2007
vet-arapiraca.pdf
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UFAL – Universidade Federal de
Alagoas
Campus Arapiraca – Pólo Viçosa
Curso de Medicina Veterinária
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE MEDICINA
VETERINÁRIA
CAMPUS ARAPIRACA – PÓLO VIÇOSA
VIÇOSA
2007
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
CAMPUS ARAPIRACA – PÓLO VIÇOSA
CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA BACHARELADO
Projeto
Pedagógico
do
Curso
de
Medicina
Veterinária Bacharelado do Campus Arapiraca –
pólo de Viçosa, elaborado com objetivo da sua
adequação às Diretrizes Curriculares Nacionais.
Viçosa-AL / 2007
2
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
NOME DO CURS O: Bacharelado em Medicina Veterinária
UNIDADE ACADÊ MICA : Campus Arapiraca - Pólo Viçosa
TITULO CONFE RIDO: Médico Veterinário
DOCUM ENTO DE AUTORIZAÇÃO: Processo: 23000.021478/2006-72 Parecer: CES 52/2007 de 27 e
28 de fevereiro e 01 de março de 2007, publicado em 14 de março de 2007
INSTALAÇÃO : 18 setembro de 2006
TURNO: Integral (Diurno)
CARGA HORARIA: 5.520 horas
DURAÇÃO:
Mínima: 5 anos
Máxima: 8 anos
VAGAS: 40 (oferta anual)
PERFIL DO EGRE S S O: O Médico Veterinário é um profissional com formação generalista,
humanista, crítica e reflexiva. Apto a compreender e traduzir as
necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidades em relação
às
atividades
inerentes
ao
exercício profissional. Os
campos
específicos de atuação são a saúde animal e clínica veterinária;
saneamento ambiental e medicina veterinária preventiva; saúde
pública, inspeção e tecnologia de produtos de origem animal;
zootecnia, produção e reprodução animal; ecologia e proteção ao meio
ambiente. O profissional deve ter conhecimento dos fatos sociais,
culturais e políticos da economia e da administração agropecuária e
agroindustrial. O profissional deve ter capacidade de raciocínio lógico,
de observação, de interpretação e de análise de dados e informações,
3
bem como dos conhecimentos essenciais de Medicina Veterinária para
identificação e resolução de problemas.
CAMPO S DE ATUACAO: As áreas de atuação do Médico Veterinário são muito variadas. Além de atuar como
profissional liberal, praticando a clínica e a cirurgia de animais, o profissional dessa área pode trabalhar em
empresas públicas ou privadas, desenvolvendo atividades de fiscalização objetivando a preservação da
saúde pública e animal; de produção, nutrição e melhoramento genético animal; de preservação ambiental;
de planejamento, administração e economia rurais; de extensão rural e de pesquisa tanto nas áreas de
saúde
animal
como
nas
de
produção
animal
e
inspeção
de
produtos
de
origem
animal.
As fontes empregadoras do Médico Veterinário são as clínicas e hospitais veterinários, zoológicos e
parques, assim como laboratórios de medicamentos e vacinas, empresas públicas e privadas de assistência
técnica e de pesquisa, cooperativas de produtos animais e fazendas particulares.
FORMA DE INGRE S S O: O candidato a uma vaga no curso de medicina veterinária da
UFAL, poderá ingressar por meio de processo seletivo conforme determinado na
Resolução nº18/2005 – CEPE, de 11 de julho de 2005, ou via transferência como
reopção de curso mediante edital entre os troncos inicial e intermediário, em caso
de vacância, ou transferência interinstitucional mediante normas estabelecidas
pela PROGRAD ou regulamentadas pelo CONSUNI.
COLEGIADO OU EQUIPE DE ELABORAÇÃ O:
Annelise Castanha Barreto Tenório Nunes
Cícero Carlos de Souza Almeida
Giuliano Gustavo Lesnau
Thiago Barros Correia da Silva
4
Sumário
Sumário................................................................................................. 5
DIRETRIZE S DO CUR S O ............................................................................ 6
OBJETIVO S ............................................................................................ 6
PERFIL DO EGRE S S O ............................................................................... 9
habilidades e competências .......................................................................... 9
DO SISTEMA ACADÊMICO (CONTEÚDO S) .................................................... 11
DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ............................................................... 12
DINÂMICA do Curso ................................................................................. 18
Ementário e Bibliografia das Disciplinas .......................................................... 23
Estágio Curricular Supervisionado ................................................................. 60
Trabalho de conclusão de curso ................................................................... 61
ATIVIDADE S Acadêmicas COMPLEM ENTA R E S ............................................... 61
Pesquisa ............................................................................................... 64
extensão ............................................................................................... 65
Pós-graduação e simbiose acadêmica............................................................ 67
DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO do projeto do curso ............................................ 68
DO SISTEMA ACADÊMICO ........................................................................ 68
ANEXO S ...............................................................................................70
5
DIRETRIZES DO CURSO
O curso de Medicina Veterinária da UFAL – pólo de Viçosa – AL, foi concebido
numa proposta inovadora de interiorização da universidade brasileira, levando consigo a
atenção à realidade local. O curso visa a formação de médicos veterinários generalistas,
humanistas, científicos e reflexivos, aptos a atuarem em prol ao desenvolvimento regional
como um todo. Busca preparar os alunos a expandirem seus conhecimentos por meio das
pesquisas, extensão e divulgação de seus ensinamentos.
O curso de Medicina Veterinária está sendo ofertado na ótica de contribuir para a
diversificação das propriedades agropecuárias, fixação do homem ao campo, estimular o
avanço na pecuária alagoana.
O curso de Medicina Veterinária está fundamentado nas seguintes diretrizes:
1. agir e refletir cientificamente sobre a ação e voltar a agir após considerar a
reflexão;
2. articulação entre ensino, pesquisa e extensão garantindo o ensino crítico, reflexivo
e criativo, socializando o conhecimento produzido;
3. interdisciplinaridade,
multidisciplinaridade,
integração,
contextualização
da
aprendizagem na realidade profissional como uma forma de educar para a
cidadania e participação plena na sociedade;
4. compreensão, preservação, fomento e difusão das culturas nacionais e regionais,
internacionais e históricas, como meio para estabelecer o pluralismo e diversidade
cultural.
OBJETIVOS
A formação do Médico Veterinário tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos para desenvolver ações e resultados voltados à área de Ciências Agrárias
e da Saúde no que se refere à Produção Animal, Produção e Segurança de Alimentos,
Saúde Animal e Saúde Pública Veterinária e Proteção Ambiental.
Objetivos Gerais
6
A formação do Médico Veterinário tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos requeridos para o exercício profissional das seguintes competências e
habilidades gerais:
•
Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional,
devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e
reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional
deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com
as demais instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de
analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Os
profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de
qualidade
e
dos
princípios
da
ética/bioética, tendo
em
conta
que
a
responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim,
com a resolução do problema da saúde, tanto em nível individual como coletivo.
•
Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar
fundamentado na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia
e custo-efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de
procedimentos e de práticas. Para este fim, os mesmos devem possuir
competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais
adequadas, baseadas em evidências científicas.
•
Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a
confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros
profissionais de saúde e o público em geral. A comunicação envolve comunicação
verbal, não verbal e habilidade de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma
língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação.
•
Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde
deverão estar aptos a assumirem posições de liderança, sempre tendo em vista o
bem-estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade,
empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de
forma efetiva e eficaz.
•
Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar
iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos
recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma como devem estar
aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe.
•
Educação permanente: os profissionais devem ser capazes
de aprender
continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, os
7
profissionais de saúde devem aprender a aprender e ter responsabilidade e
compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações
de profissionais, proporcionando condições para que haja benefício mútuo entre os
futuros profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive estimulando e
desenvolvendo a mobilidade acadêmico/profissional, a formação e a cooperação
através de redes nacionais e internacionais.
Objetivos Específicos
A formação do Médico Veterinário tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos requeridos para o exercício profissional das seguintes competências e
habilidades específicas:
1. respeitar os princípios éticos inerentes ao exercício profissional;
2. interpretar sinais clínicos, exames laboratoriais e alterações morfo-funcionais;
3. identificar e classificar os fatores etiológicos, compreender e elucidar a patogenia,
bem como, prevenir, controlar e erradicar as doenças que acometem os animais;
4. instituir diagnóstico, prognóstico, tratamento e medidas profiláticas, individuais e
populacionais;
5. elaborar, executar e gerenciar projetos agropecuários, ambientais e afins à
profissão;
6. desenvolver, programar, orientar e aplicar as modernas técnicas de criação,
manejo, nutrição, alimentação, melhoramento genético, produção e reprodução
animal;
7. planejar, executar, gerenciar e avaliar programas de saúde animal, saúde pública e
de tecnologia de produtos de origem animal ;
8. executar a inspeção sanitária e tecnológica de produtos de origem animal;
9. planejar, elaborar, executar, gerenciar e participar de projetos nas áreas de
biotecnologia da reprodução e de produtos biológicos;
10.planejar, organizar e gerenciar unidades agroindustriais;
11.realizar perícias, elaborar e interpretar laudos técnicos em todos os campos de
conhecimento da Medicina Veterinária;
12.planejar, elaborar, executar, gerenciar e participar de projetos agropecuários e do
agronegócio;
13.relacionar-se
com
os
diversos
segmentos
sociais
e
atuar em
equipes
multidisciplinares da defesa e vigilância do ambiente e do bem-estar social;
8
14.exercer a profissão de forma articulada ao contexto social, entendendo-a como
uma forma de participação e contribuição social;
15.conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos
acadêmicos e científicos;
16.assimilar
as
constantes
mudanças
conceituais
e
evolução
tecnológica
apresentadas no contexto mundial;
17.avaliar e responder com senso crítico às informações que estão sendo oferecidas
durante a graduação e no exercício profissional.
PERFIL DO EGRESSO
O Médico Veterinário é um profissional com formação generalista, humanista,
crítica e reflexiva. Apto a compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos
sociais e comunidades em relação às atividades inerentes ao exercício profissional. Os
campos específicos de atuação são a saúde animal e clínica veterinária; saneamento
ambiental e medicina veterinária preventiva; saúde pública, inspeção e tecnologia de
produtos de origem animal; zootecnia, produção e reprodução animal; ecologia e proteção
ao meio ambiente. O profissional deve ter conhecimento dos fatos sociais, culturais e
políticos da economia e da administração agropecuária e agroindustrial. O profissional
deve ter capacidade de raciocínio lógico, de observação, de interpretação e de análise de
dados e informações, bem como dos conhecimentos essenciais de Medicina Veterinária
para identificação e resolução de problemas. O bacharel estará apto a seguir carreira em
áreas especializadas com o embasamento adquirido na graduação, onde a matriz
curricular lhe garante conhecimento amplo acerca da medicina veterinária.
HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
O egresso ao final do curso, estará apto a reconhecer e identificar a problemática
local, focada no trígono: ambiente, paciente, cliente, com projeção à comunidade em que
estão inseridos. Adquirirá também a capacidade de identificados os problemas, traçar
metas, objetivos e soluções, viabilizando a interatividade e interdisciplinaridade entre as
partes envolvidas. Desta forma, o egresso trará progresso à região, desenvolvimento ao
9
local e bem estar às partes envolvidas. O egresso adquirirá competência para
diagnosticar, tratar e dar prognósticos para doenças, avaliar condições sanitárias, de bem
estar animal, atuar no campo zootécnico, por meio do cumprimento da matriz curricular
ora proposta
10
DO SISTEMA ACADÊMICO (CONTEÚDOS)
As atividades acadêmicas do curso de Medicina Veterinária a partir do ano letivo de
2006 ficam assim distribuídas:
1. disciplinas dispostas em períodos semestrais, atendendo ao princípio de
hierarquização de conteúdos, atendendo a uma logística de maximização de
aproveitamento docente;
2. atividades acadêmicas complementares.
O currículo do Curso de Graduação em Medicina Veterinária é constituído por um
conjunto de atividades acadêmicas distribuídas nas seguintes categorias:
1. disciplinas obrigatórias (tronco inicial – comum a todos os cursos do campus
Arapiraca, tronco intermediário – comum aos cursos da área de ciências agrárias
[Zootecnia, Agronomia e Medicina Veterinária], tronco profissionalizante –
específicas do curso de formação);
2. atividades acadêmicas especiais de natureza obrigatória, correspondente a estágio
supervisionado (incluso na soma da carga horária do curso) e a trabalho de
conclusão de curso (incluído em separado na carga horária);
3. atividades acadêmicas complementares, correspondentes à participação do
estudante em:
a) Acompanhamento da Rotina nos laboratórios profissionalizantes, a partir do 4º
período;
b) monitoria acadêmica;
c) projetos de ensino, de pesquisa, de extensão e integrados;
d) programas de extensão e de formação complementar no ensino de graduação;
e) disciplinas optativas;
f) cursos de extensão;
g) eventos aprovados pelo Colegiado de Curso, como Congressos, Simpósios,
Seminários, apresentação de trabalhos científicos quando não computados na
letra b) deste;
h) estágios voluntários.
Esta disposição de Atividades Acadêmicas Complementares visa
tornar o curso de Medicina Veterinária com grande peso prático na formação do discente,
não se furtando das aulas práticas já contabilizadas nas próprias disciplinas.
11
DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
Os conteúdos curriculares do curso de Medicina Veterinária estão articulados
segundo os eixos temáticos de conhecimento que constam no quadro abaixo:
CONHECIMENTOS
CONTRIBUIÇÕES À FORMAÇÃO DO
% da carga
ESTUDANTE
horária total
Ciências Biológicas e Este eixo pretende que o aluno conheça as 30,51
da Saúde
estruturas anatômicas
de diferentes
espécies animais, seus mecanismos
funcionais. Correlacione os componentes
da cadeia de transmissão das doenças e
os mecanismos de imunidade, compreenda
o desenvolvimento do processo saúdedoença.
Ciências Humanas e Este eixo propõe que o aluno compreenda 16,95
Sociais
o ser humano como um ser histórico e
socialmente determinado, analise os
diferentes modos de produção da
sociedade e as suas
formas de
organização.
Ciências da Medicina Este eixo pretende que o aluno conheça os 52,54
Veterinária
sistemas de criação, reprodução e
exploração de animais de interesse
econômico e ecológico. Compreenda o
processamento,
padronização,
conservação e inspeção higiênica e
sanitária dos produtos de origem animal.
Adquira conhecimentos clínicos, cirúrgicos
e de fisiopatologia da reprodução com
ênfase nos aspectos semiológicos e
laboratoriais, visando a determinação da
etiopatogenia, do diagnóstico e dos
tratamentos clínicos ou cirúrgicos das
enfermidades. Discuta as atividades
relacionadas ao planejamento em saúde, à
epidemiologia, ao controle e erradicação
das enfermidades infecto-contagiosas,
parasitárias e zoonoses, saneamento
ambiental, produção e controle de produtos
biológicos.
12
Ciências
Biológicas e da
Saúde
30%
Ciências da
Medicina
Veterinaria
53%
Ciências Humanas
e Sociais
17%
Matriz Curricular
A Matriz Curricular não apresenta Pré ou Co-requisitos. Caberá ao aluno de fluxo
normal, cumprir as disciplinas previstas. Aos alunos de fluxo individual, caberá ao
colegiado do curso, avaliar, dar parecer, aceitar, negar, reconduzir as disciplinas
pleiteadas pelo aluno, permitindo ou não, sua matrícula em ultima instância. Esta matriz
curricular foi concebida mediante consulta à Resolução nº2 de 18 de junho de 2007, CNE.
A Matriz curricular, por hora não consta de disciplinas optativas, pois o corpo
docente ainda esta em formação, não sendo possível prever e nem garantir a oferta
desse tipo de disciplinas. Entretanto, após a ampliação do quadro de docentes, essas
disciplinas, classificadas agora como optativas, passarão a ser ofertadas. As disciplinas
optativas estão incluídas no nicho das Atividades Complementares, pois não há
obrigatoriedade da opção pelas disciplinas e nem do cumprimento delas, pois a matriz já
garante o conhecimento geral da profissão.
A Matriz Curricular do curso de Medicina Veterinária, a ser implantada
gradativamente a partir do ano letivo de 2006, fica assim estabelecida:
Curso de Medicina Veterinária da Universidade
Federal de Alagoas – Campus Arapiraca – pólo
Viçosa, no regime semestral – Currículo 2007
Componentes curriculares
Carga Horária
Disciplinas obrigatórias
4520
Estágio Supervisionado
480
Trabalho de Conclusão de Curso
120
Atividades Complementares
400
Carga Horária de Integralização
5520
Curricular - CHIC
13
Curs o de M e dicina Ve te rinária da Unive rs idade Fe deral de Alagoas – Cam pus Arapiraca – pólo
Viços a, no regim e se m e s tral – Currículo 2007 Dis tribuição
2%
7%
9%
Disciplinas obrigatórias
Estágio Supervisionado
Trabalho de Conclusão de Curso
82%
Atividades Complementares
Assim:
1º PERÍODO
120
120
40
C.H.
total
6
6
2
C.H.
teórica
6
6
2
120
6
6
400
20
20
C.H.
total
5
3
5
5
2
20
C.H.
teórica
3
2
4
3
2
14
C.H.
prática
2
1
1
2
C.H.
teórica
2
2
2
3
2
2
3
C.H.
prática
2
1
2
1
2
1
1
16
10
Disciplina
Horas
Lógica, Informática e comunicação
Produção do Conhecimento: ciência e não –ciência
Seminário Integrador I
Sociedade, natureza e desenvolvimento: da realidade
local a realidade global
Total
C.H.
prática
2º PERÍODO
Disciplina
Horas
Biologia Geral**
Ecologia*
Matemática e Bioestatística**
Química**
Seminário Integrador II
Total
100
60
100
100
40
400
6
3º PERÍODO
Anatomia Descritiva Animal I***
Biofísica**
Bioquímica**
Fisiologia I*
Histologia**
Imunologia*
Microbiologia I**
80
60
80
80
80
60
80
C.H.
total
4
3
4
4
4
3
4
Total
520
26
Disciplina
Horas
14
4º PERÍODO
60
80
80
80
40
80
100
C.H.
total
3
4
4
4
2
4
5
C.H.
teórica
2
2
4
3
1
3
3
C.H.
prática
1
2
520
26
18
8
C.H.
total
3
3
4
4
3
6
6
29
C.H.
teórica
1
2
2
3
2
3
3
16
C.H.
prática
2
1
2
1
1
3
3
13
C.H.
teórica
4
3
3
2
3
2
2
3
C.H.
prática
80
60
80
60
80
80
80
60
C.H.
total
4
3
4
3
4
4
4
3
580
29
23
6
C.H.
total
6
4
4
2
3
3
2
3
C.H.
teórica
3
3
3
2
3
3
2
3
C.H.
prática
3
1
1
Disciplina
Horas
Alimentos e Alimentação Animal*
Anatomia Descritiva Animal II***
Farmacologia Veterinária
Fisiologia II*
Forragicultura*
Microbiologia II**
Nutrição Animal**
Total
1
1
1
2
5º PERÍODO
Disciplina
Horas
Anatomia Topográfica Animal***
Anestesiologia*
Parasitologia**
Patologia Geral*
Semiologia**
Zootecnia I (Avicultura-Suinocultura-Eqüideocultura)*
Zootecnia II (Ovino-Capino-Bovinocultura)*
Total
60
60
80
80
60
120
120
580
6º PERÍODO
Disciplina
Doenças Infecciosas dos Animais Domésticos
Doenças Micóticas dos Animais Domésticos
Doenças Parasitárias dos Animais Domésticos*
Genética Animal**
Patologia Clínica**
Patologia Especial*
Técnica Cirúrgica*
Terapêutica Veterinária
Total
Horas
1
1
1
2
2
7º PERÍODO
Disciplina
Horas
Clínica Cirúrgica**
Clínica Médica de Animais Domésticos Ruminantes*
Clínica Médica de Pequenos Animais I*
Deontologia e Legislação Médico Veterinária
Epidemiologia
Melhoramento Animal
Ornitopatologia
Toxicologia
120
80
80
40
60
60
40
60
15
Total
540
27
21
6
Horas
C.H.
total
C.H.
teórica
C.H.
prática
8º PERÍODO
Disciplina
Bioinformática
60
3
3
Clínica Médica de Eqüídeos*
Clínica Médica de Pequenos Animais II*
Diagnóstico por Imagem*
Higiene Veterinária e Saúde Pública e zoonoses*
Obstetrícia Veterinária
Tecnologia de Produtos de Origem Animal*
Teriogenologia I**
60
80
40
80
60
100
80
3
4
2
4
3
5
4
2
3
1
3
3
3
3
1
1
1
1
Total
560
28
22
6
C.H.
teórica
3
2
3
C.H.
prática
2
1
9º PERÍODO
Disciplina
Horas
Administração do Agronegócio
Extensão Agropecuária e Cooperativismo*
Inspeção de Produtos de Origem Animal*
60
60
100
C.H.
total
3
3
5
Medicina Veterinária Preventiva
60
3
3
Planejamento Agropecuário
Teriogenologia II**
Total
60
80
420
3
4
21
3
3
17
C.H.
total
24
C.H.
teórica
1
2
1
4
10º PERÍODO
Disciplina
Horas
Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório
480
Atividades Acadêmicas Complementares
400
TCC (trabalho de conclusão de curso)
120
Carga horária total das disciplinas obrigatórias
Carga horária total do estágio, TCC e atividades
complementares
Total
4520
20
6
6
276
177
C.H.
prática
24
20
1020
5520
99
Onde:
* disciplinas que exigem aulas práticas em grupo único, portanto são mais demoradas,
devido a deslocamento, acompanhamento de caso e evolução da saúde animal,
característica da disciplina como saída de campo, aproveitamento de recurso sem agredir
ao código de ética. Portanto, são disciplinas com carga horária dobrada ao professor, uma
vez que não há como estar se deslocando a outra atividade nesse período.
16
** disciplinas que exigem aulas práticas com turmas divididas, devido a dimensões de
laboratório, disponibilidade para assistência imediata do professor no decorrer da aula,
utilização de materiais e/ou reagentes e/ou instrumentos perigosos e/ou área de risco.
Portanto, esta carga horária deverá ser dobrada ao professor, pois terá duas turmas de
aulas práticas.
*** característica das aulas de anatomia descritiva I, II e Topográfica: São aulas quase
que exclusivamente práticas, onde haverá duas turmas de acompanhamento, portanto,
carga horária dobrada para o professor poder atuar exclusivamente nas aulas definidas
como práticas. Trata-se de uma disciplina artesanal, onde cada peça deve ser preparada
pelo aluno manualmente, pois é um material biológico embebido em solução de formol,
portanto, agressivo à saúde dos presentes. Desta forma, não há como aglutinar um
contingente muito grande de pessoas por muito tempo em aulas práticas, sendo
extremamente necessária a divisão de turmas e horários.
A duração mínima e máxima prevista para o curso de Medicina Veterinária é de
5(cinco) e 10 (dez) anos, respectivamente. Para obter o grau de Médico Veterinário, o
estudante deverá cumprir um total de 5.520 (cinco mil, quinhentos e vinte) horas – aula,
relativas ao currículo pleno proposto incluindo 5.000 da Matriz Curricular e estágio, 400
das Atividades Acadêmicas Complementares e 120 do Trabalho de Conclusão de curso.
As horas referentes ao estágio obrigatório são computadas juntamente com as
horas das disciplinas dos nove períodos de vivência acadêmica. A efetivação destas
horas (400) só será realizada mediante aprovação do TCC (Trabalho de Conclusão de
Curso), cuja normatização será realizada até o 9º período do curso (segundo semestre de
2010).
O curso terá no mínimo 35% de aulas práticas para o computo geral da carga
horária.
DISCIPLINAS OPTATIVAS (SUGESTÃO)
As seguintes disciplinas optativas, por não possuirmos ainda o quadro completo de
professores à ocasião da elaboração deste, estão sendo sugeridas, que poderão ser
acatadas ou modificadas conforme o perfil de formação de cada professor envolvido.
