PPC
PPCVET 2020 FINALIZADO REORDENAMENTO DE MATRIZ.pdf
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD
CAMPUS DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS AGRÁRIAS - CECA
UNIDADE EDUCACIONAL DE VIÇOSA - UEV
MEDICINA VETERINÁRIA
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
MEDICINA VETERINÁRI A
VIÇOSA-AL
2020
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD
CAMPUS DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS AGRÁRIAS – CECA
UNIDADE EDUCACIONAL DE VIÇOSA - UEV
MEDICINA VETERINÁRIA
PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO
MEDICINA VETERINÁRIA
Projeto Pedagógico do Curso de Medicina
Veterinária Bacharelado do Campus de
Engenharias e de Ciências Agrárias, elaborado
com objetivo da sua atualização e adequação às
Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso
de Medicina Veterinária (2019).
VIÇOSA-AL
2020
2
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO - PROGRAD
CAMPUS DE ENGENHARIAS E CIÊNCIAS AGRÁRIAS – CECA
UNIDADE EDUCACIONAL DE VIÇOSA - UEV
MEDICINA VETERINÁRIA
PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO – PROGRAD
Profa. Dra. Sandra Regina Paz da Silva – Pró-reitora de Graduação
Profa. Dra. Edna Cristina do Prado – Coordenação - PROGRAD/CCAP
Me. Pedag. Lucineide Maria de Souza – TAE – PROGRAD/CCAP
Dr. Luciano Luiz Araújo – TAE – PROGRAD/CCAP
PROCURADORA EDUCACIONAL INSTITUCIONAL - PEI
Profa. Dra. Jusciney Carvalho Santana - Procuradora Educacional Institucional
DIREÇÃO DO CAMPUS DE ENGENHARIAS E DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS - CECA
Pof. Dr. Gaus Silvestre de Andrade Lima - Diretor
Prof.ª Dr.ª Rosa Cavalcante Lira - Vice-Diretora
DIREÇÃO DA UNIDADE EDUCACIONAL VIÇOSA-AL:
Profa. Dra. Karla Patrícia Chaves da Silva – SIAPE 1640263 – Diretora
Profa. Dra. Julicelly Gomes Barbosa – SIAPE – 1916761 – Vice Diretora
3
COORDENAÇÃO DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA
Prof. Dr. Sílvio Gomes de Sá – Coordenador
Profa. Dra. Annelise Castanha Barreto Tenório Nunes – Vice coordenadora
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE):
Prof. Dr. Silvio Gomes de Sá – SIAPE 1866827 (Coordenador do NDE)
Profa. Dra. Annelise Castanha Barreto Tenório Nunes – SIAPE 2279267
Prof. Dr. Diogo Ribeiro Câmara – SIAPE 1640234
Profa. Dra. Gildeni Maria Nascimento de Aguiar – SIAPE 2220993
Profa. Dra. Karla Patrícia Chaves da Silva – SIAPE 1640263
Profa. Dra. Marcia Kikuyo Notomi – SIAPE 1698460
Prof. Dr. Thiago Barros Correia da Silva – SIAPE 1544700
Portaria de Nomeação dos membros do NDE: Portaria PROGRAD Nº 178, de 01 de julho
de 2019.
COLEGIADO DE CURSO:
Docentes titulares:
Prof. Dr. Silvio Gomes de Sá – SIAPE 1866827 (Coordenador de Curso)
Profa. Dra. Annelise Castanha Barreto Tenório Nunes – SIAPE 2279267 (Vice
Coordenadora de curso)
Profa. Dra. Chiara Rodrigues de Amorim Lopes – SIAPE - 1817930
Prof. Dr. Fernando Wiecheteck de Souza – SIAPE – 1081252
Profa. Dra. Julicelly Gomes Barbosa – SIAPE – 1916761
4
Docentes suplentes:
Profa. Dra. Gildeni Maria Nascimento de Aguiar – SIAPE – 2220993
Profa. Dra. Anaemília das Neves Diniz – SIAPE – 1255483
Prof. Dr. Danillo de Souza Pimentel – SIAPE – 1767039
Prof. Dr. Pierre Barnabé Escodro – SIAPE – 1670912
Prof. Dr. Thiago Barros Correia da Silva – SIAPE 1544700
Representantes técnicos administrativos:
Titular: Dra. Graziela Kopinits de Oliveira - SIAPE – 2369898
Suplente: Dra. Priscila Natasha Kasper – SIAPE – 1388947
Representantes discentes:
Titular: Maria Heloísa Gomes da Silva de Oliveira – Mat. 13213967
Suplente: Mayara de Lima Costa – Mat. 15211283
Portaria de nomeação dos membros do Colegiado do curso: Portaria PROGRAD No. 68
de 12 de março de 2019.
5
SUMÁRIO
INSTITUIÇÃO ......................................................................................................................... 8
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ........................................................................................... 10
INTRODUÇÃO ...................................................................................................................... 12
HISTÓRICO DO CURSO ..................................................................................................... 15
JUSTIFICATIVA PARA A OFERTA DO CURSO ........................................................... 18
CARACTERÍSTICAS GERAIS DE FORMAÇÃO ............................................................ 25
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ................................................................. 27
OBJETIVOS DO CURSO ..................................................................................................... 28
Objetivos Gerais ................................................................................................................... 28
Objetivos Específicos ........................................................................................................... 28
PERFIL DO EGRESSO: ....................................................................................................... 30
HABILIDADES E COMPETÊNCIAS ................................................................................. 31
CAMPO DE ATUAÇÃO ....................................................................................................... 32
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO ................................................................. 32
Carga horária do Curso ......................................................................................................... 37
MATRIZ CURRICULAR ..................................................................................................... 38
Síntese da matriz Curricular ................................................................................................. 39
Matriz Curricular - descrição................................................................................................ 39
Disciplinas eletivas: códigos e descrição.............................................................................. 43
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS ................................................... 44
1º PERÍODO ......................................................................................................................... 44
2º PERÍODO ......................................................................................................................... 52
3º PERÍODO ......................................................................................................................... 61
4º PERÍODO ......................................................................................................................... 70
5º PERÍODO ......................................................................................................................... 80
6º PERÍODO ......................................................................................................................... 89
6
7º PERÍODO ....................................................................................................................... 100
8º PERÍODO ....................................................................................................................... 106
9º PERÍODO ....................................................................................................................... 114
DISCIPLINAS ELETIVAS - EMENTÁRIO ..................................................................... 121
ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO – ESO .............................................. 146
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC ....................................................... 148
ATIVIDADES DA PARTE FLEXÍVEL (Atividades Complementares) ........................... 148
PESQUISA ............................................................................................................................ 149
EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA ......................................................................................... 151
DAS DIRETRIZES NORMATIVAS DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA NA
GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA DA UFAL......................................... 151
HISTÓRICO DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA NO CURSO DE MEDICINA
VETERINÁRIA ................................................................................................................. 152
O PROGRAMA DE EXTENSÃO PRÁTICAS VETERINÁRIAS ................................... 155
AVALIAÇÂO DO PROGRAMA DE EXTENSÃO .......................................................... 157
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO - TICs ....................... 160
PÓS-GRADUAÇÃO E SIMBIOSE ACADÊMICA .......................................................... 160
POLÍTICAS DE INCLUSÃO.............................................................................................. 161
PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE ....................................................................... 162
METODOLOGIA................................................................................................................. 162
AVALIAÇÃO........................................................................................................................ 164
Avaliação do processo de ensino e aprendizagem.............................................................. 164
Avaliação do Projeto do Curso ........................................................................................... 165
AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS ........ 166
NECESSIDADE DE CONTRATAÇÃO DOCENTE ........................................................ 167
REFERÊNCIAS.................................................................................................................... 168
ANEXOS................................................................................................................................ 170
7
INSTITUIÇÃO
Instituição Mantenedora:
Denominação: Ministério da Educação (MEC)
Município-sede: Brasília – Distrito Federal (DF)
Dependência: Administrativa Federal
Instituição Mantida
Denominação: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Município-sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: Rodovia BR 101, km 14 Campus A. C. Simões – Cidade
Universitária Maceió /AL – CEP: 57.072 – 970. Fone: (82) 3214 – 1100 (Central)
Coordenação 3214-1442
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
Unidade Acadêmica:
Denominação: Campus de Engenharias e de Ciências Agrárias - CECA
Município: Rio Largo
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: BR 104, Km 85, s/n, Rio Largo – AL, CEP 57.100-000
Telefone da Unidade Acadêmica: (82) 3261-1351
8
Unidade Educacional:
Denominação: Unidade Educacional Viçosa
Município: Viçosa
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço: Fazenda São Luiz, s/n. Zona Rural. Viçosa – AL, CEP 57.700-000
Telefone da Unidade Educacional: (82) 3214-1904
E-mail: coordenacao.mvet@vicosa.ufal.br
9
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Nome do curso: Medicina Veterinária
Modalidade: Bacharelado Presencial
Título conferido: Médico Veterinário
Autorização: Parecer: CES 52/2007 de 27 e 28 de fevereiro e 01 de março de 2007, publicado
em 14 de março de 2007. Reconhecido pela portaria n. 74, de 10 de fevereiro de 2017.
Conceito preliminar do Curso 2016: 5
Conceito do Curso 2016: 4
Resultado ENADE 2013-2016: 4
Vagas: 60 (ofertas semestrais de 30 vagas)
Turno: Integral
Regime acadêmico: Semestral
Formas de ingresso: o candidato a uma vaga no curso de medicina veterinária da UFAL poderá
ingressar por meio do ENEM/SISU, conforme determinado na resolução 32/2009CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009, ou via transferência como reopção de curso
mediante edital interno, em caso de vacância, ou transferência interinstitucional mediante
normas estabelecidas pela PROGRAD ou regulamentadas pelo CONSUNI.
Carga horária: 5500 horas
Duração do curso: Mínima: 5,5 anos - Máxima: 8 anos
Coordenador do Curso: Sílvio Gomes de Sá, Doutor em Biociência Animal, professor da
10
UFAL desde 17/05/2016 em regime de dedicação exclusiva e Coordenador do curso desde 07
de março de 2019.
Corpo Docente:
Docente
Titulação
Anaemília das Neves Diniz
Doutora
Annelise Castanha Barreto Tenório Nunes
Doutora
Chiara Rodrigues de Amorim Lopes
Doutora
Cícero Ferreira de Albuquerque
Doutor
Danillo de Souza Pimentel
Doutor
Diogo Ribeiro Câmara
Doutor
Fernando Wiecheteck de Souza
Doutor
Gildeni Maria Nascimento de Aguiar
Doutora
Jonatas Campos de Almeida
Doutor
José Wilson Nascimento Porto Sobrinho
Mestre
Julicelly Gomes Barbosa
Doutora
Karla Patrícia Chaves da Silva
Doutora
Márcia Kikuyo Notomi
Doutora
Oscar Boaventura Neto
Doutor
Pierre Barnabé Escodro
Doutor
Sílvio Gomes de Sá
Doutor
Thiago Barros Correia da Silva
Doutor
11
INTRODUÇÃO
A Universidade Federal de Alagoas – maior instituição pública de ensino superior do
Estado – foi criada em 25 de janeiro de 1961, por ato do então presidente Juscelino Kubitscheck,
reunindo as Faculdades de Direito (1933); Medicina (1951), Filosofia (1952), Economia
(1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957).
A presença da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) no território alagoano, por
meio de suas atividades de ensino, pesquisa, extensão e assistência, representa importante fator
de desenvolvimento para a região, sobretudo por se tratar de um dos Estados que apresenta
maiores indicadores de desigualdades do Brasil (IPEA, 2019). A UFAL tem por missão
produzir, multiplicar e recriar o saber coletivo em todas as áreas do conhecimento de forma
comprometida com a ética, justiça social, desenvolvimento humano e bem comum.
Trata-se de instituição federal de educação superior, de caráter pluridisciplinar de
ensino, pesquisa e extensão, vinculada ao Ministério da Educação, mantida pela União, com
autonomia assegurada pela Constituição Brasileira, pela Legislação Nacional correspondente e
por seus Estatuto e Regimento Geral.
Sua sede está localizada na cidade de Maceió, Capital do Estado de Alagoas, no
Nordeste do Brasil. Desde a sua criação, a UFAL teve treze gestões exercidas por sete Reitores
e três Reitoras, conforme apresentados no quadro abaixo.
Quadro I: Gestões, Períodos e Reitores (as) da UFAL.
Gestão
Período
Reitor(a)
1a gestão
1961 – 1971
Aristóteles Calazans Simões
2a gestão
1971 – 1975
Nabuco Lopes Tavares da Costa Santos
3a gestão
1975 – 1979
Manoel Machado Ramalho de Azevedo
4a gestão
1979 – 1983
João Ferreira Azevedo
5a gestão
1983 – 1987
Fernando Cardoso Gama
6a gestão
1987 – 1991
Delza Leite Góes Gitaí
7a gestão
1991 – 1995
Fernando Cardoso Gama
8a gestão
1995 – 1999
Rogério Moura Pinheiro
12
9a gestão
1999 – 2003
Rogério Moura Pinheiro
10a gestão
2003 – 2007
Ana Dayse Rezende Dórea
11a gestão
2007 – 2011
Ana Dayse Rezende Dórea
12ª gestão
2011 – 2015
Eurico Barros Lobo Filho
13ª gestão
2016 – atual
Maria Valéria Costa Correia
As características de cada um desses períodos gerenciais, ao longo de sua existência de
pouco mais de cinco décadas (cinquenta e cinco anos), são relacionadas a grandes
transformações internas, sejam acadêmicas, administrativas e/ou estruturais, que vieram
reforçar o compromisso da instituição com a produção e disseminação do conhecimento, com
a formação profissional e cidadã, enfim, com a sociedade regional e, alagoana em particular.
Assim é que:
•
Ao longo da década de 1960, a UFAL teve duas gestões, iniciais, do Reitor Aristóteles
Calazans Simões, voltadas, integral e bravamente, à criação de um Campus
Universitário, no então distante bairro do Tabuleiro do Martins, para realizar a
construção das instalações daquelas faculdades existentes – desarticuladas e distantes
entre si –, mas também, para aí implantar, além das atividades acadêmicas de graduação,
as atividades pioneiras de assistência estudantil e culturais;
•
Nos anos 1970, as gestões promoveram a modernização institucional através da
reestruturação acadêmica e administrativa (criação de Centros, em substituição aos
Institutos e Faculdades), a criação de novos cursos e a ampliação e qualificação do
quadro docente;
•
Nos anos 1980, vigésimo ano de existência da UFAL, ainda uma instituição de
graduação, profissionalizante, as gestões se preocuparam em iniciar e organizar as
atividades de pesquisa e de extensão, além dos cursos de pós-graduação lato sensu,
então concebidos em enclaves, através de programas especiais e restritos à estrutura
departamental, assim como a criação do primeiro curso de Mestrado, em Letras, em
1987;
•
No final dos anos 1980, foi introduzido na instituição, o processo de consulta aos três
segmentos de sua comunidade, visando à escolha democrática para o cargo de Reitor, o
que veio permitir a eleição da primeira Reitora – a professora Delza Leite Góes Gitaí –
cuja gestão (1987 a 1991) privilegiou a reestruturação do modelo de ensino de
13
graduação (Projeto Pedagógico Global – PPG), assim como a ampliação da pósgraduação stricto sensu (cursos de mestrado), a institucionalização da extensão, a
criação da iniciação científica local e a expansão da pesquisa;
•
Nos anos 1990 e início de 2000, as gestões promoveram a informatização da UFAL, a
expansão dos cursos de pós-graduação stricto sensu, a qualificação dos técnicos em
administração universitária, a busca do equilíbrio orçamentário-financeiro, o reforço da
capacitação docente e a implantação de cursos de graduação noturnos;
•
Ao longo da década de 2000, as duas gestões sucessivas (períodos de 2003-2007 e de
2007-2011) lograram expandir a UFAL no Campus A.C. Simões, na Capital (onde
esteve por 45 anos) e, para o interior, através da criação e implantação dos Campi
Arapiraca (Agreste) e Delmiro Gouveia (Sertão) e de suas Unidades de Educação de
Palmeira dos Índios, Penedo, Viçosa, e Santana do Ipanema.
No cumprimento de sua missão institucional, a Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
norteia suas ações pelos princípios:
•
Da gestão democrática, transparente e descentralizada;
•
Da legalidade e publicidade de seus atos, moldando e legitimando sua atuação;
•
Da moralidade e da impessoalidade, em consonância com o interesse público;
•
Da eficiência e da eficácia, com foco na qualidade da prestação de serviços e na efetiva
produção de resultados;
•
Da ética, como norteadora de toda a prática institucional, em todas as suas relações
internas e com a sociedade;
•
Da busca de mecanismos de promoção da indissociabilidade entre o ensino, pesquisa e
extensão;
•
Da liberdade de expressão do pensamento, de criação, de difusão e socialização do
saber;
•
Do respeito às especificidades das unidades acadêmicas; e
•
Do desenvolvimento científico, político, cultural, artístico e socioeconômico do estado
de Alagoas.
Dentro do Plano de Expansão das instituições públicas de ensino superior do Governo
Federal, denominado Expansão com Interiorização, em 2006 a UFAL criou o Campus
Arapiraca, no agreste alagoano, que se estende de sua sede, em Arapiraca, para as unidades em
14
Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa, todos oferecendo cursos de graduação presenciais e
diurnos, totalizando 640 vagas anuais, ratificando, assim, o papel da Universidade como um
importante instrumento de desenvolvimento estadual e regional. Em 2010, foi inaugurado o
Campus do Sertão, com sede em Delmiro Gouveia e a unidade de Santana do Ipanema.
Atualmente, com sua estrutura multicampi e sede localizada no Campus A.C. Simões, em
Maceió, ao todo são ofertados 160 cursos presenciais, distribuídos entre a sede, o Campus
Arapiraca, o Campus Sertão e mais recentemente o Campus de Engenharias e Ciências Agrárias
- CECA. Além das graduações presenciais que totalizam 105 cursos, a universidade Federal de
Alagoas ainda oferece 17 cursos de especialização e 11 cursos são ofertados na modalidade à
distância nos quais estão matriculados cerca de 2312 alunos, através do sistema Universidade
Aberta do Brasil. A Pós-Graduação conta com 30 Programas de Mestrado e nove de Doutorado.
O curso de Medicina Veterinária surgiu para suprir a demanda sócio regional, tendo como
objetivo principal à formação de profissional de nível superior, com capacidade para
desempenho profissional técnico-científico e de atuação como agente social comprometido com
a promoção do desenvolvimento sustentável e da contínua melhoria da produção animal e do
meio ambiente.
A expectativa é que a formação de Médicos Veterinários traga benefícios aos produtores, a
consumidores de produtos de origem animal, tutores de animais de companhia e a população
em geral, gerando e/ou aumentando sua renda, conhecimento, segurança alimentar e bem-estar
animal, com a aplicação adequada das habilidades e competências inerentes aos egressos do
curso, reduzindo o impactos antrópicos e preservando os ecossistemas naturais. Somado a isso,
há a preocupação com uma formação globalizada e crítica dos envolvidos no processo,
permitindo o exercício da cidadania como sujeitos de transformação da realidade, com respostas
para os grandes problemas atuais.
HISTÓRICO DO CURSO
Há aproximadamente 13 anos, um novo momento começou a ser vivenciado pela
comunidade acadêmica da Universidade Federal de Alagoas - UFAL e pela população
15
alagoana, sobremaneira a que depende do ensino público no estado, visto que a Universidade
Federal de Alagoas abriu a primeira turma do curso de bacharelado em medicina veterinária,
sediado na Fazenda São Luiz, no município de Viçosa, na mesorregião do Leste Alagoano e
microrregião Serrana dos Quilombos. Na ocasião da sua implantação, o curso oferecia 40 vagas
por ano, com uma carga horária total de 4.683 horas, em turno integral. O curso permaneceu
vinculado ao Campus Arapiraca desde a sua criação até sua desvinculação institucional e
posterior vinculação ao atual Campus de Engenharias e Ciências Agrárias – CECA, outrora
chamado de Centro de Ciências Agrárias, ao final do ano de 2017.
Várias razões impulsionaram a comunidade acadêmica e a sociedade a apoiarem um
novo formato de curso, entre elas: o nível de satisfação discente em relação a algumas
limitações do curso em decorrência do seu isolamento, segundo verificado no último
questionário de autoavaliação institucional 2018; o crescente número de discentes evadidos
por motivos diversos nos últimos anos, em especial dadas as condições desfavoráveis do
ambiente infraestrutural regional para receber e manter alunos de outras regiões; a necessidade
da interrelação multidisciplinar entre os cursos afins na UFAL; as demandas decorrentes do
mercado PET Mundial que impulsionam os egressos da medicina veterinária aos grandes
centros urbanos, entre outras.
Em decorrência do número significativo de candidatos egressos do ensino médio e
profissionalizante, aspirantes às vagas ofertadas pelo curso, ficarem em lista de espera, embora
desempenho satisfatório nos processos seletivos, a gestão, considerando esta realidade e os
resultados obtidos pelo curso junto à sociedade e ao MEC, optou em conjunto com o Colegiado
de Curso e após debate com a sociedade, ampliar o número de vagas que passou de 40 para 60.
A média de egressos do ensino médio aptos a iniciar carreira acadêmica superior entre os anos
de 2016 à 2018 oscilou na faixa de 121 alunos que permaneceram em lista de espera, apenas
entre os candidatos da ampla concorrência (COPEVE/UFAL, 2019). A forma de inicialização
dos períodos do curso também foi modificada, com vistas a diminuir a evasão discente e
favorecer o acesso dos mesmos às políticas públicas de assistência estudantil, dessa forma, os
períodos iniciais do curso passaram a ser desenvolvidos nas dependências do Campus de
Engenharias e Ciências Agrárias, em Rio Largo.
Nesse sentido, os discentes do curso de medicina veterinária começam o curso aptos a
vivenciar diversas áreas de conhecimento, em concomitância com o curso de ingresso, sejam
16
elas contidas noutros cursos das Ciências Agrárias ou das Engenharias. O acesso discente a
serviços de assistência estudantil, geridos e disponibilizados pela Pró-reitora de Assistência
Estudantil – PROEST, também ficou potencializado, visto que, o formato anterior ao presente,
restringia o acesso dos discentes às políticas públicas, pois todo o curso se desenvolvia em área
rural, sem infraestrutura suficiente para atender as demandas inerentes ao desenvolvimento
estudantil (residência universitária, assistência psicológica e acesso a assistência social,
odontológica, entre outras, disponíveis na UFAL-sede). A transversalidade do conhecimento e
o compartilhamento de experiências e resultados entre os docentes e discentes dos diversos
cursos do Campus de Engenharias e Ciências Agrárias - CECA também propicia um novo
ambiente multidisciplinar para o desenvolvimento de novos projetos de pesquisa e extensão,
especialmente.
Embora todos os obstáculos, nas últimas avaliações institucionais, o curso de medicina
veterinária da UFAL alcançou conceitos elevados nos quesitos:
•
CPC - Conceito Preliminar de Curso com nota 5 (2016);
•
CC - Conceito do Curso com nota 4 (2013 e 2016);
•
Resultado ENADE, interstício 2013-2016 com nota 4 (2016).
Tais resultados vêm ratificando que o curso de medicina veterinária da UFAL tem se
mostrado um um excelente curso, expressando seu potencial de consolidação e crescimento
desde sua criação em 2006, tornando-se cada dia mais indispensável à sociedade alagoana e à
melhoria da qualidade de vida desta, através das habilidades e competências desenvolvidas por
médicos e médicas veterinárias na região.
Em 2016, como consequência natural da evolução positiva da graduação em Medicina
Veterinária na UFAL, foi criado o curso de Pós-Graduação em Inovação e Tecnologia
Integradas à Medicina Veterinária para o Desenvolvimento Regional (PPGMV), na modalidade
mestrado. Aprovado pela CAPES no ano de 2015, o Programa tem como objetivo principal
estimular a formação de docentes, pesquisadores e profissionais qualificados para difusão de
tecnologias, empreendedorismo, pesquisa e desenvolvimento regional, além da saúde única
(UFAL,2019).
Atualmente, a Unidade Educacional Viçosa e consequentemente o curso de Medicina
Veterinária está inserido no Campus de Engenharias e de Ciências Agrárias, conforme a
17
Resolução 57/2017 CONSUNI/UFAL, sendo distribuído em 11 semestres, com duração
mínima de cinco anos e meio e máxima de oito anos. As disciplinas são oferecidas em módulos
teóricos para até 30 estudantes e aulas práticas para até 15 estudantes. A criação e manutenção
do curso continua contribuindo para o desenvolvimento do Estado de Alagoas de modo a
assumir o lugar e os meios de se tornar agente impulsionador da sociedade alagoana e nacional,
através da geração de conhecimento e tecnologias, objetivando a melhoria da qualidade de vida
da população.
O Projeto Pedagógico de Curso passou por duas atualizações após sua criação, em 2013
e 2016, a fim de acompanhar as determinações das diretrizes curriculares nacionais para os
cursos de medicina veterinária bem como acompanhar as próprias evoluções tecnológicas e
científicas inerentes a formação do médico veterinário. No ano de 2019, empreendeu mais
algumas atualizações, em decorrência das mudanças nas próprias Diretrizes Nacionais para os
cursos de medicina veterinária e das demandas sociais e políticas inerentes à região e a
sociedade nela inserida, fatos que influenciaram diretamente nos rearranjos didáticos e
pedagógicos formacionais do curso que hoje se apresenta de forma mais arrojada, assimilando
as demandas não apenas da cidade do interior como também das necessidades dos grandes e
médios centros urbanos em relação a ciência veterinária e suas expertises.
JUSTIFICATIVA PARA A OFERTA DO CURSO
O Estado de Alagoas está dividido em 13 Gerencias Regionais de Educação (Geres),
cada Gere, por sua vez, representa um conjunto de municípios e possui uma demanda em
potencial para a oferta de educação superior. Essa demanda é representada pelo quantitativo
total de alunos matriculados no ensino médio, profissionalizante e modalidade Educação de
Jovens e Adultos-EJA. O último registro desse quantitativo, data do ano de 2015 e o número
total de alunos nessas modalidades no estado, esteve em torno de 139.660 alunos (SEPLAG,
2017), oriundos das redes municipais, estaduais e federais, contando com os oriundos da rede
privada de ensino, conforme gráficos (Tabela 1). Analisando as proporções de alunos
matriculados por esfera administrativa observa-se que o quantitativo destes alunos oriundos da
18
esfera estadual de ensino médio ultrapassa os oitenta por cento (Figura 1), o que sinaliza para
uma forte demanda por ensino superior em todas as regiões do estado, tendo em vista a
distribuição e abrangência geográfica das Geres.
Tabela 1: Número de alunos matriculados, por dependência administrativa no Estado de
Alagoas – 2015.
UF
Esferas administrativas do ensino médio e profissional e quantitativos
de alunos matriculados.
Federal
Estadual
Municipal
Privada
Total
Ensino médio
554
97.978
Alagoas
19
18.436
116.987
Educação Profissional
8.312
4.814
349
9.048
22.523
139.660
Fonte: Adaptado de: SEPLAG-AL. (2017).
Figura 1: Proporções de alunos matriculados, por tipo de ensino e dependência administrativa, em Alagoas –
2015. Fonte: Ministério da Educação - MEC/ Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira - INEP. Elaboração: SEPLAG/SINC (2017).
A UFAL está presente em, pelo menos um município pertencente a 9 das 13 Geres
distribuídas no estado de Alagoas. Além disso, estes municípios, geralmente sede das
coordenações e a menos de 100 km dos demais – Maceió, Arapiraca, Delmiro Gouveia,
19
Palmeira dos Índios, Penedo, Viçosa, Santana do Ipanema, Rio Largo - representam 69,59% do
total das matrículas no ensino médio, profissionalizante e EJA no Estado, em 2015. Isto
significa dizer que a UFAL realiza cobertura universitária significante em relação à demanda
representada pelas matrículas no ensino médio de Alagoas.
A possibilidade de inserção de alunos egressos de cursos do ensino fundamental na
graduação em medicina veterinária no estado de Alagoas é de suma importância, tanto do ponto
de vista social quanto do desenvolvimento econômico para a região que dispuser destes
profissionais em quantidade e qualidade suficiente para o atendimento crescente das demandas
que envolvem a sociedade e os animais, tendo em vista a estreita relação histórica que os
envolve. As perspectivas de crescimento nas áreas passíveis de atuação por parte dos médicos
veterinários, sejam elas a da produção animal, da saúde pública e dos animais de companhia e
todas as suas repercussões, têm sido cada vez mais evidenciadas. Estimou-se que o número de
animais de companhia nos lares brasileiros, contabilizados em 2018, girou em torno de 139,3
(Figura 2) milhões de animais (ABINPET, 2019).
Figura 2: Fonte: ABINPET, 2018.
Ainda segundo Abinpet (2018), os segmentos de medicamentos veterinários, de
20
cuidados pet e petfood, obtiveram crescimentos, entre 2017/2018, em torno de 10%, 6,5% e
7,8%, respectivamente. Especula-se que o mercado pet atingirá a marca de 20 bilhões de reais
em faturamento em 2020. Atualmente, o Brasil é o segundo mercado pet do mundo, estando
atrás apenas dos EUA.
As atividades relacionadas a produção animal no país são de extrema importância, tendo
em vista que, tais atividades, via de regra têm segurado o PIB nacional em meio a inúmeras
turbulências socioeconômicas que atravessam o país nos últimos anos. Nesse sentido, a pecuária
bovina de corte e de leite, além da suinocultura e avicultura têm lugar de destaque nesse cenário
e o profissional egresso do curso de Medicina Veterinária tem papel fundamental em toda a
cadeia produtiva. Conforme a Seplag (2017b) o país possuía, em 1996, aproximadamente 161
milhões de cabeças de gado, este número subiu para pouco mais de 215 milhões em meados de
2015 representando um crescimento de cerca de 34% no efetivo bovino.
Nesse sentido, o autor comenta sobre a característica eminentemente familiar do tipo de
produtor, especialmente na produção leiteira. Cerca de 90% dos produtores são considerados
pequenos e com produtividade e uso de tecnologias e conhecimentos extremamente baixos.
Assim, a presença de profissionais das ciências agrárias e da saúde, são de indiscutível
necessidade junto a estes estabelecimentos familiares de produção, onde desenvolverão
conhecimento, contribuindo para o aumento da produção de da qualidade de vida como um
todo do núcleo produtivo familiar. A economia alagoana está centrada no comércio e serviços
e apresenta um desenvolvimento industrial relativamente pequeno, baseado praticamente na
indústria açucareira, no entanto, uma das atividades que vem se destacando é a pecuária
(SEPLAG, 2017b). Em 2015, o estado de Alagoas foi o sexto maior produtor de leite da região
Nordeste, com uma produção que representou 8,5% do total produzido na região e 1,0% do
total produzido no país (SEPLAG, 2017b). Sabendo-se que as cadeias produtivas oriundas da
produção animal necessitam das respectivas fiscalizações e orientações com vistas ao
fornecimento de alimentos de origem animal aptos a alimentação saudável e livre de
contaminantes e infectantes para a população, torna-se indispensável a presença do médico
veterinário em todos os estabelecimentos de produção, beneficiamento e comercialização de
tais produtos e para tanto a Lei 5.517 de 23 de outubro de 1968, tornou o médico veterinário o
único profissional habilitado a exercer as funções necessárias ao bom funcionamento das
cadeias produtivas animais, conforme se verifica em seus Capítulo III, Do exercício
21
Profissional, art. 5º e alínea “e”, respectivamente:
Art 5º É da competência privativa do médico veterinário o exercício das
seguintes atividades e funções a cargo da União, dos Estados, dos Municípios,
dos Territórios Federais, entidades autárquicas, paraestatais e de economia
mista e particulares: [...] e) a direção técnica sanitária dos estabelecimentos
industriais e, sempre que possível, dos comerciais ou de finalidades
recreativas, desportivas ou de proteção onde estejam, permanentemente, em
exposição, em serviço ou para qualquer outro fim animais ou produtos de sua
origem; f) a inspeção e a fiscalização sob o ponto-de-vista sanitário, higiênico
e tecnológico dos matadouros, frigoríficos, fábricas de conservas de carne e
de pescado, fábricas de banha e gorduras em que se empregam produtos de
origem animal, usinas e fábricas de lacticínios, entrepostos de carne, leite
peixe, ovos, mel, cera e demais derivados da indústria pecuária e, de um modo
geral, quando possível, de todos os produtos de origem animal nos locais de
produção, manipulação, armazenagem e comercialização.
A formação do Médico Veterinário tem por objetivo dotar e capacitar o profissional dos
conhecimentos para promover ações e obter resultados voltados às áreas de Ciências da Saúde
e Ciências Agrárias no que se refere à Produção e Saúde Animal, Produção de Alimentos e
Proteção Ambiental, sem esquecer-se da Saúde Única, pois a essência nobre da Medicina
Veterinária é voltada para o Homem, citando o juramento do curso de Medicina Veterinária:
“...tendo como compromissos [...] a melhoria da qualidade de vida e o progresso justo e
equilibrado da sociedade humana” (CFMV, 2007). A própria Organização Mundial de Saúde
(OMS) define: “A Saúde Pública Veterinária compreende todos os esforços da comunidade que
influenciam e são influenciados pela arte e ciência médico veterinária, aplicados à prevenção
da doença, proteção da vida e promoção do bem-estar e eficiência do ser humano” (WORLD
HEALTH ORGANIZATION, 1951).
A Organização Mundial de Saúde – OMS estima que em torno de 40% das doenças
conhecidas no mundo são zoonoses, ou tem um animal em sua cadeia epidemiológica. O manejo
inadequado de animais de produção, a convivência estreita e muitas vezes promíscua com
animais de estimação, o crescimento desordenado das cidades que propiciam a inserção e a
manutenção de espécies vetores, antes silvestres, entre outros, propiciam o surgimento e
manutenção de doenças através do aumento ou intensificação dos fatores de risco associados a
sua permanência. Segundo a OMS (2019), a interface entre humanos, animais e os ambientes
que compartilhamos também pode ser uma fonte de doenças que afetam a saúde pública e o
bem-estar social e econômico da população mundial. Some-se a isso, a produção, o
22
beneficiamento e a consequente comercialização de produtos de origem animal sem as devidas
condições higiênicas e a inspeção sanitária necessária, observa-se um campo extremamente
carente da atuação dos conhecimentos e saberes da Medicina Veterinária e, portanto, fértil para
a pesquisa e extensão universitária.
De acordo com a OIE (Organização Mundial da Saúde Animal), a maioria das doenças
emergentes que surgiram nos últimos tempos são de origem animal e quase todas são
potencialmente zoonóticas, tornando-se necessário que as autoridades de saúde animal e saúde
pública dos países membros da OIE unam-se para prevenir e controlar as as doenças zoonóticas
emergentes e reemergentes, pois se tornarão, progressivamente, o motivo mais importante para
os pedidos de ação a serem atendidos pelos Serviços Veterinários, carecendo da ação conjunta
e coordenada das três organizações mais envolvidas nesses problemas - a OIE, a Organização
das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde
(OMS).
Nesse contexto, destaca-se a situação de vulnerabilidade social em que vive ainda a
população alagoana. Em 2010, Alagoas detém o pior Índice de Desenvolvimento Humano
(IDH) do País (0,631), a segunda menor renda domiciliar per capita (R$ 658,00 mensais), cerca
de 20% da população vive em situação de extrema pobreza, e a maioria dos municípios (n=61;
59,8%) possuindo entre 40% e 80% de sua população enquadrada nessa situação. Tal panorama
faz com que a quase totalidade dos municípios alagoanos (96,1%) seja classificada como
localidades com alta ou muito alta vulnerabilidade social (BRASIL, 2018).
Na atualidade, a sociedade moderna tem experimentado rápidas e profundas
transformações evidentes em todos os setores: econômicos, políticos, ambientais e
socioculturais, certamente como nunca em sua história. Ao mesmo tempo, verifica-se com
frequência, o aumento das desigualdades entre os povos e os conflitos entre grupos sociais, a
crescente agressão ao ambiente, a deterioração do espaço urbano com a intensificação da
violência e o desrespeito à dignidade humana. Acompanha este cenário a emergência e
reemergência de epidemias impactantes onde 65% dos patógenos são de caráter zoonótico.
Há consenso sobre o entendimento de que a Saúde é resultante da adaptação de todo
este complexo processo interativo e dinâmico sendo que simultaneamente atua como
determinante do desenvolvimento da sociedade, a partir do estabelecimento de políticas
públicas eficazes na promoção da qualidade de vida segura e confortável, além de sustentável.
