
HIRSH, Dwight. C., ZEE Y. C., Microbiologia Veterinária, Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003, 446p.
PANDEY, R. Microbiologia Veterinária: perspectivas clínicas e moleculares. São
Paulo: Roca, 1994. 214 p.
QUINN P.J., MARKEY B. K., CARTER M. E., Microbiologia Veterinária e Doenças
Infecciosas Porto Alegre: Artmed, 2005, 512p.
Bibliografia Complementar:
BEER, J. Doenças Infecciosas em Animais Domésticos São Paulo: Roca, 1998.
SPICER, W. J. Bacteriologia, Micologia e Parasitologia Clínicas. 1 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
Acervo periódicos Capes
Disciplina:
Semestre
Código
PARASITOLOGIA VETERINÁRIA II
4º
Carga horária
60h
MEDV014 Pré-requisito
MEDV007
EMENTA: Estudo dos helmintos de importância médico-veterinária, classe Nematoda,
Cestoda e Trematoda, abrangendo o estudo da morfologia com destaque para as
particularidades de relevância para a diferenciação destes parasitos e seus ciclos
evolutivos. Técnicas de exames copro-parasitológicos.
Bibliografia Básica:
BOWMAN, D. Parasitologia Veterinária de Georgis. 8 ed. Barueri (SP): Manole,
2006, 422p.
FOREYT, William J. Parasitologia Veterinária: manual de referência. 5 ed. São
Paulo: Roca, 2005, 240 p.
FORTES, E. Parasitologia Veterinária 3ed São Paulo: Ícone, 1997, 686p.
TAYLOR, M. A; COOP, R. L; WALL, R. L. Parasitologia veterinária. 3 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2010, 742p.
URQUHART, G. M. Parasitologia Veterinária. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. Rio de Janeiro, 1996, 273p.
Bibliografia Complementar:
MARCONDES, C. B. Entomologia Médica e Veterinária. São Paulo: Atheneu, 2001,
432p.
NEVES, David Pereira. Parasitologia Humana. 10 ed. São Paulo: Atheneu, 2000,
428p.
REY, Luís. Bases da Parasitologia Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1992,349p.
SLOSS, M. W. Parasitologia Clínica Veterinária. 6 ed São Paulo: Manole
Acervo Periódicos CAPES
5º PERÍODO – TRONCO PROFISSIONALIZANTE
Disciplina:
Semestre:
Código:
Anestesiologia Veterinária
5º
Carga horária:
MEDV015
Pré-requisito:
60 horas
EMENTA: Introdução à Anestesiologia Veterinária, vias de administração e nômina
anestesiológica. Classificação ASA. Medicação pré-anestésica. Anestesia geral.
Anestesia dissociativa. Anestesia local. Bloqueadores neuromusculares. Monitoração
anestésica: ECG, oximetria de pulso, pressão arterial. Emergências anestésicas.
Eutanásia.
Bibliografia Básica:
FANTONI, D.T; CORTOPASSI, S. R. G. Anestesia em cães e gatos. São Paulo: Roca,
2002. 389p.
MASSONE, F., Anestesiologia Veterinária: Farmacologia e Técnicas – Texto e atlas
Colorido. Editora Guanabara Koogan, 5ª Edição, 2008. 571p.
NATALINI, Cláudio C. Teoria e técnicas em anestesiologia veterinária. Porto
Alegre: Artmed, 2007. 293p
Bibliografia Complementar:
GREEN, C.J., Animal Anaesthesia. Editora Laboratory Animals, 1979, 300p.
HALL, L.W. & CLARKE, R.W., Anestesia Veterinária 8 ed São Paulo: Manole, 1987.
HALL, L.W; CLARKE, R.W.; TRIM, C.M. Veterinary Anaesthesia W. B. Saunders,
2001
MILLER, Ronald D. Tratado de Anestesia. Vol. 1, 2 e 3. São Paulo: Manole, 1989,
2300p.
MUIR, William. W.; HUBBEL, Jonh. A. E.; SKARDA, Roman T.; BEDNARSKI,
Richard M. Handbook of Veterinary Anaesthesia 4th e Mosby Year Book, 2006,
656p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
BIOÉTICA E BEM ESTAR ANIMAL
5º
Carga horária:
MEDV016
Pré-requisito:
60 horas
EMENTA: Introdução ao bem estar animal, indicadores do bem estar animal, bem estar
em grupo, interações homem-animal, o médico veterinário e a ética do bem estar
animal, eutanásia, animais para produção. Conceito de bem-estar animal. Saúde e
comportamento: etologia, estresse, dor, depressão e saúde. Meio ambiente e bem-estar
animal. Animais de companhia. Criação em cativeiro, tipos de gaiolas ou jaulas.
Enriquecimento dos alojamentos. Animais de laboratórios, zoológicos. Transporte,
criação e abate de animais para alimentação. Eutanásia.
Bibliografia Básica:
ARAÚJO, L. Z. S. A bioética nos experimentos com seres humanos e animais.
Montes Claros, MG. 2002. Ed. Unimontes, 116p.
DINIZ, D.; GUILHEM, D. O que é bioética. São Paulo: Brasiliense, 2002. 69p.
LINS JÚNIOR, G. S. ((org.)). Direitos humanos e bioética. Maceió: EDUFAL, 2002.
271p.
Bibliografia Complementar:
RIVERA, E. A. B; AMARAL, M. H.; NASCIMENTO, V. P. Ética e Bioética
Aplicadas à Medicina Veterinária. Goiânia: Editora UFG, 2006. 299p.
WOLFENSOHN, S., LLOYD, M. Handbook of Laboratory Animal Management
and Welfare. 3ª ed., Malden: Blackwell Publishing Ltd, 2007. DOI
10.1002/9780470751077.
GREIF, S. Alternativas ao Uso de Animais Vivos na Educação. São Paulo: Nina
Rosa, 2001. 175p.
SINGER, P. Animal Liberation: A New Ethics for Our Treatment of Animals.
London: Jonathan Cape, 1975. 301p.
Disciplina
Semestre
Código
EPIDEMIOLOGIA
5º
MEDV017
Carga horária
Pré-requisito
60 horas
SAUD006
EMENTA: Introdução à Epidemiologia; Conceitos/definições básicos de termos
epidemiológicos; Estudos de morbimortalidade: coeficientes e padronização de taxas;
Estimativa de população; Índice e curva endêmica; Séries cronológicas; Componentes e
mecanismos determinantes de enfermidades; Classificação de doenças; Métodos de
prevenção, controle e erradicação de enfermidades transmissíveis; Validação de testes
diagnósticos; Método epidemiológico; Análise de risco; Epidemiologia analítica;
Desenhos epidemiológicos: estudos caso-controle, transversal, coorte, experimental e
ecológico; Vigilância epidemiológica.
Bibliografia Básica:
FRANCO, L. J.; PASSOS, A. D. C. Fundamentos de Epidemiologia. Manole, 2005.
380p.
PEREIRA, M. G. Epidemiologia - Teoria e Prática. 3ª ed., Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2000. 596 p.
THRUSFIELD, M. V. Epidemiologia Veterinária. São Paulo: Roca, 2004. 556 p.
Bibliografia Complementar:
CORTES, J. A. Epidemiologia - Conceitos e Princípios Fundamentais. São Paulo:
Varela, 1993. 227 p.
COSTA, D. C.; BREILH, J.; GOLDBERG, M.; BARRETO, M. L.; ALMEIDA FILHO,
N. Epidemiologia - Teoria e Objeto. São Paulo: HUCITEC-ABRASCO, 1992. 220 p.
FORRATINI, O. P. Ecologia, Epidemiologia e Sociedade. São Paulo: EDUSP, 1992.
529 p.
GORDIS, L. Epidemiology. 3ª ed., Philadelphia: W.B. Saunders Company, 2004.
MEDRONHO, R. A.; BLOCH, K. V.; LUIZ, R. R.; WERNECK, G. L. Epidemiologia.
2ª ed., São Paulo: Editora Atheneu, 2009. 685p.
MERCHAN-HAMANN, E.; TAUIL, P. L.; COSTA, M. P. Terminologia das Medidas
e Indicadores em Epidemiologia: subsídios para uma possível padronização da
nomenclatura. SUS, 2000.
ROUQUAYROL, M. Z.; ALMEIDA FILHO, N. Epidemiologia e Saúde. 6ª ed., Rio de
Janeiro: MEDSI, 2006. 570p.
SCHWABE, C. W.; RIEHMANN, H. P.; FRANTI, C. E. Epidemiology in Veterinary
Practice. Philadelphia: Lea & Febiger, 1977. 303p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
NUTRIÇÃO ANIMAL
5º
Carga horária:
MEDV018
Pré-requisito:
60 h
EMENTA: Análise bromatológica de alimentos, normas de amostragem, análise de
alimentos e interpretação dos resultados, definição de padrões para cálculos
nutricionais, utilização de parâmetros para cálculos, cálculos de arraçoamento. A
nutrição animal e sua importância. Processos digestivos e nutrição. Energia:
Digestibilidade, valor energético, partição da energia dos alimentos. Técnicas sobre
ensaios de digestibilidade dos alimentos. Digestão e metabolismo dos nutrientes: água,
carboidratos, proteínas, minerais e vitaminas em diferentes espécies animais de
interesse zootécnico. Exigências nutricionais e tabelas de composição de alimentos.
Formulação de rações para as diferentes espécies de interesse zootécnico.
Bibliografia Básica:
CRAMPTON, E. W.; HARRIS, L. E. Nutrición animal aplicada: el uso de los
alimentos en la formulación de raciones para el ganado. 2. ed. Zaragoza (España):
ACRIBIA, 1979.. 756p
EDNEY, A. T. B. EL LIBRO Waltham de nutrición de perros y gatos: manual para
veterinarios y estudiantes. 2. ed. Zaragoza: Acribia, 1989. 164 p.
FRAPE, David L. Nutrição & alimentação de eqüinos. 3. ed. São Paulo: Roca, 2008.
xii, 602 p.
LANA, Rogério de Paula UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Nutrição e
alimentação animal: (mitos e realidades). 2. ed., rev. Viçosa, MG: UFV, 2007. 344 p.
TISSERAND, Jean-Louis A Alimentação prática do cavalo. São Paulo: Andrei, 1983.
83 p.
Bibliografia Complementar:
BERCHIELLI, T.T.; PIRES, A.V.; OLIVEIRA, S.G. Nutrição de Ruminantes. 2° ed.
Jaboticabal: Funep, 2011. 616p.
NATIONAL RESEARCH COUNCIL – NRC. Nutrient requirements of dairy cattle,
6.rev.ed. Washinton, D.C.: 1989. 157p.
NATIONAL RESEARCH COUNCIL - NRC. Nutrient requirements of dairy cattle.
7.ed. Washington, D.C.: National Academy of Science, 2001. 381p.
NATIONAL, RESEARCH COUNCIL – NRC. Nutrient requirements of Small
Ruminants. Washington, D.C.; National Academy Press, 2007. 362p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
PATOLOGIA GERAL
5º
Carga horária
MEDV019
Pré-requisito:
80 horas
MEDV005
EMENTA: Compreensão dos principais mecanismos de agressão e defesa.
Conhecimento das alterações patológicas básicas e discussão da fisiopatologia
envolvida nesses processos.
Bibliografia Básica:
CHEVILLE, Norman.F. Introdução à Patologia Veterinária 2d São Paulo: Roca,
2004, 334p.
HANSEL, Donna E; DINTZIS, Renee Z. Fundamentos de patologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007. 937p.
JONES, Thomas Carlyle.; HUNT, Ronald Duncan.; KING, Norval William Patologia
Veterinária 2 ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000, 1415 p.
KIERSZENBAUM, Abraham L; NASCIMENTO, Adriana Paulino do
(Trad.). Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. 2. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008. 677 p.
ROBBINS, Stanley Leonard; COTRAN, Ramzi S.; KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.;
FAUSTO, Nelson Robbins e Cotran; Patologia – Bases Patológicas das Doenças 7
ed Rio de Janeiro Elsevier: 2005, 1592p.
Bibliografia Complementar:
BOGLIOLO, Luigi; BRASILEIRO FILHO, Geraldo. Bogliolo patologia geral. 4. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2009. 364 p.
CARDA APARICI, P.; GOMEZ CARDENAS, G. Patologia General Veterinaria
Zaragoza: Acribia, 1990, 234p.
DIJK, J. E. van; GRUYS, E; MOUWEN, J. M. V. M. Atlas colorido de patologia
veterinária: reações morfológicas gerais de órgãos e tecidos.Rio de Janeiro: Elsevier,
2008. 200p.
McGAVIN, M. D., ZACHARY, J. F. Pathologic Basis of Veterinary Disease 4ed
Mosby-Elsevier: Missouri, 2006 1488p.
NASCIMENTO, Ernane Fagundes do; SANTOS, Renato de Lima. Patologia da
reprodução dos animais domésticos. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003,
137 p.
NELSON, Richard W.; COUTO, C. Guillhermo (ed.). Medicina interna de pequenos
animais. 3. ed. Rio de Janeiro: Mosby, 2006. 1324 p.
PIRES, Maria dos Anjos; TRAVASSOS, Fernanda Seixas; GARTNER, Fátima Atlas
de Patologia Veterinária: Biopatologia Lisboa: Lidel, 2004
VASCONCELOS, A. C. Necropsia e remessa de material para laboratório em
Medicina Veterinária 2 ed Teresina: UFPI, 1987. 81p.
SMITH, Bradford P. Medicina Interna de Grandes Animais 3 ed São Paulo:
Manole, 2006, 1728 p.
Disciplina
Semestre
Código
SEMIOLOGIA
5º
MEDV020
Carga horária
Pré-requisito
80 horas
Ementa: Introdução ao estudo de semiologia. Conceitos semiológicos básicos. Técnicas
de contenção para o exame clínico. Métodos e meios utilizados em semiologia. Plano de
exame clínico dos animais domésticos. Antecedentes e estado geral. Termometria
clínica. Exame da pele e anexos. Exame do sistema linfático. Exame das mucosas
aparentes. Exame da glândula mamária. Exame do sistema digestivo, respiratório,
circulatório, urinário e nervoso. Exame do aparelho locomotor.
Bibliografia Básica:
FEITOSA, Francisco Leydson Formiga Semiologia veterinária: a arte do diagnóstico
: cães, gatos, eqüinos, ruminantes e silvestres. 2. ed. São Paulo: Roca, 2008, 735 p.
GARCIA, Maurício; DELLA LIBERA, Alice Maria Melville Paiva; BARROS FILHO,
Ivan Roque de Manual de semiologia e clínica dos ruminantes São Paulo: Varela,
1996, 247p.
RADOSTITS, O.M.; MAYHEW, I.G.J.;HOUSTON, D.M. Exame clínico e
diagnóstico em Veterinária. Ed. Guanabara Koogan, 2002, 591 p.
ROSENBERGER, Gustav. Exame clínico dos bovinos. 3. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1990. 419p.
Bibliografia Complementar:
BIRGEL, E.H. & BENESI, F.J. Patologia Clínica Veterinária. SPMV, 1982.
BRAZ, M.B. Semiologia Médica Animal. 2 volumes. Lisboa.
DOXEY, D.L. Patologia Clínica e Métodos de Diagnóstico. 2 ed. Interamericana,
1985.
KELLY, W.R. Diagnóstico Clínico Veterinário, 3 ed. Interamericana, 1986.
LORENZ, M.D.; CORNELIUS, L.M. Diagnóstico Clínico e Tratamento em
Pequenos Animais. Rio de Janeiro: Interlivros Edições Ltda., 1989, 430p.
MAREK- MOSCY. Tratado de diagnóstico clínico de las enfermedades internas de
los animales domésticos, 4 ed. Labor, 1973.
Disciplina
Semestre
Código
ZOOTECNIA DOS MONOGÁSTRICOS
5º
Carga horária
MEDV021
Pré-requisito
80 horas
Ementa: Equinocultura: origem e domesticação, importância, treinamento e doma,
ezoognósia, raças, alimentos e nutrição, planejamento e manejo, reprodução,
infraestrutura, controle sanitário e zootécnico. Suinocultura: planejamento, sistemas de
produção, raças, melhoramento genético, instalações, equipamentos e ambiência,
reprodução; Manejo: alimentar, higiênico-sanitário. Manejo de dejetos. Avicultura:
raças, melhoramento genético; Produção: de frangos de corte, de ovos comerciais, de
pintos de um dia para corte; Manejo alimentar; Instalações equipamentos e ambiência;
Planejamento; Controle sanitário em avicultura.
Bibliografia Básica:
FRAPE, David. Nutrição e Alimentação de Equinos. 3 ed. São Paulo: Roca, 2008,
602p.
MALAVAZZI, Gilberto. Avicultura Manual Prático .São Paulo: Nobel, 1999, 156p.
MALAVAZZI, Gilberto. Manual de criação de frangos de corte. São Paulo: Nobel,
1982, 163p.
SOBESTIANSKY, Jurij; WENTZ, Ivo de et al. Suinocultura Intensiva: produção,
manejo e sanidade do rebanho Brasília: Embrapa, 1998, 388p.
Bibliografia Complementar:
ALBINO, L. F. T. Frango de corte: manual prático de manejo e produção. Viçosa:
Coleção Aprenda Fácil, 1998, 72 p.
COTTA, T. Produção de pintinhos. Aprenda Fácil. 2002, 200 p.
COTTA,T. Alimentação de Aves. Editora Aprenda Fácil. 2003. 238p.
GUELBER, M. N. S. Criação de galinhas em sistemas agroecológicos. Vitória:
Incaper, 2005,284 p.
SILVA, R. D. M. Sistema Caipira de Criação de Galinhas. Editora Aprenda Fácil.
2010. 203p.
6º PERÍODO – TRONCO PROFISSIONALIZANTE
Disciplina:
Semestre:
Código:
Doenças Infecciosas dos Animais Domésticos
6º
100h
Carga horária:
MEDV022
MEDV013
Pré-requisito:
Ementa: Introdução ao estudo das doenças infecto-contagiosas. Doenças produzidas
por bactérias, vírus, fungos e actinomicetos: definição, etiologia, epizootiologia,
patogenia, manifestações clínicas, manifestações patológicas, diagnóstico, controle,
profilaxia e tratamento. Normas e legislações que regem o controle e a erradicação de
algumas doenças infecciosas.
Bibliografia Básica:
CARTER G.R., WILLIAM G., YASUKO R., Fundamentos de bacteriologia e
micologia veterinária, São Paulo, Roca, 1988, 249 p
HIRSH D. C., ZEE Y. C., Microbiologia Veterinária, Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003, 446 p
PANDEY, R. Microbiologia Veterinária: perspectivas clínicas e moleculares. São
Paulo: Roca, 1994. 214 p
QUINN P.J., MARKEY B. K., CARTER M. E., Microbiologia Veterinária e Doenças
Infecciosas Porto Alegre: Artmed, 2005. 512 p.
R. PANDEY, Infecção e imunidade dos animais domésticos, São Paulo, Roca, 2005,
514 p
Bibliografia Complementar:
BEER, Joachim. Doenças Infecciosas em Animais Domésticos Volumes 1 e 2,
Livraria Roca, SP, 1988.
HIRSH, Dwigh C., ZEE, Yuan Chung Microbiologia Veterinária Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003, 464p.
PANDEY, R. Microbiologia Veterinária São Paulo: Roca, 1994
SITE DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E ABASTECIMENTO
http://www.agricultura.gov.br/
SITE DA ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DE EPIZOOTIAS http://www.oie.int/
Disciplina:
Semestre
Código:
Doenças Parasitárias dos Animais Domésticos
6º
80h
Carga horária:
MEDV023
MEDV014
Pré-requisito:
Ementa: Estudo do quadro clínico, controle, profilaxia e conhecimento dos principais
métodos de diagnóstico das enfermidades parasitárias de importância MédicoVeterinária, assim como as de interesse em Saúde Pública.
BOWMAN, D. Parasitologia Veterinária de Georgis. 8 ed. Barueri (SP): Manole,
2006, 422p.
FOREYT, William J. Parasitologia Veterinária: manual de referência. 5 ed. São
Paulo: Roca, 2005, 240 p.
