Araceli P.Oliveira

Arquivo
ARACELI PALMEIRA OLIVEIRA.pdf
Documento PDF (803.2KB)
                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
UNIDADE ACADÊMICA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
UFAL

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

CECA

ARACELI PALMEIRA OLIVEIRA

RENDIMENTO DA PARTE AÉREA DO FEIJOEIRO COMUM (Phaseolus vulgaris
L.) SUBMETIDA A DOSES DE MOLIBDÊNIO E COBALTO

RIO LARGO
2011
1

ARACELI PALMEIRA OLIVEIRA

RENDIMENTO DA PARTE AÉREA DO FEIJOEIRO COMUM (Phaseolus vulgaris
L.) SUBMETIDA A DOSES DE MOLIBDÊNIO E COBALTO

Trabalho
Curso

de

apresentado

Acadêmica

Centro

Conclusão

de

à

Unidade

de

Ciências

Agrárias como parte dos requisitos
para obtenção do título de Engenheiro
Agrônomo.

Orientador: Aloísio Gomes Martins

RIO LARGO
2011
2

DEDICATÓRIA

A Deus, que me concedeu o dom da vida e forças para vencer; aos meus pais
Maria Marta Palmeira Pereira e José Geraldo de Oliveira, aos meus irmãos Andrey
e Andreza, à minha avó Aidê Pereira Palmeira, aos meus amigos e a todos aqueles
que estiveram presentes em força e pensamento;

3

“É melhor tentar e falhar, que
preocupar-se e ver a vida passar;
é melhor tentar, ainda que em vão,
que sentar-se fazendo nada até o final.
Eu prefiro na chuva caminhar,
que em dias tristes em casa me esconder.
Prefiro ser feliz, embora louco,
que em conformidade viver...”
Martin Luther King
4

AGRADECIMENTOS

À Universidade Federal de Alagoas, por me proporcionar a realização do
curso superior em Agronomia do Centro de Ciências Agrárias desta Universidade,
pela oportunidade de concessão do Título de Bacharel em Agronomia;
A todos os servidores do Centro de Ciências Agrárias da UFAL;
Ao professor Aloísio Gomes Martins pela orientação e amizade desde a
graduação, contribuindo com ensinamentos valiosos para minha formação
profissional;
Aos professores da graduação em Agronomia pelos valiosos ensinamentos
repassados;
Aos meus pais pelo incentivo e sacrifícios que fizeram por minha formação;
Aos amigos, Amabílio Joelson, Alysson Jalles da Silva, Ellen Rebecca Lopes
de Oliveira, Luana Torres e Nayane Michelle Bezerra dos Santos pela inestimável
contribuição, na condução e elaboração deste trabalho;
Aos colegas da graduação em Agronomia, pelo convívio durante a realização
da graduação;
Em especial, aos amigos: Cristiane Mércia Lúcio da Silva, Magno Salustiano
Siqueira e Ortência Alencar Costa, pela constante ajuda, pela amizade e pelo
companheirismo.
A todos aqueles que contribuíram com este trabalho.

5

RESUMO

O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes doses de
molibdênio e cobalto sobre o rendimento da parte aerea do feijoeiro. O feijoeiro
comum (Phaseolus vulgaris L.), pertencente à classe Dicotiledoneae, família
Leguminosae, subfamília Papilionoidae, gênero Phaseolus e espécie Phaseolus
vulgaris L., é a espécie mais cultivada do gênero Phaseolus, sendo cultivado em
aproximadamente 100 países, destacando-se a Índia, o Brasil, a China, os Estados
Unidos e o México, dos quais o Brasil é o maior produtor, seguido pelo México. O
presente trabalho foi desenvolvido na Casa de Vegetação do Centro de Ciências
Agrárias, localizado no município de Rio Largo, Estado de Alagoas. O delineamento
experimental foi em blocos ao acaso com 16 tratamentos e 3 repetições, disposto
em esquema fatorial 2 x 4, constituídos de quatro doses de molibdênio (0, 40, 80 e
120 g ha-1) e cobalto ( 0, 4, 8 e 12 g ha-1), e cada parcela foi constituída por 2 vasos,
totalizando 48 parcelas. As fontes de molibdênio e de cobalto utilizadas foram o
molibdato de sódio (Na2MoO4.2H2O) e o cloreto de cobalto (CoCl2.6H2O),
respectivamente. No decorrer do trabalho houve diferenças significativas em
algumas das variáveis avaliadas, mas ao se observar o resultado final, há um
aumento em todas as variáveis de produção.
Palavras-chave: Papilionoidae, molibdato de sódio e cloreto de cobalto.

6

ABSTRACT

This study aimed to evaluate the effect of different doses of molybdenum and
cobalt on the income of the aerial part of the bean. The common bean (Phaseolus
vulgaris L.) belonging to the class Dicotiledoneae, family Leguminosae, subfamily
Papilionoidae, Phaseolus genus and species Phaseolus vulgaris L., is the most
widely cultivated species of the genus Phaseolus, being cultivated in about 100
countries, highlighting the India, Brazil, China, the United States and Mexico, of
which Brazil is the largest producer, followed by Mexico. This study was conducted in
the greenhouse of the Agricultural Science Center, located in Rio Largo, State of
Alagoas. The experimental design was randomized blocks with 16 treatments and 3
replications in a factorial 2 x 4, consisting of four doses of molybdenum (0, 40, 80
and 120 g ha-1) and cobalt (0, 4, 8 and 12 g ha-1), and each plot consisted of two
vessels, totaling 48 plots. The sources of molybdenum and cobalt used were sodium
molybdate (Na2MoO4.2H2O) and cobalt chloride (CoCl2.6H2O), respectively. During
the study, there were significant differences in some of the variables, but by
observing the end result, there is an increase in all production variables.
Keywords: Papilionoidae, sodium molybdate and cobalt chloride.

7

LISTAS DE ILUSTRAÇÕES

Figura 1 Unidades experimentais utilizadas na realização do trabalho...............13
Figura 2 Área foliar (cm²) do feijão comum correspondente aos tratamentos....24
Figura 3 Massa seca dos folíolos correspondentes aos tratamentos................27
Figura 4 Massa seca dos pecíolos, correspondente aos tratamentos...............29
Figura 5 Massa seca do caule (mg), correspondente aos tratamentos..............31
Figura 6 Massa seca total correspondente aos tratamentos.............................33
Figura 7 Massa Seca das vagens correspondente aos tratamentos..................36

LISTA DE QUADROS

Quadro 1 Característica química do solo da área experimental............................ 18
Quadro 2 Descrição dos tratamentos utilizados no experimento.......................

