Projeto Pedagógico 2020

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                    CURSO DE ZOOTECNIA
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

Rio Largo / Alagoas
2019

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PROJETO PEDAGÓGICO

CURSO DE ZOOTECNIA
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

Projeto Pedagógico de acordo com às Diretrizes Curriculares Nacionais e Projeto
Pedagógico Institucional

Rio Largo /Alagoas
2019
2

EQUIPE EXECUTORA:
Coordenador do Curso

Prof. Dr. Philipe Lima de Amorim
Membros do Colegiado do Curso
Profª. Dr. Philipe Lima de Amorim
Prof. Dr. Sandra Roseli Valério Lana
Prof. Dr. Kedes Paulo Pereira
Prof. Dr. Fábio Luiz Fregadolli
Prof. Dr. José Teodorico de Araújo Filho
Membro Discentes

Ceilda Inocêncio dos Santos
João Vitor Bezerra dos Santos

Membro Técnico-administrativo

José Jacó Pinheiro de Barros
Anderson Rodrigues Sabino

Membros do NDE do Curso:

Profª. Dr. Philipe Lima de Amorim
Prof. Dr. Sandra Roseli Valério Lana
Prof. Dr. Kedes Paulo Pereira
Prof. Dr. Elton Lima Santos
Prof. Dr. Fábio Luiz Fregadolli
Prof. Dr. Angelina Bossi Fraga

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Sumário
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO ............................................................................................... 6
CONTEXTO INSTITUCIONAL ............................................................................................... 6
CONTEXTO REGIONAL ....................................................................................................... 7
CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO ..................................................................................... 8
HISTÓRICO DO CURSO DE ZOOTECNIA ........................................................................... 9
JUSTIFICATIVA DO CURSO ............................................................................................... 11
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ................................................... 12
A PESQUISA....................................................................................................................... 12
A EXTENSÃO ..................................................................................................................... 13
A RESPONSABILIDADE SOCIAL ...................................................................................... 14
ACESSIBILIDADE .............................................................................................................. 14
INCLUSÃO .......................................................................................................................... 16
POLITICA DE COTAS......................................................................................................... 16
OBJETIVOS DO CURSO .................................................................................................... 16
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ................................................................................... 17
PERFIL DO EGRESSO ....................................................................................................... 20
CAMPO DE ATUAÇÃO ....................................................................................................... 21
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA....................................................................... 22
ESTRUTURA CURRICULAR .............................................................................................. 22
EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................................................................................................... 23
RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA, AFRICANA
E INDÍGENA. ....................................................................................................................... 23
EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS ............................................................................. 24
LIBRAS ................................................................................................................................ 24
CONTEÚDOS CURRICULARES......................................................................................... 24
METODOLOGIA.................................................................................................................. 31
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ................................................................... 32
ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................................................... 33
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) ............................................................. 34
ATIVIDADES DE EXTENSÃO ............................................................................................. 35
COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS DO CURSO ................................... 74
MATRIZ CURRICULAR ...................................................................................................... 76
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QUADRO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS ............................................................................ 83
EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS BÁSICA E COMPLEMENTAR .......................................... 84
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS ........................................................................................ 101
DISCIPLINAS ELETIVAS .................................................................................................. 150
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC ......................................... 156
AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL .............................................................. 157
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM. . 159
AVALIAÇÃO DO CURSO ................................................................................................. 162
COLEGIADO DO CURSO ................................................................................................. 163
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE ........................................................................... 165
POLÍTICAS DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS ................................................. 166
POLÍTICAS DE APOIO AOS DISCENTES ....................................................................... 168
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.................................................................................. 171

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DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Contextualização da Instituição de Ensino Superior
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal

Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14 CEP: 57.072 - 970
Fone: (82) 3214 - 1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br

CONTEXTO INSTITUCIONAL

A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito
Público – Federal, com CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival
de Melo Mota, S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de
Alagoas, CEP 57.072-970, além de uma Unidade Educacional (UE) em Rio Largo,
município da região metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do
agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia
(1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição
federal de educação superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e
extensão, vinculada ao Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia

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assegurada pela Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. Simões, em
Maceió, onde são ofertados 54 cursos de graduação. O processo de interiorização,
iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de
Arapiraca e com Unidades Educacionais em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa
e a oferta de 23 cursos. Em 2010, chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro
Gouveia e uma Unidade Educacional em Santana do Ipanema e a oferta de 08
cursos, todos presenciais.
Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de Educação à
Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB. A pósgraduação contribui com 31 programas de Mestrado e 09 de Doutorado, além dos
cursos de especialização nas mais diferentes áreas do conhecimento.
A pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de linhas e
grupos de pesquisa nas mais diferentes áreas do conhecimento. A extensão
contribui com diversos programas e, também, é uma atividade em constante
expansão.
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo seletivo
através do ENEM e da plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada).

CONTEXTO REGIONAL

Com uma extensão territorial de 27.767.661 km 2, o Estado de Alagoas é
composto por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e
Sertão alagoano) e 13 microrregiões. De acordo com o Censo de 2010 do IBGE,
apresentava população residente 3.120.922 habitantes, sendo 73,64% em meio
urbano.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas apresentadas
pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado em suas meso
e microrregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma oferta
acadêmica que respeita as características econômicas e sociais de cada localidade,
7

estando as suas unidades instaladas em cidades polo consideradas fomentadoras do
desenvolvimento local.
Com a interiorização a UFAL realiza cobertura universitária significativa em
relação à demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas, à
exceção do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus no município de
Porto Calvo se encontra em tramitação na SESu//MEC.
O PIB per capita estadual era de R$ 6.728,00, em 2009, sendo o setor de
serviços o mais importante na composição do valor agregado da economia, com
participação de 72 %. Os restantes 28% estão distribuídos em atividades agrárias –
tradicionalmente policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na Zona
da Mata, além do turismo, aproveitando o grande potencial da natureza do litoral.

CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
Curso: Zootecnia
Modalidade: Bacharelado - Presencial
Título oferecido: Bacharel em Zootecnia
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: A.C.Simões: Unidade fora de sede Rio Largo
Município-Sede: Rio Largo
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço de funcionamento do curso:
Centro de Ciências Agrárias (CECA), BR 104, Km 85, s/n,
Rio Largo – AL, CEP 57.100-000.
Portal eletrônico do curso:
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ceca/graduacao/zootecnia
Atos Legais:
Portaria Ministerial nº 3.575 de 17 de outubro de 2005, publicado no Diário Oficial da
União de 18 de outubro de 2005.
Portaria de Autorização:

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Autorização mediante Resolução Nº 55/9/CEPE, de 15 de agosto de 1997. E o
reconhecimento através da Portaria Ministerial nº 3.575 de 17 de outubro de 2005,
publicado no Diário Oficial da União de 18 de outubro de 2005.
Portaria de Reconhecimento:
Número de Vagas autorizadas: 70 por ano (35 Alunos por semestre)
Turnos de Funcionamento: Integral
Carga horária total do curso em hora/relógio: 4.340 horas
Tempo de integralização do curso:
Mínima – 10 semestres (cinco anos)
Máxima – 15 semestres (sete anos e seis meses)

Coordenador do Curso
Nome: Philipe Lima de Amorim
Formação acadêmica: Zootecnista
Titulação: Doutor em Zootecnia
Regime de trabalho: Dedicação exclusiva
Tempo de exercício na UFAL: 4 anos
Tempo de exercício na função de coordenador: 3 anos
Tempo de exercício na docência do ensino superior: 4 anos

HISTÓRICO DO CURSO DE ZOOTECNIA

Após o desligamento da ciência que estudava a produção animal da área
agronômica, o Conde Gasparin, na França, por volta de 1843, na França, criou a
palavra "zootechnie", formada pelos radicais gregos "zoon" e "tecnê", para designar o
conjunto de conhecimentos já existentes relativos à criação de animais domésticos, e
em 1848 o primeiro mestre de Zootecnia é considerado o Professor Emile Vandement,
que no Instituto Agronômico de Versalles, lança o primeiro curso de Zootecnia. A
expressão Zootecnia veio inicialmente a ser adotada somente pelos povos de origem
latina e alemã, porquanto os ingleses (nos países de língua Inglesa, o termo foi
substituído pela nomenclatura Animal Science) e demais povos europeus e ainda os
americanos não a utilizavam.
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Na linguagem científica do século XIX e na primeira metade do XX, passou-se
a empregar com mais intensidade o termo Zootecnia, no entanto, deparamos o
vocábulo Zootechny para designar “o conhecimento, a prática e as indústrias
concernentes à criação dos animais”. O termo Zootechny para Zootecnia ou o
vocábulo Zootechnician para indicar Zootecnista são facilmente encontrados em
dicionários eletrônicos modernos.
A Zootecnia como profissão de nível superior veio a surgir no Brasil a partir do
estímulo e iniciativa de um seleto grupo de Agrônomos e Veterinários com perspectiva
de visão do futuro. Reunidos na sessão solene de encerramento da II Reunião Anual
da Sociedade Brasileira de Zootecnia em Porto Alegre, no dia 24 de setembro de
1952.
O primeiro currículo para um curso de Zootecnia foi proposto em 1953 o qual
serviu de orientação para os primeiros cursos de Zootecnia. Neste período, o grande
volume de informações científicas geradas na área levou a criação da Zootecnia como
um curso da área de Ciências Agrárias. Em 1966, não menos com muita luta e
perseverança e decisiva participação do Prof. Octávio Domingues, que peregrinou em
todo País em busca da edificação de seu projeto de instalação de um curso superior
de Zootecnia, criou-se em Uruguaiana-RS, na Pontifícia Universidade Católica do Rio
Grande do Sul, o primeiro curso superior de Zootecnia no Brasil, que teve sua aula
inaugural dia 13 de maio, hoje comemorado como o “Dia do Zootecnista”.
A profissão de Zootecnista foi regulamentada dois anos depois pela Lei 5550/68
de 04 de dezembro de 1968. Nesses quarenta e oito anos de existência, as ações dos
Zootecnista e o crescimento das suas entidades de representação profissional
evidenciam várias contribuições para o avanço do negócio agrícola e agropecuário no
Brasil, tornando a profissão cada vez mais reconhecida pela sociedade.
Em Alagoas, em atendimento aos reclamos das classes produtoras e diante de
um potencial técnico ligado a produção animal no Estado, principalmente em
bovinocultura de leite e corte, caprinos, ovinos, apicultura, suinocultura e piscicultura,
o Centro de Ciências Agrárias propôs ao Conselho Superior da Universidade Federal
de Alagoas a criação do Curso de Zootecnia que foi efetivada pela Resolução Nº 55 /
97 - CEPE, de 15 de agosto de 1997. O primeiro vestibular foi realizado em 1998,
quando foram ofertadas 40 vagas. Foi reconhecido pela Portaria Ministerial nº 60 de
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02 de fevereiro de 2018, publicado no Diário Oficial da União de 05 de fevereiro de
2018.

JUSTIFICATIVA DO CURSO

O profissional Zootecnista está em alta no contexto socioeconômico mundial
devido ao aumento da população e a diminuição das áreas agrícolas, resultando em
crescente demanda por uma produção agropecuária eficiente, rápida e lucrativa, área
em que atua o especialista em animais.
As projeções da FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations)
sinalizam para o ano de 2025 uma população de 7,851 bilhões, com 58% (4,579
bilhões) vivendo nas cidades e 3,272 bilhões (42%) nos campos. Nos países
desenvolvidos a população será de 1,380 bilhões (17,58% do total) e no resto do
mundo de 7,556 bilhões (84,7%). Estes dados indicam que nos próximos vinte anos
1,398 bilhões de pessoas serão incorporados ao mercado de consumo e deste total
44 milhões (3,15% do total) estarão sendo incorporados no mercado nos países
desenvolvidos e o restante de 1,354 bilhões estará nos países pobres ou em
desenvolvimento. Assim, a expansão demográfica, a urbanização e o aumento da
renda nos países em desenvolvimento estão provocando uma elevação substancial
no consumo de alimentos de origem animal: é a chamada revolução pecuária.
A produção animal apresenta-se como um dos grandes pilares do agronegócio
nacional e, portanto, com expressiva importância socioeconômica. O mercado de
trabalho para o egresso de zootecnia é um mercado em franca expansão
principalmente na região do Nordeste brasileiro. Nesse sentido, o curso de Zootecnia
tem relevante papel na formação de recursos humanos qualificados para atuarem nos
sistemas de produção, tanto nas áreas já consolidadas como em novas frentes de
produção.
Outra atividade relevante que o Zootecnista poderá exercer é a assistência
técnica nos diversos sistemas de produção animal, em propriedades particulares,
associações de produtores ou em agências públicas de extensão. Essa atividade
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poderá ser exercida pela capacitação de recursos humanos, difundindo tecnologias e
proporcionando melhoria para os sistemas de produção, aumentando assim, a
competitividade. Ação ao qual o estado de Alagoas ainda é muito deficiente.
Portanto, o mercado de trabalho para este profissional apresentasse em
crescimento, destacando-se as áreas de gerenciamento da propriedade ou empresa
rural, criações, manejo, nutrição, alimentação, forragicultura, bem estar, sanidade,
reprodução e melhoramento de animais domésticos e silvestres, proporcionando o
desenvolvimento de sistemas de produção animal sustentável. Aliado a isso, o
profissional Zootecnista possui compromisso com a alimentação humana através da
produção de alimentos nutricionalmente adequados. No campo da Biotecnologia, o
Zootecnista poderá atuar na obtenção de novas linhagens animais, com maior
interesse ao ser humano, envolvendo desde a clonagem à transgenia, visando
animais ou produtos de origem animal de maior qualidade.

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO

A PESQUISA
Dado o caráter pluri e multidisciplinar que lhe inerente, a Universidade Federal
de Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento,
incentivando a formação de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais
diversificadas linhas de pesquisa, considerando a classificação das áreas de
conhecimento do CNPq.
No âmbito do curso de Zootecnia pesquisa vem sendo desenvolvida com
significativa importância da colaboração de professores e estudantes do mestrado em
Zootecnia, auxiliando e orientando os trabalhos de conclusão de curso dos estudantes
de graduação. Também para o curso de graduação em Zootecnia tem importante os
programas institucionais de bolsas de inovação tecnologia e iniciação cientifica, ao
qual sempre há extensa participação de estudantes do curso. A pesquisa no setor das
universidades públicas basicamente se dá por financiamentos em editais de pesquisa,
ao qual no curso de Zootecnia vem ocorrendo por meio dos editais CNPq, FAPEAL,
FUNDECI/BNB, entre outros. Entretanto as parcerias com outras instituições públicas
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como a Secretaria Estadual de Agricultura, Pesca e Aquicultura de Alagoas e
EMBRAPA, e com entidades privadas também vem colaborando para a realização da
pesquisas no curso de Zootecnia.

A EXTENSÃO
A LDB (lei 9.39496) traz entre seus princípios a necessidade da diversificação
dos cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos, permitindo às IES
adequarem os projetos pedagógicos às respectivas naturezas institucionais, às
realidades regionais e às finalidades inerentes aos cursos, tanto se voltados à
formação profissional quanto às ciências ou às artes. Cumpre destacar que tais
diretrizes se associam à premissa da educação continuada, a qual afirma que a
graduação superior é apenas uma etapa do processo de ensino e aprendizagem e não
o seu término. Deve-se salientar também que, como contrapeso à tendência de
diversificar e flexibilizar, o aparato normativo define a necessidade de existirem
processos de avaliação permanentes para identificar desvios e propor correções de
rumo.
A extensão na UFAL é regulamentada pela resolução nº 12/1989-CEPE/UFAL
de 19/09/1989. A Universidade Federal de Alagoas atua em todas as oito áreas
temáticas de extensão classificadas pelo Plano Nacional de Extensão: Comunicação,
Cultura, Direitos Humanos e justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e
Produção e Trabalho, tendo, em 2011 realizado 802 destas ações.
A maior parte dos projetos de extensão desenvolvidos para curso de Zootecnia
estão incluídos dentro do programa de extensão da Unidade Acadêmica intitulado:
Agricultura familiar e desenvolvimento rural, ao qual pode-se citar como destaque a
Semana de Zootecnia e o Seminário Alagoas no de Produção Animal que são
realizados anualmente, além dos diversos eventos locais que são idealizados pelo
curso para a formação dos estudantes. A exposição Agropecuária de animais
realizada nas cidades de Maceió, e Batalha podem também ser destaque visto que
quase a totalidade dos alunos obtêm a vivência nesses eventos. Como também o
estágio vivência em assentamentos rurais e em agricultura familiar que ocorre durante
a disciplina de Extensão rural, no qual todos os alunos participam.

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Projetos de bolsas tipo PAINTER e o PIBIC-ação são também parte de projetos
de extensão que também contribuem significativamente na formação dos estudantes
do curso de Zootecnia.

A RESPONSABILIDADE SOCIAL

A Universidade Federal de Alagoas não se considera proprietária de um saber
pronto e acabado que vai ser oferecido à sociedade, mas, ao contrário, ao participar
dessa sociedade, é sensível aos seus saberes, problemas e apelos, quer através dos
grupos sociais com os quais interage, quer através das questões que surgem de suas
próprias atividades de ensino, de pesquisa e de extensão.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação das
atuais condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e
no Brasil, a ação cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do
conhecimento nela produzidos. Portanto, as populações, cujos problemas tornam-se
objeto da pesquisa acadêmica são, também, consideradas sujeito desse
conhecimento, o que lhes assegura pleno direito de acesso às informações e produtos
então resultantes.
Neste sentido, a prestação de serviços é considerada produto de interesse
acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da pesquisa e
extensão, devendo ser a realidade e sobre a realidade objetiva, produzindo
conhecimentos que visem à transformação social.
ACESSIBILIDADE
A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o entendimento
das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de promoção de
acessibilidade e de atendimento diferenciado aos portadores de necessidades
especiais em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação
pertinente.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado
especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos: auto- declaração. Por
outro lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores para o
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estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e execução de
ações voltadas para essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, juntase agora o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de
Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação
e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para o art. 59 da Lei
12.764/2012, que afirma: Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com
necessidades especiais: I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e
organização específicos, para atender às suas necessidades;
Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de
março de 2013 orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em
especial, recomenda que os PPC contemplem orientações no sentido da adoção de
parâmetros individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os
pequenos progressos de cada estudante em relação a si mesmo e ao grupo em que
está inserido;
Para tal atendimento, a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva,
cognitiva ou autista sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta
forma, não apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter
pedagógico e metodológico de forma a permitir sua permanência produtiva no
desenvolvimento do curso.
Neste sentido o Núcleo de Assistência Educacional – NAE – oferece o
necessário apoio pedagógico de forma a atender ao corpo social da UFAL em suas
demandas específicas de forma a promover a integração de todos ao ambiente
acadêmico.
No Curso de Zootecnia ações especificas de adaptações das instalações que
comportam o curso estão sendo realizadas com o apoio da SINFRA para a adequação
de todas as estruturas físicas, laboratórios, etc. estão também na biblioteca setorial
do CECA. Inúmeros obras na forma de vídeos para a apresentação de estudantes que
possuem dificuldades de deslocamento para o campo para a aprendizagem in loco
devido a limitação física de algum estudante.
15

De forma institucional, os coordenadores e professores do curso vem sendo
estimulados a participar de capacitações pedagógicas e humanísticas relacionadas
as políticas de inclusão da pessoa com deficiência na educação, no qual estudantes
também têm acesso a esses eventos.
Entretanto, em caso de comprovada necessidade de apoio as atividades de
comunicação, locomoção, alimentação e cuidados pessoais a pessoa com transtorno
do espectro autista ou outra deficiência será também disponibilizado pela IES
profissional para apoio nos termos da legislação 12.764/2012.

INCLUSÃO
POLÍTICA DE COTAS

No ano de 2015 foram reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas de
cada curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das escolas
públicas de Ensino Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram
destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5
salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita e 50% (cinquenta por
cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou
superior a 1,5 salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita. Nos dois
grupos que surgem depois de aplicada a divisão socioeconômica, serão reservadas
vagas por curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI)
do Estado de Alagoas, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a 67,22% (sessenta e sete vírgulas
vinte e dois por cento). A meta da UFAL é destinar até o ano de 2016 50% de suas
vagas a alunos egressos de escolas públicas

OBJETIVOS DO CURSO
• Geral
O curso de Zootecnia surgiu da necessidade em atender a demanda sócio
regional, tendo como objetivo principal à formação de profissional de nível superior,
16

com capacidade para desempenho profissional técnico científico e de atuação como
agente social comprometido com a promoção do desenvolvimento sustentável e da
contínua melhoria do meio ambiente. Nesse sentido, a formação de profissionais
nessa área é de vital importância para a melhoria da produção animal no Nordeste
brasileiro.
• Específico
O profissional a ser formado pelo curso de Zootecnia deverá apresentar visão
generalista, humanista, crítica e reflexiva, apto a compreender e traduzir as
necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidades, com relação às atividades
inerentes ao exercício profissional, no âmbito de seus campos específicos de atuação
em produção animal, norteado pela ética, e inter-relacionado com as ciências sociais,
econômicas e ambientais, buscando sempre a sustentabilidade dos sistemas de
produção.
Deverá, no âmbito profissional, utilizar de conhecimentos sobre bases
nutricionais, genéticas e sanitária, objetivando alcançar maior produtividade e sucesso
da atividade de criação animal, qualquer que seja a espécie de interesse zootécnico.
Ter conhecimento dos fatos sociais, culturais e políticos da economia e da
administração agropecuária e agroindustrial. Capacidade de raciocínio lógico, de
observação, de interpretação e de análise de dados e informações, bem como dos
conhecimentos essenciais de Zootecnia, para identificação e resolução de problemas.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
Segundo rege as diretrizes curriculares nacionais do Bacharel em Zootecnia
segundo o que se coloca no Art. 6º da Resolução nº 4, de 2 de fevereiro de 2006
CNE/MEC, curso de graduação em Zootecnia deve possibilitar a formação profissional
que revele, pelo menos, as seguintes competências e habilidades:
a) fomentar, planejar, coordenar e administrar programas de melhoramento genético
das diferentes espécies animais de interesse econômico e de preservação, visando a

17

maior produtividade, equilíbrio ambiental e respeitando as biodiversidades no
desenvolvimento de novas biotecnologias agropecuárias;
b) atuar na área de nutrição e alimentação animal, utilizando conhecimentos sobre o
funcionamento do organismo animal, visando ao aumento de sua produtividade e ao
bem-estar animal, suprindo suas exigências, com equilíbrio fisiológico;
c) responder pela formulação, fabricação e controle de qualidade das dietas e rações
para animais, responsabilizando-se pela eficiência nutricional das fórmulas;
d) planejar e executar projetos de construções rurais, de formação e/ou produção de
pastos e forrageiras e de controle ambiental;
e) pesquisar e propor formas mais adequadas de utilização dos animais silvestres e
exóticos, adotando conhecimentos de biologia, fisiologia, etologia, bioclimatologia,
nutrição, reprodução e genética, tendo em vista seu aproveitamento econômico ou
sua preservação;
f) administrar propriedades rurais, estabelecimentos industriais e comerciais ligados à
produção, ao melhoramento e a tecnologias animais;
g) avaliar e realizar peritagem em animais, identificando taras e vícios, com fins
administrativos, de crédito, de seguro e judiciais bem como elaborar laudos técnicos
e científicos no seu campo de atuação;
h) planejar, pesquisar e supervisionar a criação de animais de companhia, de esporte
ou lazer, buscando seu bem-estar, equilíbrio nutricional e controle genealógico;
i) avaliar, classificar e tipificar produtos e subprodutos de origem animal, em todos os
seus estágios de produção;
j) responder técnica e administrativamente pela implantação e execução de rodeios,
exposições, torneios e feiras agropecuárias. Executar o julgamento, supervisionar e
assessorar inscrição de animais em sociedades de registro genealógico, exposições,
provas e avaliações funcionais e zootécnicas;

18

k) realizar estudos de impacto ambiental, por ocasião da implantação de sistemas de
produção

de

animais,

adotando

tecnologias

adequadas

ao

controle,

ao

aproveitamento e à reciclagem dos resíduos e dejetos;
l) desenvolver pesquisas que melhorem as técnicas de criação, transporte,
manipulação e abate, visando ao bem-estar animal e ao desenvolvimento de produtos
de origem animal, buscando qualidade, segurança alimentar e economia;
m) atuar nas áreas de difusão, informação e comunicação especializada em
Zootecnia, esportes agropecuários, lazer e terapias humanas com uso de animais;
n) assessorar programas de controle sanitário, higiene, profilaxia e rastreabilidade
animal, públicos e privados, visando à segurança alimentar humana;
o) responder por programas oficiais e privados em instituições financeiras e de
fomento à agropecuária, elaborando projetos, avaliando propostas e realizando
perícias e consultas;
p) planejar, gerenciar ou assistir diferentes sistemas de produção animal e
estabelecimentos agroindustriais, inseridos desde o contexto de mercados regionais
até grandes mercados internacionalizados, agregando valores e otimizando a
utilização dos recursos potencialmente disponíveis e tecnologias sociais e
economicamente adaptáveis;
q) atender às demandas da sociedade quanto à excelência na qualidade e segurança
dos produtos de origem animal, promovendo o bem-estar, a qualidade de vida e a
saúde pública;
r) viabilizar sistemas alternativos de produção animal e comercialização de seus
produtos ou subprodutos, que respondam aos anseios específicos de comunidades à
margem da economia de escala;
s) pensar os sistemas produtivos de animais contextualizados pela gestão dos
recursos humanos e ambientais;

19

t) trabalhar em equipes multidisciplinares, possuir autonomia intelectual, liderança e
espírito investigativo para compreender e solucionar conflitos, dentro dos limites éticos
impostos pela sua capacidade e consciência profissional;
u) desenvolver métodos de estudo, tecnologias, conhecimentos científicos,
diagnósticos de sistemas produtivos de animais e outras ações para promover o
desenvolvimento científico e tecnológico;
v) promover a divulgação das atividades da Zootecnia, utilizando-se dos meios de
comunicação disponíveis e da sua capacidade criativa em interação com outros
profissionais;
w) desenvolver, administrar e coordenar programas, projetos e atividades de ensino,
pesquisa e extensão, bem como estar capacitado para atuar nos campos científicos
que permitem a formação acadêmica do Zootecnista;
x) atuar com visão empreendedora e perfil pró-ativo, cumprindo o papel de agente
empresarial, auxiliando e motivando a transformação social; e
z) conhecer, interagir e influenciar as decisões de agentes e instituições na gestão de
políticas setoriais ligadas ao seu campo de atuação.

PERFIL DO EGRESSO
O Curso de Zootecnia do CECA/UFAL objetiva a formação de profissionais
ecléticos, dotados de consciência política e visão global da conjuntura econômica,
social, humanística, ambiental e cultural. Esses devem estar preparados para
contribuírem na solução de problemas agropecuários com visão crítica e
transformadora da realidade regional e nacional. Tal como previsto em suas Diretrizes
Curriculares, o curso deverá:
• Assegurar ao egresso sólida base de conhecimentos científicos e tecnológicos
no campo da Zootecnia, consciência ética, política, humanista, visão crítica e

20

global da conjuntura econômica, social, política, ambiental e cultural da região
onde atua, no Brasil e do mundo;
• Desenvolver a capacidade de comunicação e integração com os vários agentes
que compõem os complexos agroindustriais e também a nível das pequenas
organizações rurais;
• Gerar raciocínio lógico, interpretativo e analítico para identificar e solucionar
problemas;
•

Possuir a capacidade de atuar em diferentes contextos, promovendo o
desenvolvimento, bem estar e qualidade de vida dos cidadãos e comunidades;

•

Desenvolver a atitude de compreender a necessidade do contínuo
aprimoramento de suas competências e habilidades como profissional
Zootecnista.

CAMPO DE ATUAÇÃO

A atuação do Zootecnista graduado no CECA/UFAL se fará em ações
pertinentes à: Planejar, dirigir e realizar pesquisas que visem a informar e a orientar a
criação dos animais domésticos, em todos os seus ramos e aspectos; promover e
aplicar medidas de fomento à produção dos mesmos, instituindo ou adotando os
processos e regimes, genéticos e alimentares, que se revelarem mais indicados ao
aprimoramento das diversas espécies e raças, inclusive com o condicionamento de
sua melhor adaptação ao meio ambiente, com vistas aos objetivos de sua criação e
ao destino dos seus produtos; exercer a supervisão técnica das exposições oficiais e
a que eles concorrem, bem como a das estações experimentais destinadas à sua
criação; participar dos exames a que os mesmos hajam de ser submetidos, para o
efeito de sua inscrição nas Sociedades de Registro Genealógico, exercer. Planejar e
executar programas nutricionais às espécies animais; empreender dentro da lógica
administrativa e visando o bem estar animal nas diversas classes de produção animal.
21

Atuando ainda, segundo consta nos referenciais curriculares nacionais dos
cursos de bacharelado em Zootecnia, na administração de propriedades rurais tais
como fazendas, granjas e haras; em empresas de projetos agropecuários; em
agroindústrias (indústrias de rações, produtos biológicos e outros insumos para
animais); em órgãos públicos como agente de desenvolvimento rural; em empresas e
laboratórios de pesquisa científica e tecnológica. Também pode atuar de forma
autônoma, em empresa própria ou prestando consultoria.

ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA
• ESTRUTURA CURRICULAR
A carga horária mínima em disciplinas é de 3.528 horas, sendo 3.312 horas
cursadas em disciplinas da matriz curricular obrigatória e 216 horas cursadas em
disciplinas eletivas. A carga horária, cursada em disciplinas eletivas, que exceder às
216 horas mínimas serão computadas como atividades complementares, podendo o
aluno escolher e cursar quantas disciplinas eletivas achar necessário.
Além das disciplinas o estudante de Zootecnia terá que executar ao final do
período com disciplinas um Trabalho de Conclusão de Curso com 72 horas e um
estágio Curricular Supervisionado com 160 horas, além da exigência de realizar
atividades complementares em até 150 horas e atividades curriculares de extensão
(ACE) que perfazer 10% da carga horária total do curso.
As disciplinas eletivas/obrigatórias, que fazem parte do elenco de disciplinas
eletivas do Curso, com carga horária que varia de 36 a 72 horas, complementam as
mais diversas áreas de atuação profissionalizante do Curso.
As Disciplinas do curso estão estruturadas em 3 ciclos curriculares: básico,
intermediário e profissionalizante, desenvolvendo conhecimentos nos seguintes
campos de saberes: Morfologia e Fisiologia Animal, Higiene e Profilaxia Animal,
Ciências Exatas e Aplicadas, Ciências Ambientais, Ciências Agronômicas, Ciências
Econômicas e Sociais, Genética Melhoramento e Reprodução Animal, Nutrição e
Alimentação, Produção Animal e Industrialização.

22

Educação Ambiental

O Decreto n. 4.281 de 25 de junho de 2002, regulamenta a Lei no 9.795, de 27
de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras
providências. A Resolução CNE/CP nº 02/2012 define formas de sua implementação
nos currículos dos cursos superiores.
Desta forma, o curso de Zootecnia atende à legislação vigente, quando da
aplicação de forma direta da temática ambiental, seja na inclusão de conteúdos
curriculares nas diversas disciplinas obrigatórias e eletivas, no que tange
principalmente as disciplinas de manejo e conservação do meio ambiente; e direito
agrário e ambiental, além de ser tratada de forma transversal em diversas outras
disciplinas do curso.
Ações de extensão também envolvem a temática a educação ambiental e que
são constantemente alvo de participação dos estudantes do curso de Zootecnia, tais
ações estimuladas pela instituição. Também ocorrem eventos institucionais realizadas
pela Unidade Acadêmica e pela UFAL relacionadas a educação ambiental.

Relações étnico raciais e história e cultura afro-brasileira, africana e indígena.

Em atenção á Lei 10.639/2003, à Lei 11.645/2008 e da Resolução CNE/CP
01/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que dispõe sobre as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação de Relações Étnico Raciais e para o Ensino
de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, o PPC do curso de Zootecnia
CECA/ UFAL vem tratando a temática de forma transversal,

Ainda pode-se ter como alvo do estudo das relações Étnico Raciais e História
e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena os conteúdos abordados nas disciplinas
da matriz curricular intituladas Extensão Rural e Sociologia Rural, onde os assuntos
citados são abordados. Também é oferecido aos estudantes de graduação em
Zootecnia, quando solicitados e de forma eletiva a disciplina intitulada história da
África, a partir de vagas remanescentes do curso de História da UFAL.

