Carlos Jorge da Silva
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM
AGRONOMIA
UFAL
CECA
CARACTERIZAÇÃO E DIVERGÊNCIA GENÉTICA DE PROGÊNIES
DE MEIOS-IRMÃOS DE MELÃO POR MEIO DE MARCADORES
MORFOLÓGICOS
CARLOS JORGE DA SILVA
Rio Largo – AL
2010
CARLOS JORGE DA SILVA
CARACTERIZAÇÃO E DIVERGÊNCIA GENÉTICA DE PROGÊNIES
DE MEIOS-IRMÃOS DE MELÃO POR MEIO DE MARCADORES
MORFOLÓGICOS
Dissertação apresentada ao Programa de PósGraduação
em
Agronomia
(Produção
Vegetal), do Centro de Ciências Agrárias, da
Universidade Federal de Alagoas, como
requisito parcial para obtenção do título de
Mestre em Agronomia.
Orientador: Prof. Dr. Paulo Vanderlei Ferreira
Rio Largo – AL
2010
ii
Aos meus pais: Jorge Luis da Silva e Maria José Silvino da Silva, por todo
incentivo e esforço para que pudesse alcançar meus objetivos e a todos os meus
familiares por acreditarem em minha capacidade.
OFEREÇO
iii
À minha irmã Creuza Luis, por todo apoio a mim concedido, durante toda minha
vida acadêmica, sem nunca medir qualquer esforço.
DEDICO
iv
AGRADECIMENTOS
À Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e ao Centro de Ciências Agrárias (CECA)
pelo cumprimento do seu papel social na formação de profissionais atuantes em Alagoas e em
outros estados do Brasil..
Ao programa de Pós-Graduação em Agronomia da UFAL; aos professores pela
transmissão de seus conhecimentos; aos funcionários em especial, a Geraldo Lima, pelo
trabalho e dedicação. E aos estudantes da pós-graduação pela amizade e respeito.
Ao professor Paulo Vanderlei Ferreira por conceder-me a oportunidade de fazer parte
da sua equipe e pelo exemplo de companheirismo, humildade, respeito, amizade; pela
transmissão de seus conhecimentos, seu empenho e dedicação pela UFAL e, sobretudo por
acreditar na minha capacidade.
A Pró-Reitoria Estudantil (PROEST), em nome de Arlene Brandão, por todo apoio
que a mim foi concedido durante toda minha vida acadêmica.
A residência Universitária Alagoana (RUA) pelo período de vivência e aprendizagem
em minha vida acadêmica e pessoal.
Ao Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-açúcar (PMGCA), na pessoa do
senhor Edmundo, por nos ceder parte da estrutura do programa, para que pudéssemos
desenvolver este trabalho.
Aos meus pais: Jorge Luis da Silva e Maria José Silvino da Silva pelo amor
incondicional e a educação que me concederam.
Aos meus familiares que me apoiaram e me incentivaram durante toda minha
trajetória, em especial a minha querida irmã Creuza Luis (Dêda) por tudo que tem feito por
mim.
A minha amiga, companheira e namorada Adeilza Balbino por todo carinho, afeto,
compreensão e, sobretudo pelo amor incondicional
Aos meus Amigos: Paulo Sérgio, Antônio Duarte, Wellington Costa, Pedro Bento,
Thales Pantaleão, Alexandro Cláudio, Romel Vilela, Clemens Rocha Fortes, Nilvan Tavares,
James Tavares pelos momentos de descontração e o apoio nas horas difíceis.
Ao meu amigo e irmão, Prof. Dr. Cícero Luiz Calazans de Lima, por todo apoio e
transmissão dos seus conhecimentos através dos seus ensinamentos, que sem dúvidas foram
de grande importância para minha formação.
v
Aos companheiros de equipe do Setor de Melhoramento Genético de Plantas do
CECA/UFAL que participaram diretamente na execução do trabalho: José Pedro, Ronaldo
Bernardino, Lucas Medeiros, Lucas da Silva Santos, Samuel França e Anderson Tenório pelo
empenho e dedicação
Ao Doutorando Jorge Luis Xavier Lins Cunha, pelas sugestões dadas durante o
período experimental.
Aos Doutores. José Antonio da Silva Madalena e José Wilson da Silva e ao professor
Jair Tenório Cavalcante por compartilharem com os demais membros da equipe as suas
experiências adquiridas ao longo de sua vida acadêmica e profissional
Enfim agradeço à todos que contribuíram direta ou indiretamente durante toda minha
caminhada para que meus objetivos fossem alcançados.
vi
BIOGRAFIA
Carlos Jorge da Silva, filho de Jorge Luis da Silva e Maria José Silvino da Silva,
nasceu em 20 de agosto de 1982 no sítio Brejo do Capim no município de União dos
Palmares-Alagoas. Em 1989 ingressou na Escola Rural São João, localizada na fazenda Santo
Antônio da Lavagem, pertencente à Usina Laginha, onde concluiu o ensino primário.
Entre 1995 e 1999, estudou no colégio Dr. Mário Gomes de Barros na cidade de União
dos Palmares. Cursou o ensino médio entre 2000 e 2002 no colégio Dr. Mario Gomes de
Barros na mesma cidade.
Em 2003 ingressou no curso de Agronomia da Universidade Federal de Alagoas. Foi
monitor da disciplina Fisiologia Vegetal em 2004 e da disciplina Melhoramento de Plantas
em 2006 e 2007.
Foi bolsista do CNPq em 2005, trabalhando com marcadores moleculares em
genótipos de cana-de-açúcar; em 2007 foi colaborador bolsista do projeto de batata-doce.
Ainda participou de diversos experimentos de campo com a cultura do milho, batata-doce e
melão.
Obteve o título de Engenheiro Agrônomo em março de 2008; em seguida ingressou no
mestrado, atuando na grande área de concentração em Produção Vegetal e na linha de
pesquisa Melhoramento Genético de Plantas do CECA/UFAL, desenvolvendo o projeto
intitulado Caracterização e Divergência Genética de Progênies de Meios-Irmãos de Melão por
Meio de Marcadores Morfolólogicos. Submeteu a defesa do projeto em fevereiro de 2010.
vii
CARACTERIZAÇÃO E DIVERGÊNCIA GENÉTICA DE PROGÊNIES DE MEIOSIRMÃOS DE MELÃO POR MEIO DE MARCADORES MORFOLOGICOS
RESUMO
O objetivo do presente trabalho foi caracterizar morfologicamente progênies de meios-irmãos
de melão e estimar a divergência genética por meio de procedimentos multivariados. Neste
estudo, foram avaliadas 100 Progênies na área experimental do Centro de Ciências Agrárias
da Universidade Federal de Alagoas (CECA/UFAL), entre novembro de 2008 e janeiro de
2009. Cada progênie foi representada por uma fileira contendo 20 plantas, sendo duas plantas
por cova e o espaçamento adotado foi de 2 x1 m. Na ocasião da colheita, foram escolhidas
aleatoriamente oito plantas retirando-se um fruto para realização das análises. As variáveis
qualitativas foram: Rendilhamento do Fruto, Distribuição do Rendilhamento, Costelas do
fruto, Separação do Pedúnculo do Fruto Maduro, Cor da Polpa, Formato do Fruto e Cor do
Fruto Maduro. Para os caracteres quantitativos avaliaram-se Peso de Frutos, Diâmetros
Longitudinal e Transversal, Cavidade Longitudinal e Transversal, Espessura da Polpa e da
Casca. Os dados foram submetidos a análises estatísticas descritiva e multivariada por meio
da Distância Euclidiana Média Padronizada, utilizada como medida de dissimilaridade.
Houve variação dentro de todas as classes de dados qualitativos. Com relação às medidas de
dissimilaridade os pares mais divergentes foram as progênies: 39 x 118; 04 x 78; 66 x 118;
39 x 64; 39 x 94; 04 x 41; 39 x 111; 66 x 78 e 41 x 66. Por outro lado, os pares menos
divergentes foram: 53 x 133; 122 x 131; 131 x 138; 47 x 119; 49 x 139; 55 x 138; 19 x 104;
30 x 119; 112 x 122 e 21 x 131.
Palavras chave: Cucumis melo,Dissimilaridade, Melhoramento Genético de Plantas
viii
CHARACTERIZATION AND GENETIC DIVERGENCE OF HALF-SIB
PROGENIES OF MELON BY MORPHOLOGICAL MARKERS
ABSTRACT
The aim of this study was to characterize morphologically and to estimate the Genetic
Divergence of progenies half-sib of melon by multivariate procedures . We evaluated 100
progenies, conducted in the experimental area of the Centro de Ciências Agrárias,
Universidade Federal de Alagoas (CECA-UFAL), between november of 2008 and january of
2009. Each progeny was represented in a row containing 20 plants, two plants per hole and
the spacing adopted was 2 x 1 m. During the harvest were chosen eight plants randomized and
took a fruit of each to analysis. Qualitative variables analyzed were: fruit tracery, tracery
distributions, fruit ribs, peduncle separation of the ripe fruit, flesh color, fruit shape and ripe
fruit color. For quantitative variables were evaluated:
fruit weight, longitudinal and
transverse diameter, longitudinal and transverse cavity, flesh thickness and skin thickness.
Dates were submitted to statistical descriptive and multivariate using Standardized Median
Euclidean Distance used as measure of dissimilarity. There was variation into all classes of
qualitative dates. In relation the dissimilarity measure, the most divergent pairs were: 39 x
118; 04 x 78; 66 x 118; 39 x 64; 39 x 94; 04 x 41; 39 x 111; 66 x 78 e 41 x 66. On the
other hand pairs : 53 x 133; 122 x 131; 131 x 138; 47 x 119; 49 x 139; 55 x 138; 19 x 104;
30 x 119; 112 x 122 e 21 x 131, were the least divergent.
Key Words: Cucumis melo, Dissimilarity, Genetic Breeding Plants
ix
LISTA DE FIGURAS
Produç
Figura 1
Produção de mudas de progênies meios irmãos de melão no viveiro do
CECA/UFAL.......................................................................................................... 12
Figura 2
Sistema de irrigação por gotejo em progênies de meios irmãos de melão naa área
experimental do CECA/UFAL............................................................................
14
Figura 3
Progênies de meios irmãos de melão aos 30 dias após a semeadura..................... 14
Figura 4
Formas de rendilhamento de frutos de progênies de meios irmãos de melão....... 29
Figura 5
Distribuição do rendilhamento em frutos de 100 progênies de meios irmãos de
melão..................................................................................................................... 29
Figura 6
Formas de costelas em fruto frutos de progênies de melão avaliados na área
experimental do CECA/UFAL.............................................................................. 30
Figura 7
Separação dos frutos de progênies de meios irmãos de melão quando
maduros................................................................................................................. 30
Figura 8
Formato dos frutos de progênies de meios irmãos de melão...............................
Figura 9
Coloração de frutos de progênies de meios irmãos de melão............................... 31
x
31
LISTA DE TABELAS
Análise
Tabela
1 qAnálise química do solo da área experimental do CECA/UFAL antes da
instalação do experimento. Rio Largo-AL, 2008………………........... 11
Tabela 2
Médias originais de sete variáveis analisadas em progênies de meios
irmãos de melão....................................................................................... 21
Tabela 3
Estimativa das maiores e menores medidas de dissimilaridade
envolvendo cada uma das 100 progênies individualmente (à esquerda),
com base na Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP)....................................................................................................
Tabela 4
26
Dados de escalas de nota para caracteres qualitativos em progênies de
meios irmãos de melão............................................................................. 32
xi
SUMÁRIO
RESUMO....................................................................................................................
viii
ABSTRACT................................................................................................................
ix
LISTA DE FIGURAS...............................................................................................
x
LISTA DE TABELAS................................................................................................
xi
1
INTRODUÇÃO..............................................................................................
1
2
REVISÃO DE LITERATURA......................................................................
3
2.1
Aspectos Gerais da Cultura do melão...........................................................
3
2.2
Algumas Características dos Principais Grupos Botânicos de Melão........
4
2.3
Melhoramento Genético da Cultura do Melão.............................................
7
2.4
Divergência Genética.....................................................................................
9
3
MATERIAL E MÉTODOS............................................................................ 11
3.1
Local e Período do Experimento...................................................................
11
3.2
Origem dos Genótipos Avaliados..................................................................
11
3.3
Análises Químicas e Preparo do Solo............................................................ 11
3.4
Semeadura........................................................................................................ 12
3.5
Transplantio...................................................................................................
13
3.6
Adubação.........................................................................................................
13
3.7
Irrigação..........................................................................................................
13
3.8
Controle de Doenças, Pragas e Plantas Invasoras........................................ 15
3.9
Colheita............................................................................................................. 15
3.10
Variáveis Analisadas....................................................................................... 15
3.10.1 Caracteres Quantitativos...............................................................................
15
3.10.2 Caracteres Qualitativos.................................................................................. 16
3.11
Análises Estatísticas........................................................................................ 17
3.11.1 Distância Euclidiana Média Padronizada.................................................... 17
3.11.2 Análise de Dados Qualitativos.....................................................................
18
4
RESULTADOS E DISCUSSÂO.................................................................... 19
4.1
Análises Estatísticas e Descritivas.................................................................
4.2
Medidas de Dissimilaridade........................................................................... 24
4.2
Caracteres Qualitativos.................................................................................
5
CONCLUSÔES............................................................................................... 35
xii
19
29
REFERÊNCIAS.............................................................................................
36
APÊNDICES............................................................................................................
43
6
xiii
1- INTRODUÇÃO
O melão, Cucumis melo L., é uma cultura olerícola de grande importância econômica,
muito consumida e de grande popularidade no mundo (VARGAS et al., 2008). De acordo
com a FRUTISÉRIES (2003), o melão é cultivado em 72 países, sendo que a China, Turquia,
Estados Unidos, Irã e Espanha são responsáveis por mais de 60% da produção mundial.
O Brasil ocupa o 23° lugar no Ranking dos maiores produtores de melão do mundo,
com uma área cultivada representando apenas 1,4% e 1,5% da produção mundial, contudo o
país se destaca no cenário internacional como o 5° maior exportador, (FAO, 2007).
De acordo com dados do (IBGE) 2008, a área plantada de melão no Brasil passou de
cinco mil hectares em 1990 para quatorze mil hectares em 2005. Com relação a
produtividade, também ocorreu um aumento significativo durante este período. A produção
brasileira concentra-se na região nordeste (94%), sendo o Rio Grande do Norte o maior
produtor de melão (49%), seguido do Ceará (32%), Bahia (8%) e Pernambuco (4%). Em
2008, foram plantados 15,7 mil ha com uma produtividade média de 21,6 t. ha-1 , 15% acima
da média mundial .
Durante período de 1997 a 2005 houve um aumento nas exportações de 263,31 %
passando de 49 mil para 179 mil toneladas, sendo que 51% do melão produzido no Brasil é
destinada as exportações (FAO, 2007).
A produção nacional de melão é constituída na sua grande maioria, do tipo valenciano
(grupo inodorus). FILGUEIRA (2005) reporta que os melões pertencentes a este grupo além
do aspecto visual bastante atrativo, apresentam boa durabilidade pós-colheita, e são mais
resistentes ao transporte a longas distâncias. Por outro lado, existe o melão americano (grupo
reticulatus) que, apesar de serem de fina qualidade e com sabor e aroma mais ricos
apresentam período de prateleira menos prolongado.
Em Alagoas, o cultivo do melão representa pouca expressão econômica, dados do
IBGE (2008), revelam que a área plantada no Estado é de apenas 53 hectares, menos de 0,5%
da área nacional; contudo, a produtividade média do estado é de 30 t.ha-1, superando em,
aproximadamente, 40% da média nacional.
Mesmo com uma produtividade média satisfatória, a área cultivada de Alagoas é
pouca representativa e o Estado não dispõe de variedades adaptadas para as suas condições de
cultivo, que também tem ocorrido nas principais regiões produtoras do país. Por isso é de
fundamental importância a realização de pesquisas que busquem a obtenção de novos
1
genótipos, uma vez que a obtenção da semente híbrida onera bastante o custo de produção
tornando um obstáculo principalmente aos produtores de baixa renda (MENEZES et al.,
1998). Vale ainda ressaltar que os híbridos comerciais, obtidos pelas grandes empresas, ainda
requerem alto consumo de insumos, o que torna impraticável seu cultivo.
Devido a grande importância econômica que o melão representa para agricultura
mundial, é de fundamental importância a diversificação dos melões. Através do
melhoramento genético é possível obter cultivares que atendam as exigências do mercado
consumidor, para isso é necessário conhecer a distribuição da variabilidade genética
disponível de populações de um programa de melhoramento, sendo de fundamental
importância a realização de um estudo detalhado da distribuição da variabilidade genética
visando um planejamento de cruzamentos, (CERQUEIRA et al., 2004). Tais informações
permitem a seleção de indivíduos superiores e eliminação de individuas com alto grau de
semelhança, reduzindo dessa forma os custos. Nesse sentido a utilização de análises
multivariadas tem sido uma importante ferramenta que vem auxiliando os melhoristas
direcionar cruzamentos entre os individuas mais divergentes ou reunir em grupos distintos os
indivíduos mais semelhantes de uma população através dos vários métodos de agrupamentos
disponíveis, como reportam (CRUZ & REGAZZI, 2001)
Para estimar a divergência genética existem diversos métodos, sendo os mais comuns
a distância de Mahalanobis (D2) e a distância Euclidiana quando os dados experimentais
forem quantitativos. No primeiro caso, o pesquisador utiliza quando dispõe de um
delineamento estatístico. Por outro lado, a distância euclidiana é menos recomendada, sua
utilização se dá, normalmente, para dados médios ou sem repetições (CRUZ & CARNEIRO,
2003).