FORTES, E. Parasitologia Veterinária 3ed São Paulo: Ícone, 1997, 686p.
TAYLOR, M. A; COOP, R. L; WALL, R. L. Parasitologia veterinária. 3 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2010, 742p.
URQUHART, G. M. Parasitologia Veterinária. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. Rio de Janeiro, 1996, 273p.
Bibliografia Complementar:
MARCONDES, C. B. Entomologia Médica e Veterinária. São Paulo: Atheneu, 2001,
432p.
NEVES, David Pereira. Parasitologia Humana. 10 ed. São Paulo: Atheneu, 2000,
428p.
REY, Luís. Bases da Parasitologia Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1992,349p.
SLOSS, M. W. Parasitologia Clínica Veterinária. 6 ed São Paulo: Manole
SOULSBY, E.J.L. Parasitologia y enfermedades parasitarias en los animales
domésticos. 2. ed. México: Nueva Editorial Interamericana, 1987. 823 p.
Acervo Periódicos CAPES
Disciplina:
Semestre:
Código:
Patologia Clínica
6º
MEDV024
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
Ementa: Introdução ao estudo dos métodos laboratoriais. Plano de exame laboratorial.
Antecedentes e estado geral. Hemograma. Pesquisa de enzimas no sangue. Interpretação
do exame de urina, das funções hepático-biliar, pancreática, das alterações enzimáticas e
distúrbios endócrinos. Avaliação e interpretação dos líquidos e efusões cavitárias.
Hematologia clínica.
Bibliografia Básica:
KERR, M. G. et al. Exames laboratoriais em Medicina Veterinária: bioquímica
clínica e hematologia . São Paulo: Roca, 2ed. 2003, 436 p.
REBAR, A.H., MacWILLIAMS, P.S., FELDMAN, B,F., et al. Guia de Hematologia
para cães e gatos. São Paulo: Roca, 2003, 291 p
THRALL,M.A. Hematologia e Bioquímica Clínica Veterinária. São Paulo: Roca, 1
ed, 2006, 582 p
Bibliografia Complementar:
BUSH, B.M. Interpretação de Resultados para Clínicos de Pequenos Animais São
Paulo: Roca, 2004, 384p.
KANEKO, Jiro Jerry; HARVEY, Jonh W.; BRUSS, Michael L. Clinical Biochemistry
of Domestic Animals . California: Academic Press Elsevier, 6 ed, 2008.
MEYER, Denny;
HARVEY, Jonh. H.
Veterinary Laboratory Medicine.
Interpretation and Diagnosis. 3th e Missouri: Saunders, 2004, 368p.
WILLARD, Michael D.; TVEDTEN, Harold Small Animal Clinical Diagnosis by
Laboratory Methods, 5th e, Missouri: Saunders, 2012, 432p.
Disciplina
Semestre
Código
Patologia Especial
6º
MEDV025
100 horas
MEDV019
Carga horária
Pré-requisito
EMENTA: Aplicação dos conceitos dos processos patológicos gerais aos diversos
órgãos e sistemas dos animais domésticos.
Bibliografia Básica:
JONES, Thomas Carlyle.; HUNT, Ronald Duncan.; KING, Norval William Patologia
Veterinária 2 ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000, 1415 p.
KIERSZENBAUM,
Abraham
L;
NASCIMENTO,
Adriana
Paulino
do
(Trad.). Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. 2. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2008. 677 p.
McGAVIN, M. D., ZACHARY, J. F. Pathologic Basis of Veterinary Disease 4ed
Mosby-Elsevier: Missouri, 2006 1488p.
NASCIMENTO, Ernane Fagundes do ; SANTOS, Renato de Lima. Patologia da
reprodução dos animais domésticos. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003,
137 p.
PIRES, Maria dos Anjos; TRAVASSOS, Fernanda Seixas; GARTNER, Fátima Atlas
de Patologia Veterinária: Biopatologia Lisboa: Lidel, 2004
Bibliografia Complementar:
BOGLIOLO, L - Patologia - 4a edição -Guanabara Koogan, 1994
CARDA APARICI, Pedro; GOMEZ CARDENAS, Gaspar
Patologia General
Veterinaria Zaragoza: Acribia, 1990, 234p.
CHEVILLE, Norman.F. Introdução à Patologia Veterinária 2d São Paulo: Roca,
2004, 334p.
DIJK, J. E. van; GRUYS, E; MOUWEN, J. M. V. M. Atlas colorido de patologia
veterinária: reações morfológicas gerais de órgãos e tecidos. Rio de Janeiro: Elsevier,
2008. 200p.
HANSEL, Donna E; DINTZIS, Renee Z. Fundamentos de patologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007. 937p.
NELSON, Richard W.; COUTO, C. Guillhermo (ed.). Medicina interna de pequenos
animais. 3. ed. Rio de Janeiro: Mosby, 2006. 1324 p.
ROBBINS, Stanley Leonard; COTRAN, Ramzi S.; KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.;
FAUSTO, Nelson Robbins e Cotran; Patologia – Bases Patológicas das Doenças 7
ed Rio de Janeiro Elsevier: 2005, 1592p.
VASCONCELOS, A. C. Necropsia e remessa de material para laboratório em
Medicina Veterinária 2 ed Teresina: UFPI, 1987. 81p.
SMITH, Bradford P. Medicina Interna de Grandes Animais
3 ed
São Paulo:
Manole, 2006, 1728 p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Terapêutica Veterinária
6º
Carga horária:
MEDV026
Pré-requisito:
60 horas
MEDV009
EMENTA: Introdução aos conceitos da terapêutica e procedimentos não
medicamentosos. Estudo dos mecanismos de ação dos fármacos e suas indicações em
função dos sistemas orgânicos e das particularidades entre espécies de animais
domésticos. Elaboração e tipos de prescrição em medicina veterinária. Vias de
administração e cálculo de doses.
Bibliografia Básica:
ADAMS, H.R. Farmacologia e Terapêutica em Veterinária. 8. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
HOWLAND, R.D.; MYCEK, M.J. Farmacologia ilustrada. 3. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2007, 551p.
SPINOSA, H.S.; GORNIAK, S.L.; BERNARDI, M.M. Farmacologia Aplicada à
Medicina Veterinária. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006, 897p.
WEBSTER, C.R.L. Farmacologia Clínica em Medicina Veterinária. São Paulo:
Roca, 2005, 155p.
Bibliografia Complementar:
AHRENS, F.A Farmacologia Veterinária. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
ANDRADE, S.F. Manual de terapêutica veterinária. 3 ed. São Paulo, Roca, 2008.
MACINTIRE, D.K.; DROBATZ, K.J.; HASKINS, S.C.; SAXON, W.D. Emergência e
Cuidados intensivos em pequenos animais. São Paulo: Manole, 2007.
GIGUÈRE, S.; PRESCOTT, J.F.; BAGGOT, J.D.; WALKER, R.D.; DOWLING, P.M.
Terapia Antimicrobiana em Medicina Veterinária. 4. ed. São Paulo: Roca, 2010.
GOODMAN, L.S.; GILMAN, A.G. As bases farmacológicas da terapêutica. 12. ed,
New York: McGraw Hill, 2012.
GUARDABASSI, L.; JENSEN, L.B.; KRUSE, H. Guia de Antimicrobianos em
Veterinária. Porto Alegre: Artmed, 2008.
VIANA, F.A.B. Guia Terapêutico Veterinário. 2. ed. Lagoa Santa: CEM, 2007.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Zootecnia dos Ruminantes
6º
Carga horária:
MEDV027
Pré-requisito:
80h
Ementa: Introdução a caprinoovinocultura e a bovinocultura. Raças e seus
cruzamentos. Importância econômica e funções zootécnicas. Principais produtos.
Sistemas de criação. Instalações e equipamentos. Manejo reprodutivo. Alimentação.
Planejamento. Higiene e profilaxia. Avaliação fenotípica e genotípica. Melhoramento
genético.
Bibliografia básica:
CENTRO DE TREINAMENTO E INFORMAÇÃO DO SUL. Curso de inseminação
artificial em ovinos. Pelotas, RS: CETREISUL, 124 p.
RIBEIRO, S.D.A.. Caprinocultura: criação racional de caprinos. São Paulo: Nobel,
1998. 318 p.
Bibliografia Complementar:
CENTRO DE PESQUISA DE PECUÁRIA DOS CAMPOS SULBRASILEIROS.
Bovinos: condição corporal e controle da fertilidade. Brasília, DF: Embrapa Informação
Tecnológica, 2006. 54 p.
DUARTE, Ricardo P. Considerações para melhoramento em bovinos de corte.
Guaíba,RS: Agropecuária, 2000. 148 p.
EMBRAPA CAPRINOS. Caprinos: o produtor pergunta, a Embrapa responde.
Brasília, D.F.: Embrapa Informação Tecnológica, 2000. 170 p .
LAZZARINI NETO, S. Confinamento de bovinos. 3. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil,
2000. 106 p.
MARTIN, L.C.T.. Confinamento de bovinos de corte. 2. ed. São Paulo: Nobel, 1995.
124p.
MARTINOT, R; SOUTY, J. C. Estabulacion libre de bovinos. Madrid: Mundi-Prensa,
1972. 278p.
MENDES, P.A.C.. Aspectos técnicos da ovinocaprinocultura: melhoramento
genético. Fortaleza, CE: SEBRAE, 2003. 31 p.
NOGUEIRA FILHO, A.; KASPRZYKOWSKI, J.W.A.. O agronegócio da caprinoovinocultura no Nordeste Brasileiro. Fortaleza, CE: Banco do Nordeste, 2006. 54 p.
VALADARES FILHO, Sebastião de Campos; MACHADO, Polyana Albino Silva;
CHIZZOTTI , Mario Luiz; AMARAL, Heber Fernandes, MAGALHÃES, Karla Alves;
ROCHA JÚNIOR, Vicente Ribeiro; CAPELLE, Edilson Rezende Tabelas brasileiras
de composição de alimentos para bovinos. Viçosa: UFV, 2010, 502p.
XIMENES, L. J. F.. Produção de Bovinos no nordeste do Brasil: desafios e
resultados. Fortaleza: Banco do Nordeste, 2011. 506 p.
Sites na Internet:
http//www.caprinet.com.br
http//www.cnpqc.embrapa.br
http//www.emepa.org..br
http//www.fmvz.unesp.br/ovinos/raçasnat.htm
http//www.marte.rgm.com.br/pecplan/calculoia.asp
http//www.uwex.edu/ces/animalscience/
http//www.zebus.com.br/berro
7º PERÍODO – TRONCO PROFISSIONALIZANTE
Disciplina:
Semestre:
Código:
Clínica Médica de Pequenos Animais I
7º
Carga horária:
MEDV028
Pré-requisito:
80 horas
MEDV020; MEDV024
EMENTA: Estudo clínico e terapia das afecções orgânicas de pequenos animais.
Manejo higiênico, dietético e profilático dos carnívoros domésticos. Dermatopatias.
Afecções do ouvido. Afecções do sistema digestório, urinário, e respiratório.
Diagnóstico, prognóstico e controle das enfermidades próprias de animais de
companhia.
Bibliografia Básica:
ETTINGER, S. J.; FELDMAN, E. C. Tratado de Medicina Interna Veterinária:
doenças do cão e do gato. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 2 v.
FENNER, William R. Consulta Rápida em Clínica Veterinária 3. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003, 514p.
MEDLEAU,L. Dermatologia de Pequenos Animais – Atlas Colorido e Guia
Terapêutico.2. ed. São Paulo: Roca, 2009, 512 p.
NELSON, R. W.; COUTO, C. G. Medicina interna de pequenos animais. 3. ed. Rio
de Janeiro: Mosby, 2006. 1324 p
TAMS, TR. Gastroenterologia de Pequenos Animais 2. ed. São Paulo: Roca, 2005,
454 p.
TILLEY, L.P.; SMITH, F.W.K. Consulta veterinária em 5 minutos – espécies canina
e felina. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003, 514 p
Bibliografia Complementar:
BICHARD,S.J. Manual Saunders - Clínica de Pequenos Animais.São Paulo: Roca ,
3°ed , 2008,2072p.
SCOTT,D.; KIRK,W. Dermatologia de Pequenos Animais. 5 ed Editora
Revinter,1996, 1130 p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Clínica Médica de Ruminantes I
7º
Carga horária:
MEDV029
Pré-requisito:
60 horas
MEV020
EMENTA: Estabelecimento de relações entre a clínica médica e a produção de
ruminantes. Estudo dos agentes etiológicos, epidemiologia, patogenia, achados clínicos,
diagnóstico, tratamento, prevenção e consequências das principais afecções dos
sistemas digestivo, respiratório, tegumentar e nervoso.
Bibliografia Básica:
RADOSTITS, O.M. Exame Clínico e Diagnóstico em Veterinária. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002, 591 p.
RADOSTITIS, O.M.; GAY, C.C.; BLOOD, D.C.; HINCHCLIFF, K.W. Clínica
Veterinária. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
RIET-CORREA, F.; SCHILD, A.L.; MENDEZ, M.C.; LEMOS, R.A. Doenças de
Ruminantes e Equinos. Volumes 1 e 2, São Paulo: Varela, 2001.
ROSENBERGER, G. Exame Clínico dos Bovinos. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1990.
SMITH, B. P. Medicina Interna de Grandes Animais. 3. ed. São Paulo: Manole,
2006.
Bibliografia Complementar:
AIELLO, S.E. Manual Merck de Veterinária. 9. ed. São Paulo: Roca, 2008.
ANDERSON, D.E.; RINGS, D.M. Current Veterinary Therapy – Food Animal
Practice. 5. ed. Philadelphia: W. B. Saunders Company, 2009.
ANDREWS, A.H. Bovine Medicine – Diseases and Husbandry of Cattle. 2. ed.
Oxford: Blackwell Science, 2004.
DIRKSEN, G. Indigestiones en el Bovino. Hannover: Schnetztor-Verlag GmbH
Konstanz, 1981.
GARCIA, M.; DELLA LIBERA, A.M.M.P.; BARROS FILHO, I.R. Manual de
Semiologia e Clínica dos Ruminantes. São Paulo: Varela, 1996.
GREENOUGH, P.R.; MACCALLUM, F.J.; WEAVER, A.D. Lamness in cattle. 3. ed.
Philadelphia: W.B. Saunders, 1997.
JACKSON, P.G.G. Obstetrícia Veterinária. 2. ed. São Paulo: Roca, 2006.
PUGH, D.G. Clínica de Ovinos e Caprinos. São Paulo: Roca, 2004.
RADOSTITIS, O.M. Herd Health – Food Animal Production Medicine. 3. ed.
Philadelphia: W.B. Saunders, 2001.
RAVEN, E.T. Cattle Footcare and Claw Trimming. Ipswich: Farming Press Book,
1989.
REBHUN, W.C. Doenças do Gado Leiteiro. São Paulo: Roca. 2000.
ROSENBERGER, G. Enfermidades de los bovinos. Tomos I e II, Buenos Aires:
Hemisferio Sur, 1983.
SCOTT, P.R. Sheep Medicine. London: Manson Publishing, 2007.
THRALL, M.A. Hematologia e Bioquímica Clínica Veterinária. São Paulo: Roca, 2006.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Deontologia e Legislação Veterinária
7º
Carga horária:
MEDV030
Pré-requisito:
40 horas
EMENTA: Legislação que rege a profissão, deontologia, traumatologia forense,
tanatologia, toxicologia, eutanásia, técnica de necropsia, perícia e laudo pericial,
colheita e remessa de material para exames laboratoriais.
Bibliografia Básica:
BUCK, William B.; OSWEILER, Gary D.; GELDER, Gary A. Van. Toxicologia
veterinaria clinica y diagnotica. Zaragoza: ACRIBIA, 1981. 475p.
HUME, David Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios da
moral UNESP, 2004, 438 p.
OGA, Seizi GRUPO ZANINI-OGA. Fundamentos de toxicologia. 3. ed. Atheneu,
2008. 677 p.
Bibliografia Complementar:
CAMARGO JÚNIOR, B. S. de. Aulas de Medicina Legal, 4. Ed. Goiânia: UFG, 1984,
325p..
FRANÇA, G. V. de. Medicina Legal, 4. Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995,
417p.
LARINI, L. Toxicologia, São Paulo: Manole, 1987, 315.
MARANHÃO, O.R. Curso Básico de Medicina Legal, 6. Ed. São Paulo: Malheiros
Editores, 1994, 485p.
SANTOS, J. A. dos; MELLO, M. F. de. Diagnóstico Médico-Veterinário, Colheita de
Material, São Paulo: Nobel, 1974.
SANTOS, J. A. dos. Patologia Geral dos Animais Domésticos (mamíferos e aves), 3.
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988, 409p.
XAVIER FILHO, E. de F. Rotina Médico Legal. Porto Alegre: Sagra: De Luzzatto,
1992,210p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Diagnóstico por Imagem
7º
Carga horária:
MEDV031
Pré-requisito:
60 horas
EMENTA: Estudo da formação e processamento de imagens radiográficas e
fluoroscópicas. Técnicas radiográficas contrastadas. Estudo radiológico dos sistemas
orgânicos. Princípios gerais e aplicações da ultra-sonografia em medicina veterinária.
Bibliografia Básica:
FARROW, C.S. Veterinary Diagnostic Imaging: the Horse. St. Louis: Mosby, 2006.
HAN, C.M.; HURD, C.D. Diagnóstico por Imagem para a Prática Veterinária. São
Paulo: Roca, 2007.
LAPEIRE, C. Semiologia Radiológica nos Pequenos Animais. São Paulo: Andrei, 1986.
Bibliografia Complementar:
DOUGLAS, S.W.; WILLIAMSON, H.D. Princípios de radiologia veterinária. 3. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1983.
FICUS, H.J. El radiodiagnostic en la clinica de los animales pequeños. Zaragoza,
Acribia,
1978.
KEALLY, J.K. Diagnostic Radiology of the Dog and Cat. Philadelphia: Saunders,
2000.
NYLAND, T.G.; MATTON, J.S. Veterinary Diagnostic Ultrasound. Philadelphia:
Saunders,
2002.
OWENS, J.M.; BIERY, D.N. Radiographic Interpretation for the Small Animal
Clinician. 2. ed. Baltimore: Williams & Wilkins, 1999.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Higiene e Segurança Alimentar
7º
Carga horária:
MEDV032
Pré-requisito:
60 horas
EMENTA: Pretende-se que o estudante adquira noções básicas de higiene da produção,
para colaborar no cumprimento das regras do bem-estar animal e colaborar na
elaboração de sistemas de qualidade alimentar, por forma a garantir a saúde pública.
Bibliografia Básica:
ANDRADE, N. J. & MACEDO, J. A . B., Higienização na indústria de
alimentos.Varela
BARRETO, J. de B., Tratado de higiene. 3ª ed., Atheneu.
HAZELWOOD, D.& McLEAN,A .C., Manual de higiene para manipuladores de
alimentos.Varela.
SILVA JÚNIOR, E.A., Manual de controle higiênico-sanitário em alimentos - 2ª ed
Varela.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, M. L. de Curtumes no Nordeste: diagnóstico industrial, SUDENE.
BOURGEOIS, C. M. [et al.], Microbiología alimentaria. 1. Aspectos microbiológicos
de la seguridad y calidad alimentaria, Acribia.
BOURGEOIS, C. M. [et al.], Microbiología alimentaria. 2. Fermentaciones
alimentarias, Acribia.
CARR, J.G., Lactic acid bacteria in beverages and food. Academic Press.
COOPER, M. W., Poisonous plants & fungi : an illustrated guide, HMSO.
FRAZIER, W. C., Microbiologia de los alimentos, Acribia.
GOULD, W. A., Food quality assurance. Avi.
HOBBS, B. C. ROBERTS, B. C., Toxinfecções e controle higiênico-sanitário de
alimentos,Varela.
JAY, J. M., Microbiologia moderna de los alimentos. 3 ª ed., Acribia.
KLOETZEL, K., Temas de saúde: higiene física e do ambiente, EPU.