23

Educação em Direitos Humanos

A Educação em Direitos Humanos na UFAL adequa-se à Resolução CNE/CP
n. 01/2012. Nos PPC dos cursos deve ocorrer pela transversalidade, por meio de
temas relacionados aos Direitos Humanos e tratados interdisciplinarmente; II como
um conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes no currículo escolar; III
de maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e disciplinaridade.
O curso Zootecnia trata a temática de Educação de Direitos Humanos de forma
de forma transversal nos conteúdos abordados nas disciplinas de Introdução a
Zootecnia e deontologia profissional ofertada já no primeiro semestre do curso e na
disciplina eletiva Direito Agrário e ambiental, também, o tema Educação em Direitos
Humanos pode ser abordado em outras disciplinas de forma multidisciplinar e indireta.

Libras

De acordo com o Art. 3º do Decreto n. 5.626 de 22 de dezembro de 2005, que
Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, e dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de
2000.
O curso de bacharelado em Zootecnia CECA/UFAL oferece a disciplina de
Libras como disciplina eletiva/optativa a partir do 1º semestre do curso de forma e
regular a cada semestre, podendo também a disciplina ser considerada parte dos
componentes curriculares complementares.

• CONTEÚDOS CURRICULARES

Abaixo estão discriminados os objetivos e capacitações previstas em cada um
dos campos de saberes, seguido das especificações das disciplinas obrigatórias a
eles relacionadas, com respectivos códigos e carga horária:

24

MORFOLOGIA E FISIOLOGIA ANIMAL

Objetivos: Visa apresentar ao aluno os principais conceitos sobre a citologia,
histologia, embriologia, morfologia, anatomia e fisiologia dos animais domésticos e
estudar a sistemática dos vegetais.
Capacitações: Estudar as células e suas funções, os tecidos animais, a morfologia e
histologia dos tecidos, a embriologia dos animais domésticos, a anatomia e fisiologia
dos aparelhos e sistemas dos animais domésticos. Estudar a fisiologia e sistemática
dos vegetais.
Disciplinas:
Código

Disciplina
Citologia e Histologia Animal
Embriologia aplicada a Zootecnia
Anatomia Animal I
Anatomia Animal II
Morfologia e Fisiologia Vegetal
Fisiologia dos Animais Domésticos I
Fisiologia dos Animais Domésticos II
Exterior e julgamento de animais
TOTAL

Carga
Horária
72
36
54
72
72
54
54
36
450

HIGIENE E PROFILAXIA ANIMAL

Objetivos:

Esta área tem como objetivo apresentar ao aluno os principais cuidados

com a higiene dos animais domésticos e de suas instalações, conhecer a imunologia,
estudar o comportamento dos insetos e as principais técnicas de combatê-los, a
microbiologia e os processos evolutivos dos animais.
Capacitações: Estudar os processos evolutivos e de domesticação dos animais. A
fisiologia de respostas imunes nas infecções, conhecer os principais antígenos e
anticorpos, identificar as causas da imunodeficiência. Conhecer e classificar os
microrganismos tais como as bactérias, os fungos, os protozoários e vírus.
25

Disciplinas:
Código

Disciplina
Higiene e profilaxia Zootécnica
Zoologia aplicada a Zootecnia
Parasitologia Zootécnica
Imunologia Zootécnica
Microbiologia Geral
TOTAL

Carga
Horária
54
54
54
54
54
270

CIÊNCIAS EXATAS E APLICADAS

Objetivos: Dotar o aluno de conhecimentos sobre a Informática, Química,
Matemática, Física, Bioquímica e Estatística aplicada às Ciências Agrárias.
Capacitações: Estudar as funções geométricas, limites, derivadas, integral e suas
aplicações às ciências agrárias. Estudar os principais conceitos utilizados na área da
eletricidade, calorimetria e termodinâmica. Conhecer as operações básicas realizadas
nos laboratórios de Informática, Química, Matemática, Física e Bioquímica. Estudar
os hidrocarbonetos, compostos halogenados, alcoóis, fenóis, cetonas, lipídeos,
aminas, amidas, nitrilas, aminoácidos, peptídeos e proteínas. Conhecer as normas
para desenho técnico, como utilizar os instrumentos gráficos. Conhecer os métodos
estatísticos e as análises utilizadas nas ciências agrárias.
Disciplinas:
Código

Disciplina
Introdução a Agroinformática
Química Geral e Analítica
Desenho Técnico
Matemática Aplicada às Ciências Agrárias
Bioquímica
Física Aplicada as Ciências Agrárias
Estatística Geral
TOTAL

Carga
Horária
36
72
36
54
54
54
54
360

26

CIÊNCIAS AMBIENTAIS

Objetivos: Conhecer as principais práticas de manejo e conservação do meio
ambiente, os fenômenos meteorológicos, os dados climáticos e a Bioclimatologia dos
animais domésticos.
Capacitações: Capacitar o aluno de forma a conhecer os conceitos ecológicos, as
práticas de manejo do solo, dos resíduos da agroindústria e da agropecuária de forma
a preservar o meio ambiente. Prevenir as águas, o solo e a atmosfera da poluição sem
afetar o desenvolvimento agropecuário. Estudar os fenômenos meteorológicos, os
movimentos da terra, os processos físicos, químicos e dinâmicos da atmosfera
terrestre. Conhecer os climas do Brasil, os elementos do clima e suas influências
sobre o desempenho dos animais, os equipamentos meteorológicos, suas funções e
técnicas de utilização. Estudar as medidas para minimizar o estresse térmico.
Disciplinas:
Código

Disciplina

ZOOT007 Manejo e Conservação do Meio Ambiente
ZOOT010 Agrometeorologia e Climatologia
ZOOT042 Bioclimatologia Animal
TOTAL

Carga
Horária
54
36
72
162

CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

Objetivos: Dotar o aluno de conhecimento sobre os principais tipos de solos, a
topografia, as construções rurais e as principais máquinas utilizadas na agropecuária.
Capacitações: Estudar as propriedades físicas, químicas e a fertilidade do solo.
Realizar levantamentos topográficos, levantamentos e medidas de áreas, conhecer
técnicas de divisão de terra, montar planilhas, plantas topográficas, construção de
curva de nível e cálculos analíticos. Conhecer os principais materiais utilizados nas
construções rurais, as instalações para bovinos, suínos, aves, caprinos, ovinos,
27

coelhos, abelhas, montar fábrica de ração. Organização e orçamento de projetos
agropecuários.
Disciplinas:
Código

Disciplina
Ciência do Solo I
Ciência do Solo II
Construções Rurais
Topografia
Máquinas, Implementos e mecanização agrícola
TOTAL

Carga
Horária
54
54
54
54
54
270

CIÊNCIAS ECONÔMICAS E SOCIAIS

Objetivos: Conhecer as principais metodologias de pesquisa aplicada às Ciências
Agrárias. Estudar as questões sociais. Conhecer os princípios e a organização das
cooperativas agropecuárias, as atividades de extensão rural, as técnicas de
administração e comercialização de produtos do setor agropecuário.
Capacitações: Conhecer a questão rural, técnicas para solucionar alguns dos
problemas sociais, as relações entre as comunidades rurais, suas organizações e as
principais classes sociais. Conhecer as metodologias de pesquisa, os procedimentos
de análise, elaboração e apresentação de trabalhos científicos. Conhecer os
princípios e a organização das cooperativas agropecuárias, os fundamentos de
comunicação e da difusão de tecnologia utilizadas no setor agropecuário. Conhecer
os sistemas econômicos empregados na área de ciências agrárias, a macroeconomia
do nosso mercado, o PIB e as políticas econômicas. Conhecer os conceitos de
mercado de capitais, tipos de mercados, custos, margem de lucro e o mercado futuro.
Disciplinas:
Código

Disciplina
Metodologia de Pesquisa
Sociologia Rural
Extensão Rural

Carga
Horária
36
54
54
28

Economia Rural
Administração e Projetos Agropecuários
Empreendedorismo e Comercialização de Produtos
Agropecuários
TOTAL

54
54
36
288

GENÉTICA, MELHORAMENTO E REPRODUÇÃO ANIMAL

Objetivos: Tem como objetivo apresentar ao aluno os conceitos básicos da genética,
as técnicas de melhoramento e os métodos de reprodução dos animais domésticos.
Capacitações: Estudar a herança Mendeliana, ligações génicas, genótipo, fenótipos
e o meio ambiente. Determinação do sexo e herança ligada ao sexo. Estudar os
conceitos e aplicação da genética quantitativa e os fundamentos da evolução. Estudar
os delineamentos utilizados em pesquisas na área das ciências agrárias e análise dos
experimentos. Estudar a morfologia dos órgãos genitais masculino e feminino, os
processos reprodutivos das espécies domésticas de interesse Zootécnico, manejo da
reprodução e técnicas de inseminação artificial. Estudar a endogamia, herdabilidade,
métodos de seleção, teste de progênie, sistemas de cruzamentos e a heterose.
Disciplinas:
Código

Disciplina
Genética
Experimentação Agropecuária
Reprodução Animal
Melhoramento genético Animal I
Melhoramento genético Animal II
TOTAL

Carga
Horária
54
54
54
72
72
306

NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO

29

Objetivos: Apresentar aos alunos as teorias e práticas sobre a nutrição dos animais
domésticos, os alimentos, as análises e avaliação dos alimentos, formulação de
rações e a produção de forragens.
Capacitações: Nesta área de conhecimento serão enfocados os conceitos sobre os
nutrientes, a avaliação do estado nutricional dos animais, os aspectos gerais da
nutrição animal, os alimentos utilizados na alimentação dos animais, a análise e
avaliação do valor nutritivo dos alimentos, a formulação de rações, a produção de
forragens, ensilagem, fenação, a formação, recuperação e manejo de pastagens.
Disciplinas:
Código

Disciplina
Alimentos e Alimentação
Nutrição de Ruminantes
Análise e Avaliação de Alimentos
Nutrição de Não-Ruminantes
Forragicultura I
Forragicultura II
Formulação e processamento de ração
TOTAL

Carga
Horária
72
72
72
72
72
72
72
504

PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO

Objetivos: Tem como objetivo apresentar aos alunos a área profissionalizante ligada
à produção animal.
Capacitações: Dotar o aluno de conhecimentos na área de produção animal de
interesse econômico como a Avicultura, a Suinocultura, a Bovinocultura de corte e
leite, a Caprinocultura, a Ovinocultura, a Apicultura e a Piscicultura. Apresentar ao
aluno as tecnologias de produção de alimentos, tais como carne, leite e derivados,
tecnologia do pescado, análises de perigos, higiene operacional e legislação da
produção de alimentos.
Disciplinas:
30

Código

Disciplina
Introdução à Zootecnia e deontologia profissional
Avicultura
Equideocultura
Etologia e Bem Estar animal
Suinocultura
Bovinocultura de Leite
Bovinocultura de Corte
Caprino e Ovinocultura
Apicultura
Aquicultura
Tecnologia de Produtos lácteos e ovos
Tecnologia de Produtos cárneos e pescados
TOTAL

Carga
Horária
36
72
36
36
72
72
72
72
72
72
54
54
720

• METODOLOGIA
Buscando a concretização dos objetivos propostos para a formação generalista
do Zootecnista envolvido com sua realidade, propomos uma linha metodológica
fundamentada na abordagem pedagógica da vertente socioambiental sustentável,
pretendendo favorecer uma educação integral e integradora, que atinja as
necessidades cognitivas e de desenvolvimento de aptidões para uma atividade
responsável e ética do indivíduo como agente social transformador, que visa à
construção de um futuro mais equilibrado em relação ao uso dos recursos naturais, e
mais justo quanto às relações entre os homens.
Assim, a metodologia adotada no curso de Zootecnia do CECA/UFAL prioriza
o estudo das interrelações, o caráter multi e interdisciplinar das ações, preconiza o
enfoque por situações problema, grupos de estudo e pesquisa, uso das atividades
práticas em unidades/laboratórios de produção e pesquisa animal, utilizando ainda, o
trabalho em equipe como instrumento essencial para a consecução dos objetivos,
empregando orientações metodológicas da modalidade de pesquisa participativa, a
qual propõe a prática pedagógica de organização da comunidade no processo de
construção de conhecimentos necessários à transformação da realidade social, e a
solução concreta de seus problemas.
Além disso, são contempladas atividades complementares, ações de extensão
e estágios no curso de Zootecnia, as quais são componentes curriculares que
31

possibilitem o reconhecimento de habilidades, conhecimentos, competências e
atitudes do estudante, inclusive adquiridos fora do ambiente acadêmico.
Tomando se por princípio que o conhecimento pode ser gerado por processos
indutivos e dedutivos, verifica-se que atividades desenvolvidas fora dos conteúdos
elencados nas disciplinas oferecidas no curso podem contribuir em muito para a
formação do profissional.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
A Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, define o “estágio como o ato
educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à
preparação para o trabalho produtivo do estudante”. A Resolução 71/2006 do
CONSUNI trata sobre a questão do estágio na UFAL.
O Estágio Supervisionado constitui, alternativamente, em uma atividade
acadêmica obrigatória de treinamento e qualificação profissional, de caráter
integrador, que visa complementar o ensino teórico-prático, recebido no curso
acadêmico, de acordo com o art. 8º da Resolução CNE/CSE nº 4/2006, que institui as
Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Zootecnia e a
Legislação Federal sobre Estágio (Lei 11788, de 25/09/2008).
O principal objetivo do Estágio é proporcionar ao aluno a oportunidade de
aplicar seus conhecimentos acadêmicos em situações da prática profissional clássica,
possibilitando-lhe o exercício de atitudes em situações vivenciadas e a aquisição de
uma visão crítica de sua área de atuação profissional.
A duração do período do estágio curricular supervisionado deverá ter a duração
mínima de 160 horas, podendo o cumprimento da carga horária ser dividida em, no
máximo, dois períodos. O estágio curricular supervisionado poderá ser realizado,
também durante férias e recessos acadêmicos. A matrícula no estágio curricular
supervisionado ocorrerá a partir do 7º semestre do curso.
Em relação as condições de exequibilidade, ressalta-se que as atividades do
estágio serão desenvolvidas de forma teórico/prática, podendo ser nas dependências
da UFAL ou em empresas públicas, privadas ou junto a profissionais liberais
habilitados, conveniadas de acordo com as normas da UFAL, sob a supervisão de um
funcionário da empresa (supervisor) e de um professor da UFAL (orientador).
32

A estruturação do estágio formaliza-se através de atividades compreendendo
as seguintes etapas:
•

Elaboração do plano de trabalho: o estágio deve estar no contexto da formação

acadêmica e ser apresentado para registro pelo Colegiado do Curso de Zootecnia e
devidamente aprovado por um docente orientador.
•

Desenvolvimento das ações programadas: o estágio deve ressaltar o lado da

qualidade formal, no aprimoramento das condições instrumentais do exercício
profissional.
•

A avaliação final do estágio: deverá ser apresentado um relatório completo das

atividades ao coordenador de estágio e ao colegiado do curso, avaliado e assinado
pelo orientador ou supervisor/orientador.
O Estágio Não Obrigatório é atividade opcional integrante do conjunto de
possibilidades previstas para as atividades complementares. A carga horária será de
no máximo 30 horas semanais, desde que não haja prejuízo nas atividades
acadêmicas obrigatórias. Nos períodos de férias escolares, a jornada de trabalho será
estabelecida entre o estagiário e a parte concedente, com interveniência da UFAL. O
Estágio Não-Obrigatório poderá, respeitadas as regulamentações específicas, ser
transformado em Estágio Obrigatório, mediante parecer favorável do Colegiado de
Curso.
Maiores informações, instruções e orientações estarão disponíveis nas
regulamentações de estágios institucionais da UFAL e, ou, do curso, e, os casos
omissos serão orientados e definidos pelo Colegiado do Curso, mediante processo
administrativo

ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As Atividades Complementares da UFAL estão institucionalizadas através da
Resolução nº 113/95 - CEPE, de 13 de novembro de 1995 e previstas para se
integralizarem em 150 horas.
Fazem parte dessas atividades:

33

•

Monitoria: programa a ser coordenado pela Pró-Reitoria de Graduação PROGRAD, cuja finalidade é possibilitar ao aluno o desenvolvimento de

•

Atividades de ensino-aprendizagem em determinada disciplina supervisionada
por um professor orientador. Para submissão ao Programa o aluno deverá estar
de acordo com a Resolução Nº 055/2008 – CONSUNI, de 10 de novembro de
2008.

•

Disciplinas da Matriz Curricular do Curso que extrapolam às 180 horas das
obrigatórias-eletivas;

•

Disciplinas de outros cursos voltadas para a formação integral do aluno e não
contempladas no currículo do curso;

•

Participação em jornadas, eventos, simpósios, congressos, seminários, cursos
de curta duração e núcleos temáticos;

•

Participação em Projetos de Extensão, de Iniciação Científica, PET, e outras
atividades de pesquisa e extensão;

•

Estágio não obrigatório e treinamento profissional;

•

Participação em entidades estudantis, Colegiado de curso, Conselho da
Unidade Acadêmica e Conselhos Superiores.

O aluno deverá integralizar, ao final de cada semestre, as atividades
complementares, evitando acumulação no final do curso. o aluno deverá dividir a sua
carga horária complementar em pelo menos 3 (três) atividades diferentes das listadas
anteriormente.

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado na UFAL através da
Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005 que em seu Art. 18 afirma:
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório
em todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL.

34

O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa
semanal, sendo sua carga horária total de 72h e computada para a integralização do
Curso.
No curso de Zootecnia CECA/UFAL o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
está institucionalizado por normativa aprovada pelo Conselho da Unidade acadêmica
e poderá ser na forma de pesquisa, extensão, manuais, cartilhas, trabalho técnico,
pesquisa de opinião ou monografia baseada em revisão bibliográfica. O TCC será
elaborado individualmente ou excepcionalmente poderá ser um trabalho coletivo
mediante especificações das estratégias e metas de trabalho de cada integrante e
apresentação de exposição de motivos que passarão pelo aceite do orientador e pela
coordenação do TCC, a matrícula/vinculo se dará a partir do 6º semestre do curso
através de entrega do projeto e da ficha de cadastro assinada pelo aluno e pelo
orientador.
A coordenação de TCC do curso fixará no início de cada semestre a lista dos
professores disponíveis para orientação e suas respectivas áreas de atuação e
interesse. Será creditada a carga horária semanal do professor orientador 3 horasatividade por trabalho orientado. Cada orientador só poderá orientar no máximo quatro
alunos por semestre.

ATIVIDADES DE EXTENSÃO
A extensão universitária é entendida como prática acadêmica que a torna um
parâmetro de articulação com o ensino e a pesquisa, desdobrando-se em processos
educativo, cultural e científico que se constituem como um conjunto de ações
sistemáticas e interativas, as quais viabilizam a relação transformadora entre
Universidade e Sociedade. Neste sentido a Universidade deve ser participativa em
nível de comunidades e das políticas de governo e de Estado para o setor
agropecuário, tanto na área de desenvolvimento rural quanto na educação agrícola.
Essa participação contribui para a solução dos problemas comunitários e
retroalimenta a pesquisa e o processo educacional. Esta atividade é gerenciada pela
Pró-reitoria de Extensão (PROEX) da UFAL, que além de atender as demandas da
sociedade, tem como competência propor programas e ações de extensão,
35

viabilizando sua execução. A PROEX é assessorada pelo Comitê Assessor de
Extensão que tem por finalidade articular e fomentar ações de extensão no âmbito de
cada Unidade Acadêmica e nos grupos ligados à sociedade, bem como acompanhar
e supervisionar a Extensão Universitária, como prática acadêmica na UFAL.
As atividades curriculares de extensão no Curso de Zootecnia serão
contempladas, intrinsecamente às ações de ensino e de pesquisa, na forma de
programas e projetos de extensão utilizando-se, dentre outras, atividades de
disciplinas obrigatórias ou eletivas para execução deles, sendo computada em pelo
menos 10% da carga horária do curso.
Os estudantes de Zootecnia participarão de projetos inseridos no programa
institucionalizado de extensão da Unidade Acadêmica, e pela vivência junto às
comunidades de forma coletiva a partir do 6º semestre do curso através do programa
de estágio de vivência rural, coordenado paralelamente a disciplina de extensão rural,
e também através da participação em eventos institucionalizados e gratuitos a
exemplo das exposições agropecuárias estaduais e da semana de Zootecnia do
CECA/UFAL.
Para a complementação da carga horária mínima das atividades de extensão,
os estudantes podem participar de outras atividades curriculares vinculados às
comunidades, em qualquer período do curso, tais como: Pesquisa, Trabalho de
Conclusão de Curso e Atividades de Complementares. Todas as ações de extensão
são registradas junto a coordenação de extensão da Unidade Acadêmica e na PróReitoria de Extensão – PROEX.
As principais atividades de extensão, do curso de Zootecnia, nos últimos anos,
foram:
2016
•
•
•
•

I Ciclo de palestras em fisiologia da digestão de ruminantes
Coordenador(a): PATRICIA MENDES GUIMARAES
1º dia de campo sobre piscicultura
Coordenador(a): ELTON LIMA SANTOS
Interação campo - escola: bem-estar animal, a zootecnia e seus valores
Coordenador(a): ELTON LIMA SANTOS
Monitoramento e educação ambiental de comunidades costeiras envolvidas
na extração de ostra e do maçunim no Litoral Norte de Alagoas
Coordenador(a): EMERSON CARLOS SOARES E SILVA
36

2017
•

NUTRIÇÃO E ALIMENTOS ALTERNATIVOS PARA BOVINOS EM ÉPOCA
DE ESCASSEZ
Coordenador(a): CICERO ALEXANDRE SILVA

2018
•

•

CURSO PRÁTICO AGROFLORESTA SINTRÓPICA NO ASSENTAMENTO
DOM HELDER, MURICI -AL
Coordenador(a): JOSE ROBERTO SANTOS
Curso Prático Agrofloresta Sintrópica
Coordenador(a): JOSE ROBERTO SANTOS

Descrição do Programa
Título do programa
Programa de desenvolvimento da produção animal do Estado de Alagoas
Unidades Acadêmicas Envolvidas
Centro de Ciências Agrárias
Justificativa Fundamentada
A estrutura agrária brasileira é resultado de um processo histórico que teve início
na colonização do país. O modelo de desenvolvimento agrícola brasileiro impediu a
população rural de ter acesso à propriedade da terra, caracterizando o meio rural
por uma imensa desigualdade. Os maiores beneficiários do processo de
modernização deste segmento são os grandes e médios produtores patronais
ligados ao setor exportador (SEPLAG, 2016).
No Brasil, a produção familiar sempre foi um setor marginalizado, disputando com
o agronegócio exportador a atenção do poder público e o reconhecimento de sua
importância para o desenvolvimento do país (SEPLAG, 2016). Ela surge como um
fator essencial na política de segurança alimentar e contribui em outras dimensões
estratégicas para o país, tais como a inclusão social, a equidade econômica e a
sustentabilidade da produção (EMBRAPA, 2013).
37

O estado de Alagoas possui cerca de 120 mil estabelecimentos agrícolas, sendo
que 90,6% destes são considerados de agricultura familiar (IBGE, 2012). Por suas
características, a agricultura de base familiar tem a capacidade de resposta imediata
na produção de alimentos, na ocupação da mão-de-obra rural, na geração de
riqueza e distribuição da renda no campo, incorporando práticas ambientais em
direção a uma agricultura sustentável (SEPLAG, 2016).
A maioria dos estabelecimentos agropecuários de Alagoas (90%) é formado por
unidades da agricultura familiar. Baseada nas pequenas unidades e com mais
dificuldades de obter financiamento e assistência técnica, ela ocupa 32% das terras
agrícolas do Estado e produz 24,5% da riqueza do campo. A média de hectares das
propriedades da agricultura familiar em Alagoas é de 6,1, a menor média do
Nordeste (IBGE, 2012).
Na Microrregião Zona da Mata Alagoana a área ocupada pelos estabelecimentos
de agricultura familiar corresponde a 11,04% do mesmo, sendo grande parte desse
território ocupado pela monocultura da cana-de-açúcar e a exploração pecuária.
Essa região fisiográfica é caraterizada por possuir uma topografia muito
movimentada. De acordo com os dados fornecidos pelas usinas locais,
aproximadamente 10% de suas áreas agricultáveis são várzeas e 50% são
encostas, com mais de 12% de declividade, cujo uso dessas áreas trazem
problemas ambientais e aumento do custo de produção.
A falta de conhecimento e de tecnologia tem limitado a produção desses agricultores
e agravado os problemas ambientais, reduzindo assim a possibilidade de lucro e
aumentando a degradação dos solos e a poluição das águas. Este cenário
pressupõe a necessidade do uso de tecnologias adequadas para tornar a agricultura
sustentável e inseri-la no mercado competitivo, que exige qualidade dos produtos.
Nesse contexto, docentes, técnicos e pesquisadores dos diversos cursos de
graduação do Centro de Ciências Agrárias podem, por meio de ações de extensão
universitária contribuir para o desenvolvimento da agricultura familiar do estado de
Alagoas e sobretudo da Zona da Mata Alagoana.
Abrangência do Programa de Extensão

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Este programa terá abrangência em todo estado de Alagoas, porém concentrará
suas principais ações na Zona da Mata Alagoana, onde o Centro de Ciências
Agrárias está localizado.
Áreas Temáticas do Programa
As ações desenvolvidas neste programa são concernentes a duas áreas temáticas:
1) Tecnologia e Produção e 2) Meio Ambiente.
Linhas de Extensão do Programa
Desenvolvimento Rural e Questões Agrárias; Organização da Sociedade e
Movimentos Sociais; Questões Ambientais; Saúde Animal.
Objetivos do Programa
O objetivo geral do programa está ligado ao fortalecimento da cadeia produtiva de
pequenos agricultores e à formação dialógica, humanística e holística de estudantes
baseada na produção de conhecimento integrado à realidade social do campo. Visa
também tornar os processos de ensino e de aprendizagem mais dinâmicos,
significativos, práticos e atrativos para os estudantes, englobando conteúdos e
conceitos essenciais para a compreensão da realidade local.
O programa tem os seguintes objetivos específicos: Formação humanística de
estudantes; Capacitação de agricultores familiares; Produção de conhecimento e
tecnologia no setor rural; Estreitamento das relações entre o campo e a academia;
e o Desenvolvimento de Ações Interdisciplinares.
Ementa do Programa
Trata-se de um conjunto articulado de ações institucionais, fundamentado na Linha
de Extensão Desenvolvimento Rural e Questões Agrárias e nas Áreas Temáticas
Tecnologia e Produção e Meio Ambiente, com a finalidade de fortalecer a cadeia
produtiva de pequenos agricultores, integrando pesquisa e atividades de disciplinas
e pesquisa na forma de Atividades Curriculares de Extensão - ACEs para a sua
execução.

39

É, portanto, um espaço utilizador pelo professor para que os estudantes tenham a
oportunidade de realizar práticas interdisciplinares. Os temas abordados em
diversas disciplinas e pesquisas tornam-se instrumento de integração entre ensino,
pesquisa e extensão proporcionando contato com as demandas do setor agrícola.
Metodologia
As atividades de extensão previstas têm como seu locus de desenvolvimento
prioritário os assentamentos rurais. O público alvo preferencial são os pequenos
agricultores e seus familiares da Zona da Mata Alagoana.
O programa tem carga horária total de 391 horas, integrada à carga horária total do
curso, correspondente a 10% da carga horária dos cursos de graduação do Centro
de Ciências Agrárias e está, cuja implementação se distribuí ao longo dos períodos
dos cursos. As ações de extensão - projetos, cursos, eventos, prestação de serviço,
produção e publicação - estão agrupadas em Atividades Curriculares de Extensão
- ACEs, utilizando atividades e temas de disciplinas de um mesmo período e temas
de pesquisa, constituindo-se assim, numa estratégia de ensino/aprendizagem
interdisciplinar.
Os ACEs estão inseridos nas Matrizes Curriculares dos cursos e são ofertados do
segundo ao oitavo período de cada curso. a carga horária das atividades
curriculares de extensão.
Atividades Curriculares de Extensão - ACE
ACE

Tipo

Carga Horária

Período Letivo

ACE01

Projeto 1. Parte 1

56 h

2º

ACE02

Projeto 1. Parte 2

56 h

3º

ACE03

Projeto 2. Parte 1

56 h

4º

ACE04

Projeto 2. Parte 2

56 h

5º

ACE05

Cursos

56 h

6º

40

ACE06

Produtos

56 h

7º

ACE07

Prestação de Serviço

94 h

8º

Acompanhamento e Avaliação
A avaliação da participação do discente em Ações Curriculares de extensão será
realizada por meio da apresentação de relatório ou outros instrumentos avaliativos
de acordo com a ementa de cada ACE e definida pelo coordenador do respectivo
ACE. As suas notas e a frequência são computadas em caderneta eletrônica da
universidade.
A avaliação da ação extensionista será realizada tendo por base os indicadores de
avaliação da extensão universitária brasileira: público alvo alcançado; inclusão da
população vulnerável; participação de docentes na extensão.
Referências
ANDRADE, L. A. B.; SILVA, E. P. A universidade e sua relação com o outro: um
conceito para a extensão universitária. Educação Brasileira, v.23, n.47, p.65-79,
2001.
BRASIL. Lei 9394, 20 de dezembro de 1996. Dispõe sobre a Lei de Diretrizes e
Bases

da

Educação

Nacional.

Brasília,

DF.

Disponível

em:

<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm>. Acesso em: 19 Jan. 2016.
______. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Dispõe sobre o Plano Nacional de
Educação – PNE 2014-2024. Brasília, DF.
Disponível

em:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-

014/2014/lei/l13005.htm . Acesso em: 19 Jan. 2016.
EMBRAPA. Concentração Geográfica da Agricultura Familiar no Brasil. Sete Lagos,
Minas Gerais. Agosto, 2013.
FREIRE, P. Extensão ou comunicação, 7ª ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1983
93 p.
______. Pedagogia do Oprimido, 9, ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.

41

IBGE. Censo Agropecuário 2006. Segunda Apuração. Rio de Janeiro, 2012.
NOGUEIRA, M.D.P. O Fórum de Pró-reitores de Extensão das Universidades
Públicas Brasileiras: um ator social em construção. Interfaces - Revista de
Extensão, v. 1, n. 1, p. 35-47, jul./nov. 2013.
REDE NACIONAL DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA. Documentos.Plano Nacional
de Extensão Universitária, 2001. Disponível em http://www.renex.org.br , acesso
em: 30 de março de 2017.
UNIVERSIDADE

FEDERAL

DE

ALAGOAS.

Plano

de

Desenvolvimento

Institucional da UFAL - PDI 2013 – 2017. Maceió, AL. Disponível em:
http://www.ufal.edu.br/transparencia/institucional/plano-de-desenvolvimento/20132017 . Acesso em: 19 Jan. 2016.
SEPLAG - Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio. Estudo
sobre a Agricultura Familiar em Alagoas/Alagoas. Secretaria de Estado do
Planejamento, Gestão e Patrimônio. ALAGOAS. – Maceió: SEPLAG, 2016. 56p.
UNIVERSIDADE

FEDERAL

DE

ALAGOAS.

RESOLUÇÃO

Nº.

65/2014-

CONSUNI/UFAL, de 03 de novembro de 2014. Diretrizes gerais das atividades de
extensão

no

âmbito

da

UFAL.

Disponível

em:

file:///C:/Users/ROBERTO/Downloads/Resolu%C3%A7%C3%A3o%20Proex%20n
%2065%20de%2003%2011%202014.pdf Acesso em: 20 Jan. 2019.

6.3 IDENTIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES CURRICULARES DE EXTENSÃO

1. IDENTIFICAÇÃO

Curso:

Zootecnia

Código/Modalidade

ACE01

Projeto 1. Parte 1
42

Carga Horária:

Total: 56

Período:

2º Período

Teórica: 28

Prática: 28

Docente:
Público Alvo

Comunidades Rurais, Estudantes e Professores.
a) carga horária total do projeto (incluindo todas as
ações);
b) número de participantes (com direito a certificado),
ou seja, alcance do trabalho (indicador quantitativo –
número de envolvidos);
c) número de alunos de graduação envolvidos no
projeto;

Instrumentos de

d) quantidade de áreas (interdisciplinaridade - áreas
de conhecimentos mobilizados nas ações) do projeto
(quantitativo/qualitativo);

avaliação:

e) alcance territorial (qualitativo);
f) relevância para a formação dos estudantes
envolvidos (qualitativo);
g) relevância para a comunidade (qualitativo),
indicando se desenvolvido em escolas públicas ou
em comunidades vulneráveis;
h) impacto social (nível de resolução da problemática
– quantitativo/qualitativo);
i) produtos da ação (quantitativo/qualitativo).