Optativas distribuídas no curso
Anatomia de Animais Silvestres
C.H.semestre
C.H.semana
40
2
17
Animais Silvestres
60
3
Apicultura
80
4
Aviamento de Medicações
20
1
Bioclimatologia
60
3
Bioética e Bem Estar Animal
Cultura de Animais de interesse comercial
20
1
40
2
Defesa Sanitária Animal
20
1
Doenças dos Suínos
40
2
Economia Rural
40
2
Educação Sanitária
40
2
Etologia
40
2
Fisioterapia
40
2
Forragens conservadas
20
1
Inglês Instrumental
60
3
Marcadores Moleculares no Melhoramento Animal
40
2
Marketing Veterinário
40
2
Medicina Veterinária Alternativa
Microbiologia de Produtos de Origem
Animal
40
2
40
2
Odontologia Veterinária
40
2
Oftalmologia Veterinária
40
2
Perícia Veterinária Forense
40
2
Piscicultura e Ranicultura
80
4
Podologia
20
1
Saneamento Ambiental
40
2
Técnica Hospitalar
20
1
DINÂMICA DO CURSO
O curso de Medicina Veterinária foi reordenado, com finalidade de dinamizar a vida
acadêmica do alunado, integrando-o à Universidade e à comunidade, inserindo-o à
pesquisa e aprimorando o lado profissional de forma flexível, livre e responsável. Para
isso, foi concebida a seguinte dinâmica:
1º Período: as aulas são teóricas no próprio pólo de origem. Há muito horário livre,
uma vez que o curso é integral (manhã e tarde). A disciplina de Seminário Integrador I
permitirá movimentação dos alunos pelos laboratórios, biblioteca, interação com a
comunidade. Aqueles que se encaixarem no perfil, já engajariam em um projeto de
extensão fixo no curso: Rádio Comunitária ou Conscientização de Bem Estar Animal.
18
Estes projetos de Extensão possuirão níveis para que o aluno vá galgando autonomia de
decisão e liderança do grupo. Essa projeção já será prevista no projeto de extensão.
2º Período: as disciplinas passam a ter aulas em laboratórios específicos do tronco
intermediário. Há uma sobra de horário ainda para ser cursada alguma disciplina optativa.
Aqueles que não entraram nos projetos de extensão, terão ainda chance de fazê-lo, pois
o ingresso dos alunos na graduação é anual, e o regime do curso semestral. Outra
possibilidade já serão as monitorias e engajamento a linhas de pesquisa, estágio
voluntário, continuação dos projetos de extensão em níveis mais avançados, até a
possibilidade de participação em eventos, simpósios, cursos, congressos...
3º Período: As disciplinas continuam com práticas nos laboratórios. Os projetos de
extensão já serão outros, a fim de se abrir vagas aos calouros. Iniciam-se as disciplinas
do tronco profissionalizante, onde o aluno passa a orientar a sua formação, com
disciplinas optativas, projetos de extensão, projetos de pesquisa, monitorias e estágios
voluntários. Haverá menos tempo livre para a participação de eventos diversos fora da
instituição, mas possível caso o aluno contemporize suas faltas.
As disciplinas comuns à grade curricular da zootecnia ou agronomia do campus
Arapiraca, com a medicina veterinária em Viçosa poderão ser cursadas pelos alunos de
medicina veterinária no campus Arapiraca, desde que possuam ementa e conteúdo
compatível, carga horária igual ou superior à medicina veterinária. Mesmo assim, o
processo de validação de créditos deverá passar pelos trâmites normais do colegiado de
curso. Todos os pólos terão seu quadro de professores próprio, a fim de se evitar o risco
de falhas possíveis de logística, de ordem técnica, de recursos humanos e de
eventualidades.
4º Período: Iniciam-se aqui as Atividades Complementares em rotinas de
laboratório. Estas rotinas atendem à demanda do professor em atualizar seus
conhecimentos, quando então os alunos passam a fazer parte desse processo de autoreciclagem. Para o alunado, o principal objetivo é o de aprimorar técnicas, desenvolver
habilidades, incitar o interesse extra-classe na disciplina, a fim de estimular o empenho
discente em concorrer a monitorias, estágios e quiçá, um futuro colega docente com
mestrado ou doutorado. Com esta proposta, a Universidade do conhecimento, passa a
ser a Universidade das oportunidades também.
Os alunos estando no campus, passam a se engajar ainda mais nas rotinas de
laboratório, nas pesquisas, nos projetos de extensão, nas disciplinas optativas, nas
atividades práticas, na vivência da fazenda São Luiz. O benefício é incomensurável na
19
formação do alunado e para o desempenho do pólo de Viçosa de forma geral, pois
passaria a prestar serviços à comunidade de forma direta.
5º Período: As disciplinas que possuem curso de especialização ou residência
médico-veterinária,
foram
contempladas
com
as
Atividades
Complementares.
Especialmente na Anestesiologia, os discentes terão a oportunidade de trabalhar sob
orientação por pelo menos três semestres, ou seja, todas as formas de rotinas possíveis
serão aprendidas e treinadas.
De qualquer forma, há a necessidade do curso de Medicina Veterinária dispor de
um ônibus para as visitas técnicas das disciplinas zootécnicas.
6º Período: Iniciam-se as aulas nas instalações do Hospital Veterinário. Este é o
semestre onde haverá a maior disponibilidade de Atividade Complementar, atendendo
conseqüentemente, a todos os alunos matriculados. Todas as disciplinas possuirão
período dedicado à orientação de Atividade Complementar. Isto foi feito devido à
aplicação direta na profissão, da rotina prática adquirida.
As atividades no ambiente hospitalar serão muito intensas, e não haverá muito
tempo dos alunos continuarem seus projetos de extensão, disciplinas optativas, cursos
externos, restando-lhes as Atividades complementares(práticas) em laboratório e
pesquisas científicas. Estas atividades em laboratório vêm a calhar, pois utilizam os
pequenos espaços de tempo do aluno, que não poderia estar utilizando para extensão,
cursos externos, congressos, por ser muito curto e possuir uma carga grande de
informações para serem perdidas com faltas não justificadas.
7º Período: Duas grandes áreas terão Atividades complementares neste período: a
clínica e a cirurgia. A vivência hospitalar é muito intensa, e provavelmente os professores
terão suas vagas totais preenchidas. As disciplinas que não apresentem um laboratório de
rotina específico não estarão impedidas de receberem alunos monitores, estagiários e
bolsistas.
Os alunos terão quase exclusividade às atividades médicas. A carga horária total
também é onerosa, reduzindo a possibilidade de se fazer viagens, visitas ou cursos muito
longe de Viçosa.
8º Período: Este semestre é voltado não só ao paciente, mas principalmente ao
consumidor, por meio das tecnologias e inspeção de produtos de origem animal. Estas
disciplinas, mais a teriogenologia, receberão alunos de Atividades complementares.
As atividades terão concentração na fazenda São Luiz. Para tanto, há a
necessidade de se reformar ou reconstruir um abatedouro modelo para as aulas práticas,
para a rotina e para as aulas didáticas.
20
9º Período: Este é o último semestre de Atividades Complementares em rotinas de
laboratório.
Os alunos de Medicina Veterinária tiveram pouco ou nenhum contato com os
acadêmicos de Arapiraca ou de Rio Largo, mesmo sendo todos da área de Agrárias.
Entretanto, houve um direcionamento próprio de cada aluno na decisão de traçar sua
carreira acadêmica, de forma independente, estando a Universidade com um currículo
básico para dar suporte à formação do profissional, caso tenha havido alguma escolha
falha da academia.
Optativas: Os alunos irão fazendo as disciplinas optativas assim que surgirem, nas
vacâncias de seus horários, ou no departamento de Zootecnia mediante abertura de
vagas. A equivalência de disciplinas afins necessárias previamente deverá ser respeitada
e avaliada pelo colegiado, e haverá um número mínimo de vinte alunos para a abertura da
turma. Quando o professor tiver mais de uma disciplina optativa prevista por semestre,
deverá ao menos ofertar uma delas e não poderá passar mais que 18 meses sem
ministrar as disciplinas optativas de sua área, a não ser que não sejam fechadas turmas.
Como o quadro ainda não foi composto, as disciplinas optativas elencadas poderão sofrer
mudanças de docente, disposição, período, critérios e até depender da preparação do
docente para ministrá-la. Na falta de profissionais para as disciplinas optativas, serão
convidados professores parceiros de outras universidades, ou será encaminhada
caravana de alunos até a universidade deste professor parceiro, mediante quilometragem
autorizada, para que o curso seja ministrado, mesmo em regime intensivo de uma
semana. Isto poderá ocorrer com as disciplinas de Inglês Instrumental e Animais
Silvestres. Desta forma, garantiremos a qualidade total de nossos egressos, sem
pendências ou deficiências. Uma terceira possibilidade, é a de se convidar o profissional
para ministrar o curso em uma semana acadêmica, onde se poderá obter recurso por
meio das inscrições, patrocínios e saldar o pró-labore profissional.
Priorizou-se destinar todo o quadro de professores próprios de Viçosa, devido à
dificuldade de se manter uma logística de transporte de professores ou alunos.
Mediante a carga horária de cada professor, haverá casos em que, sendo esta
baixa no semestre, atrelada ao desempenho de ensino, pesquisa, extensão e
administração, o professor deverá ofertar uma disciplina optativa de seu conhecimento,
uma vez que sua carga horária esta sendo calculada já contando com essa(s)
disciplina(s) optativa(s). Alguns professores possuirão carga horária cheia, com mais de
quatro disciplinas distintas, comprometidas pelo grau de complexidade de suas
21
disciplinas, e que isso deverá ser levado em consideração na oferta “compulsória” de
disciplinas optativas.
22
EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DAS DISCIPLINAS
1º PERÍODO – TRONCO INICIAL
1
Lógica, Informática e comunicação
Princípios de lógica e raciocínio lógico, introdução à informática básica,
princípios de comunicação. A informática na Medicina Veterinária:
importância e aplicabilidade. Noções Básicas de Informática: Hardware,
Software e People. Introdução à Informática: Windows; Office (Word /
Excel / Power Point). Introdução às redes de computadores: Internet
(pesquisa / correio eletrônico), Intranet (compartilhamento de recursos e
dados, segurança). Informática Aplicada: softwares específicos existentes
no mercado.
Bibliografia:
1. JORGE, M. Microsoft Access 2003 Passo a passo Lite, 2004
2. JORGE, M. Microsoft Word 2002 Passo a passo Lite, 2001
3. THOMA S, G.B, Cálculo, 2002
2
Produção do Conhecimento: ciência e não –ciência
Aspectos críticos da produção do conhecimento, metodologia científica. A
disciplina apresenta o surgimento da ciência discutindo sua importância
para a sociedade; Debate diferentes concepções metodológicas e
trabalha sua aplicação prática por meio da compreensão de um projeto de
pesquisa em conformidade com as normas da ABNT.
3
Seminário Integrador I
Discussão local, interdisciplinar, de integração das atividades e de
avaliação dos progressos discentes de cada Eixo. Conteúdo temático
definido pelo colegiado dos cursos dos eixos envolvidos e oferecido em
02h/a/semanais.
Bibliografia:
1. Cunha Barros, C. Capacitação de Recursos Humanos para Atividades de
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
4
Desenvolvimento Comunitário. UFPB, Proex, 1999.
Demo, P. Educar pela pesquisa. Campinas: Autores Associados, 1994.
Giddens, A. Sociologia.. Alianza Textos, Madrid, 1993.
Lévy, Pierre. As Tecnologias da Inteligência: O futuro do pensamento na era
da informática. Rio de Janeiro. ED. 34, 1993.
Mesquita, R. P. A Escola em Face das Tendências do Século XXI. Revista Dois
Pontos . Vol. 3, no. 23. Belo Horizonte. Gráfica e Editora Cultural,1995.
Rocha, R. Universidade. Cadernos de extensão universitária. Ano 2, no. 5.
UFRG.
Sousa, M. Extensão : Sinal visível do reconhecimento entre universidade e a
sociedade. Tese doutorado. UFRG. 1985
Tenório(____). A Universidade Pública: a construção da cidadania e a
afirmação da soberania nacional. Ed:UFES, 1994.
Sociedade, natureza e desenvolvimento: da realidade local
a realidade global
Visão Sociológica e integradora do acadêmico com a realidade global.
Bibliografia:
1. COPAN S, J., Antropologia: Ciências das sociedades primitivas, 1988
2. DIAS, R., Fundamentos da sociologia geral, 2006
3. FEIJÓ, C.A, Contabilidade Social, 2003
2º PERÍODO – TRONCO INTERMEDIÁRIO
23
5
Biologia Geral
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
CITOLOGIA: Métodos de citologia e histologia. Estrutura geral das
células. Estrutura molecular e função das membranas biológicas.
Armazenamento e transmissão da informação genética: estrutura
morfofuncional do núcleo interfásico e mitótico. Formação e
armazenamento de energia: mitocôndrias. Processos de síntese na
célula: ribossomos, retículo endoplasmático, complexo de Golgi. Digestão
intracelular: endocitose, lisossomo, peroxissomo. Citoesqueleto e
movimento
celular:
filamentos
(microfilamentos,
filamentos
intermediários), microtúbulos: cílios e flagelos, centríolos.
EMBRIOLOGIA GERAL: Gametogênese, fecundação e nidação.
Segmentação do ovo até a mórula. Blástula e implantação. Formação dos
folhetos embrionários. Diferenciações dos folhetos embrionários. Fases
do desenvolvimento embrionário. Morfologia externa do embrião. Anexos
embrionários.
Bibliografia:
1. ALBERTS, B.; BRAY, D.; LEWIS, NOVA YORK 3A. EDICAO
2. J.; RAFF, M.; ROBE RT S, K. & WATSON, J. D. MOLECULAR BIOLOGY OF THE
CELL ED. GARLAND 1994
3. DE ROBE RT S, E. D. P. & DE RIO 2A. EDICAO
4. ROBE RT S, E. M. F. BASE S DA BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR ED.
GUANABARA 1993
5. JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J RIO 5A. EDICAO, BIOLOGIA CELULAR E
MOLECULAR ED. GUANABARA 1991
6. BALTIMORE, D., MOLECULAR CELL BIOLOGY ED. W. H. FREE- 1990
7. DELLMANN, H.D. & BROWN, E.M., HISTOLOGIA VETERINARIA ,ED.
GUANABARA 1982
8. GARCIA, S.M.L., JECKEL NETO, E. & FERNANDEZ, C.G., EMBRIOLOGIA ,
1991
9. GILBERT, S.F., BIOLOGIA DO DESENV OLVIMENTO ED. SBG 1995
6
Ecologia
Introdução ao estudo da Ecologia (conceitos gerais, relações com outras
ciências). Natureza dos ecossistemas (conceitos de sistemas, estrutura
dos ecossistemas). Ecossistemas naturais e urbanos (dinâmica, fluxo de
energia, ciclos biogeoquímicos). Fatores ecológicos (bióticos, abióticos).
Dinâmica populacional (conceito de população, estrutura, crescimento e
regulação, dinâmica, meta populações). Comunidades biológicas
(estrutura e desenvolvimento, biodiversidade, introdução à biogeografia,
Conservação dos recursos naturais, poluição, bioindicadores)
Bibliografia:
1. RICKLEFS, R. E., A Economia da Natureza, Rio de Janeiro, Guana bara Koogan, 2003.
2. ODUM, E.P., Ecologia, Rio de Janeiro, Guanabara, 1998.
3. REMM E RT, H., Ecologia, São Paulo, EPU/EDUSP, 1982.
7
Matemática e Bioestatística
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Definição estatística, estatística descritiva, tabelas de freqüência,
representação gráfica, o que é um experimento, características de um
24
experimento, princípios básicos de experimentação (casualização,
repetições, viés, precisão, generabilidade, exeqüibilidade), Contrastes e
comparação de médias. Análise de variância. Coeficiente de variação.
Fator de determinação. Desdobramento de graus de liberdade.
Ajustamento de modelos probabilísticos. Noções de testes de hipóteses.
Análise de variância: classificação simples. Correlação e regressão linear.
Delineamentos experimentais, planejamento, análise e interpretação.
Inteiramente casualizado com dois e mais tratamentos. Regressão.
Modelos fatoriais, blocos ao acaso, quadrados latinos, parcelas
subdivididas, programas de computador para análise de dados
experimentais.
Bibliografia:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8
COSTA NETO, PEDRO LUIZ DE O. SAO PAULO 1a. ED.
ESTATISTICA EDGARD BLUCHE R 1977
HOEL, PAUL G. SAO PAULO 1a. ED.
ESTATISTICA ELEMENTAR ATLAS ED. 1981
GOME S, FREDE RICO PIMENTEL PIRACICABA 4a. ED.
CURSO DE ESTATISTICA EXPE RIM ENTAL USP 1969
INTRODUCAO A BIOE STATISTICA ED. CAMPU S 1981
Química
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
ESTRUTURA QUÍMICA DAS BIOMOLÉCULA S: Biomoléculas e células.
Sistema Tampão. O conceito pH. Introdução ao estudo de Tampões
Fisiológicos. Estrutura e propriedades de carboidratos. Estrutura e
propriedades de aminoácidos, peptídeos e proteínas: isolamento e
identificação. Enzimas: propriedades, cinética, mecanismos de ação
enzimática e enzimas alostéricas. Enzimas zimogênicas, isoenzimas,
coenzimas e vitaminas. Lipídeos. Membranas biológicas: estrutura e
função.
METABOLIS MO: Visão geral e integrada do metabolismo celular.
Metabolismo de carboidratos: via glicolítica, Reoxidação de NADH,
rendimento energético, reversibilidade da glicólise, metabolismo da
frutose, via das pentoses, gliconeogênese. Degradação do glicogênio
hepático. Degradação intracelular do glicogênio, regulação da glicólise e
gliconeogênese. Metabolismo de lipídeos: mobilização de gordura do
tecido adiposo - oxidação de ácidos graxos, balanço energético, origem
dos corpos cetônicos. Metabolismo de aminoácidos.
Bibliografia:
1. ALLINGER, N.L., Química orgânica, 2005
2. SOLOMON S, T.G., Química orgânica, 2005
9
Seminário Integrador II
Discussão vocacionada ao eixo das Ciências Agrárias, interdisciplinar, de
integração das atividades e de avaliação dos progressos discentes de
cada Eixo.
Bibliografia:
1. LAKATOS, E.M., Fundamentos da metodologia científica, 2005
2. MARCONI, M.A, Técnica de Pesquisa, 2006
3. MARTINS, E, Manual de redação e estilo, 1997
3º PERÍODO – TRONCO PROFISSIONALIZANTE
10
Anatomia Descritiva Animal I
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
25
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Introdução ao estudo da anatomia. Planos e eixos de construção do corpo
dos
animais; antimeria, metameria, paquimeria, estratigrafia.
Nomenclatura anatômica. Camadas e formações superficiais do corpo
dos animais: pele e tela subcutânea e anexos cutâneos - sistema
tegumentar. Camadas e formações profundas no corpo dos animais:
fáscias e músculos estriados cutâneos e esqueléticos. Vasos e nervos
profundos. Estudo do esqueleto e dos ossos. Estudo das junturas. Estudo
dos músculos. Estudo do sistema nervoso (filogênese do sistema
nervoso, embriologia, divisões e organização do sistema nervoso).
Medula espinhal e seus envoltórios (estudo macroscópico). Tronco
encefálico (estudo macroscópico). Cerebelo(divisão ontogenética e
filogenética, estudo macroscópico). Diencéfalo (estudo macroscópico).
Telencéfalo (estudo macroscópico). Meninges e líquor. Vascularização do
sistema nervoso e barreiras encefálicas. Nervos em geral e terminações
nervosas. Sistema nervoso autônomo (anatomia do sistema simpático,
parassimpático e dos plexos viscerais). Estrutura do tronco encefálico
(bulbo, ponte e mesencéfalo). Núcleos e nervos cranianos, reflexos
integrados. Formação reticular (conexões e funções). Cerebelo (estrutura,
conexões e funções). Córtex cerebral (estrutura e funções). Áreas
encefálicas relacionadas com o comportamento emocional. Grandes vias
aferentes. Grandes eferentes.
Bibliografia:
1. GETTY, R.; SISS ON & GROSM A N. ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMÉ STICO S.
VOL. I E II, 1975
2. GONCALVE S Y GARCIA, J.; GONCALVE S & ALVERE S. ANATOMIA
COMPARA DA DE LOS ANIMALE S DOME STICO S, 1961
3. MILLER, ME.; EVAN S, H.E.; CHRISTEN S E N, G. C., ANATOMY OF THE DOG,
1979
11
Biofísica para Veterinária
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
QUÍMICA FISIOLÓGICA: Bioquímica da contração muscular. Bioquímica
do fígado. Fluidos biológicos. Bioquímica do leite. Bioquímica do rumem.
Bioquímica do sangue. Bioquímica dos hormônios. Equilibro ácido base.
Bioquímica dos tecidos. Citose. Exercício e estresse. Espectrofotometria,
curva padrão, dosagem: glicose, colesterol, uréia, creatinina, ácido úrico,
lipídeos totais, proteínas totais, amilase sérico, bilirrubina.
12
Bioquímica
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
METABOLIS MO: Revisão dos conceitos, oxidação, energia livre,
equilíbrio químico, reversibilidade das reações. Ciclo de Krebs,
fosforilação oxidativa, cadeia respiratória, estrutura da mitocôndria. Interrelação de carboidratos, lipídeos e proteínas. Regulação integrada.
Insulina, glucagon, adrenalina e corticóides. Segundos mensageiros da
regulação hormonal: cAMP, Ca, inositol, diaoilglicerol. Diabetes. Enzimas
constitutivas, indutíveis, repressíveis. Mecanismos de indução e
repressão enzimática em procariotes. Fenômeno da repressão por
catabólito. Regulação da expressão gênica em eucariotos.
26
Bibliografia:
1. LENHINGER, A. L., PRINCIPIOS DE BIOQUÍMICA, WORTH PUBLISHING,
2000
2. STRYE R, L., BIOQUÍMICA, ED. SARVIE R, SÃO PAULO; 2002
3. DEVLIN, T. M., BIOQUÍMICA, ED. JOHN WILEY & SON S; 1997
4. VOET, D. E VOET, J. C., BIOQUÍMICA, ED. WILEY; 1995
5. BACILA, M., BIOQUÍMICA VETERINÁRIA, 2002
13
Fisiologia Veterinária I
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Introdução à Fisiologia Animal e sua relação com o meio e as outras
Ciências. Fisiologia do sistema neuromuscular, do sistema nervoso
central, periférico e autônomo, do sistema cardiovascular e digestório dos
animais domésticos.
Bibliografia:
1. BERNE, R.M. & LEVY, M.N., PHYSIOLOGY, 1992
2. GILMAN, S. & WINANS, S.S., ELEMENTO S
FUNDAMENTAIS DE
NEUROANATOMIA E NEUROFI SIOLOGIA, 1984
3. GUYTON, A.C., TRATADO DE FISIOLOGIA MEDICA, ED. GUANABARA 1992
4. KOLB, E., FISIOLOGIA VETERINARIA, ED. GUANABARA 1980
5. PROS S E R, C.L., ENVIRONM E NTAL AND METABOLIC ANIMAL PHYSIOLOGY
, 1991
6. PROS S E R, C.L., NEURAL AND INTEGRATIVE ANIMAL PHYSIOLOGY, 1991
7. YOXALL, A. T. & HIRD, J.F.R., FUNDAMENTO S FISIOLOGICO S DE LA
MEDICINA DE LOS PEQUENO S ANIMALE S, 1984
14
Histologia Veterinária
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
HISTOLOGIA: Tecido epitelial. Tecido conjuntivo (propriamente dito) e
tecido de sustentação (tecido cartilaginoso, tecido ósseo). Tecido
muscular.
I - SISTEMA CARDIOVA S C ULA R
(Organização mural, Vasos
sanguíneos.