19

Quadro 3 Quadrados médios e coeficientes de variação obtidos na análise de variância para
rendimento
do
feijoeiro
em
função
de
doses
de
molibdênio
e
cobalto..........................................................................................................22
Quadro 4 Tratamentos em relação a àrea foliar................................................... 23
Quadro 5 Tratamentos em relação à massa seca dos folíolos..........................

25

Quadro 6 Tratamentos em relação à massa seca dos pecíolos........................

27

Quadro 7 Tratamentos em relação à massa seca do caule............................... 30
Quadro 8 Tratamentos em relação à massa seca total.....................................

32

Quadro 9 Tratamentos em relação à massa seca das vagens........................... 34

8

SUMÁRIO

1

INTRODUÇÃO........................................................................10

2

REVISÃO DE LITERATURA...................................................13

2.1

Feijoeiro Comum...................................................................13

2.2

Molibdênio e Cobalto............................................................14

2.3

Tratamento de Sementes......................................................17

3

MATERIAL E MÉTODOS.......................................................18

4

RESULTADOS E DISCUSSÃO..............................................22

4.1

Área Foliar.............................................................................23

4.2

Peso Seco dos Folíolos.......................................................25

4.3

Peso Seco dos Pecíolos...................................................... 27

4.4

Peso Seco do Caule.............................................................29

4.5

Peso Seco Total................................................................... 32

4.6

Peso Seco das Vagens........................................................ 34

5

CONCLUSÃO........................................................................ 37

6

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..................................... 38

7

ANEXO.................................................................................. 44

9

1 INTRODUÇÃO

O

feijoeiro

comum

(Phaseolus

vulgaris

L.),

pertencente

à

classe

Dicotiledoneae, família Leguminosae, subfamília Papilionoidae, gênero Phaseolus e
espécie Phaseolus vulgaris L., é a espécie mais cultivada do gênero Phaseolus, que
ainda inclui P. coccineus, P. acutifolius, P. lunatus, contribuindo com 95% da
produção mundial de feijões, sendo cultivado em aproximadamente 100 países,
destacando-se a Índia, o Brasil, a China, os Estados Unidos e o México, dos quais o
Brasil é o maior produtor, seguido pelo México (YOKOYAMA, 2002).
O feijão é um excelente alimento, fornecendo nutrientes essenciais ao ser
humano, como proteínas, ferro, cálcio, magnésio, zinco, vitaminas (principalmente
do complexo B), carboidratos e fibras. Representa a principal fonte de proteínas das
populações de baixa renda e constitui um produto de destacada importância
nutricional, econômica e social. Além de ser um dos alimentos mais tradicionais na
dieta alimentar do brasileiro. Portanto, a sua contribuição como fonte de proteína e
caloria é bastante significativa. Quanto ao aporte de calorias, o feijão ocupa o
terceiro lugar entre os alimentos consumidos, totalizando 11,2% das calorias
ingeridas por dia (SOARES, 1996).
O feijão é uma leguminosa de grande importância na economia brasileira
tanto por questões sociais, relacionadas com seu papel na alimentação humana, por
ser uma alternativa de exploração econômica para propriedades rurais, inclusive as
pequenas e por ser uma alternativa que ocupa mão-de-obra menos qualificada.
O Brasil é o maior produtor e consumidor mundial de feijão comum
(Phaseolus vulgaris L.), produzindo entre 2,7 e 3,2 milhões de toneladas em área
que varia entre 2,7 e 4,2 milhões de hectares (COSTA & PINHEIRO, 2005, ZUPPI et
al., 2005, HETZEL, 2006). A produção nacional é suficiente para o abastecimento
interno desse produto, componente tradicional da dieta básica da população
brasileira, cujo consumo per capita atual é estimado entre 11,0 e 12,8 kg ao ano.
Apesar do expressivo declínio de consumo, o feijão detém um importante papel na

10

segurança alimentar do país, representando cerca de 3% do PIB agrícola (COSTA &
PINHEIRO, 2005).
O molibdênio (Mo) tem sua principal atuação no processo de fixação biológica
do nitrogênio (FBN) e em outros processos fisiológicos das plantas superiores. O
Molibdênio participa ativamente como cofator integrante nas enzimas nitrogenase,
redutase do nitrato e oxidase do sulfato, e está intensamente relacionado com o
transporte de elétrons durante as reações bioquímicas. O teor de Molibdênio total no
solo encontra-se na faixa de 0,5 a 5,0 mg kg-1, onde ocorrem nas seguintes fases:
solúvel na solução do solo, adsorvido na fração coloidal, retido na rede cristalina dos
minerais primários e quelado à matéria orgânica.
Em condições de pH extremamente baixo, o Molibdênio existente na solução
do solo encontra-se predominantemente em forma não dissociada de ácido
molíbdico (H2MoO4). Com o aumento do pH, o H2MoO4 se dissocia em (HMoO4-) e,
posteriormente, a molibdato (MoO42-), o qual se torna a forma predominante em
solos de pH neutro e alcalino. O suprimento para as plantas é feito principalmente na
forma de MoO42-, presente na solução do solo, via fluxo de massa.
As respostas das plantas à aplicação de molibdênio têm se mostrado
variáveis entre as espécies e mesmo entre as cultivares da mesma espécie. Esse
comportamento é conseqüência das variações na capacidade de absorção,
translocação, acúmulo no tecido e utilização do nutriente pela planta. Entretanto, em
termos gerais, o feijoeiro responde positivamente à aplicação de molibdênio,
proporcionando incrementos à produção em resposta à aplicação do micronutriente.
O Cobalto (Co) é indispensável à produção do feijoeiro quando a necessidade
em nitrogênio está sendo suprida através da associação biológica feijoeiro-bactéria,
já que esta última depende do Cobalto para seus mecanismos de fixação. Apesar de
serem conhecidos os efeitos benéficos do Cobalto nas leguminosas, não existem
recomendações precisas de doses do nutriente para o feijoeiro em aplicações
foliares.

11

O presente trabalho teve o objetivo de avaliar efeitos do tratamento de
sementes de feijão, com os micronutrientes cobalto e molibdênio, isoladamente e
combinados entre si, sobre o rendimento da parte aérea do feijoeiro.