23
Com base nesse quadro, constata-se uma "crise da saúde pública", percebida de modo diferente
pelos distintos sujeitos atuantes neste campo social. Para a superação dessa crise, vários aportes
têm sido propostos, cada um deles apontando para a necessidade de novos paradigmas no
"campo da saúde pública".
Neste esforço, pode-se incluir desde as iniciativas da Organização Panamericana da
Saúde (OPS-1946), de reavaliar a "teoria e prática da saúde pública", até a proposição atual de
uma Nova Saúde Pública como parte do movimento de renovação da estratégia "saúde para
todos" e “Um Mundo uma Saúde”.
A Estratégia de Saúde da Família, concebida desde a década de 70, vem sendo
implementada e aprimorada como forma eficiente de promover a atenção básica em saúde ao
cidadão, em caráter multi e transdisciplinar, na origem (família/residência/entorno), dos fatores
de risco, identificando-os e controlando-os. A Família representa o principal espaço/ambiente
relacional onde o ser humano interage intimamente com seus pares se expondo ao longo de sua
existência, associada às diversas espécies animais (domésticas, silvestres e sinantrópicas) e suas
múltiplas circunstâncias relacionais, interferindo decisivamente sobre sua qualidade de vida,
representando seu status de saúde. As Famílias/residências se instalam contiguamente em
bairros que constituem as cidades, dando o caráter coletivo deste status de saúde.
Ao médico veterinário, como profissional de saúde (Res. CNS/SUS-287/98), compete
conhecer, identificar, dimensionar e intervir sobre os fatores de risco existentes, de natureza
física, química, biológica, ambiental e social envolvidos com espécies animais e seres humanos
em seus espaços/ambiente de convivência, promovendo, preservando e aprimorando a saúde
coletiva. Atuando no setor saúde, as atividades médica veterinárias participam com
especificidade ativamente e estrategicamente com a vigilância em saúde (epidemiológica,
sanitária e ambiental); saneamento ambiental além de saúde e bem-estar animal. Além do
domínio de competência no controle de doenças transmitidas por vetores (26), por roedores
(34), por alimentos (71), pelas águas e por contágio direto, responde por 58% das doenças de
notificação compulsória (Port.MS-104/11).
A Atenção Primária à Saúde é complexa e demanda uma intervenção ampla em diversos
aspectos para que se possa ter efeito positivo sobre a qualidade de vida da população, necessita
de um conjunto de saberes para ser eficiente, eficaz e resolutiva. O processo de implantação
dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família está em construção em todo território nacional e
24
contribui para promover a Integralidade das ações das equipes de saúde da família (ESF),
associada a uma qualificação da assistência, contemplando e solidificando das Diretrizes do
SUS. Os Núcleos de Apoio à Saúde da Família - NASF são constituídos por equipes compostas
por profissionais de diferentes áreas de conhecimento, que devem atuar de maneira integrada e
apoiando os profissionais das Equipes Saúde da Família, das Equipes de atenção básica para
populações específicas (consultórios na rua, equipes ribeirinhas e fluviais, etc.) e academia da
saúde, compartilhando as práticas e saberes em saúde nos territórios sob responsabilidade destas
equipes, atuando diretamente no apoio matricial às equipes da(s) unidade(s) na(s) qual(is) o
NASF está vinculado e no território destas equipes. Dessa forma, gerar recursos humanos
qualificados para incrementar a produtividade e a sanidade do rebanho nessa região, assim
como a qualidade dos seus produtos, além da saúde pública, é um dos desafios do Projeto
Pedagógico do Curso, reestruturando a matriz curricular proposta para atender de forma
satisfatória as necessidades da região.
Considerando o exposto e a realidade da saúde pública veterinária no estado de Alagoas,
torna-se de fundamental importância que o Estado possa oferecer um curso de formação na área
de medicina veterinária ao qual possam concorrer alunos oriundos de todas as camadas sociais.
CARACTERÍSTICAS GERAIS DE FORMAÇÃO
•
Consideração das particularidades e exigências locais, no âmbito da ciência
universal;
•
Flexibilidade curricular: possibilita mobilidade docente (atuação) e discente
(aquisição de conhecimentos básicos, essenciais e complementares) interna
(entre campi e cursos) e externa (entre instituições, em acreditação nacional e
internacional);
•
Práticas, estágios, trabalhos finais, dissertações e teses: expressão preferencial
de conteúdos e temas regionais; teoria e práticas de intervenção na realidade
local e regional; banca docente e defesa pública; registro de propriedade
intelectual;
25
•
Pesquisa e extensão: consideradas como princípios pedagógicos, devem estar
obrigatoriamente presentes nas atividades curriculares, sendo explicitadas nos
respectivos projetos pedagógicos;
•
Conteúdos modalidade à distância: embora a formação do médico veterinário
seja concebida a partir da necessidade indispensável das vivências práticas,
dentro e fora da sala de aula, nos laboratórios, no campo, entre outros,
eventualmente, os cursos de graduação da Universidade Federal de Alagoas não
devem dispensar o disposto na Portaria do Ministério da Educação – MEC,
1.134, de 10 de outubro de 2016, em seus artigo primeiro e parágrafo primeiro,
disciplinas contidas no PPC poderão ofertar até 20% do seu conteúdo através do
Ambiente de Educação Online da Universidade Federal de Alagoas. Em casos
necessários e oportunos, esse ambiente poderá ser uma ferramenta que
possibilita aos docentes e discentes o uso da plataforma Moodle (Modular
Object Oriented Distance Learning - Moodle). O corpo docente do curso vêm se
capacitando para a exploração dessa ferramenta, e atualmente existem pelos
menos 20% do corpo docente com formação em Moodle, capacitados por cursos
oferecidos pela CIED-UFAL.
•
Ingresso: a primeira forma de ingresso aos cursos da UFAL é normatizada pela
Resolução nº 32/2009 – CONSUNI/UFAL, de 21 de maio de 2009, que dispõe
sobre a participação da UFAL no novo sistema de seleção para acesso aos cursos
de graduação baseado no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Outras
resoluções e legislações locais e nacionais normatizam as demais formas de
ingresso: transferência, reopção, matrícula de portadores de diplomas, Programa
de Estudantes-Convênio de Graduação, ex-officio, etc. (www.ufal.br, página
PROGRAD, Normas Acadêmicas); os candidatos aos cursos interiorizados da
UFAL assinalam a sua escolha e campi, quando submetidos ao processo
seletivo.
•
Reopção e acesso às formações posteriores: mediante disponibilidade de vagas;
reingresso aos cursos específicos por seleção e exigências particulares de cada
programa profissionalizante ou acadêmico; formação pós-graduada considerada
como etapa de educação continuada.
26
•
Novas estruturas e novos procedimentos administrativos e adequados ao novo
modelo acadêmico e à gestão multicampi.
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
O curso de Medicina Veterinária da UFAL visa a formação de médicos veterinários
generalistas, humanistas, científicos e reflexivos, aptos a atuarem em prol do desenvolvimento
regional como um todo. Busca preparar os alunos a expandirem seus conhecimentos por meio
das pesquisas, extensão e divulgação de seus ensinamentos. A formação objetivada transcende
a formação técnica, buscando a intervenção na realidade da vida social, favorecendo o senso
crítico no seio da sociedade para que os devidos questionamentos e a busca por soluções diante
dos desafios enfrentados sejam buscadas conjuntamente. O curso de Medicina Veterinária está
sendo ofertado na ótica de contribuir com a disseminação de uma visão holística sobre as causas
dos agravos em saúde pública inerentes e relacionados com a saúde animal, humana e
ambiental. Esse entendimento sistêmico propiciará condições favoráveis a implementação de
ações mais práticas para a diversificação produtiva das propriedades agropecuárias, fixação do
ao homem ao campo, estimular o avanço na pecuária alagoana, atuar sobre a saúde pública e o
bem-estar dos animais domésticos de produção e companhia. Dessa forma, há uma grande
interação entre a universidade e a sociedade, onde vários projetos de extensão e pesquisa são
realizados nas diversas áreas: reprodução e produção animal, nutrição animal, clínica e cirurgia,
educação ambiental, zoonoses e saúde única, doenças infecciosas e parasitárias dos animais,
tecnologia e inspeção de alimentos, com vistas a alcançar os objetivos da formação. Embasando
esse perfil, e conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais (2019):
O Curso de Medicina Veterinária deverá
estabelecer ações pedagógicas com base no
desenvolvimento de condutas e de atitudes com
responsabilidade técnica e social, tendo como
princípios:
I - o respeito ao bem-estar animal;
II - a sustentabilidade ambiental;
III - a observância da ética; e
27
IV - o atendimento às expectativas humanas e
sociais no exercício das atividades profissionais.
OBJETIVOS DO CURSO
Objetivos Gerais
Propiciar ao alunado a atualização constante dos conhecimentos para desenvolver ações
e resultados voltados à área de Ciências Agrárias e da Saúde, no que se refere à sanidade e
produção animal, proteção ambiental, saúde pública, produção e segurança de alimentos.
Objetivos Específicos
A formação do Médico Veterinário tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos e requeridos para o exercício profissional das seguintes competências e
habilidades específicas:
•
respeitar os princípios éticos inerentes ao exercício profissional;
•
avaliar grau de bem-estar animal a partir de indicadores comportamentais e
fisiológicos e de protocolos específicos, bem com planejar e executar estratégias
para a melhoria do bem-estar animal visando a utilização de animais para os
diferentes fins, com ênfase na bioética;
•
desenvolver, orientar, executar e interpretar sinais clínicos, exames laboratoriais
e alterações morfofuncionais;
•
identificar e classificar os fatores etiológicos, compreender e elucidar a
patogenia, bem como prevenir, controlar e erradicar as doenças de interesse na
saúde pública, saúde animal e saúde ambiental;
•
instituir diagnóstico, prognóstico, tratamento e medidas profiláticas, individuais
e populacionais;
28
•
planejar, elaborar, executar, avaliar e gerenciar projetos e programas de proteção
ao meio ambiente e dos animais selvagens, bem como de manejo e tratamento
de resíduos ambientais, participando também de equipes multidisciplinares;
•
desenvolver, programar, orientar e aplicar técnicas eficientes e eficazes de
criação, manejo, nutrição, alimentação, melhoramento genético, produção e
reprodução animal;
•
planejar, orientar, executar, participar, gerenciar e avaliar programas de saúde
animal, incluindo biossegurança, biosseguridade e certificação;
•
planejar, orientar, executar, participar, gerenciar e avaliar a inspeção sanitária e
tecnológica de produtos de origem animal;
•
planejar, orientar, gerenciar e avaliar unidades de criação de animais para
experimentação (Bioterismo);
•
planejar, organizar, avaliar e gerenciar unidades de produção de medicamentos,
imunobiológicos, produtos biológicos e rações para animais;
•
elaborar, executar, gerenciar e participar de projetos na área de biotecnologia da
reprodução;
•
planejar, avaliar, participar e gerenciar unidades de serviços médico veterinários
e agroindustriais;
•
realizar perícias, assistência técnica e auditorias, bem como elaborar e
interpretar laudos periciais e técnicos em todos os campos de conhecimento da
Medicina Veterinária;
•
planejar, elaborar, executar, gerenciar e participar de projetos e programas
agropecuários e do agronegócio;
•
planejar, executar, gerenciar e avaliar programas de saúde pública em
conformidade com as políticas de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) e de
acordo com diretrizes internacionais de saúde, com ênfase no bem-estar social;
•
exercer a profissão de forma articulada ao contexto social, entendendo-a como
uma forma de participação e contribuição social;
•
conhecer métodos de busca da informação, técnicas de investigação e elaboração
de trabalhos técnicos, acadêmicos, científicos e de divulgação de resultados;
29
•
assimilar e aplicar as mudanças conceituais, legais e tecnológicas ocorridas nos
contextos nacional e internacional, considerando aspectos da inovação;
•
avaliar e responder, com senso crítico, as informações que são oferecidas
durante seu processo de formação e no exercício profissional;
•
participar no planejamento, execução, gerenciamento e avaliação de programas
e ações para promoção e preservação da saúde única, no âmbito das estratégias
de saúde da família e outros segmentos de atividades relacionadas ao médico
veterinário junto à comunidade;
PERFIL DO EGRESSO:
O Bacharel em Medicina Veterinária ou Médico Veterinário atua na prática clínica
dos animais em todas as suas modalidades. Em sua atividade, aplica conhecimentos de clínica,
cirurgia e fisiopatologia da reprodução com ênfase nos aspectos investigativos e laboratoriais,
visando à determinação de agentes e de fatores causais, de diagnósticos e de tratamentos
médicos ou cirúrgicos de enfermidades de diferentes naturezas. Atua na atenção à saúde animal
e à saúde pública, elaborando, executando e gerenciando sistemas de criação, manejo, nutrição,
biotécnicas da reprodução e melhoramento genético, atentando ao bem-estar animal.
Desenvolve a tecnologia de produtos de origem animal e seus derivados executando a
inspeção sanitária destes. Planeja, executa, gerencia e avalia programas em saúde animal, saúde
pública e saúde ambiental, medicina veterinária preventiva e epidemiologia, controle e
erradicação das enfermidades infectocontagiosas, parasitárias e zoonoses, do saneamento
ambiental, da produção e do controle de produtos biológicos. Coordena e supervisiona equipes
de trabalho nas áreas das habilidades e competências preconizadas pelas Diretrizes Curriculares
Nacionais para os cursos de Medicina Veterinária (Resolução Nº 3, de 15 de agosto de 2019) e
naquelas asseguradas pela Lei 5.517 de 23 de outubro de 1968, que disciplina o exercício da
profissão do médico veterinário. Em sua atuação, considera a ética, a segurança e os impactos
socioambientais.
30
HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
I - Atenção à saúde: os médicos veterinários, dentro de seu âmbito profissional, devem
estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto
em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja
realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, sendo
capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para
os mesmos. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de
qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção
à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim, com a resolução do problema de saúde, tanto
em nível individual como coletivo;
II - Tomada de decisões: o trabalho dos médicos veterinários deve estar fundamentado
na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo/efetividade da força
de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim,
os mesmos devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as
condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas;
III - Comunicação: os médicos veterinários devem ser acessíveis e devem manter a
confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros médicos
veterinários e o público em geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não verbal e
habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de
tecnologias de comunicação e informação;
IV - Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os médicos veterinários
deverão estar aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem estar da
comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para
tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz;
V - Administração e gerenciamento: os médicos veterinários devem estar aptos a tomar
iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos recursos
físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem
empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde;
VI - Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender
31
continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, os médicos
veterinários devem aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o
treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, mas proporcionando condições para
que haja benefício mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços,
inclusive, estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmico/profissional, a formação e a
cooperação através de redes nacionais e internacionais.
CAMPO DE ATUAÇÃO
O Médico Veterinário atua em clínicas e hospitais veterinários; em estabelecimentos
que processam produtos de origem animal; em empresas de produção animal, empresas e
estabelecimentos agroindustriais; na Defesa Sanitária Animal e em Saúde Pública nas esferas
municipal, estadual e federal; em indústrias de fármacos e produtos biológicos de uso
veterinário; em centros de pesquisas no desenvolvimento de biotecnologias. Também pode
atuar de forma autônoma, em empresa própria ou prestando consultoria. Áreas essas constantes
naquelas asseguradas pela Lei 5.517 de 23 de outubro de 1968, que disciplina o exercício da
profissão do médico veterinário.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO
O currículo do Curso de Graduação em Medicina Veterinária é constituído por um
conjunto de componentes curriculares obrigatórios, que serão desenvolvidos na Unidade
Educacional de Viçosa, pertencente ao Campus de Engenharias e de Ciências Agrárias – CECA,
no próprio Campus CECA, localizado na BR 104, Km 85, s/n, Rio Largo - AL e no Instituto
de Ciências Biológicas e da Saúde (Campus A.C. Simões - ICBS - UFAL). As atividades
acadêmicas do curso de Medicina Veterinária a partir do ano letivo de 2020 atenderão ao
princípio de hierarquização de conteúdo e serão componentes obrigatórios para integralização
32
do curso:
•
Disciplinas obrigatórias;
•
Atividades Curriculares de Extensão (ACE’s);
•
Estágio Supervisionado Obrigatório – ESO;
•
Atividades da parte flexível (correspondentes as atividades complementares e
consoante a Resolução 113/95 CEPE-UFAL e Resolução Colegiado de Curso
01/2020);
•
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC);
•
Participação no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE.
As disciplinas obrigatórias e demais componentes curriculares do 1° ao 4° período serão
ofertados no Campus de Engenharias e de Ciências Agrárias – CECA (BR 104, Km 85, s/n, Rio
Largo – AL) e no Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde - ICBS (Campus A.C. Simões UFAL), enquanto as disciplinas obrigatórias e demais componentes obrigatórios relativos aos
períodos 5º, 6º, 7º, 8º e 9º serão ofertadas na Unidade Educacional Viçosa, como também o será
a primeira parte do componente Estágio Supervisionado Obrigatório - ESO (Estágio Curricular
Supervisionado ou Estágio Curricular Obrigatório - Resolução 3 de 15 de agosto de 2019) no
10º período o qual ocorrerá nos setores físicos áreas do conhecimento da medicina veterinária
(Consoante lista CAPES e DCN’s) na Unidade Educacional Viçosa com parte dele podendo
ocorrer em áreas afins dentro da Universidade Federal de Alagoas.
A segunda parte do ESO, correspondente ao 11º período poderá ocorrer em instituição
diversa da UFAL sendo suas atividades disciplinadas pelas Diretrizes Curriculares Nacionais
para o curso de Medicina Veterinária e no que forem omissas, pelo Colegiado do Curso.
A duração mínima e máxima prevista para o curso de Medicina Veterinária é de cinco
anos e meio (5,5) e oito anos (8,0), respectivamente. Para obter o grau de Médico Veterinário,
o estudante deverá cumprir um total de 5.500 (cinco mil e quinhentas) horas, estando quite com
o cumprimento de todos os componentes fixos e flexíveis: disciplinas obrigatórias, estágios
obrigatórios, atividades da curricularização de extensão, defesa do trabalho de conclusão de
curso, atividades da parte flexível e participação no Enade/Inep.
Assim, os referidos componentes serão distribuídos das seguintes formas, proporções
(Figura 3) e com as respectivas cargas horárias:
33
•
Disciplinas Obrigatórias: a carga horária em disciplinas obrigatórias perfaz um
total de 3.510 (três mil quinhentas e dez) horas, distribuídas em nove períodos;
•
Atividades Curriculares de Extensão (ACE’s): Compõe elemento obrigatório
para integralização do Curso, com carga horaria de 590 (quinhentas) horas
distribuídas entre o 2° e o 9° períodos
•
Estágio Supervisionado Obrigatório (ESO): esta componente curricular
compreenderá a carga horária total de 800 (oitocentas) horas, sendo: 400
(quatrocentas) horas desenvolvidas no 10º período e 400 horas no 11º período;
•
Atividades da Parte Flexível (atividades complementares): com carga horária de
400 horas (trezentas horas) correspondem às atividades complementares e se
norteiam pela Resolução 113/95 CEPE-UFAL e Resolução MV01/2020 do
Colegiado de curso. As atividades da parte flexível contam com a participação do
estudante em atividades de Ensino, Extensão, Pesquisa e de Representação
Estudantil, disciplinas eletivas, entre outras, conforme descriminação nas normas
supra;
•
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC): com carga horária de 200 horas
(trezentas horas).
•
Participação no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE
Trabalho
de Conclusão
de Curso - TCC: 200 h/3,6%
Atividades da parte flexível
(complementares): 400 h/7,25%
Atividades Curriculares de Extensão:
590h/10,7%
Estágio Supervisionado Obrigatório - ESO: 400+400 =
800 h/14,5%
Disciplinas obrigatórias - conteúdo teóricos /ou práticos:
3510 h/63,8%
Carga horária tortal: 5.500 horas/100%
Figura 3: Distribuição da carga horária na matriz 2020 e proporções – ilustração.
A configuração mais atualizada da disposição dos componentes curriculares durante a
34
formação profissional prevê que mais da metade do curso de medicina veterinária se desenvolva
num contexto de aulas práticas, considerando que 1546 horas das previstas para as disciplinas
obrigatórias (3510h) preveem atividades práticas e que o ESO (800h) e as ACE’s (590h)
somam mais 1390 horas de vivência em serviço profissional nas diversas áreas, perfazendo
assim, 2954 horas de práticas ao longo do curso. Tal feito, associa sobremaneira o perfil de
formação do curso ao preconizado pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Medicina
Veterinária.
Os conteúdos curriculares do curso de Medicina Veterinária estão articulados segundo
eixos temáticos de conhecimento e devem contemplar a formação generalista do profissional,
da seguinte forma (Quadro 2):
Áreas do conhecimento e
proporção na carga
horária
Ciências Humanas e
Sociais
12,7%
Ciências Biológicas e da
Saúde
15,70%
Contribuições à formação do estudante
Este eixo propõe que o aluno compreenda o ser humano como
um ser histórico e socialmente determinado, analise os
diferentes modos de produção da sociedade e as suas formas
de organização. Perceba as diversas dimensões da relação
indivíduo/sociedade, e possa contribuir para a compreensão
dos determinantes sociais de saúde, culturais, políticos,
ecológicos, éticos e legais entre outros, em nível individual e
coletivo.
Este eixo pretende que o aluno apreenda e desenvolva
competências e habilidades a partir do desenvolvimento do
processo ensino-aprendizagem acerca dos conteúdos teóricos
e práticos de bases moleculares e celulares dos processos
normais e alterados, da morfofisiologia dos tecidos, órgãos,
sistemas e aparelhos, bem como processos bioquímicos,
biofísicos, microbiológicos, parasitológicos, imunológicos,
genéticos, farmacológicos e ambientais, nos campos de
atuação da Medicina Veterinária, fundamentados em
conhecimentos de bioinformática e metodologia científica.
Além disso, conheça as estruturas anatômicas de diferentes
espécies animais, seus mecanismos funcionais. Correlacione
os componentes da cadeia de transmissão das doenças e os
mecanismos de imunidade, compreenda o desenvolvimento
do processo saúde/doença.
35
Ciências da Medicina
Veterinária
Este eixo pretende que o aluno conheça os conteúdos teóricos
e práticos relacionados com saúde-doença, produção animal,
sustentabilidade e bem-estar animal, com ênfase nas áreas de
71,6%
saúde animal, clínicas médica e cirúrgica veterinárias,
medicina veterinária legal, medicina veterinária preventiva,
saúde pública, zootecnia, produção e reprodução animal e
inspeção e tecnologia de produtos de origem animal,
contemplando as abordagens teórica e prática dos conteúdos
inerentes as áreas de: a) Zootecnia e Produção Animal:
envolvendo sistemas de criação, manejo, nutrição, biotécnicas
da reprodução com foco na sustentabilidade econômica,
social e ambiental, incluindo agronegócio, animais de
experimentação, selvagens e aquáticos;
b) Inspeção e Tecnologia dos Produtos de Origem Animal:
incluindo todas as fases da cadeia produtiva dos alimentos,
com ênfase na classificação, processamento, padronização,
conservação,
controle
de
qualidade,
certificação,
desenvolvimento de produtos e inspeção higiênica e sanitária
dos produtos de origem animal e dos seus derivados;
c) Clínica Veterinária: incorporando conhecimentos de
clínica, cirurgia, anestesiologia, patologia diagnóstica
(intervenções anatomopatológicas, patologia clínica),
diagnóstico por imagem e fisiopatologia da reprodução,
visando a determinação da etiopatogenia, do diagnóstico e dos
tratamentos médicos clínico ou cirúrgico das enfermidades de
diversas naturezas nas diferentes espécies animais; e
d) Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Pública: reunindo
conteúdos essenciais às atividades destinadas ao
planejamento em saúde, a epidemiologia, a prevenção,
controle e erradicação das enfermidades infecciosas,
contagiosas, parasitárias, incluindo as zoonóticas. Defesa
sanitária, prevenção e controle de doenças emergentes e
reemergentes,
propiciando
conhecimentos
sobre
biossegurança, produção e controle de produtos biológicos e
biotecnológicos e gestão ambiental. Conteúdos referentes às
políticas de saúde do SUS e diretrizes internacionais da saúde,
conforme preconizado nas novas DCN,s em Medicina
Veterinária (2019).
Quadro 2: Contribuições das áreas do conhecimento ao curso de Medicina Veterinária.
36
No tocante a aplicação das Diretrizes Nacionais para Educação em Direitos Humanos
(EDH), contidas na Resolução N. 1 de 30 de maio de 2012 e está institucionalizado pelo Parecer
08/2012. O curso de Graduação em Medicina Veterinária apresenta conteúdos nessa temática
distribuídos ao longo de toda a formação discente, devido aos aspectos de formação com caráter
transversal e interdisciplinar, associado ao estímulo para a capacitação dos docentes para a
abordagem do tema em diversas disciplinas do Curso. Essa temática se relaciona diretamente
nos aspectos relacionados à Saúde, à Segurança Alimentar, à qualidade de Saúde Ambiental e
a sustentabilidade das atividades econômicas locais e regionais, passíveis de promoção por
parte do curso de Medicina Veterinária.
Compõem os conteúdos das disciplinas do curso temas que contemplam os Direitos
Humanos, como a Higiene na produção agropecuária e dos alimentos (Disciplinas: Inspeção e
Tecnologia de produtos de origem animal), formação para Vigilância em Saúde,
Epidemiológica e Saneamento ambiental. O princípio da sustentabilidade socioambiental vê-se
contemplado nas iniciativas das pesquisas, estudos e atividades acadêmicas voltadas para o
diagnóstico das demandas e problemas sanitários regionais e no foco da formação sobre o
entender e intervir sobre as repercussões indesejáveis causadas pela interação entre os homens,
animais e ambiente. Além disso, a abordagem dos aspectos éticos na formação dos egressos do
curso de Medicina Veterinária os prepara para intervir sobre a percepção e a realidade da
população em relação aos direitos dos animais e consequentemente, serve de orientação para
que sejam evitados quaisquer tipos de negligência ou crueldades contra animais, desenvolvendo
a concepção da inter-relação entre os Direitos Humanos e dos animais.
Carga horária do Curso
A resolução CP nº 02, de 18 de junho de 2007, que dispõe sobre a carga horária mínima
e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na
modalidade presencial, institui que o curso de Medicina Veterinária deve ter uma carga horária
mínima de 4000 horas-relógio (60 minutos). A carga horária total do curso é de 5.500 horas,
sendo 3.510 horas referentes à disciplinas obrigatórias, 800 horas de estágio supervisionado
obrigatório – ESO, 400 horas de atividades da parte flexível (complementares), 200 horas
37
destinadas ao Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e 590 horas de Atividades Curriculares
de Extensão (Tabela 3). Os componentes curriculares: Estágio Supervisionado Obrigatório,
Atividades da Parte Flexível , Trabalho de Conclusão de Curso e Atividades Curriculares de
Extensão – ACE, contarão como hora-relógio, porque são componentes curriculares
desenvolvidos pelo aluno de forma autônoma (hora aula = hora-relógio).
Caberá ao aluno de fluxo normal, cumprir as disciplinas previstas. Aos alunos de fluxo
individual, caberá ao colegiado do curso, avaliar, dar parecer, aceitar, negar, reconduzir as
disciplinas pleiteadas pelo aluno, considerando e avaliando os pré-requisitos e permitindo ou
não, sua matrícula em última instância. Esta matriz curricular foi concebida mediante consulta
à Resolução nº1 de 18 de fevereiro de 2003, CNE/CES e atualizada de acordo com Resolução
Nº 3, de 15 de agosto de 2019, que trata do mesmo conteúdo.
MATRIZ CURRICULAR
A matriz atual contempla as componentes obrigatórias relacionadas as atividades de
Extensão Universitária e as orientações relativas ao Estágio Supervisionado Obrigatório,
contidas especialmente nas Res. Resolução CNE/CES nº 7, de 18 de dezembro de 2018 e nas
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Medicina Veterinária da Res. nº 3, de 15 de agosto
de 2019, que são as atualizações mais marcantes nos projetos pedagógicos de curso. As
disciplinas eletivas do curso de Medicina Veterinária estão incluídas no nicho das Atividades
da Parte Flexível (complementares). As disciplinas eletivas são ofertadas a critério da
disponibilidade docente, após aprovação pelo Colegiado de Curso, segundo demandas
acadêmicas surgidas ao longo do curso e nas quais os discentes podem solicitar matrícula, a
qualquer tempo, desde que cumpram os pré-requisitos das mesmas, quando existentes. Segue a
descrição da síntese da carga horária da matriz curricular obrigatória (Quadro 3) e a matriz
detalhada (Quadro 4), além de descrição de algumas disciplinas eletivas passíveis de serem
ofertadas já que contam com respectivas ementas (Quadro 5). Outras eletivas poderão surgir,
após discussão, deliberação e aprovação do Colegiado.
38
Síntese da matriz Curricular
Quadro 3 : Síntese da matriz curricular
COMPONENTES CURRICULARES
Carga horária total das disciplinas obrigatórias.
Carga horária total de Atividades Curriculares de Extensão ACEs
Estágio Supervisionado Obrigatório I e II
Carga horária Trabalho de Conclusão de Curso -TCC
Atividades da Parte Flexível - Complementares
Carga Horária Total do Curso
HORAS
RELÓGIO
(60 MIN.)
3510
590
800
200
400
5500
Matriz Curricular - descrição
Quadro 4: Matriz curricular do curso de Medicina Veterinária
1º PERÍODO
Distribuição das cargas horárias
Disciplinas
Horas
C.H.
total
C.H.
teórica
C.H.
prática
Anatomia Descritiva
108
108
72
36
Bioestatística
72
72
36
36
Biologia Celular e Molecular
54
54
36
18
Bioquímica
72
72
56
16
Ecologia
36
36
36
0
Sociologia Rural
54
54
54
0
Total
396
396
290
106
Horas
C.H.
total
C.H.
teórica
C.H.
prática
Anatomia Topográfica
90
90
36
54
Bioquímica Aplicada
54
54
36
18
Fisiologia Veterinária I
54
54
36
18
2º PERÍODO
Disciplinas
39
Genética Animal
54
54
36
18
Histologia e Embriologia Geral
72
72
36
36
Legislação Médico Veterinária e Bem-estar
Animal
54
54
54
0
ACE01
70
70
0
70
Total
448
448
234
214
Horas C.H.
total
C.H.
teórica
C.H.
prática
3º PERÍODO
Disciplinas
Farmacologia
54
54
54
0
Fisiologia Veterinária II
54
54
36
18
Histologia Veterinária
72
72
36
36
Imunologia
72
72
56
16
Microbiologia Geral
54
54
36
18
Parasitologia
72
72
48
24
Epidemiologia e Saúde Pública
54
54
54
0
ACE02
70
70
0
70
Total
502
502
320
182
Horas
C.H.
total
C.H.
teórica
C.H.
prática
Bioterismo
54
54
42
12
Forragicultura
72
72
56
16
Microbiologia Veterinária
54
54
42
12
Nutrição Animal
72
72
56
16
Melhoramento Animal
54
54
36
18
Terapêutica Veterinária
54
54
54
0
Doenças de Aves e Suínos
72
72
56
16
ACE03
80
80
0
80
Total
512
512
342
170
Horas C.H.
total
C.H.
teórica
C.H.
prática
56
16
4º PERÍODO
Disciplinas
5º PERÍODO
Disciplinas
Anestesiologia
72
72
40
Metodologia da Pesquisa
54
54
36
18
Patologia Geral
72
72
56
16
Zootecnia dos Ruminantes
54
54
42
12
Zootecnia dos Monogástricos
72
72
56
16
54
54
36
18
ACE04
80
80
0
80
Total
512
512
316
196
Horas C.H.
total
C.H.
teórica
C.H.
prática
Doenças
Parasitárias
Domésticos
dos
Animais
6º PERÍODO
Disciplinas
Semiologia
72
72
36
36
Doenças
Infecciosas
Domésticos
dos
Animais
72
72
56
16
Higiene Veterinária,
Animal e Zoonoses
Defesa
Sanitária
72
72
72
0
Imaginologia Veterinária
72
72
56
16
Patologia Clínica
72
72
56
16
Patologia Especial
72
72
56
16
ACE05
70
70
0
70
Total
502
502
332
170
Horas C.H.
total
C.H.
teórica
C.H.
prática
7º PERÍODO
Disciplinas
Clínica Médica de Equídeos
72
72
36
36
Clínica Médica de Animais de Companhia I
54
54
54
0
Clínica de Ruminantes I
54
54
54
0
Clínica e Manejo de Animais Silvestres
72
72
56
16
Técnica Cirúrgica
90
90
55
35
ACE
70
70
0
70
Total
484
484
311
173
Horas C.H.
total
C.H.
teórica
C.H.
prática
8º PERÍODO
Disciplina
41
Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais
72
72
36
36
Clínica Médica de Animais de Companhia II
54
54
54
0
Clínica de Ruminantes II
72
72
36
36
Fisiopatologia da Reprodução
72
72
36
36
do
36
36
36
0
Tecnologia de Produtos de Origem Animal
90
90
54
36
ACE
80
80
0
80
Total
476
476
252
224
Horas C.H.
total
C.H.
teórica
C.H.
prática
Planejamento
Agronegócio
e
Administração
9º PERÍODO
Disciplinas
Biotecnologia da Reprodução
54
54
40
14
Clínica Cirúrgica de Grandes Animais
72
72
36
36
Extensão Rural
54
54
54
0
Inspeção de Produtos de Origem Animal
90
90
63
27
Obstetrícia Veterinária
54
54
36
18
ACE
70
70
0
70
Total
394
394
229
165
Horas C.H.
total
C.H.
teórica
C.H.
prática
10º PERÍODO
Disciplinas
Estágio Supervisionado Obrigatório I
400
400
0
400
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
200
200
200
0
Total
700
700
300
400
Disciplina
Horas C.H.
total
C.H.
teórica
C.H.
prática
Estágio Supervisionado Obrigatório II
400
400
0
400
Total
400
400
0
400
11º PERÍODO
42
Disciplinas eletivas: códigos e descrição
Quadro 5: Disciplinas eletivas do curso de Medicina Veterinária
CÓDIGO
DISCIPLINA
C.H.
MEDV
Educação e diversidade étnico-racial
54h
MEDV
Acupuntura veterinária
54h
MEDV
Análise de variância e delineamentos estatísticos aplicados à 54h
experimentação animal
MEDV
Bases em técnicas hospitalares
54h
MEDV
Bioclimatologia
54h
MEDV
Economia rural
36h
MEDV
Empreendedorismo e inovação tecnológica
54h
MEDV
Etologia
36h
MEDV
Fisioterapia veterinária
54h
MEDV
História afro brasileira e africana
54h
MEDV
Inglês instrumental
54h
MEDV
Língua brasileira de sinais-libras
54h
MEDV
Marketing veterinário
36h
MEDV
Métodos estatísticos não-paramétricos na experimentação animal
54h
MEDV
Microbiologia de produtos de origem animal
36h
MEDV
Odontologia veterinária
36h
MEDV
Oftalmologia veterinária
36h
MEDV
Perícia veterinária forense
36h
43
MEDV
Podologia
36h
MEDV
Práticas veterinárias em clínica de ruminantes
54h
MEDV
Raças e cruzamentos em bovinos
54h
MEDV
Sanidade de bezerros
54h
MEDV
Toxicologia
54h
MEDV
Coaching aplicado à graduação
54h
MEDV
Equideocultura
54h
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS
1º PERÍODO
Disciplina:
Anatomia Descritiva
Semestre:
1º
Carga horária:
108h
Código:
MEDV
Pré-requisito:
-
EMENTA: Osteologia Comparada para Medicina Veterinária; Artrologia Médica Veterinária;
Miologia Médica Veterinária; Neurologia e Angiologia Periférica; Tegumento Comum; Gl.
Mamária; Aparelho Respiratório Comparado; Endocrinologia Veterinária; Aparelho Digestório
Comparado; Aparelho Urinário Comparado; Aparelho Genital Feminino; Aparelho Genital
Masculino.
Bibliografia Básica:
GETTY, R. Sisson/Grossman Anatomia dos animais domésticos. V.1. 5. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1986. 1134p.
GETTY, R. Sisson/Grossman Anatomia dos animais domésticos. V.2. 5. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1986. 2000p.
KÖNIG, H. E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos animais domésticos: Texto e atlas colorido. 4.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 750p
44
Bibliografia Complementar:
ARAÚJO, J. C. Anatomia dos animais domésticos: aparelho locomotor. Barueri: Manole,
2003. 265p.
BOYD, J. S.; PATERSON, C. Atlas colorido de anatomia clínica do cão e do gato. 2. ed.
São Paulo: Manole, 2002. 218p.