LEDERER,J., Enciclopédia moderna de higiene alimentar. 2. Higiene dos alimentos
Manole.MARASAS, W. F. O., Mycotoxicology Pennsylvania State Univ.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, Legislação de defesa sanitária animal, MAPA.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, Regulamento da inspeção industrial e sanitária de
produtos de origem animal.
MORROS SARDA,J. & PAULO,J.S.S., Higiene Veterinária - 2 ª ed., Editorial de Juan
Pueyo.
MOSSEL, D. A . A . & GARCIA,B.M., Microbiologia de los alimentos. Acribia.
PEPPLER, H.J., Microbial technology, R. Krieger.
SGARBIERI, V. C., Proteínas em alimentos protéicos: propriedades, degradações,
modificações, Varela.
SILVA, N. da [et al.], Manual de métodos de análise microbiológica de alimentos.
Disciplina
Semestre
Código
Melhoramento Animal
7º
Carga horária:
MEDV033
Pré-requisito:
60 horas
MEDV011
EMENTA: Melhoramento Genético e sua importância. Conceitos fundamentais de
Genética Quantitativa. Herdabilidade, repetibilidade e correlação genética. Seleção e
métodos. Sistemas de acasalamento e estratégias de cruzamentos. Conservação dos
recursos genéticos animal. Programa de melhoramento genético das principais espécies
de interesse econômico.
Bibliografia Básica:
BURNS, George W.; BOTTINO, Paul J. Genética. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1991, 381 p
FREITAS, Vicente José de Figueirêdo; FIGUEIREDO, José Ricardo de. Biotécnicas
aplicadas à reprodução animal 2. ed. São Paulo: Roca, 2008. 395 p.
LUSH, Jay L. Melhoramento genético dos animais domésticos. Rio de Janeiro:
Aliança para o progresso, c1945. 570 p.
VIANA, José Marcelo Soriano; CRUZ, Cosme Damião; BARROS, Everaldo Gonçalves
de. Genética: fundamentos. 2. ed. Viçosa: UFV, 2003, 330p.
Bibliografia Complementar:
BORÉM, Aluízio; CAIXETA, Eveline Teixeira (Ed.). Marcadores moleculares. 2. ed.
Viçosa, MG: Folha de Viçosa, 2009. 532 p.
CRUZ, Cosme Damião et al. Genética: software para ensino e aprendizagem de
genética. 2. ed. Viçosa: UFV, 2011.
FALCONER, D. S.. Introdução à genética quantitativa. Viçosa: Ufv, 1987. 279 p.
FALEIRO, Fábio Gelape. Marcadores genético-moleculares: aplicados a programas
de conservação e uso de recursos genéticos. Planaltina: Embrapa, 2007. 102 p.
GAMA, Luís Telo da; MATOS, Claudino Pereira de; CAROLINO, Nuno. Modelos
mistos em melhoramento animal. Lisboa: Direcção Geral de Veterinária, 2004. 281 p.
GIANNONI, Marcos Antonio; GIANNONI, Miriam Luz; PIZA, Orlando T.. Genética
e melhoramento de rebanhos nos trópicos: questões e exercícios. Jaboticabal: G & G
Livros, 1986. 515 p.
LOPES, Paulo Sávio. Teoria do melhoramento animal. Belo Horizonte: FEPMVZ,
2005. 151 p.
PEREIRA, Jonas Carlos Campos. Melhoramento genético aplicado à produção
animal. 5. ed. Belo Horizonte: FEPMVZ, 2008. 617 p.
RAMALHO, Magno Antônio P.; SANTOS, João Bosco Dos; PINTO, César Augusto
Brasil P.. Genética na agropecuária. 2. ed. Lavras: UFLA, 2000. 472 p.
SIMM, Geoff. Genetic improvement of cattle and sheep. Tonbridge: Farming Press,
1998. 433 p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sanidade Avícola e Suína
7º
Carga horária:
MEDV034
Pré-requisito:
60 horas
EMENTA: Importância da avicultura e suinocultura no panorama atual da
agropecuária. Principais enfermidades de aves e suínos: etiologia, patogenia, sinais
clínicos, diagnóstico, tratamento, prevenção e controle.
Bibliografia Básica:
ANDREATTI FILHO, R. L. Saúde aviária e doenças. São Paulo: Roca, 2007. 314p.
REVOLLEDO, L.; FERREIRA, A. J. P. Patologia aviária. Barueri: Manole, 2009. 510
p.
Suinocultura: intensiva: produção, manejo e saúde do rebanho. Brasília, D. F.: Embrapa
Informação Tecnológica, 1998. 388p.
Bibliografia Complementar:
FRANCISCO ANTÔNIO ROCHA MACÊDO; JOSÉ NAILTON BEZERRA
EVANGELISTA; BRASIL; INSTITUTO CENTRO DE ENSINO TECNOLÓGICO CENTEC. Suinocultura. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004 96 p. (Cadernos
tecnológicos)
MALAVAZZI, G. Avicultura: manual prático. Nobel, 1999. 156 p.
MALAVAZZI, G. Manual de criação de frangos de corte. São Paulo: Nobel, 1982.
163 p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Técnica Cirúrgica
7º
MEDV035
Carga horária:
Pré-requisito:
80 horas
EMENTA: Princípios Cirúrgicos Gerais; Biossegurança Aplicada; Paramentação
cirúrgica; Instrumentais; Tempos cirúrgicos e suas considerações: Diérese, Hemostasia
e Síntese; Fluidoterapia; Controle da Dor; Deiscência, Infecção e Peritonite;
Antibioticoterapia Aplicada à Cirurgia. Orquiectomias. Laparotomias e cirurgias
abdominais; Hérnias; Ovariohisterectomia; Técnicas cirúrgicas dos aparelhos digestório
e urinário.
Bibliografia Básica:
AUER.J.A.,STICK,J.A. Equine Surgery 3 th ed. Philadelphia: 2006, 1390 p.
FOSSUM, Thereza Welch Cirurgia de Pequenos Animais 2. ed. São Paulo: Roca,
2005, 1390 p.
FUBINI,S.L.,DUCHARME,N.G. Farm Animal Surgery St. Louis, Mo.: 2004. 607 p.
SLATTER,D. Manual de Cirurgia de Pequenos Animais 3 ed São Paulo: Manole,
2007 .v1,v2, 2780p .
TURNER,A.S.;McILWRAITH C.W. Técnicas Cirúrgicas em Animais de Grande
Porte. 2 ed São Paulo: Roca, 2000 354p.
Bibliografia Complementar:
Anais dos Congressos Brasileiros de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária (1996 a
2012).
8º PERÍODO – TRONCO PROFISSIONALIZANTE
Disciplina:
Semestre:
Código:
Clínica Cirúrgica I
8º
Carga horária
MEDV036
Pré-requisito
60 horas
MEDV015; MEDV035
EMENTA: Choque; Avaliação e Condução da Ferida Cirúrgica; Bases em cirurgia
plástica; Herniorrafias; Ortopedia em Pequenos animais; Cirurgias da região torácica;
Cirurgia da cabeça, pescoço e coluna espinhal; Princípios cirúrgicos na oftalmologia
veterinária; Técnica cirúrgica para o tratamento da otite externa; Traqueotomia e
traqueostomia; Esofagostomia. Oncologia. Principais técnicas cirúrgicas.
Bibliografia Básica:
BOJRAB,M.J. Técnicas Atuais em Cirurgia de Pequenos Animais. 3 ed São
Paulo:Roca, 1996, 896p.
FOSSUM, Thereza Welch Cirurgia de Pequenos Animais 2. ed. São Paulo: Roca,
2005, 1390 p.
SLATTER, Douglas H.. Fundamentos de Oftalmologia Veterinária 3. ed. São Paulo:
Roca, 2005. 686 p.
Bibliografia Complementar:
Anais dos Congressos Brasileiros de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária
RABELO,R.C. Fundamentos de Terapia Intensiva Veterinária em Pequenos
Animais: Cond. no Paciente Crítico. 1 ed Rio de Janeiro:LF Livros,2005.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Clínica de Equídeos
8º
Carga horária:
MEDV037
Pré-requisito:
60 horas
MEDV020
EMENTA: Estudo dos agentes etiológicos, epidemiologia, patogenia, achados clínicos,
diagnóstico, tratamento, prevenção e consequências das principais afecções dos
sistemas digestório, locomotor, respiratório, nervoso, tegumentar e genito-urinário.
Afecções sanguíneas e vasculares. Princípios de Neonatologia Equina.
Bibliografia Básica:
ADAMS, O. R.; STASHAK,T.S. Claudicação em Equinos Segundo Adams.São
Paulo: Roca, 2006, 1093 p.
REED, S. .M; BAYLY, W. M. Medicina Interna Equina .Rio de Janeiro:Guanabara
Koogan, 2000, 938p.
THOMASSIAN, A. Enfermidades dos Cavalos. São Paulo: Varela,4 ed. São Paulo:
Varela, 2005, 573p.
Bibliografia complementar:
AUER, G. J.; EASLEY, J. Equine Dentistry. Edinburgh: Elsevier Saunders, 2005, 353
p.
FARROW, C. S. Veterinary Diagnostic Imaging: The Horse. St. Louis: Mosby,
2006. 570 p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Clínica de Pequenos Animais II
8º
Carga horária:
MEDV038
Pré-requisito:
80 horas
MEDV020; MEDV024
EMENTA: Estudo clínico e terapia das afecções orgânicas de pequenos animais.
Manejo higiênico, dietético e profilático dos carnívoros domésticos. Dermatopatias.
Afecções: otológicas; do sistema circulatório e nervoso; endócrinas; oncológicas;
oftálmicas. Neonatologia. Diagnóstico, prognóstico e controle das enfermidades.
Bibliografia Básica:
CHRISMAN, Cheryl L; PLATT, Simon R; MARIANI, Christopher; CLEMMONS,
Roger. Neurologia para o clínico de pequenos animais. São Paulo: Roca, 2005, 336 p
ETTINGER, S. J.; FELDMAN, E. C. Tratado de Medicina Interna Veterinária:
doenças do cão e do gato. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 2 v.
FENNER, William R. Consulta Rápida em Clínica Veterinária 3. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003, 514p.
MORRIS, Joanna; DOBSON, Jane M. Oncologia em pequenos animais. São Paulo:
Roca, 2007, 300p
NELSON, R. W.; COUTO, C. G. Medicina interna de pequenos animais. 3. ed. Rio
de Janeiro: Mosby, 2006. 1324 p
PANCIERA, CARR Endocrinologia para o Clinico de Pequenos Animais, Roca, 1
ed São Paulo: Roca, 2007, 176 p.
PRATS A. Neonatologia e pediatria canina e felina. São Caetano do Sul: Interbook,
2005, 469 p.
Bibliografia Complementar:
BONAGURA, JD; TWEDT, DC. In: KIRK, R. W, Current Veterinary
Theraphy,Saunders XIV, Elsevier, 14a. Ed, 2010.
TILLEY, Larry Patrick Essentials Of Canince And Feline Electro Cardiography,
3d Lippincott Williams & Wilkins, 1992, 470 p.
Disciplina
Semestre
Código
Clínica de Ruminantes II
8º
Carga horária:
MEDV039
Pré-requisito:
60 horas
MEDV020
EMENTA: Identificação dos fatores predisponentes às enfermidades de ruminantes.
Estudo dos agentes etiológicos, epidemiologia, patogenia, achados clínicos, diagnóstico,
tratamento, prevenção e consequências das principais afecções dos sistemas urinário,
circulatório, locomotor, glândula mamária e doenças metabólicas. Avaliação do grau de
desidratação e fluidoterapia.
Bibliografia Básica:
RADOSTITS, O.M. Exame Clínico e Diagnóstico em Veterinária. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
RADOSTITIS, O.M.; GAY, C.C.; BLOOD, D.C.; HINCHCLIFF, K.W. Clínica
Veterinária. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
RIET-CORREA, F.; SCHILD, A.L.; MENDEZ, M.C.; LEMOS, R.A. Doenças de
Ruminantes e Equinos. Volumes 1 e 2, São Paulo: Varela, 2001.ROSENBERGER, G.
Exame Clínico dos Bovinos. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990.
SMITH, B. P. Medicina Interna de Grandes Animais. 3. ed. São Paulo: Manole,
2006.
Bibliografia Complementar:
AIELLO, S.E. Manual Merck de Veterinária. 9. ed. São Paulo: Roca, 2008.
ANDERSON, D.E.; RINGS, D.M. Current Veterinary Therapy – Food Animal
Practice. 5. ed. Philadelphia: W. B. Saunders Company, 2009.
ANDREWS, A.H. Bovine Medicine – Diseases and Husbandry of Cattle. 2. ed.
Oxford: Blackwell Science, 2004.
DIRKSEN, G. Indigestiones en el Bovino. Hannover: Schnetztor-Verlag GmbH
Konstanz, 1981.
GARCIA, M.; DELLA LIBERA, A.M.M.P.; BARROS FILHO, I.R. Manual de
Semiologia e Clínica dos Ruminantes. São Paulo: Varela, 1996.
GREENOUGH, P.R.; MACCALLUM, F.J.; WEAVER, A.D. Lamness in cattle. 3. ed.
Philadelphia: W.B. Saunders, 1997.
JACKSON, P.G.G. Obstetrícia Veterinária. 2. ed. São Paulo: Roca, 2006.
PUGH, D.G. Clínica de Ovinos e Caprinos. São Paulo: Roca, 2004.
RADOSTITIS, O.M. Herd Health – Food Animal Production Medicine. 3. ed.
Philadelphia: W.B. Saunders, 2001.
RAVEN, E.T. Cattle Footcare and Claw Trimming. Ipswich: Farming Press Book,
1989.
REBHUN, W.C. Doenças do Gado Leiteiro. São Paulo: Roca. 2000.
ROSENBERGER, G. Enfermidades de los bovinos. Tomos I e II, Buenos Aires:
Hemisferio Sur, 1983.
SCOTT, P.R. Sheep Medicine. London: Manson Publishing, 2007.
THRALL, M.A. Hematologia e Bioquímica Clínica Veterinária. São Paulo: Roca, 2006.
Disciplina
Semestre
Código
Planejamento e Administração de Agronegócios
8º
40 horas
Carga horária:
MEDV040
Pré-requisito:
EMENTA: História da Administração e da Contabilidade rural. A contabilidade rural
como instrumento fiscal e de gestão. Elementos de contabilidade e de gestão em
estabelecimentos agrícolas e familiares. Balanços parcial e geral. Otimização de decisão
em bases multicriteriais. Análise de riscos e de custo-benefício. Planejamento
Agropecuário.
Bibliografia Básica:
BRUM, A. L.; MULLER, P. K. Aspectos do Agronegócio no Brasil. Unijui, 2009.
HERÉDIA, B. MEDEIROS, L., PALMEIRA, M. e LEITE, S. P. Sociedade e economia
do agronegócio no Brasil. Caxambu: Anpocs, 2009. MAXIMIANO, A. C. A.
Introdução à Administração 7 ed São Paulo: Atlas, 2007, 404 p.
OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento Estratégico: Conceitos, Metodologia e Práticas, 25
ed: São Paulo: Atlas, 2008, 331p.
Bibliografia Complementar
Bibliografia Complementar:
FLOSI, F. Marketing na Veterinária: como se posicionar eticamente através do
marketing no mercado de trabalho da medicina veterinária. 2. ed. São Paulo:
Varela, 2001. 102 p.
MARION, J. C. Contabilidade rural: contabilidade agrícola, contabilidade da
pecuária, imposto de renda-pessoa jurídica. 10 ed São Paulo: Atlas 2009 254p.
MARION, J. C.. Contabilidade da Pecuária. 7 ed Atlas 2004. 216p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Tecnologia de Carne e Derivados
8º
Carga horária:
MEDV041
Pré-requisito:
60 horas
EMENTA: Construção de matadouros-frigoríficos e fábrica de conservas. Abate de
animais de açougue, obtenção de alimentos comestíveis para o homem e subprodutos
destinados à alimentação animal e outros fins industriais. Conservação dos produtos e
subprodutos de carne, de pescado, de ovos e de mel de abelhas. Preparação e
conservação de peles e couros.
Bibliografia Básica:
BRASIL-M. A . Padronização de técnicas- Bovinos I. Brasília. DIPOA. 1971
BRASIL-M. A . Padronização de técnicas- Aves I. Brasília. DIPOA. 1988
MUCCIOLO, P. Carnes- conservas e semi-conservas. São Paulo. Ícone. 1985
PARDI, Miguel Cione [et al.]. Ciência, higiene e tecnologia da carne Goiânia. UFG
Editora. 1993, 2 v
Bibliografia Complementar
ALBERTSEN, A . [et al.]. Higiene de la carne. Roma. FAO. 1959
BRASIL-M.A . Decreto nº 30.691/52 e Lei nº 1.283/50. Brasília. Ministério da
Agricultura.
LAWRIE, R. A . Ciência de la carne. Zaragoza. Acribia. 1998
MUCCIOLO, P. Carnes- Estabelecimentos de matança e de industrialização. São Paulo.
Ícone. 1985
PRICE, J. F. [et al.]. Ciência de la carne y de los productos cárnicos. Acribia.
Zaragoza.1976
THORNTON, H. Compêndio de inspeção de carnes. São Paulo. Femag. 1969.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Tecnologia de Leite e Derivados
8º
Carga horária:
MEDV042
Pré-requisito:
60 horas
EMENTA: Conceito. Composição, tipos de leite, processos de beneficiamento.
Tecnologia de fabricação da manteiga, queijo, leites desidratados, modificados,
fermentados. Preparação de sobremesas e bebidas lácteas e de outros produtos
derivados do leite. Padrões físico-químicos e microbiológicos do leite, das manteigas,
dos leites fermentados e dos leites desidratados.
Bibliografia Básica:
BEHMER, M.L.A., Como aproveitar bem o leite no sítio ou chácara. 7 ª ed., Nobel,
1977, 109 p.
BEHMER, M. L. Arruda. Tecnologia do leite: leite, queijo, manteiga, caseína, iogurte,
sorvetes e instalações. 15. ed. São Paulo: Nobel, 1984. 320 p.
EVANGELISTA, José. Tecnologia de alimentos. 2. ed. Rio de Janeiro; São Paulo:
Atheneu, 1989. 652 p.
Bibliografia Complementar:
ALBUQUERQUE, L. C. de Queijos no Brasil. 2 ª ed., EPAMING.
AMIOT, J. [et al], Ciência e tecnologia de la leche: principios y aplicaciones, Acribia.
AQUARONE, E. [et al.], Alimentos e bebidas produzidas por fermentação, Edgard
Blücher.
BARBOSA, J.J., Introdução à tecnologia de alimentos, Kosmos.
BEHMER, M. L. A ., Lacticínios: leite, manteiga, queijo, caseína, sorvete e
instalações,produção, industrialização, análise. 4 ª ed. Melhoramentos.
FURTADO, Múcio Mansur. Fabricação de queijo de leite de cabra. 6. ed. Nobel,
1997. 126 p.
CATALDO FILHO, A . & FERNANDES, S., Manual do produtor de leite.
Tecnoprint.
CRUZ, G. A., Desidratação de alimentos - 2 ª ed. Globo.
EPAMING, Os queijos na fazenda. 4 ª ed. Globo.
FARRALL, A. W., Food engineering systems. AVI.
FENNEMA, O . R., Low-temperature preservation of foods and living matter. M.
Dekker.
FUGMA0N, H. A . J., Introdução ao processamento de alimentos, UFPR-Edit.
FURTADO, M.M., A arte e a ciência do queijo. 2 ª ed. Globo.
GAVA, A. J., Princípios de tecnologia de alimentos. 7ª ed. Nobel.
HELDMAN, D. R., Food process engineering. AVI.
HODGSON, H E. & REED, O . E., Manual de lacticínios para a América tropical.
RLESE.
JANK, M. S. [et al], O agribusiness do leite no Brasil, Milk Bizz.
KIRCHOF, B., Exploração leiteira para produtores, Agropecuária.
LIMA, F. A ., Aspectos da economia leiteira e da indústria de laticínios do Nordeste.
BNB.