12

2 REVISÃO DE LITERATURA

2.1 Feijoeiro Comum
O feijão comum (Phaseolus vulgaris L.) é um alimento básico originário das
Américas, onde seu consumo diário representa um aporte protéico da ordem de 15 a
35% e calórico, de 340 kcal 100g-1. De grande importância para a dieta da
população latino-americana, principalmente em razão do seu menor custo, o feijão
pode ser consumido até três vezes por dia (YOKOYAMA et al., 1996; MORALESGARZON, 2000).
O feijoeiro comum (Phaseolus vulgaris L.) é a espécie mais cultivada entre as
do gênero Phaseolus. Considerando todos os gêneros e espécies englobados como
feijão nas estatísticas da FAO, este envolve cerca de 107 países produtores em todo
o mundo. Considerando somente o gênero Phaseolus, o Brasil é o maior produtor,
seguido do México.
O cultivo dessa leguminosa é bastante difundido em todo o território nacional,
no sistema solteiro ou consorciado com outras culturas. É reconhecida como cultura
de subsistência em pequenas propriedades, muito embora tenha havido, nos últimos
20 anos, crescente interesse de produtores de outras classes, adotando tecnologias
avançadas, incluindo a irrigação e a colheita mecanizada. O sistema de
comercialização é o mais variado possível, com predomínio de um pequeno grupo
de atacadistas que concentra a distribuição da produção, gerando, muitas vezes,
especulações quando ocorrem problemas na produção. Com a informatização, os
produtores terão maior facilidade de acesso às informações de mercado, criando
melhores possibilidades de comercialização do produto, e, conseqüentemente,
gerando maior renda. A falta de informação para a comercialização do produto é um
dos pontos de estrangulamento da cadeia produtiva desta cultura.
De acordo com Costa & Pinheiro (2005), o feijoeiro é cultivado em todos os
estados da federação, em três safras por ano. A primeira, semeada de setembro a
novembro e colhida de dezembro a fevereiro, cultivados principalmente nos Estados
13

do Paraná, São Paulo e região centro-sul do Brasil; a segunda, semeada de
fevereiro a maio e colhida de maio a agosto, cultivada, principalmente pelos estados
da região nordeste, Minas Gerais, São Paulo e Goiás; e finalmente a terceira,
semeada em áreas irrigadas, de maio a junho e colhida de agosto a setembro,
quando os preços estão em alta.
Segundo Zuppi et al. (2005), o feijão ocupa 4,2 milhões de ha, classificandose em terceiro lugar, superado apenas pela soja e pelo milho. Nesta área são
produzidos 3,2 milhões de toneladas, com rendimento de 750 kg ha-1,
diferentemente dos dados apresentados por Costa & Pinheiro (2005), que apontam
área de 2,7 milhões de hectares para uma produção de 2,7 milhões de toneladas.

2.2 Molibdênio e Cobalto
O molibdênio outro micronutriente importante para a cultura do feijoeiro, pois,
possui dentre suas funções, a de melhorar o aproveitamento do Nitrogênio
atmosférico (VIEIRA et al., 1998).
Na planta o molibdênio participa como co-fator integrante nas enzimas
nitrogenase, redutase do nitrato e oxidase do sulfato, e está intimamente relacionado
com o transporte de elétrons durante as reações bioquímicas das plantas, sendo a
FBN seriamente afetada, quando ocorre deficiência de Molibdênio (LANTMANN,
2002). Por participar da estrutura e ser ativador de diversas enzimas, o molibdênio é
de fundamental importância a todos os vegetais.
No solo o molibdênio ocorre nas formas: não disponíveis, no interior dos
metais primários e secundários; disponível, retido nas argilas como o molibdênio e
disponível em função do pH e do nível de fósforo assimilável; na matéria orgânica e
também solúvel em água. A literatura aponta o molibdato como sendo o ânion
predominante nos solos e o mais importante para a nutrição de plantas.
As principais fontes de molibdênio são o molibdato de sódio e de amônio, o
ácido molíbdico e o trióxido de molibdênio (ALBINO & CAMPO, 2001).

14

O molibdênio é o nutriente mais estudado na cultura do feijoeiro (VIEIRA,
1998). A aplicação de pequenas quantidades de molibdênio, isolada ou em
combinação com outros nutrientes, tem aumentado a produção, o número de
nódulos e os teores de nitrogênio, de proteínas, de aminoácidos, de carboidratos, de
caroteno, de clorofila e de ácido ascórbico (BARBOSA FILHO et al., 1979). As
respostas das plantas à aplicação de molibdênio têm se mostrado variável entre as
espécies e mesmo entre os cultivares da mesma espécie. Tal comportamento é
conseqüência das variações na capacidade de absorção, translocação, acúmulo nos
tecidos e utilização do nutriente pela planta (PIRES et al., 2002).
Fatores que afetam a disponibilidade de molibdênio:
a) Maior disponibilidade acima de pH 7,0.
b) Deficiências de molibdênio têm maior probabilidade de ocorrerem solos
ácidos (pH menor que 5.5 ou 5,0). Quando o solo recebe calagem adequada, haverá
correção da deficiência, se os níveis desse micronutriente forem adequados.
c) Solos arenosos apresentam com mais frequência deficiência de molibdênio
do que os de textura média ou argilosos.
d) Doses pesadas de fertilizantes fosfatados aumentando a absorção de
molibdênio pelas plantas, ao passo que doses elevadas de fertilizantes, contendo
sulfato, podem induzir deficiência de molibdênio.
e) Molibdênio em excesso é tóxico, especialmente para animais sob pastejo.
O sintoma característico é forte diarréia.
f) O molibdênio também afeta o metabolismo do cobre. Animais sob pastejo
em áreas deficientes de molibdênio e com níveis elevados de cobre podem sofrer
toxicidade desse último. Animais tratados com forragem com alto teor de molibdênio
podem apresentar deficiência de cobre, levando à molibdenose.
De acordo com Marschner (1993), o molibdênio tem papel vital na fixação
simbiótica do N pelos rizóbios e exerce papel indispensável na assimilação do nitrato
absorvido do solo pelo feijoeiro. O suprimento adequado de molibdênio pode influir
15