2. EMENTA

Diagnóstico dos sistemas agrários. Elaboração de linhas estratégicas de
desenvolvimento rural. Definição de políticas públicas.

43

3. OBJETIVOS
3.1. Geral:
Pretende-se colocar os estudantes, recém-chegados à universidade, frente a
frente com a realidade do mundo rural para que eles possam experiências as
técnicas sociais e econômicas dos agricultores e os seus sistemas de produção,
bem como as principais tendências de evolução.

3.2. Específicos:
a) Provocar um choque de realidade nos estudantes recém-chegados à
universidade;
b) Conhecer e aplicar ferramentas de diagnóstico participativo;
b) Desenvolver Ações Interdisciplinares.

4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade 1. Levantamentos e Caracterizações
1.1 Levantamento das situações ecológica e socioeconômica dos
agricultores.
1.2 Caracterização demográfica dos produtores.
1.3 Caracterização dos agentes envolvidos no desenvolvimento rural
(comércio, empresas de integração, bancos, agroindústrias, poder
público, etc.).
1.4 Caracterização dos principais sistemas de produção adotados por esses
diferentes produtores, as suas práticas técnicas, sociais e econômicas e
os seus principais problemas.
Unidade 2. Análises das tendências de evolução da agricultura na região.
2.1 Identificação dos principais elementos ecológicos, socioeconômicos,
técnicos, políticos que determinantes na evolução.
2.2 Hierarquização dos principais elementos ecológicos, socioeconômicos,
técnicos, políticos que determinantes na evolução.
44

2.3 Previsões sobre a evolução da realidade agrária.
Unidade 3. Visão do futuro
3.1 Prospecção de políticas, programas e projetos de desenvolvimento rurais.
3.2 Ordenamento de as ações prioritárias;
3.3 Definição de indicadores de avaliação dos projetos e dos programas.

5. METODOLOGIA

A metodologia utilizada para execução desse ACE se desenvolverá pelo
diagnóstico, análise de dados e reflexões do contexto rural, in locu e por
intermédio de dados secundários.

6. AVALIAÇÃO

A avaliação da participação do discente será realizada por meio da
apresentação de relatórios, seminários ou outros meios definidos pelo
coordenador da ação de extensão.

7. BIBLIOGRAFIA

7.1. Básica:
EMBRAPA/CPATSA/CIRAD/SAR. Sistemas de produção da agricultura familiar.
Petrolina: CPATSA, 1993-95.
FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. 93p.

INCRA/FAO. Análise diagnóstico de sistemas agrários. Disponível em:
http://www.incra.gov.br/media/reforma_agraria/guia_metodologico.pdf
45

MIGUEL, L. DE A., MAZOYER, M.. ROUDART, L. ABORDAGEM SISTÊMICA E
SISTEMAS AGRÁRIOS. Disponivel em:
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/189267/000740556.pdf?sequ
ence=1&isAllowed=y. Acessado em: 07/07/2019.
MORA, H., OBANDO, S. Guía metodológico de diagnóstico para la planificación
sostenible de los sistemas agrarios. San José: UNA-FAO. 1993.
SOUZA, M. M. O. de. A utilização de metodologias de diagnóstico e
planejamento participativo em assentamentos rurais: o diagnóstico rural/ rápido
participativo (DRP). Em Extensão, Uberlândia, v. 8, n. 1, p. 34 - 47, jan./jul.
2009.

7.2. Complementar:
ALMEIDA, A. C. S.de et al. Caracterização de produtores e propriedades rurais
em três municípios do estado de Pernambuco. Revista Caatinga, vol. 19, núm.
4, octubre-diciembre, 2006, pp. 323-332 Universidade Federal Rural do SemiÁrido Mossoró, Brasil.
CALCANHOTTO, F. A. Diagnóstico e Análise de Sistemas de Produção no
Município de GUAÍBA/RS: uma abordagem agroeconômica. (Dissertação de
Mestrado), 2001. Porto Alegre: UFRGS, Curso de Pós-Graduação em
Desenvolvimento Rural.
CARVALHO, L. C. P. Os papéis da agricultura no processo de desenvolvimento
e suas delações com os demais setores da economia. Manual de Economia.
São Paulo: Ed. Saraiva, 1991.
GUANZIROLI, C. E. Desenvolvimento territorial rural: uma polêmica. XLVI
Congresso da Sociedade de Economia, Administração e Sociologia Rural.
Apresentação oral, 14 pg. 2008. Universidade Federal Fluminense, Rio de
Janeiro, RJ- Brasil. 2008.

46

JANSEN, S. L. Identificação e Caracterização das Atividades Agropecuárias nos
Municípios Gaúchos: Uma comparação com indicadores socioeconômicos.
(Dissertação de Mestrado), 2002. Porto Alegre: UFRGS, Curso de PósGraduação em Desenvolvimento Rural.
UECKER, G. L., UECKER, A. D., BRAUN, B. S. A gestão dos pequenos
empreendimentos rurais num ambiente competitivo global e de grandes
estratégias. XLIII Congresso da Sociedade de Economia, Administração e
Sociologia Rural. 15 pg. 2005. UNESP, Ribeirão Preto, SP- Brasil.
VIEIRA, L.F. Agricultura e Agroindústria Familiar. Revista de Política Agrícola.
V. 7(01), p. 11-23. 1998.

1. IDENTIFICAÇÃO

Curso:

Zootecnia

Código/Modalidade

ACE 02

Projeto 1. Parte 2

Carga Horária:

Total: 56

Teórica: 28

Período:

3º Período

Prática: 28

Docente:

Público-alvo:

Escolas, órgãos públicos, empresas, professores e
comunidades rurais.

Instrumentos de

a) carga horária total do projeto (incluindo todas as

avaliação:

ações);

47

b) número de participantes (com direito a
certificado), ou seja, alcance do trabalho (indicador
quantitativo – número de envolvidos);
c) número de alunos de graduação envolvidos no
projeto;
d) quantidade de áreas (interdisciplinaridade áreas de conhecimentos mobilizados nas ações) do
projeto (quantitativo/qualitativo);
e) alcance territorial (qualitativo);
f) relevância para a formação dos estudantes
envolvidos (qualitativo);
g) relevância para a comunidade (qualitativo),
indicando se desenvolvido em escolas públicas ou
em comunidades vulneráveis;
h) impacto social (nível de resolução da
problemática – quantitativo/qualitativo);
i) produtos da ação (quantitativo/qualitativo).

2. EMENTA

Planejamento, execução e avaliação da Semana de Ciências Agrárias do CECA.
Mostra de ciência e tecnologia produzida no CECA para as comunidades (interna
e externa), com base no estudo do diagnóstico dos sistemas agrários levantados
na ACE 01.

3. OBJETIVOS
48

3.1. Geral:
Formatar, planejar e realizar a Semana de Ciências Agrárias no Centro de
Ciências Agrárias como forma de divulgação do conhecimento ou produto
cultural, artístico, científico, filosófico, político e tecnológico desenvolvido pela
Universidade e direcionado à comunidade rural e aos próprios estudantes.

3.2. Específicos:
a) Quantificar e qualificar os impactos sociais da produção científica do curso de
agronomia;
b) Integrar a comunidade interna e externa em torna das questões agrárias e
ambientais.
b) Desenvolver Ações Interdisciplinares.

4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade 1. Planejamento do Evento
2.4 Formas de comunicação
2.5 Levantamento da produção cientifica do Centro de Ciências Agrárias
2.6 Quantificação dos principais temas e seus impactos na sociedade.
2.7 Definição de temas para a Semana de Ciências Agrárias
Unidade 2 Logística do evento
2.1 Planejamento da logística do evento
2.2 Busca de parcerias
2.3 Apoio e Patrocínios
Unidade 3. Realização do Evento
3.1 Cerimonial
3.2 Avaliação do evento

49

5. METODOLOGIA
Estudantes do curso de agronomia se juntarão aos estudantes dos demais cursos
do CECA e planejarão e executarão o evento Semana de Ciências Agrárias que
será realizado no CECA com uma frequência anual.
6. AVALIAÇÃO

A avaliação da participação do discente será realizada por meio da
apresentação de relatórios, seminários ou outros meios definidos pelo
coordenador da ação de extensão.

7. BIBLIOGRAFIA

7.1. Bibliografia Básica:
BORDENAVE, Juan E. Diaz. (1994). O que é Comunicação Rural. Ed.
Brasiliense, São Paulo, 1988, 103p) Ref. Biblioteca (631)
BUFFA, E, CANALES, R. P. Extensão: meio de comunicação entre universidade
e comunidade EccoS Revista Científica, vol. 9, núm. 1, janeiro-junho, 2007, pp.
157-169 Universidade Nove de Julho São Paulo, Brasil
F.G.V., Centro de Estudos Agrícolas. Estado do Espírito Santo: Características
Econômicas das Explorações Agrícolas – 1969, Caderno Explorações
Agrícolas – 1ª parte. Rio de Janeiro,1969, 104p) Ref. Biblioteca (631
FORTES, W. G., SILVA,M. B. R. Eventos: estratégias de planejamento e
execução. Summus editorial.
FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. 93p.
YAMAMOTO, Y. E. O conceito de comunidade na Comunicação Revista
FAMECOS: mídia, cultura e tecnologia, vol. 21, núm. 2, mayo-agosto, 2014, pp.
438-458 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Porto Alegre,
Brasil.

50

7.2. Bibliografia Complementar:
GRAZIANOS DA
Unicamp,1999.

SILVA,

José.

O

novo

rural

brasileiro.

Campinas:

MEDEIROS, J.A.; MEDEIROS, L. MARTINS, TE_COMERCIAL PERILO,
S.,1992. Polos, Parques e incubadoras – A busca da modernidade e
competitividade. Brasília: SCT/PR, CNPq, IBICT, SENAI. 310 p.
SACHS, Ignacy Um Projeto para o Brasil, a construção do mercado nacional
como motor de desenvolvimento. In Bresser Pereira, L.C.; Rego, J. M. (orgs).

1. IDENTIFICAÇÃO

Curso:

Zootecnia

Código/Modalidade

ACE 03

Projeto 2. Parte 1

Carga Horária:

Total: 56

Teórica: 28

Período:

4º Período

Prática: 28

Docente:
Público-alvo:

Estudantes, professores e comunidades rurais.
a) carga horária total do projeto (incluindo
todas as ações);

Instrumentos de avaliação:

b) número de participantes (com direito a
certificado), ou seja, alcance do trabalho
(indicador quantitativo – número de
envolvidos);

51

c) número de alunos de graduação envolvidos
no projeto;
d) quantidade de áreas (interdisciplinaridade áreas de conhecimentos mobilizados nas
ações) do projeto (quantitativo/qualitativo);
e) alcance territorial (qualitativo);
f) relevância para a formação dos estudantes
envolvidos (qualitativo);
g) relevância para a comunidade (qualitativo),
indicando se desenvolvido em escolas públicas
ou em comunidades vulneráveis;
h) impacto social (nível de resolução da
problemática – quantitativo/qualitativo);
i) produtos da ação (quantitativo/qualitativo).

2. EMENTA
Planejamento dos sistemas agrários como ferramenta na desenvolvimento
rural. Análise de FOFA. Plano de negócio.

3. OBJETIVOS

3.1. Geral:
Envolver os estudantes no planejamento rural participativo de comunidades
rurais.

52

3.2. Específicos:
a) Conhecer os tipos de planejamento;
b) Conhecer e aplicar ferramentas do planejamento participativo;
b) Desenvolver Ações Interdisciplinares.

4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade 1. Levantamentos e Prospecções
1.5 Importância e histórico da administração rural
1.6 Componentes do Planejamento Rural Participativo
Unidade 2. Instrumentos e ferramentas do planejamento
2.1 Conhecendo as ferramentas
2.2 Análise de FOFA
2.3 Plano de negócio
Unidade 3. Visão do futuro
3.4 Gerenciamento de riscos
3.5 Aspectos tributários
3.6 Gestão de pessoas

5. METODOLOGIA

Os estudantes serão levados a participarem do planejamento de propriedades
ou empresas rurais e utilizarem ferramentas de planejamento rural participativo.
Parte desse trabalho será realizado de forma teórica em sala de aula e parte
será realizada in locu em propriedades ou empresas rurais.

6. AVALIAÇÃO

53

A avaliação da participação do discente será realizada por meio da
apresentação de relatórios, seminários ou outros meios definidos pelo
coordenador da ação de extensão.

7. BIBLIOGRAFIA

7.1. Básica:
ARAÚJO, L. A., SILVA, M. M. G. da. Planejamento de propriedades rurais: livro
didático. Palhoça: UnisulVirtual, 2013.
EMBRAPA/CPATSA/CIRAD/SAR. Sistemas de produção da agricultura
familiar. Petrolina: CPATSA, 1993-95.
FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977. 93p.
INCRA/FAO. Análise diagnóstico de sistemas agrários. Disponível em:
http://www.incra.gov.br/media/reforma_agraria/guia_metodologico.pdf
KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 3. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2017. 778 p.
MIGUEL, L. DE A., MAZOYER, M.. ROUDART, L. ABORDAGEM SISTÊMICA
E SISTEMAS AGRÁRIOS. Disponivel em:
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/189267/000740556.pdf?seq
uence=1&isAllowed=y. Acessado em: 07/07/2019.
MORA, H., OBANDO, S. Guía metodológico de diagnóstico para la planificación
sostenible de los sistemas agrarios. San José: UNA-FAO. 1993.
SOUZA, M. M. O. de. A utilização de metodologias de diagnóstico e
planejamento participativo em assentamentos rurais: o diagnóstico rural/
rápido participativo (DRP). Em Extensão, Uberlândia, v. 8, n. 1, p. 34 - 47,
jan./jul. 2009.

54

7.2. Complementar:
ALMEIDA, A. C. S.de et al. Caracterização de produtores e propriedades rurais
em três municípios do estado de Pernambuco. Revista Caatinga, vol. 19, núm.
4, octubre-diciembre, 2006, pp. 323-332 Universidade Federal Rural do SemiÁrido Mossoró, Brasil.
CALCANHOTTO, F. A. Diagnóstico e Análise de Sistemas de Produção no
Município de GUAÍBA/RS: uma abordagem agroeconômica. (Dissertação de
Mestrado), 2001. Porto Alegre: UFRGS, Curso de Pós-Graduação em
Desenvolvimento Rural.
CARVALHO, L. C. P. Os papéis da agricultura no processo de
desenvolvimento e suas delações com os demais setores da economia.
Manual de Economia. São Paulo: Ed. Saraiva, 1991.
GUANZIROLI, C. E. Desenvolvimento territorial rural: uma polêmica. XLVI
Congresso da Sociedade de Economia, Administração e Sociologia Rural.
Apresentação oral, 14 pg. 2008. Universidade Federal Fluminense, Rio de
Janeiro, RJ- Brasil. 2008.
JANSEN, S. L. Identificação e Caracterização das Atividades Agropecuárias
nos Municípios Gaúchos: Uma comparação com indicadores
socioeconômicos. (Dissertação de Mestrado), 2002. Porto Alegre: UFRGS,
Curso de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural.
UECKER, G. L., UECKER, A. D., BRAUN, B. S. A gestão dos pequenos
empreendimentos rurais num ambiente competitivo global e de grandes
estratégias. XLIII Congresso da Sociedade de Economia, Administração e
Sociologia Rural. 15 pg. 2005. UNESP, Ribeirão Preto, SP- Brasil.
VIEIRA, L.F. Agricultura e Agroindústria Familiar. Revista de Política Agrícola.
V. 7(01), p. 11-23. 1998.

55

1. IDENTIFICAÇÃO

Curso:

Zootecnia

Código/Modalidade

ACE 04

Projeto 2. Parte 2

Carga Horária:

Total: 56

Teórica: 28

Período:

5º Período

Prática: 28

Docente:

Público-alvo:

Escolas, órgãos públicos, empresas, professores e
comunidades rurais.
a) carga horária total do projeto (incluindo todas as
ações);
b) número de participantes (com direito a
certificado), ou seja, alcance do trabalho (indicador
quantitativo – número de envolvidos);
c) número de alunos de graduação envolvidos no
projeto;

Instrumentos de

d) quantidade de áreas (interdisciplinaridade -

avaliação:

áreas de conhecimentos mobilizados nas ações) do
projeto (quantitativo/qualitativo);
e) alcance territorial (qualitativo);
f) relevância para a formação dos estudantes
envolvidos (qualitativo);
g) relevância para a comunidade (qualitativo),
indicando se desenvolvido em escolas públicas ou
em comunidades vulneráveis;
56

h) impacto social (nível de resolução da
problemática – quantitativo/qualitativo);
i) produtos da ação (quantitativo/qualitativo).

2. EMENTA

Planejamento e apresentação de trabalhos, técnicas e tecnologias em evento
de grande porte realizado por outras instituições no Estado de Alagoas.

3. OBJETIVOS
3.1. Geral:
Formatar, planejar e participar de evento de grande porte realizado no estado
de Alagoas, como forma de divulgação do conhecimento ou produto cultural,
artístico, científico, filosófico, político e tecnológico desenvolvido pela
Universidade e direcionado à comunidade rural e aos próprios estudantes.

3.2. Específicos:
a) Mostrar para a sociedade rural a produção científica produzida pelo CECA;
b) Quantificar e qualificar os impactos socioeconômicos da produção
científica do curso de agronomia;
c) Integrar a comunidade interna e externa em torno das questões agrárias e
ambientais.

4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

57

Unidade 1. Planejamento do Evento
2.8 Formas de comunicação
2.9 Levantamento da produção cientifica do Centro de Ciências Agrárias
2.10 Quantificação dos principais temas e seus impactos na sociedade.
2.11 Definição de temas para a Semana de Ciências Agrárias
Unidade 2 Logística do evento
2.4 Planejamento da logística do evento
2.5 Busca de parcerias
2.6 Apoio e Patrocínios
Unidade 3. Realização do Evento
3.3 Formas de apresentação
3.4 Avaliação do evento

5. METODOLOGIA

A metodologia utilizada para execução desse ACE se desenvolverá pela
análise e reflexões do contexto rural, in locu e por intermédio de dados
secundários.

6. AVALIAÇÃO
A avaliação da participação do discente será realizada por meio da
apresentação de relatórios, seminários ou outros meios definidos pelo
coordenador da ação de extensão.

7. BIBLIOGRAFIA

7.1. Básica:
EMBRAPA/CPATSA/CIRAD/SAR. Sistemas de produção da agricultura
familiar. Petrolina: CPATSA, 1993-95.
58

FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
93p.
INCRA/FAO. Análise diagnóstico de sistemas agrários. Disponível em:
http://www.incra.gov.br/media/reforma_agraria/guia_metodologico.pdf
MIGUEL, L. DE A., MAZOYER, M.. ROUDART, L. ABORDAGEM
SISTÊMICA E SISTEMAS AGRÁRIOS. Disponivel em:
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/189267/000740556.pdf?se
quence=1&isAllowed=y. Acessado em: 07/07/2019.
MORA, H., OBANDO, S. Guía metodológico de diagnóstico para la
planificación sostenible de los sistemas agrarios. San José: UNA-FAO. 1993.
SOUZA, M. M. O. de. A utilização de metodologias de diagnóstico e
planejamento participativo em assentamentos rurais: o diagnóstico rural/
rápido participativo (DRP). Em Extensão, Uberlândia, v. 8, n. 1, p. 34 - 47,
jan./jul. 2009.

7.2. Complementar:
ALMEIDA, A. C. S.de et al. Caracterização de produtores e propriedades rurais em
três municípios do estado de Pernambuco. Revista Caatinga, vol. 19, núm. 4,
octubre-diciembre, 2006, pp. 323-332 Universidade Federal Rural do Semi-Árido
Mossoró, Brasil.
CALCANHOTTO, F. A. Diagnóstico e Análise de Sistemas de Produção no
Município de GUAÍBA/RS: uma abordagem agroeconômica. (Dissertação de
Mestrado), 2001. Porto Alegre: UFRGS, Curso de Pós-Graduação em
Desenvolvimento Rural.
CARVALHO, L. C. P. Os papéis da agricultura no processo de desenvolvimento e
suas delações com os demais setores da economia. Manual de Economia. São
Paulo: Ed. Saraiva, 1991.

59

GUANZIROLI, C. E. Desenvolvimento territorial rural: uma polêmica. XLVI
Congresso da Sociedade de Economia, Administração e Sociologia Rural.
Apresentação oral, 14 pg. 2008. Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro,
RJ- Brasil. 2008.
JANSEN, S. L. Identificação e Caracterização das Atividades Agropecuárias nos
Municípios Gaúchos: Uma comparação com indicadores socioeconômicos.
(Dissertação de Mestrado), 2002. Porto Alegre: UFRGS, Curso de Pós-Graduação
em Desenvolvimento Rural.
UECKER, G. L., UECKER, A. D., BRAUN, B. S. A gestão dos pequenos
empreendimentos rurais num ambiente competitivo global e de grandes
estratégias. XLIII Congresso da Sociedade de Economia, Administração e
Sociologia Rural. 15 pg. 2005. UNESP, Ribeirão Preto, SP- Brasil.
VIEIRA, L.F. Agricultura e Agroindústria Familiar. Revista de Política Agrícola. V.
7(01), p. 11-23. 1998.

1. IDENTIFICAÇÃO

Curso:

Zootecnia

Código/Modalidade

ACE 05

CURSOS

Carga Horária:

Total: 56

Teórica: 28

Período:

6º Período

Prática: 28

Docente:

Público-alvo:

Escolas, órgãos públicos, empresas, professores
e comunidades rurais.

60

a) carga horária total do projeto (incluindo todas
as ações);
b) número de participantes (com direito a
certificado), ou seja, alcance do trabalho
(indicador quantitativo – número de envolvidos);
c) número de alunos de graduação envolvidos no
projeto;
d) quantidade de áreas (interdisciplinaridade áreas de conhecimentos mobilizados nas ações)
Instrumentos de
avaliação:

do projeto (quantitativo/qualitativo);
e) alcance territorial (qualitativo);
f) relevância para a formação dos estudantes
envolvidos (qualitativo);
g) relevância para a comunidade (qualitativo),
indicando se desenvolvido em escolas públicas
ou em comunidades vulneráveis;
h) impacto social (nível de resolução da
problemática – quantitativo/qualitativo);
i) produtos da ação (quantitativo/qualitativo).

2. EMENTA

Desenvolvimento de ações pedagógicas, de caráter teórico e/ou prático, presencial
e/ou a distância, planejadas e organizadas de modo sistemático, com carga horária
e critérios de avaliação definidos. Ministração de minicuros e cursos livres para a
comunidade rural e urbana.

61

3. OBJETIVOS

3.1. Geral:
Formatar, planejar e participar de evento de grande porte realizado no estado de
Alagoas, como forma de divulgação do conhecimento ou produto cultural, artístico,
científico, filosófico, político e tecnológico desenvolvido pela Universidade e
direcionado à comunidade rural e aos próprios estudantes.

3.2. Específicos:
a) Treinar estudantes para difundir conhecimento produzido na academia;
b) Integrar a comunidade interna e externa em torno das questões agrárias e
ambientais.

4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade 1. Planejamento dos Cursos
2.12 Importância e formas de difusão de conhecimento;
2.13 Tipos de Cursos e seus impactos;
Unidade 2 Logística do Curso
2.7 Planejamento da logística dos cursos
2.8 Plataforma de Cursos online
2.9 Público alvo
2.10 Audiência
Unidade 3. Realização dos Cursos
3.5 Formas de apresentação
3.6 Avaliação dos Cursos

62

5. METODOLOGIA

A metodologia utilizada para execução desse ACE se desenvolverá pela análise e
reflexões do contexto rural, in locu e por intermédio de dados secundários.

6. AVALIAÇÃO

A avaliação da participação do discente será realizada por meio da apresentação
de relatórios, seminários ou outros meios definidos pelo coordenador da ação de
extensão.

7. BIBLIOGRAFIA

7.1. Básica:
EMBRAPA/CPATSA/CIRAD/SAR. Sistemas de produção da agricultura
familiar. Petrolina: CPATSA, 1993-95.
FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
93p.
INCRA/FAO. Análise diagnóstico de sistemas agrários. Disponível em:
http://www.incra.gov.br/media/reforma_agraria/guia_metodologico.pdf
MIGUEL, L. DE A., MAZOYER, M.. ROUDART, L. ABORDAGEM
SISTÊMICA E SISTEMAS AGRÁRIOS. Disponivel em:
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/189267/000740556.pdf?se
quence=1&isAllowed=y. Acessado em: 07/07/2019.
MORA, H., OBANDO, S. Guía metodológico de diagnóstico para la
planificación sostenible de los sistemas agrarios. San José: UNA-FAO. 1993.

63

SOUZA, M. M. O. de. A utilização de metodologias de diagnóstico e
planejamento participativo em assentamentos rurais: o diagnóstico rural/
rápido participativo (DRP). Em Extensão, Uberlândia, v. 8, n. 1, p. 34 - 47,
jan./jul. 2009.

7.2. Complementar:
ALMEIDA, A. C. S.de et al. Caracterização de produtores e propriedades rurais em
três municípios do estado de Pernambuco. Revista Caatinga, vol. 19, núm. 4,
octubre-diciembre, 2006, pp. 323-332 Universidade Federal Rural do Semi-Árido
Mossoró, Brasil.
CALCANHOTTO, F. A. Diagnóstico e Análise de Sistemas de Produção no
Município de GUAÍBA/RS: uma abordagem agroeconômica. (Dissertação de
Mestrado), 2001. Porto Alegre: UFRGS, Curso de Pós-Graduação em
Desenvolvimento Rural.
CARVALHO, L. C. P. Os papéis da agricultura no processo de desenvolvimento e
suas delações com os demais setores da economia. Manual de Economia. São
Paulo: Ed. Saraiva, 1991.
GUANZIROLI, C. E. Desenvolvimento territorial rural: uma polêmica. XLVI
Congresso da Sociedade de Economia, Administração e Sociologia Rural.
Apresentação oral, 14 pg. 2008. Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro,
RJ- Brasil. 2008.
JANSEN, S. L. Identificação e Caracterização das Atividades Agropecuárias nos
Municípios Gaúchos: Uma comparação com indicadores socioeconômicos.
(Dissertação de Mestrado), 2002. Porto Alegre: UFRGS, Curso de Pós-Graduação
em Desenvolvimento Rural.
UECKER, G. L., UECKER, A. D., BRAUN, B. S. A gestão dos pequenos
empreendimentos rurais num ambiente competitivo global e de grandes

64

estratégias. XLIII Congresso da Sociedade de Economia, Administração e
Sociologia Rural. 15 pg. 2005. UNESP, Ribeirão Preto, SP- Brasil.
VIEIRA, L.F. Agricultura e Agroindústria Familiar. Revista de Política Agrícola. V.
7(01), p. 11-23. 1998.

1. IDENTIFICAÇÃO

Curso:

Zootecnia

Código/Modalidade

ACE 06

PRODUTOS ACÂDEMICOS

Carga Horária:

Total: 56

Teórica: 28

Período:

7º Período

Prática: 28

Docente:

Público-alvo:

Escolas, órgãos públicos, empresas, professores
e comunidades rurais.
a) carga horária total do projeto (incluindo todas
as ações);

Instrumentos de
avaliação:

b) número de participantes (com direito a
certificado), ou seja, alcance do trabalho
(indicador quantitativo – número de envolvidos);
c) número de alunos de graduação envolvidos no
projeto;
65

d) quantidade de áreas (interdisciplinaridade áreas de conhecimentos mobilizados nas ações)
do projeto (quantitativo/qualitativo);
e) alcance territorial (qualitativo);
f) relevância para a formação dos estudantes
envolvidos (qualitativo);
g) relevância para a comunidade (qualitativo),
indicando se desenvolvido em escolas públicas
ou em comunidades vulneráveis;
h) impacto social (nível de resolução da
problemática – quantitativo/qualitativo);
i) produtos da ação (quantitativo/qualitativo).

2. EMENTA

Planejamento e execução de workshops para divulgação de técnicas, tecnologias,
produção científica do universidade. Mostras de produtos acadêmicos e publicações
decorrentes das ações de extensão, para a difusão e divulgação cultural, artística,
científica, filosófica, política, científica e tecnológica. Desevolvimento de produtos.
Marcas e patentes. Organização da apresentação de TCCs..

3. OBJETIVOS

3.1. Geral:
Dar visibilidade à produção científica e as tecnologias desenvolvidas no CECA.

66

3.2. Específicos:
a) Desenvolver o espírito empreendedor e criativo nos estudantes;
b) Treinar estudantes para difundir conhecimento produzido na academia;
c) Integrar a comunidade interna e externa em torno das questões agrárias e
ambientais.
4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade 1. Inovação Tecnológica
2.14 Conceitos e Importância;
2.15 Tipos de inovação e seus impactos;
Unidade 2 Marcas e Patentes
2.11 Conceitos
2.12 Registro de marcas
2.13 Solicitação de patentes
Unidade 3. Empreendedorismo
2.1 Conceitos
2.2 Comportamento empreendedor
2.3 Plano de negócios
2.4 Start-ups

5. METODOLOGIA

Os estudantes farão levantamento das ideias, tecnologias e inovações produzidas
no CECA e farão estudo de impactos das mesmas e darão encaminhamentos no
sentido do seu registro e/ou publicação das mesmas.

6. AVALIAÇÃO

67

A avaliação da participação do discente será realizada por meio da apresentação
de relatórios, seminários ou outros meios definidos pelo coordenador da ação de
extensão.

7. BIBLIOGRAFIA

7.1. Básica:
EMBRAPA/CPATSA/CIRAD/SAR. Sistemas de produção da agricultura
familiar. Petrolina: CPATSA, 1993-95.
FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
93p.
INCRA/FAO. Análise diagnóstico de sistemas agrários. Disponível em:
http://www.incra.gov.br/media/reforma_agraria/guia_metodologico.pdf
MIGUEL, L. DE A., MAZOYER, M.. ROUDART, L. ABORDAGEM
SISTÊMICA E SISTEMAS AGRÁRIOS. Disponivel em:
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/189267/000740556.pdf?s
equence=1&isAllowed=y. Acessado em: 07/07/2019.
MORA, H., OBANDO, S. Guía metodológico de diagnóstico para la
planificación sostenible de los sistemas agrarios. San José: UNA-FAO. 1993.
SOUZA, M. M. O. de. A utilização de metodologias de diagnóstico e
planejamento participativo em assentamentos rurais: o diagnóstico rural/
rápido participativo (DRP). Em Extensão, Uberlândia, v. 8, n. 1, p. 34 - 47,
jan./jul. 2009.

7.2. Complementar:
ALMEIDA, A. C. S.de et al. Caracterização de produtores e propriedades rurais em
três municípios do estado de Pernambuco. Revista Caatinga, vol. 19, núm. 4,
68

octubre-diciembre, 2006, pp. 323-332 Universidade Federal Rural do Semi-Árido
Mossoró, Brasil.
CALCANHOTTO, F. A. Diagnóstico e Análise de Sistemas de Produção no
Município de GUAÍBA/RS: uma abordagem agroeconômica. (Dissertação de
Mestrado), 2001. Porto Alegre: UFRGS, Curso de Pós-Graduação em
Desenvolvimento Rural.
CARVALHO, L. C. P. Os papéis da agricultura no processo de desenvolvimento e
suas delações com os demais setores da economia. Manual de Economia. São
Paulo: Ed. Saraiva, 1991.
GUANZIROLI, C. E. Desenvolvimento territorial rural: uma polêmica. XLVI
Congresso da Sociedade de Economia, Administração e Sociologia Rural.
Apresentação oral, 14 pg. 2008. Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro,
RJ- Brasil. 2008.
JANSEN, S. L. Identificação e Caracterização das Atividades Agropecuárias nos
Municípios Gaúchos: Uma comparação com indicadores socioeconômicos.
(Dissertação de Mestrado), 2002. Porto Alegre: UFRGS, Curso de Pós-Graduação
em Desenvolvimento Rural.
UECKER, G. L., UECKER, A. D., BRAUN, B. S. A gestão dos pequenos
empreendimentos rurais num ambiente competitivo global e de grandes
estratégias. XLIII Congresso da Sociedade de Economia, Administração e
Sociologia Rural. 15 pg. 2005. UNESP, Ribeirão Preto, SP- Brasil.
VIEIRA, L.F. Agricultura e Agroindústria Familiar. Revista de Política Agrícola. V.
7(01), p. 11-23. 1998.