Em virtude do que foi exposto anteriormente, o presente trabalho teve como objetivo
caracterizar e estimar a divergência genética por meio de procedimentos multivariados, entre
100 progênies de meios irmãos de melão.
2
2 REVISÃO DE LITERATURA
2.1 Aspectos Gerais da Cultura do Melão
O meloeiro é uma planta herbácea, pertence a família das cucurbitáceas, gênero
Cucumis e espécie Cucumis melo L. Sua origem ainda não está totalmente esclarecida, no
entanto alguns autores acreditam que a espécie é originaria da África enquanto que para
outros ocorreu no Oeste Asiático (MALLICK & MASUI, 1986; ZAPATA et al., 1989). No
Brasil, a cultura do melão foi introduzida por volta de 1960, e atualmente tem grande
importância principalmente na região Nordeste, por possuir ótimas condições climáticas que
favorecem seu cultivo (SILVA et al., 2002; SANTOS et al.,2009).
Conforme ARAÚJO (1980), o meloeiro é uma planta anual, herbácea podendo ser
uma trepadeira ou rasteira, apresenta sistema radicular fasciculado com crescimento bastante
expressivo nos primeiros 0,30 m de profundidade. JOLY (1993) reporta que as plantas
poderão ser monóicas, ginóicas ou, na sua maioria, andromonóicas, ou seja, presença de flores
masculinas e hermafroditas; as folhas se apresentam de tamanhos e formas bastante variadas,
sendo geralmente grandes, palmadas e pentalobadas; na região axilar das folhas nascem as
gavinhas, que é um dos órgãos de sustentação da planta.
Com relação às condições ambientais que favorecem o cultivo do meloeiro, estão
relacionadas aos fatores climáticos temperatura, umidade relativa e luminosidade. A
combinação de alta temperatura com alta luminosidade e baixa umidade relativa favorece ao
estabelecimento do meloeiro e ao aumento de produtividade com maior número de frutos de
qualidade comercial. Os fatores climáticos são, ainda, importantes indicadores para a escolha
da melhor época de plantio do meloeiro que, em geral, podem acontecer em diferentes
períodos do ano, de acordo com localização e altitude da região. O melão pode ser plantado o
ano todo, desde que a temperatura no inverno não seja menor que 14 0C e a temperatura no
verão não ultrapasse os 350C, no entanto deve-se evitar realizar o plantio em épocas onde a
precipitação pluviométrica é muito elevada, pois o excesso de umidade favorecerá a
incidência de doenças fungicas (MENDONÇA et al., 2004; REZENDE, 2005).
A faixa ótima de umidade relativa do ar para o desenvolvimento do meloeiro situa-se
de 65% a 75% (BRANDÃO FILHO & VASCONCELOS, 1998). Em condições de umidade
do ar elevada promovem a formação de frutos de má qualidade e propiciam a disseminação de
doenças na cultura. Os melões produzidos nessas condições são pequenos e de sabor inferior,
3
geralmente com baixo teor de açúcares, devido à ocorrência de doenças fúngicas que causam
queda de folhas.
O meloeiro é a espécie da família das cucurbitáceas que apresenta maior exigência, em
termos de solo, somente prosperando em solos que apresentem textura média ou arenosa,
leves, soltos, bem drenados e com bom arejamento (FILGUEIRA, 2005).
Em relação à irrigação, de acordo com COSTA et al. (2001), a cultura do meloeiro é
bastante exigente em água e seu suprimento deve ser feito na época adequada, visando altos
rendimentos e frutos de boa qualidade, não sendo muito tolerante à umidade elevada, nem à
presença constante de água nas hastes e folhas. A freqüência das irrigações e o volume de
água aplicado por irrigação variam de acordo com o tipo de solo, as condições climáticas, a
variedade e o estágio de desenvolvimento da cultura. Dessa forma, em solos arenosos,
recomenda-se que a irrigação seja diária e até uma segunda vez, ao passo que em solos
argilosos, a lâmina de água pode ser aplicada de uma só vez, a cada dois dias. O consumo
total de água durante o ciclo cultural gira em torno de 3000 a 4.000 m3ha-1.
Com relação à adubação, o fornecimento de nitrogênio varia entre 80 a 100 kgha-1,
para o fósforo e o potássio o suprimento destes serão realizado conforme a análise de solo
podendo seguir as recomendações de (CAVALCANTE et al.,1998)
Em relação à pragas e doenças, FILGUEIRA (2005), reporta que o meloeiro é afetado
pelas mesmas encontrados no pepino e na melancia, segundo o autor as principais doenças
que afetam o melão são: Oídio, que é causada pelo fungo Sphoerotheca fungínea; Mildio,
cujo agente causal é o fungo Pseudoperonospora, Mosaíco, ocasionados por diversos vírus e
a Antraccnose causada pelo fungo Colletotrichum gloesporioides. As principais pragas que
afetam a cultura do melão e de algumas outras espécies pertencentes à família das
Cucurbitáceas são: vaquinhas (Diabrotica especiosa), também conhecidas como brasileirinho,
por se tratar de um besouro de coloração verde e amarela; Broca-dos-frutos (Diaphania
nitidalis) e os pulgões (Myzus persicoe).
Com relação à colheita, FILGEIRA (2005) reporta que normalmente inicia-se entre
55-80 dias após a semeadura e prolonga-se por volta de 20 a 30 dias. Os melões devem ser
colhidos quase maduros, ou seja, antes de atingirem o ponto ideal para o consumo. Sob
condições adequadas de armazenamento e dependendo da variedade e do grupo que pertence,
os melões podem ser conservados em até quarenta dias após serem colhidos. Em relação ao
mercado consumidor, o autor relata que no centro-sul do Brasil, os consumidores de melão,
pertencem principalmente às classes de rendas mais elevadas, sendo consumidos geralmente
4
nos hotéis e restaurantes. O melão produzido no Brasil tem grande aceitação no exterior, a
Europa, um dos principais mercados consumidores, tem importado bastante o melão
nordestino, principalmente no período de inverno.
2.2 Algumas Características dos Principais Grupos Botânicos de Melão
De acordo com REZENDE (2005), a espécie Cucumis melo L. é subdividida em vários
grupos botânicos, sendo os mais importantes: inodorus, cantalupenses e reticulatos. As
cultivares pertencentes ao grupo inodorus não apresentam aroma quanto àquelas pertencentes
ao grupo catalupenses, mas apresentam maior período de armazenamento. Quando maduros,
normalmente os frutos não se destacam do pedunculo, pertencem a este grupo os tipos
Casaba, Crenshaw, Espanhol, Amarelo e Honey Dew. O Casaba, apresenta frutos oblongos,
casca amarelo-brilhante, casca com sulcos, polpa clara ou creme. O Crenshaw é semelhante
ao Casaba, porém sendo mais oblongo e de cor amarelo-esverdeado e quando maduro
apresenta a polpa de cor amarelo-claro. O tipo Espanhol apresenta frutos apresentando casca
verde e polpa branco-esverdeada. No tipo canário ou amarelo ou valenciano estão as
cultivares mais plantadas no Brasil para a produção de campo, os frutos apresentam-se
redondo-ovalados, com casca amarela, brilhante, polpa clara e sabor quase insípido. Os frutos
do tipo Honey Dew têm casca lisa, polpa branco-esverdeado tornando-se creme quando estão
maduros, o fruto apresenta pubescencia perceptível ao tato quando ainda está imaturo; polpa
verde-claro ou alaranjado, este tipo de melão tem sido cultivado em ambiente protegidos no
Brasil.
O grupo cantalupense, compreende os melões aromáticos que são muito comuns na
Europa, mas no Brasil ainda são pouco cultivados. Os frutos apresentam tamanho médio,
sulcados, com casca dura, verruga ou escama, podendo ou não apresentar casca rendilhada,
com ou sem linha de sutura e polpa de cor verde a salmão. Há diversos tipos dentro do grupo
cantalupenses, destacando-se o cantaloupe, gália e charentais (REZENDE, 2005).
Conforme REZENDE (2005), o melão tipo Cantaloupe tem forma arredondada,
ligeiramente achatada, casca cor verde-claro com variado grau de rendilhamento dividida por
depressões longitudinais, o fruto pesa em torna de 0,7 e 1,2 kg, polpa alaranjada e bastante
aromática quando maduro.
De acordo com MENEZES et al., (1998), os melões pertencentes ao grupo gália, são
aqueles denominados nobres. No Brasil seu cultivo foi introduzido por volta de 1995 e
5
atualmente grande parte da produção vem sendo destinada ao mercado Europeu, durante a
entressafra dos países concorrentes, principalmente a Espanha. O melão pertencente a este
grupo tem a casca rendilhada e de coloração verde, tornando-se amarela quando fruto estar
maduro, polpa verde suculenta e alcança excelente cotação no mercado Europeu. Apresenta
frutos esféricos com aproximadamente 15 cm de diâmetro, boa resistência ao transporte e
possui tamanho médio, casca verde-claro; tornado-se amarelo quando maduros; são muito
reticulados; polpa branco-esverdeado e bastante aromático (FARIA et al., 2004; LIU et al.,
2004).
O grupo Charentais é muito popular na Europa, apresenta casca lisa ou gomos
rendilhados, verde acinzentado, com leves suturas longitudinais de cor verde-escuro, a polpa é
firme de cor salmão, fruto gobular, pequeno e denso com peso variando de 0,6 a 1,0 kg. O
gropo Honey Dew agrupa cultivares de frutos arredondados ou ligeiramente elipticos, casca
lisa, branco esverdeado tornado-se creme quando o fruto estiver maduro, polpa verde claro ou
salmão contendo alto teor de açúcares. Os frutos pesam em torno de 2,0 kg, são mais tardios,
possuem polpa mais firme e suportam maior período de armazenamento comparado ao tipo
cantaloupe (REZENDE, 2005)
O grupo reticulatus no qual estão inseridas diversas cultivares norte-americanas, de
forma geral, seus frutos possuem casca rendilhada, polpa de coloração salmão, espessa e de
fina qualidade com sabor e aroma mais ricos do que o melão valenciano, contudo a grande
desvantagem que este apresenta é a menor resistencia ao transporte e ao armazenamento
(FILGUEIRA, 2005).
A escolha do material de plantio adequado é uma decisão importante para o sucesso do
cultivo do meloeiro. Assim, o primeiro passo a ser considerado pelo produtor, é avaliar os
seguintes aspectos de cultivares de polinização aberta ou de cultivares híbridos disponíveis no
mercado, tais como: potencial produtivo, duração dos estádios de desenvolvimento
(vegetativo, reprodutivo), características do fruto (formato, peso médio, espessura da polpa e
da casca, sabor, aroma, conteúdo de sólidos solúveis e textura) (SOUZA et al., 1999). O
mercado de sementes de melão é dinâmico, disponibilizando novas cultivares híbridas a todo
o momento. Em países desenvolvidos, é comum o conceito de que melões modernos devem
ser pequenos em tamanho e apresentar pequena cavidade de sementes. Uma das alegações é
que um melão pequeno ocupa pouco espaço na geladeira e pode ser consumido rapidamente
sem perda de qualidade e sem desperdício. No Brasil, nos últimos dez anos, grandes esforços
têm sido feitos pela Escola Superior de Agricultura de Mossoró – ESAM, atual UFERSA
6
(Universidade Federal Rural do Semi-Árido) pelas Embrapas Meio Norte, Semi Árido e
Hortaliças, com o objetivo de indicar cultivares de melão produtivo e ecologicamente mais
adequado para as regiões Nordeste e Meio Norte do Brasil. Os principais parâmetros
estudados nos trabalhos enfocaram a produtividade total e comercial bem como as
características físicas e químicas que determinam o sabor, conservação pós-colheita e
resistência ao transporte dos frutos (SOUZA et al., 1999).
2.3 Melhoramento Genético da Cultura do Melão
De acordo com FERREIRA (2006), o melhoramento genético tem como objetivo
principal aumentar a capacidade produtiva das plantas. Contudo, não basta a planta apresentar
um alto potencial produtivo, pois há outros fatores que influenciam diretamente no
rendimento das culturas e que devem ser levados em conta como a resistência as pragas e
doenças. Além disso, há necessidade de obter plantas que forneçam produtos de alto valor
biológico.
Conforme BORÉM (1998), no Brasil a obtenção de variedades das espécies
autógamas é quase que uma atividade exclusiva do setor público, ou seja, as empresas de
pesquisa estatais e por parte das Universidades, que cada vez mais vem acrescentado novos
germoplasmas em seus programas, visando o desenvolvimento de novas variedades para
diversas regiões do país. Com relação às espécies alógamas, como é o caso do milho e
girassol, diversas espécies olerícolas, como é o caso do melão, e várias espécies forrageiras,
quase toda produção de sementes fica sob controle de grandes empresas da iniciativa privada,
normalmente as multinacionais. Essas empresas vêm cada vez mais investindo em alta
tecnologia e na contratação de melhoristas, os principais responsáveis pelo lançamento de
novas variedades comerciais.
O cultivo de melão no Brasil é bastante recente, comparando-se com grande parte das
culturas de grande expressão econômica; na literatura há relatos de que a cultura do melão foi
introduzida no país especialmente no estado de São Paulo, ha cinqüenta anos, com isso tem
sido comum a importação de variedades principalmente de híbridos comerciais obtidas por
grandes empresas.
Para a comercialização de cultivares no Brasil, desde 1997 foi adotado pelo MAPA
(Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), o registro nacional de cultivares
(RNC), que tem por finalidade ordenar o mercado e proteger o produtor da venda
7
indiscriminada de sementes de cultivares que não tenha sido previamente testadas nas
condições locais (BRASIL,2001).
Grande parte dos híbridos cultivados de melão, principalmente no Nordeste Brasileiro,
ainda não fazem parte do RNC, o que vem proporcionando cada vez mais a introdução de
genótipos selecionados para países do hemisfério norte, que possuem condições climáticas
totalmente diferentes, tais como dias mais longos e alta nebulosidade (MAROTO 1983;
CRISÓSTOMOS et al., 2003).
A introdução de cultivares não adaptadas, normalmente implica na redução do período
de colheita para 60 e 70 dias, caracterizando-se dessa forma uma produção sob condições de
estresse tido como a principal causa de redução do teor de sólidos solúveis totais dos frutos o
que tem causado muitas reclamações por parte dos consumidores e isso têm feito com que
ocorra a substituição do melão amarelo pelo tipo cantaloupense (ARRUDA, 1999).
Para amenizar esta situação, através do melhoramento genético é possível obter
variedades que atendam as expectativas dos produtores e consumidores. Sabe-se que o
melhoramento genético de plantas, é uma prática regional; uma variedade poderá ser bastante
produtiva em seu ambiente de origem, mas em outro ambiente esta poderá ser superada até
mesmo por uma variedade local, cujo efeito é denominado interação genótipo por ambiente.
No melão esta diferença de comportamento foi evidenciada quando a EMBRAPA avaliou
diversos híbridos comercias, sendo 14 amarelos e 19 do tipo cantaloupes, cujas interações
foram altamente significativas para os principais caracteres de importância agronômica
(MIGUEL, 2001).
Além da dificuldade de adaptação das cultivares introduzidos, os custos com a
importação de sementes torna o cultivo muitas vezes impraticável para os pequenos
agricultores. De acordo com CARDOSO (2001), o dispêndio com a aquisição de sementes de
melão, está muito acima das outras hortaliças. Para que se tenha uma idéia, na safra de
2005/2006, no Ceará as despesas com aquisição de sementes ficaram em torno de 18%, já os
custos com defensivos foram na ordem de 12%, ou seja, somente esses dois itens
corresponderam a 30% dos custos de produção (SEAGRI, 2007).
O melão é uma espécie alógama, ou seja, os cruzamentos se dão por polinização livre,
com isto para espécies que se reproduzem deste modo FERREIRA (2006) sugere os seguintes
métodos de melhoramento: método de seleção com teste de progênie, método de seleção entre
e dentro de progênies de meios irmãos, método de seleção entre e dentro de progênies de
irmãos germanos, método de seleção de progênies S1, método de seleção recorrente, método
8
de seleção massal, método de retrocruzamento e método de variedades híbridas. A escolha do
método dependerá, principalmente, dos objetivos do programa de melhoramento e dos
recursos disponíveis.
2.4 Divergência Genética
O estudo diversidade genética tem sido realizado com o objetivo de identificar as
combinações híbridas desejáveis. Este estudo é feito através de técnicas biométricas baseadas
na quantificação da heterose ou por processos preditivos, baseados em diferenças
morfológicas, fisiológicas, entre outros (CRUZ & REGAZZI, 2001). As informações obtidas
a respeito da divergência genética através das medidas de dissimilaridade, são de
fundamentais importância nos programas de melhoramento genético, quando estes visam à
obtenção de híbridos superiores a média ou qualquer um de seus progenitores, este fenômeno
é denominado de heterose ou vigor híbrido. De acordo com FALCONER (1981), para que
haja manifestação da heterose positiva é necessário que os pais sejam divergentes.