OLIVEIRA, J. S. de Queijo: fundamentos tecnológicos. 2 ª ed. Ícone.
RANKEN,M.D., Manual de industrias de los alimentos - 2 ª ed. Acribia.
REES, J. A G. & BETTISON, J., Procesado térmico y envasado de los alimentos
Acribia.
SPREER, E., Lactologia industrial: leche, preparación y elaboración, máquinas,
instalaciones y aparatos, ... 2ª ed. Acribia.
ZOOCAL, R., Leite em números, EMBRAPA.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Fisiopatologia da Reprodução
8º
Carga horária:
MEDV043
Pré-requisito:
80 horas
EMENTA: A disciplina aborda aspectos da fertilização e desenvolvimento embrionário
inicial; morfofisiologia a patologias do trato reprodutor feminino e masculino, incluindo
meios diagnósticos; além da interação entre o gameta masculino e o trato reprodutor
feminino (transporte espermático no trato reprodutor feminino; capacitação espermática
e reação acrossomal).
Bibliografia Básica:
AISEN, Eduardo G.; BICUDO, Sony Dimas Reprodução ovina e caprina. São Paulo:
2008. 203 p.
BALL, P. J. H. Reprodução em bovinos 3. ed. São Paulo: Roca, 2006. 232 p.
GRUNERT, Eberhard. Patologia e clínica da reprodução dos animais mamíferos
domésticos: ginecologia. São Paulo: Varela, 2005. 551 p.
HAFEZ, B; HAFEZ, E. S. E. ((ed.)). Reprodução animal. 7. ed. Barueri,SP: Manole,
2004. xiii, 513 p.
LEY, William B. Reprodução em éguas: para veterinários de equinos. São Paulo:
Roca, c2006. xviii, 220 p.
NASCIMENTO, Ernane Fagundes do; SANTOS, Renato de Lima Patologia da
reprodução dos animais domésticos 2 ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003,
137p.
Bibliografia Complementar:
ALLEN, W. Edward. Fertilidad y obstetricia canina Zaragosa: Acribia, 1992. 244 p.
ALLEN, W. Edward; DUCAR MALUENDA, Pedro. Fertilidad y obstetricia
equina. Zaragoza (España): Acribia, 1994. 237 p.
CUNNINGHAM, James G; KLEIN, Bradley G. Tratado de fisiologia veterinária 4.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier Saunders, 2008. 710 p.
DUKES, H. H.; SWENSON, Maelvin J.; REECE, William O. Fisiologia dos Animais
Domésticos 11 ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996, 856p.
FELDMAN, Edward C; NELSON, Richard W. Canine and feline endocrinology and
reproduction. 3rd ed. St. Louis: 2004. xi, 1089 p.
JOHNSTON, Shirley D.; ROOT KUSTRITZ, Margaret V.; OLSON, Patricia S.
Canine and Feline Theriogenology Philadelphia: Saunders College Publishing, 2011,
592p.
RIET-CORREA, Franklin (... [et al.]). Doenças de ruminantes e equinos. 2. ed. São
Paulo: Livraria Varela, 2001. 2v.
SAMPER, Juan C; PYCOCK, Jonathan F; MCKINNON, A. O. Current therapy in
equine reproduction. St. Louis: c2007. xvi, 492 p.
YOUNGQUIST, R. S.; THRELFALL, W. R. Current Therapy in Large Animal
Theriogenology 2 ed Philadelphia, USA: Elsevier, 2007.
9º PERÍODO – TRONCO PROFISSIONALIZANTE
Disciplina:
Semestre:
Código:
Clínica Cirúrgica II
8º
Carga horária:
MEDV044
Pré-requisito:
60 horas
MEDV015; MEDV035
EMENTA: Noções de desinfecção e antissepsia no campo. Avaliação ClínicaCirúrgica. Fluidoterapia. Controle da Dor. Antibioticoterapia.Técnicas cirúrgicas do
sistema reprodutor do macho e da fêmea, do aparelho digestório. Fraturas. Cirurgias
relacionadas aos tendões e ligamentos. Neurectomia. Amputação. Descorna e
amochamento; Osteossínteses.Trepanação.
Bibliografia Básica:
AUER, J. A; STICK, J. A. Equine surgery. 3 th ed. Philadelphia: 2006, 1390 p.
FUBINI, S. L; DUCHARME, N. G. Farm animal surgery. St. Louis, Mo.: 2004. 607p.
TURNER, A. S.; MCILWRAITH, C. W. Técnicas cirúrgicas em animais de grande
porte. São Paulo: Roca, 2002 341p.
Bibliografia Complementar:
Anais dos Congressos Brasileiros de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária
HENDRICKSON, D.A. Cuidado de Ferimentos para Veterinários de Equinos. 1 ed
São Paulo: Roca, 2006 200p.
ORSINI,J.;DIVERS.T. Equine Emergencies: Treatment and Procedures 3 ed
Elsevier, 2007 864p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Extensão Rural
9º
MEDV045
Carga horária:
Pré-requisito:
60 horas
Ementa: A institucionalização da extensão rural no mundo e no Brasil. Comunidade,
lideranças e movimentos sociais. Difusão e adoção de tecnologia. O campo
extensionista como educação e prática social. Elaboração de planos/projetos de atuação
profissional. Cooperativismo.
Bibliografia Básica:
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação?. 13 ed. São Paulo: Paz e Terra, 1977,
93p.
GONÇALO, José Evaldo. Reforma Agrária Como Política Social Redistributiva.
Brasília: Plano, 2001. (Terceiro Milênio).
TROSTER, Roberto Luis. Um Novo Século, Um Novo Brasil. São Paulo: Makron
Books, 2001.
Bibliografia Complementar:
DEMAJOROVIC, Jacques. Sociedade de Risco e Responsabilidade Socioambiental.
São Paulo: Senac São Paulo, 2001.
FERNANDES, Bernardo Mançano. Questão Agrária, Pesquisa e MST. São Paulo:
Cortez, 2001. (Questão da Nossa Época, V. 92).
SORJ, Bernardo. A Nova Sociedade Brasileira. 3 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zerah, 2006.
VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável o Desafio do Século XXI.2 ed. Rio
de Janeiro: Garamond, 2006.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Inspeção de Carne e Produtos Derivados
9º
Carga horária:
MEDV046
Pré-requisito:
80 horas
MEDV041
EMENTA: Inspeção Industrial e Sanitária na produção, elaboração e comercialização
de carnes e produtos derivados; conhecimento da legislação específica.
Bibliografia Básica:
PARDI, M.C. et al. Ciência higiene e tecnologia da carne. Goiânia: CEGRAF - UFG,
1993, 2 v
PINTO, Paulo Sérgio de Arruda. Inspeção e higiene de carnes. Viçosa, MG: Editora
UFV, 2008. 320 p.
Bibliografia Complementar
BRASIL. Ministério da Agricultura. Departamento Nacional de Produtos Animais.
Inspeção de carnes. Departamento de técnicas, instalações e equipamentos; Vol. 1 Bovinos, Brasília, 1971, 198p.
INFANTE, G.J.; DURÃO, J.C. Manual de inspeção sanitária de carnes. Fundação
Calouste Gulbenkian, 1985, 561p.
MONTAGEM de pequeno abatedouro e cortes comerciais de ovinos. Viçosa, MG:
Centro de Produções Técnicas, 2008. 1 disco laser (54 min.) : NTSC : son., color. ; + 1
manual (246 p. : il. ; 23 cm), 1 planta (Série criação de ovinos)
PARDI, Miguel Cione. Memória da inspeção sanitaria e industrial de produtos de
origem animal no Brasil: o serviço de inspeção federal - SIF. Brasília: Columbia, 1996.
170 p.
THORNTON, H. Compêndio de inspeção de carnes. 5. ed., São Paulo: Ed. Fremag,
1969, 665p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Inspeção de Leite e Produtos Derivados
9º
Carga horária:
MEDV047
Pré-requisito:
80 horas
MEDV042
EMENTA: Definições de leite. Produção higiênica do leite. Tipificação do leite e sua
regulamentação. Metodologia de coleta de amostras. Causas de alterações normais e
anormais. Principais análises físicas, químicas e microbiológicas de rotina e precisão.
Classificação dos produtos lácteos comestíveis e não comestíveis. Inspeção sanitária e
industrial dos derivados do leite.
Bibliografia Básica:
BEHMER, M. L. Arruda. Tecnologia do leite: leite, queijo, manteiga, caseína, iogurte,
sorvetes e instalações. 15. ed. São Paulo: Nobel, 1984. 320 p.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Ministério da Agricultura. Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de
Produtos de Origem Animal. 1980, 167p.
BRASIL. Ministério da Agricultura. Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária.
Laboratório Nacional de Referência Animal. Métodos analíticos oficiais para controle
de produtos de origem animal e seus ingredientes. Métodos físicos e químico. v. 1,
1981, s.p.
BRASIL. Ministério da Agricultura. Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária.
Laboratório Nacional de Referência Animal. Métodos analíticos oficiais para controle
de produtos de origem animal e seus ingredientes. Métodos microbiológicos. v.2,
1981, s.p.
FURTADO, M. M. A arte e a ciência do queijo. Globo, São Paulo, 2a ed., 1991, 297p.
LERCHE, M. Inspeccion veterinária de la leche. Acribia, Zaragoza, 1969, 375 p.
OLIVEIRA, J.S. Queijos: fundamentos tecnológicos. Ícone, São Paulo, 2.ed., 1986,
146 p.
REVILLA, A.. Tecnologia de la leche. IICA: San Jose, 2a ed., 1982, 399 p.
RIEDEL, G. Controle sanitário dos alimentos. Atheneu, São Paulo, 2a ed., 1992, 320
p.
SPREER, E. Lactologia industrial. Acríbia, Zaragoza, 2a ed., 1973, 461 p.
VEISSEYRE, R. Lactologia tecnica. Acríbia, Zaragoza, 1980, 643 p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Obstetrícia Veterinária
9º
Carga horária:
MEDV048
Pré-requisito:
60 horas
EMENTA: Introdução ao estudo da obstetrícia veterinária. Pelviologia e pelvimetria.
Fisiologia, estudo clínico, controle hormonal, duração e patologia da gestação.
Membranas fetais e placenta. Diagnóstico gestacional nas espécies domésticas. Parto
eutócico e distócico. Estática fetal. Procedimentos obstétricos. Puerpério. Distúrbios
nenonatais.
Bibliografia Básica:
AISEN, Eduardo G.; BICUDO, Sony Dimas Reprodução ovina e caprina. São Paulo:
2008. 203 p.
ALLEN, W. Edward. Fertilidade e obstetricia canina. Zaragosa: Acribia, 1992. 244 p.
ALLEN, W. Edward; DUCAR MALUENDA, Pedro. Fertilidade e obstetricia
equina. Zaragoza (España): Acribia, 1994. 237 p.
BALL, P. J. H. Reprodução em bovinos. 3. ed. São Paulo: Roca, 2006. 232 p.
GRUNERT, Eberhard; BOVE, Sylvio; STOPIGLIA, Angelo V. Manual de obsterícia
veterinária Porto Alegre: Sulina, 1973, 179p.
JACKSON, Peter G. G. Obstetrícia veterinária. 2. ed. São Paulo: Roca, 2006, 328 p.
LEY, William B. Reprodução em éguas: para veterinários de eqüinos. São Paulo:
Roca, 2006, 220 p.
PRESTES, Nereu Carlos; LANDIM-ALVARENGA, Fernanda da Cruz. Obstetrícia
veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006, 241p
TONIOLLO, Gilson Hélio; VICENTE, Wilter Ricardo Russiano. Manual de
obstetrícia veterinária. 2. ed. São Paulo: Varela, 2003. 124 p.
Bibliografia Complementar:
CUNNINGHAM, James G; KLEIN, Bradley G. Tratado de fisiologia veterinária. 4.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier Saunders, 2008. 710 p.
DERIVAUX, J.; ECTORS, F. Fisiopatología de la Gestación y Obstetrícia
Veterinaria. Zaragoza, Espanha: Acribia.[1984].
FELDMAN, Edward C; NELSON, Richard W. Canine and feline endocrinology and
reproduction. 3rd ed. St. Louis: 2004. xi, 1089 p.
JOHNSTON, Shirley D.; ROOT KUSTRITZ, Margaret V.; OLSON, Patricia S.
Canine and Feline Theriogenology Philadelphia: Saunders College Publishing, 2011,
592p.
SAMPER, Juan C; PYCOCK, Jonathan F; MCKINNON, A. O. Current therapy in
equine reproduction. St. Louis: 2007, 492 p.
SANTOS, Márcio Henrique Barbosa dos; OLIVEIRA, Marcos Antonio Lemos de;
LIMA, Paulo Fernades de Diagnóstico de gestação na cabra e na ovelha São Paulo:
Varela, 2004, 157p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Biotecnologia da Reprodução
9º
Carga horária:
MEDV049
Pré-requisito:
80 horas
EMENTA: Mecanismos envolvidos com as biotecnologias da reprodução animal,
como a criopreservação de sêmen e inseminação artificial, e manipulação de folículos
ovarianos pré-antrais. Aspectos moleculares e de prática macroscópica.
Bibliografia Básica
AISEN, Eduardo G.; BICUDO, Sony Dimas. Reprodução ovina e caprina. São Paulo:
2008. 203 p.
BALL, P. J. H. Reprodução em bovinos. 3. ed. São Paulo: Roca, 2006. 232 p.
FREITAS, Vicente José de Figueirêdo; FIGUEIREDO, José Ricardo de Biotécnicas
aplicadas à reprodução animal 2 ed São Paulo: Roca, 2008, 395p.
HAFEZ, B; HAFEZ, E. S. E. (ed.). Reprodução animal. 7. ed. Barueri,SP: Manole,
2004, 513 p.
LEY, William B. Reprodução em éguas: para veterinários de equinos. São Paulo:
Roca, 2006, 220 p.
Bibliografia Complementar:
ALLEN, W. Edward. Fertilidade e obstetricia canina. Zaragosa: Acribia, 1992. 244 p.
ALLEN, W. Edward; DUCAR MALUENDA, Pedro. Fertilidade e obstetricia
equina. Zaragoza (España): Acribia, 1994. 237 p.
CUNNINGHAM, James G; KLEIN, Bradley G. Tratado de fisiologia veterinária. 4.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier Saunders, 2008. 710 p.
FELDMAN, Edward C; NELSON, Richard W. Canine and feline endocrinology and
reproduction. 3rd ed. St. Louis: 2004, 1089 p.
INSEMINAÇÃO artificial em bovines: convectional e em tempo fixo. Viçosa, MG:
Centri de Produções Técnicas, 2009. 1 Disco Laser (90 min); NTSC: sonor, color.; + 1
manual (266p.:il; 23 cm) (Reprodução; 5626)
JOHNSTON, Shirley D.; ROOT KUSTRITZ, Margaret V.; OLSON, Patricia S.
Canine and Feline Theriogenology Philadelphia: Saunders College Publishing, 2011,
592p.
SAMPER, Juan C; PYCOCK, Jonathan F; MCKINNON, A. O. Current therapy in
equine reproduction. St. Louis: c2007. xvi, 492 p
YOUNGQUIST, R. S.; THRELFALL, W. R. Current Therapy in Large Animal
Theriogenology 2 ed Philadelphia, USA: Elsevier, 2007.
Acervo Periódicos Capes
Disciplina:
Semestre:
Código:
Zoonoses e Saúde Pública
9º
Carga horária:
MEDV050
Pré-requisito:
80 horas
EMENTA: Abordagem do tema zoonoses, de maneira a situar essas enfermidades no
contexto de Saúde Pública no Brasil. Estudo crítico dos mecanismos de transmissão e
hospedeiros envolvidos, com o intuito de proporcionar uma visão geral sobre as
zoonoses e suas relações com a Saúde Pública Veterinária, com vistas a promoção da
Saúde Humana.
Bibliografia Básica:
NEVES, D. P. Parasitologia Humana. 10. ed. São Paulo: Atheneu; São Paulo, 2000,
428p.
QUINN P.J., MARKEY B. K., CARTER M. E., Microbiologia Veterinária e Doenças
Infecciosas Porto Alegre: Artmed, 2005. 512 p.
REY, L. Bases da Parasitologia Médica Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1992,
349p.
Bibliografia Complementar:
ACHA, P.N.; SZYFRES, B. Zoonoses y enfermidades transmissibles comunas al
hombre y a los animales. Organizacion Panamericana de la salud. 2a. ed., 1986.
Publicacion cientifica no. 503.
DISCIPLINAS ELETIVAS
Disciplina:
Semestre:
Código:
Anatomia de Animais Silvestres
Eletiva
Carga horária:
MEDV051
Pré-requisito:
40 h
EMENTA: Anatomia comparada dos sistemas locomotor, digestório, urogenital,
cardio-respiratório.
Bibliografia:
1. CATALÁN BRAVO, Roger et al. Anatomía y Fisiología Clínica de Animales
Exóticos Zaragoza: Servet Diseño y Comunicación, S.L., 2008
2. CATÃO-DIAS, José Luiz et al Tratado de Animais Selvagens São Paulo: Roca,
2007, 1376p.
3. ORTI, Rosario Martín, GARCÍA, Pilar Marín, SORIANO, Juncal González Atlas
de Anatomía de Animales Exóticos Barcelona: Masson, 2004, 184p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Apicultura
Eletiva
MEDV052
Carga horária:
Pré-requisito:
40 h
EMENTA: Evolução histórica e situação atual da apicultura no Brasil. Importância
econômica da apicultura. Aspectos morfológicos e Raças de Abelhas Apis mellifera.
Organização e estrutura da colmeia. Mel e outros importantes produtos da atividade.
Instalações: Tipos de apiários, localização, equipamentos e flora apícola; Povoamento e
manejo produtivo das colmeias; Alimentação; Doenças e Inimigos Naturais das
Abelhas. Colheita, extração e processamento do mel.
Bibliografia:
1. LANDIM, Carminda Cruz Abelhas: morfologia e função de sistemas São Paulo:
UNESP, 2008, 407p.
2. SILVA, Paulo Airton de Macedo E.; BRASIL INSTITUTO CENTRO DE ENSINO
TECNOLÓGICO Apicultura Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004, 56p.
3. WIESE, Helmuth, Apicultura Guaíba, RS : Agrolivros, 2005, 378p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Aquicultura
Eletiva
MEDV053
Carga horária:
Pré-requisito:
40 h
EMENTA: Panorama da piscicultura no Brasil e no mundo. Comunidades Aquáticas.
Qualidade de água na piscicultura. Planejamento de uma piscicultura. Construção,
Povoamento, Manejo geral e Despesca de viveiros. Cuidados profiláticos na
piscicultura.
Bibliografia:
1. GARUTTI, Valdener Piscicultura ecológica São Paulo: UNESP. 2003, 322p.
2. MENEZES, Américo Aquicultura na prática: peixes, camarões, ostras, mexilhões
e sururus Vila Velha: Hoper, 2005, 107p.
3. RANZANI-PAIVA, Maria José Tavares; TAKEMOTO, Ricardo Massato;
LIZAMA, Maria de los Angeles Perez Sanidade de organismos aquáticos São
Paulo: Varela, 2004, 426p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Bases em Técnicas Hospitalares
Eletiva
Carga horária:
MEDV054
Pré-requisito:
40 h
EMENTA: Rotina. Higiene. Infecção hospitalar. Injeções. Tricotomia. Fluidoterapia.
Monitoramento cardíaco e respiratório. Acompanhamento de animais hospitalizados:
exame clínico, colheita e remessa de material, interpretação de exames complementares,
diagnóstico e prognóstico, aplicação das técnicas terapêuticas adequadas. Pré e pós
operatórios.