1. IDENTIFICAÇÃO

69

Curso:

Zootecnia

Código/Modalidade

ACE 07

PRESTAÇÃO DE SERVIÇO

Carga Horária:

Total: 94

Teórica: 45

Período:

2º Período

Prática: 49

Docente:

Público-alvo:

Escolas, órgãos públicos, empresas, professores
e comunidades rurais.
a) carga horária total do projeto (incluindo todas
as ações);
b) número de participantes (com direito a
certificado), ou seja, alcance do trabalho
(indicador quantitativo – número de envolvidos);
c) número de alunos de graduação envolvidos no
projeto;
d) quantidade de áreas (interdisciplinaridade -

Instrumentos de

áreas de conhecimentos mobilizados nas ações)

avaliação:

do projeto (quantitativo/qualitativo);
e) alcance territorial (qualitativo);
f) relevância para a formação dos estudantes
envolvidos (qualitativo);
g) relevância para a comunidade (qualitativo),
indicando se desenvolvido em escolas públicas
ou em comunidades vulneráveis;
h) impacto social (nível de resolução da
problemática – quantitativo/qualitativo);
70

i) produtos da ação (quantitativo/qualitativo).

2. EMENTA

Realização de trabalho ou atividade de transferência do conhecimento gerado e
instalado na Universidade e ofertado à sociedade. Prestação de serviço realizados
em laboratórios e empresas juniores.

3. OBJETIVOS

3.1. Geral:
Realizar serviços desenvolvidos pelos laboratórios do CECA ao público em geral
com atividade científica e acadêmica.

3.2. Específicos:
a) Desenvolver nos estudantes a excelência no atendimento ao público;
b) Conhecer os problemas do campo e tentar encontrar soluções;
c) Integrar a comunidade interna e externa em torno das questões agrárias e
ambientais.

4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Unidade 1. Responsabilidade social
1.1 Comunicabilidade e barreiras na comunicação;
1.2 Direito público à informação
1.3 Qualidade e competências no atendimento ao público
71

Unidade 2. Práticas de Laboratório
2.14 Normas gerais de laboratório
2.15 Biossegurança
2.16 Solicitação de patentes
Unidade 3. Normatização
3.7 Identificação e classificação de demandas
3.8 Encaminhamentos de demandas
3.9 Relatórios

5. METODOLOGIA

Os estudantes receberão demandas da sociedade dentro de uma carta de serviços
oferecido à sociedade. Essas demandas serão catalogadas, processadas e
dirigidas para o setor adequado. Grupos de estudantes estarão envolvidos em
prestar o serviço e dar respostas aos clientes. O serviço de estudantes realizado
nas empresas juniores do CECA estará dentro desse escopo.

6. AVALIAÇÃO
A avaliação da participação do discente será realizada por meio da
apresentação de relatórios, seminários ou outros meios definidos pelo
coordenador da ação de extensão.

7. BIBLIOGRAFIA

7.1. Básica:
COSTA, A. S. C., SANTANA. L. C., TRIGO A. C. qualidade do atendimento
ao cliente: um grande diferencial competitivo para as organizações. Revista

72

de Iniciação Científica – RIC Cairu. Jun. 2015, Vol 02, n° 02, p. 155-172 ,
ISSN 2258-1166.
EMBRAPA/CPATSA/CIRAD/SAR. Sistemas de produção da agricultura
familiar. Petrolina: CPATSA, 1993-95.
FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
93p.
INCRA/FAO. Análise diagnóstico de sistemas agrários. Disponível em:
http://www.incra.gov.br/media/reforma_agraria/guia_metodologico.pdf
MIGUEL, L. DE A., MAZOYER, M.. ROUDART, L. ABORDAGEM
SISTÊMICA E SISTEMAS AGRÁRIOS. Disponivel em:
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/189267/000740556.pdf?s
equence=1&isAllowed=y. Acessado em: 07/07/2019.
MORA, H., OBANDO, S. Guía metodológico de diagnóstico para la
planificación sostenible de los sistemas agrarios. San José: UNA-FAO. 1993.
SOUZA, M. M. O. de. A utilização de metodologias de diagnóstico e
planejamento participativo em assentamentos rurais: o diagnóstico rural/
rápido participativo (DRP). Em Extensão, Uberlândia, v. 8, n. 1, p. 34 - 47,
jan./jul. 2009.

7.2. Complementar:
ALMEIDA, A. C. S.de et al. Caracterização de produtores e propriedades rurais em
três municípios do estado de Pernambuco. Revista Caatinga, vol. 19, núm. 4,
octubre-diciembre, 2006, pp. 323-332 Universidade Federal Rural do Semi-Árido
Mossoró, Brasil.
CALCANHOTTO, F. A. Diagnóstico e Análise de Sistemas de Produção no
Município de GUAÍBA/RS: uma abordagem agroeconômica. (Dissertação de

73

Mestrado), 2001. Porto Alegre: UFRGS, Curso de Pós-Graduação em
Desenvolvimento Rural.
CARVALHO, L. C. P. Os papéis da agricultura no processo de desenvolvimento e
suas delações com os demais setores da economia. Manual de Economia. São
Paulo: Ed. Saraiva, 1991.
GUANZIROLI, C. E. Desenvolvimento territorial rural: uma polêmica. XLVI
Congresso da Sociedade de Economia, Administração e Sociologia Rural.
Apresentação oral, 14 pg. 2008. Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro,
RJ- Brasil. 2008.
JANSEN, S. L. Identificação e Caracterização das Atividades Agropecuárias nos
Municípios Gaúchos: Uma comparação com indicadores socioeconômicos.
(Dissertação de Mestrado), 2002. Porto Alegre: UFRGS, Curso de Pós-Graduação
em Desenvolvimento Rural.
UECKER, G. L., UECKER, A. D., BRAUN, B. S. A gestão dos pequenos
empreendimentos rurais num ambiente competitivo global e de grandes
estratégias. XLIII Congresso da Sociedade de Economia, Administração e
Sociologia Rural. 15 pg. 2005. UNESP, Ribeirão Preto, SP- Brasil.
VIEIRA, L.F. Agricultura e Agroindústria Familiar. Revista de Política Agrícola. V.
7(01), p. 11-23. 1998.

• COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS DO CURSO

O Curso de Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal
de Alagoas, atualmente oferece 70 vagas por ano, a entrada é via vestibular. Os 35
primeiros classificados no processo seletivo têm prioridade de matrícula no primeiro
semestre letivo, os outros 35 classificados serão matriculados no segundo semestre
letivo.

74

Poderá haver permuta de alunos, entre o primeiro e segundo semestre,
mediante termo de responsabilidade firmado na coordenação do curso. Havendo mais
de um interessado por vaga, a escolha será feita em função da classificação no
sistema de seleção ENEM.
O curso terá prazo de integralização de no mínimo 10 semestres e no máximo
15 semestres, com carga horária mínima de 4340 horas, atendendo Resolução Nº 4
de 2 de fevereiro de 2006, da Câmara de Educação Superior do Ministério da
Educação, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do Curso de
Zootecnia e também, ao parecer CNE/CES Nº8/2007, que dispõe sobre carga horária
mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de
graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
Os alunos que apresentam extraordinário aproveitamento nos estudos poderão
ter abreviada a duração de seus cursos, conforme Resolução nº 60/98 – CEPE, de 19
de outubro de 1998.
A estrutura curricular do Curso de Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias UFAL foi elaborada baseada nas reflexões e análises dos professores que compõem
as mais diversas áreas de formação do Curso, do Colegiado e do NDE do Curso.
Os componentes curriculares são apresentados no quadro abaixo, com a carga
horária mínima por componente e total para integralização do curso.

Componentes Curriculares

Carga Horária

Obrigatórias

3312

Eletivas

216

TCC

72

Estágio Supervisionado

160

Atividades Complementares

150

Atividades Curriculares de Extensão

430

Total

4340

75

GRÁFICO
Figura 1. Distribuição percentual dos componentes curriculares do curso

MATRIZ CURRICULAR
Per.

Disciplina

Teórica

Prática

C/H Total

Química geral e analítica

57

15

72

43

11

54

29

7

36

Introdução a zootecnia e
deontologia profissional

29

7

36

Higiene e profilaxia
zootécnica

43

11

54

Matemática aplicada as
ciências agrárias

43

11

54

Anatomia animal I

43

11

54

Manejo e conservação do
meio ambiente
Introdução a
agroinformática
1º

Pré requisito

76

Citologia e Histologia
animal

57

15

TOTAL

2º

3º

4º

72
432

Bioquímica

43

11

54

Física aplicada as ciências
agrárias

43

11

54

Microbiologia geral

43

11

54

Zoologia aplicada a
zootecnia

43

11

54

Sociologia Rural

43

11

54

Anatomia animal II

57

15

72

ACE 1. Projeto 1. Parte 1

56

TOTAL

398

Desenho técnico

29

7

36

Imunologia zootécnica

43

11

54

Parasitologia zootécnica

43

11

54

57

15

72

29

7

36

Estatística Geral

43

11

54

Fisiologia dos animais
domésticos I

43

11

54

Morfologia e fisiologia
vegetal
Embriologia aplicada a
Zootecnia

ACE 2. Projeto 1. Parte 2

56

TOTAL

416

Construções rurais

43

11

54

Metodologia da pesquisa

29

7

36

Experimentação
agropecuária

43

11

54

Ciência do solo I

43

11

54

Fisiologia dos animais
domésticos II

43

11

54

Alimentos e alimentação

57

15

72

Anatomia animal
I

Citologia e
histologia animal

Desenho técnico

Fisiologia dos
animais
domésticos I

77

Topografia

5º

6º

43

11

54

ACE 3. Projeto 2. Parte 1

56

TOTAL

434

Forragicultura I

57

15

72

Ciência do solo II

43

11

54

Nutrição de não ruminantes

57

15

72

Máquinas, implementos e
mecanização agrícola

43

11

54

Genética

43

11

54

Análise e avaliação de
alimentos

57

15

72

ACE 4. Projeto 2. Parte 2

56

TOTAL

434

Morfologia e
fisiologia vegetal

Fisiologia animal
I e II

Alimentos e
alimentação

Apicultura

57

15

72

Forragicultura II

57

15

72

Forragicultura I

Melhoramento genético
animal I

57

15

72

Genética

Nutrição de ruminantes

57

15

72

Fisiologia animal
I e II

29

7

36

57

15

72

Agrometeorologia e
climatologia
Formulação e
processamento de ração
ACE 5. Curso

Alimentos e
alimentação

56

TOTAL

452

Aquicultura

57

15

72

Seminário

29

7

36

Bioclimatologia animal

57

15

72

Extensão rural

43

11

54

Melhoramento genético
animal II

57

15

72

Eletiva

43

11

54

7º

Agrometeorologia
e climatologia

Melhoramento
genético animal I

78

8º

Estágio obrigatório

160

ACE 6. Produto acadêmico

56

TOTAL

576

Caprino e ovinocultura

57

15

72

Reprodução animal

43

11

54

Bovinocultura de leite

57

15

72

Economia rural

43

11

54

Avicultura

57

15

72

Eletiva

43

11

54

ACE 7.
serviço

Prestação

de

94

TOTAL

472

Etologia e bem-estar animal

29

7

36

Administração e projetos
agropecuários

43

11

54

Suinocultura

57

15

72

Bovinocultura de corte

57

15

72

Tecnologia de produtos
cárneos e pescados

43

11

54

Eletiva

43

11

54

Bioclimatologia
animal

9º

TOTAL

342

Exterior e julgamento de
animais

29

7

36

Empreendedorismo e
comercialização de
produtos agropecuários

29

7

36

Equideocultura

29

7

36

43

11

54

43

11

54

10º
Tecnologia de
lácteos e ovos

produtos

Eletiva

Total

TOTAL

216

Obrigatórias

3312
79

Eletiva

216

Estágio obrigatório

160

Atividade complementar

150

Trabalho de conclusão de
curso

72

ACE

430

Carga horária total

4340

80

1º período
Química geral
e analítica
72 h

2º período
Bioquímica
54 h

3º período
Imunologia
zootécnica
54 h

4º período
Construções
rurais
54 h

5º período
Forragicultura I
72 h

6º período
Apicultura
72 h

7º período
Aquicultura
72 h

8º período
Reprodução
animal
54 h

Introdução a
agro
informática
36 h

Física
aplicada as
ciências
agrárias
54 h
Zoologia
aplicada a
zootecnia
54 h

Desenho
técnico
36 h

Metodologia da
pesquisa
36 h

Ciência do solo II
54 h

Formulação e
processamento
de ração
72 h

Seminário
36 h

Avicultura
72 h

Morfologia e
fisiologia
vegetal 72h

Ciência do solo I
54 h

Máquinas,
implementos e
mecanização
agrícola
54 h

Melhoramento
genético animal I
72 h

Bioclimatologia
Animal
72 h

Caprino /
ovinocultura
72 h

Bovinocultura
de corte
72 h

Microbiologia
geral
54 h

Embriologia
aplicada à
zootecnia
36 h

Experimentação
agropecuária
54 h

Análise e
avaliação de
alimentos
72 h

Forragicultura II
72 h

Melhoramento
genético
animal II
72 h

Economia rural
54 h

Suinocultura
72 h

Tecnologia de
produtos lácteos e
ovos 54 h

Anatomia
animal II
72 h

Parasitologia
zootécnica
54 h

Alimentos e
alimentação
72 h

Nutrição de nãoruminantes
72 h

Nutrição de
ruminantes
72 h

Extensão rural
54 h

Bovinocultura de
leite
72 h

Eletiva
54 h

Eletiva
54 h

Sociologia
rural
54 h

Fisiologia
dos animais
domésticos I
54 h

Fisiologia dos
animais
domésticos II
54 h

Genética
54 h

Agrometeorologia
e climatologia
36 h

Eletiva
54 h

Eletiva
54 h

Tecnologia de
produtos
cárneos e
pescados
54 h

Estatística
geral
54 h

Topografia
54 h

Manejo e
conservação
do meio
ambiente
54 h
Introdução a
zootecnia e
deontologia
profissional
36 h
Higiene e
profilaxia
zootécnica
54 h
Anatomia
animal I
54 h

Matemática
aplicada as
ciências
agrárias
54 h

9º período
Etologia e
bem-estar
animal
36 h
Administração
e projetos
agropecuários
54 h

10º período
Exterior e
julgamento de
animais
36 h
Empreendedorismo
e comercialização
de produtos
agropecuários
36 h
Equideocultura
36 h

81

Citologia e
histologia
animal
72 h
432 h

ACE 1
56 h

ACE 2
56 h

ACE 3
56 h

ACE 4
56 h

ACE 5
56 h

ACE 6
56 h

ACE 7
56 h

398 h

416 h

434 h

434 h

452 h

576 h

472 h

342 h

216 h

82

QUADRO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS
O aluno deverá eleger três dessas disciplinas para complementação de sua
profissionalização, de modo que possa ainda dentro da graduação, direcionar seu
sentido vocacional, dentro do conteúdo multidisciplinar do curso de Zootecnia. As
disciplinas eletivas serão ofertadas já partir do primeiro período, considerando os prérequisitos.

DISCIPLINAS ELETIVAS

CARGA HORÁRIA
Semestral Teórica

Prática

Pré-requisito

Bubalinocultura

72

60

12

-

Aquicultura especial

72

45

27

-

Cunicultura e Animais de Biotério

72

60

12

-

72

45

27

Conforto Térmico e Ambiência Animal

72

60

12

-

Fundamentos da Estrutiocultura

72

36

36

-

Biotecnologia

72

60

12

-

Entomologia Aplicada à Zootecnia

72

45

27

-

Manejo do Solo, Calagem e Adubação.

72

45

27

-

Avicultura Especial

72

36

36

-

Polinização com Abelhas

72

36

36

-

72

45

27

Microbiologia dos Alimentos

72

45

27

-

Inglês Instrumental

72

36

36

-

Gestão Empresarial e Marketing

72

60

12

-

Avaliação e Tipificação de Carcaça

72

36

36

-

Animais Silvestres

72

45

27

-

Libras – língua brasileira de sinais

72

36

36

-

História da África

72

72

00

-

36

36

-

Nutrição e Alimentação de Cães e
Gatos

Manejo de Plantas Daninhas em
Pastagens

Questão Agrária e Movimentos sociais
do campo

72

-

-

Comunicação rural

72

60

12

-

Contabilidade rural

72

60

12

-

Direito Agrário e ambiental

72

60

12

-

83

Empreendedorismo

72

36

36

Irrigação e drenagem

72

36

36

Avaliação de pastagens

72

36

36

Culturas Agrícolas de Interesse

72

36

36

-

Zootécnico

EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS BÁSICA E COMPLEMENTAR

EMENTAS:
DISCIPLINAS
OBRIGATÓRIAS
ACE 1 – Projeto 1.
Parte 1.
ACE 2 – Projeto 1.
Parte 2.

EMENTA
Diagnóstico dos sistemas agrários como importante ferramenta
na elaboração de linhas estratégicas de desenvolvimento rural
e para definição de políticas públicas
Planejamento, execução e avaliação da Semana de Ciênicas
Agrárias do CECA. Mostra de ciência e tecnologia produzida
no CECA para as comunidades interna e externa.

ACE 3 – Projeto 2. Planejamento dos sistemas agrários como ferramenta na
Parte 1.
ACE 4 – Projeto 2.
Parte 2.

desenvolvimento rural. Análise de FOFA. Plano de negócio
Planejamento e apresentação de trabalhos, técnicas e
tecnologias em evento de grande porte realizado por outras
instituições no Estado de Alagoas.
Desenvolvimento de ações pedagógicas, de caráter teórico
e/ou prático, presencial e/ou a distância, planejada e

ACE 5. Curso

organizada de modo sistemático, com carga horária e critérios
de avaliação definidos. Ministração de minicuros e cursos livres
para a comunidade rural
Planejamento e execução de workshops para divulgação de

ACE 6. Produto

técnicas, tecnologias, produção científica do universidade.
Mostras de produtos acadêmicos e publicações decorrentes
84

das ações de extensão, para a difusão e divulgação cultural,
artística, científica, filosófica, política, científica e tecnológica.
Organização da apresentação de TCCs.
Realização de trabalho ou atividade de transferência do
ACE 7. Prestação de conhecimento gerado e instalado na Universidade e ofertado à
serviço

sociedade. Prestação de serviço realizados em laboratórios e
empresas juniores
Administração Rural: Definição e Objetivos, Capitais e Custos,
Medidas e Fatores que Afetam o Resultado Econômico.
Planejamento e Projetos, Projetos Empresariais e Projetos
Públicos; Noções de Matemática Financeira; Estudo de
Projetos:

Administração

e

Projetos

processo

produtivo

e

sistema

econômico,

crescimento econômico e planejamento; Unidade de Produção;
Preparação de Projetos e suas Etapas: investimento, estudo de
mercado, engenharia, tamanho e localização; Métodos de

Agropecuários

Seleção e Análise de Oportunidades de Investimento, Métodos
de

Depreciação;

Aplicações

Práticas

Aplicadas

à

Agropecuária; Critérios de elaboração e avaliação de Projetos
Agropecuários e Agroindustriais junto aos principais Bancos
Oficias; Projetos e o Meio Ambiente; Projetos e Novas
Tecnologia de Gestão e de Produção.
Aspectos meteorológicos dos movimentos da terra. Processos
Agrometeorologia e físicos,
Climatologia

químicos

Classificação

e

dinâmicos

da

atmosfera

Meteorológica/Climatológica.

terrestre.

Zoneamento

Agroclimático. Estrutura (Agro)meteorológica.
Alimentos
Alimentação

e

Estudo dos principais alimentos utilizados na alimentação
animal, ressaltando sua composição química e limitações como
deficiências de nutrientes, toxidez etc.
Importância da análise e avaliação dos alimentos na nutrição

Análise e Avaliação animal. Coleta e preparo de amostras para análises. Emprego
de alimentos

de métodos químicos e biológicos na avaliação dos nutrientes
dos alimentos. Laboratório de bromatologia.
85

Introdução à anatomia dos animais domésticos, dados
históricos, definições, divisão, objetos e objetivos da anatomia
animal. Uso e definição da nomenclatura, subdivisão da
Anatomia animal I

anatomia. Aspectos gerais dos aparelhos e sistemas orgânicos
das espécies domésticas. Anatomia do Aparelho locomotor –
osteologia,

sindesmologia,

miologia.

Sistema

Nervoso.

Glândulas Endócrinas. Aparelho Digestório de animais
monogástricos e poligástricos.
Sistema cardiovascular. Aparelho Respiratório. Aparelho
Anatomia animal II

Urogenital.

Sistema

Linfático.

Órgãos

dos

sentidos

e

tegumento comum
Situação apícola no mundo, no Brasil e em especial na região
nordeste. Biologia da abelha Apis mellifera. Organização e
estrutura da colônia. Regulação das atividades na colônia.
Apicultura

Planejamento e manejo de apiários. Principais produtos
apícolas, beneficiamento, legislação e sua comercialização.
Importância das abelhas na polinização de culturas e
ecossistemas naturais e noções básicas de polinização dirigida
com abelhas.
Histórico, situação atual e perspectivas futuras da piscicultura
e carcinocultura no Brasil e no mundo. Noções de limnologia,
anatomia e fisiologia dos peixes e crustáceos. Sistemas de

Aquicultura

criação. Infra-estrutura e instalação na aquicultura. Espécies
indicadas para cultivo. Reprodução, manejo reprodutivo e
transporte de peixes e camarões. Nutrição e alimentação dos
peixes e camarões cultivados. Higiene e profilaxia na
aquicultura.
Avicultura no Brasil e no mundo; Raças de galinhas de
interesse econômico; Anatomia e fisiologia das aves;

Avicultura

Instalações e equipamentos avícolas; Manejo na produção de
frangos de corte; Manejo na produção de poedeiras comerciais;
Manejo na produção de matrizes para corte e postura;
86

Produção de pintos de um dia (incubação); Sanidade avícola;
Melhoramento de aves; Controle da qualidade de ovos; Abate
e

processamento

econômicos

da

de

frangos;

exploração

Aspectos

avícola;

comerciais

e

Administração

de

empresas avícolas.
Conceito e evolução. Classificação climática do Brasil.
Principais elementos do clima que influenciam os animais.
Descrição dos aparelhos meteorológicos. Produção e perda de
Bioclimatologia

calor pelos animais. Características anátomo-fisiológicas de

Animal

adaptação dos animais aos trópicos. Efeito do clima sobre as
funções produtivas dos animais. Técnicas de manejo para
animais visando minimizar o estresse térmico. A pesquisa em
Bioclimatologia no Brasil.
Estrutura e função das macromoléculas (proteínas, enzimas e

Bioquímica

co-enzimas,

carboidratos,

lipídeos,

nucleicos).

Metabolismo

de

vitaminas

carboidratos,

e

ácidos

fermentação,

degradação de ácidos graxos, metabolismo de compostos
nitrogenados.

Biossíntese

de

Carboidratos,

lipídeos,

aminoácidos. Laboratório de bioquímica.
Enfoque sistêmico sobre a criação de Bovinos de corte no
Brasil e no mundo. Principais raças. Sistemas de exploração.
Bovinocultura
Corte

de Instalações e equipamentos. Manejo produtivo, reprodutivo,
alimentar e sanitário. Melhoramento genético. Produção,
comercialização e tipificação de Carcaça. Escrituração
Zootécnica. Provas zootécnicas.
Enfoque sistêmico sobre a criação de Bovinos de Leite no
Brasil e no mundo. Principais raças. Sistemas de exploração.

Bovinocultura
Leite

de Instalações e equipamentos. Manejo produtivo, reprodutivo,
alimentar e sanitário. Melhoramento genético. Produção e
comercialização leite, e derivados. Escrituração Zootécnica.
Provas zootécnicas.

87

A caprino-ovinocultura no Brasil e no mundo. Principais raças.
Principais produtos. Caracterização do ovino tipo lã, tipo carne
Caprino

e e misto. Características químicas e físicas da lã e aspectos

Ovinocultura

envolvidos com a sua produção. Sistemas de criação.
Instalações e equipamentos. Manejo reprodutivo, alimentar e
sanitário. Doenças comuns.
Introdução ao estudo da geologia, das propriedades físicas e

Ciências do Solo I

mineralogia. Intemperismo e formação dos solos. Matéria
orgânica do solo. Classificação e geografia dos solos
Propriedades microbiológicas e químicas dos solos. Solos e
ambientes agrícolas. Aptidão agrícola dos principais solos do

Ciências do Solo II

nordeste brasileiro. Manejo de solos tropicais. Erosão e
degradação ambiental. Manejo conservacionista.
Células, Estruturas e Funções. Divisão Celular. Tecidos

Citologia

e epiteliais de revestimento e glandular. Tecidos conjuntivos,

Histologia animal

adiposo, cartilaginoso e ósseo. Tecido muscular e Tecido
nervoso. Morfologia e Histofisiologia destes tecidos.
Comercialização Agropecuário: Conceito, Tipos de Mercado,
Intermediários, Canais e Funções de Comercialização, Custos
e Margens de Comercialização; Mercado Futuro e de Opções

Empreendedorismo

Agropecuários, Teoria do Consumidor. Inovação e criatividade

e

Comercialização como fator de mudança e desenvolvimento. O perfil do

de

Produtos empreendedor. O empreendedor como agente de mudança e

Agropecuários

criador de novos negócios. Análise de mercado para
identificação de oportunidades de negócios. Parcerias,
alianças e terceirização. Sistemas de gerenciamento, técnicas
de negociação e marketing.
Construções rurais; materiais de construção; instalações para

Construções Rurais

bovinos, aves, suínos, ovinos, caprinos, coelhos e abelhas;
instalações agrícolas; construções diversas, organização de
orçamentos e projetos.

88

Noções de geometria descritiva. Normas para o desenho
Desenho Técnico

técnico.

Utilização

de

instrumentos

gráficos.

Vistas

ortográficas.
Política Econômica; Noções de Microeconomia; Sistema
Economia Rural

Econômico, Economia Agrícola; Noções de Macroeconomia:
PIB, Modelo Keynesiano.

Embriologia
Aplicada

a

Zootecnia

Divisões e fases da embriologia. Embriologia dos animais
Domésticos, gastrulação de aves, mamíferos e peixes.
Origem e domesticação. Importância econômica. Exterior e
raças. Sistemas de criação: doma, adestramento, alimentação,

Equideocultura

equipamentos,

instalações

e

manejo.

Reprodução

e

melhoramento genético. Principais doenças. Comercialização.
Conceitos iniciais. População e amostra. Estatística descritiva.
Estatística geral

Probabilidade. Distribuições de probabilidades. Correlação e
regressão linear simples.
Noções básicas de comportamento animal, fatores ambientais
que alteram o comportamento dos animais domésticos,

Etologia

e

Bem

Estar Animal

comportamento social, instinto e aprendizagem. Motivação,
estímulos e comunicação. Hormônios e o desenvolvimento do
comportamento. O bem estar dos animais de produção e
companhia. Manejo e ambiência para o bem estar. Questões
científicas, éticas e morais da utilização dos animais.
Introdução. Medidas de tendência central e de variabilidade de
dados.

Experimentação
Agropecuária

Análise

Delineamentos

de

variância

experimentais:

e

testes

de

inteiramente

hipóteses.
casualizado,

blocos casualizados e Quadrado latino. Experimentos fatoriais
e em parcelas subdivididas. Análise conjunta de experimentos.
Regressão e correlação. O teste do qui-quadrado e algumas de
suas aplicações.

Extensão Rural

Histórico, conceituação, filosofia, princípios, objetivos, teoria e
metodologia da comunicação na extensão rural. Produção de
89

conhecimentos científicos linear e triangular (P&D). Produção,
difusão e adoção de tecnologias no meio rural. Princípios,
métodos e técnicas pedagógicas no trabalho com extensão
rural.

O

planejamento

e

prática

do

desenvolvimento

comunitário e rural sustentável com ênfase nas metodologias
participativas e nas questões étnico-raciais. Elaboração de
projetos de extensão rural. Visita a assentamentos e a
propriedades rurais.
Estudo do exterior dos animais domésticos. Os caracteres
raciais e os caracteres econômicos. Principais raças de
bovinos, ovinos, caprinos, suínos, aves, cães e equinos
Zoometria, mensurações, barimetria, índices e apreciação

Exterior e

zootécnica. Determinação da idade em bovinos, equinos,

julgamento de

ovinos

animais

e

caprinos.

Apreciação

sanitária

dos

animais.

Identificação e resenha. Classificação. Relação exterior e
função produtiva. Julgamento de animais. Importância do
julgamento, documentos, procedimentos. Preparação de
animais para exposição.

Física Aplicada às
Ciências Agrárias

.Grandezas físicas, Vetores, Princípios de cinemática e
dinâmica. Princípios de estática e dinâmica dos fluidos.
Princípios e Leis de termodinâmica.

Fisiologia

dos Endocrinologia. Neurofisiologia. Fisiologia cardiovascular e

Animais

sangue. Fisiologia respiratória. Fisiologia renal. Equilíbrio

Domésticos I

ácido-básico e termorregulação.

Fisiologia
Animais
Domésticos II

dos

Fisiologia da digestão. Fisiologia da lactação. Fisiologia do
crescimento.

Formulação

e Tabelas de Exigências Nutricionais dos Animais Domésticos,

processamento

de Formulação e uso de rações e a alimentação dos animais.

Ração

Processos de fabricação de rações.
90

Botânica das Gramíneas e Leguminosas. Composição Química
Forragicultura I

e Valor Nutritivo das Plantas Forrageiras. Principais Plantas
Forrageiras. Fisiologia das Plantas Forrageiras.
Formação, Recuperação, Avaliação e Manejo de Pastagens

Forragicultura II

Nativas e Exóticas. Manejo de Capineiras. Produção e
conservação de forragem.
Introdução e Importância da genética. Bases citológicas e
Bioquímicas da herança. Mendelismo. Ligação gênica. Alelos
múltiplos

Genética

e

genes

expressividade,

letais.

genótipo,

Pleiotropia,

Fenótipo

e

penetrância
Meio

e

Ambiente.

Determinação do sexo e Herança ligada ao Sexo. Herança
Extracromossômica. Herança poligênica genética quantitativa.
Genética de Populações. Fundamentos de Evolução.
Higiene e Saúde. Importância da saúde Animal. Saneamento.
Doenças dos animais transmissíveis ao homem. Legislação
Sanitária. Introdução a higiene de alimentos; produtos de
Higiene e profilaxia origem animal, princípios gerais de higienização. Doenças
Zootécnica

transmitidas por alimentos: agentes causadores e diagnósticos.
Controle de qualidade: Os sistemas APPCC, BPF e PPHO,
embalagem. Treinamento de recursos humanos: conceitos,
introdução, educação, treinamento, planejamento.
Introdução a imunologia. Antígeno, anticorpos e sistema do

Imunologia

complemento. Células e tecidos do sistema imune. Fisiologia

Zootécnica

das respostas imunes nas infecções e tumores. Exacerbação
das respostas imunológicas. Imunodeficiência
Conceitos Básicos de hardware e software; Sistemas

Introdução
Agroinformática

a

Operacionais; Processadores de texto; Planilhas eletrônicas;
introdução a bancos de dados; Noções de redes de
computadores e Internet; a informática na propriedade rural;
aspectos básicos e aplicação.

91

Estudo do histórico da zootecnia, origens, domesticação das
Introdução

à espécies, implicações socioeconômicas e ambientais da

Zootecnia

e Zootecnia. Apresentação de técnicas modernas de produção

deontologia

animal. Código de ética do Zootecnista. Habilidades e

profissional

competências do Zootecnista. Visão e Ações humanísticas do
profissional Zootecnista.