Nos programas de melhoramento genético de plantas, o estudo da divergência genética
tem sido uma ferramenta imprescindível para o melhorista. As informações permitirão o
pesquisador agrupar grande número de genótipos em função de seu grau de similaridade ou
direcionar cruzamentos visando a heterose entre seus híbridos. No primeiro caso, CRUZ &
CARNEIRO (2003) relatam que indivíduos com alto grau de semelhança devem ser
descartados, visto que reduzirá a área experimental e, mão-de-obra, com isto haverá
otimização dos recursos possibilitando ao pesquisador atingir seus objetivos em um espaço de
tempo mais curto.
Existem diversas formas de estimar a divergência genética, sendo que a utilização de
cada método depende da natureza dos dados analisados. As informações obtidas são expressas
em medidas de dissimilaridade, que representam a diversidade existente entre um grupo de
acessos estudados. Com os resultados obtidos também permite a formação de grupos de
indivíduos com maiores similaridades, visando a formação de multilinhas. Os coeficientes de
similaridade evidenciam a existência de duplicatas, que poderão ser eliminadas, reduzindo-se
dessa forma os custos com mão de obra para conservação dos acessos (CRUZ &
CARNEIRO, 2003)
De acordo com os autores anteriormente citados, para análise de dados quantitativos é
mais comum a utilização da Distância Euclidiana e a Distância de Mahalanobis; sendo a
9
primeira menos indicada por não levar em consideração as variâncias e as covariâncias
residuais, possíveis de serem obtidas quando as observações são realizadas entre os
indivíduos avaliados em delineamentos experimentais. Contudo, dados qualitativos
multicategórigos ou binários, normalmente obtidas por escalas de nota, sendo que este tipo de
análise consiste na concordância ou discordância de determinadas classes entre os genótipos
estudados.
A estimativa da divergência genética por meio da Distância Generalizada de
Mahalanobis vem sendo amplamente utilizada em diferentes espécies. OLIVEIRA et al.
(2000), avaliaram a divergência genética entre cinqüenta e um acessos de batata-doce.
CAVALCANTE (2008), também utilizou a mesma metodologia para estimar a divergência
genética entre quatorze genótipos de batata-doce. SUDRÉ et al. (2005)
utilizaram este
método em pimenta e pimentão; NEGREIROS et al. (2007) adotaram este procedimento, no
estudo de trinta e sete genótipos de maracujazeiro;
Em relação ao melão, na literatura existem alguns trabalhos nos quais foi utilizada essa
medida de dissimilaridade. RIZZO & BRAZ (2002) estudaram a divergência genética entre
cinco cultivares de melão rendilhado. PAIVA (2002) estudou oito linhagens de melão e a
heterose entre seus híbridos.
O uso da Distância Euclidiana é menos comum, já que normalmente essa metodologia
é utilizada em experimentos planejados mas que o pesquisador não dispõe de delineamentos
experimentais. Na literatura podem ser encontrados alguns trabalhos em que os pesquisadores
utilizaram esta metodologia, como é o caso de BARRETO (2005) que estimou a divergência
entre cento e cinco genótipos de cana-de-açúcar, através da Distância Euclidiana Média
Padronizada. SILVA (2006) empregou este método quando estudou a divergência genética
entre doze genótipos de cana-de-açúcar; SANTOS (2004) utilizou a mesma metodologia em
trinta e quatro acessos de cenoura.
10
3-MATERIAL E MÉTODOS
3.1 - Local e Período do Experimento
O experimento foi conduzido na área experimental do Centro de Ciências Agrárias da
Universidade Federal de Alagoas (CECA/UFAL), BR 104 Norte, km 85, Rio Largo –
Alagoas, entre Novembro de 2008 e Janeiro de 2009. O município está situado a uma latitude
de 9 o 27 ’S, longitude de 35 o 27 ’W e uma altitude média de 127 m acima do nível do mar,
com temperaturas médias máxima de 29 oC e mínima de 21 oC e pluviosidade média anual de
1.267,70 mm (CENTENO & KISHI, 1994)
3.2 - Origem dos Genótipos Avaliados
Neste trabalho, foram avaliadas 100 progênies de meios irmãos de melão, obtidas pelo
Setor de Melhoramento Genético de Plantas do CECA/UFAL, através do cruzamento entre as
variedades Amarelo Ouro x Hale’s Best, pertencentes aos grupos Valenciano (Inodorus) e
Americano (Reticulatus), respectivamente.
3.3 – Análises Químicas e Preparo do Solo
Para as análises químicas do solo, foram coletadas 10 subamostras na área
experimental no perfil de 0-20 cm, em seguida foi obtida uma amostra composta cujas
análises encontram- se na Tabela 1.
Tabela 1 – Análise química do solo da área experimental do CECA/UFAL antes da instalação
do experimento. Rio Largo-AL, 2008.
pH
MO
P
H+Al
H2O
%
mg.dm-3
---------------------Cmolc.dm-3----------------------------
55,22
4,50
4,99
Al
0,30
Ca+Mg
3,40
11
K
0,10
Na
0,04
SB
3,54
T
M
V
----%-----8,04
7,81
44,03
O preparo do solo foi efetuado através de duas gradagens e a correção foi realizada
mediante a aplicação de 1,5 t/ha de calcário dolomítico para alcançar a saturação de bases
ideal para cultura do melão (60%).
3.4 Semeadura
A semeadura foi realizada em 10/11/2009. Foram utilizados sacos de polietileno de
dimensões 7 x 14 cm contendo substrato constituídos de solo, torta de filtro e bagaço de coco
na proporção volumétrica de 2:1:1, respectivamente, os quais foram colocados em caixas de
polietileno, conforme Figura 1, sobre trilhos, dentro do viveiro .Utilizaram-se cinco sementes
por saco, e posteriormente foram efetuados dois desbastes. O primeiro aos 10 dias após a
semeadura, deixando-se as três plântulas mais vigorosas, e o segundo aos cinco dias após o
transplantio para o local definitivo, deixando-se duas plantas por cova.
Figura 1 Produção de mudas de progênies meios irmãos de melão no viveiro do
CECA/UFAL.
12
3.5 Transplantio
O transplantio das mudas foi realizado manualmente aos 15 dias após a semeadura. As
progênies de meios irmãos de melão foram dispostas em fileiras contendo 20 plantas/progênie
no espaçamento de 2,0 m x 1,0 m, conforme Figuras 2 e 3.
3.6 Adubação
De acordo com as análises de solo na área onde ocorreu o experimento, a adubação
recomendada foi de 90, 20 e 120 kg/ha de Nitrogênio (N), Fósforo (P2O5) e Potássio (K2O),
sendo utilizados os adubos químicos uréia, superfosfato simples e cloreto de potássio como
fontes de N, P e K, respectivamente. Efetuaram-se duas adubações: a primeira ocorreu
durante o transplatio das mudas. Na ocasião, os fertilizantes foram distribuídos no fundo da
cova, sendo utilizados 60 g da mistura, sendo 20 g de cada fertilizante.
A segunda adubação foi realizada em cobertura, 25 dias após a primeira. Foram
aplicados uréia e cloreto de potássio, utilizando-se as mesmas quantidades da primeira
adubação.
3.7 Irrigação
No viveiro as plântulas foram irrigadas manualmente duas veses ao dia (manhã e
terde) utilizando-se regadores. No plantio definitivo, foi adotado o sistema de irrigação por
gotejo com turno de rega diário, conforme Figuras 2 e 3. A lâmina de água foi aplicada de
acordo com a fase de desenvolvimento da cultura, conforme a evapotranspiração de referência
da região (ET0) e seus respectivos coeficientes da cultura (Kc) segundo COSTA et al.
(2001). Os dados médios mensais de evapotranspiração de referência (ET0) do período
experimental foram cedidos pelo laboratório de Agrometeorologia e Radiométria Solar da
Universidade Federal de Alagoas – LARAS/UFAL, sendo a ET0 determinada pelo método de
Penman-Monteith – FAO (ALLEN et al., 1998).
Entre 15 e 30 dias após a semeadura foi aplicada uma lâmina de 4 mm; nos 30 dias
seguintes, 6 mm; e, em seguida, 4 mm até o final do ciclo.
13
Figura 2
Sistema de irrigação por gotejo em progênies de meios irmãos de melão na área
experimental do CECA/UFAL.
Figura 3 Progênies de meios irmãos de melão aos 30 dias após a semeadura.
14
3.8 Controle de Doenças, Pragas e Plantas Invasoras
O controle preventivo de doenças foi realizado através de três aplicações: 30 45 e 52
dias após a semeadura com 0,8 kgha-1 para cada aplicação do fungicida CERCOBIM 700 W
(Diafanato-Metílico). Com relação ao controle de pragas realizaram-se duas aplicações que
coincidiram com a data das últimas aplicações de fungicida. Na ocasião foram utilizados em
cada pulverização 0,12 Lha-1 do inseticida comercial DECIS (Deltametrina), as aplicações
foram realizadas com o uso de pulverizador costal de capacidade para 20 l. As plantas
invasoras foram retiradas manualmente da área do bulbo molhado.
3.9 Colheita
A colheita iniciou-se aos 64 dias após a semeadura, sendo finalizada 11 dias após.
Foram escolhidas ao acaso oito plantas de cada progênie de meios irmãos, das quais obteve-se
um fruto de cada. Os frutos coletados foram identificados e, em seguida, conduzidos ao
laboratório do Setor de Melhoramento Genético de Plantas do CECA/UFAL para serem
realizadas as avaliações.
3.10 Variáveis Analisadas
Foram obtidos dois grupos de caracteres: quantitativos e qualitativos.
3.10.1 Caracteres Quantitativos
As variáveis quantitativas avaliadas neste estudo foram: Peso de Fruto (g); Diâmetro
Longitudinal (cm); Diâmetro Transversal (cm); Cavidade Longitudinal (cm); Cavidade
Transversal (cm); Espessura de Polpa (cm) e Espessura de Casca (cm)
Peso de frutos: obtida pela razão entre a massa total dos frutos colhidos e pelo
número de frutos. Os frutos foram pesados em balança eletrônica com capacidade de 25,0 kg
e precisão de 0,01 g. O resultado foi expresso em g.
Diâmetro longitudinal: obtido pela mensuração com régua graduada em milímetro.
Os frutos foram seccionados longitudinalmente e a mensuração foi realizada em um dos
15
lados, medindo-se o seu maior comprimento desde a inserção do pedúnculo até a extremidade
oposta, expresso em cm;
Diâmetro transversal: obtido pela mensuração com régua graduada em milímetro.
Sendo a medida desta variável expressa em cm;
Cavidade longitudinal: obtido pela mensuração com régua graduada em milímetro.
Esta medida foi expressa em cm;
Cavidade transversal: obtido pela mensuração com régua graduada em milímetro e
as médias obtidas foram expressas em cm;
Espessura de polpa: obtida pela mensuração com paquímetro graduada em milímetro.
Os frutos foram seccionados longitudinalmente e as mensurações foram realizadas em cada
um dos lados, medindo-se na parte mediana , excluindo-se a casca. Efetuou-se a média de
duas mensurações. Expressa em cm.
Espessura de casca: obtida pela mensuração com paquímetro em milímetro. Os frutos
foram seccionados longitudinalmente e as mensurações foram realizadas em cada um dos
lados, medindo-se na parte mediana, excluindo-se a polpa. Efetuou-se a média de duas
mensurações. A qual foi expressa em cm.
3.10.2 Caracteres Qualitativos
Os caracteres qualitativos foram obtidos através de escalas de nota de acordo com os
descritores da cultura do melão (IPIGRI, 2003).
Foram avaliados os seguintes caracteres:
Rendilhamento do Fruto:
1 Liso; 2 Finamente rendilhado; 3 Intermediário ; 4 Rendilhamento espesso.
Distribuição do Rendilhamento:
1 Ausente; 3 Pouco coberto; 5 Intermediário; 7 Fruto completamente coberto.
16
Costelas do Fruto:
1- Ausente; 2- Superficial; 3 -Intermediário; 4 -Profunda.
Separação do pedúnculo do fruto maduro:
3- Fácil; 5 -Intermediário; 7- difícil.
Cor da Polpa:
1- Branca; 2 -Amarela; 3- Creme; 4- Verde Claro; 5 -Alaranjada;
Formato do Fruto:
1- Arredondada; 2- Achatada; 3 -Oval; 4- Alongada.
Cor do Fruto Maduro:
1 - Amarelo claro; 2 -Creme (Amarela); 3 -Verde; 4 -Verde-escuro.
3.11 Análises Estatísticas
(Os dados experimentais foram analisados através da estatística multivariada, sendo a
divergência genética estimada através da Distância Euclidiana Média Padronizada (DEMP), a
qual foi obtida com o auxílio do software GenesCRUZ, 2006).
.
3.11.1 Distância Euclidiana Média Padronizada
A medida de Distância Euclidiana Média Padronizada foi obtida como medida de
dissimilaridade entre os pares de genótipos para os caracteres quantitativos. As maiores
distâncias indicam os genótipos ou grupos mais divergentes, com isso teremos possíveis
combinações desejáveis para realização de cruzamentos, visando o efeito da heterose.
17
A padronização dos dados foi realizada conforme CRUZ & REGAZZI (2003) para
eliminação dos efeitos nas mudanças de escalas das características estudadas. A padronização
dos dados foi realizada através da seguinte equação.
xij =Xij/S(Xj)
Onde:
xij = valor padronizado de cada observação Xij no i-ésimo genótipo e j-ésima característica;
e S(Xj) é o desvio padrão da i-ésima característica avaliada.
A Distância Euclidiana Média Padronizada entre os pares de genótipos, foram obtidas
através da seguinte equação:
Onde:
Dii’ corresponde a medida de dissimilaridade;
n é o número de caracteres analisados;
xij
é o valor observado na i-ésimo genótipo (1,2,3...100) em referência a j-ésimo
característica (j= 1,2,3...7).
3.11.2 Análise de Dados Qualitativos
Os dados provenientes de escalas de notas foram distribuídos em classes de freqüência
relativa para cada característica analisada
18
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO
4.1 Caracteres Quantitativos
Na tabela 2, encontram-se os dados das 100 progênies de meios-irmãos de melão, para
os sete caracteres avaliados. Analisando-se os dados nota-se que: O peso de frutos variou de
430g a 1213,13g. Observa-se que 15% das progênies avaliadas apresentaram média de peso
de frutos superiores a 1000 g; 70% apresentaram média entre 601,75 g e 997,75 g ; 15% das
progênies apresentaram peso de frutos abaixo de 600 g, as quais de acordo com FAGAN
(2005), não estão
dentro dos limites dos padrões de comercialização. Por outro lado,
TORRES FILHO (2008) reporta que frutos com média superiores a 2000 g também não são
considerados comercializáveis, o que neste estudo não foi observado média de frutos
pertencentes esta classe.
Com relação à característica diâmetro longitudinal, as progênies: 74, 39, 105, 53 e 01
apresentaram maiores médias de diâmetro longitudinal com 16,14, 15,74, 15,60, 15,51 e
15,43 cm, respectivamente e foram superiores aos resultados obtidos por QUEIROGA et al.
(2007) e inferiores aos resultados encontrados por SALES JUNIOR et al., (2005).
As Progênies 118 (8,69 cm), 111 (9,06 cm), 114 (9,16 cm), 78 (9,36 cm) e 94 (9,51
cm) apresentaram as menores médias do diâmetro longitudinal dos frutos, resultados
semelhantes para este caráter, foram obtidos por RIZZO & BRAZ (2001) em quatro cultivares
de melão rendilhado avaliados em casa de vegetação.
Para a variável diâmetro transversal, as progênies que apresentaram os maiores
diâmetros transversais de frutos foram as progênies: 66 (13,24 cm), 33 (13,21 cm), 36 (13,15
cm), 10 (13,09 cm) e 128 (12,78 cm); enquanto as Progênies, 64 (9,26 cm), 45 (9,33 cm), 41
(9,49 cm), 02 (9,66 cm) e 118 (9,70 cm) apresentaram os menores diâmetros longitudinais.
Estes resultados foram semelhantes aos obtidos por RIZZO & BRAZ (2001)
Em relação ao caráter cavidade longitudinal, as progênies 53 (9,98 cm), 74 (9,70 cm),
01 (9,51 cm), 04 (9,44 cm) e 58 ( 9,32 cm) apresentaram a cavidade longitudinal dos frutos
superiores a 9,00 cm. Estes resultados foram superiores aos encontrados por (CHARLO et al.,
2009). Por outro lado, as Progênies 78 (3,35 cm) e 114 (3,63 cm), apresentaram cavidade
longitudinal inferior a 4,00 cm.
19
N a variável cavidade transversal as progênies: 128 (7,44 cm), 06 (7,30 cm), 10 (7,26
cm), 04 (7,06 cm) apresentaram cavidade transversal do fruto superior a 7,00 cm, cujos
valores superaram os resultados obtidos por QUEIROGA et al. (2007). A progênie 41 (3,83
cm), apresentou média da cavidade transversal do fruto inferior a 4,00 cm
Com relação à espessura da casca, houve grande variação sendo os maiores valores
observados nas Progênies: 17 (0,51 cm), 18 (0,44cm), 04 (0,43 cm), 27 (0,43 cm), 31 (0,41
cm) e 40 (0,41 cm). As Progênies: 05 (0,14 cm), 48 (0,16 cm), 43 (0,17 cm), 78 (0,17 cm) e
113 (0,17 cm) apresentam menores espessuras da casca.
