Projeto Pedagógico 2016

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                    CURSO DE ZOOTECNIA
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

Rio Largo / Alagoas
2015

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PROJETO PEDAGÓGICO

CURSO DE ZOOTECNIA
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

Projeto Pedagógico de acordo com às Diretrizes Curriculares Nacionais e Projeto
Pedagógico Institucional

Rio Largo /Alagoas
2015
2

EQUIPE EXECUTORA:
Coordenador do Curso:
Prof. Dr. Elton Lima Santos
Membros do Colegiado do Curso:
Profª. Dr. Elton Lima Santos
Prof. Dr. José Teodorico de Araújo Filho
Prof. Dr. Geraldo Roberto Quintão Lana
Prof. Dr. Cicero Luiz Calazans de Lima
Prof. Ms. Marcelo José de Melo
Membro Discentes:
Pedro Henrique de Melo Garcia
Cristovão Ferreira da Silva
Pedro Miguel da Silva
George Gomes da Silva

Membro Técnico-administrativo
Mauricio Ramon Nunes Dacal
Eles da Silva Junior

Membros do NDE do Curso:
Prof. Dr. Elton Lima Santos
Prof. Dr. Fábio Luiz Fregadolli
Prof. Dr. Angelina Bossi Fraga
Prof. Dr. Patrícia Guimarães Mendes
Prof. Dr. Sandra Roseli Valério Lana

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Sumário
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO ............................................................................................... 6
CONTEXTO INSTITUCIONAL ............................................................................................... 6
CONTEXTO REGIONAL ....................................................................................................... 7
CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO ..................................................................................... 8
HISTÓRICO DO CURSO DE ZOOTECNIA ........................................................................... 9
JUSTIFICATIVA DO CURSO ............................................................................................... 11
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO ................................................... 12
A PESQUISA....................................................................................................................... 12
A EXTENSÃO ..................................................................................................................... 13
A RESPONSABILIDADE SOCIAL ...................................................................................... 14
ACESSIBILIDADE .............................................................................................................. 15
INCLUSÃO .......................................................................................................................... 16
POLITICA DE COTAS ......................................................................................................... 16
OBJETIVOS DO CURSO .................................................................................................... 17
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ................................................................................... 18
PERFIL DO EGRESSO ....................................................................................................... 21
CAMPO DE ATUAÇÃO ....................................................................................................... 21
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA....................................................................... 22
ESTRUTURA CURRICULAR .............................................................................................. 22
EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................................................................................................... 23
RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS E HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA, AFRICANA
E INDÍGENA. ....................................................................................................................... 23
EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS ............................................................................. 24
LIBRAS ................................................................................................................................ 24
CONTEÚDOS CURRICULARES......................................................................................... 25
METODOLOGIA.................................................................................................................. 32
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ................................................................... 33
ATIVIDADES COMPLEMENTARES ................................................................................... 34
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) ............................................................. 35
ATIVIDADES DE EXTENSÃO ............................................................................................. 36
COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS DO CURSO ................................... 37
MATRIZ CURRICULAR ...................................................................................................... 39
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QUADRO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS ............................................................................ 44
EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS BÁSICA E COMPLEMENTAR .......................................... 45
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS .......................................................................................... 62
DISCIPLINAS ELETIVAS .................................................................................................. 104
TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC ......................................... 119
AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL .............................................................. 120
PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM. . 122
AVALIAÇÃO DO CURSO ................................................................................................. 125
COLEGIADO DO CURSO ................................................................................................. 127
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE ........................................................................... 129
POLÍTICAS DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS ................................................. 132
POLÍTICAS DE APOIO AOS DISCENTES ....................................................................... 134
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .................................................................................. 137

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DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Contextualização da Instituição de Ensino Superior
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal

Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14 CEP: 57.072 - 970
Fone: (82) 3214 - 1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br

CONTEXTO INSTITUCIONAL

A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito
Público – Federal, com CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival
de Melo Mota, S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de
Alagoas, CEP 57.072-970, além de uma Unidade Educacional (UE) em Rio Largo,
município da região metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do
agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia
(1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição
federal de educação superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e
extensão, vinculada ao Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia

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assegurada pela Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. Simões, em
Maceió, onde são ofertados 54 cursos de graduação. O processo de interiorização,
iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de
Arapiraca e com Unidades Educacionais em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa
e a oferta de 23 cursos. Em 2010, chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro
Gouveia e uma Unidade Educacional em Santana do Ipanema e a oferta de 08
cursos, todos presenciais.
Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de Educação à
Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB. A pósgraduação contribui com 31 programas de Mestrado e 09 de Doutorado, além dos
cursos de especialização nas mais diferentes áreas do conhecimento.
A pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de linhas e
grupos de pesquisa nas mais diferentes áreas do conhecimento. A extensão
contribui com diversos programas e, também, é uma atividade em constante
expansão.
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo seletivo
através do ENEM e da plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada).

CONTEXTO REGIONAL

Com uma extensão territorial de 27.767.661 km2, o Estado de Alagoas é
composto por 102 municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Leste, Agreste e
Sertão alagoano) e 13 microrregiões. De acordo com o Censo de 2010 do IBGE,
apresentava população residente 3.120.922 habitantes, sendo 73,64% em meio
urbano.
A inserção espacial da UFAL leva em consideração as demandas apresentadas
pela formação de profissionais em nível superior e a divisão do Estado em suas meso
e microrregiões. Essa configuração espacial é contemplada com uma oferta
acadêmica que respeita as características econômicas e sociais de cada localidade,
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estando as suas unidades instaladas em cidades polo consideradas fomentadoras do
desenvolvimento local.
Com a interiorização a UFAL realiza cobertura universitária significativa em
relação à demanda representada pelos egressos do Ensino Médio em Alagoas, à
exceção do seu litoral norte, cujo projeto de instalação do campus no município de
Porto Calvo se encontra em tramitação na SESu//MEC.
O PIB per capita estadual era de R$ 6.728,00, em 2009, sendo o setor de
serviços o mais importante na composição do valor agregado da economia, com
participação de 72 %. Os restantes 28% estão distribuídos em atividades agrárias –
tradicionalmente policultura no Agreste, pecuária no Sertão e cana-de-açúcar na Zona
da Mata, além do turismo, aproveitando o grande potencial da natureza do litoral.

CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
Curso: Zootecnia

Modalidade: Bacharelado - Presencial
Título oferecido: Bacharel em Zootecnia
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: A.C.Simões: Unidade fora de sede Rio Largo
Município-Sede: Rio Largo
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço de funcionamento do curso:
Centro de Ciências Agrárias (CECA), BR 104, Km 85, s/n,
Rio Largo – AL, CEP 57.100-000.
Portal eletrônico do curso:
http://www.ufal.edu.br/unidadeacademica/ceca/graduacao/zootecnia
Atos Legais:
Portaria Ministerial nº 3.575 de 17 de outubro de 2005, publicado no Diário Oficial da
União de 18 de outubro de 2005.
Portaria de Autorização:

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Autorização mediante Resolução Nº 55/9/CEPE, de 15 de agosto de 1997. E o
reconhecimento através da Portaria Ministerial nº 3.575 de 17 de outubro de 2005,
publicado no Diário Oficial da União de 18 de outubro de 2005.
Portaria de Reconhecimento:
Número de Vagas autorizadas: 70 por ano (35 Alunos por semestre)
Turnos de Funcionamento: Diurno
Carga horária total do curso em hora/relógio: 4.410 horas
Tempo de integralização do curso:
Mínima – 10 semestres (cinco anos)
Máxima – 15 semestres (sete anos e seis meses)

Coordenador do Curso
Nome: Elton Lima Santos
Formação acadêmica: Zootecnista
Titulação: Doutor em Zootecnia
Regime de trabalho: Dedicação exclusiva
Tempo de exercício na UFAL: 5 anos
Tempo de exercício na função de coordenador: 3,5 anos
Tempo de exercício na docência do ensino superior: 8 anos

HISTÓRICO DO CURSO DE ZOOTECNIA

Após o desligamento da ciência que estudava a produção animal da área
agronômica, o Conde Gasparin, na França, por volta de 1843, na França, criou a
palavra "zootechnie", formada pelos radicais gregos "zoon" e "tecnê", para designar o
conjunto de conhecimentos já existentes relativos à criação de animais domésticos, e
em 1848 o primeiro mestre de Zootecnia é considerado o Professor Emile Vandement,
que no Instituto Agronômico de Versalles, lança o primeiro curso de Zootecnia. A
expressão Zootecnia veio inicialmente a ser adotada somente pelos povos de origem
latina e alemã, porquanto os ingleses (nos países de língua Inglesa, o termo foi
substituído pela nomenclatura Animal Science) e demais povos europeus e ainda os
americanos não a utilizavam.
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Na linguagem científica do século XIX e na primeira metade do XX, passou-se
a empregar com mais intensidade o termo Zootecnia, no entanto, deparamos o
vocábulo Zootechny para designar “o conhecimento, a prática e as indústrias
concernentes à criação dos animais”. O termo Zootechny para Zootecnia ou o
vocábulo Zootechnician para indicar Zootecnista são facilmente encontrados em
dicionários eletrônicos modernos.
A Zootecnia como profissão de nível superior veio a surgir no Brasil a partir do
estímulo e iniciativa de um seleto grupo de Agrônomos e Veterinários com perspectiva
de visão do futuro. Reunidos na sessão solene de encerramento da II Reunião Anual
da Sociedade Brasileira de Zootecnia em Porto Alegre, no dia 24 de setembro de
1952.
O primeiro currículo para um curso de Zootecnia foi proposto em 1953 o qual
serviu de orientação para os primeiros cursos de Zootecnia. Neste período, o grande
volume de informações científicas geradas na área levou a criação da Zootecnia como
um curso da área de Ciências Agrárias. Em 1966, não menos com muita luta e
perseverança e decisiva participação do Prof. Octávio Domingues, que peregrinou em
todo País em busca da edificação de seu projeto de instalação de um curso superior
de Zootecnia, criou-se em Uruguaiana-RS, na Pontifícia Universidade Católica do Rio
Grande do Sul, o primeiro curso superior de Zootecnia no Brasil, que teve sua aula
inaugural dia 13 de maio, hoje comemorado como o “Dia do Zootecnista”.
A profissão de Zootecnista foi regulamentada dois anos depois pela Lei 5550/68
de 04 de dezembro de 1968. Nesses quarenta e oito anos de existência, as ações dos
Zootecnista e o crescimento das suas entidades de representação profissional
evidenciam várias contribuições para o avanço do negócio agrícola e agropecuário no
Brasil, tornando a profissão cada vez mais reconhecida pela sociedade.
Em Alagoas, Em atendimento aos reclamos das classes produtoras e diante de
um potencial técnico ligado a produção animal no Estado, principalmente em
bovinocultura de leite e corte, caprinos, ovinos, apicultura, suinocultura e piscicultura,
o Centro de Ciências Agrárias propôs ao Conselho Superior da Universidade Federal
de Alagoas a criação do Curso de Zootecnia que foi efetivada pela Resolução Nº 55 /
97 - CEPE, de 15 de agosto de 1997. O primeiro vestibular foi realizado em 1998,
quando foram ofertadas 40 vagas. Foi reconhecido pela Portaria Ministerial nº 3.575
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de 17 de outubro de 2005, publicado no Diário Oficial da União de 18 de outubro de
2005.

JUSTIFICATIVA DO CURSO

O profissional Zootecnista está em alta no contexto socioeconômico mundial
devido ao aumento da população e a diminuição das áreas agrícolas, resultando em
crescente demanda por uma produção agropecuária eficiente, rápida e lucrativa, área
em que atua o especialista em animais.
As projeções da FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations)
sinalizam para o ano de 2025 uma população de 7,851 bilhões, com 58% (4,579
bilhões) vivendo nas cidades e 3,272 bilhões (42%) nos campos. Nos países
desenvolvidos a população será de 1,380 bilhões (17,58% do total) e no resto do
mundo de 7,556 bilhões (84,7%). Estes dados indicam que nos próximos vinte anos
1,398 bilhões de pessoas serão incorporados ao mercado de consumo e deste total
44 milhões (3,15% do total) estarão sendo incorporados no mercado nos países
desenvolvidos e o restante de 1,354 bilhões estará nos países pobres ou em
desenvolvimento. Assim, a expansão demográfica, a urbanização e o aumento da
renda nos países em desenvolvimento estão provocando uma elevação substancial
no consumo de alimentos de origem animal: é a chamada revolução pecuária.
A produção animal apresenta-se como um dos grandes pilares do agronegócio
nacional e, portanto, com expressiva importância socioeconômica. O mercado de
trabalho para o egresso de zootecnia é um mercado em franca expansão
principalmente na região do Nordeste brasileiro. Nesse sentido, o curso de Zootecnia
tem relevante papel na formação de recursos humanos qualificados para atuarem nos
sistemas de produção, tanto nas áreas já consolidadas como em novas frentes de
produção.
Outra atividade relevante que o Zootecnista poderá exercer é a assistência
técnica nos diversos sistemas de produção animal, em propriedades particulares,
11

associações de produtores ou em agências públicas de extensão. Essa atividade
poderá ser exercida pela capacitação de recursos humanos, difundindo tecnologias e
proporcionando melhoria para os sistemas de produção, aumentando assim, a
competitividade. Ação ao qual o estado de Alagoas ainda é muito deficiente.
Portanto, o mercado de trabalho para este profissional apresentasse em
crescimento, destacando-se as áreas de gerenciamento da propriedade ou empresa
rural, criações, manejo, nutrição, alimentação, forragicultura, bem estar, sanidade,
reprodução e melhoramento de animais domésticos e silvestres, proporcionando o
desenvolvimento de sistemas de produção animal sustentável. Aliado a isso, o
profissional Zootecnista possui compromisso social, político e ético com a sociedade,
relacionado com a alimentação humana através da produção de alimentos
nutricionalmente adequados e na proteção do meio ambiente. No campo da
Biotecnologia, o Zootecnista poderá atuar na obtenção de novas linhagens animais,
com maior interesse ao ser humano, envolvendo desde a clonagem à transgenia,
visando animais ou produtos de origem animal de maior qualidade.

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO

A PESQUISA
Dado o caráter pluri e multidisciplinar que lhe inerente, a Universidade Federal
de Alagoas promove a pesquisa nas mais diversas áreas de conhecimento,
incentivando a formação de grupos e núcleos de estudo que atuam nas mais
diversificadas linhas de pesquisa, considerando a classificação das áreas de
conhecimento do CNPq.
No âmbito do curso de Zootecnia pesquisa vem sendo desenvolvida com
significativa importância da colaboração de professores e estudantes do mestrado em
Zootecnia, auxiliando e orientando os trabalhos de conclusão de curso dos estudantes
de graduação. Também para o curso de graduação em Zootecnia tem importante os
programas institucionais de bolsas de inovação tecnologia e iniciação cientifica, ao
qual sempre há extensa participação de estudantes do curso. A pesquisa no setor das
universidades públicas basicamente se dá por financiamentos em editais de pesquisa,
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ao qual no curso de Zootecnia vem ocorrendo por meio dos editais nacionais e
internacionais como: CNPq, FAPEAL, FUNDECI/BNB, HORIZONS-2020, entre
outros. Entretanto as parcerias com outras instituições públicas como a Secretaria
Estadual de Agricultura, Pesca e Aquicultura de Alagoas e EMBRAPA, e com
entidades privadas também vem colaborando para a realização da pesquisas no curso
de Zootecnia.

A EXTENSÃO
A LDB (lei 9.39496) traz entre seus princípios a necessidade da diversificação
dos cursos superiores e a flexibilização dos projetos acadêmicos, permitindo às IES
adequarem os projetos pedagógicos às respectivas naturezas institucionais, às
realidades regionais e às finalidades inerentes aos cursos, tanto se voltados à
formação profissional quanto às ciências ou às artes. Cumpre destacar que tais
diretrizes se associam à premissa da educação continuada, a qual afirma que a
graduação superior é apenas uma etapa do processo de ensino e aprendizagem e não
o seu término. Deve-se salientar também que, como contrapeso à tendência de
diversificar e flexibilizar, o aparato normativo define a necessidade de existirem
processos de avaliação permanentes para identificar desvios e propor correções de
rumo.
A Universidade Federal de Alagoas atua em todas as oito áreas temáticas de
extensão classificadas pelo Plano Nacional de Extensão: Comunicação, Cultura,
Direitos Humanos e justiça, Educação, Meio Ambiente, Saúde, Tecnologia e Produção
e Trabalho, tendo, em 2011 realizado 802 destas ações.
A maior parte dos projetos de extensão desenvolvidos para curso de Zootecnia
estão incluídos dentro do programa de extensão da Unidade Acadêmica intitulado:
Agricultura familiar e desenvolvimento rural, ao qual pode-se citar como destaque a
Semana de Zootecnia e o Seminário Alagoas no de Produção Animal que são
realizados anualmente, além dos diversos eventos locais que são idealizados pelo
curso para a formação dos estudantes. A exposição Agropecuária de animais
realizada nas cidades de Maceió, e Batalha podem também ser destaque visto que
quase a totalidade dos alunos obtêm a vivência nesses eventos. Como também o
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estágio vivência em assentamentos rurais e em agricultura familiar que ocorre durante
a disciplina de Extensão rural, no qual todos os alunos participam.
Projetos de bolsas tipo PAINTER e o PIBIC-ação são também parte de projetos
de extensão que também contribuem significativamente na formação dos estudantes
do curso de Zootecnia.

A RESPONSABILIDADE SOCIAL

A Universidade Federal de Alagoas não se considera proprietária de um saber
pronto e acabado que vai ser oferecido à sociedade, mas, ao contrário, ao participar
dessa sociedade, é sensível aos seus saberes, problemas e apelos, quer através dos
grupos sociais com os quais interage, quer através das questões que surgem de suas
próprias atividades de ensino, de pesquisa e de extensão.
Atenta aos movimentos sociais, priorizando ações que visem à superação das
atuais condições de desigualdade e exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e
no Brasil, a ação cidadã da UFAL não pode prescindir da efetiva difusão do
conhecimento nela produzidos. Portanto, as populações, cujos problemas tornam-se
objeto da pesquisa acadêmica são, também, consideradas sujeito desse
conhecimento, o que lhes assegura pleno direito de acesso às informações e produtos
então resultantes.
Neste sentido, a prestação de serviços pelo curso de zootecnia é considerada
produto de interesse acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino,
da pesquisa e extensão, devendo ser a realidade e sobre a realidade objetiva,
produzindo conhecimentos que visem à transformação social. Nos quais pode-se
relatar os avanços advindo do trabalho dos egressos do curso visto as melhorias dos
índices produtivos da agropecuária alagoana, os serviços de assessoria técnica
empregado pelos estudantes com acompanhamento dos professores em visitas
técnicas e no acompanhamento das empresas juniores e empresas incubadas na
Unidade Acadêmica, os eventos realizados, os serviços prestados nos diversos
laboratórios do curso, dentre outras ações consequentes dos projetos de pesquisa e
extensão desenvolvidos.

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ACESSIBILIDADE

A UFAL atualmente possui um núcleo de estudos voltado para o entendimento
das necessidades postas para o seu corpo social, no sentido de promoção de
acessibilidade e de atendimento diferenciado aos portadores de necessidades
especiais em atenção à Política de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação
pertinente.
O próprio dimensionamento dessas necessidades merece um cuidado
especial, haja vista a forma atual de identificação dos alunos: auto- declaração. Por
outro lado, a UFAL tem investido na capacitação técnica de seus servidores para o
estabelecimento de competências para diagnóstico, planejamento e execução de
ações voltadas para essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica, juntase agora o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela Política de
Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica, de informação
e de comunicação.
A acessibilidade pedagógica e metodológica deve atentar para LEI Nº 9.394 de
20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e bases para a educação), que afirma: Os
sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais:
currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para
atender às suas necessidades;
Neste sentido, a Nota Técnica nº 24 / 2013 / MEC / SECADI / DPEE, de 21 de
março de 2013 orienta os sistemas de ensino no sentido de sua implantação. Em
especial, recomenda que os PPC contemplem orientações no sentido da adoção de
parâmetros individualizados e flexíveis de avaliação pedagógica, valorizando os
pequenos progressos de cada estudante em relação a si mesmo e ao grupo em que
está inserido;
Para tal atendimento, a UFAL assume o compromisso de prestar atendimento
especializado aos alunos portadores de deficiência auditiva, visual, visual e auditiva,
cognitiva ou autista sempre que for diagnosticada sua necessidade. Procura-se, desta
forma, não apenas facilitar o acesso, mas estar sensível às demandas de caráter
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pedagógico e metodológico de forma a permitir sua permanência produtiva no
desenvolvimento do curso.
Neste sentido o Núcleo de Assistência Educacional – NAE – oferece o
necessário apoio pedagógico de forma a atender ao corpo social da UFAL em suas
demandas específicas de forma a promover a integração de todos ao ambiente
acadêmico.
No Curso de Zootecnia ações especificas de adaptações das instalações que
comportam o curso estão sendo realizadas com o apoio da SINFRA/UFAL
(Superintendência de Infraestrutura) para a adequação de todas as estruturas físicas,
salas de aula, laboratórios, banheiros, etc. estão também na biblioteca setorial do
CECA inúmeras obras na forma de vídeos-aula para a apresentação de estudantes
que possuem dificuldades de deslocamento para o campo para a aprendizagem in
loco devido a limitação física de algum estudante.
De forma institucional, os coordenadores e professores do curso vem sendo
estimulados a participar de capacitações pedagógicas e humanísticas relacionadas
as políticas de inclusão da pessoa com deficiência na educação, no qual estudantes
também têm acesso a esses eventos.
Entretanto, em caso de comprovada necessidade de apoio as atividades de
comunicação, locomoção, alimentação e cuidados pessoais a pessoa com transtorno
do espectro autista ou outra deficiência será também disponibilizado pela UFAL
profissional para apoio nos termos da legislação 12.764/2012.

INCLUSÃO

POLITICA DE COTAS

No ano de 2015 foram reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas de
cada curso e turno ofertados pela UFAL para os alunos egressos das escolas
públicas de Ensino Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas foram
destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou inferior a 1,5
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salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita e 50% (cinquenta por
cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou
superior a 1,5 salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita. Nos dois
grupos que surgem depois de aplicada a divisão socioeconômica, serão reservadas
vagas por curso e turno, na proporção igual à de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI).
No Estado de Alagoas, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE) de 2010, que corresponde a 67,22% (sessenta e sete vírgulas
vinte e dois por cento). A meta da UFAL é destinar até o final do ano de 2016 50%
de suas vagas a alunos egressos de escolas públicas
OBJETIVOS DO CURSO
 Geral
O curso de Zootecnia surgiu da necessidade em atender a demanda sócio
regional, tendo como objetivo principal à formação de profissional de nível superior,
com capacidade para desempenho profissional técnico científico e de atuação como
agente social comprometido com a promoção do desenvolvimento sustentável e da
contínua melhoria do meio ambiente. Nesse sentido, a formação de profissionais
nessa área é de vital importância para a melhoria da produção animal no Nordeste
brasileiro.
O profissional a ser formado pelo curso de Zootecnia deverá apresentar visão
generalista, humanista, crítica e reflexiva, apto a compreender e traduzir as
necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidades, com relação às atividades
inerentes ao exercício profissional, no âmbito de seus campos específicos de atuação
em produção animal, norteado pela ética, e inter-relacionado com as ciências sociais,
econômicas e ambientais, buscando sempre a sustentabilidade dos sistemas de
produção.
Deverá, no âmbito profissional, utilizar de conhecimentos sobre bases
nutricionais, genéticas e sanitária, objetivando alcançar maior produtividade e sucesso
da atividade de criação animal, qualquer que seja a espécie de interesse zootécnico.

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Ter conhecimento dos fatos sociais, culturais e políticos da economia e da
administração agropecuária e agroindustrial. Capacidade de raciocínio lógico, de
observação, de interpretação e de análise de dados e informações, bem como dos
conhecimentos essenciais de Zootecnia, para identificação e resolução de problemas.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
Segundo rege as diretrizes curriculares nacionais do Bacharel em Zootecnia
segundo o que se coloca no Art. 6º da Resolução nº 4, de 2 de fevereiro de 2006
CNE/MEC, curso de graduação em Zootecnia deve possibilitar a formação profissional
que revele, pelo menos, as seguintes competências e habilidades:
a) fomentar, planejar, coordenar e administrar programas de melhoramento genético
das diferentes espécies animais de interesse econômico e de preservação, visando a
maior produtividade, equilíbrio ambiental e respeitando as biodiversidades no
desenvolvimento de novas biotecnologias agropecuárias;
b) atuar na área de nutrição e alimentação animal, utilizando conhecimentos sobre o
funcionamento do organismo animal, visando ao aumento de sua produtividade e ao
bem-estar animal, suprindo suas exigências, com equilíbrio fisiológico;
c) responder pela formulação, fabricação e controle de qualidade das dietas e rações
para animais, responsabilizando-se pela eficiência nutricional das fórmulas;
d) planejar e executar projetos de construções rurais, de formação e/ou produção de
pastos e forrageiras e de controle ambiental;
e) pesquisar e propor formas mais adequadas de utilização dos animais silvestres e
exóticos, adotando conhecimentos de biologia, fisiologia, etologia, bioclimatologia,
nutrição, reprodução e genética, tendo em vista seu aproveitamento econômico ou
sua preservação;
f) administrar propriedades rurais, estabelecimentos industriais e comerciais ligados à
produção, ao melhoramento e a tecnologias animais;
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g) avaliar e realizar peritagem em animais, identificando taras e vícios, com fins
administrativos, de crédito, de seguro e judiciais bem como elaborar laudos técnicos
e científicos no seu campo de atuação;
h) planejar, pesquisar e supervisionar a criação de animais de companhia, de esporte
ou lazer, buscando seu bem-estar, equilíbrio nutricional e controle genealógico;
i) avaliar, classificar e tipificar produtos e subprodutos de origem animal, em todos os
seus estágios de produção;
j) responder técnica e administrativamente pela implantação e execução de rodeios,
exposições, torneios e feiras agropecuárias. Executar o julgamento, supervisionar e
assessorar inscrição de animais em sociedades de registro genealógico, exposições,
provas e avaliações funcionais e zootécnicas;
k) realizar estudos de impacto ambiental, por ocasião da implantação de sistemas de
produção

de

animais,

adotando

tecnologias

adequadas

ao

controle,

ao

aproveitamento e à reciclagem dos resíduos e dejetos;
l) desenvolver pesquisas que melhorem as técnicas de criação, transporte,
manipulação e abate, visando ao bem-estar animal e ao desenvolvimento de produtos
de origem animal, buscando qualidade, segurança alimentar e economia;
m) atuar nas áreas de difusão, informação e comunicação especializada em
Zootecnia, esportes agropecuários, lazer e terapias humanas com uso de animais;
n) assessorar programas de controle sanitário, higiene, profilaxia e rastreabilidade
animal, públicos e privados, visando à segurança alimentar humana;
o) responder por programas oficiais e privados em instituições financeiras e de
fomento à agropecuária, elaborando projetos, avaliando propostas e realizando
perícias e consultas;
p) planejar, gerenciar ou assistir diferentes sistemas de produção animal e
estabelecimentos agroindustriais, inseridos desde o contexto de mercados regionais
até grandes mercados internacionalizados, agregando valores e otimizando a
19

utilização dos recursos potencialmente disponíveis e tecnologias sociais e
economicamente adaptáveis;
q) atender às demandas da sociedade quanto à excelência na qualidade e segurança
dos produtos de origem animal, promovendo o bem-estar, a qualidade de vida e a
saúde pública;
r) viabilizar sistemas alternativos de produção animal e comercialização de seus
produtos ou subprodutos, que respondam aos anseios específicos de comunidades à
margem da economia de escala;
s) pensar os sistemas produtivos de animais contextualizados pela gestão dos
recursos humanos e ambientais;
t) trabalhar em equipes multidisciplinares, possuir autonomia intelectual, liderança e
espírito investigativo para compreender e solucionar conflitos, dentro dos limites éticos
impostos pela sua capacidade e consciência profissional;
u) desenvolver métodos de estudo, tecnologias, conhecimentos científicos,
diagnósticos de sistemas produtivos de animais e outras ações para promover o
desenvolvimento científico e tecnológico;
v) promover a divulgação das atividades da Zootecnia, utilizando-se dos meios de
comunicação disponíveis e da sua capacidade criativa em interação com outros
profissionais;
w) desenvolver, administrar e coordenar programas, projetos e atividades de ensino,
pesquisa e extensão, bem como estar capacitado para atuar nos campos científicos
que permitem a formação acadêmica do Zootecnista;
x) atuar com visão empreendedora e perfil pró-ativo, cumprindo o papel de agente
empresarial, auxiliando e motivando a transformação social; e
z) conhecer, interagir e influenciar as decisões de agentes e instituições na gestão de
políticas setoriais ligadas ao seu campo de atuação.