Manejo

e

conservação

do

meio Ambiente

Princípios e Conceitos Ecológicos aplicados ao planejamento e
desenvolvimento agropecuário. Educação ambiental.
Introdução ao estudo da mecanização agrícola. Seleção e
controle operacional da máquina agrícola. Tipos. Princípios de
operação, regulagem e manutenção de máquinas agrícolas.

Máquinas,
implementos

e

mecanização
agrícola.

Tração animal. Teoria da tração. Mecânica do chassi, Sistema
de engate, comandos hidráulicos, sistema de transmissão de
potência de tratores agrícolas. Máquina e Implementos do meio
rural. Equipamentos e implementos utilizados no meio rural.
Equipamentos de transporte agrícola. Comando hidráulico.
Máquinas de preparo do solo.

Matemática
Aplicada às Ciências
Agrárias

Funções. Geometria analítica. Limites. Variável real. Derivadas
e Integral com aplicações nas Ciências Agrárias.
Genética

Melhoramento
Genético Animal I

quantitativa

e

de

populações

aplicadas

ao

melhoramento dos animais domésticos. Seleção das diferentes
espécies de interesse econômico. Endogamia e Heterose
aplicadas ao Melhoramento Animal. Interação Genótipo
Ambiente.
Índices de produtividade da pecuária nacional. Características

Melhoramento
Genético Animal II

a serem melhoradas, por espécie zootécnica (Bovinos de corte
e leite, caprinos, ovinos, suínos, abelhas e de aves).
Metodologias específicas para obtenção de fenótipos por
espécie. Aplicação de metodologias de avaliação genética por

92

espécie. Aplicação computacional para o melhoramento
animal.
Introdução à metodologia científica e do conhecimento. As
Metodologia

da

Pesquisa

relações sociais e o processo de produção do conhecimento.
Planejamento da Pesquisa; Redação técnica – científica;
Procedimentos sistemáticos para a análise, elaboração e
apresentação de trabalhos científicos.
Perspectiva

da

microbiologia.

Classificação

microbiana:

Morfologia, citologia, biologia, nutrição e composição química
Microbiologia Geral

de bactérias e fungos. Caracteres gerais dos vírus. Estrutura e
reprodução de fungos. Nutrição, crescimento, metabolismo e
resistência. Introdução à agentes antimicrobianos e resistência.
Princípios e Métodos da sistemática vegetal. Caraterização dos
reinos de organismos. Caracterização, morfologia, reprodução,

Morfologia

e tendências evolutivas e sistemáticas de algas, fungos, briófitas,

fisiologia vegetal

pteridófitas,

gimnospermas

e

angiospermas.

Fisiologia:

respiração, suprimento hídrico, nutrição mineral. Fotossíntese.
Fotoperiodismo. Translocação. Crescimento e reprodução.
Princípios fisiológicos ligados aos processos de digestão e
absorção. Metabolismo dos nutrientes importantes na nutrição
Nutrição

de

Não-

Ruminantes

de

animais

monogástricos.

Exigências

nutricionais.

Determinação da composição e do valor nutritivo dos
alimentos.

Características

nutricionais

e

utilização

dos

principais alimentos na alimentação de monogástricos. Aditivos
da ração. Minerais e vitaminas. Fatores antinutricionais.
Princípios de nutrição. Constituintes e Valor nutritivo dos
alimentos: concentração, digestibilidade e consumo dos
Nutrição
Ruminantes

de

nutrientes. Fundamentos de anatomia e fisiologia da digestão
de ruminantes. Microbiologia do rúmen. Fermentação ruminal.
Digestão, absorção e metabolismo de carboidratos, matérias
nitrogenadas e lipídeos em ruminantes. Métodos de avaliação
da digestibilidade. Consumo de alimentos: teorias de regulação
93

do consumo. Métodos de avaliação do consumo. Minerais e
vitaminas. Aditivos alimentares. Fatores antinutricionais.
Distúrbios metabólicos.
Importância dos parasitas na produção animal, bem como a
importância da implantação de medidas de profilaxia e controle
Parasitologia

das parasitoses na produção animal. Estudo dos principais

Zootécnica

protozoários, helmintos e artrópodes na produção animal, do
ponto de vista de etiologia, ciclo evolutivo, epidemiologia,
diagnóstico, profilaxia e controle.
Química Orgânica. Operações básicas de laboratório. Teoria
estrutural.

Análise

elementar

qualitativa.

Conceitos,

propriedades e esrioisomeria de: hidrocarbonetos, compostos
Química

Geral

e halogenados, álcoois, éteres, fenóis, cetonas, carboidratos,

Analítica

ácidos carboxílicos, ésteres, lipídios, aminas, amidas, nitrilas,
aminoácidos, peptídeos e proteínas. Química dos compostos
biológicos, biossíntese de macromoléculas encontradas num
ser vivo.
Morfologia dos Sistemas genitais masculino e feminino e sua

Reprodução Animal

regulamentação neuroendócrina. Processo reprodutivo das
espécies

domésticas

de

interesse

zootécnico.

Manejo

reprodutivo, técnica de inseminação artificial.
Principais enfoques da questão rural: o homem e a terra,
Comunidade e sociedade. Grupos, organizações, instituições e
classes sociais. A sociedade rural. Estruturas agrária e
Sociologia Rural

fundiária. Cultura rural e subdesenvolvimento. Organizações
do espaço social rural. Sociedade tecnológica. Movimentos
sociais. Influência do negro e do índio na formação das
sociedades rurais.
A suinocultura no Brasil e no mundo. Raças. A carne na

Suinocultura

alimentação

humana.

Manejo

reprodutivo,

alimentar

e

sanitário. Reprodutores machos. Matrizes e marrãs. Animais de
abate.
94

Introdução à tecnologia de alimentos. Boas práticas de
fabricação (BPF), análise de perigos e pontos críticos de
controle
Tecnologia

(APPCC),

procedimento

padrão

de

higiene

de operacional (PPHO). Métodos de conservação. Tecnologia da

Produtos cárneos e Carne e pescados; normas de abate; conservação e
pescados

processamento dos produtos. Composição físico-química dos
diferentes tipos de carnes. Fisiologia do músculo nos
processos anti e post-mortem. Características organolépticas
da carne e subprodutos.
Tecnologia do leite e derivados: aspectos de qualidade,

Tecnologia

de

produtos lácteos e
ovos

análises físico químicas, conservação e industrialização:
queijos, manteiga e fermentados. Ovos: classificação e
conservação. Etapas e processos do leite no laticínio,
industrialização e métodos oficiais de Localização física e
construção de: indústria de laticínios.
Definição e aplicação da topografia. Unidades de medidas, dos
ângulos e escalas. Sinalização e marcação de pontos.
Instrumental. Levantamentos expedidos. Medição de ângulos

Topografia

horizontais e distanciais, Planimetria. Levantamento de uma
área, planilhas de cálculo analítico e desenho de planta
topográfica. Divisão de terras. Altimetria. Taqueometria. Curvas
de nível. Localização de curvas. Noções de aerofotometria.
Introdução à Zoologia; Morfologia, sistemática e ciclo evolutivo
dos principais animais de interesse zootécnico. Conhecimentos
básicos sobre a biologia e interações com o hospedeiro e com

Zoologia aplicada a o meio ambiente. Classificação e nomenclatura zoológica;
Zootecnia

Abordagens dos filos, Porifera; Cnidária; Platyhelminthes;
Nematoda; Molusca; Annelida; Onycophora; Arthropoda;
Echinodermata;

Hemicordata;

Chordata

e

sub-filos:

Urochordata, Cephalochordata e Vertebrata.

95

DISCIPLINAS
ELETIVAS

Animais Silvestres

Importância econômica e social da criação de animais silvestres em
cativeiro. Domesticação, melhoramento genético, alimentação,
reprodução, sanidade e manejo criatório de jacaré, capivara, cotia,
paca, cateto, javali e demais espécies de interesse zootécnico.
Formulação de rações. Instalações.

Histórico, importância e situação atual da produção de
crustáceos (camarões marinhos), moluscos (ostras e
mexilhões) e anfíbios (rãs) comestíveis no Brasil e no Mundo.
Aquicultura especial
Biologia dos grupos citados. Instalações e equipamentos
necessários para o cultivo. Manejo reprodutivo, alimentar e
sanitário. Produtos e comercialização. Limnologia.

Avaliação de
pastagens

Composição química e valor nutritivo das plantas forrageiras.
Métodos e estimativas de avaliação das forrageiras.
Conservação das plantas forrageiras (ensilagem e fenação).
Amonização, raspa, farelo e sacharina.

Avaliação e
Tipificação de
Carcaça

Estudo da avaliação e tipificação de carcaça e da estrutura de
abate e comercialização dos animais domésticos. Conhecer as
formas de comercialização, normas e fluxogramas de abate
das principais espécies exploradas para corte e identificar
características da carcaça que permitam avaliar a qualidade da
carcaça e da carne.

Avicultura Especial

Estudar a criação e manejo de perus, de codornas e de patos
e marrecos desde o início da criação até o abate e o
processamento das aves. Produção de pintos de um dia;
Aspectos comerciais e econômicos da exploração avícola;
Administração e Planejamento de empresas avícola.

Biotecnologia

Bases Físico-químicas da herança. O dogma central da
Genética Molecular. Métodos de isolamento de RNA e DNA. A
Tecnologia do DNA recombinante. Clonagem e transferência
de genes. Produção de vacinas e diagnose molecular de
doenças causadas por vírus, bactérias, fungos e outros
96

organismos. Eletroforese de ácidos nucléicos. Campos
pulsados. Hibridação de ácidos nucléicos. Reação de PCR e
aplicações. Sequenciamento de DNA. Expressão gênica.
Utilização de softwares na análise genômica. Noções de
proteoma. Cultura de tecidos: embriogênese somática.
Micromanipulação de plantas. Cultura de protoplastos de
plantas e fungos. Noções de bioinformática e bancos de dados
internacionais.

Bubalinocultura

Serão abordados temas relacionados com o enfoque sistêmico
da Bubalinocultura no Brasil e no mundo. Principais raças e
suas potencialidades. Manejo produtivo, reprodutivo, alimentar
e sanitário. Instalações e equipamentos. Sistemas de
exploração.

Conforto Térmico e
Ambiência Animal

Conceito e evolução. Clima e conforto térmico. Fechamentos
opacos e fechamentos transparentes. Ventilação Natural e
Artificial. Controle da qualidade do ar nas instalações. A
edificação e o Ambiente. Acondicionamento térmico das
instalações.

Contabilidade rural

Contabilidade Rural A atividade rural. A contabilidade agrícola
e o campo de sua aplicação. Fluxo contábil na atividade
agrícola. O património da empresa agrícola. Depreciação,
amortização e exaustão na agropecuária. Planificação contábil
na atividade agrícola. Contabilidade pecuária. Custos na
agropecuária. Cálculo do custo do rebanho. Fluxo de caixa no
setor rural. Imposto de Renda. Demonstrações financeiras

Comunicação rural

Comunicação com processo, arte, sistema, ciência. Meios de
comunicação com canais de mudanças social e cultural do
meio rural, observando-se sua estruturação e dinâmica; os
limites dos problemas rurais e o significado da importância da
comunicação para o desenvolvimento do meio rural.

Cunicultura e
animais de biotério

Importância da cunicultura. Manejos: nutricional, reprodutivo, e
seus benefícios na produtividade dos animais. Abate e
processamento da carcaça e da pele. Uso dos animais de
biotério: ética e legislação. Espécies mais utilizadas. Noções
sobre instalação de um biotério. Padrão sanitário dos animais,
97

higiene pessoal e do ambiente. Planejamento e controle da
produção.

Culturas Agrícolas
de Interesse
Zootécnico

Noções básicas dos sistemas de cultivos das culturas do milho,
soja, sorgo, cana de açúcar e trigo.

Fornecer noções introdutórias e conceitos sobre a legislação
agrária e ambiental, e sua finalidade, importância e âmbito de
abrangência. Fontes do direito agrário e ambiental. Princípios
constitucionais do direito agrário e ambiental. Limites e tutela
que o ordenamento jurídico traça no meio agrário, inclusive a
reforma agrária no âmbito constitucional e infra-constitucional,
Direito agrário e
ambiental

penalidades impostas e pontos controvertidos. Estudar a
importância da normatização agrária e ambiental, com ênfase
a tutela estatal da propriedade agrícola, bem como as matérias
contratuais (arredamento, parceria etc.). Fornecer subsídios
para a compreensão do direito agrário e ambiental de forma
integrada, sob a óptica constitucional do desenvolvimento
sustentável do meio rural. Direitos humanos

Empreendedorismo

Investigação, entendimento e internalização da ação
empreendedora. Autoconhecimento. Perfil empreendedor.
Criatividade. Desenvolvimento da visão e identificação de
oportunidades. Validação de uma idéia. Construção de um
plano de negócios e negociação

Entomologia
Aplicada à
Zootecnia

Princípios inerentes à defesa sanitária animal e vegetal e sua
aplicabilidade. Origem, obtenção, produção e utilização
racional e econômica dos inseticidas, através das técnicas de
aplicação. Controle de pragas de culturas de interesse
zootécnico. Toxicologia e legislação específica dos produtos
químicos utilizados na agricultura, com ênfase aos inseticidas,
aos produtos de origem microbiana e substâncias voláteis
utilizadas na comunicação entre insetos.
98

Fundamentos da
Estrutiocultura

Importância socioeconômica da Estrutiocultura no Brasil e no
mundo. Estudo da produção de avestruzes e emas, no que diz
respeito à raça, manejo reprodutivo, alimentar e sanitário,
planejamento da criação e comercialização.

Gestão empresarial
e marketing

Evolução dos conceitos de qualidade na indústria e nos
serviços; padronização em empresas; Normas série ISO 9000;
gestão da qualidade em serviços; gestão ambiental série ISO
14000; Planejamento estratégico; recursos humanos;
marketing.

História da África

Estudo e análise das sociedades africanas. A historiografia e
pré-história africana. Características socioeconômicas,
políticas e culturais das sociedades africanas durante a
Antiguidade e a era medieval. O tráfico de escravos.
Colonização e descolonização europeia. Religião, arte e
literatura africanas.

Inglês instrumental

Reciclagem e desenvolvimento de atividades e fixação de
estruturas básicas. Pratica escrita, frases simples e
coordenadas. Elementos de gramática. Estratégia do processo
de leitura aplicada a Zootecnia.

Irrigação e
Drenagem

Relação água-solo-planta X atmosfera; necessidades de
irrigação para as principais culturas; qualidade de água e
manejo de solos salinos e ou sódicos; métodos de aplicação de
água – sistemas de irrigação; drenagem de terras agrícolas.

Libras

Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua
estrutura gramatical, de expressões manuais, gestuais e do
seu papel para a comunidade surda.

Manejo de plantas
daninhas em
pastagem

Principais espécies de plantas daninhas com ocorrência em
pastagens. Manejo de plantas daninhas em pastagens.
Importância das plantas daninhas na recuperação de
pastagens degradadas e da importância das plantas tóxicas
que ocorrem nas pastagens.
99

Manejo do Solo,
Calagem e
Adubação.

Estudo do manejo do solo e métodos de calagem e adubação
para a produção de plantas forrageiras.

Nutrição e
Alimentação de
Cães e Gatos

Fisiologia da digestão e da absorção. Conceito de ótimo em
nutrição de cães e gatos. Necessidades nutricionais. Alimentos
para cães e gatos. Alimentação de cães para trabalho e em
condições de estresse. Alimentação de filhotes órfãos e
animais doentes. Experimentação e avaliação de alimentos
para cães e gatos. Formulação de rações.

Microbiologia dos
alimentos

Fatores intrínsecos e extrínsecos no desenvolvimento de
microrganismos em alimentos. Principais infecções e
intoxicações veiculadas por produtos alimentícios. Métodos de
amostragem, semeadura e relevância das análises
microbiológicas em diferentes matérias primas e produtos
finais. Microbiologia da água. Principais microrganismos e
análises tradicionais e rotineiras de alimentos de origem animal
e vegetal. Conceitos de Boas Práticas de Fabricação (BPF) e
de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC).
Técnicas rápidas de contagem e identificação de
microrganismos em alimentos.

Polinização com
Abelhas

Questão Agrária e
movimentos sociais
do campo

Conhecer e entender os sistemas de polinização das plantas.
Examinar criticamente a dinâmica reprodutiva das plantas e a
interação com os seus agentes polinizadores. Adquirir
embasamento teórico-prático que permita a elaboração e
condução de programas racionais de polinização com abelhas.

A questão agrária e campesinato. Os movimentos sociais como
paradigmas de interpretação das lutas no campo. A gênese da
expansão do capitalismo no campo e reprodução de relações
não capitalistas. Campesinato, participação política e a
revolução socialista. As lutas no campo e a territorialização
camponesa no espaço brasileiro. A luta pela terra e pela
reforma agrária.
100

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
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Bovinocultura de leite

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Caprino/ ovinocultura

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2

MALAVOLTA, E. Manual de química agrícola: Nutrição de plantas e fertilidade

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3

MELLO, Francisco de A. F. de. Fertilidade do solo. 3. ed. São Paulo: Nobel,

1985. 400p.

Ciência do solo II

1.

KIEHL, J.C. Manual de edafologia: relação solo-planta. São Paulo: Ceres ,

1979. 264p.
2.

MALAVOLTA, E. Manual de química agrícola: Nutrição de plantas e fertilidade

do solo. Ceres, 1976. 528p.
3

MELLO, Francisco de A. F. de. Fertilidade do solo. 3. ed. São Paulo: Nobel,

1985. 400p.

Construções rurais

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1

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2.ed UFV - Universidade Federal de Viçosa, 2012. 269 p
2

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3

LAZZARINI NETO, S.. Instalações e benfeitorias. 2. ed. Viçosa, MG: Aprenda

Fácil Editora, 2000. 110 p.
4

PEREIRA, M.F. Construções rurais. 4. ed. São Paulo: Nobel, 1989, c1976.

Desenho técnico

1

CAMBIAGHI, Silvana. Desenho universal: métodos e técnicas para arquitetos

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2

MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho técnico: problemas e soluções

gerais de desenho. São Paulo: Hemus, 2004. 257 p.
3

WONG, W.. Princípios de forma e desenho. São Paulo: Martins Fontes, 2010.

352p.

Economia rural

1

COELHO, JF.L. Contratos Agrários: uma visão neo-agrarista. Porto Alegre:

Juruá, 2006.
2

MENDES GRASSI, J.T. Economia Agrícola: princípios básicos e aplicação.

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3

SANTOS, G.J.; MARION, J.C.; SEGATTI, S. Administração de custos na

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Embriologia aplicada a Zootecnia

1

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2

HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal, 7 ed., São Paulo: Manole, 2004, 573p.

3

SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5. ed.

São Paulo: Santos, 2002. 611p.
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Empreendedorismo e comercialização de produtos agropecuários

1

BARROS, G.S.A. de C. Economia da Comercialização Agrícola. Piracicaba,

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2

BARON, R.A.; SHANE, S.A. Empreendedorismo ñ uma vis„o do processo. S„o

Paulo: Thomson Learning, 2007
3

MARQUES, P.V. Comercialização de Produtos Agrícolas. São Paulo, EDUSP,

1993.

Equideocultura

1

FRAPE, D. L. Nutrição & alimentação de equinos. 3. ed. São Paulo: Roca,

2008,602 p.
2

GUILHON, P. Doma racional interativa. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2003. 207p.

3

TOLEDO, A. Cavalos - Como Corrigir Aprumos, Ferrar e Cuidar dos Cascos.

Editora Aprenda Fácil. 2ª edição, 211p. 2012.

Estatística geral

1.

FERREIRA, P. V. Estatística experimental aplicada à agronomia. 3. ed. Maceió:

Editora da Universidade Federal de Alagoas, 2000. 422p.
2.

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3.

PETRIE, A. Estatística em ciência animal e veterinária. 2. ed. São Paulo:

Roca, 2009.

Etologia e bem estar animal

1

ALCOCK,

J.

Animal

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evolutionary

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9th

ed.

Massachusetts: Sinauer, 2009. xvi, 606 p.

110

2

DETHIER, V. G; STELLAR, Eliot. Comportamento animal. São Paulo: Edgard

Blücher, 1988. 151 p.
3

LORENZ, K.. Os fundamentos da etologia. São Paulo: Ed. da UNESP 1995.

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Experimentação agropecuária

1.

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2.

FERREIRA, P. V. Estatística experimental aplicada à agronomia. 3. ed. Maceió:

Editora da Universidade Federal de Alagoas, 2000. 422p.
3.

PETRIE, A. Estatística em ciência animal e veterinária. 2. ed. São Paulo: Roca,

2009.

Extensão rural

1

COELHO, F.M.G. A arte das orientações técnicas no campo: concepções e

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2

FREIRE, P. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra,1977. 93p.

3

OLINGER, G.. Ascensão e decadência da extensão rural no Brasil.

Florianópolis: EPAGRI, 1996. 523p.

Exterior e julgamento de animais

1

FRANDSON, R. D; WILKE, W. Lee; FAILS, A. Dee. Anatomia e fisiologia dos

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2

LAZZARINE NETO, S. Cria e recria. 3. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2000.

120p.
3

POPESKO, P.; PAIVA, O.M de. Atlas de anatomia topográfica dos animais

domésticos. São Paulo: Manole, 1997. 3 v.

Física aplicada as ciências agrárias
111

1

CARUSO, F; OGURI, V. Física moderna: exercícios resolvidos. Rio de Janeiro,

RJ: Elsevier, c2009. 219 p.
2

HALLIDAY, D; RESNICK, R; WALKER, J. Fundamentos de física. 8. ed. Rio de

Janeiro: LTC - Livros Técnicos e Científicos, c2009.- 4 v
3

TIPLER, P. A.; MOSCA, G.. Física para cientistas e engenheiros. 6. ed. Rio de

Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 2009. 3 v.

Fisiologia dos animais domésticos I

1. CUNNINGHAN, J. G. Tratado de Fisiologia Veterinária. GUANABARA KOOGAN:
Rio de Janeiro - RJ, 3ª Ed., 577 p., 2004.
2. SWENSON M.J.; REECE, W.O. Dukes, Fisiologia dos animais domésticos.
GUANABARA KOOGAN: Rio de Janeiro - RJ, 12ª Ed., 856 p., 2006.
3. FRANDISON. R.D.; WILKE, W. L.; FAILS, A. D. Anatomia e Fisiologia dos animais
de Fazenda. GUANABARA KOOGAN: Rio de Janeiro - RJ, 6ª Ed., 454 p., 2005.

Fisiologia dos animais domésticos II

1

CUNNINGHAN, J. G. Tratado de Fisiologia Veterinária. GUANABARA

KOOGAN: Rio de Janeiro - RJ, 3ª Ed., 577 p., 2004.
2.

SWENSON M.J.; REECE, W.O. Dukes, Fisiologia dos animais domésticos.

GUANABARA KOOGAN: Rio de Janeiro - RJ, 12ª Ed., 856 p., 2006.
3.

FRANDISON. R.D.; WILKE, W. L.; FAILS, A. D. Anatomia e Fisiologia dos

animais de Fazenda. GUANABARA KOOGAN: Rio de Janeiro - RJ, 6ª Ed., 454 p.,
2005.

Formulação e processamento de ração

1

ANDRIGUETO, J.M; PERLY, L.; MINARDE, I GEMAEL, A.; FLEMING, J.S.;

SOUZA, G.A.; BONA FILHO. 1999. Nutrição Animal. V.1. Livraria Nobel. 6ª edição.
395p.
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2

COUTO. H.P. Fabricação de rações e suplementos para animais. 2008. 263p.

3

SILVA, S. Matérias-Primas para Produção de Ração: Perguntas e Respostas.

Viçosa: Aprenda Fácil, 2009. 249p.

Forragicultura I

1.

ALBERTI GÓMEZ, J.C. Revolução Forrageira. Guaíba,RS: Agropecuaria,

1998.96 p.
2.

FERRI, M.G.((coord.)). Fisiologia vegetal. 2. ed. EPU, 1985.. 2 v.

3

FONSECA, D.M; MARTUSCELLO, J.A. Plantas Forrageiras . Viçosa: Editora

UFV,2011. 537 p.
4

TAIZ, L.; ZEIGER, E.. Fisiologia vegetal. 4. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2009.

819 p.

Forragicultura II

1.

ALBERTI GÓMEZ, J.C. Revolução Forrageira. Guaíba,RS: Agropecuaria,

1998. 96 p.
2.

FERRI, M.G.((coord.)). Fisiologia vegetal. 2. ed. EPU, 1985.. 2 v.

3

FONSECA, D.M; MARTUSCELLO, J.A. Plantas Forrageiras . Viçosa: Editora

UFV,2011. 537 p.
4

TAIZ, L.; ZEIGER, E.. Fisiologia vegetal. 4. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2009.

819 p.

Genética

1

NICHOLAS,F.W. Introdução à genética veterinária. Porto Alegre: Artmed,

1999.326p.
2

GARDNER, E.J.; SNUSTAD, D. Peter. Genética. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ:

Guanabara Koogan, c1987. 497 p.

113

3

RAMALHO,

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J.B.;

PINTO,

C.A.B.P.

Genética

na

agropecuária. 2 ed. São Paulo :Lavras : Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e
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Higiene e profilaxia zootécnica

1

COUTO. H.P. Fabricação de rações e suplementos para animais. 2008. 263p.

2

PEREIRA, L.; PINHEIRO, AN; SILVA, G.C. Alimentos seguros: higiene e

controles em cozinhas e ambientes de manipulação. São Paulo: Senac, 2010. 94 p.
3

RANZANI-PAIVA, M.J.T.; TAKEMOTO, R.M.; LIZAMA, M.A.P. Sanidade de

Organismos Aquáticos. Livraria Varela. p.426, 2004.
4

VIEIRA, R.H.S.F(Coord.). Microbiologia, higiene e qualidade do pescado: teoria

e prática. São Paulo: Varela, 2004. 380 p.

Imunologia zootécnica

1

BALESTIERI, Filomena Maria Perrella. Imunologia. São Paulo: Manole, 2006.

799 p.
2

STITES, D. P.; TERR, A. I. (Ed.). Imunologia básica. Rio de Janeiro: Prentice

Hall, c1992. 187p.
3

TIZARD, I. R. Imunologia veterinária: uma introdução. 8. ed. Rio de Janeiro:

ELSEVIER, c2009. 587 p.

Introdução a agroinformática

1.

LOPES, M. A.. Introdução à agroinformática - CECA/UFAL, Maceió, 2003.

2.

LOPES, M. A.. Elementos de computação – CECA/UFAL, Maceió, 2004..

3.

NORTON, P. Introdução à informática - Makron Books, Rio de Janeiro,1998.

Introdução a Zootecnia e deontologia profissional

114

1.

PENTEADO, S.R. Criação animal orgânica: procedimentos para a conversão

orgânica. 2. ed. Campinas: Via Orgânica, 2010. 184 p.
2.

TORRES, Al.P; JARDIM, W.R; JARDIM, L M. B. F. Manual de zootecnia : raças

que interessam ao Brasil. 2. ed. ampl. e rev. São Paulo: Agronômica Ceres, 1982.
303p.
3.

BARBOSA, F.A; SOUZA, R.C. Administração de fazendas de bovinos: leite e

corte. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2007. 342 p

Manejo e conservação do meio ambiente

1

NEME, F. J.P. Campanhas ecológicas para um mundo melhor. São Paulo:

CONE, 2010. (Coleção conhecimento e vida).
2

MILLER, G. Tyler. Ciência ambiental. São Paulo: Cengage Learning, c2007.

123 p
3

ODUM, E.P. Ecologia. São Paulo: Pioneira, 1977.

4

PELICIONI,

M.C.F.;

PHILIPPI

JUNIOR,

A..

Educação

ambiental:

desenvolvimento de cursos e projetos. 2. ed. Signus, 2002.
5

PINTO-COELHO, R.M. Fundamentos em Ecologia. Artmed: 2000, 2ª ed., 256p.

Máquinas, implementos e mecanização agrícola

1.

PORTELLA, José Antonio. Semeadoras para plantio direto. Viçosa, MG:

Aprenda Fácil Editora, 2001. 249 p.
2.

SILVEIRA, G. M. Máquinas para colheita e transporte. Viçosa: Aprenda Fácil,

2001. 290 p.
3.

SILVEIRA, G. M. Máquinas para plantio e condução das culturas. Viçosa, MG:

Aprenda Fácil, 2001. 334 p.
4.

SILVEIRA, M.G. Os cuidados com o trator. Ed. Aprenda Fácil: Viçosa. Série

Mecanização, v.1,309p, 2001.

Matemática aplicada à zootecnia

115

1.

TANEJA, I. J.. Matemática. Florianópolis: UFSC, 2006. 284 p.

2

FERREIRA, R. S. Matemática aplicada às ciências agrárias: análise de dados

e modelos. Viçosa, MG: UFV, c1999. 333 p.
3

SOVIOSOSK, S. M. Matemática Aplicadas às Ciências Agrárias. Viçosa:

Editora da UFV, 2002.

Melhoramento Genético Animal I

1

PEREIRA, J.C.C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. Belo

Horizonte, Ed. FEPMVZ,5ª, 2008. 618p.
2

LAZZARINI NETO, S. Reprodução e melhoramento genético. 2. ed. São Paulo:

Aprenda Fácil, 2000. 86p.
3

LOPES, P.S; FREITAS, R. T.F de; FERREIRA, A. S. Melhoramento de suínos.

Viçosa, MG: UFV, 2001. 39 p.

Melhoramento Genético Animal II

1

PEREIRA, J.C.C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. Belo

Horizonte, Ed. FEPMVZ,5ª, 2008. 618p.
2

LAZZARINI NETO, S. Reprodução e melhoramento genético. 2. ed. São Paulo:

Aprenda Fácil, 2000. 86p.
3

LOPES, P.S; FREITAS, R. T.F de; FERREIRA, A. S. Melhoramento de suínos.

Viçosa, MG: UFV, 2001. 39 p.

Metodologia da pesquisa

1.

ANDRADE, M. M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração

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2.

MATIAS-PEREIRA, J.. Manual de metodologia da pesquisa científica. 2. ed.

São Paulo: Atlas, 2010. 154 p.
3.

TACHIZAWA, T.; MENDES, G. Como fazer monografia na prática. 12. ed. Rio

de Janeiro: FGV, 2006.. 150 p.
116

Microbiologia Geral

1

PELCZAR, M.J; CHAN, E.C.S; KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e
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2

TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R; CASE, C. L. Microbiologia. 8. ed. Porto Alegre:

Artmed, 2006.. 894 p.
3

WALKER, T. S; CHIMELLO, E. (Trad). Microbiologia. Rio de Janeiro: Revinter,

2002. 500p.

Morfologia e fisiologia vegetal

1

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2

SCHWAMBACH, C.; CARDOSO SOBRINHO, G.. Fisiologia vegetal: introdução

às características, funcionamento e estruturas das plantas e interação com a natureza.
São Paulo: Érica,2014. 192 p.
3

SOUZA, L.A (et. al.)). Morfologia e anatomia vegetal: técnicas e práticas. Ponta

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3

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2

CASE, L. P.; HIRAKAWA, D. A. Nutrição canina e felina: manual para

profissionais . Madri: Harcourt Brace, 1998. 424 p.
3

CHAMPE, P.C., HARVEY, R.A. Bioquímica Ilustrada. 2 ed. Artes Médicas.

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4

FRAPE, D. L. Nutrição & alimentação de equinos. 3. ed. São Paulo: Roca, 2008.

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MAYNARD, L.A., LOOSLI, J.K., HINTZ, H.F., WARNER, R.G. Nutrição Animal.

3ed. Freitas Bastos, R.J., 1984. 736p.

Parasitologia zootécnica

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2

REY, L. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos

ocidentais. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008., 883 p.
3

URQUHART, G. M., ARMOUR, J., DUNN, A. M., JENNINGS, F. W.

Parasitologia Veterinária. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1998, 273p.

Química geral e analítica

1

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2

HARRIS, D. C. Explorando a química analítica. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2011.

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3

PINHEIRO, D.M.; PORTO, K.R.A.; MENEZES, M.E.S. A química dos alimentos:

carboidratos, lipídios, proteínas e minerais. Maceió: EDUFAL, 2005. 52 p.
4

MORRISON, r.; BOYD, R. Química Orgânica.7a ed. Lisboa: Fundação Calouste

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Reprodução animal

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1.

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2.