A espessura da polpa variou de 2,04 cm a 3,38 para. Estes valores concordam com os
de TORRES FILHO (2008), que obteve maior parte dos seus resultados para este caráter,
valores semelhantes.
Avaliando vários aspectos produtivos em oito híbridos de melão,
NUNES et al. (2004) obtiveram valores próximos aos obtidos neste estudo que apresentaram
espessura de polpa muito próxima ou inferior a 3,00 cm. Testando o Híbrido AF-682 sob
diferentes sistemas de irrigação, BATISTA et al. (2009) obtiveram resultados semelhantes as
progênies que se encontram no limite superior.
20
Tabela 2
Progênies
01
02
04
05
06
10
14
15
17
18
19
20
21
22
24
27
28
30
31
32
33
36
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
52
53
54
55
Médias originais de sete variáveis analisadas em progênies de meios irmãos de
melão.
PF (1)
1073,25
613,00
996,50
569,00
1035,38
1086,25
791,75
803,25
761,75
794,25
812,13
811,75
528,25
749,75
905,00
691,63
965,63
806,38
1013,50
806,88
1140,63
1115,88
788,63
1169,00
659,88
567,00
726,25
840,00
797,25
535,00
738,88
784,75
660,88
754,50
772,75
1117,50
1213,75
879,38
620,13
DL(2)
15,43
10,44
14,98
9,78
12,31
13,51
12,21
10,43
11,59
12,46
12,31
11,46
9,79
10,74
11,08
11,93
12,20
11,59
15,24
11,59
13,85
12,68
13,89
15,76
11,81
10,05
11,95
12,71
10,76
10,93
10,60
11,36
11,68
10,36
10,50
13,83
15,51
13,49
10,64
DT (3)
11,88
9,66
12,54
9,88
12,53
13,09
11,39
11,95
11,61
11,36
11,36
11,89
10,06
11,20
12,16
11,40
11,08
11,58
12,65
11,06
13,21
13,15
10,01
12,64
10,46
9,49
10,91
10,55
11,86
9,33
11,54
11,45
11,03
11,13
10,99
12,39
11,70
11,38
10,06
21
CL(4)
9,51
5,50
9,44
5,05
7,09
7,68
6,76
5,28
6,39
7,20
6,43
5,88
4,51
4,84
5,89
6,43
6,34
5,19
8,90
5,38
7,55
5,93
8,04
8,63
6,53
4,39
6,45
7,88
4,84
6,34
5,36
5,36
6,69
4,95
5,25
7,93
9,98
8,29
5,65
CT (5)
5,96
4,73
7,06
5,15
7,30
7,26
5,90
6,65
6,41
6,10
5,48
6,30
4,79
5,30
6,98
5,90
5,21
5,18
6,31
4,85
6,91
6,40
4,16
5,50
5,18
3,83
5,41
5,71
5,94
4,74
6,30
5,45
6,04
5,71
5,74
6,49
6,16
6,18
5,08
EC (6)
0,21
0,21
0,43
0,14
0,29
0,31
0,18
0,19
0,51
0,44
0,26
0,36
0,31
0,29
0,36
0,43
0,33
0,24
0,41
0,28
0,31
0,20
0,23
0,19
0,41
0,21
0,21
0,17
0,18
0,26
0,18
0,20
0,16
0,23
0,29
0,29
0,24
0,24
0,26
EP (7)
2,75
2,26
2,31
2,23
2,33
2,63
2,55
2,46
2,09
2,19
2,69
2,44
2,33
2,66
2,24
2,33
2,60
2,96
2,76
2,83
2,84
3,18
2,70
3,38
2,24
2,63
2,54
2,25
2,79
2,04
2,44
2,80
2,34
2,48
2,34
2,66
2,53
2,40
2,24
Continua...
Tabela 2
Progênies
56
57
58
64
66
68
69
71
72
74
76
77
78
79
80
82
83
84
85
86
87
92
93
94
95
96
97
99
100
103
104
105
106
107
108
109
110
111
Médias originais de sete variáveis analisadas em progênies de meios irmãos de
melão.
PF (1)
709,88
956,25
931,00
519,38
1126,50
976,25
820,25
611,50
625,25
997,63
645,00
942,25
597,50
502,25
1023,00
601,75
872,50
788,75
666,75
646,88
701,50
762,50
1028,75
466,00
755,00
696,50
554,13
1185,63
1038,75
872,50
823,75
1101,25
744,38
785,75
1033,13
706,63
759,00
540,00
DL(2)
10,95
13,49
14,91
10,41
15,39
13,39
12,60
11,74
10,05
16,14
12,05
13,09
9,36
10,79
13,64
9,60
11,75
12,45
10,75
9,68
10,05
11,09
14,50
9,51
11,59
11,03
9,94
13,11
10,70
12,16
12,71
15,60
10,45
11,00
12,98
9,85
13,10
9,06
DT (3)
10,18
11,55
11,81
9,26
13,24
11,59
11,40
10,29
10,90
11,96
10,24
11,91
10,09
9,76
12,45
10,01
12,13
11,14
10,65
11,34
11,68
10,71
12,30
9,81
10,79
10,84
10,18
12,46
11,91
12,31
11,35
12,33
10,94
11,43
12,49
11,39
10,75
10,18
CL(4)
5,70
7,40
9,32
5,39
8,98
7,36
6,58
6,33
4,33
9,70
6,08
6,85
3,35
5,33
7,35
5,23
5,75
6,19
4,84
4,70
4,38
5,93
7,69
4,89
5,96
5,28
5,16
6,09
5,29
6,31
6,60
9,28
4,49
5,74
6,80
4,76
7,34
4,50
CT (5)
4,93
5,46
6,22
4,24
6,83
5,56
5,38
4,88
5,18
5,60
4,26
5,68
4,07
4,30
6,16
4,44
6,13
4,88
4,74
6,36
6,00
5,55
5,49
5,19
5,16
5,09
5,40
5,42
6,51
6,21
5,25
6,01
4,98
6,17
6,31
6,30
5,01
5,60
EC (6)
0,28
0,19
0,29
0,36
0,31
0,33
0,36
0,18
0,34
0,26
0,34
0,37
0,17
0,24
0,31
0,30
0,28
0,36
0,31
0,34
0,31
0,21
0,34
0,23
0,33
0,24
0,28
0,33
0,29
0,36
0,29
0,20
0,23
0,29
0,28
0,28
0,27
0,21
EP (7)
2,35
2,86
2,51
2,15
2,90
2,69
2,65
2,53
2,53
2,93
2,65
2,75
2,84
2,49
2,84
2,49
2,73
2,78
2,65
2,15
2,53
2,38
3,06
2,09
2,49
2,64
2,11
3,19
2,41
2,56
2,76
2,96
2,75
2,34
2,81
2,26
2,61
2,08
Continua...
22
Tabela 2
Médias originais de sete variáveis analisadas em progênies de meios irmãos de
melão.
Progênies
PF (1)
DL(2)
DT (3)
CL(4)
CT (5)
EC (6)
EP (7)
112
620,00
10,84
10,40
5,49
5,06
0,31
2,36
113
668,75
13,20
10,25
7,69
4,73
0,17
2,59
114
691,63
9,16
11,44
3,63
5,90
0,29
2,48
115
846,00
12,43
12,03
6,83
6,43
0,20
2,60
116
591,63
10,91
10,43
5,49
4,99
0,24
2,48
117
712,75
11,45
11,14
5,51
5,20
0,21
2,76
118
430,00
8,69
9,70
4,03
5,02
0,21
2,13
119
818,00
11,73
11,63
5,58
5,47
0,23
2,85
122
589,38
10,23
10,30
4,94
5,02
0,29
2,35
124
757,00
12,58
11,18
7,14
5,74
0,32
2,40
126
928,50
12,68
12,05
6,60
5,97
0,26
2,78
127
771,25
11,70
11,58
6,00
5,88
0,24
2,61
128
957,00
12,13
12,78
6,79
7,44
0,33
2,34
129
605,63
11,00
10,33
5,06
4,39
0,19
2,78
130
699,50
11,85
10,00
7,00
5,14
0,30
2,13
131
574,13
10,36
10,08
5,04
4,74
0,29
2,38
132
660,25
9,80
10,04
4,66
4,90
0,31
2,26
133
642,88
11,20
10,24
5,83
4,85
0,28
2,41
134
1084,25
14,81
12,60
8,19
5,98
0,21
3,10
135
768,00
11,96
11,19
6,11
5,33
0,30
2,63
138
563,13
10,46
9,86
5,38
4,76
0,27
2,28
139
742,75
10,61
11,40
5,11
5,90
0,26
2,49
142
682,25
11,90
10,70
6,95
5,74
0,23
2,25
Média
709,18
11,86
11,20
6,24
5,57
0,27
2,54
Máximo
1213,75
16,14
13,24
9,98
7,44
0,51
3,38
Mínimo
430,00
8,69
9,26
3,35
3,31
0,14
2,04
Amplitude.
783,75
7,45
3,98
6,63
3,23
0,37
1,34
Desv.Pad
183,92
1,70
0,96
1,43
0,76
0,07
0,27
CV%
25,93
14,33
8,57
22,92
13,64
25,93
10,63
(1)
(2)
(3)
Peso de Frutos (g); Diâmetro Longitudinal (cm); Diâmetro Transversal (cm); (4)
Cavidade Longitudinal (cm); (5) Cavidade Transversal (cm); (6) Espessura da Casca
(cm); (7) Espessura da Polpa (cm).
23
4.2 Medidas de Dissimilaridade
Na tabela 3, encontram-se os resultados das medidas de dissimilaridade baseada na
Distância Euclidiana Padronizada, para os pares de progênies de meios irmãos de melão com
maiores e menores distâncias em relação a cada uma destas, que foram obtidos a partir de
dados padronizados do Apêndice 1, utilizando-se as médias originais das sete variáveis
quantitativas e seus respectivos desvios-padrão (Tabela 2).
Analisando-se a tabela 3, pode-se observar que individualmente as maiores distâncias
envolvendo cada progênie (à esquerda) foram: 39 x 118; 04 x 78; 66 x 118; 39 x 64; 39 x 94;
04 x 41 e 39 x 111.
Contudo, analisando-se o Apêndice 2, que contém todas as combinações dos possíveis
pares de genótipos envolvendo as 100 progênies de meios irmãos de melão, verifica-se que,
os pares mais divergentes em ordem decrescente são: 39 x 118; 04 x 78; 66 x 118; 39 x 64;
39 x 94; 04 x 41; 39 x 111; 66 x 78 e 41 x 66 com as distâncias de 3,26, 3,24, 3,18, 3,13,
3,08, 3,07, 3,04, 3,03 e 3,01, respectivamente.
Os pares menos divergentes foram: 53 x 133; 122 x 131; 131 x 138; 47 x 119; 49 x
139; 55 x 138; 19 x 104; 30 x 119; 112 x 122 e 21 x 131 tendo as distâncias 0,18, 0,18,
0,22, 0,23, 0,23, 0,23, 0,24, 0,24, 0,24, 0,25, respectivamente.
Conforme BARRETO (2005), o uso de medidas de dissimilaridade compreende um
importante recurso para orientar cruzamentos, principalmente entre aqueles indivíduos que
apresentam maiores distâncias, ou seja, maior divergência genética. Ainda de acordo com o
autor, a alta similaridade, ou baixa dissimilaridade entre os genótipos em estudo, sugerem que
estes não sejam utilizados em cruzamento porque apresentam semelhança para os caracteres
avaliados.
A heterose, normalmente positiva, tem sido evidenciada em várias culturas para
diversos caracteres de importância agronômica. GUIMAMARÃES et al. (2007) trabalhando
com híbridos de milho observou correlação positiva e significativa entre divergência genética
e heterose em relação a produtividade, ou seja, os indivíduos quanto mais
divergentes
produziram híbridos mais produtivos. COIMBRA & CARVALHO (1998), avaliando 36
combinações híbridas obtidas a partir de nove genótipos de feijão, constataram que havia
correlação significativa para a maioria dos caracteres avaliados e a distância de Mahalanobis.
Com relação a cultura do melão, existem diversos trabalhos que evidenciam a
heterose. PAIVA (2002) observou heterose positiva para alguns caracteres de importância
24
agronômicas avaliados em híbridos de melão obtidos a partir de linhagens de melão
pertencentes ao programa de melhoramento da Embrapa Agroindústria Tropical.
Por outro lado, nem sempre se observa efeito de heterose mesmo quando há grande
divergência genética entre os progenitores. RIZZO (1999), quando trabalhou com linhagens
de melão rendilhado, constatou principalmente heteroses negativas em grande parte dos
caracteres analisados no seu estudo. TORRES FILHO (2008), trabalhando com 42 acessos de
melão, concluiu que a divergência genética não se correlacionou com nenhum dos parâmetros
avaliados pelo autor. PAIVA (2002) afirma que a heterose favorável nem sempre ocorre
quando se utiliza linhagens contrastantes e que em alguns casos o cruzamento entre linhagens
com pequenas distâncias poderá resultar em combinações desejáveis. Portanto, cruzamentos
entre indivíduos com alta divergência genética nem sempre resultam em ganhos genéticos.
25
Tabela 3
Estimativa das maiores e menores medidas de dissimilaridade envolvendo cada
uma das 100 progênies individualmente (à esquerda), com base na Distância
Euclidiana Média Padronizada (DEMP)
Maiores Distâncias
Menores Distâncias
DEMP
DEMP
Progênies
Progênies
Progênies
Progênies
01
118
2,79
01
105
0,36
02
66
2,70
02
138
0,35
04
78
3,24
04
31
0,75
05
66
2,84
05
02
0,49
06
78
2,57
06
128
0,31
10
78
2,77
10
33
0,36
14
17
1,92
14
115
0,40
15
39
2,18
15
46
0,28
17
39
2,91
17
18
0,53
18
39
2,48
18
27
0,39
19
04
1,76
19
104
0,24
20
39
2,18
20
103
0,34
21
39
2,89
21
131
0,25
22
39
2,14
22
96
0,37
24
39
2,40
24
20
0,49
27
39
2,47
27
18
0,39
28
118
1,83
28
69
0,39
30
04
2,21
30
119
0,24
31
118
2,98
31
66
0,71
32
04
2,15
32
30
0,39
33
118
2,89
33
10
0,36
36
64
2,83
36
108
0,78
38
17
2,26
38
113
0,56
39
118
3,26
39
134
0,55
40
39
2,61
40
27
0,54
41
04
3,07
41
79
0,49
42
04
2,00
42
92
0,35
43
39
2,02
43
142
0,55
44
04
2,28
44
47
0,36
45
39
2,93
45
138
0,48
46
39
2,21
46
15
0,28
47
04
2,20
47
119
0,23
48
39
2,17
48
14
0,45
49
39
2,25
49
139
0,23
50
39
2,37
50
107
0,33
52
39
2,60
52
80
0,41
53
118
2,94
53
01
0,48
54
78
2,16
54
58
0,56
Continua...
26
Tabela 3
Estimativa das maiores e menores medidas de dissimilaridade envolvendo cada
uma das 100 progênies individualmente (à esquerda), com base na Distância
Euclidiana Média Padronizada (DEMP)
Maiores Distâncias
Progênies
Progênies
55
39
56
39
57
17
58
78
64
39
66
118
68
118
69
118
71
04
72
39
74
118
76
66
77
118
78
04
79
66
80
118
82
39
83
64
84
39
85
39
86
39
87
39
92
39
93
118
94
39
95
39
96
04
97
39
99
118
100
39
103
78
104
118
105
118
106
04
107
39
108
118
109
39
110
04
Menores Distâncias
Progênies
Progênies
55
138
56
133
57
126
58
54
64
21
66
33
68
77
69
84
71
116
72
85
74
01
76
85
77
68
78
41
79
138
80
108
82
131
83
126
84
69
85
72
86
109
87
114
92
42
93
80
94
118
95
135
96
117
97
55
99
93
100
107
103
20
104
19
105
01
106
96
107
50
108
114
109
86
110
104
DEMP
2,62
2,43
2,18
2,59
3,13
3,18
2,18
1,87
2,39
2,58
2,92
2,30
2,23
3,24
2,74
2,49
2,69
1,89
1,88
2,35
2,83
2,41
2,18
2,71
3,08
2,17
2,25
2,89
2,73
2,13
2,17
1,81
2,97
2,45
2,24
2,37
2,59
1,79
DEMP
0,23
0,18
0,58
0,56
0,61
0,52
0,32
0,35
0,45
0,40
0,47
0,55
0,32
0,55
0,43
0,28
0,29
0,36
0,35
0,40
0,38
0,33
0,35
0,52
0,34
0,32
0,29
0,37
0,65
0,60
0,34
0,24
0,36
0,32
0,33
0,28
0,38
0,44
Continua...