Coração). II
- SISTEMA
LINFÁTICO:
BASE S
MORFOLÓGICA S DA IMUNIDADE (Classificação dos tecidos linfáticos;
Órgãos linfáticos: Linfonodos; Baço; Timo; Bases celulares e histológicas
da resposta imunológica humoral e celular). III - SISTEMA DIGESTÓ RIO
(Tubo digestivo: estrutura geral, cavidade bucal, esôfago, estômago
composto - pré-estômagos, estômago glandular, intestino delgado,
intestino
grosso;
Órgãos
extramurais:
glândulas
salivares,
fígado,pâncreas exócrino). IV - SISTEMA RES PIRATÓ RIO (Cavidade
nasal; Traquéia; Pulmões: porção condutora, porção respiratória). V SISTEMA
URINÁRIO
(Rim; Vias urinárias). VI - SISTEMA
REPRO DUTO R (Sistema reprodutor masculino; Sistema reprodutor
feminino). VII - SISTEMA NERVO S O (Características citológicas;
Meninges; Barreiras cerebrais; Cérebro: Cerebelo; Medula espinal;
Gânglios; Fibras nervosas). VIII - SISTEMA ENDÓC RINO (Características
gerais; Glândulas endócrinas: hipófise, epífise, gl. tireóide, gl. adrenal;
Pâncreas endócrino). IX - SISTEMA TEGUMENTAR (Tegumento;
Glândula mamaria). X - ÓRGÃO S SEN SITIVO S. (Olho; Orelha).
Bibliografia:
1. BACHA & JUNIOR & WOOD, L. M., COLOR ATLAS
HISTOLOGY, 1990
2. BANKS, W. J., HISTOLOGIA VETERINÁRIA, MANOLE, 1991
VETERINARY
27
3. JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J., HISTOLOGIA BÁSICA , GUANABARA
KOOGAN, 1995
15
Imunologia Veterinária
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Imunidade Inata – barreiras físicas e químicas, reativa celular e não
celular. Inflamação. Antígeno. Células, tecidos e órgãos do sistema
imune. MHC. Complemento. Imunidade Adquirida celular e humoral.
Linfócitos. Imunoglobulinas. Tolerância e Imunoregulação. Imunidade no
feto e recém-nascido. Imunidade das superfícies corporais. Imunidade
passiva e ativa. Imunoprofilaxia. Imunidade para microrganismos e
tumores. Hipersensibilidades. Doenças-autoimuunes. Imunodeficiências.
Imunodiagnóstico. Drogas.
Bibliografia:
1. BENECE R R A F E UNANUE, IMUNOLOGIA GB 1986
2. BIER, O. G., IMUNOOGIA BASICA E APLICADA GB 1982
3. STILES, JONH D. E STOBO 6a. ED, BASIC & CLINICAL IMMUNOLOGY 1987
4. ROITT, I. M., IMUNOLOGIA, A. LINEU 1983
16
Microbiologia Veterinária I
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Bactérias: Citologia bacteriana. Taxonomia, estrutura, morfologia.
Princípios da nutrição bacteriana e meios de cultura. Obtenção de energia
bacteriana. Genética e alterações gênicas. Reprodução e crescimento
bacteriano e métodos de repique e semeadura. Influência do ambiente
físico-químico sobre as bactérias. Resistência bacteriana a drogas e
antibiograma. Métodos de coloração. Métodos bioquímicos para
identificação bacteriana. Métodos de anaerobiose e microaerofilia.
Limpeza e esterilização. Avaliação de desinfetantes.
Vírus: Introdução (generalidades). Estrutura viral (conceito, tamanho,
morfologia e propriedades físico químicas). Formas de infecção viral.
Formas de entrada e disseminação viral. Replicação viral. Quimioterapia.
Fungos: Taxonomia, estrutura e morfologia fúngica. Metabolismo dos
fungos. Estruturas reprodutivas. Leveduras. Métodos básicos para
diagnóstico de micoses. Micotoxinas.
Bibliografia:
1. BUXTON,A. & FRA SE R,G., Animal Microbiology, Blackwell Sc. Publ.
2. MAYR.A. & GUERR EIRO,M.G., Virologia, Sulina, 1972
3. MURRAY,P.R. & DREW, L. & THOMP S ON,I. H., Microbiologia Medica, 1992
4. VERLANDE,D.S., Lições de Micologia, Interamericana
4º PERÍODO
17
Alimentos e Alimentação Animal
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Introdução ao estudo da alimentação. Estudo Geral dos componentes dos
alimentos: água, carboidratos, lipídeos, proteínas, minerais e vitaminas na
alimentação animal. Classificação dos alimentos: Alimentos energéticos:
cereais e seus sub-produtos; raízes e tubérculos; óleos e gorduras;
melaço de cana; polpa de frutas. Alimentos protéicos de origem vegetal e
28
de origem animal. Substâncias nitrogenadas não protéicas. Aditivos não
nutritivos. Fatores antinutricionais nos alimentos. Métodos de
conservação de forragens: feno e silagem. Balanceamento de rações.
Análise de Alimentos: Conceitos gerais sobre análise de alimentos.
Preparo das amostras para análise. Determinação da matéria seca.
Determinação do extrato etéreo. Determinação de fibra bruta.
Determinação do nitrogênio total pelo método Kjeldahl. Determinação da
cinza ou matéria mineral. - Método de Weende x Método de Van Soest
Bibliografia:
1.
2.
3.
4.
5.
ANTRIGUETTO, J.M. et alli, Nutrição Animal. 1984
SILVA,J.F.C. & LEÃO, M.I., Fundamentos de Nutrição de Ruminantes. 1979
CRAMPTON, E.V. & HARRI S, L.E., Nutricion Animal Aplicada. 1979
CHURCH, D.C., Fisiologia Digestiva y Nutricion de los Runimantes. 1974
CUNHA, T.J., Nutricion y Alimentacion de los Cerdos, 1983
6. EDINEY, A.T.B., Nutricion de Perros e Gatos. 1989
7. BORGE S, F.M.O.; NUNE S, I.J., Nutrição e manejo alimentar de cães na saúde
e na doença, 1998
8. MAYNARD, L.A. et all, Nutrição animal, 1984
9. NEVE S, M.F., CHADDAD, R.R., LAZZARINI, S.G., Alimentos, novos tempos de
alimentos, 2000
10. ROSTAGNO, H.S., et all, Composição de alimentos exigências nutricionais de
aves e suínos, 1987
11. SILVA, J.S., Análise de alimentos, 1990
12. TEIXEIRA, A.S., Alimentos e alimentações dos animais, 1997
13. VIEIRA, E.C., et all, Química Fisiológica, 1995
18
Anatomia Descritiva Animal II
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Vísceras em geral e sua estática. Estudo do sistema cardiovascular.
Sistema respiratório. Sistema digestório. Estudo da cavidade torácica,
pleura, pericárdio e mediastino. Estudo da cavidade abdominal: peritônio
e mesos. Estudo do fígado e do pâncreas e suas vias excretoras. Sistema
urinário. Sistema genital feminino. Placenta e anexos placentários.
Sistema genital masculino. Glândula mamária. Órgãos dos sentidos.
Estudo do sistema endócrino.
Bibliografia:
1. GETTY, R.; SISS ON & GROSM A N ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMÉ STICO S.
1981
2. GONCALVE S Y GARCIA, J.; GONCALVE S & ALVARE S, R.ANATOMIA
COMPARA DA DE LOS ANIMALE S DOME STICO S, 1961
3. MILLER, M. E.; EVAN S, H. E.; CHRISTEN S E N, G. C.ANATOMY OF THE DOG,
1979
4. POPE S C O, P. ATLAS DE ANATOMIA TOPOGRAFICA DOS ANIMAIS, 1985
5. NICKEL, R.; SCHUMM E R, A; SEIFE RL E, E.THE ANATOMY OF DOME STIC
ANIMALS, 1973
19
Farmacologia Veterinária
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Características gerais da interação entre os fármacos e o organismo.
Farmacocinética e farmacodinâmica. Prescrição medicamentos e o
conhecimento da legislação brasileira. Drogas simpatomiméticas,
simpatolíticas, parassimpatomiméticas, parassimpatolíticas. Anestésicos
locais. Relaxantes musculares.
Bibliografia:
29
1. KOROROK OVA S,A., Fundamentos de farmacologia Molecular, EDUSP, 1974
2. CALDWELL,J. & JAKOBI,W.B. , Pharmacological Basis of Detoxication , 1993
3. BOOTH,N.E. & MCDONALD,L.E., Farmacologia Terapeutica em Veterinária,
1992
4. MAS S ON E,F., Anestesiologia Veterinária, 1994
5. ETTINGER,S.J., Tratado de Medicina Interna Veterinária, 1992
6. SPINOSA,H.S. ; GORNIAK,S.L. & BERNARDI,M.M. , Farmacologia Aplicada a
Medicina Verinaria, 1996
20
Fisiologia Veterinária II
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Fisiologia dos sistemas respiratório, renal, endócrino e reprodutor, com
ênfase nas relações com o meio e no controle da homeostasia corporal.
Termorregulação corporal.
Bibliografia:
1. BERNE, R. M. & LEVY, M. N., Physiology, 1992
2. GILMAN, S. & WINANS, S. S., Elem. fundamentais de neuroanatomia e
neurofisiologia, 1984
3. GUYTON, A. C., Tratado de Fisiologia Medica, 1980
4. KOLB, E., Fisiologia Veterinária, 1980
5. PROS S E R, C. L., Environmental and Metabolic animal Physiology, 1991
6. PROS S E R, C. L., Neural and integrative Animal Physiology, 1991
7. YOXALL, A. T. & HIRD, J. F. R., Fundamentos fisiol. de la Medicina de los
pequenos animales, 1984
8. SWEN S ON, M. J., DUKE S, Fisiologia dos Animais domésticos, 1988
21
Forragicultura
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Formação de pastagens; pastagens consorciadas; correção e adubação
de pastagens; métodos de pastejo; avaliação de pastagens;
estacionalidade de produção; morfogênese de plantas forrageiras;
principais pragas de pastagens tropicais; reforma e recuperação de
pastagens; planejamento forrageiro; e conservação de forragens. Tópicos
em Integração Lavoura Pecuária e Sustentabilidade de Ecossistemas
Pastoris.
Bibliografia:
1. ALCÂNTARA, P. B. & BUFARAH, G., PLANTAS FORRAG EIRA S:
GRAMÍNEA S E LEGUMINOSA S, 1998.
2. BOTREL, M. DE A., FATORE S DE ADAPTAÇÃO DE ESP É CIE S
FORRAG EIRA S: CURSO DE PECUÁRIA LEITEIRA . CORON EL PACHEC O.
EMBRAPA - CNPGL, 1990
3. EUCLIDE S, V. P. B., ALGUMA S CONSIDE RA Ç Õ E S SOBRE MANEJO DE
PASTAGEN S /EMBRAPA - CNPGC /CAMPO GRANDE, 1994
4. LORENZI, H. / PLANTAS DANINHAS DO BRASIL / 3ª ED. NOVA ODE S S A,
SP, INSTITUTO PLANTARUM, 2000
5. MITIDIERI, J. / MANUAL DE GRAMÍNEA S E LEGUMINOSA S PARA PASTOS
TROPICAIS / SP /NOBEL / 1982
6. OTERO, J. R. / INFORMA Ç ÕE S
SOB RE
ALGUMA S
PLANTAS
FORRAG EIRA S. / SÉ RIE DIDÁTICA Nº 11 / SIA / 1961
7. PEIXOTO, A. M. ; MOURA, J. C. & FARIA, V. P. / PASTAGEN S:
FUNDAM ENTO S DA EXPLORAÇÃ O RACIONAL, PIRACICABA / FEALQ, 1994
8. PEIXOTO, A. M. ; MOURA, J. C. & FARIA, V. P. / PRODUÇÃ O DE BOVINOS A
PASTO; ANAIS DO 13º SIMPÓ SIO SOB RE MANEJO DE PASTAGEM,
PIRACICABA, FEALQ, 1996
9. PEIXOTO, A.M. ; MOURA, J.C. & FARIA, V. P. / FUNDAM ENTO S DO
PASTEJO ROTACIONADO / ANAIS DO 14º SIMPÓ SIO SOB RE MANEJO DA
30
PASTAGE M, PIRACICABA, FEALQ, 1997
10. PEIXOTO, A. M. ; MOURA, J. C. & FARIA, V. P / MANEJO DE PASTAGEN S
DE TIFTON, COA STC R O S S E ESTRELA / ANAIS DO 15º SIMPÓ SIO SOBRE
MANEJO DE PASTAGE M, PIRACICABA, FEALQ, 1998
11. PUPO, N.I.H / 1985 / MANUAL DE PASTAGEN S E FORRAG EIRA S /
CAMPINA S /INSTITUTO CAMPINEIRO , 1979
22
Microbiologia Veterinária II
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30 % de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70 % aulas teóricas.
Bactérias: Mecanismos gerais de patogenicidade bacteriana. Microbiota.
Bactérias espiraladas, cocóides e bacilares (Gram positivas e negativas):
gêneros, espécies, morfologia e coloração, cultivo, resistência e hábitat,
estrutura antigênica e toxinas, patogenia, diagnóstico e imunidade.
Bacilos álcool-ácido resistentes: gênero, espécies, morfologia e
coloração, cultivo, resistência e hábitat, estrutura antigênica e toxinas,
patogenia, diagnóstico e imunidade.
Métodos qualitativos e quantitativos para exames bacteriológicos, ensaios
biológicos para pesquisa de toxinas e testes bioquímicos para
identificação bacteriana.
Vírus: Mecanismos gerais de patogênese viral e defesa imunológica.
Vírus contendo ácido ribonucléico (RNA). Gêneros, propriedades físico
químicas, características imunológicas, multiplicação viral, hospedeiros
susceptíveis, patogênese e diagnóstico laboratorial.
Vírus contendo ácido desoxi-ribonucleico (DNA). Gêneros, propriedades
físico químicas, características imunológicas, multiplicação viral,
hospedeiros susceptíveis, patogênese e diagnóstico laboratorial.
Métodos diretos e indiretos de diagnóstico virológico.
Bibliografia:
1. BUXTON,A. & FRA SE R,G., Animal Microbiology, Blackwell Sc. Publ.
2. MAYR.A. & GUERR EIRO,M.G., Virologia, Sulina, 1972
3. MURRAY,P.R. & DREW, L. & THOMP S ON,I. H., Microbiologia Medica,
1992
4. VERLANDE,D.S., Lições de Micologia, Interamericana
23
Nutrição Animal
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Análise bromatologica de alimentos, definição de padrões para cálculos
nutricionais, utilização de parâmetros para cálculos, cálculos de
arraçoamento
A nutrição animal e sua importância. Processos digestivos e nutrição.
Energia: D igestibilidade, valor energético, partição da energia dos
alimentos. Técnicas sobre ensaios de digestibilidade dos alimentos.
Digestão e metabolismo dos nutrientes: água, carboidratos, proteínas,
minerais e vitaminas em diferentes espécies animais de interesse
zootécnico. Exigências nutricionais e tabelas de composição de
alimentos. Formulação de rações para as diferentes espécies de interesse
zootécnico.
Bibliografia:
1. AFRC, Technical Committe on responses to nutrients. Energy and protein
requirements. 1993.
2. NATIONAL RE SE A R C H COUNCIL, Nutrient requerements of beef cattle, 1996.
3. VAN SOE ST, P.J., Nutritional ecology of the ruminat, 1986.
31
4. TEIXEIRA, L.C., Nutrição dos Ruminantes, 1995.
5. SILVA, D.J., Análise de documentos, 1981.
6. ANDRIGUETO, J.M , Nutrição Animal, Vol. 1 e 2 .
5º PERÍODO
24
Anatomia Topográfica Animal
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Conceitos e termos gerais utilizados em anatomia, objetivos e métodos de
estudo. Divisão regional do corpo. Sintopia geral dos órgãos. Princípios
de biomecânica e bioestática (membros, arco e corda, respiração).
Membro torácico: regiões, anatomia palpatória, anatomia topográfica
aplicada, acessos a ossos e articulações. Membro pélvico: regiões,
anatomia palpatória, anatomia topográfica aplicada, acessos a ossos e
articulações. Região Inguino-escrotal: regiões, anatomia palpatória,
anatomia topográfica aplicada, anatomia comparativa entre machos e
fêmeas. Cabeça e pescoço: regiões, anatomia palpatória, anatomia
topográfica aplicada, acessos a ossos e órgãos. Tórax: regiões, anatomia
palpatória, anatomia topográfica aplicada. Abdome: regiões, anatomia
palpatória, anatomia topográfica aplicada. Topografia dos órgãos pélvicos
e escavações retroperitoneais. Visão topográfica aplicada dos cortes de
carnes comerciais. Estudo da anatomia da aves.
Bibliografia:
1. ASHDOWN, R.R.; DONE, S.H.; Atlas colorido de anatomia veterinária. O
cavalo, 1989
2. ASHDOWN, R.R.; DONE, S.H. Atlas colorido de Anatomia Veterinária. Os
ruminantes. 1987
3. DYCE, K.J.; SACK, W.º; WEISING, C.J.C. Tratado de anatomia Veterinária.
1990
4. ELLENBE RG E R, W.; BAUM, H. Lehrbuch der Topographischen Anatomie des
Peerdes. 1977
5. GETTY, R. The anatomy of the Domestic Animals. 1975
6. MILLER, M.E.; EVANS, H.E.; CHRISTEN S E N. G.C. Anatomy of the dog. 1979
7. NICKEL, R.; SCHUM M E R, A SEIFERLE, E. The viscera of the Domestic
Mammals. 1973
8. POPE SK O, P. Atlas of topographical Anatomy of the Domestic Animals. 1977
9. ZIMME RL, U. Anatomia Topográfica Veterinária. 1949.
25
Anestesiologia Veterinária
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Introdução à anestesiologia veterinária: histórico, nômina anestesiológica.
Seleção dos agentes e técnicas anestésicas: classificação ASA, vias de
administração.
Medicação
pré-anestésica:
fenotiazínicos,
benzodiazepínicos, agonistas alfa-2, butirofenonas, anticolinérgicos,
opióides. Anestesia geral: estágios e planos anestésicos. Anestesia geral
barbitúrica e não-barbitúrica: tiopental, etomidato, propofol. Anestesia
dissociativa: cetamina e tiletamina. Anestesia local: fármacos, técnicas e
mecanismo de ação. Anestesia geral inalatória: óxido nitroso, halotano,
isofluorano, sevofluorano, aparelhos
e
circuitos
anestésicos.
Bloqueadores neuromusculares: fármacos, classificação e mecanismo de
ação. Monitoração anestésica: ECG, oximetria de pulso, capnometria,
pressão arterial direta e indireta. Emergências anestésicas: classificação
e tratamento. Eutanásia: técnicas e fármacos.
32
Bibliografia:
1. GREEN, C.J., Animal Anaesthesia. Editora Laboratory Animals, 1979.
2. HALL, L.W. & CLARKE, R.W., Veterinary Anaesthesia. Editora Bailliére Tindal,
1991.
3. HALL, L.W. & CLARKE, R.W., Anestesia Veterinária. Editora Manole, 1987.
4. MAS S ON E, F., Anestesiologia Veterinária: Farmacologia e Técnicas. Editora
Guanabara Koogan, 1997.
5. MILLER, E., Tratado de Anestesia. Vol. 1,2 e 3. Editora Manole, 1989.
6. MUIR III, W. W. & HUBBEL, J.A.E., Handbook of Veterinary Anaesthesia.
Editora Mosby Year Book, 1988.
26
Parasitologia Veterinária
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
PROTOZOOLOGIA :
Trypanosoma
equinum.
T.
equiperdum.
Trypanosoma cruzi e doença de Chagas. Leishmania. Trichomonas
foetus. Toxoplasma gondii nos animais domésticos. Eimeria nas aves, nos
bovinos e nos coelhos. Gênero Babesia. Babesiose nos animais
domésticos. ARTRÓPOD E S: Família Argasidae - Argas miniatus.
Ixodidae - Boophilus, Anocentor, Amblyonn e Rhipicephalus. Família
Sarcoptidae, Psorotidae, Macronyssidae, Dermanyssidae e Demodicidae.
Ordens Mallophaga e Anoplura. Ordens Siphonaptera e Hemiptera.
Miíases - Conceito, classificação e importância. Famílias Calliphoridae Muscidae e Sarcophagidae. Famílias Oestridae, Gasterophilidae e
Cuterebridae.
HELMINTO S:
Eurytrema
e
Fasciola.
Família
Schistosomatidae e Ciclocoelidae. Moluscos transmissores de
esquistossomose.
Famílias
Anoplocephalidae,
Davaineidae,
Hymenolepididae e Dilepitidae. Família Taeniidae - Taenia e
Echinococcus. Família Ascarididae. Ordens Oxyuridea, Trichoridae e
Rhabdiasidea. Ordem Strongylidea: Strongylidea, Cyathostomidae,
Stephanuridae e Syngamidae. Ordem Strongylidea: Ancylostomatidae e
Protostrongylidae. Ordem Strongylidea: Trichostrongylidae. Ordem
Spiruridea. Coleta, conservação e remessa para material de exame de
fezes. Exame de fezes dos animais domésticos. Ordem Filariidea.
Revisão sobre Helmintologia e necrópsia.
Bibliografia:
1.
2.
3.
4.
5.
F R EITA S, M.G., Entomologia e Acarologia Veterinária. 1978
G E O R GI, J.R. & G E O R GI, M.E., Parasitologia Veterinária. 1988
LEVINE, N.D., Nemaatode Paradites of Domestic Animals and of Man. 1968
N EV E S, D.P., Parasitologia Médica. 1995
S O UL S B Y, E.L., Helminths Arthropods and Protozoa of Domesticaded Animals.
1982
6. URQUART, G.M; ARMOUR, J.; DUNCAN,A.M & JENNINGS, F.W.,
Parasitologia Veterinária. 1990
27
Patologia Geral
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Considerações gerais sobre a patologia: definição,classificação, dados
sobre a evolução histórica. Relação da patologia com outros ramos do
conhecimento. Transtornos degenerativos, infiltrativos e regressivos:
“edema celular” (inchação turva). Esteatose. Morte celular. Morte tecidual
(necrose). Degeneração hialina. Calcificação patológica. Pigmentação
patológica. Patologia geral do aparelho circulatório: Insuficiência
33
circulatória local (causas, espasmos, trombose e embolia, infarto)
insuficiência circulatória geral: insuficiência circulatória periférica,
hemorragia e choque. Insuficiência circulatória central ou cardíaca:
conseqüências anatômicas. Edema. Inflamação. Histórico, conceito e
etiologia. Análise das alterações exsudativas, proliferativas. Tipos de
inflamação. Inflamação na hipersensibilidade imediata e retardada (Tb,
brucelose, doenças a vírus, moléstias auto-imunes). Inflamação em
alguns órgãos em especial. Classificação e nomeclatura do processo
inflamatório. Restituição tecidual. Regeneração. Transplante de tecidos.
Mecanismo de rejeição. Alterações do crescimento e da diferenciação
celular. Aplasia, agenesia e hipoplasia. Atrofia. Hiperplasia e hipertrofia.
Metaplasia. Anaplasia. Neoplasias dos sistemas. Nomeclatura e
classificação dos tumores. Carcinogênese e carcinógenos. Teratologia
dos sistemas. Reconhecimento, interpretação, descrição macroscópica
das lesões e como deve ser o diagnóstico morfológico das lesões.
Bibliografia:
1. PERE S - TAMOYO, R., Introducion a la patologia, Mecanismo de la
enfermidad, 1987
2. CONTRAN, R.S.; KUMAR, V. ROBBIN S, S. L., Patologia Estrutural e funcional,
1991
3. JUBB, K. V. F.; KENNEDY, P. C. & PALME R, N., Pathology of Domestic
Animals, 1985.
4. SMITH, H. A.; JONE S, C. T. & HUNT, P., Veterinary Pathology
5. NIERBELE, K. COHN, R., Anatomia Patológica Especial dos Animais
Domésticos - Vol. 2
6. RUNN, R. A.; MONLUX, W. S.; MONLUX, A. W., Patologia Veterinária Especial,
1990
28
Semiologia Veterinária
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Introdução ao estudo de semiologia. Conceitos semiológicos básicos.
Técnicas de contenção para o exame clínico. Métodos e meios utilizados
em semiologia. Plano de exame clínico dos animais domésticos.
Antecedentes e estado geral. Termometria clínica. Exame da pele e
anexos. Exame do sistema linfático. Exame das mucosas aparentes.
Exame da glândula mamária. Exame do sistema digestivo, respiratório,
circulatório, urinário e nervoso. Exame do aparelho locomotor.
Bibliografia:
1. RADO STITS, O.M.; MAYHEW, I.G.J.; HOUSTON, D.M. Exame clínico e
diagnóstico em Veterinária. Ed. Guanabara Koogan, 2002.