20

PERFIL DO EGRESSO
O Curso de Zootecnia do CECA/UFAL objetiva a formação de profissionais
ecléticos, dotados de consciência política e visão global da conjuntura econômica,
social, humanística, ambiental e cultural. Esses devem estar preparados para
contribuírem na solução de problemas agropecuários com visão crítica e
transformadora da realidade regional e nacional. Tal como previsto em suas Diretrizes
Curriculares, o curso deverá:
 Assegurar ao egresso sólida base de conhecimentos científicos e tecnológicos
no campo da Zootecnia, consciência ética, política, humanista, visão crítica e
global da conjuntura econômica, social, política, ambiental e cultural da região
onde atua, no Brasil e do mundo;
 Desenvolver a capacidade de comunicação e integração com os vários agentes
que compõem os complexos agroindustriais e também a nível das pequenas
organizações rurais;
 Gerar raciocínio lógico, interpretativo e analítico para identificar e solucionar
problemas;


Possuir a capacidade de atuar em diferentes contextos, promovendo o
desenvolvimento, bem estar e qualidade de vida dos cidadãos e comunidades;



Desenvolver a atitude de compreender a necessidade do contínuo
aprimoramento de suas competências e habilidades como profissional
Zootecnista.

CAMPO DE ATUAÇÃO

21

A atuação do Zootecnista graduado no CECA/UFAL se fará em ações
pertinentes à: Planejar, dirigir e realizar pesquisas que visem a informar e a orientar a
criação dos animais domésticos, em todos os seus ramos e aspectos; promover e
aplicar medidas de fomento à produção dos mesmos, instituindo ou adotando os
processos e regimes, genéticos e alimentares, que se revelarem mais indicados ao
aprimoramento das diversas espécies e raças, inclusive com o condicionamento de
sua melhor adaptação ao meio ambiente, com vistas aos objetivos de sua criação e
ao destino dos seus produtos; exercer a supervisão técnica das exposições oficiais e
a que eles concorrem, bem como a das estações experimentais destinadas à sua
criação; participar dos exames a que os mesmos hajam de ser submetidos, para o
efeito de sua inscrição nas Sociedades de Registro Genealógico, exercer. Planejar e
executar programas nutricionais às espécies animais; empreender dentro da lógica
administrativa e visando o bem estar animal nas diversas classes de produção animal.
Atuando ainda, segundo consta nos referenciais curriculares nacionais dos
cursos de bacharelado em Zootecnia, na administração de propriedades rurais tais
como fazendas, granjas e haras; em empresas de projetos agropecuários; em
agroindústrias (indústrias de rações, produtos biológicos e outros insumos para
animais); em órgãos públicos como agente de desenvolvimento rural; em empresas e
laboratórios de pesquisa científica e tecnológica. Também pode atuar de forma
autônoma, em empresa própria ou prestando consultoria.

ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA
 ESTRUTURA CURRICULAR
A carga horária mínima em disciplinas é de 3978 horas, sendo 3762 horas
cursadas em disciplinas da matriz curricular obrigatória e 216 horas cursadas em
disciplinas eletivas. A carga horária, cursada em disciplinas eletivas, que exceder às
216 horas mínimas serão computadas como atividades complementares, podendo o
aluno escolher e cursar quantas disciplinas eletivas achar necessário.
Além das disciplinas o estudante de Zootecnia terá que executar ao final do
período com disciplinas um Trabalho de Conclusão de Curso com 72 horas e um
22

estágio Curricular Supervisionado com 160 horas, além da exigência de realizar
atividades complementares em até 200 horas.
As disciplinas eletivas/obrigatórias, que fazem parte do elenco de disciplinas
eletivas do Curso, todas com carga horária de 72 horas, complementam as mais
diversas áreas de atuação profissionalizante do Curso.
As Disciplinas do curso estão estruturadas em 3 ciclos curriculares: básico,
intermediário e profissionalizante, desenvolvendo conhecimentos nos seguintes
campos de saberes: Morfologia e Fisiologia Animal, Higiene e Profilaxia Animal,
Ciências Exatas e Aplicadas, Ciências Ambientais, Ciências Agronômicas, Ciências
Econômicas e Sociais, Genética Melhoramento e Reprodução Animal, Nutrição e
Alimentação, Produção Animal e Industrialização.

Educação Ambiental

O Decreto n. 4.281 de 25 de junho de 2002, regulamenta a Lei no 9.795, de 27
de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras
providências. A Resolução CNE/CP nº 02/2012 define formas de sua implementação
nos currículos dos cursos superiores.
Desta forma, o curso de Zootecnia atende à legislação vigente, quando da
aplicação de forma direta da temática ambiental, seja na inclusão de conteúdos
curriculares nas diversas disciplinas obrigatórias e eletivas, no que tange
principalmente as disciplinas de manejo e conservação do meio ambiente; e direito
agrário e ambiental, além de ser tratada de forma transversal em diversas outras
disciplinas do curso.
Ações de extensão também envolvem a temática a educação ambiental e que
são constantemente alvo de participação dos estudantes do curso de Zootecnia, tais
ações estimuladas pela instituição. Também ocorrem eventos institucionais realizadas
pela Unidade Acadêmica e pela UFAL relacionadas a educação ambiental.
.
Relações Étnico Raciais e História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena.

23

Em atenção a Lei 10.639/2003, à Lei 11.645/2008 e da Resolução CNE/CP
01/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que dispõe sobre as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação de Relações Étnico Raciais e para o Ensino
de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, o PPC do curso de Zootecnia
CECA/ UFAL vem tratando a temática de forma transversal,

Ainda pode-se ter como alvo do estudo das relações Étnico Raciais e História
e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena os conteúdos abordados nas disciplinas
da matriz curricular intituladas Extensão Rural e Sociologia Rural, onde os assuntos
citados são abordados. Também é oferecido aos estudantes de graduação em
Zootecnia, quando solicitados e de forma eletiva a disciplina intitulada história da
África, a partir de vagas remanescentes do curso de História da UFAL.

Educação em Direitos Humanos

A Educação em Direitos Humanos na UFAL adequa-se à Resolução CNE/CP
n. 01/2012. Nos PPC dos cursos deve ocorrer pela transversalidade, por meio de
temas relacionados aos Direitos Humanos e tratados interdisciplinarmente; II como
um conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes no currículo escolar; III
de maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e disciplinaridade.
O curso Zootecnia trata a temática de Educação de Direitos Humanos de forma
de forma transversal nos conteúdos abordados nas disciplinas de Introdução a
Zootecnia e deontologia profissional ofertada já no primeiro semestre do curso e na
disciplina eletiva Direito Agrário e ambiental, também, o tema Educação em Direitos
Humanos pode ser abordado em outras disciplinas de forma multidisciplinar e indireta.

Libras

De acordo com o Art. 3º do Decreto n. 5.626 de 22 de dezembro de 2005, que
Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, e dispõe sobre a Língua
Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de
2000.

24

O curso de bacharelado em Zootecnia CECA/UFAL oferece a disciplina de
Libras como disciplina eletiva/optativa a partir do 1º semestre do curso de forma e
regular a cada semestre, podendo também a disciplina ser considerada parte dos
componentes curriculares complementares, a instituição também utiliza de eventos
periódicos que são realizados na Universidade, sendo estimulado a participação da
comunidade como um todo, para qualificação de docentes e estudantes e que também
servem para o esclarecimento da necessidade da humanização e inclusão das
pessoas com algum tipo deficiência.

 CONTEÚDOS CURRICULARES

Seguindo a resolução nº 4, de 2 de fevereiro de 2006, que aprova as Diretrizes
Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Zootecnia, estão expostos os
objetivos e capacitações previstas em cada um dos campos de saberes, seguido das
especificações das disciplinas obrigatórias a eles relacionadas, com respectivas carga
horária das disciplinas obrigatórias. Entretanto vale destacar que o aluno poderá ainda
complementar a sua formação mediante as disciplinas eletivas que podem ser
escolhidas pelo estudante, nas mais diversas áreas de conhecimento.

MORFOLOGIA E FISIOLOGIA ANIMAL

Objetivos: Visa apresentar ao aluno os principais conceitos sobre a citologia,
histologia, embriologia, morfologia, anatomia e fisiologia dos animais domésticos e
bioclimatologia animal.
Capacitações: Estudar as células e suas funções, os tecidos animais, a morfologia e
histologia dos tecidos, a embriologia, taxonomia, evolução e classificação dos animais
domésticos, a anatomia, ezoognósia e fisiologia dos aparelhos e sistemas dos animais
domésticos e bioclimatologia animal.
25

Disciplinas:
Código

Disciplina
Citologia e Histologia Animal
Embriologia Aplicada à Zootecnia
Anatomia Animal I
Anatomia Animal II
Fisiologia animal I
Fisiologia animal II
Zoologia aplicada a Zootecnia
Exterior e julgamento de animais
TOTAL

Carga
Horária
72
36
54
54
54
54
72
54
450

HIGIENE E PROFILAXIA ANIMAL

Objetivos:

Esta área tem como objetivo apresentar ao aluno os principais cuidados

com a higiene dos animais domésticos e de suas instalações, conhecer a imunologia,
estudar o comportamento dos insetos e parasitos animais e as principais técnicas de
prevenção, a microbiologia e os processos evolutivos dos animais.
Capacitações: A fisiologia de respostas imunes nas infecções, conhecer os principais
antígenos e anticorpos, identificar as causas da imunodeficiência. Conhecer e
classificar os microrganismos tais como as bactérias, os fungos, os protozoários e
vírus, estudar os métodos de controle e higienização de instalações e equipamentos.
Além de estudar e aplicar técnicas de prevenção de doenças e dos transtornos
fisiológicos em todos os seus aspectos.
Disciplinas:
Código

Disciplina
Higiene e profilaxia Zootécnica
Parasitologia Zootécnica
Imunologia Zootécnica
Microbiologia Geral
TOTAL

Carga
Horária
54
54
54
72
234

26

CIÊNCIAS EXATAS E APLICADAS

Objetivos: Dotar o aluno de conhecimentos sobre a Informática, Química,
Matemática, Física, Agroinformática, Bioquímica e Estatística aplicada às Ciências
Agrárias.
Capacitações: Estudar as funções geométricas, limites, derivadas, integral e suas
aplicações às ciências agrárias. Estudar os principais conceitos utilizados na área da
eletricidade, calorimetria e termodinâmica. Conhecer as operações básicas realizadas
nos laboratórios de Informática, Química, Matemática, Física e Bioquímica. Estudar
os hidrocarbonetos, compostos halogenados, alcoóis, fenóis, cetonas, lipídeos,
aminas, amidas, nitrilas, aminoácidos, peptídeos e proteínas. Conhecer as normas
para desenho técnico, como utilizar os instrumentos gráficos. Conhecer os métodos
estatísticos e as análises utilizadas nas ciências agrárias. Aplicação de softwares
computacionais.
Disciplinas:
Código

Disciplina
Introdução a Agroinformática
Química Geral e Analítica
Desenho Técnico
Matemática Aplicada às Ciências Agrárias
Bioquímica
Física Aplicada as Ciências Agrárias
Estatística Geral
TOTAL

Carga
Horária
54
72
36
72
72
72
72
450

CIÊNCIAS AMBIENTAIS

Objetivos: Conhecer as principais práticas de manejo e conservação do meio
ambiente, os fenômenos meteorológicos e bioclimatologicos, os dados climáticos e
suas aplicações.
27

Capacitações: Capacitar o aluno de forma a conhecer os conceitos ecológicos, dos
resíduos da agroindústria e da agropecuária de forma a preservar o meio ambiente.
Prevenir as águas, o solo e a atmosfera da poluição sem afetar o desenvolvimento
agropecuário. Estudar os fenômenos meteorológicos, os movimentos da terra, os
processos físicos, químicos e dinâmicos da atmosfera terrestre. Conhecer os climas
do Brasil, os elementos do clima e suas influências sobre os animais, os equipamentos
meteorológicos, suas funções e técnicas de utilização.
Disciplinas:
Código

Disciplina
Manejo e Conservação do Meio Ambiente
Agrometeorologia e Climatologia
TOTAL

Carga
Horária
72
54
126

CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

Objetivos: Dotar o aluno de conhecimento sobre os principais tipos de solos, a
topografia, as construções rurais e as principais máquinas utilizadas na agropecuária.
Capacitações: tratar dos conteúdos que estudam a relação solo-planta-atmosfera,
quanto à identificação, a sistemática e a fisiologia de plantas de interesse zootécnico,
adubação, classificação, conservação e manejo dos solos, bem como o uso dos
defensivos agrícolas e outros agrotóxicos, as máquinas, complementos e outros
equipamentos e motores agrícolas.
Disciplinas:
Código

Disciplina
Ciência do Solo I
Ciência do Solo II
Construções Rurais
Topografia
Máquinas, Implementos e mecanização agrícola
Morfologia e Fisiologia Vegetal
TOTAL

Carga
Horária
72
72
72
54
54
72
396
28

CIÊNCIAS ECONÔMICAS E SOCIAIS

Objetivos: Conhecer as principais metodologias de pesquisa aplicada às Ciências
Agrárias. Estudar as questões sociais. Conhecer os princípios e a organização das
cooperativas agropecuárias e agroindústrias, as atividades de extensão rural, as
técnicas de administração, gestão e comercialização de produtos do setor
agropecuário.
Capacitações: Conhecer a questão rural, técnicas para solucionar alguns dos
problemas sociais, as relações entre as comunidades rurais, suas organizações e as
principais classes sociais. As relações sociais das questões de gênero e raça no meio
rural. Conhecer as metodologias de pesquisa, os procedimentos de análise,
elaboração e apresentação de trabalhos científicos e projetos. Conhecer os princípios
e a organização das cooperativas agropecuárias, os fundamentos de comunicação e
da difusão de tecnologia utilizadas no setor agropecuário. Conhecer os sistemas
econômicos empregados na área de ciências agrárias, a macro e microeconomia do
nosso mercado, o PIB e as políticas econômicas. Conhecer os conceitos de mercado
de capitais, tipos de mercados, custos, margem de lucro e o mercado futuro. A
viabilização do espaço rural.
Disciplinas:
Código

Disciplina
Metodologia de Pesquisa
Sociologia Rural
Extensão Rural
Economia Rural
Administração e Projetos Agropecuários
Empreendedorismo e Comercialização de Produtos
Agropecuários
TOTAL

Carga
Horária
54
72
54
72
72
72
396

GENÉTICA, MELHORAMENTO E REPRODUÇÃO ANIMAL
29

Objetivos: Tem como objetivo apresentar ao aluno os conceitos básicos da genética,
as técnicas de melhoramento e os métodos de reprodução dos animais domésticos.
Capacitações: Estudar a herança Mendeliana, ligações génicas, genótipo, fenótipos
e o meio ambiente. Determinação do sexo e herança ligada ao sexo. Estudar os
conceitos e aplicação da genética quantitativa e os fundamentos da evolução. Estudar
os delineamentos utilizados em pesquisas na área das ciências agrárias e análise dos
experimentos. Estudar a morfologia dos órgãos genitais masculino e feminino, os
processos e biotécnicas reprodutivas das espécies de interesse zootécnico, manejo
da reprodução e técnicas de inseminação artificial. Estudar a endogamia,
herdabilidade, métodos de seleção, teste de progênie, sistemas de cruzamentos e a
heterose.
Disciplinas:
Código

Disciplina
Genética
Experimentação Agropecuária
Reprodução Animal
Melhoramento genético Animal I
Melhoramento genético Animal II
TOTAL

Carga
Horária
72
72
72
72
72
360

NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO

Objetivos: Apresentar aos alunos as teorias e práticas sobre a nutrição dos animais
domésticos, os alimentos, as análises e avaliação dos alimentos, formulação de
rações e a produção de forragens.
Capacitações: Nesta área de conhecimento serão enfocados os conceitos sobre os
nutrientes, a avaliação do estado nutricional dos animais, os aspectos gerais da
nutrição animal, os alimentos utilizados na alimentação dos animais, a análise e
avaliação do valor nutritivo dos alimentos, a formulação de rações, a produção de
30

forragens e seu uso aos animais, ensilagem, fenação, a formação, recuperação e
manejo de pastagens. Uso e controle higiênico sanitário da água e dos alimentos.
Disciplinas:
Código

Carga
Horária
72
72
72
72
72
72
54
486

Disciplina
Alimentos e Alimentação
Nutrição de Ruminantes
Análise e Avaliação de Alimentos
Nutrição de Não-Ruminantes
Forragicultura I
Forragicultura II
Formulação e processamento de Ração
TOTAL

PRODUÇÃO ANIMAL E INDUSTRIALIZAÇÃO

Objetivos: Tem como objetivo apresentar aos alunos a área profissionalizante ligada
à produção animal.
Capacitações: Dotar o aluno de conhecimentos na área de produção animal de
interesse econômico como a Avicultura, a Suinocultura, a Bovinocultura de corte e
leite, a Caprinocultura, a Ovinocultura, a Apicultura e a Piscicultura. Apresentar ao
aluno as tecnologias de produção de alimentos, tais como carne, leite e derivados,
tecnologia do pescado, análises de perigos, higiene operacional e legislação da
produção de alimentos, envolvendo as diversos conhecimentos adquiridos.
Disciplinas:
Código

Disciplina
Introdução à Zootecnia e deontologia profissional
Avicultura
Equideocultura
Etologia e Bem Estar animal
Suinocultura
Bovinocultura de Leite
Bovinocultura de Corte

Carga
Horária
54
72
72
54
72
72
72
31

Caprino e Ovinocultura
Apicultura
Aquicultura
Tecnologia de Produtos lácteos e ovos
Tecnologia de Produtos cárneos e pescados
TOTAL

72
72
72
54
54
792

 METODOLOGIA
Buscando a concretização dos objetivos propostos para a formação generalista
do Zootecnista envolvido com sua realidade, propomos uma linha metodológica
fundamentada na abordagem pedagógica da vertente socioambiental sustentável,
pretendendo favorecer uma educação integral e integradora, que atinja as
necessidades cognitivas e de desenvolvimento de aptidões para uma atividade
responsável e ética do indivíduo como agente social transformador, que visa à
construção de um futuro mais equilibrado em relação ao uso dos recursos naturais, e
mais justo quanto às relações entre os homens.
Assim, a metodologia adotada no curso de Zootecnia do CECA/UFAL prioriza
o estudo das interrelações, o caráter multi e interdisciplinar das ações, preconiza o
enfoque por situações problema, grupos de estudo e pesquisa, uso das atividades
práticas em unidades/laboratórios de ensino e pesquisa animal, utilizando ainda, o
trabalho em equipe como instrumento essencial para a consecução dos objetivos,
empregando orientações metodológicas da modalidade de pesquisa participativa, a
qual propõe a prática pedagógica de organização da comunidade no processo de
construção de conhecimentos necessários à transformação da realidade social, e a
solução concreta de seus problemas.
Além disso, são contempladas atividades complementares, ações de extensão
e estágios no curso de Zootecnia, as quais são componentes curriculares que
possibilitem o reconhecimento de habilidades, conhecimentos, competências e
atitudes do estudante, inclusive adquiridos fora do ambiente acadêmico.

32

Tomando se por princípio que o conhecimento pode ser gerado por processos
indutivos e dedutivos, verifica-se que atividades desenvolvidas fora dos conteúdos
elencados nas disciplinas oferecidas no curso podem contribuir em muito para a
formação do profissional.

ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
A Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, define o “estágio como o ato
educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à
preparação para o trabalho produtivo do estudante”. A Resolução 71/2006 do
CONSUNI trata sobre a questão do estágio na UFAL.
O Estágio Supervisionado constitui, alternativamente, em uma atividade
acadêmica obrigatória de treinamento e qualificação profissional, de caráter
integrador, que visa complementar o ensino teórico-prático, recebido no curso
acadêmico, de acordo com o art. 8º da Resolução CNE/CSE nº 4/2006, que institui as
Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Zootecnia e a
Legislação Federal sobre Estágio (Lei 11788, de 25/09/2008).
O principal objetivo do Estágio é proporcionar ao aluno a oportunidade de
aplicar seus conhecimentos acadêmicos em situações da prática profissional clássica,
possibilitando-lhe o exercício de atitudes em situações vivenciadas e a aquisição de
uma visão crítica de sua área de atuação profissional.
A duração do período do estágio curricular supervisionado deverá ter a duração
mínima de 160 horas. Sendo que a matrícula no estágio ocorrerá a partir do 9º
semestre do curso.
Em relação as condições de exequibilidade, ressalta-se que as atividades do
estágio serão desenvolvidas de forma teórico/prática, podendo ser nas dependências
da UFAL ou em empresas públicas, privadas ou junto a profissionais liberais
habilitados, conveniadas de acordo com as normas da UFAL, sob a supervisão de um
funcionário da empresa (supervisor) e de um professor da UFAL (orientador).
33

A estruturação do estágio formaliza-se através de atividades compreendendo
as seguintes etapas:
•

Elaboração do plano de trabalho: o estágio deve estar no contexto da formação

acadêmica e ser apresentado para registro pelo Colegiado do Curso de Zootecnia e
devidamente aprovado por um docente orientador.
•

Desenvolvimento das ações programadas: o estágio deve ressaltar o lado da

qualidade formal, no aprimoramento das condições instrumentais do exercício
profissional.
•

A avaliação final do estágio: deverá ser apresentado um relatório completo das

atividades ao coordenador de estágio e ao colegiado do curso, avaliado e assinado
pelo orientador ou supervisor/orientador.
O Estágio Não Obrigatório é atividade opcional integrante do conjunto de
possibilidades previstas para as atividades complementares. A carga horária será de
no máximo 20 horas semanais, desde que não haja prejuízo nas atividades
acadêmicas obrigatórias. Nos períodos de férias escolares, a jornada de trabalho será
estabelecida entre o estagiário e a parte concedente, com interveniência da UFAL. O
Estágio Não-Obrigatório poderá, respeitadas as regulamentações específicas, ser
transformado em Estágio Obrigatório, mediante parecer favorável do Colegiado de
Curso.

ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As Atividades Complementares da UFAL estão institucionalizadas através da
Resolução nº 113/95 - CEPE, de 13 de novembro de 1995 e previstas para se
integralizarem em 200 horas.
Fazem parte dessas atividades:


Monitoria: programa a ser coordenado pela Pró-Reitoria de Graduação PROGRAD, cuja finalidade é possibilitar ao aluno o desenvolvimento de
atividades de ensino-aprendizagem em determinada disciplina supervisionada
34

por um professor orientador. Para submissão ao Programa o aluno deverá estar
de acordo com a Resolução Nº 055/2008 – CONSUNI, de 10 de novembro de
2008.


Disciplinas da Matriz Curricular do Curso que extrapolam às 180 horas das
obrigatórias-eletivas;



Disciplinas de outros cursos voltadas para a formação integral do aluno e não
contempladas no currículo do curso;



Participação em jornadas, eventos, simpósios, congressos, seminários, cursos
de curta duração e núcleos temáticos;



Participação em Projetos de Extensão, de Iniciação Científica, PET, e outras
atividades de pesquisa e extensão;



Estágio não obrigatório e treinamento profissional;



Participação em entidades estudantis, Colegiado de curso, Conselho da
Unidade Acadêmica e Conselhos Superiores.

O aluno deverá integralizar, ao final de cada semestre, as atividades
complementares, evitando acumulação no final do curso. o aluno deverá dividir a sua
carga horária complementar em pelo menos 3 (três) atividades diferentes das listadas
anteriormente.

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)

O Trabalho de Conclusão de Curso está institucionalizado na UFAL através da
Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005 que em seu Art. 18 afirma:
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório
em todos os Projetos Pedagógicos dos Cursos da UFAL.
O TCC não se constitui como disciplina, não tendo, portanto, carga horária fixa
semanal, sendo sua carga horária total de 72h e computada para a integralização do
Curso.

35

No curso de Zootecnia CECA/UFAL o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
está institucionalizado por normativa aprovada pelo Conselho da Unidade acadêmica
e poderá ser na forma de pesquisa, extensão, manuais, cartilhas, trabalho técnico,
pesquisa de opinião ou monografia baseada em revisão bibliográfica. O TCC será
elaborado individualmente ou excepcionalmente poderá ser um trabalho coletivo
mediante especificações das estratégias e metas de trabalho de cada integrante e
apresentação de exposição de motivos que passarão pelo aceite do orientador e pela
coordenação do TCC, a matrícula/vinculo se dará a partir do 6º semestre do curso
através de entrega do projeto e da ficha de cadastro assinada pelo aluno e pelo
orientador.
A coordenação de TCC do curso fixará no início de cada semestre a lista dos
professores disponíveis para orientação e suas respectivas áreas de atuação e
interesse. Será creditada a carga horária semanal do professor orientador 3 horasatividade por trabalho orientado. Cada orientador só poderá orientar no máximo quatro
alunos por semestre.

ATIVIDADES DE EXTENSÃO

A extensão universitária é entendida como prática acadêmica que a torna um
parâmetro de articulação com o ensino e a pesquisa, desdobrando-se em processos
educativo, cultural e científico que se constituem como um conjunto de ações
sistemáticas e interativas, as quais viabilizam a relação transformadora entre
Universidade e Sociedade. Neste sentido a Universidade deve ser participativa em
nível de comunidades e das políticas de governo e de Estado para o setor
agropecuário, tanto na área de desenvolvimento rural quanto na educação agrícola.
Essa participação contribui para a solução dos problemas comunitários e
retroalimenta a pesquisa e o processo educacional. Esta atividade é gerenciada pela
Pró-reitoria de Extensão (PROEX) da UFAL, que além de atender as demandas da
sociedade, tem como competência propor programas e ações de extensão,
viabilizando sua execução. A PROEX é assessorada pelo Comitê Assessor de
Extensão que tem por finalidade articular e fomentar ações de extensão no âmbito de
36

cada Unidade Acadêmica e nos grupos ligados à sociedade, bem como acompanhar
e supervisionar a Extensão Universitária, como prática acadêmica na UFAL.
As atividades curriculares de extensão no Curso de Zootecnia serão
contempladas, intrinsecamente às ações de ensino e de pesquisa, na forma de
programas e projetos de extensão utilizando-se, dentre outras, atividades de
disciplinas obrigatórias ou eletivas para execução dos mesmos, sendo computada em
pelo menos 10% da carga horária do curso.
Os estudantes de Zootecnia participarão de projetos inseridos no programa
institucionalizado de extensão da Unidade Acadêmica, e pela vivência junto às
comunidades de forma coletiva a partir do 6º semestre do curso através do programa
de estágio de vivência rural, coordenado paralelamente a disciplina de extensão rural,
e também através da participação em eventos institucionalizados e gratuitos a
exemplo das exposições agropecuárias estaduais e da semana de Zootecnia do
CECA/UFAL.
Para a complementação da carga horária mínima das atividades de extensão,
os estudantes podem participar de outras atividades curriculares vinculados às
comunidades, em qualquer período do curso, tais como: Pesquisa, Trabalho de
Conclusão de Curso e Atividades de Complementares. Todas as ações de extensão
são registradas junto a coordenação de extensão da Unidade Acadêmica e na PróReitoria de Extensão – PROEX.