27
Tabela 3
Estimativa das maiores e menores medidas de dissimilaridade envolvendo cada
uma das 100 progênies individualmente (à esquerda), com base na Distância
Euclidiana Média Padronizada (DEMP)
Maiores Distâncias
Menores Distâncias
DEMP
DEMP
Progênies
Progênies
Progênies
Progênies
111
39
3,04
111
94
0,35
112
39
2,52
112
122
0,24
113
17
2,27
113
71
0,51
114
39
2,64
114
87
0,33
115
64
2,07
115
14
0,40
116
39
2,38
116
133
0,30
117
04
2,24
117
47
0,25
118
39
3,26
118
94
0,34
119
04
2,05
119
47
0,23
122
39
2,66
122
131
0,18
124
39
2,01
124
69
0,49
126
118
2,06
126
108
0,35
127
39
1,84
127
19
0,34
128
78
2,63
128
06
0,31
129
04
2,72
129
96
0,55
130
39
2,51
130
56
0,53
131
39
2,68
131
122
0,18
132
39
2,81
132
122
0,28
133
39
2,40
133
56
0,18
134
118
2,86
134
105
0,41
135
39
1,89
135
19
0,29
138
39
2,74
138
131
0,22
139
39
2,21
139
49
0,23
142
39
2,23
142
92
0,44
28
4.3 Caracteres Qualitativos
Na Figura 4 encontram-se as freqüências para o caráter rendilhamento de frutos. Podese observar que 29% das progênies apresentam frutos lisos; 21% finamente rendilhado; 40%
intermediário e 10% possuem rendilhamento espesso.
45
40
Frequência (%)
35
30
25
20
15
10
5
0
Liso
Figura 4
F. Rendilhado
Intermediário
R. Espesso
Formas de rendilhamento de frutos de 100 progênies de
meios irmãos de melão
Com relação à distribuição do rendilhamento, na Figura 5 observa-se que 29% das
progênies não possuem rendilhamento nos frutos; 42% apresentam frutos pouco cobertos;
20% intermediários e 9% completamente cobertos.
45
40
Frequência (%)
35
30
25
20
15
10
5
0
Ausente
Figura 5
P. Coberto
Intermediário
C. Coberto
Distribuição do rendilhamento em frutos de 100 progênies de
meios irmãos de melão.
29
Em relação às costelas dos frutos, 37% não apresentaram costelas; 21% possuem
costelas superficiais; 26% superficiais e 16% profundas (Figura 6).
40
35
Frequência (%)
30
25
20
15
10
5
0
Ausente
Figura 6
Superficial
Intermediária
Profunda
Formas de Costelas em fruto frutos de progênies de melão
avaliados na área experimental do CECA/UFAL
Para a separação do pedúnculo do fruto maduro, apenas 4% das progênies os frutos
separam-se facilmente; 92% dificilmente separam-se e 4% apresentam-se intermediária
(Figura7)
100
90
Frequência (%)
80
70
60
50
40
30
20
10
0
Fácil
Figura 7
Intermediário
Difícil
Separação dos frutos de progênies de meios irmãos de melão
quando maduros.
30
Na Figura 8 encontram-se as freqüências para o caráter formato do fruto oval, onde
58% das progênies possuem frutos arredondados; 11% achatados; 3% oval e 28% alongados.
Com relação à cor da polpa, 8% das progênies apresentam frutos verde-claro e 92% com
polpa alaranjada.
60
Frequência (%)
50
40
30
20
10
0
Arredondado
Achatado
Oval
Alongado
Figura 8 Formato dos frutos de progênies de meios irmãos de melão.
N a coloração dos frutos quando maduros, 75% das progênies apresentam frutos de
coloração amarelo-claro; 16% creme; 6% verde e apenas 3% verde-claro (Figura 9).
80
70
Frequência (%)
60
50
40
30
20
10
0
A. Claro
Creme
Verde
V. Escuro
Figura 9 Coloração de frutos de progênies de meios irmãos de melão
. Na Tabela 4 estão apresentadas todas as combinações das características
morfológicas (qualitativas) avaliadas em 100 progênies de meios irmãos de melão.
31
Tabela 4
Progênies
1
2
4
5
6
10
14
15
17
18
19
20
21
22
24
27
28
30
31
32
33
36
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
52
53
54
55
Dados de escalas de nota para caracteres qualitativos em progênies de meios
irmãos de melão.
RF(1)
3
3
3
1
4
1
3
4
2
3
1
4
1
1
3
3
1
2
2
2
4
2
3
2
3
2
3
3
1
3
2
3
3
3
3
4
2
2
3
DR(2)
3
5
3
1
7
1
3
3
3
5
1
7
1
1
5
5
1
3
3
3
7
3
5
3
5
3
5
3
1
3
3
5
3
3
5
7
3
3
3
CF(3)
3
3
2
2
4
3
2
4
1
2
1
4
1
1
4
4
3
3
1
2
2
3
3
1
3
1
1
4
1
3
4
4
3
3
4
3
1
1
2
SP(4)
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
3
7
7
7
7
7
7
7
3
7
7
7
CPO(5)
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
4
5
5
FF(6)
4
1
4
1
1
1
1
1
1
4
1
2
1
1
2
3
3
1
1
1
1
1
4
4
4
1
4
4
2
3
1
1
4
2
2
1
4
4
1
CFM(7)
2
1
1
1
4
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
4
1
1
1
1
2
1
1
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
2
1
1
1
1
1
Continua...
32
Tabela 4
Dados de escalas de nota para caracteres qualitativos em progênies de meios
irmãos de melão.
Progênies
RF(1)
DR(2)
CF(3)
SP(4)
CPO(5)
FF(6)
CFM(7)
56
2
3
2
7
5
1
1
57
1
1
1
7
5
4
2
58
1
1
1
7
4
4
2
64
2
3
2
7
5
4
2
66
1
1
1
7
5
4
1
68
2
3
1
7
5
4
1
69
3
5
3
7
4
4
1
71
2
3
1
7
5
1
3
72
1
1
1
7
5
1
1
74
1
1
1
7
5
4
1
76
3
3
1
7
5
4
2
77
3
3
1
7
5
1
3
78
1
1
2
7
5
1
1
79
2
3
2
7
4
1
2
80
2
3
2
7
5
1
3
82
3
5
3
5
5
1
2
83
3
3
2
7
5
1
1
84
1
1
1
7
4
4
1
85
1
1
1
3
5
1
1
86
3
3
3
7
5
2
2
87
4
3
4
7
5
2
3
92
3
3
3
7
5
1
1
93
2
3
3
7
5
4
1
94
3
3
2
7
5
1
1
95
1
1
1
7
5
1
1
96
1
1
1
7
5
1
1
97
4
7
4
3
5
1
4
99
1
1
1
7
5
1
3
100
2
3
4
7
5
2
1
103
3
3
2
7
5
1
1
104
1
1
1
7
5
1
3
105
1
1
1
7
4
4
1
106
1
1
1
7
5
1
1
107
3
5
4
7
5
1
2
108
1
1
1
7
5
1
1
109
1
1
1
5
5
2
1
110
4
7
4
7
5
4
1
111
3
3
3
7
5
2
1
112
3
5
3
7
5
1
1
Continua...
33
Tabela 4
Progênies
113
114
115
116
117
118
119
122
124
126
127
128
129
130
131
132
133
134
135
138
139
142
(1)
Dados de escalas de nota para caracteres qualitativos em progênies de meios
irmãos de melão.
RF(1)
DR(2)
CF(3)
SP(4)
CPO(5)
FF(6)
CFM(7)
3
3
3
1
4
3
3
3
1
2
3
2
1
3
2
3
4
1
3
1
1
3
5
3
5
1
7
5
3
7
1
3
5
3
1
5
3
5
7
1
3
1
1
5
3
2
4
1
2
3
1
3
2
1
3
1
3
2
1
4
3
1
2
3
1
2
7
7
7
7
5
7
7
7
7
7
7
7
7
7
7
5
7
7
7
7
7
7
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
5
4
5
5
5
4
5
5
5
5
4
2
1
1
1
1
1
1
4
1
1
1
1
4
1
1
1
4
1
1
1
4
1
1
2
1
1
1
1
1
1
1
2
1
1
1
1
1
1
2
1
1
1
1
Rendilhamento do fruto; (2) Distribuição do Rendilhamento; (3) Costelas do Fruto; (4)
Separação do Pedúnculo; (5) Cor da Polpa; (6) Formato do Fruto; (7) Cor do Fruto
maduro.
34
5 CONCLUSÕES
1) A caracterização realizada neste estudo orientará na escolha dos genótipos desejáveis
para as próximas etapas deste trabalho;
2) Os cruzamentos entre os pares: 39 x 118; 04 x 78; 66 x 118; 39 x 64; 39 x 94; 04 x 41;
39 x111; 66 x 78 e 41 x 66 poderão resultar em combinações desejáveis por serem os
pares mais divergentes;
3) Os cruzamentos entre os pares: 53 x 133; 122 x 131; 131 x 138; 47 x 119; 49 x 139;
55 x 138; 19 x 104; 30 x 119; 112 x 122 e 21 x 131, poderão não resultar em
combinações desejáveis por serem os pares menos divergentes.
35
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42
APÊNDICES
Apêndice A Médias padronizadas de sete variáveis analisadas em progênies de meios
irmãos de melão
Progênies
PF (1)
DL(2)
DT (3)
CL(4)
CT (5)
EC (6)
EP (7)
01
5,84
9,07
12,38
6,65
7,85
2,95
10,19
02
3,33
6,14
10,06
3,85
6,22
2,95
8,38
04
5,42
8,81
13,06
6,60
9,29
6,07
8,56
05
3,09
5,75
10,29
3,53
6,78
1,96
8,26
06
5,63
7,24
13,05
4,96
9,61
4,11
8,61
10
5,91
7,95
13,64
5,37
9,56
4,46
9,72
14
4,30
7,18
11,86
4,73
7,76
2,59
9,44
15
4,37
6,13
12,45
3,69
8,75
2,68
9,12
17
4,14
6,82
12,09
4,47
8,44
7,32
7,73
18
4,32
7,33
11,83
5,03
8,03
6,34
8,10
19
4,42
7,24
11,83
4,49
7,20
3,66
9,95
20
4,41
6,74
12,39
4,11
8,29
5,09
9,03
21
2,87
5,76
10,48
3,16
6,30
4,46
8,61
22
4,08
6,32
11,67
3,38
6,97
4,11
9,86
24
4,92
6,51
12,67
4,12
9,18
5,09
8,29
27
3,76
7,01
11,88
4,49
7,76
6,07
8,61
28
5,25
7,18
11,54
4,43
6,86
4,73
9,63
30
4,38
6,82
12,06
3,63
6,81
3,39
10,97
31
5,51
8,96
13,18
6,22
8,30
5,82
10,23
32
4,39
6,82
11,52
3,76
6,38
4,02
10,46
33
6,20
8,15
13,76
5,28
9,10
4,46
10,51
36
6,07
7,46
13,70
4,14
8,42
2,86
11,76
38
4,29
8,17
10,43
5,62
5,48
3,21
10,00
39
6,36
9,27
13,17
6,03
7,24
2,77
12,50
40
3,59
6,95
10,90
4,56
6,81
5,80
8,29
41
3,08
5,91
9,89
3,07
5,03
2,95
9,72
42
3,95
7,03
11,36
4,51
7,12
3,04
9,40
43
4,57
7,48
10,99
5,51
7,52
2,41
8,33
44
4,33
6,33
12,35
3,38
7,81
2,50
10,32
45
2,91
6,43
9,72
4,43
6,23
3,66
7,55
46
4,02
6,24
12,02
3,75
8,29
2,59
9,03
47
4,27
6,68
11,93
3,75
7,17
2,86
10,37
48
3,59
6,87
11,49
4,68
7,94
2,23
8,66
49
4,10
6,10
11,59
3,46
7,52
3,30
9,17
50
4,20
6,18
11,45
3,67
7,55
4,11
8,66
52
6,08
8,13
12,91
5,54
8,54
4,11
9,86
53
6,60
9,13
12,19
6,98
8,11
3,48
9,35
54
4,78
7,93
11,85
5,80
8,13
3,39
8,89
55
3,37
6,26
10,48
3,95
6,68
3,66
8,29
Continua...
44
Apêndice A Médias padronizadas de sete variáveis analisadas em progênies de meios
irmãos de melão
Progênies
PF (1)
DL(2)
DT (3)
CL(4)
CT (5)
EC (6)
EP (7)
56
3,86
6,44
10,60
3,99
6,48
4,02
8,70
57
5,20
7,93
12,03
5,17
7,19
2,77
10,60
58
5,06
8,77
12,30
6,52
8,18
4,07
9,31
64
2,82
6,13
9,65
3,77
5,58
5,18
7,96
66
6,12
9,05
13,79
6,28
8,98
4,38
10,74
68
5,31
7,88
12,07
5,15
7,32
4,64
9,95
69
4,46
7,41
11,88
4,60
7,07
5,18
9,81
71
3,32
6,90
10,72
4,42
6,41
2,59
9,35
72
3,40
5,91
11,35
3,02
6,81
4,82
9,35
74
5,42
9,49
12,46
6,78
7,37
3,66
10,83
76
3,51
7,09
10,67
4,25
5,61
4,82
9,81
77
5,12
7,70
12,41
4,79
7,47
5,27
10,19
78
3,25
5,51
10,51
2,34
5,35
2,41
10,51
79
2,73
6,35
10,17
3,72
5,66
3,46
9,21
80
5,56
8,02
12,97
5,14
8,11
4,38
10,51
82
3,27
5,65
10,43
3,65
5,84
4,29
9,21
83
4,74
6,91
12,64
4,02
8,06
3,93
10,09
84
4,29
7,32
11,60
4,33
6,41
5,09
10,28
85
3,63
6,32
11,09
3,38
6,23
4,38
9,81
86
3,52
5,69
11,81
3,29
8,37
4,82
7,96
87
3,81
5,91
12,17
3,06
7,89
4,46
9,35
92
4,15
6,52
11,16
4,14
7,30
2,95
8,80
93
5,59
8,53
12,81
5,38
7,22
4,91
11,34
94
2,53
5,60
10,22
3,42
6,83
3,21
7,73
95
4,11
6,82
11,24
4,17
6,79
4,64
9,21
96
3,79
6,49
11,29
3,69
6,69
3,39
9,77
97
3,01
5,85
10,60
3,61
7,11
3,93
7,82
99
6,45
7,71
12,98
4,26
7,13
4,64
11,81
100
5,65
6,29
12,41
3,70
8,57
4,20
8,94
103
4,74
7,15
12,82
4,41
8,17
5,18
9,49
104
4,48
7,48
11,82
4,62
6,91
4,20
10,23
105
5,99
9,18
12,84
6,49
7,91
2,86
10,97
106
4,05
6,15
11,40
3,14
6,55
3,30
10,19
107
4,27
6,47
11,91
4,01
8,12
4,20
8,66
108
5,62
7,63
13,01
4,76
8,30
3,93
10,42
109
3,84
5,79
11,86
3,33
8,29
4,02
8,38
110
4,13
7,71
11,20
5,13
6,60
3,84
9,68
111
2,94
5,33
10,60
3,15
7,37
2,95
7,69
112
3,37
6,38
10,83
3,84
6,66
4,43
8,75
113
3,64
7,76
10,68
5,38
6,22
2,41
9,58
Continua...
45
Apêndice A Médias padronizadas de sete variáveis analisadas em progênies de meios irmãos
de melão
Progênies
114
115
116
117
118
119
122
124
126
127
128
129
130
131
132
133
134
135
138
139
142
(1)
PF (1)
3,76
4,60
3,22
3,88
2,34
4,45
3,20
4,12
5,05
4,19
5,20
3,29
3,80
3,12
3,59
3,50
5,90
4,18
3,06
4,04
3,71
DL(2)
5,39
7,31
6,42
6,74
5,11
6,90
6,01
7,40
7,46
6,88
7,13
6,47
6,97
6,10
5,76
6,59
8,71
7,04
6,15
6,24
7,00
DT (3)
11,92
12,53
10,86
11,60
10,10
12,11
10,73
11,65
12,55
12,06
13,31
10,76
10,42
10,50
10,46
10,67
13,13
11,66
10,27
11,88
11,15
CL(4)
2,53
4,77
3,84
3,85
2,81
3,90
3,45
4,99
4,62
4,20
4,75
3,54
4,90
3,52
3,26
4,07
5,73
4,27
3,76
3,58
4,86
CT (5)
7,76
8,46
6,57
6,84
6,61
7,19
6,61
7,55
7,86
7,74
9,79
5,78
6,76
6,24
6,45
6,39
7,87
7,01
6,26
7,76
7,55
EC (6)
4,20
2,86
3,39
2,95
2,95
3,21
4,20
4,55
3,75
3,39
4,73
2,77
4,29
4,11
4,38
3,93
3,04
4,29
3,84
3,75
3,21
EP (7)
9,17
9,63
9,17
10,23
7,87
10,56
8,70
8,89
10,28
9,68
8,66
10,28
7,87
8,80
8,38
8,94
11,48
9,72
8,43
9,21
8,33
Peso de Frutos (g); (2) Diâmetro Longitudinal (cm); (3) Diâmetro Transversal (cm); (4)
Cavidade Longitudinal (cm); (5) Cavidade Transversal (cm); (6) Espessura da Casca
(cm); (7) Espessura da Polpa (cm).
46
Apêndice B
Análise de dissimilaridade entre 100 progênies de meios irmãos de melão através da Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP), avaliadas na área experimental do CECA/UFAL.