Bibliografia:
1. ARCHIBALD,J., Traumatologia Canina, 1977
2. BEER, J., Doenças Infecciosas em Animais Domésticos, São Paulo: Roca,1988
3. BIRGEL,H.; BENESI,F.J., Patologia Clinica Veterinária. 1982
4. DOXEY,D.L, Patologia Clínica e Métodos de Diagnósticos, 1985.
5. GREENE,C.E., Clinical, Microbiological and Infections. Diseases of the Dog and
Cat. 1984
6. GUBBS,E.P.J. Enfermedades Viricas de los Animales de Abasto, 1987
7. JENININGS,P.B., The Pratice of Large Animal: Surgery, 1984
8. KEL LY,W.R., Diagnóstico Clínico Veterinário, 1986
9. KERSJES, A.W.,NEMETH,F.;RUTGERS,J.E., Atlas De Cirurgia De Grandes
Animais, 1986
10. LORENZ, M.D., CORNELIUS, L.M, Diagnóstico Clínico e Tratamento em
Pequenos Animais, 1989
11. MAYR,A.;GURERREIRO,M.G., Virologia Veterinária, 1972
12. ROSEMBERG, G. Exame Clínico dos Bovinos, 1983.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Bioclimatologia
Eletiva
MEDV055
Carga horária:
Pré-requisito:
60 h
EMENTA: Introdução ao estudo da bioclimatologia animal: interação ambiente animal. Combinações dos elementos climáticos, macro e microclimas. Efeitos do
ambiente sobre o animal (crescimento, fertilidade, nutrição e produtividade dos animais
domésticos). Reações dos animais ao ambiente tropical. Tolerância das diversas
espécies e raças ao calor tropical (testes de adaptabilidade). Mecanismos de regulação
térmica dos animais domésticos.Proteção e conforto ambiental. Ambiência e produção
animal (uso de recursos técnicos para amenizar os efeitos negativos do clima sobre a
produção animal).
Bibliografia:
1. CUNNINGHAN, J.G., Tratado de Fisiologia Veterinária, 2004
2. SILVA, R.G., Introdução à Bioclimatologia Animal, 2000
3. HOLMES, C.W. & WILLSON, G.F., A milk production from pasture, 1990
Disciplina:
Semestre:
Código:
Bioinformática
Eletiva
MEDV056
Carga horária:
Pré-requisito:
60 h
EMENTA: Estudo da metodologia, equipamentos, softwares, utilizados em medicina
veterinária, para mensuração, controle, acompanhamento, monitoração. Chipagem,
biosensores, rastreamento. Desenho de primers. Análise de genomas.
Bibliografia:
1. ABRAHAM, Aiith; CHEN, Yuehui (editor) Computacional intelligence in
bioinformatics Berlin: Springer-Verlag, 2008, 326p.
2. LAHOZ-BELTRA, Rafael
Bioinformática: simulación, vida artificial e
inteligencia artificial Madrid: Diaz de Santos, 2004, 574p.
3. LESK, Arthur M. Introdução à bioinformática 2 ed Porto Alegre: Artmed,
2008, 381p.
4. SUNG, Wing-Kin Algorithms in bioinformatics: a practical introducion Boca
Raton: Chapman & Hall/CRC, 2010, 381p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Clínica e Manejo de Animais Silvestres
Eletiva
Carga horária:
MEDV057
Pré-requisito:
60 h
EMENTA: Introdução. Identificação e reconhecimento das principais ordens de aves,
répteis e mamíferos com as quais, mais frequentemente, o médico veterinário irá atuar.
Principais aspectos do manejo de animais silvestres em cativeiro. Métodos de marcação.
A importância do estresse no manejo e na clínica de animais silvestres. Contenção
física, contenção química e anestesia. Aves, répteis e mamíferos: aspectos anatômicos e
fisiológicos básicos. Exame clínico. Vias de aplicação de drogas. Vias para coleta de
sangue. Nutrição e doenças nutricionais. Meios diagnósticos específicos. Diagnósticos
radiológicos. Hematologia clínica. Principais doenças infecciosas e parasitárias.
Principais problemas na clínica. Aspectos terapêuticos específicos. Procedimentos
cirúrgicos. Meios e métodos recomendados para realização de eutanásia. Técnicas
específicas de necropsia. Importância da aplicação das técnicas de reprodução artificial
na conservação das espécies ameaçadas de extinção no Brasil e no mundo. Aspectos
legais da criação de animais silvestres em cativeiro.
Bibliografia:
1. CATALÁN BRAVO, Roger et al. Anatomía y Fisiología Clínica de Animales
Exóticos Zaragoza: Servet Diseño y Comunicación, S.L., 2008
2. CATÃO-DIAS, José Luiz et al Tratado de Animais Selvagens São Paulo: Roca,
2007, 1376p.
3. JEPSON, Lance Exotic Animal Medicine: A Quick Reference Guide London:
Elsevier Health Sciences, 2009, 592p.
4. MADER, Douglas R. Reptile Medicine and Surgery London: Elsevier Health
Sciences, 2005, 1264p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Cultura de Animais Silvestres e Exóticos de Interesse Comercial
Eletiva
40 h
Carga horária:
MEDV058
Pré-requisito:
EMENTA: Conceitos e características de animais para criação alternativa (capivara.
jacaré, cateto, javali, avestruz). Espécies, manejo, alimentação, reprodução, instalações,
sanidade. Animais da fauna silvestre de interesse econômico e práticas de sua
utilização. Biodiversidade e as ameaças à diversidade biológica. Legislação brasileira
específica para criação de animais silvestres em cativeiro e critérios de ameaça.
Produtos e Mercado consumidor.
Bibliografia:
1. CARRER, C. & KORNFELD, M.E. Criação de avestruz: moda ou tendência?
Revista dos Criadores n.806, p.32-34, 1997.
2. CONCEIÇÃO, C. Utilização de carne de dorso de rã (Rana catesbeiana, Shaw
1802) no desenvolvimento de um produto alimentício. Seropédica, 2000. 58p. Tese
de Mestrado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).
3 GIANNONI, M.L. Prefácio. In: Doenças de avestruzes e outras ratitas.
(Huchzermeyer, F.W.) Jaboticabal:FUNEP, 2000, 392 p.
4. PARDI, M.C. et. al. Ciência, higiene e tecnologia da carne Goiânia: CEGRAFUFG/Niterói: EDUFF, vol. I, 1993, 586p.
5. ROÇA, R. O; VEIGA, N.; SILVA NETO, P.B.; CERVI, R.C. Características
sensoriais de carne defumada de capivara. Pesq. Agropec. Bras., Brasília, v.34, n.3,
pag.487-492, 1999.
6. ROMANELLI, P.F., CASERI, R., LOPES FILHO, J.F. Processamento da carne do
jacarédo Pantanal (Caiman crocodilus yacare).Ciênc. Tecnol. Aliment., Campinas,
v.22, n.1, pag. 70-75, jan.-abr, 2002.
7. LEGISLAÇÃO BRASILEIRA Disponível em
http://www.ibama.gov.br/documentos-fauna-silvestre/legislacao
Disciplina:
Semestre:
Código:
Doenças dos Suínos
Eletiva
MEDV059
Carga horária:
Pré-requisito:
40 h
EMENTA: Epidemiologia, Patologia, Diagnóstico, Controle e Profilaxia das
bacterioses, viroses, micoplasmoses, parasitoses e intoxicações dos suínos.
Bibliografia:
1. ACHA, P. N.;SZYFRES, B., Zoonosis y Enfermidades Transmis Sibles Comunes
al Hombre y Los Animales, 1997
2. BEER, J., Doenças Infecciosas em Animais Domésticos, São Paulo: Roca,1988
3. GIBBS, E.P.J., Enfermidades Víricas de los Animales de Abasto,
4. MAYR, A.; GUERREIRO, M. G., Virologia Veterinária, 1981.
5. SOBESTIANSKY, J. E et al , Patologia e Clínica Suína,1993
Disciplina:
Semestre:
Código:
Economia Rural
Eletiva
MEDV060
Carga horária:
Pré-requisito:
40 h
EMENTA: Princípios básicos de economia aplicada ao meio rural e ao
empreendimento pecuário, clínica e indústria alimentícia. Conhecimento de
macroeconomia, microeconomia, mercados futuros, aplicações, bolsas, commodities.
Bibliografia:
1. ARBAGE, Alessandro Poporatti Fundamentos de Economia Rural Chapecó:
Argos, 2006 272 p.
2. NEVES, Marcos Favas, ZYLBERSZTAJN, Decio, NEVES, Evaristo Marzabal
Agronegócio do Brasil São Paulo: Saraiva, 2005, 152 p.
3. OLIVEIRA, Cantalicio Preto de Economia e Administração Rurais Porto Alegre:
Sulina, 1976, 166 p.
4. SANTOS, Gilberto José dos Administração de Custos na Agropecuária 4 ed São
Paulo: Atlas, 2009, 154 p
Disciplina:
Semestre:
Código:
Educação Sanitária
Eletiva
MEDV061
Carga horária:
Pré-requisito:
40 h
EMENTA: Higiene no Processo Produtivo. Campos de Ação e Objetivos da Educação
Sanitária: aplicação da Educação Sanitária em veterinária. Programa Nacional de
Controle da Raiva dos Herbívoros e outras Encefalopatias - PNCRH. Programa
Nacional de Sanidade Avícola - PNSA. Programa Nacional de Sanidade Suídea - PNSS.
Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose PNCEBT. Programa Nacional de Sanidade de Eqüídeos - PNSE. Programa Nacional de
Sanidade dos Caprinos e Ovinos - PNSCO. Programa Nacional de Erradicação da Febre
Aftosa - PNEFA. Programa Nacional de Educação Sanitária Animal.
Bibliografia:
1. DEFESA SANITÁRIA ANIMAL Ministério da Agricultura Manual técnico do
programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose
(PNCEBT)
e
outros
programas:
Disponível
em
http:/www:agricultura.gov.br/sda/dda
2. FERNANDES BALMACEDA, O. Programación, administración y evaluación de
campanas sanitárias. In: ORGANIZACION PANAMERICANA DE LA SALUD. IV
3. HANSON, R. P. Animal Disease Control: Regional Programs. 1983
4. OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia, práticas.
31 ed São Paulo: Atlas, 2013. 384 p.
5. OLIVEIRA, J. B. A.; CHADWICK, C. Aprender e Ensinar São Paulo: Global,
2001
6. ORGANIZACION PANAMERICANA DE LA SALUD. Administración de
programas de Salud Animal, 1986
7. ORGANIZACIÓN PANAMERICANA DE LA SALUD V Reunión Interamericana
sobre el controle de la Fiebre Aftosa y otras Zoonosis. México, D.F., 1972 Edição 256
de Publicaciones científicas
8. PILETTI, Claudino Didática Geral 24 ed São Paulo: Ática, 2010. 256p. 2000
Disciplina:
Semestre:
Código:
Empreendedorismo e Inovação Tecnológica
Eletiva
40 h
Carga horária:
MEDV062
Pré-requisito:
EMENTA: Empreendedorismo: Definição e Aplicações. O papel da extensão
inovadora no fortalecimento do ensino superior e na preparação do aluno para o
mercado de trabalho. Quebra do paradigma Universidade X Empresas: Construção de
aliados para o desenvolvimento sustentável. Construção de pró-atividade e o desafio da
relação interpessoal. Inovação Tecnológica: conceitos e importância no
desenvolvimento econômico. Propriedade Intelectual PI: conceitos, patentes, marcas,
desenho industrial, software, indicações geográficas, cultivares. Patentes: legislação,
histórico, estrutura, tramitação no INPI, depósitos em outros países – PCT, período de
graça, extinção do privilégio. O papel dos NIT nas ICTs. Informação Tecnológica.
Bibliografia Básica:
1. DOLLABELA, Eduardo. O Segredo de Luísa Rio de Janeiro: Sextante,2008,
299p.
2. HUNTER, James C. O Monge e o executivo: Uma história sobre a essência da
liderança Rio de Janeiro: Sextante, 2004, 139p.
3. MELO, Pedro; VIDIGAL , Marina. Startup Brasil São Paulo: Agir, 2011
Bibliografia Complementar:
1. FÓRUM NACIONAL DE GESTORES DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE
TECNOLOGIA.
Manual básico de acordos de parceria de PD&I : aspectos
Jurídicos. Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia ;
org. Luiz Otávio Pimentel. – Porto Alegre : EDIPUCRS, 2010. 158 p.
2. WORLD INTELLECTUAL PROPERTY ORGANIZATION. World intellectual
Property indicators. Disponível em: http://www.wipo. int/export/sites/www/ ipstats/
en/statistics/ patents/pdf/941_2010.pdf
3. Leis vigentes sobre Propriedade Intelectual - PI.
Site do inpi: www.inpi.gov.br
Site do WIPO: www.wipo.int
Disciplina:
Semestre:
Código:
Etologia
Eletiva
MEDV063
Carga horária:
Pré-requisito:
60 h
EMENTA: Estudo do comportamento animal aplicado dos animais domésticos, de
interesse ao médico veterinário. Aprendizagem e instinto. Transtornos
comportamentais. Comportamento reprodutivo e social. Importância de uma abordagem
biológica do comportamento. Etologia como ciência descritiva e experimental.
Principais problemas teóricos e estratégias científicas.
Bibliografia Básica:
1. BEAVER, B.V.; Comportamento Canino – um guia para
veterinários.São Paulo: Roca, 2001.
2. CARTHY, Howse; Comportamento Animal. São Paulo: EDUSP,1980.
3. LORENZ, K; Os fundamentos da Etologia. São Paulo: Editora UNESP,
1995.
4. JENSEN, P.; Etología de los Animales Domésticos. Zaragoza: Editorial
Acribia, AS, 2004.
Bibliografia complementar:
1.DETHIER, V.G., STELLAR, E.; Comportamento Animal São Paulo: Ed.
Edgard Blücher ltda, 1988.
2. MASSON, J.M., McCARTHY,S.; Quando os elefantes choram São Paulo:
Editorial Geração, 1997.
3. PARANHOS COSTA, M.J.R., CROMBERG, V.U., Comportamento
Materno em Mamíferos São Paulo: ETCO, 1998.
4. ROBERTS, M. O Homem que ouve Cavalos Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 2005.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Exame Clínico de Bovinos
Eletiva
Carga horária:
MEDV064
Pré-requisito:
60 h
EMENTA: Introdução aos conceitos da semiologia veterinária. Aplicação das técnicas
de contenção física e química. Procedimentos ambulatoriais básicos. Métodos principais
e auxiliares de exploração clínica. Estudo das técnicas de exame clínico de bovinos.
Bibliografia Básica:
1. FEITOSA, F. L. F. Semiologia Veterinária: a Arte do Diagnóstico. 2. ed. São
Paulo: Roca, 2008.
2. RADOSTITS, O.M. Exame Clínico e Diagnóstico em Veterinária. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
3. RADOSTITIS, O.M.; GAY, C.C.; BLOOD, D.C.; HINCHCLIFF, K.W. Clínica
Veterinária. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
4. ROSENBERGER, G. Exame Clínico dos Bovinos. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1990.
5. SMITH, B. P. Medicina Interna de Grandes Animais. 3. ed. São Paulo: Manole,
2006.
Bibliografia Complementar:
1. ANDERSON, D.E.; RINGS, D.M. Current Veterinary Therapy – Food Animal
Practice. 5. ed. Philadelphia: W. B. Saunders Company, 2009.
2. ANDREWS, A.H. Bovine Medicine – Diseases and Husbandry of Cattle. 2. ed.
Oxford: Blackwell Science, 2004.
3. DIRKSEN, G. Indigestiones en el Bovino. Hannover: Schnetztor-Verlag GmbH
Konstanz, 1981.
4. DIRKSEN, G.; GRUNDER, H.; STOBER, M. Medicina Interna y Cirurgía del
Bovino. Volumes 1 e 2. Buenos Aires: Inter-médica, 2005.
5. GARCIA, M.; DELLA LIBERA, A.M.M.P.; BARROS FILHO, I.R. Manual de
Semiologia e Clínica dos Ruminantes. São Paulo: Varela, 1996.
6. GREENOUGH, P.R.; MACCALLUM, F.J.; WEAVER, A.D. Lamness in cattle. 3.
ed. Philadelphia: W.B. Saunders, 1997.
7. RADOSTITIS, O.M. Herd Health – Food Animal Production Medicine. 3. ed.
Philadelphia: W.B. Saunders, 2001.
8. REBHUN, W.C. Doenças do Gado Leiteiro. São Paulo: Roca. 2000.
9. ROSENFELD, A. J. Prática Veterinária – Uma Abordagem Didática. São Paulo:
Roca, 2009.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Fisioterapia
Eletiva
MEDV065
Carga horária:
Pré-requisito:
40 h
EMENTA: Princípios da Fisioterapia veterinária. Características das lesões.
Modalidades e principais equipamentos usados em Medicina Veterinária. Afecções
clínicas e cirúrgicas que podem ser manejadas ou tratadas com recursos de fisioterapia.
Exercícios. Reabilitação de membros. Reabilitação visceral. Princípios de fisioterapia.
Bibliografia:
1. BOCKSTAHLER, Barbara; LEVINE, David; MILLIS, Darryl Essential Facts of
Physiotherapy in Dogs & Cats - Rehabilitation and Pain Management
VBS
VETVERLAG GMBH, December 2004, 300p.
2. DYCE, K. M.; SACK, W. O.; WENSING, C. J. G. Tratado De Anatomia
Veterinária ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
3. MCGOWAN, Catherine; GOFF, Lesley; STUBBS Narelle Animal Physiotherapy:
Assessment, Treatment and Rehabilitation of Animals Oxford: Wiley-Blackwell, 2007,
272p.
4. MIKAIL, S.; PEDRO, C. R. Fisioterapia Veterinária. 2 ed São Paulo: Manole,
200p.
5. REECE, W. O. Dukes - Fisiologia dos Animais Domésticos. 12 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
Disciplina:
Semestre:
Código:
História Afro Brasileira e Africana
Eletiva
Carga horária:
MEDV66
Pré-requisito:
60 h
EMENTA: História da África e dos Africanos. A luta dos negros no Brasil. A cultura
Negra Brasileira e o negro na formação da sociedade nacional. A contribuição do povo
negro nas áreas social, econômica, política e cultural para a formação da nação
brasileira.
Bibliografia Básica:
1. CARDOSO, C. F.F. S. Agricultura, escravidão e Capitalismo Petrópolis, RJ:
Vozes, 1982.
2. CHIAVENATO, J. J. O negro no Brasil São Paulo: Brasiliense, 1988.
3. FREYRE, G. Casa grande e senzala São Paulo: Brasiliense, 2000.
4. RANGER, T. O. História Geral da África São Paulo: África Unesco: 1991 ,vol. 7
Bibliografia Complementar:
1 DA MATTA, R. O que faz o Brasil, Brasil? São Paulo: Editora Rocco, 1984.
2 REIS, J. J. Escravidão e invenção da liberdade São Paulo: Brasiliense, 1988
3 RODRIGUES, N. Os africanos no Brasil São Paulo: Companhia Editora Nacional.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Inglês Instrumental
Eletiva
MEDV067
Carga horária:
Pré-requisito:
60 h
EMENTA: Estruturas específicas e vocabulário visando à compreensão/interpretação
de textos técnicos de Medicina Veterinária na língua inglesa. Introdução e prática das
estratégias de compreensão escrita que favorecem uma leitura mais eficiente e
independente de textos variados. Consolidação das estratégias de leitura com
aprofundamento da percepção dos princípios lógicos envolvidos no processo da leitura.
Estudo das diferenças entre as tipologias de textos e desenvolvimento de
habilidades de estudo: anotações, resumos.
Bibliografia:
1 MALEY, Alan (Ed.) Reading. 1. ed. Oxford: C. V. P., 1987.
2 NUTTALL, Christine. Teaching reading skill in a foreign language. 1. ed. Oxford:
Heinemann, 1982
3 WALTER, Catherine. Authentic reading. 1. ed. Cambridge: C.V.P., 1983
Disciplina:
Semestre:
Código:
Língua Brasileira de Sinais
Eletiva
Carga horária:
MEDV068
Pré-requisito:
120 h
EMENTA: Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais com noções práticas
de sinais e interpretação, destinado às práticas pedagógicas na educação inclusiva.
Bibliografia Básica:
1 BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro:
Tempo Brasileiro: UFRJ, Departamento de Linguística e Filologia, 1995.