positivamente na eficiência do Rhizobium no processo de fixação biológica do
nitrogênio (ARAUJO et al., 1987).
Com aplicação de molibdênio em plantas de feijão há um melhor desempenho
das mesmas, maior número de vagens, maior teor de nitrogênio nas folhas e maior
produção de grãos (OLIVEIRA et al., 1996). A aplicação de 75g/ha de Molibdênio via
foliar promoveu maior acúmulo de matéria seca nas hastes + ramos, folhas, vagens
e grãos do feijoeiro, o que resultou em acréscimo no rendimento de grãos, número
de vagens/planta, número de grãos/vagem e peso médio de 100 (LIMA, 1997).
Cobalto é essencial para a associação leguminosa-rizóbio, sendo exigido pelo
microorganismo. Se a leguminosa for adubada com nitrogênio mineral o Cobalto fica
dispensável.
Uso de cobalto justifica-se porque está relacionado à enzima cobaltine, que
catalisa as reações bioquímicas envolvidas no transporte de oxigênio para o interior
dos nódulos (CAMPO et al., 1999). Devido ao seu papel importante na fixação de
nitrogênio, fonte de Cobalto é considerada muito importante na produção de grãos
(OLIVEIRA et al., 1996).
O cobalto também influencia a absorção de nitrogênio por via biológica
porque faz parte da estrutura das vitaminas B12, necessárias à síntese de
leghemoglobina, que determina a atividade dos nódulos (SOMASEGARAN e
HOBEN, 1994; MENGEL e KIRKBY, 2001).
O cobalto não é especificamente considerado essencial para o feijoeiro,
entretanto, sabe-se que está intimamente ligado ao processo de fixação biológica de
nitrogênio (FBN) e, consequentemente, é essencial aos microrganismos fixadores de
nitrogênio (VIEIRA, 1998).
De acordo com Oliveira et al. (1996), o Cobalto é indispensável á produção do
feijoeiro quando a necessidade em Nitrogênio está sendo suprida através da
associação biológica feijoeiro-bactéria, já que esta última depende do Cobalto para
seus mecanismos de fixação. Entretanto, apesar de serem conhecidos os efeitos

16

benéficos do Cobalto nas leguminosas, não existem recomendações precisas de
doses do nutriente para o feijoeiro.

2.3 Tratamento de Sementes
O tratamento de sementes é outra alternativa para a aplicação de alguns
micronutrientes. A uniformidade de distribuição de pequenas doses que pode ser
aplicada com precisão é uma das grandes vantagens desse método de aplicação. É
uma tecnologia de comprovada eficiência mia aplicação de Molibdênio e também de
Cobalto em leguminosas, com vista à fixação biológica de nitrogênio. Sfredo, Borkert
e Castro (1996) obtiveram aumentos médios de produção de soja variando de 18 a
37% em relação ao tratamento apenas comum inoculante, pela aplicação de vários
produtos comerciais multinutrientes via tratamento de sementes em três locais no
Estado do Paraná. Os autores atribuíram esses resultados à presença do Molibdênio
nesses produtos.
Segundo Volkweiss (1991), existem três métodos principais para aplicação de
micronutrientes via sementes:
a) Umedecimento de sementes com solução contendo a quantidade desejada
de micronutriente.
b) Deixar as sementes de molho durante algumas horas em solução de
micronutrientes a 1-2%.
c) Peletização de sementes com carbonato de cálcio, fosfato, goma arábica e
micronutrientes.

17

3 MATERIAL E MÉTODOS

O presente trabalho foi desenvolvido na Casa de Vegetação do Centro de
Ciências Agrárias, localizado no município de Rio Largo, Estado de Alagoas. O solo
utilizado nos vasos foi coletado nas áreas experimentais do próprio Centro de
Ciências Agrárias. A análise química do solo está representada no Quadro 1 abaixo:
Quadro 1 – Característica química do solo da área experimental
Características
pH
P
K
K na CTC
Na
Na na CTC
Ca + Mg
Ca + Mg na CTC
Ca
Ca na CTC
Mg
Mg na CTC
Al
Al na CTC
H + Al
H + Al na CTC
S
T
V

Unidade
_
mg dm-3
mg dm-3
%
mg dm-3
%
cmolc dm-3
%
cmolc dm-3
%
cmolc dm-3
%
cmolc dm-3
%
cmolc dm-3
%
cmolc dm-3
cmolc dm-3
%

Valor
6
7,13
45
1,68
18
1,15
4
58,54
2,9
42,44
1,1
16,1
0,05
1,19
2,64
37,9
4,19
6,83
61,37

Como unidades experimentais foram utilizados vasos plásticos com
capacidade para 2,5 L e terra vegetal 140 L. Logo abaixo na figura 1 mostra as
ilustrações da unidades experimentais.

18

Figura 1. Unidades experimentais utilizadas no desenvolvimento do trabalho.
O delineamento experimental foi em blocos ao acaso com 16 tratamentos e 3
repetições disposto em esquema fatorial 2 x 4, constituídos de 4 doses de
molibdênio (0, 40, 80 e 120 g ha-1) e cobalto ( 0, 4, 8 e 12 g ha-1), e cada parcela foi
definida por 2 vasos, totalizando 48 parcelas. As fontes de molibdênio e de cobalto
utilizadas foram o molibdato de sódio (Na2MoO4.2H2O) e o cloreto de cobalto
(CoCl2.6H2O), respectivamente. No quadro 2 a representação dos tratamentos.
Quadro 2 – Descrição dos tratamentos utilizados no experimento
Tratamentos
Co0 + Mo0
Co0 + Mo1
Co0 + Mo2
Co0 + Mo3
Co1 + Mo0
Co2 + Mo0
Co3 + Mo0
Co1 + Mo1
Co1 + Mo2
Co1 + Mo3
Co2 + Mo1
Co2 + Mo2
Co2 + Mo3
Co3 + Mo1
Co3 + Mo2
Co3 + Mo3

Descrição
0g de cobalto e molibdênio
40g de molibdênio
80g de molibdênio
120g de molibdênio
4g de cobalto
8g de cobalto
120g de cobalto
4g de cobalto + 40g de molibdênio
4g de cobalto + 80g de molibdênio
4g de cobalto + 120g de molibdênio
8g de cobalto + 40g de molibdênio
8g de cobalto + 80g de molibdênio
8g de cobalto + 120g de molibdênio
12g de cobalto + 40g de molibdênio
12g de cobalto + 80g de molibdênio
12g de cobalto + 120g de molibdênio

19

O tratamento da semente com Molibdênio e Cobalto foi realizado meia hora
antes da semeadura. Logo após foi realizada a inoculação das sementes com
rizóbio. As sementes da testemunha não foram submetidas à imersão nas soluções
de molibdênio e cobalto e nem foram inoculadas.
As quantidades de molibdênio e cobalto eram pesadas em balança de
precisão e misturadas a 500 mL de água destilada. Era necessário mexer a solução
por alguns minutos para que ela ficasse bem homogênea.
Após isso, a solução era colocada nas plaquetas onde as sementes estavam
armazenadas e o tempo de imersão das sementes era de 10 minutos, tanto para o
molibdênio quanto para o cobalto, e o tempo era o mesmo independente das
concentrações das soluções.
Passados os 10 minutos, a solução era jogada fora e as sementes
permaneciam nas suas respectivas plaquetas.
Após a imersão, foi feita a inoculação das sementes, utilizando rizóbio
específico para feijão e goma arábica. A goma arábica era colocada numa
quantidade suficiente de água para que se tornasse gelatinosa com o objetivo de
aderir melhor o inoculante à semente. Foi colocada uma quantidade suficiente de
inoculante em cada tratamento e elas foram deixadas em repouso por alguns
minutos.
As sementes foram semeadas manualmente em sulcos de aproximadamente
5 cm de profundidade, utilizando-se 5 sementes por vaso, cujas plântulas, após duas
semanas da semeadura foram desbastadas, permanecendo 3 plantas por vaso.
A adubação utilizada na semeadura foi de 198 kg ha-1 da recomendação 10 –
60 – 40 (N - P2O5 - K2O), conforme os resultados de análise de solo.
Durante o desenvolvimento da cultura foram realizados os tratos culturais e
fitossanitários necessários à cultura do feijão e as irrigações foram realizadas
diariamente 2 vezes ao dia, colocando 250 mL por vaso.