2. DIRKSE N, G.; GRÜNDE R, H.D.; STÖBE R, M. Rosenberger. Exame Clínico dos
Bovinos. Guanabrara-Koogan. 3ª ed., 1993.
3. LORENZ, M.D.; CORNELIU S, L.M. Diagnóstico Clínico e Tratamento em
Pequenos Animais. Ed. Interlivros Edições Ltda., 1989.
4. KELLY, W.R. Diagnóstico Clínico Veterinário, 3ªed. Interamericana, 1986.
5. DOXEY, D.L. Patologia Clínica e Métodos de Diagnóstico. 2ª ed. Interamericana,
1985.
6. BIRGEL, E.H. & BENE SI, F.J. Patologia Clínica Veterinária. SPMV, 1982.
7. BRAZ, M.B. Semiologia Médica Animal. 2 volumes. Lisboa.
8. MAREK- MOSC Y. Tratado de diagnóstico clínico de las enfermedades internas
de los animales domésticos, 4ª ed. Labor, 1973.
9. OLHAGARAY, N. Semiologia clínica de las conejeras su diagnóstico diferencial.
10. SERE N, E. - Enfermedades de los Estomagos de los Bovinos. Tomo I Anatomia topográfica. Fisiologia. Semiologia. Ed. Acríbia, 1967.
34
29
Zootecnia I
Avicultura
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Importância social e econômica da avicultura. Raças e marcas comerciais
de maior interesse econômico. Anatomia e fisiologia das aves. Instalação
de granjas avícola (ambiência, condições climáticas, infra-estrutura e
construções). Equipamentos avícolas. Produção e manejo de frango de
corte. Produção e manejo de poedeiras comerciais. Produção e manejo
de matrizes. Incubação e embriologia aviária. Alimentos e alimentação
das aves. Principais doenças, controle sanitário e biosseguridade.
Planejamento da empresa avícola. Comercialização de aves e ovos.
Suinocultura
Introdução ao Estudo dos Suínos. Classificação zoológica, origem e
evolução dos suínos. Principais características do suíno moderno. A
suinocultura no Brasil e no Mundo: Distribuição dos rebanhos por região;
estatísticas da produção e suas perspectivas. Sistemas de Produção de
Suínos. Aspectos ligados à produtividade e alvos de produtividade
(Índices Zootécnicos). Raças de suínos: Considerações gerais, descrição
de diferentes raças de suínos. Linhagens comerciais. Aspectos do
Melhoramento Genético de suínos: herdabilidade, cruzamentos, pressão
de seleção. Avaliação de suínos: Classificação e tipificação de carcaças
de suínos. Manejo da Fêmea Suína. Criação de Leitões do Nascimento
ao Abate. Cálculo de ração para suínos. Instalações para suínos: Material
utilizado nas construções, instalações para reprodutores, instalações de
creche, crescimento e terminação. Biosseguridade, Higiene e profilaxia
em suinocultura: limpeza e desinfecção das instalações, profilaxia das
principais doenças, controle de endo e ecto parasitas. Planejamento de
Criações de Suínos.
Eqüideocultura
EQÜINO S: Panorama da equideocultura no Brasil e no mundo. Dentição,
Raças, Pelagens e Marcas. Resenha. Andamentos. Nutrição e
alimentação de eqüinos. Instalações. Manejo de fêmeas. Manejo de
Potros.
Bibliografia:
1. Cavalos, Saiba como Comprar e Tratar –Felix Corti, Livraria e Editora
Agropecuária, 1998, 74p.
2. Cavalos na Saúde e na Doença- J.L.Naviaux, Ed. Roca – 1988, 285p.
3. Criação de Eqüinos, Manejo Reprodutivo e da Alimentação -A.E.D.F. Silva;
M.M. Unamian; S.N. Esteves, EMBRAPA – 1998, 99p.
4. Determinação da Idade dos Eqüinos pelo Exame dos Dentes – Caderno
Didático -Gilberto Valente Machado, Editora UFV- 1998 , 19p.
5. Eqüinos, Raças, Manejo, Equitação – S.L.Beck, Editora dos Criadores Ltda.1989-703p.
6. CAVALCANTI,S.S - INSTITUTO CAMPINEIRO DE ENSINO AGRÍCOLA,
PRODUÇÃO DE SUÍNOS, 1995
7. GODINHO,J.F., SUINOCULTURA - TECNOLOGIA E VIABILIDADE
ECONÔMICA.
8. SIMPÓ SIO INTERNACIONAL SOBRE EXIGÊNCIA S NUTRICIONAIS DE
AVES E SUÍNOS - UNIVER SIDADE FEDE RAL DE VIÇOSA, 1994
9. FUNDAÇÃO APINCO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA AVICOLA, MANEJO
DE MATRIZE S
10. FUNDAÇÃO
APINCO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA AVÍCOLA,
FISIOLOGIA DA DIGE STÃO E ABSORÇ Ã O DAS AVES
35
30
Zootecnia II
Ovino-caprinocultura
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou correlacionada,
aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas. Histórico da
caprinocultura. Raças. Manejo nutricional, reprodutivo e sanitário.
Produtos caprinos (leite, carne, pele e pêlo). Sistemas de produção.
Instalações e equipamentos. Planejamento e evolução de rebanhos.
Melhoramento Genético. Importância econômica; funções zootécnicas;
manejo; alimentação e melhoramento; detalhamento de cada função
zootécnica; defesa sanitária dos rebanhos.
Histórico da Ovinocultura. Raças. Manejo nutricional, reprodutivo e
sanitário. Produtos ovinos (lã, carne, pele e leite). Sistemas de produção.
Instalações e equipamentos. Planejamento e evolução de rebanhos.
Melhoramento Genético.
Bovinocultura de corte
Situação atual da bovinocultura de corte. Estatísticas da produção, manejo
Alimentar, Inmstalações e equipamentos. Raças e cruzamentos. Cadeia
produtiva da carne. Produção do novilho precoce e super precoce. Avaliação
fenotípica e genotípica. Manejo e sistema de produção. Comercialização.
Eficiência produtiva e reprodutiva. Planejamento pecuário.
Bovinocultura Leiteira
Potencial e tendências da produção de leite. Raças leiteiras. Fisiologia da
lactação e ordenha. Manejo geral, reprodutivo e sanitário do rebanho leiteiro.
Sistemas de produção de leite. Produção de Leite em confinamento e a pasto.
Controle leiteiro. Instalações em bovinocultura de leite. Planejamento da
propriedade leiteira (evolução do rebanho). Planejamento pecuário.
Melhoramento genético.
Bibliografia:
1.
2.
3.
4.
5.
BRITO, J. R. F.; DIAS, J. C., SANIDADE DO GADO LEITEIRO, 1995
FONSE CA, F. A., FISIOLOGIA DA LACTAÇÃO, 1995
LUCCI, C., BOVINOS LEITEIRO S JOVEN S, 1989.
LUCCI, C., NUTRIÇÃO E MANEJO DE BOVINOS LEITEIRO S, 1997.
PEIXOTO, A. M.; MOURA, J. C. DE; FARIA, V. P. DE, BOVINOCULTURA DE
LEITE: FUNDAMENTO S DA EXPLORAÇÃ O RACIONAL, 1986
6. SÁ, F.V., AS VACAS LEITEIRA S, 1990.
7. PEIXOTO, A. M.; MOURA, J. C. DE; FARIA, V. P. DE, BOVINOCULTURA DE
CORTE : FUNDAMENTO S DA EXPLORAÇÃ O RACIONAL, FEALQ, 1993
8. PEIXOTO, A. M.; MOURA, J. C. DE ; FARIA, V. P. DE, PRODUÇÃ O DE
BOVINOS A PASTO, FEALQ, 1996
9. SANTOS, V. T. / OVINOCULTURA - PRINCIPIOS BÁSICO S PARA SUA
INSTALAÇÃO E EXPLORAÇÃ O /1982.
10. VIEIRA, G. V. N. / CRIAÇÃO DE OVINOS / 1967.
11. EMBRAPA / CAPRINOS - PRINCÍPIOS BÁSICO S PARA SUA EXPLORA ÇÃO /
EMBRAPA / 1976.
12. EMBRAPA / ENFERMIDADE S EM CAPRINOS - DIAGNÓSTICO, PATOGENIA
TERAPÊUTICA E CONTROLE / EMBRAPA / 1976.
13. JARDIM, W. R. / OS OVINOS / 1973.
6º PERÍODO
31
Doenças Infecciosas dos Animais Domésticos
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Introdução ao estudo das doenças infecto-contagiosas.
Doenças produzidas por bactérias aeróbias, facultativas e microaerófilas.
36
Definição, etiologia, epizootiologia, patogenia, manifestações clínicas,
manifestações patológicas, diagnóstico, controle, profilaxia e tratamento.
Doenças produzidas por bactérias anaeróbias e aerotolerantes. Definição,
etiologia, epizootiologia, patogenia, manifestações clínicas, manifestações
patológicas, diagnóstico, controle, profilaxia e tratamento.
Doenças produzidas por vírus RNA. Definição, etiologia, epizootiologia,
patogenia,
manifestações
clínicas,
manifestações
patológicas,
diagnóstico, controle e profilaxia.
Doenças produzidas por vírus DNA. Definição, etiologia, epizootiologia,
patogenia,
manifestações
clínicas,
manifestações
patológicas,
diagnóstico, controle e profilaxia.
Diagnóstico etiológico das enfermidades infecciosas. Diagnóstico
epizootiológico, anamnese, dados clínicos e patológicos, colheita e
remessa de material, exames laboratoriais (bacteriológico, virológicos,
sorológicos, inoculações e diagnóstico diferencial).
Normas e legislações que regem o controle e a erradicação de algumas
doenças infecciosas.
Bibliografia:
1. C O R R E A e C O R R E A, Doenças Infecciosas dos Animais Domésticos, 1997
2. BUXTON,A. & FRA SE R,G., Animal Microbiology, Blackwell Sc. Publ
32
Doenças Micóticas dos Animais Domésticos
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30 % de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70 % aulas teóricas.
Doenças causadas por fungos filamentosos e dimórficos: Importância
veterinária, epidemiologia, patogenia, sinais clínicos, diagnóstico
laboratorial, diagnóstico clínico, tratamento e medidas preventivas.
Doenças causadas por fungos leveduriformes: Importância veterinária,
epidemiologia, patogenia, sinais clínicos, diagnóstico laboratorial,
diagnóstico clínico, tratamento e medidas preventivas. Doenças causadas
por actinomicetos: Importância veterinária, epidemiologia, patogenia,
sinais clínicos, diagnóstico laboratorial, diagnóstico clínico, tratamento e
medidas preventivas.
Bibliografia:
1. V E RLAN D E,D.S., Lições de Micologia, Interamericana
33
Doenças Parasitárias dos Animais Domésticos
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30 % de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70 % aulas teóricas.
Etiologia, ciclo evolutivo, epidemiologia, patogenia, achados clínicos,
diagnóstico, tratamento e prevenção das principais doenças parasitárias
produzidas por helmintos, artrópodes e protozoários em cães, gatos,
eqüinos, ruminantes e suínos.
Bibliografia:
1.
2.
3.
4.
5.
F R EITA S, M.G., Entomologia e Acarologia Veterinária. 1978
G E O R GI, J.R. & G E O R GI, M.E., Parasitologia Veterinária. 1988
LEVIN E, N.D., Nemaatode Paradites of Domestic Animals and of Man. 1968
N EV E S, D.P., Parasitologia Médica. 1995
S O UL S B Y, E.L., Helminths Arthropods and Protozoa of Domesticaded Animals.
1982
6. U R QUA RT, G.M; A R M OU R, J.; DUN CAN,A.M & JENNING S, F.W., Parasitologia
Veterinária. 1990
37
34
Genética Animal
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
GENÉTICA: Cruzamentos aleatórios e a cinética do equilíbrio para dois
locos com dois ou mais alelos. Cruzamentos não aleatórios: efeitos
populacionais do endocruzamento para sistemas unilocos, com dois ou
mais alelos. Genética molecular.
EVOLUÇÂO: A diversidade biológica no planeta. As evidências e as
explicações evolutivas. O contexto ecológico da mudança evolutiva.
Conceito de população. Lei de Hardy- Weinberg. Forças evolutivas.
Variabilidade genética em populações naturais. Raciação: estrutura
genética das raças. Conceito(s) de espécie. Mecanismos de isolamento
reprodutivo. Especiação.
Bibliografia:
1. VOGEL, F. e Mostulsky, A. G., Genética Humana - Problemas e Abordagens,
Guanabara Koogan
2. THOMP S ON e Thompson, Genética Médica, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan
S.A.
3. JORGE, L. B., Carey, J. C. e White, R. L., Genética Médica, Guanabara Koogan
4. SUZUKI, D. J., Griffiths, A. F., Miller, J. H., e Lewontin, R. C., Introdução
Genética., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan S. A.
5. BEIGUELMAN, B., Citogenética Humana, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan
S.A.
6. NORA, J. J. e Fraser, C. A.,Genética Médica, Rio de Janeiro, Guanabara
Koogan S. A.
7. HOFFEE, P. A., Genética Médica Molecular, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan,
2000
8. GELEHRTE R, T. D. e Collins, F. S., Fundamentos de Genética Médica, Rio de
Janeiro, Guanabara Koogan S. A.
9. OPITZ, J. M., Tópicos Recentes de Genética Clínica, Ribeirão Preto – SP,
Sociedade Brasileira de Genética (SBG).
10. BURN S. G. W. Rottins, P. J., Genética, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan S. A.
35
Patologia Clínica Veterinária
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Introdução ao estudo dos métodos laboratoriais utilizados em patologia
clínica e semiologia. Plano de exame laboratorial dos animais domésticos.
Antecedentes e estado geral. Exame de sangue. Hemograma. Pesquisa
de enzimas no sangue. Interpretação do exame de urina (urinálise e
função renal), das funções hepático-biliar, pancreática, das alterações
enzimáticas e distúrbios endócrinos. Avaliação e interpretação dos
líquidos e efusões cavitárias. Hematologia clínica.
Bibliografia:
1.
2.
3.
4.
5.
BIRGEL, H. & BENE SI, F.J., Patologia Clínica Veterinária. 1982.
DOXEY, D.L. , Patologia Clínica e Métodos de Diagnósticos., 1985.
KELLY, W.R., Diagnóstico Clínico Veterinário, 1986.
ROSE M B E R G, G., Exame Clínico dos Bovinos, 1983.
SE REN, E., Enfermidades de los estômagos de los bovinos. Tomo I. Anatomia
Topográfica, Fisiologia. Semiologia.
6. DUNCAN, J.R. & PARS E, K.M., Patologia Clínica Veterinária, 1982.
7. SILVEIRA, J.M., Patologia Clínica Veterinária - Teoria e Interpretação, 1988.
36
Patologia Especial
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30 % de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
38
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70 % aulas teóricas.
Alterações do sistema cardiovascular. Alterações do desenvolvimento do
coração e grandes vasos. Alterações do pericárdio, endocárdio,
miocárdio. Dilatação e hipertrofia cardíaca. Síndromes de insuficiência
circulatória. Alterações das artérias, das veias e dos vasos linfáticos.
Alterações do sistema hemocitopoético: alterações do sangue e da
medula óssea.. Alterações do sistema linfático. Timo: imunodeficiência
congênita. Alterações do baço e dos nódulos linfóides. Alterações do
sistema digestivo: alterações da cavidade bucal. Alterações dos préestômagos, do estômago, incluindo o abomaso. Transtornos metabólicos
de rúmen e suas relações morfológicas. Intestino delgado: má absorção,
diarréia. Enfermidades virais do tubo digestivo: afta enzoótica, BVD, IBR,
parvovirose. Enterites causadas pelas bactérias: E. coli, S almonela spp.,
clostridios. Fígado: necrose, cirrose, enfermidades tóxicas. Pancreatite.
Peritonite, ascite. Alterações do sistema músculo-esquelético. Alterações
dos ossos: anormalidades do desenvolvimento – Condroplasias, doenças
metabólicas – Osteoporose, O steomalacia, Raquitismo, Osteodistrófia
hipertrófica, O steopatia hipertrófica. Alterações degenerativas, necrose e
regeneração muscular e miosites.
SI ST E MA R E S PI R ATÓ RIO: alterações da cavidade nasal e seios
paranasais, da faringe e bolsas guturais, da laringe, da traquéia.
Bronquites. Patologias do pulmão: anomalias congênitas, atelectasia,
enfisema, hemorragia, edema, pneumonias específicas de bovinos, de
suínos, de ovinos e de caprinos, de Eqüinos e de Cães. Alterações da
pleura e mediastino. SI ST E MA E N D Ó C RINO: alterações da tireóide, das
paratireóides. .SIST E MA U RINÁ RIO: alterações dos rins: uremia,
transtornos circulatórios: hemorragias, infarto. Alterações glomerulares e
dos túbulos; nefrite intersticial, Leptospirose, pielonefrite, hidronefrose,
urolitiase.. Alterações da bexiga e da uretra. Alterações do sistema
nervoso: anormalidades de desenvolvimento provocadas por vírus (BVD,
Peste suína Enfermidade da fronteira, Parvovirose). Histopatologia do
sistema nervoso. Alterações degenerativas, metabólicas, nutricionais e
tóxicas do sistema nervoso. Mielinopatias, encefalopatias espongiformes.
Enfermidades virais: Raiva, Doença de Aujeszky. S epticemias
bacterianas: Listeriose, Haemophylus, Streptococcus suis, Abscessos.
PATOLOGIA S do sistema tegumentar: alterações da pele e anexos.
Alterações das glândulas mamarias. SI ST E MA G ENITAL MA S C ULINO:
alterações do escroto, do testículo, do epidídimo, do cordão espermático,
das vesículas seminais, da próstata, do pênis, do prepúcio. SI ST E MA
G ENITAL F E MININO: alterações dos ovários, do útero, da tuba uterina da
cérvix e da vagina.
Bibliografia:
1.
2.
3.
4.
5.
37
JON E S, T.C. & HUNT, R.D., Veterinary pathology.
JUBB, K.V.J. ; K ENN E D Y, P.C. & PAL M E R, N., Patology of domestic animals.
THON S ON, R.G., Patologia Veterinária E special. 1990.
C ONTRAN, R. S.; KU MA R, V. & R O B BIN S, S.L., Patologia E strutural e Funcional.
1991.
P E R EZ-TA M AY O, R., Introducion a la patologia. Mecanismo de la
enfermedad.
Técnica Cirúrgica Veterinária
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
39
Nomenclatura cirúrgica. Tempos fundamentais da técnica cirúrgica.
Materiais cirúrgicos. Fios de sutura. Suturas. Paramentação.
Traqueotomia, traqueostomia e esofagotomia. Laparotomia mediana,
esplenectomia e gastrotomia. Enterotomia e enterectomia. Orquiectomia
em pequenos animais. Ovariossalpingohisterectomia. Cistotomia e
uretrostomia. Descorna cosmética em bovinos. Orquiectomia em grandes
animais. Rufião em bovinos. Laparotomia e rumenotomia. Amputação de
falange em bovinos.
Bibliografia:
1.
2.
3.
4.
5.
38
ARCHIBALD, J., CANINE AND FELINE: SURG E RY. VOL.1 ABDÔM EN, 1981.
ARCHIBALD, J., TRAUMATOLOGIA CANINA , 1977.
JENININGS, P.B. , THE PRATICE OF LARGE ANIMAL: SURGE R Y, 1984.
BOJRAB, M.J., CURRE NTE TECHNIQUE S IN SMALL ANIMAL, 1975.
KER SJE S, A.W.;NEMETH, F.; RUTGE R S, J.E., ATLAS DE CIRURGIA DE
GRANDE S ANIMAIS, 1986.
Terapêutica Veterinária
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Apresentação aos alunos dos fármacos com seus mecanismos de ação e
indicações
em função dos
sistemas
fisiológicos
estudados.
Antiinflamatórios Esteroidais (AIES). Antiinflamatórios não esteroidais
(AINES). Quimioterápicos. Antibióticos beta-lactâmicos. Antibióticos de
Síntese Protéica. Psicofarmacologia. AnticonvulsiVantes/ Estimulante do
Sistema Nervoso Central. Agentes hemostáticos e anticoagulantes.
Digitálicos, Vasodilatadores, antiarritmicos. Diuréticos. Protetores de
Mucosas.
Anti-ácidos.
Anti-diarréicos.
Eméticos,
Anti-eméticos,
hepatoprotetores. Anti-helminticos. Fluidoterapia.
Bibliografia:
1. LORENZ, M. D.; CORNELIUS, L. M., DIAGNÓSTICO CLÍNICO E
TRATAMENTO EM PEQUENO S ANIMAIS, 1989.
2. KELLY, W.R., DIAGNÓSTICO CLÍNICO VETERINÁRIO, 1986.
3. DOXEY, D. L., PATOLOGIA CLÍNICA E MÉTODO S DE DIAGNÓSTICO, 1985.
4. HOLX WORTH, J., DISEA S E OF THE CAT, 1987.
5. KOROROK OVA S,A., Fundamentos de farmacologia Molecular, EDUSP, 1974
6. CALDWELL,J. & JAKOBI,W.B. , Pharmacological Basis of Detoxication , 1993
7. BOOTH,N.E. & MCDONALD,L.E., Farmacologia Terapeutica em Veterinária,
1992
8. ETTINGER,S.J., Tratado de Medicina Interna Veterinária, 1992
9. SPINOSA,H.S. ; GORNIAK,S.L. & BERNARDI,M.M. , Farmacologia Aplicada a
Medicina Verinaria, 1996
7º PERÍODO
39
Clínica Cirúrgica Veterinária
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Infecções cirúrgicas. Feridas. Feridas por animais peçonhentos. Úlceras,
fístulas e gangrenas. Hérnias. Choque. Oncologia veterinária. Afecções
cirúrgicas do olho. Afecções cirúrgicas do ouvido. Afecções cirúrgicas do
sistema respiratório. Afecções cirúrgicas da cavidade oral e dente.
Afecções cirúrgicas dos dentes e seios paranasais em grandes animais.
Afecções do trato respiratório superior, traquéia e esôfago em grandes
animais. Onfalites em grandes animais. Afecções do sistema digestório de
ruminantes e eqüinos. Feridas cutâneas granulomatosas em eqüinos.
40
Afecções do sistema urogenital em grandes animais.
Afecções clínico-cirúrgicas do sistema digestório, urinário, reprodutivo e
genital em pequenos animais. Afecções cirúrgicas do aparelho locomotor
em pequenos animais (fraturas e doenças articulares), neurocirurgia em
pequenos animais. Afecções do sistema locomotor de bovinos e eqüinos.
Bibliografia:
1. ADAM S, S.B.; FES SL E R, J.F. Atlas of Equine Surgery. W.B. Saunders
Company, Philadelphia, 2000, 428 p.
2. AUER, J.A. Equine surgery, W.B. Saunders CO, Philadelphia, 1992, 1214 p.
3. Mc ILWRAITH, C.W.; TURNE R, A.S. Técnicas cirúrgicas em animais de grande
porte. Livraria Roca Ltda., São Paulo, 1985, 341 p.
4. REBHUN,W.C. Diseases of Dairy Cattle, Williams & Wilkins, Media, 1995, 530 p.
5. GELATT, K.N. Veterinary Ophthalmology. Lea & Febiger, 2ª ed., 1991.
6. BOYD, J.S. Atlas colorido de anatomia clínica do cão e do gato. Ed. Manole
Ltda. São Paulo, 1993.
7. PIERMATTEI, D.L.; GREELEY, R.G. Atlas de abordagens cirúrgicas aos ossos
do cão e gato. Editora Manole Ltda., São Paulo, 1998.
8. BOJRAB, M.J. Current techniques in small animal surgery. Fourth Edition. Lea &
Febiger, 1998.
9. FOS SU M, T.W. Small animal surgery. 2ªed. Mosby. St. Louis, 2001.
10. RIIS, R. Small animal ophthalmology. Mosby - Wolfe, 1994.
40
Clínica Médica de Animais Domésticos Ruminantes
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Estudo dos agentes etiológicos, epidemiologia, patogenia, achados
clínicos, diagnóstico, tratamento, prevenção e conseqüências das
principais afecções dos sistemas digestivo, respiratório, tegumentar,
nervoso, urinário, circulatório e aparelho locomotor. Afecções do sangue e
dos órgãos hematopoiéticos. Distúrbios endócrinos, endotoxemia e
fluidoterapia.