 COMPONENTES CURRICULARES OBRIGATÓRIOS DO CURSO

O Curso de Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal
de Alagoas, atualmente oferece 70 vagas por ano, a entrada é via ENEM. Os 35
primeiros classificados no processo seletivo têm prioridade de matrícula no primeiro
semestre letivo, os outros 35 classificados serão matriculados no segundo semestre
letivo.

37

Poderá haver permuta de alunos, entre o primeiro e segundo semestre,
mediante termo de responsabilidade firmado na coordenação do curso. Havendo mais
de um interessado por vaga, a escolha será feita em função da classificação no
sistema de seleção ENEM/SISU. A relação de vagas ociosas são disponibilizadas
para preenchimento via reopção de curso, equivalência e/ou por transferência a partir
de outras instituições de ensino, valendo-se assim de editais que são ofertados a cada
semestre pela UFAL.
O curso terá prazo de integralização de no mínimo 10 semestres e no máximo
14 semestres, com carga horária mínima de 4496,4 horas, atendendo Resolução Nº
4 de 2 de fevereiro de 2006, da Câmara de Educação Superior do Ministério da
Educação, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) do Curso de
Zootecnia e também, ao parecer CNE/CES Nº8/2007, que dispõe sobre carga horária
mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de
graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
Os alunos que apresentam extraordinário aproveitamento nos estudos poderão
ter abreviada a duração de seus cursos, conforme Resolução nº 60/98 – CEPE, de 19
de outubro de 1998.
A estrutura curricular do Curso de Zootecnia do Centro de Ciências Agrárias UFAL foi elaborada baseada nas reflexões e análises dos professores que compõem
as mais diversas áreas de formação do Curso, do Colegiado e do NDE do Curso.
Os componentes curriculares são apresentados no quadro abaixo, com a carga
horária mínima por componente e total para integralização do curso.

Componentes

Carga Horária

Hora Aula 50 Hora Aula 60

Curriculares

(Sie web)

minutos

minutos

Obrigatórias

3.762

3.762

3.135

Eletivas

216

216

180

TCC

72

86,4

72

Estágio Supervisionado

160

192

160

38

Atividades

200

240

200

4.410

4.496,4

3.747

Curriculares (441*)

(441*)

(374*)

Complementares
TOTAL
Atividades
de Extensão
*A carga horária de Atividades de Extensão não é somada ao total e sim distribuída
entre os demais componentes curriculares.

GRÁFICO
Figura 1. Distribuição percentual dos componentes curriculares do curso através de
um gráfico.

Distribuição percentual dos componentes curriculares do curso de
Zootecnia
10
04

05

02
05

85

Obrigatórias

Eletivas

TCC

Estágio Supervisionado

Atividades Complementares

Extensão

MATRIZ CURRICULAR

39

CURRÍCULO DO CURSO DE ZOOTECNIA
Per.

1º

2º

3º

4º

5º

C/H
Total
72
72

Disciplina

Teórica

Prática

Química geral e analítica
Manejo e conservação do meio
ambiente
Introdução a agroinformática
Introdução a zootecnia e
deontologia profissional
Higiene e profilaxia zootécnica
Matemática aplicada as ciências
agrárias
Anatomia animal I
TOTAL
Bioquímica
Física aplicada as ciências agrárias
Microbiologia geral
Zoologia aplicada a zootecnia
Citologia e histologia animal
Desenho técnico
Anatomia animal II
TOTAL
Sociologia Rural

60

12

60

12

30

24

54

30

24

54

34

20

54

62

10

72

40

14

50
62
60
52
60
24
40

22
10
12
20
12
12
14

60

12

54
432
72
72
72
72
72
36
54
450
72

Metodologia da pesquisa
Parasitologia zootécnica
Morfologia e fisiologia vegetal

44
42
60

10
12
12

Embriologia aplicada a zootecnia

26

10

Estatística
Fisiologia dos animais domésticos I
TOTAL
Genética
Imunologia zootécnica
Experimentação agropecuária
Ciência do solo I
Fisiologia dos animais domésticos
II
Alimentos e alimentação
Topografia
TOTAL
Agrometeorologia e climatologia

52
44

20
10

60
44
52
60

12
10
20
12

44

10

52
40

20
14

44

10

Forragicultura I

52

20

Ciência do solo II
Nutrição de não ruminantes
Máquinas, implementos e
mecanização agrícola
Construções rurais
Análise e avaliação de alimentos
TOTAL

52
60

20
12

34

20

52
36

20
36

54
54
72
36
72
54
414
72
54
72
72
54
72
54
450
54
72
72
72
54
72
72
468

Pré requisito

Anatomia animal I

Citologia e histologia
animal

Fisiologia dos animais
domésticos I

Morfologia e fisiologia
vegetal
Fisiologia animal I e II

Desenho técnico
Alimentos e alimentação

40

6º

7º

8º

72
72
72

Apicultura e meliponicultura
Forragicultura II

52
52

20
20

Bioclimatologia animal

60

12

Melhoramento genético animal I
Reprodução animal
Nutrição de ruminantes
TOTAL
Aquicultura
Formulação e processamento de
ração
Extensão rural
Administração e projetos
agropecuários

52
60
60

20
12
12

50

22

72
72
72
432
72

52

20

54

27

27

54

60

12

72

Melhoramento genético animal II

52

20

72

Avicultura
Bovinocultura de corte
TOTAL
Caprino e ovinocultura
Suinocultura
Tecnologia de produtos cárneos e
pescados
Bovinocultura de leite
Empreendedorismo e
Comercialização de produtos
agropecuários

52
50

20
22

52
52

20
20

30

24

72
72
468
72
72
54

52

20

60

12

Economia rural

60

12

TOTAL
Tecnologia de produtos lácteos e
ovos
Equideocultura
Etologia e bem-estar animal
9º
Exterior e julgamento de animais
Eletiva
Eletiva
Eletiva
TOTAL
TCC
10º Estágio Supervisionado Obrigatório
Atividades complementares
TOTAL
64 disciplinas + Estágio Curricular
Total
Obrigatório

Forragicultura I
Agrometeorologia e
climatologia
Genética
Fisiologia animal I e II

Alimentos e alimentação

Melhoramento genético
animal I

72
72

72
414

30

24

52
30
30

20
24
24

54
72
54
54
72
72
72
450
72
160
200
432

Bioclimatologia animal

3922
Disciplinas
obrigatórias
Disciplinas
eletivas
Atividades
Complementares

3762
216
200

41

Trabalho de
Conclusão de
Curso – TCC
Carga horária
total
Extensão

72
4410
441

42

1º período
Química geral e
analítica
72 h

2º período
Bioquímica
72h

3º período
Metodologia
da pesquisa
54 h

4º período
Genética
72 h

5º período
Forragicultura I
72 h

6º período
Apicultura e
meliponicultura
72 h

7º período
Aquicultura
72 h

8º período
Suinocultura
72 h

Introdução a
agroinformática
54 h

Física
aplicada as
ciências
agrárias
72 h
Zoologia
aplicada a
zootecnia
72 h

Sociologia
rural
72 h

Imunologia
zootécnica
54 h

Agrometeorologia
e climatologia
54 h

Bioclimatologia
animal
72 h

Formulação e
processamento
de ração
54 h

Tecnologia de
produtos cárneos e
pescados
54 h

Morfologia e
fisiologia
vegetal
72h

Ciência do solo I
72 h

Ciência do solo II
72 h

Melhoramento
genético animal
I
72 h

Administração
e projetos
agropecuários
72 h

Caprino /
ovinocultura
72 h

Tecnologia de
produtos
lácteos e ovos
54 h

Introdução a
zootecnia e
deontologia
profissional
54 h

Citologia e
histologia
animal
72 h

Embriologia
aplicada à
zootecnia
36 h

Experimentação
agropecuária
72 h

Máquinas,
implementos e
mecanização
agrícola
54 h

Reprodução
animal
72 h

Melhoramento
genético
animal II
72 h

Empreendedorismo
e
Comercialização de
produtos
agropecuários
72 h

Exterior e
julgamento de
animais
54 h

Higiene e
profilaxia
zootécnica
54 h
Anatomia
animal I
54 h

Microbiologia
geral
72 h

Parasitologia
zootécnica
54 h

Alimentos e
alimentação
72 h

Forragicultura II
72 h

Avicultura
72 h

Economia rural
72 h

Eletiva
72 h

Anatomia
animal II
54 h

Bovinocultura
de corte
72 h

Bovinocultura de
leite
72 h

Eletiva
72 h

Desenho
técnico
36 h

Fisiologia dos
animais
domésticos II
54 h
Topografia
54 h

Nutrição de
ruminantes
72 h

Matemática
aplicada as
ciências
agrárias
72 h

Fisiologia
dos animais
domésticos I
54 h
Estatística
geral
72 h

Análise e
avaliação de
alimentos
72 h
Nutrição de nãoruminantes
72 h

Total 432 h

Total 450h

Total 414h

Total 450h

Manejo e
conservação do
meio ambiente
72h

Construções
rurais
72 h

Total 468h

Extensão rural
54 h

Total 432 h

Total 468 h

9º período
Etologia e
bem-estar
animal
54 h
Equideocultura
72 h

10º período
TCC
72 h

Atividades
complementares
200 h

Estágio
supervisionado
160 h

Eletiva
72 h

Total 414 h

Total 450

Total 432 h

43

QUADRO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS
O aluno deverá eleger três dessas disciplinas para complementação de sua
profissionalização, de modo que possa ainda dentro da graduação, direcionar seu
sentido vocacional, dentro do conteúdo multidisciplinar do curso de Zootecnia. As
disciplinas eletivas serão ofertadas já a partir do primeiro período, considerando os
pré-requisitos.

DISCIPLINAS ELETIVAS

CARGA HORÁRIA
Semestral Teórica

Prática

Pré-requisito

Bubalinocultura

72

60

12

8º período

Aquicultura especial

72

45

27

Aquicultura

Cunicultura e Animais de Biotério

72

60

12

7º período

72

45

27

7º período

Conforto Térmico e Ambiência Animal

72

60

12

6º período

Melhoramento Animal Aplicado

72

60

12

Fundamentos da Estrutiocultura

72

36

36

6º período

Biotecnologia

72

60

12

4º período

Entomologia Aplicada à Zootecnia

72

45

27

Manejo do Solo, Calagem e Adubação.

72

45

27

Solos I e II

Avicultura Especial

72

36

36

Avicultura

Polinização com Abelhas

72

36

36

Apicultura

72

45

27

Microbiologia dos Alimentos

72

45

27

Inglês Instrumental

72

36

36

Nutrição e Alimentação de Cães e
Gatos

Manejo de Plantas Daninhas em
Pastagens

Melhoramento
animal I e II

Zoologia e
parasitologia

Forragicultura I
e II
Microbiologia
geral
Empreend.

Gestão Empresarial e Marketing

72

60

12

Comerc. Prod
agropecuários

Avaliação e Tipificação de Carcaça

72

36

36

8º período

Animais Silvestres

72

45

27

5º período

44

Libras – língua brasileira de sinais

72

36

36

-

História da África

72

72

00

-

36

36

-

Questão Agrária e Movimentos sociais
do campo

72

Comunicação rural

72

60

12

-

Contabilidade rural

72

60

12

8º período

Direito Agrário e ambiental

72

60

12

2º período

Culturas Agrícolas de Interesse

72

36

36

3º período

Zootécnico

EMENTAS E BIBLIOGRAFIAS BÁSICA E COMPLEMENTAR

EMENTAS:
DISCIPLINAS

EMENTA

OBRIGATÓRIAS

Administração Rural: Definição e Objetivos, Capitais e Custos,
Medidas e Fatores que Afetam o Resultado Econômico.
Planejamento e Projetos, Projetos Empresariais e Projetos
Públicos; Noções de Matemática Financeira; Estudo de
Projetos:
Administração
Projetos
Agropecuários

e

processo

produtivo

e

sistema

econômico,

crescimento econômico e planejamento; Unidade de Produção;
Preparação de Projetos e suas Etapas: investimento, estudo de
mercado, engenharia, tamanho e localização; Métodos de
Seleção e Análise de Oportunidades de Investimento, Métodos
de

Depreciação;

Aplicações

Práticas

Aplicadas

à

Agropecuária; Critérios de elaboração e avaliação de Projetos
Agropecuários e Agroindustriais junto aos principais Bancos
Oficias; Projetos e o Meio Ambiente; Projetos e Novas
Tecnologia de Gestão e de Produção.

45

Agrometeorologia e
Climatologia

Alimentos

Meteorologia e Climatologia. Aspectos meteorológicos dos
movimentos da terra. Processos físicos, químicos e dinâmicos
da atmosfera terrestre.

e

Alimentação

Estudo dos principais alimentos utilizados na alimentação
animal, ressaltando sua composição química e limitações como
deficiências de nutrientes, toxidez, etc.
Importância da análise e avaliação dos alimentos na nutrição

Análise e Avaliação animal. Coleta e preparo de amostras para análises. Emprego
de alimentos

de métodos químicos e biológicos na avaliação dos nutrientes
dos alimentos. Laboratório de bromatologia.
Introdução à anatomia dos animais domésticos, dados
históricos, definições, divisão, objetos e objetivos da anatomia
animal. Uso e definição da nomenclatura, subdivisão da
anatomia. Aspectos gerais dos aparelhos e sistemas orgânicos

Anatomia animal I

das espécies domésticas. Anatomia do Aparelho locomotor –
osteologia,

sindesmologia,

miologia.

Sistema

Nervoso.

Glândulas Endócrinas. Aparelho Digestório de animais
monogástricos e poligástricos.
Sistema cardiovascular. Aparelho Respiratório. Aparelho
Anatomia animal II

Urogenital.

Sistema

Linfático.

Órgãos

dos

sentidos

e

tegumento comum
Situação da criação de abelhas no mundo, no Brasil, na região
Nordeste. Biologia de abelhas do gênero Apis.e sem ferrão.
Apicultura
Meliponicultura

e

Organização e estrutura da colônia. Regulação das atividades
da colméia. Principais produtos apícolas, beneficiamento e sua
comercialização. Planejamento e manejo de apiários e
meliponíneos. Produção de rainhas. Polinização de culturas.
Principais doenças e inimigos naturais.
Histórico, situação atual e perspectivas futuras da piscicultura

Aquicultura

e carcinocultura no Brasil e no mundo. Noções de limnologia,
anatomia e fisiologia dos peixes e crustáceos. Sistemas de
criação. Infra-estrutura e instalação na aquicultura. Espécies
46

indicadas para cultivo. Reprodução, manejo reprodutivo e
transporte de peixes e camarões. Nutrição e alimentação dos
peixes e camarões cultivados. Higiene e profilaxia na
aquicultura.
Avicultura no Brasil e no mundo; Raças de galinhas de
interesse econômico; Anatomia e fisiologia das aves;
Instalações e equipamentos avícolas; Manejo na produção de
frangos de corte; Manejo na produção de poedeiras comerciais;
Avicultura

Manejo na produção de matrizes para corte e postura;
Produção de pintos de um dia (incubação); Sanidade avícola;
Melhoramento de aves; Controle da qualidade de ovos; Abate
e

processamento

econômicos

da

de

frangos;

exploração

Aspectos

avícola;

comerciais

e

Administração

de

empresas avícolas.
Conceito e evolução. Classificação climática do Brasil.
Principais elementos do clima que influenciam os animais.
Descrição dos aparelhos meteorológicos. Produção e perda de
Bioclimatologia

calor pelos animais. Características anátomo-fisiológicas de

Animal

adaptação dos animais aos trópicos. Efeito do clima sobre as
funções produtivas dos animais. Técnicas de manejo para
animais visando minimizar o estresse térmico. A pesquisa em
Bioclimatologia no Brasil.
Estrutura e função das macromoléculas (proteínas, enzimas e

Bioquímica

co-enzimas,

carboidratos,

lipídeos,

nucleicos).

Metabolismo

de

vitaminas

carboidratos,

e

ácidos

fermentação,

degradação de ácidos graxos, metabolismo de compostos
nitrogenados.

Biossíntese

de

Carboidratos,

lipídeos,

aminoácidos. Laboratório de bioquímica.
Enfoque sistêmico sobre a criação de Bovinos de corte no
Bovinocultura
Corte

de Brasil e no mundo. Principais raças. Sistemas de exploração.
Instalações e equipamentos. Manejo produtivo, reprodutivo,
alimentar e sanitário. Melhoramento genético. Produção,
47

comercialização e tipificação de Carcaça. Escrituração
Zootécnica. Provas zootécnicas.

Enfoque sistêmico sobre a criação de Bovinos de Leite no
Brasil e no mundo. Principais raças. Sistemas de exploração.
Bovinocultura

de Instalações e equipamentos. Manejo produtivo, reprodutivo,

Leite

alimentar e sanitário. Melhoramento genético. Produção e
comercialização leite, e derivados. Escrituração Zootécnica.
Provas zootécnicas.
A caprino-ovinocultura no Brasil e no mundo. Principais raças.
Principais produtos. Caracterização do ovino tipo lã, tipo carne

Caprino
Ovinocultura

e e misto. Características químicas e físicas da lã e aspectos
envolvidos com a sua produção. Sistemas de criação.
Instalações e equipamentos. Manejo reprodutivo, alimentar e
sanitário. Doenças comuns.
Introdução ao estudo da geologia, das propriedades físicas e

Ciências do Solo I

mineralogia. Intemperismo e formação dos solos. Matéria
orgânica do solo. Classificação e geografia dos solos
Propriedades microbiológicas e químicas dos solos. Solos e

Ciências do Solo II

ambientes agrícolas. Aptidão agrícola dos principais solos do
nordeste brasileiro. Manejo de solos tropicais. Erosão e
degradação ambiental. Manejo conservacionista.
Células, Estruturas e Funções. Divisão Celular. Tecidos

Citologia
Histologia animal

e epiteliais de revestimento e glandular. Tecidos conjuntivos,
adiposo, cartilaginoso e ósseo. Tecido muscular e Tecido
nervoso. Morfologia e Histofisiologia destes tecidos.

48

Comercialização Agropecuário: Conceito, Tipos de Mercado,
Intermediários, Canais e Funções de Comercialização, Custos
e Margens de Comercialização; Mercado Futuro e de Opções
Empreendedorismo

Agropecuários, Teoria do Consumidor. Inovação e criatividade

e Comercialização e como fator de mudança e desenvolvimento. O perfil do
de

Produtos empreendedor. O empreendedor como agente de mudança e

Agropecuários

criador de novos negócios. Análise de mercado para
identificação de oportunidades de negócios. Parcerias,
alianças e terceirização. Sistemas de gerenciamento, técnicas
de negociação e marketing.
Construções rurais; materiais de construção; instalações para

Construções Rurais

bovinos, aves, suínos, ovinos, caprinos, coelhos e abelhas;
instalações agrícolas; construções diversas, organização de
orçamentos e projetos.
Noções de geometria descritiva. Normas para o desenho

Desenho Técnico

técnico.

Utilização

de

instrumentos

gráficos.

Vistas

ortográficas.
Política Econômica; Noções de Microeconomia; Sistema
Economia Rural

Econômico, Economia Agrícola; Noções de Macroeconomia:
PIB, Modelo Keynesiano.

Embriologia
Aplicada
Zootecnia
Equideocultura

à

Divisões e fases da embriologia. Embriologia dos animais
Domésticos, gastrulação de aves, mamíferos e peixes.
Origem e domesticação. Importância econômica. Exterior e
raças. Sistemas de criação: doma, adestramento, alimentação,

49

equipamentos,

instalações

e

manejo.

Reprodução

e

melhoramento genético. Principais doenças. Comercialização.
Conceitos iniciais. População e amostra. Estatística descritiva.
Estatística Geral

Probabilidade. Distribuições de probabilidades. Correlação e
regressão linear simples.
Noções básicas de comportamento animal, fatores ambientais
que alteram o comportamento dos animais domésticos,

Etologia

e

Bem

Estar Animal

comportamento social, instinto e aprendizagem. Motivação,
estímulos e comunicação. Hormônios e o desenvolvimento do
comportamento. O bem estar dos animais de produção e
companhia. Manejo e ambiência para o bem estar. Questões
científicas, éticas e morais da utilização dos animais.
Introdução. Medidas de tendência central e de variabilidade de
dados.

Experimentação
Agropecuária

Análise

Delineamentos

de

variância

experimentais:

e

testes

de

inteiramente

hipóteses.
casualizado,

blocos casualizados e Quadrado latino. Experimentos fatoriais
e em parcelas subdivididas. Análise conjunta de experimentos.
Regressão e correlação. O teste do qui-quadrado e algumas de
suas aplicações.
Histórico, conceituação, filosofia, princípios, objetivos, teoria e
metodologia da comunicação na extensão rural. Produção de
conhecimentos científicos linear e triangular (P&D). Produção,
difusão e adoção de tecnologias no meio rural. Princípios,

Extensão Rural

métodos e técnicas pedagógicas no trabalho com extensão
rural.

O

planejamento

e

prática

do

desenvolvimento

comunitário e rural sustentável com ênfase nas metodologias
participativas e nas questões étnico-raciais. Elaboração de
projetos de extensão rural. Visita a assentamentos e a
propriedades rurais.
Exterior e

Estudo do exterior dos animais domésticos. Os caracteres

julgamento de

raciais e os caracteres econômicos. Principais raças de

animais

bovinos, ovinos, caprinos, suínos, aves, cães e equinos
50

Zoometria, mensurações, barimetria, índices e apreciação
zootécnica. Determinação da idade em bovinos, equinos,
ovinos

e

caprinos.

Apreciação

sanitária

dos

animais.

Identificação e resenha. Classificação. Relação exterior e
função produtiva. Julgamento de animais. Importância do
julgamento, documentos, procedimentos. Preparação de
animais para exposição.
Física Aplicada às
Ciências Agrárias

Fisiologia

dos

Domésticos II

Endocrinologia. Neurofisiologia. Fisiologia cardiovascular e
sangue. Fisiologia respiratória. Fisiologia renal. Equilíbrio
ácido-básico e termorregulação.

Domésticos I

Animais

dinâmica. Princípios de estática e dinâmica dos fluidos.
Princípios e Leis de termodinâmica.

Animais

Fisiologia

.Grandezas físicas, Vetores, Princípios de cinemática e

dos

Fisiologia da digestão. Fisiologia da lactação. Fisiologia do
crescimento.

Formulação

e Tabelas de Exigências Nutricionais dos Animais Domésticos,

processamento

de Formulação e uso de rações e a alimentação dos animais.

Ração

Processos de fabricação de rações.
Botânica das Gramíneas e Leguminosas. Composição Química

Forragicultura I

e Valor Nutritivo das Plantas Forrageiras. Principais Plantas
Forrageiras. Fisiologia das Plantas Forrageiras.
Formação, Recuperação, Avaliação e Manejo de Pastagens

Forragicultura II

Nativas e Exóticas. Manejo de Capineiras. Produção e
conservação de forragem.
Introdução e Importância da genética. Bases citológicas e

Genética

Bioquímicas da herança. Mendelismo. Ligação gênica. Alelos
múltiplos

e

genes

expressividade,

letais.

genótipo,

Pleiotropia,

Fenótipo

e

penetrância
Meio

e

Ambiente.
51

Determinação do sexo e Herança ligada ao Sexo. Herança
Extracromossômica. Herança poligênica genética quantitativa.
Genética de Populações. Fundamentos de Evolução.
Higiene e Saúde. Importância da saúde Animal. Saneamento.
Doenças dos animais transmissíveis ao homem. Legislação
Higiene e profilaxia
Zootécnica

Sanitária. Introdução a higiene de alimentos; produtos de
origem animal, princípios gerais de higienização. Doenças
transmitidas por alimentos: agentes causadores e diagnósticos.
Controle de qualidade. Treinamento de recursos humanos:
conceitos, introdução, educação, treinamento, planejamento.
Introdução a imunologia. Antígeno, anticorpos e sistema do

Imunologia

complemento. Células e tecidos do sistema imune. Fisiologia

Zootécnica

das respostas imunes nas infecções e tumores. Exacerbação
das respostas imunológicas. Imunodeficiência.
Conceitos Básicos de hardware e software; Sistemas

Introdução

a

Agroinformática

Operacionais; Processadores de texto; Planilhas eletrônicas;
introdução a bancos de dados; Noções de redes de
computadores e Internet; a informática na propriedade rural;
aspectos básicos e aplicação. Laboratório de informática.
Estudo do histórico da zootecnia, origens, domesticação das

Introdução

à espécies, implicações socioeconômicas e ambientais da

Zootecnia

e Zootecnia. Apresentação de técnicas modernas de produção

deontologia

animal. Código de ética do Zootecnista. Habilidades e

profissional

competências do Zootecnista. Visão e Ações humanísticas do
profissional Zootecnista.

Manejo

e

conservação

do

meio Ambiente

Princípios e Conceitos Ecológicos aplicados ao planejamento e
desenvolvimento agropecuário. Educação ambiental.

52

Introdução ao estudo da mecanização agrícola. Seleção e
controle operacional da máquina agrícola. Tipos. Princípios de
operação, regulagem e manutenção de máquinas agrícolas.

Máquinas,
implementos

e

mecanização

Tração animal. Teoria da tração. Mecânica do chassi, Sistema
de engate, comandos hidráulicos, sistema de transmissão de
potência de tratores agrícolas. Máquina e Implementos do meio

agropecuários.

rural. Equipamentos e implementos utilizados no meio rural.
Equipamentos de transporte agrícola. Comando hidráulico.
Máquinas de preparo do solo.

Matemática
Aplicada às Ciências
Agrárias

Funções. Geometria analítica. Limites. Variável real. Derivadas
e Integral com aplicações nas Ciências Agrárias.
Genética

quantitativa

e

de

populações

aplicadas

ao

melhoramento dos animais domésticos. Seleção das diferentes

Melhoramento

espécies de interesse econômico. Endogamia e Heterose

Genético Animal I

aplicadas ao Melhoramento Animal. Interação Genótipo
Ambiente.
Índices de produtividade da pecuária nacional. Características
a serem melhoradas, por espécie zootécnica (Bovinos de corte
e leite, caprinos, ovinos, suínos, abelhas e de aves).

Melhoramento

Metodologias específicas para obtenção de fenótipos por

Genético Animal II

espécie. Aplicação de metodologias de avaliação genética por
espécie. Aplicação computacional para o melhoramento
animal.
Aspectos meteorológicos dos movimentos da terra. Processos

Meteorologia

e físicos,

Climatologia

químicos

Classificação

e

dinâmicos

da

atmosfera

Meteorológica/Climatológica.

terrestre.

Zoneamento

Agroclimático. Estrutura (Agro)meteorológica.
Metodologia
Pesquisa

da

Introdução à metodologia científica e do conhecimento. As
relações sociais e o processo de produção do conhecimento.
Planejamento da Pesquisa; Redação técnica – científica;

53

Procedimentos sistemáticos para a análise, elaboração e
apresentação de trabalhos científicos.
Perspectiva

da

microbiologia.