20

A avaliação do efeito sobre o rendimento do feijoeiro foi realizada pela
determinação de área, matéria seca, massa seca da parte aérea da planta, definida
pelos seus componentes (caule, pecíolo e folíolos) e massa seca das vagens colhida
aos 60 dias após o plantio.
Realizou-se a análise de variância através do software Assistat, sendo as
médias dos tratamentos comparadas pelo teste de Tukey, a 1% e 5% de
probabilidade.

21

4 RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os quadrados médios obtidos da análise de variância dos resultados deste
trabalho encontram-se no Quadro 3, onde observa-se a significância do fator
molibdênio para variáveis: massa seca dos folíolos, massa seca das vagens e
massa seca total; com relação ao tratamento do cobalto para a variável massa seca
total e da interação molibdênio e cobalto para a área foliar, massa seca dos folíolos,
massa seca das vagens e massa seca total.
Quadro 3 – Quadrados médios e coeficientes de variação obtidos na análise de
variância para rendimento do feijoeiro em função de doses de molibdênio
e cobalto.

Variável

Bloco

Molibdênio

Cobalto

Interação
Mo vs Co

CV (%)

Área foliar

0,5185 ns

1,1148 ns

0,7665 ns

4.1279 **

14,47

P.S. Folíolos

0,4601 ns

12,5889 **

2,3718 ns

3,3746 **

16,35

P.S. pecíolos

2,2243 ns

0,7940 ns

0,8071 ns

1,8571 ns

40,13

P.S. caule

0,8822 ns

1,9937 ns

1,4710 ns

2,1576 ns

48,88

P.S. vagens

1,8779 ns

0,0446 *

1,5941 ns

3,8981 **

33,58

M.S. total

1,8297 ns

16,9161 **

3,6009 *

2,7547 *

13,47

2

3

3

9

G.L.

P.S. - Peso seco; M.S. - Massa seca; ns - não significativo, *, ** - significativo a 5 e a 1% de probabilidade, respectivamente.

22

4.1 Área Foliar
O desempenho obtido por cada tratamento em relação a área foliar está
apresentado logo abaixo no quadro 4.
Quadro 4 – Tratamentos em relação à área foliar
Tratamentos
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo1
Co0 + Mo1
Co0 + Mo1
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo3
Co0 + Mo3
Co0 + Mo3
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo1
Co1 + Mo1
Co1 + Mo1
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo3
Co1 + Mo3
Co1 + Mo3
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo1
Co2 + Mo1
Co2 + Mo1
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo3

Área Foliar
340,11
367,67
286,26
607,9
531
477,68
441,34
508,96
405
454,33
439,8
383,45
460,26
447,81
374,06
394,05
389,88
326,45
506,24
379,31
494,88
307,94
568,07
444,16
570,28
475,7
617,84
428,07
522,48
410,27
376,32
377,71
365,9
414,91
23

Co2 + Mo3
Co2 + Mo3
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo1
Co3 + Mo1
Co3 + Mo1
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo3
Co3 + Mo3
Co3 + Mo3

474,33
382,47
381,4
373,24
429,12
453,47
555,53
434,96
403,15
499,42
489,31
555,53
424,98
642

Abaixo a Figura 2 representa através do gráfico da Área Foliar e sua variação
de acordo com os tratamentos.

Área Foliar
700
600

Áreea (m²)

500
400
300
200
100
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo1
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo3
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo1
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo3
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo1
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo3
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo1
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo3

0

Tratamentos

Figura 2. Área foliar (cm²) do feijão comum correspondente aos tratamentos.
Os tratamentos isoladamente de molibdênio que obteve melhor desempenho
sobre a área foliar foi o Mo1, apesar de não ser significativo segundo o teste de
24

Tukey. O cobalto que apresentou melhor desempenho isolado foi o tratamento Co2,
apesar de não ter sido significativo.
Nas interações molibdênio e cobalto, o tratamento que apresentou melhor
rendimento foi o Co3+Mo3, havendo diferença significativa a 5% de probabilidade.

4.2 Massa Seca dos Folíolos
O desempenho obtido por cada tratamento em relação a massa seca dos
folíolos está apresentado logo abaixo no quadro 5.
Quadro 5. Tratamentos em relação à massa seca dos folíolos

Tratamentos
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo1
Co0 + Mo1
Co0 + Mo1
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo3
Co0 + Mo3
Co0 + Mo3
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo1
Co1 + Mo1
Co1 + Mo1
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo3
Co1 + Mo3
Co1 + Mo3
Co2 + Mo0

Massa Seca dos
Folíolos
840
920
590
1760
2210
2060
1390
1590
1570
1560
1230
1430
2090
1620
1760
1350
1510
1190
2150
1990
2000
1890
2090
1540
1630
25

Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo1
Co2 + Mo1
Co2 + Mo1
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo3
Co2 + Mo3
Co2 + Mo3
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo1
Co3 + Mo1
Co3 + Mo1
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo3
Co3 + Mo3
Co3 + Mo3

2360
1890
2470
2100
2020
1860
2870
1830
2290
2530
2090
1740
2040
1870
1840
1440
2540
1590
1630
2220
2160
1740
1740

A Figura 3 representa abaixo por meio do gráfico da massa seca dos folíolos
e sua variação de acordo com os tratamentos.

26

Massa Seca dos Folíolos
3500
3000
Peso (mg)

2500
2000
1500
1000
500
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo1
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo3
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo1
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo3
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo1
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo3
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo1
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo3

0

Tratamentos

Figura 3. Massa seca dos folíolos correspondentes aos tratamentos.
O molibdênio isolado foi significativo ao nível de 5% de probabilidade. E o
tratamento que obteve o melhor desempenho o Mo1. O cobalto não foi significativo,
mas o melhor tratamento foi o Co3.
A interação molibdênio e cobalto diferiu a 5% de probabilidade o melhor
desempenho foi o tratamento Co2 + Mo2.