Bibliografia:
1.
2.
3.
4.
BEER, J., Doenças infecciosas em animais domésticas. 1988.
DOXEY, D.L., Patologia Clínica e Métodos de diagnóstico, 1985.
KELLY, W.R., Diagnóstico Clínico Veterinário, 1986.
ROSEN B E R G, G., Exame Clínico dos Bovinos. 1983.
5. SMITH, B.P., Large animal internal medicine. 1990.
6. GIBBS, E.P.J., Enfermidades víricas de los animales de abasto. 1987.
7. HIPOLITO, O.; FREITAS, M.G. & FIGUEIRE DO, J.B., Doenças infectocontagiosas dos animais domésticos. 1965
8. ACHA, P.N. & SZYFRE S, B., Zoonoses e enfermidades transmissibles al
hombre y los animales. 1977.
9. BIRGEL, E.H. & BENEZI, F.Y, Patologia Clínica Veterinária. 1982.
10. ROSEN B E R G, G., Enfermidades de los bovinos. 1983.
11. SE REN, E., Enfermidades de los estomagos de los bovinos. 1975.
12. SMITH, B.P., Large Animales Medicine: diseases of horses, cattle, sheep and
goats. 1990.
41
Clínica Médica de Cães e Gatos I
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Manejo higiênico, dietético e profilático dos carnívoros domésticos.
Afecções do sistema digestório. Dermatopatias. Afecções do ouvido.
Afecções do olho. Distúrbios endócrinos. Diagnóstico, prognóstico e
controle das enfermidades próprias de animais de companhia.
Bibliografia:
41
1. LORENZ, M. D.; CORNELIUS, L. M., DIAGNÓSTICO CLÍNICO E
TRATAMENTO EM PEQUENO S ANIMAIS, 1989.
2. TILLEY, L, P., ESS E NTIALS OF CANINCE AND FELINE ELECTRO
CARDIOG RAPHY, 1985.
3. KELLY, W.R., DIAGNÓSTICO CLÍNICO VETERINÁRIO, 1986.
4. DOXEY, D. L., PATOLOGIA CLÍNICA E MÉTODO S DE DIAGNÓSTICO, 1985.
5. COLE S, E. H., PATOLOGIA CLÍNICA VETERINÁRIA, 1984.
6. ETTINGER, S.J., TEXTBOOK OF VETERINÁRY INTERNAL MEDICINE:
DISEA S E S OF DOG S AND CATS, 1989.
7. GREENE, C.E., CLINICAL, MICROBIOLOGICAL AND INFECTION S. DISEA S E S
OF THE DOG AND CAT, 1984.
8. HOLX WORTH, J., DISEA S E OF THE CAT, 1987.
42
Diagnóstico por Imagem
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
História, propriedades e aparelho de raio X. Formação e processamento
de imagens radiográficas e fluoroscópicas. Técnicas radiográficas
contrastadas: mielografia, trânsito gastro-intestinal, esôfagograma,
urografia excretora e uretrocistografia. Instalações e proteções
radiológicas. Estudo radiológico: Aparelho locomotor, circulatório,
respiratório, digestório, urogenital, genital masculino e feminino,
hematopoiético e nervoso. Radioterapia. Princípios gerais e aplicações
em medicina veterinária da ultra-sonografia: exame abdominal geral e
diagnostico gestacional.
Bibliografia:
1. CARL SON, W.D., Veterinary Radiology
2. DOUGLA S, S.W. & WILLIAMSON, H.D., Diagnóstico Radiológico Veterinário.
3. DOUGLA S, S.W. & WILLIAMSON, H.D., Princípios de Radiografia Veterinária.
4. DOUGLA S,S.W. & WILLIAMSON, H.D, Veterinary Radiological Interpretation.
5. DOUGLA S, S.W. & WILLIAMSON, H.D., Principles of Veterinary Radiology.
6. FARROW, C.S., Radiology of the Cat.
7. SCHEBITZ, H.W., Atlas of Radiographic Anatomy of Dog and Horse.
8. LAPEIRE, C., Semiologia Radiológica nos Pequenos Animais.
9. MORGAN, J.P.Radiology in Veterinary Orthopedics. 1972
10. MORGAN, J.P.;SILVERMAN, S. & ZONTINE, W.J., Techniques of Veterinary
Radiography. 1977
11. OLSSON, S.E., The Radiological Diognosis in Canine and Feline Emergencies.
An Atlas of Thoracic Abdominal Changes. 1973
12. NYLAND & MATTLOON, Veterinary Diagnostic Ultrasound.
13. GREEN, Small Animal Ultrasonography.
14. CARTEE, Pratical Veterinary Ultrasound.
43
Epidemiologia
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Conceito de saúde e enfermidade, conceito ecológico de enfermidade,
conceito de epidemiologia e usos da epidemiologia.
Ecologia das enfermidades: fatores do meio ambiente condicionantes da
enfermidade, fatores do agente condicionante da enfermidade, fatores do
hospedeiro condicionante da enfermidade e tríade epidemiológica.
Levantamento epidemiológico: distribuição temporal e espacial das
enfermidades em populações, índices e taxas na epidemiologia,
investigação epidemiológica e problemas epidemiológicos.
Profilaxia geral: medidas referentes à fonte de infecção, medidas
referentes à transmissão, medidas referentes aos comunicantes e
42
susceptíveis, princípios gerais de vacina e vacinação, confecção de
vacinas autógenas e manejo de dejetos. Controle microbiológico da água.
Controle de vetores e roedores.
Enfermidades emergentes e vigilância epidemiológica.
Bibliografia:
1. FORATINI,O.P., EPIDEMIOLOGIA SOCIAL, EDU SP, 1976
2. CORTE S, JOSÉ DE ANGELIS, EPIDEMIOLOGIA: CONCEITOS E PRINCÍPIOS
FUNDAMENTAIS, LIVRARIA VARELA, 1993
3. ARMIJO ROJAS,R., EPIDEMIOLOGIA BÁSICA, VOL.1, 1974
4. LESE R, WETAL, ELEMENTO S DE EPIDEMIOLOGIA GERAL, ATHENEU, 1985
5. MARTIN, S.N.ett alli, VETERINARY EPIDEMIOLOGY. PRINCIPLE S AND
METHODS, 1977
6. MCMAHON,B.&HOGH,T.F., MÉTODO S DE EPIDEMIOLOGIA, LA PREN SA
MÉDICA MEXICANA, 1976
7. KOUBA, V., EPIZOOTIOLOGIA GENERAL, CIENTÍFICO- TÉCNICO, 1975
8. FORATTINI,O.P., EPIDEMIOLOGIA GERAL, 1980
44
Melhoramento Animal
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Introdução ao curso de melhoramento genético animal. Breve histórico do
melhoramento genético. Evolução do melhoramento genético no Brasil.
Situação das pesquisas em melhoramento genético, tendências atuais e
futuras. Melhoramento genético e do meio. Noções de genética
quantitativa. Revisão básica de estatística descritiva de variação.
Variação nas populações. Divisão das variâncias. Modos de ação gênica.
Interação genótipo-ambiente. Hereditariedade e meio ambiente:
Repetibilidade. Correlações genéticas e fenotípicas. Métodos de
melhoramento genético animal: Seleção (Tipos e métodos, diferencial de
seleção) Estimativa do valor genético de um animal(DEP’S e PTA’S).
Ganho genético. Cruzamentos (heterose) nas populações. Endogamia ou
consangüinidade. Parentesco. Biotécnicas de reprodução como
ferramenta para o melhoramento animal. Preservação de germoplasma
de raças nativas. Programas de melhoramento genético. Utilização de
softwears em programas de melhoramento animal.
Bibliografia:
1. JOAO CAMILO MILAGRE S M.G, MELHORA M E NTO ANIMAL: SELECAO, UFV,
1980
2. MARCO S ANTONIO GIANNONI, MIIRAM LUIZ GIANONNI, MELHORA M E NTO
GENETICO EM REBANHO S NOS TROPICOS NOBEL 1983
3. L. L. LUSH R.J, MELHORAM E NTO GENETICO EM ANIMAIS DOME STICO S,
1962
4. PIRCHE R, F., POPULACION GENETIC S IN ANIMAL BREEDING, 1969
5. H. N. TURNER & S.S.Y. YOUNG, QUANTITAVE GENETIC S IN SHEEP
BREE DING, 1969
6. J.C. MILAGRE S & N.M. TEIXEIRA M.G, MELHORA M E NTO DE GADO
LEITEIRO - BOLETIM DE EXTEN SA O 25. UFV 1981
7. RINALDO POLASTRE, ANA SILVIA A. M. T. MOURA, GENETICA DE
POPULACOE S UNESP 1991
8. RINALDO POLASTRE, MELHORA M E NTO GENETICO ANIMAL UNESP 1990
9. D. S. FALCONE R ,
INTRODUCAO A GENETICA QUANTITATIVA TRADUCAO UFV 1987
10. PEREIRA, J. C. C., MELHORAM E NTO GENETICO APLICADO AOS ANIMAIS
DOME STICO S UFMG 1983
45
Ornitopatologia
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
43
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Importância da avicultura no panorama atual da agropecuária. A moderna
indústria avícola brasileira. Princípios gerais de prevenção contra as
doenças: diagnóstico e controle. Salmoneloses aviárias. Coriza infecciosa
das galinhas. Pasteureloses aviárias. Micoplasmoses
aviárias.
Tuberculose, hepatite vibriônica, erisipela, enterite ulcerativa, carbúnculo,
botulismo, listeriose, espiroquetose, estafilococose, estreptococose.
Infecções por fungos. Doença de Marek. Bronquite infecciosa das
galinhas. Laringotraqueíte infecciosa das galinhas. Doença de Newcastle.
Influenza aviária. Encefalomielite infecciosa das aves. Varíola das aves.
Adenoviroses das aves. Encefalomietite. FDS 76. Doença infecciosa da
bursa (Gumboro). Verminoses. Coccidiose. Patologia da nutrição.
Envenenamento e intoxicações. Normas sanitárias de controle de granjas
e incubatórios. Ornitopatologia e saúde pública. Produção de aves e ovos
livres de agentes patogênicos. Artrite das aves. Considerações gerais
sobre patologia da incubação. Calendário sanitário das granjas.
Programas de vacinas e vacinações.
Bibliografia:
1. HEIDER, G., Medidas sanitárias en las exploraciones avícolas. 1975.
2. DORN, P., Manual de patologia aviar. 1973.
3. PLOT, A.F., Avicultura practica - las enfermidades de las aves. 1973.
4. REIS, J., Doenças das Aves. 1978.
5. REIS, J. & NÓBREGA, P., Tratado de doenças da aves. 1956.
6. JULY, J.R. et alii, Atualização em aviculltura e ornitopatologia, 1971.
7. BORDIN, L.E., Diagnóstico post-morten na avicultura.
8. HOFSTAD, et alli, Diseases of poultry. 1991.
9. BEER, J., Doenças infecciosas em animais domésticos, 1988.
46
Toxicologia
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Introdução ao estudo da toxicologia. Princípios gerais de toxicocinética
em medicina veterinária. Princípios gerais de biodisponibilidade de
fármacos e de biotransformação de tóxicos em medicina veterinária.
Fatores que interferem com a ação de tóxicos em medicina veterinária.
Toxicologia do SNC. Toxicologia hepática. Toxicologia dos sistemas
cardiovascular e renal. Toxicologia do aparelho respiratório. Toxicologia
do sistema osteoarticular. Toxicologia do aparelho reprodutor. Etiologia
toxicológica: praguicidas, inseticidas, herbicidas, fungicidas e outros;
plantas tóxicas, micotoxinas, agentes inorgânicos somados. Diagnóstico
toxicológico: sinais clínicos; laboratoriais; anátomo-patológico. Princípios
gerais do tratamento das intoxicações: preventivo e curativo (antídotos e
antagonistas).
Bibliografia:
1. KLAS S E N, C.D. et alii. Toxicology: the basic science of poisonous. 1996.
2. ZANINI-OGA. Fundamentos de Toxicologia. São Paulo, 1996
3. BUCK et al. Toxicologia Veterinária Clínica e Diagnóstica. 1983
4. CASAR ETT and DOULL'S Toxicology: The basic science of poisons. 1986
5. LARINI, L. Toxicologia. 1987
6. LOOMIS, T.A. Fundamentos de Toxicologia. 1988
7. PALERM O NETO, J. Anabolizantes em agropecuária: uma avaliação crítica.
Ciência Hoje, v.10, p.57-60, 1989.
8. SCHVARTS M A N, S. Produtos químicos de uso domiciliar. Segurança e riscos
toxicológicos. 1980.
44
8º PERÍODO
47
Bioinformática
Estudo da metodologia, equipamentos, softwares, utilizados em medicina
veterinária, para mensuração, controle, acompanhamento, monitoração.
Chipagem, biosensores, rastreamento bovino.
Bibliografia:
1. Bioinformatica
48
Clínica Médica de Cães e Gatos II
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Afecções do sistema respiratório. Afecções do sistema circulatório.
Afecções do sistema genito-urinário. Afecções do sistema nervoso.
Terapêutica clínica aplicada aos sistemas supracitados.
Bibliografia:
1. LORENZ, M. D.; CORNELIUS, L. M., DIAGNÓSTICO CLÍNICO E
TRATAMENTO EM PEQUENO S ANIMAIS, 1989.
2. KELLY, W.R., DIAGNÓSTICO CLÍNICO VETERINÁRIO, 1986.
3. DOXEY, D. L., PATOLOGIA CLÍNICA E MÉTODO S DE DIAGNÓSTICO, 1985.
4. COLE S, E. H., PATOLOGIA CLÍNICA VETERINÁRIA, 1984.
5. GREENE, C.E., CLINICAL, MICROBIOLOGICAL AND INFECTION S. DISEA S E S
OF THE DOG AND CAT, 1984.
6. HOLX WORTH, J., DISEA S E OF THE CAT, 1987.
7. KIRK, R. W, CURRENT VETERINARY THERAPHY, 1985.
49
Clínica Médica de Eqüídeos
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Estudo dos agentes etiológicos, epidemiologia, patogenia, achados
clínicos, diagnóstico, tratamento, prevenção e conseqüências das
principais afecções dos sistemas digestivo, respiratório, tegumentar,
nervoso, urinário, circulatório e aparelho locomotor. Afecções do sangue e
dos órgãos hematopoiéticos. Distúrbios endócrinos, endotoxemia e
fluidoterapia. Estudo da cólica e das claudicações.
Bibliografia:
1.
2.
3.
4.
5.
BEER, J., Doenças infecciosas em animais domésticas. 1988.
DOXEY, D.L., Patologia Clínica e Métodos de diagnóstico, 1985.
KELLY, W.R., Diagnóstico Clínico Veterinário, 1986.
GIBBS, E.P.J., Enfermidades víricas de los animales de abasto. 1987.
HIPOLITO, O.; FREITAS, M.G. & FIGUEIRE DO, J.B., Doenças infectocontagiosas dos animais domésticos. 1965
6. BIRGEL, E.H. & BENEZI, F.Y, Patologia Clínica Veterinária. 1982.
7. BOSTOCK , D.E.; OWEN, L.N. Neoplasia in the cat, dog and horse. Veterinary
Colour Atlas. Wolfe Medical Publications Ltd., Holland, 1975.
8. Mc ILWRAITH, C.W.; TURNE R, A.S. Técnicas cirúrgicas em animais de grande
porte. Livraria Roca Ltda., São Paulo, 1985, 341 p.
9. NIXON,A.J. Equine Fracture Repair, W.B. Saunders Co., Philadelphia, 1996, 384
p.
10. WHITE II,N.A. The Equine Acute Abdomen, Lea & Febiger, Malvern, 1990, 434
p.
11. GELATT, K.N. Veterinary Ophthalmology. Lea & Febiger, 2ª ed., 1991.
12. ANDER S ON, N.V. Veterinary gastroenterology. Lea & Febiger, Philadelphia,
1992.
50
Deontologia e Legislação Médico Veterinária
Aspectos legais e éticos da profissão médico-veterinária.
45
Bibliografia:
1. Código de ética do CFMV
2. Leis, decretos, Resoluções que norteiam a profissão, CFMV
51
Higiene Veterinária e Saúde Pública e zoonoses
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Saneamento aplicado. A água na transmissão de doenças, o solo na
transmissão de doenças, o clima na transmissão de doenças. Destino de
excretos, resíduos e restos animais. Controle de vetores e reservatórios.
APPCC.
Vigilância epidemiológica e ambiental, legislação e controle de zoonoses.
Epidemiologia e toxicologia de animais peçonhentos. Diagnóstico das
principais zoonoses.
Responsabilidade do Médico veterinário com a saúde pública.
Bibliografia:
1. JAY, J. M. , MICROBIOLOGIA MODE RNA DE LOS ALIMENTOS,
ED.
ACRIBIA
2. LANARA, M. A. – BRASIL, MET. ANAL. OF P/ CONTROLE P. ORIGEM
ANIMAL ED. MAGRIC.
3. ICMSF, MICRORGANI SM O S DE LOS ALIMENTOS. VOL. I e II ED. ACRIBIA,
1987
4. MONTE S, A. L. S.P, MICROBIOLOGIA DE LOS ALIMENTOS (CURSO
TEORICO E PRATICO)
5. MUCCIOLO, PASQUAL, CARNE S E SEMICON S E R V A S, TECNOLOGIA E
INSPE CAO SANITARIA. (664.8/9 M 942 C)
6. MUCCIOLO, PAQUAL , CARNE S ESTABELECIM ENTO S DE MATANCA E DE
INDUSTRIALIZACAO. (614.97 M 942 c L.2) 1985
7. RIEDEL, GUENTHER , CONTROLE SANITARIO DOS ALIMENTOS ED.
LOYOLA 1987
8. SIPA/MA., REGULAMENTO DE INSPECA O INDUSTRIAL E SANITARIA DE
PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL (RIISPOA). SIPA/MA
9. ABIA , COMPENDIO DA LEGILACAO DE ALIMENTOS - CON SOLIDACAO
DAS NORMA S E PADROE S. ASSO CIACAO BRASILEIRA DAS INDUSTRIA S
DA ALIMENTACAO.
10. DINAL/MS. PORTARIA 01/87 DE 28.01.87 PADROE S MICROBIOLOGICO S
PARA PRODUTOS EXPOSTO S A VENDA OU DE ALGUMA FORMA
DESTINADO S PARA CON SUM O - D.O.U. DE 12.02.87, SECAO I P. 219721200
11. ACHA, P.N. & SZYFRE S, B. Zoonosis y enfermidades transmissibles comunes
al hombre y a los animales. 1992 (Publicación Científica, 503 e 580).
12. MORENO, l.S.; FERNANDEZ, C.C.; CANCIO, F. Aspectos epidemiologicos de
las zoonosis. Ministerio de Sanidad y Consumo, Madrid, 1990.
13. ORGANIZACION PANAME RICANA DE LA SALUD. El control de las
enfermedades transmissibles en el hombre. 15 ed. OPAS, Washington, 1992
(Publicacion Científica, 538).
14. STEELE, J.H. Handbook series in zoonosis. 1994.
15. PAULIN, L.M.; FERREIRA NETO, J.S. O combate à brucelose bovina. Situação
brasileira. Funep, Jaboticabal, 2003.
52
Obstetrícia Veterinária
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Introdução ao estudo de obstetrícia veterinária. Fisiologia da gestação:
fecundação, migração embrionária, implantação e desenvolvimento fetal.
Estudo clínico da gestação. Membranas fetais e placenta. Útero e feto
durante a gestação. A fêmea durante a gestação. Controle hormonal da
46
gestação. Duração da gestação. Formas especiais de gestação.
Diagnóstico de gestação nos animais domésticos. Patologia da gestação.
Estados anormais e patológicos da fêmea. Anomalias e enfermidades do
óvulo, feto e seus anexos. Parto. Sinais precursores do parto. Fases do
parto. Apresentação, posição e atitudes do feto durante o parto. Cuidados
com o recém-nascido. Patologia do parto Distocias de origem materna.
Distocias de origem fetal, independentes da apresentação e posição.
Distocias de origem fetal, dependentes da apresentação e posição.
Operações obstétricas. Mutação..Extração forçada. Fetotomias. Operação
cesariana. PUERP É RIO. Involução uterina, lóquios e secreção láctea.
Patologia do puerpério. Lesões traumáticas e hemorragias pós-parto.
Paratopias da vagina e do útero. Retenção de placenta. Infecções
puerperais. Transtornos metabólicos pós-parto. Patologia do recémnascido.
Bibliografia:
1. DERIVANT.J.;EXTORS,F., FISIOPATOLOGIA
DE LA GESTACION
OBSTETRÍCIA VETERINÁRIA, 1985
2. GRUNE R,E.;BERGEL,E.H., OBSTETRÍCIA VETERINÁRIA, 1984.
3. ALLEN,E.W., FERTILIDADE E OBSTETRÍCIA EQUINA, 1994.
4. ALLEN,E.W., FERTILIDADE E OBSTETRÍCIA CANINA, 1995.
53
Y
Tecnologia de Produtos de Origem Animal
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Introdução á tecnologia de produtos de origem animal. Fundamentos de
tecnologia de alimentos, conservação de alimentos pelo emprego do frio,
calor e controle de umidade, uso de aditivos. A água na indústria de
alimentos. Boas Práticas de fabricação e Análise de perigo e pontos
críticos de controle. Pescados e derivados: conservação e
processamento, fatores que afetam a qualidade de pescados.
Processamento de ovos. Leite: composição química e valor nutritivo;
fatores que afetam a qualidade do leite e derivados; purificação e
conservação; processamento de leite para o consumo e derivados.
Carnes e derivados: composição química, estudo dos condimentos e
aditivos permitidos pela legislação, conservação e processamento de
carnes e derivados, fatores que afetam a qualidade da carne. Edificações
e instalações de estabelecimentos industriais de carnes e produtos
derivados. Abastecimento de água. Produção de frio industrial e
operações básicas. Controle de qualidade, rotina e fiscalização industrial
em matadouros, frigoríficos e regulamentação em vigor.
Bibliografia:
1. MUCIOLO, P., CARNE S: CONSE R VA S E SEMI- CONSE R VA S, TECNOLOGIA
E INSPEÇÃ O SANITÁRIA, 1985.
2. MUCIOLO, P., CARNE S: ESTABELE CIM ENTO DE MATANÇA E DE
INDUSTRIALIZAÇÃO, 1985.
3. PARDI, M.C. Et alli, CIÊNCIA, HIGIENE E TECNOLOGIA DA CARNE. VOLS.I
E II, 1995.
4. BROW, M.H., MEAT MICROBIOLOGY, 1982.
1. HAYE S, P.R., MICROBIOLOGIA E HIGIENE DE LOS ALIMENTOS, 1993.
2. LUQUET, F.M., O LEITE- QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS.
3. ASSOCIAÇÃO BRA SILEIRA DAS INDUSTRIA S DE ALIMENTAÇÃO (ABIA),
COMPÊNDIO DA LEGISLAÇÃO DE ALIMENTOS: CONSOLIDAÇÃO DAS
NORMA S E PADRÕE S DE ALIMENTOS, 1987.
4. FRAZIER, W.C.; WESTHUFF, D.C., MICROBIOLOGIA DE LOS ALIMENTOS,
1985.
47
5. EVANGELISTA, J., TECNOLOGIA DE ALIMENTOS, 1989.
6. BEHME R, M.L.A, TECNOLOGIA DO LEITE, 1982.
7. LIMA, U. A.; AQUARONE, E.; BORZANI, W., TECNOLOGIA DAS
FERM ENTAÇÕE S, 1975.
8. SILVA, PAULO HENRIQUE FONSE CA, et alli, FÍSICO- QUÍMICA DO LEITE E
DERIVADO S - MÉTODO S ANALÍTICOS, 1997.
54
Teriogenologia I
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Conceitos, histórico e importância da Fisiopatologia da Reprodução
Animal. Embriologia ligada ao sexo, formação e desenvolvimento normal
e anormal dos genitais. Morfofisiologia do sistema genital feminino e
endocrinologia ligada à reprodução. Aspectos clínicos e patológicos com
sede nos ovários, tubas uterinas, útero, cérvice, vagina e vulva das
fêmeas domésticas. Distúrbios que causam mortalidade peri e neonatal.