Progênies
01
02
04
05
06
10
14
15
17
18
19
20
21
22
24
27
28
30
31
32
01
02
04
05
06
2,20 1,48 2,34 1,39
2,60 0,49 2,05
2,81 1,16
2,10
10
1,18
2,38
1,01
2,47
0,58
14
1,23
1,76
1,88
1,20
1,18
1,38
15
1,76
1,40
2,06
1,28
1,06
1,41
0,72
17
2,31
2,05
1,40
2,32
1,49
1,73
1,93
1,86
18
1,83
1,74
1,14
2,02
1,23
1,44
1,50
1,60
0,53
19
1,27
1,18
1,76
1,37
1,24
1,35
0,53
0,95
1,67
1,25
20
1,69
1,52
1,42
1,70
0,91
1,16
1,07
0,98
0,97
0,73
0,82
21
2,46
0,67
2,57
0,97
2,09
2,40
1,45
1,50
1,71
1,54
1,27
1,33
22
1,86
1,02
2,12
1,21
1,51
1,71
0,92
0,97
1,60
1,34
0,60
0,82
0,86
24
1,84
1,80
1,36
1,91
0,67
1,08
1,30
1,03
0,97
0,87
1,21
0,50
1,66
1,23
27
1,92
1,55
1,42
1,85
1,34
1,54
1,41
1,47
0,63
0,39
1,09
0,58
1,26
1,07
0,89
28
1,40
1,32
1,64
1,62
1,28
1,39
0,97
1,26
1,43
1,03
0,54
0,78
1,30
0,72
1,15
0,94
30
1,62
1,34
2,21
1,46
1,61
1,65
0,87
1,08
2,02
1,68
0,56
1,14
1,34
0,57
1,53
1,45
0,86
31
1,16
2,50
1,75
2,74
1,29
0,92
1,70
1,99
1,64
1,30
1,46
1,37
2,46
1,86
1,51
1,43
1,36
1,79
32
1,67
1,13
2,14
1,38
1,66
1,75
0,94
1,22
1,82
1,48
0,51
1,06
1,09
0,43
1,49
1,25
0,63
0,39
1,77
Continua...
47
Apêndice B
Progênies
01
02
04
05
06
10
14
15
17
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27
28
30
31
32
Análise de dissimilaridade entre 100 progênies de meios irmãos de melão através da Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP), avaliadas na área experimental do CECA/UFAL.
33
1,10
2,46
1,20
2,58
0,89
0,37
1,45
1,54
1,91
1,61
1,34
1,29
2,48
1,72
1,32
1,67
1,38
1,56
0,86
1,68
36
1,39
2,34
2,08
2,36
1,41
1,17
1,34
1,38
2,46
2,15
1,29
1,58
2,41
1,57
1,72
2,06
1,50
1,18
1,63
1,47
38
1,40
1,28
2,21
1,60
2,05
2,10
1,19
1,84
2,26
1,78
1,02
1,71
1,59
1,36
2,08
1,70
1,11
1,26
1,88
1,07
39
1,00
2,70
2,16
2,82
2,00
1,62
1,75
2,18
2,91
2,48
1,66
2,18
2,89
2,14
2,41
2,47
1,81
1,69
1,56
1,86
40
2,03
1,22
1,77
1,61
1,68
1,93
1,44
1,64
0,98
0,70
1,14
0,95
0,97
1,07
1,27
0,54
0,95
1,50
1,75
1,19
41
2,52
0,75
3,07
0,97
2,54
2,76
1,58
1,80
2,47
2,19
1,44
1,90
0,87
1,16
2,28
1,93
1,56
1,32
2,80
1,13
42
1,44
0,85
2,00
0,99
1,41
1,63
0,39
0,90
1,83
1,42
0,43
1,04
1,11
0,70
1,37
1,27
0,83
0,77
1,80
0,71
43
1,26
1,13
1,89
1,21
1,37
1,65
0,63
1,16
2,00
1,53
0,94
1,36
1,57
1,31
1,51
1,55
1,16
1,38
1,86
1,31
44
1,72
1,35
2,28
1,29
1,41
1,58
0,71
0,60
2,10
1,80
0,77
1,15
1,44
0,75
1,39
1,60
1,16
0,60
2,00
0,86
45
2,31
0,52
2,50
0,88
2,13
2,49
1,42
1,68
1,89
1,59
1,41
1,60
0,78
1,31
1,85
1,47
1,46
1,69
2,50
1,43
46
1,76
1,14
2,14
1,02
1,23
1,57
0,59
0,28
1,89
1,59
0,85
1,02
1,30
0,86
1,16
1,44
1,20
1,00
2,05
1,10
47
1,57
1,16
2,20
1,20
1,48
1,62
0,60
0,81
2,02
1,67
0,51
1,11
1,28
0,58
1,45
1,47
0,92
0,35
1,88
0,55
48
1,57
0,99
2,07
0,91
1,36
1,68
0,45
0,76
1,96
1,58
0,86
1,21
1,33
1,07
1,39
1,48
1,25
1,18
2,02
1,20
49
1,85
0,88
2,17
0,91
1,38
1,60
0,71
0,62
1,72
1,44
0,70
0,90
0,93
0,47
1,62
1,24
0,93
0,79
2,02
0,77
50
1,87
0,91
1,95
1,08
1,29
1,64
0,88
0,82
1,36
1,10
0,75
0,67
0,83
0,52
0,93
0,91
0,79
1,00
1,88
0,85
52
0,79
2,10
1,09
2,25
0,75
0,50
1,14
1,37
1,76
1,36
1,05
1,12
2,20
1,51
1,18
1,46
1,06
1,40
0,82
0,45
53
1,48
2,35
1,30
2,51
1,34
1,18
1,47
1,92
2,25
1,78
1,50
1,76
2,61
2,05
1,82
1,96
1,50
1,91
1,16
1,91
54
0,87
1,53
1,32
1,67
0,93
1,08
0,67
1,14
1,68
1,19
0,79
1,05
1,76
1,30
1,19
1,27
0,97
1,31
1,26
1,28
55
2,08
0,36
2,30
0,71
1,79
2,13
1,07
1,24
1,68
1,39
1,00
1,20
0,52
0,83
1,49
1,20
1,10
1,25
2,24
1,02
56
1,93
0,52
2,18
0,90
1,71
2,00
1,00
1,24
1,61
1,29
0,83
1,08
0,58
0,66
1,42
1,10
0,85
1,07
2,06
0,79
Continua...
48
Análise de dissimilaridade entre 100 progênies de meios irmãos de melão através da Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP), avaliadas na área experimental do CECA/UFAL.
Progênies 57
58
64
66
68
69
71
72
74
76
77
78
79
80
82
83
84
85
86
87
0,82 0,65 2,62 0,91 1,03 1,44 1,75 2,25 0,47 1,95 1,27 2,58 2,28 0,93 2,32 1,41 1,61 2,06 2,30 2,06
01
1,61 2,00 0,90 2,70 1,66 1,42 0,60 1,01 2,32 1,02 1,77 1,07 0,48 2,02 0,65 1,53 1,37 0,88 1,30 1,26
02
1,86 0,96 2,63 1,12 1,30 1,50 2,39 2,29 1,49 2,22 1,29 3,24 2,70 1,25 2,56 1,67 1,81 3,31 2,03 2,07
04
1,72 2,19 1,32 2,84 1,91 1,72 0,76 1,25 2,52 1,44 2,03 1,06 0,82 2,19 1,01 1,63 1,70 1,19 1,38 1,34
05
1,38 1,08 2,38 1,23 1,12 1,29 1,86 1,78 1,69 2,02 1,14 2,50 2,25 0,96 2,11 0,96 1,61 1,85 1,40 1,36
06
1,33 0,97 2,68 0,70 1,07 1,35 2,08 2,03 1,34 2,14 1,05 2,71 2,50 0,69 2,37 1,05 1,64 2,04 1,81 1,64
10
0,68 1,15 1,80 1,67 0,99 1,03 0,78 1,30 1,44 1,33 1,15 1,55 1,32 1,09 1,38 0,75 1,16 1,17 1,35 1,08
14
1,25 1,60 1,98 1,92 1,36 1,31 1,23 1,26 1,99 1,69 1,40 1,63 1,60 1,34 1,53 0,76 1,48 1,32 1,04 0,81
15
2,18 1,74 1,75 2,15 1,49 1,26 2,13 1,47 2,32 1,72 1,35 2,63 2,11 1,71 1,83 1,57 1,49 1,69 1,14 1,41
17
1,72 1,26 1,57 1,80 1,04 0,87 1,72 1,32 1,84 1,38 0,97 2,38 1,81 1,33 1,59 1,26 1,14 1,43 1,11 1,27
18
0,65 1,11 1,59 1,58 0,62 0,55 0,83 1,00 1,34 0,94 0,73 1,46 1,19 0,86 1,15 0,52 0,64 0,82 1,26 0,90
19
1,35 1,28 1,64 1,64 0,86 0,65 1,43 0,95 1,77 1,30 0,74 1,92 1,60 1,00 1,38 1,62 0,93 1,09 0,77 0,65
20
1,85 2,16 0,62 2,77 1,68 1,30 1,02 0,54 2,51 0,88 1,67 1,12 0,60 2,04 0,38 1,49 1,22 0,62 1,00 0,98
21
1,19 1,65 1,32 2,05 1,05 0,75 0,92 0,48 1,91 0,85 1,01 1,12 0,98 1,29 0,79 0,70 0,70 0,41 0,97 0,50
22
1,63 1,41 1,96 1,70 1,18 1,10 1,77 1,33 2,00 1,75 1,09 2,27 1,98 1,21 1,75 0,92 1,40 1,52 0,84 0,95
24
1,66 1,40 1,38 1,90 1,04 0,71 1,55 0,99 1,90 1,15 0,91 2,09 1,57 1,33 1,33 1,11 0,92 1,13 0,91 0,99
27
0,96 1,18 1,47 1,63 0,48 0,39 1,15 1,00 1,44 0,88 0,56 1,67 1,34 0,90 1,16 0,74 0,50 0,86 1,29 1,01
28
0,85 1,59 1,77 1,84 1,01 0,90 0,99 1,01 1,64 1,07 1,02 1,16 1,24 1,12 1,19 0,68 0,80 0,79 1,48 0,93
30
1,46 0,84 2,58 0,71 0,92 1,19 2,18 2,11 1,00 1,93 0,88 2,88 2,50 0,78 2,38 1,39 1,43 2,05 2,11 1,93
31
0,96 1,56 1,44 1,95 0,91 0,70 0,88 0,80 1,67 0,71 0,93 1,33 1,01 1,19 0,90 0,79 0,53 0,50 1,37 0,90
32
Apêndice B
Continua...
49
Apêndice B
Análise de dissimilaridade entre 100 progênies de meios irmãos de melão através da Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP), avaliadas na área experimental do CECA/UFAL.
93
94
95
96
97
99
100 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114
Progênies 92
1,66 1,02 2,53 1,71 1,79 2,32 1,45 1,71 1,48 1,21 0,38 1,91 1,72 1,04 2,09 1,26 2,50 2,01 1,37 2,34
01
0,70 2,19 0,53 0,96 0,77 0,61 2,25 1,66 1,71 1,36 2,43 1,00 1,30 1,95 1,14 1,10 0,77 0,73 1,03 1,44
02
2,09 1,47 2,72 1,84 2,24 2,37 1,92 1,67 1,26 1,60 1,61 2,35 1,66 1,39 2,05 1,78 2,66 2,08 2,18 2,30
04
0,79 2,42 0,57 1,30 0,95 0,80 2,46 1,72 1,89 1,57 2,54 1,06 1,37 2,07 1,16 1,40 0,61 1,01 1,19 1,40
05
1,39 1,47 2,13 1,46 1,64 1,03 1,64 0,71 0,84 1,18 1,47 1,61 0,88 0,82 1,26 1,52 1,92 1,61 1,80 1,16
06
1,72 1,15 2,53 1,67 1,85 2,23 1,38 1,09 0,93 1,23 1,14 1,82 1,28 0,63 1,68 1,61 2,37 1,92 1,94 1,81
10
0,54 1,40 1,43 0,96 0,77 1,27 1,56 1,06 1,07 0,68 1,38 0,86 0,84 0,97 1,04 0,76 1,34 1,05 0,75 1,31
14
0,78 1,77 1,44 1,20 1,00 1,27 1,77 0,73 1,09 1,06 1,83 0,86 0,63 1,11 0,68 1,33 1,16 1,15 1,41 0,81
15
1,77 1,94 1,98 1,33 1,83 1,59 2,14 1,45 1,11 1,58 2,49 1,93 1,27 1,75 1,40 1,73 1,95 1,39 2,21 1,61
17
1,40 1,55 1,77 0,97 1,50 1,40 1,84 1,25 0,82 1,16 2,04 1,65 1,01 1,40 1,25 1,25 1,78 1,13 1,74 1,54
18
0,65 1,06 1,47 0,59 0,57 1,24 1,20 1,02 0,78 0,24 1,41 0,72 0,84 0,83 1,03 0,48 1,45 0,86 0,85 1,26
19
1,02 1,35 1,57 0,74 1,06 1,21 1,47 0,68 0,33 0,76 1,82 1,08 0,48 0,94 0,74 1,09 1,46 0,89 1,54 0,95
20
0,98 2,17 0,61 0,84 0,82 0,50 2,21 1,63 1,56 1,39 2,66 1,00 1,26 2,00 1,00 1,27 0,85 0,53 1,45 1,19
21
0,69 1,47 1,20 0,51 0,37 0,97 1,41 1,03 0,93 0,70 1,97 0,40 0,83 1,21 0,78 0,88 1,18 0,62 1,22 0,89
22
1,30 1,65 1,78 1,17 1,44 1,43 1,74 0,58 0,65 1,16 1,96 1,42 0,58 1,10 0,85 1,48 1,59 1,23 1,86 1,04
24
1,27 1,53 1,57 0,76 1,26 1,20 1,76 1,21 0,73 1,02 2,10 1,40 0,90 1,38 1,06 1,14 1,59 0,88 1,64 1,31
27
0,90 1,03 1,61 0,50 0,84 1,31 1,09 1,00 0,74 0,52 1,58 0,98 0,96 0,94 1,15 0,65 1,63 0,92 1,19 1,39
28
0,93 1,22 1,62 0,90 0,59 1,46 1,11 1,24 1,09 0,66 1,66 0,54 1,16 1,04 1,22 0,90 1,60 1,11 1,15 1,26
30
1,97 0,79 2,71 1,65 1,99 2,39 1,32 1,65 1,09 1,27 1,20 2,09 1,68 1,04 2,06 1,50 2,69 2,00 1,96 2,25
31
0,84 1,24 1,45 0,60 0,45 1,26 1,19 1,26 1,06 0,61 1,78 0,58 1,30 1,17 1,17 0,71 1,50 0,88 1,08 1,29
32
Continua...
50
.
Apêndice B
Análise de dissimilaridade entre 100 progênies de meios irmãos de melão através da Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP), avaliadas na área experimental do CECA/UFAL.
Progênies 115 116 117 118 119 122 124 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 138 139 142
1,18 1,93 1,61 2,83 1,45 2,27 1,37 1,07 1,42 1,52 1,98 1,82 2,21 2,30 1,91 0,72 1,48 2,22 1,79 1,56
01
1,64 0,53 1,00 0,72 1,33 0,55 1,23 1,63 1,19 2,02 0,80 0,79 0,55 0,71 0,54 2,40 1,35 0,37 1,09 0,95
02
1,63 2,29 2,20 3,07 2,00 2,47 1,40 1,55 1,80 1,10 2,59 1,93 2,39 2,34 2,18 1,69 1,58 2,44 1,97 1,80
04
1,62 0,73 1,08 0,65 1,41 0,90 1,48 1,74 1,27 2,11 0,88 1,15 0,85 0,96 0,91 2,49 1,49 0,74 1,13 1,04
05
0,80 1,71 1,55 2,44 1,32 1,99 1,11 0,95 1,08 0,31 1,98 1,64 1,90 1,78 1,74 1,38 1,00 1,95 1,19 1,24
06
0,97 2,00 1,71 2,83 1,40 2,29 1,32 0,93 1,29 0,64 2,17 1,95 2,20 2,15 2,01 1,01 1,20 2,28 1,50 1,59
10
0,54 0,86 0,59 1,70 0,61 1,28 0,81 0,67 0,42 1,24 0,96 1,11 1,20 1,29 0,98 1,32 0,74 1,21 0,72 0,62
14
0,65 1,06 0,88 1,66 0,81 1,41 1,13 0,93 0,60 1,08 1,22 1,43 1,32 1,25 1,26 1,65 0,83 1,38 0,53 0,90
15
1,86 1,79 1,96 2,27 1,89 1,73 1,21 1,73 1,65 1,26 2,22 1,46 1,67 1,51 1,63 2,43 1,37 1,75 1,53 1,60
17
1,49 1,47 1,61 2,11 1,54 1,50 0,74 1,34 1,29 1,05 1,89 1,07 1,42 1,33 1,30 2,02 1,04 1,48 1,27 1,20
18
0,80 0,78 0,48 1,73 0,41 1,09 0,58 0,49 0,37 1,21 0,89 1,02 1,04 1,15 0,80 1,30 0,56 1,11 0,68 0,81
19
0,99 1,12 1,10 1,86 0,96 1,27 0,62 0,84 0,72 0,71 1,46 1,14 1,19 1,09 1,09 1,68 0,53 1,31 0,67 0,98
20
1,80 0,63 1,12 0,76 1,38 0,27 1,24 1,69 1,26 1,98 0,97 0,94 0,25 0,42 0,57 2,57 1,31 0,38 1,04 1,19
21
1,17 0,60 0,52 1,40 0,60 0,75 0,86 0,92 0,61 1,41 0,75 1,08 0,71 0,78 0,65 1,81 0,72 0,87 0,50 1,01
22
1,08 1,47 1,46 2,08 1,30 1,63 0,96 1,11 1,03 0,48 1,83 1,40 1,53 1,35 1,46 1,83 0,85 1,62 0,93 1,16
24
1,44 1,23 1,39 1,88 1,35 1,24 0,67 1,25 1,12 1,13 1,64 1,01 1,17 1,11 1,08 2,03 0,88 1,27 1,06 1,14
27
1,16 1,03 0,91 1,87 0,82 1,13 0,63 0,74 0,78 1,22 1,21 0,98 1,11 1,13 0,88 1,51 0,76 1,20 0,91 1,05
28
1,10 0,93 0,43 1,79 0,24 1,19 1,10 0,75 0,67 1,56 0,76 1,44 1,17 1,31 1,02 1,45 0,90 1,30 0,84 1,25
30
1,51 2,13 1,91 3,04 1,66 2,33 1,32 1,21 1,60 1,22 2,31 1,93 2,27 2,29 2,03 1,21 1,43 2,35 1,85 1,82
31
1,25 0,77 0,51 1,64 0,57 0,92 0,94 0,87 0,74 1,59 0,72 1,17 0,92 1,08 0,75 1,63 0,88 1,05 0,84 1,16
32
Continua..