4.3 Massa Seca dos Pecíolos
O desempenho obtido por cada tratamento em relação a massa seca dos
folíolos está apresentado logo abaixo no quadro 6.
Quadro 6. Tratamentos em relação à massa seca dos pecíolos
Tratamentos
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo1
Co0 + Mo1
Co0 + Mo1

Massa Seca dos Pecíolos
620
590
770
820
720
780
27

Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo3
Co0 + Mo3
Co0 + Mo3
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo1
Co1 + Mo1
Co1 + Mo1
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo3
Co1 + Mo3
Co1 + Mo3
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo1
Co2 + Mo1
Co2 + Mo1
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo3
Co2 + Mo3
Co2 + Mo3
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo1
Co3 + Mo1
Co3 + Mo1
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo3
Co3 + Mo3

1270
1200
1310
1380
1460
1350
1240
790
2260
1810
1140
1400
1500
1040
820
810
1090
740
1720
920
1240
2560
980
2400
920
810
710
1480
1350
700
810
1290
1200
680
1290
1420
1920
1010
120
2290
720
28

Co3 + Mo3

1370

A Figura 4 representa abaixo por meio do gráfico da massa seca dos pecíolos
e sua variação de acordo com os tratamentos.

Massa Seca dos Pecíolos
3000

Peso (mg)

2500
2000
1500
1000
500

Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo1
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo3
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo1
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo3
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo1
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo3
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo1
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo3

0

Tratamentos

Figura 4. Massa seca dos pecíolos, correspondente aos tratamentos.
O molibdênio isoladamente não foi significativo, mas o melhor desempenho
foi observado no tratamento com Mo3. O cobalto isoladamente também não foi
significativo, mas o melhor desempenho foi o Co1.
A interação molibdênio e cobalto foram mais bem constatados no tratamento
Co2+Mo1, mas esse resultado não foi significativo.

4.4 Massa Seca do Caule
O desempenho obtido por cada tratamento em relação a massa seca do caule
está apresentado logo abaixo no quadro 7.

29

Quadro 7. Tratamentos em relação à massa seca do caule

Tratamentos
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo1
Co0 + Mo1
Co0 + Mo1
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo3
Co0 + Mo3
Co0 + Mo3
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo1
Co1 + Mo1
Co1 + Mo1
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo3
Co1 + Mo3
Co1 + Mo3
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo1
Co2 + Mo1
Co2 + Mo1
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo3
Co2 + Mo3
Co2 + Mo3
Co3 + Mo0

Massa Seca do
Caule
350
630
260
1650
900
1800
340
400
760
690
350
520
630
1500
760
600
660
1050
930
740
1700
1260
1810
1540
600
1380
230
470
1380
290
2650
1250
1450
1530
1450
1060
1500
30

Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo1
Co3 + Mo1
Co3 + Mo1
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo3
Co3 + Mo3
Co3 + Mo3

960
440
2440
1360
390
750
1500
1570
1130
1220
410

A Figura 5 representa abaixo por meio do gráfico da massa seca do caule e
sua variação de acordo com os tratamentos.

Massa Seca do Caule
3000

Peso (mg)

2500
2000
1500
1000
500
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo1
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo3
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo1
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo3
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo1
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo3
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo1
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo3

0

Tratamentos

Figura 5. Massa seca do caule (mg), correspondente aos tratamentos.
O molibdênio isoladamente não foi significativo para o trabalho, mas o melhor
desempenho constatado foi no Mo1. O cobalto também não foi significativo, tendo
seu melhor desempenho com o Co3.
Na interação, o tratamento Co2 + Mo2 obteve o melhor resultado com relação
a massa seca do caule, porém não foi significativo segundo o teste Tukey.
31

4.5 Massa Seca Total
O desempenho obtido por cada tratamento em relação a massa seca dos total
está apresentado logo abaixo no quadro 8.
Quadro 8. Tratamentos em relação à massa seca total
Tratamentos
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo1
Co0 + Mo1
Co0 + Mo1
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo3
Co0 + Mo3
Co0 + Mo3
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo1
Co1 + Mo1
Co1 + Mo1
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo3
Co1 + Mo3
Co1 + Mo3
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo1
Co2 + Mo1
Co2 + Mo1
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2

Massa Seca Total
1810
2140
1620
4230
3830
4640
3000
3190
3640
3630
3040
3300
3960
3910
4780
3760
3310
3640
4580
3770
4520
3960
4990
3820
3950
4660
4660
5500
4460
4710
5430
4930
3990
32

Co2 + Mo3
Co2 + Mo3
Co2 + Mo3
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo1
Co3 + Mo1
Co3 + Mo1
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo3
Co3 + Mo3
Co3 + Mo3

5300
5330
3850
4050
4290
3510
4960
4090
4350
4260
4140
3910
5580
3680
3520

Figura 6 representa abaixo por meio do gráfico da massa seca total e sua
variação de acordo com os tratamentos.

Massa Seca Total
6000

Peso (mg)

5000
4000
3000
2000
1000
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo1
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo3
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo1
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo3
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo1
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo3
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo1
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo3

0

Tratamentos

Figura 6. Massa seca total correspondente aos tratamentos.

33

Isoladamente o molibdênio diferiu ao nível de 5% de probabilidade. O melhor
desempenho foi o Mo1. O cobalto, isoladamente, diferiu ao nível de 1% de
probabilidade, tendo o melhor desempenho com o Co1.
A interação entre molibdênio e cobalto diferiu ao nível de 1% de probabilidade
e o melhor desempenho foi constatado no tratamento Co3 + MO3.

4.6 Massa Seca das Vagens
O desempenho obtido por cada tratamento em relação a massa seca das
vagens está apresentado logo abaixo no quadro 9.
Quadro 9. Tratamentos em relação à massa seca das vagens
Tratamentos
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo1
Co0 + Mo1
Co0 + Mo1
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo3
Co0 + Mo3
Co0 + Mo3
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo1
Co1 + Mo1
Co1 + Mo1
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo3
Co1 + Mo3

Massa Seca das Vagens
4170
3320
2540
7410
4140
5400
4840
7620
8750
5890
960
0
4840
2280
6390
6440
3430
4120
5540
4270
5430
6030
3980
34

Co1 + Mo3
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo1
Co2 + Mo1
Co2 + Mo1
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo3
Co2 + Mo3
Co2 + Mo3
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo1
Co3 + Mo1
Co3 + Mo1
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo3
Co3 + Mo3
Co3 + Mo3

4670
5260
6320
4790
6390
7760
6000
3050
2730
4070
2610
2890
4960
3750
2220
2710
6300
4360
3120
3530
3920
3830
5950
5430
10220

A Figura 7 representa abaixo por meio do gráfico da massa seca das vagens
e sua variação de acordo com os tratamentos.