Enfermidades infecciosas, parasitárias e tóxicas que afetam a
reprodução. Anomalias do desenvolvimento e aspectos fisiopatológicos
da glândula mamária. Morfofisiologia do sistema genital masculino.
Aspectos clínicos e patológicos com sede no cordão espermático, bolsa
escrotal, testículos, epidídimos, glândulas sexuais, pênis e prepúcio.
Distúrbios do comportamento reprodutivo animal e da libído sexual,
impotência coeundi Enfermidades carenciais e metabólicas que afetam a
reprodução.
Bibliografia:
1. HAFEZ, E.S.E. REPRODU Ç Ã O ANIMAL, MANOLE LTDA, 1995.
2. GRUNE RT,E..& BIRGE R,E.H., OBSTETRÍCIA VETERINÁRIA, 1984.
3. SCHAETZ,E. & LEIDL,W., TRANSTORN O S DE LA REPRODU C CIÓN DE LOS
ANIMALE S DOMÉ STICO S, 1986.
4. URIES FILHO, A., A REP RODU ÇÃ O DOS ANIMAIS E INSEMINAÇÃO
ARTIFICIAL, 1970.
5. ALLEN, E..N, FERTILIDADE E OBSTETRÍCIA EQUINA, 1994.
6. PETER S, A.R. & BALL, P.J.H., REPRODU C CION DEL GRANADO VACUNO,
1991.
7. ALLEN, E.W., FERTILIDADE E OBSTETRÍCIA CANINA, 1995.
8. COLÉGIO BRA SILEIRO DE REP RODU ÇÃ O ANIMAL (C.B.R.A.), REVISTA
BRASILEIRA DE REPRODU Ç Ã O ANIMAL - PERIÓDICO S.
9º PERÍODO
55
Administração do Agronegócio
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
MICROEC O N O MIA: A demanda do consumidor. A curva de oferta.
Equilíbrio de Mercado. Teoria da Produção.
MACRO E C O N O MIA: Medidas de Atividade Econômica e os Instrumentos
de Política Econômica. Inflação: causas e conseqüências. Comércio
Internacional – Padrões de Trocas, Taxas de Câmbio e Balanço de
Pagamentos.
IMPORTÂNCIA DA PECUÁRIA PARA O DES ENVOLVIMENTO
ECONÔMICO: Gestão do Agronegócio. Desenvolvimento econômico e o
papel da pecuária; Legislação e política agrária.
ADMINISTRAÇÃO: Funções de Administração. Custo de Produção na
Agricultura. Custo de Produção em Clínica Veterinária. Introdução à
Matemática Financeira. Tópicos de Administração Financeira. Definição e
48
Funcionamento dos Mercados Agropecuários. Modelagem, Transporte e
Logística.
Bibliografia:
1. MANKIW, N.G. Introdução à Economia. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
2. GREMAUD, A.P., VASCON C ELLO S, M.A.S. & TONETO Jr., R.. Economia
Brasileira Contemporânea. 2002.
3. HOFFMANN et ALLI, ADMINISTRACA O DA EMPRE S A AGRICOLA PIONEIRA
1978
4. JOHNSON, W. R., ADMINISTRACAO FINANCEIRA PIONEIRA 1973
5. KEPLE R, C. H., A ADMINISTRA CAO RACIONAL ATLAS 1972
6. GREIG, A. M., PRINCIPIOS E OBJETIVOS DE GEREN CIA USID 1965
7. MEC RJ, MATEMATICA COME R CIAL E FINANCEIRA MEC 1977
56
Extensão Agropecuária e Cooperativismo
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Abordagem do fenômeno rural-urbano e definição do rural como campo
de estudo. Modernização da agricultura. Agricultura familiar. A questão
agrária no Brasil; difusão de tecnologias agropecuárias, extensão rural e
assistência técnica: conceitos e modelos. A comunicação profissional: o
discurso, a redação de notícias, a pesquisa participante, o planejamento
de atividades de assistência técnica. Técnicas para a prestação de
assistência sanitária animal. Cooperativismo: Histórico, Princípios e
Doutrina, organização, constituição, legislação, mecanismo cooperativo
de compra, venda, assistência.
Bibliografia:
1. FONSE CA, MARIA TERE SA LOUSA DA, A EXTEN SA O RURAL NO BRASIL,
1985
2. FRIEDRICH, ODILO ANTONIO, COMUNICACAO RURAL, UMA PROPO SICA O
CRITICA DE UMA NOVA CONCEP C A O, 1988
3. MOLINA, MARIA GNE S GUERRA, FUNDAMENTO S PARA O TRABALHO COM
GRUPO S EM
EXTEN SA O RURAL, IN CADE RNO S DE DIFUSAO DE
TECNOLOGIAS, 1988.
4. SOU SA, MARIA DE FATIMA GUERRA, ESTRUTURA E PROCE S S O DO
CONHECIMENTO E A ACAO DO EXTEN SION STA RURAL, IN CADE RNO S DE
DIFUSAO DE TECNOLOGA , 3(2) MAI/AGO/86
5. FREIRE, PAULO, EXTEN SA OU COMUNICACAO ED. PAZ E TERRA 1988
6. PINHO , DIVA BENEVIDE S S., O PENSA M E NTO COOPE RATIVO E O
COOPE RATIVISMO BRASILEIRO, 1982
7. PINHO, DIVA BENEVIDE S, BASE S OPERA CIONAIS DO COOPE RATIVISM O
CNPq 1982
8. PINHO, DIVA BENEVIDE S, ADMINISTRACA O DE COOPE RATIVAS CNPq
1982
9. PINHO, DIVA BENEVIDE S, TIPOLOGIA COOPE RATIVISTA CNPq 1984
10. FRANTE, WALTER, O COOPE RATIVISM O E A PRATICA COOPE RATIVA
UNISINOS 1985
11. MARQUE S,
MARIO
OSORIO,
COMUNICACAO
E
EDUCACAO
COOPE RATIVISTA NO UNISINOS 1980
12. ORGANIZACAO DO QUADRO SOCIAL EM COOPE RATIVA S OCB 1989
13. SEC R ETA RIA DE ESTADO DA AGRICULTURA DE MINAS GERAIS, MANUAL
DE CON STITUICAO DE COOPE RATIVA AGR./MG 1979
14. ORGANIZACAO DAS COOPE RATIVA S BRA SILEIRA S, O CAMINHO PARA A
AUTOGE STAO DAS COOPE RATIVAS OCB 1987
15. RENATO,
JOAO
VITORINO
AZALIN, A ARTE
DE
FISCALIZAR
COOPE RATIVA S OCEPA R 1986
57
Inspeção de Produtos de Origem Animal
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
49
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Controle higiênico e sanitário dos alimentos de origem animal. Aspectos
sociais, econômicos e de saúde pública. Participação do médico
veterinário. Sistemas de Qualidade e Segurança dos Alimentos. Normas e
padrões utilizados para qualificação higiênica dos alimentos. Inspeção
sanitária na indústria da carne. Classificação regulamentar dos
estabelecimentos. Condições higiênico-sanitárias para o funcionamento.
Inspeção "ante-mortem" dos animais de corte. Inspeção sanitária "postmortem" dos bovinos. Inspeção sanitária "post-mortem" dos suínos.
Rastreabilidade e Tipificação de Carcaças. Inspeção sanitária na indústria
do leite. Classificação regulamentar dos estabelecimentos. Condições
higiênico-sanitárias para o funcionamento. Inspeção higiênico-sanitária do
leite de consumo. Classificação regulamentar e posição do leite como
alimento. Enfermidade de caráter parasitário, transmitida ao homem pelos
alimentos de origem animal. Enfermidades de caráter infeccioso,
transmitidas ao homem pelos alimentos de origem animal. Controle de
qualidade e poluição de alimentos de origem animal. Inspeção sanitária
de aves industrializadas. Aditivos químicos na indústria alimentar.
Evolução das normas e padrões utilizados para o controle sanitário, dos
alimentos de origem animal. Entidades nacionais e internacionais
envolvidas no problema. Inspeção higiênico-sanitária e tecnológica de
pescados. Importância e perspectivas dos setores no Brasil.
Bibliografia:
1. BRASIL, Ministério da Agricultura, Regulamento de inspeção industrial e
sanitária de produtos de origem animal. 1980.
2. BARTLE S, H., Inspección de la carne. 1971.
3. BREMM E R, A.S., Higiene inspección de la carne. 1981.
4. GIL, J.I. & DURÃO, J.C., Manual de inspeção sanitária de carnes. 1985.
5. PARDI, M.C. et alli., Ciência, higiene e tecnologia de carnes. 1995.
6. HAYE S, P.R., Microbiologia e higiene de los alimentos. 1993.
7. ASSO CIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO - ABIA,
COMPÊN DIO DA LEGISLAÇÃO DE ALIMENTOS: CON SOLIDAÇÃO DAS
NORMA S E PADRÕE S DE ALIMENTOS, 1987
8. FRAZIER, W.C.;WESTHUFF,D.C., MICROBIOLOGIA DE LOS ALIMENTOS,
1985
9. SILVA, PAULO HENRIQUE FONSE C A.ett alli, FÍSICO- QUÍMICO DO LEITE E
DERIVADO S MÉTODO S ANALÍTICOS. ICLT/EPAMIG, 1997
10. HAYE S,P.R., MICROBIOLOGIA E HIGIENE DE LOS ANIMALE S, 1993
11. LUQUET,F.M., O LEITE- QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS
12. BRA SIL. MINISTÉRIO DE AGRICULTURA, NORMA S TÉCNICA S E
HIGIÊNICO SANITÁRIAS DA PRODUÇÃO DE LEITE TIPO A, NORMA S
TÉCNICA S E HIGIÊNICO SANITÁRIA S DA PRODUÇÃO DE LEITE TIPO B
58
Medicina Veterinária Preventiva
Introduzir aspectos básicos da legislação vigente na area de Medicina
Veterinária.transito nacional e internacional de animais. Instituição de
planos de vacinação, campanhas, biossegurança, estratégias de controle
de doenças, intoxicações, acidentes.
Bibliografia:
1. CORNELIU S, C. E. Animal disease erradication. Evaluation Programs. 1973
2. HANSON, R. P. Animal disease control: regional programs. 1983
3. MARION, J. C. Contabilidade Rural, ed. Atlas.
4. MARION, J. C. Contabilidade da Pecuária, ed. Atlas.
5. MARION, J. C.; SANTOS, G. J. Administração de custos na Agropecuária, ed.
Atlas.
6. MAXIMIANO, A. C.A. Introdução à administração. 1995
7. ORGANIZACION PANAME RICANA DE LA SALUD. Administracion de
50
programas de salud animal, 1986
8. OLIVEIRA, J. B. A.; CHADWICK, C. Aprender e ensinar, 2001
9. OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia, práticas.
1995
10. PILETTI, C. Didática geral, 2000
59
Planejamento Agropecuário
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Organização de uma propriedade, clínica ou estabelecimento veterinário.
Inventários. Financiamentos agropecuários. Metodologia de planejamento
em saúde animal. Elementos de administração dos projetos de saúde
animal.
Bibliografia:
1. ASTUDELLO, V., PROJECTO DE DESA ROLLO DE SISTE MA S DE
NORTIFICACION Y DE REGISTRO DE DATOS SOB RE LAS EFERMIDADE S
DE LOS ANIMALE S; IN IV RICAZ - 1972
2. CENTRO PAN- AMERICANO DE ZOONOS E S (ATUAL INPPAZ/OPS)/ RAMOS
MEGIA- ARGENTINA/ OBRA: NORMA S PARA PREPA RA ÇÃ O DE PLANOS
PARA PROG RA MA S DE ERRADICAÇÃ O DA TUBERCULO S E BOVINA. NOVA
TÉCNICA Nº15/ EDITOR: OPS.
3. FERNANDE S BALMACE DO, O./ WASHINGTON/ OBRA: PROG RA MA Ç ÃO,
ADMINISTRAÇÃ O E AVALIAÇÃO DE CAMPANHA S SANITÁRIAS. IN: OPS - IV
RICAZ, PUBLICAÇÃO CIENTÍFICA 236)/ EDITOR: OPS, 1972.
4. HANSON, R.P./ AMES/ OBRA: ANIMAL DISEA S E CONTROL: REGIONAL
PROGRA M S/ EDITOR: IOWA STATE UNIVER SITY, 1983.
5. ORGANIZAÇÃO PAN- AMERICANA DA SAÚDE/ WASHGITON/ OBRA:
ADMINISTRACION S DE PROGRA MA S DE SALUD ANIMAL/ EDITOR: OPS,
1986
60
Teriogenologia II
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Sêmen: características físicas, químicas e morfológicas, colheita e
avaliação do ejaculado. Diluição, resfriamento, congelação e
descongelamento do sêmen. Crioscopia e vida gamética. Inseminação
artificial: equipamentos, procedimentos e rotina. Sincronização de cio.
Transferência de embriões. Classificação e conservação de embriões.
Produção de embriões “in vitro”: MIV e FIV. Clonagem, transgênese,
sondas genéticas e ICSI. Sexagem de espermatozóides e embriões.
Biotécnicas da reprodução em eqüinos e carnívoros domésticos.
Bibliografia:
1. ALBERT, B.; DENNIS, B.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBE RT S, K. & WATSON,
2.
3.
4.
5.
6.
Códig
o
61
.D., Molecular Biology of the cell. 1994.
PALMA, G.A. & BREM, G., Transferência de embriones y biotecnology de la
reproduccion en la espécie. 1993.
J.R.F., Journal of reproduction and fertility - periódicos. Editora J.R.F.
SHILLE, V.M. (iets), Theriogenology - periódicos. Editora Butter W.H.
THI BAULT, C. & LEVAS S E U R, M.C. , Le reproduction chez les mammíferes et
l'homme. 1991.
S.S.R., Biology of Reproduction - periódicos. Editora S.S.R.
Optativas distribuídas no curso
Anatomia de Animais Silvestres
Anatomia comparada dos sistemas locomotor, digestório, urogenital,
51
cardio-respiratório.
62
Animais Silvestres
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Introdução. Identificação e reconhecimento das principais ordens de aves,
répteis e mamíferos com as quais, mais freqüentemente, o médico
veterinário irá atuar. Principais aspectos do manejo de animais silvestres
em cativeiro. Métodos de marcação. A importância do estresse no manejo
e na clínica de animais silvestres. Contenção física, contenção química e
anestesia. Aves, répteis e mamíferos: aspectos anatômicos e fisiológicos
básicos. Exame clínico. Vias de aplicação de drogas. Vias para coleta de
sangue. Nutrição e doenças nutricionais. Meios diagnósticos específicos.
Diagnósticos radiológicos. Hematologia clínica. Principais doenças
infecciosas e parasitárias. Principais problemas na clínica. Aspectos
terapêuticos específicos. Procedimentos cirúrgicos. Meios e métodos
recomendados para realização de eutanásia. Técnicas específicas de
necropsia. Importância da aplicação das técnicas de reprodução artificial
na conservação das espécies ameaçadas de extinção no Brasil e no
mundo. Aspectos legais da criação de animais silvestres em cativeiro.
Bibliografia:
1. FOWLER, A wild medicine veterinary, 1990
2. PACHALY, R., Todos os artigos publicados.
63
64
65
Apicultura
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Aviamento de Medicações
Formulários. Formas de medicamentos. Medição e gramatura.
Processamento.
Bioclimatologia
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Introdução ao estudo da bioclimatologia animal: interação ambiente animal. Combinações dos elementos climáticos, macro e microclimas.
Efeitos do ambiente sobre o animal (crescimento, fertilidade, nutrição e
produtividade dos animais domésticos). Reações dos animais ao
ambiente tropical. Tolerância das diversas espécies e raças ao calor
tropical (testes de adaptabilidade). Mecanismos de regulação térmica dos
animais domésticos.Proteção e conforto ambiental. Ambiência e produção
animal( uso de recursos técnicos para amenizar os efeitos negativos do
clima sobre a produção animal).
Bibliografia:
1. CUNNINGHAN, J.G., Tratado de Fisiologia Veterinária, 2004
2. SILVA, R.G., Introdução à Bioclimatologia Animal, 2000
3. HOLME S, C.W. & WILLSON, G.F., A milk production from pasture, 1990
66
Bioética e Bem Estar Animal
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Introdução ao bem estar animal, indicadores do bem estar animal, bem
52
estar em grupo, interações homem-animal, o médico veterinário e a ética
do bem estar animal, eutanásia, animais para produção. Conceito de
bem-estar animal. Saúde e comportamento: etologia, estresse, dor,
depressão e saúde. Meio ambiente e bem-estar animal. Animais de
companhia. Criação em catibeiro, tipos de gaiolas ou jaulas.
Enriquecimento dos alojamentos. Animais de laboratórios, zoológicos.
Transporte, criação e abate de animais para alimentação. Eutanásia.
Bibliografia:
1. ALTERNATIVE S TO THE USE OF LIVE VERTEBRATE S IN BIOMEDICAL
RE SE A R C H
AN TESTING. A BIBLIOGRAPHY
WITH ABSTRATC/
LOCAL:BETHE SDA, MD/ EDITOR: NATIONAL INTITUTES OF HEALTH(NIH).
2. BETHE SDA, MD/OBRA: NEWSLETTE R OF THE JOHNS HOPKINS CENTER
OF ALTERNATIVE S TO ANIMAL TESTING(CAAT)/EDITOR: NATIONAL
INSTITUTES OF HEALT(NIH)
3. BALTIMORE/OBRA: NEWSLETTER OF THE JOHNS HOPKINS CENTER OF
ALTERNATIVE S TO ANIMAL TESTING (CAAT).
4. POTTER S BAR, UK/OBRA: ANIMAL WELFARE/EDITOR: UFAW
67
Cultura de Animais de interesse comercial
Mercado consumidor. Capivara. Jacaré, Avestruz, Cateto.
68
Defesa Sanitária Animal
Introduzir aspectos básicos da legislação vigente na area de Medicina
Veterinária.transito nacional e internacional de animais.
Bibliografia:
11. ANSELL, D. J.; DONE, J. T. Veterinary Research and Development: cost-benefit
studies on products for the control of animal diseases. 1988
12. CORNELIU S, C. E. Animal disease erradication. Evaluation Programs. 1973
13. FERNANDE S BALMACEDA, O. Programacion, administracion y evaluacion de
campanas sanitárias. In: ORGANIZACION PANAME RICANA DE LA SALUD. IV
Reunion Interamericana sobre el controle de la Fiebre Aftosa y otras Zoonosis.
1972
14. HANSON, R. P. Animal disease control: regional programs. 1983
15. MARION, J. C.; SANTOS, G. J. Administração de custos na Agropecuária, ed.
Atlas.
16. MAXIMIANO, A. C.A. Introdução à administração. 1995
17. DEFE SA SANITÁRIA ANIMAL.Ministério da Agricultura Manual técnico do
programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose
(PNCEBT) e outros programas: http:/www:agricultura.gov.br/sda/dda
18. ORGANIZACION PANAME RICANA DE LA SALUD. Administracion de
programas de salud animal, 1986
19. OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia, práticas.
1995
69
Doenças dos Suínos
Epidemiologia, Patologia, Diagnóstico, Controle e Profilaxia das
bacterioses, viroses, micoplasmoses, parasitoses e intoxicações dos
suínos.
Bibliografia:
1. ACHA,
P.
N.;SZYFRE S,
B.,
ZOONOSI S
Y
ENFE RMIDADE S
TRANSMI S SIBLE S COMUNE S AL HOMBRE Y LOS ANIMALE S, 1997.
2. BEER,
J., ENFE RMIDADE S
INFECCIOSA S
DE
LOS
ANIMALE S
DOMÉ STICO S, 1983.
3. GIBBS, E.P.J., ENFERMIDADE S VÍRICA S DE LOS ANIMALE S DE ABASTO,
1987.
4. MAYR, A.; GUERR EIRO, M. G., VIROLOGIA VETERINÁRIA, 1972.
5. SOBE STIAN SK Y, J. E COLABORA DO R E S, PATOLOGIA E CLÍNICA SUÍNA,
1993.
70
Economia Rural
Princípios
básicos
de
economia
aplicada
ao
meio
rural e
ao
53
empreendimento pecuário, clínica e indústria alimentícia. Conhecimento
de macroeconomia, microeconomia, mercados futuros, aplicações,
bolsas, commodities.
Bibliografia:
1. Economia Rural, instituto campineiro
71
Educação Sanitária
Higiene no Processo Produtivo. Campos de Ação e Objetivos da
Educação Sanitária: aplicação da Educação Sanitária em veterinária.
Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros e outras
Encefalopatias - PNCRH. Programa Nacional de Sanidade Avícola PNSA. Programa Nacional de Sanidade Suídea - PNS S. Programa
Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose PNCEBT. Programa Nacional de Sanidade de Eqüídeos - PNSE.
Programa Nacional de Sanidade dos Caprinos e Ovinos - PNSCO.
Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa - PNEFA. Programa
Nacional de Educação Sanitária Animal.
Bibliografia:
1. FERNANDE S BALMACEDA, O. Programacion, administracion y evaluacion de
2.
3.
4.
5.
6.
7.
72
campanas sanitárias. In: ORGANIZACION PANAME RICANA DE LA SALUD. IV
Reunion Interamericana sobre el controle de la Fiebre Aftosa y otras Zoonosis.
1972
HANSON, R. P. Animal disease control: regional programs. 1983
DEFE SA SANITÁRIA ANIMAL.Ministério da Agricultura Manual técnico do
programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose
(PNCEBT) e outros programas: http:/www:agricultura.gov.br/sda/dda
ORGANIZACION PANAME RICANA DE LA SALUD. Administracion de
programas de salud animal, 1986
OLIVEIRA, J. B. A.; CHADWICK, C. Aprender e ensinar, 2001
OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia, práticas.
1995
PILETTI, C. Didática geral, 2000
Etologia
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Estudo do comportamento animal aplicado dos animais domésticos, de
interesse ao médico veterinário. Aprendizagem e instinto. Transtornos
comportamentais. Comportamento reprodutivo e social. Importância de
uma abordagem biológica do comportamento. Etologia como ciência
descritiva e
experimental. Principais
problemas
teóricos
e
estratégiascientíficas.
Bibliografia:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
MANING, A., COMPORTA M ENTO ANIMAL, 1976
ANAIS DO I ENCONTRO PAULISTA DE ETOLOGIA 1983
DEAG, J. M., O COMPORTA M ENTO SOCIAL DOS ANIMAIS, EDU SP, 1980
HINDE, R. A. , ANIMAL BEHAVICUR: A SYSTE SI S OF ETHOLOGY AND M.
CRAW 1970
CARTHY J. D., O ESTUDO DO COMPORTAM ENTO, EDUSP, 1967
CHAWIN, R. A, ETOLOGIA. ESTUDO BIOLOGICO DO COMPORTA M ENTO,
1977
KLOPFE R, P. H., INTRODUCTION AL COMPRTAM E NTO ANIMAL. UM SIGLO
F. CULTURA, 1976
LEHNER, P. N., HANDOBOOK OF ETHOLOGICAL METHOD S, S. PRE S S,
1979
O. E. C.; PRDC C, ETOLOGIA. EL ESTUDIO BIOLOGICO DEL
COMPORTAM E NTO AMINAL, 1984
54
73
74
Fisioterapia
Princípios da Fisioterapia. Características das
Reabilitação de membros. Reabilitação visceral.
Forragens Conservadas
75
Inglês Instrumental
lesões. Exercícios.
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Estruturas
específicas
e
vocabulário
visando
à
compreensão/interpretação de textos técnicos de Medicina Veterinária na
língua inglesa. Introdução e prática das estratégias de compreensão
escrita que favorecem uma leitura mais eficiente e independente de textos
variados. Consolidação das estratégias de leitura com aprofundamento da
percepção dos princípios lógicos envolvidos no processo da leitura.
Estudo das diferenças entre as tipologias de textos e desenvolvimento de
habilidades de estudo: anotações, resumos.
Bibliografia:
1. REVISTA E JORNAIS DE INTERE S S E GERAL ESPE CIALIZADO S OU DE
DIVULGACAO CIENTIFICA,
2. MANUAIS E LIVROS- TEXTOS EDITADO S EM LINGUA INGLESA.
3. MATERIAL PUBLICADO ELA COORDEN A CA O DO PROJETO NACIONAL DE
INGLES INSTRUME NTAL.