51
Apêndice B
Análise de dissimilaridade entre 100 progênies de meios irmãos de melão através da Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP), avaliadas na área experimental do CECA/UFAL.
Progênies 33
36
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
52
53
54
55
56
0,95 2,05 1,34 2,03 2,76 1,68 1,77 1,58 2,61 1,69 1,59 1,82 1,78 1,75 0,48 1,18 1,22 2,24 2,07
33
2,01 1,15 2,32 2,46 1,57 1,84 1,14 2,66 1,51 1,23 1,75 1,61 1,78 1,10 1,66 1,53 2,22 2,05
36
1,80 1,44 1,40 0,98 1,10 1,61 1,38 1,66 1,26 1,36 1,47 1,49 1,67 1,63 1,23 1,30 1,14
38
2,61 2,77 1,92 2,02 1,91 2,93 2,21 1,79 2,17 2,25 2,37 1,33 1,35 1,69 2,62 2,43
39
1,60 1,19 1,44 1,70 1,04 1,52 1,49 1,44 1,23 0,90 1,72 2,07 1,35 0,90 0,80
40
1,23 170 1,51 1,12 1,57 1,28 1,53 1,23 1,35 2,47 2,75 2,03 0,97 0,95
41
0,69 0,79 1,12 0,69 0,54 0,53 0,58 0,71 1,35 1,66 0,84 0,75 0,66
42
1,29 1,22 1,01 1,14 0,61 1,08 1,10 1,34 1,35 0,63 1,07 1,05
43
1,74 0,56 0,37 0,93 0,61 0,94 1,44 1,99 1,29 1,27 1,20
44
1,44 1,53 1,19 1,21 1,09 2,23 2,39 1,58 0,50 0,69
45
0,69 0,54 0,45 0,71 1,47 1,94 1,10 1,02 1,04
46
0,87 0,56 0,85 1,38 1,86 1,16 1,08 0,96
47
0,74 0,87 1,50 1,76 0,87 0,91 0,97
48
0,39 1,53 2,02 1,19 0,72 0,68
49
1,48 1,97 1,14 0,63 0,55
50
0,83 0,80 1,89 1,73
52
0,96 2,20 2,05
53
1,34 1,25
54
0,29
55
56
Continua...
52
Apêndice B
Progênies
33
36
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
52
53
54
55
56
Análise de dissimilaridade entre 100 progênies de meios irmãos de melão através da Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP), avaliadas na área experimental do CECA/UFAL.
57
1,23
1,05
1,01
1,12
1,71
1,81
0,82
0,99
1,01
1,86
1,19
0,81
1,11
1,20
1,33
0,94
1,16
0,83
1,53
1,37
58
1,05
1,60
1,40
1,51
1,56
2,43
1,29
1,13
1,69
2,00
1,60
1,54
1,40
1,65
1,56
0,67
0,68
0,56
1,79
1,66
64
2,77
2,83
1,60
3,13
0,89
1,11
1,44
1,73
1,96
0,68
1,78
1,73
1,68
1,42
1,22
2,43
2,70
1,94
0,79
0,83
66
0,52
1,25
2,07
1,17
2,22
3,01
1,89
1,89
1,93
2,80
2,02
1,88
2,03
2,12
2,09
0,68
0,99
1,31
2,48
2,32
68
1,02
1,32
1,16
1,48
1,18
1,93
0,98
1,19
1,28
1,76
1,35
1,08
1,34
1,22
1,11
0,69
1,15
0,77
1,43
1,22
69
1,34
1,55
1,18
1,84
0,82
1,66
0,88
1,27
1,22
1,50
1,26
0,99
1,28
1,02
0,86
1,08
1,58
0,98
1,15
0,94
71
2,12
1,94
0,91
2,19
1,32
0,91
0,46
0,88
1,06
0,92
0,98
0,80
0,72
0,82
0,97
1,78
2,00
1,21
0,68
0,68
72
2,10
2,01
1,61
2,58
0,91
1,13
1,02
1,59
1,15
1,19
1,13
1,02
1,32
0,74
0,62
1,87
2,41
1,60
0,77
0,68
74
1,19
1,50
1,36
0,90
2,02
2,56
1,57
1,53
1,87
2,40
1,98
1,68
1,80
2,00
2,00
0,97
0,79
1,11
2,18
2,10
76
2,13
2,12
0,95
2,29
0,84
1,03
0,98
1,45
1,48
1,09
1,52
1,15
1,43
1,15
1,06
1,83
2,13
1,48
0,89
0,69
77
0,99
1,33
1,39
1,61
1,16
2,00
1,13
1,43
1,31
1,87
1,41
1,14
1,48
1,26
1,13
0,80
1,39
1,00
1,51
1,30
78
2,68
2,21
1,69
2,69
1,88
0,59
1,30
1,85
1,24
1,53
1,43
1,12
1,55
1,15
1,40
2,46
2,85
2,12
1,23
1,21
79
2,53
2,36
1,20
2,66
1,22
0,49
0,95
1,40
1,41
0,74
1,35
1,16
1,23
1,03
1,08
2,21
2,49
1,69
0,60
0,63
80
0,54
0,94
1,55
1,23
1,61
2,28
1,24
1,43
1,28
2,17
1,42
1,19
1,49
1,41
1,38
0,40
1,11
0,91
1,80
1,61
82
2,41
2,29
1,36
2,69
1,01
0,69
1,02
1,50
1,38
0,85
1,33
1,16
1,34
0,93
0,88
2,12
2,48
1,70
0,58
0,52
83
1,06
1,02
1,53
1,71
1,35
1,79
0,83
1,26
0,67
1,77
0,82
0,66
1,07
0,77
0,81
0,93
1,61
0,97
1,31
1,16
84
1,58
1,64
1,08
1,88
0,90
1,45
0,94
1,43
1,26
1,49
1,39
0,98
1,41
1,08
0,97
1,34
1,80
1,23
1,16
0,91
85
2,04
1,91
1,27
2,34
0,96
0,89
0,84
1,44
1,09
1,13
1,16
0,85
1,25
0,74
0,72
1,80
2,25
1,50
0,73
0,55
86
2,00
2,14
2,04
2,83
1,04
1,76
1,24
1,55
1,33
1,34
1,01
1,35
1,24
0,87
0,61
1,80
2,36
1,51
0,99
1,02
87
1,73
1,66
1,79
2,41
1,15
1,51
0,98
1,49
0,84
1,48
0,79
0,87
1,14
0,55
0,50
1,48
2,22
1,41
1,00
0,94
Continua...
53
Análise de dissimilaridade entre 100 progênies de meios irmãos de melão através da Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP), avaliadas na área experimental do CECA/UFAL.
Progênies 92
93
94
95
96
97
99
100 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114
1,81 0,91 2,66 1,72 1,87 2,37 1,10 1,23 1,01 1,21 0,99 1,83 1,47 0,54 1,84 1,61 2,52 2,02 1,96 1,94
33
1,72 1,15 2,59 1,80 1,66 2,39 0,97 1,37 1,37 1,25 1,19 1,51 1,62 0,77 1,86 1,67 2,43 2,06 1,87 1,84
36
1,21 1,45 1,75 1,13 1,14 1,64 1,71 1,94 1,66 1,10 1,65 1,44 1,71 1,64 1,86 0,63 1,93 1,37 0,65 2,15
38
2,18 1,05 3,08 2,17 2,12 2,89 1,21 2,16 1,91 1,59 0,73 2,14 2,28 1,33 2,59 1,76 3,04 2,51 1,89 2,70
39
1,16 1,73 1,29 0,62 1,15 0,95 1,94 1,47 1,12 1,13 2,27 1,39 1,11 1,67 1,17 1,01 1,44 0,68 1,46 1,48
40
1,21 2,32 1,06 1,26 0,93 1,18 2,27 2,07 2,04 1,61 2,70 1,10 1,79 2,23 1,60 1,39 1,30 1,15 1,34 1,73
41
0,35 1,46 1,16 0,69 0,46 1,09 1,60 1,18 1,10 0,63 1,62 0,69 0,87 1,17 0,97 0,53 1,16 0,75 0,59 1,26
42
0,72 1,70 1,42 1,14 1,11 1,30 1,94 1,36 1,40 1,06 1,54 1,31 1,11 1,37 1,31 0,85 1,40 1,18 0,69 1,69
43
0,82 1,57 1,52 1,14 0,74 1,40 1,47 1,02 1,17 0,90 1,75 0,52 0,97 1,08 0,98 1,19 1,36 1,18 1,27 0,99
44
0,99 2,33 0,62 1,06 1,12 0,62 2,50 1,85 1,80 1,54 2,58 1,40 1,42 2,15 1,31 1,21 0,95 0,80 1,19 1,67
45
0,56 1,79 1,21 1,07 0,80 1,07 1,82 0,90 1,15 1,00 1,87 0,72 0,65 1,22 0,65 1,18 0,97 0,98 1,19 0,85
46
0,67 1,39 1,42 0,89 0,47 1,29 1,35 1,12 1,12 0,68 1,65 0,42 0,99 1,06 1,04 0,87 1,35 1,01 0,99 1,14
47
0,50 1,81 1,13 1,08 0,87 1,05 1,99 1,24 1,32 1,02 1,76 0,99 0,87 1,37 0,95 0,97 1,03 0,98 0,80 1,28
48
0,40 1,70 1,00 0,73 0,45 0,82 1,68 0,91 1,06 0,86 1,98 0,41 0,65 1,26 0,54 1,00 0,86 0,65 1,15 0,75
49
0,51 1,68 0,98 0,52 0,63 0,67 1,71 0,83 0,90 0,86 2,04 0,69 0,50 1,28 0,42 0,97 0,89 0,44 1,25 0,77
50
1,47 0,83 2,35 1,42 1,60 2,06 1,12 1,08 0,87 0,94 0,84 1,63 1,24 0,45 1,63 1,25 2,25 1,72 1,59 1,83
52
1,81 1,25 2,67 1,84 2,02 2,42 1,65 1,73 1,57 1,44 0,74 2,14 1,80 1,21 2,19 1,47 2,62 2,14 1,63 2,48
53
0,96 1,24 1,77 1,09 1,23 1,53 1,60 1,15 0,98 0,79 1,13 1,38 0,96 0,91 1,32 0,80 1,71 1,27 1,14 2,10
54
0,58 2,00 0,53 0,69 0,67 0,36 2,10 1,42 1,41 1,16 2,31 0,92 1,02 1,75 0,88 0,96 0,71 0,39 1,05 1,22
55
0,55 1,77 0,80 0,46 0,54 0,58 1,85 1,32 1,26 0,97 2,15 0,82 0,98 1,58 0,91 0,78 0,94 0,37 1,00 1,23
56
Apêndice B
Continua...
54
Análise de dissimilaridade entre 100 progênies de meios irmãos de melão através da Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP), avaliadas na área experimental do CECA/UFAL.
Progênies 115 116 117 118 119 122 124 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 138 139 142
1,09 2,06 1,70 2,95 1,36 2,35 1,43 0,89 1,35 0,92 2,16 2,08 2,28 2,26 2,07 0,79 1,29 2,37 1,60 1,75
33
1,11 1,94 1,41 2,79 1,06 2,27 1,71 0,90 1,27 1,47 1,82 2,26 2,22 2,25 2,05 0,81 1,41 2,33 1,53 1,87
36
1,62 1,21 1,16 1,97 1,31 1,38 1,18 1,37 1,33 2,07 1,19 1,15 1,39 1,62 1,09 1,75 1,45 1,35 1,57 1,31
38
1,69 2,37 1,89 3,26 1,65 2,69 2,01 1,40 1,84 2,09 2,22 2,51 2,66 2,79 2,39 0,69 1,95 2,72 2,22 2,25
39
1,65 1,05 1,36 1,59 1,45 0,93 0,74 1,46 1,24 1,53 1,50 0,66 0,88 0,88 0,79 2,25 1,09 0,93 1,17 1,09
40
2,05 0,90 1,15 1,01 1,48 0,78 1,68 1,89 1,54 2,49 0,75 1,38 0,86 1,12 0,93 2,62 1,71 0,86 1,46 1,57
41
0,87 0,52 0,42 1,43 0,62 0,93 0,70 0,83 0,47 1,41 0,68 0,85 0,86 1,01 0,62 1,57 0,74 0,87 0,67 0,56
42
0,98 1,06 1,07 1,72 1,18 1,39 0,91 1,14 0,94 1,48 1,28 0,91 1,32 1,39 1,07 1,63 1,11 1,24 1,14 0,59
43
0,83 0,97 0,52 1,69 0,43 1,32 1,22 0,82 0,57 1,41 0,87 1,53 1,26 1,32 1,18 1,52 0,89 1,36 0,64 1,13
44
1,84 0,83 1,36 0,88 1,65 0,73 1,23 1,84 1,44 2,09 1,22 0,60 0,70 0,82 0,69 2,61 1,50 0,49 1,34 1,01
45
0,72 0,82 0,70 1,43 0,75 1,21 1,04 0,97 0,52 1,24 0,99 1,25 1,11 1,09 1,04 1,72 0,81 1,15 0,46 0,73
46
0,90 0,76 0,21 1,61 0,23 1,12 1,03 0,73 0,48 1,47 0,64 1,31 1,07 1,20 0,93 1,47 0,82 1,16 0,66 1,01
47
0,80 0,77 0,79 1,42 0,95 1,20 0,94 1,08 0,68 1,41 0,99 1,01 1,10 1,18 0,95 1,73 0,93 1,05 0,79 0,43
48
0,98 0,53 0,52 1,22 0,66 0,82 0,91 0,97 0,51 1,35 0,76 1,03 0,74 0,74 0,70 1,84 0,74 0,83 0,23 0,76
49
1,09 0,61 0,79 1,25 0,87 0,75 0,71 1,03 0,63 1,21 1,01 0,80 0,66 0,54 0,62 1,93 0,67 0,75 0,36 0,71
50
0,88 1,77 1,46 2,65 1,18 2,05 1,09 0,68 1,11 0,84 1,91 1,68 1,98 1,97 1,74 0,79 1,07 2,04 1,39 1,40
52
1,38 2,14 1,90 2,98 1,72 2,42 1,47 1,30 1,64 1,51 2,26 1,87 2,37 2,39 0,18 1,05 1,64 2,36 1,95 1,67
53
0,70 1,27 1,14 2,10 1,06 1,60 0,66 0,77 0,82 1,02 1,50 1,09 1,51 1,55 1,25 1,21 0,86 1,50 1,11 0,73
54
1,46 0,40 0,92 0,84 1,20 0,41 0,94 1,44 1,00 1,73 0,86 0,55 0,32 0,46 0,31 2,27 1,09 0,23 0,86 0,75
55
1,40 0,42 0,82 1,06 1,05 0,40 0,81 1,27 0,90 1,65 0,82 0,53 0,37 0,50 0,17 2,11 0,98 0,37 0,81 0,79
56
Apêndice B
Continua...
55
Apêndice B
Análise de dissimilaridade entre 100 progênies de meios irmãos de melão através da Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP), avaliadas na área experimental do CECA/UFAL.