35

Massa Seca das Vagens
12000

Peso (mg)

10000
8000
6000
4000
2000
Co0 + Mo0
Co0 + Mo0
Co0 + Mo1
Co0 + Mo2
Co0 + Mo2
Co0 + Mo3
Co1 + Mo0
Co1 + Mo0
Co1 + Mo1
Co1 + Mo2
Co1 + Mo2
Co1 + Mo3
Co2 + Mo0
Co2 + Mo0
Co2 + Mo1
Co2 + Mo2
Co2 + Mo2
Co2 + Mo3
Co3 + Mo0
Co3 + Mo0
Co3 + Mo1
Co3 + Mo2
Co3 + Mo2
Co3 + Mo3

0

Tratamentos

Figura 7. Massa seca das vagens correspondente aos tratamentos.
Isoladamente o molibdênio diferiu a 1% de probabilidade e o melhor
desempenho foi o Mo2. O cobalto não foi significativo quando analisado
isoladamente, mas o melhor desempenho foi o Co1.
A interação molibdênio e cobalto foram significativos ao nível de 5% de
probabilidade, tendo o melhor desempenhou o tratamento Co3 + Mo3.

36

5 CONCLUSÕES

O cobalto foi o componente que mais se destacou no incremento relacionado
ao aumento da área foliar, do peso seco do caule. No peso seco dos pecíolos, o
cobalto também apresentou bons resultados, apesar de não diferir da testemunha. O
molibdênio apresentou resultados significativos relativo ao aumento do peso seco
dos folíolos. Tanto o cobalto quanto o molibdênio foram eficazes no aumento da
massa seca total da área foliar e no aumento da produção da massa seca das
vagens.
No decorrer do trabalho houve diferenças significativas em algumas das
variáveis avaliadas, mas ao se observar o resultado final, há um aumento em todas
as variáveis de produção.

37

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALBINO, U.B; CAMPO, R.J. Efeito de fontes e doses de molibdênio na
sobrevivência do Bradyrhizobium e na fixação biológica de nitrogênio em soja.
Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.36, n.3, p.527-534, 2001.

ANDRADE, M.J.B.; DINIZ, A.R.; CARVALHO, J.G.; LIMA, S.F. Resposta da cultura
do feijoeiro à aplicação foliar de molibdênio e às adubações nitrogenadas de
plantio e cobertura. Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v.22, n.4, p.499-508, 1998.

ARAUJO, G.A.A.; FONTES, L.A.N.; AMARAL, F.A.L. & CONDÊ, A.R. Influência do
molibdênio e do nitrogênio sobre duas variedades de feijão (Phaseolus
vulgaris L.). Revista Ceres, Viçosa, v.34, n.2, p.333-339, 1987.

ARF, O. et al. Manejo do solo, adubação e lâminas de água em feijoeiro
cultivado no período de inverno. In: CONGRESSO NACIONAL DE PESQUISA DE
FEIJÃO,7, 2002, Viçosa - MG. Resumos Expandidos. Viçosa: UFV, 2002. p.619-622.

BALBINO, L. C. et al. Plantio Direto. In: ARAÚJO, R. S. et al. (Coords.). Cultura do
Feijoeiro comum no Brasil. Piracicaba: Potafós, 1996. p. 301-352.

BRODRICK, S.J. et al. Seed analysis as a means of identifying micronutrient
deficiencies of Phaseolus vulgaris L. in the tropics. Trop. Agric., StAugustine,
v.72, n.4, p.277-284, 1995.

CAMARGO, P. N.; SILVA, O. Manual de adubação foliar. São Paulo: La Librería,
1975, 258p.
CAMPO, RJ; ALBINO, RB E HUNGRIA, M. (1999), Métodos de Aplicação de
micronutrientes na nodulação e fixação Biológica de N2 na soja - 1999.
Londrina: EMBRAPA-CNPSO. 7 pp (Documento Técnico n º 19).
38

CARVALHO,

E.G.;

nitrogênio,molibdênio

ARF,
e

O.;

SÁ,

M.E.;

BUZETTI,

inoculação

das

sementes

S.

Efeito

em

de

feijoeiro

(PhaseolusvulgarisL.) na região de Selvíria, MS. II – Qualidade fisiológica e
desempenho das sementes no campo. Científica, São Paulo, v.26, n.1, p.59-71,
1998.

CORRÊA, J. R. V.; JUNQUEIRA NETTO, A; REZENDE, P. M.; ANDRADE, L. A. B.
Efeitos de rhizobium, molibdênio e cobalto sobre o feijoeiro comum cv.
carioca. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v. 25, n. 4, 1990, p. 513-519. Cultivar de
feijão Talismã. Sete Lagoas: UFLA/UFV/EMBRAPA/EPAMIG, 2002. Folder

COSTA, A.G.C. da, PINHEIRO, B. da S.

Apresentação.

In: CONGRESSO

NACIONAL DE PESQUISA DE FEIJÃO, 8, 2005, Goiânia. Resumos expandidos.
Santo Antonio de Goiás: Safra Gráfica e Editora Ltda, 2005.

FERREIRA, A.C.B.; ARAÚJO, G.A.A.; CARDOSO, A.A.; FONTES, P.C.R.; VIEIRA,
C. Características agronômicas do feijoeiro em função do molibdênio contido
na semente e da sua aplicação via foliar. Acta Scientiarum: Agronomy, Maringá,
v.25, n.1, p.65-72, 2003.

FERREIRA, A. C. B. et al. Resposta do feijoeiro ao conteúdo de molibdênio na
semente e a adubação molíbdica via foliar. In: CONGRESSO NACIONAL DE
PESQUISA DE FEIJÃO,7, 2002a, Viçosa - MG. ResumosExpandidos. Viçosa: UFV,
2002. p.677-680.

GEPTS, P.; DEBOUCK, D.G. Origin, domestication, and evolution of the
common bean (Phaseolus vulgaris). In: SCHOONHOVEN, A. van; VOYSEST, O.
(Ed.). Common beans: research for crop improvement. Cali: CIAT, 1991. p.7-53.
GUIMARÃES, C. M. Relações hídricas. In: ARAÚJO, R. S. et al. (Coords). Cultura
do feijoeiro comum no Brasil. Piracicaba: Potafós, 1996. p.139-167.

39

HETZEL,

S.

A

produção

de

feijão

no

Brasil.