DYCE, K. M.; SACK, W. O.; WENSING, C. J. G. Tratado de anatomia veterinária. 4. ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 834p.
FONSECA MORENO, E.; MOMPIÉ CARMONA, J.; SOL VIDAL FERRERA, E. Atlas:
anatomía topográfica. Cuba: Editorial Universitária, 2009. ProQuest ebrary.
FRANDSON, R. D.; WILKE, W. L.; FAILS, A. D. Anatomia e fisiologia dos animais de
fazenda. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 454p.
Disciplina:
Bioestatística
Semestre:
1º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
72h
EMENTA: Bioestatística e sua importância para a Medicina Veterinária. Caracterização das
variáveis e suas distribuições. Empregos de técnicas da estatística descritiva e da estatística
inferencial. Noções de probabilidade. Análise de variância e delineamentos experimentais.
Regressão e correlação. Uso de pacotes estatísticos aplicados à Medicina Veterinária.
Bibliografia Básica:
FARIAS, A.A.; CÉSAR, C..C.; SOARES, J.F. Introdução a Estatística. 2 Ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2003, 340p.
KAPS, M. Biostatistics for animal science. Oxfordshire: Cambridge: Cabi Publishing, 2007.
xv,445p.
45
PETRIE, A.; WATSON, P. Estatística em ciência animal e veterinária. 2. ed. -. São Paulo:
Roca, 2009. x, 236 p.
Bibliografia Complementar:
PAGANO, M.; PAIVA, L. S. C. (Trad). Princípios de bioestatística. Thompson, 2004. 506p
PETERNELLI, L.A.; MELLO, M.P. Conhecendo o R: uma visão estatística. Viçosa-UFV,
2011. 185p.
RIBEIRO JUNIOR, J.I. Análises estatísticas no Excel; guia prático. Viçosa-UFV, 2004. 251
p.
SAMPAIO, I. B. M. Estatística aplicada à experimentação animal. 3 Ed. Belo Horizonte:
FEPMVZ, 2007.
VIEIRA, S. Bioestatística: tópicos avançados, testes não-paramétricos, tabelas de
contingência e análise de regressão. 2 Ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003, 216 p.
Disciplina:
Biologia Celular e Molecular
Semestre:
1º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54h
EMENTA: Conhecimento da organização interna celular. Estudo da célula em seus aspectos
estruturais, fisiológicos e evolutivos. Instrumentos e métodos utilizados nos estudos celulares.
Diversidade celular. Processos de comunicação celular. Biologia da célula Cancerosa.
Bibliografia Básica:
ALBERTS, B.; BRAY, O; et al. Biologia Molecular da Célula. 6ª ed. Artmed Ciências, 2014
LODISH, H.; et al. Biologia Celular e Molecular. 7ª edição. Artmed Ciências, 2014.
ALBERTS, B.; BRAY, D; et al. Fundamentos da Biologia Celular. 4ª ed. Artmed Ciências,
2017.
46
Bibliografia Complementar:
POLLARD, T. D. & EARNSHAW, W. C. Biologia Celular. 1ª ed. Elsevier, 2006.
BOLSORVER, R. R.; HYAMS, J.S.; et al. Biologia Celular. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
DE ROBERTIS, E. M. F.; HIB, J. Bases da Biologia Celular e Molecular. 16ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2012.
HERNANDES F. CARVALHO. A Célula. 3ª ed. Manole, 2013.
Disciplina:
Bioquímica
Semestre:
1º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
72h
EMENTA: Água: seus efeitos nas biomoléculas, química de aminoácidos e proteínas, enzimas,
química de carboidratos, química de lipídios e esteroides, glicólise, glicogenólise, cadeia
respiratória e fosforilação oxidativa, metabolismo do glicogênio, metabolismo de lipídeos,
metabolismo de aminoácidos, hormônios.
Bibliografia Básica:
LEHNINGER . Princípios de bioquímica. 4 ed. Editora Sarvier. 2006.
MARZZOCO. A.: TORRES. B. B. Bioquímica Básica. 2 ed. Guanabara Koogan. Rio de
Janeiro: 1999
DEVLIN, T. M. Manual de Bioquímica com correlações clínicas. 5. ed. São Paulo: Editora
Edgard Blucher, 2007. 1084
Bibliografia Complementar:
47
CAMPBELL, M. K. Bioquímica 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 200, 752p.
CHAMPE, P. C.; FERRIER, D. R.; HARVEY, R. A. Bioquímica ilustrada. 3. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2006, 533 p.
CHAMPE, P. C.; FERRIER, D. R.; HARVEY, R. A. Bioquímica ilustrada. 4. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2009, 519 p.
LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica 4 ed. São
Paulo: Sarvier, 2006, 1202p.
BERG, J. M.; TYMOCZKO, J. L; STRYER, L. Bioquímica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2004, 1059
Disciplina:
Ecologia
Semestre:
1º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
36h
EMENTA: Introdução e conceitos relacionados à ecologia. Recursos e condições. Organismos:
evolução e adaptação. Histórias de vida. Estrutura e dinâmica de populações. Interações
intraespecíficas. Genética de populações. Interações interespecíficas. Estrutura de
comunidades. Sucessão ecológica. Diversidade. Matéria e energia nos ecossistemas. Padrões
de teias alimentares. Paisagem e ecologia regional. Biomas e ecossistemas brasileiros. Biologia
da conservação. Influência antrópica nos processos ecológicos.
Bibliografia básica:
DIBLASI FILHO, I. Ecologia geral. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2007. 650p.PINTO
COELHO, R.M. Fundamentos em ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2009. 252 p. (Série
Biomédica Ciências Básicas).
RAVEN, P.H; EVERT, R.F; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal. 6.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2001.906p.
Bibliografia complementar:
48
ROSA, A.V. Agricultura e meio ambiente. 7.ed. São Paulo: Atual, 2009. 95 p.
BEGON, M.; HARPER, J.; TOWNSEND, C.R. Ecologia: de individuos a ecossistemas. 4.ed.
Porto Alegre: Artmed, 2008.
COX, C.B.; MOORE, P.D. Biogeografia: uma abordagem ecológica e evolucionária. 7.ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2009.
DAJOZ, R.. Ecologia geral. 3.ed. Petrópolis: Vozes, 1978. 650p.
ODUM, E.P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: Interamericana, 1988.
Disciplina:
Sociologia Rural
Semestre:
1º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54h
EMENTA: Teoria e objeto da sociologia. Teoria e objeto da sociologia rural. A questão agrária
e a formação social do Brasil. Dinâmicas sociais no campo. Ruralidades, trabalho e meio
ambiente. Revolução Verde / Economia Verde. Teoria social, capitalismo e agricultura familiar.
A questão agrária no Nordeste e em Alagoas.
Bibliografia básica:
ABRAMOVAY, R. Paradigmas do Capitalismo Agrário em Questão. São Paulo / Rio de
Janeiro / Campinas, Hucitec / Anpocs / Ed. da Unicamp, 1992 [pp. 31-131].
ANDRADE, M. C. A Terra e o homem no Nordeste: contribuição ao estudo da questão
agrária no Nordeste. Recife: Editora Universitária da UFPE, 1998.
____. O Brasil e a questão agrária. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2002.
BERNSTEIN, H. Dinâmicas de classe da mudança agrária. São Paulo: UNESP, 2011.
GUIMARÃES, A. P. Quatro séculos de latifúndio. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.
IANNI, O. As origens agrárias do Estado brasileiro. São Paulo: Brasiliense, 2004.
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MARTINS, R. C. (Org.). Ruralidades, trabalho e meio ambiente: diálogos sobre
sociabilidades rurais contemporâneas. São Carlos: EsUFSCar, 2014.
PAIXÃO, M. A. S. A agropecuária brasileira e a sua inserção na Economia Verde: uma
análise
do
Plano
e
do
Programa
ABC.
In.:
https://revistas.pucsp.br/index.php/rpe/article/viewFile/19684/16278.
PLOEG, J.D.V.D. Camponeses e Impérios Alimentares: lutas por autonomia e
sustentabilidade na era da globalização. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2008.
PRADO JÚNIOR, C. A Questão Agrária no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1979.
QUINTANEIRO, T. (Org). Um toque de Clássicos: Marx, Durkheim e Weber. Belo
Horizonte: Editora UFMG, 2002.
RANGEL, I. A questão agrária brasileira – 1957-1986. In. STÉDILE, João Pedro (Org.). A
questão agrária no Brasil: o debate tradicional – 1500-1960. São Paulo: Expressão Popular,
2011.
ROMEIRO, A. R. Agricultura para uma economia verde. Economia Verde: Desafios e
oportunidades,
São
Paulo,
n.
8,
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http://www.conservation.org.br/publicacoes/files/P%E1ginas%20de%20PoliticaAmbienta
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SABOURIN, E. Camponeses do Brasil: entre a troca mercantil e a reciprocidade. Rio de
Janeiro: Garamond, 2009.
SCHENEIDER, S. A Pluriatividade na Agricultura Familiar. Porto Alegre: Editora da
UFRGS, 2009.
SHANIN, T. A definição de camponês: conceituações e desconceituações.
Estudos
CEBRAP, 26, 1980.
SILVA, M. S.; MENEZES, M. A. Homens que migram, mulheres que ficam: o cotidiano
das esposas, mães e namoradas dos migrantes sazonais do município de Tavares, PB. In.
SCOTT, Parry; CORDEIRO, Rosineide; MENEZES, Marilda (orgs.). Gênero e geração em
contextos rurais. Ilha de Santa Catarina: Ed. Mulheres, 2010.
SILVA, F. C. T. Camponeses e criadores na formação social da miséria: Porto da Folha
no Sertão do São Francisco (1820-1920). 1981. 256 f. Dissertação (Mestrado em História) –
50
Centro de Estudos Gerais, Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Universidade Federal
Fluminense, Niterói, 1981.
____. Pecuária e formação do mercado interno no Brasil-colônia. Estudos Sociedade e
Agricultura,
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1997.
In:
http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/brasil/cpda/estudos/oito/ francis8.htm>.
SILVA, M. A. M. Errantes do fim do século. São Paulo: UNESP, 1999.
WANDERLEY, M. N. B. O mundo rural como espaço de vida: reflexões sobre a
propriedade da terra, agricultura familiar e ruralidade. Porto Alegre: Editora da UFRGS,
2009.
Bibliografia complementar:
ALBUQUERQUE, C. F. Campesinato e Migração em Alagoas. Maceió: EDUFAL, 2017.
ARCHETTI, E. P. Economia camponesa: Chayanov ou Marx?. In. Cadernos Brasil Debate.
Campina Grande, UFPB, 1987.
CARDOSO, C. F. S. A Brecha Camponesa no Sistema Escravista. In. WELCH, Clifford
Andrew et al. Camponeses brasileiros: leituras e interpretações clássicas. São Paulo: Unesp;
Brasília, DF: Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural, 2009.
CARON, P. Diversidades e trajetórias de evolução das unidades produtivas. In: CARON,
Patrick; SABOURIN, Eric. Camponeses do sertão: mutação das agriculturas familiares no
Nordeste do Brasil. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2003.
CASTRO, J. Geografia da fome: O dilema brasileiro: pão ou aço. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2004.
LINDOSO, D. Interpretação da província: estudo da cultura alagoana. Maceió: EDUFAL,
2005.
MARTINS, J. S. Os camponeses e a política no Brasil: as lutas sociais no campo e seu lugar
no processo político. Petrópolis: Vozes, 1986.
SALES, T. Raízes da desigualdade na cultura política brasileira. In: Revista Brasileira de
Ciências Sociais, n. 25, p. 26-37, jun. 1994a.
51
______. Caminhos da Cidadania: comentários adicionais.Revista Brasileira de Ciências
Sociais, n. 25, p. 48-51, jun. 1994b.
2º PERÍODO
Disciplina:
Anatomia Topográfica
Semestre:
2º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
90h
EMENTA: Estudo comparativo da organização macroscópica do corpo dos animais
domésticos, por meio da dissecação em animais formolizados com ênfase em anatomia
sistêmica, topográfica e morfofuncional. Anatomia topográfica da cabeça, pescoço, tórax,
abdômen e membros torácicos e pélvicos. Cabeça e pescoço: regiões, anatomia palpatória,
anatomia topográfica aplicada, acessos a ossos e órgãos. Membro torácico: regiões, anatomia
palpatória, anatomia topográfica aplicada, acessos a ossos e articulações. Tórax: regiões,
anatomia palpatória, anatomia topográfica aplicada. Abdômen: regiões, anatomia palpatória,
anatomia topográfica aplicada. Membro pélvico: regiões, anatomia palpatória, anatomia
topográfica aplicada, acessos a ossos e articulações. Região Inguino-escrotal: regiões, anatomia
palpatória, anatomia topográfica aplicada, anatomia comparativa entre machos e fêmeas.
Topografia dos órgãos pélvicos e escavações retroperitoneais. Topográfica em animais vivos.
Bibliografia Básica:
GETTY, R. Sisson/Grossman Anatomia dos animais domésticos. V.1. 5. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1986. 1134p.
GETTY, R. Sisson/Grossman Anatomia dos animais domésticos. V.2. 5. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1986. 2000p.
52
KÖNIG, H. E.; LIEBICH, H. G. Anatomia dos animais domésticos: Texto e atlas colorido. 4.
ed. Porto Alegre: Artmed, 2011. 750p
Bibliografia Complementar:
BOYD, J. S.; PATERSON, C. Atlas colorido de anatomia clínica do cão e do gato. 2. ed.
São Paulo: Manole, 2002. 218p.
DYCE, K. M.; SACK, W. O.; WENSING, C. J. G. Tratado de anatomia veterinária. 4. ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 834p.
FONSECA MORENO, E.; MOMPIÉ CARMONA, J.; SOL VIDAL FERRERA, E. Atlas:
anatomía topográfica. Cuba: Editorial Universitária, 2009. ProQuest ebrary.
ELLENBERGER, W.; BAUM, H. Lehrbuch der Topographischen Anatomie des Peerdes.
1977. EVANS; De LaHUNTA. Guia para a Dissecação do Cão. 1998 POPESKO, P. Atlas of
topographical Anatomy of the Domestic Animals. 1977.
SALOMON, F. Atlas de anatomia aplicada dos animais domésticos. 2 ed. Rio de
Janeiro:Guanabara Koogan. 2002. STICKLAND, N.C.; GOODY, P.C.; DONE, S.H.; Evans,
A. Atlas colorido de anatomia veterinária do cão e do gato. Manole, 2002.
Disciplina:
Bioquímica Aplicada
Semestre:
2º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
EMENTA: Biossegurança, fluidos biológicos, bioquímica da ruminação, bioquímica da
lactação, bioquímica da visão, Eicosanóides, metabolismo de aminoácidos e proteínas,
hormônios, bioquímica da nutrição (macro e micronutrientes)
Bibliografia Básica:
BERG, J. M.; TYMOCZKO, J. L; STRYER, L. Bioquímica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2004, 1059p.
53
CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000, 752p.
LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica 4 ed. São
Paulo: Sarvier, 2006, 1202p.
Bibliografia Complementar:
CHAMPE, P. C.; FERRIER, D. R.; HARVEY, R. A. Bioquímica ilustrada. 4. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2009, 519 p.
MARZZOCO, A.; TORRES, B. B. Bioquímica Básica 3 ed. rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2007, 386p.
MOTTA, V. T. Bioquímica Caxias do Sul; EDUCS, 2005, 332p.
NELSON, D. L.; COX, M. M. Lehninger Princípios de Bioquímica. 3 ed. São Paulo: Sarvier,
2002.
Disciplina:
Fisiologia Veterinária I
Semestre:
2º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54h
EMENTA: Aspectos da fisiologia animal comum a diversas espécies além de aspectos
específicos do sistema endócrino, ósseo, muscular, cardiovascular, respiratório e urinário do
animais domésticos e silvestres.
Bibliografia Básica:
CUNNINGHAM, J. G.; KLEIN, B. G. Tratado de fisiologia veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier Saunders, 2008. 710 p. ISBN 9788535227970
SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5. ed. São Paulo:
Santos, 2002.. ix, 611p. ISBN 8572880429
REECE, W. O. Anatomia funcional e fisiologia dos animais domésticos. 3. ed. São Paulo:
54
Roca, 2008. 468 p. ISBN 9788572417396
COLVILLE, T. P.; BASSERT, J. M. Anatomia e fisiologia clínica para medicina
veterinária. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. xxi, 543 p. ISBN 9788535235951
DUKES, H. H; SWENSON, M. J.; REECE, W. O.; DUKES, H. H; SWENSON, M. J. Dukes
fisiologia dos animais domésticos. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. xii, 926
p. ISBN 8527711845
Bibliografia Complementar:
GUYTON, A.C., HALL, J.E. Tratado De Fisiologia Médica 10. Ed. Rj . Guanabara Koogan,
2002.
KOLB, E. Fisiologia veterinária, ed. guanabara 1980.
SWENSON, M. J.; REECE, W. O. Dukes – Fisiologia dos Animais Domésticos, 11ª Edição.
Ed. Guanabara Koogan, 1993.
Disciplina:
Genética Animal
Semestre:
2º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54h
EMENTA: Genética e sua importância. Fundamentos da Genética Molecular. Cromossomos e
bases citológicas da herança. Genética Mendeliana. Interação Gênica. Determinação do sexo e
herança relacionada ao sexo. Probabilidade genética e análises de heredogramas. Mutação e
alelismo múltiplo. Aberrações cromossômicas. Genética de populações e processos evolutivos,
com enfoque aos mecanismos de origem e manutenção da variabilidade de genética, seleção,
efeitos de tamanho da população e fluxo gênico para dar base à compreensão do melhoramento
animal.
Bibliografia Básica:
55
CRUZ, C. D. et al. Genética: GBOL - software para ensino e aprendizagem de genética. 2. ed.
Viçosa: UFV, 2011.
NICHOLAS, F. W.. Introdução à genética veterinária.3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
347 p.
VIANA, J. M. S.; CRUZ, C. D.; BARROS, E. G. Genética: fundamentos. 2. ed. Viçosa: UFV,
2003.
Bibliografia Complementar:
BORÉM, A.; CAIXETA, E. T. (Ed.). Marcadores moleculares. 2. ed. Viçosa, MG: Folha de
Viçosa, 2009. 532 p.
BURNS, G. W.; BOTTINO, P. J. Genética. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991,
381 p
GELEHRTER,T. D; COLLINS, F. S. Fundamentos de genética médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1992. 259 p.
LODISH, H. F. Biologia celular e molecular. 4. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2002. 1084 p.
RAMALHO, M. A. P..; SANTOS, J. B.; PINTO, C. A. B. P. Genética na agropecuária. 2. ed.
Lavras: UFLA, 2000. 472p.
BARNES, R. F.; NELSON, C. J.; MOORE, J. K. Forages, the science of grassland agriculture.
5 ed. United States: 6 TH Editions, 2003. (Volume II).
Disciplina:
Histologia e Embriologia Geral
Semestre:
2º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
72h
EMENTA: Estudo da reprodução. Gametas. Processos e etapas do desenvolvimento
embrionário. Classificação, características e funções dos diferentes tecidos.
56
Bibliografia Básica:
Histologia
DI FIORE, MARIANO S. H. Atlas de histologia – 7a edição Editora Guanabara
GARTNER L. P.; HIATT J. L. Tratado de Histologia – 3a edição Editora Elsevier
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 13a edição Editora Guanabara
Koogan, 2017.
ROSS, M. H.; PAWLINA, W. Histologia: texto e atlas em correlação com a biologia celular
e molecular. 7a edição Editora Guanabara Koogan, 2016.
Embriologia:
MOORE, K. L, PERSUAD, T. V .N, TORCHIA, M. G. Embriologia Básica, 9a ed. Rio de
Janeiro, Elsevier LTDA, 2016.
SADLER, T. W. L. Embriologia Médica. 12a Edição Editora Guanabara Koogan, 2013.
WOLPERT, L. Princípios de Biologia do Desenvolvimento. Porto Alegre, Artmed, 2000,483
Bibliografia Complementar :
ALAN, S.;E JAMES, L. Histologia Humana - 4a edição Editora Elsevier;
GARTNER, L. P.; HIATT, J. L. Atlas Colorido de Histologia. 6a edição, Editora Guanabara
Koogan, 2014.
KIERSZENBAUM, A.L.; TRES, L.L. Histologia e Biologia Celular: uma introdução à
patologia. 4a edição, Editora Elsevier, 2016.
SOBOTA, H. Atlas de Histologia. 7a edição, Editora Guanabara Koogan, 2007.
WHEATER, SCHOENWOLF, G. C.; LARSEN W. Embriologia Humana. 5a edição, Editora
Elsevier, 2016.
YOUNG & HEATH. Histologia Funcional – Texto e Atlas – 5a edição, Editora Elsevier.
57
Disciplina:
ACE01- Medicina Veterinária nas Escolas
Semestre:
2º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
70h
EMENTA: A presente Atividade curricular de extensão faz parte do projeto intitulado de
“Medicina veterinária nas escolas”, será organizada por uma equipe multidisciplinar de
professores do curso de medicina veterinária com formação básica em Farmácia, Bioquímica e
Medicina veterinária. A ACE de medicina propiciará à comunidade estudantil de escolas
públicas e privadas uma oportunidade de conhecer o curso de Medicina veterinária, bem como
suas áreas de atuação. Os discentes do curso de medicina veterinária serão orientados a elaborar
maquetes e telas de tecidos e órgãos, permitindo a exibição das estruturas que compõem os
tecidos e órgãos em quadros/telas e em modelos sintéticos tridimensionais; os mesmos serão
estimulados a confeccionar telas artísticas e modelos de tecidos com diversos materiais de
papelaria que poderão ficar nas escolas participantes do projeto como recursos a serem
utilizados posteriormente pelos professores. Além disso os discentes realizarão ciclos de
debates, com o objetivo de promover o diálogo entre os membros participantes do projeto. Os
envolvidos na atividade poderão ainda acompanhar o funcionamento do setor de imagem do
hospital veterinário, de forma perceber os benefícios que este tipo de ação traz a comunidade
bem como inteira-lo dos serviços oferecidos por sua instituição.
Bibliografia Básica:
CUNNINGHAM, James G; KLEIN, Bradley G. Tratado de fisiologia veterinária. 4. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier Saunders, 2008. 710 p. ISBN 9788535227970
GETTY Robert. Sisson/Grossman Anatomia dos animais domésticos. V.1. 5. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1986. 1134p.
LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica 4 ed. São
Paulo: Sarvier, 2006, 1202p.
Bibliografia Complementar:
58
BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L; STRYER, Lubert. Bioquímica. 5. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2004, 1059.
GOODMAN & GILMAN. As Bases Farmacologicas da Terapeutica. 10 ed. Rio de Janeiro
Mcgrann Hill 2010.
RIVERA, E. A. B; AMARAL, M. H.; NASCIMENTO, V. P. Ética e Bioética Aplicadas à
Medicina Veterinária. Goiânia: Editora UFG, 2006. 299p.
SALOMON, F. Atlas de anatomia aplicada dos animais domésticos. 2 ed. Rio de
Janeiro:Guanabara Koogan. 2002. STICKLAND, N.C.; GOODY, P.C.; DONE, S.H.; Evans,
A. Atlas colorido de anatomia veterinária do cão e do gato. Manole, 2002.
SWENSON, M. J.; REECE, W. O. Dukes – Fisiologia dos Animais Domésticos, 11ª Edição.
Ed. Guanabara Koogan, 1993.
Disciplina:
Legislação Médico-veterinária e Bem-estar Animal
Semestre:
2º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54h
EMENTA:
Ética e Moral; Legislação sobre o exercício da profissão e o Código de Ética profissional;
responsabilidade técnica e civil do médico veterinário; Agravos à Responsabilidade
Profissional; Associações de Classe, Conselhos de Medicina Veterinária; Legislação
e
Eutanásia animal; Abandono e maus tratos animais; Legislação e uso de animais em ensino e
pesquisa; Medicina Veterinária Legal: Perícia e laudo; Peritagem; Traumatologia Forense:
estudo e classificação dos principais agentes vulnerantes; Tanatologia: cronotanatognose,
entomologia forense; Toxicologia forense: envenenamentos de importância em medicina
veterinária. Bem estar animal e seus indicadores, bem estar em grupo, interações homemanimal, o médico veterinário e a ética do bem estar animal, animais para produção. Saúde e
comportamento: etologia, estresse, dor, depressão e saúde. Meio ambiente e bem-estar animal.
Animais de companhia. Criação em cativeiro, tipos de gaiolas ou jaulas. Enriquecimento dos
alojamentos. Animais de laboratórios, zoológicos. Transporte, criação e abate de animais para
alimentação.
59
Bibliografia Básica:
BRASIL, Conselho Federal de Medicina Veterinária, Manual de Legislação do Sistema
CFMV/CRMVs, Resolução nº 1138, de 16 de dezembro de 2016, Publicada no DOU de 25-012017, Seção 1, págs. 107 a 109. Disponível:file://localhost/about/blankhttp://portal.cfmv.
gov.br/pagina/index /id/62/ secao/2
CAMARGO JÚNIOR B.S. Aulas de medicina legal. 5. ed. Goiânia: UFG, 1987. 368 p.
(Coleção Didática (Ed. UFG); 4).
CARDOSO J.L.C. Animais peçonhentos no Brasil: biologia, clínica e terapêutica dos acidentes.
São Paulo; Sarvier; 2009. 540 p. ilus. pt. BR67.1. 50781/2009, 2.ed., 8; 615.94
ARAÚJO, L. Z. S. A bioética nos experimentos com seres humanos e animais. Montes Claros,
MG. 2002. Ed. Unimontes, 116p.
DINIZ, D.; GUILHEM, D. O que é bioética. São Paulo: Brasiliense, 2002. 69p.
LINS JÚNIOR, G. S. ((org.)). Direitos humanos e bioética. Maceió: EDUFAL, 2002.271p.
Bibliografia Complementar:
COUTINHO L. M. Responsabilidade ética - penal e civil do médico. Brasília, DF: Brasília
Jurídica, 1997. 89p ISBN 8574690910 : (Broch.)
TOSTES R.A., REIS S.T.J., CASTILHO V.V. Tratado de Medicina Veterinária Legal. Ed.
Medvep, 2017. Pinhais-PR, 420 p. il. ISBN: 978-85-66759-05-1
OLIVEIRA - COSTA J. Entomologia forense: quando os insetos são vestígios. 3. ed., rev.,
atual. e ampl. São Paulo: Millennium, 2011. xvii, 502 p. (Série Tratado de pericias
criminalísticas) ISBN 9788576252276.
TREMORI, T. M. Cães e gatos : expressão das lesões em intoxicações criminais / Dissertação
(mestrado) - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho", Faculdade de Medicina
Veterinária e Zootecnia, Botucatu, 2015.
RIVERA, E. A. B; AMARAL, M. H.; NASCIMENTO, V. P. Ética e Bioética Aplicadas à
Medicina Veterinária. Goiânia: Editora UFG, 2006. 299p.
60
WOLFENSOHN, S., LLOYD, M. Handbook of Laboratory Animal Management and Welfare.
3ª ed., Malden: Blackwell Publishing Ltd, 2007. DOI 10.1002/9780470751077.
GREIF, S. Alternativas ao Uso de Animais Vivos na Educação. São Paulo: Nina Rosa, 2001.
175p.
SINGER, P. Animal Liberation: A New Ethics for Our Treatment of Animals. London:
Jonathan Cape, 1975. 301p.
3º PERÍODO
Disciplina:
Farmacologia
Semestre:
3º
Carga horária:
Código:
MED
Pré-requisito:
54 h
EMENTA: Introdução à farmacologia, farmacocinética e farmacodinâmica, anestésicos locais,
anestésicos gerais, anti-inflamatórios esteroidais e não esteroidais, anti histamínicos, fármacos
que atuam nos sistemas cardiovascular, renal, gastrointestinal, respiratório, sistema nervoso
autônomo. Fármacos que agem no sistema nervoso central (ansiolíticos, anticonvulsivantes,
tranquilizantes e sedativos).
Bibliografia Básica:
ADAMNS, H. R. Farmacologia e Terapêutica Veterinária. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003, 1034p.
SILVA, P. Farmacologia. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006, 1369p.
SPINOSA, H. S.; GORNIAK, S. L.; BERNARDI, M. M. Farmacologia Aplicada àMedicina
Veterinária. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006, 646p.
Goodman & Gilman As Bases Farmacologicas da Terapeutica. 10 ed. Rio de Janeiro
Mcgrann Hill 2010.
61
Bibliografia Complementar:
HARDMAN, J.G.; LIMBIRD, L.E. Goodman & Gilman As bases farmacológicas da
terapêutica 11 ed. Rio de Janeiro Guanabara Koogan, 2006.
KALANT, H; ROSCHLAU, W.H.E. Princípios de Farmacologia Médica. 5 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan 1991
KOROLKOVAS, A. Dicionário Terapêutico Guanabara 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan 2003.
SILVA, P. Farmacologia 7 ed. Rio de Janeiro Guanabara Koogan 2006.
WEBSTER, C. R. L. Farmacologia clínica: em medicina veterinária. São Paulo: Roca, 2005,
155 p.
Disciplina:
Fisiologia Veterinária II
Semestre:
3º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54h
EMENTA: Aspectos da fisiologia animal comum a diversas espécies de mamíferos além de
aspectos específicos do sistema reprodutor masculino e feminino, digestório de ruminantes,
equídeos, aves e carnívoros e fisiologia do sistema nervoso. Homeostase ácido básica, fisiologia
do sistema endócrino e termorregulação.
Bibliografia Básica:
CUNNINGHAM, J. G; KLEIN, B. G. Tratado de fisiologia veterinária. 4. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier Saunders, 2008. 710 p. ISBN 9788535227970
SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5. ed. São Paulo:
Santos, 2002.. ix, 611p. ISBN 8572880429
REECE, W. O. Anatomia funcional e fisiologia dos animais domésticos. 3. ed. São Paulo:
62
Roca, 2008. 468 p. ISBN 9788572417396
COLVILLE, T. P; BASSERT, J. M. Anatomia e fisiologia clínica para medicina veterinária.
2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. xxi, 543 p. ISBN 9788535235951
DUKES, H. H; SWENSON, M. J.; REECE, W. O.; DUKES, H. H; SWENSON, M. J. Dukes.
Fisiologia dos animais domésticos. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, c2006. xii, 926
p. ISBN 8527711845
Bibliografia Complementar:
GUYTON, A.C., HALL, J.E. Tratado De Fisiologia Médica 10. Ed. Rj . Guanabara Koogan,
2002.
KOLB, E. Fisiologia veterinária, ed. guanabara 1980.
SWENSON, M. J.; REECE, W. O. Dukes – Fisiologia dos Animais Domésticos, 11ª Edição.
Ed. Guanabara Koogan, 1993.
Disciplina:
Histologia Veterinária
Semestre:
3º
Carga horária:
72 horas
Código:
MEDV
Pré-requisito:
MEDV
-
Histologia
e
Embriologia Geral - 2op.
EMENTA: O estudo de forma descritiva da organização histológica e histofisiológica dos
órgãos que compõem os sistemas corporais.
Bibliografia Básica:
EURELL, J. A. C.; FRAPPIER, B. L.; DELLMANN, Horst Dieter (Ed.) Histologia
Veterinária de Dellmann 6 ed São Paulo: Manole, 2012, 400p.
JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11 ed. , Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2008, 524 p.
SAMUELSON, Don A. Tratado de histologia veterinária. Rio de Janeiro: Elsevier Saunders,
63
c2007. 527 p.
Bibliografia Complementar:
BACHA JR, W.; BACHA, L. Atlas Colorido de Histologia Veterinária. 2 ed., São Paulo:
Roca, 2003, 457p.
FIORE, M. S. H. Atlas de Histologia. 7 ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 229 p.
FIORE, M. S. H.; HIB, J. Di Fiore Histologia: texto e atlas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003, 513p.
GARTNER, L. P.; HIATT, James. Atlas colorido de histologia. 4.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2007, 432 p.
GEORGE, L. L.; ALVES, C. E. R.; CASTRO, R.R. L. Histologia comparada. 2. ed. Roca,
1998, 286 p.
KIERSZENBAUM, A. L.; NASCIMENTO, A. P. Histologia e Biologia Celular: uma
introdução à patologia 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008, 677p.
PIEZZI, R. S.; FORNÉS, M. W. Novo atlas de histologia normal de Di Fiori Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2008, 334 p.
SOBOTTA, J.; WELSCH, U. (Editor) Sobotta, Atlas de Histologia: citologia, histologia e
anatomia microscópica. 7 ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007, 259p.
Disciplina
Imunologia
Semestre
3º
Carga horária
Código:
MEDV
Pré-requisito
72h
EMENTA: O sistema imunológico e seu desenvolvimento nas reações e interações celulares e
moleculares das respostas fisiopatológicas do hospedeiro humano e animal contra os principais
agentes patogênicos e autoantígenos. Bases para o diagnóstico imunológico de doenças
infecciosas.
64
Bibliografia básica:
ABBAS, A.K; LICHTMAN, A.H.; PILLAI, S. Imunologia celular e molecular. 8ª edição. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2015.
MURPHY, Kenneth. Imunobiologia de Janeway. 8ª edição. Porto Alegre: Artmed, 2014.
TIZARD, Ian R. Imunologia veterinária. 9ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
Bibliografia Complementar:
BROSTOFF J, ROITT I, MALE D. Imunologia. 8ª edição, São Paulo: Elsevier, 2014.
KINDT TJ, GOLDSBY RA, OSBORNE BA. Imunologia de Kuby. 6ª edição. Porto Alegre:
Artmed, 2008.
ROITT I, BROSTOFF J, MALE, D. Imunologia. 5 edição, Rio de Janeiro: Manole, 1999.
STITES D, et al. Imunologia Médica. 9ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
_______________________________. Imunologia celular e molecular. 7ª edição. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2011.
Disciplina:
Microbiologia Geral
Semestre:
3º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54h
EMENTA: Estudo das características morfológicas, metabolismo, reprodução de bactérias e
fungos. Controle dos micro-organismos por agentes físicos e químicos; métodos de coloração,
bioquímicos e de anaerobiose e microaerofilia; Vírus: estrutura, formas de infecção e
disseminação e replicação viral.
Bibliografia básica:
BROOKS, G.F.; CARROL, K.C.; BUTEL, J.S. et al. Microbiologia Médica de Jawetz, Melnik
65
e Adelberg. 26 ed. Mac Graw Hill Education e Artmed. 2014.
BURTON, G.R.W.; ENGELKIRK, P.G. Microbiologia para as Ciências da Saúde. 7ª. Ed.,
Guanabara Koogan. 2005.
MARANHÃO, F. C. A.; SILVA, D. M. W.; KAMIYA, R. U. Bacteriologia Geral para as
Ciências Biológicas e da Saúde, Alagoas:edUFAL. 2011.
TORTORA; FUNKE; CASE. Microbiologia. 12ª. Edição. Porto Alegre: Artmed. 2016.
Bibliografia Complementar:
KONEMAN et al. Diagnóstico Microbiológico. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008;
NELSON, Princípios de bioquímica de LEHNINGER. 6.ed. Porto Alegre: Artmed, 2014;
SIDRIM, J.J.C.; ROCHA, M.F.G. Micologia médica à luz de autores contemporâneos. Rio de
Janeiro: Ed. Guanabara Koogan. 2004;
RIBEIRO, M. C.; SOARES, M. M. S. R. Microbiologia Prática - Roteiro e Manual: Bactérias
e Fungos. 1a. edição, Atheneu. 2002.
Disciplina:
Parasitologia
Semestre:
3º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisitos:
72h
EMENTA: Estudo da morfologia e biologia de Artrópodes e Protozoários de importância
Médico – Veterinária, com destaque para as particularidades de relevância para diferenciação
dos parasitos. Conhecimento de material de laboratório usado na Parasitologia e técnicas
utilizadas na preparação e montagem.
Bibliografia Básica:
66
MARCONDES, C. B. Entomologia Médica e Veterinária. 2ed. São Paulo: Atheneu. 2011,
526p
NEVES, D. P. Parasitologia Humana. 11. ed. São Paulo: Atheneu; São Paulo, 2005, 494p.
URQUHART, G. M. Parasitologia Veterinária. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
Rio de Janeiro, 1996, 273p.
Bibliografia Complementar:
BOWMAN, D. Parasitologia Veterinária de Georgis. 8. ed. São Paulo: Manole, 2006, 422p.
FOREYT, W. J. Parasitologia Veterinária: manual de referência. 5. ed. São Paulo: Roca,
2005, 240 p.
MONTEIRO, S. G. Parasitologia na Medicina Veterinária. São Paulo: Roca, 2014. 356p.