Progênies 57
57
58
64
66
68
69
71
72
74
76
77
78
79
80
82
83
84
85
86
87
58
64
66
1,02 2,13 1,34
2,27 0,94
2,98
68
0,80
0,79
1,85
1,17
69
1,05
1,11
1,49
1,55
0,47
71
1,13
1,65
1,29
2,30
1,36
1,21
72
1,63
1,94
1,02
2,40
1,37
0,96
1,12
74
0,95
0,75
2,63
0,91
1,02
1,39
1,85
2,27
76
1,41
1,71
0,93
2,30
1,17
0,83
0,94
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1,87
77
1,02
0,98
1,88
1,21
0,32
0,40
1,51
1,29
1,21
1,20
78
1,79
2,54
1,56
3,03
2,01
1,77
1,08
1,19
2,64
1,35
2,05
79
1,64
2,09
0,83
2,74
1,67
1,37
0,63
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0,76
1,74
0,90
80
0,83
0,82
2,30
0,77
0,52
0,85
1,66
1,66
0,95
1,60
0,53
2,25
2,04
82
1,69
2,08
0,70
2,67
1,55
1,20
0,89
0,61
2,35
0,68
1,57
0,99
0,48
1,93
83
0,90
1,23
1,89
1,43
0,75
0,72
1,26
1,09
1,51
1,33
0,70
1,68
1,57
0,72
1,44
84
1,12
1,37
1,40
1,78
0,69
0,35
1,16
0,90
1,51
0,60
0,64
1,58
1,22
1,07
1,06
0,89
85
1,39
1,83
1,01
2,32
1,22
0,86
0,88
0,40
2,05
0,55
1,21
1,00
0,70
1,57
0,48
1,07
0,69
86
1,86
1,88
1,38
2,36
1,54
1,23
1,46
0,82
2,42
1,47
1,46
1,78
1,46
1,73
1,22
1,16
1,39
1,13
87
1,48
1,80
1,49
2,11
1,27
0,96
1,24
0,56
2,15
1,24
1,17
1,41
1,30
1,40
1,07
0,73
1,05
0,79
0,61
Continua...
56
Apêndice B
Progênies
57
58
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Análise de dissimilaridade entre 100 progênies de meios irmãos de melão através da Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP), avaliadas na área experimental do CECA/UFAL.
92
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1,47
1,34
2,08
1,15
1,02
0,58
0,94
1,84
1,09
1,28
1,27
0,94
1,41
0,95
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0,88
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0,95
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2,38
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0,65
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0,53
2,03
1,08
1,03
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2,07
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1,64
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1,10
1,23
95
1,20
1,40
1,07
1,97
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0,49
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2,14
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1,68
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1,10
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1,15
1,52
1,36
0,50
2,04
1,75
0,71
1,55
0,53
0,88
1,21
1,09
0,87
104
0,70
1,01
1,67
1,43
0,48
0,44
1,02
1,07
1,23
0,99
0,55
1,63
1,35
0,71
1,28
0,50
0,59
0,92
1,31
0,95
105
0,91
0,90
2,87
0,77
1,18
1,59
1,95
2,39
0,55
2,15
1,37
2,68
2,48
0,93
2,51
1,46
1,75
2,21
2,46
2,16
106
1,17
1,79
1,51
2,17
1,26
1,05
0,85
0,74
2,01
1,09
1,27
0,91
1,01
1,43
0,93
0,80
1,01
0,64
1,14
0,66
107
1,33
1,36
1,63
1,81
1,08
0,94
1,24
0,99
1,89
1,41
1,08
1,77
1,49
1,21
1,33
0,69
1,18
1,13
0,63
0,62
108
0,81
0,96
2,31
0,91
0,67
0,94
1,61
1,60
1,15
1,67
0,68
2,14
2,01
0,30
1,90
0,56
1,16
1,54
1,62
1,27
109
1,58
1,76
1,46
2,21
1,40
1,16
1,23
0,80
2,25
1,42
1,37
1,55
1,34
1,56
1,15
0,93
1,31
1,02
0,38
0,46
110
0,79
1,06
1,41
1,73
0,71
0,64
0,74
1,16
1,26
0,74
0,90
1,58
1,07
1,11
1,11
0,98
0,66
0,90
1,47
1,23
111
1,94
2,22
1,26
2,84
1,94
1,68
1,12
1,07
2,68
1,55
1,98
1,35
1,08
2,19
1,06
1,57
1,73
1,21
0,92
1,09
112
1,48
1,66
0,87
2,29
1,24
0,89
0,85
0,51
2,07
0,79
1,25
1,33
0,78
1,59
0,62
1,08
0,92
0,57
0,76
0,73
113
0,90
1,33
1,61
2,04
1,23
1,22
0,52
1,49
1,46
1,12
1,45
1,52
1,06
1,51
1,30
1,33
1,23
1,22
1,75
1,54
114
1,78
2,06
1,72
2,36
1,63
1,37
1,50
0,88
2,48
1,63
1,54
1,54
1,55
1,71
1,34
1,03
1,48
1,16
0,64
0,47
Continua...
57
Análise de dissimilaridade entre 100 progênies de meios irmãos de melão através da Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP), avaliadas na área experimental do CECA/UFAL.
Progênies 115 116 117 118 119 122 124 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 138 139 142
0,86 1,30 0,87 2,22 0,73 1,65 1,07 0,60 0,84 1,45 1,23 1,47 1,61 1,74 1,34 0,85 1,05 1,65 1,22 1,19
57
1,06 1,71 1,54 2,58 1,39 2,00 0,94 0,97 1,23 1,33 1,91 1,46 1,92 1,97 1,64 1,07 1,17 1,93 1,54 1,24
58
2,17 1,06 1,56 1,06 1,81 0,67 1,41 2,03 1,67 2,27 1,40 0,91 0,72 0,81 0,83 2,85 1,65 0,67 1,51 1,44
64
1,36 2,32 1,96 3,18 1,66 2,61 1,62 1,18 1,65 1,28 2,41 2,25 2,55 2,57 2,30 0,73 1,59 2,62 1,96 1,96
66
1,03 1,31 1,09 2,23 0,90 1,51 0,66 0,57 0,87 1,08 1,47 1,22 1,47 1,52 1,21 1,14 0,80 1,55 1,12 1,16
68
1,15 1,04 0,94 1,93 0,85 1,16 0,50 0,74 0,78 1,16 1,26 1,01 1,12 1,18 0,91 1,51 0,67 1,23 0,92 1,05
69
1,29 0,48 0,63 1,20 0,97 0,83 1,04 1,26 0,90 1,86 0,51 0,91 0,79 1,05 0,60 1,93 1,13 0,73 0,99 0,81
71
1,53 0,68 0,92 1,20 1,05 0,56 1,04 1,34 0,98 1,63 0,96 1,08 0,53 0,55 0,66 2,24 0,98 0,74 0,75 1,18
72
1,42 2,02 1,70 2,96 1,53 2,32 1,44 1,18 1,56 1,70 2,04 1,92 2,27 2,40 1,97 0,81 1,57 2,30 1,93 1,74
74
1,70 0,83 1,01 1,53 1,19 0,73 0,98 1,38 1,18 1,91 0,97 0,92 0,77 1,02 0,61 2,10 1,20 0,85 1,22 1,26
76
1,13 1,38 1,16 2,28 0,94 1,54 0,74 0,64 0,92 1,02 1,54 1,35 1,50 1,52 1,28 1,25 0,79 1,61 1,12 1,29
77
1,95 1,02 1,05 1,18 1,34 1,06 1,83 1,82 1,47 2,45 0,68 1,71 1,09 1,28 1,19 2,52 1,69 1,16 1,38 1,69
78
1,79 0,57 0,98 0,89 1,32 0,48 1,30 1,67 1,28 2,18 0,66 0,98 0,52 0,86 0,55 2,43 1,42 0,48 1,21 1,19
79
0,90 1,62 1,26 2,55 0,96 1,89 1,01 0,48 0,97 0,94 1,71 1,65 1,83 1,86 1,60 0,76 0,93 1,92 1,27 1,40
80
1,77 0,61 1,01 0,95 1,28 0,29 1,21 1,59 1,22 2,01 0,83 0,94 0,38 0,61 0,50 0,43 1,30 0,47 1,08 1,22
82
0,66 1,09 0,74 1,95 0,44 1,37 0,81 0,35 0,41 0,89 1,20 1,36 1,30 1,30 1,15 1,24 0,50 1,42 0,60 1,04
83
1,38 1,01 0,91 1,88 0,88 1,07 0,76 0,93 0,93 1,49 1,13 1,10 1,06 1,19 0,86 1,65 0,88 1,19 1,04 1,24
84
1,50 0,57 0,72 1,26 0,91 0,50 1,00 1,24 0,93 1,74 0,71 1,01 0,51 0,71 0,50 2,08 1,00 0,69 0,83 1,15
85
1,39 1,04 1,29 1,35 1,33 1,06 1,05 1,44 1,06 1,24 1,47 1,14 0,96 0,73 1,06 2,33 0,97 1,05 0,72 1,03
86
1,15 0,84 0,85 1,44 0,84 0,97 0,98 1,06 0,71 1,22 1,10 1,25 0,89 0,81 0,94 1,96 0,72 1,05 0,39 1,06
87
Apêndice B
Continua...
58
Análise de dissimilaridade entre 100 progênies de meios irmãos de melão através da Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP), avaliadas na área experimental do CECA/UFAL.
Progênies 92
93
94
95
96
97
99
100 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114
1,69 0,95 0,71 0,51 0,79 1,76 1,05 1,16 0,84 1,85 0,67 0,74 1,30 0,75 0,79 0,89 0,64 0,84 1,09
92
2,49 1,39 1,57 2,22 0,66 1,55 1,06 0,90 1,00 1,64 1,61 0,78 1,93 1,17 2,49 1,79 1,61 2,06
93
1,79 1,04 0,39 2,57 1,74 1,82 1,62 2,75 1,20 1,31 2,17 1,03 1,46 0,43 0,78 1,42 1,30
94
0,59 0,88 1,50 1,13 0,86 0,65 1,91 0,82 0,84 1,25 0,90 0,62 1,25 0,45 1,09 1,18
95
0,90 1,58 1,23 1,16 0,75 1,94 0,38 0,96 1,33 0,90 0,75 1,08 0,62 0,92 1,08
96
2,31 1,46 1,48 1,37 2,54 1,07 1,00 1,90 0,76 1,25 0,51 0,47 1,36 1,09
97
1,49 1,22 1,10 1,38 1,54 1,72 0,91 1,95 1,44 2,53 1,90 1,87 1,98
99
0,76 1,03 1,79 1,11 0,58 0,89 0,81 1,39 1,51 1,24 1,70 0,93
100
0,67 1,58 1,19 0,72 0,69 1,02 1,07 1,73 1,20 1,55 1,19
103
1,33 0,86 0,86 0,72 1,23 0,54 1,61 0,95 0,98 1,31
104
2,00 1,86 1,02 2,23 1,48 2,69 2,21 1,60 2,42
105
0,94 1,30 0,86 1,04 1,12 0,82 1,18 0,87
106
1,06 0,45 1,12 1,12 0,80 1,39 0,75
107
1,41 1,17 2,05 1,54 1,51 1,52
108
1,31 0,80 0,71 1,52 0,50
109
1,56 0,90 0,61 1,60
110
0,86 1,53 1,03
111
1,16 1,00
112
1,82
113
114
Apêndice B
Continua...
59
Análise de dissimilaridade entre 100 progênies de meios irmãos de melão através da Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP), avaliadas na área experimental do CECA/UFAL.
Progênies 115 116 117 118 119 122 124 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 138 139 142
0,96 0,47 0,58 1,22 0,78 0,83 0,78 0,99 0,56 1,40 0,76 0,77 0,74 0,80 0,58 1,79 0,80 0,73 0,55 0,50
92
1,35 1,81 1,45 2,77 1,18 2,02 1,25 0,85 1,30 1,43 1,82 1,83 1,99 2,08 1,74 0,88 1,26 2,09 1,61 1,72
93
1,79 0,73 1,27 0,38 1,57 0,67 1,40 1,87 1,37 2,07 1,09 0,98 0,61 0,66 0,80 2,70 1,47 0,48 1,14 1,07
94
1,24 0,64 0,78 1,46 0,90 0,70 0,53 0,98 0,74 1,36 0,97 0,68 0,65 0,73 0,45 1,83 0,71 0,76 0,72 0,85
95
1,16 0,36 0,32 1,24 0,61 0,66 0,90 0,99 0,61 1,59 0,44 0,97 0,62 0,80 0,49 1,81 0,83 0,72 0,61 0,88
96
1,58 0,62 1,15 0,72 1,39 0,54 1,09 1,62 1,15 1,75 1,10 0,73 0,44 0,37 0,61 2,48 1,19 0,38 0,90 0,87
97
1,53 1,89 1,47 2,78 1,17 2,05 1,54 0,98 1,40 1,60 1,82 2,05 2,05 2,10 1,85 1,14 1,43 2,18 1,62 1,95
99
0,88 1,35 1,20 1,98 1,00 1,56 1,04 0,88 0,83 0,71 1,59 1,44 1,47 1,30 1,39 1,62 0,79 1,56 0,74 1,13
100
0,94 1,29 1,14 2,12 0,92 1,47 0,67 0,66 0,76 0,64 1,55 1,31 1,40 1,36 1,25 1,42 0,61 1,52 0,85 1,12
103
0,81 0,94 0,66 1,89 0,50 1,24 0,56 0,42 0,48 1,13 1,05 1,10 1,16 1,25 0,93 1,21 0,48 1,25 0,78 0,91
104
1,24 2,12 1,72 3,04 1,49 2,47 1,60 1,11 1,53 1,60 2,10 2,11 2,41 2,50 2,13 0,42 1,59 2,44 1,91 1,79
105
1,13 0,62 0,39 1,33 0,54 0,90 1,10 0,99 0,63 1,57 0,55 1,26 0,83 0,91 0,81 1,81 0,83 0,96 0,54 1,05
106
0,79 0,95 0,97 1,60 0,91 1,21 0,70 0,90 0,58 0,81 1,30 1,05 1,08 0,95 1,01 1,74 0,48 1,15 0,42 0,68
107
0,71 1,55 1,16 2,45 0,83 1,85 1,03 0,36 0,84 0,83 1,63 1,66 1,78 1,78 1,57 0,79 0,84 1,88 1,12 1,33
108
1,11 0,84 1,00 1,28 1,05 1,00 0,97 1,20 0,77 1,17 1,22 1,10 0,89 0,72 0,95 2,07 0,80 0,98 0,41 0,84
109
1,12 0,83 0,76 1,74 0,85 1,07 0,58 0,87 0,78 1,49 0,98 0,81 1,03 1,22 0,72 1,50 0,86 1,05 1,02 0,83
110
1,61 0,82 1,24 0,59 1,49 0,90 1,42 1,77 1,26 1,89 1,17 1,14 0,80 0,70 0,98 2,61 1,37 0,75 0,98 1,01
111
1,34 0,43 0,86 1,07 1,05 0,24 0,74 1,25 0,84 1,50 0,91 0,62 0,33 0,24 0,34 2,13 0,82 0,43 0,67 0,74
112
1,22 0,90 0,86 1,66 1,07 1,26 1,03 1,20 1,00 1,84 0,91 1,02 1,20 1,43 0,93 1,66 1,19 1,14 1,25 0,87
113
1,29 1,09 1,33 1,44 1,12 1,25 1,31 1,35 0,98 1,36 1,32 1,51 1,13 0,96 1,25 2,20 0,96 1,27 0,62 1,23
114
Apêndice B
Continua...
60
Análise de dissimilaridade entre 100 progênies de meios irmãos de melão através da Distância Euclidiana Média Padronizada
(DEMP), avaliadas na área experimental do CECA/UFAL.
Progênies 115 116 117 118 119 122 124 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 138 139 142
1,26 0,96 2,07 0,77 1,67 0,96 0,58 0,58 0,89 1,38 1,45 1,57 1,57 1,39 1,10 0,71 1,61 0,85 0,88
115
0,58 0,98 0,89 0,51 0,89 1,21 0,75 1,66 0,53 0,79 0,39 0,63 0,33 2,03 0,90 0,43 0,67 0,73
116
1,46 0,38 0,97 0,95 0,82 0,48 1,52 0,48 1,17 0,91 1,07 0,76 1,57 0,78 0,99 0,63 0,90
117
1,78 0,87 1,74 2,13 1,64 2,39 1,20 1,31 0,83 0,86 1,07 2,96 1,74 0,74 1,39 1,40
118
1,24 0,94 0,51 0,39 1,29 0,84 1,35 1,18 1,27 1,02 1,28 0,65 1,29 0,64 1,03
119
1,11 1,54 1,13 1,89 0,84 0,82 0,18 0,49 0,39 2,40 1,23 0,22 0,96 1,08
122
0,81 0,66 1,03 1,25 0,70 1,02 1,06 0,79 1,58 0,57 1,07 0,80 0,63
124
0,53 0,95 1,28 1,40 1,47 1,51 1,26 0,92 0,63 1,56 0,86 1,06
126
1,05 0,92 1,09 1,04 1,09 0,88 1,38 0,43 1,12 0,41 0,68
127
1,96 1,59 1,81 1,69 1,67 1,48 0,93 1,88 1,12 1,25
128
1,23 0,80 1,05 0,74 1,98 1,14 0,85 0,94 1,11
129
0,76 0,81 0,56 2,15 1,09 0,67 1,07 0,68
130
0,37 0,33 2,33 1,09 0,22 0,86 0,95
131
0,57 2,40 1,08 0,45 0,81 0,98
132
2,08 0,96 0,35 0,81 0,78
133
1,44 2,39 1,75 1,78
134
1,19 0,53 0,75
135
0,96 0,91
138
0,74
139
142
Apêndice B
61