Classificação

microbiana:

Morfologia, citologia, biologia, nutrição e composição química
Microbiologia Geral

de bactérias e fungos. Caracteres gerais dos vírus. Estrutura e
reprodução de fungos. Nutrição, crescimento, metabolismo e
resistência. Introdução à agentes antimicrobianos e resistência.
Princípios e Métodos da sistemática vegetal. Caraterização dos
reinos de organismos. Caracterização, morfologia, reprodução,

Morfologia

e

Fisiologia Vegetal

tendências evolutivas e sistemáticas de algas, fungos, briófitas,
pteridófitas,

ginospermas

e

angiospermas.

respiração,

suprimento

hídrico

e

Fisiologia:

nutrição

mineral.

Fotossíntese. Fotoperiodismo. Translocação. Crescimento e
reprodução.
Princípios fisiológicos ligados aos processos de digestão e
absorção. Metabolismo dos nutrientes importantes na nutrição
Nutrição

de

Ruminantes

Não-

de

animais

monogástricos.

Exigências

nutricionais.

Determinação da composição e do valor nutritivo dos
alimentos.

Características

nutricionais

e

utilização

dos

principais alimentos na alimentação de monogástricos. Aditivos
da ração. Minerais e vitaminas. Fatores antinutricionais.
Princípios de nutrição. Constituintes e Valor nutritivo dos
alimentos: concentração, digestibilidade e consumo dos
nutrientes. Fundamentos de anatomia e fisiologia da digestão
de ruminantes. Microbiologia do rúmen. Fermentação ruminal.
Nutrição
Ruminantes

de Digestão, absorção e metabolismo de carboidratos, matérias
nitrogenadas e lipídeos em ruminantes. Métodos de avaliação
da digestibilidade. Consumo de alimentos: teorias de regulação
do consumo. Métodos de avaliação do consumo. Minerais e
vitaminas. Aditivos alimentares. Fatores antinutricionais.
Distúrbios metabólicos.
54

Importância dos parasitas na produção animal, bem como a
importância da implantação de medidas de profilaxia e controle
Parasitologia

das parasitoses na produção animal. Estudo dos principais

Zootécnica

protozoários, helmintos e artrópodes na produção animal, do
ponto de vista de etiologia, ciclo evolutivo, epidemiologia,
diagnóstico, profilaxia e controle.
Química Orgânica. Operações básicas de laboratório. Teoria
estrutural.

Análise

elementar

qualitativa.

Conceitos,

propriedades e esrioisomeria de: hidrocarbonetos, compostos
Química

Geral

e halogenados, álcoois, éteres, fenóis, cetonas, carboidratos,

Analítica

ácidos carboxílicos, ésteres, lipídios, aminas, amidas, nitrilas,
aminoácidos, peptídeos e proteínas. Química dos compostos
biológicos, biossíntese de macromoléculas encontradas num
ser vivo.
Morfologia dos Sistemas genitais masculino e feminino e sua

Reprodução Animal

regulamentação neuroendócrina. Processo reprodutivo das
espécies

domésticas

de

interesse

zootécnico.

Manejo

reprodutivo, técnica de inseminação artificial.
Principais enfoques da questão rural: o homem e a terra,
Comunidade e sociedade. Grupos, organizações, instituições e
classes sociais. A sociedade rural. Estruturas agrária e
Sociologia Rural

fundiária. Cultura rural e subdesenvolvimento. Organizações
do espaço social rural. Sociedade tecnológica. Movimentos
sociais. Influência do negro e do índio na formação das
sociedades rurais.
A suinocultura no Brasil e no mundo. Raças. A carne na

Suinocultura

alimentação

humana.

Manejo

reprodutivo,

alimentar

e

sanitário. Reprodutores machos. Matrizes e marrãs. Animais de
abate.

Tecnologia

de Boas práticas de fabricação (BPF), análise de perigos e pontos

Produtos cárneos e críticos de controle (APPCC), procedimento padrão de higiene
pescados

operacional (PPHO). Métodos de conservação. Tecnologia da
55

Carne e pescados; normas de abate; conservação e
processamento dos produtos. Composição físico-química dos
diferentes tipos de carnes. Fisiologia do músculo nos
processos anti e post-mortem. Características organolépticas
da carne e subprodutos.
Tecnologia do leite e derivados. Boas práticas de fabricação
(BPF), análise de perigos e pontos críticos de controle
Tecnologia

de

produtos lácteos e
ovos

(APPCC), procedimento padrão de higiene operacional
(PPHO).

Análises

físico

químicas,

conservação

e

industrialização: queijos, manteiga e fermentados. Ovos:
classificação e conservação. Etapas e processos do leite no
laticínio, industrialização e métodos oficiais de Localização
física e construção de indústria de laticínios.
Definição e aplicação da topografia. Unidades de medidas, dos
ângulos e escalas. Sinalização e marcação de pontos.
Instrumental. Levantamentos expedidos. Medição de ângulos

Topografia

horizontais e distanciais, Planimetria. Levantamento de uma
área, planilhas de cálculo analítico e desenho de planta
topográfica. Divisão de terras. Altimetria. Taqueometria. Curvas
de nível. Localização de curvas. Noções de aerofotometria.
Introdução à Zoologia; Morfologia, sistemática e ciclo evolutivo
dos principais animais de interesse zootécnico. Conhecimentos
básicos sobre a biologia e interações com o hospedeiro e com

Zoologia aplicada a o meio ambiente. Classificação e nomenclatura zoológica;
Zootecnia

Abordagens dos filos, Porifera; Cnidária; Platyhelminthes;
Nematoda; Molusca; Annelida; Onycophora; Arthropoda;
Echinodermata;

Hemicordata;

Chordata

e

sub-filos:

Urochordata, Cephalochordata e Vertebrata.
DISCIPLINAS
ELETIVAS

56

Animais Silvestres

Importância econômica e social da criação de animais silvestres em
cativeiro. Domesticação, melhoramento genético, alimentação,
reprodução, sanidade e manejo criatório de jacaré, capivara, cotia,
paca, cateto, javali e demais espécies de interesse zootécnico.
Formulação de rações. Instalações.

Histórico, importância e situação atual da produção de
crustáceos (camarões marinhos), moluscos (ostras e
mexilhões) e anfíbios (rãs) comestíveis no Brasil e no Mundo.
Aquicultura especial
Biologia dos grupos citados. Instalações e equipamentos
necessários para o cultivo. Manejo reprodutivo, alimentar e
sanitário. Produtos e comercialização. Limnologia.

Avaliação e
Conservação de
Plantas Forrageiras

Composição química e valor nutritivo das plantas forrageiras.
Métodos e estimativas de avaliação das forrageiras.
Conservação das plantas forrageiras (ensilagem e fenação).
Amonização, raspa, farelo e sacharina.

Avaliação e
Tipificação de
Carcaça

Estudo da avaliação e tipificação de carcaça e da estrutura de
abate e comercialização dos animais domésticos. Conhecer as
formas de comercialização, normas e fluxogramas de abate
das principais espécies exploradas para corte e identificar
características da carcaça que permitam avaliar a qualidade da
carcaça e da carne.

Avicultura Especial

Estudar a criação e manejo de perus, de codornas e de patos
e marrecos desde o início da criação até o abate e o
processamento das aves. Produção de pintos de um dia;
Aspectos comerciais e econômicos da exploração avícola;
Administração e Planejamento de empresas avícola.

Biotecnologia

Bases Físico-químicas da herança. O dogma central da
Genética Molecular. Métodos de isolamento de RNA e DNA. A
Tecnologia do DNA recombinante. Clonagem e transferência
de genes. Produção de vacinas e diagnose molecular de
doenças causadas por vírus, bactérias, fungos e outros
57

organismos. Eletroforese de ácidos nucléicos. Campos
pulsados. Hibridação de ácidos nucléicos. Reação de PCR e
aplicações. Sequenciamento de DNA. Expressão gênica.
Utilização de softwares na análise genômica. Noções de
proteoma. Cultura de tecidos: embriogênese somática.
Micromanipulação de plantas. Cultura de protoplastos de
plantas e fungos. Noções de bioinformática e bancos de dados
internacionais.

Bubalinocultura

Serão abordados temas relacionados com o enfoque sistêmico
da Bubalinocultura no Brasil e no mundo. Principais raças e
suas potencialidades. Manejo produtivo, reprodutivo, alimentar
e sanitário. Instalações e equipamentos. Sistemas de
exploração.

Conforto Térmico e
Ambiência Animal

Conceito e evolução. Clima e conforto térmico. Fechamentos
opacos e fechamentos transparentes. Ventilação Natural e
Artificial. Controle da qualidade do ar nas instalações. A
edificação e o Ambiente. Acondicionamento térmico das
instalações.

Cunicultura e
animais de biotério

Importância da cunicultura. Manejos: nutricional, reprodutivo, e
seus benefícios na produtividade dos animais. Abate e
processamento da carcaça e da pele. Uso dos animais de
biotério: ética e legislação. Espécies mais utilizadas. Noções
sobre instalação de um biotério. Padrão sanitário dos animais,
higiene pessoal e do ambiente. Planejamento e controle da
produção.

Culturas Agrícolas
de Interesse
Zootécnica

Noções básicas dos sistemas de cultivos das culturas do milho,
soja, sorgo, cana de açúcar e trigo. Práticas agrícolas.
Comunicação com processo, arte, sistema, ciência. Meios de
comunicação com canais de mudanças social e cultural do

Comunicação rural

meio rural, observando-se sua estruturação e dinâmica; os
limites dos problemas rurais e o significado da importância da
comunicação para o desenvolvimento do meio rural.
58

A atividade rural. A contabilidade agrícola e o campo de sua
aplicação. Fluxo contábil na atividade agrícola. O património da
empresa agrícola. Depreciação, amortização e exaustão na
Contabilidade Rural agropecuária. Planificação contábil na atividade agrícola.
Contabilidade pecuária. Custos na agropecuária. Cálculo do
custo do rebanho. Fluxo de caixa no setor rural. Imposto de
Renda. Demonstrações financeiras.
Fornecer noções introdutórias e conceitos sobre a legislação
agrária e ambiental, e sua finalidade, importância e âmbito de
abrangência. Fontes do direito agrário e ambiental. Princípios
constitucionais do direito agrário e ambiental. Limites e tutela
que o ordenamento jurídico traça no meio agrário, inclusive a
Direito

agrário

e

ambiental

reforma agrária no âmbito constitucional e infra-constitucional,
penalidades impostas e pontos controvertidos. Estudar a
importância da normatização agrária e ambiental, com ênfase
a tutela estatal da propriedade agrícola, bem como as matérias
contratuais (arredamento, parceria etc.). Fornecer subsídios
para a compreensão do direito agrário e ambiental de forma
integrada, sob a óptica constitucional do desenvolvimento
sustentável do meio rural. Direitos humanos.

Empreendedorismo

Entomologia
Aplicada à
Zootecnia

Investigação, entendimento e internalização da ação
empreendedora. Autoconhecimento. Perfil empreendedor.
Criatividade. Desenvolvimento da visão e identificação de
oportunidades. Validação de uma idéia. Construção de um
plano de negócios e negociação
Princípios inerentes à defesa sanitária animal e vegetal e sua
aplicabilidade. Origem, obtenção, produção e utilização
racional e econômica dos inseticidas, através das técnicas de
aplicação. Controle de pragas de culturas de interesse
zootécnico. Toxicologia e legislação específica dos produtos
químicos utilizados na agricultura, com ênfase aos inseticidas,

59

aos produtos de origem microbiana e substâncias voláteis
utilizadas na comunicação entre insetos.

Fundamentos da
Estrutiocultura

Importância socioeconômica da Estrutiocultura no Brasil e no
mundo. Estudo da produção de avestruzes e emas, no que diz
respeito à raça, manejo reprodutivo, alimentar e sanitário,
planejamento da criação e comercialização.

Gestão empresarial
e marketing

Evolução dos conceitos de qualidade na indústria e nos
serviços; padronização em empresas; Normas série ISO 9000;
gestão da qualidade em serviços; gestão ambiental série ISO
14000; Planejamento estratégico; recursos humanos;
marketing.

História da África

Estudo e análise das sociedades africanas. A historiografia e
pré-história africana. Características socioeconômicas,
políticas e culturais das sociedades africanas durante a
Antiguidade e a era medieval. O tráfico de escravos.
Colonização e descolonização europeia. Religião, arte e
literatura africanas.

Inglês instrumental

Reciclagem e desenvolvimento de atividades e fixação de
estruturas básicas. Pratica escrita, frases simples e
coordenadas. Elementos de gramática. Estratégia do processo
de leitura aplicada a Zootecnia.

Irrigação e
Drenagem

Relação água-solo-planta X atmosfera; necessidades de
irrigação para as principais culturas; qualidade de água e
manejo de solos salinos e ou sódicos; métodos de aplicação de
água – sistemas de irrigação; drenagem de terras agrícolas.

Libras

Estudo da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), da sua
estrutura gramatical, de expressões manuais, gestuais e do
seu papel para a comunidade surda.

60

Manejo de plantas
daninhas em
pastagens

Principais espécies de plantas daninhas com ocorrência em
pastagens. Manejo de plantas daninhas em pastagens.
Importância das plantas daninhas na recuperação de
pastagens degradadas e da importância das plantas tóxicas
que ocorrem nas pastagens.

Manejo do Solo,
Calagem e
Adubação.

Estudo do manejo do solo e métodos de calagem e adubação
para a produção de plantas forrageiras. Laboratório de análises
de solos.

Nutrição e
Alimentação de
Cães e Gatos

Fisiologia da digestão e da absorção. Conceito de ótimo em
nutrição de cães e gatos. Necessidades nutricionais. Alimentos
para cães e gatos. Alimentação de cães para trabalho e em
condições de estresse. Alimentação de filhotes órfãos e
animais doentes. Experimentação e avaliação de alimentos
para cães e gatos. Formulação de rações.

Microbiologia dos
alimentos

Fatores intrínsecos e extrínsecos no desenvolvimento de
microrganismos em alimentos. Principais infecções e
intoxicações veiculadas por produtos alimentícios. Métodos de
amostragem, semeadura e relevância das análises
microbiológicas em diferentes matérias primas e produtos
finais. Microbiologia da água. Principais microrganismos e
análises tradicionais e rotineiras de alimentos de origem animal
e vegetal. Conceitos de Boas Práticas de Fabricação (BPF) e
de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC).
Técnicas rápidas de contagem e identificação de
microrganismos em alimentos.

Polinização com
Abelhas

Conhecer e entender os sistemas de polinização das plantas.
Examinar criticamente a dinâmica reprodutiva das plantas e a
interação com os seus agentes polinizadores. Adquirir
embasamento teórico-prático que permita a elaboração e
condução de programas racionais de polinização com abelhas.

61

Questão Agrária e
movimentos sociais
do campo

A questão agrária e campesinato. Os movimentos sociais como
paradigmas de interpretação das lutas no campo. A gênese da
expansão do capitalismo no campo e reprodução de relações
não capitalistas. Campesinato, participação política e a
revolução socialista. As lutas no campo e a territorialização
camponesa no espaço brasileiro. A luta pela terra e pela
reforma agrária.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
São utilizados pelo menos três livros para a bibliografia básica e cinco livros
para a bibliografia complementar para cada disciplina, sendo inclusive utilizados,
alguns livros de acesso livre, através do Portal de Periódicos da CAPES, além dos
exemplares físicos na Biblioteca Setorial do CECA e na Biblioteca Central. Como
destaque pode-se citar os periódicos; Revista Brasileira de Zootecnia, Pesquisa
Agropecuária Brasileira, Acta Scientiarum Animal Science, Revista Cientifica de
Produção Animal, Archivo Brasileiro de medicina Veterinária e Zootecnia, Ciência
Animal, dentre outros periódicos.
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS

Administração e Projetos Agropecuários

1.

BARBOSA, F. A.; SOUZA, R. C. Administração de fazendas de bovinos: leite e

corte. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2007. 342 p.
2.

SANTOS, G.J.; MARION, J.C.; SEGATTI, S. Administração de custos na

agropecuária. Ed. Atlas. 3. ed. São Paulo. 2002.
3.

SILVA, R. A. G. Administração rural: teoria e prática. 3. ed., rev. e ampl.
Curitiba: Juruá, 2013. 230 p. + 1 CD-ROM.

Agrometeorologia e climatologia

62

1

MENDONÇA, F.; DANNI-OLIVEIRA, I. M. Climatologia: noções básicas e

climas do Brasil. São Paulo, SP: Oficina de Textos, 2007. 206 p.
2

MILLER, G. T. Ciência ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2007. 123 p.

3

MOTTA, F.S. Meteorologia agrícola. 3 Ed. 1986.

Alimentos e alimentação

1.

ANDRIGUETO, J.M; PERLY, L.; MINARDE, I GEMAEL, A.; FLEMING, J.S.;

SOUZA, G.A.; BONA FILHO. 1999. Nutrição Animal. V.2. Livraria Nobel. 1ª edição.
395p.
2

COUTO,

H.P.

Fabricação

de

rações e

suplementos para animais:

gerenciamento e tecnologias. Vicosa (MG): Editora Aprenda Fácil, 2008. 263 p.
3

RIBEIRO, R. C. Compêndio de rações para cães e gatos: indicador de produtos

nutricionais para medicina veterinária destinadas a ações e gatos 1. ed. São Paulo,
SP: Varela Editora e Livraria, 1998. 111p.
4.

VALADARES FILHO, S.C.; PAULINO, P.R.V.; MAGALHÃES, K.A. Exigências

nutricionais de zebuínos puros e cruzados BR-CORTE. 2 ed. Viçosa: Universidade
Federal de Viçosa, 2010.

Análise e Avaliação de Alimentos

1.

ARAÚJO, J. M. A. Química de alimentos: teoria e prática. 4. ed. Viçosa, MG:
Editora FGV, 2008. 596 p.

2.

LOPES, D. C., SANTANA, M. C. A. Determinação de proteína em alimentos

para animais. Métodos químicos e físicos. Editora UFV. 98p. 2005.
3.

SILVA, D.J; QUEIROZ, A. C. de; SILVA, D. J. Análise de alimentos: métodos

químicos e biológicos. 3. ed. Viçosa: UFV, 2004. 235 p.

Anatomia animal I

1.

FRANDSON, R. D; WILKE, W. L; FAILS, A. D. Anatomia e fisiologia dos animais

de fazenda. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 454 p.
63

2.

POPESKO, P.; PAIVA, O.M de. Atlas de anatomia topográfica dos animais

domésticos. São Paulo: Manole, 1997. 3 v.
3.

SISSON, S.; GROSSMAN, J. D.; BADOUX, D. M; GETTY, R.; ROSENBAUM,

C. E. Anatomia dos animais domésticos. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986. 2v.

Anatomia animal II

1.

KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos Animais Domésticos: texto e atlas

colorido. 4.ed. Artmed. 2011.
2.

POPESKO, P.; PAIVA, O.M de. Atlas de anatomia topográfica dos animais

domésticos. São Paulo: Manole, 1997. 3 v.
3.

SISSON, S.; GROSSMAN, J. D.; BADOUX, D. M; GETTY, R.; ROSENBAUM,

C. E. Anatomia dos animais domésticos. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986. 2v.

Apicultura e meliponicultura

1.

COSTA, P. S. C. Manual prático de criação de abelhas. Viçosa –MG: Aprenda

Fácil, 2005.
2.

PEREIRA, F. de M.; VILELA, S. L. de O. Estudo da cadeia produtiva do mel do

estado de Alagoas. Maceió: SEBRAE, 2003. 53 p.
3.

LANDIM, C. C. Abelhas: morfologia e função de sistemas. São Paulo, SP:

UNESP, 2008. 407 p.
4.

WINSTON, M.L. A Biologia da Abelha. Tradução Carlos A. Osowski. Porto

Alegre. Magister, 2003, 476 p.

Aquicultura

1.

BALDISSEROTTO, B.; GOMES, L.C. Espécies nativas para piscicultura no

Brasil. Santa Maria: Ed. da UFSM, 2010. 2

LOGATO,

P.

V.R.

Nutrição

e

alimentação de peixes de água doce. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2012. 128 p.
2

MENEZES, A.. Aquicultura na prática: peixes, camarões, ostras, mexilhões e

sururus. 4. ed., rev., ampl. e atual. Vila Velha, ES: Hoper, 2009. 143 p.
64

3

RANZANI-PAIVA, M.J.T.; TAKEMOTO, R.M.; LIZAMA, M.A.P. Sanidade de

Organismos Aquáticos. Livraria Varela. p.426, 2004.

Avicultura

1.

ALBINO, L.F.T.; VARGAS JÚNIOR, J.G.; SILVA, J.H.V. Criação de frango e

galinha caipira – avicultura sustentável. Viçosa. Ed Aprenda Fácil. 2001. 124p.4
2.

LANA, G.R.Q. Avicultura. Campinas: LIVRARIA RURAL, 2000. 268p.

3.

MALAVAZZI, G. Avicultura: manual prático. Nobel, 1999. 156 p.

SILVA, R. D. de M. Sistema caipira de criação de galinhas. 2. ed. Viçosa, MG: Aprenda
Fácil Editora, 2010. 203 p.

Bioclimatologia animal

1.

BAÊTA, F. da C.. Ambiência em edificações rurais:: conforto animal / . 2. ed.

Viçosa, MG: UFV - Universidade Federal de Viçosa, 2012. 269 p.
2.

HARDY, R. N. Temperatura e vida animal. São Paulo: EPU, 1981. 91p.

3

MENDONÇA, F.; DANNI-OLIVEIRA, I. M. Climatologia: noções básicas e

climas do Brasil. São Paulo, SP: Oficina de Textos, c2007. 206 p.

Bioquímica

1

CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. 752 p.

2

ISHII-IWAMOTO, EL. BRACHT, A. (org.). Métodos de laboratório em

bioquímica. Barueri, SP: Manole, 2003. 439 p.
3

VOET, D.; VOET, J. G; RODRIGUES, J. J. S.; PRATT, C. W. Fundamentos de

bioquímica: a vida em nível molecular. Porto Alegre: Artmed, 2008.1241 p.

Bovinocultura de corte

1.

LAZZARINE NETO, S.. Cria e recria. 3. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2000.

120p.
65

2.

LAZZARINI NETO, S. Engorda a pasto. 3. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 1994.

114 p.
3.

LAZZARINI NETO, S. Saúde de rebanhos de corte. 2. ed. Viçosa, MG: 2001.

Aprenda Fácil, 132 p.
4.

VALADARES FILHO, S.C.; PAULINO, P.R.V.; MAGALHÃES, K.A. Exigências

nutricionais de zebuínos puros e cruzados BR-CORTE. 2 ed. Viçosa: Universidade
Federal de Viçosa, 2010.

Bovinocultura de leite

1.

BARBOSA, Fabiano Alvim; SOUZA, Rafahel Carvalho. Administração de
fazendas de bovinos: leite e corte. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2007. 342 p

2.

GONSALVES NETO, J. Manual do Produtor de Leite. Aprenda Fácil Editora.

860p.
3.

PEREIRA, J.C. Vacas leiteiras: aspectos práticos da alimentação. Viçosa:
Aprenda Fácil, 2000. 198p.

Caprino e ovinocultura

1

CHAPAVAL, L. Manual do produtor de cabras leiteiras. Viçosa, MG: Aprenda

Fácil, 2006. 214 p.
2

DIAGNÓSTICO da cadeia produtiva da ovinocaprinocultura no Estado de

Alagoas. Maceió, AL: SEBRAE/AL, 2005. 28 p.
3

MANUAL de criação de caprinos e ovinos. Brasilia, DF: CODEVASF, 2011.

142p.
4

OVINOCAPRINOCULTURA: estudo de mercado Alagoas: potencial de

consumo de carne, leite e derivados. João Pessoa, PB: SEBRAE/PB, 2010. 110 p.

Citologia e histologia animal

66

1

DE ROBERTIS, E. M. F.; HIB, J.; PONZIO, R. Biologia celular e molecular. 14.

ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 413p
2

JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. 10 ed. Rio de Janeiro:

Guanabara Koogan, 2004.
3

SAMUELSON, D. A. Tratado de histologia veterinária. Rio de Janeiro: Elsevier

Saunders, 2007. 527 p.

Ciência do solo I

1

BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. 7. ed. São Paulo,

SP: Ícone, 2010. 355 p.
2.

KIEHL, J.C. Manual de edafologia: relação solo-planta. São Paulo: Ceres ,

1979. 264p.
3.

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3

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3

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Editora da Universidade Federal de Alagoas, 2000. 422p.
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3.

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FERREIRA, P. V. Estatística experimental aplicada à agronomia. 3. ed. Maceió:

Editora da Universidade Federal de Alagoas, 2000. 422p.
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Extensão rural

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2

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3

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Exterior e julgamento de animais

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2

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Física aplicada as ciências agrárias

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Fisiologia dos animais domésticos I

1. CUNNINGHAN, J. G. Tratado de Fisiologia Veterinária. GUANABARA KOOGAN:
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2. SWENSON M.J.; REECE, W.O. Dukes, Fisiologia dos animais domésticos.
GUANABARA KOOGAN: Rio de Janeiro - RJ, 12ª Ed., 856 p., 2006.
3. FRANDISON. R.D.; WILKE, W. L.; FAILS, A. D. Anatomia e Fisiologia dos animais
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Fisiologia dos animais domésticos II

1

CUNNINGHAN, J. G. Tratado de Fisiologia Veterinária. GUANABARA

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2.

SWENSON M.J.; REECE, W.O. Dukes, Fisiologia dos animais domésticos.

GUANABARA KOOGAN: Rio de Janeiro - RJ, 12ª Ed., 856 p., 2006.
3.

FRANDISON. R.D.; WILKE, W. L.; FAILS, A. D. Anatomia e Fisiologia dos

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2005.

Formulação e processamento de ração

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3

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1.

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3

FONSECA, D.M; MARTUSCELLO, J.A. Plantas Forrageiras. Viçosa: Editora

UFV,2011. 537 p.
4

PIRES, W.; RIBEIRO FILHO, W. P. Manual de pastagem: formação, manejo e

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Forragicultura II

1

FONSECA, D.M; MARTUSCELLO, J.A. Plantas Forrageiras . Viçosa: Editora

UFV,2011. 537 p.
2

GONÇALEZ, D. A; COSTA, C; CAMPOS, L. Solos tropicais sob pastagem:

características e técnicas para correção e adubação. São Paulo: Ícone, 1992. 76 p
3

LAZZARINI NETO, S. Engorda a pasto. 3. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 1994.

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3

TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 4. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2009.

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2

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3

RAMALHO,

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SANTOS,

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Genética

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Higiene e profilaxia zootécnica

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2

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3

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VIEIRA, R.H.S.F(Coord.). Microbiologia, higiene e qualidade do pescado: teoria

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Imunologia zootécnica

1

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2

STITES, D. P.; TERR, A. I. (Ed.). Imunologia básica. Rio de Janeiro: Prentice

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3

TIZARD, I. R. Imunologia veterinária: uma introdução. 8. ed. Rio de Janeiro:

ELSEVIER, c2009. 587 p.

Introdução a agroinformática

1.

GARCIA, M. Informática veterinária. São Paulo: Varela, 1996. 117 p.

2.

LESK, Arthur M. Introdução a bioinformática. 2. ed. Porto Alegre, RS: Artmed,

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3.

LOPES, M. A. Introdução à agroinformática - CECA/UFAL, Maceió, 2003.

Introdução a Zootecnia e deontologia profissional

1.

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2.

TORRES, Al.P; JARDIM, W.R; JARDIM, L M. B. F. Manual de zootecnia : raças

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3.