2 COUTNHO, Denise. Libras e Língua Portuguesa: semelhanças e diferenças. João
Pessoa Editor: Arpoador, 2000.
3 FELIPE, Tanya A. Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista.
Brasília: Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos, MEC, SEESP, 2001.
4 LOPES FILHO, Otacílio (org.) Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997.
Bibliografia Complementar:
QUADROS, Ronice M., KARNOPP, Lodernir Becker. Línguas de sinais brasileira:
estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
SACKS, Oliver W. Vendo Vozes: uma viagem a mundo dos surdos. São Paulo:
Companhia das Letras, 1998.
SALLES, Heloísa M. M. Lima et. al. Ensino de língua portuguesa para surdos:
caminhos para uma prática. 2 v. Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos.
Brasília, MEC, SEESP, 2005.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Marketing Veterinário
Eletiva
Carga horária:
MEDV069
Pré-requisito:
40 h
EMENTA: Apresentação do mercado. Clientes. Ambiente. Postura profissional e
serviços. Abordagem de clientes. Satisfação. Publicidade.
Bibliografia:
1 LODISH, L. M.; MORGAN, H. L. Empreededorismo e marketing. Rio de Janeiro:
Campus, 2002.
2 PEREIRA, N. S. Marketing aplicado a clínica veterinária de animais de
estimação. São Paulo: Robe Editorial, 2001.
3 ROSSETTI, J. P. Introdução à Economia. São Paulo: Atlas, 2003
Disciplina:
Semestre:
Código:
Medicina Veterinária Alternativa
Eletiva
Carga horária:
MEDV070
Pré-requisito:
40 h
EMENTA: Estudo de técnicas alternativas de tratamentos e controles de doenças em
animais.Estudo da homeopatia médico veterinária. Alopatia X Terapia Alternativa.
Acupuntura. Fitoterapia.
Bibliografia:
1 DI STASI, Luiz Claudio Plantas Medicinais: verdades e mentiras: o que os usuários
e os profissionais de saúde precisam saber São Paulo: UNESP, 2007, 133p.
2 FETROW, Charles W.; AVILA, Juan R. Manual de Medicina Alternativa: para o
profissional Rio de Janeiro: Guanabara, 2000,743p.
3 FONTES, Olney, Leite; CESAR, Amarylis de Toledo Farmácia homeopática:
teoria e prática São Paulo: Manole, 2005, 354p.
4 LAPLANTINE, Francois; RABEYRON, Paul-Louis Medicinas Paralelas São
Paulo: Brasiliense, 1989. 120p.
5 SERRANO, Alan Indio O que é Medicina Alternativa São Paulo: Brasiliense,
1983, 101p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Microbiologia de Produtos de Origem Animal
Eletiva
40 h
Carga horária:
MEDV071
Pré-requisito:
EMENTA: Introdução à microbiologia de alimentos; Coleta, transporte e preparação de
amostras de alimentos para análise; Fatores intrínsecos e extrínsecos que controlam o
desenvolvimento de microrganismo nos alimentos; Microrganismos indicadores: sua
importância e métodos de contagem: Contagem de microrganismos aeróbios estritos e
aeróbios anaeróbios facultativos viáveis, contagem de microrganismos anaeróbios
estritos e aeróbios anaeróbios, facultativos viáveis. Colheita e preparo de amostras para
análise microbiológica; Plano de amostragem por atributos; Teste da redução do azul de
metileno – redutase; Métodos de contagem de microrganismos – técnica no Número
Mais Provável (NMP) e Unidades Formadoras de Colônia (UFC); Microrganismos
patogênicos com importância em alimentos: características, distribuição, principais
alimentos envolvidos em surtos, mecanismos de patogenicidade, medidas preventivas e
de controle, métodos convencionais de isolamento segundo a recomendação da
legislação nacional vigente e órgãos internacional - Clostridium botulinum, Clostridium
perfringens, Bacillus cereus, Staphylococcus aureus, Listeria monocytogenes,
Escherichia coli patogênica (EPEC, EIEC, ETEC, EHEC, AggEC), Salmonella,
Campylobacter, Shigella, Yersinia enterocolitica, Vibrio cholerae, Vibrio
parahemolyticus, Vibrio vulnificus, Aeromonas hydrophila, Plesiomonas shigelloides,
fungos toxigênicos, viroses de origem alimentar; Microbiologia da carne; Microbiologia
do leite; Microbiologia do pescado; Microbiologia de ovos; Microbiologia do mel;
Padrões microbiológicos da legislação de alimentos; Métodos rápidos para detecção de
microrganismos em alimentos.
Bibliografia:
1 ALTANIR , J.Gava Princípios de Tecnologia de Alimentos São Paulo: Nobel,
1998
2 BARTELS, H. et al. Inspeccion Veterinaria de la Carne Zaragoza: Acribia. 1980.
3 FORSYTHE, Stephen J. Microbiologia da Segurança dos Alimentos 2 e d 2013 São
Paulo: Artmed, 2013, 603p.
4 FRANCO, Bernadette D. G. De M. Microbiologia dos Alimentos 2 ed São Paulo:
Atheneu, 2003, 182 p.
5 JAY, James M. Microbiologia de Alimentos 6 ed São Paulo: Atheneu, 2005, 712p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Neurociência
Eletiva
MEDV072
Carga horária:
Pré-requisito:
120 h
EMENTA: Estudo da embriologia, anatomia e fisiologia do sistema nervoso. Avaliação
do desenvolvimento do comportamento: genética e epigenética. Atualização sobre uso
de fármacos e sua ação no Sistema Nervoso Central. Estabelecimento de relações entre
a ação hormonal e os comportamentos apresentados. Estudo da mediação neural dos
processos mentais, cognição, processos vegetativos, memória, emoções.
Bibliografia Básica:
1 MACHADO, A. Neuroanatomia Funcional 2 ed São Paulo:Atheneu, 1993.
2 LENT, R. Cem bilhões de Neurônios 2 ed São Paulo: Atheneu, 2003.
3 AIRES, M.M. Fisiologia 2 ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
4 LORENZ, K. Os Fundamentos da Etologia São Paulo:UNESP, 2005.
Bibliografia complementar:
1 KANDEL, ER; SCHWARTZ, JH; JESSELL, TM Princípios de Neurociências. São
Paulo: Manole, 2002
2 CARLSON, N. Physiology of Behavior, Boston: Allyn and Bacon, 1998, Seventh
Edition, 700 pp. (Tradução em lingual portuguesa: Editora Manole)
3 CORDEIRO, J. M. C., Exame neurológico de pequenos animais, Porto Alegre:
EDUCAT, 2000.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Odontologia Veterinária
Eletiva
Carga horária:
MEDV073
Pré-requisito:
40 h
EMENTA: Introdução, Histórico, Anatomia dental, doença periodontal, etiologia,
patogenia. Tratamento da doença periodontal. Endodontia, doenças da polpa.
Tratamento endodôntico. Restauração dentária. Conceitos básicos em ortodontia.
Cirurgia: Neoplasias, glândula salivar, piodermite de dobra. Doenças da cavidade oral
de felinos. Odontologia em eqüinos. Odontologia em Silvestres. Demonstração prática.
Bibliografia:
1 BELLOWS, Jan Feline Dentistry: Oral Assessment, Treatment, and Preventative
Care Wiley-Blackwell 2010, 328p.
2 DEFORGE, Donlad. H. Atlas of Veterinary Dental Radiology. Wiley 2000, 294p.
3 GIOSO, M.A. Odontologia veterinária para os clínicos de pequenos animais, 2 ed
São Paulo: Manole, 2003, 160 p.
4 GORREL, Cecilia Odontologia na Clínica Veterinária 2010 São Paulo: Elsevier,
2010, 256p.
5 GORREL, Cecilia Veterinary Dentistry for the General Practitioner 2e Saunders
2013, 240p.
6 HOLMSTROM, Steven E Veterinary Dentistry: A Team Approach, 2e Saunders
2012, 448p.
7 VERSTRAETE, F.J.M. Self Assesment Colour Review of Veterinary Dentistry,
CRC Press, 1999, 192p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Oftalmologia Veterinária
Eletiva
Carga horária:
MEDV074
Pré-requisito:
40 h
EMENTA: Anatomia do olho. Principais doenças. Clínica do olho. Cirurgias do olho.
Bibliografia:
1 CRISPIN, S. Notes on veterinary ophthalmology. Oxford: Blackwell Science Ltd.,
2005. 385p.
2 GELATT, K. N. Veterinary ophthalmology. 3 ed. Philadelphia: Lippincott,
Williams & Wilkins, 1999. 1544p.
3 GELATT, K. N., GELATT, J. P. Veterinary ophthalmic surgery. Philadelphia:
Elsevier Ltd. 2011. 400p.
4 MARTIN, C. L. Ophthalmic disease in veterinary medicine. London: Manson
Publishing, 2009. 512p.
5 SLATTER, Douglas H. Fundamnetos da Oftalmologia Veterinária 3 ed São
Paulo: Roca, 2005, 666p.
6 WALDE, I.; SCHÄFFER, E. H.; KÖSTLIN, R. G. Atlas de clínica oftalmológica do
cão e do gato. São Paulo: Manole, 1998. 360p.
7 WILLIAMS D., BARRIE K. Handbook of Veterinary Ocular Emergencies.
Philadelphia: Elsevier Ltd., 2002.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Perícia Veterinária Forense
Eletiva
Carga horária:
MEDV075
Pré-requisito:
40 h
EMENTA: Aspectos básicos da legislação na área de Medicina Veterinária Legal;
Atuação do profissional em Medicina Veterinária Legal. Noções: Direito e
Criminalística; Identificação e Genealogia; Patologia Forense; Tanatologia;
Traumatologia; Toxicologia Forense; Exames Laboratoriais em perícias; Normas
relativas aos produtos de origem animal e funcionamento de estabelecimentos
veterinários e correlatos; Normas relativas à produção, testes, armazenamento,
comercialização e controle de medicamentos de uso animal; Legislação e exames de
determinação de resíduos de medicamentos em produtos de origem animal; Normas
relativas ao transito nacional e internacional de animais; Maus tratos dos animais e
danos ao meio ambiente; Realização de exames periciais por Médicos Veterinários e
Elaboração de laudos, pareceres técnicos e demais documentos judiciais.
Bibliografia:
1 BANDARRA, E.P.; SEQUEIRA, J.L. Tanatologia: Fenômenos Cadavéricos
Abióticos. REVISTA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA DO CRMV- SP, São Paulo,
v.2, nº 1, p.59-63, 1999.
2. BANDARRA, E.P.; SEQUEIRA, J.L. Tanatologia: fenômenos cadavéricos
transformativos. REVISTA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA DO CRMV- SP, São
Paulo, v.2, nº 3, p.72-76, 1999.
3. FRANÇA, Genival Veloso Medicina Legal; Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, ,
2012, 330p.
4 MARCONDES, C. B. Entomologia Médica e Veterinária São Paulo:Atheneu,
2001, 432 p.
5 OLIVEIRA-COSTA, J. (Org.) . Entomologia Forense - Quando os insetos são
Vestígios. Campinas: Millennium, 2003. 257 p.
6. PAARMANN, K. Medicina Veterinária Legal 2 ed São Paulo: Varela, 2006,
175p.
7 TOCHETTO, Domingos Balística Forense - Aspectos Técnicos e Jurídicos 6ed
São Paulo: Millennium, 2011, 432p.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Podologia
Eletiva
MEDV076
Carga horária:
Pré-requisito:
40 h
EMENTA: Anatomia do Casco e unhas. Fisiologia dos cascos e Unhas. Equipamentos.
Contenção. Afecções: Causas, Achados Clínicos, Profilaxia. Correção. Manejo.
Cirurgias.
Bibliografia:
1 DYCE, K.M., SACK, W.O., WENSING, C.J.G. O membro posterior dos
ruminantes. In: Tratado de Anatomia Veterinária, 2 ed. Editores:, K.M. Dyce,
W.O. Sack, C.J.G. Wensing. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,.1997, p.589-597
2 NICOLETTI, José Luiz de Mello Podologia Bovina São Paulo: Manole, 2004,
130p.
3 RADOSTITS, O.M. Exame Clínico e Diagnóstico em Veterinária. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
4 ROSENBERGER, G. Exame Clínico dos Bovinos. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1990.
5 SMITH, B. P. Medicina Interna de Grandes Animais. 3. ed. São Paulo: Manole,
2006.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Raças e Cruzamentos em Bovinos
Eletiva
Carga horária:
MEDV077
Pré-requisito:
60 h
EMENTA: Fundamentos básicos para a realização de cruzamento. Principais sistemas
de cruzamentos. Principais raças utilizadas em cruzamentos bovinos leiteiros e para
corte. Aspectos ligados às eficiências produtiva e econômica.
Bibliografia Básica:
1 GAMA, L.T. Melhoramento genético animal. Editora escolar. 1.ed. 2002. 306p.
2 GIONNANI, M. Genética e melhoramento dos rebanhos nos trópicos. Editora
Nobel. 463p.
3 KEPLER FILHO, E. O melhoramento genético e os cruzamentos em bovinos de
corte. 1ª. ed. Campo Grande: EMBRAPACNPGC, 1997.
4 SAMPAIO, AAM; CAMPOS, FP; HERNANDEZ, MR. Métodos de seleção e
cruzamentos mais utilizados na pecuária de corte. 1ª. ed. Jaboticabal: FUNEP, 2000.
5 TORAL, F. L. B. Cruzamentos e raças sintéticas em gado de corte Melhoramento genético para seu rebanho. (Apostila).
Bibliografia Complementar:
1 PEREIRA, JCC. Melhoramento genético aplicado à produção animal. 5ª. ed. Belo
Horizonte: FEPMVZ, 2008.
2 RAMALHO, MAP; SANTOS, JB; PINTO, CABP. Genética na agropecuária. 4ª.
ed. Lavras: Editora UFLA, 2007.
3 TORRES, A.P. Melhoramento dos rebanhos. Editora Nobel. 1981
Disciplina:
Semestre:
Código:
Saneamento Ambiental
Eletiva
Carga horária:
MEDV078
Pré-requisito:
40 h
EMENTA: Saneamento e Saúde Pública. Higiene Aplicada à Água: Sistemas de
Abastecimento e Tratamento da Água. Controle da Qualidade da Água. Higiene
Aplicada às Águas Residuais (Esgotamento Sanitário). Higiene Aplicada a Dejetos:
Tratamento de Efluentes de Matadouro. Higiene Aplicada a Dejetos: Biodigestores.
Higiene Aplicada a Resíduos Sólidos. Desinfecção e Desinfetantes. Controle de
Roedores de interesse à Saúde Pública. Controle de Artrópodes de interesse à Saúde
Pública.
Bibliografia:
1. Secretaria da Imprensa - Presidência da República, O desafio do desenvolvimento
sustentável. Brasília/Df/Brasil, 1991.
2. FUNATURA, Alternativas de desenvolvimento dos cerrados: manejo e
conservação dos recursos naturais. Brasília/DF/Brasil, 1996.
3. Mac Neill, J., Winsenmius, P. & Yakushiji, T., Para além da interdependência - a
relação entre economia mundial e a ecologia da terra. Rio de Janeiro/RJ/Brasil, 1991
4. MINISTÉRIO DA SAÚDE//Obra: Normas operacionais de Centros de Zoonoses.
Procedimentos para controle de Predadores.// Salvador - Ba - Brasil // Editora
FNS/CCZ, 1990.
5. RICKLEFS, R.E., A Economia da Natureza, Rio de Janeiro/RJ/Brasil, 1996
6. VIANA, F.C., Apontamentos de Saneamento. Belo Horizonte - MG – Brasil 1977.
7. VIANA. F.C., Obra: Tratamento Simplificado de Águas Superficiais. Belo
Horizonte - 1988.
8. VIANA, F.C. ; LAENDER, F.C. & AGUIAS, B.A, Manual Técnico - Desinfetantes e
desinfecção. Belo Horizonte - MG , 1972.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Sanidade de Bezerros
Eletiva
Carga horária:
MEDV079
Pré-requisito:
60 h
EMENTA: Alterações comportamentais dos animais enfermos. Estudos das práticas de
biossegurança na criação de bezerros. Identificação e estudo dos fatores predisponentes
às doenças dos bezerros, do pré-nascimento à desmama. Estudo dos agentes etiológicos,
epidemiologia, patogenia, achados clínicos, diagnóstico, tratamento, prevenção e
conseqüências das principais afecções que acometem os bezerros.
Bibliografia Básica:
1 RADOSTITIS, O.M.; GAY, C.C.; BLOOD, D.C.; HINCHCLIFF, K.W. Clínica
Veterinária. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
2 RADOSTITS, O.M. Exame Clínico e Diagnóstico em Veterinária. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
3 RIET-CORREA, F.; SCHILD, A.L.; MENDEZ, M.C.; LEMOS, R.A. Doenças de
Ruminantes e Equinos. Volumes 1 e 2, São Paulo: Varela, 2001.
4 ROSENBERGER, G. Exame Clínico dos Bovinos. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1990.
5 SMITH, B. P. Medicina Interna de Grandes Animais. 3. ed. São Paulo: Manole,
2006.
Bibliografia Complementar:
1 AIELLO, S.E. Manual Merck de Veterinária. 9. ed. São Paulo: Roca, 2008.
2 ANDERSON, D.E.; RINGS, D.M. Current Veterinary Therapy – Food Animal
Practice. 5. ed. Philadelphia: W. B. Saunders Company, 2009.
3 ANDREWS, A.H. Bovine Medicine – Diseases and Husbandry of Cattle. 2. ed.
Oxford: Blackwell Science, 2004.
4 DAVIS, C.L.; DRACKLEY, J.K. The development, nutrition, and management of
the young calf. Ames: Iowa State University Press, 1998.
5 DIRKSEN, G. Indigestiones en el Bovino. Hannover: Schnetztor-Verlag GmbH
Konstanz, 1981.
6 DIRKSEN, G.; GRUNDER, H.; STOBER, M. Medicina Interna y Cirurgía del
Bovino. Volumes 1 e 2. Buenos Aires: Inter-médica, 2005.
7 GARCIA, M.; DELLA LIBERA, A.M.M.P.; BARROS FILHO, I.R. Manual de
Semiologia e Clínica dos Ruminantes. São Paulo: Varela, 1996.
8 JACKSON, P.G.G. Obstetrícia Veterinária. 2. ed. São Paulo: Roca, 2006.
9 RADOSTITIS, O.M. Herd Health – Food Animal Production Medicine. 3. ed.
Philadelphia: W.B. Saunders, 2001.
10 REBHUN, W.C. Doenças do Gado Leiteiro. São Paulo: Roca. 2000.
Disciplina:
Semestre:
Código:
Toxicologia
Eletiva
MEDV080
Carga horária:
Pré-requisito:
60 h
EMENTA: Introdução ao estudo da toxicologia. Princípios gerais de toxicocinética em
medicina veterinária. Princípios gerais de biodisponibilidade de fármacos e de
biotransformação de tóxicos em medicina veterinária. Fatores que interferem com a
ação de tóxicos em medicina veterinária. Toxicologia do sistema osteoarticular.
Toxicologia do aparelho reprodutor. Etiologia toxicológica: praguicidas, inseticidas,
herbicidas, fungicidas e outros; plantas tóxicas, micotoxinas, agentes inorgânicos
somados. Diagnóstico toxicológico: sinais clínicos; laboratoriais; anátomo-patológico.
Princípios gerais do tratamento das intoxicações: preventivo e curativo (antídotos e
antagonistas).
Bibliografia:
1 BARRAVIERA, B. Venenos: aspectos clínicos e terapêuticos dos acidentes por
animais peçonhentos. Rio de Janeiro: EPUB, 1999.411p.
2 BUCK, W. B.; OSWEILER, G. D. Toxicologia Veterinária Clinica y Diagnostica.
Zaragoza: Acribia, 1981. 475p.
3 CARDOSO, J. L.; FRANÇA, F. O. S.; WEN, F. H.; MÁLAQUE, C. M. S.;
HADDAD Jr., V. Animais peçonhentos no Brasil: biologia, clínica e terapêutica dos
acidentes. São Paulo: Sarvier, 2003. 468p.