Disponível

em:

<http://www.unifeijao.com.br/feijao_do_brasil/feijao_dobrasil.htm>. Acesso em: 09
jun. 2011.

JACOB NETO, J.; ROSSETTO, C.A.V. Concentração de nutrientes nas
sementes: o papel do molibdênio. Floresta e Ambiente, Seropédica, v.5, n.1,
p.171-183, 1998.

JACOB-NETO, J.; FRANCO, A.A. Conteúdo de molibdênio nas sementes para
auto-suficiência do feijoeiro(Phaseolus vulgaris L.). An. Acad. Bras. Cienc., Rio
de Janeiro,v.58, n.3, p.508, 1986.

LANTMANN, A. F. Nutrição e produtividade da soja com molibdênio e cobalto.
Artigos Embrapa - Coletânea Rumos e Debates, 2002.

LIMA, S.F. Comportamento do feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) submetido à
aplicação foliar de doses de boro, molibdênio e zinco. Lavras: ESAL, 1997. 76p.
(Dissertação Mestrado).

MARSCHNER, H. Mineral nutrition of higher plants. 2.ed. London: Academic
Press, 1993. 889p.

MENGEL, K.; KIRKBY, E.A. Principles of plant nutrition. 5 ed. Dordrecht: Kluwer
Academic Publishers, 2001. 849p.

MORALES-GARZON, F. J.

Importância socio-económica del fríjol em la

América Latina. Palmira: CIAT, 2000.

40

OLIVEIRA, I. P. et al. Nutrição mineral e fixação biológica de nitrogênio. In:
ARAÚJO, R. S. et al. (Coord.). Culturado feijoeiro comum no Brasil. Piracibaba:
Potafós, 1996. p.169-221.

OLIVEIRA, I. P.; THUNG, M. D. T. Nutrição Mineral In: ZIMMERMANN, M. J. O. et al.
(Ed.) Cultura do Feijoeiro: fatores que afetam a produtividade. Piracicaba:
Potafós, 1988. p. 175-212.

OLIVEIRA, IP. ARAÚJO, RS E DUTRA, LG (1996), Nutrição mineral e fixação
Biológica de Nitrogênio na Cultura do feijoeiro-Comum no Brasil, Associação
Brasileira do Pará Pesquisa da potassa e do Fosfato, Piracicaba. pp 169-221.

OLIVEIRA, I.P.; ARAÚJO, R.S. & DUTRA, L.G. Nutrição mineral e fixação biológica
do nitrogênio. In: ARAÚJO, R.S.; RAVA, C.A.; STONE, L.F. & ZIMMERMANN,
M.J.O. (coords.). Cultura do feijoeiro comum no Brasil. Piracicaba: Potafós,1996.
p.169-216.

SFREDQ. O. J.; BORKERT, C. M.; CASTRO, C. de. Efeito de micronutrientes
sobre a produção de soja em três solos do Estado do Paraná. Informações
Agronômicas. Piracicaba, o. 75, p. 2-3, seI. 1996.

SILVA, F. DE A. S. E. & AZEVEDO, C. A. V. DE. Principal Components Analysis
in the Software Assistat-Statistical Attendance. In: WORLD CONGRESS ON
COMPUTERS

IN AGRICULTURE,

7,

Reno-NV-USA:

American

Society of

Agricultural and Biological Engineers, 2009.

SILVA, F. DE A. S. E. & AZEVEDO, C. A. V. DE. A New Version of The AssistatStatistical Assistance Software. In: WORLD CONGRESS ON COMPUTERS IN
AGRICULTURE, 4, Orlando-FL-USA: Anais... Orlando: American Society of
Agricultural and Biological Engineers, 2006. p.393-396.

41

SILVA, F. DE A. S. E. & AZEVEDO, C. A. V. DE. Versão do programa
computacional Assistat para o sistema operacional Windows. Revista Brasileira
de Produtos Agroindustriais, Campina Grande, v.4,n.1, p71-78,2002.

SILVA, F.DE A.S.E. The ASSISTAT Software: statistical assistance. In:
INTERNATIONAL CONFERENCE ON COMPUTERS IN AGRICULTURE, 6,
Cancun, 1996. Anais... Cancun: American Society of Agricultural Engineers, 1996.
p.294-298.

SOARES, A. G. Consumo e qualidade nutritiva. In: REUNIÃO NACIONAL DE
PESQUISA DE FEIJÃO, 5., 1996, Goiânia. Anais... Goiânia: UFGO, 1996. v. 2, p.
73-79.

SOMASEGARAN, P.; HOBEN, H.J. Handbook for Rhizobia: Methods in LegumeRhizobium Technology. New York: Springer-Verlag, 1994. 450p.

VIEIRA, C. Adubação mineral e calagem. In: VIEIRA, C.; PAULA JÚNIOR, T.J.;
BORÉM, A. Feijão: aspectos gerais e cultura no estado de Minas Gerais. Viçosa:
UFV, 1998, p. 41- 42.

VOLKWEISS, S. J. Fontes e métodos de aplicação. ln: SIMPÓSIO SOBRE
MICRONUTRI.ENTES NA AGRICULTURA, 1988, Jaboticabal. Anais... Piracicaba.
POTAFOS/CNPQ, 1991. p. 39 1-412.
YOKOYAMA, L. P. Tendências de mercado e alternativas de comercialização do
feijão. Santo Antonio de Goiás: Embrapa Arroz e Feijão, Comunicado Técnico, n.
43, 2002, 3 p.

YOKOYAMA, L.P., BANNO, K., KLUTHCOUSKI, J. Aspectos socioeconômicos da
cultura In: ARAUJO, I.P., RAVA, C.A., STONE, L.F., ZIMMERMANN, M. J. de O.
Cultura do feijoeiro comum no Brasil. Piracicaba: POTAFOS, 1996. p. 1-21.
42

ZIMMER, W.; MENDEL, R. Molybdenum metabolismin plants. Plant Biol., New
York, v.1, p.160-168, 1999.

ZIMMERMANN,M.J.O. Cultura do feijoeiro comum no Brasil. Piracicaba: Potafós,
1996, p. 169-221.

ZUPPI, M., MENTEM, J.O.M., FERREIRA-LIMA, L.C.S., RABALHO, A.A., FRARE,
V.C. Produtos fitossanitários utilizados no feijoeiro no Brasil: Evolução e
situação atual. In: CONGRESSO NACIONAL DE PESQUISA DE FEIJÃO, 8, 2005,
Goiânia: Embrapa Arroz e Feijão, 2005. p. 1261-9.

43

7 ANEXO
A imagem ilustra um dos momentos do desenvolvimento do trabalho.

44