BARBOSA, F.A; SOUZA, R.C. Administração de fazendas de bovinos: leite e

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Manejo e conservação do meio ambiente

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MILLER, G. Tyler. Ciência ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2007.

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3

ODUM, E.P. Ecologia. São Paulo: Pioneira, 1977.

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SILVEIRA, G. M. Máquinas para plantio e condução das culturas. Viçosa, MG:

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3.

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HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L.,1940. Cálculo: um curso moderno e suas
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2

LAZZARINI NETO, S. Reprodução e melhoramento genético. 2. ed. São Paulo:

Aprenda Fácil, 2000. 86p.
3

LOPES, P.S; FREITAS, R. T.F de; FERREIRA, A. S. Melhoramento de suínos.

Viçosa, MG: UFV, 2001. 39 p.

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FRAPE, D. L. Nutrição & alimentação de equinos. 3. ed. São Paulo: Roca, 2008.

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Reprodução animal

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2.

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3.

VIEIRA, R. H. S. F. (Coord.). Microbiologia, higiene e qualidade do pescado:
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Tecnologia de produtos lácteos e ovos

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FELLOWS, P. Tecnologia do processamento de alimentos: princípios e prática.

2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.602p.
2.

ORDOÑEZ PEREDA, J. A. (Colab.). Tecnologia de alimentos. Porto Alegre, RS:

Artmed, 2005.. 2v.
3.

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1.

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2.

BATALHA, M.O(organizador). Gestão agroindustrial. v. 2, 5. ed. São

Paulo: Atlas, 2009. 440 p.
3.

BUARQUE, C. Avaliação econômica de projetos. 14. ed. Rio de Janeiro:

Elsevier, 1984. 266 p.
4.

HOFFMANN, R. Administração da empresa agrícola, 7. ed. São Paulo:

Pioneira, 1992. 325 p.
5.

MARION, J.C. Contabilidade rural: contabilidade agrícola, contabilidade

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6.

RIOS, G. Sá L. O que é cooperativismo. 2. ed. São Paulo: Brasiliense,

2007. 74 p.

Agrometeorologia e climatologia

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2

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2.

FRAPE, D. L. Nutrição & alimentação de equinos. 3. ed. São Paulo:
Roca, 2008. 602 p.

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2

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Editora.1998.

3

LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal - Mitos e realidades. 1ª ed.
2005.

4

PINHEIRO, D. M.; PORTO, K. R. de A.; MENEZES, M. E. S. A química
dos alimentos: carboidratos, lipídios, proteínas e minerais. Maceió:
EDUFAL, 2005. 52 p.

5

VALADARES FILHO, S.C. et al. Tabelas Brasileiras de Composição de
Alimentos para Bovinos, 2ed., Editora Suprema Gráfica e Editora, 2006

Anatomia animal I

1
2
3

COLVILLE, T. P; BASSERT, J. M. Anatomia e fisiologia clínica para
medicina veterinária. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543 p.
DUKES, S. M.; Fisiologia dos Animais Domésticos. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 1999.
MACHADO, G.V. Determinação da idade dos equinos pelo exame dos
dentes. Série cadernos didáticos. Viçosa: UFV, 2002. 40p.

4

KÖNIG, H.E.; LIEBICH, H.G. Anatomia dos Animais Domésticos: texto e
atlas colorido. 4.ed. Artmed. 2011

5

REECE, W. O. Anatomia funcional e fisiologia dos animais domésticos. 3.
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Anatomia animal II

1

ASHDOWN, R. R. Atlas colorido de anatomia veterinária dos ruminantes. 2. ed.

Rio de Janeiro, RJ: ELSEVIER, 2011. 259 p.

81

2

COLVILLE, T. P; BASSERT, J.M. Anatomia e fisiologia clínica para medicina

veterinária. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 543p.
3

EVANS, H. E; DELAHUNTA, A. Guia para a dissecção do cão. 5. ed. Rio de

Janeiro: Guanabara Koogan, c2001. 250 p.
4

MACHADO, G.V. Determinação da idade dos equinos pelo exame dos dentes.

Série cadernos didáticos. Viçosa: UFV, 2002. 40p.
5

REGO P. et al. Anatomia Veterinária: aparelho locomotor porção passiva. Série

cadernos didáticos. Viçosa: UFV, 2001. 80p.

Apicultura e meliponicultura

1

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2

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Nordeste do Brasil, 2011. 385 p.

3

DUARTE, R. B. de A. (Coord.). Histórias de sucesso: agronegócios,
apicultura. Brasília, DF: SEBRAE, c2006. 138 p.

4

SCHIRMER, L. R. Abelhas Ecológicas. São Paulo: Nobel, 1986.

5

WIESE, H. Novo Manual de Apicultura. Guaíba: Agropecuária, 1995.

Aquicultura

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BALDISSEROTTO, B. & GOMES, L. C. Espécies nativas para piscicultura
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2

COSTA, FJ.C.B.(Org.). Cartilha cultivo de peixes em tanques-rede. Maceió:
SEBRAE/AL: 33 p.

3

MEDEIROS, F.C. Tanque-rede: mais tecnologia e lucro na piscicultura:
fundamentos da criação de peixes em tanque-rede guia de procedimentos
para cessão de uso de águas públicas Cuiabá, MT Emanuel Publicidade,
2002. 109 p.

82

4

METODOLOGIA do Programa SEBRAE: aquicultura. Brasília, DF:
SEBRAE, 2001. 98p.

5

PROENÇA, C. E. M., BITTENCOURT, P. R. L. Manual de Piscicultura
Tropical. Brasília: IBAMA, 1994. 196p.

6

SANTOS, A. C. S. dos. Tilápia - Criação Sustentável em Tanques-rede São
Paulo- Editora Aprenda Fácil. 2011. 250 p.

Avicultura

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2002. 278 p.

2.

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Fácil, 2003. 289p.

3.

FERREIRA, M. G. Produção de aves: corte e postura. 2. ed. Guaíba, RS:
Agropecuária, 1993. 118 p.

4.

OLIVEIRA, A.A.P, NOGUEIRA FILHO, A.; EVANGELISTA, F. R.. A
avicultura industrial no nordeste: aspectos econômicos e organizacionais.
Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2008. 158 p.

5.

SCHOPFLOCHER, R. Avicultura lucrativa: cria de gallinas, patos, pavos y
gansos. 4. ed. Buenos Aires, AR: MARCHINO, 1965. 418 p.

6.

SILVA, R. D. de M. Sistema caipira de criação de galinhas. 2. ed. Viçosa,
MG: Aprenda Fácil Editora, 2010. 203 p.

Bioclimatologia animal

1.

CUNNINGHAN, J.G. Tratado de fisiologia veterinária. 3a ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.

2.

EMBRAPA GADO DE LEITE. Conforto animal para maior produção de leite.
Viçosa, MG: Centro de Produções Técnicas, 2008. 1 disco laser (55 min.).
NTSC, son., color. ; + 1 manual técnico (252 p. : il. ; 23 cm.).

3.

SILVA, R. G. Introdução a bioclimatologia animal. São Paulo: Nobel, 2000.
286 p.
83

4.

SCHMIDT-NIELSEN, K. Fisiologia animal: adaptação e meio ambiente. 5.
ed. São Paulo: Santos, 2002. 611p.

5.

SWENSON, M.J.; REECE, W.O. Dukes /fisiologia dos animais domésticos.
11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996.

Bioquímica

1.

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– portal periódicos CAPES.

2.

DE ROBERTIS, E. M. F.; HIB, J.; PONZIO, R. Biologia celular e molecular.
14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 413p.

3.

DENNIS E. VANCE; JEAN E. VANCE. Biochemistry of Lipids, Lipoproteins
and Membranes (Fifth Edition). 2008. Acesso on line – portal periódicos
CAPES.

4.

JEREMY, M. B., J. L.; TYMOCZKO; STRYER, L. Biochemistry, 5th edition.
New York, 2002. Acesso on line – portal periódicos CAPES.

5.

NELSON, D. L; N., D.L.; COX, MICHAEL M. Princípios de bioquímica de
Lehninger. 5. ed. São Paulo: Sarvier, 2011. 1273 p.

Bovinocultura de corte

1

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2

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Programa nacional de pesquisa de gado de corte. Brasília, DF: 1984. 388 p

3

LAZZARINI NETO, S. Seleção de fazendas de gado. São Paulo: SDF
Editores, 1995. 102 p.

4

PEIXOTO, A. M.; MOURA, Jose Carlos; FARIA, Vidal Pedroso de.
Bovinocultura de corte: fundamentos da exploração racional. 2. ed.
Piracicaba, SP: FEALQ, 1993. 550 p

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5

SANTOS, F. A. P.; NUSSIO, L. G.; SILVA, S. C. da. Volumosos para
bovinos. Piracicaba, SP: FEALQ, 1993. 177 p

Bovinocultura de leite

1

ATHIÊ, F. Gado Leiteiro: Uma proposta adequada de manejo. São Paulo:
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2

GONÇALVES, L. C. Nutrição e Alimentação de Gado de Leite. Uberaba:
ABCZ, 1998.

3

MONTARDO, O. V. Alimentos e Alimentação do Rebanho Leiteiro.Guaíba:
Agropecuária, 1998.

4

LUCCI, C. S. Bovinos Leiteiros Jovens. São Paulo: NOBEL, 1989.

5

PEIXOTO, A. M. Nutrição de Bovinos: Conceitos básicos aplicados.
Piracicaba: FEALQ, 1995.

Caprino e ovinocultura

1

COIMBRA FILHO, A. Técnicas de criacão de ovinos. Guaíba,RS :
Agropecuária, 1997. 102p.

2

DUARTE, R. B. A. (Coord.). Histórias de sucesso: agronegócios,
ovinocaprinocultura, leite e derivados. Brasília, DF:SEBRAE, 2006. 138p.

3

MENDES, P.A.C. Aspectos técnicos da ovinocaprinocultura: melhoramento
genético. Fortaleza, CE: SEBRAE, 2003. 31p.

4

NUNES, J.F., CIRIACO, A.L.S., Produção e Reprodução de Caprinos e
Ovinos, 2 ed., Fortaleza, 1997.

5

RIBEIRO, S. D.A. Caprinocultura: criação racional de caprinos. São Paulo:
Nobel, 1998. 318 p.

Citologia e histologia animal

1

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85

2

BACHA JR W.J. & BACHA L.M. Atlas Colorido de Histologia Veterinária. 2ª
ed., São Paulo, Editora Roca; 2003.

3

GEORGE, L. A.; CASTRO, R. R.L. Histologia comparada. 2. ed. São Paulo:
Roca, 1998. 286 p.

4

GITIRANA, L. B. Histologia - Conceitos Básicos dos Tecidos. Ed. Atheneu,
2004, 172p. (disponível on line < http://www.portaldapesquisa.com.br>).

5

TIZARD, I. R. Imunologia veterinária: uma introdução. 8. ed. Rio de Janeiro:
ELSEVIER, 2009. 587 p.

Ciência do solo I

1.

BARDGETT, R. D. The Biology of soil: A community and ecosystem
approach. Oxford ; New York: Oxford University Press, 2005. 242 p.

2.

LIBARDI, P. L. Dinâmica da água no solo. Sao Paulo, SP: EDUSP, 2005.
335 p.

3.

PEREIRA, Aloisio Rodrigues. Como selecionar plantas para áreas
degradadas e controle de erosão. 2. ed. rev. e ampl. Belo Horizonte:
FAPI, 2006. 239 p.

4.

SCHNEIDER, P.; GIASSON, E.; KLAMT, E. Classificação da aptidão
agrícola das terras: um sistema alternativo. Guaíba, RS: Agrolivros,
2007. 70p.

5.

TRINDADE, T.P. et al. Compactação dos solos: fundamentos teóricos e
práticos. Viçosa, MG: 2008. 95p.

Ciência do solo II

1.

PRUSKI, F. F. (Editor). Conservação de solo e água: práticas mecânicas
para o controle da erosão hídrica. 2. ed. Viçosa, MG: Editora Universidade
Federal de Viçosa, 2009. 279 p.

2.

MALAVOLTA, E. Manual de química agrícola: Nutrição de plantas e
fertilidade do solo. Ceres, 1976. 528p.

86

3.

SCHNEIDER, P.; GIASSON, E.; KLAMT, E. Classificação da aptidão
agrícola das terras: um sistema alternativo. Guaíba, RS: Agrolivros, 2007.
70p.

4.

SOIL microbiology, Ecology, and Biochemistry. 3rd ed. Amsterdam; New
York: ELSEVIER, 2007. 532p.

5.

VIEIRA, L. S. Manual da ciência do solo. São Paulo: Agronômica Ceres,
1975. 464p.

Construções rurais

1

BAÊTA, F.C.; SOUSA, C.F. Ambiência em edificações rurais: conforto
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2

BATA, F.C., SARTOR, V. Custos de construções. Editora UFV. Viçosa, MG.
1999. 100p.

3

BAUER, L.A. F. Materiais de construção. 3º edição. Rio de Janeiro. LTC –
Livros Técnicos e Científicos, Vol. 1 e 2.1987.

4

PINHEIRO, A. C. F. B. Estruturas metálicas. 2º ed. São Paulo: Edgard
Blucher, 2005. 316p.

5

VIGORELLI, R. Manual Prático do Construtor. Ed. Hemus. 2004.

Desenho técnico

1

BORGES, A. C. Prática das Pequenas Construções. São Paulo: Ed.Edgard
Blücher Ltda, 1986. 690 B732p v.1.

2

CAMBIAGHI, S. Desenho universal: métodos e técnicas para arquitetos e
urbanistas. 2. ed. São Paulo: SENAC, 2007. 269 p.

3

FRANCO, M.A. R. Desenho ambiental: uma introdução à arquitetura da
paisagem com o paradigma ecológico. São Paulo: Annablume, FAPESP,
1997. 224p.

4

LOW, D.A. An Introduction to Machine Drawing and Design. 2012. Acesso
livre on line – portal periódicos CAPES.

87

5

RUSKIN, J. The Elements of Drawing In Three Letters to Beginners. 2009.
Acesso livre on line – portal periódicos CAPES.

Economia rural

1

ARAÚJO, M. Fundamentos de agronegócios. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2005.
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2

CALLADO, A. A.C. (Org.). Agronegócio. São Paulo: Atlas, 2006. 142 p.

3

CAMPONHOLA, C.; SILVA, J. G. O novo rural brasileiro. Brasília, DF:
Embrapa Informação Tecnológica, 2004.

4

SANTOS, G. J.; MARION, J. C.; SEGATTI, S.; SANTOS, G. J.; MARION,
J.C. Administração de custos na agropecuária. 4. ed. São Paulo: Atlas,
2009. 154 p.

5

ZYLBERSZTAJN, D; NEVES, M F. Economia e gestão dos negócios
agroalimentares : indústria de alimentos, indústria de insumos, produção
agropecuária, distribuição. São Paulo: Pioneira, 2000. 428 p.

Embriologia aplicada a Zootecnia

1

GARCIA, S. M. L.; FERNANDEZ, C. G. Embriologia. 3ª ed. Porto Alegre.
Artmed, 2012. 651p.

2

JUNQUEIRA, L.. C. U.; ZAGO, D. Embriologia médica e comparada. 3. ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982, 291p.

3

MOORE, K.L. & PERSAUD, T.V.N. Embriologia básica. 6 ed. Rio de
Janeiro:Editora Guanabara Koogan S,A. 2004.

4

MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N. Atlas colorido de embriologia clínica.
2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 296p.

5

SISSON, S.; GROSSMAN, J. D. S; BADOUX, D. M; GETTY, R.;
ROSENBAUM, C. E. Anatomia dos animais domésticos. 5. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara, 1986.

Empreendedorismo e comercialização de produtos agropecuários
88

1

ANTUNES, I.E. Manual de administração rural: custos de produção. Guaíba:
Agropecuária. 196p.

2

HESSELBEIN, F; GOLDSMITH, M.; BECKHARD, R. O líder do futuro visões, estratégias e práticas para uma nova era. 8º ed. Editora Futura,
2000.

3

PERIM, J. Y.; SPERS, E. E.; CHADDAD, F. R.; NEVES, M. F. Agribusiness
europeu. Pioneira, 1996. 132 p.

4

SILVA, C.A.B.; FERNANDES, A.R. Projetos de empreendimentos
agroindustriais, vol 1, editora UFV, 2003.

5

SOUZA et al. Administração de fazenda. Rio de Janeiro: Globo, 1998. 210p.

Equideocultura

1

D'AUTHEVILLE, P. Manual de pronto socorro para o cavalo. São Paulo :
Andrei, 1982. 101p.

2

ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ .Centro de
Estudos Avançados em Economia Aplicada. Estudo do complexo do
agronegócio cavalo. Brasília, DF: CNA, 2006. 68p.

3

HONTANG, M. A psicologia do cavalo. 2. ed. São Paulo: Globo, 1989.

4

REPRODUÇÃO de cavalos. Viçosa, MG: Centro de Produções Técnicas,
2001. 1 disco laser (56 min): NTSC : son., color. 1 manual -98 p.

5

TISSERAND, J.L. A alimentação prática do cavalo. São Paulo: Andrei, 1983.
83p.

Estatística geral

1

CRESPO, A. A. Estatística fácil. 18ª ed., São Paulo:Ed Saraiva, 2002. 224p.

2

MONTGOMERY, D. C. Estatística aplicada e probabilidade para
engenheiros. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 493 p.

3

MORETTIN, L.G. 1941. Estatística básica. 6. ed. Makron Books, Pearson
Education do Brasil, 2010 540 p.
89

4

SCHUSTER, I.; CRUZ, C. D. Estatística genômica: aplicada a populações
derivadas de cruzamentos controlados. 2. ed.,. Viçosa, MG: Ed. UFV, 2013.
568p.

5

STEVENSON, W. J; STEVENSON, W. J. Estatística aplicada à
administração. São Paulo: Harbra, 1986. 495 p.

Etologia e bem estar animal

1

ALCOCK, J. Animal behavior: an evolutionary approach. 9th ed.
Massachusetts: Sinauer, 2009. 606 p.

2

COHEN, J. J. Animal, Vegetable, Mineral: Ethics and Objects. Washington,
DC: Oliphaunt Books. 2012. 295p. open acess e-book. on line.

3

COSTA, S. I. F.; DINIZ, D. Bioética: ensaios. Brasilia: Letras Livres, 2001.
206 p.

4

DETHIER, V. G; STELLAR, E. Comportamento animal. São Paulo: Edgard
Blücher, 1988. 151 p.

5

NATIONAL RESEARCH COUNCIL (US). Guide for the Care and Use of
Laboratory Animals. Washington (DC): National Academies Press (US).
2011. open acess e-book. on line.

Experimentação agropecuária

1

GOMES, F. P. A estatística moderna na pesquisa agropecuária. 3. ed., rev.
e ampl. -. Piracicaba, SP: Potafos, 1987. 162p.

2

MAGALHÃES, A.N.; LIMA, A.C.P. Noções de probabilidade e estatística. 4ª
ed. São Paulo: EDUSP, 2002.

3

PIMENTEL-GOMES, F. Curso de Estatística Experimental. 14 ed.
Piracicaba ESALQ. 477p. 2000.

4

RAMALHO, M. A. P.; FERREIRA, D. F.; OLIVEIRA, A. C. Experimentação
em genética e melhoramento de plantas. 2. ed. Lavras: Ed. UFLA, 2000.
303p.
90

5

VIEIRA, S. Introdução a bioestatística. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1980.
196p.

6

VIEIRA, S. Bioestatística: tópicos avançados, testes não-paramétricos,
tabelas de contingências e análise de regressão. 2. ed. rev. e atual. Rio de
janeiro; Elsevier, 2003 216p.

Extensão rural

1

BARRETTO, C. X. Prática em agricultura orgânica. São Paulo: Ícone,
c1985. 196.p.

2

JAKUBASZKO, R. Marketing rural: como se comunicar com o homem que
fala com Deus. 2. ed. Viçosa, MG: UFV, 2006. 204 p.

3

PHILIPPI JUNIOR, A. Meio ambiente, direito e cidadania. São Paulo: Signus
USP, 2002. 358p.

4

RIOS, G. S. L. O que é cooperativismo. 2. ed. São Paulo: Brasiliense, 2007.
74 p.

5

VEIGA, S.M.; FONSECA, I. Cooperativismo: uma revolução pacifica em
ação. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. 109p.

6

VERDUM, R.; ARAÚJO, A. L. O. Experiências de assistência técnica e
extensão rural junto aos povos indígenas: o desafio da interculturalidade
Brasilia, DF: MDA/NEAD, 2010. 332 p.

Exterior e julgamento de animais

1

EMBRAPA GADO DE LEITE. Avaliação, julgamento e preparo de vacas
leiteiras para eventos. Juiz de Fora, MG: Embrapa Gado de Leite; Viçosa,
MG: Centro de Produções Técnicas, 2006. 1 disco laser (68 min.) : NTSC:
son. color. ; + 1 manual,146 p.

2

FACULDADES ASSOCIADAS DE UBERABA. Como avaliar bovinos de
corte para compra e seleção: Viçosa, MG: Centro de Produções Técnicas,
2007. 1 Disco laser (61 min.) + 1 Manual. 226 p.

91

3

GOUGH, A.; THOMAS, A. Predisposições a doenças de acordo com as
diferentes raças de cães e gatos. São Paulo: Roca, 2006. 233 p.

4

REECE, W. O. Anatomia funcional e fisiologia dos animais domésticos. 3.
ed. São Paulo: Roca, 2008. 468 p.

5

VENDRAMINI, O. M., SCHETTINI, M. A. Aparação de cascos, correção de
aprumos e ferrageamento de cavalos. Viçosa, MG: Centro de Produções
Técnicas, 2000. 1 disco laser (55 min.): NTSC: son., color. ; + 1 manual
110p.

Física aplicada as ciências agrárias

1

CAMBRAIA, J.; RIBEIRO, M.; OLIVEIRA, J.A.; PACHECO, S. Introdução à
Biofísica. 2º. ed. Viçosa: UFV, 2005.174p.

2

COSTA, E. C. Física aplicada a construção: conforto térmico. 4. ed. rev. São
Paulo: Edgard Blucher, 2003. 264 p

3

OKUNO, E.; CALDAS, I.L.; CHOW, C. Física para ciências biológicas e
biomédicas. HARPER & Row do Brasil, São Paulo, 1982. 490 p.

4

SERWAY, R. A; JEWETT JR., Jonh W. Princípios de física: movimento
ondulatório e termodinâmica. CENGAGE Learning, 2004. v. 2.

5

SERWAY, R. A; JEWETT J.R., JONH, W. Princípios de física: óptica e fisica
moderna. Thompson, 2005. v. 4.

Fisiologia dos animais domésticos I

1

AIRES, M. M. Fisiologia. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

2

BERNE, M.R. Fisiologia. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2000.

3

GETTY, R. Anatomia dos Animais Domésticos. 6ª ed., Rio de Janeiro: ED.
Interamericana S/A. 1998.

4

JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Histologia Básica. Ed. Guanabara, Rio
de Janeiro.1995. 433p.
92

5

KOLB, E. Fisiologia Veterinária. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1984.

6

POPESKO, P. Atlas de Anatomia Topográfica dos animais domésticos. São
Paulo: Manole, 1985. 3v.

Fisiologia dos animais domésticos II

1 AIRES, M. M. Fisiologia. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
2 BERNE, M.R. Fisiologia. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
3 GETTY, R. Anatomia dos Animais Domésticos. 6ª ed., Rio de Janeiro: ED.
Interamericana S/A. 1998.
4 JUNQUEIRA, L.C. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. Ed. Guanabara, Rio de
Janeiro.1995. 433p.
5 KOLB, E. Fisiologia Veterinária. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1984.

Formulação e processamento de ração

1

NUNES; I.J. Nutrição Animal Básica. Sep-Mzv. Editora Agropecuária-2001.

2

ROSTAGNO, H. S. et al. Composição dos alimentos e exigências
nutricionais de aves e suínos (tabelas brasileiras). Viçosa/MG. Ed. Imprensa
Universitária/UFV. 2º ed. 2005.

3

SANTOS, F.A.P; MOURA; J.C; FARIA, V.P. Requisitos de Qualidade na
Bovinocultura de Corte. Anais do 6º Simpósio Sobre Bovinocultura de Corte.
Piracicaba, Esalq, 2007.

4

SANTOS, F.A.P; MOURA, J.C; FARIA, V.P; Minerais e Aditivos na Nutrição
de Ruminantes. Anais do 8º Simpósio Sobre Bovinocultura de Leite.
Piracicaba: Esalq, 2008.

5

VALADARES FILHO, S. C. et al. Exigências nutricionais de zebuínos e
Tabela de composição dos alimentos. 1º ed. Viçosa/MG. UFV. 2006. 142p.

Forragicultura I
93

1

ALBERTI GÓMEZ, J. C. Revolução Forrageira. Guaíba,RS: Agropecuaria,
1998. 96 p.

2

MELADO, J. Manejo de pastagem ecológica: um conceito para o terceiro
milênio. Viçosa: Aprenda Fácil, 2000.

3

PRIMAVESI, A. Manejo ecológico de pastagens, 1, Nobel.

4

SILVA, S. C. NASCIMENTO JÚNIOR, D., EUCLIDES, V B. P. Pastagens:
Conceitos Básicos, Produção e Manejo, 1, UFV,2009.

5

SILVA, S. Conservação de forragem: silagem e feno : perguntas e
respostas. Guaíba, RS: Agropecuária, 2003. 101 p

Forragicultura II

1

AGUIAR, Adilson de Paula Almeida. Engorda a pasto. Viçosa, MG: CPT,
2004. 1 DVD (67 min.): son., color. ; + 1 manual. 210 p.

2

MELADO, J. Manejo de pastagem ecológica: um conceito para o terceiro
milênio. Viçosa: Aprenda Fácil, 2000.

3

PRIMAVESI, Ana. Manejo ecológico de pastagens, 1, Nobel.

4

PRODUÇÃO de silagem. Viçosa, MG: Centro de Produções Técnicas, 2007
1 disco laser (50 min): NTSC: son. color. ; + 1 manual, 234 p.

5

SILVA, S C., NASCIMENTO JÚNIOR, D EUCLIDES, V B. P. Pastagens:
Conceitos Básicos, Produção e Manejo, 1, UFV,2009.

Genética

1
2

GARDNER, E.J.; SNUSTAD, D. P. Genética. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ:
Guanabara Koogan, 1987. 497 p.
NICHOLAS, F.W. Introdução à genética veterinária. Porto Alegre: Artmed,
1999.326p.

3

PEREIRA, J.C.C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal.
Belo Horizonte, 416p. 1996.

4

SNUSTAD, D. Peter. Fundamentos de Genética. 2. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2001. 756 p.
94

5

VIANA, J. M. S.; CRUZ, C. D.; BARROS, Ev. G. Genética. 2. ed. Vicosa,
MG: UFV, 2003. 330 p.

Higiene e profilaxia zootécnica

1

BEER, J. Doenças infecciosas em animais domésticos São Paulo: Roca,
1988.

2

CAMPOS, M T; Praticas de higiene e manipulação de alimentos. Viçosa
1999.

3

CORRÊA, W. M. CORRÊA, C. M. Enfermidades infecciosas dos mamíferos
domésticos 2 ed. São Paulo: Medsi, 1992.

4

MARTIN, R. Epidemiologia Veterinária. Zaragoza: Acribia, 1997.

5

URQUHART, J Parasitologia Veterinária 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1998.

Imunologia zootécnica

1

BIER, O. Microbiologia e Imunologia. Ed. Melhoramentos, 1994.