GONÇALVES, P. B. D., FIGUEIREDO, J. R., FREITAS, V. J. F. Biotécnicas

aplicadas à reprodução animal, São Paulo: Varela, 2002, 340p.
3.

HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal, 7 ed., São Paulo: Manole, 2004, 573p.

4

LAZZARINI NETO, S. Reprodução e melhoramento genético. 2. ed. São Paulo:

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1

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2

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3

DEL PRIORE, M.; VENÂNCIO, R. P. Uma história da vida rural no Brasil. Rio

de Janeiro: Ediouro, c2006. 223 p.

Suinocultura

1.

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2.

FERREIRA, R. A. Suinocultura: Manual Prático de Criação. Ed. Aprenda Fácil,

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3.

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Suinocultura intensiva: produção, manejo e saúde do rebanho. Brasília: EMBRAPA,
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Tecnologia de produtos cárneos e pescados

1.

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2.

ORDOÑEZ PEREDA, Juan A. (Colab.). Tecnologia de alimentos. Porto Alegre,
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3.

VIEIRA, R. H. S. F. (Coord.). Microbiologia, higiene e qualidade do pescado:
teoria e prática. São Paulo: Varela, 2004. 380 p.

Tecnologia de produtos lácteos e ovos

1.

FELLOWS, P. Tecnologia do processamento de alimentos: princípios e prática.

ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.602p.
2.

ORDOÑEZ PEREDA, J. A. (Colab.). Tecnologia de alimentos. Porto Alegre, RS:

Artmed, 2005. 2v.
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LANA, G.R.Q. Avicultura. Campinas: LIVRARIA RURAL, 2000. 268p.

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2.

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1

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2

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3

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Geral. Editora Cia. Nacional. 2002.

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19, núm. 4, octubre-diciembre, 2006, pp. 323-332 Universidade Federal Rural
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2. CALCANHOTTO, F. A. Diagnóstico e Análise de Sistemas de Produção no
Município de GUAÍBA/RS: uma abordagem agroeconômica. (Dissertação de
Mestrado), 2001. Porto Alegre: UFRGS, Curso de Pós-Graduação em
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3. CARVALHO, L. C. P. Os papéis da agricultura no processo de
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4. GUANZIROLI, C. E. Desenvolvimento territorial rural: uma polêmica. XLVI
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Apresentação oral, 14 pg. 2008. Universidade Federal Fluminense, Rio de
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5. JANSEN, S. L. Identificação e Caracterização das Atividades Agropecuárias
nos Municípios Gaúchos: Uma comparação com indicadores
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1. GRAZIANOS DA SILVA, José. O novo rural brasileiro. Campinas:
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2. MEDEIROS, J.A.; MEDEIROS, L. MARTINS, TE_COMERCIAL PERILO,
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4. UECKER, G. L., UECKER, A. D., BRAUN, B. S. A gestão dos pequenos
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5. VIEIRA, L.F. Agricultura e Agroindústria Familiar. Revista de Política Agrícola.
V. 7(01), p. 11-23. 1998.

ACE 3 – Projeto 2. Parte 1
1. ARAÚJO, L. A., SILVA, M. M. G. da. Planejamento de propriedades rurais: livro
didático. Palhoça: UnisulVirtual, 2013.

121

2. ANTUNES, I.E. Manual de administração rural: custos de produção.
Guaíba: Agropecuária. 196p. 1999
3. KERZNER, Harold. Gestão de projetos: as melhores práticas. 3. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2017. 778 p.
4. SOUZA, M. M. O. de. A utilização de metodologias de diagnóstico e
planejamento participativo em assentamentos rurais: o diagnóstico rural/
rápido participativo (DRP). Em Extensão, Uberlândia, v. 8, n. 1, p. 34 - 47,
jan./jul. 2009.
5. MIGUEL, L. DE A., MAZOYER, M.. ROUDART, L. ABORDAGEM SISTÊMICA
E SISTEMAS AGRÁRIOS. Disponivel em:
https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/189267/000740556.pdf?seq
uence=1&isAllowed=y. Acessado em: 07/07/2019.
ACE 4 – Projeto 2. Parte 2
1. GRAZIANOS DA SILVA, José. O novo rural brasileiro. Campinas:
Unicamp,1999.
2. MEDEIROS, J.A.; MEDEIROS, L. MARTINS, TE_COMERCIAL PERILO,
S.,1992. Polos, Parques e incubadoras – A busca da modernidade e
competitividade. Brasília: SCT/PR, CNPq, IBICT, SENAI. 310 p.
3. SACHS, Ignacy Um Projeto para o Brasil, a construção do mercado nacional
como motor de desenvolvimento. In Bresser Pereira, L.C.; Rego, J. M. (orgs).
4. MORA, H., OBANDO, S. Guía metodológico de diagnóstico para la planificación
sostenible de los sistemas agrarios. San José: UNA-FAO. 1993.
5. SOUZA, M. M. O. de. A utilização de metodologias de diagnóstico e
planejamento participativo em assentamentos rurais: o diagnóstico rural/
rápido participativo (DRP). Em Extensão, Uberlândia, v. 8, n. 1, p. 34 - 47,
jan./jul. 2009.

ACE 5 – Curso

1. GRAZIANOS DA SILVA, José. O
Unicamp,1999.

novo

rural brasileiro. Campinas:

122

2. MEDEIROS, J.A.; MEDEIROS, L. MARTINS, TE_COMERCIAL PERILO,
S.,1992. Polos, Parques e incubadoras – A busca da modernidade e
competitividade. Brasília: SCT/PR, CNPq, IBICT, SENAI. 310 p.
3. JANSEN, S. L. Identificação e Caracterização das Atividades Agropecuárias
nos Municípios Gaúchos: Uma comparação com indicadores socioeconômicos.
(Dissertação de Mestrado), 2002. Porto Alegre: UFRGS, Curso de PósGraduação em Desenvolvimento Rural.
4. UECKER, G. L., UECKER, A. D., BRAUN, B. S. A gestão dos pequenos
empreendimentos rurais num ambiente competitivo global e de grandes
estratégias. XLIII Congresso da Sociedade de Economia, Administração e
Sociologia Rural. 15 pg. 2005. UNESP, Ribeirão Preto, SP- Brasil.
5. VIEIRA, L.F. Agricultura e Agroindústria Familiar. Revista de Política Agrícola.
V. 7(01), p. 11-23. 1998.
ACE 6 – Produto

1. CONDURÚ, M. T. Produção científica na universidade: normas para
apresentação Belém: EDUEPA, 2004. 126p.
2. GRAZIANOS DA SILVA, José. O novo rural brasileiro. Campinas:
Unicamp,1999.
3. HILU, L., GISI, M. L. Produção científica no brasil - um comparativo entre as
universidades públicas e privadas. X Congresso Nacional de Educação.
Paraná, Curitiba, 2011.9p.
4. MEDEIROS, J.A.; MEDEIROS, L. MARTINS, TE_COMERCIAL PERILO,
S.,1992. Polos, Parques e incubadoras – A busca da modernidade e
competitividade. Brasília: SCT/PR, CNPq, IBICT, SENAI. 310 p.
5. ALMEIDA, A. C. S.de et al. Caracterização de produtores e propriedades
rurais em três municípios do estado de Pernambuco. Revista Caatinga, vol.
19, núm. 4, octubre-diciembre, 2006, pp. 323-332 Universidade Federal Rural
do Semi-Árido Mossoró, Brasil.

123

ACE 7 – Prestação de Serviço
1. CONDURÚ, M. T. Produção científica na universidade: normas para
apresentação Belém: EDUEPA, 2004. 126p.
2. GRAZIANOS DA SILVA, José. O novo rural brasileiro. Campinas:
Unicamp,1999.
3. HILU, L., GISI, M. L. Produção científica no brasil - um comparativo entre as
universidades públicas e privadas. X Congresso Nacional de Educação.
Paraná, Curitiba, 2011.9p.
4. MEDEIROS, J.A.; MEDEIROS, L. MARTINS, TE_COMERCIAL PERILO,
S.,1992. Polos, Parques e incubadoras – A busca da modernidade e
competitividade. Brasília: SCT/PR, CNPq, IBICT, SENAI. 310 p.
5. CALCANHOTTO, F. A. Diagnóstico e Análise de Sistemas de Produção no
Município de GUAÍBA/RS: uma abordagem agroeconômica. (Dissertação de
Mestrado), 2001. Porto Alegre: UFRGS, Curso de Pós-Graduação em
Desenvolvimento Rural.

Administração e projetos agropecuários

1.

BATALHA, M.O(organizador). Gestão agroindustrial. v. 1, 3. ed. São

Paulo: Atlas, 2007. 770 p.
2.

BATALHA, M.O(organizador). Gestão agroindustrial. v. 2, 5. ed. São

Paulo: Atlas, 2009. 440 p.
3.

BUARQUE, C. Avaliação econômica de projetos. 14. ed. Rio de Janeiro:

Elsevier, 1984. 266 p.
4.

HOFFMANN, R. Administração da empresa agrícola, 7. ed. São Paulo:

Pioneira, 1992. 325 p.
5.

MARION, J.C. Contabilidade rural: contabilidade agrícola, contabilidade

da pecuária, imposto de renda pessoa jurídica. 12. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
280 p.

Agrometeorologia e climatologia

1

AYOADE, J.O.O. Introdução à climatologia para os trópicos. Rio de

Janeiro: Bertrand do Brasil, 1991.
124

2

PEREIRA,

A.R.;

ANGELOCCI,

L.R.;

SENTELHAS,

P.C.

Agrometeorologia: Fundamentos e Aplicações Práticas. Piracicaba: Ed.
Agropecuária Ltda. 2002.
3

VAREJÃO SILVA, M.A. Meteorologia e climatologia. INMET, Ministério

da Agricultura e Abastecimento. Brasília: Stilo, 2000.
4

TUBELIS,

A.;

NASCIMENTO,

F.J.L.

Meteorologia

–

Descritiva

Fundamentos e Aplicações. São Paulo, Nobel, 1988. 374p.
5

VIANELLO, R.L. & ALVES, A.R. Meteorologia Básica e Aplicações.

Universidade Federal de Viçosa. 1992. 449p.

Alimentos e alimentação

1.

BERTECHINI, L. Nutrição de Monogástricos Editora: Editora UFLA,
2006.

2.

NUNES, I.J. Cálculo e avaliação de rações e suplementos. FEP_MVZ
Editora.1998.

3.

LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal - Mitos e realidades. 1ª ed.
2005.

4.

SILVA, D.J.; QUEIROZ, A.C. Análise de Alimentos - Métodos Químicos
e Biológicos. 3a ed., editora UFV, 2002.

5.

VALADARES FILHO, S.C. et al. Tabelas Brasileiras de Composição de
Alimentos para Bovinos, 2a ed. , Editora Suprema Gráfica e Editora,
2006

Análise e Avaliação de Alimentos

1

BERTECHINI, L. Nutrição de Monogástricos Editora: Editora UFLA, 2006.

2 NUNES, I.J. Cálculo e avaliação de rações e suplementos. FEP_MVZ
Editora.1998.
3 LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal - Mitos e realidades. 1ª ed. 2005.
4 VALADARES FILHO, S.C. et al. Tabelas Brasileiras de Composição de
Alimentos para Bovinos, 2ed., Editora Suprema Gráfica e Editora, 2006.
125

5 PRADO, G.F; OLIVEIRA, M. O. de (Dir.). Alimentação de gado de corte.
Viçosa, MG: Centro de Produções Técnicas, 2004. 1 disco laser (68 min) + 1
manual , 190 p.

Anatomia dos animais domésticos I

1

DUKES, S. M.; Fisiologia dos Animais Domésticos. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 1999.
MACHADO, G.V. Determinação da idade dos equinos pelo exame dos

2

dentes. Série cadernos didáticos. Viçosa: UFV, 2002. 40p.
3

SALOMON, FRANZ-VIKTOR, GEYER, HANS. Atlas de Anatomia Aplicada
dos Animais Domésticos. 2ª edição. ed. Guanabara, 2006.

4

REGO P et al. Anatomia Veterinária: aparelho locomotor porção passiva.
Série cadernos didáticos. Viçosa: UFV, 2001. 80p.

5

SISSON, S.; GROSSMAN, J. D.; BADOUX, D. M; GETTY, R.;
ROSENBAUM, C. E. Anatomia dos animais domésticos. 5. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, c1986. 2v

Anatomia dos animais domésticos II

1

DUKES, S. M.; Fisiologia dos Animais Domésticos. Rio de Janeiro:

Guanabara Koogan. 1999.
2

MACHADO, G.V. Determinação da idade dos equinos pelo exame dos

dentes. Série cadernos didáticos. Viçosa: UFV, 2002. 40p.
3

SALOMON, FRANZ-VIKTOR, GEYER, HANS. Atlas de Anatomia

Aplicada dos Animais Domésticos. 2ª edição. ed. Guanabara, 2006.
4 REGO P et al. Anatomia Veterinária: aparelho locomotor porção passiva.
Série cadernos didáticos. Viçosa: UFV, 2001. 80p.
5 SISSON, S.; GROSSMAN, J. D.; BADOUX, D. M; GETTY, R.;
ROSENBAUM, C. E. Anatomia dos animais domésticos. 5. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, c1986. 2v.

Apicultura
126

1

COSTA, P. S. C. Manual prático de criação de abelhas. Viçosa –MG:
Aprenda Fácil, 2005.

2

LANDIM, C. C. Abelhas: morfologia e função de sistemas. São Paulo,
SP:UNESP, 2008. 407 p.

3

MILFONT,M. 0., FREITAS, B. M., ALVES, J.E. Pólen Apícola: manejo para
produção de pólen no Brasil - Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2011, 102pp.

4

NOGUEIRA-COUTO,

R.H.;

COUTO,

L.A.

Apicultura:

manejo

e

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5

PEREIRA, F. de M.; VILELA, S. L. de O. Estudo da cadeia produtiva do mel
do estado de Alagoas. Maceió: SEBRAE, 2003. 53 p.

6

PEREIRA, F.M., REGO, M.T. L., VILELA, S.L.O. & amp; CAMARGO, R.C.R.
Produção de Mel. Embrapa Meio-Norte. Sistema de Produção, 3 ISSN
1678-8818 Versão Eletrônica Jul/2003 - http://www.cpamn.embrapa.br

7

SOUZA,

DARCET

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Apicultura:

manual

do

agente

de

desenvolvimento rural – Brasília: Sebrae, 2004. Versão Eletrônica.
8

SCHIRMER, L. R. Abelhas Ecológicas. São Paulo: Nobel, 1986.

9

WEISE, HELMUTH. Nova Apicultura. 6 a Ed. Porto Alegre, Agropecuária,
1985, 493 pp.

Aquicultura

1

BALDISSEROTTO, B. & GOMES, L. C. Espécies nativas para piscicultura
no Brasil. Maria: Ed.UFSM, 2005. 468p

2

COSTA, FJ.C.B.(Org.). Cartilha cultivo de peixes em tanques-rede.Maceió:
SEBRAE/AL: 33 p.

3

HERTRAMPF, J W.; PIEDAD-PASCUAL, F. Handbook on ingredients for
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4

MEDEIROS, F.C. Tanque-rede: mais tecnologia e lucro na piscicultura:
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para cessão de uso de águas públicas Cuiabá, MT Emanuel Publicidade,
2002. 109 p.

127

5

METODOLOGIA do Programa SEBRAE: aquicultura. Brasília, DF:
SEBRAE, 2001. 98p.

6

MOREIRA, H.L.M.; VARGAS, L.; RIBEIRO, R.P.; ZIMERMANN, S.
Fundamentos da Moderna Aquicultura. ULBRA, 2001.

7

PROENÇA, C. E. M., BITTENCOURT, P. R. L. Manual de Piscicultura
Tropical. Brasília: IBAMA, 1994. 196p.

8

SANTOS, A. C. S. dos. Tilápia - Criação Sustentável em Tanques-rede São
Paulo- Editora Aprenda Fácil. 2011. 250 p.

9

SIPAÚBA-TAVARES, L.H. Limnologia aplicada à aquicultura. Boletim
Técnico n 01, Jaboticabal :FUNEP, 1994.

10

VALENTI, W.C. Carcinicultura de água doce. Tecnologia para produção de
camarões. Brasília: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos
Renováveis, 1998.

11

WOYNAROVICH, E., HORVÁTH, L. A propagação artificial de peixes de
águas tropicais. Brasília: FAO/CODEVASF/CNPq, 1983. 220 p

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1.

COTTA, T. Galinha : produção de ovos. Viçosa, MG: Aprenda Fácil Editora,
2002. 278 p.

2.

CRIAÇÃO de codornas para produção de ovos e carne. Viçosa: Aprenda
Fácil, 2003. 289p.

3.

FERREIRA, M. G. Produção de aves: corte e postura. 2. ed. Guaíba, RS:
Agropecuária, 1993. 118 p.

4.

OLIVEIRA, A.A.P, NOGUEIRA FILHO, A.; EVANGELISTA, F. R.. A
avicultura industrial no nordeste: aspectos econômicos e organizacionais.
Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2008. 158 p.

5.

SCHOPFLOCHER, Roberto. Avicultura lucrativa: cria de gallinas, patos,
pavos y gansos. 4. ed. Buenos Aires, AR: MARCHINO, 1965. 418 p.

6.

SILVA, Roberto Dias de Moraes e. Sistema caipira de criação de galinhas.
2. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil Editora, 2010. 203 p.

128

Bioclimatologia animal

1.

CUNNINGHAN, J.G. Tratado de fisiologia veterinária. 3a ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.

2.

FERREIRA, R.A. Maior Produção com Melhor Ambiente. 1ª ed. 2005.

3.

NÃÃS, I.A. Princípios de conforto térmico na produção animal. Editora
Ícone. 1989.

4.

SILVA, I.J.O. Ambiência e qualidade na produção industrial de suínos.
FEALQ / FAPESP. 1999. 247p.

5.

SWENSON, M.J.; REECE, W.O. Dukes /fisiologia dos animais domésticos.
11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.

Bioquímica

1.

BERG, J. M.; TYMOCZKO, J. L; STRYER, L. Bioquímica. 3. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, c1992. 881p.

2.

CISTERNAS, J. R.; MONTE, Osmar; MONTOR, Wagner R. Fundamentos
teóricos e práticos em bioquímica. São Paulo, SP: Atheneu, 2011. 254 p.

3.

CONTREIRAS, J. Fisiologia e bioquímica da respiração das plantas
superiores. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1992. 312p.

4.

KOZLOSKI, G.V. Bioquímica dos Ruminantes. 2ªed. Santa Maria: Editora
da Universidade Federal de Santa Maria, 2009.

5.

VOET, D.; VOET, J. G. Biochemistry. 2nd. ed. New York: J. Wiley. c1995.
1360 p.

Bovinocultura de corte

1

DUARTE, Ricardo P. Considerações para melhoramento em bovinos de
corte. Guaíba,RS: Agropecuária, 2000. 148 p.

2

EMBRAPA - EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA.
Programa nacional de pesquisa de gado de corte. Brasília, DF: 1984. 388 p
129

3

LAZZARINI NETO, Sylvio. Seleção de fazendas de gado. São Paulo: SDF
Editores, 1995. 102 p.

4

PEIXOTO, A. M.; MOURA, Jose Carlos; FARIA, Vidal Pedroso de.
Bovinocultura de corte: fundamentos da exploração racional. 2. ed.
Piracicaba, SP: FEALQ, 1993. 550 p

5

SANTOS, Flávio Augusto Portela; NUSSIO, Luiz Gustavo; SILVA, Sila
Carneiro da. Volumosos para bovinos. Piracicaba, SP: FEALQ, 1993. 177 p

Bovinocultura de leite

1

ATHIÊ, F. Gado Leiteiro: Uma proposta adequada de manejo. São Paulo:
NOBEL, 1988.

2

GONÇALVES, L. C. Nutrição e Alimentação de Gado de Leite. Uberaba:
ABCZ, 1998.

3

MONTARDO, O. V. Alimentos e Alimentação do Rebanho Leiteiro.Guaíba:
Agropecuária, 1998.

4

LUCCI, C. S. Bovinos Leiteiros Jovens. São Paulo: NOBEL, 1989.

5

PEIXOTO, A. M. Nutrição de Bovinos: Conceitos básicos aplicados.
Piracicaba: FEALQ, 1995.

Caprino/ ovinocultura

1

JARDIM, W.R., Criação de Caprinos, São Paulo: Nobel, 11 ed., 1984.

2

JARDIM, W.R., Os Ovinos, São Paulo: Nobel, 4 ed., 1987.

3

NUNES, J.F., CIRIACO, A.L.S., Produção e Reprodução de Caprinos e
Ovinos, Gráfica, 2 ed., Fortaleza, 1997.

4

RIBEIRO, S.D.D.A. Caprinocultura criação racional de caprinos, São Paulo:
Nobel.

5

SOBRINNHO, A.G, A produção de ovinos In: Anais FUNEP 1990.

Citologia e histologia animal

130

1

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Porto Alegre: Artes Médicas, 2001.

2

JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 10 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.

3

SOBOTTA, J., WELSCH, U. Atlas de Histologia – Citologia, Histologia e
anatomia microscópica. 6.ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
266p.

4

STEVENS. A.; LOWE, J. Histologia [Humana?]. São Paulo: Manole, 1995.

5

YOUNG, B., HEATH, J. H. WHEATER. Histologia Funcional, Texto e Atlas
em Cores. 4.ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.424p.

Ciência do solo I

1.

BRASIL. Ministério da Agricultura. Divisão de Pesquisa Pedológica.

Levantamento exploratório: reconhecimento de solos do Estado de Pernambuco.
Recife: DPP, 1973.2v. (Boletim Técnico nº 26).
2.

BRADY, N. C.; BUCKMAN, H. O. Natureza e Propriedades dos Solos. 6ª

ed. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1983. 647p.
3.

DANA, J. D. Manual de Mineralogia. Rio de Janeiro: LTC, 1985.

4 .

PRADO, H. Manual de classificação de solos do Brasil. 2ªed.

Jaboticabal: FUNEP, 1995. 197p.
5 .

POPP, J. H. Geologia Geral. Rio de Janeiro: LTC, 1994.

6.

REICHARDT, K. A água em sistemas agrícolas. São Paulo: Editora

Manole Ltda., 1990. 188p.
7.

REICHARDT, K.; TIMM, L. C. Solo, planta e atmosfera: conceitos,

processos e aplicações. Barueri: Editora Manole Ltda., 2004. 478p.

Ciência do solo II

1.

BRASIL. Ministério da Agricultura. Divisão de Pesquisa Pedológica.
Levantamento exploratório: reconhecimento de solos do Estado de
Pernambuco. Recife: DPP, 1973.2v. (Boletim Técnico nº 26).
131

2.

BRADY, N. C.; BUCKMAN, H. O. Natureza e Propriedades dos Solos. 6ª ed.
Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1983. 647p.

3.

EMBRAPA Centro Nacional de Pesquisa Agropecuária de Solos (Rio de
Janeiro). Manual de métodos de análise de solo. 2. ed. ver. atual. Rio de
Janeiro, RJ: CentroNacional de pesquisa de solos, 1997, 212p.

4.

FERREIRA, P. H. de M. Princípios de Manejo e de conservação do solo.
São Paulo:Nobel, 1986. 135 p.

5.

PRADO, H. Manual de classificação de solos do Brasil. 2ªed. Jaboticabal:
FUNEP, 1995. 197p.

6.

REICHARDT, K. A água em sistemas agrícolas. São Paulo: Editora Manole
Ltda., 1990. 188p.

7.

REICHARDT, K.; TIMM, L. C. Solo, planta e atmosfera: conceitos,
processos e aplicações. Barueri: Editora Manole Ltda., 2004. 478p.

Construções rurais

1

BAÊTA, F.C.; SOUSA, C.F. Ambiência em edificações rurais: conforto
animal. Viçosa: UFV, 1997. 246p.

2

BATA, F.C., SARTOR, V. Custos de construções. Editora UFV. Viçosa, MG.
1999. 100p.

3

BAUER, L.A. F. Materiais de construção. 3º edição. Rio de Janeiro. LTC –
Livros Técnicos e Científicos, Vol. 1 e 2.1987.

4

PINHEIRO, A. C. F. B. Estruturas metálicas. 2º ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2005. 316p.

5

VIGORELLI, R. Manual Prático do Construtor. Ed. Hemus. 2004.

Desenho técnico

1

BORGES, AC. Prática das Pequenas Construções. São Paulo: Ed.Edgard
Blücher Ltda, 1986. 690 B732p v.1.

2

FRENCH, T. E. Desenho Técnico. Ed. Globo S. A., 1969.

132

3

MONTENEGRO, G. A. Desenho Arquitetônico. Ed. Edgard Blücher Ltda,
São Paulo, 1978.

4

NAVEIRO, R.M.; OLIVEIRA, V.F. O projeto de engenharia, arquitetura e
desenho industrial. UFJF. 2001.

5

LOCH, C; CORDINI, J.. Topografia Conteporânea. 3 ed. UFSC.2007.

Economia rural

1

DELGADO, G.C. Capital financeiro e agricultura no Brasil. São Paulo: Ícone,
1985.

2

HUNT, E.K. História do pensamento econômico. 5ª ed. Rio de Janeiro:
Campus,1987.

3

ARAÚJO, C.R.V. História do pensamento econômico: uma abordagem
introdutória. São Paulo: Atlas, 1988.

4

BURBACH, R.; FLYNN, P. Agroindústria nas américas. Rio de Janeiro:
Zahar, 1982.

5

FURTADO, C. Formação econômica do Brasil. Rio de Janeiro: Fundo de
Cultura,1959.

Embriologia aplicada a Zootecnia

1

ALMEIDA, J. M. Embriologia veterinária Comparada. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1999.

2

GARCIA, S. M. L. de & FERNANDEZ, C. G. Embriologia. 2.ª ed. Porto
Alegre. Artmed, 2003. 416p.

3

MELLO, R.A. Embriologia comparada e humana. São Paulo: Atheneu, 1989.

4

MOORE, K.L. & PERSAUD, T.V.N. Embriologia básica. 6 ed. Rio de
Janeiro:Editora Guanabara Koogan S,A. 2003.

5

MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N. Atlas colorido de embriologia clínica.
2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 296p.

Empreendedorismo e comercialização de produtos agropecuários
133

1

ANTUNES, I.E. Manual de administração rural: custos de produção. Guaíba:
Agropecuária. 196p.

2

HESSELBEIN, F; GOLDSMITH, M.; BECKHARD, R. O líder do futuro visões, estratégias e práticas para uma nova era. 8º ed. Editora Futura,
2000.

3

OLIVEIRA, L. H. Economia e administração rural: Apostila com notas de
aula. Institutode Medicina Veterinária. Alfenas: Unifenas. 2000.

4

SILVA, C.A.B.; FERNANDES, A.R. Projetos de empreendimentos
agroindustriais, vol 1, editora UFV, 2003.

5

SOUZA et al. Administração de fazenda. Rio de Janeiro: Globo, 1998. 210p.

Equideocultura

1

BUIDE, R. Manejo de Haras. 1977.

2

FRAPE, D. Equine Nutrition & Feeding. 1986.

3

JONES, W.E. Genética e Criação de Cavalos. 1987.

4

MEYER, H. Alimentação de Cavalos. Livraria Varela. São Paulo. 1995.

5

MARCENAC, L.N., AUBLET, H., D’AUTHEVILLE, P. Enciclopédia do
Cavalo. 1990 Volumes I e II.

Estatística geral

1

ARNOT, C.A. Estatística fácil. 14ª ed., Ed Saraiva, 1996.

2

COSTA NETO, P.L.O. Estatística. 2ª ed., Editora Edgard Blucher Ltda,
2002.

3

COSTA, S.F. Introdução ilustrada à estatística. Ed HARBRA, 1992.

4

DOWNING D.; CLARK J. Estatística aplicada. 2ª ed., Ed. Saraiva, 2002.

5

MORETIN, P.A. Introdução à estatística para ciências exatas. 5ª ed., Ed
Saraiva, 2003.

Etologia e bem estar animal
134

1

CARTHY, J. D. Comportamento animal. EPU/USP. São Paulo. 1989. 79p.

2

DEAG, J. M. O comportamento social dos animais. EPU/EDUSP. São
Paulo. 1981.116p.

3

FRASER, A.F. Comportamiento de los animales de granja. Acribia.
Zaragoza. Espanha. 1980. 291 p.

4

HURNIK, J.F., LEWIS, N.J., TAYLOR, A., PINHEIRO MACHADO F, L.C.
Farm animal behaviour Laboratory Manual. University of Guelph. 1995.
145p.

5

PARANHOS da COSTA, M.J.R.; CROMBERG, V.U. Comportamento
materno em mamíferos – bases teóricas e aplicações em ruminantes. SBET
– Sociedade Brasileira de Etologia. 1998. 272p.

Experimentação agropecuária

1

MAGALHÃES, A.N.; LIMA, A.C.P. Noções de probabilidade e estatística. 4ª
ed. São Paulo: EDUSP, 2002.

2

MACHADO, I.B.S. Estatística Aplicada a Experimentação Animal, 2ª edição,
Belo Horizonte: Fundação de Estudo e Pesquisa em Medicina Veterinária e
Zootecnia, 2002.

3

MOORE, D.S.; MCCABE, G.P. Introdução à pratica da estatística. Rio de
Janeiro. LTC. 3ª ed., 2002.

4

PIMENTEL-GOMES, F. Curso de Estatística Experimental. 14 ed.
Piracicaba ESALQ. 477p. 2000

5

SAMPAIO, I.B.M. Estatística aplicada à experimentação animal. 2ª ed. Belo
Horizonte: Fundação de Estudo e Pesquisa em medicina Veterinária e
Zootecnia, 2002. 265p.

Extensão rural

1

ABRAMOVAY, R. Agricultura familiar e desenvolvimento territorial. Reforma
Agrária,v.29, n.1, jan/ago,1999. p.4968.
135

2

ANDRADE, M.P. Terra de índio: identidade

étnica e

conflito em

terras de uso comum. Coleção Humanidades, Vol,3, São Luis, Edufsma
2008.
3

BEUS, C. E. e DUNLAP, R.E. Agricultura convencional versus agricultura
alternativa: as raízes paradigmáticas do debate. Rural Sociology, v. 55, n.4,
1990, p.591616.

4

BOFF, L. Saber cuidar: ética do humano – compaixão pela terra. Petrópolis:
Vozes, 1999.

5

BORDENAVE, J.D. O que é comunicação rural. Ed. Melhoramentos.
(Coleção Primeiros Passos).

6

BROSE, M. Participação na extensão rural, Editora: TOMO EDITORIAL
1ª Edição – 2004.

7

FONSECA, M.T.L. A extensão rural no Brasil, Editora: LOYOLA, 1ª Edição.

8

SZMRECSÁNYI, T.; QUEDA, O. (Org.). Vida rural e mudança social. 3. ed.
São Paulo: Nacional, 1979. 233 p.

9

VIOLA, E. J. Meio Ambiente, desenvolvimento e cidadania: desafios para as
Ciências Sociais. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1998. 220 p.

Exterior e julgamento de animais

1

ABCZ.M.A. Regulamento do serviço de Registro Genealógico das Raças
Zebuínas.

2

CAMARGO. M.X.; CHIEFFI, A. Ezoognósia.

3

PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal.
Belo Horizonte, FEPMVZ Ed., 2004.

4

PEIXOTO, A.M.; Exterior e Julgamento de Bovinos. Campinas, SBZ, 1990.

5

RESENDE, M. D. V.; ROSA-PEREZ, J. R. H. Genética e melhoramento de
ovinos, Curitiba, Ed. UFPR, 2002, 185 p.

6

SAMPAIO. N.S. Características Específicas dos Zebuínos Exterior. In.
Curso Intensivo de Melhoramento e Julgamento das Raças Zebuínas.
ABCZ. Uberaba (MG) 06/1975.

136

Física aplicada as ciências agrárias

1

CAMBRAIA, J.; RIBEIRO, M.; OLIVEIRA, J.A.; PACHECO, S. Introdução à
Biofísica. 2º. ed. Viçosa: UFV, 2005.174p.

2

DURÁN, J. E. R. Biofísica Fundamentos e Aplicações. São Paulo, Pearson
Prentice. Hall, 2003.

3

OKUNO, E.; CALDAS, I.L.; CHOW, C. Física para ciências biológicas e
biomédicas. HARPER & Row do Brasil, São Paulo, 1982. 490 p.