TAYLOR, M. A; COOP, R. L; WALL, R. L. Parasitologia veterinária. 3 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2010, 742p.
REY, L. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4.
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 883 p.
ACE02 – Medicina Veterinária nas Escolas
Disciplina:
Semestre:
3º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisitos:
70h
EMENTA: A presente Atividade curricular de extensão faz parte do projeto intitulado de
“Medicina veterinária nas escolas”, será organizada por uma equipe multidisciplinar de
professores do curso de medicina veterinária com formação básica em Farmácia, Bioquímica e
Medicina veterinária. A ACE de medicina propiciará à comunidade estudantil de escolas
públicas e privadas uma oportunidade de conhecer o curso de Medicina veterinária, bem como
suas áreas de atuação.. Os discentes do curso de medicina veterinária serão orientados a elaborar
maquetes e telas de tecidos e órgãos, permitindo a exibição das estruturas que compõem os
tecidos e órgãos em quadros/telas e em modelos sintéticos tridimensionais; os mesmos serão
67
estimulados a confeccionar telas artísticas e modelos de tecidos com diversos materiais de
papelaria que poderão ficar nas escolas participantes do projeto como recursos a serem
utilizados posteriormente pelos professores. Além disso os discentes realizarão ciclos de
debates, com o objetivo de promover o diálogo entre os membros participantes do projeto. Os
envolvidos na atividade poderão ainda acompanhar o funcionamento do setor de imagem do
hospital veterinário, de forma perceber os benefícios que este tipo de ação traz a comunidade
bem como inteira-lo dos serviços oferecidos por sua instituição.
Bibliografia Básica:
CUNNINGHAM, James G; KLEIN, Bradley G. Tratado de fisiologia veterinária. 4. ed. Rio
de Janeiro: Elsevier Saunders, 2008. 710 p. ISBN 9788535227970
GETTY Robert. Sisson/Grossman Anatomia dos animais domésticos. V.1. 5. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1986. 1134p.
LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de Bioquímica 4 ed. São
Paulo: Sarvier, 2006, 1202p.
Bibliografia Complementar:
BERG, Jeremy Mark; TYMOCZKO, John L; STRYER, Lubert. Bioquímica. 5. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2004, 1059
GOODMAN & GILMAN As Bases Farmacologicas da Terapeutica. 10 ed. Rio de Janeiro
Mcgrann Hill 2010.
RIVERA, E. A. B; AMARAL, M. H.; NASCIMENTO, V. P. Ética e Bioética Aplicadas à
Medicina Veterinária. Goiânia: Editora UFG, 2006. 299p.
SALOMON, F. Atlas de anatomia aplicada dos animais domésticos. 2 ed. Rio de
Janeiro:Guanabara Koogan. 2002. STICKLAND, N.C.; GOODY, P.C.; DONE, S.H.; Evans,
A. Atlas colorido de anatomia veterinária do cão e do gato. Manole, 2002.
SWENSON, M. J.; REECE, W. O. Dukes – Fisiologia dos Animais Domésticos, 11ª Edição.
Ed. Guanabara Koogan, 1993.
68
Disciplina
Epidemiologia e Saúde Pública
Semestre
3º
Carga horária
Código
MEDV
Pré-requisito
EMENTA:
Introdução
à
Epidemiologia;
54h
Conceitos/definições
básicas
de
termos
epidemiológicos; Estudos de morbimortalidade: coeficientes e padronização de taxas;
Estimativa de população; Índice e curva endêmica; Séries cronológicas; Componentes e
mecanismos determinantes de enfermidades; Classificação de doenças; Métodos de prevenção,
controle e erradicação de enfermidades transmissíveis; Validação de testes diagnósticos;
Método epidemiológico; Análise de risco; Epidemiologia analítica; Desenhos epidemiológicos:
estudos
caso-controle,
transversal,
coorte,
experimental
e
ecológico;
Vigilância
epidemiológica.
Bibliografia Básica:
FRANCO, L. J.; PASSOS, A. D. C. Fundamentos de Epidemiologia. Manole, 2005. 380p.
PEREIRA, M. G. Epidemiologia - Teoria e Prática. 3ª ed., Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2000. 596 p.
THRUSFIELD, M. V. Epidemiologia Veterinária. São Paulo: Roca, 2004. 556 p.
Bibliografia Complementar:
ACHA, P. A.; SZYFRES, B.. Zoonosis y enfermedades trasmisibles comunes al hombre y
a los animales. Oficina sanitária panamericana, Washigton: OSP/PMS, 1986. 989P.
ARMIJO ROJAS, R., Epidemiologia básica, VOL.1, 1974.
BONITA, R., BEAGLEHOLE R., KJESTRÖN, T.: [tradução e revisão científica Juraci A.
Cesari] Epidemiologia Básica. 2ED. SÃO PAULO: SANTOS, 2016.
CORTES, J. A. Epidemiologia: conceitos e princípios fundamentais, LIVRARIA VARELA,
69
1993.
DOMINGUES, P. L.; LANGONI. H. Manejo sanitário animal. 1ED. RIO DE
JANEIRO:EPUB, 2001.
FORATINI, O.P., Epidemiologia social, EDUSP, 1976.
MEDRONHO R.A., CARVALHO D.M., BLOCH K.V., LUIZ R.R., WERNECK G.L.
Epidemiologia. ATHENEU, SÃO PAULO, 2003
ROUQUAYROL Z.M., ALMEIDA-FILHO N. Epidemiologia e saúde. GUANABARA
KOOGAN. 2009. 6ª EDIÇÃO.
MEDRONHO, R. A.; BLOCH, K. V.; LUIZ, R. R.; WERNECK, G. L. Epidemiologia. 2ª ed.,
São Paulo: Editora Atheneu, 2008. 790p.
ROUQUAYROL, M. Z.; GURGEL, M. Epidemiologia e Saúde. 7ª ed., Rio de Janeiro:
MEDBOOK, 2012. 709p.
4º PERÍODO
Disciplina:
Bioterismo
Semestre:
4º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54h
EMENTA: Classificação dos biotérios e seu papel na Universidade, na Pesquisa e importância
para a dos animais de biotério para a sociedade. Principais espécies de animais de laboratório,
etologia e enriquecimento ambiental visando a melhoria do bem-estar de animais de biotério.
Sanidade e genética de animais de laboratório e sua influência na pesquisa, bem como principais
enfermidades, drogas e vias de administração de medicamentos em animais de laboratório.
Bibliografia básica:
SANTOS, A. C. B. et al. (...). Manual para usuários do biotério. Maceió: EDUFAL, 2003. 53
p.
70
ANDRADE, A.; PINTO, S. C.; OLIVEIRA, R. S. ((org.)). Animais de laboratório: criação e
experimentação. Rio de Janeiro: Fiocruz, c2002. 387.
ARAÚJO, L. Z. S. A bioética nos experimentos com seres humanos e animais. Montes
Claros, MG: 2002. Ed. Unimontes, 116 p.
Bibliografia complementar:
LAPCHICK, V.V.B.; MATTARAIA, V.G.M.; KO, G.M. et al. Cuidados e manejo de animais
de laboratório. Ateneu, 2009, 730p.
Periódicos disponíveis no periodicos.capes.gov.br
Disciplina:
Forragicultura
Semestre:
4º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
72h
EMENTA: Importância da pastagem na produção de ruminantes. Pastagens no Brasil. Plantas
forrageiras: principais grupos, produção de sementes. Pastagens: estabelecimento, manejo,
nutrição mineral, adubação, degradação, recuperação e melhoramento, pragas e plantas
invasoras. Inoculação de leguminosas tropicais. Formação e manejo de capineira. Conservação
de forragens. Manejo da caatinga. Alimentação alternativa para estação seca.
Bibliografia Básica:
BARNES, R.F.; NELSON, J.C.; MOORE, J.K. Forage: the science of grassland agriculture.
5 Ed. United States, 2003.
REIS, R. A.; BERNARDES, T. F.; SIQUEIRA, G. R. Forragicultura: ciência, tecnologia e
gestão dos recursos forrageiros . Jaboticabal, SP: Multipress, 2013, 714 p.
SILVA, S. Plantas forrageiras de A a Z. 2. ed. rev. e ampl. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2009.
71
225 p.
Bibliografia Complementar:
ALCANTARA, P. B.; BUFARAH , G. Plantas forrageiras, gramíneas e leguminosas. São
Paulo: Nobel, 1978.
MORAES, Y. J. B. Forrageiras: conceitos, formação e manejo. Guaíba, RS: Livraria e
Editora Agropecuária Ltda., 1995.
PUPO, N. I. H. Manual de pastagens e forrageiras: formação, conservação, utilização.
Campinas: Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 2000.
ROMERO, N. F. Manejo fisiológico dos pastos nativos melhorados. Guaíba, RS: Livraria e
Editora Agropecuária Ltda., 1998.
Disciplina:
Microbiologia Veterinária
Semestre:
4º
Carga horária:
54h
Código:
MEDV
Pré-requisito:
MEDV - Microbiologia
Geral do 3º
Ementa: Bactérias: Mecanismos gerais de patogenicidade bacteriana. Microbiota. Bactérias
espiraladas, cocóides e bacilares: gêneros, espécies, morfologia e coloração, cultivo, resistência
e habitat, estrutura antigênica e toxinas, patogenia, diagnóstico e imunidade. Métodos
qualitativos e quantitativos para exames bacteriológicos, ensaios biológicos para pesquisa de
toxinas e testes bioquímicos para identificação bacteriana. Vírus: patogênese e defesa
imunológica. Vírus RNA e DNA: gêneros, propriedades físico-químicas, características
imunológicas, multiplicação viral, hospedeiros susceptíveis, patogênese e diagnóstico
laboratorial. Métodos diretos e indiretos de diagnóstico virológico.
Bibliografia Básica:
HIRSH, D. C., ZEE Y. C., Microbiologia Veterinária, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003, 446p.
72
KONEMAN, E. W. Koneman: Diagnóstico Microbiológico: Texto e Atlas Colorido. 6 ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 1565p.
QUINN P.J., MARKEY B. K., CARTER M. E., Microbiologia Veterinária e Doenças
Infecciosas Porto Alegre: Artmed, 2005, 512p.
Bibliografia Complementar:
BEER, J. Doenças Infecciosas em Animais Domésticos. São Paulo: Roca, 1998.
PELCZAR, M. J.; CHAN, E. C. S.; KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2
ed. Makron Books, c1997. 2v.
PANDEY, R. Infecção e imunidade em animais domésticos. São Paulo: Roca, 1994. 254 p.
QUINN, P. J. et al. Microbiologia Veterinária e Doenças Infecciosas. Porto Alegre: Artmed,
2005. 512 p. (Biblioteca Artmed).
ROSENTHAL, K. S.; PFALLER, M. A. Microbiologia Médica. 5 ed. Rio de Janeiro: Mosby,
Elsevier, 2006. 979p.
Disciplina:
Nutrição Animal
Semestre:
4º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
72h
EMENTA: Análise bromatológica de alimentos, definição de padrões para cálculos
nutricionais, utilização de parâmetros para cálculos. A nutrição animal e sua importância.
Processos digestivos e nutrição. Energia: Digestibilidade, valor energético, partição da energia
dos alimentos. Técnicas sobre ensaios de digestibilidade dos alimentos. Digestão e metabolismo
dos nutrientes: água, carboidratos, proteínas, lipídeos, minerais e vitaminas em diferentes
espécies animais de interesse zootécnico. Exigências nutricionais e tabelas de composição de
alimentos. Formulação de rações para as diferentes espécies de interesse zootécnico.
73
Bibliografia Básica:
CRAMPTON, E. W.; HARRIS, L. E. Nutrición animal aplicada: el uso de los alimentos en
la formulación de raciones para el ganado. 2. ed. Zaragoza (España): ACRIBIA, 1979.. 756p
EDNEY, A. T. B. EL LIBRO Waltham de nutrición de perros y gatos: manual para veterinarios
y estudiantes. 2. ed. Zaragoza: Acribia, 1989. 164 p.
FRAPE, David L. Nutrição & alimentação de eqüinos. 3. ed. São Paulo: Roca, 2008. xii, 602
p.
LANA, Rogério de Paula
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Nutrição e
alimentação animal: (mitos e realidades). 2. ed., rev. Viçosa, MG: UFV, 2007. 344 p.
TISSERAND, J.L. A Alimentação prática do cavalo. São Paulo: Andrei, 1983. 83 p.
Bibliografia Complementar:
BERCHIELLI, T.T.; PIRES, A.V.; OLIVEIRA, S.G. Nutrição de Ruminantes. 2° ed.
Jaboticabal: Funep, 2011. 616p.
NATIONAL
RESEARCH COUNCIL – NRC. Nutrient requirements of dairy cattle,
6.rev.ed. Washington, D.C.: 1989. 157p.
NATIONAL RESEARCH COUNCIL - NRC. Nutrient requirements of dairy cattle. 7.ed.
Washington, D.C.: National Academy ofScience, 2001. 381p.
NATIONAL, RESEARCH COUNCIL – NRC. Nutrient requirements of Small Ruminants.
Washington, D.C.; National Academy Press, 2007. 362p.
Disciplina:
Melhoramento Animal
Semestre:
4º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54h
EMENTA: Melhoramento Genético e sua importância. Conceitos fundamentais de genética
quantitativa. herdabilidade, repetibilidade e correlação genética. Seleção e métodos. Sistemas
74
de acasalamento e estratégias de cruzamentos. Conservação dos recursos genéticos animal.
Programa de melhoramento genético das principais espécies de interesse econômico.
Bibliografia Básica:
FREITAS, V. J. F.; FIGUEIREDO, J. R. Biotécnicas aplicadas à reprodução animal 2. ed.
São Paulo: Roca, 2008. 395 p.
QUIRINO, B. F. Revolução dos transgênicos. Rio de Janeiro, RJ: Interciência, 2008. xiv, 172
p.
SILVA, J. C. P. M.; VELOSO, C. M. Melhoramento genético do gado leiteiro. Viçosa, MG:
Aprenda Fácil, 2011. 111 p.
Bibliografia Complementar:
GAMA, L. T. Melhoramento Genético Animal. Lisboa, Portugal: Escolar Editora, 2002.
GAMA, L. T.; MATOS, C. P.; CAROLINO, N. Modelos mistos em melhoramento animal.
Lisboa: Direcção Geral de Veterinária, 2004. 281 p.
LOPES, P. S. Teoria do melhoramento animal. Belo Horizonte: FEPMVZ, 2005. 151 p.
PEREIRA, J. C. C. Melhoramento genético aplicado à produção animal. 5. ed. Belo
Horizonte: FEPMVZ, 2008. 617 p.
RAMALHO, M. A. P.; SANTOS, J. B.; PINTO, C. A. B. P. Genética na agropecuária. 2. ed.
Lavras: UFLA, 2000. 472 p.
Disciplina:
Terapêutica Veterinária
Semestre:
4º
Carga horária:
54h
Código:
MEDV
Pré-requisito:
MEDV - Farmacologia
do 3º
EMENTA: Introdução aos conceitos da terapêutica e procedimentos não medicamentosos.
75
Estudo dos mecanismos de ação dos fármacos e suas indicações em função dos sistemas
orgânicos e das particularidades entre espécies de animais domésticos. Elaboração e tipos de
prescrição em medicina veterinária. Vias de administração e cálculo de doses.
Bibliografia Básica:
ADAMS, H.R. Farmacologia e Terapêutica em Veterinária. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.
ANDRADE, S.F. Manual de terapêutica veterinária. 3 ed. São Paulo, Roca, 2008.
SPINOSA, H.S.; GORNIAK, S.L.; BERNARDI, M.M. Farmacologia Aplicada à Medicina
Veterinária. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006, 897p.
Bibliografia Complementar:
MADDISON, J. E.; PAGE, S. W.; CHURCH, D. B. (ED). Farmacologia clínica de pequenos
animais. 2. ed. Rio de janeiro: Elsevier, 2010. xiii, 582
MILLER, O. Farmacologia clínica e terapêutica. 615 M647f 13.ed.
FERREIRA, F. M. Antibioticoterapia em pequenos animais. São Paulo: Icone, 1997. 214 p.
LIMA, D. R. Andrade. Manual de farmacologia clinica, terapêutica e toxicologia. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 551p.
HOWLAND, R.D.; MYCEK, M.J. Farmacologia ilustrada. 3. ed. Porto Alegre: Artmed,
2007, 551p.
WEBSTER, C.R.L. Farmacologia Clínica: em Medicina Veterinária. São Paulo: Roca,
2005, 155p.
GOODMAN, L.S.; GILMAN, A.G. As bases farmacológicas da terapêutica. 12. ed., New
York: McGraw Hill, 2012.
VIANA, F.A.B. Guia Terapêutico Veterinário. 2. ed. Lagoa Santa: CEM, 2007.
BARROS, C. M.; DI STASI, L. C. (ED). Farmacologia veterinária. Barueri, SP: Manole,
2012. x, 580 p.
76
BONAGURA, J. D.; TWEDT, D. C. Kirk's current veterinary therapy XIV. St. Louis:
Elsevier Saunders c2009. xlviii, 1388 p.
Disciplina:
Doenças de Aves e Suínos
Semestre:
4º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
72h
EMENTA: Importância da avicultura e suinocultura no panorama atual da agropecuária.
Principais enfermidades de aves e suínos: etiologia, epidemiologia, patogenia, sinais clínicos,
diagnóstico, tratamento, prevenção e controle. Planos e programas oficiais de prevenção,
controle e erradicação.
Bibliografia Básica:
ANDREATTI F. R. L. Saúde aviária e doenças. São Paulo: Roca, 2007. 314p.
BRASIL, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Manual de Legislação :
programas nacionais de saúde animal do Brasil / Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. Departamento de Saúde Animal. – Brasília
: MAPA/SDA/DSA, 2009.
RADOSTITIS, O.M.; GAY, C.C.; BLOOD, D.C.; HINCHCLIFF, K.W. Clínica Veterinária.
9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
REVOLLEDO, L.; FERREIRA, A. J. P. Patologia aviária. Barueri: Manole, 2009. 510 p.
BRASIL. Embrapa Informação Tecnológica, Suinocultura: intensiva: produção, manejo e
saúde do rebanho. Brasília, D. F.:, 1998. 388p.
SOBESTIANSKY J., BARCELLOS D., MORENO A.M., CARVALHO, L.F.O.S. & DONIN
D.G. 2012a. Doenças dos Suínos. 2ª ed. Cânone Editorial, Goiânia.
Bibliografia Complementar:
MACÊDO, F.A.R.;EVANGELISTA, J.N.B.; BRASIL; INSTITUTO CENTRO DE ENSINO
77
TECNOLÓGICO - CENTEC. Suinocultura. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004 96 p.
(Cadernos tecnológicos)
MALAVAZZI, G. Avicultura: manual prático. Nobel, 1999. 156 p.
MALAVAZZI, G. Manual de criação de frangos de corte. São Paulo: Nobel, 1982. 163 p.
FAO- Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación, 2010.
Principales Enfermedades de los Cerdos. FAO-Nicarágua. 50p.
ACE03 – Ação continuada para a capacitação de produtores
Disciplina
rurais de animais monogástricos.
Semestre
4º
Carga horária
Código
MEDV
Pré-requisito
80h
EMENTA: Dotar os discentes de conhecimentos aplicados ao estudo de espécies animais
monogástricos de produção (educação profissional), ao mesmo tempo propiciar o
desenvolvimento rural regional, a partir do diagnóstico de problemas e estímulo a adoção de
estratégias voltadas ao sistema produtivo. A atividade curricular de extensão faz parte do
“Projeto de Ação continuada para capacitação de produtores rurais”, que abrangerá os
municípios circunvizinhos à Universidade. A metodologia do projeto se baseará na
determinação dos pontos críticos dos sistemas de criação, através de visitas técnicas e obtenção
dados por meio de questionários a ser aplicado pelos discentes matriculados na ACE aos
produtores rurais. Nesse momento serão pontuados déficits no manejo de animais
monogástricos e elencadas alternativas para implementação de um suporte forrageiro adequado
as possibilidades do produtor. A equipe para a determinação dessas fragilidades será composta
por docentes médicos veterinários, zootecnistas e engenheiros agrônomos além dos discentes
do curso de medicina veterinária e técnicos do corpo de servidores da Unidade de Ensino
Viçosa. Após elencadas as fragilidades serão elaborados workshop, palestras de forma a
transmitir conhecimentos ao produtor rural, de animais monogástricos, a respeito dos principais
entraves e alternativas para o desenvolvimento eficaz da atividade produtiva.
78
Bibliografia Básica:
FREIRE, P. Extensão ou comunicação? 13. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. 93 p.
PEIXOTO, A.M.; MOURA, J.C.; FARIA, V. P.. Bovinocultura leiteira: fundamentos da
exploração racional. 3.ed. Piracicaba: FEALQ, 2000. 580 p.
SANTOS, R. A cabra e da ovelha no Brasil. Uberaba, MG: Agropecuária Tropical, 2003. 479
p.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, E. S. Diagnóstico da pecuária leiteira dos municípios de Batalha, Major
Izidoro e Craíbas, do Estado de Alagoas. Rio Largo: Universidade Federal de Alagoas, 2012.
66p. Dissertação (mestrado em Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias) – Universidade
Federal de Alagoas. 2012.
ANDRADE, L. A. B.; SILVA, E. P. A Universidade e sua relação com o outro: um conceito
para extensão universitária. Educação Brasileira, v. 23, n. 47, p. 65-79, 2001.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p.157-169, jan./jun. 2007.
Fórum
de
Pró-Reitores
das
Instituições
Públicas
de
Educação
Superior
Brasileiras(FORPROEX). 2012. Política Nacional de Extensão Universitária. Imprensa
Universitária.
UFSM.
68p.
Disponível
em:
http://proex.ufsc.br/files/2016/04/Pol%C3%ADtica-Nacional-de-Extens%C3%A3oUniversit%C3%A1ria-e-book.pdf
FRAPE, D. L. Nutrição & alimentação de eqüinos. 3. ed. São Paulo: Roca, 2008, 602 p.
SAKOMURA, N. K. Nutrição de não ruminantes. Jaboticabal, SP: FUNEP, 2014, 678 p
SILVA, J. C. P. M.; VELOSO, C. M.. Melhoramento genético do gado leiteiro. Viçosa, MG:
Aprenda Fácil, 2011. 111 p.
79
5º PERÍODO
Disciplina:
Anestesiologia
Semestre:
5º
Carga horária:
72h
Código:
MEDV
Pré-requisito:
MEDV
–
Farmacologia do
3º.
EMENTA: Introdução à Anestesiologia Veterinária, Vias de administração, Nômina
anestesiológica. Seleção dos agentes e técnicas de anestesia: Classificação ASA. Medicação
pré-anestésica: fenotiazínicos, benzodiazepínicos, agonistas -2 adrenérgicos, butirofenonas,
anticolinérgicos, opióides. Anestesia geral: estágios e planos anestésicos. Anestesia geral
barbitúrica e não-barbitúrica: tiopental, etomidato, propofol. Anestesia geral inalatória: óxido
nitroso, halotano, isofluorano, sevofluorano, aparelhos e circuitos anestésicos. Anestesia
dissociativa: cetamina e tiletamina. Anestesia local: fármacos, técnicas e mecanismo de ação.
Bloqueadores neuromusculares: fármacos, classificação e mecanismo de ação. Monitoração
anestésica: ECG, oximetria de pulso, pressão arterial. Emergências anestésicas: classificação e
tratamento. Eutanásia: técnicas e fármacos
Bibliografia Básica:
FANTONI, D.T; CORTOPASSI, S. R. G. Anestesia em cães e gatos. São Paulo: Roca, 2002.
389p.
MASSONE, F., Anestesiologia Veterinária: Farmacologia e Técnicas – Texto e atlas
Colorido. Editora Guanabara Koogan, 5ª Edição, 2008. 571p.
NATALINI, C. C. Teoria e técnicas em anestesiologia veterinária. Porto Alegre: Artmed,
2007. 293p
Bibliografia Complementar:
80
DOHERTY, T.;VALVERDE, A. Anestesia & Analgesia em Equinos. São Paulo: Roca,
2008,334 p.
HALL, L.W; CLARKE, R.W.; TRIM, C.M. Veterinary Anaesthesia W. B. Saunders, 2001
MILLER, R. D. Tratado de Anestesia. Vol. 1, 2 e 3. São Paulo: Manole, 1989, 2300p.
MUIR, W. W.; HUBBEL, J. A. E.; SKARDA, R. T.; BEDNARSKI, R. M. Handbook of
Veterinary Anaesthesia 4th e Mosby Year Book, 2006, 656p.
TRANQUILINI,W.J.; GRIMM,K.A.; LAMONT,L.A. Tratamento da dor para o clínico de
pequenos animais. São Paulo: Roca,2 ed., 2005, 130 p.
Disciplina:
Metodologia da Pesquisa
Semestre:
5º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54h
EMENTA - Conceitua projeto de pesquisa, artigo científico e monografia. Estuda os aspectos
metodológicos da pesquisa. Fundamentação teórica para elaboração do Trabalho de Conclusão
de Curso.
Bibliografia básica:
BEAUD, M. Arte da tese: como preparar e redigir uma tese de mestrado, uma monografia ou
qualquer outro trabalho universitário. 5. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. 174 p.
BOOTH, W. C.; COLOMB, G. G.; WILLIAMS, J. M. A arte da pesquisa. 2. ed. São Paulo:
Martins Fontes, 2005. xv, 351p.
COSTA, M. V. ((org.)). Caminhos investigativos II: outros modos de pensar e fazer pesquisa
em educação. 2. ed. Rio de Janeiro, RJ: Lamparina, 2007. 157 p.
PEREIRA, J. C. R. Análise de dados qualitativos: estratégias metodológicas para as ciências
da saúde, humanas e sociais. 3. ed. São Paulo: EDUSP: FAPESP, 2001. 156 p.
81
Bibliografia Complementar:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR6022: informação e
documentação - artigo em publicação periódica científica impressa - apresentação. Rio de
Janeiro, 2003.
______. NBR6023: informação e documentação - referências - elaboração. Rio de Janeiro,
2002.
______. NBR6024: numeração progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro, 2012.
______. NBR6028: informação e documentação: resumos - apresentação. Rio de Janeiro, 2003.
______. NBR10520: informação e documentação - citações em documentos - apresentação.
Rio de Janeiro, 2002.
AQUINO, Í. S. Como escrever artigos científicos. São Paulo: Saraiva, 2010.
CRESSWELL, J.W. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 2ª Ed.
Porto Alegre : Artmed, 2007.
DIÓGENES, E. Metodologia e epistemologia na produção científica: gênese e resultado.
Maceió : Edufal, 2005.
FLICK, U. Uma introdução à pesquisa qualitativa. 3ª ed. Porto Alegre : Bookman, 2008.
GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed. São Paulo : Atlas, 2008
MINAYO, M.C.S.; DESLANDES, S.F. Caminhos do pensamento: epistemologia e método.
Rio de Janeiro : Fiocruz, 2002.
OLIVEIRA, S.L. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisa, TGI, TCC,
monografias, dissertações e teses. São Paulo : Pioneira Thompson Learning, 2002.
TRIVIÑOS, AN. Introdução à pesquisa qualitativa em ciências sociais: a pesquisa
qualitativa em saúde. São Paulo : Atlas, 1992.
TURATO, E. R. Tratado da metodologia da pesquisa clínico-qualitativa. 2ª Ed. Petrópolis
: Vozes, 2003.
82
Disciplina:
Patologia Geral
Semestre:
5º
Carga horária
72h
Código:
MEDV
Pré-requisito:
MEDV - Histologia
Veterinária do 3º.
EMENTA: Compreensão dos principais mecanismos de agressão e defesa. Conhecimento das
alterações patológicas básicas e discussão da fisiopatologia envolvida nesses processos.
Bibliografia Básica:
CHEVILLE, N.F. Introdução à Patologia Veterinária 2d São Paulo: Roca, 2004, 334p.
JONES, T.C..; HUNT, R.D..; KING, N. W.Patologia Veterinária 2 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2000, 1415 p.
MCGAVIN, M. D.; ZACHARY, J. (Ed). Bases da Patologia em Veterinária. 4 ed Rio de
Janeiro: Elsevier, 2009, 1476 p.
Bibliografia Complementar:
BOGLIOLO, L.; BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo Patologia Geral. 4. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2009. 364 p.
CARDA APARICI, P.; GOMEZ CARDENAS, G. Patologia General Veterinaria: I
nosología. Zaragosa: Acribia, 1990. 234 p.
DIJK, J. E.; GRUYS, E; MOUWEN, J. M. V. M. Atlas colorido de patologia
veterinária: reações morfológicas gerais de órgãos e tecidos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
200p.
HANSEL, D. E; DINTZIS, R. Z. Fundamentos de Patologia. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2007, 937p.
KIERSZENBAUM, A.L. Histologia e Biologia Celular: Uma introdução à patologia 2 ed
Rio de Janeiro: Elsevier, 2008
83
KUMAR, V.; ABBAS, A.K. FAUSTO, N. Robbins e Cotran Patologia - Bases Patológicas
das Doenças 7 ed Rio de Janeiro: Elsevier, 2005
MCGAVIN, M. D., ZACHARY, J. F. Pathologic Basis of Veterinary Disease 4ed MosbyElsevier: Missouri, 2006 1488p.
NELSON, R. W.; COUTO, C. G. (ed.). Medicina interna de pequenos animais. 3. ed. Rio de
Janeiro: Mosby, 2006. 1324 p.
PIRES, M. A.; TRAVASSOS, F. S.; GARTNER, F.Atlas de Patologia Veterinária:
Biopatologia Lisboa: Lidel, 2004
ROBBINS, S. L.; COTRAN, R. S.; KUMAR, V.; ABBAS, A. K.; FAUSTO, N. Robbins e
Cotran; Patologia – Bases Patológicas das Doenças 7 ed. Rio de Janeiro Elsevier: 2005,
1592p.
SANTOS, R. L.; ALESSI, A. C. Patologia veterinária. São Paulo: Roca, 2010, 892 p.
WERNER, P. R. Patologia geral veterinária aplicada. São Paulo: Roca, 2011, 371 p.
Disciplina:
Zootecnia dos Ruminantes
Semestre:
5º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54h
EMENTA: Desenvolvimento dos fatores produtivos, econômicos, sanitários, genéticos e
fisiológicos que norteiam a produção de caprinos, ovinos e bovinos, propondo soluções viáveis
que permitam minimizar riscos e custos, maximizando a produção animal e melhorando a
qualidade da matéria-prima produzida.
Bibliografia Básica:
ANDRIGUETO, J.M; PERLY, L.; MINARDE, I GEMAEL, A.; FLEMING, J.S.; SOUZA,
G.A.; BONA FILHO. 1999. Nutrição Animal. V.2. Livraria Nobel. 1ª edição. 395p.
LAZZARINE NETO, S.. Cria e recria. 3. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2000. 120p. 66
84
LAZZARINI NETO, S. Engorda a pasto. 3. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 1994. 114 p.
LAZZARINI NETO, S. Saúde de rebanhos de corte. 2. ed. Viçosa, MG: 2001. Aprenda Fácil,
132 p.
BARBOSA, Fabiano Alvim; SOUZA, Rafahel Carvalho. Administração de fazendas de
bovinos: leite e corte. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2007. 342 p
MANUAL de criação de caprinos e ovinos. Brasilia, DF: CODEVASF, 2011. 142p.
OVINOCAPRINOCULTURA: estudo de mercado Alagoas: potencial de consumo de
carne, leite e derivados. João Pessoa, PB: SEBRAE/PB, 2010. 110 p
Bibliografia Complementar:
BERCHIELLI, T.T.; PIRES, A.V.; OLIVEIRA, S.G. Nutrição de ruminantes. Jaboticabal:
FUNEP, 2006, 583p.
CHAPAVAL, L. Manual do produtor de cabras leiteiras. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2006.
214 p.
DIAGNÓSTICO da cadeia produtiva da ovinocaprinocultura no Estado de Alagoas.
Maceió, AL: SEBRAE/AL, 2005. 28 p.
GONSALVES NETO, J. Manual do Produtor de Leite. Aprenda Fácil Editora. 860p. 3.
PEREIRA, J.C. Vacas leiteiras: aspectos práticos da alimentação. Viçosa: Aprenda Fácil, 2000.
198p.
VALADARES FILHO, S.C.; PAULINO, P.R.V.; MAGALHÃES, K.A. Exigências
nutricionais de zebuínos puros e cruzados BR-CORTE. 2 ed. Viçosa: Universidade Federal
de Viçosa, 2010.
Periódicos: Acta Scientiarium Animal Science; Animal Feed Science and Technology; Animal
Production; Archivos de Zootecnia; Journal of Animal Science; Journal of Dairy Science; PAB;
Revista Brasileira de Zootecnia; Revista Ciência Rural; Semina.
85
Disciplina
Zootecnia dos Monogástricos
Semestre
5º
Carga horária
Código
MEDV
Pré-requisito
72h
EMENTA: Equinocultura: origem e domesticação, importância, treinamento e doma,
ezoognósia, raças, alimentos e nutrição, planejamento e manejo, reprodução, infraestrutura,
controle sanitário e zootécnico. Suinocultura: planejamento, sistemas de produção, raças,
melhoramento genético, instalações, equipamentos e ambiência, reprodução; Manejo:
alimentar, higiênico-sanitário. Manejo de dejetos. Avicultura: raças, melhoramento genético;
Produção: de frangos de corte, de ovos comerciais, de pintos de um dia para corte; Manejo
alimentar; Instalações equipamentos e ambiência; Planejamento; Controle sanitário em
avicultura.
Bibliografia Básica:
FRAPE, D. Nutrição e Alimentação de Equinos. 3 ed. São Paulo: Roca, 2008, 602p.
MALAVAZZI, G. Avicultura Manual Prático .São Paulo: Nobel, 1999, 156p.
MALAVAZZI, G. Manual de criação de frangos de corte. São Paulo: Nobel, 1982, 163p.
SOBESTIANSKY, J.; WENTZ, I. et al. Suinocultura Intensiva: produção, manejo e
sanidade do rebanho Brasília: Embrapa, 1998, 388p.
Bibliografia Complementar:
ALBINO, L. F. T. Frango de corte: manual prático de manejo e produção. Viçosa: Coleção
Aprenda Fácil, 1998, 72 p.
COTTA, T. Produção de pintinhos. Aprenda Fácil. 2002, 200 p.
COTTA,T. Alimentação de Aves. Editora Aprenda Fácil. 2003. 238p.
GUELBER, M. N. S. Criação de galinhas em sistemas agroecológicos. Vitória: Incaper,
2005,284 p.
SILVA, R. D. M. Sistema Caipira de Criação de Galinhas. Editora Aprenda Fácil. 2010.
86
203p.
Disciplina:
Doenças Parasitárias dos Animais Domésticos
Semestre
5º
Carga horária:
72h
Código:
MEDV
Pré-requisito:
MEDV
–
Parasitologia do 3º.
EMENTA: Estudo do quadro clínico, controle, profilaxia e conhecimento dos principais
métodos de diagnóstico das enfermidades parasitárias de importância Médico-Veterinária,
assim como as de interesse em Saúde Pública.
Bibliografia Básica:
MONTEIRO, S. G. Parasitologia na Medicina Veterinária. São Paulo: Roca, 2014. 356p.
TAYLOR, M. A; COOP, R. L; WALL, R. L. Parasitologia veterinária. 3 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2010, 742p.
URQUHART, G. M. Parasitologia Veterinária. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Rio
de Janeiro, 1996, 273p.
Bibliografia Complementar:
BOWMAN, D. Parasitologia Veterinária de Georgis. 8 ed. Barueri (SP): Manole, 2006,
422p.
FOREYT, W. J. Parasitologia Veterinária: manual de referência. 5. ed. São Paulo: Roca,
2005, 240 p.
MARCONDES, C. B. Entomologia Médica e Veterinária. 2ed. São Paulo: Atheneu. 2011,
526p
NEVES, David Pereira. Parasitologia Humana. 11 ed. São Paulo: Atheneu, 2005, 494p.
REY, L. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos
87
ocidentais. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 883 p.
Disciplina:
ACE04 - Ação continuada para a capacitação de produtores
rurais de animais ruminantes.
Semestre:
5º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
80h
EMENTA: Dotar os discentes de conhecimentos aplicados ao estudo de espécies ruminantes
(educação profissional), ao mesmo tempo propiciar o desenvolvimento rural regional, a partir
do diagnóstico de problemas e estímulo a adoção de estratégias voltadas ao sistema produtivo.