2

TRABULSI, L.R. Microbiologia. Liv. Atheneu, 1986.

3

ROITT, I.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia, 6ª ed., Ed Manole, 2003.

4

PELCZAR, M.J.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia: Conceitos e
aplicações. 2ª ed. v.1 e 2, Ed. Makron Books, 1997.

5

TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C. Microbiologia. 8ª ed., Ed Artmed,
2005.

Introdução a agroinformática

1

ANTUNES, L. M.A informática na agropecuária. 2ª ed. rev. e ampl. Guaíba:
Agropecuária, 1996. 175 p.

2

ALCADE LANCHARRO, E. Informática básica. São Paulo: Makron
Books,1991. 269 p.

3

CRUZ, C. D. Programa Genes: biometria. Viçosa, MG: UFV, 2006. 382 p.
95

4

DAVIS, H. T. Computação. São Paulo: Atual, 1995. 93 p.

5

LAHOZ-BELTRA, R. Bioinformática: simulacion, vida artificial e inteligência
artificial. Madrid: Diaz de Santos, 2004. 574 p.

Introdução a Zootecnia e deontologia profissional

1

ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição Animal. V 1 e 2, Editora Nobel, 4 ed. . 1990.

2

DOMINGUES, O. Introdução à Zootecnia. Série didática edições S.A.1968.

3

HAFEZ, E.S.E., Fisiologia da Reprodução. 6 ed. Malone, 1990.

4

MILLEN, E Guia do técnico agropecuário. Instituto Campineiro’ de Ensino
Agrícola, 1998.

5

PEREIRA, J.C.C., Melhoramento genético aplicado à produção animal. Belo
Horizonte. FEP-MVZ, 1999.

6

LOLAS, F. Bioética. O que é, como se faz. São Paulo. Loyola. 2001. 102p.

7

SÁ, A. L. Ética profissional. 9. ed., rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 2009. 312p.

Manejo e conservação do meio ambiente

1

KREBS, J.R. & DAVIES, N.B. (eds). Introdução à ecologia comportamental.
São Paulo, Atheneu Editora. 420p. 1996.

2

MARGALEF, RAMON. Ecología. Barcelona: Omega, 1986. 951p.

3

PINTOCOELHO R.M. Fundamentos de Ecologia. Artmed Editora, 200.
251p.

4

PHILIPPI

JR,

A,

PELICIONI,

M.C.F.

Educação

Ambiental

e

Sustentabilidade. São Paulo Manole. 2004. 890p.
5

REIGOTTA, M. O que é educação ambiental. São Paulo. São Paulo: Editora
Brasiliense, 1994

6

RICKLEFS, R. E. A economia da natureza: um livro texto em ecologia
básica. 3ª edição. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan. 470p. 1996.

7

WILSON, Edward Osborne; PETER, Frances M. Biodiversidade. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 657p. 1997.

96

Máquinas, implementos e mecanização agrícola

1

MIALHE, L.G. Máquinas motoras na agricultura. v I. São Paulo: UNSP,
1980.

2

SAAD, O. Máquinas e técnicas de preparo inicial do solo. São Paulo:Nobel,
4 ed.1981.

3

SILVEIRA, G. M. Maquinas para pecuária. São Paulo: editora Nobel, 4º
edição. 1997.

4

SILVEIRA, G. M. Máquinas para colheita e transporte. Viçosa: Aprenda
Fácil, 2001. 290 p.
TESTA, A. Mecanização do Desmatamento: as Novas Fronteiras Agrícolas.
Editora: Agronômica Ceres Ltda. 1983. 313p.

5

Matemática aplicada as ciências agrárias

1

ÁVILA, G. Cálculo das funções de uma variável. 7. ed. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos Editora S. A., 2003.

2

BARDI, J. S. A guerra do cálculo. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2010. 303p.

3

HOFFMANN, L. D.; BRADLEY, G. L.,1940. Cálculo: um curso moderno e
suas aplicações. 9. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos Editora
S. A., 2008. 624 p.

4

HUGHES-HALLETT, D.; MARKS, E. J. Cálculo aplicado. 2. ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2005. 432 p.

5

LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3. ed. São Paulo: Harbra,
1994.

Melhoramento Genético Animal I

1

DUARTE, R. P. Considerações para melhoramento em bovinos de corte.
Guaíba,RS: Agropecuária, 2000. 148 p.

2

LOPES, P. S. Teoria do Melhoramento Animal, Belo Horizonte, FEPMVZ,
2005,118p.
97

3

MENDES,

P.

A.

C.

Aspectos

técnicos

da

ovinocaprinocultura:

melhoramento genético. Fortaleza, CE: SEBRAE, c2003. 31 p.
4

PEREIRA, J.C.C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal.
Belo Horizonte, Ed. FEPMVZ,5ª, 2008. 618p.

5

SILVA, R.G. Métodos de genética quantitativa aplicados ao melhoramento
animal. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de Genética, 1982

Melhoramento Genético Animal II

1

GIANNONI, M.A.; GIANNONI, M.L. Genética e melhoramento de rebanhos
nos trópicos.São Paulo: Nobel, 1988.

2

LOPES, P. S. Teoria do Melhoramento Animal Editora FEPMVZ - Editora
Belo Horizonte,2005.

3

PEREIRA, J.C.C. Melhoramento genético aplicado aos animais domésticos.
Belo Horizonte: ESV-UFMG.1983.

4

OTTO, P. G.; Genética básica para veterinária. 4 edição – São paulo:
Editora Roca, 2006.

5

RESENDE, M. D. V.; Genética e melhoramento de ovinos. Curitiba.Ed.
UFPR, 2002.

Metodologia da pesquisa

1

BARROS, A. J. P. de; LEHFELD, N. A. S. Projeto de pesquisa: propostas
metodológicas. Petrópolis: Vozes, 2004. 102p.

2

COSTA, A. R. F.; BERTOLDO, E.; PIZZI, L. C. V.; BARRIOS, S. Orientações
metodológicas para produção de trabalhos acadêmicos. 8. ed. Maceió, AL:
EDUFAL, 2010. 113 p.

3

FRANÇA, J. L.; VASCONCELLOS, A. C. Manual para normalização de
publicações técnico-científicas. 8. ed. Belo Horizonte, MG: Ed. da UFMG,
2009.. 258 p.

4

MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos,
resenhas. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2004. 323 p.
98

5

THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. 13. ed. São Paulo: Cortez,
2004. 108p.

Microbiologia Geral

1

ACTOR, J. K. Imunologia e microbiologia. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier,
2007. 184p.

2

HIRSH, D. C; ZEE, Y. C. Microbiologia veterinária. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003. 446 p.

3

LACAZ-RUIZ, R. Manual prático de microbiologia básica. São Paulo:
EDUSP, 2000 129 p.

4

MADIGAN, M. T.; MARTINKO, J. M.; PARKER, J. Microbiologia de
Brock. 10. ed. São Paulo, SP: Pearson Prentice Hall, 2004. xiv, 608 p.

5

PRACTICAL handbook of microbiology. 2nd. Boca Raton, United States:
CRC, 2009.853p.

Morfologia e fisiologia vegetal

1

AWAD, M.; CASTRO, P. R. C. Introdução à fisiologia vegetal. 2. ed. São
Paulo: Nobel, 1992. 177 p.

2

GEMTCHUJNICOV, I.D. Manual de taxonomia vegetal: plantas de interesse
econômico agrícolas, ornamentais e medicinais. Editora Agronômica Ceres,
1976. 368p.

3

FERREIRA, G.C; HOPKINS, M.J.G. Manual de identificação botânica e
anatômica - angelim. Belém, PA: EMBRAPA Amazônia Oriental, 2004.
101p.

4

FLORES-VINDAS, E. M. La planta: estructura y función. Cartago: Libro
Universitario Regional, 1999.

5

PASSOS, L. P. Métodos analíticos e laboratoriais em fisiologia vegetal.
Coronel Pacheco, MG: EMBRAPA - Centro Nacional de Pesquisa de Gado
de Leite, 1996.

99

Nutrição de ruminantes

1

FARM animal metabolism and nutrition. Wallingford, Oxon; New York: 2000.
438 p.

2

LANA, R. de P. Sistema Viçosa de formulação de rações. 4. ed. Viçosa, MG
Editora Universidade Federal de Viçosa, 2007. 91 p

3

LANA, R. de P. UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Nutrição e
alimentação animal: (mitos e realidades). 2. ed., rev. Viçosa, MG: UFV,
2007.. 344 p.

4

LUCCI, C. de S. Nutrição e Manejo de Bovinos Leiteiros. São Paulo/SP.Ed.
Manole, 1997.

5

SILVA, S.; BARUSELLI, M S. Os dez mandamentos da suplementação
mineral. Guaíba,RS: Agropecuária, 2001

6

SILVA, D.J; QUEIROZ, A. C. de; SILVA, D. J. Análise de alimentos: métodos
químicos e biológicos. 3. ed. Viçosa: UFV, 2004. 235 p.

Nutrição de não ruminantes

1

FARM animal metabolism and nutrition. Wallingford, Oxon; New York: 2000.
438 p.

2

SILVA, D. J. Análise de Alimentos (métodos químicos e biológicos).
Viçosa:Imprensa Universitária - UFV. 1990.

3

NUNES, I. J. Nutrição Animal Básica. Belo Horizonte: Ed. FEP- MVZ/UFMG,
2 ed. 1998.

4

SAKOMURA, N.K.; ROSTAGNO, H S. Métodos de pesquisa em nutrição de
monogástricos. Jaboticabal, SP: FUNEP, 2007. 283 p.

5

TISSERAND, J. L. A alimentação prática do cavalo. São Paulo: Andrei,
1983. 83p.

Parasitologia zootécnica

100

1.

CARMONA, M. M; DIAS, J. C S. Fundamentos de acarologia agrícola.
Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1996. 423 p.

2.

CESPEDES, C O. C.; CRUZ, J. Carrapato: controle ou erradicação. 2. ed.
Guaíba: Agropecuária, 1997,176 p.

3.

MARCONDES, C.B. Doenças Transmitidas e Causadas por Artrópodes.
Editora ATHENEU. 557p. – disponível on line – portal periódicos CAPES.

4.

PENTEADO, S. R. Criação animal orgânica: procedimentos para a
conversão orgânica. 2. ed. Campinas: Via Orgânica, 2010. 184 p.

5.

REY, L. Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos
trópicos ocidentais. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 883p.

Química geral e analítica

1

BUCHANAN, B. B.; GRUISSEM, W.; JONES R. L. Biochemistry e molecular
biology of plants. 2000. 1367p.

2

BRADY, J. E. & HUMISTON, G. E. Química Geral. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos. Editora S.A., 1994. V 1 e V 2.

3

CAMPBELL, M. K. Bioquímica. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. 752 p.

4

MAHAN, B. H. Química: um curso universitário. 2. ed. rev. São Paulo, SP:
Edgard Blücher, 1972. 654p.

5

ORDOÑEZ PEREDA, J. A. Tecnologia de alimentos. Porto Alegre, RS:
Artmed, 2005.

Reprodução animal

1

INSEMINAÇÃO artificial em bovinos: convencional e em tempo fixo. Viçosa,
MG: Centro de Produções Técnicas, 2009. 1 Disco Laser (90 min.) DVD.

2

MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6 ed. Porto Alegre: Sulina, 1987.

3

NOAKES, DAVID E. Fertility and Obstetrics in Cattle. Fertilidade e
obstetricia em bovinos. São Paulo: Varela, 1991.

4

PALHANO. Reprodução em Bovinos - Fisiopatologia, Terapêutica Manejo e
Biotecnologia. 1a ed. LF Livros. 2008.
101

5

SAWADA, H.; INOUE,N.; M. IWANO. Sexual Reproduction in Animals and
Plants. editora: Springer Japan. 2014. Disponível on line – portal Periodicos
CAPES.

Sociologia rural

1

BERTRAND, A. L. Sociologia rural: uma análise da vida

rural

contemporânea. São Paulo: Atlas, 1973. 511 p.
2

FREYRE, G. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o
regime da economia patriarcal. 51. ed. São Paulo: Global, 2006. 727 p.

3

JOHNSON, A. G. Dicionário de sociologia: guia prático da linguagem
sociológica. Rio de Janeiro: J. Zahar, 1997. 300 p.

4

HILLYARD, S. The Sociology of Rural Life. 2007. Disponível on line – portal
periódicos CAPES.

5

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Sociologia geral. 7. ed. rev. e ampl. São
Paulo: Atlas, 1999. 373 p.

6

SILVA, A. L.; FERREIRA, M. K. L. Antropologia, história e educação: a
questão indígena e a escola. 2. ed. São Paulo: Global, 2001. 396p.

7

SADEK, M.T. Justiça e cidadania no Brasil. 2009. 117p. Disponível on line
– portal periódicos CAPES.

Suinocultura

1

MACHADO, L.C.P. Os suínos. Porto Alegre: Editora Granja, 1967. 622p.

2

GODINHO, J.F. Suinocultura: tecnologia moderada formação e manejo de
pastagens. 2. ed. São Paulo: Nobel, 1995. 263 p.

3

CAVALCANTI, S. S. Produção de suínos. Campinas. SP.Instituto
Campineiro de Ensino Agrícola, 1964, 453 p.

4

ENSMINGER, N. G. Produccion Porcina. Buenos Aires, 1973, 540 p

5

POND, N.G.& Maner, J.H. Production de cerdos em climas Templados Y
Tropicales. Zaragoza, Acribia, 1976. 875 p.

102

Tecnologia de produtos cárneos e pescados

1

BOBBIO, P. A; Química do processamento dos alimentos. 2 edição editora
Varela, 1992.

2

BOBBIO, F. A; Manual de laboratório de química dos alimentos. Livraria
Varela. 2003.

3

LAWRIE, R. A; Ciência da carne. 6 edição. Porto Alegre: Artmed, 2005

4

OETTERER, M. et. al.; Fundamentos de ciência e tecnologia de alimentos.
Editora Manole, 2006.

5

OLIVO, R.; OLIVO, N. O mundo das carnes: Ciência, Tecnologia e Mercado.
Global Food, 2006.

Tecnologia de produtos lácteos e ovos
1

GAVA, A. J. Princípios de Tecnologia de Alimentos. 7ª Ed.. São Paulo:
Nobel, 1984.

2

MIDIO, A. F.; MARTINS. D. I. Toxicologia de Alimentos. São Paulo: Livraria
Varela.2000. 295p.

3

PARDI, M. C., SANTOS, I. C. SOUZA, E. P., PARDI, H. S. Ciência Higiene
e Tecnologia da Carne. v. 1. Goiânia: Editora da UFG. 1996.

4

PARDI, M. C., SANTOS, I. C. SOUZA, E. P., PARDI, H. S. Ciência Higiene
e Tecnologiada Carne. v. 2. Goiânia: Editora da UFG. 1996.

5

SILVA, J. A. Tópicos da Tecnologia de Alimentos. São Paulo: Livraria
Varela. 2000. 227p.

Topografia

1

BORGES, A. C. Exercícios de topografia. 3. ed. rev. e ampliada. São Paulo:
E. Blucher, 1975. 192 p

2

BORGES, A. C. Topografia – Aplicada à Engenharia Civil. Vol.2. 1992.

3

ESPARTEL, L. Curso de topografia. 7.ed. Rio Grande do Sul: Globo, 1980.
655p.
103

4

LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia Contemporânea. 3 ed. UFSC.2007.

5

MCCORMAC, J. Topografia. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 391 p.

Zoologia aplicada a Zootecnia

1

AMILCAR, M. Fundamentos de zoologia sistemática. Fundação Calouste
Gulbenkian, 1989. 305p.

2

KARDONG, K. V. Vertebrados: anatomia comparada, função e evolução. 5.
ed. São Paulo: Roca, 2011. 913p.

3

MARGULIS, L.; SCHWARTZ, K. V. Cinco reinos: um guia ilustrado dos filos
da vida na terra. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. 497 p.

4

PANIZZI, A. R.; PARRA, J. R. P. Bioecologia e nutrição de insetos: base
para o manejo integrado de pragas. Brasilia: Embrapa Informação
Tecnológica, 2009. 1164 p.

5

SILVEIRA NETO, S. Manual de ecologia dos insetos. Piracicaba, SP:
Agronômica Ceres, 1976. 419 p.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA E COMPLEMENTAR:
DISCIPLINAS ELETIVAS

Animais silvestres
Básica:
1.

C.P.T. - CENTRO DE PRODUÇÕES TÉCNICAS. Criação de jacaré. Viçosa-

MG: Editora Fácil, 1997.
2.

DEUSTSCH, L. Os animais silvestres. Editora Globo, 1988. 191p.

3.

HOSKEN, F,M.; SILVEIRA, A.C. Criação de Emas. Viçosa-MG: Editora

Aprenda Fácil, 2003. 366p.
Complementar:
1. BRASIL Ministério do Meio Ambiente. Ministerio da Educação e Cultura
Secretaria Geral. Livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção.
Brasília: Belo Horizonte: MMA, Fundação Biodiversitas, 2008.
104

2. DEEMING, D.C. Incubação de Ovos de Avestruz, Ema, Emu e Casuar Editora:
Centro de Produções Técnicas, 2006.
3. NATIONAL RESEARCH COUNCIL (US) Committee on Agricultural Land Use
and Wildlife Resources. Land Use and Wildlife Resources. 1970. Washington
(DC). Disponível on line – portal Periódicos CAPES.
4. NEME, F. J. P. Campanhas Ecológicas Para Um Mundo Melhor. Editora ícone.
5. SOUZA, J. D'Arc S. Criação de avestruz. Viçosa, MG: Aprenda Fácil Editora,
2004. 211 p.

Aquicultura especial
Básica:
1.

CONCEIÇÃO, M.B. (eds). O mexilhão Perna perna (L): Biologia, Ecologia e

Aplicações. Rio de Janeiro: Interciência, p. 85-103, 2008.
2.

BARBIERI JR., R.C. & OSTRENSKY, A.N., 2001. Camarões Marinhos –

Reprodução, Maturação e Larvicultura. Vol I. Ed. Aprenda Fácil. 256 pp; Camarões
Marinhos – Engorda, Vol II. Ed. Aprenda Fácil. 351pp.
3

LIMA, L. S.; CRUZ, T. A.; MOURA, O. M. Ranicultura: análise da cadeia

produtiva. Editora Folha de Viçosa, Viçosa, 1999, 172p.
Complementar:
1. MENEZES, Américo. Aquicultura na prática: peixes, camarões, ostras,
mexilhões e sururus. 4. ed., rev., ampl. e atual. Vila Velha, ES: Hoper, 2009.
143 p.
2. METODOLOGIA do Programa SEBRAE: aqüicultura. Brasília, DF: SEBRAE,
2001. 98 p.
3. MOTOS,L.; WILSON, D.C.

Developments in Aquaculture and Fisheries

Science. 2006. 464p. disponível on line – Portal Períodicos CAPES.
4. PRODUÇÃO de alevinos. Viçosa, MG: Centro de Produções Técnicas, 2008. 1
disco laser (53 min) : NTSC : son., color. + 1 manual. 192 p.
5. OECD. Advancing the Aquaculture Agenda. Workshop Proceedings. 2010.
428p. disponível on line – Portal Periódicos CAPES.

Avicultura especial
105

Básica:
1.

ALBINO, L.F.T.; BARRETO, S.L.T. Criação de codornas para produção de ovos

e carne. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2003.
2.

LANA, G.R.Q. Avicultura. Campinas: LIVRARIA RURAL, 2000. 268p.

3.

LEIPZIG, E K. Fisiologia Veterinária. Ed. Guanabara Koogan S.A, 1984.

Complementar:
1. CRIAÇÃO orgânica de frangos de corte e aves de postura. Viçosa, MG: Centro
de Produções Técnicas, 2008. 1 disco laser (67min.) : NTSC : son. color. ; + 2
manuais parte. 276 p.
2. FERREIRA, M. G. Produção de aves : corte e postura. 2. ed. Guaíba, RS:
Agropecuária, 1993. 118 p.
3. MURAKAMI, A. E.; ARIKI, J. Produção de codornas japonesas. Jaboticabal,
SP: FUNEP, 1998. 79 p.
4. SOUZA, J. D. S. Criação de avestruz. Viçosa, MG: Aprenda Fácil Editora, 2004.
211 p.
5. SOUZA, D. Todas as aves do Brasil: guia de campo para identificação. Feira
de Santana, BA: Editora Dall, 1998. 238p.

Avaliação e tipificação de carcaça
Básica:
1.

GOMIDE, L.A.M.; RAMOS, E.M.; FONTES, P.R. Tecnologia de abate e

tipificação de carcaças. Viçosa: UFV, 2006. 370p.
2.

RAMOS, E. M.; GOMIDE, L. A. de M. Avaliação da qualidade de carnes:

fundamentos e metodologias . Viçosa, MG: Editora UFV, 2007. 599 p.
3.

PINTO, P.S.A. Inspeção e higiene de carnes. Viçosa, MG: Editora UFV, 2008..

320 p.

Complementar:
1. COMO montar e operar pequenos e médios abatedouros de bovinos e suínos.
Viçosa, MG: Centro de Produções Técnicas, 2007 1 disco laser : NTSC : son.
color. ; + 1 manual, 204 p.

106

2. CORTE e embalagem de carne bovina e suína. Viçosa, MG: Centro de
Produções Técnicas, 1999. 1 disco laser (59 min): NTSC : son., color ; + 1
manual, 62 p.
3. EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Curso qualidade
da carne e dos produtos cárneos. Bagé: EMBRAPA CPPSul. (Documentos,
24), 2000. 174 p.
4. PRICE, J.F.; SCHWEIGERT, B.S. Ciencia de la carne y de los productos _
carnicos. Tradução de FUENTE, J.L. Zaragoza: Acribia, 1994. 2 ed., Tradução
de “The science of meat and meat products.
5. WILSON, W. G. Wilson's inspeção prática da carne. 7.ed. São Paulo, SP: Roca,
2009. 308 p.

Bubalinocultura
Básica:
1.

EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL. Búfalos: o produtor pergunta, a EMBRAPA

responde. Brasília, DF: EMBRAPA, 2000. 176 p. (Coleção 500 perguntas 500
respostas).
2.

EMBRAPA Criação de búfalos: alimentação, manejo, melhoramento e

instalações, -1993.
3.

ETENE, A Criação de búfalos no Nordeste. Banco do Nordeste do

Brasil(B.C.B.)- -FORTALEZA-CE.
Complementar:
1. ASSUMPÇÃO, J. C. Bufalando sério. Guaíba,RS: Agropecuária, 1996. 131 p.
2. FEDERACITE, et al. O bufalo e sua rentabilidade. Guaíba, RS: Agropecuária,
1994. 91p.
3. MUNARETTI, N. O búfalo na mesa. Guaíba,RS: Agropecuária, 1995. 92 p.
4. OLIVEIRA, C.J.C.; ALMEIDA. A.M.L.; SOUZA FILHO, U. A. O búfalo no Brasil.
Cruz das Almas,BA : Ed. da UFBA, 1997. 236p.
5. OLIVEIRA, M. B. Búfalo: gado do futuro. Salvador, BA. 2002. 190 p.

Conforto térmico e ambiência animal
107

Básica
1.

BAÊTA, F.C.; SOUZA, C.F. Ambiência em Edificações Rurais. Conforto animal.

Viçosa-MG, Editora UFV, 1997. 246p.
2.

CHARLES, D.R 1994. Livestock Housing. Cambridge: Cambridge University

Press. 427p.
3.

FROTA, A. B.; SCHIFFER, S. R. Manual de conforto térmico. 7. ed. São Paulo:

Nobel, 2003. 243p.
Complementar:
1. COSTA, E. C. Física aplicada à construção: conforto térmico. 4. ed. rev. São
Paulo: Edgard Blücher, 2003. 264 p.
2. CURTIS, S.E. Environmental management in animal agriculture. AMES. The
Iowa State University, 1983. 409p.
3. EMBRAPA GADO DE LEITE. Conforto animal para maior produção de leite.
Viçosa, MG: Centro de Produções Técnicas, 2008. 1 disco laser (55 min.) :
NTSC, son., color. ; + 1 manual técnico, 252 p.
4. SCHMID, A. L. A idéia de conforto: reflexões sobre o ambiente construído.
Curitiba: Pactoambiental, 2005. 339 p.
5. SISTEMA orgânico de criação de suínos. Viçosa, MG: Centro de Produções
Técnicas, 2001. 1 DVD (59 min): NTSC : son., color. ; + 1 manual, 182 p.

Contabilidade rural
Básica:
1

MARION, J.C. Contabilidade da pecuária. 7. ed. Atlas, 2004. 216 p.

2

BATALHA, M O. Gestão agroindustrial. 2v. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2001.

3

MARION, J. C. Análise das demonstrações contábeis: contabilidade

empresarial. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2005. 310 p.
Complementar:
1. BARBOSA, F. A.; SOUZA, R.C. Administração de fazendas de bovinos: leite e
corte. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2007. 342 p.
2. CREPALDI, S. A. Contabilidade rural: uma abordagem decisorial. 4. ed. rev.,
atual. e ampl. São Paulo: Atlas, 2006. 337p.

108

3. MARION, J. C. Contabilidade e controladoria em agribusiness: Atlas, 1996.
222p.
4. NEPOMUCENO, F. Contabilidade rural e seus custos de produção: F.
Nepomuceno.. São Paulo (SP): Thomson, c2004. 308 p.
5. SANTOS, G J.; MARION, J C.; SEGATTI, S. Administração de custos na
agropecuária. 3. ed. : Atlas, 2002. 139 p.

Comunicação rural
Básica:
1

BORDENAVE, J. E. D. O que é comunicação rural? São Paulo: Brasiliense,

1995. 106p.
2

FREIRE, P. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra,1977. 93p.

3

JAKUBASZKO, R. Marketing rural: como se comunicar com o homem que fala

com Deus. 2. ed. Viçosa, MG: UFV, 2006. 204 p.
Complementar:
1. ABREU, A. S. A arte de argumentar: gerenciando razão e emoção. 13. ed.
Cotia, SP: Ateliê, 2009. 143 p.
2. COELHO, F.M.G. A arte das orientações técnicas no campo: concepções e
métodos. Viçosa: Ed. UFV, 2005.
3. DIAZ BORDENAVE, J. E. Além dos meios e mensagens: introdução à
comunicação como processo, tecnologia, sistema e ciência. 3. ed. Petrópolis:
Vozes, 1986. 110 p
4. KUNSCH, M. M. K. org. A comunicação como fator de humanização das
organizações. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2010. 253 p.
5. ZUIN, L. F. S. Produção de alimentos tradicionais: extensão rural. São Paulo:
Idéias & Letras, 2008. 219 p.

Cunicultura e animais de biotério
Básicas:
1.

BLAS, C. Alimentacion Del conejo. Madri: Mundi-Prensa, 1984, 215 pp.

2.

MELLO, E.V. & SILVA, J.F. Aprenda a criar coelhos. Rio de Janeiro: Globo,

1988, 214pp.
109

3.

VALDEREZ, B.V. Manual para técnicos de biotério. São Paulo.

Complementar:
1. ALCOCK, J.

Animal

behavior:

an

evolutionary

approach.

9th

ed.

Massachusetts:Sinauer, 2009. 606 p.
2. LIMA, L. G. Lições de criação de coelhos em forma de versos. Maceió, AL:
Editora Q Gráfica, 2010. 83 p.
3. MELLO, H. V.; SILVA, José Francisco da. Criação de coelhos. Viçosa, MG:
Aprenda Fácil, 2003. 259 p.
4. SANTOS, Ana Cristina Brito dos (... [et al.]). Manual para usuários do biotério.
Maceió: EDUFAL, 2003. 53 p.
5. VIEIRA, Marcio Infante. Carne e pele de coelho: produção, comercio, preparo.
São Paulo: INFOTEC, 1993. 64 p.