4. GRELLET, FRANCOI SE CAMBRIDG E 1a. ED. DEVELOPING READING SKILL
C.V.P. 1981
5. NAINGAY, SUSAN SURRE Y MAKING SEN S E OF READING NELSON 1983
6. UNIVER SITY OF MALAYA ENGLISH 1a. ED. FOR SPE CIAL PURPO S E S
PROJECT SLILLS FOR LEARNING NELSON UNIV.MALA1981
7. WALTER, CATHERINE CAMBRIDGE 1a. ED. AUTHENTIC READING C.V.P.
1983
8. HUTCHINSON, TOM e WALTER S, ALAM CAMBRIDGE 1a. ED. ENGLISH
FOR SPE CIFIC PUPOSE S C.V.P. 1987
9. MCDONOUGH, JO. LONDRE S 1a. ED. ESP IN PERS P E C TIVE
76
77
78
79
Marcadores Moleculares no Melhoramento Animal
Marcadores: conceito, técnicas, aplicação. DNA. Replicação. Parentesco.
Marketing Veterinário
Apresentação do mercado. Clientes. Ambiente. Postura profissional e
serviços. Abordagem de clientes. Satisfação. Publicidade.
Medicina Veterinária Alternativa
Alopatia X Alternativa. Homeopatia. Acupuntura. Fitoterapia.
Microbiologia de Produtos de Origem Animal
Introdução à microbiologia de alimentos; Coleta, transporte e preparação
de amostras de alimentos para análise; Fatores intrínsecos e extrínsecos
que controlam o desenvolvimento de microrganismo nos alimentos;
Microrganismos indicadores: sua importância e métodos de contagem:
Contagem de microrganismos aeróbios estritos e aeróbios anaeróbios
facultativos viáveis, contagem de microrganismos anaeróbios estritos e
aeróbios anaeróbios, facultativos viáveis.; Colheita e preparo de amostras
para análise microbiológica; Plano de amostragem por atributos; Teste da
redução do azul de metileno – redutase; Métodos de contagem de
microrganismos – técnica no Número Mais Provável (NMP) e Unidades
Formadoras de Colônia (UFC); Microrganismos patogênicos com
importância em alimentos: características, distribuição, principais
alimentos envolvidos em surtos, mecanismos de patogenicidade, medidas
preventivas e de controle, métodos convencionais de isolamento segundo
55
a recomendação da legislação nacional vigente e órgãos internacional Clostridium botulinum, Clostridium perfringens, Bacillus cereus,
Staphylococcus aureus, Listeria monocytogenes, Escherichia coli
patogênica (EPEC, EIEC, ETEC, EHEC, AggEC), Salmonella,
Campylobacter, Shigella, Yersinia enterocolitica, Vibrio cholerae, Vibrio
parahemolyticus, Vibrio vulnificus, Aeromonas hydrophila, Plesiomonas
shigelloides, fungos toxigênicos, viroses de origem alimentar;
Microbiologia da carne; Microbiologia do leite; Microbiologia do pescado;
Microbiologia de ovos; Microbiologia do mel; Padrões microbiológicos da
legislação de alimentos; Métodos rápidos para detecção de
microrganismos em alimentos
Bibliografia:
1. BARTELS, H., Inspección veterinária de la carne, 1980
2. JAME S , M., Microbiologia moderna de los alimentos, 2002
3. ALTANIR , L.G., Princípios de tecnologia de alimentos, 1998
80
Odontologia Veterinária
Introdução, Histórico, Anatomia dental, doença periodontal, etiologia,
patogenia. Tratamento da doença periodontal. Endodontia, doenças da
polpa. Tratamento endodôntico. Restauração dentária. Conceitos básicos
em ortodontia. Cirurgia: Neoplasias, glândula salivar, piodermite de dobra.
Doenças da cavidade oral de felinos. Odontologia em eqüinos.
Odontologia em Silvestres. Demonstração prática
Bibliografia:
1. ARAÚJO, N.S.; ARAÚJO, V.C. Patologia Bucal. Artes Médicas, 1984.
2.
3.
4.
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6.
DEFORG E, D. H. ; COLME RY, B.H. Atlas of Veterinary Dental Radiology. .2000,
EVAN S, H.E., and CHRISTEN S E N, G.C.: Miller's Anatomy of the Dog. 1979.
GIOSO, M.A. Tese de mestrado, 1994. (FMVZ- USP).
GIOSO, M.A. Tese de Doutorado, 1998 (FMVZ- USP).
GIOSO, M.A. Odontologia veterinária para os clínicos de pequenos animais,
2003.
7. HARVEY, C.E.; Veterinary Dentistry, 1985.
8. HARVEY, C.E. Feline Dentistry, 1992.
9. HARVEY, C.E.; EMILY, P. Small Animal Dentistry,
10. HOLMSTROM, S.E.; FROST, P.; GAMMON, R.L. Veterinary Dental Techniques
for the Samll Animal Practiotioner. 1992.
11. KERTSZ, P. A coulor atlas of veterinary dentistry & oral surgery. 1993,
12. VERSTRA ETE, F.J.M. Self Assesment Colour Review of Veterinary Dentistry,
1999.
81
Oftalmologia Veterinária
Anatomia do olho. Principais doenças. Clínica do olho. Cirurgias do olho.
82
Perícia Veterinária Forense
Aspectos básicos da legislação na área de Medicina Veterinária Legal;
Atuação do profissional em Medicina Veterinária Legal. Noções: Direito e
Criminalística; Identificação e Genealogia; Patologia Forense;
Tanatologia; Traumatologia; Toxicologia Forense; Exames Laboratoriais
em perícias; Normas relativas aos produtos de origem animal e
funcionamento de estabelecimentos veterinários e correlatos; Normas
relativas à produção, testes, armazenamento, comercialização e controle
de medicamentos de uso animal; Legislação e exames de determinação
de resíduos de medicamentos em produtos de origem animal; Normas
relativas ao transito nacional e internacional de animais; Maus tratos dos
animais e danos ao meio ambiente; Realização de exames periciais por
Médicos Veterinários e Elaboração de laudos, pareceres técnicos e
demais documentos judiciais.
56
Bibliografia:
1. BANDARRA, E.P.; SEQUEIRA, J.L. Tanatologia: Fenômenos Cadavéricos
Abióticos. REVISTA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA DO CRMV- SP, São Paulo,
v.2, nº 1, p.59-63, 1999.
2. BANDARRA, E.P.; SEQUEIRA, J.L. Tanatologia: fenômenos cadavéricos
transformativos. REVISTA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA DO CRMV- SP, São
Paulo, v.2, nº 3, p.72-76, 1999.
3. FRANÇA, G.V. Medicina Legal; Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 1995
4. MENDE S, L., Documentoscopia, Sagra, Luzzatto, Porto Alegre, 1999.
5. STUMVOLL, V.P., QUINTELA, V., DOREA, l.e., Criminalistica, Sagra Luzzatto,
Porto Alegre, 1999.
6. TOCHETTO, D., Balistica Forense, Sagra Luzzatto, Porto Alegre, 1999.
7. ZARZUELA, J.L., ARAGÃO, R.F. Química Legal e Incêndios, Sagra Luzzato,
Porto Alegre, 1999.
8. PAARMANN, K. Medicina Veterinária Legal, São paulo: Ed. do autor, 168 p.,
2005.
9. Veterinary Forensics Website in: http://www.tufts.edu/vet/forensics
83
Piscicultura
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas teóricas.
Panorama da piscicultura no Brasil e no mundo. Comunidades Aquáticas.
Qualidade de água na piscicultura. Planejamento de uma piscicultura.
Construção, Povoamento, Manejo geral e Despesca de viveiros. Cuidados
profiláticos na piscicultura.
84
Podologia
A Disciplina está estruturada para atender a um mínimo de 30% de aulas
práticas (aulas diretamente relacionadas à matéria vista ou
correlacionada, aplicada ou contextualizada) e até 70% aulas
teóricas.Anatomia do Casco e unhas. Fisiologia dos cascos e Unhas.
Equipamentos. Contenção. Afecções: Causas, Achados Clínicos,
Profilaxia. Correção. Manejo. Cirurgias.
Bibliografia:
1. BENE SI, Podologia Bovina, 2002
2. RADOSTITS, O. Clinica Veterinária, 1993
85
Saneamento Ambiental
Saneamento e Saúde Pública. Higiene Aplicada à Água: Sistemas de
Abastecimento e Tratamento da Água. Controle da Qualidade da Água.
Higiene Aplicada às Águas Residuais (Esgotamento Sanitário). Higiene
Aplicada a Dejetos: Tratamento de Efluentes de Matadouro. Higiene
Aplicada a Dejetos: Biodigestores. Higiene Aplicada a Resíduos Sólidos.
Desinfecção e Desinfetantes. Controle de Roedores de interesse à Saúde
Pública. Controle de Artrópodes de interesse à Saúde Pública.
Bibliografia:
1. Secretaria da Imprensa - Presidência da República, O desafio do
desenvolvimento sustentável. Brasília/Df/Brasil, 1991
2. FUNATURA, Alternativas de desenvolvimento dos cerrados: manejo e
conservação dos recursos naturais. Brasília/DF/Brasil, 1996
3. Mac Neill, J., Winsenmius, P. & Yakushiji, T., Para além da interdependência a relação entre economia mundial e a ecologia da terra. Rio de
Janeiro/RJ/Brasil, 1991
4. Ricklefs, R.E., A Economia da Natureza, Rio de Janeiro/RJ/Brasil, 1996
5. MINISTÉ RIO DA SAÚDE//Obra: Normas operacionais de Centros de Zoonoses.
Procedimentos para controle de Predadores.// Salvador - Ba - Brasil // Editora
FNS/CCZ, 1990.
6. VIANA, F.C., Apontamentos de Saneamento. Belo Horizonte - MG – Brasil 1977.
57
7. VIANA. F.C., Obra: Tratamento Simplificado de Águas Superficiais. Belo
Horizonte - 1988.
8. VIANA, F.C. ; LAENDE R, F.C. & AGUIAS, B.A, Manual Técnico - Desinfetantes e
desinfecção. Belo Horizonte - MG , 1972.
86
Técnica Hospitalar
Rotina. Higiene. Infecção hospitalar. Injeções. Tricotomia. Fluidoterapia.
Monitoramento cardíaco e respiratório. Acompanhamento de animais
hospitalizados: exame clínico, colheita e remessa de material,
interpretação de exames complementares, diagnóstico e prognóstico,
aplicação das técnicas terapêuticas adequadas. Pré e pós operatórios.
Bibliografia:
1.
2.
3.
4.
BIRGEL,H.; BENE SI,F.J., PATOLOGIA CLINICA VETERINÁRIA. 1982
DOXEY,D.L, PATOLOGIA CLÍNICA E MÉTODO S DE DIAGNÓSTICO S, 1985.
KEL LY,W.R., DIAGNÓSTICO CLÍNICO VETERINÁRIO, 1986
RE SE M B E R G, G. EXAME CLÍNICO DOS BOVINOS, 1983.
5. SE RE M, ENFERMIDADE S DE LOS ESTÔMAG O S DE LOS BOVINOS. TOMO I.
ANATOMIA TOPOGRÁFICA, FISIOLOGIA. SEMIOLOGIA,
6. LORENZ, M.D., CORNELIUS, L.M, DIAGNÓSTICO CLÍNICO E TRATAMENTO
EM PEQUENO S ANIMAIS, 1989
7. KELLY W.R., DIAGNÓSTICO CLÍNICO VETERINÁRIO, 1986
8. DOXEY, D.L., PATOLOGIA CLÍNICA E MÉTODO S DE DIAGNÓSTICO. 1985
9. GREENE,C.E., CLINICAL, MICROBIOLOGICAL AND INFECTIONS. DISEA S E S
OF THE DOG AND CAT. 1984
10. ARCHIBALD,J., TRAUMATOLOGIA CANINA, 1977
11. JENININGS,P.B., THE PRATICE OF LARGE ANIMAL: SURG E RY, 1984
12. KER SJE S, A.W.,NEMETH,F.;RUTGER S,J.E., ATLAS DE CIRURGIA DE
GRANDE S ANIMAIS, 1986
13. BEER,J., ENFERMIDADE S INFECCIOSA S DE LOS ANIMALE S DOMÉ STICO S,
1983
14. GUBBS,E.P.J. ENFE RM E DA D E S
VIRICAS
DE LOS ANIMALE S
DE
ABASTO,1987
15. MAYR,A.;GURER R EI RO,M.G., VIROLOGIA VETERINÁRIA, 1972
SI STEMA DE AVALIAÇÃO DO PROC E S S O DE EN SINO E
APR ENDIZAGEM
O curso de Medicina Veterinária possui uma amplitude e variabilidade de formas de
avaliação de seus discentes. O s alunos serão avaliados por meio de provas dissertativas,
discursivas, portfolio, trabalhos, relatórios, decisões tomadas em aulas práticas, avaliação
oral, escrita, indicativa, enfim, conforme couber à disciplina ministrada. O desempenho
mínimo parta a aprovação direta é de nota 7,0, em escala de zero a 10,0. Alunos com
notas entre 5,0 e 7,0 poderão fazer a prova final, que valerá 40 % da média anual, frente a
60 % da média geral obtida no semestre. O aluno ainda poderá substituir a nota menos
58
nessa prova final. Nota inferior a 5,5 na média final acusará a reprovação ao aluno, e nota
maior a sua aprovação.
O aluno poderá ter 25 % de faltas, onde os atestados médicos deverão ser
entregues em até 72 horas do termino da licença, para submeter-se ao crivo da junta
médica oficial. As aulas faltadas a mais dos 25 % e abonadas as faltas, permitem com que
essas aulas perdidas deixem de existir no currículo do aluno, sendo então refeito o calculo
das 25 % de faltas em cima das aulas realmente válidas.
59
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
O estágio supervisionado é um período destinado ao discente adquirir experiencia
profissional, colocar
seus
conhecimentos
em
pratica para
polimento de
seu
comportamento profissional.
O estágio supervisionado será realizado no 10º período do curso, quando então, se
terá concluído toda a matriz curricular. Este estágio visa a complementação prática do
curso, acompanhando novas realidades, inserir o discente no mercado de trabalho,
aproximando-o dos futuros colegas de profissão. Também tem por objetivo primordial,
amadurecer o senso crítico e as tomadas de decisões do egresso.
Para tanto, o aluno deverá escolher uma área afim, contactar o professor da
disciplina relacionada para obter orientação, ser aprovado na seleção de orientados
quando o número de alunos for maior que o de vagas por professor. Contactar o local de
estágio, desde que haja convênio com a UFAL, ou então que se busque firmar esse
convênio em tempo do inicio do estágio. Haverá um professor orientador e o profissional
no local de estágio como supervisor das atividades. Este estágio deverá ter duração
mínima de 400 horas, podendo ser fracionado entre uma e três grandes áreas de
atividade. Dentre as grandes áreas de estágio estão:
1. Clínica de Pequenos Animais;
2. Clínica de Grandes Animais;
3. Cirurgia;
4. Inspeção Sanitária;
5. Zootecnia;
6. Reprodução;
7. Ciências Veterinárias.
Deste estágio, será elaborado um relatório de atividades, o qual deverá relatar as
atividades desenvolvidas, descrever alguns casos práticos com busca de literatura,
apresentando discussão do caso, trazer a bibliografia consultada e estar nos padrões de
acordo com a ABNT vigente.
60
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) poderá ser realizado como derivado ou
ter relação com o estágio supervisionado, ou trabalho de pesquisa, monografia de área
aplicada da medicina veterinária, trabalho de extensão ou demais formas apreciadas e
aprovadas pelo colegiado de curso. As normas serão ainda definidas por colegiado
específico. Este TCC tem por finalidade avaliar as habilidades desenvolvidas no curso,
desde a busca bibliográfica pela pesquisa, concatenação das idéias, organização dos
fatos, conclusões tomadas e decisões escolhidas, além de sua postura no momento de se
defender uma opinião, idéia ou decisão. Este TCC será o documento de aptidão ao
egresso exercer a profissão. Valerá a carga horária de 120 horas aula, computadas após
a realização e aprovação do estágio. A correção e avaliação do TCC também estará
vinculada à realização do estágio curricular supervisionado.
O aluno deverá apresentar seu TCC a uma banca composta pelo seu orientador e
no mínimo dois professores convidados de outra disciplina, outro departamento, outro
setor, outro pólo, campus, instituição, enfim, desde que com a anuência do orientador e
que as áreas estejam correlacionadas ao tema do TCC. A aprovação concederá carga
horária para o estágio e mais o TCC. A não aprovação, será discutida pela banca que
poderá recomendar refazer o TCC em determinado período; refazer o TCC em outra área;
reprovar o aluno, tendo que assim buscar nova orientação no semestre seguinte.
ATIVIDADES ACADÊMICAS COMPLEMENTARES
As Atividades Acadêmicas Complementares terão totalização de 400 horas,
possibilitando a flexibilidade esperada no curso e formação do futuro profissional, de
acordo com suas aspirações, sem perder o foco da formação generalista. Estas
Atividades Complementares visam envolver o alunado em atividades de rotina nos
laboratórios de maior afinidade, preparando-o a desenvolver habilidade prática sob
orientação do professor. Da mesma forma que será o diferencial deste curso na visão de
interiorização. Cada discente trará suas aspirações regionais a serem sanadas e
profissionalizadas a fim de retornar à sua cidade e contemplar as necessidades com
soluções diferenciadas de sua formação.
61
Para a Atividade Complementar, serão consideradas todas as atividades
extracurriculares ou optativas que o alunado desenvolveu no curso. Essas atividades
passarão por uma banca de avaliação no colegiado de curso, a fim de conceder as cargas
horárias máximas permitidas a cada tipo de atividade ou rejeitar as atividades. No caso de
rejeição, o aluno será informado de suas pendências, com a opção de corrigi-las ou
reabilitar outra fonte de carga horária para o item Atividades Complementares. A
apresentação desta documentação será divulgada por meio de edital próprio interno,
fixando datas e condições de apresentação da documentação.
As monitorias, atividades de extensão, estágios não terão matrícula, e seu
exercício dependerá da abertura de edital, bolsa, projeto, desenvolvimento de linha de
pesquisa. O professor relatará sua orientação no semestre, computando essas horas em
atividades de Extensão ou pesquisa, ou estagio. Os alunos podem se encaminhar a
qualquer tempo às atividades complementares conforme vá havendo o engajamento na
disciplina. Recomenda-se que o professor não atenda a mais de cinco alunos por vez e a
mais de 20 alunos por semestre. Nada impede que o aluno cumpra mais de uma atividade
complementar por período, desde que não seja furtado o direito de outros alunos à
Atividade Complementar, ou seja, caso haja vagas disponíveis.
O controle e regulamentação das Atividades Complementares deverão ser
definidos pelo Colegiado de Curso, desde que contemple a valorização do horário fixado e
acordado com o professor orientador seja cumprido, o relatório final de suas atividades
seja elaborado pelo aluno e entregue pelo orientador a uma banca examinadora a fim de
avalizar os créditos e horas aula. Este relatório deverá conter as atividades realizadas,
resultados das rotinas (exames, laudos, pareceres, casos etc), folha de ponto do aluno,
desempenho acadêmico nas atividades avaliado pelo orientador.
Para tanto, o bojo das atividades complementares deverá ser constituído ao menos
por duas fontes de créditos, dentre:
a) Atividades complementares (práticas), na forma de acompanhamento da rotina
nos laboratórios profissionalizantes, a partir do 4º período;
b) monitoria acadêmica;
c) projetos de ensino, de pesquisa, de extensão e integrados;
d) programas de extensão e de formação complementar no ensino de graduação;
e) disciplinas optativas;
f) cursos de extensão;
62
g) eventos aprovados pelo Colegiado de Curso, como Congressos, Simpósios,
Seminários, apresentação de trabalhos científicos quando não computados na
letra b) deste;
h) estágios voluntários não obrigatórios.
As horas das Atividades Acadêmicas Complementares serão contabilizadas da
seguinte forma:
•
Até 160 horas
em Atividades
Complementares(práticas) de rotina de
laboratório, fracionada ao longo de 6 períodos;
•
Até 100 horas em Cursos de Extensão (conforme regulamentação específica do
colegiado de curso);
•
Máximo de 200 horas em Disciplinas Optativas;
•
Até 140 horas em monitoria acadêmica (conforme regulamentação específica
do colegiado de curso);
•
Até 180 horas em Projetos de Ensino, Pesquisa, Extensão e Integrados
(conforme regulamentação específica do colegiado de curso);
•
Até
200
horas
em
estágios
voluntários
não
obrigatórios
(conforme
regulamentação específica do colegiado de curso);
•
Até 120 horas em eventos conforme regulamentação específica do colegiado
de curso.
Desta feita, há uma infinidade de formas do aluno contabilizar as 400 horas em
Atividades Complementares. Vale ressaltar que elas estão vinculadas ao número de
horas mínimas exigidas e máximas permitidas por atividade, portanto, a carga horária
total não aproveitada na contabilização poderá ser expressa no diploma.
63
PESQUISA
As atividades de pesquisa a serem desenvolvidas ou com potencial de estarem
sendo possibilitadas no pólo Viçosa, estarão veiculadas às linhas de pesquisa dos
professores. Mas de forma geral, avaliando a realidade regional onde o pólo está inserido,
o
curso
possibilita pesquisas
nas
seguintes
áreas
aplicadas
diretamente ao
desenvolvimento e progresso do curso:
1. Anatomia Veterinária: Anatomia Comparada dos Animais Silvestres;
2. Bioquímica: Tratamentos Enzimáticos;
3. Genética: Mapeamento Genético:
4. Farmacologia: Utilização de fitoterapia na medicina veterinária;
5. Patologia: Leishmaniose em cães;
6. Melhoramento Genético: Desempenho Genético de Ovinos do Agreste;
7. Parasitologia: Levantamento Parasitológico e as zoonoses parasitárias;
8. Patologia Clínica: Hematologia Comparada; Achados de Contaminações por
Flebotomideos;
9. Higiene e Saúde Pública: Sanidade dos Animais Próximos aos Habitantes de
Viçosa; Despejo sanitário no rio Paraíba;
10.Obstetrícia: Antibioticoterapia pré-anestésica; Puerpério no sertão;
11.Cirurgia: Avanços na simplificação cirúrgica de controle de natalidade;
12.Epidemiologia: Levantamentos estatísticos integrados;
13.Clínica: Incidência e tratamentos naturais da região;
14.Inspeção de Produtos de Origem Animal: Condições sanitárias dos produtos de
origem animal consumidos em Viçosa e região.
Desta feita, faz-se necessária a imediata instalação mínima para o início das
atividades de pesquisa. As linhas de pesquisa aqui sugeridas são genéricas, onde o
professor da área correlata poderá estar inserindo suas pesquisas, envolvendo os alunos
de forma constante e de maneira contínua e crescente. Há uma expectativa que a cada
semestre, cerca de dez acadêmicos estejam sendo engajados em pesquisas científicas, e
isso corresponderá após cinco anos de curso, a 20% dos discentes em atividades de
pesquisa. A partir de então, as publicações do curso deverão ficar na ordem de seis ao
ano se considerarmos a pior das hipóteses.
64
EXTENSÃO
A extensão não deve andar dissociada da Pesquisa. Essa intima relação pretende
trazer os levantamentos estatísticos dos programas de extensão para a publicação
científica. Isto confere aplicação direta da atuação da Universidade como promotora do
conhecimento. Dentre os ramos previstos de Extensão voltados ao curso de Medicina
Veterinária, destacam-se:
1. Rádio Veterinária – comunidade em geral;
2. Conscientização de Bem Estar Animal – crianças de 1º grau;
3. Revitalização do Rio Paraíba – população ribeirinha, municípios e chácaras às
margens;
4. Curso de extensão em Anatomia dos Animais Silvestres e Exóticos de interesse
comercial (Avestruz, Capivara, Javali, Jacaré, Rãs) – voltado a veterinários, alunos
da UFAL e de outras faculdades, técnicos do IBAMA, biólogos, zootecnistas,
agrônomos;
5. Curso de extensão de Comportamento Animal – interessados de forma geral;
6. Curso de extensão em Bem Estar Animal – interessados de forma geral;
7. Curso de extensão de Anatomia Veterinária Palpatória – médicos veterinários,
alunos de medicina veterinária, zootecnistas;
8. Curso de extensão de alterações morfológicas e embrionárias decorrentes de
intoxicações (teratologia) - médicos veterinários, alunos de medicina veterinária,
zootecnistas;
9. Curso de extensão de medicina legal forense – médicos veterinários, alunos de
medicina veterinária;
10.Projeto de extensão de museu anatômico (inclusive itinerante) – interessados de
forma geral;
11.Projeto de
produção
ultrasonográficos
de
- médicos
peças
anatômicas
criodesidratadas
veterinários, alunos
de
medicina
em
cortes
veterinária,
zootecnistas, IBAMA, Polícia Ambiental;
12.Projeto de extensão de atualização médica veterinária em abordagens clínicocirúrgicas - médicos veterinários, alunos de medicina veterinária;
65
15.Curso de Inseminação Artificial – interessados de forma geral;
16.Curso de Casqueamento – interessados de forma geral;
17.Curso de Doma racional – interessados de forma geral;
18.Campanhas de Vacinação contra a febre aftosa e raiva – comunidade em geral;
19.Tecnologia de processamento e higiene dos produtos de origem animal –
consumidores.