4

TIPLER, P.A. Física (v. 1a, 1b, 2a e 2b). Rio de Janeiro: Editora Guanabara.
1984.

5

H. MOYSES NUSSENZVEIG. Curso de Física Básica (v. 1, 2, 3 e 4). São
Paulo: Edgard Blücher Ltda., 1981, 1983, 1997.

Fisiologia dos animais domésticos I

1

AIRES, M. M. Fisiologia. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

2

BERNE, M.R. Fisiologia. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2000.

3

GETTY, R. Anatomia dos Animais Domésticos. 6ª ed., Rio de Janeiro: ED.
Interamericana S/A. 1998.

4

JUNQUEIRA, L.C. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. Ed. Guanabara, Rio
de Janeiro.1995. 433p.

5

KOLB, E. Fisiologia Veterinária. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1984.

6

POPESKO, PETER. Atlas de Anatomia Topográfica dos animais
domésticos. São Paulo: Manole, 1985. 3v.

Fisiologia dos animais domésticos II

1 AIRES, M. M. Fisiologia. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
2 BERNE, M.R. Fisiologia. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

137

3 GETTY, R. Anatomia dos Animais Domésticos. 6ª ed., Rio de Janeiro: ED.
Interamericana S/A. 1998.
4 JUNQUEIRA, L.C. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. Ed. Guanabara, Rio de
Janeiro.1995. 433p.
5 KOLB, E. Fisiologia Veterinária. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1984.
6 POPESKO, P. Atlas de Anatomia Topográfica dos animais domésticos. São
Paulo: Manole, 1985. 3v.

Formulação e processamento de ração

1

BERTECHINI, A. G. Nutrição de monogástricos. Lavras/MG. Ed. UFLA.
2006. 301p.

2

NUNES; I.J. Nutrição Animal Básica. Sep-Mzv. Editora Agropecuária-2001.

3

ROSTAGNO, H. S. et al. Composição dos alimentos e exigências
nutricionais de aves e suínos (tabelas brasileiras). Viçosa/MG. Ed. Imprensa
Universitária/UFV. 2º ed. 2005.

4

SANTOS, F.A.P; MOURA; J.C; FARIA, V.P. Requisitos de Qualidade na
Bovinocultura de Corte. Anais do 6º Simpósio Sobre Bovinocultura de Corte.
Piracicaba, Esalq, 2007.

5

SANTOS, F.A.P; MOURA, J.C; FARIA, V.P; Minerais e Aditivos na Nutrição
de Ruminantes. Anais do 8º Simpósio Sobre Bovinocultura de Leite.
Piracicaba: Esalq, 2008.

6

VALADARES FILHO, S. C. et al. Exigências nutricionais de zebuínos e
Tabela de composição dos alimentos. 1º ed. Viçosa/MG. UFV. 2006. 142p.

Forragicultura I

1

ALCANTARA, P. B. Plantas Forrageiras e Leguminosas. São Paulo, editora
Nobel, 1999.

2

CORSI, M., BALSALOBRE, M. A., SANTOS, P. M., SILVA, S.C. Bases para
o estabelecimento do manejo de pastagens. Apostila.Curso de atualização
138

por tutoria à distância - Manejo de pastagens e produção de bovinos de
corte e de leite. Módulo III - Manejo da pastagem, cap.I. Uberaba, 1999.
3

MELADO, J. Manejo de pastagem ecológica: um conceito para o terceiro
milênio. Viçosa: Aprenda Fácil, 2000.

4

MOURA, J.C. de. As pastagens e o meio ambiente, 1, Fedalq, 2006.

5

PRIMAVESI, Ana. Manejo ecológico de pastagens, 1, Nobel.

6

SILVA, S C.da , NASCIMENTO JÚNIOR, D do , EUCLIDES, V B. P.
Pastagens: Conceitos Básicos, Produção e Manejo, 1, UFV,2009.

Forragicultura II

1

ALCANTARA, P. B. Plantas Forrageiras e Leguminosas. São Paulo,
editora Nobel, 1999.

2

CORSI, M., BALSALOBRE, M. A., SANTOS, P. M., SILVA, S.C. Bases
para o estabelecimento do manejo de pastagens. Apostila.Curso de
atualização por tutoria à distância - Manejo de pastagens e produção de
bovinos de corte e de leite. Módulo III - Manejo da pastagem, cap.I.
Uberaba, 1999.

3

MELADO, J. Manejo de pastagem ecológica: um conceito para o terceiro
milênio. Viçosa: Aprenda Fácil, 2000.

4

MOURA, J.C. de. As pastagens e o meio ambiente, 1, Fedalq, 2006.

5

PRIMAVESI, Ana. Manejo ecológico de pastagens, 1, Nobel,

6

SILVA, S C.da , NASCIMENTO JÚNIOR, D do , EUCLIDES, V B. P.
Pastagens: Conceitos Básicos, Produção e Manejo, 1, UFV,2009.

Genética

1

GRIFFITHS, A. J. F.; GELBART, W. M.; MILLER, J. H. LEWONTIN, R. C.
Genética Moderna. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 2001.

2

PEREIRA, J.C.C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal.
Belo Horizonte, 416p. 1996.

139

3

PIERCE B.A. Genética: um enfoque conceitual. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Editora Guanabara Koogan. 758p. 2004.

4

RESENDE, M.D.V. de; ROSA-PEREZ, J.R.H. Genética e melhoramento de
ovinos. Curitiba; UFPR, 2002. 185p.

5

SILVA, M. A. Conceitos de Genética Quantitativa e de Populações
Aplicados ao Melhoramento Genético Animal. FEPMVZ, Belo Horizonte.
2009. 183 p.

Higiene e profilaxia zootécnica

1

BEER, J. Doenças infecciosas em animais domésticos São Paulo: Roca,
1988.

2

CAMPOS, M T; Praticas de higiene e manipulação de alimentos. Viçosa
1999.

3

CORRÊA, W. M. CORRÊA, C. M. Enfermidades infecciosas dos mamíferos
domésticos 2 ed. São Paulo: Medsi, 1992.

4

MARTIN, R. Epidemiologia Veterinária. Zaragoza: Acribia, 1997.

5

URQUHART, J Parasitologia Veterinária 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1998.

Imunologia zootécnica

1

BIER, O. Microbiologia e Imunologia. Ed. Melhoramentos, 1994.

2

TRABULSI, L.R. Microbiologia. Liv. Atheneu, 1986.

3

ROITT, I.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia, 6ª ed., Ed Manole, 2003.

4

PELCZAR, M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia: Conceitos e
aplicações. 2ª ed. v.1 e 2, Ed. Makron Books, 1997.

5

TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C. Microbiologia. 8ª ed., Ed Artmed,
2005.

140

Introdução a agroinformática

1

ANTUNES, L. M.A informática na agropecuária. 2ª ed. rev. e ampl.
Guaíba:Agropecuária, 1996. 175 p.

2

ALCADE LANCHARRO, Eduardo. Informática básica. São Paulo: Makron
Books,1991. 269 p.

3

BIANCHI, Luiz; BIZZOTTO, Carlos Eduardo N. Curso prático de informática
básica. Blumenau: Acadêmica, 2000. 292 p.

4

DAVIS, Harold T. Computação. São Paulo: Atual, 1995. 93 p.

5

CAMARÃO, Paulo César Bhering. Glossário de informática. Rio de Janeiro:
LivrosTécnicos e Científicos, 1993. 730 p.

Introdução a Zootecnia e deontologia profissional

1

ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição Animal. V 1 e 2, Editora Nobel, 4 ed. . 1990.

2

DOMINGUES, O. Introdução à Zootecnia. Série didática edições S.A.1968.

3

HAFEZ, E.S.E., Fisiologia da Reprodução. 6 ed. Malone, 1990.

4

FAVERO, F. Medicina Legal: sexologia, criminologia, psicopatologia,
deontologia medica e medicina profissional. Belo Horizonte: Itatiaia, 1980.

5

MILLEN, E Guia do técnico agropecuário. Instituto Campineiro’ de Ensino
Agrícola, 1998.

6

PEREIRA, J.C.C., Melhoramento genético aplicado à produção animal. Belo
Horizonte. FEP-MVZ, 1999.

7

LOLAS, F. Bioética. O que é, como se faz. São Paulo. Loyola. 2001. 102p

Manejo e conservação do meio ambiente

1

KREBS, J.R. & DAVIES, N.B. (eds). Introdução à ecologia comportamental.
São Paulo, Atheneu Editora. 420p. 1996.

2

MARGALEF, RAMON. Ecología. Barcelona: Omega, 1986. 951p.

3

PINTOCOELHO R.M. Fundamentos de Ecologia. Artmed Editora, 200.
251p.
141

4

PHILIPPI

JR,

A,

PELICIONI,

M.C.F.

Educação

Ambiental

e

Sustentabilidade. São Paulo Manole. 2004. 890p.
5

REIGOTTA, M. O que é educação ambiental. São Paulo. São Paulo: Editora
Brasiliense, 1994

6

RICKLEFS, R. E. A economia da natureza: um livro texto em ecologia
básica. 3ª edição. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 470p. 1996.

7

WILSON, Edward Osborne; PETER, Frances M. Biodiversidade. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 657p. 1997.

Máquinas, implementos e mecanização agrícola

1

MIALHE, L.G. Máquinas motoras na agricultura. v I. São Paulo: UNSP,
1980.

2

QUICK, G. International Harvester Tractors and Equipment in Australia and
New Zealand. Australia: Rosemberg, 2008.

3

SAAD, O. Máquinas e técnicas de preparo inicial do solo. São Paulo:Nobel,
1979.

4

SILVA, F.M.; BORGES, P.H.M.B. Mecanização e agricultura de precisão.
Lavras:UFLA/SBEA, 1998.

5

SILVEIRA, G. M. Maquinas para pecuária. São Paulo: editora Nobel, 1997.

Matemática aplicada à zootecnia

1

EUCLIDES

FILHO,

K.

Melhoramento

genético

animal

no

Brasil.

Fundamentos, história e importância. Campo Grande: Embrapa, 1999. v.
500. 63p.
2

KINGHORN, B.; WERF, J.; RYAN, M. Melhoramento Animal, uso de novas
tecnologias. Fealq, Piracicaba, 2006. 367 p.

3

LOPES, P. S. Teoria do Melhoramento Animal, Belo Horizonte, FEPMVZ,
2005,118p.

4

SILVA, R.G. Métodos de genética quantitativa aplicados ao melhoramento
animal. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de Genética, 1982
142

5

PIERCE B.A. Genética: um enfoque conceitual. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Editora Guanabara Koogan. 758p. 2004.

Melhoramento Genético Animal I

1.

EUCLIDES

FILHO,

K.

Melhoramento

genético

animal

no

Brasil.

Fundamentos, história e importância. Campo Grande: Embrapa, 1999. v.
500. 63p.
2.

KINGHORN, B.; WERF, J.; RYAN, M. Melhoramento Animal, uso de novas
tecnologias. Fealq, Piracicaba, 2006. 367 p.

3.

LOPES, P. S. Teoria do Melhoramento Animal, Belo Horizonte, FEPMVZ,
2005,118p.

4.

SILVA, R.G. Métodos de genética quantitativa aplicados ao melhoramento
animal. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de Genética, 1982

5.

PIERCE B.A. Genética: um enfoque conceitual. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Editora Guanabara Koogan. 758p. 2004.

Melhoramento Genético Animal II

1

GIANNONI, M.A.; GIANNONI, M.L. Genética e melhoramento de rebanhos
nos trópicos.São Paulo: Nobel, 1988.

2

LOPES, Paulo Sávio. Teoria do Melhoramento Animal Editora FEPMVZ Editora Belo Horizonte,2005.

3

PEREIRA, J.C.C. Melhoramento genético aplicado aos animais domésticos.
Belo Horizonte: ESV-UFMG.1983.

4

OTTO, P. G.; Genética básica para veterinária. 4 edição – São paulo:
Editora Roca, 2006.

5

RESENDE, M. D. V.; Genética e melhoramento de ovinos. Curitiba.Ed.
UFPR, 2002.

143

Metodologia da pesquisa

1

AZEVEDO, Israel Belo de. O prazer da produção científica. Piracicaba, Ed.
UNIMEP, 1992.

2

BARRAS, Robert. Os cientistas precisam escrever. São Paulo, UDESP,
1979.

3

BASTOS, L.; PAIXÃO, L.; FERNANDES, L.; DELUIZ, N. Manual para
elaboração de projetos e relatórios de pesquisas, teses, dissertações e
monografias. São Paulo: Editora LTC, 2003.

4

LAKATOS, E. M; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico:
procedimentos básicos,

pesquisa

bibliográfica,

projeto

e

relatório,

publicações e trabalhos científicos, 5ª edição, São Paulo: Atlas, 2001.
5

MEDEIROS, J. B. Redação Cientifica: Á prática de fichamentos, resumos,
resenhas, 4 edição, São Paulo: Atlas, 2000.

Microbiologia Geral

1

ACTOR, Jeffrey K. Imunologia e microbiologia. Rio de Janeiro, RJ:
Elsevier, 2007. 184p.

2

HIRSH, DC. & ZEE, YC. Veterinary microbiology. Massachusetts:
Blackwell Science, Inc. 1999. 479p.

3

LACAZ-RUIZ, Rogério. Manual prático de microbiologia básica. São
Paulo: EDUSP, 2000 129 p.

4

MADIGAN, Michael T.; MARTINKO, John M.; PARKER, Jack.
Microbiologia de Brock. 10. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall,
2004. xiv, 608 p.

5

PRACTICAL handbook of microbiology. 2nd. Boca Raton, United States:
CRC, 2009.853p.

144

Morfologia e fisiologia vegetal

1

AWAD, Marcel; CASTRO, Paulo R. C. Introdução à fisiologia vegetal. 2. ed.
São Paulo: Nobel, 1992. 177 p

2

CARVALHO, Ana Fontenele Urano; SENA, Valéria Cristina Silva; FARIAS,
Davi Felipe (Org). Laboratório em fisiologia animal. Fortaleza: Ed. da UFC,
2010. 132 p.

3

FERREIRA, G.C; HOPKINS, M. J. G EMBRAPA. Manual de identificação
botânica e anatômica - angelim. Belém, PA: EMBRAPA Amazônia Oriental,
2004. 101 p.

4

FLORES-VINDAS, Eugenia M. La planta: estructura y función. Cartago:
Libro Universitario Regional, 1999.

5

PASSOS, Leônidas P. Métodos analíticos e laboratoriais em fisiologia
vegetal. Coronel Pacheco, MG: EMBRAPA - Centro Nacional de Pesquisa
de Gado de Leite, 1996.

Nutrição de ruminantes

1

FARM animal metabolism and nutrition. Wallingford, Oxon; New York:
2000. 438 p.

2

LANA, Rogerio de Paula. Sistema Viçosa de formulação de rações. 4. ed.
Viçosa, MG Editora Universidade Federal de Viçosa, 2007. 91 p

3

LANA, Rogério de Paula; UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Nutrição
e alimentação animal: (mitos e realidades). 2. ed., rev. Viçosa, MG: UFV,
2007.. 344 p.

4

LUCCI, C. de S. Nutrição e Manejo de Bovinos Leiteiros. São Paulo/SP.Ed.
Manole, 1997.

5

SILVA, Sebastião; BARUSELLI, Marco Sampaio. Os dez mandamentos da
suplementação mineral. Guaíba,RS: Agropecuária, 2001

6

SILVA, D.J; QUEIROZ, Augusto César de; SILVA, D. J. Análise de
alimentos: métodos químicos e biológicos. 3. ed. Viçosa: UFV, 2004. 235 p.

145

Nutrição de não ruminantes

1

BERTECHINI, A. G. Nutrição de monogástricos. Lavras/MG. Ed. UFLA.
2006. 301p.
FARM animal metabolism and nutrition. Wallingford, Oxon; New York: 2000.

2

438 p.
3

INRA. Alimentaçao Dos Animais Monogastricos. Suinos, Coelhos e Aves.
INRA. 1999.

4

SILVA, D. J. Análise de Alimentos (métodos químicos e biológicos).
Viçosa:Imprensa Universitária - UFV. 1990.

5

NUNES, I. J. Nutrição Animal Básica. Belo Horizonte: Ed. FEP- MVZ/UFMG,
2 ed. 1998.

6

N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrient Requirements of
Poultry. Washington/DC. Ed. National Academy Press, Edição mais recente.

7

Rostagno S. R. Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos, 2ºed. Viçosa:
UFV,2005.

8

SAKOMURA, N.K.; ROSTAGNO, H S. Métodos de pesquisa em nutrição de
monogástricos. Jaboticabal, SP: FUNEP, 2007. 283 p.

9

TISSERAND, Jean-Louis. A alimentação prática do cavalo. São Paulo:
Andrei, 1983. 83p.

Parasitologia zootécnica

1.

FLECHTMAIN, C. H. W. Ácaros de Importância Médico-Veterinária

2.

GEORGI, J. R., Georgi Parasitologia Veterinária.

3.

HIPÓLITO, O; FREITAS, M. G.; Doenças infectocontagiosas dos animais
domésticos.

4.

PESSOA, S. Parasitologia Médica.

5.

SESP Fundação Manual de Saneamento,. Vol. I.

146

Química geral e analítica

1

ALLINGER, N. L. CAVA, M.P.;DEJONGH, D.C.; JOHNSON, C.R.; LEBEL,
N.A.;STEVENS, C.L. Química Orgânica. Tradução de Alencastro, R.B.;
Peixoto, J. de S.;DE PINHO, L.R.N. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1978.

2

BRADY, J. E. & HUMISTON, G. E. Química Geral. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos. Editora S.A., 1994. V 1 e V 2.

3

ROCHA-FILHO, R.C.; DA SILVA, R.R. Introdução aos cálculos da química.
São Paulo/SP, Makron Books do Brasil Editora Ltda, 1992.

4

RIBEIRO, E. P.; Química de alimentos. 2 edição editora Edgard Blucher ltda.

5

RUSSEL, J. B. Química geral. 2ed. São Paulo: Makron Books Editora Ltda,
1994. V1 e 2.

Reprodução animal

1

DUKES, S. M.; Fisiologia dos Animais Domésticos. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 1999.

2

INSEMINAÇÃO artificial em bovinos: convencional e em tempo fixo. Viçosa,
MG: Centro de Produções Técnicas, 2009. 1 Disco Laser (90 min.) DVD.

3

MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6 ed. Porto Alegre: Sulina, 1987.

4

NOAKES, DAVID E. Fertility and Obstetrics in Cattle.. Fertilidade e
obstetricia em bovinos. São Paulo: Varela, 1991.

5

PALHANO. Reprodução em Bovinos - Fisiopatologia, Terapêutica Manejo e
Biotecnologia. 1a ed. LF Livros. 2008.

Sociologia rural

1

ABRAMOVAY, R. Agricultura familiar e desenvolvimento territorial. Reforma
Agrária, v.29, n.1, jan/ago,1999. p.4968.

2

ANDRADE, M.P. Terra de índio: identidade étnica e conflito em terras de
uso comum. Coleção Humanidades, Vol,3, São Luis, Edufsma 2008.
147

3

BEUS, C. E. e DUNLAP, R.E. Agricultura convencional versus agricultura
alternativa as raízes paradigmáticas do debate. Rural Sociology, v. 55, n.4,
1990, p.591616.

4

CHARON, J. M. Sociologia. 5ª ed. [Tradução Laura Teixeira Motta; revisão
de Paulo Sérgio Nakazone]. São Paulo: Saraiva, 1999, 327p.

5

CHINOY, E. Sociedade: uma introdução à sociologia. 5ª ed. [Tradução
Octavio Mendes Cajado]. São Paulo: Cultrix, 1967. 734p.

6

FERREIRA FILHO, M.G. Direitos Humanos Fundamentais. São Paulo:
Saraiva, 1995.

7

FREITAS, Décio. Escravidão de Índios e Negros no Brasil. Porto Alegre, ed.
ICP, 1980.

8

MONTEIRO, J. Negros da Terra, São Paulo. CIA das Letras, 1984.

Suinocultura

1

MACHADO, L.C.P. Os suínos. Porto Alegre: Editora Granja, 1967. 622p.

2

GODINHO, José Ferraz. Suinocultura: tecnologia moderada formação e
manejo de pastagens. 2. ed. São Paulo: Nobel, 1995. 263 p.

3

CAVALCANTI, S. S. Produção de suínos. Campinas. SP.Instituto
Campineiro de Ensino Agrícola, 1964, 453 p.

4

ENSMINGER, N. G. Produccion Porcina. Buenos Aires, 1973, 540 p

5

POND, N.G.& Maner, J.H. Production de cerdos em climas Templados Y
Tropicales. Zaragoza, Acribia, 1976. 875 p.

6

Tecnologia de produtos cárneos e pescados

1

BOBBIO, P. A; Química do processamento dos alimentos. 2 edição editora
Varela, 1992.

2

BOBBIO, F. A; Manual de laboratório de química dos alimentos. Livraria
Varela. 2003.
148

3

LAWRIE, R. A; Ciência da carne. 6 edição. Porto Alegre: Artmed, 2005

4

OETTERER, M. et. al.; Fundamentos de ciência e tecnologia de alimentos.
Editora manole, 2006.

5

OLIVO, R.; OLIVO, N. O mundo das carnes: Ciência, Tecnologia e Mercado.
GlobalFood, 2006.

Tecnologia de produtos lácteos e ovos
1

GAVA, A. J. Princípios de Tecnologia de Alimentos. 7ª Ed.. São Paulo:
Nobel, 1984.

2

MIDIO, A. F.; MARTINS. D. I. Toxicologia de Alimentos. São Paulo: Livraria
Varela.2000. 295p.

3

PARDI, M. C., SANTOS, I. C. SOUZA, E. P., PARDI, H. S. Ciência Higiene
e Tecnologia da Carne. v. 1. Goiânia: Editora da UFG. 1996.

4

PARDI, M. C., SANTOS, I. C. SOUZA, E. P., PARDI, H. S. Ciência Higiene
e Tecnologiada Carne. v. 2. Goiânia: Editora da UFG. 1996.

5

SILVA, J. A. Tópicos da Tecnologia de Alimentos. São Paulo: Livraria
Varela. 2000. 227p.

Topografia

1

BORGES, Alberto de Campos. Topografia – Aplicada à Engenharia Civil.
Vol.2. 1992.

2

CASACA, João M. Topografia geral. 4 ed. LTC. 2007.

3

JACK, McCormac. Topografia. 5 ed. LTC. 2006.

4

LOCH, Carlos; CORDINI, J.. Topografia Contemporânea. 3 ed. UFSC.2007.

Zoologia aplicada a Zootecnia

1

FORTES E. Parasitologia Veterinária. Porto Alegre: Sulina, 453p. 1987.

2

FOREYT, W.J. Parasitologia Veterinária. Manual de Referência. 5a Ed.
Editora Roca.238 p. 2005.

149

3

GUIMARÃES, J.H; TUCCI, E.C; MORAES, D. Ectoparasitos de Importância
Veterinária.Editora Plêiade. 2001.

4

URQUHART, G. M.; ARMOUR, J.; DUNCAN, J. L.; DUNN, A. M.;
JENNINGS, F. W.Parasitologia Veterinária. Rio de Janeiro: Editora
Guanabara Koogan S. A 1990.306p.

5

BOWMAN, D. D; RANDY, C. L; EBERHARD, L. M; ALCATRAZ, A.
Parasitologia Veterinária de Georgis. Editora Manole. 2006.

DISCIPLINAS ELETIVAS
Animais silvestres
1.

C.P.T. - CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS. Criação de jacaré. Viçosa-

MG: Editora Fácil, 1997.
2.

DEUSTSCH, L. Os animais silvestres. Editora Globo, 1988. 191p.

3.

HOSKEN, F,M.; SILVEIRA, A.C. Criação de capivaras. Viçosa-MG: Editora

Aprenda Fácil, 2002. 298p.

Aquicultura especial
1.

CONCEIÇÃO, M.B. (eds). O mexilhão Perna perna (L): Biologia, Ecologia e

Aplicações. Rio de Janeiro: Interciência, p. 85-103, 2008.
2.

BARBIERI JR., R.C. & OSTRENSKY, A.N., 2001. Camarões Marinhos –

Reprodução, Maturação e Larvicultura. Vol I. Ed. Aprenda Fácil. 256 pp; Camarões
Marinhos – Engorda, Vol II. Ed. Aprenda Fácil. 351pp.
3

LIMA, L. S.; CRUZ, T. A.; MOURA, O. M. Ranicultura: análise da cadeia

produtiva. Editora Folha de Viçosa, Viçosa, 1999, 172p.

Avicultura especial
1.

ALBINO, L.F.T.; BARRETO, S.L.T. Criação de codornas para produção de ovos

e carne. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2003.
2.

LANA, G.R.Q. Avicultura. Campinas: LIVRARIA RURAL, 2000. 268p.

3.

LEIPZIG, E K. Fisiologia Veterinária. Ed. Guanabara Koogan S.A, 1984.

150

Avaliação e tipificação de carcaça
1.

EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Curso qualidade

da carne e dos produtos cárneos. Bagé: EMBRAPA CPPSul. (Documentos, 24), 2000.
174 p.
2.

GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Tecnologia de abate e

tipificação de carcaças. Viçosa: UFV, 2006. 370
3.

PRICE, J.F.; SCHWEIGERT, B.S. Ciencia de la carne y de los productos _

carnicos. Tradução de FUENTE, J.L. Zaragoza: Acribia, 1994. 2 ed., Tradução de “The
science of meat and meat products.

Bubalinocultura
1.

500 perguntas e 500 respostas – Búfalos – EMBRAPA – CPATU – 2000.

2.

EMBRAPA Criação de búfalos: alimentação, manejo, melhoramento e

instalações, -1993.
3.

ETENE A Criação de búfalos no Nordeste. Banco do Nordeste do

Brasil(B.C.B.)- -FORTALEZA-CE.
4.

O Búfalo no Brasil. Cruz das Almas: UFBA, Escola de Agronomia, 1997.

Conforto térmico e ambiência animal
1.

BAÊTA, F.C.; SOUZA, C.F. Ambiência em Edificações Rurais. Conforto animal.

Viçosa-MG, Editora UFV, 1997. 246p.
2.

CHARLES, D.R 1994. Livestock Housing. Cambridge: Cambridge University

Press. 427p.
3.

CURTIS, S.E. Environmental management in animal agriculture. AMES. The

Iowa State University, 1983. 409p.

Contabilidade rural
1

APARECIDO, C. S. Contabilidade rural: uma abordagem decisorial. 4. ed. São

Paulo: Atlas, 2006.
2

BATALHA, Mário Otávio. Gestão agroindustrial. 2v. 2. ed. São Paulo: Atlas,

2001.

151

3

MARION, José Carlos. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade

empresarial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 310 p.

Comunicação rural
1

BORDENAVE, J. E. D. O que é comunicação rural? São Paulo: Brasiliense,

1995. 106p.
2

COELHO, F.M.G. A arte das orientações técnicas no campo: concepções e

métodos. Viçosa: Ed. UFV, 2005.
3

FREIRE, P. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra,1977. 93p.

Cunicultura e animais de biotério
1.

BLAS, C. Alimentacion Del conejo. Madri: Mundi-Prensa, 1984, 215 pp.

2.

MELLO, E.V. & SILVA, J.F. Aprenda a criar coelhos. Rio de Janeiro: Globo,

1988, 214pp.
3.

VALDEREZ, B.V. Manual para técnicos de biotério. São Paulo.

Culturas agrícolas de interesse zootécnico

1.

DIB NUNES JR., M.S. Variedades de cana-de-açúcar. In: PARANHOS, S.B.

Cana-de-açúcar: cultivo e utilização. Campinas: Fundação Cargill, 1987. V.2, p.187259.
2.

EMBRAPA, O cultivo da mandioca. Circular Técnica, N.37, 2000.

3.

MOREIRA, H.A . Cana-de-açúcar na alimentação de bovinos. Informe

Agropecuário., 1983. V.9, n.108, p.14-16.

Direito agrário e ambiental
1

COELHO, JF.L. Contratos Agrários: uma visão neo-agrarista. Porto Alegre:

Juruá, 2006.
2

MARQUES, B.F.. Direito Agrário Brasileiro. São Paulo: Atlas, 2012.

3

OPTIZ, S. C. B. Curso Completo de Direito Agrário/ Sílvia C. B. Optiz, Oswaldo

Optiz. – São Paulo: Saraiva, 2010.

152

4

FERREIRA FILHO, M. G. Direitos Humanos Fundamentais. São Paulo:

Saraiva, 1995.

Fundamentos de Estrutiocultura
1

DEEMING, D.C. Incubação de Ovos de Avestruz, Ema, Emu e Casuar Editora:

Centro de Produções Técnicas, 2006.
2

LANA, G.R.Q. Avicultura. Campinas: LIVRARIA RURAL, 2000. 268p.

3

SOUZA, J.D.A. Criação de Avestruz , Aprenda Fácil Editora, 2004.

Gestão empresarial e marketing
1

BERNARDI, L.A. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos e

estratégias. São Paulo: Atlas, 2002. 320p.
2

PARSON, L.J.; DALRYMPLE, D.J. Introdução à administração e marketing. Rio

de Janeiro: LTC, 2003. 271p.
3

CARVALHO, H. R. ISO 9000: o passaporte para a qualidade. Rio de Janeiro:

Campus,1996.259p.

Entomologia aplicada a Zootecnia
1

BORROR, D. J., DELONG, D.M.Introdução ao estudo dos insetos. Sao Paulo:

Edgard Blucher, 1988. 653 p.
2

GULLAN, P. J., CRANSTON, P. S. Os insetos: um resumo de entomologia.

3.ed. São Paulo. Rocca, 440 p.
3

LOUREIRO, M.C., et al. Práticas de entomologia. Vicosa: UFV, 1981. 108 p.

História da África
1

BOAHEN, A. A. (ORG.) Historia geral da África: África Sobre Dominação

Colonial.Tradução. João Alves dos Santos. São Paulo, Ática, Paris UNESCO, 1991.
2

SARAIVA, J. F. Sombra. Formação da África Contemporânea. São Paulo, edit.

Atual, 1997.
3

SILVA, A.C. A Enxada e a Lança: A África antes dos Portugueses. Rio de

Janeiro, Nova Fronteira (EDUSP), 1992.

153

Inglês instrumental
1

MARTIN, E A. (Ed.)(2003). Dictionary of Law. 5. ed. Oxford : Oxford University

Press.
2

HEWINGS, M. (2000). Advanced Grammar in Use: a self study reference and

practice book for advanced learners of English. Cambridge University Press.
3

MURPHY, R. (1998). English Grammar in Use: a self study reference and

practice book for intermediate students. 2. ed. Cambridge : Cambridge University
Press.

Manejo de plantas daninhas em pastagens
1

BOOTH, B.D., MUYPHY, S.D., SWANTON, C.J. Invasive Plant Ecology in

Natural and Agricultural Systems. Cambridge: CABI Publishing Press. 2011, 288p.
2

ALBERTI GÓMEZ, J.C. Revolução Forrageira. Guaíba,RS: Agropecuaria,

1998.96 p.
3

FONSECA, D.M; MARTUSCELLO, J.A. Plantas Forrageiras . Viçosa: Editora

UFV,2011. 537 p.

Manejo do solo, calagem e adubação
1

BRADY, N.C. Natureza e propriedades do solo. 7ª ed. Trad. FIGUEIREDO

FILHO, A.B. Rio de Janeiro: Freitas Barros, 1989. 898p.
2

MELLO, F.A.F.; BRASIL SOBRINHO, M.O.C.; ARZOLLA, S.; SILVEIRA, R.I.;

NETTO, A.C. & KIEHL, J.C. Fertilidade do solo. 3ª ed. São Paulo: Nobel, 1989. 400p.
3

KIEHL, E.J. Fertilizantes orgânicos. São Paulo: CERES, 1985. 492p.

Microbiologia dos alimentos
1

PEREIRA, L.; PINHEIRO, AN; SILVA, G.C. Alimentos seguros: higiene e

controles em cozinhas e ambientes de manipulação. São Paulo: Senac, 2010. 94 p.
2

WALKER, T. S; CHIMELLO, E. (Trad). Microbiologia. Rio de Janeiro: Revinter,

2002. 500p.
3

VIEIRA, R.H.S.F(Coord.). Microbiologia, higiene e qualidade do pescado: teoria

e prática. São Paulo: Varela, 2004. 380 p.