Culturas agrícolas de interesse zootécnico
Básicas:
1.

DIB NUNES JR., M.S. Variedades de cana-de-açúcar. In: PARANHOS, S.B.

Cana-de-açúcar: cultivo e utilização. Campinas: Fundação Cargill, 1987. V.2, p.187259.
2.

EMBRAPA, O cultivo da mandioca. Circular Técnica, N.37, 2000.

3.

MOREIRA, H.A . Cana-de-açúcar na alimentação de bovinos. Informe

Agropecuário., 1983. V.9, n.108, p.14-16.
Complementar:
1. BRAGA, Jose Mario; Universidade Federal de Viçosa. Avaliação da fertilidade
do solo: (analise química). Viçosa [MG]: UFV, Dep. de Solos, 1980.
2. ECOFISIOLOGIA de cultivos anuais: trigo, milho, soja, arroz e mandioca. São
Paulo, SP: Nobel, 1999. 126 p.
3. EMBRAPA GADO DE LEITE. Cana uréia: alimento de baixo custo para
bovinos.. Viçosa, MG: Centro de Produções Técnicas, 2008. 1 disco laser (61
min) + 1 manual. 158 p.
4. FLORES-VINDAS, Eugenia M. La planta: estructura y función. Cartago: Libro.
Universitario Regional, 1999.

110

5. SILVEIRA, Gastão Moraes da. Máquinas para plantio e condução das culturas.
Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2001. 334 p.

Direito agrário e ambiental
Básica:
1

COELHO, JF.L. Contratos Agrários: uma visão neo-agrarista. Porto Alegre:

Juruá, 2006.
2

MARQUES, B.F.. Direito Agrário Brasileiro. São Paulo: Atlas, 2012.

3

OPTIZ, S. C. B. Curso Completo de Direito Agrário/ Sílvia C. B. Optiz, Oswaldo

Optiz. – São Paulo: Saraiva, 2010.
4

FERREIRA FILHO, M. G. Direitos Humanos Fundamentais. São Paulo:

Saraiva, 1995.
Complementar:
1. AUTO, P. C. C. Unidades de conservação em Alagoas. Maceió: IBAMA, 1998.
239 p.
2. FRANKE, W. A interferência estatal nas cooperativas: aspectos constitucionais,
tributários, administrativos e societários. Porto Alegre: S. A. Fabris, 1888. 128p.
3. SACHS, I. Desenvolvimento e direitos humanos. Maceió: PRODEMA/UFAL,
2000. 59 p.
4. SALLES, V.(coord.). Guia do meio ambiente: interior de Alagoas. Maceió:
Projeto IMA-GTZ, 1995. 186 p.
5. VICTORINO, C. J. A. Canibais da natureza: educação ambiental, limites e
qualidade de vida. Petrópolis, RJ: Vozes, 2000. 187p.

Fundamentos de Estrutiocultura
Básica:
1

DEEMING, D.C. Incubação de Ovos de Avestruz, Ema, Emu e Casuar Editora:

Centro de Produções Técnicas, 2006.
2

LANA, G.R.Q. Avicultura. Campinas: LIVRARIA RURAL, 2000. 268p.

3

SOUZA, J.D.A. Criação de Avestruz , Aprenda Fácil Editora, 2004.

Complementar:
111

1.

CUNNINGHAN, J.G. Tratado de fisiologia veterinária. 3a ed. Rio de

Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
2.

FERREIRA, M. G. Produção de aves: corte e postura. 2. ed. Guaíba, RS:

Agropecuária, 1993. 118 p.
3.

MALAVAZZI, G.. Avicultura: manual prático. Nobel, 1999. 156 p.

4.

OLIVEIRA, A.A.P, NOGUEIRA FILHO, A.; EVANGELISTA, F. R.. A

avicultura industrial no nordeste: aspectos econômicos e organizacionais.
Fortaleza: Banco do Nordeste do Brasil, 2008. 158 p.
5.

SCHOPFLOCHER, R. Avicultura lucrativa: cria de gallinas, patos, pavos

y gansos. 4. ed. Buenos Aires, AR: MARCHINO, 1965. 418 p.

Gestão empresarial e marketing
Básica:
1

BERNARDI, L.A. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos e

estratégias. São Paulo: Atlas, 2002. 320p.
2

PARSON, L.J.; DALRYMPLE, D.J. Introdução à administração e marketing. Rio

de Janeiro: LTC, 2003. 271p.
3

CARVALHO, H. R. ISO 9000: o passaporte para a qualidade. Rio de Janeiro:

Campus,1996.259p.
Complementar:
1. BARBOSA, F. A.; SOUZA, R.C. Administração de fazendas de bovinos: leite e
corte. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2007. 342p.
2. EMBRAPA SUÍNOS E AVES. Gestão ambiental na suinocultura. 1. ed. Brasilia
, DF: Embrapa Informação Tecnológica, c2007. 302 p.
3. GOLTSCHALL, C. Gestão e manejo para bovinocultura de leite. Guaíba,RS:
Agropecuária, 2002. 182 p.
4. GESTÃO dos recursos naturais: subsídios à elaboração da Agenda 21
brasileira. Brasília: Ministerio do Meio Ambiente, 2000. 200 p.
5. MAGERA, M. Os empresários do lixo: um paradoxo da modernidade : análise
interdisciplinar das cooperativas de reciclagem de lixo. 2. ed. Campinas: Átomo,
2005. 193p.

112

Entomologia aplicada a Zootecnia
Básicas:
1

BORROR, D. J., DELONG, D.M. Introdução ao estudo dos insetos. Sao Paulo:

Edgard Blucher, 1988. 653 p.
2

GULLAN, P. J., CRANSTON, P. S. Os insetos: um resumo de entomologia.

3.ed. São Paulo. Rocca, 440 p.
3

LOUREIRO, M.C., et al. Práticas de entomologia. Vicosa: UFV, 1981. 108p.

Complementar:
1. ALMEIDA, L.M., COSTA, C.S.R. & MARINONI, L. Manual de Coleta,
Conservação, Montagem e Identificação de Insetos. Holos, Editora, Ribeirão
Preto, SP. 1998. 78p.
2. BARBERA, C. Pesticidas Agrícolas. Edmega. Barcelona. 1976. 569p.
3. CAVEIRO, H.S. Inseticidas e Acaricidas - Toxiologia - Receiturário Agronômico.
Livroceres. Piracicaba. 1982. 412p.
4. EMBRAPA GADO DE LEITE. Controle de carrapato, berne e mosca dos
chifres. Viçosa, MG: Centro de Produções Técnicas, 2001. 1 disco laser (57
min) : NTSC : son., color. 1 manual.138 p.
5. SILVEIRA NETO, S. Manual de ecologia dos insetos. Piracicaba, SP:
Agronômica Ceres, 1976. 419 p.

História da África
Básica:
1

BOAHEN, A. A. (ORG.) Historia geral da África: África Sobre Dominação

Colonial.Tradução. João Alves dos Santos. São Paulo, Ática, Paris UNESCO, 1991.
2

SARAIVA, J. F. Sombra. Formação da África Contemporânea. São Paulo, edit.

Atual, 1997.
3

SILVA, A.C. A Enxada e a Lança: A África antes dos Portugueses. Rio de

Janeiro, Nova Fronteira (EDUSP), 1992.
Complementar:
1. FREYRE, G. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o
regime da economia patriarcal. 51. ed. São Paulo: Global, 2006. 727 p.

113

2. JOHNSON, A. G. Dicionário de sociologia: guia prático da linguagem
sociológica. Rio de Janeiro: J. Zahar, 1997. 300 p.
3. HILLYARD, S. The Sociology of Rural Life. 2007. Disponível on line – portal
periódicos CAPES.
4. SILVA, A. L.; FERREIRA, M. K. L. Antropologia, história e educação: a questão
indígena e a escola. 2. ed. São Paulo: Global, 2001. 396p.
5. SADEK, M.T. Justiça e cidadania no Brasil. 2009. 117p. Disponível on line –
portal periódicos CAPES.

Inglês instrumental
Básica:
1

MARTIN, E A. (Ed.)(2003). Dictionary of Law. 5. ed. Oxford : Oxford University

Press.
2

HEWINGS, M. (2000). Advanced Grammar in Use: a self study reference and

practice book for advanced learners of English. Cambridge University Press.
3

MURPHY, R. (1998). English Grammar in Use: a self study reference and

practice book for intermediate students. 2. ed. Cambridge : Cambridge University
Press.
Complementar:
1. MARTIN, E. A. (Ed.)(2003). Dictionary of Law. 5. ed. Oxford : Oxford University
Press.
2. HEWINGS, M. (2000). Advanced Grammar in Use: a self study reference and
practice book for advanced learners of English. Cambridge University Press.
3. MURPHY, R. (1998). English Grammar in Use: a self study reference and
practice book for intermediate students. 2. ed. Cambridge : Cambridge
University Press.
4. SOUZA, A G F. et al. (2005). Leitura em Língua Inglesa: uma abordagem
instrumental. São Paulo: Disal.
5. SWAN, M. (2005). Practical English Usage. Oxford University Press.

Libras
Básica:
114

1

GESSER, A. Libras? que língua e essa?: crenças e preconceitos em torno da
língua de sinais e da realidade surda. São Paulo, SP: Parabola, 2009. 87 p.

2

PACHECO, J; EGGERTSDOTTIR, R.; MARINOSSON, G. L. Caminhos para a
inclusão: um guia para o aprimoramento da equipe escolar. Porto Alegre:
Artmed, 2007. 230 p. + 1 CD-ROM.

3

SAMPAIO, C.T. SAMPAIO, S.M.R. Educação inclusiva: o professor mediando
para a vida. EDITORA: Edufba, 2009. 162p. Acesso livre on line – portal
periódicos CAPES.

Complementar:
1. DÍAZ, F. et al (ORG)Educação inclusiva, deficiência e contexto social: questões
contemporâneas. EDITORA: Edufba, 2009. 162p. Acesso livre on line – portal
periódicos CAPES.
2. LAZZARINI NETO, S. Saúde de rebanhos de corte. 2. ed. Viçosa, MG: 2001.
Aprenda Fácil, 132 p.
3. PENTEADO, S.R. Criação animal orgânica: procedimentos para a conversão
orgânica. 2. ed. Campinas: Via Orgânica, 2010. 184 p.
4. SOUSA, I.S.F.; CABRAL, J R. F. Ciência como instrumento de inclusão social.
Brasilia, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 2009. 386 p.
5. VALLE, T.G.M., MAIA, A.C.B., Aprendizagem e comportamento humano.
Editora UNESP. 2010. 255p. Acesso livre on line – portal periódicos CAPES.

Manejo de plantas daninhas em pastagens
Básica:
1

BOOTH, B.D., MUYPHY, S.D., SWANTON, C.J. Invasive Plant Ecology in

Natural and Agricultural Systems. Cambridge: CABI Publishing Press. 2011, 288p.
2

ALBERTI GÓMEZ, J.C. Revolução Forrageira. Guaíba,RS: Agropecuaria,

1998.96 p.
3

FONSECA, D.M; MARTUSCELLO, J.A. Plantas Forrageiras . Viçosa: Editora

UFV,2011. 537 p.
Complementar:
1. BRADY, N.C. Natureza e propriedades do solo. 7ª ed. Trad. FIGUEIREDO
FILHO, A.B. Rio de Janeiro: Freitas Barros, 1989. 898p.
115

2. GULLAN, P. J., CRANSTON, P. S. Os insetos: um resumo de entomologia.
3.ed. São Paulo. Rocca, 440 p.
3. LOUREIRO, M.C., et al. Práticas de entomologia. Vicosa: UFV, 1981. 108p.
4. PRIMAVESI, A. Manejo ecológico de pastagens, 1, Nobel.
5. SILVA, S. C. NASCIMENTO JÚNIOR, D., EUCLIDES, V B. P. Pastagens:
Conceitos Básicos, Produção e Manejo, 1, UFV,2009.

Manejo do solo, calagem e adubação
Básica:
1

BRADY, N.C. Natureza e propriedades do solo. 7ª ed. Trad. FIGUEIREDO

FILHO, A.B. Rio de Janeiro: Freitas Barros, 1989. 898p.
2

MELLO, F.A.F.; BRASIL SOBRINHO, M.O.C.; ARZOLLA, S.; SILVEIRA, R.I.;

NETTO, A.C. & KIEHL, J.C. Fertilidade do solo. 3ª ed. São Paulo: Nobel, 1989. 400p.
3

KIEHL, E.J. Fertilizantes orgânicos. São Paulo: CERES, 1985. 492p.

Complementar:
1. BRAGA, J.M.; Universidade Federal de Viçosa. Avaliação da fertilidade do
solo: (analise quimica). Viçosa [MG]: UFV, Dep. de Solos, 1980.
2. GONÇALEZ, D. A; COSTA, C.; CAMPOS, L. Solos tropicais sob pastagem:
características e técnicas para correção e adubação. São Paulo: Ícone, 1992.
76 p
3. KIEHL, J.C. Manual de edafologia: relação solo-planta. São Paulo: Ceres ,1979.
264p.
4. SCHNEIDER, P.; GIASSON, E.; KLAMT, E. Classificação da aptidão agrícola
das terras: um sistema alternativo. Guaíba, RS: Agrolivros, 2007. 70p.
5. TRINDADE, T.P. et al. Compactação dos solos: fundamentos teóricos e
práticos. Viçosa, MG: 2008. 95p.

Microbiologia dos alimentos
Básica:
1

PEREIRA, L.; PINHEIRO, AN; SILVA, G.C. Alimentos seguros: higiene e

controles em cozinhas e ambientes de manipulação. São Paulo: Senac, 2010. 94 p.

116

2

WALKER, T. S; CHIMELLO, E. (Trad). Microbiologia. Rio de Janeiro: Revinter,

2002. 500p.
3

VIEIRA, R.H.S.F(Coord.). Microbiologia, higiene e qualidade do pescado: teoria

e prática. São Paulo: Varela, 2004. 380 p.
Complementar:
1. BIER, O. Microbiologia e Imunologia. Ed. Melhoramentos, 1994.
2. QUINN, P. J et al. Microbiologia veterinária e doenças infecciosas. Porto Alegre:
Artmed, 2005. 512 p.
3. TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R; CASE, C. L. Microbiologia. 8. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2006.. 894 p.
4. WALKER, T. S; CHIMELLO, E. (Trad). Microbiologia. Rio de Janeiro: Revinter,
2002. 500p.
5. VIEIRA, R. H. S. F. (Coord.). Microbiologia, higiene e qualidade do pescado:
teoria e prática. São Paulo: Varela, 2004. 380 p.

Nutrição e alimentação de cães e gatos
Básica:
1

CASE, L.P.; CAREY, D.P.; HIRAKAWA, D.A. Nutrição canina e felina – Manual

para profissionais. Madri: Harcourt Brace de España, 1998. 424p.
2

EDNEY, A.T.B. Nutrição do cão e do gato – Um manual para estudantes,

veterinários, criadores e proprietários. São Paulo: Malone, 1987. 146p.
3

SWENSON,

M.J.;

REECE,

W.O.

DUKES.

Fisiologia

dos

animais

domésticos.11ª Edição. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan S.A. 1996. 856p.
Complementar:
1. ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição Animal. V 1 e 2, Editora Nobel, 4 ed. . 1990.
2. MAYNARD, L.A., LOOSLI, J.K., HINTZ, H.F., WARNER, R.G. Nutrição Animal.
3ed. Freitas Bastos, R.J., 1984. 736p.
3. NUNES, I.J. Cálculo e avaliação de rações e suplementos. FEP_MVZ
Editora.1998.
4. LANA, R.P. Nutrição e alimentação animal - Mitos e realidades. 1ª ed. 2005.

117

5. RIBEIRO, R. C. Compêndio de rações para cães e gatos: indicador de produtos
nutricionais para medicina veterinária destinadas a rações e gatos 1. ed. São
Paulo, SP: Varela Editora e Livraria, 1998. 111p.

Polinização com abelhas
Básica:
1.

DAFNI, A., KEVAN, P.G., HUSBAND, B.C. Practical Pollination Biology .

Environquest, Ltd. Cambridge, Ontario, Canada, 2005, 590p.
2.

FREE, J. B. Insect Pollination of Crops, London, Academic press, 1993, 684p.

3.

ROUBIK, D. W. Ecology and Natural History of Tropical Bees. Cambridge

university Press, 1989, Cambridge, UK, 514p.
Complementar:
1. COSTA, P. S. C. Manual prático de criação de abelhas. Viçosa –MG: Aprenda
Fácil, 2005.
2. PEREIRA, F. de M.; VILELA, S. L. de O. Estudo da cadeia produtiva do mel do
estado de Alagoas. Maceió: SEBRAE, 2003. 53 p.
3. MILFONT, M. de O.; FREITAS, B. M.; ALVES, J. E. Pólen apícola: Manejo para
a Produção de Pólen no Brasil. 1. ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil Editora, 2011.
v. 3000. 102p
4. LANDIM, C. C. Abelhas: morfologia e função de sistemas. São Paulo, SP:
UNESP, 2008. 407 p.
5. WINSTON, M.L. A Biologia da Abelha. Tradução Carlos A. Osowski. Porto
Alegre. Magister, 2003, 476 p.

Questão agrária e movimentos sociais do campo
Básica:
1

ANDRADE, M C. A terra, o homem e o nordeste. São Paulo: Brasiliense, 1964.

267 p.
2

IANNI, O. Origens agrárias do Estado Brasileiro. São Paulo: Brasiliense, 1984.

3

LINHARES, Maria Yedda e SILVA, Francisco Teixeira da. História da

agricultura brasileira. São Paulo: Brasiliense. 1981.
Complementar:
118

1. FREIRE, P. Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro: Paz e Terra,1977. 93p.
2. OLIVEIRA, D. P. Rebouças de. Manual de gestão das cooperativas: uma
abordagem prática . 6. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2012. 326 p.
3. DIAS, R. Fundamentos de sociologia geral. 4. ed. Campinas, SP: Alínea, 2009.
312 p.
4. MARTINS, C. B. O que é sociologia. São Paulo: Brasiliense, 1982. 98 p.
5. ZUIN, L. F. S. Produção de alimentos tradicionais: extensão rural. São Paulo:
Idéias & Letras, 2008. 219p.

TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO - TIC

A implantação de plataforma de ensino e a capacitação dos docentes do curso
de Zootecnia da UFAL para o uso das ferramentas da Tecnologia da Informação e da
Comunicação têm sido pontos estruturantes para a transformação das aulas
tradicionais, levando a universidade para um novo patamar de interação e facilitando
a acessibilidade e a melhor integração de docentes e discentes às atividades
acadêmicas.
Para essa consolidação a UFAL está se comprometendo com duas ações
básicas preponderantes: a) a substituição dos seus sistemas informatizados
acadêmicos e administrativos; b) reestruturação da rede lógica, em especial o
aumento de velocidade e o alcance da rede, permitindo salas de aula verdadeiramente
eletrônicas. Está, portanto, atenta a novas tendências e desafios para a sociedade em um
mundo contemporâneo e buscando sempre novas práticas pedagógicas.

As ferramentas de Tecnologia da Informação e da Comunicação estão
disponibilizadas por meio de Ambientes Virtuais de Aprendizagem, a Plataforma
Moodle, para aulas na modalidade a Distância e ou semi presencias não
ultrapassando os 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, conforme
orienta a Portaria MEC Nº 4.059, de 10 de dezembro de 2004.
O uso das TICs, por parte dos estudantes com necessidades educacionais
favorece não só o aprendizado, mas a participação, com autonomia, na vida
acadêmica. Assim, a UFAL possui o Núcleo de Assistência Educacional – NAE –
119

visando promover e facilitar a acessibilidade pedagógica, metodológica de informação
e comunicação conforme previstas na Política de Acessibilidade. Desta forma, os
docentes são incentivados a buscar junto a esses núcleos orientações sobre o uso
devido dessas tecnologias. Além disso, no âmbito do curso de Zootecnia CECA/UFAL,
periodicamente realiza-se através da Coordenação do curso e da Comissão estadual
de Ensino do Conselho profissional (CRMV-AL) uma atualização em ensino da da
Zootecnia, ao qual são abordados novas metodologias de interação, ensino e
aprendizagem para os docentes do curso.

AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL

A avaliação conforme concebida no Projeto Pedagógico Institucional – PPI – é
um fator de gestão no sentido de possibilitar correções, reorientar práticas
pedagógicas, refletir sobre os projetos pedagógicos, delimitar os obstáculos
administrativos e se processa no âmbito do curso pelo acompanhamento do Projeto
Pedagógico e pela avaliação da do processo ensino/aprendizagem. Deste modo, ela
se explicita, de forma clara e objetiva, no Projeto Pedagógico de Curso que, deverá
prever tempo amplo para o processo de sua autoavaliação pedagógica.
A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às
demandas da sociedade e da comunidade científica e deve ser entendida como um
processo amplo e co-participativo, respeitando os critérios estabelecidos no
regulamento geral dos cursos de graduação.
Ela transcende a concepção de avaliação da aprendizagem e deve ser
integrada ao PPC como dado que interfira consistentemente na ação pedagógica do
curso, de maneira que garanta a flexibilização curricular e que permita a adequação
do desenvolvimento acadêmico à realidade na qual se insere a UFAL. A avaliação
requer, portanto, por parte de todos os atores envolvidos com o processo educacional,
uma permanente aferição avaliativa do Projeto Pedagógico em relação aos fins préconstituídos, às metas e às ações definidas. Assim, a avaliação deve ser percebida
120

como movimento de reflexão sobre os constitutivos do processo de ensinoaprendizagem, do plano político-pedagógico e das atividades curriculares.
Desta forma, a concepção deste Projeto Pedagógico teve como pilares básicos,
dentre outros, a ideia de uma avaliação permanente voltada para sua constante
adequação aos momentos: acadêmico, técnico, científico e tecnológico vivenciado
pela sociedade atual.
Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação institucional
e acadêmica ensino-aprendizagem - em conformidade com as normas vigentes, de
forma a viabilizar uma análise diagnóstica e formativa durante todo o processo de
implementação do referido projeto. Serão utilizadas estratégias que possam estimular
a discussão ampla do projeto mediante um conjunto de questionamentos previamente
ordenados, visando à detecção e a consequente correção de possíveis falhas
existentes.
Já a avaliação do desempenho docente levada a efeito pelos alunos/disciplinas
através de instrumentos próprios e em conformidade com o processo de avaliação
institucional global, em vigor na UFAL.
A avaliação da aprendizagem está definida pela Resolução no 25/2005 –
CEPE, de 26 de outubro de 2005, compreendendo a frequência e aproveitamento nos
estudos, os quais deverão ser atingidos conjuntamente.
As Instituições de Ensino Superior, nos termos do parecer CNE/CES
0289/2003, deverão adotar formas específicas e alternativas de avaliação, internas e
externas, sistemáticas, envolvendo todos quantos se contenham no processo do
curso, centradas em aspectos considerados fundamentais para a identificação do
perfil do formando, estando presentes o desempenho da relação professor x aluno, a
parceria do aluno para com a instituição e o professor.
A avaliação do curso de Zootecnia CECA/UFAL inclui também: (1) a
organização didático-pedagógica, no que tange à administração acadêmica ao projeto
do curso, à articulação das atividades acadêmicas inerentes ao ensino de graduação
e pós-graduação; a formação profissional do corpo docente, as condições de trabalho,
121

a atuação e o desempenho acadêmico profissional; e (2) a infraestrutura física como
instalações gerais, bibliotecas, laboratórios específicos de ensino e pesquisa, etc, que
serão pontos merecedores de elevada atenção, tendo em vista se constituírem em
pontos básicos para avaliação dos cursos por parte do INEP/MEC.

PROCEDIMENTOS

DE

AVALIAÇÃO

NO

PROCESSO

DE

ENSINO-

APRENDIZAGEM.

A avaliação do processo ensino-aprendizagem insere-se na própria dinâmica
curricular. A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da instituição, dos
professores e dos alunos acerca do processo formativo. A avaliação que aqui se
propõe não é uma atividade puramente técnica, ela deve ser processual e formativa;
e, manter coerência com todos os aspectos do planejamento e execução do Projeto
Pedagógico do curso.
A avaliação da aprendizagem considera os aspectos legais determinados na
Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional no que concerne à aferição
quantitativa do percentual de 75% de presença às atividades de ensino previstas pela
carga horária de cada disciplina e no total da carga horária do curso e qualitativa em
relação ao total de pontos obtidos pelo aluno em cada disciplina, determinando ainda
que o regime de aprovação do aluno em cada disciplina será efetivado mediante a
apuração da frequência às atividades didáticas e do rendimento escolar.
A avaliação do processo de ensino e aprendizagem será realizada de acordo
com as normas indicadas pela UFAL em seu Regimento Interno. Os procedimentos
de Avaliação Bimestral, Reavaliação, Segunda Chamada e Prova Final são regidos
por este documento, sendo a diversidade dos instrumentos avaliativos definidos pelo
professor da disciplina. Os instrumentos avaliativos serão empregados em
consonância com os princípios da avaliação formativa - como destaque em face da
avaliação meramente somativa, com ênfase na avaliação do processo de
desenvolvimento da aprendizagem e não no produto final desta aprendizagem e com
122

vistas a oferecer elementos para a melhoria da intervenção do docente e,
consequentemente, para a formação do discente.
O Processo de Avaliação de Aprendizagem na Universidade Federal de
Alagoas está regulamentado pelo Estatuto, conforme Portaria n° 4.067, de 29 de
dezembro de 2003, no capítulo III, no Art. 35, no Parágrafo único – O Regimento Geral
disporá sobre as formas de avaliação. O Regimento Geral da UFAL, seção III, Art. 41,
que foi regulamentado pela Resolução n° 25/2005 – CEPE, de 26 de outubro de 2005,
no Art. 11.
Neste entendimento, o Art. 10 afirma que: “Será considerado reprovado por
falta o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das
atividades didáticas realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de frequência, só
será permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei no 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução, ao qual se aplica o curso de zootecnia CECA/UFAL
apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a apuração do rendimento escolar.
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1º – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova
final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas,
das notas obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2º - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação
e, no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá
solicitar revisão da correção de sua avaliação, por uma comissão de
professores designada pelo Colegiado do Curso.
123

Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio Curricular
Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que possível, aos
conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante de mais de 01 (um)
instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e provas práticas, além de outras
opções como provas orais, seminários, experiências clínicas, estudos de caso,
atividades práticas em qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais
dos instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB)
respectiva, calculada considerando-se a média das avaliações programadas e
efetivadas pela disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em
uma das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre
letivo, a ser reavaliado naquela em que obteve menor pontuação,
prevalecendo, neste caso, a maior
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada
até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF)
das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou
superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às
reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.

124

Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em cada
disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e
cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da
Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da Prova
Final (PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo comparecido à
Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de doença, devendo
requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48 (quarenta e oito) horas
após a realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05 (cinco)
dias após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo critério
disposto no Parágrafo único do Art. 16.
Ao nível do PPC do curso de Zootecnia a avaliação da aprendizagem é
condizente com a concepção de ensino aprendizagem que norteia a metodologia
adotada para a consecução da proposta curricular, de forma a fortalecer a perspectiva
da formação integral dos alunos respeitando a diversidade e a pluralidade das suas
formas de manifestação e participação nas atividades acadêmicas, sem se distanciar,
entretanto, das determinações legais e institucionais.