A atividade curricular de extensão faz parte do “Projeto de Ação continuada para capacitação
de produtores rurais”, que abrangerá os municípios circunvizinhos à Universidade. A
metodologia do projeto se baseará na determinação dos pontos críticos do sistema de criação,
através de visitas técnicas, obtenção dados por meio de questionários a ser aplicado pelos
discentes matriculados na ACE aos produtores rurais e avaliação do aporte nutricional destinado
aos animais na propriedade. Nesse momento serão pontuados déficits no manejo produtivo e
elencadas alternativas para o cumprimento da exigência nutricional de animais ruminantes. A
equipe para a determinação dessas fragilidades será composta por docentes médicos
veterinários, zootecnistas e engenheiros agrônomos além dos discentes do curso de medicina
veterinária e técnicos do corpo de servidores da Unidade de Ensino Viçosa. Após elencadas as
fragilidades serão elaborados workshop, palestras de forma a transmitir conhecimentos ao
produtor rural, de animais ruminantes, a respeito dos principais entraves e alternativas para o
desenvolvimento eficaz da atividade produtiva.
Bibliografia Básica:
FREIRE, P. Extensão ou comunicação? 13. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. 93 p.
PEIXOTO, A.M.; MOURA, J.C.; FARIA, V. P.. Bovinocultura leiteira: fundamentos da
exploração racional. 3.ed. Piracicaba: FEALQ, 2000. 580 p.
88
SANTOS, R. A cabra e da ovelha no Brasil. Uberaba, MG: Agropecuária Tropical, 2003. 479
p.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, E. S. Diagnóstico da pecuária leiteira dos municípios de Batalha, Major
Izidoro e Craíbas, do Estado de Alagoas. Rio Largo: Universidade Federal de Alagoas, 2012.
66p. Dissertação (mestrado em Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias) – Universidade
Federal de Alagoas. 2012.
ANDRADE, L. A. B.; SILVA, E. P. A Universidade e sua relação com o outro: um conceito
para extensão universitária. Educação Brasileira, v. 23, n. 47, p. 65-79, 2001.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p.157-169, jan./jun. 2007.
Fórum
de
Pró-Reitores
das
Instituições
Públicas
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Educação
Superior
Brasileiras(FORPROEX). 2012. Política Nacional de Extensão Universitária. Imprensa
Universitária.
UFSM.
68p.
Disponível
em:
http://proex.ufsc.br/files/2016/04/Pol%C3%ADtica-Nacional-de-Extens%C3%A3oUniversit%C3%A1ria-e-book.pdf
FRAPE, D. L. Nutrição & alimentação de eqüinos. 3. ed. São Paulo: Roca, 2008, 602 p.
SAKOMURA, N. K. Nutrição de não ruminantes. Jaboticabal, SP: FUNEP, 2014, 678 p
SILVA, J. C. P. M.; VELOSO, C. M.. Melhoramento genético do gado leiteiro. Viçosa, MG:
Aprenda Fácil, 2011. 111 p.
6º PERÍODO
Disciplina
Semiologia
Semestre
6º
Carga horária
Código
MEDV
Pré-requisito
72h
89
EMENTA: Introdução ao estudo de semiologia. Conceitos semiológicos básicos. Técnicas de
contenção para o exame clínico. Métodos e meios utilizados em semiologia. Plano de exame
clínico dos animais domésticos. Antecedentes e estado geral. Termometria clínica. Exame da
pele e anexos. Exame do sistema linfático. Exame das mucosas aparentes. Exame da glândula
mamária. Exame do sistema digestivo, respiratório, circulatório, urinário e nervoso. Exame do
aparelho locomotor.
Bibliografia Básica:
FEITOSA, F. L. F.
Semiologia veterinária: a arte do diagnóstico : cães, gatos, eqüinos,
ruminantes e silvestres. 2. ed. São Paulo: Roca, 2008, 735 p.
GARCIA, M.; DELLA LIBERA, A. M. M. P.; BARROS FILHO, I. R. Manual de semiologia
e clínica dos ruminantes São Paulo: Varela, 1996, 247p.
RADOSTITS, O.M.; MAYHEW, I.G.J.;HOUSTON, D.M. Exame clínico e diagnóstico em
Veterinária. Ed. Guanabara Koogan, 2002, 591 p.
ROSENBERGER, G. Exame clínico dos bovinos. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1990. 419p.
Bibliografia Complementar:
BIRGEL, E.H. & BENESI, F.J. Patologia Clínica Veterinária. SPMV, 1982.
BRAZ, M.B. Semiologia Médica Animal. 2 volumes. Lisboa.
DOXEY, D.L. Patologia Clínica e Métodos de Diagnóstico. 2 ed. Interamericana, 1985.
KELLY, W.R. Diagnóstico Clínico Veterinário, 3 ed. Interamericana, 1986.
LORENZ, M.D.; CORNELIUS, L.M. Diagnóstico Clínico e Tratamento em Pequenos
Animais. Rio de Janeiro: Interlivros Edições Ltda., 1989, 430p.
MAREK- MOSCY. Tratado de diagnóstico clínico de las enfermedades internas de los
animales domésticos, 4 ed. Labor, 1973.
90
Disciplina:
Doenças Infecciosas dos Animais Domésticos
Semestre:
6º
Carga horária:
72h
Código:
MEDV
Pré-requisito:
MEDV - Microbiologia
Veterinária do 4º.
EMENTA: Introdução ao estudo das doenças infectocontagiosas. Doenças produzidas por
bactérias, vírus, fungos e actinomicetos: definição, etiologia, epizootiologia, patogenia,
manifestações clínicas, manifestações patológicas, diagnóstico, controle, profilaxia e
tratamento. Normas e legislações que regem o controle e a erradicação de algumas doenças
infecciosas.
Bibliografia Básica:
HIRSH D. C., ZEE Y. C., Microbiologia Veterinária, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003, 446 p
QUINN P.J., MARKEY B. K., CARTER M. E., Microbiologia Veterinária e Doenças
Infecciosas Porto Alegre: Artmed, 2005. 512 p.
R. PANDEY, Infecção e imunidade dos animais domésticos, São Paulo, Roca, 2005, 514 p
Bibliografia Complementar:
BEER, J. Doenças Infecciosas em Animais Domésticos. São Paulo: Roca, 1998.
PELCZAR, M. J.; CHAN, E.C.S; KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2. ed.
Makron Books, 1997.. 2v.
QUINN, P. J et al. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. Porto Alegre: Artmed,
2005. 512 p. (Biblioteca Artmed).
ROSENTHAL, K. S.; PFALLER, M. A. Microbiologia médica. 5.ed. Rio de Janeiro: Mosby,
Elsevier, 2006. xii, 979 p.
SITE DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA PECUÁRIA E ABASTECIMENTO
91
http://www.agricultura.gov.br/
SITE DA ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DE EPIZOOTIAS http://www.oie.int/
Disciplina:
Higiene Veterinária, Defesa Sanitária Animal e Zoonoses
Semestre:
6º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
72h
EMENTA: Aspectos da higiene e manejo da água, ar, solo, resíduos e dejetos oriundos da
atividade agropecuária; Desinfecção e Desinfetantes; Desinfestação: Controle de populações
de sinantrópicos de interesse para agropecuária e Saúde Pública; Vigilância em Saúde:
Vigilância Epidemiológica na Defesa Sanitária Animal, Defesa Sanitária Animal e interface
com Saúde Pública; Estudo das medidas de prevenção, controle e erradicação das principais
zoonoses contidas no planos e programas oficiais; Vigilância de zoonoses: atividades das
Unidades de Vigilância de Zoonoses; Estudo dos aspectos de planejamento, estruturação e
avaliação de programas de saúde animal e saúde pública; Educação sanitária.
Bibliografia básica:
ACHA, P. A.; SZYFRES, B. Zoonosis y enfermidades transmissibles comunes al hombre y
a los animales. 2ªed.,organizacion panamericana de la salud, 1986. 986 p.
BRASIL. Ministério da saúde. Secretaria de vigilância em saúde. Departamento de vigilância
das doenças transmissíveis. Manual de vigilância, prevenção e controle de zoonoses:
normas técnicas e operacionais [recurso eletrônico] / ministério da saúde, secretaria de
vigilância em saúde, departamento de vigilância das doenças transmissíveis. – Brasília:
ministério da saúde, 2016. 121 p.
BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. Manual de controle de roedores. - Brasília:
Ministério da Saúde, Fundação Nacional de Saúde, 2002. 132p.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral de
Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. Guia de Vigilância em Saúde: [recurso
92
eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação Geral de
Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. – 1. ed. atual. – Brasília : Ministério da Saúde,
2016. 773 p.
BRASIL. Doenças infecciosas e parasitárias: aspectos clínicos, de vigilância
epidemiológica e de controle - guia de bolso / elaborado por Gerson Oliveira Pena [et al]. Brasília : Ministério da Saúde : Fundação Nacional de Saúde, 1998. 220 p.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção
Básica. Vigilância em saúde : zoonoses / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde,
Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2009. 224 p. : il. – (Série B.
Textos Básicos de Saúde) (Cadernos de Atenção Básica ; n. 22)
Bibliografia complementar:
SILVA, A. T. F.; BRANDESPIM, D. F., JÚNIOR, J.W.P. Manual de controle de zoonoses e
agravos para agentes comunitários de saúde e agentes de controle de endemias / Amanda
Thaís Ferreira Silva, – 1. ed. - Recife: EDUFRPE, 2017. 103 p. : il.
WORLD HEALTH ORGANIZATION FOR ANIMAL HEALTH (OIE). Código Sanitário
Internacional. 18 ed. Paris:OIE. 2009. Disponível em: www.oie.int
GEBLER, L.; PALHARES, J. C. P. Gestão ambiental na agropecuária. 1.ed. Brasília:
Embrapa Informação Tecnológica, 2007. 310p.
THRUSFIELD, M. Epidemiologia Veterinária. 2ª ed. São Paulo: Roca, 2004.
Disciplina:
Imaginologia Veterinária
Semestre:
6º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
EMENTA:
Estudo
da
formação
e
processamento
72h
de
imagens
radiográficas
e
Ultrassonográficas em medicina veterinária. Técnicas radiográficas e ultrassonográficas
simples e contrastadas. Estudo radiográfico e ultrassonográfico dos sistemas orgânicos.
93
Solicitação de exames e noções de confecção de laudos. Noções básicas sobre tomografia
computadorizada e ressonância magnética.
Bibliografia Básica:
HAN, C. M; HURD C. D. Diagnóstico por imagem para a prática veterinária. São Paulo:
Roca 2007.. 284 p. ISBN 8572416676
PENNINCK, D. Atlas de ultrassonografia de pequenos animais. Rio de janeiro: Guanabara
Koogan, 2011. 513 p. ISBN 9788527717588.
MORGAN, J. P. Radiology of veterinary orthopedics: features of diagnosis. 2.ed. Napa:
1999. viii, 302 p. ISBN 9780813803128 :
Bibliografia Complementar:
GRAHAM, J.P.; KEALY, J. K.; McALLISTER, H. Radiologia e ultrassonografia do cão e
do gato. 5. ed. Barueri: Manole, 2012, 600p.
DOUGLAS, S.W.; WILLIAMSON, H.D. Princípios de radiologia veterinária. 3ª ed. Rio de
Janeiro, Guanabara Koogan, 1983.
NYLAND, T.G.; MATTON, J.S. Veterinary Diagnostic Ultrasound. Saunders, 2002.
CARVALHO, C. F. Ultrassonografia em pequenos animais. 2º ed. São Paulo, Roca, 2014.
THRALL, D.E. Diagnóstico de radiologia veterinária. 5. ed., Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
832p.
O’BRIEN, T. O’Brien’s radiology for the equine ambulatory practitioner. Jackson: Teton
New Media, 2005. 270p.
PENNINCK, D; D´ANJOU. Atlas de ultrassonografia de pequenos animais. Guanabara
Koogan, ed, 2011, 513p.
FELICIANO, M.A.R.; CANOLA, J.C.; VICENTE, W.R.R. Diagnóstico por Imagem em cães
e gatos. Editora Medvet.731p.
94
Disciplina:
Patologia Clínica
Semestre:
6º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
72h
EMENTA: Capacita na compreensão dos métodos laboratoriais utilizados para o diagnóstico
de afecções, em diferentes sistemas orgânicos, que acometem as espécie domésticas. Estuda os
exames utilizados na rotina da clínica médico-cirúrgica, como a análise hematológica
(hemograma, alterações celulares, distúrbios de coagulação); provas de função renal, hepática,
pancreática, muscular e dermatológicas, além da análise citológica de tecido moles e líquidos
cavitários. Promove a habilidade de solicitar um exame adequado para cada afecção,
conhecendo as variações decorrentes do período de desenvolvimento e da espécie envolvida.
Enfatiza na capacidade de a interpretação dos resultados em situações de normalidade, alteração
ou conjunção de fatores envolvidos. Introdução prática de técnicas laboratoriais de rotina na
medicina veterinária.
Bibliografia Básica:
KERR, M. G. et al. Exames laboratoriais em Medicina Veterinária: bioquímica clínica e
hematologia . São Paulo: Roca, 2ed. 2003, 436 p.
REBAR, A.H., MacWILLIAMS, P.S., FELDMAN, B,F., et al. Guia de Hematologia para
cães e gatos. São Paulo: Roca, 2003, 291 p
THRALL,M.A. Hematologia e Bioquímica Clínica Veterinária. São Paulo: Roca, 1 ed.,
2006, 582 p
Bibliografia Complementar:
BUSH, B.M. Interpretação de Resultados para Clínicos de Pequenos Animais São Paulo:
Roca, 2004, 384p.
KANEKO, J. J.; HARVEY, J. W.; BRUSS, M. L. Clinical Biochemistry of Domestic Animals
. California: Academic Press Elsevier, 6 ed., 2008.
95
MEYER, D.; HARVEY, J. H. Veterinary Laboratory Medicine. Interpretation and
Diagnosis. 3th e Missouri: Saunders, 2004, 368p.
WILLARD, M. D.; TVEDTEN, H.Small Animal Clinical Diagnosis by Laboratory
Methods, 5th e, Missouri: Saunders, 2012, 432p.
Disciplina
Patologia Especial
Semestre
6º
Carga horária
72h
Código
MEDV
Pré-requisito
MEDV
-
Patologia
Geral do 5º.
EMENTA: Aplicação dos conceitos dos processos patológicos gerais aos diversos órgãos e
sistemas dos animais domésticos.
Bibliografia Básica:
JONES, T. C..; HUNT, R. D..; KING, N. W. Patologia Veterinária 2 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2000, 1415 p.
MCGAVIN, M. D.; ZACHARY, J. (Ed). Bases da patologia em veterinária. 4 ed Rio de
Janeiro: Elsevier, 2009, 1476 p.
SANTOS, R.L. ALESSI, A.C.(Org.). Patologia veterinária. São Paulo: Roca, 2010. 892 p
Bibliografia Complementar:
DAHME, E., WEISS, E. Anatomia Patologica Especial Veterinaria
Zaragoza: Editorial
Acribia, 1989
DIJK, J. E. van; GRUYS, E; MOUWEN, J. M. V. M. Atlas colorido de patologia
veterinária: reações morfológicas gerais de órgãos e tecidos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
200p.
GRUNERT, Eberhard. Patologia e clínica da reprodução dos animais mamíferos
96
domésticos: ginecologia. São Paulo: Varela, 2005.
HENRY, C. J; HIGGINBOTHAM, M. L. Cancer management in small animal practice.
Maryland Heights, Mo, EUA: Saunders; Elsevier, 2010.
MCGAVIN, M. D., ZACHARY, J. F. Pathologic Basis of Veterinary Disease 4ed MosbyElsevier: Missouri, 2006 1488p.
MEGID, J.; RIBEIRO, M. G.; PAES, A. C. Doenças infecciosas em animais de produção e de
companhia. Rio de Janeiro, RJ: Roca, 2016. xxii, 1272 p.
NASCIMENTO, E. F.; SANTOS, R. L. Patologia da Reprodução dos Animais Domésticos
2 ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan: 2003
NELSON, R. W.; COUTO, C. G. Medicina interna de pequenos animais. 3. ed. Rio de
Janeiro: Mosby, 2006. 1324 p.
PIRES, M. A.; TRAVASSOS, F. S.; GARTNER, F. Atlas de patologia veterinária:
biopatologia. Lisboa: Lidel, 2004, 195p
RADOSTITS, O. M; ARUNDEL, J. H. Clínica veterinária: um tratado de doenças dos bovinos,
ovinos, suínos, caprinos e eqüínos . 9 ed., reimpr., 2014. Rio de janeiro: Guanabara Koogan,
2014. xxix, 1737 p.
RASKIN, R. E.; MEYER, D. J. Atlas de citologia de cães e gatos. São Paulo: Roca, 2003.
RIET-CORREA, F. (... [et al.]). Doenças de ruminantes e equinos. 2. ed. São Paulo: Livraria
Varela, 2001
ROBBINS, S. L.; COTRAN, R. S.; KUMAR, V.; ABBAS, A. K.; FAUSTO, N. Robbins e
Cotran; Patologia – Bases Patológicas das Doenças 7 ed. Rio de Janeiro Elsevier: 2005,
1592p.
SMITH, B. P. Medicina Interna de Grandes Animais 3 ed. São Paulo: Manole, 2006, 1728
p.
THOMASSIAN, Armen. Enfermidades dos Cavalos. 4ed. Paulo: Varela, 2005.
97
Disciplina
ACE05 - Educação em saúde para população urbana e rural em
escolas da rede pública.
Semestre
6º
Carga horária
Código
MEDV
Pré-Requisito
70h
EMENTA: A atividade curricular de extensão será realizada na modalidade de curso, com a
participação dos discentes do curso de medicina veterinária, docentes, médicos veterinários da
área de microbiologia, saúde pública, zoonoses e parasitologia, que atuarão na área de higiene
veterinária e zoonoses para comunidades locais. As ações de Educação em Saúde serão
realizadas em comunidades rurais e urbanas: escolas, associações e agrupamentos rurais. Serão
realizados minicursos teóricos, contendo apresentação e discussão das temáticas: Zoonoses
infecciosas e parasitárias mais importantes para a Saúde Pública, prevenção e medidas de
controle; Tópicos em Desinfestação; Biologia e controle de vetores e demais animais
sinantrópicos de importância em Saúde Pública; Principais toxinfecções alimentares;
Saneamento ambiental, destinação de resíduos, de efluentes; Limpeza, sanitização, desinfecção,
desinfetantes de importância em saúde. O público alvo será a comunidade acadêmica das
escolas públicas municipais do ensino médio (alunos e professores), serão selecionadas seis
escolas distribuídas entre a região metropolitana de Maceió, zona da mata e agreste-sertão
alagoano a cada semestre. Em cada escola serão contempladas com atividades de educação em
saúde. Serão formadas duas turmas, com pelo menos 30 ouvintes da comunidade escolar,
predominantemente discentes.
Bibliografia básica:
ACHA, P. A.; SZYFRES, B. Zoonosis y enfermidades transmissibles comunes al hombre y
a los animales. 2ªed.,organizacion panamericana de la salud, 1986. 986 p.
BRASIL. Ministério da saúde. Secretaria de vigilância em saúde. Departamento de vigilância
das doenças transmissíveis. Manual de vigilância, prevenção e controle de zoonoses:
normas técnicas e operacionais [recurso eletrônico] / ministério da saúde, secretaria de
vigilância em saúde, departamento de vigilância das doenças transmissíveis. – Brasília:
ministério da saúde, 2016. 121 p.
98
HIRSH D. C., ZEE Y. C., Microbiologia Veterinária,Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2003, 446 p.
Bibliografia complementar:
BUARQUE, S. C. Metodologia de planejamento do desenvolvimento sustentável, Brasília:
IICA, 1999.
CAPORAL, F. R. Extensão rural e agroecologia: temas sobre um novo desenvolvimento
rural, necessário e possível. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Agrário, 2007.
DOMINGUES, P. L.; LANGONI. H. Manejo sanitário animal. 1ed. Rio de janeiro: epub,
2001.
MONTEIRO, S. G. Parasitologia na Medicina Veterinária. São Paulo: Roca, 2014. 356p.
MONTEIRO, S. G. Parasitologia na Medicina Veterinária. São Paulo:Roca, 2014. 356p.
PEREIRA, A. S. Higiene e sanidade animal: fundamentos da produção pecuária.
Publicações Europa América LTDA, 1992.
PEREIRA, M. G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de janeiro, Guanabara Koogan, 2015.
QUINN P.J., MARKEY B. K., CARTER M. E., Microbiologia Veterinária e Doenças
Infecciosas Porto Alegre: Artmed, 2005. 512 p.
REY, L. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais.
4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 883 p.
ROSENTHAL, K. S; PFALLER, M. A. Microbiologia médica. 5.ed. Rio de Janeiro: Mosby,
Elsevier, 2006. xii, 979 p.
TAYLOR, M. A; COOP, R. L; WALL, R. L. Parasitologia veterinária. 3 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2010, 742p.
THRUSFIELD, M. V. Epidemiologia veterinária. São paulo: roca, 2004. 556 p.
URQUHART, G. M. Parasitologia Veterinária. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Rio
de Janeiro, 1996, 273p.
99
7º PERÍODO
Disciplina:
Clínica Médica de Equídeos
Semestre:
7º
Carga horária:
72h
Código:
MEDV
Pré-requisito:
MEDV - Semiologia
do 5º.
EMENTA: Estudo dos agentes etiológicos, epidemiologia, patogenia, achados clínicos,
diagnóstico, tratamento, prevenção e consequências das principais afecções dos sistemas
digestório, locomotor, respiratório, nervoso , tegumentar e genito-urinário de equídeos. Além
disso, será abordado princípios de neonatologia, enfermidades infecciosas, afecções sanguíneas
e vasculares
Bibliografia Básica:
ADAMS, O. R.; STASHAK,T.S. Claudicação em Equinos Segundo Adams. São Paulo:
Roca, 2006, 1093 p.
REED, S. .M; BAYLY, W. M. Medicina Interna Equina .Rio de Janeiro:Guanabara Koogan,
2000, 938p.
THOMASSIAN, A. Enfermidades dos Cavalos. São Paulo: Varela,4 ed. São Paulo: Varela,
2005, 573p.
Bibliografia complementar:
AUER, G. J.; EASLEY, J. Equine Dentistry. Edinburgh: Elsevier Saunders, 2005, 353 p.
FARROW, C. S. Veterinary Diagnostic Imaging: The Horse. St. Louis: Mosby, 2006. 570
p.
100
Disciplina:
Clínica Médica de Animais de Companhia I
Semestre:
7º
Carga horária:
54h
Código:
MEDV234
Pré-requisito:
MEDV199;
MEDV206
EMENTA: Estudo clínico e terapêutico das afecções orgânicas que acometem os pequenos
animais, abrangendo a compreensão da patofisiologia, da habilidade de realização de
diagnóstico e implantação de terapia adequada. Compreende, o manejo higiênico, dietético e
profilático das principais enfermidades que acometem os cães e gatos. Estudo das principais
alterações que acometem o sistema cutâneo, sistema digestório e urinário, além da compreensão
de neonatologia e prevenção imunológica em animais de companhia
Bibliografia Básica:
ETTINGER, S. J.; FELDMAN, E. C. Tratado de Medicina Interna Veterinária: doenças do
cão e do gato. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 2 v.
MEDLEAU, L. Dermatologia de Pequenos Animais – Atlas Colorido e Guia Terapêutico.2.
ed. São Paulo: Roca, 2009, 512 p.
NELSON, R. W.; COUTO, C. G. Medicina interna de pequenos animais. 3. ed. Rio de
Janeiro: Mosby, 2006. 1324 p
Bibliografia Complementar:
BICHARD,S.J. Manual Saunders - Clínica de Pequenos Animais. São Paulo: Roca , 3°ed ,
2008,2072p.
FENNER, W. R. Consulta Rápida em Clínica Veterinária 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003, 514p.
SCOTT,D.; KIRK,W. Dermatologia de Pequenos Animais. 5 ed. Editora Revinter,1996, 1130
p.
TAMS, T.R. Gastroenterologia de Pequenos Animais 2. ed. São Paulo: Roca, 2005, 454 p.
TILLEY, L.P.; SMITH, F.W.K. Consulta veterinária em 5 minutos – espécies canina e
101
felina. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003, 514 p
Disciplina:
Clínica de Ruminantes I
Semestre:
7º
Carga horária:
54h
Código:
MEDV
Pré-requisito:
MEDV - Semiologia
do 5º.
EMENTA: Estabelecimento de relações entre a clínica médica e a produção de ruminantes.
Estudo dos agentes etiológicos, epidemiologia, patogenia, achados clínicos, diagnóstico,
tratamento, prevenção e consequências das principais afecções dos sistemas digestivo,
respiratório, tegumentar, glândula mamária e plantas tóxicas que acometem os sistemas citados.
Bibliografia Básica:
RADOSTITS, O.M. Exame Clínico e Diagnóstico em Veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2002, 591 p.
RADOSTITIS, O.M.; GAY, C.C.; BLOOD, D.C.; HINCHCLIFF, K.W. Clínica Veterinária.
9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
ROSENBERGER, G. Exame Clínico dos Bovinos. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1990.
SMITH, B. P. Medicina Interna de Grandes Animais. 3. ed. São Paulo: Manole, 2006.
RIET-CORREA, F.; SCHILD, A.L.; MENDEZ, M.C.; LEMOS, R.A. Doenças de Ruminantes
e Equinos. Volumes 1 e 2, São Paulo: Varela, 2001.
Bibliografia Complementar:
AIELLO, S.E. Manual Merck de Veterinária. 9. ed. São Paulo: Roca, 2008, 2301p.
GARCIA, M.; DELLA LIBERA, A.M.M.P.; BARROS FILHO, I.R. Manual de Semiologia e
Clínica dos Ruminantes. São Paulo: Varela, 1996, 247p.
102
PRESTES, N. C.; LANDIM-ALVARENGA, F. C. Obstetrícia veterinária. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006, 241p
TOKARNIA, C. H. Plantas tóxicas do Brasil: para animais de produção. 2. ed. Rio de
janeiro: Helianthus, 2012. xix, 566 p
Disciplina:
Clínica e Manejo de Animais Silvestres
Semestre:
7º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
72h
EMENTA: Introduzir aos discentes os conhecimentos sobre anatomia e fisiologia dos animais
silvestres, técnicas de contenção química e semiologia básica. Além disso, apresentar as
principais alterações clínicas e seus tratamentos clínicos e/ou cirúrgicos, discutindo ainda o
potencial de produção e normativas legais da manutenção de animais silvestres em cativeiro
tendo como objetivo a produção animal.
Bibliografia Básica:
VAN DYKE, Fred; SPRINGERLINK (ONLINE SERVICE). Conservation Biology:
Foundations,
Concepts,
Applications.
Springer
eBooks
XXX,
478
p
https://link.springer.com/book/10.1007%2F978-1-4020-6891-1
MAYER, J.; BAYS, T. B. Comportamento de animais exóticos de companhia: aves, répteis
e mamíferos de pequeno porte. São Paulo: Roca, 2009. xxii, 304 p.
FEITOSA, F. L. F. ((org.)). Semiologia veterinária: a arte do diagnóstico : cães, gatos,
eqüinos, ruminantes e silvestres. 2. ed. São Paulo: Roca, 2008. xv, 735 p
Bibliografia Complementar:
BRASIL; Ministério da Educação e Cultura Secretaria Geral. Livro vermelho da fauna
103
brasileira ameaçada de extinção. Brasília: Belo Horizonte: MMA, Fundação Biodiversitas,
2008.
MORRISON, Michael L.; SPRINGERLINK (ONLINE SERVICE). Wildlife Study Design.
Springer eBooks XXXIV, 386 p
HOSKEN, F. Criação de emas. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2003. 366p.
Disciplina:
Técnica Cirúrgica
Semestre:
7º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
90h
EMENTA: Princípios Cirúrgicos Gerais; Biossegurança Aplicada; Paramentação cirúrgica;
Instrumentais; Tempos cirúrgicos e suas considerações: Diérese, Hemostasia e Síntese;
Fluidoterapia; Controle da Dor; Deiscência, Infecção e Peritonite; Antibioticoterapia Aplicada
à
Cirurgia.
Orquiectomias.
Laparotomias
e
cirurgias
abdominais;
Hérnias;
Ovariohisterectomia; Técnicas cirúrgicas dos aparelhos digestório e urinário.
Bibliografia Básica:
FOSSUM, T. W. Cirurgia de Pequenos Animais 2. ed. São Paulo: Roca, 2005, 1390 p.
SLATTER,D. Manual de Cirurgia de Pequenos Animais 3 ed. São Paulo: Manole, 2007
.v1,v2, 2780p .
TURNER,A.S.;McILWRAITH C.W. Técnicas Cirúrgicas em Animais de Grande Porte. 2
ed. São Paulo: Roca, 2000 354p.
Bibliografia Complementar:
Anais dos Congressos Brasileiros de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária.
AUER.J.A.,STICK,J.A. Equine Surgery 3 th ed. Philadelphia: 2006, 1390 p.
FUBINI,S.L.,DUCHARME,N.G. Farm Animal Surgery St. Louis, Mo.: 2004. 607 p.
104
ACE06 – Medicina do Coletivo
Disciplina
Semestre
7º
Carga horária
Código
MEDV
Pré-Requisito
70h
EMENTA: A atividade curricular de faz parte do projeto intitulado de “Medicina do coletivo”.
A medicina veterinária do coletivo surgiu para propiciar a interdisciplinaridade na profissão,
promovendo a atuação do médico veterinário na sociedade, interagindo profissionalmente com
a sociedade, utilizando e interligando áreas do conhecimento para maximizar saúde pública e
bem estar animal, incluindo programas de educação ambiental, conscientizações, cirurgias de
esterilização de cães e gatos errantes, abordagem aos cavalos de tração urbana. A atividade
curricular de extensão será ministrada por docentes médicos veterinários com experiências na
área de clínica médica de pequenos animais, clínica médica de equinos e cirurgia. Contará com
a participação de servidores técnicos, médicos veterinários que auxiliarão na realização de
diversas atividades em prol da promoção da saúde animal. A ACE será realizada através de
discussões em grupos de assuntos atuais, previamente estabelecidos, a atuação do médico
veterinário na saúde pública e medicina do coletivo. As atividades práticas serão muitas vezes
equivalentes às aulas prática de disciplinas ministradas no mesmo período letivo e contará com
a atuação dos discentes em atendimentos clínicos e cirúrgicos (castração) de animais de
companhia e equinos oriundo de bairros vulneráveis, como também, na realização de exames
laboratoriais de animais errantes e de tutores carentes.
Bibliografia Básica:
FEITOSA, F.L.F. Semiologia Veterinária: A arte de Diagnóstico. São Paulo: Roca, 2004.
NELSON, R. W.; COUTO, C. G. Medicina interna de pequenos animais. 2. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
THOMASSIAN, A. Enfermidades dos Cavalos. São Paulo:Varela,4°ed.,2005,573p
Bibliografia Complementar:
105
ETTINGER, S. J.; FELDMAN, E. C. Tratado de Medicina Interna de cães e gatos. 4. ed.
São Paulo: MANOLE, 1997.
MEDLEAU,L. Dermatologia de Pequenos Animais – Atlas Colorido e Guia Terapêutico.São
Paulo:Roca,2003,368p.
RADOSTITS, O.M.; MAYHEW, I.G.J., HOUSTON, D.M. Exame Clínico e Diagnóstico em
Veterinária. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000
SOARES, D F M. Introdução a Medicina Veterinária do Coletivo. Aspectos do Manejo
Polulacional de cães e gatos. Caderno Tecnico de Veterinaria e Zootecnia,n.23, 2016. 77p.
STASHAK,T.S. Claudicação em Eqüinos Segundo Adams.São Paulo:Roca,5°ed,2005,1112p
8º PERÍODO
Disciplina:
Clínica Cirúrgica de Pequenos Animais
Semestre:
8º
Carga horária
72h
Código:
MEDV
Pré-requisito
MEDV – Anestesiologia do 5º;
MEDV - Técnica Cirúrgica do 7º.
EMENTA: Choque; Avaliação e Condução da Ferida Cirúrgica; Bases em cirurgia plástica;
Herniorrafias; Ortopedia em Pequenos animais; Cirurgias da região torácica; Cirurgia da
cabeça, pescoço e coluna espinhal; Princípios cirúrgicos na oftalmologia veterinária; Técnica
cirúrgica para o tratamento da otite externa; Traqueotomia e traqueostomia; Esofagostomia.
Oncologia. Principais técnicas cirúrgicas.
Bibliografia Básica:
BOJRAB,M.J. Técnicas Atuais em Cirurgia de Pequenos Animais. 3 ed. São Paulo:Roca,
1996, 896p.
FOSSUM, T. W.Cirurgia de Pequenos Animais 2. ed. São Paulo: Roca, 2005, 1390 p.
106
SLATTER, D. H. Fundamentos de Oftalmologia Veterinária 3. ed. São Paulo: Roca, 2005.
686 p.
Bibliografia Complementar:
Anais dos Congressos Brasileiros de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária
RABELO, R.C. Fundamentos de Terapia Intensiva Veterinária em Pequenos Animais:
Cond. no Paciente Crítico. 1 ed. Rio de Janeiro:LF Livros, 2005.
Disciplina:
Clínica Médica de Animais de Companhia II
Semestre:
8º
Carga horária:
54h
Código:
MEDV
Pré-requisito:
MEDV – Semiologia do 5º.;
MEDV – Patologia Clínica do 6º.
EMENTA: Estudo clínico e terapêutico das afecções orgânicas que acometem os pequenos
animais, abrangendo a compreensão da patofisiologia, da habilidade de realização de
diagnóstico e implantação de terapia adequada. Compreende, o manejo higiênico, dietético e
profilático das principais enfermidades que acometem os cães e gatos. Estudo das principais
alterações que acometem o sistema respiratório, circulatório, nervoso e endócrino, como
também a compreensão de toxicologia em animais de companhia.
Bibliografia Básica:
CHRISMAN, C. L; PLATT, S. R; MARIANI, C.; CLEMMONS, R. Neurologia para o clínico
de pequenos animais. São Paulo: Roca, 2005, 336 p
ETTINGER, S. J.; FELDMAN, E. C. Tratado de Medicina Interna Veterinária: doenças do
cão e do gato. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 2 v.
NELSON, R. W.; COUTO, C. G. Medicina interna de pequenos animais. 3. ed. Rio de
Janeiro: Mosby, 2006. 1324 p
107
Bibliografia Complementar:
BONAGURA, JD; TWEDT, DC. In: KIRK, R. W, Current Veterinary Therapy,Saunders
XIV, Elsevier, 14a. Ed, 2010.
MORRIS, J.; DOBSON, J. M. Oncologia em pequenos animais. São Paulo: Roca, 2007, 300p
PANCIERA, CARR Endocrinologia para o Clínico de Pequenos Animais, Roca, 1 ed. São
Paulo: Roca, 2007, 176 p.
PRATS A. Neonatologia e pediatria canina e felina. São Caetano do Sul: Interbook, 2005,
469 p.
TILLEY, L. P. Essentials Of Canine And Feline Electrocardiography, 3d Lippincott
Williams & Wilkins, 1992, 470 p.
Disciplina
Clínica de Ruminantes II
Semestre
8º
Carga horária:
72h
Código
MEDV
Pré-requisito:
MEDV
-
Semiologia do 5º.
EMENTA: Identificação dos fatores predisponentes às enfermidades de ruminantes. Estudo
dos agentes etiológicos, epidemiologia, patogenia, achados clínicos, diagnóstico, tratamento,
prevenção e consequências das principais afecções dos sistemas nervoso, urinário, circulatório,
locomotor e doenças metabólicas, e as plantas tóxicas e intoxicações que envolvem esses
sistemas.
Bibliografia Básica:
RADOSTITS, O.M. Exame Clínico e Diagnóstico em Veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2002, 591 p.
RADOSTITIS, O.M.; GAY, C.C.; BLOOD, D.C.; HINCHCLIFF, K.W. Clínica Veterinária.
9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
108
ROSENBERGER, G. Exame Clínico dos Bovinos. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1990.
RIET-CORREA, F.; SCHILD, A.L.; MENDEZ, M.C.; LEMOS, R.A. Doenças de Ruminantes
e Equinos. Volumes 1 e 2, São Paulo: Varela, 2001.
SMITH, B. P. Medicina Interna de Grandes Animais. 3. ed. São Paulo: Manole, 2006.
Bibliografia Complementar:
AIELLO, S.E. Manual Merck de Veterinária. 9. ed. São Paulo: Roca, 2008, 2301p.