4 GARNER, R. J. Toxicologia Veterinária. 3 ed. Zaragoza: Acribia, 1975. 470p.
5 GFELLER, R. W.; MESSONNIER, S. P. Manual de toxicologia e envenenamentos
em pequenos animais. 2 ed. São Paulo: Roca, 2006. 376p.
6 GILMAN, A. C.; GOODMAN, L. S.; RALL, T. W.; MURAD, F. As bases
farmacológicas da terapêutica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1987. 1195p.
7 GRANTSAU, R. As cobras venenosas do Brasil. São Bernardo do Campo:
Bandeirantes S.A.,1991. 101p.
8 JONES, L. M.; BOTH, N. H.; MCDONALD, L. E. Farmacologia e terapêutica em
veterinária. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1983. 1000p.
9 JONES, T. C.; HUNT, R. D.; KING, N. W. Patologia veterinária. 6 ed. São Paulo:
Manole, 2000. 1415p.
10 PEREIRA, C. A. Plantas tóxicas e intoxicações na veterinária. Goiânia:
CEGRAF/UFG, 1992.475p.
11 PLUNKETT, S. J. Procedimentos de emergência em pequenos animais. 2 ed. Rio de
Janeiro: Revinter Ltda, 2006. 521p.
12 RIET-CORREIA, F.; SCHILD, A. L.; MÉNDEZ, M. C.; LEMOS, R. A. A. Doenças
de ruminantes e eqüinos. 2 ed. São Paulo: Varela, 2001. 999p.
13 SPINOSA, H.S.; GÓRNIAK, S. L.; BERNARDI, M.M. Farmacologia aplicada à
medicina veterinária. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 848p.
14 TOKARNIA, C. H.; DOBEREINER, J.; PEIXOTO, P. V. Plantas tóxicas do Brasil.
Rio de Janeiro: Helianthus, 2000. 320p
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
O estágio supervisionado é um período destinado ao discente adquirir
experiência profissional, colocar seus conhecimentos em prática para aprimoramento de
seu comportamento profissional.
O estágio supervisionado, obrigatoriamente, só será realizado no 10º período do
curso, quando o discente terá concluído todas as disciplinas obrigatórias e concluído
toda a matriz curricular. Este estágio visa a complementação prática do curso,
acompanhando novas realidades, inserir o discente no mercado de trabalho,
aproximando-o dos futuros colegas de profissão. Também tem por objetivo primordial,
amadurecer o senso crítico e as tomadas de decisões do egresso.
Para tanto, o aluno deverá escolher uma área afim, contactar o professor da
disciplina relacionada para obter orientação, ser aprovado na seleção de orientados
quando o número de alunos for maior que o de vagas por professor. Contactar o local de
estágio, desde que haja convênio com a UFAL, ou então que se busque firmar esse
convênio em tempo do inicio do estágio. Haverá um professor orientador e o
profissional no local de estágio como supervisor das atividades. Este estágio deverá ter
duração mínima de 480 horas, podendo ser fracionado entre uma e duas grandes áreas
de atividade. Todas as atividades de estágio devem seguir a Lei nº 11.788, de 25 de
setembro de 2008. Dentre as grandes áreas de estágio estão:
1. Clínica de Pequenos Animais;
2. Clínica de Grandes Animais;
3. Cirurgia;
4. Inspeção Sanitária;
5. Zootecnia;
6. Reprodução;
7. Ciências Veterinárias.
Deste estágio, será elaborado um relatório de atividades, o qual deverá relatar as
atividades desenvolvidas, trazer a bibliografia consultada e estar nos padrões de acordo
com a ABNT vigente e do modelo adotado na Universidade Federal de Alagoas.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) poderá ser realizado como derivado
ou ter relação com o estágio supervisionado, ou trabalho de pesquisa, monografia de
área aplicada da medicina veterinária, trabalho de extensão ou demais formas
apreciadas e aprovadas pelo colegiado de curso. As normas são definidas por colegiado
específico.
Este TCC tem por finalidade avaliar as habilidades desenvolvidas no curso,
desde a busca bibliográfica pela pesquisa, concatenação das ideias, organização dos
fatos, conclusões tomadas e decisões escolhidas, além de sua postura no momento de se
defender uma opinião, ideia ou decisão. Este TCC será o documento de aptidão ao
egresso exercer a profissão. Valerá a carga horária de 120 horas aula, computadas após
a realização e aprovação do TCC.
O aluno deverá apresentar seu TCC após a realização do Estágio Curricular
Supervisionado a uma banca composta pelo seu orientador e dois professores
convidados de outra disciplina, outro departamento, outro setor, outro polo, campus, de
outra instituição, enfim, desde que com a anuência do orientador e que as áreas estejam
correlacionadas ao tema do TCC. A não aprovação será discutida pela banca que poderá
recomendar refazer o TCC em determinado período; refazer o TCC em outra área;
reprovar o aluno, tendo que assim buscar nova orientação no semestre seguinte.
ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES
As Atividades Acadêmicas Complementares terão totalização de 400 horas,
possibilitando a flexibilidade esperada no curso e formação do futuro profissional, de
acordo com suas aspirações, sem perder o foco da formação generalista. Estas
Atividades Complementares visam envolver o alunado em atividades de rotina nos
laboratórios de maior afinidade, preparando-o a desenvolver habilidade prática sob
orientação do professor. Da mesma forma que será o diferencial deste curso na visão de
interiorização. Cada discente trará suas aspirações regionais a serem sanadas e
profissionalizadas a fim de retornar à sua cidade e contemplar as necessidades com
soluções diferenciadas de sua formação.
Para a Atividade Complementar, serão consideradas todas as atividades
extracurriculares ou optativas que o alunado desenvolveu no curso. Essas atividades
passarão por uma banca de avaliação no colegiado de curso, a fim de conceder as cargas
horárias máximas permitidas a cada tipo de atividade ou rejeitá-las. No caso de rejeição,
o aluno será informado de suas pendências, com a opção de corrigi-las ou reabilitar
outra fonte de carga horária para o item Atividades Complementares. A apresentação
desta documentação será divulgada por meio de edital próprio interno, fixando datas e
condições de apresentação da documentação.
As monitorias, atividades de extensão, estágios não terão matrícula, e seu
exercício dependerá da abertura de edital, bolsa, projeto, desenvolvimento de linha de
pesquisa. O professor relatará sua orientação no semestre, computando essas horas em
atividades de extensão, pesquisa ou estágio. Os alunos podem se encaminhar a qualquer
tempo às atividades complementares conforme vá havendo o engajamento na disciplina.
Recomenda-se que o professor não atenda a mais de cinco alunos por vez e a mais de 20
alunos por semestre. Nada impede que o aluno cumpra mais de uma atividade
complementar por período, desde que não seja furtado o direito de outros alunos à
Atividade Complementar, ou seja, caso haja vagas disponíveis.
O controle e regulamentação das Atividades Complementares deverão ser
definidos pelo Colegiado de Curso, desde que contemple a valorização do horário
fixado e acordado com o professor orientador seja cumprido, o relatório final de suas
atividades seja elaborado pelo aluno e entregue pelo orientador a uma banca
examinadora a fim de avalizar os créditos e horas aula. Este relatório deverá conter as
atividades realizadas, resultados das rotinas (exames, laudos, pareceres, casos etc), folha
de ponto do aluno, desempenho acadêmico nas atividades avaliado pelo orientador.
Para tanto, o bojo das atividades complementares deverá ser constituído ao
menos por duas fontes de créditos, dentre:
a) Atividades complementares (práticas), na forma de acompanhamento da rotina nos
laboratórios profissionalizantes;
b) monitoria acadêmica;
c) projetos de ensino, de pesquisa, de extensão e integrados;
d) programas de extensão e de formação complementar no ensino de graduação;
e) disciplinas eletivas;
f) cursos de extensão;
g) eventos aprovados pelo Colegiado de Curso, como Congressos, Simpósios,
Seminários, apresentação de trabalhos científicos quando não computados no item “b”
deste;
h) estágios extra-curriculares;
i) Apresentação de trabalhos, autoria/co-autoria de trabalho publicado ou conferência
em eventos (Simpósios, Seminários e Congressos) relacionados ao Curso;
j) Prêmios recebidos por apresentação de trabalho (forma oral ou poster).
As horas das Atividades Acadêmicas Complementares serão contabilizadas da
seguinte forma:
Até 160 horas em Atividades Complementares (práticas) de rotina de laboratório,
fracionada ao longo do curso;
Até 180 horas em Cursos de Extensão (conforme regulamentação específica do
colegiado de curso);
Máximo de 160 horas em Disciplinas eletivas;
Até 160 horas em monitoria acadêmica (conforme regulamentação específica do
colegiado de curso);
Até 180 horas em Projetos de Ensino, Pesquisa, Extensão e Integrados (em cada
modalidade, conforme regulamentação específica do colegiado de curso);
Até 180 horas em estágios extra-curriculares;
Até 180 horas em eventos conforme regulamentação específica do colegiado de curso;
Até 60 horas equivalentes à apresentação de trabalhos, autoria/co-autoria de trabalho
publicado ou conferência em eventos (Simpósios, Seminários e Congressos)
relacionados ao Curso;
Até 20 horas equivalentes em prêmios recebidos.
Desta feita, há uma infinidade de formas do aluno contabilizar as 400 horas em
Atividades Complementares. Vale ressaltar que elas estão vinculadas ao número de
horas mínimas exigidas e máximas permitidas por atividade, portanto, a carga horária
total não aproveitada na contabilização poderá ser expressa no diploma.
PESQUISA
O entendimento com relação à pesquisa acadêmica é toda investigação que
utiliza o método científico como meio de descoberta e diálogo com a realidade. Assim,
a matriz curricular do Curso de Medicina Veterinária possibilita, na medida do possível,
o engajamento dos estudantes na busca de soluções para problemas sociais
correspondentes a sua área de formação.
Desta forma, levando-se em consideração o exposto, pesquisar é realizar uma
investigação sistemática de um determinado domínio da realidade, tendo como base a
fundamentação teórica e levantamento rigoroso de dados empíricos, de modo a permitir
uma teorização, que resulte da comprovação, na ampliação dos conhecimentos sobre a
realidade investigada. No Curso de Medicina Veterinária, a operacionalização da
pesquisa poderá adotar diferentes formas, como: iniciação científica; pesquisa vinculada
à ação pedagógica institucional; outros.
No Curso de Medicina Veterinária da UFAL, em relação à pesquisa, as
principais metas a serem atingidas consistem em:
Identificar linhas de pesquisa para o curso, em que a exigência de ser
socialmente relevante necessária liberdade criação, imprescindível à vida
acadêmica;
Realizar estudo com vista à definição das prioridades em termos de linhas de
pesquisa, a partir de grupos de trabalho constituídos;
Formar grupos de pesquisa;
Identificar fontes de captação de recursos e adotar mecanismos para apoio ao
desenvolvimento de pesquisas e à prestação de serviços;
Apoiar a realização de eventos científicos para a divulgação da pesquisa;
Buscar a participação em projetos de pesquisa interinstitucionais.
O Programa de Iniciação Científica da UFAL possui bolsas concedidas pelo
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq, Fundação de
Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas - FAPEAL e pela própria Instituição. Desse
modo, os discentes do Curso de Medicina Veterinária têm a oportunidade de obterem
bolsas de iniciação científica ou mesmo atuarem como bolsistas voluntários para
realizarem suas atividades de pesquisa.
EXTENSÃO
O Curso de Medicina Veterinária da UFAL dialoga com a sociedade pela
extensão, isso ocorre por meio da aplicação dos resultados do ensino e da pesquisa à
realidade circundante por diferentes métodos e técnicas. A extensão é o elo entre a
UFAL e a comunidade como meio de integração e/ou como instrumento de troca. A
UFAL busca abrir suas portas à comunidade por meio dos núcleos temáticos, cursos de
capacitação, eventos culturais, serviços, e outras atividades. O ensino e a pesquisa
integram-se na busca de soluções de problemas e no atendimento às aspirações da
sociedade. Para a UFAL, a extensão é uma tarefa essencial e também o principal
caminho para a integração e cumprimento do seu papel social junto à comunidade.
Nesse sentido, a UFAL oferece oportunidade para os estudantes desenvolverem
trabalhos de extensão, sendo esta, o Programa MEDICINA VETERINÁRIA EM
AÇÃO, visando um processo educativo, cultural e técnico-científico que garanta a
articulação indissociável com o ensino e a pesquisa e sua socialização junto à
comunidade regional, numa perspectiva interdisciplinar. O programa faz parte das
atividades curriculares obrigatórias e garante o mínimo de 10% da carga horária do
curso em atividades de extensão, onde todos os alunos e professores participam da sua
execução, trabalhando em grupos (formados por docentes e discentes das disciplinas do
respectivo semestre). Dessa forma, todas as disciplinas tem uma carga horária destinada
a atividades de extensão.
Assim, tendo em vista o exposto, as metas em relação à extensão, assimiladas
neste projeto, consistem em:
Garantir a participação dos discentes de Medicina Veterinária em atividades
extensionistas;
Promover a interdisciplinaridade no curso de Medicina Veterinária;
Reforçar o papel da UFAL e do Curso de Medicina Veterinária como espaço
privilegiado para a promoção da extensão;
Aumentar o público atingido pelas ações extensionistas no município e na
região.
Criar e estimular programas e/ou projetos de extensão interdisciplinares e
intercursos, de modo a privilegiar o acesso da comunidade a UFAL e ao curso
de Medicina Veterinária;
Promover a integração da UFAL e do Curso de Medicina Veterinária com outras
instituições.
PÓS-GRADUAÇÃO E SIMBIOSE ACADÊMICA
Almeja-se a criação de curso lato sensu em ciências Veterinárias. As áreas com
maior possibilidade de serem contempladas são:
1. Biotecnologia da Reprodução;
2. Clínica de Pequenos Animais;
3. Clínica de Grandes Animais;
4. Clínica Cirúrgica;
5. Medicina Veterinária Preventiva;
5. Melhoramento Genético;
6. Produção Animal.
Esta listagem segue a uma ordem natural e lógica das linhas de pesquisa e de
especialidades dos docentes. Os cursos lato sensu devem seguir a uma linha de
atendimento profissional direto e às expectativas da comunidade. Assim, as disciplinas
mais acadêmicas, básicas, participam na formação dos pós-graduandos, mas não
constituirão um curso em específico.
Projeta-se que a oferta seja anual de ao menos um curso, conforme a demanda,
repetindo-se após o término total do curso anterior iniciado, ou seja, um curso A só terá
nova turma após a conclusão dos seus trabalhos e monografias defendidas. O curso B
poderá se iniciar ao mesmo tempo ou em semestre alternado ao curso A, na forma de
dar continuidade às atividades de formação continuada dos egressos.
Quanto à simbiose acadêmica, trata-se da maximização da unidade educacional
Viçosa no âmbito formador de opiniões. Neste ínterim, a unidade comporta:
1. Cursos itinerantes (extensão, pós-graduação, educação continuada);
2. Cursos a Distância, com nossos professores no papel de tutores;
3. Cursos de graduação presenciais;
4. Cursos técnicos.
POLÍTICAS DE INCLUSÃO
Na unidade Educacional Viçosa o prédio central é uma construção antiga, mas
passou por adequações (construção de rampas, adequações dos banheiros para
cadeirantes) para incluir possíveis estudantes portadores de deficiência física. No prédio
dos laboratórios estruturantes (doenças infecciosas, doenças parasitárias, nutrição
animal, tecnologia e inspeção de alimentos) e restaurante universitário, prédios que
estão sendo construídos e/ou reformados já estão previstas as adequações para
deficientes físicos e visuais (rampas, banheiros adaptados, calçadas com sinalização
para deficientes visuais).
PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE
A unidade educacional Viçosa conta com o Núcleo de Assistência Estudantil
(NAE) que possui o serviço de atendimento ao aluno. O NAE funciona em uma sala
específica e conta com duas assistentes sociais que permanecem na unidade uma vez
por semana.
COLEGIADO DO CURSO
O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à Unidade Acadêmica,
com o objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico de Curso de Graduação, seu
desenvolvimento e avaliação permanente, sendo composto de:
I. 05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos
suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta efetivada com a
comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única
recondução;
II. 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente,
escolhido em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório Acadêmico, para
cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única recondução;
III. 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo
suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade acadêmica, eleito pelos seus pares,
para cumprir mandato de 02 (dois) anos, admitida uma única recondução.
O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente, escolhidos pelos seus
membros dentre os docentes que o integram.
São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
I. coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto Pedagógico
do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais, no perfil do profissional
desejado, nas características e necessidades da área de conhecimento, do mercado de
trabalho e da sociedade;
II. coordenar o processo de ensino e de aprendizagem, promovendo a integração
docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização da ação docente com os
planos de ensino, com vistas à formação profissional planejada;
III. coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados
obtidos, executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as alterações que se
fizerem necessárias;
IV. colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;
V. exercer outras atribuições compatíveis.
O colegiado do Curso de Medicina Veterinária é composto pelos seguintes membros:
Titulares
Prof. WAGNNER JOSE NASCIMENTO PORTO- Coordenador
Profª. ANNELISE CASTANHA BARRETO TENORIO NUNES - Vice-Coordenadora
Profª. CHIARA RODRIGUES DE AMORIM LOPES
Prof. THIAGO BARROS CORREIA DA SILVA
Profª. MARCIA KIKUYO NOTOMI
Representante dos Técnicos Administrativos – EDSON MARIO DE ALCANTARA
JUNIOR
Representante dos Discentes – JOSE CICERO FERNANDES DA SILVA FILHO
Suplentes
Profª. KARLA PATRICA CHAVES DA SILVA
Profª. ELIZABETH SAMPAIO DE MEDEIROS
Prof. DIOGO RIBEIRO CAMARA
Prof. JOSE WILSON NASCIMENTO PORTO SOBRINHO
Prof. PIERRE BARNABE ESCODRO
Representante dos Técnicos Administrativos – ELVAN NASCIMENTO DOS
SANTOS FILHO
Representante dos Discentes – ALISON ROGERIO SANTOS TORRES
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE – NDE
O NDE de cada Curso de Graduação da UFAL é o órgão consultivo e
propositivo em matéria acadêmica, de apoio e assessoramento ao Colegiado, sendo
formado por docentes da respectiva Unidade Acadêmica para acompanhar e atuar no
processo de concepção, consolidação, avaliação e contínua atualização do Projeto
Político Pedagógico do Curso.
O NDE tem as seguintes atribuições:
I. Contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II. Zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo;
III. Indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e
consoantes com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
IV. Zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação.
O NDE é constituído pelos seguintes docentes:
Annelise Castanha Barreto Tenório Nunes (Vice-coordenadora)
Diogo Ribeiro Câmara
Karla Patrícia Chaves da Silva
Thiago Barros Correia da Silva
Wagnner José Nascimento Porto (Coordenador)
Portaria de Nomeação dos membros do NDE: Portaria GR Nº 2.143, de 29 de
novembro de 2012.
AVALIAÇÃO
Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem
O curso de Medicina Veterinária possui uma amplitude e variabilidade de
formas de avaliação de seus discentes. Os alunos serão avaliados por meio de provas
dissertativas, discursivas, portfólio, trabalhos, relatórios, decisões tomadas em aulas
práticas, avaliação oral, escrita, indicativa, enfim, conforme couber à disciplina
ministrada. O desempenho mínimo para a aprovação direta é de nota 7,0, em escala de
zero a 10,0.
A avaliação do rendimento escolar se dará através de: Avaliação Bimestral
(AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo; Prova Final (PF), quando for o caso.
Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos
instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva,
calculada considerando-se a média das avaliações programadas e efetivadas pela
disciplina.
Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma das
02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a ser
reavaliado naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior
nota.
A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada
até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou
superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina ministrada e será
realizada no término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações, conforme o
Calendário Acadêmico da UFAL.
Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e
cinco décimos).
O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da Nota Final
(NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com
peso 4 (quatro).
Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à
Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerê-
la ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a
realização da prova.
A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco) dias após a
realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério disposto no
Parágrafo único do Art. 16.