154

Nutrição e alimentação de cães e gatos
1

CASE, L.P.; CAREY, D.P.; HIRAKAWA, D.A. Nutrição canina e felina – Manual

para profissionais. Madri: Harcourt Brace de España, 1998. 424p.
2

EDNEY, A.T.B. Nutrição do cão e do gato – Um manual para estudantes,

veterinários, criadores e proprietários. São Paulo: Malone, 1987. 146p.
3

SWENSON, M.J.; REECE, W.O. DUKES. Fisiologia dos animais domésticos.

11ª Edição.Rio de Janeiro. Guanabara Koogan S.A. 1996. 856p.

Polonização com abelhas
1.

DAFNI, A., KEVAN, P.G., HUSBAND, B.C. Practical Pollination Biology .

Environquest, Ltd. Cambridge, Ontario, Canada, 2005, 590p.
2.

FREE, J. B. Insect Pollination of Crops, London, Academic press, 1993, 684p.

3.

ROUBIK, D. W. Ecology and Natural History of Tropical Bees. Cambridge

university Press, 1989, Cambridge, UK, 514p.

Questão agrária e movimentos sociais do campo
1

ANDRADE, M C. A terra, o homem e o nordeste. São Paulo: Brasiliense, 1964.

267 p.
2

IANNI, O. Origens agrárias do Estado Brasileiro. São Paulo: Brasiliense, 1984.

3

LINHARES, Maria Yedda e SILVA, Francisco Teixeira da. História da

agricultura brasileira. São Paulo: Brasiliense. 1981.

155

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC

A implantação de plataforma de ensino e a capacitação dos docentes do curso
de Zootecnia da UFAL para o uso das ferramentas da Tecnologia da Informação e da
Comunicação têm sido pontos estruturantes para a transformação das aulas
tradicionais, levando a universidade para um novo patamar de interação e facilitando
a acessibilidade e a melhor integração de docentes e discentes às atividades
acadêmicas.
Para essa consolidação a UFAL está se comprometendo com duas ações
básicas preponderantes: a) a substituição dos seus sistemas informatizados
acadêmicos e administrativos; b) reestruturação da rede lógica, em especial o
aumento de velocidade e o alcance da rede, permitindo salas de aula verdadeiramente
eletrônicas. Está, portanto, atenta a novas tendências e desafios para a sociedade em um
mundo contemporâneo e buscando sempre novas práticas pedagógicas.

As ferramentas de Tecnologia da Informação e da Comunicação estão
disponibilizadas por meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem, a Plataforma
Moodle, para aulas na modalidade a Distância e ou semi presenciais não
ultrapassando os 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, conforme
orienta a Portaria MEC Nº 4.059, de 10 de dezembro de 2004.
O uso das TICs, por parte dos estudantes com necessidades educacionais
favorece não só o aprendizado, mas a participação, com autonomia, na vida
acadêmica. Assim, a UFAL possui o Núcleo de Assistência Educacional – NAE –
visando promover e facilitar a acessibilidade pedagógica, metodológica de informação
e comunicação conforme previstas na Política de Acessibilidade. Desta forma, os
docentes são incentivados a buscar junto a esses núcleos orientações sobre o uso
devido dessas tecnologias. Além disso, no âmbito do curso de Zootecnia CECA/UFAL,
periodicamente realiza-se através da Coordenação do curso e da Comissão estadual
de Ensino do Conselho profissional (CRMV-AL) uma atualização em ensino da da
Zootecnia, ao qual são abordados novas metodologias de interação, ensino e
aprendizagem para os docentes do curso.

156

AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL
A avaliação conforme concebida no Projeto Pedagógico Institucional – PPI – é
um fator de gestão no sentido de possibilitar correções, reorientar práticas
pedagógicas, refletir sobre os projetos pedagógicos, delimitar os obstáculos
administrativos e se processa no âmbito do curso pelo acompanhamento do Projeto
Pedagógico e pela avaliação da do processo ensino/aprendizagem. Deste modo, ela
se explicita, de forma clara e objetiva, no Projeto Pedagógico de Curso que, deverá
prever tempo amplo para o processo de sua autoavaliação pedagógica.
A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às
demandas da sociedade e da comunidade científica e deve ser entendida como um
processo amplo e co-participativo, respeitando os critérios estabelecidos no
regulamento geral dos cursos de graduação.
Ela transcende a concepção de avaliação da aprendizagem e deve ser
integrada ao PPC como dado que interfira consistentemente na ação pedagógica do
curso, de maneira que garanta a flexibilização curricular e que permita a adequação
do desenvolvimento acadêmico à realidade na qual se insere a UFAL. A avaliação
requer, portanto, por parte de todos os atores envolvidos com o processo educacional,
uma permanente aferição avaliativa do Projeto Pedagógico em relação aos fins préconstituídos, às metas e às ações definidas. Assim, a avaliação deve ser percebida
como movimento de reflexão sobre os constitutivos do processo de ensinoaprendizagem, do plano político-pedagógico e das atividades curriculares.
Desta forma, a concepção deste Projeto Pedagógico teve como pilares básicos,
dentre outros, a ideia de uma avaliação permanente voltada para sua constante
adequação aos momentos: acadêmico, técnico, científico e tecnológico vivenciado
pela sociedade atual.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação institucional
e acadêmica ensino-aprendizagem - em conformidade com as normas vigentes, de
forma a viabilizar uma análise diagnóstica e formativa durante todo o processo de
implementação do referido projeto. Serão utilizadas estratégias que possam estimular
a discussão ampla do projeto mediante um conjunto de questionamentos previamente
ordenados, visando à detecção e a consequente correção de possíveis falhas
existentes.
157

Já a avaliação do desempenho docente levada a efeito pelos alunos/disciplinas
através de instrumentos próprios e em conformidade com o processo de avaliação
institucional global, em vigor na UFAL.
A avaliação da aprendizagem está definida pela Resolução no 25/2005 –
CEPE, de 26 de outubro de 2005, compreendendo a frequência e aproveitamento nos
estudos, os quais deverão ser atingidos conjuntamente.
As Instituições de Ensino Superior, nos termos do parecer CNE/CES
0289/2003, deverão adotar formas específicas e alternativas de avaliação, internas e
externas, sistemáticas, envolvendo todos quantos se contenham no processo do
curso, centradas em aspectos considerados fundamentais para a identificação do
perfil do formando, estando presentes o desempenho da relação professor x aluno, a
parceria do aluno para com a instituição e o professor.
A avaliação do curso de Zootecnia CECA/UFAL inclui também: (1) a
organização didático-pedagógica, no que tange à administração acadêmica ao projeto
do curso, à articulação das atividades acadêmicas inerentes ao ensino de graduação
e pós-graduação; a formação profissional do corpo docente, as condições de trabalho,
a atuação e o desempenho acadêmico profissional; e (2) a infraestrutura física como
instalações gerais, bibliotecas, laboratórios específicos, etc, que serão pontos
merecedores de elevada atenção, tendo em vista se constituírem em pontos básicos
para avaliação dos cursos por parte do INEP/MEC.

158

PROCEDIMENTOS

DE

AVALIAÇÃO

NO

PROCESSO

DE

ENSINO-

APRENDIZAGEM.

A avaliação do processo ensino-aprendizagem insere-se na própria dinâmica
curricular. A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da instituição, dos
professores e dos alunos acerca do processo formativo. A avaliação que aqui se
propõe não é uma atividade puramente técnica, ela deve ser processual e formativa;
e, manter coerência com todos os aspectos do planejamento e execução do Projeto
Pedagógico do curso.
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional no que concerne à aferição
quantitativa do percentual de 75% de presença às atividades de ensino previstas pela
carga horária de cada disciplina e no total da carga horária do curso e qualitativa em
relação ao total de pontos obtidos pelo aluno em cada disciplina, determinando ainda
que o regime de aprovação do aluno em cada disciplina será efetivado mediante a
apuração da frequência às atividades didáticas e do rendimento escolar.
A avaliação do processo de ensino e aprendizagem será realizada de acordo
com as normas indicadas pela UFAL em seu Regimento Interno. Os procedimentos
de Avaliação Bimestral, Reavaliação, Segunda Chamada e Prova Final são regidos
por este documento, sendo a diversidade dos instrumentos avaliativos definidos pelo
professor da disciplina. Os instrumentos avaliativos serão empregados em
consonância com os princípios da avaliação formativa - como destaque em face da
avaliação meramente somativa, com ênfase na avaliação do processo de
desenvolvimento da aprendizagem e não no produto final desta aprendizagem e com
vistas a oferecer elementos para a melhoria da intervenção do docente e,
consequentemente, para a formação do discente.
O Processo de Avaliação de Aprendizagem na Universidade Federal de
Alagoas está regulamentado pelo Estatuto, conforme Portaria n° 4.067, de 29 de
dezembro de 2003, no capítulo III, no Art. 35, no Parágrafo único – O Regimento Geral
disporá sobre as formas de avaliação. O Regimento Geral da UFAL, seção III, Art. 41,
que foi regulamentado pela Resolução n° 25/2005 – CEPE, de 26 de outubro de 2005,
no Art. 11.
159

Neste entendimento, o Art. 10 afirma que: “Será considerado reprovado por
falta o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das
atividades didáticas realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de frequência, só
será permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei no 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução, ao qual se aplica o curso de zootecnia CECA/UFAL
apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a apuração do rendimento escolar.
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova
final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas,
das notas obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação
e, no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá
solicitar revisão da correção de sua avaliação, por uma comissão de
professores designada pelo Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular
Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01 (um)
instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de outras
opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso,
atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais
dos instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB)
160

respectiva, calculada considerando-se a média das avaliações programadas e
efetivadas pela disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em
uma das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre
letivo, a ser reavaliado naquela em que obteve menor pontuação,
prevalecendo, neste caso, a maior
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada
até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF)
das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou
superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às
reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e
cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova
Final (PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à
Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo
requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas
após a realização da prova.
161

Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco)
dias após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério
disposto no Parágrafo único do Art. 16.
Ao nível do PPC do curso de Zootecnia a avaliação da aprendizagem é
condizente com a concepção de ensino aprendizagem que norteia a metodologia
adotada para a consecução da proposta curricular, de forma a fortalecer a perspectiva
da formação integral dos alunos respeitando a diversidade e a pluralidade das suas
formas de manifestação e participação nas atividades acadêmicas, sem se distanciar,
entretanto, das determinações legais e institucionais.

AVALIAÇÃO DO CURSO

As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações
oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES - e se
expressa de diferentes formas. Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de
Zootecnia é realizada por uma comissão representativa dos diferentes segmentos da
comunidade acadêmica, com predomínio de docentes, identificada no Projeto de
Auto-avaliação da UFAL como Comissão de Auto-avaliação – CAA, instalada em cada
Unidade Acadêmica e/ou Unidade Educacional, no caso dos campi interioranos.
O Curso de Zootecnia é avaliado anualmente pela citada Comissão e, em
caráter permanente, pelos membros do Núcleo Docente Estruturante – NDE. Na
primeira situação, o processo é conduzido em primeira instância pela CAA que coleta
dados através de diferentes estratégias junto ao corpo docente, discente e técnico
administrativo da UA ou EU. Há, também, o acesso espontâneo da comunidade
acadêmica através de formulários on-line, disponibilizados, segundo cronograma de
desempenho divulgado pela CPA. Em ambas as situações os participantes

se

expressam sobre a condução do Projeto Pedagógico do Curso, entre outros aspectos
como a atuação, a qualificação e a relação com os docentes e as condições da
infraestrutura disponibilizada para a realização das atividades acadêmicas. Desta
forma, os dados computados são organizados e analisados pela Comissão de Auto162

Avaliação – CAA e enviados para serem consolidados pela CPA/UFAL e incorporados
ao Relatório de Avaliação Institucional, de periodicidade anual. Assim também são
utilizados os relatórios de curso do ENADE.
Em relação ao NDE, há um acompanhamento permanente da implementação
e desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor qualidade educativa em todas
as suas etapas.

Através de reuniões periódicas os seus membros avaliam a

pertinência das disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia
referenciada e as condições de realização de práticas e estágios supervisionados, de
modo a ter condições concretas de intervir sempre que necessária no sentido do
aperfeiçoamento do PPC.

COLEGIADO DO CURSO

Considerando as orientações institucionais do Regimento Geral da UFAL. No
seu Art. 25. Dispõe que: O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à
Unidade Acadêmica, com o objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico de
Curso de Graduação, seu desenvolvimento e avaliação permanente, sendo composto
de:
I.

05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos
suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta
efetivada com a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de
02 (dois) anos, admitida uma única recondução;

II.

01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente,
escolhido em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório
Acadêmico, para cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única
recondução;

III.

01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu
respectivo suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade
acadêmica, eleito pelos seus pares, para cumprir mandato de 02 (dois)
anos, admitida uma única recondução.

Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente,
escolhidos pelos seus membros dentre os docentes que o integram.
163

Art. 26. São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
I.

coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto
Pedagógico do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais,
no perfil do profissional desejado, nas características e necessidades da
área de conhecimento, do mercado de trabalho e da sociedade;

II.

coordenar o processo de ensino e de aprendiza gem, promovendo a
integração docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização
da ação docente com os planos de ensino, com vistas à formação
profissional planejada;

III.

coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados
obtidos, executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as
alterações que se fizerem necessárias;

IV.

colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;

V.

exercer outras atribuições compatíveis.

O Colegiado do curso de Zootecnia CECA/UFAL, vem atuando diretamente
sobre a gestão do curso e em colaboração com a coordenação do curso, sua
composição e ações segue rigorosamente o que dispõem o regimento geral da UFAL.
A aprovação da composição atual do Colegiado do curso pelo Conselho
Superior da Unidade Acadêmica do CECA, se deu desde 19 de fevereiro de 2013,
sendo eleita por consulta direta com os segmentos docentes, discente e de técnicosadministrativos e reconduzida para um mandado de mais dois anos, pelo Conselho
da Unidade Acadêmica.
O Colegiado no âmbito de suas ações realiza pelo menos seis reuniões
ordinárias por ano e a frequência de reuniões extraordinárias é estabelecida de acordo
com a necessidade advinda do curso e das demandas do NDE do Curso, tendo em
vista o processo de atualização e reorganização do Projeto Pedagógico. Há a
participação frequente de discentes e outros membros docentes do curso, mediante
convite da coordenação ou de forma voluntária, além de reuniões conjuntas e parceria
com o NDE do curso.
As decisões advindas do Colegiado são encaminhadas a coordenação do
curso, a direção da Unidade Acadêmica ou a instância administrativa competente para
164

a sua posterior execução, além de também serem possíveis a criação de comissões
simplificadas para a resoluções de demandas especificas do curso. Todas s atas das
reuniões são disponibilizadas na coordenação do curso e publicizadas no site do curso
para o conhecimento de toda a comunidade acadêmica.

NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

Em atendimento à Portaria 147/2007, ao Parecer CONAES 04/2010 e a
Resolução CONAES 01/2010 a UFAL instituiu, através da Resolução 52/2012
CONSUNI/UFAL no âmbito de seus cursos de graduação os Núcleos Docentes
Estruturantes – NDE – em conformidade com as especificações legais.
Neste sentido, os NDE são compostos pelo mínimo de cinco membros, todos
docentes com titulação de pós-graduação stricto senso e formação na área do curso.
Considera-se, igualmente, a afinidade da produção científica com o eixo do curso e
sua dedicação ao mesmo.
O NDE do curso de graduação em Zootecnia, vem agindo de maneira atuante
junto ao curso, deliberando sob orientação de docentes qualificados a contribuir com
a dinâmica e a concepção do curso. Tendo sido aprovado sua composição pelo
Conselho Superior da Unidade Acadêmica do CECA, desde 15 de agosto de 2013,
sendo composto por 5 docentes, graduados em Zootecnia, com doutorado em
Zootecnia e com experiência de pelo menos 5 anos no magistério superior,
O NDE realiza pelo menos seis reuniões ordinárias por ano e a frequência de
reuniões extraordinárias é estabelecida de acordo com a necessidade advinda do
curso e das demandas do Colegiado do Curso, tendo em vista o processo de
atualização e reorganização do Projeto Pedagógico. Há a participação frequente de
discentes e outros membros docentes do curso, mediante convite da coordenação ou
de forma voluntária, além de reuniões conjuntas e parceria com o Colegiado do curso.
O NDE do curso também vem realizado o acompanhamento da execução do
plano de melhorias do curso previsto no protocolo de compromisso, juntamente com
o colegiado, através de uma agenda propositiva de reuniões extraordinárias e
proposições de reuniões ampliadas com todos os docentes.

165

São ações sugeridas pelo NDE e que vem sendo corroborado pelo Colegiado,
assim como também o NDE deverá disponibilizar as atas de reuniões via on line no
site institucional do curso, para acompanhamento e avaliação de toda a comunidade
acadêmica.
O PPC do curso vem sendo analisado rotineiramente nas reuniões mediante
leitura e discussão de pontos específicos, através de questionários de autoavaliação
e da análise dos relatórios do ENADE junto aos docentes e discentes.

Membros do NDE do curso de graduação em Zootecnia CECA/UFAL

Tempo de experiência na

Nome e formação graduada

Titulação

Zootec. Philipe Lima de Amorim

Doutor

4 anos

Zootec. Elton Lima Santos

Doutor

12 anos

Zootec. Fábio Luiz Fregadolli

Doutor

15 anos

Zootec. Angelina Bossi Fraga

Doutora

19 anos

Zootec. Kedes Paulo Pereira

Doutor

5 anos

Zootec. Sandra Roseli Valério Lana

Doutora

19 anos

docência

POLÍTICAS DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS

Com a promulgação da Constituição Federal de 1988, o Estado Brasileiro
passou a ter uma nova configuração, privilegiando os deveres sociais e repercutindo
prontamente na Administração Pública. Entre seus princípios - legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência -, este último, , traduzido no
aperfeiçoamento da prestação do serviço público de qualidade, , diz respeito
diretamente às ações institucionais das IFES, para o apoio ao seu quadro de pessoal.
Desta feita, a UFAL, produtora e disseminadora do conhecimento e do
desenvolvimento econômico e social no estado de Alagoas, precisa abraçá-lo e
materializá-lo em suas ações cotidianas.
166

Considerando a previsão legal expressa na Lei 5707/06, que dispõe sobre a
Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da Administração Pública
Federal, a UFAL ajusta seu PDI a este novo paradigma, tendo como objetivo, sem
prejuízo de outros, o desenvolvimento permanente do seu servidor.
A UFAL considera o desenvolvimento do servidor como uma
atividade essencial para a melhoria de seu desempenho
profissional, bem como de seu crescimento pessoal. Realizando
ações de desenvolvimento, a Política de Gestão de Pessoas
busca, principalmente, melhorar a qualidade dos serviços
prestados ao cidadão e orienta-se pelo alinhamento da
competência do servidor com os objetivos da instituição, pela
divulgação e gerenciamento das ações de capacitação e pela
racionalização
e
efetividade
dos
gastos
com
treinamentos.(2013, p.71)
O PDI dos Servidores compõe-se de eixos integrados: Dimensionamento das
Necessidades Institucionais de Pessoal, Capacitação, Avaliação de Desempenho e
Qualidade de Vida no Trabalho, recortados por diretrizes e princípios, muitos deles,
diretamente relacionados à atividade docente.
No que concerne ao dimensionamento das necessidades institucionais, diz
respeito à otimização dos Recursos Humanos, a fim de garantir o cumprimento dos
objetivos institucionais. A capacitação, por seu turno, atua em duas frentes: por um
lado, melhorar o desempenho do servidor e por outro, assegurar um quadro mais
confiante, motivado e consequentemente, mais satisfeito. A capacitação é realizada
em diferentes momentos e modalidades: Iniciação ao serviço público, formação geral,
educação formal, gestão, inter-relação entre os ambientes e formação específica.
Outra ação voltada para o servidor é a avaliação de desempenho que objetiva
redimensionar as ações desenvolvidas pelos servidores no exercício do cargo e
auferir seu desempenho, deixando-o ciente de suas fragilidades e potencialidades e
oferecendo subsídios para a organização do plano de capacitação.
No plano social, o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho (PQVT),
promove ações embasadas na Política de Atenção à Saúde do Servidor (PASS) ,
baseadas no conceito de prevenção de doenças como garantia de condições mais
justas de trabalho, valorizando o servidor e garantindo o pleno exercício de suas
funções.
167

Dentre as políticas de apoio ao servidor, uma se destaca por ter como enfoque
o docente: o Programa de Formação Continuada em Docência do Ensino Superior
(PROFORD), que consiste em um plano de capacitação contemplando desde os
docentes recém empossados, até aqueles com mais tempo na Instituição. O objetivo
é incentivá-los à reflexão sobre suas práticas, estabelecendo uma intersecção entre
ensino, pesquisa e extensão, dentro de dois enfoques: a prática docente e a atuação
destes profissionais na gestão acadêmica e institucional.
Esta Política de Apoio ao Docente consolidada é objeto contínuo de avaliação,
a fim de garantir a satisfação do professor e o respeito ao Princípio Constitucional da
Eficiência, do qual nenhuma Instituição de Ensino Superior pode se furtar.

POLÍTICAS DE APOIO AOS DISCENTES
As políticas de apoio aos discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos
princípios e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil –
PNAES, que objetiva viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os
estudantes e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de
medidas que buscam combater situações de repetência e evasão (Decreto nº 7.234,
de 19 de julho de 2010). Apoia, prioritariamente, a permanência de estudantes em
situação de vulnerabilidade e risco social matriculados em cursos de graduação
presencial das Instituições Federais de Ensino Superior –IFES. Sua instância de
discussão e resolução é o Fórum Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários
e Estudantis –FONAPRACE, realizado anualmente e no qual a UFAL tem assento. Na
ocasião são feitos diagnósticos e reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES e se
estabelecem as diretrizes e linhas de ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL as políticas discentes da instituição vão além do
PNAES, pois trabalham também com a perspectiva de universalidade no atendimento
dos estudantes que frequentam o espaço universitário. Assim, podem ser identificadas
e são inseridas para o curso de Zootecnia CECA/UFAL:
•

Apoio pedagógico - buscam reforçar e/ou orientar o desenvolvimento
acadêmico; apoio ao acesso às tecnologias de informação e línguas
estrangeiras, com a oferta de cursos para capacitação básica na área
168

ofertados. Atenção aos discentes como forma de orientá-los na sua formação
acadêmica e/ou encaminhá-los/as a profissionais específicos para atendimento
através da observação das expressões da questão social. Articulação com as
Coordenações de Curso sobre dificuldades pedagógicas desses alunos e
planejamento para superação das mesmas. Ex.: PAINTER, Monitoria, Tutoria.
•

Estímulo à permanência - atendimento às expressões da questão social que
produzem impactos negativos na subjetividade dos estudantes e que
comprometem seu desempenho

acadêmico;

atendimento psicossocial

realizado por profissionais qualificados pela PROEST, com vistas ao equilíbrio
pessoal para a melhoria do desempenho acadêmico; atendimento do estudante
na área da saúde através da assistência médico odontológica; fomento à
prática de atividades física e de esporte; promoção de atividades relacionadas
à arte e cultura no espaço universitário; implementação de bolsas institucionais
que visam ao aprimoramento acadêmico. Ex.: Bolsa Permanência (PróGraduando).
•

Apoio financeiro - disponibilização de bolsa institucional a fim de incentivar os
talentos e potenciais dos estudantes de graduação, mediante sua participação
em projetos de assuntos de interesse institucional, de pesquisa e/ou de
extensão universitária que contribuam para sua formação acadêmica;
disponibilização de bolsas aos discentes em situação de risco e vulnerabilidade
social, prioritariamente, a fim de ser provida uma condição favorável aos
estudos, bem como ser uma fonte motivadora para ampliação do
conhecimento, intercâmbio cultural, residência e restaurante universitários. Ex.:
PIBIC, PIBITI, PIBIP-ação.

•

Organização estudantil – ação desenvolvida por intermédio de projetos e ações
esportivos, culturais e acadêmico-científicos quer sejam promovidos pela
universidade quer sejam promovidos pelos estudantes. Alguns espaços físicos
são reservados para as atividades dos centros acadêmicos, vindo a colaborar
com a ampliação dos espaços de discussão e diálogo que contribuam para a
formação política dos estudantes. Ex.: Centros Acadêmicos, DCE.

•

Plano de acompanhamento do assistido – proporciona uma maior segurança
para o aluno quanto à sua possibilidade de sucesso na instituição, evitando
169

assim um aumento da retenção e/ou da evasão. Evita também a acomodação
do mesmo ao longo do curso. Busca a reorientação e a preparação para a saída
dos mesmos, diminuindo a ansiedade entre a academia e o mercado de
trabalho. Ex.: Estágios.
Além das ações já citadas o CECA dispõe de estrutura especifica de assistência
ao estudante de Zootecnia a exemplo:
•

Cursos de nivelamento - Este programa tem como finalidade ofertar aulas de
nivelamento sobre conteúdos de ensino médio para alunos ingressantes e é
voltado principalmente para alunos dos primeiros períodos, bem como para
aqueles que irão iniciar apenas no semestre seguinte, geralmente sendo
ofertados conteúdos relacionados as disciplinas de matemática, física e
química. O objetivo principal é o de revisar os conteúdos do ensino médio, de
forma a possibilitar um melhor aproveitamento das disciplinas afins que o aluno
irá cursar no decorrer da graduação. Com isso se vislumbra diminuir os índices
de reprovação em disciplinas de graduação e reduzir a evasão nos cursos.

•

Restaurante universitário - O restaurante universitário é uma necessidade
fundamental e seu funcionamento contribui para a permanência do estudante,
viabilizando o desempenho de atividades acadêmicas e culturais em turnos
diferentes do curso ao qual o estudante está vinculado. No âmbito do Campus
Rio Largo, existe um restaurante universitário próprios sendo todos os alunos
que possuem vulnerabilidade social comprovada, ou que possuem alguma
atividade acadêmica comprovada em que necessite permanecer no horário da
manhã e da tarde na universidade são isentos de pagamento para almoçar,
além também dos estudantes que recebem bolsa de PIBIC, PIBITI ou PIBIPação.

•

Apoio a participação em eventos e atividades de extensão – O CECA dispõe
de ônibus próprio que é utilizado a partir da demanda comunicada pelos
estudantes do curso para viagens para eventos e congressos relacionados ao
curso, além de ser estimulado a criação e a participação em cursos, simpósios,
exposições agropecuárias, e outros eventos relacionados a extensão
universitária e que visam a melhor formação do aluno.

170

Os discentes do curso de Zootecnia CECA/UFAL ainda têm participação efetiva e
permanente, com direito a voz e voto, no Colegiado do curso, seja nas reuniões
mensais ou extraordinárias, assim, também como nas reuniões do Conselho da
Unidade Acadêmica. A escolha dos representantes discentes se faz através de
indicação do Centro Acadêmico, sendo um titular e um suplente, por sua vez o Centro
acadêmico do curso é escolhido por eleição direta a ser realizada a cada dois anos,
com todos os estudantes e com a organização do Diretório Central dos Estudantes
(DCE-UFAL), e o apoio da Coordenação de graduação do curso e dos membros da
direção anterior.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Citar todos os documentos legais e outros que tiverem sido consultados ou serviram
de base à elaboração do PPC, tais como, segundo a especificidade do curso.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03 PROGRAD/Fórum dos Colegiados, de 20 de
setembro de 2013 - Dispõe sobre os procedimentos para reformulação dos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02 PROGRAD/Fórum das Licenciaturas, de 27 de
setembro de 2013 - Disciplina a construção de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
nos cursos de graduação da UFAL;
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 PROGRAD/Fórum dos Colegiados - Disciplina a
redução da carga horária de estágio curricular supervisionado para os alunos dos
cursos de Licenciatura da UFAL que exercem atividade docente regular na Educação
Básica.
RESOLUÇÃO Nº 52/2012-CONSUNI/UFAL – Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE no âmbito da UFAL.
Parecer CONAES N° 4, de 17 de junho de 2010 - Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE;
Parecer n. 67/2003 do CNE/CEE: Referencial para as Diretrizes Curriculares dos
171

Cursos de Graduação.
Parecer n. 329/2004 do CNE/CEE: Carga horária mínima dos Cursos de Graduação,
Bacharelado na modalidade presencial.
Resolução n. 237/2004 do CNE/CEE: Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso
de Graduação em Zootecnia.
Lei nº 10.172/2001- Plano Nacional de Educação - Aprova o Plano Nacional de
Educação e dá outras providências.
Portaria nº 2.678/02 – Política Nacional de Ed. Especial na perspectiva da Ed.
Inclusiva.
Lei 10.639 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no
currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura
Afro-Brasileira", e dá outras providências.
Lei 11.645 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no
currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura
Afro-Brasileira e Indígena;
Resolução nº 1, DE 17 DE JUNHO DE 2004. - Diretrizes Curriculares Nacionais para
a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura AfroBrasileira e Africana.
Decreto n. 5.626 de 22 de dezembro de 2005 - Regulamenta a Lei no 10.436, de 24
de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18
da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais Libras e dá outras providências;
Lei Nº 12.319, de 1º de setembro de 2010 - Regulamenta a profissão de Tradutor e
Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS;
172

Decreto nº 5.296/04 - Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000,
que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de
dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção
da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida,
e dá outras providências;
Resolução CNE/CP 1 de 18 de fevereiro de 2002 -Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior,
curso de licenciatura, de graduação plena;
Resolução CNE/CES n. 02/2007 - Dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação,
bacharelados, na modalidade presencial;
Resolução CNE/CES n. 04/2009 - Dispõe sobre carga horária mínima

e

procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em
Biomedicina, Ciências

Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia,

Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na
modalidade presencial;
Resolução CNE/CES n. 02/2007 - Dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação,
bacharelados, na modalidade presencial;
Portaria N°10, 28/07/2006 - Aprova em extrato o Catálogo Nacional dos Cursos
Superiores de Tecnologia;
Portaria N° 1024, 11/05/2006 - As atualizações do Catálogo Nacional dos Cursos
Superiores de Tecnologia serão divulgadas no sítio eletrônico oficial do Ministério da
Educação e outras providências.
Resolução CNE/CP N°3,18/12/2002 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais
Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia.
Decreto n. 5.622/2005 - Regulamenta o art. 80 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro
de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional - referente a EaD.
173

Portaria Normativa n. 40 de 12/12/2007 Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo
de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação,
avaliação e supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o
Cadastro e-MEC de Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre
indicadores de qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de
Desempenho de Estudantes (ENADE) e outras disposições .
Lei 9.795, de 27 de abril de 1999 - Dispõe sobre a educação ambiental, institui a
Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
Decreto n. 4.281 de 25 de junho de 2002, Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril
de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras
providências.
Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Art. 66 - referente a titulação do corpo docente.
Outras legislações podem ser encontradas no site do MEC e da UFAL
Acréscimos:
Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005, regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394,
de 20 de dezembro de 1996 (LDB). (Oferta de disciplinas semipresenciais)
Cadastro de denominações consolidadas para Cursos de Graduação (bacharelado e
licenciatura) do Ministério da Educação.
Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura do
MEC.
Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior e a Avaliação in Loco do
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
PARECER CNE/CP N.º 09/2001, Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação
de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de
graduação.

174

Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005, institui e regulamenta o
funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da UFAL,
a partir do ano letivo de 2006.
Resolução nº 113/95 – CEPE, de 13 de novembro de 1995, estabelece normas para
o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de graduação.
Plano de Desenvolvimento Institucional da UFAL 2013-2017.
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 6 DE ABRIL DE 2009 (*). Dispõe sobre carga horária mínima
e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em
Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia,
Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na
modalidade presencial.

175

Projeto Pedagógico aprovado na Sessão Ordinária do Conselho Universitário
da Universidade Federal de Alagoas CONSUNI/UFAL do dia 03 de setembro de 2019.
Resolução CONSUNI Nº 54/2019, de 03 de setembro de 2019

Lucineide Maria de Souza
Pedagoga
PROGRAD/UFAL

Edna Cristina do Prado
Coordenadora de Currículo e Acompanhamento
de Projetos Pedagógicos dos Cursos
PROGRAD/UFAL

Sandra Regina Paz da Silva
Pró-Reitora de Graduação
PROGRAD/UFAL

176