GARCIA, M.; DELLA LIBERA, A.M.M.P.; BARROS FILHO, I.R. Manual de Semiologia e
Clínica dos Ruminantes. São Paulo: Varela, 1996, 247p.
PRESTES, N. C.; LANDIM-ALVARENGA, F. C. Obstetrícia veterinária. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006, 241p.
TOKARNIA, C. H. Plantas tóxicas do Brasil: para animais de produção . 2. ed. Rio de janeiro:
Helianthus, 2012. xix, 566 p.
Disciplina:
Fisiopatologia da Reprodução
Semestre:
8º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54h
EMENTA: Conceitos, histórico e importância da Fisiopatologia da Reprodução Animal.
Conhecimento a respeito do processo de fertilização e desenvolvimento embrionário inicial,
ciclos e comportamentos reprodutivos e doenças do trato reprodutor de machos e fêmeas de
espécies domésticas.
Bibliografia Básica:
GRUNERT,
E. Patologia
e
clínica
da
reprodução
dos
animais
mamíferos
domésticos: ginecologia. São Paulo: Varela, 2005. 551 p.
109
HAFEZ, B; HAFEZ, E. S. E. ((ed.)). Reprodução animal. 7. ed. Barueri,SP: Manole, 2004.
xiii, 513 p.
NASCIMENTO, E. F., SANTOS, R. L. Patologia da reprodução dos animais domésticos 2
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003, 137p.
ALLEN, E.W. Fertilidad y obstetricia canina, 1992. 244 p.
BALL, P. J. H. Reprodução em bovinos. 3. Ed. São Paulo: Roca, 2006. 232 p.
LEY, W.B. Reprodução em éguas para veterinários de equinos. São Paulo:Roca, 2006. 220
p.
AISEN E.G., BICUDO, S.D. Reprodução ovina e caprina. São Paulo, 2008. 203 p.
Bibliografia Complementar:
FELDMAN, E. C., NELSON, R. W. Canine and feline endocrinology and reproduction. 3rd
ed. St. Louis: 2004. xi, 1089 p.
JOHNSTON, S. D.; ROOT KUSTRITZ, M. V.; OLSON, P. S.
Canine and Feline
Theriogenology Philadelphia: Saunders College Publishing, 2011, 592p.
RIET-CORREA, F. (... [et al.]). Doenças de ruminantes e equinos. 2. ed. São Paulo: Livraria
Varela, 2001. 2v.
SAMPER, J. C.; PYCOCK, J. F.; MCKINNON, A. O. Current therapy in equine
reproduction. St. Louis: c2007. xvi, 492 p.
YOUNGQUIST, R. S.; THRELFALL, W. R. Current Therapy in Large Animal
Theriogenology 2 end Philadelphia, USA: Elsevier, 2007.
Disciplina
Planejamento e Administração de Agronegócios
Semestre
8º
Carga horária:
Código
MEDV
Pré-requisito:
36h
EMENTA: História da Administração e da Contabilidade rural. A contabilidade rural como
110
instrumento fiscal e de gestão. Elementos de contabilidade e de gestão em estabelecimentos
agrícolas e familiares. Balanços parcial e geral. Otimização de decisão em bases multicriteriais.
Análise de riscos e de custo-benefício. Planejamento Agropecuário.
Bibliografia Básica:
BRUM, A. L.; MULLER, P. K. Aspectos do Agronegócio no Brasil. Unijui, 2009.
HERÉDIA, B. MEDEIROS, L., PALMEIRA, M. e LEITE, S. P. Sociedade e economia do
agronegócio no Brasil. Caxambu: Anpocs, 2009. MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à
Administração 7 ed. São Paulo: Atlas, 2007, 404 p.
OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento Estratégico: Conceitos, Metodologia e Práticas, 25 ed:
São Paulo: Atlas, 2008, 331p.
Bibliografia Complementar:
FLOSI, F. Marketing na Veterinária: como se posicionar eticamente através do marketing
no mercado de trabalho da medicina veterinária. 2. ed. São Paulo: Varela, 2001. 102 p.
MARION, J. C. Contabilidade rural: contabilidade agrícola, contabilidade da pecuária,
imposto de renda-pessoa jurídica. 10 ed. São Paulo: Atlas 2009 254p.
MARION, J. C.. Contabilidade da Pecuária. 7 ed. Atlas 2004. 216p.
Disciplina:
Tecnologia de Produtos de Origem Animal
Semestre:
8º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
90h
EMENTA: Cadeia produtiva do leite. Conceito, composição, tipos de leite e processos de
beneficiamento. Formação e excreção do leite, ordenha. Fatores que afetam a qualidade do leite
e derivados. Testes de plataforma. Tratamentos térmicos. Boas Práticas de Fabricação e
Análises de Perigos e Pontos Críticos de Controle. Instalações de laticínios. Tecnologia de
111
fabricação da manteiga, queijo, leites desidratados, modificados, fermentados. Preparação de
sobremesas e bebidas lácteas e de outros produtos derivados do leite. Padrões físico-químicos
e microbiológicos do leite e derivados. Legislação. Cadeia produtiva da carne. Tecido muscular.
Composição química e fatores que afetam a qualidade da carne. Carnes processadas. Abate de
animais de açougue, obtenção de alimentos comestíveis para o homem e subprodutos
destinados à alimentação animal e outros fins industriais. Boas Práticas de Fabricação e
Análises de Perigos e Pontos Críticos de Controle. Classificação e avaliação de carcaça.
Construção de matadouros-frigoríficos e fábrica de conservas. Conservação dos produtos e
subprodutos de carne e pescado. Preparação e conservação de peles e couros. Legislação.
Bibliografia Básica:
Artigos científicos.
DECRETO Nº 9.013, DE 29 DE MARÇO DE 2017.
EVANGELISTA, José. Tecnologia de Alimentos. 2. ed. Rio de Janeiro; São Paulo:
Atheneu, 2008. 652p.
MONTEIRO, A.A.; PIRES, A.C.S.; ARAÚJO, E.A. Tecnologia de Produção de Derivados
de Leite. Série Didática. 2 ed. Viçosa – MG: Ed. UFV, 2011. 85p.
ORDÓÑEZ, J.A. et al. Tecnologia de Alimentos – Alimentos de Origem Animal, v. 2.
Porto Alegre: Editora Artmed, 2005. 279p.
GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Ciência e Qualidade da Carne –
Fundamentos. Série Didática. Viçosa, MG: Ed. UFV, 2013. 197p.
GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Tecnologia de abate de tipificação de
carcaças. Viçosa: Editora UFV, 2006. 370p.
LAWRIE, R. A. Ciência da carne. Porto Alegre: Editora Artmed, 2005. 384p.
112
ACE07 – Medicina do Coletivo
Disciplina
Semestre
8º
Carga horária
Código
MEDV
Pré-Requisito
80h
EMENTA: A atividade curricular de faz parte do projeto intitulado de “Medicina do coletivo”.
A medicina veterinária do coletivo surgiu para propiciar a interdisciplinaridade na profissão,
promovendo a atuação do médico veterinário na sociedade, interagindo profissionalmente com
a sociedade, utilizando e interligando áreas do conhecimento para maximizar saúde pública e
bem estar animal, incluindo programas de educação ambiental, conscientizações, cirurgias de
esterilização de cães e gatos errantes, abordagem aos cavalos de tração urbana. A atividade
curricular de extensão será ministrada por docentes médicos veterinários com experiências na
área de clínica médica de pequenos animais, clínica médica de equinos e cirurgia. Contará com
a participação de servidores técnicos, médicos veterinários que auxiliarão na realização de
diversas atividades em prol da promoção da saúde animal. A ACE será realizada através de
discussões em grupos de assuntos atuais, previamente estabelecidos, a atuação do médico
veterinário na saúde pública e medicina do coletivo. As atividades práticas serão muitas vezes
equivalentes às aulas prática de disciplinas ministradas no mesmo período letivo e contará com
a atuação dos discentes em atendimentos clínicos e cirúrgicos (castração) de animais de
companhia e equinos oriundo de bairros vulneráveis, como também, na realização de exames
laboratoriais de animais errantes e de tutores carentes.
Bibliografia Básica:
FEITOSA, F.L.F. Semiologia Veterinária: A arte de Diagnóstico. São Paulo: Roca, 2004.
NELSON, R. W.; COUTO, C. G. Medicina interna de pequenos animais. 2. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
THOMASSIAN, A. Enfermidades dos Cavalos. São Paulo:Varela,4°ed.,2005,573p
Bibliografia Complementar:
ETTINGER, S. J.; FELDMAN, E. C. Tratado de Medicina Interna de cães e gatos. 4. ed.
113
São Paulo: MANOLE, 1997.
MEDLEAU,L. Dermatologia de Pequenos Animais – Atlas Colorido e Guia Terapêutico.São
Paulo:Roca,2003,368p.
RADOSTITS, O.M.; MAYHEW, I.G.J., HOUSTON, D.M. Exame Clínico e Diagnóstico em
Veterinária. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000
SOARES, D F M. Introdução a Medicina Veterinária do Coletivo. Aspectos do Manejo
Polulacional de cães e gatos. Caderno Tecnico de Veterinaria e Zootecnia,n.23, 2016. 77p.
STASHAK,T.S. Claudicação em Eqüinos Segundo Adams.São Paulo:Roca,5°ed,2005,1112p
9º PERÍODO
Disciplina:
Biotecnologia da reprodução
Semestre:
9º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54h
EMENTA: Estratégias de manipulação endócrina e natural da reprodução animal, com base
aplicada a potencialização reprodutiva de machos e fêmeas, além da criopreservação de
gametas e embriões, clonagem, transgênese e outras biotécnicas reprodutivas de vanguarda.
Bibliografia Básica:
BALL, P. J. H. Reprodução em bovinos. 3. ed. São Paulo: Roca, 2006. 232 p.
FREITAS, V. J. F.; FIGUEIREDO, J. R.; GONÇALVES, P. B. D. Biotécnicas aplicadas à
reprodução animal 2 ed. São Paulo: Roca, 2008, 395p.
HAFEZ, B; HAFEZ, E. S. E. (ed.). Reprodução animal. 7. ed. Barueri,SP: Manole, 2004, 513
p.
LEY, W. B. Reprodução em éguas: para veterinários de eqüinos. São Paulo: Roca, 2006, 220
114
p.
AISEN E.G., BICUDO, S.D. Reprodução ovina e caprina. São Paulo, 2008. 203 p.
Bibliografia Complementar:
ALLEN, W. E. Fertilidade e obstetrícia canina. Zaragoza: Acribia, 1992. 244 p.
ALLEN, W. E.; DUCAR MALUENDA, P. Fertilidade e obstetrícia equina. Zaragoza
(España): Acribia, 1994. 237 p.
INSEMINAÇÃO artificial em bovinos: convencional e em tempo fixo. Viçosa, MG: Centro
de Produções Técnicas, 2009. 1 Disco Laser (90 min); NTSC: sonor, color.; + 1 manual
(266p.:il; 23 cm) (Reprodução; 5626)
JOHNSTON, S. D.; ROOT KUSTRITZ, M. V.; OLSON, P. S.
Canine and Feline
Theriogenology Philadelphia: Saunders College Publishing, 2011, 592p.
YOUNGQUIST, R. S.; THRELFALL, W. R. Current Therapy in Large Animal
Theriogenology 2 ed. Philadelphia, USA: Elsevier, 2007.
Acervo Periódicos Capes
Disciplina:
Clínica Cirúrgica de Grandes Animais
Semestre:
9º
Carga horária:
72h
Código:
MEDV
Pré-requisito:
MEDV – Anestesiologia do 5º.
MEDV – Técnica Cirúrgica do 7º.
EMENTA: Noções de desinfecção e antissepsia no campo. Avaliação Clínica- Cirúrgica.
Fluidoterapia. Controle da Dor. Antibioticoterapia. Técnicas cirúrgicas do sistema reprodutor
do macho e da fêmea, do aparelho digestório. Fraturas. Cirurgias relacionadas aos tendões e
ligamentos. Neurectomia. Amputação. Descorna e amochamento; Osteossínteses. Trepanação.
Bibliografia Básica:
115
AUER, J. A; STICK, J. A. Equine surgery. 3 th ed. Philadelphia: 2006, 1390 p.
FUBINI, S. L; DUCHARME, N. G. Farm animal surgery. St. Louis, Mo.: 2004. 607p.
TURNER, A. S.; MCILWRAITH, C. W. Técnicas cirúrgicas em animais de grande porte.
São Paulo: Roca, 2002 341p.
Bibliografia Complementar:
Anais dos Congressos Brasileiros de Cirurgia e Anestesiologia Veterinária
HENDRICKSON, D.A. Cuidado de Ferimentos para Veterinários de Equinos. 1 ed. São
Paulo: Roca, 2006 200p.
ORSINI,J.;DIVERS.T. Equine Emergencies: Treatment and Procedures 3 ed. Elsevier,
2007 864p.
Disciplina:
Extensão Rural
Semestre:
9º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54h
EMENTA: A institucionalização da extensão rural no mundo e no Brasil. Comunidade,
lideranças e movimentos sociais. Difusão e adoção de tecnologia. O campo extensionista como
educação e prática social. Elaboração de planos/projetos de atuação profissional.
Cooperativismo.
Bibliografia Básica:
FREIRE, Paulo. Extensão ou Comunicação?. 13 ed. São Paulo: Paz e Terra, 1977, 93p.
GONÇALO, José Evaldo. Reforma Agrária Como Política Social Redistributiva. Brasília:
Plano, 2001. (Terceiro Milênio).
TROSTER, Roberto Luis. Um Novo Século, Um Novo Brasil. São Paulo: Makron Books,
2001.
116
Bibliografia Complementar:
DEMAJOROVIC, Jacques. Sociedade de Risco e Responsabilidade Socioambiental. São
Paulo: Senac São Paulo, 2001.
FERNANDES, Bernardo Mançano. Questão Agrária, Pesquisa e MST. São Paulo: Cortez,
2001. (Questão da Nossa Época, V. 92).
SORJ, Bernardo. A Nova Sociedade Brasileira. 3 ed. Rio de Janeiro: Jorge Zerah, 2006.
VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável o Desafio do Século XXI.2 ed. Rio de
Janeiro: Garamond, 2006.
Disciplina:
Inspeção de Produtos de Origem Animal
Semestre:
9º
Carga horária:
90h
Código:
MEDV
Pré-requisito:
MEDV - Tecnologia de Produtos
de Origem Animal do 8º.
EMENTA: Inspeção Industrial e Sanitária na produção, elaboração e comercialização de carnes
e produtos derivados. Definição de leite. Produção higiênica do leite. Tipificação do leite e sua
regulamentação. Metodologia de coleta de amostras. Causas de alterações normais e anormais.
Principais análises físicas, químicas e microbiológicas de rotina. Classificação dos produtos
lácteos comestíveis e não comestíveis. Inspeção sanitária e industrial do leite e derivados.
Resíduos agroindustriais. Conhecimento da legislação específica.
Bibliografia Básica:
PARDI, M.C. et al. Ciência higiene e tecnologia da carne. Goiânia. UFG Editora. 1993, 2 v.
PINTO, P.S.A. Inspeção e Higiene de Carnes. Viçosa, MG: Ed. UFV, 2008. 320p.
BRASIL. Leis, Decretos etc. Regulamento de inspeção industrial e sanitária de produtos
117
de origem animal. Aprovado pelo Decreto 30.691, de 29/03/52, alterado pelos Decretos 1.255,
de 25/06/1962; 1236, de 02/09/1994; 1812, de 02/08/1996; e 2244, de 04/06/1997. Brasília,
Ministério da Agricultura, 1997. 174p.
TRONCO, Vania Maria. Manual para inspeção da qualidade do leite. 5. ed. – Santa
Maria: Ed. da UFSM, 2013. 208p.
Bibliografia Complementar:
BRASIL. Ministério da Agricultura. Departamento Nacional de Produtos Animais. Inspeção
de carnes. Departamento de técnicas, instalações e equipamentos; Vol. 1 - Bovinos, Brasília,
1971, 198p.
INFANTE, G.J.; DURÃO, J.C. Manual de inspeção sanitária de carnes. Fundação Calouste
Gulbenkian, 1985, 561p.
THORNTON, H. Compêndio de inspeção de carnes. 5. ed. São Paulo: Ed. Fremag, 1969,
665p.
MONTAGEM de pequeno abatedouro e cortes comerciais de ovinos. Viçosa, MG: Centro
de Produções Técnicas, 2008. 1 disco laser (54 min.): NTSC: son., color.; + 1 manual (246 p. :
il. ; 23 cm), 1 planta (Série criação de ovinos).
PARDI, M.C. Memória da inspeção sanitária e industrial de produtos de origem animal no
Brasil: o serviço de inspeção federal - SIF. Brasília: Columbia, 1996. 170p.
Disciplina:
Obstetrícia Veterinária
Semestre:
9º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54h
EMENTA: Aspectos fisiológicos e patológicos da gestação em animais domésticos,
mecanismos do parto e estratégias intervencionistas em casos de distocias (tomada de decisões
em obstetrícia, procedimentos conservadores ou cirúrgicos). Puerpério e patologias puerperais.
118
Bibliografia Básica:
GRUNERT, E.; BOVE, S.; STOPIGLIA, A. V. Manual de obstetrícia veterinária Porto
Alegre: Sulina, 1973, 179p.
PRESTES, N. C.; LANDIM-ALVARENGA, F. C. Obstetrícia veterinária. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006, 241p
TONIOLLO, G. H.; VICENTE, W. R. R. Manual de obstetrícia veterinária. 2. ed. São Paulo:
Varela, 2003. 124 p.
Bibliografia Complementar:
BALL, P. J. H. Reprodução em bovinos. 3. ed. São Paulo: Roca, 2006. 232 p.
JACKSON, Peter G. G. Obstetrícia veterinária. 2. ed. São Paulo: Roca, 2006, 328 p.
LEY, W. B. Reprodução em éguas: para veterinários de eqüinos. São Paulo: Roca, 2006, 220
p.
AISEN, E. G.; BICUDO, S. D.Reprodução ovina e caprina. São Paulo: 2008. 203 p.
SANTOS, M. H. B.; OLIVEIRA, M. A. L.; LIMA, P. F.Diagnóstico de gestação na cabra e
na ovelha São Paulo: Varela, 2004, 157p.
Disciplina:
ACE08 – Ação continuada para ruminantes – aprender e ensinar
Semestre:
9º
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
70h
EMENTA: A atividade curricular de faz parte do projeto intitulado de “Medicina do coletivo”.
A atividade curricular de extensão será ministrada por uma equipe multidisciplinar de docentes
envolvidos na área de clínica de ruminantes, reprodução animal e inspeção e tecnologia de
produtos de origem animal. Além de contar com a participação do corpo de servidores técnicos
médicos veterinários. Com o objetivo de promover o desenvolvimento da atividade pecuária do
estado de Alagoas, a ACE prestará uma assistência multidisciplinar para difusão de informações
119
técnica e capacitação dos alunos do curso de medicina veterinária da UFAL e dos produtores
rurais do estado. Serão contemplados pela atividade: pequenos, médios e grandes criadores de
ruminantes, que serão atendidos, através de visitas técnicas in loco; os proprietários que
encaminharem seus ruminantes para atendimento no Hospital Veterinário Universitário (HVU),
todos esses atendimentos visam a determinação dos principais problemas sanitários e
reprodutivos dos rebanhos. Além disso serão visitados produtores/fornecedores artesanais de
produtos de origem animal; cooperativas para o reconhecimento dos entraves a produção da
produtos de origem animal de qualidade. Uma vez levantado os problemas, alternativas serão
elaboradas pelo corpo de servidores e discentes e então serão desenvolvidas visitas técnicas,
dias de campo, palestras de conscientização, workshops, atendimento de casos animais no
HVU, formulação de projetos e elaboração de relatórios técnicos, norteado na solução dos
diferentes problemas observados entre os produtores.
Bibliografia Básica:
ANDRADE, L. A. B.; SILVA, E. P. A Universidade e sua relação com o outro: um conceito
para extensão universitária. Educação Brasileira, v. 23, n. 47, p. 65-79, 2001.
BUFFA, E.; CANALES, P. R. Extensão: meio de comunicação entre universidade e
comunidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 9, n.1, p. 157-169, jan./jun. 2007.
Fórum de Pró-Reitores das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras
(FORPROEX). 2012. Política Nacional de Extensão Universitária. Imprensa Universitária.
UFSM. 68p. Disponível em: <http://proex.ufsc.br/files/2016/04/Pol%C3%ADtica-NacionaldeExtens%C3%A3o-Universit%C3%A1ria-e-book.pdf>.
ALMEIDA, E. S. Diagnóstico da pecuária leiteira dos municípios de Batalha, Major Izidoro e
Craíbas, do Estado de Alagoas. Rio Largo: Universidade Federal de Alagoas, 2012. 66p.
Dissertação (mestrado em Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias) – Universidade Federal
de Alagoas. 2012.
Bibliografia Complementar:
120
RIET-CORREA B., SIMÕES, S.V.D., PEREIRA FILHO, J.M., AZEVEDO, S.S.A., MELO,
D.B., BATISTA, J.A., MIRANDA NETO, E.G., RIET-CORREA, F. Sistemas produtivos de
caprinocultura leiteira no semiárido paraibano: caracterização, principais limitantes e avaliação
de estratégias de intervenção. Pesquisa Veterinária Brasileira, v. 33, n. 3, p. 345-352. 2013.
DISCIPLINAS ELETIVAS - EMENTÁRIO
Disciplina:
Educação e diversidade étnico-racial
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
EMENTA: Debate sobre etnocentrismo; história da exploração dos povos indígenas e negros;
minorias sociais (as políticas de ações afirmativas ao longo dos séculos no Brasil); questões
étnico-raciais: povos indígenas e quilombolas; cidadania e direitos humanos; políticas públicas
para a educação no Brasil; Legislação brasileira: a Constituição da República Federativa
Brasileira de 1988, Lei n. 10.639/03 (História e Cultura Afro-brasileira nas escolas), 11.645/08
(História e Cultura Afro-brasileira e Indígena nas escolas) e 12.288/10 (Estatuto da Igualdade
Racial); as ações afirmativas com recorte étnico-racial no ensino superior brasileiro (acesso,
permanência, produção do conhecimento e mudança curricular).
Bibliografia básica:
BENEVIDES, Maria Vitória. Cidadania e Direitos Humanos. São Paulo: IEA/USP.
CANCLINI, Néstor García. Culturas Híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade.
Tradução de Ana Regina Lessa e Heloísa Pezza Cintrão. São Paulo: EDUSP, 1997.
CARVALHO, José Jorge de. A política de cotas no ensino superior: ensaio descritivo e
analítico do mapa das ações afirmativas no Brasil. Brasília: INCT/CNPq/UnB/MEC, 2016.
FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Bahia: Editora Edufba, 2008.
121
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
MUNANGA, Kabengele. Algumas considerações sobre raça, ação afirmativa e identidade
negra
no
Brasil:
fundamentos
antropológicos.
Revista
USP.
Racismo
I
dezembro/janeiro/fevereiro de 2005-2006. p. 46 57.
ROCHA, Everaldo P. Guimarães. O que é Etnocentrismo. São Paulo: Brasiliense, 1984.
Legislação:
ALAGOAS. Lei n. 6.542, de 7 de dezembro de 2004. Estabelece reserva de vagas nas
universidades públicas do estado para alunos egressos da rede pública de ensino. Diário Oficial
do Estado de Alagoas, 8 dez. 2004.
BRASIL. Lei n. 6.001, de 19 de dezembro de 1973. Dispõe sobre o Estatuto do Índio. Diário
Oficial da União, 21 dez. 1973.
. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm>. Acesso em: 30 out.
2018.
. Lei n. 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/2003/L10.639.htm>. Acesso em: 30 out. 2018.
. Lei n. 11.645, de 10 de março de 2008. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Lei/L11645.htm>. Acesso em:
30 out. 2018.
. Lei n. 12.288, de 20 de julho de 2010. Institui o Estatuto da Igualdade Racial; altera as Leis
nos 7.716, de 5 de janeiro de 1989, 9.029, de 13 de abril de 1995, 7.347, de 24 de julho de 1985,
e 10.778, de 24 de novembro de 2003. Diário Oficial da União, 21 jul. 2010.
. Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). Brasília: SEDH/PR, 2010.
. Supremo Tribunal Federal. Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 186.
Distrito Federal, 26 abr. 2012.
. Lei n. 12.711, de 29 de agosto de 2012. Dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e
nas instituições federais de ensino técnico de nível médio e dá outras providências. Diário
Oficial da União, 30 ago. 2012.
122
. Decreto n. 7.824, de 11 de outubro de 2012. Regulamenta a Lei n. 12.711, de 29 de agosto de
2012. Diário Oficial da União, 15 out. 2012.
. Lei n. 12.900, de 9 de junho de 2014. Reserva aos negros 20% (vinte por cento) das vagas
oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no
âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas
públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União. Diário Oficial da União,
10 jun. 2014.
. MEC. Portaria Normativa n. 18, de 11 de outubro de 2012. Dispõe sobre a implementação de
reservas de vagas em instituições federais de ensino de que tratam a Lei n. 12.711, de 29 de
agosto de 2012, e o Decreto n. 7.824, de 11 de outubro de 2012. Diário Oficial da União, seção
1, p. 16, 7 jul.
2015.
. MEC. Portaria Normativa n. 13, de 11 de maio de 2016. Dispõe sobre a indução de Ações
Afirmativas na Pós-Graduação, e dá outras providências. Diário Oficial da União, seção 1, p.
47, 12 maio 2016.
MACEIÓ. Lei municipal n. 5.921, de 22 de setembro de 2011. Dispõe sobre a criação da
Semana de estudos da diversidade étnico-racial e dá outras providências. Secretaria da Câmara
Municipal de Maceió, Diário Oficial de Munic31 dez. 1998.
Bibliografia complementar:
CHAUI, Marilena. O que é Ideologia. São Paulo: Brasiliense, 1980. (Coleção Primeiros
Passos).
FANON, Frantz. Os Condenados da Terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1979.
GOMES, Nilma Lino. Diversidade étnico-racial, inclusão e equidade na educação
brasileira: desafios, políticas e práticas. RBPAE, v. 27, n. 1, p. 109-121, jan./abr. 2011.
IBASE. Cotas raciais: por que sim? 3. ed. Rio de Janeiro: Ibase, 2008.
MUNANGA, Kabengele. (Org.). Estratégias e políticas de combate à discriminação racial.
São Paulo: EDUSP, 1996.
123
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro. São Paulo: Cia. das Letras, 2006.
SANTANA, Jusciney Carvalho. Tem preto de jaleco branco? Os primeiros 10 anos de
políticas afirmativas no curso de Medicina da Ufal (2005-2015).
Maceió: Edufal, 2017.
SCHUCMAN, Lia Vainer. Entre o encardido, o branco e o branquíssimo: branquitude,
hierarquia e poder na cidade de São Paulo. São Paulo: Annablume, 2014.
Disciplina:
Acupuntura Veterinária
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
EMENTA: Introdução à Medicina Tradicional Chinesa. História da Acupuntura; Cinco
elementos; Yin Yang; Zang Fu,: Órgãos e Vísceras; Meridianos de Pequenos animais;
Meridianos de Equinos;|Técnicas de Aplicação: tipos de Agulha, Moxabustão, Ventosa e
Eletroacupuntura; Tratamento de Afecções em Pequenos animais; Tratamento de Afecções em
Equinos. Rotina ambulatorial.
Bibliografia básica:
DRAEHMPAEHL,D.;ZOHMANN,A. Acupuntura no cão e no gato. São Paulo:Roca, 1997,245
p.
SHOEN,A.M. Acupuntura Veterinária: Da Arte Antiga à Medicina Moderna. São Paulo:Roca,
2 ed., 2006, 603 p.
Disciplina:
Análise de variância e delineamentos estatísticos aplicados à
experimentação animal
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
54 h
124
Código:
MEDV
Pré-requisito:
EMENTA: Contribuição da estatística à experimentação animal e princípios básicos da
experimentação; respostas medidas; estatísticas descritivas; comparação de grupos
experimentais; análise de variância; delineamentos experimentais e testes de comparação de
médias.
Bibliografia Básica:
FARIAS, A. A.; CÉSAR, C. C.; SOARES, J. F. Introdução à estatística. 2. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2003. xiii, 340 p.
KAPS, M.; LAMBERSON, W. R. Biostatistics for Animal Science. 2. ed. Cambridge: CABI,
2007. 445p.
PETRIE, A.; WATSON, P. Estatística em ciência animal e veterinária.
Bibliografia Complementar:
PAGANO, M.; PAIVA, L. S. C. (Trad). Princípios de bioestatística. Thompson, 2004. 506p.
PETERNELLI, L. A.; MELLO, M. P. Conhecendo o R: uma visão estatística. Viçosa: UFV,
2011. 185 p.
RIBEIRO JÚNIOR, J. I. Análises estatísticas no excel: guia prático. Viçosa: UFV, 2004. 251
p.
SAMPAIO, I. B. M. Estatística aplicada à experimentação animal. 3. Ed. Belo Horizonte:
FEPMVZ, 2007.
VIEIRA, S. Bioestatística: tópicos avançados, testes não-paramétricos, tabelas de
contingências e análise de regressão. 2. ed. rev. e atual. Rio de janeiro: Elsevier, 2003 216 p.
Disciplina:
Bases em Técnicas Hospitalares
125
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
EMENTA: Rotina. Higiene. Infecção hospitalar. Injeções. Tricotomia. Fluidoterapia.
Monitoramento cardíaco e respiratório. Acompanhamento de animais hospitalizados: exame
clínico, colheita e remessa de material, interpretação de exames complementares, diagnóstico e
prognóstico, aplicação das técnicas terapêuticas adequadas. Pré e pós operatórios.
Bibliografia básica:
FOSSUM, Thereza Welch Cirurgia de Pequenos Animais 2. ed. São Paulo: Roca, 2005, 1390
p.
SLATTER,D. Manual de Cirurgia de Pequenos Animais 3 ed. São Paulo: Manole, 2007
.v1,v2, 2780p .
ETTINGER, S. J.; FELDMAN, E. C. Tratado de Medicina Interna Veterinária: doenças do
cão e do gato. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 2 v.
NELSON, R. W.; COUTO, C. G. Medicina interna de pequenos animais. 3. ed. Rio de
Janeiro: Mosby, 2006. 1324 p
BEER, J., Doenças Infecciosas em Animais Domésticos, São Paulo: Roca,1988.
BIRGEL,H.; BENESI,F.J., Patologia Clinica Veterinária. 1982.
DOXEY,D.L, Patologia Clínica e Métodos de Diagnósticos, 1985.
MEDLEAU,L. Dermatologia de Pequenos Animais – Atlas Colorido e Guia Terapêutico.2.
ed. São Paulo: Roca, 2009, 512 p.
Disciplina:
Bioclimatologia
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
126
EMENTA: Introdução ao estudo da bioclimatologia animal: interação ambiente - animal.
Combinações dos elementos climáticos, macro e microclimas. Efeitos do ambiente sobre o
animal (crescimento, fertilidade, nutrição e produtividade dos animais domésticos). Reações
dos animais ao ambiente tropical. Tolerância das diversas espécies e raças ao calor tropical
(testes de adaptabilidade). Mecanismos de regulação térmica dos animais domésticos. Proteção
e conforto ambiental. Ambiência e produção animal (uso de recursos técnicos para amenizar os
efeitos negativos do clima sobre a produção animal).
Bibliografia básica:
CUNNINGHAN, J.G., Tratado de Fisiologia Veterinária, 2004
SILVA, R.G., Introdução à Bioclimatologia Animal, 2000
HOLMES, C.W. & WILLSON, G.F., A milk production from pasture, 1990
Disciplina:
Economia Rural
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
36 h
EMENTA: Princípios básicos de economia aplicada ao meio rural e ao empreendimento
pecuário, clínica e indústria alimentícia. Conhecimento de macroeconomia, microeconomia,
mercados futuros, aplicações, bolsas, commodities.
Bibliografia básica:
ARBAGE, Alessandro Poporatti Fundamentos de Economia Rural Chapecó: Argos, 2006
272 p.
NEVES, Marcos Favas, ZYLBERSZTAJN, Decio, NEVES, Evaristo Marzabal Agronegócio
do Brasil São Paulo: Saraiva, 2005, 152 p.
OLIVEIRA, Cantalicio Preto de Economia e Administração Rurais Porto Alegre: Sulina,
127
1976, 166 p.
SANTOS, Gilberto José dos Administração de Custos na Agropecuária 4 ed. São Paulo:
Atlas, 2009, 154 p
Disciplina:
Empreendedorismo e Inovação Tecnológica
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
EMENTA: Empreendedorismo: Definição e Aplicações. O papel da extensão inovadora no
fortalecimento do ensino superior e na preparação do aluno para o mercado de trabalho. Quebra
do paradigma Universidade X Empresas: Construção de aliados para o desenvolvimento
sustentável. Construção de pró-atividade e o desafio da relação interpessoal. Inovação
Tecnológica: conceitos e importância no desenvolvimento econômico. Propriedade Intelectual
PI: conceitos, patentes, marcas, desenho industrial, software, indicações geográficas, cultivares.
Patentes: legislação, histórico, estrutura, tramitação no INPI, depósitos em outros países – PCT,
período de graça, extinção do privilégio. O papel dos NIT nas ICTs. Informação Tecnológica.
Bibliografia Básica:
DOLLABELA, Eduardo. O Segredo de Luísa Rio de Janeiro: Sextante,2008, 299p.
HUNTER, James C. O Monge e o executivo: Uma história sobre a essência da liderança Rio
de Janeiro: Sextante, 2004, 139p.
MELO, Pedro; VIDIGAL , Marina. Startup Brasil São Paulo: Agir, 2011
Bibliografia Complementar:
FÓRUM NACIONAL DE GESTORES DE INOVAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE
TECNOLOGIA.
Manual básico de acordos de parceria de P, D&I : aspectos Jurídicos.
Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia ; org. Luiz Otávio
Pimentel. – Porto Alegre : EDIPUCRS, 2010. 158 p.
128
WORLD INTELLECTUAL PROPERTY ORGANIZATION. World intellectual Property
indicators. Disponível em:
http://www.wipo. int/export/sites/www/ ipstats/ en/statistics/
patents/pdf/941_2010.pdf
Leis vigentes sobre Propriedade Intelectual - PI.
Site do inpi: www.inpi.gov.br
Site do WIPO: www.wipo.int
Disciplina:
Etologia
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
36h
EMENTA: Estudo do comportamento animal aplicado dos animais domésticos, de interesse
ao
médico
veterinário.
Aprendizagem
e
instinto.
Transtornos
comportamentais.
Comportamento reprodutivo e social. Importância de uma abordagem biológica do
comportamento. Etologia como ciência descritiva e experimental. Principais problemas teóricos
e estratégias científicas.
Bibliografia Básica:
BEAVER, B.V.; Comportamento Canino – um guia para veterinários. São Paulo: Roca,
2001.
CARTHY, Howse; Comportamento Animal. São Paulo: EDUSP,1980.
LORENZ, K; Os fundamentos da Etologia. São Paulo: Editora UNESP, 1995.
JENSEN, P.; Etología de los Animales Domésticos. Zaragoza: Editorial Acribia, AS, 2004.
Bibliografia complementar:
DETHIER, V.G., STELLAR, E.; Comportamento Animal São Paulo: Ed. Edgard Blücher
ltda, 1988.
129
MASSON, J.M., McCARTHY,S.; Quando os elefantes choram São Paulo: Editorial Geração,
1997.
PARANHOS COSTA, M.J.R., CROMBERG, V.U., Comportamento Materno em
Mamíferos São Paulo: ETCO, 1998.
ROBERTS, M. O Homem que ouve Cavalos Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
Disciplina:
Fisioterapia Veterinária
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
EMENTA: Princípios da Fisioterapia veterinária. Características das lesões. Modalidades e
principais equipamentos usados em Medicina Veterinária. Afecções clínicas e cirúrgicas que
podem ser manejadas ou tratadas com recursos de fisioterapia. Exercícios. Reabilitação de
membros. Reabilitação visceral. Princípios de fisioterapia.
Bibliografia básica:
BOCKSTAHLER,
Barbara;
LEVINE, David; MILLIS,
Darryl
Essential Facts of
Physiotherapy in Dogs & Cats - Rehabilitation and Pain Management VBS VETVERLAG
GMBH, December 2004, 300p.
DYCE, K. M.; SACK, W. O.; WENSING, C. J. G. Tratado De Anatomia Veterinária ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
MCGOWAN, Catherine; GOFF, Lesley; STUBBS Narelle
Animal Physiotherapy:
Assessment, Treatment and Rehabilitation of Animals Oxford: Wiley-Blackwell, 2007, 272p.