O aluno poderá ter 25 % de faltas, onde os atestados médicos deverão ser
entregues em até 72 horas do início da licença, para submeter-se ao crivo da junta
médica oficial.
Avaliação do Projeto do Curso
Quanto ao Sistema de Avaliação do Curso de Medicina Veterinária do processo
de ensino-aprendizagem, será seguido o Regimento Geral da UFAL, Título III, Capítulo
I, Seção III, Artigos 41 ao 48.
Já para a avaliação do curso (auto-avaliação), este projeto prevê avaliações
semestrais por meio de questionário objetivo, aplicado nas diferentes instâncias da
unidade e sobre as diferentes instâncias da unidade. Estes questionários serão
distribuídos ao corpo docente, corpo técnico-administrativo, corpo discente. Estes dados
serão tabulados e gerarão um relatório semestral, que deve ser posto em discussão ao
colegiado de curso a fim de traçarem melhorias constantes e adequarem o curso à
realidade regional, em tempo hábil. O colegiado de curso tem calendário de reuniões
ordinárias, as quais ocorrem mensalmente.
A avaliação também se procederá mediante a análise dos relatórios das
Atividades Didáticas Complementares, entregues semestralmente. A Comissão de
avaliação enviará à coordenação, um resumo das Atividades Didáticas Complementares.
A Coordenação de Pesquisa e Extensão enviará ao Coordenador do Curso, relatório das
atividades de pesquisa e extensão em atividade e desenvolvimento. Todo esse material
será discutido e avaliado para procederem as alterações necessárias no momento
oportuno do curso. A Direção Geral e Acadêmica do Campus Arapiraca receberão
cópias dos resumos e do parecer final do colegiado.
ANEXOS
Docentes
Quadro de docentes do Curso de Medicina Veterinária da Universidade Federal de
Alagoas – Campus Arapiraca/AL
DOCENTE
FUNÇÃO
TITULAÇÃO
Wagnner José Nascimento Porto
Coordenador
Doutor
Annelise Castanha Barreto Tenório Nunes
Vice-coordenadora
Mestre
Chiara Rodrigues de Amorim Lopes
Docente
Doutora
Diogo Ribeiro Câmara
Docente
Doutor
Elizabeth Sampaio de Medeiros
Docente
Doutora
Giuliano Gustavo Lesnau
Docente
Mestre
Hélio Martins de Aquino Neto
Docente
Doutor
José Wilson Nascimento Porto Sobrinho
Docente
Mestre
Julicelly Gomes Barbosa
Docente
Doutor
Karla Patrícia Chaves de Silva
Docente
Doutora
Márcia Kikuyo Notomi
Docente
Doutora
Pierre Barnabé Escodro
Docente
Doutor
Thiago Barros Correia da Silva
Docente
Doutor
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
RESOLUÇÃO CNE/CES 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2003.(*)
Institui Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Medicina
Veterinária.
O Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação,
tendo em vista o disposto no Art. 9º, do § 2º, alínea “c”, da Lei 9.131, de 25 de
novembro de 1995, e com fundamento no Parecer CNE/CES 105/2002, peça
indispensável do conjunto das presentes Diretrizes Curriculares Nacionais, homologado
pelo Senhor Ministro da Educação em 9 de abril de 2002, resolve:
Art. 1º A presente Resolução institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de
Graduação em Medicina Veterinária, a serem observadas na organização curricular das
Instituições do Sistema de Educação Superior do País.
Art. 2º As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino de Graduação em Medicina
Veterinária definem os princípios, fundamentos, condições e procedimentos da
formação de médicos veterinários, estabelecidas pela Câmara de Educação Superior do
Conselho Nacional de Educação, para aplicação em âmbito nacional na organização,
desenvolvimento e avaliação dos projetos pedagógicos dos Cursos de Graduação em
Medicina Veterinária das Instituições do Sistema de Ensino Superior.
Art. 3º O Curso de Graduação em Medicina Veterinária tem como perfil do
formando egresso/profissional o Médico Veterinário, com formação generalista,
humanista, crítica e reflexiva, apto a compreender e traduzir as necessidades de
indivíduos, grupos sociais e comunidades, com relação às atividades inerentes ao
exercício profissional, no âmbito de seus campos específicos de atuação em saúde
animal e clínica veterinária; saneamento ambiental e medicina veterinária preventiva,
saúde pública e inspeção e tecnologia de produtos de origem animal; zootecnia,
produção e reprodução animal e ecologia e proteção ao meio ambiente. Ter
conhecimento dos fatos sociais, culturais e políticos da economia e da administração
agropecuária e agroindustrial. Capacidade de raciocínio lógico, de observação, de
interpretação e de análise de dados e informações, bem como dos conhecimentos
essenciais de Medicina Veterinária, para identificação e resolução de problemas.
Art. 4º A formação do Médico Veterinário tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos para desenvolver ações e resultados voltados à área de Ciências Agrárias
no que se refere à Produção Animal, Produção de Alimentos, Saúde Animal e Proteção
Ambiental, além das seguintes competências e habilidades gerais:
I - Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem
estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da
saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que
sua prática seja realizada de forma integrada e continua com as demais instâncias do
sistema de saúde. Sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da
sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Os profissionais devem realizar seus
serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética,
tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato
técnico, mas sim, com a resolução do problema de saúde, tanto em nível individual
como coletivo;
_______________________________
(*)CNE. Resolução CNE/CES 1/2003. Diário Oficial da União, Brasília, 20 de fevereiro de 2003. Seção
1, p. 15.
II - Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado
na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo efetividade,
da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de
práticas. Para este fim, os mesmos devem possuir competências e habilidades para
avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências
científicas;
III - Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a
confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros
profissionais de saúde e o público em geral. A comunicação envolve comunicação
verbal, não verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma
língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação;
IV - Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde
deverão estar aptos a assumirem posições de liderança, sempre tendo em vista o bem
estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia,
habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e
eficaz;
V - Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar
iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos
recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a
serem empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde;
VI - Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender
continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, os
profissionais de saúde devem aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso
com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, mas
proporcionando condições para que haja beneficio mútuo entre os futuros profissionais
e os profissionais dos serviços, inclusive, estimulando e desenvolvendo a mobilidade
acadêmico/profissional, a formação e a cooperação através de redes nacionais e
internacionais.
Art. 5º O Curso de Graduação em Medicina Veterinária deve assegurar, também, a
formação de profissional nas áreas específicas de sua atuação: sanidade e produção
animal, saúde pública, biotecnologia e preservação ambiental, com competências e
habilidades específicas para:
I - respeitar os princípios éticos inerentes ao exercício profissional;
II - interpretar sinais clínicos, exames laboratoriais e alterações morfo-funcionais;
III - identificar e classificar os fatores etiológicos, compreender e elucidar a patogenia,
bem como, prevenir, controlar e erradicar as doenças que acometem os animais;
IV - instituir diagnóstico, prognóstico, tratamento e medidas profiláticas, individuais e
populacionais;
V - elaborar, executar e gerenciar projetos agropecuários, ambientais e afins à profissão;
VI - desenvolver, programar, orientar e aplicar as modernas técnicas de criação, manejo,
nutrição, alimentação, melhoramento genético; produção e reprodução animal;
VII - planejar, executar, gerenciar e avaliar programas de saúde animal, saúde pública e
de tecnologia de produtos de origem animal;
VIII - executar a inspeção sanitária e tecnológica de produtos de origem animal;
IX - planejar, elaborar, executar, gerenciar e participar de projetos nas áreas de
biotecnologia da reprodução e de produtos biológicos;
X - planejar, organizar e gerenciar unidades agroindustriais;
XI - realizar perícias, elaborar e interpretar laudos técnicos em todos os campos de
conhecimento da Medicina Veterinária;
XII - planejar, elaborar, executar, gerenciar, participar de projetos agropecuários e do
agronegócio;
XIII - relacionar-se com os diversos segmentos sociais e atuar em equipes
multidisciplinares da defesa e vigilância do ambiente e do bem-estar social;
XIV - exercer a profissão de forma articulada ao contexto social, entendendo-a como
uma forma de participação e contribuição social;
XV - conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos
acadêmicos e científicos;
XVI - assimilar as constantes mudanças conceituais e evolução tecnológica
apresentadas no contexto mundial;
XVII - avaliar e responder com senso crítico as informações que estão sendo oferecidas
durante a graduação e no exercício profissional.
Art. 6º Os conteúdos essenciais para o Curso de Graduação em Medicina Veterinária
devem levar em conta a formação generalista do profissional. Os conteúdos devem
contemplar:
I - Ciências Biológicas e da Saúde – incluem-se os conteúdos (teóricos e práticos) de
base moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da estrutura e função
dos tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos, bem como processos bioquímicos, biofísicos,
microbiológicos, imunológicos, genética molecular e bioinformática em todo
desenvolvimento do processo saúde-doença, inerentes à Medicina Veterinária.
II - Ciências Humanas e Sociais – incluem-se os conteúdos referentes às diversas
dimensões da relação indivíduo/sociedade, contribuindo para a compreensão dos
determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e
legais e conteúdos envolvendo a comunicação, a informática, a economia e gestão
administrativa em nível individual e coletivo.
III - Ciências da Medicina Veterinária – incluem-se os conteúdos teóricos e práticos
relacionados com saúde-doença, produção animal e ambiente, com ênfase nas áreas de
Saúde Animal, Clínica e Cirurgia veterinárias, Medicina Veterinária Preventiva, Saúde
Pública, Zootecnia, Produção Animal e Inspeção e Tecnologia de Produtos de origem
Animal, contemplando os conteúdos teóricos e práticos a seguir:
a) Zootecnia e Produção Animal - envolvendo sistemas de criação, manejo, nutrição,
biotécnicas da reprodução, exploração econômica e ecologicamente sustentável,
incluindo agronegócios.
b) Inspeção e Tecnologia dos Produtos de Origem Animal – incluindo classificação,
processamento, padronização, conservação e inspeção higiênica e sanitária dos produtos
de origem animal e dos seus derivados.
c) Clínica Veterinária - incorporando conhecimentos de clínica, cirurgia e fisiopatologia
da reprodução com ênfase nos aspectos semiológicos e laboratoriais, visando a
determinação da etiopatogenia, do diagnóstico e dos tratamentos médico ou cirúrgico
das enfermidades de diferentes naturezas.
d) Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Pública - reunindo conteúdos essenciais às
atividades destinadas ao planejamento em saúde, a epidemiologia, controle e
erradicação das enfermidades infecto-contagiosas, parasitárias e zoonoses, saneamento
ambiental, produção e controle de produtos biológicos.
Art. 7º A formação do Médico Veterinário deve garantir o desenvolvimento de estágios
curriculares, sob supervisão docente. A carga horária mínima do estágio curricular
supervisionado deverá atingir 10% da carga horária total do Curso de Graduação em
Medicina Veterinária proposto, com base no Parecer/Resolução específico da Câmara
de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação.
Parágrafo único. O estágio curricular poderá ser realizado na Instituição de Ensino
Superior e/ou fora dela, em instituição/empresa credenciada, com orientação docente e
supervisão local, devendo apresentar programação previamente definida em razão do
processo de formação.
Art. 8º O projeto pedagógico do Curso de Graduação em Medicina Veterinária deverá
contemplar atividades complementares e as Instituições de Ensino Superior deverão
criar mecanismos de aproveitamento de conhecimentos, adquiridos pelo estudante,
através de estudos e práticas independentes presenciais e/ou a distância, a saber:
monitorias e estágios; programas de iniciação científica; programas de extensão;
estudos complementares e cursos realizados em outras áreas afins.
Art. 9º O Curso de Graduação em Medicina Veterinária deve ter um projeto
pedagógico, construído coletivamente, centrado no aluno como sujeito da aprendizagem
e apoiado no professor como facilitador e mediador do processo ensino-aprendizagem.
Este projeto pedagógico deverá buscar a formação integral e adequada do estudante
através de uma articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão.
Art. 10. As Diretrizes Curriculares e o Projeto Pedagógico devem orientar o Currículo
do Curso de Graduação em Medicina Veterinária para um perfil acadêmico e
profissional descrito para o egresso. Este currículo deverá contribuir, também, para a
compreensão, interpretação, preservação, reforço, fomento e difusão das culturas
nacionais e regionais, internacionais e históricas, em um contexto de pluralismo e
diversidade cultural.
§ 1º As diretrizes curriculares do Curso de Graduação em Medicina Veterinária deverão
contribuir para a inovação e a qualidade do projeto pedagógico do curso.
§ 2º O Currículo do Curso de Graduação em Medicina Veterinária poderá incluir
aspectos complementares de perfil, habilidades, competências e conteúdos, de forma a
considerar a inserção institucional do curso, a flexibilidade individual de estudos e os
requerimentos, demandas e expectativas de desenvolvimento do setor na região.
Art. 11. A organização do Curso de Graduação em Medicina Veterinária deverá ser
definida pelo respectivo colegiado do curso, que indicará a modalidade: seriada anual,
seriada semestral, sistema de créditos ou modular, bem como a necessidade de
apresentação de trabalho de conclusão de curso sob orientação docente.
Art. 12. A estrutura do Curso de Graduação em Medicina Veterinária deverá assegurar
a:
I - articulação entre o ensino, pesquisa e extensão, garantindo um ensino crítico,
reflexivo e criativo, que leve a construção do perfil almejado, estimulando a realização
de experimentos e/ou de projetos de pesquisa; socializando o conhecimento produzido;
II - inserção do aluno precocemente em atividades práticas, de forma integrada e
interdisciplinar, relevantes à sua futura vida profissional;
III - utilização de diferentes cenários de ensino-aprendizagem permitindo ao aluno
conhecer e vivenciar situações variadas de vida, da organização da prática e do trabalho
em equipe multiprofissional;
IV - visão de educar para a cidadania e a participação plena na sociedade;
V - garantia dos princípios de autonomia institucional, de flexibilidade, integração
estudo/trabalho e pluralidade no currículo;
VI - implementação de metodologia no processo ensinar-aprender que estimule o aluno
a refletir sobre a realidade social e aprenda a aprender;
VII - definição de estratégias pedagógicas que articulem o saber; o saber fazer e o saber
conviver, visando desenvolver o aprender a aprender, o aprender a ser, o aprender a
fazer, o aprender a viver juntos e o aprender a conhecer que constitui atributos
indispensáveis à formação do médico veterinário;
VIII - realização das dinâmicas de trabalho em grupos, por favorecerem a discussão
coletiva e as relações interpessoais;
IX - valorização das dimensões éticas e humanísticas, desenvolvendo no aluno e no
médico veterinário atitudes e valores orientados para a cidadania e para a solidariedade.
Art. 13. A implantação e desenvolvimento das diretrizes curriculares devem orientar e
propiciar concepções curriculares ao Curso de Graduação em Medicina Veterinária que
deverão ser acompanhadas e permanentemente avaliadas, a fim de permitir os ajustes
que se fizerem necessários ao seu aperfeiçoamento.
§ 1º As avaliações dos alunos deverão basear-se nas competências, habilidades e
conteúdos curriculares desenvolvidos tendo como referência as Diretrizes Curriculares.
§ 2º O Curso de Graduação em Medicina Veterinária deverá utilizar metodologias e
critérios para acompanhamento e avaliação do processo ensino-aprendizagem e do
próprio curso, em consonância com o sistema de avaliação e a dinâmica curricular
definidos pela IES à qual pertence.
Art. 14. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as
disposições em contrário.
ARTHUR ROQUETE DE MACEDO
Presidente da Câmara de Educação Superior
QUESTIONÁRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO
AVALIADORES: CORPO DISCENTE
FOCO: PROFESSOR
IMPLEMENTAÇÃO DO CURRÍCULO:
0 1 2 3 4 5
1. Cumprimento dos conteúdos propostos no plano de ensino.
2. Objetividade e clareza na transmissão dos conhecimentos.
3. Preparo e execução das aulas.
4. Utilização de formas diversificadas para a avaliação da
aprendizagem.
5. Coerência com o conteúdo da disciplina e clareza nas questões da prova.
RELACIONAMENTO COM OS ALUNOS:
0 1 2 3 4 5
6. Relação professor/aluno favorecendo o debate de ideias e o
aprendizado.
7. Discussão dos erros e acertos dos alunos como forma de
encorajamento para o seu
desenvolvimento
8. Resposta ao questionamento dos alunos
MOTIVAÇÃO À CAPACITAÇÃO DOS ALUNOS:
0 1 2 3 4 5
9. Apresentação de problemas e de situações reais relacionados ao
conteúdo ministrado.
10. Esclarecimento da importância da disciplina e sua relação com
outras áreas do conhecimento.
11. Incentivo ao desenvolvimento da capacidade de solução de
problemas.
COMPROMETIMENTO COMO EDUCADOR:
12. Procedimento correto frente ao comportamento inadequado dos
alunos.
13. Aproveita mento do tempo previsto para cada aula.
14. Cumprimento do horário de início e término das aulas.
0 1 2 3 4 5
QUESTIONÁRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO
AVALIADORES: CORPO DISCENTE
CORPO DOCENTE
FOCO: INSTITUIÇÃO
INFRA-ESTRUTURA:
0 1 2 3 4 5
1. O curso apresenta todos os laboratórios necessários para as aulas
didáticas.
2. Os laboratórios presentes, apresentam condições de aprendizado
eficiente
3. A biblioteca apresenta literatura básica ao curso
4. A biblioteca esta em constante aquisição de livros
CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO:
0 1 2 3 4 5
5. Os funcionários demonstram esmero em seu trabalho.
6. Os funcionários buscam melhorias nas condições de trabalho.
7. Os funcionários reconhecem seu papel e importância para o sucesso
do curso.
COORDENAÇÃO
0 1 2 3 4 5
8. O coordenador de curso busca constantemente a melhoria da
qualidade do curso.
9. O coordenador atende as reivindicações que visem a melhoria do
curso.
10. O coordenador do curso se esmera em fazer cumprir o plano pedagógico do curso.
Questionário de Auto-Avaliação do curso
Avaliadores: Corpo Docente
Foco: alunos
AO CURSO
0 1 2 3 4 5
1. Os alunos entendem qual seu papel no sucesso do curso.
2. Os alunos demonstram criatividade na resolução de problemas
3. Os alunos lutam por melhorias ao curso
POSTURA
0 1 2 3 4 5
4. Os alunos valorizam o dinheiro publico
5. Os alunos se portam exemplarmente na comunidade
6. Os alunos demonstram-se interessados em aprender mais do que é
ensinado
7. Os alunos apresentam ambição frente ao curso
8. Os alunos planejam sua formação especifica
PESQUISA E EXTENSÃO
0 1 2 3 4 5
9. Os alunos se engajam nos projetos de extensão
10. Os alunos procuram trabalhar nas pesquisas com dedicação
11. Os alunos participam ativamente nas discussões dos projetos de
extensão ou pesquisa.
12. Os alunos apresentam criatividade na execução dos trabalhos
NECESSIDADE DE CONTRATAÇÃO DOCENTE
Pela característica do curso, com alta carga horária de aulas práticas e muitas
áreas específicas de atuação e, além disso, a perspectiva do início do funcionamento do
hospital veterinário. Verifica-se a necessidade de contratação de mais docentes para
atender a nova dinâmica do curso.
Professor 1: Diagnóstico por Imagem; Anatomia Topográfica; Clínica Cirúrgica II.
Professor 2: Bases Anátomo-Fisiológicas; Fisiologia Veterinária, Deontologia.
Professor 3: Histologia e Embriologia; Patologia Especial.
Professor 4: Microbiologia Geral; Imunologia; Biologia Celular e Molecular.
Professor 5: Anestesiologia; Terapêutica; Farmacologia.
Professor 6: Bioestatística; Epidemiologia; Saúde e Sociedade.
Professor 7: Tecnologia de Carne e Derivados; Inspeção de Carne e Derivados.
Professor 8: Deontologia; Clínica Médica de Pequenos Animais II; Semiologia.
Professor 9: Bioética e Bem Estar Animal; Sanidade Avícola e Suína; Zoonoses e
Saúde Pública.