AVALIAÇÃO DO CURSO

As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações
oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES - e se
expressa de diferentes formas. Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de
Zootecnia é realizada por uma comissão representativa dos diferentes segmentos da
comunidade acadêmica, com predomínio de docentes, identificada no Projeto de

125

Auto-avaliação da UFAL como Comissão de Auto-avaliação – CAA, instalada em cada
Unidade Acadêmica e/ou Unidade Educacional, no caso dos campi interioranos.
O Curso de Zootecnia é avaliado anualmente pela citada Comissão e, em
caráter permanente, pelos membros do Núcleo Docente Estruturante – NDE. Na
primeira situação, o processo é conduzido em primeira instância pela CAA que coleta
dados através de diferentes estratégias junto ao corpo docente, discente e técnico
administrativo da UA ou EU. Há, também, o acesso espontâneo da comunidade
acadêmica através de formulários on-line, disponibilizados, segundo cronograma de
desempenho divulgado pela CPA. Em ambas as situações os participantes

se

expressam sobre a condução do Projeto Pedagógico do Curso, entre outros aspectos
como a atuação, a qualificação e a relação com os docentes e as condições da
infraestrutura disponibilizada para a realização das atividades acadêmicas. Desta
forma, os dados computados são organizados e analisados pela Comissão de AutoAvaliação – CAA e enviados para serem consolidados pela CPA/UFAL e incorporados
ao Relatório de Avaliação Institucional, de periodicidade anual. Assim também são
utilizados os relatórios de curso do ENADE.
Em relação ao NDE, há um acompanhamento permanente da implementação
e desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor qualidade educativa em todas
as suas etapas.

Através de reuniões periódicas os seus membros avaliam a

pertinência das disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia
referenciada e as condições de realização de práticas e estágios supervisionados, de
modo a ter condições concretas de intervir sempre que necessária no sentido do
aperfeiçoamento do PPC.

PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES

A representação estudantil do curso de Zootecnia se dá desde sua criação do
curso, quando alguns discentes se organizaram a fim de fundar o Centro Acadêmico
de Zootecnia, nomeado “Octávio Domingues” (CAZ) na instituição. Assim, o processo
de escolha dos seus membros se dá por eleições diretas a cada dois anos, segundo
um regimento interno próprio e organizado pelo Diretório Central dos estudantes da
UFAL.
126

A participação do CAZ, se faz em diversos espaços de deliberação da UFAL e
do curso, como no Colegiado do Curso, no Conselho da Unidade Acadêmica, além da
representação estudantil junto ao CONSUNI, sendo esse por indicação do Diretório
Central dos Estudantes, entretanto em qualquer outro fórum representativo, qualquer
estudante poderá participar na qualidade de ouvinte, a exemplo das reuniões do
Núcleo Docente Estruturante do Curso, ao qual os estudantes são sempre convidados
a participar, a fim de discutir e propor junto aos docentes, a construção e a avaliação
do Curso de Zootecnia, no que se refere aos debates acerca da formação acadêmica
e profissional, trazendo as demandas estudantis, entre outros, fomentam a articulação
local e nacional, junto a Executiva Nacional dos Estudantes de Zootecnia – ENEZ e
na integração com a Comissão Estadual de Ensino de Zootecnia do CRMV/AL, que
realizam eventos e discussões em prol do curso e dos estudantes.
O corpo estudantil, através das suas representações do Centro Acadêmico são
sempre convidados as reuniões do NDE e convocados as reuniões do Colegiado,
principalmente o que se refere ao diagnóstico do curso baseado nos relatórios de autoavaliação, dos relatórios do ENADE, da atualização do PPC e da percepção estudantil
sobre as soluções propostas, participando ativamente na tomada de decisões.

COLEGIADO DO CURSO

Considerando as orientações institucionais do Regimento Geral da UFAL. No
seu Art. 25. Dispõe que: O Colegiado de Curso de Graduação é órgão vinculado à
Unidade Acadêmica, com o objetivo de coordenar o funcionamento acadêmico de
Curso de Graduação, seu desenvolvimento e avaliação permanente, sendo composto
de:
I.

05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos
suplentes, que estejam no exercício da docência, eleitos em Consulta
efetivada com a comunidade acadêmica, para cumprirem mandato de
02 (dois) anos, admitida uma única recondução;

II.

01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente,
escolhido em processo organizado pelo respectivo Centro ou Diretório

127

Acadêmico, para cumprir mandato de 01 (um) ano, admitida uma única
recondução;
III.

01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu
respectivo suplente, escolhidos dentre os Técnicos da unidade
acadêmica, eleito pelos seus pares, para cumprir mandato de 02 (dois)
anos, admitida uma única recondução.

Parágrafo Único – O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente,
escolhidos pelos seus membros dentre os docentes que o integram.
Art. 26. São atribuições do Colegiado de Curso de Graduação:
I.

coordenar o processo de elaboração e desenvolvimento do Projeto
Pedagógico do Curso, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais,
no perfil do profissional desejado, nas características e necessidades da
área de conhecimento, do mercado de trabalho e da sociedade;

II.

coordenar o processo de ensino e de aprendiza gem, promovendo a
integração docente-discente, a interdisciplinaridade e a compatibilização
da ação docente com os planos de ensino, com vistas à formação
profissional planejada;

III.

coordenar o processo de avaliação do Curso, em termos dos resultados
obtidos, executando e/ou encaminhando aos órgãos competentes as
alterações que se fizerem necessárias;

IV.

colaborar com os demais Órgãos Acadêmicos;

V.

exercer outras atribuições compatíveis.

O Colegiado do curso de Zootecnia CECA/UFAL, vem atuando diretamente
sobre a gestão do curso e em colaboração com a coordenação do curso, sua
composição e ações segue rigorosamente o que dispõem o regimento geral da UFAL.
A aprovação da composição atual do Colegiado do curso pelo Conselho
Superior da Unidade Acadêmica do CECA, se deu desde 19 de fevereiro de 2013,
sendo eleita por consulta direta com os segmentos docentes, discente e de técnicosadministrativos e reconduzida para um mandado de mais dois anos, pelo Conselho
da Unidade Acadêmica.
128

O Colegiado no âmbito de suas ações realiza pelo menos seis reuniões
ordinárias por ano e a frequência de reuniões extraordinárias é estabelecida de acordo
com a necessidade advinda do curso e das demandas do NDE do Curso, tendo em
vista o processo de atualização e reorganização do Projeto Pedagógico. Há a
participação frequente de discentes e outros membros docentes do curso, mediante
convite da coordenação ou de forma voluntária, além de reuniões conjuntas e parceria
com o NDE do curso.
As decisões advindas do Colegiado são encaminhadas a coordenação do
curso, a direção da Unidade Acadêmica ou a instância administrativa competente para
a sua posterior execução, além de também serem possíveis a criação de comissões
simplificadas para a resoluções de demandas especificas do curso. Todas s atas das
reuniões são disponibilizadas na coordenação do curso e publicadas no site do curso
para o conhecimento de toda a comunidade acadêmica.

NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

Em atendimento à Portaria 147/2007, ao Parecer CONAES 04/2010 e a
Resolução CONAES 01/2010 a UFAL instituiu, através da Resolução 52/2012
CONSUNI/UFAL no âmbito de seus cursos de graduação os Núcleos Docentes
Estruturantes – NDE – em conformidade com as especificações legais.
Neste sentido, os NDE são compostos pelo mínimo de cinco membros, todos
docentes com titulação de pós-graduação stricto senso e formação na área do curso.
Considera-se, igualmente, a afinidade da produção científica com o eixo do curso e
sua dedicação ao mesmo.
O NDE do curso de graduação em Zootecnia, vem agindo de maneira atuante
junto ao curso, deliberando sob orientação de docentes qualificados a contribuir com
a dinâmica e a concepção do curso. Tendo sido aprovado sua composição pelo
Conselho Superior da Unidade Acadêmica do CECA, desde 15 de agosto de 2013,
sendo composto por 5 docentes, graduados em Zootecnia, com doutorado em
Zootecnia e com experiência de pelo menos 5 anos no magistério superior,
O NDE realiza pelo menos seis reuniões ordinárias por ano e a frequência de
reuniões extraordinárias é estabelecida de acordo com a necessidade advinda do
129

curso e das demandas do Colegiado do Curso, tendo em vista o processo de
atualização e reorganização do Projeto Pedagógico. Há a participação frequente de
discentes e outros membros docentes do curso, mediante convite da coordenação ou
de forma voluntária, além de reuniões conjuntas e parceria com o Colegiado do curso.
O NDE do curso também vem realizado o acompanhamento da execução do
plano de melhorias do curso previsto no protocolo de compromisso, juntamente com
o colegiado, através de uma agenda propositiva de reuniões extraordinárias e
proposições de reuniões ampliadas com todos os docentes.
São ações sugeridas pelo NDE e que vem sendo corroborado pelo Colegiado,
assim como também o NDE deverá disponibilizar as atas de reuniões via on line no
site institucional do curso, para acompanhamento e avaliação de toda a comunidade
acadêmica.
O PPC do curso vem sendo analisado rotineiramente nas reuniões mediante
leitura e discussão de pontos específicos, através de questionários de autoavaliação
e da análise dos relatórios do ENADE junto aos docentes e discentes.

Membros do NDE do curso de graduação em Zootecnia CECA/UFAL

Nome e formação graduada

Titulação

Tempo de experiência na
docência

Zootec. Elton Lima Santos

Doutor

8 anos

Zootec. Fábio Luiz Fregadolli

Doutor

11 anos

Zootec. Angelina Bossi Fraga

Doutora

15 anos

Zootec. Patrícia Guimarães Mendes

Doutora

18 anos

Zootec. Sandra Roseli Valério Lana

Doutora

15 anos

ATUAÇÃO DO COORDENADOR

O coordenador do curso de Zootecnia tem consciência de que não deve atuar
somente como gestor de recursos e articulador, mas também como gestor de
potencialidades e oportunidades internas e externas. Portanto, ele é o primeiro a
favorecer e implementar mudanças que aumentem a qualidade do aprendizado
130

contínuo, pelo fortalecimento da crítica, da criatividade e da motivação de todas as
pessoas envolvidas no processo, sejam estudantes, docentes e técnicosadministrativos, entre outros. É também papel do coordenador, incentivar a produção
de conhecimentos neste cenário global de intensas mudanças, por meio da pesquisa
e estimular a comunidade acadêmica, para implementar ações solidárias que
concretizem valores de responsabilidade social, justiça e ética. Do coordenador
espera-se o desenvolvimento de várias atividades capazes de articular todos os
setores e fortalecer a coalizão do trabalho em conjunto, para incrementar a qualidade,
legitimidade e competitividade do curso, tornando-o um centro de eficiência, eficácia
e efetividade rumo à busca da excelência.
De acordo com o Regimento da Universidade Federal de Alagoas, no seu artigo 27,
seção III, ao qual descreve as funções do Colegiado de curso, em é presidido pelo
Coordenador, cabe ainda ao coordenador de curso:
 Encaminhar, para aprovação do Conselho de Unidade, o Projeto Pedagógico
do Curso.
 Aprovar, ouvido o Colegiado de Curso ou com base em proposta por ele
formulada, os planos de ensino das disciplinas do curso, cabendo-lhe o direito
de rejeitá-los ou de lhes sugerir alterações em função de inadequação ao
Projeto Pedagógico do Curso.
 Elaborar, a cada semestre letivo, as listas de oferta das disciplinas (oferta
acadêmica) para o curso.
 Proceder, junto com o Colegiado, ao estudo e à avaliação do currículo do curso.
 Traçar, junto com o Colegiado, diretrizes de natureza didático-pedagógica,
necessárias ao planejamento e ao integrado desenvolvimento das atividades
curriculares do curso.
 Acompanhar a execução dos planos de ensino e programas pelos docentes.
 Realizar estudos sistemáticos visando à identificação:o Das novas exigências
do homem, da sociedade e do mercado de trabalho a respeito do profissional
que o curso está formando;
o Dos aspectos quantitativos e qualitativos tanto da formação que vem sendo dada
quanto da que se pretende oferecer; o Da adequação entre a formação acadêmica e
as exigências sociais e regionais.
131

•

Propor aos órgãos competentes as providências para melhoria da qualidade de

ensino ministrado no curso.
•

Propor, para aprovação do Conselho de Unidade, a obrigatoriedade das

disciplinas anteriormente classificadas como optativas, alterações na carga horária e
acréscimo de novos pré-requisitos aos que já constam expressamente do currículo.
A função do coordenador é considerada estratégica, por isso é objeto de
contínua atenção na Universidade Federal de Alagoas e no curso de Zootecnia. Nesse
sentido, a UFAL possui um Fórum mensal que congrega os coordenadores dos cursos
de graduação e os membros de Colegiados de curso, articulado pela PROGRAD (Próreitoria de graduação), que serve para discussões, formação de comissões para
criação de resoluções internas e boletins orientativos e tomadas de decisão em
conjunto pela gestão superior.

POLÍTICAS DE APOIO AOS DOCENTES E TÉCNICOS

Com a promulgação da Constituição Federal de 1988, o Estado Brasileiro
passou a ter uma nova configuração, privilegiando os deveres sociais e repercutindo
prontamente na Administração Pública. Entre seus princípios - legalidade,
impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência -, este último, , traduzido no
aperfeiçoamento da prestação do serviço público de qualidade, , diz respeito
diretamente às ações institucionais das IFES, para o apoio ao seu quadro de pessoal.
Desta feita, a UFAL, produtora e disseminadora do conhecimento e do
desenvolvimento econômico e social no estado de Alagoas, precisa abraçá-lo e
materializá-lo em suas ações cotidianas.
Considerando a previsão legal expressa na Lei 5707/06, que dispõe sobre a
Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da Administração Pública
Federal, a UFAL ajusta seu PDI a este novo paradigma, tendo como objetivo, sem
prejuízo de outros, o desenvolvimento permanente do seu servidor.
A UFAL considera o desenvolvimento do servidor como uma
atividade essencial para a melhoria de seu desempenho
profissional, bem como de seu crescimento pessoal. Realizando
ações de desenvolvimento, a Política de Gestão de Pessoas
busca, principalmente, melhorar a qualidade dos serviços
132

prestados ao cidadão e orienta-se pelo alinhamento da
competência do servidor com os objetivos da instituição, pela
divulgação e gerenciamento das ações de capacitação e pela
racionalização
e
efetividade
dos
gastos
com
treinamentos.(2013, p.71)
O PDI dos Servidores compõe-se de eixos integrados: Dimensionamento das
Necessidades Institucionais de Pessoal, Capacitação, Avaliação de Desempenho e
Qualidade de Vida no Trabalho, recortados por diretrizes e princípios, muitos deles,
diretamente relacionados à atividade docente.
No que concerne ao dimensionamento das necessidades institucionais, diz
respeito à otimização dos Recursos Humanos, a fim de garantir o cumprimento dos
objetivos institucionais. A capacitação, por seu turno, atua em duas frentes: por um
lado, melhorar o desempenho do servidor e por outro, assegurar um quadro mais
confiante, motivado e consequentemente, mais satisfeito. A capacitação é realizada
em diferentes momentos e modalidades: Iniciação ao serviço público, formação geral,
educação formal, gestão, inter-relação entre os ambientes e formação específica.
Outra ação voltada para o servidor é a avaliação de desempenho que objetiva
redimensionar as ações desenvolvidas pelos servidores no exercício do cargo e
auferir seu desempenho, deixando-o ciente de suas fragilidades e potencialidades e
oferecendo subsídios para a organização do plano de capacitação.
No plano social, o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho (PQVT),
promove ações embasadas na Política de Atenção à Saúde do Servidor (PASS) ,
baseadas no conceito de prevenção de doenças como garantia de condições mais
justas de trabalho, valorizando o servidor e garantindo o pleno exercício de suas
funções.
Dentre as políticas de apoio ao servidor, uma se destaca por ter como enfoque
o docente: o Programa de Formação Continuada em Docência do Ensino Superior
(PROFORD), que consiste em um plano de capacitação contemplando desde os
docentes recém empossados, até aqueles com mais tempo na Instituição. O objetivo
é incentivá-los à reflexão sobre suas práticas, estabelecendo uma intersecção entre

133

ensino, pesquisa e extensão, dentro de dois enfoques: a prática docente e a atuação
destes profissionais na gestão acadêmica e institucional.
Esta Política de Apoio ao Docente consolidada é objeto contínuo de avaliação,
a fim de garantir a satisfação do professor e o respeito ao Princípio Constitucional da
Eficiência, do qual nenhuma Instituição de Ensino Superior pode se furtar.

POLÍTICAS DE APOIO AOS DISCENTES
As políticas de apoio aos discentes se fundamentam no PDI/UFAL e nos
princípios e diretrizes estabelecidos pelo Plano Nacional de Assistência Estudantil –
PNAES, que objetiva viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os
estudantes e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de
medidas que buscam combater situações de repetência e evasão (Decreto nº 7.234,
de 19 de julho de 2010). Apoia, prioritariamente, a permanência de estudantes em
situação de vulnerabilidade e risco social matriculados em cursos de graduação
presencial das Instituições Federais de Ensino Superior –IFES. Sua instância de
discussão e resolução é o Fórum Nacional de Pró-reitores de Assuntos Comunitários
e Estudantis –FONAPRACE, realizado anualmente e no qual a UFAL tem assento. Na
ocasião são feitos diagnósticos e reflexões sobre a realidade estudantil nas IFES e se
estabelecem as diretrizes e linhas de ação das Pró-Reitorias em nível nacional.
De acordo com o PDI/UFAL as políticas discentes da instituição vão além do
PNAES, pois trabalham também com a perspectiva de universalidade no atendimento
dos estudantes que frequentam o espaço universitário. Assim, podem ser identificadas
e são inseridas para o curso de Zootecnia CECA/UFAL:


Apoio pedagógico - buscam reforçar e/ou orientar o desenvolvimento
acadêmico; apoio ao acesso às tecnologias de informação e línguas
estrangeiras, com a oferta de cursos para capacitação básica na área
ofertados. Atenção aos discentes como forma de orientá-los na sua formação
acadêmica e/ou encaminhá-los/as a profissionais específicos para atendimento
através da observação das expressões da questão social. Articulação com as
Coordenações de Curso sobre dificuldades pedagógicas desses alunos e
134

planejamento para superação das mesmas. Ex.: PAINTER, Monitoria, Tutoria.


Estímulo à permanência - atendimento às expressões da questão social que
produzem impactos negativos na subjetividade dos estudantes e que
comprometem

seu desempenho

acadêmico;

atendimento psicossocial

realizado por profissionais qualificados pela PROEST, com vistas ao equilíbrio
pessoal para a melhoria do desempenho acadêmico; atendimento do estudante
na área da saúde através da assistência médico odontológica; fomento à
prática de atividades física e de esporte; promoção de atividades relacionadas
à arte e cultura no espaço universitário; implementação de bolsas institucionais
que visam ao aprimoramento acadêmico. Ex.: Bolsa Permanência (PróGraduando).


Apoio financeiro - disponibilização de bolsa institucional a fim de incentivar os
talentos e potenciais dos estudantes de graduação, mediante sua participação
em projetos de assuntos de interesse institucional, de pesquisa e/ou de
extensão universitária que contribuam para sua formação acadêmica;
disponibilização de bolsas aos discentes em situação de risco e vulnerabilidade
social, prioritariamente, a fim de ser provida uma condição favorável aos
estudos, bem como ser uma fonte motivadora para ampliação do
conhecimento, intercâmbio cultural, residência e restaurante universitários. Ex.:
PIBIC, PIBITI, PIBIP-ação.



Organização estudantil – ação desenvolvida por intermédio de projetos e ações
esportivos, culturais e acadêmico-científicos quer sejam promovidos pela
universidade quer sejam promovidos pelos estudantes. Alguns espaços físicos
são reservados para as atividades dos centros acadêmicos, vindo a colaborar
com a ampliação dos espaços de discussão e diálogo que contribuam para a
formação política dos estudantes. Ex.: Centros Acadêmicos, DCE.



Plano de acompanhamento do assistido – proporciona uma maior segurança
para o aluno quanto à sua possibilidade de sucesso na instituição, evitando
assim um aumento da retenção e/ou da evasão. Evita também a acomodação
do mesmo ao longo do curso. Busca a reorientação e a preparação para a saída
dos mesmos, diminuindo a ansiedade entre a academia e o mercado de
135

trabalho. Ex.: Estágios.
Além das ações já citadas o CECA dispõe de estrutura especifica de assistência
ao estudante de Zootecnia a exemplo:


Cursos de nivelamento - Este programa tem como finalidade ofertar aulas de
nivelamento sobre conteúdos de ensino médio para alunos ingressantes e é
voltado principalmente para alunos dos primeiros períodos, bem como para
aqueles que irão iniciar apenas no semestre seguinte, geralmente sendo
ofertados conteúdos relacionados as disciplinas de matemática, física e
química. O objetivo principal é o de revisar os conteúdos do ensino médio, de
forma a possibilitar um melhor aproveitamento das disciplinas afins que o aluno
irá cursar no decorrer da graduação. Com isso se vislumbra diminuir os índices
de reprovação em disciplinas de graduação e reduzir a evasão nos cursos.



Restaurante universitário - O restaurante universitário é uma necessidade
fundamental e seu funcionamento contribui para a permanência do estudante,
viabilizando o desempenho de atividades acadêmicas e culturais em turnos
diferentes do curso ao qual o estudante está vinculado. No âmbito do Campus
Rio Largo, existe um restaurante universitário próprios sendo todos os alunos
que possuem vulnerabilidade social comprovada, ou que possuem alguma
atividade acadêmica comprovada em que necessite permanecer no horário da
manhã e da tarde na universidade são isentos de pagamento para almoçar,
além também dos estudantes que recebem bolsa de PIBIC, PIBITI ou PIBIPação.



Apoio a participação em eventos e atividades de extensão – O CECA dispõe
de ônibus próprio que é utilizado a partir da demanda comunicada pelos
estudantes do curso para viagens para eventos e congressos relacionados ao
curso, além de ser estimulado a criação e a participação em cursos, simpósios,
exposições agropecuárias, e outros eventos relacionados a extensão
universitária e que visam a melhor formação do aluno.

Os discentes do curso de Zootecnia CECA/UFAL ainda têm participação efetiva e
permanente, com direito a voz e voto, no Colegiado do curso, seja nas reuniões
mensais ou extraordinárias, assim, também como nas reuniões do Conselho da
136

Unidade Acadêmica. A escolha dos representantes discentes se faz através de
indicação do Centro Acadêmico, sendo um titular e um suplente, por sua vez o Centro
acadêmico do curso é escolhido por eleição direta a ser realizada a cada dois anos,
com todos os estudantes e com a organização do Diretório Central dos Estudantes
(DCE-UFAL), e o apoio da Coordenação de graduação do curso e dos membros da
direção anterior.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Citar todos os documentos legais e outros que tiverem sido consultados ou serviram
de base à elaboração do PPC, tais como, segundo a especificidade do curso.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 03 PROGRAD/Fórum dos Colegiados, de 20 de
setembro de 2013 - Dispõe sobre os procedimentos para reformulação dos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02 PROGRAD/Fórum das Licenciaturas, de 27 de
setembro de 2013 - Disciplina a construção de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
nos cursos de graduação da UFAL;
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01 PROGRAD/Fórum dos Colegiados - Disciplina a
redução da carga horária de estágio curricular supervisionado para os alunos dos
cursos de Licenciatura da UFAL que exercem atividade docente regular na Educação
Básica.
RESOLUÇÃO Nº 52/2012-CONSUNI/UFAL – Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE no âmbito da UFAL.
Parecer CONAES N° 4, de 17 de junho de 2010 - Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE;
Parecer n. 67/2003 do CNE/CEE: Referencial para as Diretrizes Curriculares dos
Cursos de Graduação.

137

Parecer n. 329/2004 do CNE/CEE: Carga horária mínima dos Cursos de Graduação,
Bacharelado na modalidade presencial.
Resolução n. 237/2004 do CNE/CEE: Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso
de Graduação em Zootecnia.
Lei nº 10.172/2001- Plano Nacional de Educação - Aprova o Plano Nacional de
Educação e dá outras providências.
Portaria nº 2.678/02 – Política Nacional de Ed. Especial na perspectiva da Ed.
Inclusiva.
Lei 10.639 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no
currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura
Afro-Brasileira", e dá outras providências.
Lei 11.645 - Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no
currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura
Afro-Brasileira e Indígena;
Resolução nº 1, DE 17 DE JUNHO DE 2004. - Diretrizes Curriculares Nacionais para
a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura AfroBrasileira e Africana.
Decreto n. 5.626 de 22 de dezembro de 2005 - Regulamenta a Lei no 10.436, de 24
de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18
da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
Lei nº 10.436 de 24 de abril de 2002 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais Libras e dá outras providências;
Lei Nº 12.319, de 1º de setembro de 2010 - Regulamenta a profissão de Tradutor e
Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS;

138

Decreto nº 5.296/04 - Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000,
que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de
dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção
da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida,
e dá outras providências;
Resolução CNE/CP 1 de 18 de fevereiro de 2002 -Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior,
curso de licenciatura, de graduação plena;
Resolução CNE/CES n. 02/2007 - Dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação,
bacharelados, na modalidade presencial;
Resolução CNE/CES n. 04/2009 - Dispõe sobre carga horária mínima

e

procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em
Biomedicina, Ciências

Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia,

Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na
modalidade presencial;
Resolução CNE/CES n. 02/2007 - Dispõe sobre carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação,
bacharelados, na modalidade presencial;
Portaria N°10, 28/07/2006 - Aprova em extrato o Catálogo Nacional dos Cursos
Superiores de Tecnologia;
Portaria N° 1024, 11/05/2006 - As atualizações do Catálogo Nacional dos Cursos
Superiores de Tecnologia serão divulgadas no sítio eletrônico oficial do Ministério da
Educação e outras providências.
Resolução CNE/CP N°3,18/12/2002 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais
Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia.
Decreto n. 5.622/2005 - Regulamenta o art. 80 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro
de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional - referente a EaD.
139

Portaria Normativa n. 40 de 12/12/2007 Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo
de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação,
avaliação e supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o
Cadastro e-MEC de Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre
indicadores de qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de
Desempenho de Estudantes (ENADE) e outras disposições .
Lei 9.795, de 27 de abril de 1999 - Dispõe sobre a educação ambiental, institui a
Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
Decreto n. 4.281 de 25 de junho de 2002, Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril
de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras
providências.
Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996, Art. 66 - referente a titulação do corpo docente.
Outras legislações podem ser encontradas no site do MEC e da UFAL
Acréscimos:
Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005, regulamenta o art. 80 da Lei nº 9.394,
de 20 de dezembro de 1996 (LDB). (Oferta de disciplinas semipresenciais)
Cadastro de denominações consolidadas para Cursos de Graduação (bacharelado e
licenciatura) do Ministério da Educação.
Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura do
MEC.
Referenciais de Acessibilidade na Educação Superior e a Avaliação in Loco do
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).
PARECER CNE/CP N.º 09/2001, Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação
de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de
graduação.

140

Resolução Nº 25/2005 - CEPE, de 26 de outubro de 2005, institui e regulamenta o
funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da UFAL,
a partir do ano letivo de 2006.
Resolução nº 113/95 – CEPE, de 13 de novembro de 1995, estabelece normas para
o funcionamento da parte flexível do sistema seriado dos cursos de graduação.
Plano de Desenvolvimento Institucional da UFAL 2013-2017.
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 6 DE ABRIL DE 2009 (*). Dispõe sobre carga horária mínima
e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação em
Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia,
Fisioterapia, Fonoaudiologia, Nutrição e Terapia Ocupacional, bacharelados, na
modalidade presencial.

141