20.Controle Populacional de cães e gatos
21.Educação para proprietários de animais de tração
22.Plantas medicinais na bacia do rio Paraíba
23.Monitoramento microbiológico da água e ações de educação sanitária para
melhoria da qualidade de vida da população rural de Viçosa - AL
24.A Universidade vai à escola.
25.Campanha educativa sobre plantas tóxicas no município de Viçosa – AL.
Neste processo de atividades de extensão, o alunado estará diretamente envolvido
na constante troca de saberes entre Universidade e Comunidade, mediante às atividades
complementares de rotina de laboratório, que servirá de portas para a monitoria, estágio,
cursos e projeto específico de extensão ou pesquisa científica.
66
PÓS-GRADUAÇÃO E SIMBIOSE ACADÊMICA
Almeja-se criar até o final do quinto ano de instalação do curso, o primeiro curso
lato sensu em ciências Veterinárias. As áreas com maior possibilidade de serem
contempladas são:
1. Biotecnologia da Reprodução;
2. Obstetrícia Veterinária;
3. Clínica de Pequenos Animais;
4. Clínica de Grandes Animais;
5. Clínica Cirúrgica;
6. Melhoramento Genético.
Esta listagem segue a uma ordem natural e lógica das linhas de pesquisa e de
especialidades dos docentes. Os cursos de lato sensu devem seguir a uma linha de
atendimento profissional direto e às expectativas da comunidade. Assim, as disciplinas
mais acadêmicas, básicas, participam na formação dos pós-graduandos, mas não
constituirão um curso em específico.
Projeta-se que a oferta seja anual de ao menos um curso, conforme a demanda,
repetindo-se após o término total do curso anterior iniciado, ou seja, um curso A só terá
nova turma após a conclusão dos seus trabalhos e monografias defendidas. O curso B
poderá se iniciar ao mesmo tempo ou em semestre alternado ao curso A, na forma de dar
continuidade às atividades de formação continuada dos egressos.
Quanto à simbiose acadêmica, trata-se da maximização do pólo Viçosa no âmbito
formador de opiniões. Neste ínterim, o pólo comporta:
1. Cursos itinerantes (extensão, pós-graduação, educação continuada);
2. Cursos a Distância, com nossos professores no papel de tutores;
3. Cursos de graduação presenciais;
4. Cursos técnicos.
Dentre os cursos de graduação presenciais que possam utilizar recursos da
medicina veterinária já instalada (esse aproveitamento de recursos se dará por meio de
equipamentos, pessoal técnico, corpo docente e infra estrutura), citamos:
1. Biomedicina;
2. Economia Doméstica;
3. Engenharia de Alimentos;
4. Nutrição;
5. Fonoaudiologia;
67
6. Tecnólogo em Radiologia.
Estes cursos deverão ser analisados em sua viabilidade, por meio do plano diretor
do pólo Viçosa.
DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO
Quanto ao Sistema de Avaliação do Curso de Medicina Veterinária do processo de
ensino-aprendizagem, será seguido o Regimento Geral da UFAL, Título III, Capítulo I,
Seção III, Artigos 41 ao 48.
Já para a avaliação do curso (auto-avaliação), este projeto prevê avaliações
semestrais por meio de questionário objetivo, aplicado nas diferentes instâncias do pólo e
sobre as diferentes instâncias do pólo de Viçosa. Estes questionários serão distribuídos
ao corpo docente, corpo técnico-administrativo, corpo discente. Estes dados serão
tabulados e gerarão um relatório semestral, que deve ser posto em discussão ao
colegiado de curso a fim de traçarem melhorias constantes e adequarem o curso à
realidade regional, em tempo hábil.
O colegiado de curso terá obrigatoriamente duas reuniões semestrais: uma no
início do semestre letivo e uma ao final. A estas reuniões obrigatórias devem comparecer
todos os professores lotados no pólo Viçosa. Já a reunião para ser discutido o relatório
dos questionários, será convocada pelo coordenador de curso.
A avaliação também se procederá mediante a analise dos relatórios das Atividades
Didáticas Complementares, entregues semestralmente. A Banca Examinadora enviará à
coordenação, um resumo das Atividades Didáticas Complementares.
A Coordenação de Pesquisa e Extensão enviará ao Coordenador do Curso,
relatório das atividades de pesquisa e extensão em atividade e desenvolvimento. Todo
esse material será discutido e avaliado para procederem as alterações necessárias no
momento oportuno do curso. A Direção Geral e Acadêmica do Campus Arapiraca
receberão cópias dos resumos e do parecer final do colegiado.
DO SISTEMA ACADÊMICO
68
O Sistema Acadêmico do Curso de Medicina Veterinária seguirá o determinado no
Regimento Geral da UFAL, Título III, Capítulo I, Seção II, Artigos 38 a 40. Observando o
descrito no Artigo 39 do mesmo documento, para que o aluno se matricule no semestre
subseqüente, os pré e co-requisitos deverão ter sido respeitados.
69
ANEXOS
CORPO DOCENTE DO CURSO DE MEDICINA VETERINÁRIA
Com essa dinâmica, reduzimos o número de professores da medicina Veterinária
de 35 para 14 professores (Viçosa possuirá seu próprio quadro de docentes), com uma
Carga Didática Semanal Média (CDSM) de 14,785 horas aula. A atividade acadêmica
complementar estará desenvolvendo as habilidades dos discentes envolvidos, haverá
treinamento ambulatorial e de rotina da disciplina em curso, sob orientação docente,
monitorada por rendimento do trabalho mediante apresentação do relatório, a fim de se
concederem os créditos.
A equipe assim constituída justifica-se por conta das características do curso, das
quais citam-se:
a) Projeto de interiorização com grande carga de atividades de extensão;
b) Inexistência de outro curso afim no mesmo pólo para divisão de professores
para disciplinas comuns;
c) Grande carga horária do curso como um todo;
d) Grande número de horas em atividades práticas com os alunos (diferencial do
curso);
e) Possibilidade do aluno orientar seu foco de formação, fugindo dos “currículos
enlatados”;
f) Início da discussão para a implantação do sistema de tutoria acadêmica;
g) Todos os professores terão oportunidade de ministrar disciplinas optativas de
seu interesse, complementares ao curso ou por solicitação discente. Os professores não
contemplados nesta distribuição prévia poderão sugerir suas disciplinas;
h) Flexibilidade para os alunos interagirem no período do curso, com os alunos de
outros campi, por meio de seminários, simpósios, trabalhos, extensão, pesquisa,
disciplinas optativas, estágios;
i) Atendimento a contento de todas as atribuições inerentes à função;
j) Projeto pedagógico prioriza a formação dos discentes, e é inteiramente focado na
qualificação profissional de forma intensiva ao longo do curso.
A distribuição da carga horária e disciplinas por professor, segundo a Resolução
nº22/84 – C.E.P.E., de 29 de Agosto de 1984, ficou assim disposta:
70
QUADRO DE PROFES SORE S PRÓPRIOS DE VIÇOSA
Professor
Disciplinas
Período do
curso
Semestre do
Ano
Cícero
Carlos
Matemática e Estatístíca
2° Semestre
1° do ano
Genética
Seminário Integrador II
Biofísica
Melhoramento Genético
Optativa*
6º Semestre
2° Semestre
3° Semestre
7° Semestre
Giuliano
Thiago
Annelise
4
2
1° do ano
3
1° do ano
2
2° do ano
3
2° do ano
3
2° do ano
1
Total C.H. professor
2
2
2
3
1
2
5
2
20
Seminário Integrador II
Ecologia
Anatomia II
Anatomia Topográfica
Anatomia I
2° Semestre
2° Semestre
4° Semestre
5° Semestre
3° Semestre
1° do ano
2
1° do ano
3
1° do ano
4
2° do ano
3
2° do ano
4
Total C.H. professor
2
2
2
1
2
Farmacologia
Seminário Integrador II
Química Geral
Toxicologia
Bioquímica
4° Semestre
2° Semestre
2° Semestre
7° Semestre
3° Semestre
1° do ano
4
1° do ano
2
1° do ano
5
2° do ano
3
2° do ano
4
Total C.H. professor
4
2
3
3
2
Patologia Especial
Seminário Integrador II
Biologia Geral
Histologia
Patologia Geral
6º Semestre
2° Semestre
2° Semestre
3° Semestre
5° Semestre
1° do ano
4
1° do ano
2
1° do ano
5
2° do ano
4
2° do ano
4
Total C.H. professor
2
2
3
2
3
6º Semestre
4° Semestre
3° Semestre
3° Semestre
1° do ano
1° do ano
2° do ano
2° do ano
4
4
3
4
2
Total C.H. professor
4
3
2
3
2
4° Semestre
8º Semestre
3° Semestre
9° Semestre
1° do ano
4
1° do ano
4
2° do ano
4
2° do ano
4
Total C.H. professor
3
3
3
3
2
2
2
2
20
4° Semestre
1° do ano
3
2
2
4° Semestre
1° do ano
5
3
4
5° Semestre
2° do ano
6
3
6
Professor 1 Doenças infecciosas
Microbiologia II
Imunologia
Microbiologia I
Optativa**
Professor 2 Fisiologia II
Teriogenologia I
Fisiologia I
Teriogenologia II
Professor 3
C.H. DisciC.H.teórica C.H.prática
plina
Alimentos e Alimentação
Animal
Nutrição
Zootecnia I (Avicultura-Suinocultura-Eqüideocultura)
4
4
22
4
4
4
2
26
2
2
2
20
20
Total C.H. professor
Professor 4 Tecnologia de POA
Forragicultura
Zootecnia II (Ovino-CapinoBovinocultura)
Optativa*
1
4
4
4
22
8º Semestre
4º Semestre
1° do ano
1° do ano
5
2
3
1
4
2
5° Semestre
2° do ano
6
3
6
2º do ano
1
Total C.H. professor
1
20
71
Professor 5 Clínica de ruminantes
Epidemiologia
Semiologia
Diagnóstico por imagem
Clínica de equídeos
Optativa*
Professor 6 Doenças micóticas
Doenças parasitárias
Parasitologia
Optativa****
Optativa**
7° Semestre
7° Semestre
5° Semestre
8° Semestre
8º Semestre
6º Semestre
6º Semestre
5° Semestre
1° do ano
4
1° do ano
3
1° do ano
3
2° do ano
2
2° do ano
3
2° do ano
1
Total C.H. professor
3
3
2
1
2
1
1° do ano
3
1° do ano
4
2° do ano
4
2° do ano
4
2° do ano
2
Total C.H. professor
3
3
2
4
2
2
2
2
2
20
2
4
20
Professor 7 Obstetrícia
Técnica Cirúrgica
Clínica cirúrgica
Anestesiologia
8º Semestre
6º Semestre
7° Semestre
5° Semestre
1° do ano
3
1° do ano
4
2° do ano
6
2° do ano
3
Total C.H. professor
3
2
3
2
Professor 8 Patologia clínica
Clínica de pequenos animais
II
Clínica de pequenos animais I
Ornitopatologia
Terapêutica
6º Semestre
1° do ano
4
3
2
8º Semestre
1° do ano
4
3
2
7° Semestre
7° Semestre
6º Semestre
2° do ano
4
2° do ano
2
2° do ano
3
Total C.H. professor
3
2
3
2
8º Semestre
9° Semestre
1° do ano
2° do ano
3
3
3
3
9° Semestre
2° do ano
3
3
9° Semestre
2° do ano
3
1º do ano
4
1º do ano
3
Total C.H. professor
2
4
3
7º Semestre
2° do ano
2
2
Higiene e saúde pública
8º Semestre
Inspeção (POA)
9° Semestre
Medicina Veterinária Preven9° Semestre
tiva
Optativa***
1° do ano
2° do ano
4
5
3
3
2° do ano
3
3
Professor 9 Bioinformática
Planejamento Agropecuário
Administração do agronegócio
Extensão e Cooperativismo
Optativa****
Optativa***
Professor
10
Deontologia e Leg. Médica
1° do ano
3
Total C.H. professor
4
6
2
22
20
2
20
2
4
3
20
Segue adiante, o encaixe de disciplinas optativas oferecidas pelos professores
indicados com asterisco. Trata-se de disciplinas optativas sugeridas como carga horária
mínima, a ser escolhida pelo professor de acordo com sua afinidade, e/ou interesse dos
discentes. Nada impede de ser oferecida outra disciplina de carga horária maior. Também
não restringe os demais professores a ofertarem disciplinas optativas, sejam estas ou
outras a serem criadas. Para complementação de carga horária, duas ou mais disciplinas
poderão ser combinadas em substituição a uma de carga horária maior.
72
Optativas distribuídas no
Legenda
Disciplinas optativas com C.H. de 1(uma)
*
hora/aula.
**
Disciplinas optativas com C.H. de 2(duas)
horas/aula.
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
***
Disciplinas optativas com C.H. de 3(duas)
***
Disciplinas optativas com C.H. de 4(duas)
*
horas/aula.
horas/aula ou mais.
•
•
•
•
•
•
curso
Bioética e Bem Estar
Animal
Podologia
Defesa Sanitária Animal
Técnica Hospitalar
Aviamento de Medicações
Forragens conservadas
Etologia
Economia Rural
Fisioterapia
Marketing Veterinário
Medicina Veterinária Alternativa
Perícia Veterinária Forense
Odontologia Veterinária
Oftalmologia Veterinária
Doenças dos Suínos
Educação Sanitária
Saneamento Ambiental
Microbiologia de Produtos
de Origem Animal
Marcadores Moleculares
no Melhoramento Animal
Anatomia de Animais Silvestres
Cultura de Animais de interesse comercial
Bioclimatologia
Animais Silvestres
Inglês Instrumental
Doenças Nutricionais e
metabólicas
Piscicultura e Ranicultura
Apicultura
C.H.
semestr
e
C.H.
semana
20
1
40
2
60
3
80
4
Post Scriptum : Viçosa = 28,57 alunos/professor meta MEC = 18 alunos/professor
73
Resumo das atividades docentes/professor
A seguir, um quadro resumo das atividades docentes em sala de aula dos
professores do campus Arapiraca pólo Viçosa, e sua relação com a variedade de
disciplinas, complementação de carga horária mínima semanal e oferta de disciplinas
optativas.
Professor
C.H.
seman
al
média
Número
disciplin
as
Número
optativa
s
Cícero
Carlos
10
6
1
Giuliano
11
5
0
Thiago
11
5
0
Annelise
13
5
0
Professor 1
10
5
1
Professor 2
10
4
0
Professor 3
10
3
0
Professor 4
10
4
1
Professor 5
10
6
1
Professor 6
10
5
2
Professor 7
11
4
0
Professor 8
10
5
0
Professor 9
10
6
2
Parecer
5 disciplinas distintas, 3 mesmo semestre, sobrecarga
de atividade em sala, optativa dependerá de oferta do
professor.
5 disciplinas, sendo 3 correlatas, 3 no mesmo
semestre, grande carga horária em sala, optativa
dependerá de oferta do professor.
5 disciplinas, sendo 4 correlatas, 3 no mesmo
semestre, grande carga horária em sala, optativa
dependerá de oferta do professor.
5 disciplinas, sendo 4 correlatas, 3 no mesmo
semestre, grande carga horária em sala, optativa
dependerá de oferta do professor.
5 disciplinas, sendo 4 correlatas e uma optativa para
complementação de carga horária para atingir a média
dos demais professores, optativa deverá ser ofertada
pelo menos uma vez ao ano..
4 disciplinas, sendo 2 pares correlatos, grande carga
horária em sala, optativa dependerá de oferta do
professor.
3 disciplinas, sendo 3 correlatas, grande carga horária
em campo, optativa dependerá de oferta do professor.
4 disciplinas, sendo todas distintas, optativa para
complementação de carga horária para atingir a média
dos demais professores, optativa deverá ser ofertada
pelo menos uma vez ao ano..
6 disciplinas, sendo todas distintas, optativa para
complementação de carga horária para atingir a média
dos demais professores, optativa dependerá de oferta
do professor.
5 disciplinas, sendo 2 correlatas, duas optativas para
complementação de carga horária para atingir a média
dos demais professores, optativa deverá ser ofertada
duas vezes ao ano.
4 disciplinas, sendo 2 correlatas, grande carga horária
no hospital veterinário, optativa dependerá de oferta
do professor.
5 disciplinas, sendo 2 correlatas, 3 no mesmo
semestre, grande carga horária em sala, optativa
dependerá de oferta do professor.
6 disciplinas, sendo todas distintas, sugere-se duas
optativas para complementação de carga horária para
atingir a média dos demais professores, optativa
deverá ser ofertada duas vezes ao ano. Como haverá
uma sobrecarga no 2º semestre do ano corrente, este
professor poderia vir de Arapiraca ou complementar a
carga horária dele com as disciplinas optativas,
justificando sua vinculação definitiva com Viçosa.
74
Professor
10
10
5
1
5 disciplinas, sendo 2 correlatas e uma optativa para
complementação de carga horária para atingir a média
dos demais professores, optativa deverá ser ofertada
pelo menos uma vez ao ano..
Desta forma, haverá todo ano, ao menos 6 (seis) disciplinas optativas garantidas para os
alunos cursarem e constituírem sua formação personalizada.
75
Lista de disciplinas
1 Administração do Agronegócio
2 Alimentos e Alimentação Animal
3 Anatomia Descritiva Animal I
4 Anatomia Descritiva Animal II
5 Anatomia Topográfica Animal
6 Anestesiologia
7 Biofísica
8 Bioinformática
9 Biologia Geral
3
3
4
4
3
3
3
3
36 Matemática e Bioestatística
5
4
7
4
3
4
4
2
2
4
3
4
3
3
20
3
4
4
4
2
1
3
4
3
3
5
6
5
37 Medicina Veterinária Preventiva
3
38 Melhoramento Animal
3
4
4
5
3
2
10 Bioquímica
11 Clínica Cirúrgica
12 Clínica Médica de Animais Domésticos Ruminantes
13 Clínica Médica de Eqüídeos
14 Clínica Médica de Pequenos Animais I
15 Clínica Médica de Pequenos Animais II
16 Deontologia e Legislação Médico Veterinária
17 Diagnóstico por Imagem
18 Doenças Infecciosas dos Animais Domésticos
19 Doenças Micóticas dos Animais Domésticos
20 Doenças Parasitárias dos Animais Domésticos
21 Ecologia
22 Epidemiologia
23 Estágio Curricular Supervisionado Obrigatório
24 Extensão Agropecuária e Cooperativismo
25 Farmacologia Veterinária
26 Fisiologia II
27 Fisiologia I
28 Forragicultura
29 Forragens Conservadas
30 Genética Animal
31 Higiene Veterinária e Saúde Pública e zoonoses
32 Histologia
33 Imunologia
34 Inspeção de Produtos de Origem Animal
35 Lógica, Informática e comunicação
39 Microbiologia I
40 Microbiologia II
41 Nutrição Animal
42 Obstetrícia Veterinária
43 Ornitopatologia
76
44 Parasitologia
45 Patologia Clínica
46 Patologia Especial
47 Patologia Geral
48 Planejamento Agropecuário
49 Produção do Conhecimento: ciência e não –ciência
50 Química
51 Seminário Integrador I
52 Seminário Integrador II
53 Semiologia
4
4
4
4
3
6
5
2
2
3
Sociedade, natureza e desenvolvimento: da realidade local a
54 realidade global
55 Técnica Cirúrgica
56 Tecnologia de Produtos de Origem Animal
57 Terapêutica Veterinária
58 Teriogenologia I
59 Teriogenologia II
60 Toxicologia
61 Zootecnia I (Avicultura-Suinocultura-Eqüideocultura)
62 Zootecnia II (Ovino-Capino-Bovinocultura)
6
4
5
3
3
4
3
6
6
77
QUE STIONÁRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CUR S O
AVALIADORE S: CO RPO DIS C ENTE
FOCO
: PROFE S SO R
IMPLEMENTAÇÃO DO CUR RÍCULO:
8.
Cumprimento dos conteúdos propostos no plano de ensino.
9.
Objetividade e clareza na transmissão dos conhecimentos.
0
1
2
3
4
5
0
1
2
3
4
5
0
1
2
3
4
5
0
1
2
3
4
5
10. Preparo e execução das aulas.
11. Utilização de formas diversificadas para a avaliação da aprendizagem.
12. Coerência com o conteúdo da disciplina e clareza nas questões da prova.
R ELACIONAMENTO COM O S ALUNO S:
13. Relação professor/aluno favorecendo o debate de idéias e o aprendizado.
14. Discussão dos erros e acertos dos alunos como forma de encorajamento para o seu
desenvolvimento
15. Resposta ao questionamento dos alunos
MOTIVAÇÃO À C APA CITAÇÃO DO S ALUNO S:
16. Apresentação de problemas e de situações reais relacionados ao conteúdo ministrado.
17. E sclarecimento da importância da disciplina e sua relação com outras áreas do conhecimento.
18. Incentivo ao desenvolvimento da capacidade de solução de problemas.
COMP ROMETIMENTO COMO EDUCADOR:
19. Procedimento correto frente ao comportamento inadequado dos alunos.
20. Aproveitamento do tempo previsto para cada aula.
21. Cumprimento do horário de início e término das aulas.
78
QUE STIONÁRIO DE AUTO-AVALIAÇÃO DO CUR S O
AVALIADORE S : CO RPO DIS C ENTE
CO RPO DOCENTE
FOCO
: INSTITUIÇÃO
INF RA E ST RUTU RA:
1.
O curso apresenta todos os laboratórios necessários para as aulas didáticas.
2.
O s laboratórios presentes, apresentam condições de aprendizado eficiente
3.
A biblioteca apresenta literatura básica ao curso
4.
A biblioteca esta em constante aquisição de livros
0
1
2
3
4
5
0
1
2
3
4
5
0
1
2
3
4
5
C O R P O TÉ CNICO-AD MINI ST R ATIVO:
•
O s funcionários demonstram esmero em seu trabalho.
•
O s funcionários buscam melhorias nas condições de trabalho.
•
O s funcionários reconhecem seu papel e importância para o sucesso do curso.
C O O R D E NA ÇÃO
•
O coordenador de curso busca constantemente a melhoria da qualidade do curso.
•
O coordenador atende as reivindicações que visem a melhoria do curso.
•
O coordenador do curso se esmera em fazer cumprir o plano pedagogico do curso.
79
Questionário de Auto-Avaliação do curso
Avaliadores: Corpo Docente
foco
: alunos
AO CU R S O
1.
O s alunos entendem qual seu papel no sucesso do curso.
2.
O s alunos demonstram criatividade na resolução de problemas
3.
O s alunos lutam por melhorias ao curso
0
1
2
3
4
5
0
1
2
3
4
5
0
1
2
3
4
5
P O STU RA
4.
O s alunos valorizam o dinheiro publico
5.
O s alunos se portam exemplarmente na comunidade
6.
O s alunos demonstram-se interessados em aprender mais do que é ensinado
7.
O s alunos apresentam ambição frente ao curso
8.
O s alunos planejam sua formação especifica
P E S Q UI S A E E XT EN S Ã O
9.
O s alunos se engajam nos projetos de extensão
10. O s alunos procuram trabalhar nas pesquisas com dedicação
11. O s alunos participam ativamente nas discussões dos projetos de extensão ou pesquisa.
12. O s alunos apresentam criatividade na execução dos trabalhos
80