MIKAIL, S.; PEDRO, C. R. Fisioterapia Veterinária. 2 ed. São Paulo: Manole, 200p.
REECE, W. O. Dukes - Fisiologia dos Animais Domésticos. 12 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006.
130
Disciplina:
História Afro Brasileira e Africana
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
EMENTA: História da África e dos Africanos. A luta dos negros no Brasil. A cultura Negra
Brasileira e o negro na formação da sociedade nacional. A contribuição do povo negro nas áreas
social, econômica, política e cultural para a formação da nação brasileira.
Bibliografia Básica:
CARDOSO, C. F.F. S. Agricultura, escravidão e Capitalismo Petrópolis, RJ: Vozes, 1982.
CHIAVENATO, J. J. O negro no Brasil São Paulo: Brasiliense, 1988.
FREYRE, G. Casa grande e senzala São Paulo: Brasiliense, 2000.
RANGER, T. O. História Geral da África São Paulo: África Unesco: 1991 ,vol. 7
Bibliografia Complementar:
DA MATTA, R. O que faz o Brasil, Brasil? São Paulo: Editora Rocco, 1984.
REIS, J. J. Escravidão e invenção da liberdade São Paulo: Brasiliense, 1988
RODRIGUES, N. Os africanos no Brasil São Paulo: Companhia Editora Nacional.
Disciplina:
Inglês Instrumental
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
EMENTA: Estruturas específicas e vocabulário visando à compreensão/interpretação de textos
técnicos de Medicina Veterinária na língua inglesa. Introdução e prática das estratégias de
compreensão escrita que favorecem uma leitura mais eficiente e independente de textos
131
variados. Consolidação das estratégias de leitura com aprofundamento da percepção dos
princípios lógicos envolvidos no processo da leitura. Estudo das diferenças entre as tipologias
de textos e desenvolvimento de habilidades de estudo: anotações, resumos.
Bibliografia básica:
MALEY, Alan (Ed.) Reading. 1. ed. Oxford: C. V. P., 1987.
NUTTALL, Christine. Teaching reading skill in a foreign language. 1. ed. Oxford:
Heinemann, 1982
WALTER, Catherine. Authenticreading. 1. ed. Cambridge: C.V.P., 1983
Disciplina:
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
EMENTA: Estudo dos fundamentos da Língua Brasileira de Sinais com noções práticas de
sinais e interpretação, destinado às práticas pedagógicas na educação inclusiva.
Bibliografia Básica:
BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma gramática de Língua de Sinais. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro: UFRJ, Departamento de Linguística e Filologia, 1995.
COUTINHO, Denise. Libras e Língua Portuguesa: semelhanças e diferenças. João Pessoa
Editor: Arpoador, 2000.
FELIPE, Tanya A. Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista. Brasília:
Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos, MEC, SEESP, 2001.
LOPES FILHO, Otacílio (org.) Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 1997.
132
Bibliografia Complementar:
QUADROS, Ronice M., KARNOPP, Lodernir Becker. Línguas de sinais brasileira: estudos
linguísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
SACKS, Oliver W. Vendo Vozes: uma viagem a mundo dos surdos. São Paulo: Companhia
das Letras, 1998.
SALLES, Heloísa M. M. Lima et. al. Ensino de língua portuguesa para surdos: caminhos
para uma prática. 2 v. Programa Nacional de Apoio à Educação de Surdos. Brasília, MEC,
SEESP, 2005.
Disciplina:
Marketing Veterinário
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
36 h
EMENTA: Apresentação do mercado. Clientes. Ambiente. Postura profissional e serviços.
Abordagem de clientes. Satisfação. Publicidade.
Bibliografia básica:
LODISH, L. M.; MORGAN, H. L. Empreendedorismo e marketing. Rio de Janeiro:
Campus, 2002.
PEREIRA, N. S. Marketing aplicado à clínica veterinária de animais de
estimação. São Paulo: Robe Editorial, 2001.
ROSSETTI, J. P. Introdução à Economia. São Paulo: Atlas, 2003
Disciplina:
Métodos estatísticos não-paramétricos na experimentação
animal
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
54 h
133
Código:
MEDV
Pré-requisito:
EMENTA: Conceitos básicos sobre testes de hipóteses. Introdução aos métodos não
paramétricos. Uma amostra independente. Duas amostras independentes. Duas amostras
relacionadas. Distribuição de frequência. Correlação não paramétrica. Regressão não
paramétrica simples.
Bibliografia Básica:
FARIAS, A. A.; CÉSAR, C. C.; SOARES, J. F. Introdução à estatística. 2. ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2003. xiii, 340 p.
KAPS, M.; LAMBERSON, W. R. Biostatistics for Animal Science. 2. ed. Cambridge: CABI,
2007. 445p.
PETRIE, A.; WATSON, P. Estatística em ciência animal e veterinária.
Bibliografia Complementar:
PAGANO, M.; PAIVA, L. S. C. (Trad). Princípios de bioestatística. Thompson, 2004. 506p.
PETERNELLI, L. A.; MELLO, M. Conhecendo o R: uma visão estatística. Viçosa: UFV,
2011. 185 p.
RIBEIRO JÚNIOR, J. I. Análises estatísticas no excel: guia prático. Viçosa: UFV, 2004. 251
p.
SAMPAIO, I. B. M. Estatística aplicada à experimentação animal. 3. Ed. Belo Horizonte:
FEPMVZ, 2007.
VIEIRA, S. Bioestatística: tópicos avançados, testes não-paramétricos, tabelas de
contingências e análise de regressão. 2. ed. rev. e atual. Rio de janeiro: Elsevier, 2003 216 p.
134
Disciplina:
Microbiologia de Produtos de Origem Animal
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
36 h
EMENTA: Introdução à microbiologia de alimentos; Coleta, transporte e preparação de
amostras de alimentos para análise; Fatores intrínsecos e extrínsecos que controlam o
desenvolvimento de microrganismo nos alimentos; Microrganismos indicadores: sua
importância e métodos de contagem: Contagem de microrganismos aeróbios estritos e aeróbios
anaeróbios facultativos viáveis, contagem de microrganismos anaeróbios estritos e aeróbios
anaeróbios, facultativos viáveis. Colheita e preparo de amostras para análise microbiológica;
Plano de amostragem por atributos; Teste da redução do azul de metileno – redutase; Métodos
de contagem de microrganismos – técnica no Número Mais Provável (NMP) e Unidades
Formadoras de Colônia (UFC); Microrganismos patogênicos com importância em alimentos:
características, distribuição, principais alimentos envolvidos em surtos, mecanismos de
patogenicidade, medidas preventivas e de controle, métodos convencionais de isolamento
segundo a recomendação da legislação nacional vigente e órgãos internacionais - Clostridium
botulinum, Clostridium perfringens, Bacillus cereus, Staphylococcus aureus, Listeria
monocytogenes, Escherichia coli patogênica (EPEC, EIEC, ETEC, EHEC, AggEC),
Salmonella, Campylobacter, Shigella, Yersinia enterocolitica, Vibrio cholerae, Vibrio
parahemolyticus, Vibrio vulnificus, Aeromonas hydrophila, Plesiomonas shigelloides, fungos
toxigênicos, viroses de origem alimentar; Microbiologia da carne; Microbiologia do leite;
Microbiologia do pescado; Microbiologia de ovos; Microbiologia do mel; Padrões
microbiológicos da legislação de alimentos; Métodos rápidos para detecção de
microrganismos em alimentos.
Bibliografia básica:
ALTANIR , J.Gava Princípios de Tecnologia de Alimentos São Paulo: Nobel, 1998
BARTELS, H. [et al.] Inspeccion Veterinaria de la Carne Zaragoza: Acribia. 1980.
FORSYTHE, Stephen J. Microbiologia da Segurança dos Alimentos 2 e d 2013 São Paulo:
135
Artmed, 2013, 603p.
FRANCO, Bernadette D. G. De M. Microbiologia dos Alimentos 2 ed. São Paulo: Atheneu,
2003, 182 p.
JAY, James M. Microbiologia de Alimentos 6 ed. São Paulo: Atheneu, 2005, 712p.
Disciplina:
Odontologia Veterinária
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
36 h
EMENTA: Introdução, Histórico, Anatomia dental, doença periodontal, etiologia, patogenia.
Tratamento da doença periodontal. Endodontia, doenças da polpa. Tratamento endodôntico.
Restauração dentária. Conceitos básicos em ortodontia. Cirurgia: Neoplasias, glândula salivar,
piodermite de dobra. Doenças da cavidade oral de felinos. Odontologia em eqüinos.
Odontologia em Silvestres. Demonstração prática.
Bibliografia básica:
BELLOWS, Jan Feline Dentistry: Oral Assessment, Treatment, and Preventative Care WileyBlackwell 2010, 328p.
DEFORGE, Donlad. H. Atlas of Veterinary Dental Radiology. Wiley 2000, 294p.
GIOSO, M.A. Odontologia veterinária para os clínicos de pequenos animais, 2 ed. São
Paulo: Manole, 2003, 160 p.
GORREL, Cecilia Odontologia na Clínica Veterinária 2010
São Paulo: Elsevier, 2010,
256p.
GORREL, Cecilia Veterinary Dentistry for the General Practitioner 2e Saunders 2013,
240p.
HOLMSTROM, Steven E Veterinary Dentistry: A Team Approach, 2e Saunders 2012, 448p.
VERSTRAETE, F.J.M. Self Assesment ColourReview of Veterinary Dentistry, CRC Press,
136
1999, 192p.
Disciplina:
Oftalmologia Veterinária
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
36 h
EMENTA: Anatomia do olho. Principais doenças. Clínica do olho. Cirurgias do olho.
Bibliografia básica:
CRISPIN, S. Notes on veterinary ophthalmology. Oxford: Blackwell Science Ltd., 2005.
385p.
GELATT, K. N. Veterinary ophthalmology. 3 ed. Philadelphia: Lippincott, Williams &
Wilkins, 1999. 1544p.
GELATT, K. N., GELATT, J. P. Veterinary ophthalmic surgery. Philadelphia: Elsevier Ltd.
2011. 400p.
MARTIN, C. L. Ophthalmic disease in veterinary medicine. London: Manson Publishing,
2009. 512p.
SLATTER, Douglas H. Fundamentos da Oftalmologia Veterinária 3 ed. São Paulo: Roca,
2005, 666p.
WALDE, I.; SCHÄFFER, E. H.; KÖSTLIN, R. G. Atlas de clínica oftalmológica do cão e do
gato. São Paulo: Manole, 1998. 360p.
WILLIAMS D., BARRIE K. Handbook of Veterinary Ocular Emergencies. Philadelphia:
Elsevier Ltd., 2002.
137
Disciplina:
Perícia Veterinária Forense
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
36 h
EMENTA: Aspectos básicos da legislação na área de Medicina Veterinária Legal; Atuação do
profissional em Medicina Veterinária Legal. Noções: Direito e Criminalística; Identificação e
Genealogia; Patologia Forense; Tanatologia; Traumatologia; Toxicologia Forense; Exames
Laboratoriais em perícias; Normas relativas aos produtos de origem animal e funcionamento de
estabelecimentos
veterinários
e
correlatos;
Normas
relativas
à
produção,
testes,
armazenamento, comercialização e controle de medicamentos de uso animal; Legislação e
exames de determinação de resíduos de medicamentos em produtos de origem animal; Normas
relativas ao trânsito nacional e internacional de animais; Maus tratos dos animais e danos ao
meio ambiente; Realização de exames periciais por Médicos Veterinários e Elaboração de
laudos, pareceres técnicos e demais documentos judiciais.
Bibliografia básica:
BANDARRA, E.P.; SEQUEIRA, J.L. Tanatologia: Fenômenos Cadavéricos Abióticos.
REVISTA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA DO CRMV- SP, São Paulo,
v.2, nº 1, p.59-63, 1999.
BANDARRA, E.P.; SEQUEIRA, J.L. Tanatologia: fenômenos cadavéricos transformativos.
REVISTA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA DO CRMV- SP, São
Paulo, v.2, nº 3, p.72-76, 1999.
BARDALE, Rajesh. Principles of forensic medicine and toxicology. New Delhi, Índia:
Jaypee
Brothers
Medical
Publishers,
2011.
ISBN
9789350254936
https://bv4.digitalpages.com.br/?0from=#/edicao/9789350254936
CHENG, L; CHANG, D.Y. Molecular Genetic Pathology. Springer eBooks XII, 788 p. 392
illus.,
274
illus.
in
color
ISBN
9781597454056.
https://link.springer.com/book/10.1007%2F978-1-59745-405-6
138
FRANÇA, Genival Veloso Medicina Legal; Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, , 2012, 330p.
MARCONDES, C. B. Entomologia Médica e Veterinária São Paulo: Atheneu, 2001, 432 p.
OLIVEIRA-COSTA, J. (Org.) . Entomologia Forense - Quando os insetos são Vestígios.
Campinas: Millennium, 2003. 257 p.
PAARMANN, K. Medicina Veterinária Legal 2 ed. São Paulo: Varela, 2006, 175p.
TOCHETTO, Domingos Balística Forense - Aspectos Técnicos e Jurídicos 6ed São Paulo:
Millennium, 2011, 432p.
Disciplina:
Podologia
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
36 h
EMENTA: Anatomia do Casco e unhas. Fisiologia dos cascos e Unhas. Equipamentos.
Contenção. Afecções: Causas, Achados Clínicos, Profilaxia. Correção. Manejo. Cirurgias.
Bibliografia básica:
DYCE, K.M., SACK, W.O., WENSING, C.J.G. O membro posterior dos
ruminantes. In: Tratado de Anatomia Veterinária, 2 ed. Editores:, K.M. Dyce,
W.O. Sack, C.J.G. Wensing. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,.1997, p.589-597
NICOLETTI, José Luiz de Mello Podologia Bovina São Paulo: Manole, 2004, 130p.
RADOSTITS, O.M. Exame Clínico e Diagnóstico em Veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2002.
ROSENBERGER, G. Exame Clínico dos Bovinos. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1990.
SMITH, B. P. Medicina Interna de Grandes Animais. 3. ed. São Paulo: Manole, 2006.
139
Disciplina:
Práticas Veterinárias em Clínica de Ruminantes
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
EMENTA: Estabelecer a correlação entre conhecimentos teóricos e aspectos práticos de
afecções de ruminantes, através do acompanhamento da rotina do Ambulatório de Grandes
Animais do Hospital Veterinário e animais enfermos da fazenda São Luiz, além de visitas
técnicas as propriedades rurais. A consolidação de conceitos será através da apresentação e
discussão de casos clínicos e leitura de textos complementares em sala de aula.
Bibliografia básica:
SMITH, B. P. Medicina Interna de Grandes Animais. 3. ed. São Paulo: Manole, 2006.
ROSENBERGER, G. Exame Clínico dos Bovinos. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1990
PUGH, D.G. Clínica de caprinos e ovinos. 1° ed. London: Roca, 2004.
Bibliografia complementar:
REBHUN, W.C. Doenças do Gado Leiteiro. São Paulo: Roca. 2000.
TOKARNIA, C.H.; DÖBEREINER, J.; PEIXOTO, P.V. Plantas tóxicas do Brasil. Editora
Helianthus, Rio de Janeiro, 2000, 310 p.
GARCIA, M.; DELLA LIBERA, A.M.M.P.; BARROS FILHO, I.R. Manual de Semiologia e
Clínica dos Ruminantes. São Paulo: Varela, 1996.
The Merck Veterinary Manual. Aiello SE (ed.). 8th edition, Merckt & Co, USA. 2001.
BARROS, S. L. CLÁUDIO.; DRIEMEIER D.; DUTRA, IVERALDO. S.; LEMOS,
RICARDO, A. A. LEMOS. Doenças do Sistema Nervoso de Bovinos no Brasil. COLEÇÃO
VALLÉE. MONTES CLAROS, MG: VALLÉE, 2006.
140
Disciplina:
Raças e Cruzamentos em Bovinos
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
EMENTA: Fundamentos básicos para a realização de cruzamento. Principais sistemas de
cruzamentos. Principais raças utilizadas em cruzamentos bovinos leiteiros e para corte.
Aspectos ligados às eficiências produtiva e econômica.
Bibliografia Básica:
GAMA, L.T. Melhoramento genético animal. Editora escolar. 1.ed. 2002. 306p.
GIONNANI, M. Genética e melhoramento dos rebanhos nos trópicos. Editora Nobel. 463p.
KEPLER FILHO, E. O melhoramento genético e os cruzamentos em bovinos de corte. 1ª.
ed. Campo Grande: EMBRAPA-CNPGC, 1997.
SAMPAIO, AAM; CAMPOS, FP; HERNANDEZ, MR. Métodos de seleção e cruzamentos
mais utilizados na pecuária de corte. 1ª. ed. Jaboticabal: FUNEP, 2000.
TORAL, F. L. B. Cruzamentos e raças sintéticas em gado de corte - Melhoramento
genético para seu rebanho. (Apostila).
Bibliografia Complementar:
PEREIRA, JCC. Melhoramento genético aplicado à produção animal. 5ª. ed. Belo
Horizonte: FEPMVZ, 2008.
RAMALHO, MAP; SANTOS, JB; PINTO, CABP. Genética na agropecuária. 4ª. ed. Lavras:
Editora UFLA, 2007.
TORRES, A.P. Melhoramento dos rebanhos. Editora Nobel. 1981
141
Disciplina:
Sanidade de Bezerros
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
EMENTA: Alterações comportamentais dos animais enfermos. Estudos das práticas de
biossegurança na criação de bezerros. Identificação e estudo dos fatores predisponentes às
doenças dos bezerros, do pré-nascimento à desmama. Estudo dos agentes etiológicos,
epidemiologia,
patogenia,
achados
clínicos,
diagnóstico,
tratamento,
prevenção
e
consequências das principais afecções que acometem os bezerros.
Bibliografia Básica:
RADOSTITIS, O.M.; GAY, C.C.; BLOOD, D.C.; HINCHCLIFF, K.W. Clínica Veterinária.
9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
RADOSTITS, O.M. Exame Clínico e Diagnóstico em Veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2002.
RIET-CORREA, F.; SCHILD, A.L.; MENDEZ, M.C.; LEMOS, R.A. Doenças de Ruminantes
e Equinos. Volumes 1 e 2, São Paulo: Varela, 2001.
ROSENBERGER, G. Exame Clínico dos Bovinos. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1990.
SMITH, B. P. Medicina Interna de Grandes Animais. 3. ed. São Paulo: Manole, 2006.
Bibliografia Complementar:
AIELLO, S.E. Manual Merck de Veterinária. 9. ed. São Paulo: Roca, 2008.
ANDERSON, D.E.; RINGS, D.M. Current Veterinary Therapy – Food Animal Practice. 5.
ed. Philadelphia: W. B. Saunders Company, 2009.
ANDREWS, A.H. Bovine Medicine – Diseases and Husbandry of Cattle. 2. ed. Oxford:
Blackwell Science, 2004.
142
DAVIS, C.L.; DRACKLEY, J.K. The development, nutrition, and management of the
young calf. Ames: Iowa State University Press, 1998.
DIRKSEN, G. Indigestiones en el Bovino. Hannover: Schnetztor-Verlag GmbH Konstanz,
1981.
DIRKSEN, G.; GRUNDER, H.; STOBER, M. Medicina Interna y Cirurgía del Bovino.
Volumes 1 e 2. Buenos Aires: Inter-médica, 2005.
GARCIA, M.; DELLA LIBERA, A.M.M.P.; BARROS FILHO, I.R. Manual de Semiologia e
Clínica dos Ruminantes. São Paulo: Varela, 1996.
JACKSON, P.G.G. Obstetrícia Veterinária. 2. ed. São Paulo: Roca, 2006.
RADOSTITIS, O.M. Herd Health – Food Animal Production Medicine. 3. ed. Philadelphia:
W.B. Saunders, 2001.
REBHUN, W.C. Doenças do Gado Leiteiro. São Paulo: Roca. 2000.
Disciplina:
Toxicologia
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
EMENTA: Introdução ao estudo da toxicologia. Princípios gerais de toxicocinética em
medicina veterinária. Princípios gerais de biodisponibilidade de fármacos e de
biotransformação de tóxicos em medicina veterinária. Fatores que interferem com a ação de
tóxicos em medicina veterinária. Toxicologia do sistema osteoarticular. Toxicologia do
aparelho reprodutor. Etiologia toxicológica: praguicidas, inseticidas, herbicidas, fungicidas e
outros; plantas tóxicas, micotoxinas, agentes inorgânicos somados. Diagnóstico toxicológico:
sinais clínicos; laboratoriais; anatomopatológico. Princípios gerais do tratamento das
intoxicações: preventivo e curativo (antídotos e antagonistas).
Bibliografia básica:
BARRAVIERA, B. Venenos: aspectos clínicos e terapêuticos dos acidentes por animais
143
peçonhentos. Rio de Janeiro: EPUB, 1999.411p.
BUCK, W. B.; OSWEILER, G. D. Toxicologia Veterinária Clinica y Diagnostica. Zaragoza:
Acribia, 1981. 475p.
CARDOSO, J. L.; FRANÇA, F. O. S.; WEN, F. H.; MÁLAQUE, C. M. S.; HADDAD Jr., V.
Animais peçonhentos no Brasil: biologia, clínica e terapêutica dos acidentes. São Paulo:
Sarvier, 2003. 468p.
GARNER, R. J. Toxicologia Veterinária. 3 ed. Zaragoza: Acribia, 1975. 470p.
GFELLER, R. W.; MESSONNIER, S. P. Manual de toxicologia e envenenamentos em
pequenos animais. 2 ed. São Paulo: Roca, 2006. 376p.
GILMAN, A. C.; GOODMAN, L. S.; RALL, T. W.; MURAD, F. As bases farmacológicas da
terapêutica. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1987. 1195p.
GRANTSAU, R. As cobras venenosas do Brasil. São Bernardo do Campo: Bandeirantes
S.A.,1991. 101p.
JONES, L. M.; BOTH, N. H.; MCDONALD, L. E. Farmacologia e terapêutica em veterinária.
4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1983. 1000p.
JONES, T. C.; HUNT, R. D.; KING, N. W. Patologia veterinária. 6 ed. São Paulo: Manole,
2000. 1415p.
PEREIRA, C. A. Plantas tóxicas e intoxicações na veterinária. Goiânia: CEGRAF/UFG,
1992.475p.
PLUNKETT, S. J. Procedimentos de emergência em pequenos animais. 2 ed. Rio de Janeiro:
Revinter Ltda, 2006. 521p.
RIET-CORREIA, F.; SCHILD, A. L.; MÉNDEZ, M. C.; LEMOS, R. A. A. Doenças de
ruminantes e eqüinos. 2 ed. São Paulo: Varela, 2001. 999p.
SPINOSA, H.S.; GÓRNIAK, S. L.; BERNARDI, M.M. Farmacologia aplicada à medicina
veterinária. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 848p.
TOKARNIA, C. H.; DOBEREINER, J.; PEIXOTO, P. V. Plantas tóxicas do Brasil. Rio de
Janeiro: Helianthus, 2000. 320p
144
Disciplina:
Coaching aplicado à graduação
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
EMENTA: Coaching e mentoria com foco autoconhecimento, produtividade, e
desenvolvimento de carreira no curso de Medicina Veterinária. Serão abordadas ferramentas de
coaching e técnicas complementares de desenvolvimento pessoal.
Bibliografia básica:
FLOSI, Francis. Marketing na Veterinária: como se posicionar eticamente através do
marketing no mercado de trabalho da medicina veterinária.. 2. ed. São Paulo: Varela,
2001.. 102 p. ISBN 8585519665 (broch.).
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introdução à administração. 7. ed. rev. e ampl. São
Paulo: Atlas, 2007. 404 p. ISBN 9788522446773
MORAIS, Roberto Souza de. O profissional do futuro: uma visão empreendedora .
Barueri, SP: Manole, 2013. 137 p. ISBN 9788578680978
Bibliografia complementar:
THEML, G. Produtividade para quem quer tempo. São Paulo: Editora Gente, 2016. 160 p.
VIEIRA P. O poder da autorresponsabilidade. São Paulo: editora Gente, 2018. 160 p.
DWEK, C. Mindset, a nova psicologia do sucesso. Editora: objetiva, 2017. 328 p.
Disciplina:
Equideocultura
Semestre:
Eletiva
Carga horária:
Código:
MEDV
Pré-requisito:
54 h
145
EMENTA: Introdução. Aspectos gerais da equideocultura: origem, evolução, classificação e
domesticação, a equideocultura no Brasil e no mundo. Agronegócio Cavalo no Brasil. Criação
e manejo de equídeos. Estudo das principais raças de trabalho e esporte. Adestramento. Exterior
e julgamento. Comportamento dos equídeos. Ezoognósia. Instalações. Manejo alimentar.
Bibliografia básica:
CINTRA,A.G.C. O Cavalo: Características, Manejo e Alimentação. Ed. Roca, 2011, 384 p.
CASANOVAS,A.G.;AYUDA,T.C.;ABENIA,J.F. A exploração clínica do cavalo. São Paulo:
Ed. Medvet, 2014,208p.
CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). Estudo do complexo agronegócio do
cavalo no Brasil. Brasília: CNA/MAPA, 2006. 68 p.
MEYER, H. Alimentação de cavalos. São Paulo: Varela, 1995. 303p.
RESENDE, Adalgiza. Pelagem dos Equinos: Nomenclatura e genética. 2a. ed. Belo Horizonte:
FEPMVZ, Editora, 2007
ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO – ESO
O estágio supervisionado é um período destinado para o discente adquirir experiência
profissional, colocar seus conhecimentos em prática para aprimoramento de seu
comportamento profissional, em atenção e de acordo com a Resolução 3 de 15 de agosto de
2019, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Medicina
Veterinária.
O Estágio Supervisionado Obrigatório, só será realizado nos períodos 10º e 11º do curso,
contemplando uma carga horária total de oitocentas horas, onde metade será desenvolvida
internamente e a outra metade poderá ser fora da instituição e ambos apenas quando o discente
tiver concluído todas as disciplinas obrigatórias e matriz curricular. Este estágio visa a
complementação prática do curso, acompanhando novas realidades, inserindo o discente no
146
mercado de trabalho, aproximando-o dos futuros colegas de profissão. Também tem por
objetivo primordial, amadurecer o senso crítico e as tomadas de decisões do egresso.
Na parte do ESO que se realizará dentro da instituição, no 10º período, o discente deverá
vivenciar sua carga horária (400 horas) nas áreas relacionadas dentro das grandes áreas da
Medicina Veterinária, elencadas abaixo, conforme Diretrizes Curriculares Nacionais e dentro
da realidade de condições efetivas de operacionalização e de execução na instituição. Devendo,
quando possível, distribuir equitativamente a carga horária nas rotinas das áreas e seus setores.
O Colegiado de Curso, conjuntamente com as Coordenações de Curso e de Estágios, após
avaliação e consulta aos docentes, orientarão os encaminhamentos necessários ao melhor
cumprimento das diretrizes curriculares do curso.
Dentre as grandes áreas de estágio estão:
1. Clínica médica e cirúrgica animal;
2. Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Pública;
3. Patologia Animal;
4. Reprodução Animal;
5. Inspeção e Tecnologia de Produtos de Origem Animal;
6. Produção Animal;
7. Saúde Animal;
7. Ciência Veterinária.
No caso do ESO do 11º período (400 horas), o aluno poderá escolher até duas áreas
afins, preferencialmente, em instituição diversa da UFAL, contatar o professor da disciplina
relacionada para obter orientação, ser aprovado na seleção de orientandos quando o número de
alunos for maior que o de vagas por professor.
Contatar o local de estágio, desde que haja convênio com a UFAL, ou então que se
busque firmar esse convênio em tempo hábil para início do estágio. Haverá um professor
orientador e o profissional no local de estágio como supervisor das atividades. Este estágio
deverá ter duração mínima de 400 horas, podendo ser fracionado em até duas grandes áreas de
atividade e locais de estágio.
147
Como resultado de cada estágio, o discente deverá elaborar relatório de atividades, o
qual deverá relatar as atividades desenvolvidas, trazer a bibliografia consultada e estar nos
padrões de acordo com a ABNT vigente e do modelo adotado na Universidade Federal de
Alagoas.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) poderá ser realizado como derivado ou ter
relação com um dos estágios realizados no 10º ou 11º períodos, ou trabalho de pesquisa,
monografia aplicada à área da medicina veterinária, trabalho de extensão ou demais formas
apreciadas e aprovadas pelo colegiado de curso na Reunião de n. 12/2009, de 14 de outubro de
2019. O TCC tem por finalidade avaliar as habilidades desenvolvidas no curso, desde a busca
bibliográfica pela pesquisa, concatenação das ideias, organização dos fatos, conclusões tomadas
e decisões escolhidas, além de sua postura no momento de se defender uma opinião, ideia ou
decisão. Valerá a carga horária de 200 horas, computadas após a realização e aprovação do
TCC.
O aluno poderá apresentar seu TCC apenas após a conclusão de 80% da carga horária
das disciplinas obrigatórias (2808h/3510h) e da carga horária das Atividades Curriculares de
Extensão – ACEs, o que orienta para a conclusão de no mínimo 3280 horas. A banca deverá
ser composta pelo seu orientador e dois profissionais, podendo ser da iniciativa privada,
autônomo ou servidor público, desde que haja anuência do orientador e que as áreas estejam
correlacionadas ao tema do TCC. A não aprovação será discutida pela banca que poderá
recomendar refazer o TCC em determinado período; refazer o TCC em outra área; reprovar o
aluno, tendo que assim buscar nova orientação no semestre seguinte.
ATIVIDADES DA PARTE FLEXÍVEL (Atividades Complementares)
As Atividades da Parte Flexível, outrora nominadas de Atividades Complementares,
terão totalização de 400 horas, possibilitando a flexibilidade esperada no curso e formação do
148
futuro profissional, de acordo com suas aspirações, sem perder o foco da formação generalista.
Para
a
Atividade
Complementar,
serão
consideradas
todas
as
atividades
extracurriculares ou optativas que o alunado desenvolveu ao longo do curso. Essas atividades
passarão por uma banca de avaliação no colegiado de curso, a fim de conceder as cargas horárias
máximas permitidas a cada tipo de atividade ou rejeitá-las. No caso de rejeição, o aluno será
informado de suas pendências, com a opção de corrigi-las ou reabilitar outra fonte de carga
horária para o item Atividades da Parte Flexível. Para tanto, o bojo das atividades
complementares deverá ser constituído ao menos por três fontes de créditos, dentre as indicadas
pela Resolução 113/95 CEPE-UFAL e Resolução MV01/2020 do Colegiado de curso e sendo
exemplos destas atividades, as seguintes:
a) Atividades complementares (práticas), na forma de acompanhamento da rotina nos
laboratórios profissionalizantes;
b) Monitoria acadêmica;
c) Projetos de ensino, de pesquisa, de extensão* e integrados;
d) Programas de extensão e de formação complementar no ensino de graduação;
e) Disciplinas eletivas;
f) Cursos de extensão*;
g) Eventos aprovados pelo Colegiado de Curso, como Congressos, Simpósios, Seminários,
apresentação de trabalhos científicos quando não computados no item “b” deste;
h) Estágios não obrigatórios;
i) Apresentação de trabalhos, autoria/coautoria de trabalho publicado ou conferência em
eventos (Simpósios, Seminários e Congressos) relacionados ao Curso;
j) Prêmios recebidos por apresentação de trabalho (forma oral ou pôster).
k) Outras acatadas pelo Colegiado de Curso em resolução específica.
A carga horária das atividades que compõem a Parte Flexível (Atividades Acadêmicas
Complementares) serão norteadas Resolução MV01/2020 do Colegiado de Curso.
PESQUISA
O entendimento com relação à pesquisa acadêmica é toda investigação que utiliza o
método científico como meio de descoberta e diálogo com a realidade. Assim, a matriz
149
curricular do Curso de Medicina Veterinária possibilita, na medida do possível, o engajamento
dos estudantes na busca de soluções para problemas sociais correspondentes a sua área de
formação.
Desta forma, levando-se em consideração o exposto, pesquisar é realizar uma
investigação sistemática de um determinado domínio da realidade, tendo como base a
fundamentação teórica e levantamento rigoroso de dados empíricos, de modo a permitir uma
teorização, que resulte da comprovação, na ampliação dos conhecimentos sobre a realidade
investigada. No Curso de Medicina Veterinária, a operacionalização da pesquisa poderá adotar
diferentes formas, como: iniciação científica; pesquisa vinculada à ação pedagógica
institucional; outros.
No Curso de Medicina Veterinária da UFAL, em relação à pesquisa, as principais metas
a serem atingidas consistem em:
•
Identificar linhas de pesquisa para o curso, em que a exigência de ser
socialmente relevante necessária liberdade criação, imprescindível à vida
acadêmica;
•
Realizar estudo com vista à definição das prioridades em termos de linhas de
pesquisa, a partir de grupos de trabalho constituídos;
•
Formar grupos de pesquisa;
•
Identificar fontes de captação de recursos e adotar mecanismos para apoio ao
desenvolvimento de pesquisas e à prestação de serviços;
•
Apoiar a realização de eventos científicos para a divulgação da pesquisa;
•
Buscar a participação em projetos de pesquisa interinstitucionais.
O Programa de Iniciação Científica da UFAL possui bolsas concedidas pelo Conselho
Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq, Fundação de Amparo à
Pesquisa do Estado de Alagoas - FAPEAL e pela própria Instituição. Desse modo, os discentes
do Curso de Medicina Veterinária têm a oportunidade de obterem bolsas de iniciação científica
ou mesmo atuarem como bolsistas voluntários para realizarem suas atividades de pesquisa.
150
EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA
DAS
DIRETRIZES
NORMATIVAS
DA
EXTENSÃO
UNIVERSITÁRIA
NA
GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA DA UFAL
A Extensão Universitária, no âmbito do curso de graduação em Medicina Veterinária,
modalidade bacharelado, da Universidade Federal de Alagoas, será norteada com base em
normas gerais e específicas que têm conduzido o processo de consolidação das políticas
públicas e programas de extensão no âmbito das instituições de ensino superior no país. Nesse
sentido, destacam-se as orientações contidas no Estatuto da UFAL (2003), onde se verifica o
compromisso com a extensão universitária na ocasião da legitimação das ações de extensão
onde cada unidade acadêmica e sua comunidade deverá efetivamente estar envolvida. Nesse
contexto estatutário, a extensão universitária é dimensionada enquanto vivência do processo
ensino-aprendizagem, onde é assegurada a participação da comunidade acadêmica e de toda a
sociedade e para a consecução dos objetivos propostos, a comunidade acadêmica deverá lançar
mão da criação de programas, projetos e ações consoantes com a reformulação do conceito da
Extensão Universitária preconizado pelo Fórum Nacional de Pró-reitores de Extensão
(FORPROEX) em 2011, no qual a Extensão Universitária, com fulcro no Art. 207 da
Constituição Federal, deve se desenvolver como um processo interdisciplinar, educativo,
cultural, científico e político que promova a interação transformadora entre universidade e
outros setores da sociedade.
As ações de extensão também deverão refletir as dimensões da extensão ou os
compromissos prioritários ou ainda os elementos estruturantes que deverão funcionar como
diretrizes gerais orientando planejamento, execução e avaliação das ações extensionistas (PDI,
2013-2017). Dessa forma, deverão ser contempladas ações que favoreçam uma formação
generalista, humanista, empreendedora, relacionada com a realidade local, possibilitando uma
constante na troca de saberes. Além disso, essa formação deverá transcender a formação contida
na sala de aula, promovendo interação entre os diversos setores da sociedade apontando para a
produção, inovação e difusão do conhecimento. A proposta de execução de ações de Extensão
deverá seguir o preconizado no Projeto Pedagógico Institucional bem como em normas
151
relacionadas a exemplo da Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018. Nesse contexto, a
extensão universitária deve ser entendida e praticada considerando-a como um processo
educativo, cultural e científico que articula o Ensino e a Pesquisa de forma indissociável e
viabiliza a relação transformadora entre a Universidade e a Sociedade. Entre outros, as ações
de Extensão Universitária deverão promover Impacto e transformação sobre a realidade local,
regional e nacional, viabilizar a interação dialógica, a interdisciplinaridade e indissociabilidade
ensino – pesquisa – extensão.
HISTÓRICO DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA NO CURSO DE
MEDICINA
VETERINÁRIA
Ao longo dos últimos anos, várias ações de extensão vêm sendo executadas após
concebidas entre os componentes da comunidade acadêmica do curso de Medicina Veterinária,
sejam na modalidade curso, evento ou projetos, as quais têm envolvido comunidades distintas,
além da acadêmica, produtores rurais e suas famílias, criadores de animais de produção de
diversas espécies (caprinos, ovinos, bovinos, suínos e aves), associações e cooperativas,
escolas, bem como tutores de animais de companhia, especialmente cães e gatos.
A partir do PPC de 2013, o curso já previa ações de extensão universitária em seu
programa, intitulado “Medicina Veterinária em Ação”. Nesse formato, o programa fazia parte
das atividades curriculares obrigatórias e previa garantir o mínimo de 10% da carga horária do
curso em atividades de extensão, onde todos os alunos e professores participavam da sua
execução, trabalhando em grupos (formados por docentes e discentes das disciplinas do
respectivo semestre). Dessa forma, todas as disciplinas previam uma carga horária destinada a
atividades de extensão.
Com o amadurecimento da concepção e das ações de extensão, a partir de 2015,
especialmente em decorrência da influência da Política Nacional de Extensão Universitária
(FORPROEX, 2012) e da entrada em vigor da Lei 13.005 de 25 de junho de 2014 que aprovou
o Plano Nacional da Educação – PNE (BRASIL, 2014), a institucionalização das ações de
extensão passou a ser um compromisso a ser assumido e efetivado pelas universidades. Em
pouco tempo, propostas de ações extensionistas começaram a alimentar o sistema de
152
informações acadêmicas da UFAL, onde se percebe uma intensificação das ações. O perfil dos
projetos e ações, em geral, transcende o perfil de atendimento as demandas produtivas ou
sanitárias dos rebanhos e animais de estimação, indo além, se voltado principalmente para a
atenção a saúde coletiva, com foco na prevenção de doenças humanas causadas por agentes
infecciosos e parasitários veiculados direta ou indiretamente por animais e produtos derivados,
favorecendo a conscientização comunitária e a produção do conhecimento nas comunidades.
O complexo Saúde Única, tema que envolve toda a interação homem-animal-ambiente
e suas consequências é uma constante nas propostas de ações e projetos de extensão, encerrados
ou em execução, no curso de Medicina veterinária, destacaram-se nos últimos anos inúmeras
ações voltadas à públicos diversificados (Tabela 2).
Título da ação
Curso teórico e prático de primeiros socorros para
Modalidade da
Ano de
ação de extensão
proposição- início
Curso
profissionais da área de salvamento - Modalidade cães e
2019
gatos
Grupet - Grupo de Estudo em Animais de Companhia
Projeto
Aplicação da anatomia animal ao ambiente escolar como
Projeto
método de incentivo a educação socioambiental no
2019
2018
município de Viçosa-AL.
GEPR (Grupo de estudo, extensão e pesquisa de
Projeto
ruminantes) em movimento: Ações para o desenvolvimento
2018
da bovinocultura na microrregião de Viçosa - AL.
I Seminário Alagoano de Sanidade e Produção Aplicadas ao
Evento
Agronegócio Cavalo
III CAPA - GRUPET Ciclo de Atualização em Pequenos
Curso
Animais
2018
2018
Pet Cidadão IV
Projeto
2018
Projeto Pró-Carroceiros UFAL
Projeto
2018
153
Ambulatório de Acupuntura e Analgesia Veterinária-UFAL
Projeto
2018
Bases zootécnicas, anatômicas e enfermagem de equídeos
Curso
2018
GRUPET - Grupo de Estudo em Animais de Companhia III
Projeto
2017
II CAPA - GRUPET Ciclo de Atualização em Pequenos
Curso
Animais
2017
Seminário Espiritualidade dos Animais
Evento
2016
Ciclo de Atualização em Pequenos Animais
Curso
2016
Projeto Pró-Carroceiros UFAL
Projeto
2016
Projeto de educação continuada para a bovinocultores de
Projeto
leite no município de Batalha – AL.
2016
Pet Cidadão III
Projeto
2016
Programa de Rádio Ciência e Espiritualidade.
Projeto
2016
Grupo de Estudo em Animais de Companhia - Grupet
Projeto
2016
Tabela 2: Relação de ações e projetos de extensão universitária no curso de Medicina Veterinária –
UFAL, cadastrados, em execução ou concluídos. Fonte: SIGAA-UFAL, 2019.
Considerando o atual Projeto Pedagógico do Curso de Medicina Veterinária da U.E.
Viçosa – Campus de Engenharias e de Ciências Agrárias (CECA), onde o programa de extensão
e de formação complementar faz parte dos itens de natureza obrigatória para o corpo discente,
para atendimento às atividades acadêmicas inerentes ao Curso, esse documento visa propor o
desenvolvimento de um Programa de Extensão voltado à Educação continuada do Corpo
Discente.
O Programa de Extensão do curso de medicina veterinária da UFAL deverá contemplar
os requisitos que caracterizam os programas de extensão nas universidades federais orientados,
especialmente, pelas diretrizes para extensão universitária contidas na Política Nacional de
Extensão Universitária, nos referenciais do Plano Nacional de Extensão bem como em normas
relacionadas a exemplo da Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018. Nesse contexto, a
extensão universitária deve ser entendida e praticada considerando-a como um processo
154
educativo, cultural e científico que articula o Ensino e a Pesquisa de forma indissociável e
viabiliza a relação transformadora entre a Universidade e a Sociedade. Entre outros, as ações
de Extensão Universitária deverão promover Impacto e transformação sobre a realidade local,
regional e nacional, viabilizar a interação dialógica, a interdisciplinaridade e indissociabilidade
ensino – pesquisa – extensão.
O PROGRAMA DE EXTENSÃO PRÁTICAS VETERINÁRIAS
Sabe-se que a Extensão é considerada o caminho através do qual a universidade cumpre
seu papel social junto à comunidade, logo, uma relação sólida e estreita entre ensino e a
extensão torna-se fundamental para o sucesso de todos os pilares de uma instituição de ensino
superior. Para inserção da comunidade acadêmica em rotinas relacionadas às atividades
profissionalizantes do Curso de Medicina Veterinária, foi planejada uma ação curricular que
associe Ensino e Extensão de forma transversal e interdisciplinar, intitulando-se: Programa de
Práticas Veterinárias (PPV), sendo executado através das ações curriculares de extensão
(ACE’s), devidamente cadastradas no SIGAA – Ações de Extensão da UFAL, disponível no
site https://sigaa.sig.ufal.br/sigaa/public/home.jsf#.
O Programa de Práticas Veterinárias será composto por três projetos, sendo eles:
“Medicina veterinária nas escolas”, “Ação continuada para a capacitação de produtores rurais”
e o “Medicina do coletivo” . Além desses, o programa tem incluída a atividade curricular de
extensão que será realizada na forma de curso, intitulada de “Educação em saúde para a
população urbana e rural em escolas públicas”.
Os projetos tem duração mínima de dois semestres, que serão disponibilizados aos
alunos a partir do segundo semestre do curso, tendo vinculada aos mesmos duas ou três
atividades curriculares de extensão. O projeto intitulado de “Medicina veterinária nas escolas”
possuirá como público alvo os alunos do segundo e terceiro período (ACE01 e ACE02) do
curso de medicina veterinária, e estudantes de escolas de nível médio. Neste projeto estão
inclusos duas atividades de extensão (ACE) de mesmo nome, voltadas as ações do projeto e
atividades práticas envolvidas com disciplinas obrigatórias oferecidas no segundo e terceiro
semestres.
155
O projeto “Ação continuada para a capacitação de produtores rurais” tem incluído entre
as suas atividades as ACE 03 e ACE 04, que contemplam alunos do quarto e quinto período.
As mesmas objetivam a determinação de problemas no sistema produtivo de animais
monogástricos e ruminantes, levantando alternativas para a produção de forragem e
cumprimento das exigências nutricionais dos animais.
O projeto intitulado “Medicina do Coletivo” tem incluído discentes e docentes
envolvidos em atividades com o sétimo, oitavo e nono período, que de forma interdisciplinar
terão a oportunidade de desenvolver de forma equivalente as atividades práticas de algumas
disciplinas profissionalizantes oferecidas nestes períodos, em diversas comunidades,
municípios e nas instalações do Hospital veterinário universitário. Neste projeto participam as
ACE 07 e ACE 08, que possuem o mesmo nome do projeto, e a ACE 09, “Ação continuada
para ruminantes – ensinar e aprender”. De uma forma geral, serão beneficiados pelas ações do
programa tanto a população de discentes de escolas públicas de ensino médio, como tutores de
pequenos animais de municípios circunvizinhos à Universidade ou mesmo de municípios mais
distantes, a depender da disponibilidade de transporte para os discentes, permitindo a execução
de atividades de extensão junto a pequenos, grandes e médios pecuaristas do estado de Alagoas.
As diversas atividades do programa permitirão aos discentes do curso uma vivência maior com
a diversas realidades locais, permitindo a consolidação de um senso crítico a respeito das
necessidades e condições da população.
O envolvimento da comunidade acadêmica em atividades de Extensão possibilitará ao
discente a consolidação dos conhecimentos teóricos e uma maior interação com os problemas
da sociedade favorecendo a aquisição de um senso ético e crítico. Beneficiará diretamente os
pecuaristas e proprietários de animais de estimação da região, por aumentar o acesso às ações
de assistência técnica, com o objetivo da melhora contínua das atividades dos tutores de animais
de companhia e proprietários de animais de produção/sistemas produtivos na região.
A interdisciplinaridade se dará a partir da atuação de Docentes de diversas áreas
profissionalizantes da Medicina Veterinária (Clínica, Cirurgia, Reprodução, Diagnóstico por
Imagem, Patologia, Patologia Clínica e Doenças Infecciosas/Parasitárias) que, ao trabalhar de
forma conjunta no atendimento de animais da casuística hospitalar ou em visitas técnicas a
propriedades pecuárias, permitirá aos alunos presentes a percepção da interseção dos diversos
conhecimentos adquiridos ao longo do Curso quando do atendimento a casos específicos.
156
AVALIAÇÂO DO PROGRAMA DE EXTENSÃO
Uma vez que dentre os objetivos do referido Programa de Práticas Veterinárias temos o
da consolidação das informações teóricas para uma melhor formação do corpo discente e o
desenvolvimento de habilidades e competências fundamentados na reflexão sobre as práticas
profissionais e a construção dialógica entre as comunidades acadêmicas e do trabalho com a
sociedade, o critério basal de avaliação do programa passará pela avaliação dos alunos
matriculados, pela avaliação das ações e projetos implementados e pela avaliação do próprio
processo enquanto componente de política pública institucional, sempre que possível, gerando
dados mensuráveis quantitativamente e qualitativamente:
•
Avaliação do discente pelos docentes: pela assiduidade e comportamento
condizente com a atividade profissional. Além disso, discentes do Programa de
Pós-Graduação em Inovação e Tecnologia Integradas a Medicina Veterinária
para o Desenvolvimento Regional poderão atuar como preceptores, sempre sob
a observação do (s) Docente (s) responsável pelo atendimento, como forma de
permitir desde o princípio o estímulo aos preceitos Universitários indissociáveis
de Ensino-Pesquisa-Extensão, o parecer dos discentes da pós-graduação acerca
da forma como veem a evolução dos discente da graduação no contexto da
extensão universitária será considerado no processo avaliativo discente;
•
Avaliação ex ante que será realizada com base na constatação e registro do status
quo tanto da percepção discente (avaliação do discente por ele mesmo) quanto
docente em relação a as habilidades e competências atuais e objetivos que se
deseja alcançar antes de empreender a atividade extensionista para, em seguida,
ser feita uma comparação entre antes e depois;
•
Serão consideradas também ferramentas que possibilitem a avaliação ex post,
avaliação que visa entender o que foi investido, gasto, o que respondeu conforme
planejado anteriormente, o que não resultou positivo e o que resultou positivo, o
que se mostrou como fator limitador ou potencializador da atividade. Essa
avaliação poderá e deverá ocorrer logo após as ações realizadas, devendo ser
registrada e tabulada, na medida em que os dados assim o permitam. As
157
informações coletadas partirão de dados reais, mais práticos gerados nos pós
ocorrência das atividades. Os dados também serão compostos por variáveis
subjetivas que buscarão representar apercepção do discente, seu bem-estar, a
percepção dos efeitos das ações sobre as comunidades alvo etc. Estas
informações permitirão avaliar o planejamento de forma a modificá-lo,
aperfeiçoando-o em edições posteriores.
Espera-se que nas visitas às propriedades os alunos compreendam o funcionamento dos
sistemas produtivos regionais, desenvolvam a capacidade de comunicação com os
proprietários, a consciência social e identifiquem as formas mais eficientes de extensão dos
conhecimentos adquiridos na universidade. Para viabilizar esta atividade haverá a necessidade
de contato de docentes, alunos, técnicos e veterinários autônomos com associações de criadores
e proprietários da região para agendamento de visitas técnicas às propriedades. Em
contrapartida há a necessidade de a instituição disponibilizar veículo adequado para que o
trânsito UFAL-comunidade possa ser assegurado.
Durante as rotinas de atendimento no HVU, sempre que possível os discentes poderão
participar de todas as etapas envolvidas no diagnóstico de enfermidades animais, incluindo:
atendimento clínico, coleta de material para exames complementares, exames de diagnóstico
por imagem e patologia clínica, procedimentos cirúrgicos e, em caso de óbito do paciente, a
avaliação necroscópica da causa mortis.
O corpo docente participante dos Projetos poderá contabilizar a carga horária
disponibilizada do Programa como horas aula, na proporção 60 minutos de atividade
equivalente a uma hora aula, devendo registrar em formulário específico a assiduidade dos
discentes participantes (previamente inscritos), caso atendido/propriedade visitada e avaliação
do aproveitamento do grupo.
O Programa de Práticas Veterinárias também poderá ser apoiador ou promotor de outras
atividades de Extensão, como Cursos, Minicursos, Simpósios, Palestras e outras atividades
Educativas ou de Promoção à Saúde relacionadas a Medicina Veterinária.
De forma a institucionalizar a ação do Programa, ocorreu devidamente o cadastrado no
sistema SIGAA-Extensão, sendo que todos os docentes participantes serão corresponsáveis
158
pelo cadastro e relatórios das atividades a serem implementadas ao longo de cada semestre.
Nesse sentido, a UFAL oferece oportunidade para os estudantes desenvolverem
trabalhos de extensão, visando um processo educativo, cultural e técnico-científico que garanta
a articulação indissociável com o ensino e a pesquisa e sua socialização junto à comunidade
regional, numa perspectiva interdisciplinar. O programa faz parte das atividades curriculares
obrigatórias e garante o mínimo de 10% da carga horária integral do curso em atividades de
extensão, onde todos os alunos e professores participam da sua execução, trabalhando em
grupos (formados por docentes e discentes das disciplinas do respectivo semestre). Dessa
forma, todas as disciplinas têm uma carga horária destinada a atividades de extensão.
Assim, tendo em vista o exposto, os objetivos e as metas em relação à extensão,
assimiladas neste projeto, consistem em:
●
Garantir a participação dos discentes de Medicina Veterinária em atividades
extensionistas, ofertando pelo menos três (03) tipos distintos de atividades curriculares de
extensão;
●
Assegurar a execução de pelo menos dois (02) projetos de extensão com duração
mínima de dois semestres cada;
●
Promover a interdisciplinaridade no curso de Medicina Veterinária;
●
Reforçar o papel da UFAL e do Curso de Medicina Veterinária como espaço
privilegiado para a promoção da extensão;
●
Aumentar o público atingido pelas ações extensionistas no município e na região.
●
Criar e estimular programas e/ou projetos de extensão interdisciplinares e intercursos,
de modo a privilegiar o acesso da comunidade a UFAL e ao curso de Medicina Veterinária;
●
Promover a integração da UFAL e do Curso de Medicina Veterinária com outras
instituições.
159
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO - TICs
A unidade educacional Viçosa conta com um laboratório de Informática com
computadores com acesso à internet e disponíveis para uso. Além disso, encontra-se disponível
na Universidade o sistema AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem), onde os docentes e
discentes podem interagir em ambiente virtual a partir da formulação/resposta de questionários,
atividade de ensino à distância, fóruns de aprendizagem e compartilhamento de material didático.
Esse sistema on-line permite aos docentes a criação de ambientes de aprendizagem através da
plataforma Moodle, auxiliando os educadores a criar comunidades on-line com os discentes
vinculados.
PÓS-GRADUAÇÃO E SIMBIOSE ACADÊMICA
Em 2016, foi aprovado o Programa de Pós-Graduação em Inovação e Tecnologia
Integradas a Medicina Veterinária para o Desenvolvimento Regional. As linhas de Pesquisa
são:
1 - Inovação e desenvolvimento de Tecnologias em Sanidade Animal e Saúde Pública;
2 -Desenvolvimento de técnicas e estratégias para o Agronegócio: Reprodução e
Produção Animal.
Quanto à simbiose acadêmica, trata-se da maximização do potencial de aprendizado dos
discentes, a partir de sua participação em:
•
Cursos itinerantes (extensão, pós-graduação, educação continuada);
•
Cursos à Distância, com nossos professores no papel de tutores;
•
Cursos de graduação presenciais;
•
Cursos técnicos;
•
Pesquisa científica, através do Programa PIBIC e similares.
160
POLÍTICAS DE INCLUSÃO
Considerando a proposta de ser um ambiente educacional inclusivo a Unidade
Educacional Viçosa preza pelo respeito à diversidade da comunidade acadêmica, valorizando a
pluralidade humana, a singularidade de cada um e a equidade.
Faz parte da estratégia pedagógica de inclusão, reflexões sobre a diversidade étnico racial, de
gênero e territorial que permeia a atividade profissional e social da formação médica veterinária,
trabalhadas no decorrer do curso, mais especificamente nas disciplinas Introdução à Medicina
Veterinária, Bioética e Bem Estar Animal, Sociologia Rural, Epidemiologia e Saúde Pública,
Deontologia e Medicina Veterinária Legal, Extensão Rural, todas de curso obrigatório.
Os educadores procuram ter uma postura de proximidade com os discentes,
incentivando-os a participar das atividades de ensino, pesquisa e extensão, nas quais todos têm
a oportunidade de praticar, além dos conhecimentos acadêmicos, o relacionamento interpessoal,
na medida em que se envolvem entre si e com a sociedade.
Os docentes trabalham com diversos recursos pedagógicos, fazendo uso das tecnologias
de informação e comunicação, utilizando sistema de comunicação online, realizando atividades
de campo, trabalhos em grupo, atendimento individual e exercício domiciliar nos casos
especiais previstos nos termos do Decreto-Lei Nº 1.044/69 e do Decreto-Lei Nº 6.202/75, com
vistas a favorecer o processo de aprendizagem dos discentes.
Em relação a acessibilidade arquitetônica, o prédio central é uma construção antiga que
passou por adequações (construção de rampas, adequação dos banheiros para cadeirantes, vias
guias para deficientes visuais) para incluir possíveis estudantes com mobilidade reduzida e
outras necessidades especiais, de acordo com o que recomenda a Norma Brasileira ABNT NBR
9050 - Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Todas essas
demandas legais foram também contempladas nos novos prédios (Laboratórios Estruturantes e
Hospital Veterinário Universitário).
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PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE
A unidade educacional Viçosa conta com o Núcleo de Assistência Estudantil (NAE)
que possui o serviço de atendimento ao aluno. O NAE, vinculado à Pró-Reitoria Estudantil, da
Unidade funciona em uma sala específica e conta com um servidor sendo responsável pela
execução de tarefas relacionadas à assistência estudantil e elenca demandas de assistência
específica com Sociólogos ou Psicólogos. Quanto à Assistência Estudantil oferecida por esta
Unidade, que tem como finalidade a permanência do aluno no curso, são disponibilizadas
modalidades de Bolsas para situação de vulnerabilidade socioeconômica e ainda as Bolsas
Acadêmicas, como PIBIC e PIBITI, disponibilizadas a partir de Edital divulgado pela
Universidade. Todos os discentes tem acesso ao Restaurante Universitário, sendo cobrados
valores
simbólicos.
Vale
ressaltar
que
aqueles
com
Bolsa-Vulnerabilidade
são,
automaticamente dispensados do pagamento das refeições no Restaurante Universitário.
Quanto à visita da Assistente Social ou Psicólogo, esta é feita periodicamente, mediante
solicitação via e-mail e agendado previamente no dia informado pela mesma, conforme sua
disponibilidade de tempo. As entrevistas ocorrem na sala do NAE, apenas com a presença da
Assistente e do aluno, a fim de se manter o sigilo necessário das informações. De acordo com
a necessidade de cada estudante é feito o encaminhamento das providências a serem tomadas,
bem como o acionamento dos profissionais devidos para cada situação.
Sobre o nivelamento e exposição do funcionamento de cada setor da Unidade, na
chegada de cada nova turma é utilizada a primeira semana para que após a acolhida feita pelos
professores, cada técnico se apresente, descreva suas funções e o setor correspondente. No
restante da semana, cada profissional, de acordo com sua formação, disponibiliza um pouco do
seu conhecimento para fazer uma recapitulação com os alunos novatos de algumas áreas do
conhecimento, a fim de poderem integrar melhor no curso.
METODOLOGIA
A metodologia de ensino adotada pelo curso de Medicina Veterinária da UFAL se revela
em todas as dimensões em que atua, ensino, pesquisa e extensão. Assim, está presente nas
162
atividades propostas neste projeto, na bibliografia indicada, no sistema de avaliação, nas
técnicas de ensino propostas, no relacionamento estabelecido com os alunos, no tipo de
questões que levantadas, no tratamento dado aos componentes curriculares ou áreas de
especialidades, na relação estabelecida na prática, ou seja, na compreensão e interpretação da
relação homem - sociedade - natureza, historicamente determinada.
A partir destes pressupostos, a matriz curricular do curso de Medicina Veterinária da
UFAL foi organizada com objetivo de se buscar a interdisciplinaridade na interação dos
componentes curriculares, no encadeamento lógico dos mesmos, favorecendo inicialmente a
formação humanística, com os componentes curriculares do domínio comum que contemplam
os objetivos propostos no projeto da universidade: a) desenvolver em todos os estudantes da
UFAL as habilidades e competências instrumentais consideradas fundamentais para o bom
desempenho de qualquer profissional e b) despertar nos estudantes a consciência sobre as
questões que dizem respeito ao convívio humano em sociedade, às relações de poder, às
valorações sociais, à organização sócio-político-econômica e cultural das sociedades, nas suas
várias dimensões (municipal, estadual, nacional, regional, internacional).
Em sequência os componentes curriculares do domínio conexo fornecem uma base
teórica em ciências biológicas necessárias ao entendimento de princípios básicos da formação
médico veterinário, onde se procurou minimizar o número de pré-requisitos no sentido evitar a
retenção dos alunos e as suas consequências, como evasão e baixo rendimento acadêmico.
Neste sentido, mesmo nas primeiras fases existe a presença de componentes curriculares de
conteúdo teórico prático, que permitem ao aluno vislumbrar as possibilidades de atuação
profissional futura. Mesmo assim, durante o curso, é impossível que o aluno tenha contato
direto com todas as possíveis técnicas de todos os possíveis contextos em que irá se inserir.
Para tanto, o aluno terá que adquirir as condições mínimas e necessárias para que possa
desenvolver as habilidades específicas para quando se deparar com o novo, saber avaliá-lo,
julgá-lo, apreendê-lo e modificá-lo de acordo com a realidade na qual está inserido, ou seja,
deverá ser autônomo. Baseado nesta metodologia, o curso é marcado por um grande número de
componentes curriculares de natureza prático teórica (sempre considerando que a teoria é feita
de conceitos, que são abstrações da realidade, portanto teoria e prática são indissociáveis para
o adequado aprendizado), que possibilita o desenvolvimento de habilidades técnicas, porém
com garantia de espaços para a reflexão sobre o fazer.
163
Para contemplar todos esses objetivos na formação dos discentes são utilizados diversos
recursos pedagógicos, tais como: aulas expositivas, grupos de discussão, visitas técnicas,
grupos de estudos nas diversas áreas, seminários, práticas laboratoriais e clínicas, utilização das
tecnologias da informação e comunicação (TIC’s). Além da participação dos alunos no projetos
de pesquisa e extensão desenvolvidos na Unidade Educacional Viçosa.
AVALIAÇÃO
Avaliação do processo de ensino e aprendizagem
O curso de Medicina Veterinária possui uma amplitude e variabilidade de formas de
avaliação de seus discentes. Os alunos serão avaliados por meio de provas dissertativas,
discursivas, portfólio, trabalhos, relatórios, decisões tomadas em aulas práticas, avaliação oral,
escrita, indicativa, enfim, conforme couber à disciplina ministrada. O desempenho mínimo para
a aprovação direta é de nota 7,0, em escala de zero a 10,0.
A avaliação do rendimento escolar se dará através de: Avaliação Bimestral (AB), em
número de 02 (duas) por semestre letivo; Prova Final (PF), quando for o caso. Em cada
bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais dos instrumentos de avaliação
terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB) respectiva, calculada considerando-se a média das
avaliações programadas e efetivadas pela disciplina. Em cada disciplina, o aluno que alcançar
nota inferior a 7,0 (sete) em uma das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do
semestre letivo, a ser reavaliado naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste
caso, a maior nota. A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética,
apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete). Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota
Final (NF) das Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco). O aluno que obtiver Nota Final
(NF) das Avaliações Bimestrais igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá
direito a prestar a Prova Final (PF). A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
164
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações,
conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada disciplina,
o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco décimos). O
cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações
Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro). Terá direito
a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à Prova Final (PF), comprove
impedimento legal ou motivo de doença, devendo requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso
no prazo de 48 (quarenta e oito) horas após a realização da prova. A Prova Final, em segunda
chamada, realizar-se-á até 05 (cinco) dias após a realização da primeira chamada, onde
prevalecerá o mesmo critério disposto no Parágrafo único do Art. 16. O aluno poderá ter 25 %
de faltas, onde os atestados médicos deverão ser entregues em até 72 horas do início da licença,
para submeter-se ao crivo da junta médica oficial.
Avaliação do Projeto do Curso
Quanto ao Sistema de Avaliação do Curso de Medicina Veterinária do processo de
ensino-aprendizagem, será seguido o Regimento Geral da UFAL, Título III, Capítulo I, Seção
III, Artigos 41 ao 48 e de acordo com a Resolução 25/2005 do CEPE. Já para a avaliação do
curso (auto-avaliação), este projeto prevê avaliações semestrais por meio de questionário
objetivo (ANEXO I), aplicado nas diferentes instâncias da unidade. Estes questionários serão
distribuídos ao corpo docente, corpo técnico-administrativo, corpo discente. Estes dados serão
tabulados e gerarão um relatório semestral, que deve ser posto em discussão no Colegiado de
Curso a fim de traçarem melhorias constantes e adequarem o curso à realidade regional, em
tempo hábil. O Colegiado de Curso tem calendário de reuniões ordinárias, as quais ocorrem
mensalmente.
A avaliação transcende a concepção do conceito quantificador e está integrada ao PPC
do curso, como dado que interfere consistentemente na ação pedagógica do curso, de maneira
que garanta a flexibilidade e adequação do desenvolvimento acadêmico à realidade na qual a
UFAL se insere. A avaliação requer, portanto, por parte de todos os atores envolvidos com o
165
processo educacional, uma permanente aferição avaliativa do processo Pedagógico em relação
aos fins pré-constituídos, às metas e às ações definidas. Assim, a avaliação deve ser percebida
como movimento de reflexão sobre o processo de aprendizagem.
A Coordenação de Pesquisa e Extensão envia ao Coordenador do Curso, relatório das
atividades de pesquisa e extensão em desenvolvimento na unidade. Todo esse material é
discutido e avaliado para procederem às alterações necessárias no momento oportuno do curso.
A Comissão de avaliação enviará à coordenação, um resumo das Atividades Didáticas
Complementares. A Direção Geral e Acadêmica do Campus Arapiraca recebem cópias dos
resumos e do parecer final do colegiado
AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DOS CURSOS
As Instituições Federais de Ensino Superior - IFES têm função preponderante na
promoção e disseminação do conhecimento e no desenvolvimento social. O fato de integrarem
a Administração Pública submete-as igualmente ao princípio da eficiência e, especialmente na
condição de instituições de ensino, impõe às IFES o dever de serem modelos de conduta e de
qualidade nos serviços prestados à sociedade. Neste sentido, a Lei nº 11.091/2005 e o Decreto
5.707/2006 inauguram um novo paradigma nas relações entre servidores e Instituição,
privilegiando e estimulando o aperfeiçoamento das categorias, e instaurando a necessidade de
políticas institucionais voltadas ao desenvolvimento do corpo de servidores, melhoramento das
condições de trabalho e de modernização das rotinas institucionais. Faz-se necessário ainda
observar as políticas públicas nacionais e locais e, em especial, os planos nacional e estadual
de educação.
É com esse espírito que a Política de Gestão de Pessoas da UFAL é desenhada,
ratificando novamente o compromisso Institucional de resgate e valorização dos servidores,
bem como de modernização de seu sistema acadêmico-administrativo. Nesse sentido, baseado
no PDI (2013-2017) da UFAL, a gestão de pessoas segue as seguintes diretrizes e princípios
para desenvolver suas ações:
•
Dimensionamento das Necessidades Institucionais de Pessoal;
•
Capacitação;
166
•
Avaliação de Desempenho;
•
Qualidade de Vida no Trabalho
NECESSIDADE DE CONTRATAÇÃO DOCENTE
Pelas características atuais do curso, com alta carga horária de aulas práticas, muitas
áreas específicas de atuação e a adoção de duas entradas anuais de discentes a partir de 2020.1,
verifica-se a necessidade de contratação de mais docentes para atender a nova dinâmica do
curso, como descrito a seguir:
Professor 1:
Terapêutica, Anestesiologia, Bioterismo, (Prioridade 01)
Professor 2:
Legislação Médico-veterinária e Bem-estar animal, Metodologia da Pesquisa e Histologia
Veterinária (Prioridade 2)
167
REFERÊNCIAS
ALAGOAS. Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio. Estudo sobre
Pecuária Leiteira de Alagoas/Alagoas. Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e
Patrimônio. – Maceió: SEPLAG, 2017. 37p
BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária.- CFMV. Resolução Nº 1138, DE 16 de
dezembro de 2016. Código de ética profissional do médico veterinário. Publicada no DOU
de 25-01-2017, Seção 1, págs. 107 a 109.
BRASIL. Conselho Federal de Medicina Veterinária.- CFMV. Resolução Nº 722, DE 16 DE
AGOSTO
DE
2002.
Disponível
em:
<http://portal.cfmv.gov.br/portal/uploads/codeticacfmv.pdf>. Acesso em 25 de maio de 2016.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília,
DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988.
BRASIL. Lei 13.005 de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação. Diário
Oficial da União - Seção 1 - Edição Extra, p. 1, 26 jun. 2014.
BRASIL. Ministério da Educação – MEC. Resolução nº 3, de 15 de agosto de 2019. Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina Veterinária. Brasília, DF,
2019.
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação – Conselho Pleno.
Resolução N°1, 30 de maio de 2012. Estabelece Diretrizes Nacionais para a Educação em
Direitos
Humanos.
Disponível:
http://portal.mec.gov.br/index.php?
option=com_docman&view=download&alias=10889-rcp001-12&Itemid=30192
BRASIL. Ministério da Educação. Universidade Federal de Alagoas – UFAL. Resolução
Consuni/UFAL no 04 de 19 de fevereiro de 2018. Regulamenta as ações de extensão como
componente curricular obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da
UFAL. 2018. Disponível em: https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2018.
BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução CNS nº 287, de 08 de
outubro de 1998.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância
168
de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde. Saúde Brasil Estados 2018:
Uma análise de situação de saúde segundo o perfil de mortalidade dos estados brasileiros
e do Distrito Federal – Brasília: DF., 2018
BRASIL. Resolução nº 7, de 18 de dezembro de 2018. Estabelece as Diretrizes para a
Extensão na Educação Superior Brasileira. Diário Oficial da União – seção 1 – Edição 243,
p. 49, 19 de dez. 2018.
CONSUNI/UFAL. Resolução nº 32/2009 –, de 21 de maio de 2009.
Disponível em:
https://ufal.br/transparencia/documentos/resolucoes/2009/resolucao-no-32-2009-de-21-052009/view Acesso: 12/12/2019.
IPEA -Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Evolução do IDHM e de Seus Índices
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SEPLAG-AL. Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio. Anuário
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2016.
WHO. WORLD HEALTH ORGANIZATION – Saúde Única. 2017. Disponível em:
https://www.who.int/features/qa/one-health/en/ - Acessado: 12/2019.
169
ANEXOS
ANEXO I
QUESTIONÁRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO
AVALIADORES: CORPO DISCENTE
FOCO: PROFESSOR
IMPLEMENTAÇÃO DO CURRÍCULO:
Avaliação
Questão
Sempre Na maioria das vezes Às vezes Nunca
1
2
3
4
5
1. Cumprimento dos conteúdos propostos no plano de ensino.
2. Objetividade e clareza na transmissão dos conhecimentos.
3. Preparo e execução das aulas.
4. Utilização de formas diversificadas para a avaliação da aprendizagem.
5. Coerência com o conteúdo da disciplina e clareza nas questões da prova.
RELACIONAMENTO COM OS ALUNOS:
170
Avaliação
Questão
Sempre Na maioria das vezes Às vezes Nunca
6
7
8
6. Relação professor/aluno favorecendo o debate de ideias e o aprendizado.
7. Discussão dos erros e acertos dos alunos como forma de encorajamento para o seu
desenvolvimento.
8. Resposta ao questionamento dos alunos.
MOTIVAÇÃO À CAPACITAÇÃO DOS ALUNOS:
Avaliação
Questão
Sempre Na maioria das vezes Às vezes Nunca
9
10
11
9. Apresentação de problemas e de situações reais relacionados ao conteúdo ministrado.
10. Esclarecimento da importância da disciplina e sua relação com outras áreas do
conhecimento.
11. Incentivo ao desenvolvimento da capacidade de solução de problemas.
COMPROMETIMENTO COMO EDUCADOR:
171
Avaliação
Questão
Sempre Na maioria das vezes Às vezes Nunca
12
13
14
12. Procedimento correto frente ao comportamento inadequado de alunos.
13. Aproveitamento do tempo previsto para cada aula.
14. Cumprimento do horário de início e término das aulas.
QUESTIONÁRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO
AVALIADORES: CORPO DISCENTE , CORPO DOCENTE
FOCO: INSTITUIÇÃO
INFRAESTRUTURA:
Avaliação
Questão
Sempre Na maioria das vezes Às vezes Nunca
1
2
3
4
1. O curso apresenta todos os laboratórios necessários para as aulas didáticas.
172
2. Os laboratórios presentes, apresentam condições de aprendizado eficiente.
3. A biblioteca apresenta literatura básica ao curso.
4. A biblioteca está em constante aquisição de livros.
CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO:
Avaliação
Questão
Sempre Na maioria das vezes Às vezes Nunca
5
6
7
5. Os funcionários demonstram esmero em seu trabalho.
6. Os funcionários buscam melhorias nas condições de trabalho.
7. Os funcionários reconhecem seu papel e importância para o sucesso do curso.
COORDENAÇÃO DE CURSO
Avaliação
Questão
Sempre Na maioria das vezes Às vezes Nunca
8
9
10
8. O coordenador de curso busca constantemente a melhoria da qualidade do curso.
173
9. O coordenador atende as reivindicações que visem a melhoria do curso.
10. O coordenador do curso se esmera em fazer cumprir o plano pedagógico do curso.
QUESTIONÁRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO
AVALIADORES: CORPO DOCENTE
FOCO: ALUNOS
AO CURSO
Avaliação
Questão
Sempre Na maioria das vezes Às vezes Nunca
1
2
3
1. Os alunos entendem qual seu papel no sucesso do curso.
2. Os alunos demonstram criatividade na resolução de problemas
3. Os alunos lutam por melhorias ao curso
POSTURA
Avaliação
Questão
Sempre Na maioria das vezes Às vezes Nunca
4
174
5
6
7
8
4. Os alunos valorizam o dinheiro público.
5. Os alunos se portam exemplarmente na comunidade.
6. Os alunos demonstram-se interessados em aprender mais do que é ensinado.
7. Os alunos apresentam ambição frente ao curso.
8. Os alunos planejam sua formação específica.
PESQUISA E EXTENSÃO
Avaliação
Questão
Sempre Na maioria das vezes Às vezes Nunca
9
10
11
12
9. Os alunos se engajam nos projetos de extensão.
10. Os alunos procuram trabalhar nas pesquisas com dedicação.
11. Os alunos participam ativamente nas discussões dos projetos de extensão ou pesquisa.
12. Os alunos apresentam criatividade na execução dos trabalhos.
175
